WEBQUEST NA ESCOLA: INTERAÇÃO DAS TIC s COM RÁDIO/BLOG COMO FERRAMENTAS DE APRENDIZAGENS

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1 SECRETARIA DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA SEED/MEC UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE PROGRAMA DE FORMAÇÃO CONTINUADA EM MÍDIAS NA EDUCAÇÃO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MÍDIAS NA EDUCAÇÃO WEBQUEST NA ESCOLA: INTERAÇÃO DAS TIC s COM RÁDIO/BLOG COMO FERRAMENTAS DE APRENDIZAGENS Monografia apresentada ao Curso de Especialização Latu Sensu Mídias na Educação, como requisito parcial para obtenção do grau de especialista no sob a orientação do Prof. MSc. André Luiz Portanova Laborde ANDREA PATRICIA JANESCH RIO NEGRINHO, JUNHO de 2010

2 2 AGRADECIMENTOS Primeiramente a Deus pela proteção e força para não desistir, À minha família, pelo respaldo nos momentos difíceis, Aos docentes que durante minha vida acadêmica sempre contribuíram para meu crescimento intelectual, Aos meus companheiros de curso, todos eles, por toda a experiência e tranqüilidade que me passaram e pela confiança que sempre depositaram na minha capacidade e, por fim, Aos amigos que me acompanharam, onde cada um tem sua importância e seu papel bem definido na minha vida.

3 3 DEDICATÓRIA À Deus... Obrigado Senhor, que nos confiaste a VIDA! Pela força e coragem nos momentos difíceis e por ter permitido chegar até aqui. Aos meus pais... Pelo apoio, incentivo, carinho e confiança que depositaram em mim. Obrigado por tudo: Amo vocês! Ao meu orientador... Que me orientou com todo o seu saber e experiência, fazendo com que acreditasse em meu potencial tornando possível a concretização deste trabalho. O meu profundo respeito e afeto.

4 4 SUMÁRIO

5 5 I. INTRODUÇÃO Este Trabalho apresenta um estudo com abordagem bibliográfica e de campo utilizando uma proposta de intervenção pedagógica em desenvolver ouso da rádio recreio aliada às tecnologias de informação para a construção de um Blog, ou seja, páginas com conteúdo produzido na escola publicadas na rede mundial (Internet) em formato de diários e atualizados a qualquer momento. O projeto é efetivado no município de Rio Negrinho, estado de Santa Catarina, na escola Municipal de Educação Básica Professor Henrique Liebl. As atividades são extensivas ao turno matutino e vespertino, para os alunos de Pré à 8ª série (Educação Infantil e Ensino Fundamental). A proposta da interação das TIC s entre Rádio Escola e criação/manutenção de um Blog informativo na escola citada considera que a mídia faz parte do dia a dia de todos nós e a cada momento interagimos com informações provindas da rede de comunicações existente, seja pelo uso dos aparelhos celulares, I-Phones, I-Pod s, Rádio, Computadores, TV s e afins, que são os mecanismos de acessibilidade da comunicação digital. Da rádio à internet temos um instrumento poderoso de informação agregada à mídia por onde veiculam informações, acontecimentos, noticias locais e globais, homenagens e principalmente conhecimento. Muito já se tem comentado e utilizado para integrar as Tecnologias da Informação com as atividades pedagógicas no campo escolar e é preciso reconhecer que as novas tecnologias, em particular a Internet, vieram para ficar e já começam a alterar o comportamento da sociedade e das metodologias de ensino como um dia fizeram o retroprojetor de imagens e gravadores de áudio. A sociedade atualmente e principalmente a escola faz parte de uma rede de informação global e temos em nossas mãos uma infinidade de soluções digitais cada vez mais surpreendentes e poderosas. Grande parte dos professores e administradores concorda que os educandos devem estar aptos a lidar com as diversas situações, entre elas, saber bem usar as tecnologias de educação e informação (TIC), mas, no entanto, todos estes avanços ainda não estão disponíveis para toda a população. Assim sendo, o presente trabalho busca utilizar as tecnologias de informação disponíveis no campo pesquisado: a rádio escola, um projeto já introduzido no local da pesquisa e com

6 6 bons índices de resultado segundo os administradores da entidade e a sala de informática. Para que os alunos consigam interar blog e rádio, demonstram-se aqui as metodologias possíveis envolvendo as atividades práticas nas mais diversas mídias já que estas oferecem muitas possibilidades de publicação e apresentação, sejam elas em forma de textos, hipertextos, imagens, vídeos e áudio justificando o presente estudo, considerando também que sendo o recreio um momento de lazer para os educandos e na tentativa de tornar esse momento mais atrativo e informativo percebeu-se a necessidade de mudança estratégica para que o mesmo seja aproveitado com maior qualidade.

