P L A N E J A M E N TO E S T R A T É G I C O

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1 P L A N E J A M E N TO E S T R A T É G I C O Assessoria Ashoka / McKinsey&Company Programa de Planejamento para Ganho de Escala

2 FICHA TÉCNICA TÍTULO: PROJETO SAÚDE & ALEGRIA TIPO: DESENVOLVIMENTO COMUNITÁRIO E TERRITORIAL, SUSTENTADO E INTEGRADO NAS ÁREAS DE ORGANIZAÇÃO SOCIAL; SAÚDE; MEIO AMBIENTE; GERAÇÃO DE RENDA; EDUCAÇÃO; CULTURA; COMUNICAÇÃO POPULAR; INCLUSÃO DIGITAL; E PESQUISA PARTICIPATIVA. ÁREA DE ATUAÇÃO DIRETA: COMUNIDADES DAS ZONAS RURAIS DOS MUNICÍPIOS DE SANTARÉM, BELTERRA, AVEIRO E JURUTI, NA REGIÃO DO BAIXO E MÉDIO AMAZONAS - OESTE DO PARÁ - E ÁREAS DO ENTORNO. BENEFICIÁRIOS POPULAÇOES TRADICIONAIS DOS RIOS TAPAJÓS, AMAZONAS, ARAPIUNS E AFLUENTES. INSTITUCIONALIDADE: CENTRO DE ESTUDOS AVANÇADOS DE PROMOÇÃO SOCIAL E AMBIENTAL CEAPS Entidade Civil, sem fins lucrativos, fundada em 1985 CNPJ / Reconhecida como Entidade de Utilidade Pública Municipal - Lei Nº / Santarém/PA Reconhecida como Entidade de Utilidade Publica Federal - Portaria 266 do Ministério da Justiça publicada no Diário Oficial da União (3/março/2006). Registrada no Conselho Nacional de Assistência Social - Brasília/Distrito Federal - Resolução nº 174 publicada no Diário Oficial da União em 18/11/98. Certificada como Entidade Beneficente de Assistência Social - Resolução nº 71 publicada no Diário Oficial da União em 28/05/07, Seção I, processo nº / PRESIDENTE DO CONSELHO DIRETOR: Carlos Henrique Dantas de Carvalho SEDE: Av. Mendonça Furtado, 3979 Santarém -Pará - CEP Tel: +55 (93) Fax: +55 (93) Site: RESPONSABILIDADE TÉCNICA: COORDENAÇÃO GERAL: DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL: SAÚDE: Eugênio Scannavino Netto Caetano Scannavino Filho Paulo (Magnolio) Sposito de Oliveira Tiberio Allogio Davide Pompermaier Fabio Tozzi EDUCAÇÃO, CULTURA E COMUNICAÇÃO: Fabio Anderson Pena Paulo Lima

3 PROJETO SAÚDE & ALEGRIA MISSÃO Promover e apoiar processos participativos de desenvolvimento integrado e sustentável que contribuam de maneira demonstrativa no aprimoramento de políticas públicas, na qualidade de vida e no exercício da cidadania com ênfase nas populações tradicionais da Amazônia. VISÃO Ser referência em metodologias participativas e tecnologias sociais para o desenvolvimento alegre, harmônico e sustentável dos povos VALORES respeito à diversidade solidariedade ética equidade justiça transparência responsabilidade social e ambiental respeito à vida

4 ÍNDICE I - APRESENTAÇÃO II - O TRABALHO DA ORGANIZAÇÃO III - O PLANO ESTRATÉGICO GERAL DE CONTINUIDADE ( ) IV - DETALHAMENTOS SETORIAIS Diretrizes Estratégicas Setoriais Planos de Implementação V ASPECTOS DA GESTÃO

