Gestão da Qualidade em manutenção

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Gestão da Qualidade em manutenção"

Transcrição

1 1 Gestão da Qualidade em manutenção Leonardo França de Araújo MBA Gestão de Projetos em Engenharia e Arquitetura Instituto de Pós-Graduação - IPOG Brasília, DF, 14/03/2015 Resumo O uso de ferramentas de feedback para avaliação da qualidade dos serviços de manutenção é importante para garantir a disponibilidade de equipamentos e sistemas de infraestrutura industrial. Qual a eficácia das ferramentas de feedback para avaliação da qualidade dos serviços de manutenção. O Método de avaliação da qualidade da manutenção poderá ser mensurada por indicadores, que são métricas iniciadas em setores financeiros, sendo dessiminada em outros departamentos da empresa, usada para refletir os fatores críticos de sucesso da organização de modo a poder avaliar o estado de determinada atividade em dado ponto, e em seguida elaborar um plano de ação. Mensurar o uso de ferramentas de feedback para avaliação da qualidade dos serviços de manutenção industriais. O uso dos indicadores de manutenção são dados relativos a um ou diversos processos de manutenação que desejamos controlar. Os dados foram baseados em informações da Associação Brasileira de Manutenção (ABRAMAN) e na NBR-ISO55000:2014. As técnicas apresentadas são as mais modernas da manutenção industrial, onde pode ser usada em qualquer segmento de manutenção, com a finalidade de tornar qualquer empresa mais competitiva no mercado, fortalecendo o negócio e satisfazendo as necessidades do mercado. Palavras-chave: Qualidade. Manutenção. Ferramentas. Eficácia. Indicadores. 1. Introdução A ideia central desse artigo é comentar as ferramentas de feedback para avaliação da qualidade de serviço de manutenção em uma empresa, abordando as técnicas usadas, suas vantagens, e discutir o ganho de eficiência e eficácia na sua aplicação na esfera da manutenção em empresas de qualquer ramo. Serão abordadas as mais modernas técnicas de gestão de ativos que são reconhecidas na NBR ISO 55000, que é uma padronização de gestão, para proporcionar uma melhor competitividade e produtividade da empresa. A importância a gestão da manutenção tem se tornado um diferencial a fim de atender as exigências do mercado. O interesse pelo tema surge com a necessidade de melhorar o acompanhamento dos ativos de uma empresa, a qualidade da manutenção, redução de custo e diminuir o tempo de máquina ou sistema parado. Para atingir o objetivo será necessário usar ferramentas que dê feedback dos serviços realizados. Através dessas ferramentas é possível conhecer a causa raiz das falhas e defeitos, sugerindo ações de bloqueio para solucionar os problemas que influenciam negativamente na confiabilidade de ativos e instalações. A NBR ISO dá uma visão geral e princípios para gestão de ativos. Segundo João Esmeraldo da Silva (2014:33) gerenciar ativos de uma empresa é necessário ampliar o arcabouço de conhecimento na área de gestão de ativos para desenvolver processos consistentes e sustentáveis ao longo do tempo para dar suporte e apoiar o alcance dos objetivos da organização. Entretanto Lazaro Regonha (2014:42) entende que Um sistema de Gestão de

2 2 Ativos baseado na ISO 55000, pode resultar em uma melhora drástica nas atividades das empresas, porém para alcançá-las é necessária uma mudança de cultura em todos os níveis da organização. Ao se comparar as duas citações é possível ver a diferença entre o João Esmeraldo da Silva e Lazaro Regonha, em relação a abrangência da aplicação do conceito da Gestão de Ativo, que segundo Lazaro Regonha deverá abranger todos os setores da empresa, ou seja, desde do operador até o presidente da organização, ao contrário do Esmeraldo que foca no conhecimento e processos para suporte, com a finalidade de alcançar os objetivos da organização. As citações são complementares, pois o conhecimento dever ser difundido em toda organização e todos que fazem parte do processo deverão ser capacitados para uma melhor qualificação e desempenho de suas atividades. Os indicadores de manutenção para a gestão de ativos são medições para determinar os desempenhos dos equipamentos e riscos inerente às falhas dos equipamentos. Com essas medições é possível observar a tendência de desvios em relação as metas previamente estabelecidas e orientar as ações corretivas, quando necessário. São esses indicadores os resultados das ferramentas de feedback dos serviços de manutenção que serão comentados nesse artigo. 2. Breve histórico da manutenção A história da manutenção nos últimos 80 anos pode ser dividida em três fases: A primeira fase contempla o período anterior a segunda guerra mundial onde não havia mecanização industrial, os equipamentos não eram complexos e na maioria das vezes superdimensionados. Economicamente era inviável a sistematização da manutenção e aplicava-se praticamente a manutenção corretiva. Na segunda fase, que vai da segunda guerra mundial até meados dos anos 60. Houve um aumento da demanda por todo tipo de produto, ao mesmo tempo em que o contingente de mão-de-obra industrial diminui sensivelmente. Como consequência houve um forte aumento da mecanização e redução da complexidade das instalações industriais. A confiabilidade, planejamento e controle de manutenção entraram no foco das industriais, nessa fase resultou o conceito de manutenção preventiva, com o objetivo de evitar falhas dos equipamentos. Na terceira fase, a partir da década de 70, aumentou a preocupação quanto à qualidade assegurada dos produtos e crescentes exigências relacionadas a segurança do trabalho e meio ambiente tiveram grande contribuição na melhoria da sistemática de manutenção. Nessa fase reforçou-se o conceito da manutenção preditiva. Foi na terceira fase que a busca da qualidade na manutenção se tornou mais evidentes em relação a sua importância. 3. Método de avaliação do desempenho de manutenção As informações que serão apresentadas neste artigo são referentes a uma pesquisa bibliográfica para elucidar a resposta do problema levantado, com alguns resultados que serão analisados. Serão explicados os diferentes tipos de manutenções aplicadas no mercado, e detalhar as ferramentas de feedback, como também mostrar a eficácia dos seus resultados, e como esses resultados poderão melhorar a qualidade das manutenções de uma empresa. O princípio de qualidade da manutenção também segue a NBR 5462/1994, que define termos relacionados a confiabilidade na manutenção, disponibilidade e mantenabilidade. O item da NBR 5462 (1994) define confiabilidade como a capacidade de um item desempenhar uma função requerida sob condições especificadas, durante um dado intervalo

