ADOÇÃO DO SISTEMA DE FRANQUIA NO SETOR ALIMENTÍCIO: UM ESTUDO DE VIABILIDADE ECONÔMICA FINANCEIRA

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1 ADOÇÃO DO SISTEMA DE FRANQUIA NO SETOR ALIMENTÍCIO: UM ESTUDO DE VIABILIDADE ECONÔMICA FINANCEIRA Rafael Ribeiro Gaia (Unifran) Gabriela Azevedo Motta (Unifran) Hernani Mazier Junior (Unifran) Silvana Salomao (Unifran) Quando se realiza um investimento, os riscos e incertezas fazem parte de seu projeto, e conhecer sua viabilidade econômica antes de executá-lo pode evitar a perda de dinheiro e orientar a melhor escolha quando existe mais de uma opção. Dentre os investimentos em negócios, o ramo de franquias se mostra promissor por apresentar menores riscos e incertezas, devido testes já terem sido efetuados pelo franqueador, o que lhe proporciona know-how das experiências já vividas. Entre os ramos de franquias, o setor alimentício vem se destacando como uma oportunidade vantajosa e lucrativa, se mostrando uma boa escolha, pois tem alcançado índices consecutivos de crescimento no país. Este estudo de caso foi realizado em uma rede de franquia de sanduíche de cachorro quente e tem por objetivo demonstrar, através dos indicadores financeiros de lucratividade (VPL), rentabilidade (TIR) e tempo de retorno do investimento (payback), se a franquia é viável ou não. Após os cálculos, os indicadores financeiros apontaram um VPL de R$ 9.920,20, uma TIR de 21% a.a. e um payback de 3,11 anos. Em correspondência aos resultados dos indicadores financeiros, pode-se inferir que o investimento nesta franquia se mostrou promissor e viável economicamente. Palavras-chave: Viabilidade econômica, Análise Econômica, Franquia Alimentícia

2 1. Introdução Antes de se escolher um investimento, é imprescindível conhecer possíveis riscos e retornos, pois o mercado oferece diferentes oportunidades em diversos segmentos. As empresas e os investidores devem realizar uma análise da viabilidade econômica do investimento em questão, para nortear as suas escolhas, que podem ser um investimento em um negócio novo, uma ampliação nas dependências físicas ou a inauguração de uma filial, todavia mesmo sabendo da relevância da análise são poucos os que a realizam. Lapponi (2000) orienta que antes de investir é de suma importância conhecer o mercado, saber que existem mercados com mais riscos que outros, o local onde será investido, a taxa mínima de atratividade (TMA), o tempo para reaver o capital investido e consequentemente a quantia ganha pelo investimento. Alguns métodos podem auxiliar para se realizar uma boa análise como o valor presente líquido (VPL), a taxa interna de retorno (TIR) e o tempo necessário para reaver o montante que foi investido (PayBack). O mercado de franquias vem se mostrando uma boa oportunidade de investimento, porém para tentar se prevenir uma análise de viabilidade econômica deve ser realizada para ajudar a direcionar as intenções de investimento em um momento em que as incertezas são grandes, porém se feito de forma planejada, pode tornar tudo mais fácil como observa Andrade (2008). Dessa forma o objetivo desse trabalho é realizar a análise econômica de uma franquia na área de alimentação, mostrando sua viabilidade econômica com a utilização da metodologia de estudo de caso, pois serão utilizados os dados já existentes, em uma situação real, para realizar a análise, com abordagem qualitativa e dados quantitativos objetivando a contribuição para pessoas e empresas que tem intenção de investir em oportunidades de negócio no ramo de franquias alimentícias. 1. Referencial Teórico 1.1 Análise Econômica Borges (2012) indica que analisar uma viabilidade econômica se define em ajudar o 14

