Associação de Voleibol ALENTEJO E ALGARVE VOLEIBOL DE PRAIA. Projeto e Programa de Competição

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Associação de Voleibol ALENTEJO E ALGARVE VOLEIBOL DE PRAIA. Projeto e Programa de Competição"

Transcrição

1 Associação de Voleibol ALENTEJO E ALGARVE VOLEIBOL DE PRAIA Projeto e Programa de Competição 2015

2 INTRODUÇÃO Assumindo uma lógica de continuidade, a atividade aqui descrita está enquadrada no Projeto Volley Summer Alive! e assume uma identidade claramente vocacionada para o apoio a projetos de iniciação à modalidade na praia, desde os escalões mais baixos, fazendo eclodir novos ensaios da modalidade e fomentando cada vez mais o gosto pela sua prática nas variantes mais expressivas do seu quadro de competição. Neste seguimento, o atual projeto pretende valorizar o Eixo 3 do Plano de Atividades que prevê Incentivar a prática do Voleibol em contextos diversificados de formação/competição e desenvolver novas modalidades do seu enquadramento na estrutura do clube, incidindo numa perspetiva sistémica de integração de recursos. Pretende também, portanto, dar resposta aos desafios da contemporaneidade desportiva regional que, atravessando um quadro económico-social pouco propício à gestação de novas ideias e incentivadora de mudanças, procura realçar a importância da ação da associação enquanto entidade responsável pelo desenvolvimento do voleibol regional recorrendo aos seus vetores estratégicos de desenvolvimento desportivo fundamentais, nunca perdendo de vista os grandes objetivos traçados para este biénio, a saber: i) a valorização da imagem, do conteúdo funcional e organizativo da AVAL e; ii) ii) a promoção desportiva do Voleibol em contextos diversificados de prática competitiva e de formação, assumindo modelos organizacionais distintos e adaptados à região; Pretende também manter uma relação estreita com todos os Clubes e Centros Gira Volei/Gira Praia regionais, procurando criar ambientes desportivos propícios à formação integral dos diversos agentes desportivos a envolver, nomeadamente, árbitros, jogadores, treinadores e dirigentes, investindo na diversidade da oferta de formação e na transformação da AVAL num espaço de construção de modelos desportivos inovadores e da fruição de uma cultura competitiva nos vários domínios da sua participação e intervenção. Do voleibol como hobbie e forma de diversão para o voleibol com uma componente competitiva mais fortemente vincada, por si só capazes da fazer aparecer novos clubes e novas dinâmicas de competição, sem retirar espaço a qualquer outra modalidade mas tão somente, ocupar o seu espaço na promoção do desporto infantil-juvenil até à idade adulta. Da lógica de 2

3 funcionamento em Centro Gira Volei à lógica do clube, num espaço e tempo real e oportuno para a generalização de práticas e para a promoção de novas aprendizagens no futuro! Eis que o futuro nos apresenta novos desafios e crê a AVAL poder dar a resposta adequada para prosseguir com os fins a que se destina a sua obrigação estatutária. 3

4 APRESENTAÇÃO A AVAL Associação de Voleibol do Alentejo, enquanto entidade reguladora do voleibol na região do Alentejo e Algarve pretende levar a efeito a prática do Voleibol de Praia, atividade enquadrada no Projeto Volley Summer Alive!, com o objetivo de incentivar a prática generalizada do Voleibol por toda a região, assumindo formas variadas de oferta e concretização dos processos competitivos ao nível do Voleibol Regional. Este é um projeto que pretende ser integrador dos vários parceiros da AVAL, mobilizando-os para a participação em pleno na modalidade, transformando-os em elementos ativos em tarefas da organização e do planeamento desportivo e também da sua participação em quadros competitivos regionais. PERÍODO DE REALIZAÇÃO Este Circuito Regional de Voleibol de Praia organizado pela AVAL realizar-se-á entre os dias 27 de Junho e 8 de Agosto de Os dias destinados à competição dependerão do número de inscrições, de duplas de jogadores, podendo passar por se realizar a prova apenas ao sábado, ocupando preferencialmente a manhã e a tarde e, se necessário, à noite. OBJETIVOS O objectivo central deste projeto passa por pretender incluir nas suas tarefas de planeamento e preparação a consolidação de todos os aspectos relacionados com a gestão desportiva, o marketing, as parcerias e o poder da comunicação entre todos os agentes desportivos envolvidos na sua organização. O projecto Volley Summer Alive 2015 para além de reforçar o seu papel na constante procura de soluções que permitam a angariação de atletas e clubes filiados com os projetos federativos no âmbito do Voleibol, pretende incentivar a participação e o envolvimento de todos com particular incidência na vertente de praia, através da organização de um Circuito Regional de Voleibol de Praia em várias localidades da região do Alentejo e Algarve. São objectivos deste projecto, os seguintes agora enunciados: - Estimular o interesse pela prática competitiva no Voleibol; - Promover a prática do Voleibol de Praia por toda a região do Alentejo/Algarve; 4

5 - Promover o aparecimento de novos atletas de voleibol de praia e de indoor; - Promover o aumento do número de atletas inscritos na FPV; - Promover o aparecimento de novos sponsors que apoiem o voleibol de praia; - Incentivar uma maior participação dos diversos clubes e centros nas dinâmicas de organização competitiva planeadas pela AVAL. PÚBLICO ALVO Este projecto, marcadamente ligado ao Voleibol de Praia é baseado em torneios abertos a todos os atletas residentes em localidades afetas à região do Alentejo/Algarve (maiores de 18 anos) e a todos os atletas que não se encontrando na situação anterior são atletas inscritos em projectos federativos, como atletas de voleibol de praia ou no projecto Gira Praia. LOCAIS DE REALIZAÇÃO E CALENDARIZAÇÃO Os locais de realização das diferentes etapas encontram-se na tabela listada com a indicação das datas previstas para a sua concretização: CALENDARIZAÇÃO ETAPA LOCAL DE REALIZAÇÃO DATA PREVISTA Aberto LAGOS Clube Náutico (Caixa de Jogos na Areia) ILHA DE FARO Clube Náutico (Caixa de Jogos na Areia) CASTRO VERDE Caixa de Jogos na Areia da Zona Desportiva ARMAÇÃO DE PÊRA Torneio Aberto Praia dos Pescadores TIPO DE ETAPA 27 Jun 2015 REGULAR 5 Jul 2015 REGULAR 11 Jul 2015 REGULAR 1 Ago 2015 NÃO REGULAR ESTADO ORGANIZAÇÃO E PARCERIAS Definida. Parceiros: CGP LAGOS e CML Definida Parceiro: SFAD e CMF Definida Parceiro: CMCV E UFCVC Definida Parceiro: ACA, CMSILVES, JF SILVES Final PORTIMÃO Zona Desportiva da Praia da Rocha 8 Ago 2015 REGULAR Definida Parceiros: AVP E CM PORTIMÃO A AVAL assegura a realização deste Circuito Regional de Voleibol de Praia, organizado em parceria com os clubes locais, São Francisco Associação Desportiva, Atlético Clube Albufeira Amigos do Voleibol de Portimão, para além de outros parceiros considerados como as autarquias e as Juntas de Freguesia locais. 5

6 RANKING À semelhança do que aconteceu com a prova de competição do Circuito Regional de Voleibol de Praia Voley Summer Alive 2014 será elaborado um Ranking de classificação regional que será utilizado como ferramenta criteriosa de gestão desportiva da competição e de ordenação dos atletas para posterior utilização como apuramento e ordenação nas respectivas chaves de competição nas diferentes etapas da prova. Será atribuída e atualizada na classificação geral regional os pontos de cada atleta participante, individualmente, após cada torneio e mediante o estipulado nos Regulamentos de Competição. Esta informação estará permanentemente atualizada em na secção Competição >Voleibol de Praia. No final de cada Torneio e no seguinte será afixada a informação sobre a pontuação em placard próprio. ARBITRAGEM A AVAL assegurará as equipas de arbitragem necessárias para a realização desta competição e todos os custos inerentes a este processo. Só serão aceites árbitros devidamente qualificados para o efeito, no mínimo com o curso de árbitro estagiário, independentemente da sua inscrição junto da Federação Portuguesa de Voleibol. Nos quadros competitivos de Gira Praia, quando integrados na competição, e apenas, quando não seja possível nomear árbitros qualificados, deverão ser os próprios jogadores a assumirem as tarefas de competição. INSCRIÇÕES Todas as inscrições de equipas na prova deverão ser feitas mediante entrega de formulário pró- prio disponível em Esta competição comporta torneios abertos o que significa que podem participar atletas da região Alentejo/Algarve ou de outras regiões do país. A diferença é que para os atletas residen- tes fora da área específica da AVAL só podem participar como atletas inscritos em Voleibol de Praia na Federação Portuguesa de Voleibol embora sejam atendidas e analisadas todas as pos- sibilidades para inscrição nas provas. Para se inscreverem como atletas de Voleibol de Praia cada atleta deve analisar o seu estado de inscrição em projetos federativos: 6