7 7 II. OBJETIVOS II.I. OBJETIVO GERAL Utilizar as TIC's (Tecnologias da Informação e Comunicação) da entidade pesquisada para produção de atividades de interação das informações entre rádio e internet (Blog) proporcionando momentos de integração, lazer, comunicação e informação. II.II. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Produzir uma pesquisa bibliográfica para conceituar e conhecer os métodos e softwares de criação, manutenção e hospedagem de Blogs na rede internet; Sugerir instrumentos para criar e manter atualizado o Blog da entidade pesquisada; Objetivar a promoção da democratização da comunicação relativo a atividades didáticas interagindo informações na rádio escola; Familiarizar o aluno com as linguagens específicas desse veículo de comunicação social rádio/blog; Incentivar a escrita na elaboração de textos, formatações, vídeos e fotos direcionado ao Blog, e a oralidade, desenvoltura e comunicação direcionada a rádio. II.III JUSTIFICATIVA Todos sabem que vivemos em uma era digital onde as tecnologias são os meios, apoios e ferramentas que utilizamos em nosso dia a dia e no ambiente escolar como novos instrumentos para que os alunos aprendam. Educar no ciberespaço é um dos caminhos possíveis e planejando nele pensando na

8 8 participação colaborativa que se justifica o uso da Rádio Recreio e recursos como , Fóruns, Blogs, Webquest, Podcast e outras ferramenta web no podem nos fornecer. Justifica-se o uso do Blog para suprir a visível necessidade na entidade pesquisada aos alunos promoverem atividades diversificadas no horário do recreio, aproveitando o tempo e também a integrar alunos, escola e comunidade. Diante dessa realidade, as escolas, através de seus administradores e professores, devem buscar alternativas para permitirem que seus membros sejam inseridos na linguagem digital e que possam através dessa adquirirem e construírem novos conhecimentos. Esses recursos Tecnológicos estarão contribuindo no desenvolvimento das atividades escolares e ao mesmo tempo descontraindo, alegrando e tomando o ambiente escolar mais significativo tanto para alunos, quanto para professores e comunidade. Justifica-se ainda a presente proposta devido a que a escola está inserida neste contexto tecnológico atual e dessa forma é importante os alunos estarem participando e conhecendo com estas ferramentas tecnológicas: a Rádio Recreio e o Blog escolar. Devido essas necessidades pedagógicas, o presente projeto busca interação entre BLOG e a rádio da escola que poderão auxiliar na diminuição dos problemas que envolvem o uso dos recursos informáticos nas escolas.

9 9 CAPITULO I - TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO 1.1 MÍDIAS NA EDUCAÇÃO: APRENDIZAGENS E CONSTRUÇÕES O Ministério de Educação do Brasil utilizando-se de decretos e portarias instituídas no território nacional oferece programas de atuação, dentre eles o programa Mídias na Educação. Trata-se de um programa de formação continuada de educadores para o uso pedagógico das mídias integrado à proposta pedagógica, promovido pelo MEC/SEED em conjunto com diversas universidades em todo o país sendo a UFRGS uma delas. De acordo com dados coletados no site da MEC/SEEDD/UFRGS (BRASIL/MEC, 2010), este programa tem como uma de suas principais características a integração das diferentes mídias ao processo de ensino e de aprendizagem, promovendo a diversificação de linguagens e o estímulo à autoria em diferentes mídias. Para o MEC/SEED (BRASIL, 2010), o Objetivo Geral do programa Mídias na Educação é contribuir para a formação de profissionais em educação, em especial professores da Educação Básica, capazes de produzir e estimular a produção dos alunos nas diferentes mídias, de forma articulada à proposta pedagógica e a uma concepção interacionista de aprendizagem. Como Objetivos específicos, cita o Ministério os seguintes: Identificar aspectos teóricos e práticos referentes aos meios de comunicação no contexto das diferentes mídias e no uso integrado das linguagens de comunicação: sonora, visual, impressa, audiovisual, informática e telemática, destacando as mais adequadas aos processos de ensino e aprendizagem; Explorar o potencial dos Programas da SEED/MEC (TV Escola, Proinfo, Rádio Escola, Rived) e os desenvolvidos por IES ou Secretarias Estaduais e Municipais de Educação, no Projeto Político Pedagógico da escola, sua gestão no cotidiano escolar e sua disponibilidade à comunidade;