5 I. APRESENTAÇÃO: O Projeto Saúde & Alegria PSA é uma instituição civil, sem fins lucrativos, que atua na Amazônia com o objetivo de promover e apoiar processos participativos de desenvolvimento comunitário integrado e sustentável, que contribuam de maneira demonstrativa no aprimoramento de políticas públicas, na qualidade de vida e no exercício da cidadania. Ribeirinhos: vivem da pesca, caça, produtos da floresta e agricultura familiar. Iniciou suas ações em 1987 junto a 16 comunidades-piloto da zona rural de Santarém/Pará, local de sua sede. A partir dos anos 2000, começou a expansão gradual de sua área de cobertura. Atua hoje diretamente em mais três municípios da região do Baixo-Médio Amazonas Belterra, Aveiro e recentemente Juruti atendendo em torno de 30 mil pessoas, sobretudo ribeirinhos, apoiando-os na defesa de suas terras, de seus recursos naturais e na viabilidade social, econômica e ambiental de seus territórios. A consolidação da rotina de trabalho em maior escala sem reduzir a qualidade das ações, as soluções encontradas de baixo custo e alto impacto, os bons resultados, as articulações firmadas, assim como a mobilização, credibilidade e visibilidade obtidas consolidou o papel do Saúde & Alegria na região como instituição fomentadora de programas de desenvolvimento sustentável. Em decorrência disso, atualmente o PSA vem sendo demandado de forma crescente para assessorar entidades públicas, privadas, ongs e movimentos sociais na disseminação de sua Proposta, o que oportuniza e cria condições extremamente favoráveis para uma nova etapa de trabalho que amplie sua capacidade de transformação social em todos os aspectos. Em meados de 2009, o Saúde & Alegria foi uma das 10 organizações selecionadas pelo Programa de Planejamento para Ganho de Escala da Ashoka e McKinsey&Company, que desde então ofereceram todo suporte e expertise necessários para construção de um Plano Estratégico Plurianual ( ), envolvendo também as perspectivas de expansão do PSA não apenas em sua área de atuação como também a disseminação para outras regiões. Este processo demandou mais de nove meses entre encontros presenciais com consultores, seminários gerais e setoriais do PSA, consultas a parceiros e representações comunitárias culminando no presente documento, que sistematiza os principais resultados da reflexão institucional: missão, valores, aspectos avaliativos (FOFA - Forças, Oportunidades, Fraquezas e Ameaças), estrutura programática, mecanismos de gestão, visão de futuro, diretrizes estratégicas e planos de implementação das ações prioritárias a serem empreendidas pelo Saúde & Alegria nos próximos 5 anos. O documento em questão representa a base referencial preliminar no atendimento às causas presentes e futuras do PSA. Processos de PMAS (planejamento, monitoramento, avaliação e sistematização) estão previstos ao longo de toda execução, com atualizações anuais do Plano Estratégico proposto, adequando-o no seu decorrer às lições aprendidas, às retaguardas financeiras viabilizadas, e às dinâmicas conjunturais e cenários externos. 1

6 II. O TRABALHO DA ORGANIZAÇÃO: Saúde, Alegria do Corpo; Alegria, Saúde da Alma Dada a importância da Amazonia no Mundo ainda mais em tempos de mudanças climáticas suas potencialidades para o Desenvolvimento do País, e o fato de que o enfrentamento dos desafios ambientais perpassa também pelas respostas às questões sociais, a contribuição do PSA nesse sentido sempre esteve focada na inclusão das populações tradicionais da região. Equipe interdisciplinar do PSA: visitas às comunidades, até 20h de barco. O publico historicamente atendido pelo PSA no oeste do Pará é composto, em sua maioria, por caboclos - descendentes indígenas - distribuídos ao longo de rios e estradas, em comunidades que variam entre 10 e 200 famílias, ocupando terras devolutas ou áreas de Assentamentos, Glebas e Unidades de Conservação. Diante das grandes distâncias, dificuldades de transporte e comunicação, o PSA procura somar esforços para facilitar o acesso às políticas publicas e a participação cidadã dessas populações. Em conjunto com as organizações comunitárias, constrói propostas e soluções adaptadas que trazem benefícios concretos e servem como referencias demonstrativas de tecnologias socioambientais replicáveis - sobretudo pelo Poder Público - elevando a escala e abrangência do trabalho. São eleitos métodos abertos de construção multilateral do saber. A arte, o lúdico e a comunicação são os principais instrumentos de mobilização. Baseado em programas integrados nas áreas de organização social, direitos humanos, meio ambiente, saúde, saneamento, geração de renda, educação, cultura e inclusão digital, o PSA procura envolver todos os segmentos e faixas etárias qualificando-os como multiplicadores das ações - lideranças, produtores rurais, empreendedores locais, professores, agentes de saúde, grupos de mulheres, jovens e crianças. Os principais indicadores sociais são monitorados por meio de diagnósticos participativos, o que permite o acompanhamento continuado dos resultados e o planejamento conjunto das ações, oferecendo os instrumentos necessários para apoiar a população na gestão de todo o processo. Os impactos do trabalho também se desdobram em articulações com outras organizações e redes afins, ampliando a capacidade contributiva do PSA na construção de estratégias e políticas globais que promovam processos de desenvolvimento mais includentes, justos e sustentáveis. Rede Mocoronga* de Comunicação Popular: jovens produzem e disseminam jornais, vídeos, programas de rádio e mídia eletrônica, constituindo um intercâmbio de informações e conhecimentos. Circo Mocorongo: pequeno espetáculo mambembe apresentado pelos ribeirinhos através de músicas, esquetes educativas e culturais, difundindo os conteúdos com sua própria linguagem. (*) Mocorongo: termo designado na região para quem nasce em Santarém/PA 2