7 i) atletas inscritos nos campeonatos nacionais indoor basta preencher ficha de inscrição de atleta da FPV como atleta de Voleibol de Praia e pagar o cartão+licença (5,00 ); ii) atletas inscritos no Gira Volei (inclui Gira Volei, Gira+ e Gira Praia) podem participar desde que tenham inscrição aceite no Gira Praia pela FPV. iii) atletas não inscritos em projetos federativos - podem participar realizando uma inscrição no Gira Praia ou Gira+ (de acordo com a sua idade). As inscrições individuais de atletas no Gira Praia custam 1,00 de taxa e no Gira+ custa 6,00 de taxa. A inscrição nestes projetos são importantes porque reduzem o valor dos custos relativamente a uma inscrição direta como atleta de voleibol de praia (15,00 ). iv) atletas não inscritos em projetos federativos que pretendam fazer a inscrições direta na FPV como atleta de Voleibol de Praia. A inscrição tem um custo de 15,00 por atleta. O registo da inscrição como atleta de Voleibol de Praia para efeitos de participação neste Circuito Regional de Voleibol de Praia Volley Summer Alive 2015 deve ser feita até ao dia da competição, em último caso, entregando no dia da prova os documentos afetos à sua inscrição. Os atrasos nas entregas das inscrições para além da data limite (5ª feira anterior ao dia previsto para a competição) são taxadas com multa em valor igual a metade do valor previsto em tabela para a inscrição e que acresce a esse valor de inscrição. Para se inscrever numa prova cada atleta deverá pagar a taxa de 7,50 nas etapas regulares e 10,00 na etapa final. 7

8 TRANSPORTE PARA OS LOCAIS DE COMPETIÇÃO O transporte para os locais de competição não serão da responsabilidade da AVAL Associação de Voleibol do Alentejo e Algarve. ESTADIA NO LOCAL DE COMPETIÇÃO A AVAL Associação de Voleibol do Alentejo e Algarve não se responsabilizará pela estadia das comitivas no local de competição, mas poderá aconselhar unidades hoteleiras com preços acessíveis e vantajosos no decurso de realização deste Circuito Regional e, apenas, mediante contacto por parte dos interessados. REGULAMENTO DO TORNEIO Para a realização dos jogos proceder-se-á à utilização das Regras de Jogo de Voleibol de Praia e os Regulamentos Técnicos em vigor na Federação Portuguesa de Voleibol. A AVAL assegurará as equipas de arbitragem necessárias para a realização da competição e todos os custos inerentes a este processo. Só serão aceites árbitros devidamente qualificados para o efeito, no mínimo com o curso de árbitro estagiário, independentemente da sua inscrição junto da FPV. 8

9 ESQUEMA DE COMPETIÇÃO O esquema de competição será realizado de acordo com o descrito no Regulamento de Compe- tição, mas sempre volátil de acordo com o número de equipas inscritas, situação avaliada após o término das inscrições de equipas. Será respeitado o princípio de realização do maior número de jogos possíveis no decorrer da competição, eventualmente discutido com todos os atletas envolvidos e inscritos assim como nas reuniões técnicas a serem realizadas com os participan- tes. PRAZO DE INSCRIÇÃO O prazo de inscrição para a competição termina, impreterivelmente, atè às 23h59min de cada quarta-feira imediatamente anterior ao dia de realização da competição. SEGURO DESPORTIVO A AVAL assegurará um seguro individual por atletas e seguro de prova. Esta prova está devidamente reconhecida e autorizada pela Federação Portuguesa de Voleibol. PARCEIROS ESTRATÉGICOS - Federação Portuguesa de Voleibol; - São Francisco Associação Desportiva; - Atlético Clube de Albufeira; - Amigos do Voleibol de Portimão; - Federação Portuguesa de Voleibol; - Autarquias locais (Câmaras Municipais e Juntas de Freguesia) 9

10 QUADROS COMPETITIVOS Serão utilizados os quadros competitivos de acordo com o previsto no Regulamento de Competição e eventualmente mutáveis desde que devidamente acordado entre os atletas envolvidos e a organização da prova e desde que essa mudança contribua para o exercício de optimização de recursos, de quaisquer naturezas, sobretudo as de ordem financeira. PRÉMIOS Serão atribuídos prémios de participação e prémios para as três melhores duplas classificadas em cada torneio com taças, troféus, medalhas e medalhões. CASOS OMISSOS Todos os casos omissos serão resolvidos pela AVAL Associação de Voleibol do Alentejo regendo-se por princípios de rigor, equidade e sensatez, contemplados com recurso à filosofia patente nos regulamentos próprios em vigor, assim como aos regulamentos da FPV. 10

11 PROGRAMA HORÁRIO TIPO ETAPA LOCAL DE REALIZAÇÃO TIPO DE ETAPA Calendário Geral de Competição DATA PREVISTA Fase Preliminar Quadro Principal Final LAGOS Meia Praia (Junto ao Bar Linda) REGULAR 26 Junho Junho 2015 FARO Clube Náutico (Caixa de Jogos na Areia) CASTRO VERDE Campo de Jogos na Areia da Zona Desportiva ARMAÇÃO PÊRA Praia dos Pescadores PORTIMÃO REGULAR 4 Julho Julho 2015 REGULAR 10 Julho Julho 2015 NÂO REGULAR 1 Agosto 2015 Praia da Rocha REGULAR 8 Agosto 2015 Programa Horário (Tipo A) aplicável a cada Torneio Horário Programa Tipo de Atividade Organização Sponsorização Competição 7:00 9:00 Montagem dos Campos (Bases, postes, redes, fitas de marcação, varetas), tendas de organização, mesas e cadeiras, entre outros. 8:00 9:00 Montagem dos elementos de publicidade X 9h00 Receção dos atletas X 9h15 Reunião Técnica e Sorteio X 9h30 Início do aquecimento para as provas X 9h45 Início do primeiro round de jogos X 10:00 15:30 Notas: Competição da Primeira Fase do Quadro Principal (Fase de grupos) 15h40 Início dos Quartos-de-final (fase eliminatórias) X 17h20 Início das Meias Finais Feminina/Masculina X 18:30 Início do Jogo 3º e 4º lugar Feminino/Masculino 19:30 Final Feminina e Masculina X 20:30 Entrega de Prémios (4 melhores duplas) X X 1) Apenas proposta de horário. Possíveis alterações feitas no dia e variam de acordo com o decorrer da competição. Os atletas serão avisados das alterações efetuadas mediante afixação em cartaz próprio. 2) A partir dos quartos de final será obrigatória a presença de todos os atletas apurados para esta fase uma vez que serão feitos 3 rounds de jogos e na perspetiva de rentabilizar o tempo gasto no Torneio, os jogos seguintes iniciar-se-ão de ime- diato, mal exista disponibilidade de campo de jogo. 3) Não existirá período específico para almoço, ou seja, os jogos não serão interrompidos e a competição não irá sofrer paragens dedicadas a período de almoço dos atletas e outros agentes desportivos envolvidos na competição. X X X 11

12 Programa Horário (Tipo B) aplicável a cada Torneio Horário 11:00 14:00 Programa Montagem dos Campos (Bases, postes, redes, fitas de marcação, varetas), tendas de organização, mesas e cadeiras, entre outros. Tipo de Atividade Organização Sponsorização Competição X 12:00 14:00 Montagem dos elementos de publicidade X 14h00 Receção dos atletas X 14h15 Reunião Técnica e Sorteio X 14h30 Início do aquecimento para as provas X 14h45 Início do primeiro round de jogos X 10:00 15:30 Notas: Competição da Primeira Fase do Quadro Principal (Fase de grupos) 15h40 Início dos Quartos-de-final (fase eliminatórias) X 17h20 Início das Meias Finais Feminina/Masculina X 18:30 Início do Jogo 3º e 4º lugar Feminino/Masculino 19:30 Final Feminina e Masculina X 20:30 Entrega de Prémios (4 melhores duplas) X X 1) Apenas proposta de horário. Possíveis alterações feitas no dia e variam de acordo com o decorrer da competição. Os atletas serão avisados das alterações efetuadas mediante afixação em cartaz próprio. 2) A partir dos quartos de final será obrigatória a presença de todos os atletas apurados para esta fase uma vez que serão feitos 3 rounds de jogos e na perspetiva de rentabilizar o tempo gasto no Torneio, os jogos seguintes iniciar-se-ão de ime- diato, mal exista disponibilidade de campo de jogo. 3) Não existirá período específico para almoço, ou seja, os jogos não serão interrompidos e a competição não irá sofrer paragens dedicadas a período de almoço dos atletas e outros agentes desportivos envolvidos na competição. X X 12