3 investidor a avaliar o plano de investimento a ser realizado, demonstrando a viabilidade ou inviabilidade do projeto, que significa estimar e analisar as perspectivas de desempenho financeiro da empresa/produto resultante do projeto. Oliveira (1982) salienta que a realização de uma boa análise econômica pode ajudar a criar um cenário antes que esse venha a acontecer, para que possa se anteceder as decisões. O grande benefício desse tipo de análise é conseguir visualizar através de projeções e números, o real potencial de retorno do investimento em questão e, portanto, decidir se as premissas estão interessantes e se o projeto deve ir adiante ou não. Um estudo de viabilidade econômica e financeira deve ser realizado sempre que um novo projeto esteja em fase de avaliação. Esse projeto pode ser tanto a expansão do seu negócio quanto a própria abertura da empresa (Borges, 2012). Antes de realizar a análise da viabilidade econômica é necessário escolher os métodos auxiliares para a tomada de decisão. Como afirma Casaroto Filho & Kopittke (2010), somente um estudo econômico pode confirmar a viabilidade de projetos tecnicamente corretos e assim as escolhas de ferramentas devem ser feitas. Para analisar o valor do capital em épocas de pagamentos diferentes utiliza-se o método do Valor Presente Líquido (VPL), que Oliveira (1982) aborda brevemente como o transporte para a data zero dos fluxos de caixa, sejam recebimentos ou desembolsos. A taxa de retorno mínima será encontrada através do método da Taxa Interna de Retorno (TIR) que deve ser comparada com a taxa mínima da atratividade (TMA) que é a taxa que se deixa de ganhar por não investir em outro projeto. Casaroto Filho & Kopittke (2010) explicam que os investimentos com TIR maior que a TMA é considerada rentável e são passíveis de análise. O Payback analisa o prazo para o retorno do capital e os efeitos da decisão, Lapponi (2000) define esse método como o tempo necessário para recuperar o capital investido, a partir do fluxo de caixa estimado do projeto do investimento. A seguir serão apresentadas com maiores detalhes essas definições: 1.2 Valor presente líquido O Valor Presente Líquido (VPL) é o valor presente dos investimentos subtraído dos desembolsos, descontados a uma taxa igual ao custo de oportunidade da empresa ou taxa 15

4 mínima de atratividade. Se o resultado for positivo, o projeto estará agregando ou retornando valor à empresa e economicamente pode ser considerado potencialmente viável (FREZATTI, 2007; OLIVEIRA, 1982). Segundo Neto & Martins (1988) o valor presente líquido (VPL) é obtido pela diferença entre o valor presente dos benefícios líquidos de caixa, previstos para cada período do horizonte de duração do projeto e o valor presente do investimento. Ao analisar um fluxo de caixa referente à determinada alternativa, existem vários valores envolvidos, ora como receitas, ora como desembolsos. A somatória algébrica de todos os valores envolvidos, trazidos ao instante inicial ou instante zero, considerando uma taxa comparativa, terá o VPL, como demonstra a equação 1 (HIRSCHFELD, 2000). Onde: VPL = valor presente líquido de um fluxo de caixas da alternativa. n = número de períodos envolvidos em cada elemento da série de receitas e desembolsos do fluxo de caixa. Fn = cada um dos diversos valores envolvidos no fluxo de caixa e que ocorrem em n. i = taxa de juros comparativos ou taxa mínima de atratividade. Laponni (2000) apresenta um critério de aceitação do projeto que é definido mediante a aplicação das seguintes equações: VPL 0, significando que se a soma de todos os retornos do projeto na data zero for igual ou menor que 0 o projeto não deve ser aceito. VPL > 0, significando que se a soma de todos os retornos do projeto na data zero for maior que o investimento inicial, então o VPL do projeto está propício a ser aceito; 1.3 Taxa mínima de atratividade Ao desejar investir uma quantia, são comparados os prováveis resultados que serão 16