10 10 Elaborar propostas concretas para utilização dos acervos tecnológicos disponibilizados à escola no desenvolvimento de atividades curriculares nas diferentes áreas do conhecimento; Desenvolver estratégias de autoria e de formação do leitor crítico nas diferentes mídias; Elaborar projeto de uso integrado das mídias disponíveis. Assim sendo, a secretaria de educação à distância SEED/MEC em acordo com a universidade federal do Rio Grande, através do programa de formação continuada em Mídias na Educação - curso de especialização em mídias na educação fornece aos acadêmicos os caminhos preparatórios para, em conformidade com o especificado no currículo, formar o profissional com formação em mídias para: Ter autonomia para criar e produzir, nas diferentes mídias, programas, projetos e conteúdos educacionais; Ter capacidade de tematizar e refletir criticamente a respeito da própria prática e do papel desempenhado pela tecnologia na criação de um novo ambiente educacional; Ter capacidade de refletir crítica e criativamente a respeito das diferentes linguagens, considerando as mídias como: objeto de estudo e reflexão, ferramenta de apoio aos processos de ensino e aprendizagem e meio de comunicação e expressão (produção); Ter capacidade de utilizar as diferentes mídias em conformidade com a proposta pedagógica que orienta sua prática (BRASIL/MEC/SEED, 2010). Através dos módulos fornecidos no curso, estruturam-se os programas em três Ciclos, permitindo o tratamento dos temas em diferentes níveis de profundidade (nível básico, intermediário e avançado). O curso será realizado em modalidade de educação à distância. Necessário ainda frisar que o Ministério da Educação acompanha o programa Mídias na Educação em EAD (Ensino a Distância) com estrutura modular, que visa proporcionar formação continuada para o uso pedagógico das diferentes tecnologias da informação e da comunicação TV e vídeo, informática, rádio e impresso. O público-alvo prioritário são os professores da educação básica (BRASIL/MEC/EEAD, 2010).

11 A CONSTITUIÇÃO DA PROFESSORA NA UTILIZAÇÃO DAS MÍDIAS Ninguém mais duvida que o computador é coisa do presente, que parecia futuro há pouco tempo atrás já é realidade na sala de aula. Ao pensar a educação como espaço de sociabilização e a escola como um instrumento capaz de colocar as classes populares em condições de enfrentar um mercado cada vez mais competitivo faz-se necessário, também, discutir a presença ou a ausência, além das formas de utilização, da tecnologia no mundo escolar. Dentro dessa visão as escolas são as instituições deslocadas e em descompasso com as mudanças tecnológicas que acontecem ao seu redor. Logicamente, essa necessidade em senso comum precisaria ser mais bem pesquisada. Como sabemos o computador não substitui, mas valoriza o papel do professor, com valorização das metodologias para transmitir informações, relatar dados históricos, mostrar mapas, recordar as normas da linguagem. Um computador pode fazer tudo isso com imagens, animações, cores e sons, para os professores fica a parte mais importante, a construção do cidadão participativo. O professor que sabe usar a tecnologia vai desempenhar melhor a sua função, pois a sua sala de aula será mais atualizada, com mais recursos. Também é importante lembrar a possível melhora do rendimento escolar, é fácil constatar que o desempenho dos alunos que não têm computador é pior do que o dos alunos que usam ambientes digitais, e o desempenho dos alunos que têm acesso à internet também é um pouco melhor do que o dos alunos que não se conectam. Acredita-se que a escola é atravessada pelas questões que nos apresenta a sociedade tecnológica da informação e da comunicação. Pode-se falar em termos de motivação dos estudantes: segundo os professores, ao usar o computador, os alunos sentem-se mais valorizados, sua auto-estima aumenta. Cada professor precisa de uma formação inicial para o uso da informática como recurso pedagógico e precisa também se atualizar constantemente, pois os avanços são acelerados e não param. O interesse nas Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC s) parte da enorme influência sobre os meios de produção e comunicação. Conforme Tardyf (1995, p. 46) [...] a escola precisa absolutamente de integrá-las se não quer ficar definitivamente isolada. Como professores, ainda acompanhando o autor, nós não podemos ser ingênuos ao ponto de pensar que as TIC poderão ser a panacéia para