13

REGULAMENTO DO CAMPEONATO NACIONAL DE GIRA-PRAIA DE SUB. 16,18 e 20-2014

REGULAMENTO DO CAMPEONATO NACIONAL DE GIRA-PRAIA DE SUB. 16,18 e 20-2014 REGULAMENTO DO CAMPEONATO NACIONAL DE GIRA-PRAIA DE SUB. 16,18 e 20-2014 ARTIGO 1º O Campeonato Nacional de Gira- Praia de Subs é uma competição de Voleibol de Praia de âmbito nacional, organizada pela

Leia mais

REGULAMENTO DO CAMPEONATO NACIONAL GIRA-PRAIA (SUB. 16,18 e 20)

REGULAMENTO DO CAMPEONATO NACIONAL GIRA-PRAIA (SUB. 16,18 e 20) REGULAMENTO DO CAMPEONATO NACIONAL GIRA-PRAIA (SUB. 16,18 e 20) I DISPOSIÇÔES GERAIS ARTIGO 1º O Campeonato Nacional Gira-Praia é uma competição de Voleibol de Praia de âmbito nacional, organizada pela

Leia mais

Futebol Feminino no Desporto Escolar. Plano Plurianual de desenvolvimento do projeto 2015/2016

Futebol Feminino no Desporto Escolar. Plano Plurianual de desenvolvimento do projeto 2015/2016 Futebol Feminino no Desporto Escolar Plano Plurianual de desenvolvimento do projeto 2015/2016 INTRODUÇÃO O Futebol Feminino é uma atividade que tem crescido nos últimos tempos em Portugal e por isso, sentimos

Leia mais

NÍVEL I INTRODUÇÃO OBJECTIVOS:

NÍVEL I INTRODUÇÃO OBJECTIVOS: INTRODUÇÃO NÍVEL I O Gira-Volei é um jogo de iniciação à modalidade destinada aos jovens com idades compreendidas entre os 8 e 15 anos, onde através do jogo simplificado (2x2) e utilização do passe faz

Leia mais

CIRCUITO REGIONAL GIRA PRAIA

CIRCUITO REGIONAL GIRA PRAIA Associação de Voleibol do ALENTEJO e ALGARVE 2015 = REGULAMENTO = Artigo 1º Enquadramento da prova e dos atletas participantes 1 O Circuito Regional de Gira Praia é uma competição regional organizada em

Leia mais

COMUNICADO OFICIAL N.º 1 ÉPOCA 2015/2016 Associação de Andebol do Algarve

COMUNICADO OFICIAL N.º 1 ÉPOCA 2015/2016 Associação de Andebol do Algarve Distribuição: FAP e Clubes Filiados 1. Direcção 1.1 A época desportiva 2014/2015 termina no dia 31/07/2015. A época desportiva 2015/2016 inicia-se no dia 01/08/2015. 1.2 Informamos que o horário de funcionamento

Leia mais

ÍNDICE. I. DISPOSIÇÕES INICIAIS Artigo 1º - Âmbito

ÍNDICE. I. DISPOSIÇÕES INICIAIS Artigo 1º - Âmbito ÍNDICE I. DISPOSIÇÕES INICIAIS Artigo 1º - Âmbito II. ORGANIZAÇÃO DE PROVAS Artigo 2º - Modelo Competitivo Artigo 3º - Sistema Competitivo Artigo 4º - Ordem dos Jogos Artigo 5º - Duração dos Jogos Artigo

Leia mais

REGULAMENTO MUNICIPAL DE APOIO AO ASSOCIATIVISMO

REGULAMENTO MUNICIPAL DE APOIO AO ASSOCIATIVISMO REGULAMENTO MUNICIPAL DE APOIO AO ASSOCIATIVISMO Preâmbulo O Regulamento Municipal de Apoio ao Associativismo tem por objetivo definir a metodologia e os critérios de apoio da Câmara Municipal da Nazaré

Leia mais

DA FINALIDADE: Homens só poderão substituir homens e mulheres só poderão substituir mulheres.

DA FINALIDADE: Homens só poderão substituir homens e mulheres só poderão substituir mulheres. DA FINALIDADE: Art. 1º - Os JOGOS DE VERÃO ARCO SPM 2013 MODALIDADE VOLEIBOL 4X4, tem como finalidade principal, promover o congraçamento das equipes e o aumento da adesão à prática de exercícios físicos

Leia mais

Federação Portuguesa de Minigolfe UPD REGULAMENTO GERAL DE PROVAS. Aprovado na Assembleia Geral de 2013-12-07

Federação Portuguesa de Minigolfe UPD REGULAMENTO GERAL DE PROVAS. Aprovado na Assembleia Geral de 2013-12-07 Federação Portuguesa de Minigolfe UPD REGULAMENTO GERAL DE PROVAS Aprovado na Assembleia Geral de 2013-12-07 REGULAMENTO GERAL DE PROVAS DESPORTIVAS 1. PROVAS FEDERATIVAS 1.1. São consideras Provas Federativas

Leia mais

REGULAMENTO MUNICIPAL DE APOIO E FINANCIAMENTO DO ASSOCIATIVISMO DESPORTIVO

REGULAMENTO MUNICIPAL DE APOIO E FINANCIAMENTO DO ASSOCIATIVISMO DESPORTIVO MUNICÍPIO DE S. PEDRO DO SUL GABINETE DE DESPORTO REGULAMENTO MUNICIPAL DE APOIO E FINANCIAMENTO DO ASSOCIATIVISMO DESPORTIVO REGULAMENTO MUNICIPAL DE APOIO E FINANCIAMENTO DO ASSOCIATIVISMO DESPORTIVO

Leia mais

Regulamento Municipal de Apoio ao Associativismo Desportivo

Regulamento Municipal de Apoio ao Associativismo Desportivo Regulamento Municipal de Apoio ao Associativismo Desportivo Exposição dos Motivos Do conjunto das atribuições que estão confiadas aos Municípios destacam-se as intervenções nas áreas de tempos livres e

Leia mais

REGULAMENTO 10 KM EDP DISTRIBUIÇÃO (CORRIDA)

REGULAMENTO 10 KM EDP DISTRIBUIÇÃO (CORRIDA) REGULAMENTO 10 KM EDP DISTRIBUIÇÃO (CORRIDA) 1. PARTICIPAÇÃO Podem participar atletas populares e federados masculinos e femininos desde que se encontrem de boa saúde e em boa condição física. A condição

Leia mais

PROJETO DO DESPORTO ESCOLAR

PROJETO DO DESPORTO ESCOLAR COORDENADOR: Vanda Teixeira 1. FUNDAMENTAÇÃO/ CONTEXTUALIZAÇÃO/ JUSTIFICAÇÃO a) O Desporto Escolar constitui uma das vertentes de atuação do Ministério da Educação e Ciência com maior transversalidade

Leia mais

O QUE É OBJECTIVOS: VANTAGENS

O QUE É OBJECTIVOS: VANTAGENS O QUE É O Gira Volei é um jogo fácil, divertido e competitivo destinado aos jovens com idade compreendida entre os 8 e os 16 onde apenas se pode utilizar uma técnica: o passe. OBJECTIVOS: Contribuir para

Leia mais

REGULAMENTO DO PAVILHÃO DE DESPORTOS 1 I DISPOSIÇÕES GERAIS

REGULAMENTO DO PAVILHÃO DE DESPORTOS 1 I DISPOSIÇÕES GERAIS REGULAMENTO DO PAVILHÃO DE DESPORTOS 1 I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º - O Pavilhão de Desportos é propriedade da Câmara Municipal de Vila do Conde e tem como finalidade a prestação de serviços à população

Leia mais

REGULAMENTO MUNICIPAL DE APOIO AO MOVIMENTO ASSOCIATIVO

REGULAMENTO MUNICIPAL DE APOIO AO MOVIMENTO ASSOCIATIVO REGULAMENTO MUNICIPAL DE APOIO AO MOVIMENTO ASSOCIATIVO A Câmara Municipal de Serpa no âmbito da sua politica para as áreas sócio-cultural e desportiva, considera o movimento associativo como parceiro

Leia mais

Local: Praia do Porto da Barra, Salvador-BA. Dias: 25, 26 e 27 de outubro de 2013. Promotora e total responsável pelo evento: Rinha Comunicação Total.