5 proporcionados com os de outros investimentos disponíveis, assim a taxa de juros que o dinheiro investido irá proporcionar deverá ser superior a uma taxa prefixada com a qual se deve realizar a comparação. A taxa de juros prefixada é chamada de Taxa Mínima de Atratividade (TMA) ou Taxa Mínima Atrativa de Retorno (TMAR). (HIRSCHFELD, 2000). Segundo Clemente & Souza (2012) a taxa mínima de atratividade é a taxa de desvalorização imposta a qualquer ganho futuro por não estar disponível imediatamente e é evidente que a mesma oportunidade de investimento, avaliada sob certo horizonte de planejamento, pode mostra-se viável ou inviável dependendo da taxa mínima de atratividade. Segundo Ferreira (2012) a TMA é formada por três índices o risco do negócio, o custo de oportunidade e a liquidez do negócio onde a análise destes três índices que podem variar de formam independente de projeto para projeto. 1.4 Taxa interna de retorno A Taxa Interna de Retorno (TIR) é muitas vezes chamada de taxa de retorno de um fluxo de caixa descontado, taxa interna de retorno ou taxa verdadeira de retorno (HIRSCHFELD 1998). A taxa interna de retorno consiste na taxa de desconto que faz com que o VPL seja zero, essa taxa faz com que as entradas futuras de caixa se igualem ao desembolso inicial do projeto (FREZATTI 2007; CASAROTTO E KOPITTKE 2010). Para calcular a TIR, Borges (2012) apresenta a equação 2: Onde: Investimento Inicial = ao desembolso realizado na data zero. Ft = fluxo de caixa de cada período. t = número de períodos envolvidos em cada elemento da série de receitas e desembolsos do fluxo de caixa. Utilizando a TIR como critério de se determinar a escolha do projeto, este é viável quando a taxa interna do projeto for maior do que TMA (taxa mínima de atratividade), se a 17

6 TIR for menor do que a TMA o projeto não é viável, não deve ser realizado. Isso assegura à empresa que o retorno do investimento tem que ser igual ou maior do que o retorno mínimo exigido por ela, considerando, por exemplo, uma taxa mínima de atratividade como sendo o custo do capital de uma determinada empresa (HIRSCHFELD, 2000). 1.5 Payback Segundo Frezati (2007), payback corresponde ao período de tempo necessário para que a empresa recupere, por meio de entradas de caixa, o investimento inicial do projeto. O Payback é uma maneira simples e objetiva de avaliação de investimento, pois ela irá dizer quando haverá a recuperação do capital investido. Kassai et al (2000) confirmam que o payback é o período de recuperação de um investimento e consiste na identificação do prazo em que o montante de dispêndio de capital efetuado seja recuperado por meio dos fluxos líquidos de caixa gerados pelo investimento. Para o cálculo do payback, podem ser usadas duas equações, uma para fluxo de entradas de caixa idênticas e outra para entradas diferentes (HIRSCHFELD, 2000). Séries idênticas têm-se a equação 3: Onde: PB = payback. Investimento = Desembolso inicial Já para séries diferentes temos a equação 4: Onde: PB = Payback. Ano = Último ano que o saldo do projeto ainda está negativo. Saldo = o último valor do saldo antes da virada de negativo para positivo. Entrada = a próxima entrada após a virada de negativo para positivo. 18

7 1.6 Franquias O conceito de franquia nasceu na idade média, quando a Igreja Católica passou a conceder licenças ou franquias a senhores de terras para a coleta de impostos. O termo franchising surgiu em 1851, nos Estados Unidos, devido a um fabricante de máquinas de costura abrir o mercado para conceder licenças comerciantes independentes. Em 1898, a General Motors expandiu sua rede de pontos de venda dos carros por ela produzidos, através do uso de franquias, era o inicio das chamadas concessionárias. Em 1899, a Coca-Cola criou a primeira franquia de produção, através de licenças para empresários interessados em produzir e comercializar seus refrigerantes (RIBEIRO, 2009). Silva (2010) explica que o aumento do sistema aconteceu após o final da Segunda Guerra Mundial, quando milhares de americanos retornaram para os EUA determinados a abrir seus próprios negócios. O termo franchising tem a mesma essência do termo franquia, porém é mais utilizado no mercado internacional, sendo assim os dois termos terão a mesma definição. Segundo Valmari (2013) franchising/franquia consiste em replicar, em diversos locais ou mercados, um mesmo conceito de negócio, ou seja: uma loja, uma clínica, um hotel, um restaurante, uma oficina mecânica, uma locadora de DVDs, uma escola, uma lavanderia ou ponto de coleta de encomendas expressas, entre outros nichos de mercado. Segundo Silva (2010) franquia é um sistema onde o franqueador autoriza o franqueado a explorar os direitos do uso da sua marca, produtos ou serviços, sistema de operação e gestão, dentro de um mercado pré-definido. O SEBRAE (2010) orienta que antes de optar por uma franquia, é fundamental que o empreendedor tenha uma visão geral dos aspectos que envolvem o negócio, para tomar as decisões corretas, evitando futuras decepções, que os acordos estabelecidos em contrato, entre franqueador e franqueado devem ser muito bem estudados e esclarecidos, pois a maioria dos problemas entre as duas partes podem ser evitadas neste momento. 2. Contextualização sobre o setor de franquias Segundo Ribeiro et al (2013), o Brasil alcançou o posto de quarto maior mercado 19