3 3 de tempo. Já o item da NBR 5462 (1994) define disponibilidade como a capacidade de um item estar em condições de executar uma certa função em dado instante ou durante um intervalo de tempo determinado, levando-se em conta os aspectos combinados de sua confiabilidade, mantenabilidade e suporte de manutenção, supondo que os recursos externos requeridos estejam assegurados. O item da NBR 5462 (1994) define mantenabilidade como a capacidade de um item ser mantido ou recolocado em condições de executar suas funções requeridas, sob condições de uso especificadas, quando a manutenção é executada sob condições determinadas e mediante procedimentos e meios prescritos. Esses princípios são fundamentais para o entendimento dos processos de manutenção, como também na importância que cada equipamento tem no sistema em que está inserido. No II seminário amazonense de manutenção, realizado pela ABRAMAM, Alan Kardec (2012) definiu que a missão da manutenção é garantir a disponibilidade da função dos equipamentos e instalações de modo a atender a um processo de produção/atendimento, com confiabilidade, segurança, preservação do meio ambiente e custo adequados Tipos de manutenção a) Manutenção corretiva é a intervenção devido ao aparecimento de uma falha que torna o equipamento indisponível ou com baixa confiabilidade. A manutenção corretiva não é necessariamente a manutenção de emergência, podendo ter duas classes, manutenção corretiva não planejada e manutenção corretiva planejada. A manutenção corretiva não planejada sua intervenção é imediata, sem tempo para preparação do serviço, já a manutenção corretiva planejada é a intervenção programada do equipamento, podendo optar a operação do equipamento até sua quebra, dependendo da decisão gerencial, e seu custo é sempre mais barato, sua intervenção é mais rápida e o serviço é mais seguro que a manutenção corretiva não planejada; b) Manutenção preventiva é realizada de forma a reduzir ou evitar a falha ou queda de desempenho, obedecendo a um plano previamente elaborado, baseado em intervalos definidos de tempo. Inversamente à política de manutenção corretiva, a manutenção preventiva procura obstinadamente evitar a ocorrência da falha. A manutenção preventiva proporciona um conhecimento prévio das ações, permitindo uma boa condição de gerenciamento de atividades e nivelamento de recursos, além de previsibilidade de consumo de materiais e sobressalentes; c) Manutenção preditiva é realizada com base em modificação de um parâmetro de condição ou desempenho, cujo acompanhamento obedece a uma sistemática. São manutenções realizadas com instrumentos de medição, onde os sentidos humanos não podem alcançar, tais como análise de vibração de motores e bombas, ferrografia, para laudo de óleo, e termografia de equipamentos elétricos. A manutenção preditiva é a primeira grande quebra de paradigma na manutenção e tanto mais se intensifica quanto mais o conhecimento tecnológico desenvolve equipamentos que permitem avaliação confiável das instalações e sistemas operacionais em funcionamento. Seu objetivo é prevenirem falhas nos equipamentos ou sistemas através de acompanhamento de parâmetros diversos, permitindo a operação contínua do equipamento pelo maior tempo possível; d) Manutenção proativa é a intervenção com base na frequência de ocorrência da falha. Através do extrato de informações do histórico dos equipamentos identifica-se a causa básica das falhas frequentes e modifica-se o projeto para reduzi-las.

4 4 A manutenção proativa gera ações inter-relacionadas com a causa raiz da falha, com o objetivo de aumentar o tempo de vida do equipamento. Análise de causa raiz (RCA Root Cause Analysis) é qualquer processo dirigido por evidências que, no mínimo, revela causas obscuras sobre eventos adversos passados e, desta forma, expõe oportunidade de melhorias duradouras. Segundo José Baptista (2011:1) a importância da análise de causa raiz está diretamente relacionada com a melhoria do desempenho da manutenção industrial, a análise de Causa Raiz é uma metodologia que demonstra ser imprescindível para qualquer organização, especialmente para manutenção industrial que necessita eliminar a reincidência de falhas para sair do modo reativo. Já no entendimento do José Braidotti (2013:2) o processo de análise de falha é vital no dia-a-dia da manutenção, pois através dela é possível conhecer as causas raízes das falhas e defeitos, trabalhar para condição de quebra zero e fornecer maior disponibilidade e confiabilidade dos ativos". Logo há uma preocupação forte em conhecer melhor os equipamentos e sistemas de uma empresa para aumentar o tempo de vida e a disponibilidade de um ativo Plano de manutenção O plano de manutenção é o que define regras e padrões de cada equipamento a serem seguidos pela equipe de manutenção, as tarefas preventivas, as tarefas corretivas programadas, as tarefas corretivas que ocorrem no dia da programação da atividade, as tarefas referentes a campanhas de melhorias, as tarefas de suporte a operação e de suporte a outras áreas da manutenção (almoxarifado, engenharia de confiabilidade e diretorias), para auxílio nos desenvolvimentos e tomadas de decisão. O plano de manutenção é fundamental para um planejamento de uma empresa, para controle dos ativos e monitoramento, e esse acompanhamento sendo melhorado continuamente. É isso que propõe a NBR ISO (Gestão de ativos), representado na figura 1.

5 5 Figura 1 Gestão de Ativos Fonte: Apresentação do Engº Lazaro Regonha - Abraman - 29º congresso brasileiro de manutenção (2014) O plano de manutenção deverá seguir as metas e objetivos da organização, com auxílio da tecnologia, mas principalmente seguindo uma gestão estratégica da manutenção dos ativos e política da organização. Podemos listar os elementos da gestão estratégica: a) Documenta uma visão compartilhada do futuro, gera energia e entusiasmo aos funcionários da empresa; b) Identifica a realidade atual, quebra complacência e cria necessidade de mudança; c) Descreve as iniciativas, projetos de curto, médio e longo prazo. Define o roteiro para realizar a visão estratégica; d) Define responsabilidades para essas iniciativas, gera responsabilidades; e) Define medidas e objetivos, estabelece uma forma quantitativa de monitorar o progresso; f) Identifica riscos e contra medidas associadas, como parte da mudança eficaz do processo de gestão. Segundo Alan Kardec (2012:9) a tecnologia é a base, mas não o suficiente... A gestão estratégica é o mais importante e é o fator crítico de sucesso de uma organização e da sua empregabilidade.

6 6 Determinar a Estratégia de Manutenção para Ativos Individuais Refinar a Necessidade de Recursos Documentar Procedimentos de Manutenção Modificar o Gerenciamento e Cultura da Empresa com Relação ao Gerenciamento de Manutenção Desenvolver Sistemas de Apoio para Gerenciamento da Manutenção Avaliar o Desempenho dos Ativos com Base na Estratégia de Manutenção Realimentação das Informações para o Planejamento Estratégico do Gerenciamento da Manutenção Figura 2 Gerenciamento da manutenção Fonte: Apresentação do Eduardo Seixas - Abraman - 2º seminário amazonense de manutenção (2012) 3.3. Ferramentas de feedback para avaliação da qualidade dos serviços de manutenção Um dos fatores fundamentais para o bom gerenciamento do processo e serviços de manutenção é a geração de dados e históricos dos equipamentos, pois a partir deles é que são realizados os estudos de confiabilidade, propostas de melhorias e definições da alta direção. Para todas as atividades nas quais estamos envolvidos, torna-se necessário praticarmos o controle. Para que tenhamos o controle dos nossos processos, temos que utilizar indicadores capazes de nos fornecer informações confiáveis, realistas e consistentes, pois desta maneira poderemos tomar ações ágeis e corretamente direcionadas com a gestão eficaz das práticas de manutenção, contribuindo para a melhoria contínua dos processos de trabalho. A nossa capacidade de identificar e aplicar os controles, com o objetivo de obtermos os indicadores adequados, é cada vez mais simples e econômica devido à evolução da tecnologia. Em contrapartida, esta tecnologia que facilita muito a implantação de controles, exige das empresas ações mais ágeis tanto na interpretação como na análise dos resultados dos controles, na busca dos resultados esperados. Portanto, os principais benefícios esperados com esta prática é podermos obter uma fonte de informação rápida e