7 Os Programas de Desenvolvimento Integrado SAÚDE Educação e Prevenção em Saúde Saúde da Família Higiene e Saneamento Ensino e Pesquisa Controle Social DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL Apoio à Gestão Comunitária e Territorial Cenários e Planos de Desenvolvimento Ordenamento Fundiário e Ambiental Empreendimentos Sustentáveis de Geração de Renda INTEGRAÇÃO INSTITUCIONAL Articulações e Políticas Institucionais Disseminação, Expansão e Replicação Sustentabilidade EDUCAÇÃO, CULTURA E COMUNICAÇÃO Educação Comunitária e Ambiental Ações Complementares à Escola Inclusão Digital Promoção e Difusão Cultural Saúde Fluvial em parceria com as Prefeituras, mais de 15 mil ribeirinhos do rio Tapajós contam com acesso regular à Atenção Básica através do barco Abaré, constituindo-se no primeiro serviço itinerante de PSF (Programa Saúde da Família) fluvial do País e base referencial do Ministério da Saúde para políticas de saúde na Amazonia. Saneamento Básico: tecnologias adaptadas (micro-sistemas de abastecimento e tratamento da água, filtros domiciliares, poços semi-artesianos e pedras sanitárias com fossas rústicas) implantadas junto a mais de 5000 famílias já estão sendo replicadas para outras áreas em parcerias com as Prefeituras da região. Mapeamento Participativo a partir das informações e conhecimentos dos comunitários, são montadas bases de dados geográficas para apoiá-los na gestão dos seus territórios, na regularização de suas terras e no uso sustentável dos recursos naturais, contribuindo ainda com os órgãos públicos na construção de cenários, planos de desenvolvimento e propostas para o ordenamento fundiário e ambiental da região. Inclusão Digital através da implantação de Telecentros e Pólos 3G com acesso a internet, promove a inclusão social a partir do uso comunitário das TICs, impulsiona os processos de desenvolvimento (educação a distancia, telemedicina, comércio online, etc) e difunde a cultura tradicional da Amazonia, o que qualificou o PSA como um dos Pontões de Cultura Digital do Ministério da Cultura no País. Ações Complementares à Escola Arranjos educativos locais (comunidade, escola e multiplicadores) são formados como pólos promotores dos direitos fundamentais das crianças e adolescentes, articulados em uma Rede de Aprendizagem para o protagonismo infanto-juvenil, desenvolvimento de metodologias participativas (arte-educação, educomunicação, etc) e produção de recursos pedagógicos regionalizados. Artesanatos da Floresta grupos de artesãs/artesãos são apoiados em empreendimentos de geração de renda para confecção e comercialização de artesanatos, para o manejo florestal comunitário não-madeireiro das matérias-primas e processos de certificação, constituindo uma alternativa econômica sustentável para os Assentamentos e Unidades de Conservação. Ecoturismo de Base Comunitária comunidades ribeirinhas da região recebem qualificação e investimentos em infra-estruturas receptivas, desenvolvendo empreendimentos solidários e sustentáveis, em parceria com outras iniciativas e de forma articulada com as políticas públicas de regionalização do turismo. 3

8 Principais Prêmios e Certificações 4

9 A Área de Atuação Direta do PSA ( ) Fonte: Laboratório de Geoprocessamento do PSA TERRITÓRIO MUNICÍPIO/ESTADO ÁREA (HECTARES) Nº COMUNIDADES Nº FAMÍLIAS Nº HABITANTES Flona Tapajós Belterra, Aveiro, Rurópolis, Placas (PA) , Resex Tapajós/Arapiuns Santarém (PA) , PAE Lago Grande Santarém (PA) , PEAEX Curumucuri* Juruti (PA) , PEAEX Mamuru* Juruti, Aveiro (PA); Parintins (AM) , PAE Santa Rita Juruti (PA) , PAE Salé* Juruti (PA) , PAE Valha-me Deus Juruti (PA) 5.100, PAE Balaio Juruti (PA) , PEAEX Aruã* Santarém (PA) , PEAEX Vista Alegre* Santarém (PA) 5.719, PEAEX Mariazinha* Santarém (PA) , TI Borarí Arapiuns* Santarém (PA) , MODALIDADES TERRITORIAIS: - FLONA: Floresta Nacional - RESEX: Reserva Extrativista - PAE: Projeto de Assentamento Agroextrativista - PEAEX: Projeto Estadual de Assentamento Agroextrativista - TI: Território Indígena Numero médio de membros por família: 5 (*) Território em fase de implantação TOTAIS , OBSERVAÇÕES: FONTES: - IBAMA/ICMBio - IBAMA/ICMBio - INCRA - ITERPA - FUNAI Sosniski, Cristina (2009), Pesquisa Socioeconômica e de Saúde 5