Local: Praia do Porto da Barra, Salvador-BA. Dias: 25, 26 e 27 de outubro de 2013. Promotora e total responsável pelo evento: Rinha Comunicação Total. Circuito Open de Polo Aquático Campeonato de Polo Aquático realizado em águas abertas, com abrangência nacional e apoio da CBDA - Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos. Local: Praia do Porto da

Leia mais

REGULAMENTO GERAL JOGOS DESPORTIVOS 2011. 1 Introdução

REGULAMENTO GERAL JOGOS DESPORTIVOS 2011. 1 Introdução REGULAMENTO GERAL JOGOS DESPORTIVOS 1 Introdução Fazerem parte de uma equipa, aperceberem-se de que sozinhos e isolados muito pouco conseguirão, entenderem o valor da amizade e do apoio dos companheiros,

Leia mais

CARTA CONVITE CIRCUITO PARANAENSE DE BADMINTON 2015 4ª ETAPA CURITIBA PARANÁ BADMINTON E PARABADMINTON

CARTA CONVITE CIRCUITO PARANAENSE DE BADMINTON 2015 4ª ETAPA CURITIBA PARANÁ BADMINTON E PARABADMINTON CARTA CONVITE CIRCUITO PARANAENSE DE BADMINTON 2015 4ª ETAPA CURITIBA PARANÁ BADMINTON E PARABADMINTON Data: Local: 31 de Outubro, 01 e 02 de Novembro. Colégio COC Semeador Rua do Semeador, 123 Jardim

Leia mais

Proposta de Regulamento de Apoio e Financiamento do Associativismo Desportivo

Proposta de Regulamento de Apoio e Financiamento do Associativismo Desportivo Proposta de Regulamento de Apoio e Financiamento do Associativismo Desportivo Dezembro 2007 Capítulo I Disposições gerais Artigo 1.º Âmbito e objecto 1. O presente regulamento visa definir as normas e

Leia mais

COPA DAS FEDERAÇÕES REGULAMENTO GERAL PARA 2014

COPA DAS FEDERAÇÕES REGULAMENTO GERAL PARA 2014 COPA DAS FEDERAÇÕES REGULAMENTO GERAL PARA 2014 1. DO CAMPEONATO Anualmente a CBT - Confederação Brasileira de Tênis promoverá a Copa das Federações, para definir o Estado Campeão Brasileiro. A Copa das

Leia mais

MUNICÍPIO DE ALCOCHETE CÂMARA MUNICIPAL REGULAMENTO DE APOIO AO MOVIMENTO ASSOCIATIVO

MUNICÍPIO DE ALCOCHETE CÂMARA MUNICIPAL REGULAMENTO DE APOIO AO MOVIMENTO ASSOCIATIVO MUNICÍPIO DE ALCOCHETE CÂMARA MUNICIPAL REGULAMENTO DE APOIO AO MOVIMENTO ASSOCIATIVO Introdução 1. As Autarquias locais desempenharam ao longo dos últimos anos um papel insubstituível no desenvolvimento

Leia mais

TENNIS CLUB DA FIGUEIRA DA FOZ Escola de Ténis

TENNIS CLUB DA FIGUEIRA DA FOZ Escola de Ténis De acordo com o art.º 2º dos estatutos deste clube, o Tennis Club da Figueira da Foz tem uma que se rege pelo presente regulamento. 1. A funciona nas instalações do clube, sito na Avenida 25 de Abril,

Leia mais

NORMAS ESPECIFICAS VOLEIBOL. www.inatel.pt

NORMAS ESPECIFICAS VOLEIBOL. www.inatel.pt NORMAS ESPECIFICAS www.inatel.pt NORMAS ESPECÍFICAS As normas específicas são regras estabelecidas pela Direção Desportiva, em complemento do Código Desportivo, para as provas organizadas pela Fundação

Leia mais

Torneio de Futsal Inter-Associações de Mortágua

Torneio de Futsal Inter-Associações de Mortágua CÂMARA MUNICIPALL DE MORTTÁGUA TORNEIO DE FUTSAL DE 2015 INTER-ASSOCIAÇÕES DE MORTÁGUA TORNEIO DE FUTSAL INTER-ASSOCIAÇÕES 2015 1º ORGANIZAÇÃO 1- O Município de Mortágua será responsável pela estruturação

Leia mais

Campeonato Estadual de Verão dos Clubes do Interior 2013 Regulamento

Campeonato Estadual de Verão dos Clubes do Interior 2013 Regulamento Campeonato Estadual de Verão dos Clubes do Interior 2013 Regulamento 01 e 02 de novembro de 2013 Local : Clube Recreativo Atlântico de Erechim ( CERA ) Rua Valentim Zambonato, 323 Centro / Erechim - RS.

Leia mais

Regulamento de Apoio ao Movimento Associativo

Regulamento de Apoio ao Movimento Associativo Regulamento de Apoio ao Movimento Associativo As associações são a expressão do dinamismo e interesse das populações que entusiasticamente se dedicam e disponibilizam em prol da causa pública. As associações

Leia mais

REGULAMENTO DE PROVA CAMPEONATO NACIONAL DAS ASSOCIAÇOES MATRAQUILHOS E FUTEBOL DE MESA FEDERAÇÃO PORTUGUESA

REGULAMENTO DE PROVA CAMPEONATO NACIONAL DAS ASSOCIAÇOES MATRAQUILHOS E FUTEBOL DE MESA FEDERAÇÃO PORTUGUESA FEDERAÇÃO PORTUGUESA MATRAQUILHOS E FUTEBOL DE MESA FUNDADA EM 0 DE FEVEREIRO DE 200 FILIADA NA ITSF - INTERNATIONAL TABLE SOCCER FEDERATION SEDE OFICIAL AV. ENG.º ARMANDO MAGALHAES, 31 4440-505 VALONGO

Leia mais

PROJETO DE REGULAMENTO DO PAVILHÃO GIMNODESPORTIVO NORMA JUSTIFICATIVA

PROJETO DE REGULAMENTO DO PAVILHÃO GIMNODESPORTIVO NORMA JUSTIFICATIVA PROJETO DE REGULAMENTO DO PAVILHÃO GIMNODESPORTIVO NORMA JUSTIFICATIVA O Pavilhão Gimnodesportivo Municipal, constituído pelo recinto de jogos principal, ginásio e sala de musculação, é propriedade da

Leia mais

REGULAMENTO DE ALTA COMPETIÇÃO

REGULAMENTO DE ALTA COMPETIÇÃO REGULAMENTO DE ALTA COMPETIÇÃO ÍNDICE 1. Nota Introdutória... 2 2. Classificação dos Praticantes em Regime de Alta Competição... 3 (Portaria nº947/95 de 1 de Agosto) 3. Níveis de Qualificação... 5 4. Critérios

Leia mais

Regulamento Municipal de Apoio Financeiro às Modalidades Desportivas

Regulamento Municipal de Apoio Financeiro às Modalidades Desportivas Regulamento Municipal de Apoio Financeiro às Modalidades Desportivas Câmara Municipal de Viana do Alentejo Divisão de Desenvolvimento Social e Humano www.cm-vianadoalentejo.pt Tel.: 266 930 010 mail: dasedu@cm-vianadoalentejo.pt

Leia mais

Modelo Regional de Apoios ao Desporto

Modelo Regional de Apoios ao Desporto 1 Introdução Esta proposta é um draft para o trabalho que se segue. Daí o seu conteúdo não ser nem pretender ser exaustivo nem definitivo. Poderão ser produzidas várias versões, à medida que se introduzem

Leia mais

CADERNO DE ORGANIZAÇÃO ÉPOCA DESPORTIVA 2015/2016 GYM FOR LIFE NACIONAL

CADERNO DE ORGANIZAÇÃO ÉPOCA DESPORTIVA 2015/2016 GYM FOR LIFE NACIONAL CADERNO DE ORGANIZAÇÃO ÉPOCA DESPORTIVA 2015/2016 GYM FOR LIFE NACIONAL Caderno de Organização (Síntese de encargos): Evento: Gym For Life Nacional Data: 16 e 17 de abril 2016 Escalões participantes: Todos