8 mundial como franqueador, com mais de noventa por cento deste total representado por marcas nacionais e muitas já estão presentes no exterior. O gráfico 2, apresenta a evolução da quantidade de redes franqueadoras no Brasil, no período de 2001 a 2012, segundo a ABF(Associação Brasileira de Franchising) (2012). Gráfico 2: Crescimento de redes franqueadoras Redes Franqueadoras no Brasil Redes Franqueadoras Fonte: Adaptado de Ribeiro et al, O gráfico 2 apresenta o crescimento de redes franqueadas pelo Brasil, tendo um aumento do ano de 2011 para o de 2012 de quase 20%. O crescimento do faturamento do sistema de franquias entre os anos de 2001 e 2012 está presente no gráfico 3, segundo a ABF (2012). 20

9 Gráfico 3: Crescimento do faturamento do sistema de franquias Faturamento em bilhões R$ Fonte: ABF (2012). O gráfico 3 demonstra que entre os anos de 2001 a 2012 o faturamento do sistema de franquias vem crescendo, do ano de 2011 para 2012 esse crescimento foi de 16,25%, o que acentua que o mercado de franquias se mostra um bom investimento. Gráfico 4: Franquias por ramo de negócio Fonte: ABF, No gráfico 4 observa-se que o setor de alimentação teve 21% do faturamento 21

10 geral das franquias no Brasil, ficando atrás apenas do setor de negócios serviços e outros varejos, tornando-se o ramo de alimentação um negócio atrativo aos olhos dos investidores. 3. Método de Pesquisa De acordo com Yin (2005), o método estudo de caso tem caráter empírico, e investiga contextos atuais e reais, levando em consideração o fato de que as fronteiras entre onde o contexto está inserido e o fenômeno, que é extraído de várias fontes de evidências, não são definidas de forma clara. Neste contexto o estudo de caso, pretende analisar a viabilidade econômica da abertura de uma franquia, e assim, o estudo pretende analisar os dados referentes a vendas e os custos com o investimento da abertura de uma loja de shopping, para analisar seu retorno financeiro e ajudar os investidores a optarem pela melhor escolha de investimento. Segundo Godoy (1995) os tipos de abordagens subdividem-se em: qualitativa e quantitativa. Segunda a abordagem qualitativa, um fenômeno deve ser analisado de forma integrada, pois ele pode ser compreendido com mais clareza dentro do âmbito no qual ele faz parte. Para isso, é necessário que o pesquisador vá a campo buscar informações e dados, considerando os pontos de vista relevantes, neste contexto as pesquisas corriqueiras são o estudo de caso, pesquisa ação, observação participante e pesquisa participante. Neste trabalho será utilizada a abordagem qualitativa com dados quantitativos, pois serão qualificados os resultados estudados e serão utilizados bancos de dados de históricos de vendas para estipular valores futuros e este estudo não pretende abordar o trabalho e como ele é realizado, sendo relevante apenas o resultado de vendas que ele gera, para modelar os dados necessários para a análise financeira. O estudo de caso será abordado durante seis meses sendo de 01 de fevereiro de 2014 a 30 de julho de 2014, onde serão levantados os dados através de estudos em setores responsáveis e em arquivos de históricos da empresa. Os dados colhidos serão tratados e formatados de forma a apresentarem melhor compreensão. 4. Viabilidade econômica de uma franquia alimentícia 4.1 Apresentação da franquia 22