10 ASPECTOS AVALIATIVOS DA ORGANIZAÇÃO (Seminários Gerais/Setoriais Out a Dez/2009): CADEIA DE VALOR O QUE ENTRA NA ORGANIZAÇÃO COMO ELA TRABALHA E GERA VALOR O QUE SAI DA ORGANIZAÇÃO Recursos financeiros Demandas espontâneas Demandas sociais Recursos Humanos em formação e com experiência Parceiros Idealismo Idéias Expectativas Dados/ Informações Forte relação afetiva (interna do grupo e entre o grupo e a comunidade) Processos participativos Democrática Criatividade e Uso do lúdico Compromisso Parcerias Planejamento e Elaboração de estratégias de ação e captação Processos formativos (capacitações, oficinas, intercâmbios) Inter e Multidisciplinar Adaptando questões que estão na pauta global ao contexto social local (tecnologias sociais adaptadas) Metodologia de fortalecimento dos diversos grupos comunitários Reconhecimento do trabalho / credibilidade Aprendizado e informação Relação de confiança Modelo de atuação referência Auto-estima / autonomia Inclusão social Replicação de experiências Benefícios materiais e sociais Organização social Transformações Visibilidade Pessoas críticas Avaliações Sustentabilidade Influência em políticas públicas Profissionais capacitados ao trabalho comunitário 6

11 FORÇAS ANÁLISE FOFA (Forças, Oportunidades, Fraquezas, Ameaças) OPORTUNIDADES Modelo de atuação e metodologia consolidados (tecnologias sociais apropriadas e replicáveis, uso do lúdico, etc.) Impacto gerado/resultados: mais de 30mil ribeirinhos atingidos com impacto mensurado em organização comunitária, ordenamento territorial, saúde, saneamento, educação, comunicação, inclusão digital e renda Atuação em região com evidência mundial (Amazônia) Ampla rede de contatos Espaço para expansão/ ganho de escala (região amazônica e outras): Interesse de administrações públicas Programas de compensação sócio-ambiental Capacidade organizativa, gestão compartilhada e expertise da equipe Conhecimento da região onde atua, capacidade propositiva e de adaptação a novos cenários Articulações interinstitucionais e rede de parceiros Visibilidade e credibilidade, com reconhecimento regional, nacional, internacional, premiações, citações na mídia, etc. FRAQUEZAS Empreendimentos de responsabilidade social Áreas de relevante interesse sócio-ambiental Movimentos e redes sociais AMEAÇAS Dispersão de energia e recursos diante do amplo espectro de ações Estrutura de gestão e desenvolvimento de RH não atende de forma satisfatória as necessidades do trabalho Sistema de gestão de informações e sistematização de experiências insuficiente frente aos acúmulos, aos potenciais e à dinâmica do trabalho Instabilidade nas linhas de cooperação e financiamentos para o Terceiro Setor Recursos limitados e com pouca flexibilidade para o fortalecimento institucional Políticas nacionais pouco adaptadas a realidade Amazônica Processos de ocupação predatórios e excludentes na Amazônia Conselho de Sócios pouco participativo 7

12 III. O PLANO ESTRATÉGICO GERAL DE CONTINUIDADE ( ): O Plano de Trabalho do PSA para os próximos anos mantém a característica de atenção direta junto as populações comunitárias, embora com processos de ganho de escala intensificados em todos os Programas, com o desafio de assegurar a qualidade das ações para um publico maior de forma sustentada e adequada às capacidades institucionais. Para isso, as dinâmicas avaliativas da Organização realizadas no final de 2009 geraram algumas recomendações importantes para orientar a continuidade: Priorização de estratégias de integração institucional e gestão compartilhada com outros atores - Poder Público, Órgãos de Ensino e Pesquisa, Iniciativas Congêneres, Programas de Responsabilidade Socioambiental, Ongs e Movimentos Sociais - compreendendo a política de alianças como fundamental para sustentabilidade das ações. Atuação direta sob a lógica das comunidades territoriais, fortalecendo os mecanismos de autogestão de suas representações, adequando-se às dinâmicas conjunturais e cenários vigentes, e priorizando práticas com potencial de escala territorial em detrimento às ações localizadas (inseridas na continuidade como projetos pilotos demonstrativos para fins de replicação posterior junto a novas áreas). Sustentabilidade a médio-longo prazos das iniciativas implementadas dos programas sociais (saúde, educação, direitos fundiários) por meio da interação com as políticas publicas; e econômicos através dos próprios empreendimentos comunitários de geração de renda. Investimentos em processos de monitoramento e sistematização das experiências, compreendendo-os como ferramentas fundamentais para o aprimoramento técnico institucional continuado, geração de conhecimentos qualificados, e pré-requisitos para replicação e ganho de escala. Busca permanente por uma estrutura institucional, programática e operacional enxuta, ágil e dinâmica, com especial atenção aos mecanismos de interdisciplinaridade, ao uso de tecnologias de informação e comunicação (TICs) e à qualificação dos recursos humanos do PSA (componente essencial da execução). Os caminhos propostos para o ganho de escala contemplam o aprofundamento e expansão das ações na atual área de atuação direta do PSA e o inicio de processos de disseminação junto a outras regiões, distribuídos em três etapas gradativas e complementares: ETAPA I ( ): ETAPA II ( ): Adequações institucionais e inicio dos processos de expansão na Área de Atuação Direta Qualificação das ações e inicio dos processos de expansão junto a outras regiões ETAPA III ( ): Sustentabilidade e Disseminação 8

