ncia de Redes NGN - NEXT GENERATION NETWORK Hugo Santana Lima Porque Telefonia IP?

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ncia de Redes NGN - NEXT GENERATION NETWORK Hugo Santana Lima hugosl@nec.com.br Porque Telefonia IP?"

Transcrição

1 Convergência ncia de Redes NGN - NEXT GENERATION NETWORK Hugo Santana Lima Porque Telefonia IP? O negócio Presença universal do IP Maturação da tecnologia Passagem para a rede de dados

2 Passagem para Rede de Dados Dados Volume Total de Tráfego Voz Velho Mundo Novo Mundo Tempo O tráfego de dados começa a superar o de voz Switching Office Hoje... Switching Office PSTN Voz Redes distintas! ISP ISP Internet Dados

3 Em breve: Convergência SS7 S.O. S.O. Rede IP PBX Rede Convergente IP Phone Redes Corporativas Telefonía IP PSTN PSTN Localidade A E1 E1 Localidade B Gateway Internet Gateway Fone para Fone PC para Fone PC para PC Usuário VoIP Usuário VoIP

4 Reavaliando os problemas DELAY Causado pelo tratamento dos pacotes durante o percurso pela rede (Delay Máx.= 150 ms.). Pode causar ECO(50ms) e Talker Overlap (250ms). JITTER Variação do DELAY durante a transmissão. Para elimina-lo é necessário buferizar alguns pacotes antes de reproduzir o som, para que pacotes atrasados possam chegar, gerando assim mais DELAY. PACKET LOSS Devido a voz ser sensível ao tempo de transmissão, perda de pacotes causam o seu reenvio em redes TCP, causando um grande DELAY e a perda da ordem dos pacotes no destino. Sendo assim quando um pacote é perdido prefere-se não reenvia-lo, característica do UDP. (perda máx = 10%) Requisitos Básicos para VoIP Compressão Supressão de Silêncio QoS Sinalização para Tráfego de Voz Controle do Eco

5 Qualidade de Serviço (QoS) Tolerância máxima do atraso (delay) Redução do jitter (variância do atraso) Tratamento de perda de pacotes Comparação - MOS Mean Opinion Score - MOS Método de Taxa MOS Com pressão (K bps) PCM (G.711) 64 4,1 ADPCM (G.726) 32 3,8 LD -C E LP (G.728) 16 3,6 C S-A C E LP (G.729) 8 3,9 CS-ACELP (G.729a) 8 3,7 G ,3 e 6,3 3,9 MOS 4.2 = Toll Quality

6 Taxa exigida pelos padrões de Codificação de Voz adotados : Tecnologia Ethernet Padrão G Kbps 8 Bytes 22 Bytes 20 Bytes 8 Bytes 12 Bytes 160 Bytes 4 Bytes 12 Bytes Preâmbulo Ethernet Frame IP UDP RTP PAYLOAD Ether Fram Gap A Qtde de pacotes transmitida em 1 seg. é igual a 64Kbps = 50 pps 160 x 8 bits Tamanho do pacote de voz = = 246 Bytes Banda necessária = 50 x 246 x 8 = 98,4 Kbps Padrão G ,4Kbps 8 Bytes 22 Bytes 20 Bytes 8 Bytes 12 Bytes 106 Bytes 4 Bytes 12 Bytes Preâmbulo Ethernet Frame IP UDP RTP PAYLOAD Ether Fram Gap A Qtde de pacotes transmitida em 1 seg. é igual a 42,4 Kbps = 50 pps 106 x 8 bits Tamanho do pacote de voz = = 192 Bytes Banda necessária = 50 x 192 x 8 = 76,8 Kbps. Padrão G.729-8Kbps 8 Bytes 22 Bytes 20 Bytes 8 Bytes 12 Bytes 20 Bytes 4 Bytes 12 Bytes Preâmbulo Ethernet Frame IP UDP RTP PAYLOAD Ether Fram Gap A Qtde de pacotes transmitida em 1 seg. é igual a 8 Kbps = 50 pps 20 x 8 bits Tamanho do pacote de voz = = 106 Bytes Banda necessária = 50 x 106 x 8 = 42,4 Kbps. Suprimindo-se o Silêncio será útil 60% da banda, então : Banda necessária = 25,4 Kbps Qualidade de Serviço 1. Introdução: conceitos e definições. 2. Mecanismos utilizados: Classificação e priorização de tráfego; Controle de congestionamento; Policiamento e formatação de tráfego. 3. Arquiteturas de Rede voltadas à QoS: Integrated Services e RSVP; Differentiated Services; MPLS. 4. Considerações Finais.

7 A necessidade de QoS Crescimento explosivo de tráfego de informações: Internet, aplicações de missão crítica, multimídia; Aplicações distintas demandam recursos variados das redes de comunicações. O que fazer? O que é Qualidade de Serviço? Habilidade da rede em garantir e manter certos níveis de desempenho para cada aplicação de acordo com as necessidades específicas de cada usuário.

8 Parâmetros de QoS Fatores que influenciam a qualidade do sinal de voz em redes de pacotes: Largura de banda; Perda de pacotes; Atraso das amostras de voz; Jitter (variação de atraso). Largura de banda A banda utilizada pela voz é função dos codificadores de voz utilizados e do empacotamento: Influencia o atraso e consequentemente a qualidade do sinal.

9 Atraso do sinal de voz Recomendação G.114 da ITU-T: máximo atraso fim-a-fim (1-way) deve ser de 0 a 150 msec; de 150 a 400 msec: atraso aceitável, dependendo da aplicação; acima de 400 msec: qualidade inaceitável. Atraso - componentes fixos Atraso de propagação: 6 microsegundos / Km; Atraso de serialização; Atraso de processamento: codificação / compressão; empacotamento.

10 Jitter - variação do atraso Atraso - componentes variáveis Enfileiramento; Buffer de compensação de jitter; Tamanho de pacote variável.