11 A ideia do ramo de atuação desta franquia teve inspiração na cidade do Rio de Janeiro, onde morava o proprietário da rede e o consumo de sanduíches tipo hotdog s é muito comum, porém a rede teve a inauguração de sua primeira loja de rua na cidade de Franca interior de São Paulo seguida da abertura de mais duas lojas-shopping e loja de rua com salão de festas. A loja comercializa sanduíches tipo hotdog s compostos por ingredientes típicos de cada região do país. A localização das franquias leva em consideração o fluxo de pessoas, principalmente do público alvo, a estrutura física do prédio, a proximidade com fornecedores, a proximidade com o centro de distribuição dos materiais personalizados da rede e o fácil acesso a estacionamento, onde a franquia estudada se localiza no shopping de Franca/SP, possuindo oito funcionários, dividindo entre três setores, cozinha, montagem e caixa. 4.2 Apresentação dos dados Os dados foram coletados na loja que a rede possui no shopping, no período de 01 de janeiro de 2014 à 30 de junho de 2014, sendo um período de seis meses. As informações foram feitas através de estudos realizados dentro da empresa e fornecidos pelos respectivos responsáveis de cada área do projeto, como observado na tabela 9. Tabela 8: Gastos com investimento em capital de giro, do ponto comercial e de obra. INVESTIMENTOS Investimento com capital de giro Produto Quant. Custo Unit. Custo Total Embalagens R$ 0,18 R$ Matéria-Prima (Salsicha, milho e etc) 1 R$ R$ Material de uso (Grampo, luvas e etc) 1 R$ R$ Total investido com capital de giro R$ Investimento do ponto comercial R$ Investimento de obra R$ Total investido R$ Fonte: Empresa estudada, Na tabela 8 observam-se os investimentos utilizados para capital de giro que engloba 23

12 os gastos com matéria prima inicial materiais de embalagens e material de uso, compra do ponto que é um valor aproximado da negociação do ponto com a administradora do local e o investimento de obra que são as reformas e adaptações necessárias devido a exigências da franquia e problemas na estrutura. Na tabela 9 está o valor gasto com investimento operacional que contém os gastos com utensílios, equipamentos, mobiliário entre outros. Tabela 9: Investimento Operacional. INVESTIMENTO OPERACIONAL Setores Custo Total Cozinha R$ Marcenaria R$ Montagem R$ Ponto de Venda R$ Equipamentos Mesanino R$ Total investido R$ Fonte: Empresa estudada, Na tabela 9 observa-se que os gastos estão divididos entre os setores que são: cozinha, marcenaria, montagem, ponto de venda e equipamentos mezanino para facilitar a compreensão de onde são investidos os gastos com investimento operacional. 4.3 Aplicação dos métodos de viabilidade econômica A tabela 10 apresenta um resumo de todos os investimentos realizados para a abertura da loja de shopping: Tabela 10: Total dos investimentos em uma loja de shopping. INVESTIMENTOS - LOJA DE SHOPPING Investimento de operacional R$ Investimento capital de giro R$ Investimento do ponto comercial R$ Investimento em obra R$ Total investido R$ Fonte: Empresa estudada,

13 Na tabela 10 visualizam-se de forma resumidas os custos com investimento para inaugurar a loja. Através do seu histórico de vendas, e estudos estimados, a rede disponibiliza um fluxo de caixa do período de cinco anos que está demonstrado na tabela 11 a baixo, o qual se toma como ideal. Tabela 11: Fluxo de caixa estimado da franquia no período de cinco anos. FLUXO DE CAIXA Ano Fluxo 0 -R$ R$ R$ R$ R$ R$ Fonte: Empresa estudada, Será utilizado este fluxo para efetuar os cálculos de viabilidade econômica da franquia. A rede estipula que nos primeiros anos devido à falta de conhecimento do público alvo o fluxo de caixa seja menor, e assim, a realização de promoções e divulgação o fluxo de caixa aumente e se torne mais constante com o passar dos anos. Para os cálculos a taxa mínima de atratividade considerada é de 18%. a.a., este valor é um padrão estabelecido pela rede, com base no risco, na lucratividade e na rentabilidade do projeto. Tabela 12: Resultado do calculo da TIR. Calculo da TIR Ano Fluxo de caixa 0 -R$ ,50 1 R$36.000,00 2 R$50.400,00 3 R$60.000,00 4 R$63.000,00 25