13 Na Área de Atuação Direta (municípios de Santarém, Belterra, Aveiro e Juruti): As iniciativas bem sucedidas nas áreas atendidas há mais tempo pelo PSA Bacia do Tapajós (Flona e Resex) alcançaram resultados bastante significativos e serão mantidas como um laboratório permanente para o aprimoramento continuado das soluções e tecnologias adaptadas desenvolvidas. Diante disso, a prioridade de investimentos para os próximos cinco anos se dará para viabilizar a replicação e/ou expansão direta dessas iniciativas junto às outras bacias (Amazonas, Arapiuns e Maró) ou sub-regiões (Lago Grande, Nova Olinda, Juruti) da área de atuação do PSA, tais como: O apoio ao Ordenamento Territorial/Ambiental e Regularização Fundiária das sub-regiões do Lago Grande, Nova Olinda e zonas rurais de Juruti, com a implantação de novas Unidades de Conservação, Projetos de Assentamentos, Territórios Indígenas e Áreas de Concessões Florestais que, somadas as já existentes Flona-Tapajós e Resex Tapajós/Arapiuns, permitirão consolidar um Mosaico Territorial de toda área de atuação direta do PSA, com quase 2 milhões de hectares. A implantação de uma nova Unidade Móvel de Atendimento em Saúde (UMS) para Atenção Básica regular junto às comunidades das bacias dos rios Maró e Arapiuns (regiões do Lago Grande e Nova Olinda) funcionando no moldes da experiência do Barco-hospital Abaré no rio Tapajós e avanços na sustentabilidade destas embarcações através de arranjos na forma de consórcios intermunicipais e convênios com entes estaduais e federais para integração do modelo ao SUS (Sistema Único de Saúde). A disseminação dos empreendimentos sustentáveis de geração de renda como o ecoturismo de base comunitária e a Produção Artesanal com matérias-primas florestais antes demonstrativos em pólos específicos para novas sub-regiões da área de atuação de forma integrada com iniciativas de segurança alimentar, agroecologia e energias renováveis, e articulada com outros atores sociais, públicos e privados. A expansão do acesso comunitário às Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) para mais de 10,5 mil famílias ribeirinhas por meio da implantação de novos Telecentros e serviços 3G (dispositivos móveis) para inclusão digital dessas populações. A disseminação das iniciativas junto aos segmentos infanto-juvenis para as comunidades pólo da Área de Atuação através de Ações Complementares à Escola integradas às políticas públicas e estratégias de escala como a formação de formadores (professores e outros multiplicadores), campanhas educativas em Redes de Aprendizagem (com o uso pedagógico dos meios de comunicação) e produção de materiais regionalizados. Outros 9

14 Expansão do PSA na sua Área de Atuação Em outras áreas da Amazônia e Regiões: O Plano envolve a expansão para outras regiões por meio de processos de disseminação inicialmente indiretos das tecnologias sociais através de assessorias junto a atores interessados - Ongs, Movimentos Sociais, Instituições de Ensino e Pesquisa, Órgãos Públicos e Programas de Responsabilidade Social da Iniciativa Privada - podendo se constituir posteriormente em projetos de ação direta. A proatividade institucional para fins de disseminação seguirá estratégias de cunho territorial (a partir de etapas gradativas e seqüenciais ligadas á área de abrangência) e programático (priorizando a transferência das tecnologias sociais mais consolidadas empreendidas historicamente pelo PSA), em torno de dois eixos: Práticas de Saúde Ribeirinha (Foco - Amazonia): Prevê ações preparatórias (sistematização do modelo de Atenção Básica implementado, portfólio de serviços de assessoria, prospecção de municípios e atores potenciais para fins de replicação, entre outras) seguidas do inicio efetivo dos processos de disseminação, com ênfase primeiramente no Entorno da Área de Atuação Direta (Baixo e Médio Amazonas) e posteriormente para toda região amazônica. 10