11 Atraso - exemplo Perda de pacotes A perda de pacotes pode ser causada por congestionamento da rede, atraso excessivo (time to live), buffer overflow, imperfeições na transmisão. 20% Perda 10% 5% Toll quality Good Useful [ms] Atraso

12 Mecanismos para prover QoS Mecanismos implementados nos nós da rede para garantir QoS: Classificação de tráfego; Priorização de pacotes; Controle de congestionamento; Policiamento e conformação de tráfego. Classificação de tráfego Identificação do tráfego transportado por cada pacote, realizado na aplicação ou pelos dispositivos de rede.

13 IP Precedence Precedence D T R 0 0 Precedence: Network control Internetwork control Critic/ECP Flash Override 011- Flash Immediate Priority Routine D: 0 = normal, 1 = low delay T: 0 = normal, 1 = high throughput R: 0 = normal, 1 = high reliability Priorização de tráfego A priorização de tráfego trata do enfileiramento e disciplina de despacho dos pacotes presentes nas interfaces dos dispositivos da rede: First In, First Out (FIFO) Queuing; Priority Queuing (PQ); Class-based Queuing (CBQ); Weighted Fair Queuing (WFQ).

14 FIFO Queuing É um dispositivo de armazenamento e envio de pacotes, onde a ordem de chegada dos pacotes determina a alocação de banda, sendo que o primeiro a chegar será o primeiro a ser atendido. Priority Queuing Neste esquema é formado por filas distintas para diferentes classes de tráfego, onde a transmissão tem início pelo tráfego de maior prioridade e é realizada de forma exaustiva.

15 Class-Based Queuing (CBQ) Uma fila para cada tipo de tráfego servida de forma cíclica, onde especifica-se o porcentual de banda do canal ou ainda o número de bytes a ser transmitido a cada ciclo. Similar à WRR (Weighted Round Robin) ou Custom Queuing (CQ). Weighted Fair Queuing (WFQ) O esquema WFQ pondera os fluxos de tráfego, escalonando o tráfego prioritário para a frente da fila, reduzindo o tempo de resposta, e compartilha o restante da banda com outros tipos de tráfego. A atribuição de peso pode variar de forma dinâmica em função do tráfego.

Universidade Santa Cecília - UNISANTA. Voz Sobre IP. Aspectos de Qualidade. Qualidade de Serviço

Universidade Santa Cecília - UNISANTA. Voz Sobre IP. Aspectos de Qualidade. Qualidade de Serviço Universidade Santa Cecília - UNISANTA Voz Sobre IP Aspectos de Qualidade Prof. Hugo Santana 2004 Qualidade de Serviço 1. Introdução: conceitos e definições. 2. Mecanismos utilizados: Classificação e priorização

Leia mais

Capítulo II - Mecanismos para se prover QoS. Prof. José Marcos C. Brito

Capítulo II - Mecanismos para se prover QoS. Prof. José Marcos C. Brito Capítulo II - Mecanismos para se prover QoS Prof. José Marcos C. Brito Mecanismos para se prover QoS Dejitter buffer Classificação do tráfego Priorização do tráfego Controle de congestionamento Policiamento

Leia mais

Recomendações da Cisco para Implantação de QoS para VOIP

Recomendações da Cisco para Implantação de QoS para VOIP Recomendações da Cisco para Implantação de QoS para VOIP Consumo de Banda Codec Taxa de Amostragem (ms) Payload de voice (bytes) Pacotes por segundo Largura de banda consumida G.711 20 160 50 80 kbps G.711

Leia mais

Contribuição acadêmica

Contribuição acadêmica Contribuição acadêmica Origem deste trabalho em cadeiras do curso de mestrado na COPPE/UFRJ; Continuidade da contribuição acadêmica através do laboratório RAVEL: desenvolvimento de sw para apoio; intercâmbio

Leia mais

Qualidade de serviço. Determina o grau de satisfação do usuário em relação a um serviço específico Capacidade da rede de atender a requisitos de

Qualidade de serviço. Determina o grau de satisfação do usuário em relação a um serviço específico Capacidade da rede de atender a requisitos de Qualidade de serviço Determina o grau de satisfação do usuário em relação a um serviço específico Capacidade da rede de atender a requisitos de Vazão Atraso Variação do atraso Erros Outros Qualidade de

Leia mais

3 Qualidade de serviço na Internet

3 Qualidade de serviço na Internet 3 Qualidade de serviço na Internet 25 3 Qualidade de serviço na Internet Além do aumento do tráfego gerado nos ambientes corporativos e na Internet, está havendo uma mudança nas características das aplicações

Leia mais

Um Pouco de História

Um Pouco de História Telefonia IP Um Pouco de História Uma Breve Introdução às Telecomunicações Telefonia Tradicional Conversão analógica-digital nas centrais (PCM G.711) Voz trafega em um circuito digital dedicado de 64 kbps

Leia mais

MODELOS DE QUALIDADE DE SERVIÇO - APLICAÇÕES EM IP

MODELOS DE QUALIDADE DE SERVIÇO - APLICAÇÕES EM IP MODELOS DE QUALIDADE DE SERVIÇO - APLICAÇÕES EM IP Nilton Alves Júnior naj@cbpf.br Kelly Soyan Pires Dominguez kelly@cbpf.br Resumo Este trabalho tem como função explicitar o conceito de Qualidade de Serviço

Leia mais

QoS em Redes IP: Arquitetura e Aplicações

QoS em Redes IP: Arquitetura e Aplicações QoS em Redes IP: Arquitetura e Aplicações Mário Meireles Teixeira mario@deinf.ufma.br Motivação Atualmente, funcionam sobre as redes IP aplicações cujos requisitos elas não foram projetadas para atender

Leia mais

TRABALHO DE TELEFONIA IP

TRABALHO DE TELEFONIA IP 1 Faculdade Lourenço Filho Curso de Redes de Computadores TRABALHO DE TELEFONIA IP QoS - Serviços Diferenciados Equipe: Afonso Sousa Jhonatan Cavalcante Israel Bezerra Wendel Marinho Professor: Fabio Fortaleza/2014.1

Leia mais

Gerenciamento de redes

Gerenciamento de redes Gerenciamento de redes Gerenciamento de Serviços Gerenciamento de QoS (Qualidade de serviço) slide 1 Qualidade de serviços: aplicações de multimídia: áudio e vídeo de rede ( mídia contínua ) QoS rede oferece