7 7 confiável para a tomada de decisões; uma boa ferramenta de gestão para a condução de melhorias contínuas em todos os processos e a possibilidade de comparação entre outras empresas. Desta maneira, na gestão de qualquer atividade desenvolvida, é vital a presença de indicadores de desempenho que possibilitem uma comparação com metas e padrões (BRAIDOTTI, 2013:74). A definição do tipo de manutenção baseia-se na análise do impacto ou importância, número de ocorrências, intervalos e tempo médio decorrido para solução. O impacto de um equipamento deverá ser avaliado em relação a sua confiabilidade no sistema que está inserido, analisando sua criticidade em relação ao impacto na produção, a utilização do equipamento, qualidade, segurança ou meio ambiente, frequências de falhas (MTBF), média de tempo de reparo (MTTR) e potencial de geração de perdas. Abordagem dos métodos de avaliação da manutenção seguirá o padrão da Associação Brasileira de Manutenção (ABRAMAN), que são os indicadores de manutenção relativos a um processo ou vários de uma empresa que se deseja controlar. Esses indicadores são usados para comparar e avaliar situações atuais com situações anteriores, servem para medir desempenho contra metas e padrões estabelecidos. Os indicadores são ferramentas fundamentais para monitorar a eficácia da manutenção, mediante a análise do comportamento das estruturas, sistemas e componentes, e o equilíbrio entre confiabilidade e disponibilidade. Também são importantes ferramentas de orientação para ações corretivas quando o comportamento das estruturas, sistemas e componentes não for adequado, monitorando a efetividade destas ações mediante o cumprimento dos objetivos préfixados. Serão comentadas as métricas (ou indicadores de manutenção) de equipamentos diretamente envolvida a uma máquina ou sistema: a) IIMM (Índice de Indisponibilidade de Máquina por Manutenção) é a probabilidade de um equipamento ou sistema não estar disponível para o uso solicitado. O IIMM é um indicador que demonstra (em percentual) quanto um equipamento fica indisponível para produção por motivos de manutenção (corretiva, preventiva ou inspeção para localizar falhas iminentes); Figura 3 Fórmulas para o cálculo do IIMM Fonte: Jefferson Fujarra de Souza Bíblia da manutenção (2014) b) MTBF (Tempo médio entre falhas Mean Time Between Failure) é a média aritmética dos tempos de funcionamento de máquinas, contados desde a colocação da máquina em funcionamento, ou após correção da falha, até a próxima falha. O MTBF serve para verificação do tempo de vida útil dos conjuntos, ou seja, quanto tempo o equipamento fica disponível sem quebrar; Figura 4 Fórmulas para o cálculo do MTBF Fonte: Jefferson Fujarra de Souza Bíblia da manutenção (2014) c) MTTR (Tempo médio para reparo Mean Time To Repair) é a média aritmética dos tempos de reparo de um sistema, de um equipamento ou de um item. Este indicador

8 8 aponta a média dos tempos que a equipe de manutenção leva para repor a máquina em condição de operar. Uma das vertentes desse indicador é demonstrar falta de padronização nas operações, ou seja, tempos diferentes são gastos para as mesmas atividades por diferentes mantenedores. Esse problema é facilmente corrigido por procedimentos ou treinamentos, porém só identificados com a análise do MTTR; Figura 5 Fórmulas para o cálculo do MTTR Fonte: Jefferson Fujarra de Souza Bíblia da manutenção (2014) d) Atendimento do Plano de Manutenção é o índice que garante que as atividades preventivas necessárias sejam executadas nas datas previstas. A manutenção é responsável em manter e prover recursos para a realização do que é previsto. Toda vez que uma atividade não é executada no período estipulado, é realizado uma análise dos motivos que levaram a isso e é realizado um plano de ação para que não volte acontecer. Este indicador tem como meta de 95% do atendimento das ordens de serviço de prioridade alta; Figura 6 Exemplo de índice de atendimento ao plano de manutenção Fonte: Jefferson Fujarra de Souza Bíblia da manutenção (2014) e) Número de quebras, conceitualmente, quebra é a falha que produz indisponibilidade de um equipamento. Esse indicador nos mostra a evolução das quebras em um equipamento, demonstrando assim a eficiência, ou ineficiência, dos planos de manutenção programados. Sua medição é baseada na contagem de ordens de manutenção emergenciais abertas, e os tipos de atividade relacionadas;

9 9 f) Atividades Planejadas X Emergenciais é o indicador que mostra a relação entre atividades planejadas (preventivas) e as emergenciais, ou seja, quanto está sendo ocupada a mão de obra com cada uma. Uma empresa com um trabalho preventivo bem estabelecido sempre terá sua mão de obra mais ocupada em prever do que corrigir. A meta para esse indicador é de 80% da equipe para atividade planejada e 20% para atividades emergenciais; Figura 7 Exemplo de indicador Atividade Planejadas X Emergenciais Fonte: Jefferson Fujarra de Souza Bíblia da manutenção (2014) g) Atendimento ao budget de manutenção, budget significa orçamento, logo esse indicador é a relação de receitas e despesas previstas num plano de orçamento, com abrangência anual; h) Backlog ou carga de trabalho é um indicador utilizado para determinação da carga de serviço futura. Em resumo, significa o tempo em dias que a área de manutenção, com seu quadro de funcionários, levará para concluir todas as ordens de serviço que se encontram pendentes no sistema.

10 10 Figura 8 Exemplo de gráfico com os dados de carga de trabalho Fonte: Jefferson Fujarra de Souza Bíblia da manutenção (2014) Essas ferramentas têm como objetivo definir, de uma maneira estrutura e rastreável, a melhor estratégia das atividades de manutenção para todos os ativos relacionados com o processo a que está inserido na empresa. Essa metodologia também é conhecida como manutenção baseada na confiabilidade (MBC). Essa busca de quebra zero dos equipamentos e sistema industriais, e com isso alcançar a máxima disponibilidade dos ativos, como também máxima confiabilidade do sistema. Figura 9 Exemplo de um ciclo de quebra zero (PDCA) Fonte: Jefferson Fujarra de Souza Bíblia da manutenção (2014) As cinco medidas necessárias para obtenção da quebra zero são:

11 11 a) Estruturação das condições básicas; b) Obediência às condições de uso dos equipamentos; c) Regeneração do envelhecimento dos equipamentos; d) Sanar falhas de projeto; e) Incrementar a capacidade técnica no sistema e envolvidos. O objetivo da quebra é a falha visível, porém essa falha visível é causada por várias falhas invisíveis. Logo se os operadores e mantenedores estiverem conscientes de que devem evitar as falhas invisíveis, a quebra deixará de ocorrer. Figura 10 Exemplo da identificação da quebra zero Fonte: Jefferson Fujarra de Souza Bíblia da manutenção (2014) Normalmente as falhas invisíveis deixam de ser detectadas por motivos físicos ou psicológicos. Os motivos físicos são as falhas não visíveis por estarem em local de difícil acesso ou encobertos por detritos ou sujeiras, já os motivos psicológicos são as falhas que deixam de ser detectadas devido à falta de interesse ou de capacitação dos operadores ou mantenedores Avaliação de desempenho dos serviços de manutenção Os processos ligados a avaliação da manutenção devem seguir conceitos com padrões estabelecidos. O estudo em questão foi baseado na ISO 55000, com definições e conceitos de gestão de ativos. A gestão de ativos existe para proporcionar valor a organização. O desempenho dos ativos deve ser mensurável e rastreável. As melhorias contínuas deveram estar em todos os estágios do ciclo de vida de cada ativo, e os setores das organizações deveram estar voltados e integrados à assegurar que os ativos atinjam os objetivos estratégicos.

12 12 Figura 11 Ciclo do gerenciamento de ativos Fonte: Apresentação do Engº Lazaro Regonha - Abraman - 29º congresso brasileiro de manutenção (2014) A manutenção deve ser avaliada pela disponibilidade do ativo, com o mínimo de quebra possível. As empresas que tem confiabilidade em seus ativos podem ter contratos de vendas sem pagar multas, com isso obtém vantagem competitiva. Logo uma ótima manutenção garante o espaço da empresa no mercado. A avaliação de desempenho dos funcionários é de grande importância para tomada de decisões, avaliar motivação da equipe e capacidade técnica da equipe. As ferramentas apresentadas deverão ter metas estabelecidas pela organização, e os resultados das entregas irão mostrar nível de capacidade técnica da equipe de manutenção, como está a situação da máquina ou equipamento, se é necessária compra de ferramentas, instrumentos ou material de consumo para garantir a disponibilidade e confiabilidade dos ativos. É importante algum tipo de recompensa para o funcionário ou equipe de manutenção que atingir a meta, com uma pontuação para ser acompanhada ao longo de um ano, ou um período determinado pela empresa. É um estímulo para o crescimento profissional do colaborador e maturidade da equipe para chegar a excelência no processo de manutenção, quebra zero. Os profissionais que não conseguirem atingir as metas deverão passar por treinamentos para melhorar seu desempenho, promovidos pela empresa. Segundo Alan Kardec (2012:47) não existe processo que dê bons resultados se não for através de pessoas qualificadas, certificadas e motivadas. Este é o mais importante fator crítico de sucesso. Com os serviços de manutenção serão executados com eficiência e eficácia. Um exemplo de eficiência é o fazer rápido (MTTR), tempo de reparo curto, para isso toda equipe de manutenção deve conhecer bem os equipamentos e sistemas, e ter capacitação para executar as atividades planejadas no plano de manutenção. A eficácia está diretamente ligada a executar certo, para não ter retrabalho na máquina ou equipamento. Para isso deve fazer uma análise desta eficácia com os indicadores de quebra, ou seja se a máquina ou equipamento está tendo retrabalho com muitas pequenas paradas no retorno das preventivas, com isso deve refazer os treinamentos para os envolvidos nas ocorrências, além de uma