15 Práticas de Desenvolvimento Integrado (Comunitário e Territorial): Igualmente à Saúde, prevê ações preparatórias (sistematizações, portfólio de serviços, etc), embora sem a mesma proatividade, uma vez que as oportunidades de assessorias serão avaliadas conforme demanda. Seguirão o padrão das experiências antecedentes do PSA nesse quesito, iniciando com processos de Diagnóstico e Planejamento Participativos (conjuntura, identificação de atores locais e suas percepções, levantamento de prioridades de curto/médio/longo prazos, competências setoriais, etc) que culminam em um Plano de Desenvolvimento com recomendações para aplicação na comunidade, território, ou região envolvida. A partir daí, poderão ou não se desdobrar em um Projeto de Continuidade para implementação de ações diretas pelo PSA condizentes com o Plano realizado, que atendam as demandas identificadas de forma mais ampla (integrada) ou componentes específicos do mesmo (integração institucional, mobilização social, gestão territorial, saúde e saneamento, geração de renda, educação, inclusão digital, entre outros). Serão priorizadas prestações de assessorias na região amazônica, não descartando oportunidades que venham a surgir em outras regiões, desde que adequadas às capacidades operacionais e institucionais do PSA. O ganho de escala por meio dos processos de expansão e disseminação elevará também a capacidade contributiva do PSA para, juntamente com outros atores, articular a Amazonia, seus povos, problemáticas e experiências positivas com outras regiões do Brasil e do Planeta, viabilizando conexões propositivas para construção de estratégias e políticas de desenvolvimento humano e sustentável nas suas dimensões sociais, econômicas, ambientais e culturais. VISÃO DE FUTURO (5 ANOS): Modelo participativo de desenvolvimento comunitário integrado - com tecnologias socioambientais apropriadas, de baixo custo e alto impacto - consolidado em toda área de atuação direta e para replicação em outras regiões. METAS PROGRAMÁTICAS (5 ANOS): Desenvolvimento Territorial Consolidar na área de atuação direta do PSA e entorno o processo de Ordenamento Territorial e regularização fundiária constituindo um mosaico de unidades territoriais em conformidade com suas vocações ambientais, sociais e econômicas, com suas organizações representativas empoderadas para gestão sustentável das áreas. Empreendimentos sustentáveis - Ecoturismo de Base Comunitária e Produção Artesanal integrados à iniciativas de segurança alimentar, agroecologia e energias renováveis - reconhecidos como componentes estratégicos para a conservação das florestas, geração de renda e desenvolvimento regional. 11

16 Saúde Básica Modelo de Saúde Básica Fluvial incorporado na área de atuação direta do PSA, com processos iniciados de replicação pelo SUS em outras regiões da Amazonia. Educação, Cultura e Comunicação Metodologias participativas e mobilizadoras de Educação Comunitária e Ambiental incorporadas aos programas do PSA e apoiando os processos de Desenvolvimento Integrado e disseminação. Iniciativas de desenvolvimento integral e promoção dos direitos fundamentais da infância e adolescência ampliadas com Ações Complementares às Escolas pólos da área de atuação direta do PSA, por meio da formação de rede de agentes multiplicadores, campanhas educativas e uso da Educação pela Comunicação. Acesso às ferramentas de Inclusão Digital estendido para as localidades pólo da área de atuação direta do PSA e Entorno, e uma rede regional criada para o uso apropriado das TICs em processos de desenvolvimento. Integração Institucional Capacidades institucionais de proposição e transformação social ampliadas por meio de ferramentas de comunicação, articulações interinstitucionais, intercambio metodológico, processos de expansão, transferência, disseminação e replicação de tecnologias socioambientais adaptadas. CENÁRIOS Pessimista: Retrocesso nos encaminhamentos fundiários da região; Retrocesso nos encaminhamentos para implantação de uma Política Nacional de Saúde Básica Fluvial (Ministério da Saúde); Cancelamento/atrasos na Política Nacional de Inclusão Digital para a região Norte (que prevê a implantação de telecentros no oeste do Pará, incluindo a área de atuação direta do PSA); Atrasos na aplicação da Política Nacional de Eletrificação Rural (Luz para Todos) junto a área de atuação direta do PSA; Redução dos investimentos sociais, sobretudo para o Terceiro Setor. Otimista: Ordenamento territorial consolidando a regularização fundiária da região; Portaria Nacional (MS) financiando os municípios da Amazônia na viabilização da Saúde Básica Fluvial; Acesso as Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) agilizado por iniciativas públicas e privadas; Fundo patrimonial ( Endowment Fund ) do PSA em funcionamento. 12