Leia mais

4 Transmissão de Voz em Pacotes nas Redes Celulares

4 Transmissão de Voz em Pacotes nas Redes Celulares 4 Transmissão de Voz em Pacotes nas Redes Celulares Nos últimos anos, aplicações baseadas em voz sobre IP (VoIP) têm sido cada vez mais difundidas. O VoIP tradicional é uma aplicação de tempo real em modo

Leia mais

Disciplinas. Conservativa. Não conservativa

Disciplinas. Conservativa. Não conservativa Políticas de Filas Fila FCFS ou FIFO Serve pacotes na ordem de chegada e descarta quando fila está cheia Não discrimina pacotes O atraso médio de uma fila FIFO é usado para comparação com outras disciplinas

Leia mais

Inatel Instituto Nacional de Telecomunicações

Inatel Instituto Nacional de Telecomunicações Inatel Instituto Nacional de Telecomunicações Dissertação de Mestrado ALGUMAS ANÁLISES SOBRE MECANISMOS PARA PROVER QUALIDADE DE SERVIÇO EM REDES MULTIMÍDIA JOSÉ CARLOS RUELA SETEMBRO / 2006 Algumas Análises

Leia mais

Multimédia, Qualidade de Serviço (QoS): O que são?

Multimédia, Qualidade de Serviço (QoS): O que são? Multimédia, Qualidade de Serviço (QoS): O que são? Aplicações Multimédia: áudio e vídeo pela rede ( meios contínuos ) QoS a rede oferece às aplicações o nível de desempenho necessário para funcionarem.

Leia mais

QoS para VoIP I: Avaliação da Largura de Banda e do Atraso

QoS para VoIP I: Avaliação da Largura de Banda e do Atraso QoS para VoIP I: Avaliação da Largura de Banda e do Atraso Esta série de tutoriais sobre Qualidade de Serviço (QoS) para Voz sobre IP (VoIP) apresentará algumas particularidades relativas à Qualidade de

Leia mais

RECURSOS DA TELEFONIA VOIP APLICADAS NAS INSTALAÇÕES DO CRSPE/INPE - MCT

RECURSOS DA TELEFONIA VOIP APLICADAS NAS INSTALAÇÕES DO CRSPE/INPE - MCT MINISTERIO DA CIENCIA E TECNOLOGIA INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISAS ESPACIAIS CENTRO REGIONAL SUL DE PESQUISAS ESPACIAIS INPE/CRSPE UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA UFSM RECURSOS DA TELEFONIA VOIP APLICADAS

Leia mais

Tópicos Especiais em Redes Alta Performance. Paulo Aguiar DCC/UFRJ

Tópicos Especiais em Redes Alta Performance. Paulo Aguiar DCC/UFRJ Tópicos Especiais em Redes Alta Performance Paulo Aguiar DCC/UFRJ Conteúdo A convergência das redes e os grandes desafios Sistemas grandes são melhores Rede IP global como solução: limitações de desempenho

Leia mais

QoS para VoIP II: Calculador VoIP de Largura de Banda e Atraso

QoS para VoIP II: Calculador VoIP de Largura de Banda e Atraso QoS para VoIP II: Calculador VoIP de Largura de Banda e Atraso Esta série de tutoriais sobre Qualidade de Serviço (QoS) para Voz sobre IP (VoIP) apresentará algumas particularidades relativas à Qualidade

Leia mais

SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GRUPO XVI GRUPO DE ESTUDO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E TELECOMUNICAÇÃO PARA SISTEMAS ELÉTRICOS VOIP FATORES QUE INFLUENCIAM A QUALIDADE DE SERVIÇO: COMO DIMENSIONAR, MEDIR E CONTROLAR Jorge Moreira de Souza

Leia mais

Introdução ao VoIP Codecs

Introdução ao VoIP Codecs Introdução ao VoIP Codecs Carlos Gustavo A. da Rocha Introdução ao VoIP Relembrando Telefonia analógica usa frequências captadas como voz humana na faixa de 0 a 4000Khz Para digitalizar a voz é necessário

Leia mais

Prof. Samuel Henrique Bucke Brito

Prof. Samuel Henrique Bucke Brito - QoS e Engenharia de Tráfego www.labcisco.com.br ::: shbbrito@labcisco.com.br Prof. Samuel Henrique Bucke Brito Introdução Em oposição ao paradigma best-effort (melhor esforço) da Internet, está crescendo

Leia mais

REDES HETEROGENEAS E CONVERGENTES

REDES HETEROGENEAS E CONVERGENTES 26/07/12 09:56 REDES HETEROGENEAS E CONVERGENTES das vantagens das redes convergentes valor agregado B) simplicidade C) praticidade D) operacionalização E) manutenção das vantagens do VoIP manutenção de

Leia mais

QoS for voice applications

QoS for voice applications QoS for voice applications MUM Brazil 2011 Currículo Antonio Nivaldo F. Leite Junior Graduação em Ciências da Computação; Graduação em Comunicação Social c/ ênfase em Pub. e Propaganda; Pós-graduação em

Leia mais

V3PN Voice, Video and Integrated Data IP. Palestra V3PN

V3PN Voice, Video and Integrated Data IP. Palestra V3PN V3PN Voice, Video and Integrated Data IP V3PN Voice, Video and Integrated Data Palestrante André Gustavo Lomônaco Diretor de Tecnologia da IPPLUS Tecnologia Mestre em Engenharia Elétrica Certificado Cisco

Leia mais

F n u d n a d ment n os o Vo V I o P Introdução

F n u d n a d ment n os o Vo V I o P Introdução Tecnologia em Redes de Computadores Fundamentos de VoIP Professor: André Sobral e-mail: alsobral@gmail.com Introdução VoIP (Voice over Internet Protocol) A tecnologia VoIP vem sendo largamente utilizada

Leia mais

Aplicações e redes multimédia

Aplicações e redes multimédia Aplicações e redes multimédia Aplicações multimédia Streaming de áudio e vídeo RTSP, RTP Telefonia pela Internet RTCP, RTP, SIP Disciplinas de serviço e policiamento de tráfego Serviços integrados RSVP