13 13 melhor análise de falha do equipamento em questão, corrigindo a causa raiz da falha. É importante estabelecer as metas de cada indicador, para um melhor acompanhamento, com metas desafiadoras, porém factíveis. Abaixo segue uma tabela com exemplo dos indicadores de uma empresa prestadora de serviço para ANVISA, que estão basicamente referenciando indicadores de disponibilidade do equipamento, tempo médio entre falhas (MTBF = TMEF) e tempo médio de reparo (MTTR = TMPR). Tabela 1 Definição das metas referenciais dos indicadores Fonte: Apresentação de André Peixoto - Abraman - 29º congresso brasileiro de manutenção (2014) Assim poderemos definir um indicador geral que irá medir o serviço de qualidade de manutenção de uma empresa de formar mais direta, a partir dos dados obtidos pelos os demais indicadores de cada ativo, ou equipamento. Para isso é importante na gestão estratégica da manutenção a definição de peso para cada ativo, ou seja sua importância dentro do sistema que está inserido, ou nível de criticidade do equipamento, a avaliação do impacto de falha do equipamento dentro do processo que está inserido. O IDQS é o índice de desempenho e qualidade dos serviços prestados na manutenção de uma empresa, que poderá ser o índice geral para medir como o plano de manutenção está sendo executado. Abaixo a figura mostra a fórmula para calcular o IDQS. A variável Z representa os diversos indicadores de equipamentos comentados neste trabalho. Figura 12 Fórmula do IDQS Fonte: Apresentação de André Peixoto - Abraman - 29º congresso brasileiro de manutenção (2014)

14 14 Podemos concluir que o IDQS ideal será mais próximo de 1, ou seja, foi cumprido o plano de manutenção como planejado. O valor de índice também poderá indicar valor superior a 1, o que demonstra que houve uma evolução dos serviços de manutenção, e já é possível revisar as metas dos indicadores definidas pela gestão estratégica da manutenção. Tabela 2 Resultados hipotéticos para avaliação dos indicadores Fonte: Apresentação de André Peixoto - Abraman - 29º congresso brasileiro de manutenção (2014) Com a tabela representada acima temos valores de indicadores de alguns equipamentos, exemplo hipotético, porém que nos traz um resultado do IDQS = 0,8879, onde foram considerados os pesos e criticidades de cada equipamento. Com o resultado apresentado mostra que o plano de manutenção não cumprido em sua totalidade, e que houveram manutenções corretivas a mais do que as previstas. Pode-se concluir também que ainda falta padronização dos serviços, pois temos tempos de reparo de equipamentos fora da meta estabelecida, com uma provável necessidade de investir mais em capacitação dos funcionários que compõe a equipe de manutenção. 4. Conclusão As ferramentas de feedback dos serviços de manutenção, os indicadores, apresentados são aplicáveis a qualquer organização na qual os ativos físicos sejam fatores chave ou críticos para atingimento de suas metas de negócio. As informações apresentadas neste trabalham mostram a necessidade de uma gestão estratégica focada nos ativos da empresa, e o pleno conhecimento de toda a organização dos ativos que compõe seu sistema, para garantir a maior disponibilidade desses ativos no seu ciclo de vida, e com isso obter maior rentabilidade para a empresa. A necessidade da busca da causa raiz do problema e a importância de uma análise de falha bem fundamentada são técnicas que propiciam um ótimo caminho para que se possa registrar todos os principais eventos relacionados com os ativos, gerando um banco de dados histórico rico em informações para uma tomada de ação futura, com mais confiabilidade, com redução de custos e também com redução de intervenções aos equipamentos, tornando as práticas de manutenção cada vez mais produtivas para empresa. Para um melhor gerenciamento dos ativos há necessidade de aquisição de um software manutenção para um controle mais dinâmico dos ativos de uma empresa, e a busca de informações será mais

15 15 interativa, ou seja é de fundamental importância o uso dessa ferramenta para auxílio do gerenciamento da manutenção. A capacitação técnica da equipe de manutenção é um fator primordial para excelência dos serviços de manutenção, como também a interação da equipe, o trabalho em conjunto é um fator que contribui no sucesso da manutenção. É importante a empresa criar um programa de qualifica e certificação da equipe de manutenção, ou trabalhar com órgãos certificadores, para melhor capacitação e conhecimento do corpo técnico da empresa, e com isso trabalhar melhor nas deficiências dos profissionais, e motivando o seu crescimento técnico dentro da empresa. A utilização do feedback com os funcionários é de grande importância também, pois dar um retorno sobre seu desempenho no trabalho, informando se está executando suas atividades eficácia ou não. O sucesso da empresa está inteiramente ligado a uma boa gestão da manutenção, e o investimento nesse setor é muito importante para a ficar dentro do mercado, ou a frente, pois a cada dia a competitividade está maior, e quanto menos gastarmos com retrabalho e diminuir o número de quebras dos equipamentos será mais lucrativo para empresa. Hoje as empresas brasileiras estão caminhando para evitar as manutenções corretivas, investindo mais nas manutenções preventivas e preditivas, para competir com o mercado internacional, porém ainda há poucos benchmarkings de manutenção apresentados em industriais brasileiras. Referências ABNT, ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: informação e documentação: referências: elaboração. Rio de Janeiro, ABNT, ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6028: resumo: elaboração. Rio de Janeiro, ABNT, ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10520: citações: elaboração. Rio de Janeiro, ABNT, ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724: formatação de trabalhos acadêmicos. Rio de Janeiro, ABNT, ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 5462: conficabilidade e mantenabilidade. Rio de Janeiro, ABNT, ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR ISO 55000: Gestão de ativos visão geral, princípios e terminologia. Rio de Janeiro, ABNT, ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR ISO 55001: Gestão de ativos sistemas de gestão - requisitos. Rio de Janeiro, ABNT, ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR ISO 55002: Gestão de ativos sistemas de gestão diretrizes para aplicação da ABNT NBR ISO Rio de Janeiro, 2014.

16 16 BAPTISTA, José Antonio. 26º CONGRESSO BRASILEIRO DE MANUTENÇÃO. A importância da análise de causa raiz (Root Cause Analysis) na melhoria do desempenho da manutenção industrial. Curitiba: ABRAMAN, GOMES, Fábio da Costa. Situação atual e a evolução da certificação na área de manutenção e gestão de ativos. Rio de Janeiro: PNQC ABRAMAN, JUNIOR, José Wagner Braidotti, A falha não é uma opção. São Paulo: Editora Ciência moderna, KARDEC, Alan. Manutenção Função estratégica. Rio de Janeiro: Qualitymark, KARDEC, Alan. II SEMINÁRIO AMAZONENSE DE MANUTENÇÃO. Gestão estratégica de ativos físicos. Manaus: ABRAMAN, NONATO, Franklin da Silva. 29º CONGRESSO BRASILEIRO DE MANUTENÇÃO E GESTÃO DE ATIVOS. Ferramenta de confiabilidade: Metodologia de ensaios em motores elétricos na oficina após manutenção. Santos: ABRAMAN, PEIXOTO, André. 29º CONGRESSO BRASILEIRO DE MANUTENÇÃO E GESTÃO DE ATIVOS. Contratação de serviços por resultados como ferramenta de gestão estratégica para manutenção em aeroporto público. Santos: ABRAMAN, REGONHA, Engº Lazaro. 29º CONGRESSO BRASILEIRO DE MANUTENÇÃO E GESTÃO DE ATIVOS. Gestão de ativos modismo ou necessidade? Santos: ABRAMAN, SEIXAS, Eduardo. II SEMINÁRIO AMAZONENSE DE MANUTENÇÃO. Manutenção focada na gestão de ativos. Manaus: ABRAMAN, SILVA, João Esmeraldo. Desafios do gestor diante da norma NBR ISSO Ouro Preto: UFOP, SOUZA, Jefferson Fujarra. A bíblia da manutenção. São Paulo: Fulltreina, 2015.