12 12 uma escola em crise, pois elas não passam de ferramentas de ensino atualizados e que façam o aluno sentir-se parte e que tenha acesso às inovações. Para chegar na formação do meu atual currículo, sempre acreditei nas novas propostas (necessidades) de a escola trabalhar em conjunto com as tecnologias de informação, participando ativamente de redes de informação, o educando e o professor tem um papel mais ativo, pois sente o retorno da sua participação de um modo mais efetivo na sociedade e, como tal, segundo Tardyf (1995), tanto podem ser usadas para novas práticas pedagógicas baseadas nas pedagogias ativas, centradas no aluno, como podem servir apenas para transmitir conhecimentos, seguindo um modelo tradicional, em que o professor e os conteúdos programáticos ocupam o centro do processo educativo, conforme leciona Tardyf (1995): O papel do educador está em orientar e mediar as situações de aprendizagem para que ocorra a comunidade de alunos e idéias, o compartilhamento e a aprendizagem colaborativa para que aconteça a apropriação que vai do social ao individual, como preconiza o ideário Vygotskyano O desenvolvimento exponencial das TIC, assim como a sua força, impedirão que a escola as trate com ligeireza e duma maneira superficial, exigindo reflexões sérias sobre as modalidades e o grau de integração (TARDYF, 1995, p. 52) Quanto à utilização da Multimídia, pode-se acreditar na existência de um consenso mesmo que intuitivo, no que diz respeito à idéia de que traz bons resultados na aquisição de informação nova, apesar do número de pesquisas sobre isso ainda ser muito pequeno, já se pode confirmar em efeitos positivos em que essas novas tecnologias de informação e comunicação trazem benefícios na educação. É importante notar a tecnologia por si só não muda diretamente o ensino ou a aprendizagem. Pelo contrário, o elemento mais importante é como a tecnologia é incorporada na instrução. Acredito que a educação utilizando os meios de comunicação está intimamente ligada à integração do mundo globalizado. A escolha em participar da comunidade como professora me faz desejar partilhar as reflexões de Figueiredo (1998) onde nos ensina que: Saber informar-se e compreender os mecanismos de produção e de difusão da informação exigem uma formação específica a que se convencionou chamar educação para os media. Esta consiste na aprendizagem dos mecanismos de funcionamento dos media, sobretudo aquele que mais influencia os jovens - a televisão - e deveria constituir uma das prioridades da nossa prática pedagógica (FIGUEIREDO, 1998, p. 121).