Leia mais

IPv6@ESTG-Leiria Projecto de VoIP em IPv6

IPv6@ESTG-Leiria Projecto de VoIP em IPv6 IPv6@ESTG-Leiria Projecto de VoIP em IPv6 Hugo Alexandre de Oliveira Eng. Informática e Comunicações 21 de Fevereiro de 2006 1 Sumário Enquadramento e Objectivos Introdução teórica Arquitecturas de telefonia

Leia mais

GT-VOIP. Especificação de Compra de Gateways VoIP. Fevereiro de 2003

GT-VOIP. Especificação de Compra de Gateways VoIP. Fevereiro de 2003 GT-VOIP Especificação de Compra de Gateways VoIP Fevereiro de 2003 Este relatório apresenta a especificação de cenários e do hardware necessário para a implantação do piloto VOIP na Rede Nacional de Pesquisa.

Leia mais

Implementação de QoS em um roteador Linux

Implementação de QoS em um roteador Linux Implementação de QoS em um roteador Linux Redes Multimídia Prof. Emerson Ribeiro de Mello Instituto Federal de Santa Catarina IFSC campus São José mello@ifsc.edu.br 28 de setembro de 2011 1 / 26 Sumário

Leia mais

Aplicando políticas de QoS. MUM Brasil São Paulo Outubro/2008. Sérgio Souza

Aplicando políticas de QoS. MUM Brasil São Paulo Outubro/2008. Sérgio Souza Aplicando políticas de QoS MUM Brasil São Paulo Outubro/2008 Sérgio Souza Nome: País: Sergio Souza Brasil Tecnólogo em Processamento de Dados Consultor independente atuando há vários anos em implementação,

Leia mais

Arquitetura de Monitoração de Chamadas Telefônicas IP

Arquitetura de Monitoração de Chamadas Telefônicas IP Arquitetura de Monitoração de Chamadas Telefônicas IP Defesa de Dissertação de Mestrado do IM/NCE Universidade Federal do Rio de Janeiro Mestrando: Leandro Caetano Gonçalves Lustosa Orientador: Prof. Paulo

Leia mais

Solução de QoS para Serviços Triple-Play

Solução de QoS para Serviços Triple-Play Solução de QoS para Serviços Triple-Play Carlos Eduardo Terra Barroso Departamento de Telecomunicações Universidade Federal Fluminense (UFF) Rua Passo da Pátria, 156 São Domingos CEP 24.210-240 Rio de

Leia mais

Graduado em Engenharia Elétrica, Telecomunicações e Sistemas de Apoio a Decisão pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro.

Graduado em Engenharia Elétrica, Telecomunicações e Sistemas de Apoio a Decisão pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Monitoração de Desempenho de Voz sobre IP (VoIP) Este tutorial apresenta uma abordagem para a verificação de Qualidade Conversacional em Telefonia para a tecnologia VoIP, com base na recomendação G.107

Leia mais

VoIP com QoS (Linux e Cisco)

VoIP com QoS (Linux e Cisco) VoIP com QoS (Linux e Cisco) Sistemas Telemáticos, 2005 costa@di.uminho.pt, macedo@di.uminho.pt Sumário l Caso de estudo: VoIP Telefone VoIP com sinalização SIP l Definição de uma política de QoS adequada

Leia mais

Transmissão de Voz em Redes de Dados (VoIP)

Transmissão de Voz em Redes de Dados (VoIP) Transmissão de Voz em Redes de Dados (VoIP) Telefonia Tradicional PBX Telefonia Pública PBX Rede telefônica tradicional usa canais TDM (Time Division Multiplexing) para transporte da voz Uma conexão de

Leia mais

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br CENTRO UNIVERSITÁRIO DE VOLTA REDONDA UniFOA Curso Tecnológico de Redes de Computadores Disciplina: Redes Convergentes II Professor: José Maurício S. Pinheiro

Leia mais

Curso de Engenharia de Computação. Telefonia IP: conceitos e um projeto de implantação

Curso de Engenharia de Computação. Telefonia IP: conceitos e um projeto de implantação i Curso de Engenharia de Computação Telefonia IP: conceitos e um projeto de implantação Reinaldo Guimarães Aguiar Itatiba São Paulo Brasil Novembro de 2004 ii Curso de Engenharia de Computação Telefonia

Leia mais

www.projetoderedes.kit.net

www.projetoderedes.kit.net Trabalho de Projeto de Redes de Computadores Novembro/ 2001 - Professor: Oswaldo J.A. Franzin Alunos: Anna Paula Ferreira - ra 501006 Guilherme Steinberger Elias - ra 501022 Tema: Moldagem de Tráfego 1.

Leia mais

Qualidade de serviço de voz sobre IP

Qualidade de serviço de voz sobre IP Qualidade de serviço de voz sobre IP Índice Qualidade de serviço de voz sobre IP Visão Geral de QoS para VoIP Largura de Banda Suficiente Classificação de pacote Visão Geral da Classificação de Pacotes

Leia mais

DANÚBIA RAVENA SILVA BARBOSA. ESTUDO COMPARATIVO DOS ESCALONADORES DE PACOTES QUE GERAM QoS EM UMA REDE DE DADOS MONOGRAFIA DE ESPECIALIZAÇÃO

DANÚBIA RAVENA SILVA BARBOSA. ESTUDO COMPARATIVO DOS ESCALONADORES DE PACOTES QUE GERAM QoS EM UMA REDE DE DADOS MONOGRAFIA DE ESPECIALIZAÇÃO UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM TELEINFORMÁTICA E REDES DE COMPUTADORES DANÚBIA RAVENA SILVA BARBOSA ESTUDO COMPARATIVO DOS ESCALONADORES DE PACOTES QUE GERAM QoS

Leia mais

REDES CONVERGENTES PROFESSOR: MARCOS A. A. GONDIM

REDES CONVERGENTES PROFESSOR: MARCOS A. A. GONDIM REDES CONVERGENTES PROFESSOR: MARCOS A. A. GONDIM Roteiro Introdução a Redes Convergentes. Camadas de uma rede convergente. Desafios na implementação de redes convergentes. Introdução a Redes Convergentes.