IMPLANTAÇÃO DOS PILARES DA MPT NO DESEMPENHO OPERACIONAL EM UM CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO DE COSMÉTICOS. XV INIC / XI EPG - UNIVAP 2011

IMPLANTAÇÃO DOS PILARES DA MPT NO DESEMPENHO OPERACIONAL EM UM CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO DE COSMÉTICOS. XV INIC / XI EPG - UNIVAP 2011 IMPLANTAÇÃO DOS PILARES DA MPT NO DESEMPENHO OPERACIONAL EM UM CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO DE COSMÉTICOS. XV INIC / XI EPG - UNIVAP 2011 Rogério Carlos Tavares 1, José Luis Gomes da Silva² 1 Universidade de

Leia mais

Impactos da Manutenção no Desempenho de uma Edificação

Impactos da Manutenção no Desempenho de uma Edificação João Alves Pacheco - Diretor de Engenharia As definições a seguir foram obtidos da NBR 5462:1994 Confiabilidade e mantenabilidade, com o objetivo de estabelecer uma base conceitual e terminológica comum

Leia mais

CAPABILITY MATURITY MODEL FOR SOFTWARE. Eduardo Mayer Fagundes e-mail: eduardo@efagundes.com

CAPABILITY MATURITY MODEL FOR SOFTWARE. Eduardo Mayer Fagundes e-mail: eduardo@efagundes.com CAPABILITY MATURITY MODEL FOR SOFTWARE Eduardo Mayer Fagundes e-mail: eduardo@efagundes.com 1. Introdução Após décadas de incontáveis promessas sobre como aumentar à produtividade e qualidade de software,

Leia mais

MELHORIA DA QUALIDADE e MASP (Prof. José Carlos de Toledo GEPEQ/DEP-UFSCar) 1. Introdução

MELHORIA DA QUALIDADE e MASP (Prof. José Carlos de Toledo GEPEQ/DEP-UFSCar) 1. Introdução MELHORIA DA QUALIDADE e MASP (Prof. José Carlos de Toledo GEPEQ/DEP-UFSCar) 1. Introdução A Melhoria da Qualidade é uma atividade que deve estar presente nas rotinas de toda a empresa. Isto significa que

Leia mais

Gestão do Processo de Manutenção Eletromecânica A quebra de paradigmas em busca da excelência.

Gestão do Processo de Manutenção Eletromecânica A quebra de paradigmas em busca da excelência. PNQS 2010 Categoria IGS Inovação da Gestão em Saneamento RDPG Relatório de Descrição de Prática de Gestão Gestão do Processo de Manutenção Eletromecânica A quebra de paradigmas em busca da excelência.

Leia mais

ITIL. Conteúdo. 1. Introdução. 2. Suporte de Serviços. 3. Entrega de Serviços. 4. CobIT X ITIL. 5. Considerações Finais

ITIL. Conteúdo. 1. Introdução. 2. Suporte de Serviços. 3. Entrega de Serviços. 4. CobIT X ITIL. 5. Considerações Finais ITIL Conteúdo 1. Introdução 2. Suporte de Serviços 3. Entrega de Serviços 4. CobIT X ITIL 5. Considerações Finais Introdução Introdução Information Technology Infrastructure Library O ITIL foi desenvolvido,

Leia mais

Sistema de Gerenciamento da Manutenção SGM Cia. Vale do Rio Doce CVRD

Sistema de Gerenciamento da Manutenção SGM Cia. Vale do Rio Doce CVRD Sistema de Gerenciamento da Manutenção SGM Cia. Vale do Rio Doce CVRD VISÃO DA MANUTENÇÃO DA CVRD Ser considerada referência pelos resultados da gestão de manutenção, reconhecida pela excelência de suas

Leia mais

Proposta de avaliação de desempenho através dos custos da qualidade em sistemas de gestão da qualidade certificados

Proposta de avaliação de desempenho através dos custos da qualidade em sistemas de gestão da qualidade certificados Proposta de avaliação de desempenho através dos custos da qualidade em sistemas de gestão da qualidade certificados Ana Carolina Oliveira Santos Carlos Eduardo Sanches Da Silva Resumo: O sistema de custos

Leia mais

Copyright Proibida Reprodução. Prof. Éder Clementino dos Santos

Copyright Proibida Reprodução. Prof. Éder Clementino dos Santos NOÇÕES DE OHSAS 18001:2007 CONCEITOS ELEMENTARES SISTEMA DE GESTÃO DE SSO OHSAS 18001:2007? FERRAMENTA ELEMENTAR CICLO DE PDCA (OHSAS 18001:2007) 4.6 ANÁLISE CRÍTICA 4.3 PLANEJAMENTO A P C D 4.5 VERIFICAÇÃO

Leia mais

MANUTENÇÃO PREDITIVA : CONFIABILIDADE E QUALIDADE.

MANUTENÇÃO PREDITIVA : CONFIABILIDADE E QUALIDADE. 1 MANUTENÇÃO PREDITIVA : CONFIABILIDADE E QUALIDADE. INTRODUÇÃO : Nos últimos anos, têm-se discutido amplamente a gerência de manutenção preditiva. Tem-se definido uma variedade de técnicas que variam

Leia mais

Curso de Engenharia de Produção. Manutenção dos Sistemas de Produção

Curso de Engenharia de Produção. Manutenção dos Sistemas de Produção Curso de Engenharia de Produção Manutenção dos Sistemas de Produção Introdução: Existe uma grande variedade de denominações das formas de atuação da manutenção, isto provoca certa confusão em relação aos

Leia mais

Lançado em Junho 2013. Lançamento Oficial em 12/09/2013 (SP)

Lançado em Junho 2013. Lançamento Oficial em 12/09/2013 (SP) Lançado em Junho 2013 Lançamento Oficial em 12/09/2013 (SP) A Falha não é uma Opção Quem não conhece a história corre o risco de repetí-la JWB Engenharia e Consultoria S/C Ltda JWB Engenharia Empresa nacional

Leia mais

Remuneração e Avaliação de Desempenho

Remuneração e Avaliação de Desempenho Remuneração e Avaliação de Desempenho Objetivo Apresentar estratégias e etapas para implantação de um Modelo de Avaliação de Desempenho e sua correlação com os programas de remuneração fixa. Programação

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DE MANUTENÇÃO APLICADO NO IFRN CAMPUS MOSSORÓ

SISTEMA DE GESTÃO DE MANUTENÇÃO APLICADO NO IFRN CAMPUS MOSSORÓ SISTEMA DE GESTÃO DE MANUTENÇÃO APLICADO NO IFRN CAMPUS MOSSORÓ Dayse Duarte Tenorio Diretoria Acadêmica de Eletrotécnica IFRN Campus Mossoró E-mail: dayse_tenoro_d@hotmail.com Lucas Duarte Almeida Departamento

Leia mais

Sistemas de Informação Gerencial

Sistemas de Informação Gerencial Sistemas de Informação Gerencial Ao longo da historia da administração ocorreram muitas fases. Sendo que, seus princípios sempre foram semelhantes, mudando apenas o enfoque conforme a visão do pesquisador.