Leia mais

CAMPEONATO ESCOLAR DE BASQUETEBOL 3X3 COMPAL AIR REGULAMENTO DOS TORNEIOS

CAMPEONATO ESCOLAR DE BASQUETEBOL 3X3 COMPAL AIR REGULAMENTO DOS TORNEIOS CAMPEONATO ESCOLAR DE BASQUETEBOL 3X3 COMPAL AIR REGULAMENTO DOS TORNEIOS INTRODUÇÃO No Campeonato Escolar Compal Air estão incluídos um conjunto de Torneios 3x3, correspondentes às fases Local, Regional

Leia mais

CARTA CONVITE CIRCUITO PARANAENSE DE BADMINTON 2016 2ª ETAPA LONDRINA PARANÁ BADMINTON E PARABADMINTON

CARTA CONVITE CIRCUITO PARANAENSE DE BADMINTON 2016 2ª ETAPA LONDRINA PARANÁ BADMINTON E PARABADMINTON CARTA CONVITE CIRCUITO PARANAENSE DE BADMINTON 2016 2ª ETAPA LONDRINA PARANÁ BADMINTON E PARABADMINTON Data: Local: 04 e 05 de Junho. GINASIO DE ESPORTES DA UNIFIL RUA: ALAGOAS N 2050 - LONDRINA/PR Inscrições

Leia mais

TORNEIO ESCOLAR DE ESPORTES DE LONDRINA REGULAMENTO GERAL CAPÍTULO I

TORNEIO ESCOLAR DE ESPORTES DE LONDRINA REGULAMENTO GERAL CAPÍTULO I TORNEIO ESCOLAR DE ESPORTES DE LONDRINA REGULAMENTO GERAL CAPÍTULO I Atualizado em 24/02/2005 DOS OBJETIVOS Art. 1 o.- Promover o desporto educacional através de várias modalidades esportivas, dando a

Leia mais

CADERNO DE ORGANIZAÇÃO ÉPOCA DESPORTIVA 2013/2014

CADERNO DE ORGANIZAÇÃO ÉPOCA DESPORTIVA 2013/2014 CADERNO DE ORGANIZAÇÃO ÉPOCA DESPORTIVA 2013/2014 TAÇA DE PORTUGAL GINÁSTICA RÍTMICA Caderno de Organização (Síntese de encargos): Evento: Taça de Portugal - Ginástica Rítmica Data: 11 de janeiro Escalões

Leia mais

Junta de Freguesia de Ançã

Junta de Freguesia de Ançã REGULAMENTO DE ATRIBUIÇÃO DE SUBSÍDIOS ÀS ACTIVIDADES DAS ASSOCIAÇÕES DESPORTIVAS, RECREATIVAS E CULTURAIS DA FREGUESIA DE ANÇÃ A importância do associativismo para o desenvolvimento harmonioso da freguesia

Leia mais

A Liga Escolhas realizar-se-á com equipas mistas com idades compreendidas entre os 10 e os 14 anos e será apadrinhada por um jogador a definir.

A Liga Escolhas realizar-se-á com equipas mistas com idades compreendidas entre os 10 e os 14 anos e será apadrinhada por um jogador a definir. Regulamento Liga Fundação Aragão Pinto Escolhas 2011-2012 PREÂMBULO São diversas as definições de desenvolvimento óptimo juvenil entre os investigadores. Para Hamilton, por exemplo, o desenvolvimento positivo

Leia mais

REGULAMENTO GERAL DOS JOGOS MULTIVIX

REGULAMENTO GERAL DOS JOGOS MULTIVIX ART. 1º - DA FINALIDADE REGULAMENTO GERAL DOS JOGOS MULTIVIX Os JOGOS MULTIVIX modalidade Beach Soccer fazem parte do CIRCUITO VIDA SAUDÁVEL MULTIVIX, torneio universitário que tem por finalidade integrar

Leia mais

TAÇA DE PORTUGAL POR EQUIPAS REGULAMENTO

TAÇA DE PORTUGAL POR EQUIPAS REGULAMENTO REGULAMENTO Época 2015 / 2016 Informação de 1 de outubro de 2015 A Taça de Portugal por Equipas (Taça), organizado pela Federação Portuguesa de Xadrez (FPX) com o apoio do Instituto Português do Desporto

Leia mais

I COPA PERNAMBUCO DE DOMINÓ DE SURDOS REGULAMENTO GERAL

I COPA PERNAMBUCO DE DOMINÓ DE SURDOS REGULAMENTO GERAL I COPA PERNAMBUCO DE DOMINÓ DE SURDOS REGULAMENTO GERAL CAPÍTULO 1 DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS Artigo 1º. Este regulamento é o documento é o conjunto das disposições que regem a I Copa Pernambuco de Dominó

Leia mais

CIRCULAR PA Nº. 31 14/15 02/09/2015

CIRCULAR PA Nº. 31 14/15 02/09/2015 CIRCULAR PA Nº. 31 14/15 02/09/2015 DISTRIBUIÇÃO: Associações, Clubes P.A. ASSUNTO: 1 Abertura de época 2015/2016 2 Inscrição de equipas nas provas oficiais 3 Bola oficial 4 Taxas 5 - Regulamentos 6 Anexos

Leia mais

A. Disposições Gerais

A. Disposições Gerais FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE ATLETISMO Direcção Técnica Nacional Sector juvenil Versão de 29 de Maio de 2008 REGULAMENTO GERAL DE COMPETIÇÕES NORMAS RELACIONADAS COM OS ESCALÕES DO ATLETISMO JUVENIL A. Disposições

Leia mais

I CORRIDA SOLIDÁRIA CALDELAS COM VIDA REGULAMENTO

I CORRIDA SOLIDÁRIA CALDELAS COM VIDA REGULAMENTO I CORRIDA SOLIDÁRIA CALDELAS COM VIDA REGULAMENTO REGULAMENTO Artigo 1º OBJECTO 1. A equipa Os Conquistadores inseridos no Projeto Um dia pela Vida em parceria com a Liga Portuguesa Contra o Cancro e diversas

Leia mais

Associação Nacional de Desporto para Deficientes Visuais XIX CAMPEONATO DE GOALBALL DE PORTUGAL REGULAMENTO

Associação Nacional de Desporto para Deficientes Visuais XIX CAMPEONATO DE GOALBALL DE PORTUGAL REGULAMENTO Associação Nacional de Desporto para Deficientes Visuais XIX CAMPEONATO DE GOALBALL DE PORTUGAL REGULAMENTO Preâmbulo O Goalball é uma modalidade desportiva coletiva, originariamente concebida para a prática

Leia mais

CARTA CONVITE CAMPEONATO NACIONAL DE BADMINTON - CATEGORIA PRINCIPAL E JOVENS

CARTA CONVITE CAMPEONATO NACIONAL DE BADMINTON - CATEGORIA PRINCIPAL E JOVENS CARTA CONVITE CAMPEONATO NACIONAL DE BADMINTON - CATEGORIA PRINCIPAL E JOVENS A Confederação Brasileira de Badminton (CBBd) e a Federação de Badminton do Estado do Rio de Janeiro-FEBARJ convidam todas

Leia mais

Preâmbulo. 3. Todos os restantes apoios e subsídios serão concedidos sob a forma de protocolo. 1/7

Preâmbulo. 3. Todos os restantes apoios e subsídios serão concedidos sob a forma de protocolo. 1/7 Preâmbulo Recentemente, um estudo efectuado pela União Europeia demonstra de uma forma clara que Portugal, é o país dos "Quinze" que tem uma menor percentagem de população a praticar desporto. Urge criar

Leia mais

Fitness / Hip Hop Challenge Tour. Caderno de Organização

Fitness / Hip Hop Challenge Tour. Caderno de Organização Fitness / Hip Hop Challenge Tour Caderno de Organização 2009 / 2010 Evento: Fitness / Hip Hop Challenge Tour Data: (a definir) Local: (a definir) N.º estimado de participantes: 200 (média) Escalões participantes:

Leia mais

Direcções Executivas Projecto Gira Volei 2013/2014

Direcções Executivas Projecto Gira Volei 2013/2014 Direcções Executivas Projecto Gira Volei 2013/2014 16 de Julho de 2013 Índice 1. INTRODUÇÃO... 3 2. JUSTIFICAÇÃO DO PROJECTO... 4 3. OBJECTIVOS DA AVM... 4 3.1. OBJECTIVOS GERAIS... 4 3.2. OBJECTIVOS ESPECÍFICOS...