Leia mais

1.1 Transmissão multimídia em redes

1.1 Transmissão multimídia em redes 1.1 Transmissão multimídia em redes Pode-se dividir a parte de transmissão multimídia em redes de computadores como mostra a figura 1, ou seja, a parte de conferência (que requer interatividade) e a parte

Leia mais

Faculdade Lourenço Filho Curso de Redes de Computadores. TRABALHO DE TELEFONIA IP Serviços Diferenciados - QoS

Faculdade Lourenço Filho Curso de Redes de Computadores. TRABALHO DE TELEFONIA IP Serviços Diferenciados - QoS Faculdade Lourenço Filho Curso de Redes de Computadores TRABALHO DE TELEFONIA IP Serviços Diferenciados - QoS Equipe: Afonso Sousa, Jhonatan Cavalcante, Israel Bezerra, Wendel Marinho Professor: Fabio

Leia mais

Proposta de Metodologia de Projeto de Redes VPN com Voz

Proposta de Metodologia de Projeto de Redes VPN com Voz Proposta de Metodologia de Projeto de Redes VPN com Voz Mencari, Mirele de Almeida e Menezes, Leonardo R. A. X. Departamento de Engenharia Elétrica - Universidade de Brasília Resumo Este trabalho tem como

Leia mais

VoIP e QoS: Análise de Parâmetros de QoS para Chamadas Intercontinentais

VoIP e QoS: Análise de Parâmetros de QoS para Chamadas Intercontinentais VoIP e QoS: Análise de Parâmetros de QoS para Chamadas Intercontinentais Esta Série Especial de Tutoriais apresenta os trabalhos premiados no III Concurso Teleco de Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC)

Leia mais

VoIP. Redes de Longa Distância Prof. Walter Cunha

VoIP. Redes de Longa Distância Prof. Walter Cunha Redes de Longa Distância Prof. Walter Cunha As principais tecnologias de Voz sobre Rede de dados: Voz sobre Frame Relay Voz sobre ATM Voz sobre IP VoIP sobre MPLS VoIP consiste no uso das redes de dados

Leia mais

AImplantação de qualidade de serviço (QoS, Quality of Service) na rede é essencial para o funcionamento

AImplantação de qualidade de serviço (QoS, Quality of Service) na rede é essencial para o funcionamento Qualidade de Serviço Pedroso 4 de março de 2009 1 Introdução AImplantação de qualidade de serviço (QoS, Quality of Service) na rede é essencial para o funcionamento apropriado de diversas aplicações, como

Leia mais

11. VOZ SOBRE IP. VoIP. 25 Capitulo 11

11. VOZ SOBRE IP. VoIP. 25 Capitulo 11 11. VOZ SOBRE IP 11.1 INTRODUÇÃO Voz com qualidade de operador (carrier-grade voice) significa o seguinte: - Elevada disponibilidade. Um operador tem a rede disponível 99.999% do tempo (down-time< 5min.

Leia mais

1. INTRODUÇÃO AO ATM. O nome ATM vem de ASYNCHRONOUS TRANSFER MODE.

1. INTRODUÇÃO AO ATM. O nome ATM vem de ASYNCHRONOUS TRANSFER MODE. 1. INTRODUÇÃO AO ATM O nome ATM vem de ASYNCHRONOUS TRANSFER MODE. O Protocolo ATM vem se tornando a cada dia que passa o mas importante no meio das Telecomunicações Mundiais. Tudo leva a crer que desempenhará

Leia mais

The Pragmatic Answer: Managed Unfairness

The Pragmatic Answer: Managed Unfairness O que é QoS? EUNICE AGUIAR The Pragmatic Answer: Managed Unfairness The Technical Answer: Set of techniques to manage delay, jitter, packet loss, and bandwidth for flows in a network Agenda EUNICE AGUIAR

Leia mais

PROVISIONAMENTO DE QOS: ESTUDO COMPARATIVO ENTRE ALGORITMOS DE ESCALONAMENTO DE PACOTES

PROVISIONAMENTO DE QOS: ESTUDO COMPARATIVO ENTRE ALGORITMOS DE ESCALONAMENTO DE PACOTES UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE ELETRÔNICA CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM CONFIGURAÇÃO E GERENCIAMENTO DE SERVIDORES E EQUIPAMENTOS DE REDES KARINE ELOISE MORAES PROVISIONAMENTO

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES II. Ricardo José Cabeça de Souza www.ricardojcsouza.com.br

REDES DE COMPUTADORES II. Ricardo José Cabeça de Souza www.ricardojcsouza.com.br REDES DE COMPUTADORES II Ricardo José Cabeça de Souza www.ricardojcsouza.com.br Surgiu final década de 1980 Tecnologia de comutação em infraestrutura redes RDSI-FL(B-ISDN) Recomendação I.121 da ITU-T(1988)

Leia mais

Solução Corporativa VoIP: Caso Prático

Solução Corporativa VoIP: Caso Prático Solução Corporativa VoIP: Caso Prático Este tutorial tem por objetivo apresentar uma visão geral do framework VoIP e demonstrar de que maneira a adoção desse protocolo pelas empresas pode trazer reduções

Leia mais

SIMULAÇÃO DE REDES DE COMPUTADORES COM OPNET IT GURU ACADEMIC EDITION

SIMULAÇÃO DE REDES DE COMPUTADORES COM OPNET IT GURU ACADEMIC EDITION 20 de Dezembro de 2011 SIMULAÇÃO DE REDES DE COMPUTADORES COM OPNET IT GURU ACADEMIC EDITION José Roberto Teixeira Dias Filho SIMULAÇÃO DE REDES DE COMPUTADORES COM OPNET IT GURU ACADEMIC EDITION Aluno:

Leia mais

Application Notes: QoS Básico. Exemplo para aplicação de QoS

Application Notes: QoS Básico. Exemplo para aplicação de QoS Application Notes: QoS Básico Exemplo para aplicação de QoS Application Notes: QoS Básico Exemplo para aplicação de QoS. Data 15/03/2010, Revisão 1.2 Introdução Topologia e configurações do DmSwitch Aplicação