Leia mais

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ CAMPUS DE CURITIBA CURSO DE ENGENHARIA ELÉTRICA ALEXSANDRO FRAGOSO

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ CAMPUS DE CURITIBA CURSO DE ENGENHARIA ELÉTRICA ALEXSANDRO FRAGOSO UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ CAMPUS DE CURITIBA CURSO DE ENGENHARIA ELÉTRICA ALEXSANDRO FRAGOSO ESTRUTURAÇÃO DA AUDITORIA DA FASE 1 DA PIRÂMIDE ESTRUTURAL DA GESTÃO DE ATIVOS TRABALHO DE

Leia mais

Fundação Vanzolini O GERENCIAMENTO DA QUALIDADE NA SAÚDE E A ACREDITAÇÃO. Departamento de Certificação

Fundação Vanzolini O GERENCIAMENTO DA QUALIDADE NA SAÚDE E A ACREDITAÇÃO. Departamento de Certificação Fundação Vanzolini O GERENCIAMENTO DA QUALIDADE NA SAÚDE E A ACREDITAÇÃO Departamento de Certificação A FUNDAÇÃO VANZOLINI Fundada em 1967 pelos professores do Departamento de Engenharia de Produção da

Leia mais

Gledson Pompeu 1. Cenário de TI nas organizações. ITIL IT Infrastructure Library. A solução, segundo o ITIL

Gledson Pompeu 1. Cenário de TI nas organizações. ITIL IT Infrastructure Library. A solução, segundo o ITIL Cenário de TI nas organizações Gerenciamento de Serviços de TI ITIL v2 Módulo 1 Conceitos básicos Referência: An Introductory Overview of ITIL v2 Livros ITIL v2 Aumento da dependência da TI para alcance

Leia mais

Gestão e estratégia de TI Conhecimento do negócio aliado à excelência em serviços de tecnologia

Gestão e estratégia de TI Conhecimento do negócio aliado à excelência em serviços de tecnologia Gestão e estratégia de TI Conhecimento do negócio aliado à excelência em serviços de tecnologia Desafios a serem superados Nos últimos anos, executivos de Tecnologia de Informação (TI) esforçaram-se em

Leia mais

Micro-Química Produtos para Laboratórios Ltda.

Micro-Química Produtos para Laboratórios Ltda. Micro-Química Produtos para Laboratórios Ltda. Resumo Com a globalização e os avanços tecnológicos, as empresas estão operando num ambiente altamente competitivo e dinâmico. As organizações que quiserem

Leia mais

CUSTOS DA QUALIDADE EM METALURGICAS DO SEGMENTOS DE ELEVADORES PARA OBRAS CÍVIS - ESTUDO DE CASO

CUSTOS DA QUALIDADE EM METALURGICAS DO SEGMENTOS DE ELEVADORES PARA OBRAS CÍVIS - ESTUDO DE CASO CUSTOS DA QUALIDADE EM METALURGICAS DO SEGMENTOS DE ELEVADORES PARA OBRAS CÍVIS - ESTUDO DE CASO José Roberto Santana Alexandre Ripamonti Resumo: Com a globalização da economia, as empresas, enfrentam

Leia mais

4. BANCO DE COMPETÊNCIAS PROPOSTA DE UMA FERRAMENTA DE APOIO À DECISÃO DE CAPACITAÇÃO DE RH

4. BANCO DE COMPETÊNCIAS PROPOSTA DE UMA FERRAMENTA DE APOIO À DECISÃO DE CAPACITAÇÃO DE RH 4. BANCO DE COMPETÊNCIAS PROPOSTA DE UMA FERRAMENTA DE APOIO À DECISÃO DE CAPACITAÇÃO DE RH 1. INTRODUÇÃO Gilson da Silva Cardoso Antonio Carlos Francisco Luciano Scandelari O mundo está experimentando

Leia mais

Confederação Nacional da Indústria. - Manual de Sobrevivência na Crise -

Confederação Nacional da Indústria. - Manual de Sobrevivência na Crise - RECOMENDAÇÕES PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS - Manual de Sobrevivência na Crise - Janeiro de 1998 RECOMENDAÇÕES PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS - Manual de Sobrevivência na Crise - As empresas, principalmente

Leia mais

ÍNDICE 3. ABORDAGEM CONCEITUAL DO MODELO DE GESTÃO DO DESEMPENHO

ÍNDICE 3. ABORDAGEM CONCEITUAL DO MODELO DE GESTÃO DO DESEMPENHO ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO 2. GLOSSÁRIO DE TERMINOLOGIAS ADOTADAS 3. ABORDAGEM CONCEITUAL DO MODELO DE GESTÃO DO DESEMPENHO 4. OBJETIVOS DA GESTÃO DO DESEMPENHO 5. BENEFÍCIOS ESPERADOS DO MODELO 6. DIRETRIZES

Leia mais

Emprego da Termografia na inspeção preditiva

Emprego da Termografia na inspeção preditiva Emprego da Termografia na inspeção preditiva Rafaela de Carvalho Menezes Medeiros* Resumo A prática de manutenção preditiva corresponde hoje a um meio eficaz de antever uma parada do equipamento por motivo

Leia mais

Implantação do sistema de gestão da qualidade ISO 9001:2000 em uma empresa prestadora de serviço

Implantação do sistema de gestão da qualidade ISO 9001:2000 em uma empresa prestadora de serviço Implantação do sistema de gestão da qualidade ISO 9001:2000 em uma empresa prestadora de serviço Adriana Ferreira de Faria (Uniminas) affaria@uniminas.br Adriano Soares Correia (Uniminas) adriano@ep.uniminas.br

Leia mais

SGI SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADO

SGI SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADO SGI SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADO Qual o significado de ISO? ISO International Organization for Standardization, é uma organização não governamental com sede em Genebra, na Suíça, que foi criada em 1946

Leia mais

MANUTENÇÃO PRODUTIVA TOTAL (TPM) COMO FERRAMENTA PARA MELHORIA DA EFICIÊNCIA GLOBAL DE EQUIPAMENTO (OEE)

MANUTENÇÃO PRODUTIVA TOTAL (TPM) COMO FERRAMENTA PARA MELHORIA DA EFICIÊNCIA GLOBAL DE EQUIPAMENTO (OEE) MANUTENÇÃO PRODUTIVA TOTAL (TPM) COMO FERRAMENTA PARA MELHORIA DA EFICIÊNCIA GLOBAL DE EQUIPAMENTO (OEE) Layla Duana dos Santos Silva (UFG ) layladuana@hotmail.com Andre Alves de Resende (UFG ) aaresende@gmail.com

Leia mais

processos de qualidade como um todo. Este conceito, muitas vezes como parte de uma iniciativa mais ampla "gestão enxuta", muitas organizações abraçam

processos de qualidade como um todo. Este conceito, muitas vezes como parte de uma iniciativa mais ampla gestão enxuta, muitas organizações abraçam 2 1 FILOSOFIA KAIZEN Segundo IMAI, MASAAKI (1996) KAIZEN é uma palavra japonesa que traduzida significa melhoria continua, que colabora em melhorias sequenciais na empresa como um todo, envolvendo todos

Leia mais

MERCER 360 PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS

MERCER 360 PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS MERCER 360 PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS Ponto de Vista da Mercer A avaliação 360 é um elemento vital para o desenvolvimento da liderança e planejamento de talentos Identifica pontos fortes e áreas de desenvolvimento

Leia mais

1º Workshop Avaliação de Desempenho na Prática

1º Workshop Avaliação de Desempenho na Prática 1º Workshop Avaliação de Desempenho na Prática Módulo 04 Avaliação de Desempenho na Entrega, Uso e Manutenção 3º Debatedor Arqº José Marques GESTÃO DA QUALIDADE : origem e evolução Segunda guerra mundial

Leia mais

Todos nossos cursos são preparados por mestres e profissionais reconhecidos no mercado, com larga e comprovada experiência em suas áreas de atuação.