13 13 Dessa forma, minha busca pela capacitação profissional através do uso das Mídias é por acreditar que em todas as disciplinas devemos implementar uma prática de metodologias transversais da educação atual, através de um planejamento das práticas pedagógicas amplas e sistemáticas, do mesmo modo que deveria haver uma prática transversal da educação para o ambiente e da educação para a cidadania, resgatando a moral e a ética. 1.3 AS TIC s NA EDUCAÇÃO A literatura apresenta diversos estudos com relação ao uso das tecnologias de informação, internet, espaços comunitários e inter-relação entre usuários para o acesso e divulgação de informações online. Em primeiro momento, busca-se com o apoio de diversos pesquisadores e teólogos da área demonstrar ao leitor os fundamentos que comprovam, analisam e incentivam a utilização das mídias em projetos escolares, em alguns, em particular, a construção de blogs escolares. Importante considerar que toda evolução ou inovação, traz consigo a questão da exclusão. Historicamente sabe-se que Gutenberg quando inventou a imprensa, automaticamente criou os analfabetos e os iletrados. O mundo atual em relação à transmissão de informações é digital e esta revolução tecnológica também, como não poderia deixar de ser, criou os excluídos digitalmente. Um dos grandes questionamentos no ambiente escolar passa a ser em como pessoas despreparadas ou desprovidas de condições econômicas e sem hábito de leitura podem ser incluídas na sociedade da informação? Autores demonstram que a resposta está na base da inclusão tecnológica presente na maioria das escolas em todos os dos municípios brasileiros. Segundo Gardner & Kornhaber (2001) apud LÉVY (2001), isto sucede na medida em que as suas ações (da escola) têm um efeito imediato: as análises e questões alcançam os destinatários logo após terem sido realizadas. Os destinatários (educandos) constituem uma comunidade com interesse e objetivos comuns. O emissor (professor) e os seus receptores (alunos) constituem uma comunidade virtual, com forte motivação para participar. A integração das tecnologias nos processos de aprendizagem pode constituir um fator de inovação pedagógica, proporcionando novas

14 14 modalidades de trabalho na escola. Porém, a escola tem de acompanhar as transformações sociais. A escola, por natureza lenta, analítica e virada para o passado, tem de ser capaz de se tornar mais atraente, diminuindo o fosso que a separa do mundo exterior onde o aluno vai absorver grande parte das informações que lhe interessam. Cabe à escola transformar-se de simples transmissora de conhecimentos em organizadora de aprendizagens e reconhecer que já não detém o monopólio da transmissão dos saberes, proporcionando ao aluno os meios necessários para aprender a obter a informação, para construir o conhecimento e adquirir competências, desenvolvendo simultaneamente o espírito crítico (LÉVY, 2001, p. 121). Enquanto o computador e as Tecnologias de Informação por ele oferecidas são mais um passo na evolução natural da tecnologia, é errado supor que tal evolução sempre prosseguirá em linha reta com poucas alterações nas escolas e suas metodologias, pois estas prosseguem em vários estágios. O computador representa um grande saldo na mudança de nossas vidas. Para Lévy (2001), da mesma forma, enquanto outros avanços tecnológicos afetam a educação, o computador produzirá uma mudança muito mais substancial em nossas crianças, a razão é que, no passado, a ruptura tecnológica trouxe as fragmentações crescentes e o computador é o primeiro desenvolvimento tecnológico que não continuou esse padrão de fragmentação. O computador é um grande facilitador do desenvolvimento das inteligências. Se se souber escolher adequadamente o software, de acordo com seus objetivos, o indivíduo poderá se desenvolver globalmente, utilizando suas diversas possibilidades e somente se mostrará eficiente na medida em que seus recursos visuais e auditivos, alto nível de estimulação surtem a possibilidade de o aluno entender o seu próprio processo de pensamento quando recebe as informações. Assim, um trabalho educacional, para ser eficiente precisa propor um número amplo de problemas que possam produzir uma variedade de soluções, que revelem os talentos e os esquemas pessoais (LÉVY, 2001, p. 98). O computador e as tecnologias disponíveis para a escola são a força unificadora para estabelecer um novo centro de conhecimento. Diferente de todos os antigos centros de vida, esse novo centro não é uma instituição ou lugar particular e sim o próprio indivíduo. O advento da informática tem levado a muitas modificações em nossa sociedade, computadorizando-a e transformando-a numa sociedade onde a maior parte dos empregos está vinculada ao uso da informação.