Leia mais

Redes WAN. Prof. Walter Cunha

Redes WAN. Prof. Walter Cunha Redes WAN Conceitos Iniciais Prof. Walter Cunha Comutação por Circuito Todos os recursos necessários em todos os subsistemas de telecomunicação que conectam origem e destino, são reservados durante todo

Leia mais

Suporte de rede para comunicação multimídia

Suporte de rede para comunicação multimídia Universidade Federal de São Carlos UFSCar Departamento de Computação DC Grupo de Sistemas Distribuídos e Redes GSDR Disciplina: Estrutura de Aplicações Distribuídas e Multimídia Orientador: Dr. Sérgio

Leia mais

SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GTL 09 14 a 17 Outubro de 2007 Rio de Janeiro - RJ GRUPO XVI GRUPO DE ESTUDO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E TELECOMUNICAÇÃO PARA SISTEMAS

Leia mais

Manual do Radioserver

Manual do Radioserver Manual do Radioserver Versão 1.0.0 Alex Farias (Supervisão) Luiz Galano (Comercial) Vinícius Cosomano (Suporte) Tel: (011) 9393-4536 (011) 2729-0120 (011) 2729-0120 Email: alex@smartptt.com.br suporte@smartptt.com.br

Leia mais

Aplicação da tecnologia VoIP sobre o protocolo ISDN

Aplicação da tecnologia VoIP sobre o protocolo ISDN Faculdade de Tecnologia IBTA Aplicação da tecnologia VoIP sobre o protocolo ISDN VIEIRA, Anderson BAIÃO JUNIOR, Edson Carlos LIMA DE DEUS, Régis Alberto RESUMO Este artigo tem por objetivo demonstrar a

Leia mais

VOIP VOZ SOBRE IP CARLOS ALBERTO DE SOUZA ALVES

VOIP VOZ SOBRE IP CARLOS ALBERTO DE SOUZA ALVES UNIÃO EDUCACIONAL MINAS GERAIS S/C LTDA FACULDADE DE CIÊNCIAS APLICADAS DE MINAS Autorizada pela Portaria nº 577/2000 MEC, de 03/05/2000 BACHARELADO EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO VOIP VOZ SOBRE IP CARLOS ALBERTO

Leia mais

QoS and Dynamic Shaping and Dynamic Shaping

QoS and Dynamic Shaping and Dynamic Shaping QoS and Dynamic Shaping Eficiência End to End Bart Van Utterbeeck 1 Agenda O que é Quality of Service Impacto do VCM/ACM sobre QoS? Diferentes modelos de Shaping em VCM/ACM? Conclusão 2 What s in the cloud?

Leia mais

QOS SOBRE REDES DE PACOTES UTILIZANDO H.323

QOS SOBRE REDES DE PACOTES UTILIZANDO H.323 QOS SOBRE REDES DE PACOTES UTILIZANDO H.323 Aluno: Ricardo dos Santos Alves de Souza Professor: Otto Carlos Muniz Bandeira Duarte Abril de 2004 DEL 1 ÍNDICE Resumo... 3 1 Introdução... 4 1.1 Redes de Pacotes...

Leia mais

VoIP Tecnologia de Voz sobre IP

VoIP Tecnologia de Voz sobre IP VoIP Tecnologia de Voz sobre IP Nilson José Ribeiro 1, Luís Augusto Mattos Mendes 1 1 Departamento de Ciência da Computação Universidade Presidente Antônio Carlos (UNIPAC) Campus Magnus Barbacena MG Brasil

Leia mais

Métricas para Avaliação de Desempenho em Redes QoS sobre IP

Métricas para Avaliação de Desempenho em Redes QoS sobre IP UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL INSTITUTO DE INFORMÁTICA CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM TECNOLOGIAS, GERÊNCIA E SEGURANÇA DE REDES DE COMPUTADORES GIOVANI HOFF DA COSTA Métricas para Avaliação de

Leia mais

Thiago Santos de Amorim. IMPLANTAÇÃO DE QUALIDADE DE SERVIÇOS (QoS) EM UM AMBIENTE DE COMUNICAÇÕES UNIFICADAS (UC)

Thiago Santos de Amorim. IMPLANTAÇÃO DE QUALIDADE DE SERVIÇOS (QoS) EM UM AMBIENTE DE COMUNICAÇÕES UNIFICADAS (UC) Thiago Santos de Amorim IMPLANTAÇÃO DE QUALIDADE DE SERVIÇOS (QoS) EM UM AMBIENTE DE COMUNICAÇÕES UNIFICADAS (UC) Palmas 2010 Thiago Santos de Amorim IMPLANTAÇÃO DE QUALIDADE DE SERVIÇOS (QoS) EM UM AMBIENTE

Leia mais

de Telecomunicações para Aplicações Multimídia Distribuídas Infra-estrutura Infra-estrutura de Telecomunicações Serviço Multicast

de Telecomunicações para Aplicações Multimídia Distribuídas Infra-estrutura Infra-estrutura de Telecomunicações Serviço Multicast Departamento de Engenharia de Telecomunicações - UFF Infra-estrutura de Telecomunicações Comunicação Multicast Infra-estrutura de Telecomunicações para Aplicações Multimídia Distribuídas Profa. Débora

Leia mais

Antonio Ricardo Pereira Cavalcanti

Antonio Ricardo Pereira Cavalcanti Pós-Graduação em Ciência da Computação Avaliação de desempenho de VoIP através de modelos estocásticos utilizando distribuições poli-exponenciais Por Antonio Ricardo Pereira Cavalcanti Dissertação de Mestrado

Leia mais

Aplicações Multimídia Distribuídas. Aplicações Multimídia Distribuídas. Introdução. Introdução. Videoconferência. deborams@telecom.uff.br H.