Leia mais

HISTÓRICO DE REVISÕES REVISÃO DATA SÍNTESE DA REVISÃO

HISTÓRICO DE REVISÕES REVISÃO DATA SÍNTESE DA REVISÃO HISTÓRICO DE REVISÕES REVISÃO DATA SÍNTESE DA REVISÃO ELABORAÇÃO ASSINATURA APROVAÇÃO ASSINATURA ÍNDICE CAPÍTULO 1. POLÍTICA E ESTRATÉGIA/ÂMBITO... 3 1.1 POLÍTICA E ESTRATÉGIA DA ENTIDADE... 3 1.2 OBJECTIVO

Leia mais

REGULAMENTO DE MINIVOLEIBOL

REGULAMENTO DE MINIVOLEIBOL REGULAMENTO DE MINIVOLEIBOL ÍNDICE CAPITULO I - O JOGO DE MINIVOLEIBOL - REGRA 1 - Concepção do Jogo - REGRA 2 - A quem se dirige - REGRA 3 - Finalidade do Jogo CAPITULO II - INSTALAÇÕES E MATERIAL - REGRA

Leia mais

NORMAS ESPECÍFICAS FUTSAL ÉPOCA 2009-2010

NORMAS ESPECÍFICAS FUTSAL ÉPOCA 2009-2010 NORMAS ESPECÍFICAS FUTSAL ÉPOCA 2009-2010 FUTSAL NORMAS ESPECÍFICAS As normas específicas são regras estabelecidas pela Direcção Desportiva, em complemento do Código Desportivo, para as provas organizadas

Leia mais

DESENVOLVIMENTO LOCAL DE BASE COMUNITÁRIA LEADER PRORURAL +

DESENVOLVIMENTO LOCAL DE BASE COMUNITÁRIA LEADER PRORURAL + DESENVOLVIMENTO LOCAL DE BASE COMUNITÁRIA LEADER PRORURAL + Estratégia de Desenvolvimento Local Eixos Estratégicos Qualificação e diversificação da Economia Rural através da valorização do potencial económico

Leia mais

XXII TRAVESSIA DOS TEMPLÁRIOS. Regulamento. 26.Setembro.2010 FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE NATAÇÃO / CÂMARA MUNICIPAL DE SETÚBAL 0

XXII TRAVESSIA DOS TEMPLÁRIOS. Regulamento. 26.Setembro.2010 FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE NATAÇÃO / CÂMARA MUNICIPAL DE SETÚBAL 0 Regulamento 26.Setembro.2010 FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE NATAÇÃO / CÂMARA MUNICIPAL DE SETÚBAL 0 1. ORGANIZAÇÃO Associação de Natação do Distrito de Santarém. Associação Cultural, Desportiva e Recreativa da

Leia mais

REGULAMENTO DA 2ª ETAPA DA COPA SESI DE NATAÇÃO 2015 CAPÍTULO I CAPÍTULO IV CAPÍTULO II CAPÍTULO III

REGULAMENTO DA 2ª ETAPA DA COPA SESI DE NATAÇÃO 2015 CAPÍTULO I CAPÍTULO IV CAPÍTULO II CAPÍTULO III REGULAMENTO DA 2ª ETAPA DA COPA SESI DE NATAÇÃO 2015 CAPÍTULO I DAS FINALIDADES: Art. 1º - A Copa SESI de Natação visa desenvolver a natação entre os atletas não federados no Estado de Goiás. Com o objetivo

Leia mais

Art. 3º - No Novo Desporto Universitário NDU serão reconhecidos os seguintes poderes:

Art. 3º - No Novo Desporto Universitário NDU serão reconhecidos os seguintes poderes: REGULAMENTO GERAL CAPÍTULO I DA FINALIDADE DO EVENTO Art. 1º - O Novo Desporto Universitário NDU tem por finalidade reunir as Associações Atléticas Acadêmicas fundadoras e associadas a participar de atividades

Leia mais

Bibliotecas da Universidade de Coimbra

Bibliotecas da Universidade de Coimbra Bibliotecas da Universidade de Coimbra Documento Final Regulamento de Empréstimo Domiciliário O empréstimo domiciliário é um serviço prestado ao utilizador que tem como objectivo a cedência de documentos

Leia mais

REGULAMENTO DE PESCA DESPORTIVA NA ALBUFEIRA DE VASCOVEIRO

REGULAMENTO DE PESCA DESPORTIVA NA ALBUFEIRA DE VASCOVEIRO REGULAMENTO DE PESCA DESPORTIVA NA ALBUFEIRA DE VASCOVEIRO Julho 2013 PREÂMBULO A Barragem de Vascoveiro foi construída com o objetivo de fornecer água à cidade de Pinhel e a algumas freguesias do Concelho.

Leia mais

ÍNDICE. PREÂMBULO Pág. 02. CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Pág. 03. CAPÍTULO II MEDIDAS DE APOIO Pág. 04. CAPÍTULO III CANDIDATURAS Pág.

ÍNDICE. PREÂMBULO Pág. 02. CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Pág. 03. CAPÍTULO II MEDIDAS DE APOIO Pág. 04. CAPÍTULO III CANDIDATURAS Pág. ÍNDICE PREÂMBULO Pág. 02 CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Pág. 03 CAPÍTULO II MEDIDAS DE APOIO Pág. 04 CAPÍTULO III CANDIDATURAS Pág. 10 CAPÍTULO IV DISPOSIÇÕES FINAIS Pág. 12 ANEXOS FICHAS DE CANDIDATURA

Leia mais

Seletiva Estadual Universitária de RUGBY SEVEN

Seletiva Estadual Universitária de RUGBY SEVEN Seletiva Estadual Universitária de RUGBY SEVEN LOCAL/ DATA/ HORÁRIO Local: Campo Federação Paulista de Rugby Parque Esportivo do Trabalhador (Antigo CERET) Rua Canuto de Abreu, s/número - Tatuapé Data:

Leia mais

Regulamento Liga Futsal AEFEUP 2015/2016. Regulamento da Liga Futsal AEFEUP 2015/2016 1

Regulamento Liga Futsal AEFEUP 2015/2016. Regulamento da Liga Futsal AEFEUP 2015/2016 1 Regulamento da Liga Futsal AEFEUP 2015/2016 1 Regulamento Liga Futsal AEFEUP 2015/2016 Regulamento da Liga Futsal AEFEUP 2015/2016 2 Índice Artigo 1.º - Inscrições...3 Artigo 2.º - Formato da Liga de Futsal...4

Leia mais

REGULAMENTO MUNICIPAL DE APOIOS AO ASSOCIATIVISMO

REGULAMENTO MUNICIPAL DE APOIOS AO ASSOCIATIVISMO REGULAMENTO MUNICIPAL DE APOIOS AO ASSOCIATIVISMO (Aprovado na 6ª Reunião Ordinária de Câmara Municipal realizada em 18 de Março de 2003, na 2ª Sessão Extraordinária de Assembleia Municipal, realizada

Leia mais

Responsabilidade Social em Portugal 2013. Boas Práticas nos Estabelecimentos Hoteleiros, Aldeamentos e Apartamentos Turísticos

Responsabilidade Social em Portugal 2013. Boas Práticas nos Estabelecimentos Hoteleiros, Aldeamentos e Apartamentos Turísticos Responsabilidade Social em Portugal 2013 Boas Práticas nos Estabelecimentos Hoteleiros, Aldeamentos e Apartamentos Turísticos ÍNDICE Sumário Executivo Introdução Caracterização Social Vínculo laboral dos

Leia mais

CRITÉRIOS DE ATRIBUIÇÃO DE APOIOS AO MOVIMENTO ASSOCIATIVO DESPORTIVO, RECREATIVO, CULTURAL E SOCIAL

CRITÉRIOS DE ATRIBUIÇÃO DE APOIOS AO MOVIMENTO ASSOCIATIVO DESPORTIVO, RECREATIVO, CULTURAL E SOCIAL CRITÉRIOS DE ATRIBUIÇÃO DE APOIOS AO MOVIMENTO ASSOCIATIVO DESPORTIVO, CRITÉRIOS DE ATRIBUIÇÃO DE APOIOS AO MOVIMENTO ASSOCIATIVO DESPORTIVO, RECREATIVO, CULTURAL E SOCIAL INTRODUÇÃO O Movimento Associativo