17 DIRETRIZES ESTRATÉGICAS PLURIANUAIS: SUMÁRIO GERAL: VISÃO: Modelo participativo de desenvolvimento comunitário integrado - com tecnologias socioambientais apropriadas, de baixo custo e alto impacto - consolidado em toda área de atuação direta e para replicação em outras regiões. ETAPA I ETAPA II ETAPA III (ANOS 0 e 1) (ANOS 2 e 3) (ANOS 4 e 5) Adequações institucionais e inicio dos processos de expansão na Área de Atuação Direta Qualificação das ações e inicio dos processos de expansão junto a outras regiões Sustentabilidade e Disseminação DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL Gestão e Ordenamento Territorial: Apoio aos processos de destinação e repasse de terras publicas às categorias de uso ou proteção ambiental possíveis (Unidades de Conservação e Assentamentos) com foco nas regiões do LAGO GRANDE e NOVA OLINDA (articulações, apoio aos Movimentos Sociais e Mapeamentos Participativos). Empreendimentos Sustentáveis: Atualização do modelo de negócios de Ecoturismo Comunitário e Artesanato Sustentável para a integração institucional, diversificação de produtos/serviços e ampliação da escala. DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL Gestão e Ordenamento Territorial: Apoio a consolidação dos Projetos de Assentamento Estaduais com foco nas regiões de CURUMUCURI e MAMURU (Planos de Uso, Planos de Desenvolvimento Sustentável e assessoria às Representações Territoriais) Empreendimentos Sustentáveis: Expansão e qualificação dos Produtos e Serviços (Ecoturismo: pousada/tapajós e hospedarias/arapiuns; Artesanato: novos grupos), apoio ao cooperativismo e integração efetiva com ações de agroecologia, segurança alimentar e energias renováveis. DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL Gestão e Ordenamento Territorial: Consolidação de MOSAICO TERRITORIAL abrangendo uma área de aproximadamente 2 milhões de hectares agregando a Flona-Tapajós e Resex Tapajós-Arapiuns às demais Unidades (Flotas, Parques, Assentamentos e Reservas Indígenas). Empreendimentos Sustentáveis: Auto-gestão e sustentabilidade das iniciativas - Ecoturismo Comunitário e Artesanato Sustentável - consolidando-as como alternativas de geração de renda para região. SAÚDE Diversificação dos serviços da UMS (Unidade Móvel de Saúde) Barco Abaré junto a 2,7 mil famílias do TAPAJÓS e melhoria do acesso à Atenção Básica no ARAPIUNS com a incorporação de um novo barco de atendimento. SAÚDE Expansão da área de cobertura das UMS, ampliação dos serviços (Saúde da Família) e rearranjos na forma de consórcios intermunicipais e convênios com entes estaduais e federais para integração do modelo ao SUS. SAÚDE Execução dos atendimentos pelo SUS, readequando o papel do PSA na co-execução de ações complementares de Saúde (mobilização, educação, prevenção, controle social, saneamento, formação profissional e pesquisa). 13

18 Continuação... ETAPA I ETAPA II ETAPA III (ANOS 0 e 1) (ANOS 2 e 3) (ANOS 4 e 5) EDUCAÇÃO, CULTURA E COMUNICAÇÃO Educação Comunitária e Ambiental: Adequação da condução pedagógica geral do PSA para maior interação entre os Programas e melhor aplicação de metodologias participativas (circo, desportos, educomunicação e arteeducação e) nas Campanhas interdisciplinares. Ações Complementares a Escola: Adequações para maior interação com as Políticas Públicas e aumento de escala, com processos de formação de formadores, arranjos educativos locais (AELs) para o Protagonismo Infantojuvenil, campanhas em rede através do uso das TICs e produção de materiais regionalizados. Inclusão Digital: Expansão do acesso às TICs em áreas com oferta de energia (10 novos Telecentros e 15 pólospilotos de serviços 3G), adequação dos processos formativos para uso da mídia eletrônica, e promoção da Cultural Regional através do Pontão de Cultura Digital do Tapajós. EDUCAÇÃO, CULTURA E COMUNICAÇÃO Educação Comunitária e Ambiental: Apoio pedagógico sistemático aos Programas do PSA, alianças com iniciativas congêneres, e expansão dos processos educativos (por meio das TICs e Arranjos Educativos Locais difusores de conteúdos interdisciplinares). Ações Complementares a Escola: Aprofundamento na interação com Secretarias/Conselhos Municipais e fortalecimento/expansão das Redes de Aprendizagem (Rede de Multiplicadores dos Direitos infanto-juvenis; e Rede Mocoronga de Educação pela Comunicação). Inclusão Digital: Expansão do acesso às TICs em outros pólos da área de atuação (25 novos Telecentros), qualificação do uso (educação a distancia, comercio online, telemedicina, etc), e consolidação do Pontão de Cultura Digital do Tapajós como pólo difusor de produções de cultura digital. EDUCAÇÃO, CULTURA E COMUNICAÇÃO Educação Comunitária e Ambiental: Aprimoramento dos processos/produtos pedagógicos no apoio a expansão dos Programas do PSA em novas áreas e na assessoria a atores interessados na replicação das metodologias. Ações Complementares a Escola: Integração das iniciativas à Rede Pública de Ensino e readequação do papel do PSA como fomentador de Arranjos Educativos Locais, animador de Redes de Aprendizagem, assessor na formação de formadores e gerador de materiais regionalizados. Inclusão Digital: Consolidação de Rede de Inclusão Digital de apoio aos processos de Desenvolvimento e arranjos interinstitucionais visando a sustentação do Pontão de Cultura Digital do Tapajós. INTEGRAÇÃO INSTITUCIONAL Articulações para o debate e cooperação (Seminários, Fóruns, etc) na construção de estratégias e políticas para o desenvolvimento sustentável da Amazonia, de seus povos e o seu papel contributivo no Planeta (com atenção aos mecanismos de mitigação dos efeitos das mudanças climáticas). INTEGRAÇÃO INSTITUCIONAL Elevação do papel contributivo do PSA por meio de assessorias interinstitucionais para fins de disseminação de tecnologias socioambientais (práticas de Saúde Ribeirinha e de Desenvolvimento Integrado) junto às áreas do ENTORNO (Baixo-Médio Amazonas). INTEGRAÇÃO INSTITUCIONAL Aprofundamento dos processos de disseminação junto a outras áreas da AMAZONIA e Regiões. 14