14 5 R$63.000,00 TIR = 21% a.a. Fonte: Empresa estudada, Na tabela 12 apresenta o fluxo de caixa estimado pela empresa no período de cinco anos, tendo para estes dados uma TIR de 21% a.a. Tabela 13: Cálculo do payback. Ano Fluxo de caixa Saldo 0 -R$ ,50 -R$ ,50 1 R$ ,00 -R$ ,50 2 R$ ,00 -R$66.934,50 3 R$ ,00 -R$ 6.934,50 4 R$ ,00 R$56.065,50 5 R$ ,00 R$ ,50 Fonte: Empresa estudada, Na tabela 13 temos um fluxo de caixa resultando em um saldo anual, o momento em que esse saldo vira de negativo para positivo, tendo o retorno daquilo que foi investido, mas o período exato desse retorno é no momento em que o saldo se torna zero, este é o payback do projeto que neste caso é de 3 (três) anos. 4.4 Resultados O VPL que é o valor presente dos investimentos subtraído dos desembolsos, descontados a uma taxa igual ao custo de oportunidade, serve para demonstrar no momento inicial antes do investimento, se a projeção deste será lucrativa, nula e resultará em prejuízo, um VPL > 0, significa que o projeto é lucrativo e o investimento é vantajoso, o contrário acontece pro VPL< 0. O VPL deste projeto resultou em R$ 9.920, sendo este valor a diferença entre o investimento e as entradas do fluxo de caixa, que foram trazidas para a data zero considerando a TMA, portanto como o VPL apresentou um valor maior do que 0 (zero). A TIR do projeto de 21%a.a. é maior do que a TMA de 18% a.a., tornando o projeto mais lucrativo do que a taxa mínima de atratividade. 26

15 Para franquias deste porte o mercado estima, levando em consideração casos já existentes, um payback entre três e cinco anos. Para a franquia em estudo o payback é de 3 (três) anos. 5. Considerações finais Neste trabalho observou-se a importância de se realizar uma análise da viabilidade econômica de um projeto antes de se investir, para identificar os riscos e incertezas que este projeto apresenta e a possível lucratividade ou prejuízo que este pode gerar, porque assim pode-se decidir se os riscos são atrativos a ponto de superar os riscos que o projeto apresenta. Com as ferramentas utilizadas os dados são trazidos para o momento inicial e assim os resultados podem ser analisados antes de o investimento ser realizado, tornando assim possível o levantamento e analise se os resultados obtidos com o investimento realizado posteriormente são interessantes para o investidor, tais como, se a taxa é rentável e suficiente, se o tempo para retorno do investimento está de acordo com a necessidade e se VPL traz algum lucro em determinado período. Neste contexto as três variáveis em estudo se mostraram vantajosas, obtendo um lucro considerando o fluxo de caixa futuro trazido à data do investimento, uma taxa maior do que a taxa mínima de atratividade em um tempo médio de retorno dentro do ideal. Conclui-se que o projeto é economicamente viável, levando em consideração o prazo de cinco anos, sendo o investimento na franquia vantajoso. Todavia deve ressaltar que todos os dados são uma estimativa, podendo haver variação de caso para caso, todavia estes dados servem para nortear as previsões para se alcançar o cenário demonstrado neste trabalho. O estudo realizado pretende contribuir para empresas e investidores que pretendem realizar investimentos em novos negócios ou até mesmo investimentos para expansão que um estudo realizado antes do investimento pode diminuir perdas e nortear decisões. Contribui também para aqueles interessados em abrir uma franquia a conhecerem um pouco do mercado, as vantagens e desvantagens deste mercado que demonstram grande crescimento no cenário nacional. Por fim este estudo teve o objetivo de trazer dados reais de uma empresa real para 27