Leia mais

Circuito Nacional de Bodyboard Esperanças 2014

Circuito Nacional de Bodyboard Esperanças 2014 CADERNO DE ENCARGOS Circuito Nacional de Bodyboard Esperanças 2014 1. INTRODUÇAO Utilidade Pública Desportiva - Despacho 49/94, de 9.9.1994 Com o objectivo de aumentar o número de provas existentes em

Leia mais

21ª Prova de mar da Praia da Rocha 7 Agosto 2010. Regulamento

21ª Prova de mar da Praia da Rocha 7 Agosto 2010. Regulamento 21ª Prova de mar da Praia da Rocha 7 Agosto 2010 Regulamento 1. ORGANIZAÇÃO Portinado Associação de Natação de Portimão 2. APOIOS Câmara Municipal de Portimão Associação de Natação do Algarve Instituto

Leia mais

PROGRAMA OPERACIONAL DE POTENCIAL HUMANO EIXO PRIORITÁRIO 3 GESTÃO E APERFEIÇOAMENTO PROFISSIONAL

PROGRAMA OPERACIONAL DE POTENCIAL HUMANO EIXO PRIORITÁRIO 3 GESTÃO E APERFEIÇOAMENTO PROFISSIONAL PROGRAMA OPERACIONAL DE POTENCIAL HUMANO EIXO PRIORITÁRIO 3 GESTÃO E APERFEIÇOAMENTO PROFISSIONAL TIPOLOGIA DE INTERVENÇÃO 3.1.1 PROGRAMA DE FORMAÇÃO-ACÇÃO PARA PME REGULAMENTO DE CANDIDATURA PARA ENTIDADES

Leia mais

JUNTA DE FREGUESIA DA UNIÃO DE FREGUESIAS DE SACAVÉM E PRIOR. Projeto Pedagógico e de Animação de Campos de Férias

JUNTA DE FREGUESIA DA UNIÃO DE FREGUESIAS DE SACAVÉM E PRIOR. Projeto Pedagógico e de Animação de Campos de Férias JUNTA DE FREGUESIA DA UNIÃO DE FREGUESIAS DE SACAVÉM E PRIOR Projeto Pedagógico e de Animação de Campos de Férias ÍNDICE 2 Introdução Pág. 3 Princípios e Valores Pág. 3 Objetivos Gerais Pág. 4 Objetivos

Leia mais

TORNEIO NACIONAL DE SUB-14 (MASC. E FEM)

TORNEIO NACIONAL DE SUB-14 (MASC. E FEM) COMPETIÇÕES NACIONAIS TORNEIO NACIONAL DE SUB-14 (MASC. E FEM) Modelo Competitivo -Proposta de Alteração- Elaborado por: Directores Técnicos das Associações de Basquetebol de VIANA DO CASTELO, BRAGA, PORTO,

Leia mais

Índice. Capitulo I Disposições Gerais. pág.1. Capitulo II Disposições Técnicas... pág.1. Capitulo III Renovação e Filiação de Clubes... pág.

Índice. Capitulo I Disposições Gerais. pág.1. Capitulo II Disposições Técnicas... pág.1. Capitulo III Renovação e Filiação de Clubes... pág. Regras e Normas Competitivas - Época 2015 Índice Capitulo I Disposições Gerais. pág.1 Capitulo II Disposições Técnicas..... pág.1 Capitulo III Renovação e Filiação de Clubes... pág.1 Capitulo IV Filiação

Leia mais

Circular nº 05 2015/2016 24-09-2015 Carambola - Época 2015/2016

Circular nº 05 2015/2016 24-09-2015 Carambola - Época 2015/2016 Instituição de Utilidade Pública Instituição de Utilidade Pública Desportiva Membro do Comité Olímpico de Portugal Membro da Confederação do Desporto de Portugal Membro da Confédération Européenne de Billard

Leia mais

III.2. Do Plano de Acção à Subvenção Global: A contratualização com Associação de Municípios no âmbito do INAlentejo

III.2. Do Plano de Acção à Subvenção Global: A contratualização com Associação de Municípios no âmbito do INAlentejo III.2. Do Plano de Acção à Subvenção Global: A contratualização com Associação de Municípios no âmbito do INAlentejo A contratualização com associações de municípios no âmbito dos Programas Operacionais,

Leia mais

DERBY DE ATRELAGEM TAÇA DE PORTUGAL. Taça de Portugal de Derby de Atrelagem, disputada em duas mãos.

DERBY DE ATRELAGEM TAÇA DE PORTUGAL. Taça de Portugal de Derby de Atrelagem, disputada em duas mãos. DERBY DE ATRELAGEM TAÇA DE PORTUGAL 3 e 4 de DEZEMBRO de 2011 REGULAMENTO 1- DENOMINAÇÃO DO CONCURSO Taça de Portugal de Derby de Atrelagem, disputada em duas mãos. 2- ORGANIZAÇÃO Associação Portuguesa

Leia mais

REGULAMENTO GERAL DAS OLIMPIADAS UFS 2008. 25 de outubro à 30 de novembro de 2008

REGULAMENTO GERAL DAS OLIMPIADAS UFS 2008. 25 de outubro à 30 de novembro de 2008 1 DAS OLIMPIADAS UFS 2008 25 de outubro à 30 de novembro de 2008 São Cristóvão 2008 2 SUMÁRIO TÍTULO I CAPÍTULO I DA APRESENTAÇÃO 3 CAPÍTULO II DOS OBJETIVOS 3 CAPÍTULO III DA JUSTIFICATIVA 3 TÍTULO II

Leia mais

PROGRAMAS OPERACIONAIS REGIONAIS DO CONTINENTE. Deliberações CMC POR: 6/12/2010, 4/04/2011, 30/01/2012, 20/03/2012 e 8/08/2012 ÂMBITO

PROGRAMAS OPERACIONAIS REGIONAIS DO CONTINENTE. Deliberações CMC POR: 6/12/2010, 4/04/2011, 30/01/2012, 20/03/2012 e 8/08/2012 ÂMBITO PROGRAMAS OPERACIONAIS REGIONAIS DO CONTINENTE Deliberações CMC POR: 6/12/2010, 4/04/2011, 30/01/2012, 20/03/2012 e 8/08/2012 PATRIMÓNIO CULTURAL ENTRADA EM VIGOR EM 9/08/2012 NA REDAÇÃO DADA PELA DELIBERAÇÃO

Leia mais

REGULAMENTO MUNICIPAL DE APOIO ÀS ENTIDADES DESPORTIVAS

REGULAMENTO MUNICIPAL DE APOIO ÀS ENTIDADES DESPORTIVAS REGULAMENTO MUNICIPAL DE APOIO ÀS ENTIDADES DESPORTIVAS Critérios específicos de apoio para época desportiva 2011/2012 Introdução O Regulamento n.º 635/2010 Regulamento Municipal de Apoio às Entidades

Leia mais

REGULAMENTO 2ª CORRIDA e CAMINHADA de S. MARTINHO

REGULAMENTO 2ª CORRIDA e CAMINHADA de S. MARTINHO REGULAMENTO 2ª CORRIDA e CAMINHADA de S. MARTINHO 1. ORGANIZAÇÃO É uma coorganização do C.E.R. (Centro de Educação e Recreio) com sede na Rua António Carlos Vidal, 3840-411 VAGOS, e da C.M.V. (Câmara Municipal

Leia mais

FREGUESIA DE GALVEIAS

FREGUESIA DE GALVEIAS FREGUESIA DE GALVEIAS REGULAMENTO DE APOIO A INSTITUIÇÕES SEM FINS LUCRATIVOS DA FREGUESIA DE GALVEIAS Rui Manuel Canha Nunes, Presidente da Junta de Freguesia de Galveias, no uso das competências que

Leia mais

Projeto ESCOLINHA DE VOLEIBOL

Projeto ESCOLINHA DE VOLEIBOL Associação de Voleibol do ALENTEJO Projeto ESCOLINHA DE VOLEIBOL CASTRO VERDE, JULHO DE 2012 INTRODUÇÃO Assumindo uma lógica de continuidade, a atividade aqui descrita está enquadrada no Projeto Volley

Leia mais

REGULAMENTO CURSO DE TREINADORES Grau I Porto/Coimbra/Lisboa

REGULAMENTO CURSO DE TREINADORES Grau I Porto/Coimbra/Lisboa REGULAMENTO CURSO DE TREINADORES Grau I Porto/Coimbra/Lisboa O presente regulamento, aprovado pelo, rege a organização dos Cursos de Treinadores de Grau I e do curso em epígrafe (Porto/Coimbra/Lisboa)