Aplicações Multimídia Distribuídas. Aplicações Multimídia Distribuídas. Introdução. Introdução. Videoconferência. deborams@telecom.uff.br H. Departamento de Engenharia de Telecomunicações - UFF Aplicações Multimídia Distribuídas Aplicações Multimídia Distribuídas Videoconferência Padrão H.323 - ITU Padrão - IETF Profa. Débora Christina Muchaluat

Leia mais

Redes WAN Conceitos Iniciais. Prof. Walter Cunha

Redes WAN Conceitos Iniciais. Prof. Walter Cunha Redes WAN Conceitos Iniciais Prof. Walter Cunha Comutação por Circuito Todos os recursos necessários em todos os subsistemas de telecomunicação que conectam origem e destino, são reservados durante todo

Leia mais

Algoritmos de Escalonamento

Algoritmos de Escalonamento Algoritmos de Escalonamento FEUP/DEEC 2005/06 José Ruela Escalonamento necessidade» A partilha de recursos em redes de comunicação e, em particular, a adopção de estratégias de multiplexagem estatística,

Leia mais

APLICABILIDADE DE QoS NOS RECURSOS DE TELECOMUNICAÇÕES EM AMBIENTES CORPORATIVOS

APLICABILIDADE DE QoS NOS RECURSOS DE TELECOMUNICAÇÕES EM AMBIENTES CORPORATIVOS Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 81 APLICABILIDADE DE QoS NOS RECURSOS DE TELECOMUNICAÇÕES EM AMBIENTES CORPORATIVOS Luiz Eduardo de Castilho Junior,

Leia mais

Rede de Computadores II

Rede de Computadores II Slide 1 Técnicas para se alcançar boa qualidade de serviço Reserva de recursos A capacidade de regular a forma do tráfego oferecido é um bom início para garantir a qualidade de serviço. Mas Dispersar os

Leia mais

Dimensionamento de Enlaces em Redes com Integração de Serviços

Dimensionamento de Enlaces em Redes com Integração de Serviços UIVRSIDAD SADUAL D CAMPIAS FACULDAD D GHARIA LÉRICA D COMPUAÇÃO DPARAMO D LMÁICA Dimensionamento de nlaces em Redes com Integração de Serviços Autor: Renê Souza da Mata Orientador: Prof. Dr. Shusaburo

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Redes de Computadores Prof. Marcelo Gonçalves Rubinstein Programa de Pós-Graduação em Engenharia Eletrônica Faculdade de Engenharia Universidade do Estado do Rio de Janeiro Ementa Introdução a Redes de

Leia mais

Comutação de pacotes. Não há um estabelecimento de um caminho dedicado. Não há reserva de recursos. Compartilhamento de enlaces ou partes de enlaces

Comutação de pacotes. Não há um estabelecimento de um caminho dedicado. Não há reserva de recursos. Compartilhamento de enlaces ou partes de enlaces Não há um estabelecimento de um caminho dedicado Compartilhamento de enlaces ou partes de enlaces Não há reserva de recursos Não guarda informação de estado Informações a serem enviadas são quebradas em

Leia mais

Visão geral da arquitetura do roteador

Visão geral da arquitetura do roteador Visão geral da arquitetura do roteador Duas funções-chave do roteador: Executar algoritmos/protocolos (RIP, OSPF, BGP) Comutar os datagramas do link de entrada para o link de saída 1 Funções da porta de

Leia mais

Complemento a Politica:

Complemento a Politica: Complemento a Politica: Ferramentas de Gerencia de Redes Para a politica de segurança será gerenciado todo o recurso computacional atraves das ferramentas de gerencia Cacti,Nagios e Ntop sendo o cacti

Leia mais

Protocolos Sinalização

Protocolos Sinalização Tecnologia em Redes de Computadores Fundamentos de VoIP Professor: André Sobral e-mail: alsobral@gmail.com São protocolos utilizados para estabelecer chamadas e conferências através de redes via IP; Os

Leia mais

Serviço fone@rnp: descrição da arquitetura

Serviço fone@rnp: descrição da arquitetura Serviço fone@rnp: descrição da arquitetura Maio de 2005 Esse documento descreve a arquitetura do serviço fone@rnp. RNP/REF/0343a Versão Final Sumário 1. Arquitetura... 3 1.1. Plano de numeração... 5 1.1.1.

Leia mais

1 Redes de comunicação de dados

1 Redes de comunicação de dados 1 Redes de comunicação de dados Nos anos 70 e 80 ocorreu uma fusão dos campos de ciência da computação e comunicação de dados. Isto produziu vários fatos relevantes: Não há diferenças fundamentais entre

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES II. Ricardo José Cabeça de Souza www.ricardojcsouza.com.br

REDES DE COMPUTADORES II. Ricardo José Cabeça de Souza www.ricardojcsouza.com.br REDES DE COMPUTADORES II Ricardo José Cabeça de Souza www.ricardojcsouza.com.br REDE PÚBLICA x REDE PRIVADA Rede Pública Circuitos compartilhados Rede Privada Circuitos dedicados Interligação entre Dispositivos

Leia mais

Márcio Leandro Moraes Rodrigues. Frame Relay

Márcio Leandro Moraes Rodrigues. Frame Relay Márcio Leandro Moraes Rodrigues Frame Relay Introdução O frame relay é uma tecnologia de chaveamento baseada em pacotes que foi desenvolvida visando exclusivamente a velocidade. Embora não confiável, principalmente

Leia mais

Prof. Dr. Valter Roesler: roesler@inf.ufrgs.br. Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Prof. Dr. Valter Roesler: roesler@inf.ufrgs.br. Universidade Federal do Rio Grande do Sul Prof. Dr. Valter Roesler: roesler@inf.ufrgs.br Universidade Federal do Rio Grande do Sul Latência Tempo entre o início de um evento e o momento que ele se torna perceptível no destino Ex: filmar um relógio

Leia mais

A CONVERGÊNCIA DE DADOS E VOZ NA PRÓXIMA GERAÇÃO DE REDES. Eduardo Mayer Fagundes e-mail: eduardo@efagundes.com

A CONVERGÊNCIA DE DADOS E VOZ NA PRÓXIMA GERAÇÃO DE REDES. Eduardo Mayer Fagundes e-mail: eduardo@efagundes.com A CONVERGÊNCIA DE DADOS E VOZ NA PRÓXIMA GERAÇÃO DE REDES Eduardo Mayer Fagundes e-mail: eduardo@efagundes.com Introdução A convergência, atualmente um dos temas mais discutidos na indústria de redes,

Leia mais

Qualidade de Serviço (QoS) em Redes IP Princípios Básicos, Parâmetros e Mecanismos

Qualidade de Serviço (QoS) em Redes IP Princípios Básicos, Parâmetros e Mecanismos Qualidade de Serviço (QoS) em Redes IP Princípios Básicos, Parâmetros e Mecanismos Fonte : Prof. Dr Joberto Martins www.itelcon.com.br Por: Prof Hugo Santana Universidade Santa Cecília - Unisanta 1 1.