Todos nossos cursos são preparados por mestres e profissionais reconhecidos no mercado, com larga e comprovada experiência em suas áreas de atuação. Curso Formação Efetiva de Analístas de Processos Curso Gerenciamento da Qualidade Curso Como implantar um sistema de Gestão de Qualidade ISO 9001 Formação Profissional em Auditoria de Qualidade 24 horas

Leia mais

FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO Prof. Ms. Carlos José Giudice dos Santos carlos@oficinadapesquisa.com.br www.oficinadapesquisa.com.br Objetivos desta unidade: Ao final desta

Leia mais

GESTÃO DE CONTRATOS COM SLA. Eduardo Mayer Fagundes e-mail: eduardo@efagundes.com

GESTÃO DE CONTRATOS COM SLA. Eduardo Mayer Fagundes e-mail: eduardo@efagundes.com GESTÃO DE CONTRATOS COM SLA Eduardo Mayer Fagundes e-mail: eduardo@efagundes.com Introdução Cada vez mais as empresas estão contratando serviços baseados em níveis de serviços, conhecidos pela sua sigla

Leia mais

PROJETO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA INTERNACIONAL. Projeto 914 BRA5065 - PRODOC-MTC/UNESCO DOCUMENTO TÉCNICO Nº 03

PROJETO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA INTERNACIONAL. Projeto 914 BRA5065 - PRODOC-MTC/UNESCO DOCUMENTO TÉCNICO Nº 03 PROJETO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA INTERNACIONAL Diretrizes e Estratégias para Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil Projeto 914 BRA5065 - PRODOC-MTC/UNESCO DOCUMENTO TÉCNICO Nº 03 RELATÓRIO TÉCNICO CONCLUSIVO

Leia mais

Sistema de Gerenciamento de Relatórios

Sistema de Gerenciamento de Relatórios Sistema de Gerenciamento de Relatórios Eng. Mec. Paulo Fernando Resende Lima (Preditiva Sul) - paulo@preditivasul.com.br Prof. Dr. Jorge Nei Brito (UFSJ) - brito@ufsj.edu.br Resumo. A missão da manutenção

Leia mais

6. Resultados obtidos

6. Resultados obtidos 6. Resultados obtidos 6.1 O Balanced corecard final Utilizando a metodologia descrita no capítulo 5, foi desenvolvido o Balanced corecard da Calçados yrabel Ltda. Para facilitar o entendimento deste trabalho,

Leia mais

Disciplina: GESTÃO DE PROCESSOS E QUALIDADE Prof. Afonso Celso M. Madeira

Disciplina: GESTÃO DE PROCESSOS E QUALIDADE Prof. Afonso Celso M. Madeira Disciplina: GESTÃO DE PROCESSOS E QUALIDADE Prof. Afonso Celso M. Madeira 3º semestre CONCEITOS CONCEITOS Atividade Ação executada que tem por finalidade dar suporte aos objetivos da organização. Correspondem

Leia mais

Indicadores de Desempenho Conteúdo

Indicadores de Desempenho Conteúdo Indicadores de Desempenho Conteúdo Importância da avaliação para a sobrevivência e sustentabilidade da organização O uso de indicadores como ferramentas básicas para a gestão da organização Indicadores

Leia mais

Por que sua organização deve implementar a ABR - Auditoria Baseada em Riscos

Por que sua organização deve implementar a ABR - Auditoria Baseada em Riscos Março de 2010 UM NOVO PARADIGMA PARA AS AUDITORIAS INTERNAS Por que sua organização deve implementar a ABR - Auditoria Baseada em Riscos por Francesco De Cicco 1 O foco do trabalho dos auditores internos

Leia mais

ISO 14004:2004. ISO14004 uma diretriz. Os princípios-chave ISO14004. Os princípios-chave

ISO 14004:2004. ISO14004 uma diretriz. Os princípios-chave ISO14004. Os princípios-chave ISO14004 uma diretriz ISO 14004:2004 Sistemas de Gestão Ambiental, Diretrizes Gerais, Princípios, Sistema e Técnicas de Apoio Prof.Dr.Daniel Bertoli Gonçalves FACENS 1 Seu propósito geral é auxiliar as

Leia mais

Garantia da qualidade em projeto de construção e montagem eletromecânica

Garantia da qualidade em projeto de construção e montagem eletromecânica Instituto de Educação Tecnológica Pós-graduação Gestão de Projetos - Turma nº 151 30 de novembro 2015 Garantia da qualidade em projeto de construção e montagem eletromecânica Renata Maciel da Silva renata.maciel55@gmail.com

Leia mais

Desempenho de Operações. EAD 0763 Aula 2 Livro Texto Cap.2 Leonardo Gomes

Desempenho de Operações. EAD 0763 Aula 2 Livro Texto Cap.2 Leonardo Gomes Desempenho de Operações EAD 0763 Aula 2 Livro Texto Cap.2 Leonardo Gomes Agenda da aula 1 Desempenho de operações 2 Estudo de caso Capítulo 2- Desempenho de Operações Desempenho de operações Como avaliar

Leia mais

Proposta de novos Indicadores para Gestão em Setores de Manutenção

Proposta de novos Indicadores para Gestão em Setores de Manutenção SEGeT Simpósio de Excelência em Gestão e Tecnologia 1 Proposta de novos Indicadores para Gestão em Setores de Manutenção RESUMO Atualmente, as organizações vêm buscando incessantemente novas ferramentas

Leia mais

Medindo a Produtividade do Desenvolvimento de Aplicativos

Medindo a Produtividade do Desenvolvimento de Aplicativos Medindo a Produtividade do Desenvolvimento de Aplicativos Por Allan J. Albrecht Proc. Joint SHARE/GUIDE/IBM Application Development Symposium (October, 1979), 83-92 IBM Corporation, White Plains, New York

Leia mais

TELEMETRIA APLICADA A MANUTENÇÃO DE CAMINHÕES: UM ESTUDO SOBRE SEUS EFEITOS NO SETOR DE MANUTENÇÃO DE UMA EMPRESA MINERADORA

TELEMETRIA APLICADA A MANUTENÇÃO DE CAMINHÕES: UM ESTUDO SOBRE SEUS EFEITOS NO SETOR DE MANUTENÇÃO DE UMA EMPRESA MINERADORA TELEMETRIA APLICADA A MANUTENÇÃO DE CAMINHÕES: UM ESTUDO SOBRE SEUS EFEITOS NO SETOR DE MANUTENÇÃO DE UMA EMPRESA MINERADORA Fernando Silva de Araujo Porto (FUNCESI) fernando.porto@funcesi.br Victor Newman

Leia mais

Especialidade em Ativos Calibração Conformidade Metrológica

Especialidade em Ativos Calibração Conformidade Metrológica Especialidade em Ativos Calibração Conformidade Metrológica Metrologia é a Ciência da Medida Uma reputação de qualidade é um dos bens de mais alto valor de uma empresa. A grande importância de uma alta

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ TM 285 MANUTENÇÃO INDUSTRIAL

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ TM 285 MANUTENÇÃO INDUSTRIAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ TM 285 MANUTENÇÃO INDUSTRIAL CURITIBA DEZEMBRO / 2011 1 INTRODUÇÃO 1.1 - Conceitos Do dicionário: Manutenção = Ato de manter Manter = Sustentar, defender Exemplos: manutenção

Leia mais

TEXTO: INTRODUÇÃO AO SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL

TEXTO: INTRODUÇÃO AO SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL FACENS / IAT Instituto de Aperfeiçoamento Tecnológico Curso de Pós-Graduação MBA Lato-Sensu em: Gestão, Auditoria e Perícia Ambiental Disciplina: Gerenciamento e Controle Ambiental Carga horária: 24h Prof.