16 utilizar ferramentas aprendidas na graduação a fim de analisar os resultados sem interferências de interesses pessoais, e assim, contribuir de forma a despertar o interesse de mais pessoas sobre o assunto, mostrando a utilidade e importância destas ferramentas. 6. Referência ANDRADE, R.R. Portal do investidor Disponível em: <http://www.portaldoinvestidor.gov.br/menu/pri meiros_passos/antes_investir/antes_investir.html>. Acesso em: 30 abr Associação Brasileira de Franchising Disponível em: <http://www.portaldofranchising.com.br/?gclid=c O2jjcO4gsICFUgV7AodCXYAYA>. Acesso em: 30 abr BERTO, R. M. V. S; NAKANO, D. N. A produção científica nos anais do encontro nacional de engenharia de produção: um levantamento de métodos e tipos de pesquisa. Revista Produção, v.9, n.2, p , BORGES, L. Como e por que fazer um estudo de viabilidade econômica e financeira Disponível em: <http://blog.luz.vc/financas/como-e-por-que-fazerum-estudo-de-viabilidadeeconomica-e-financeira>. Acesso em: 30 abr CAMARGO, R. Investindo em Franquias Disponível em:<http://www.francap.com.br/noticia/franquiae-investimento-com-risco-menor>. Acessado em: 30 abr CARDOSO, M. Franquia é investimento com risco menor. Disponível em: <http://www.francap.com.br/noticia/franquia-e-investimentocomriscomenor>. Acessado em: 30 abr CASSAROTTO FILHO, N; KOPITTKE, B. H. Análise de investimento. 11 ed. São Paulo: Atlas, CAVALCANTE, C. Taxa interna de retorno (TIR) Disponível em: <http://www.cavalcanteassociados.com.br/article.php?id=236>. Acesso em: 30 abr CLEMENTE, A; SOUZA, A. Decisões financeiras e análise de investimento: fundamentos, técnicas e aplicações. 6 ed. São Paulo: Atlas, DIAS; F. A; MALACO; G. C. Utilização da TIR para análise da viabilidade de projetos: vantagens e Limitações. Disponível em:<http://www.techoje.com.br/site/techoje/categoria/detalhe_artigo/952>. Acesso em: 30 abr FERREIRA, P. M. Matemática Financeira Disponível em: <http://www.tgaonline.com.br/index.php?opt ion=com_content&view=article&id=141:tmataxaminade-atratividade&catid=48:projetos-gestaode&itemid=55>. Acessado em: 30 abr GODOY, A. S. Pesquisa qualitativa: tipos fundamentais. RAE Revista de Administração de Empresas, São Paulo, v.35, n.3, p , HIRSCHFELD, H. Engenharia econômica: análise de custos.6 ed. São Paulo: Atlas, LAPPONI; J. C. Projetos de investimento: construções e avaliação do fluxo de caixa. São Paulo: Lapponi treinamentos, LIMA, A. C. R. Franquias, Franqueador e Franqueados. Disponível em: <https://www.google.com.br/?gfe_rd=cr&ei=adhfvmrqhoqk8weg9idida#q=por+que+investir+em+uma+fra nquia>. Acessado em: 30 abr

17 OLIVEIRA; J. A. N. Engenharia Econômica: uma abordagem ás decisões de investimento. São Paulo:McGraw-Hill, PAIVA, A. H. S.A. Arte de investir. Disponível em: <http://www.administradores.com.br/artigos/economiaefin ancas/oqueeinvestimentoepenvestir/33499/>. Acessado em: 30 abr RIBEIRO, etal.gestão estratégica do franchising: como construir redes de franquias de sucesso. 2 ed. São Paulo: Dvs, RIBEIRO, C. A. Guia do Franchising Disponível em:<http://www.guiadofranchising.com.br/franquia-oque-e-como-funciona/>.acesso em: 30 abr RIBEIRO, L. S. Conceito de Franquias Disponível em:<http://www.franquiacentronacional.com.br/conc eito-franquia.asp>. Acesso em: 30 abr Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE) Disponível em: <http://www.sebrae.com.br/sites/portalsebrae/>. Acessado em: 30 abr YIN; R. K. Estudo de caso: planejamento e métodos. 3 ed. Porto Alegre: Bookman,

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