Leia mais

A Mulher portuguesa e o Desporto O TÉNIS DE MESA PORTUGUÊS NO FEMININO 21/05/2014

A Mulher portuguesa e o Desporto O TÉNIS DE MESA PORTUGUÊS NO FEMININO 21/05/2014 O TÉNIS DE MESA PORTUGUÊS NO FEMININO 2 A Mulher portuguesa e o Desporto 1º FÓRUM NACIONAL DE TÉNIS DE MESA 24 maio 2014 Propostas para discussão e reflexão Manuela Simões O Ténis de Mesa não é, a este

Leia mais

PLANO DE CARREIRA DO NADADOR DO AMINATA ÉVORA CLUBE DE NATAÇÃO

PLANO DE CARREIRA DO NADADOR DO AMINATA ÉVORA CLUBE DE NATAÇÃO PLANO DE CARREIRA DO NADADOR DO AMINATA ÉVORA CLUBE DE NATAÇÃO PLANO DE CARREIRA DO NADADOR AMINATA ÉVORA CLUBE DE NATAÇÃO Introdução O Aminata Évora Clube de Natação, sendo um clube dedicado a várias

Leia mais

IX CIRCUITO NACIONAL DE ÁGUAS ABERTAS

IX CIRCUITO NACIONAL DE ÁGUAS ABERTAS III Prova de Mar de Porto Santo 2009 IX CIRCUITO NACIONAL DE ÁGUAS ABERTAS VIII CIRCUITO REGIONAL DE ÁGUAS ABERTAS Regulamento 29 de Agosto de 2009 III Prova de Mar de Porto Santo 2009 1. ORGANIZAÇÃO Clube

Leia mais

REGULAMENTO DE APOIO AO MOVIMENTO ASSOCIATIVO DESPORTIVO

REGULAMENTO DE APOIO AO MOVIMENTO ASSOCIATIVO DESPORTIVO REGULAMENTO DE APOIO AO MOVIMENTO ASSOCIATIVO DESPORTIVO Capitulo I - Generalidades Artigo 1º Definição O Regulamento de Apoio ao Associativismo Desportivo, define os Programas, Tipos de apoio e critérios,

Leia mais

REGULAMENTO CIRCUITO SQUASH HOTEL SRA. DO CASTELO 14/15

REGULAMENTO CIRCUITO SQUASH HOTEL SRA. DO CASTELO 14/15 REGULAMENTO CIRCUITO SQUASH HOTEL SRA. DO CASTELO 14/15 O Circuito Mangualdense de Squash (Circuito Hotel Senhora do Castelo) organizado pelo Let&Stroke Secção de Squash da Casa do Povo de Mangualde, contará

Leia mais

ASSOCIAÇÃO FUTEBOL DE BEJA REGULAMENTO DO CURSO

ASSOCIAÇÃO FUTEBOL DE BEJA REGULAMENTO DO CURSO ASSOCIAÇÃO FUTEBOL DE BEJA REGULAMENTO DO CURSO CURSO DE TREINADORES DE FUTEBOL UEFA C /RAÍZES (GRAU I) 2015 2016 1- Organização O curso de treinadores de Futebol UEFA C /RAÍZES (Grau I) - será organizado

Leia mais

Ministério da Juventude e Desportos

Ministério da Juventude e Desportos Ministério da Juventude e Desportos DIPLOMA DO REGIME DE PRÉMIOS AOS ATLETAS, NA ALTA COMPETIÇÃO I SÉRIE N.º47 8 DE NOVEMBRO DE 1996 CONSELHO DE MINISTROS Decreto n.º 33/96 de 8 de Novembro O desporto

Leia mais

LIGA PAULISTANA DE FUTEBOL AMADOR

LIGA PAULISTANA DE FUTEBOL AMADOR COPA LIGA PAULISTANA REGULAMENTO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Artigo 1º - Este Regulamento é o conjunto das disposições que regem a Copa Liga Paulistana. Artigo 2º - A Copa tem por finalidade promover

Leia mais

Plano de Formação 2009

Plano de Formação 2009 Plano de Formação 2009 Introdução: O Departamento de Formação (DF) da FPR apresenta o plano de formação para 2009. A formação de todos os agentes desportivos treinadores, dirigentes, árbitros e fisioterapeutas

Leia mais

REGULAMENTO ESPECÍFICO BASQUETEBOL 2013-2014

REGULAMENTO ESPECÍFICO BASQUETEBOL 2013-2014 REGULAMENTO ESPECÍFICO BASQUETEBOL 2013-2014 Índice 1. Introdução 2 2. Escalões etários 3 3. Constituição das Equipas 4 4. Regulamento Técnico Pedagógico 5 5. Classificação, Pontuação e Desempate 6 6.

Leia mais

XXIV CAMPEONATO BRASILEIRO SENIOR DE NATAÇÃO TROFÉU PROF. DALTELY GUIMARÃES REGULAMENTO

XXIV CAMPEONATO BRASILEIRO SENIOR DE NATAÇÃO TROFÉU PROF. DALTELY GUIMARÃES REGULAMENTO XXIV CAMPEONATO BRASILEIRO SENIOR DE NATAÇÃO TROFÉU PROF. DALTELY GUIMARÃES REGULAMENTO CAPÍTULO I DAS FINALIDADES Art. 1º Pelas Associações de Federações filiadas à Confederação Brasileira de Desportos

Leia mais

Divisão de Assuntos Sociais

Divisão de Assuntos Sociais Divisão de Assuntos Sociais Programa de Apoio às Entidades Sociais de Odivelas (PAESO) Índice Pág. Preâmbulo 1 1. Objectivos 2 2. Destinatários 2 3. Modalidades de Apoio 2 3.1. Subprograma A - Apoio à

Leia mais

REGULAMENTO COMPETIÇÃO PRAIA 2015

REGULAMENTO COMPETIÇÃO PRAIA 2015 REGULAMENTO COMPETIÇÃO PRAIA 2015 Índice 1. Introdução... 3 2. Participação... 3 3. Calendário... 4 4. Inscrições... 4 4.1 Processo de Inscrição... 4 4.2 Taxas de Inscrição... 5 4.3 Condicionantes de Inscrição...

Leia mais

CAMPEONATOS NACIONAIS DE JOVENS

CAMPEONATOS NACIONAIS DE JOVENS CAMPEONATOS NACIONAIS DE JOVENS Época 2009-2010 - Escalões de Sub-08 / 10 / 12 / 14 / 16/ 18 e 20 Hotel Golf Mar, Torres Vedras www.hotelgolfmar.com - de 28 de Março a 1 de Abril de 2010 - REGULAMENTO

Leia mais

REGULAMENTO DO PRÉMIO INOVEMPREENDE PREÂMBULO

REGULAMENTO DO PRÉMIO INOVEMPREENDE PREÂMBULO REGULAMENTO DO PRÉMIO INOVEMPREENDE PREÂMBULO A Associação Industrial Portuguesa - Câmara de Comércio e Indústria (AIP-CCI) no âmbito do projeto INOVEMPREENDE, uma iniciativa QREN com o apoio da União

Leia mais

www.ndu.net.br Sede Social Rua Luís Góis, 2.187 Mirandópolis São Paulo SP Cep: 04043-400 Fone: (11) 7708-7429

www.ndu.net.br Sede Social Rua Luís Góis, 2.187 Mirandópolis São Paulo SP Cep: 04043-400 Fone: (11) 7708-7429 Organização, compromisso e qualidade em prol do esporte universitário paulista www.ndu.net.br Sede Social Rua Luís Góis, 2.187 Mirandópolis São Paulo SP Cep: 04043-400 Fone: (11) 7708-7429 REGULAMENTO

Leia mais

Rede Social PLANO DE AÇÃO

Rede Social PLANO DE AÇÃO Rede Social PLANO DE AÇÃO 2011 R E D E SOCIAL DO CONCELHO DE VILA DO BISPO 1 Rede Social Rede Social do Concelho de Vila do PLANO DE ACÇÃO 2011 Ficha Técnica Entidade Promotora: Câmara Municipal de Vila

Leia mais

3ª ETAPA NACIONAL 2014 VITÓRIA (ES)

3ª ETAPA NACIONAL 2014 VITÓRIA (ES) 3ª ETAPA NACIONAL 2014 VITÓRIA (ES) A Confederação Brasileira de Badminton e a Federação Capixaba de Badminton (FECAB) tem a honra de convidá-los para competir no Campeonato Nacional de Badminton, válida

Leia mais