19 GANHO DE ESCALA INDICADORES CHAVE VISÃO (5 ANOS) DIRETRIZES ESTRATÉGICAS GERAIS OBJETIVOS E INDICADORES Modelo participativo de desenvolvimento comunitário integrado - com tecnologias socioambientais apropriadas, de baixo custo e alto impacto - consolidado em toda área de atuação direta e para replicação em outras regiões. Adequações institucionais e inicio dos processos de expansão na Área de Atuação Direta Qualificação das ações e inicio dos processos de expansão junto a outras regiões Sustentabilidade e Disseminação DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL ETAPAS/ANOS I II III 2010/ / /15 N Comunidades inseridas em Unidades Territoriais N Famílias com garantia à Terra (inseridas em Unidades Territoriais formalizadas) N Hectares Ordenados e/ou implementados (áreas para Uso Sustentável, Unidades de Conservação e Concessões Florestais) N Representações Territoriais criadas e/ou apoiadas Receitas Anuais Comunitárias (R$) dos Empreendimentos Sustentáveis (Ecoturismo e Produção Artesanal) SAÚDE N Famílias com acesso regular (ao menos a cada 40 dias) à Atenção Básica de Saúde (Unidades Móveis de Saúde) N Famílias com acesso à água encanada Taxa mortalidade infantil (Bacia do Tapajós: Belterra, Aveiro e Santarém): TMI = (Ob NV) x 1000 (DATASUS/MS) 31,9 28,7 25,5 EDUCAÇÃO, CULTURA E COMUNICAÇÃO N Pólos com acesso às Tecnologias de Informação e Comunicação (Telecentros e serviços 3G) N Famílias com acesso às Tecnologias de Informação e Comunicação (educação a distancia, comércio online, etc) N Crianças (6-11 anos) beneficiadas diretamente pelas Ações Complementares à Escola (pólos com Arranjos Educativos Locais) N Adolescentes e Jovens (12-25 anos) beneficiados pelas Ações Complementares à Escola (abrange pólos de Educomunicação) N Beneficiários com acesso às Ações e Campanhas Educativas INTEGRAÇÃO INSTITUCIONAL N Famílias Beneficiadas indiretamente por meio dos processos de disseminação das práticas de Saude Ribeirinha (Padrão Médio utilizado por PSF Fluvial = famílias) N Famílias Beneficiadas indiretamente por meio dos processos de disseminação das práticas de Desenvolvimento Integrado (Padrão Médio utilizado por Assessoria = famílias) N Beneficiários Indiretos do PSA por meio dos processos de disseminação (Padrão Médio utilizado: 5 membros por família) N Acessos ao Portal do PSA, Sites e Blogs Comunitários (visitantes únicos/ verificação online:

20 DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL ( ) APOIO AO ORDENAMENTO FUNDIÁRIO E AMBIENTAL

21 SAÚDE ( ) PSF FLUVIAL - SAÚDE DA FAMILIA AREAS COM ACESSO REGULAR AOS SERVIÇOS POR MEIO DAS UNIDADES MÓVEIS DE SAÚDE COBERTURA DO BARCO ABARÉ (BACIA DO TAPAJÓS) 2015 COBERTURA DO NOVO BARCO (BACIA DO ARAPIUNS) COBERTURA DO BARCO ABARÉ (BACIA DO TAPAJÓS) 17

22 EDUCAÇÃO, CULTURA E COMUNICAÇÃO ( ) REDES DE APRENDIZAGEM - ARRANJOS EDUCATIVOS LOCAIS PÓLOS COM ACESSO ÀS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO (TICs)

23 INDICADORES DE GANHO DE ESCALA (Numero da Organização: Famílias com acesso aos benefícios disponibilizados pelos programas do Projeto Saúde e Alegria) 19

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