15 INFORMÁTICA COMO CENTRO DE CONHECIMENTO As grandes modificações do nosso mundo vem gerando, como conseqüência, o esvaziamento do conhecimento. A tarefa da Educação é o desafio da rapidez em aprender e a renovar o aprendido onde o foco das atividades educativas se desloca do ensino para a aprendizagem e o educando se torna um aprendiz. Segundo Palangana (1994), a escola prioriza o desenvolvimento da inteligência lingüística e da inteligência lógica-matemática. O computador surge para auxiliar o aluno no desenvolvimento de outros tipos de inteligências, espacial; musical, corporal e interpessoal. Uma ferramenta desse tipo vêm a ajudar num problema que já apareceu na educação - um momento de conhecimento obsoleto. Na época em que os alunos se formam sua instrução já está ultrapassada. Fatos particulares, que o aluno aprende, estão ficando cada vez menos importantes, enquanto que o modo como elaboram o aspecto do aprendizado está se tornando mais importante. Assim, temos de abranger tanto o problema da metodologia do ensino como o uso das tecnologias da Informação em sala de aula. O esboço desse problema poderia ser parte da resposta, pois, com o colapso das linhas de disciplina, seria possível acentuar métodos e tipos de pensamento apropriados para uma variedade de disciplinas e usar um tema específico somente como exemplo. Os alunos estariam, assim, mais preparados para enfrentar o mundo eletrônico exterior. Isso também faria a educação dar uma volta completa para trás, para o caminho unificado dos antigos, um caminho que será muito mais ajustável ao mundo eletrônico do que ao fragmentado sistema de linha de montagem da sociedade industrial (PALANGANA, 1994, p. 219). Para possibilitar um acesso igual à informação, a escola tem de conseguir combater as desigualdades existentes, dando a todos os alunos a possibilidade de recolherem, selecionarem, ordenarem, gerirem e utilizarem essa mesma informação.

16 16 CAPÍTULO II - WEBQUEST: A TECNOLOGIA, A MÍDIA E A EDUCAÇÃO É importante que se registre aqui que a informática e as tecnologias provocam e desencadeiam discussões muito sérias acerca dos fundamentos e conceitos básicos, bem como das práticas metodológicas estabelecidas. Não é raro a introdução da informática em uma área ou mesmo apenas como a perspectiva de sua introdução tem levado a escola e pais a concluir que seria oportuno utilizá-la por completo. Para Pretto (1996), com um computador e um projetor pode-se transformar o quadro em que se trabalha de forma estática e de forma dinâmica. Também a grande maioria dos professores utilizam a internet, mas nem sempre voltada ao acesso de seus alunos, a maioria utiliza a internet para copiar as provas de vestibulares e uso pessoal, poucos utilizam os programas disponíveis na rede para ministração de suas aulas. Ao pensar a educação como espaço de sociabilização e a escola como um instrumento capaz de colocar as classes populares em contato com o conhecimento sistematizado ao longo da história da humanidade e em condições de enfrentar um mercado de trabalho cada vez mais competitivo faz-se necessário, também, discutir a presença ou a ausência, além das formas de utilização, da tecnologia no mundo escolar (PRETTO, 1996, p. 76). De acordo com Silva (2000, p: 67) o senso comum que as escolas são instituições que refletem as inovações, que as mudanças sociais e de comportamento são incorporadas pelas mesmas apenas depois de já incorporadas pela sociedade. Vemos que o autor coloca que a pressão em relação ao uso da informática se faz cada vez mais evidente em todas as áreas e isso não é diferente na educação. Contudo, uma idéia já é ponto pacífico entre as pessoas que lidam com informática na educação: a informática, assim como qualquer outro instrumental que pode ser usado em situações de ensino-aprendizagem, depende do uso que se faz dele. Não se pode esperar milagres das novas tecnologias. É importante que se registre aqui que a informática e as tecnologias provocam e desencadeiam discussões muito sérias acerca dos fundamentos e conceitos básicos, bem como das práticas metodológicas estabelecidas. Não é raro a introdução da informática em uma área ou mesmo apenas como a perspectiva de sua introdução tem levado a escola e pais a concluir que seria oportuno utilizá-la por completo.