Leia mais

TP308 Introdução às Redes de Telecomunicações

TP308 Introdução às Redes de Telecomunicações Unidade IV Controle de Congestionamento TP308 Introdução às Redes de Telecomunicações 204 Tópicos Introdução QoS QoS e Controle de Congestionamento Formatação de Tráfego Gerenciamento de Buffer Descarte

Leia mais

Protocolos Multimídia. Alunos: Roberto Schemid Rafael Mansano

Protocolos Multimídia. Alunos: Roberto Schemid Rafael Mansano Alunos: Roberto Schemid Rafael Mansano Exemplos de Aplicações Multimídia Mídia Armazenada: conteúdo gravado e armazenado play/pause/rewind/forward Streaming : vê o conteúdo enquanto baixa o arquivo evita

Leia mais

GRUPO XVI GRUPO DE ESTUDO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E TELECOMUNICAÇÃO PARA SISTEMAS ELÉTRICOS - GTL

GRUPO XVI GRUPO DE ESTUDO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E TELECOMUNICAÇÃO PARA SISTEMAS ELÉTRICOS - GTL SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GLT - 30 16 a 21 Outubro de 2005 Curitiba - Paraná GRUPO XVI GRUPO DE ESTUDO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E TELECOMUNICAÇÃO PARA SISTEMAS

Leia mais

Redes de Computadores Aula 3. Aleardo Manacero Jr.

Redes de Computadores Aula 3. Aleardo Manacero Jr. Redes de Computadores Aula 3 Aleardo Manacero Jr. O protocolo RM OSI 1 Camada de Rede Forma de ligação Endereçamento de máquinas Controle de rotas Controle de tráfego Forma de ligação Circuito Virtual

Leia mais

Introdução. Sistemas de Comunicação Wireless. Sumário. Visão Geral de Redes Móveis "#$%%% Percentual da população com telefone celular

Introdução. Sistemas de Comunicação Wireless. Sumário. Visão Geral de Redes Móveis #$%%% Percentual da população com telefone celular Sumário Sistemas de Comunicação Wireless! #$%%% & Visão Geral de Redes Móveis Introdução Percentual da população com telefone celular Brasil 19% 34% 2001 2005 Fonte: Global Mobile, Goldman Sachs, DiamondCluster

Leia mais

Este tutorial apresenta conceitos e recomendações para o planejamento de uma rede multi-serviço.

Este tutorial apresenta conceitos e recomendações para o planejamento de uma rede multi-serviço. O que se deve considerar no planejamento de uma rede multi-serviço? Este tutorial apresenta conceitos e recomendações para o planejamento de uma rede multi-serviço. Jorge Moreira de Souza Doutor em Informática

Leia mais

MPLS MultiProtocol Label Switching

MPLS MultiProtocol Label Switching MPLS MultiProtocol Label Switching Cenário Atual As novas aplicações que necessitam de recurso da rede são cada vez mais comuns Transmissão de TV na Internet Videoconferências Jogos on-line A popularização

Leia mais

Qualidade de Serviço. Gabinete de Qualidade de Serviço da Rede 27.05.2011

Qualidade de Serviço. Gabinete de Qualidade de Serviço da Rede 27.05.2011 Qualidade de Serviço Gabinete de Qualidade de Serviço da Rede 27.05.2011 Este documento é propriedade intelectual da PT e fica proibida a sua utilização ou propagação sem expressa autorização escrita.

Leia mais

Qualidade de Serviço (QoS): Estudo de Caso de Otimização de Recursos na Rede

Qualidade de Serviço (QoS): Estudo de Caso de Otimização de Recursos na Rede Qualidade de Serviço (QoS): Estudo de Caso de Otimização de Recursos na Rede Este tutorial apresenta o estudo de uma solução baseada em problemas encontrados na rede de dados da empresa Eletrozema Ltda,

Leia mais

Serviços Diferenciados em Sistemas Operacionais Linux

Serviços Diferenciados em Sistemas Operacionais Linux Universidade Federal de Santa Catarina UFSC Programa de Pós Graduação em Ciências da Computação PPGCC Disciplina: Sistemas Operaciaonais Aluno: Luiz Henrique Vicente Serviços Diferenciados em Sistemas

Leia mais

Infra-estrutura de telefonia IP. Eng. Alessandro Coneglian Bianchini alessanc@gmail.com

Infra-estrutura de telefonia IP. Eng. Alessandro Coneglian Bianchini alessanc@gmail.com Infra-estrutura de telefonia IP Eng. Alessandro Coneglian Bianchini alessanc@gmail.com Apresentação Alessandro Coneglian Bianchini exerce a função de engenheiro na NEC Brasil, atuando na elaboração de

Leia mais

IPTV. Anexo ao Manual de Operação do TSW800TP+

IPTV. Anexo ao Manual de Operação do TSW800TP+ Manual de Operação IPTV Anexo ao Manual de Operação do TSW800TP+ Versão: 2 Revisão: 4 Setembro/2010 Direitos de edição Este manual foi elaborado pela equipe da Wise Indústria de Telecomunicações. Nenhuma

Leia mais

Desempenho. Prof. Thiago Nelson

Desempenho. Prof. Thiago Nelson Desempenho Prof. Thiago Nelson Utilização da Rede A utilização reflete o percentual da capacidade da rede utilizada em um dado instante de tempo. Exemplo: Um tráfego de 30% em um segmento Ethernet 10 Mbpsrepresenta

Leia mais