17 17 Além do esforço pessoal de cada professor, as escolas, em geral, também têm que propiciar uma educação moderna, reflexiva, crítica e de qualidade, tanto para alunos em diversos níveis do ensino, como para professores em formação inicial e continuada, para que possam contar com professores capazes de captar, entender, optar e utilizar essas novas linguagens tecnológicas na educação. A escola e o professor de hoje têm que levar em conta que as informações circulam de maneira acelerada e em grande quantidade (SILVA, 2000, p. 72). Para Silva (2000, p. 33), para que o professor seja capaz de realizar todas essas operações mentais e motoras entre o captar e o utilizar devidamente os elementos que envolvem a tecnologia, antes é necessário que ele desenvolva antes certas habilidades, tais como: visão do mundo no momento atual (século XXI), interpretação da linguagem tecnológica, suas mensagens, sua posição e utilização (forma de comunicação, para que e como se utiliza), assim como a manipulação de procedimentos específicos das tecnologias. De acordo com Rosnay (2000, p. 117), outro fator preponderante é a falta de treinamento dos docentes para entender a capacidade de utilização do software, pois estes não têm oportunidade de experimentar o software antes, desta forma a compra pode até ser influenciada por propagandas de revistas ou descrições na embalagem do produto. [...] embora os termos Multimídia e Hipermídia sejam constantemente usados indiscriminadamente, existe uma diferença entre os dois. Multimídia refere-se à integração de dois ou mais meios de informação (mídias) num sistema de computador. Estes meios podem incluir textos, imagens, áudio, vídeo e animações, e com os baixos preços dos dispositivos de Realidade Virtual, podemos esperar que se integrem mais amplamente dispositivos de feedback táctil, olfativo, visual, etc. Hipermídia é a extensão do paradigma do hipertexto, com a inclusão de outros meios [..]. Fazer a distinção é importante, pois nem todo sistema multimídia é hipermídia, embora um sistema hipermídia sempre utilize recursos de multimídia, numa disposição de navegação possivelmente não linear, através de conceitos, associações e nós (ROSNAY, 2000, p. 89). Ninguém mais duvida que o computador é coisa do presente, que parecia futuro há pouco tempo atrás já é realidade na sala de aula. Ao pensar a educação como espaço de sociabilização e a escola como um instrumento capaz de colocar as classes populares em condições de enfrentar um mercado cada vez mais competitivo faz-se necessário, também, discutir a presença ou a ausência, além das formas de utilização, da tecnologia no mundo escolar.

18 TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO Quando falamos em tecnologias em aula, com freqüência, o ensino e aprendizagem são entendidos e tem sido tratados como coadjuvantes, quando na verdade não o são. Um objeto que se limita a apresentar uma informação mesmo tendo um objetivo educacional definido e claro deveria ser classificado como objeto de ensino focado em especial neste projeto o rádio da escola. Deixando a definição de objeto de aprendizagem para os objetos que permitissem algum tipo de resposta ao estudante nos faz refletir sobre a reação do objeto no atual contexto cultural e tecnológico, pois somos a todo o momento levados a enfrentar novos desafios, que nos exigem uma visão mais crítica e abrangente dos recursos que nos cercam. Cada recurso, além de comportar um saber específico, demanda uma maneira de se interagir com ele. Trabalhar essa intenção, buscar compreender a linguagem que cada meio possui é uma das funções da educação. Conforme Pretto (1996), a tecnologia e a informática na sala de aula muda a relação entre alunos e professores. O fato de as escolas possuírem computadores não garante que eles sejam utilizados ou que a escola ofereça os conteúdos esperados pelos alunos e por enquanto, o computador dentro da sala de aula e sua disponibilidade correta ainda permanece longe da realidade da maioria das escolas. Uma outra colocação muito comum nas escolas de hoje é a utilização do computador em atividades extra-classe, com o intuito de ter a Informática na escola, porém sem modificar o esquema tradicional de ensino. As escolas demonstram assim em seus princípios e métodos de ensino as características marcantes de cada época, pois estas estão inseridas nos processos de mudanças e evoluções culturais. 2.2 WEBQUEST - CONSIDERAÇÕES Atualmente, com o advento e a utilização de computadores para o registro de informação, quando se divulgam fatos ou conhecimentos, independentemente da origem ou do suporte usado para representá-los, pode-se transportar no mesmo instante como conhecimento à disposição das salas de aula. A digitalização como prática educativa também deve ser entendida como um processo apropriado para

19 19 registrar a informação e determinar em conseqüência, as suas aplicações e os seus métodos como práticas pedagógicas. Através de processos apropriados, recorrendo a meios Tecnológicos precisa conceber esta nova fase da informação em suporte metodológico. Segundo a Wikipédia (2010), O termo WebQuest (do inglês), é algo que demanda da Web (Internet), tratando-se de uma metodologia de pesquisa orientada em que quase todos os recursos utilizados são provenientes da rede mundial de computadores. Foi proposta pelo Professor Bernie Dodge, da Universidade de São Diego, em 1995, com a participação do seu colaborador Tom March. Para desenvolver uma WebQuest é necessário criar um site que pode ser construído com um editor de HTML, serviço de blog ou até mesmo com um editor de texto que possa ser salvo como página da Web. De acordo com Lévy (2001), trata-se de uma metodologia que cria condições para que a aprendizagem ocorra, utilizando os recursos de interação e pesquisa disponíveis ou não na Internet de forma colaborativa. É uma oportunidade de realizarmos algo diferente para obtermos resultados diferentes em relação à aprendizagem de nossos alunos. Além de que, as WebQuest oportunizam a produção de materiais de apoio ao ensino de todas as disciplinas de acordo com as necessidades do professor e seus alunos. A WebQuest sempre parte de um tema (o Egito Antigo, por exemplo) e propõe uma Tarefa, que envolve consultar fontes de informação especialmente selecionadas pelo professor. Essas fontes (também chamadas de recursos) podem ser livros, vídeos, e mesmo pessoas a entrevistar, mas normalmente são sites ou páginas na Web. É comum que a Tarefa exija dos alunos a representação de papéis (faraó, arquiteto, escravo), para promover o contraste de pontos de vista ou a união de esforços em torno de um objetivo (LÈVY, 2001, p. 101). Para a Professora Lisbete Madsen Barbosa. Ass. Mestre de Ensino Superior do Departamento de Ciência da Computação da PUC-SP (2010), Dois aspectos interessantes sobre elaboração: 1) o desafio de preparar uma Tarefa criativa a ser desenvolvida pelos alunos e 2) a criação de uma Introdução que desperte a curiosidade e estimule a viagem pela WebQuest. Para a professora, WebQuest é uma metodologia inovadora de fazer uso da Internet e de outros recursos de multimídia de modo construtivo sempre lembrando que a WebQuest é um recurso metodológico presencial. O acompanhamento e a orientação do professor no desenvolvimento da Tarefa são fundamentais.

20 20 Conforme publicado pelo Ministério da Educação (BRASIL/MEC, 2010), o conceito de WebQuest, criado em 1995 por Bernie Dodge, professor estadual da Califórnia (EUA) busca aplicar nas escolas do Brasil uma proposta metodológica utilizando os recursos oferecidos pela Internet através de uma forma criativa, construindo com a ajuda dos professores páginas educativas e de pesquisa como atividade investigativa onde todas as informações com as quais os alunos interagem provêm da internet. A Metodologia utilizada é a coordenação e elaboração do professor utilizando uma temática a ser solucionada por alunos reunidos em grupos, utilizando como fontes de consulta, recursos como livros, vídeos e mesmo pessoas a entrevistar, postados normalmente nas páginas da Web. O Professor Bernie Dodge, criador do conceito WebQuest define a estrutura em curta (Leva de uma a três aulas para ser explorada pelos alunos e seu objetivo é a integração do conhecimento) e longa (Leva de uma semana a um mês para ser explorada pelos alunos em sala de aula e tem como objetivo a extensão e o refinamento de conhecimentos). Conforme o Ministério da Educação (BRASIL/MEC, 2010), a WebQuest é constituída de sete seções: Introdução - Determina a atividade. Tarefa - Informa o software e o produto a serem utilizados. Processo - Define a forma na qual a informação deverá ser organizada (livro, vídeos etc.). Fonte de informação - Sugere os recursos: endereços de sites, páginas da Web. Avaliação - Esclarece como o aluno será avaliado. Conclusão - Resume os assuntos explorados na Webquest e os objetivos supostamente atingidos. Créditos - Informa as fontes de onde são retiradas as informações para montar a WebQuest, quando página da Web coloca-se o link, quando material físico coloca-se a referência bibliográfica. É também o espaço de agradecimento às pessoas ou instituições que tenham colaborado na elaboração. Os objetivos propostos nas metodologias educacionais para o uso e implementação de WebQuest são modernizar os modos de fazer educação

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