Leia mais

EXTRATO DA POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS

EXTRATO DA POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS 1 OBJETIVO Fornecer as diretrizes para a Gestão de Riscos da Fibria, assim como conceituar, detalhar e documentar as atividades a ela relacionadas. 2 ABRANGÊNCIA Abrange todas as áreas da Fibria que, direta

Leia mais

Desenvolve Minas. Modelo de Excelência da Gestão

Desenvolve Minas. Modelo de Excelência da Gestão Desenvolve Minas Modelo de Excelência da Gestão O que é o MEG? O Modelo de Excelência da Gestão (MEG) possibilita a avaliação do grau de maturidade da gestão, pontuando processos gerenciais e resultados

Leia mais

NORMA ISO 14004. Sistemas de Gestão Ambiental, Diretrizes Gerais, Princípios, Sistema e Técnicas de Apoio

NORMA ISO 14004. Sistemas de Gestão Ambiental, Diretrizes Gerais, Princípios, Sistema e Técnicas de Apoio Página 1 NORMA ISO 14004 Sistemas de Gestão Ambiental, Diretrizes Gerais, Princípios, Sistema e Técnicas de Apoio (votação 10/02/96. Rev.1) 0. INTRODUÇÃO 0.1 Resumo geral 0.2 Benefícios de se ter um Sistema

Leia mais

Auditoria como ferramenta de gestão de fornecedores durante o desenvolvimento de produtos

Auditoria como ferramenta de gestão de fornecedores durante o desenvolvimento de produtos Auditoria como ferramenta de gestão de fornecedores durante o desenvolvimento de produtos Giovani faria Muniz (FEG Unesp) giovanifaria@directnet.com.br Jorge Muniz (FEG Unesp) jorgemuniz@feg.unesp.br Eduardo

Leia mais

Como Identificar e Definir os Processos da sua Empresa

Como Identificar e Definir os Processos da sua Empresa Como Identificar e Definir os Processos da sua Empresa Mapeamento e Padronização de Processos Organizacionais Mateus Pizetta Aline Milani Todos os Direitos Reservados 2014 Introdução: Este material foi

Leia mais

ASPECTOS CONCEITUAIS OBJETIVOS planejamento tomada de decisão

ASPECTOS CONCEITUAIS OBJETIVOS planejamento tomada de decisão FACULDADES INTEGRADAS DO TAPAJÓS DISCIPLINA: CONTABILIDADE GERENCIAL PROFESSOR: JOSÉ DE JESUS PINHEIRO NETO ASSUNTO: REVISÃO CONCEITUAL EM CONTABILIDADE DE CUSTOS ASPECTOS CONCEITUAIS A Contabilidade de

Leia mais

Qualidade é o grau no qual um conjunto de características inerentes satisfaz a requisitos. ISO 9001:2008

Qualidade é o grau no qual um conjunto de características inerentes satisfaz a requisitos. ISO 9001:2008 1 Sumário 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. Introdução...3 Ferramentas da Qualidade...4 Fluxograma...5 Cartas de Controle...7 Diagrama de Ishikawa...9 Folha de Verificação...11 Histograma...13 8. 9. 10. Gráfico de

Leia mais

Capítulo 2 Objetivos e benefícios de um Sistema de Informação

Capítulo 2 Objetivos e benefícios de um Sistema de Informação Capítulo 2 Objetivos e benefícios de um Sistema de Informação 2.1 OBJETIVO, FOCO E CARACTERÍSTICAS DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO. Os Sistemas de Informação, independentemente de seu nível ou classificação,

Leia mais

ANEXO 03 PROCESSO DE GARANTIA DA QUALIDADE PROCERGS

ANEXO 03 PROCESSO DE GARANTIA DA QUALIDADE PROCERGS ANEXO 03 PROCESSO DE GARANTIA DA QUALIDADE PROCERGS 1. Visão Geral No processo de desenvolvimento é fundamental estar atento para a qualidade do software que será desenvolvido. Mas o que é ter qualidade?

Leia mais

APLICAÇÃO DA AUDITORIA BASEADA EM RISCOS (ABR) PARA DEFINIÇÃO DAS AÇÕES DO PAINT

APLICAÇÃO DA AUDITORIA BASEADA EM RISCOS (ABR) PARA DEFINIÇÃO DAS AÇÕES DO PAINT APLICAÇÃO DA AUDITORIA BASEADA EM RISCOS (ABR) PARA DEFINIÇÃO DAS AÇÕES DO PAINT Junho - 2015 ROTEIRO DA APRESENTAÇÃO Ações do Plano Anual de Atividades de Auditoria Interna (PAINT) Gestão de riscos: um

Leia mais

NORMA NBR ISO 9001:2008

NORMA NBR ISO 9001:2008 NORMA NBR ISO 9001:2008 Introdução 0.1 Generalidades Convém que a adoção de um sistema de gestão da qualidade seja uma decisão estratégica de uma organização. O projeto e a implementação de um sistema

Leia mais

GERENCIAMENTO DE ESCOPO EM PROJETOS LOGÍSTICOS: Um Estudo de Caso em um Operador Logístico Brasileiro

GERENCIAMENTO DE ESCOPO EM PROJETOS LOGÍSTICOS: Um Estudo de Caso em um Operador Logístico Brasileiro GERENCIAMENTO DE ESCOPO EM PROJETOS LOGÍSTICOS: Um Estudo de Caso em um Operador Logístico Brasileiro Matheus de Aguiar Sillos matheus.sillos@pmlog.com.br AGV Logística Rua Edgar Marchiori, 255, Distrito

Leia mais

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL DO BANCO COOPERATIVO SICREDI E EMPRESAS CONTROLADAS

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL DO BANCO COOPERATIVO SICREDI E EMPRESAS CONTROLADAS ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL DO BANCO COOPERATIVO SICREDI E EMPRESAS CONTROLADAS Versão : 31 de dezembro de 2008 CONTEÚDO 1. INTRODUÇÃO...3 2. ORGANIZAÇÃO DA GESTÃO DE RISCO OPERACIONAL...3

Leia mais

CobiT. MBA em Sistemas de Informação. Conteúdo. 1. Sumário Executivo. 2. Estrutura. 3. Objetivos de Controle. 4. Diretrizes de Gerenciamento

CobiT. MBA em Sistemas de Informação. Conteúdo. 1. Sumário Executivo. 2. Estrutura. 3. Objetivos de Controle. 4. Diretrizes de Gerenciamento MBA em Sistemas de Informação CobiT Conteúdo 1. Sumário Executivo 2. Estrutura 3. Objetivos de Controle 4. Diretrizes de Gerenciamento 5. Modelo de Maturidade 6. Guia de Certificação de TI 7. Implementação

Leia mais

Política de Gerenciamento de Risco Operacional

Política de Gerenciamento de Risco Operacional Política de Gerenciamento de Risco Operacional Departamento Controles Internos e Compliance Fevereiro/2011 Versão 4.0 Conteúdo 1. Introdução... 3 2. Definição de Risco Operacional... 3 3. Estrutura de

Leia mais

PROCEDIMENTO GERAL PARA ROTULAGEM AMBIENTAL FALCÃO BAUER ECOLABEL BRASIL

PROCEDIMENTO GERAL PARA ROTULAGEM AMBIENTAL FALCÃO BAUER ECOLABEL BRASIL 1. Introdução O Falcão Bauer Ecolabel é um programa de rotulagem ambiental voluntário que visa demonstrar o desempenho ambiental de produtos e serviços através da avaliação da conformidade do produto com

Leia mais

MANUAL INTEGRADO DOS SISTEMAS DO MEIO AMBIENTE E DE SAÚDE OCUPACIONAL E SEGURANÇA (EHS)

MANUAL INTEGRADO DOS SISTEMAS DO MEIO AMBIENTE E DE SAÚDE OCUPACIONAL E SEGURANÇA (EHS) 1/20 DO MEIO AMBIENTE E DE SAÚDE Emitido pelo Coordenador de EHS Luis Fernando Rocha Aguiar Aprovado pela Gerência da Usina de Itaúna Valério Toledo de Oliveira 2/20 Índice: 1 Objetivo e campo de aplicação

Leia mais

Sumário 1 APRESENTAÇÃO...3 2 LINHAS GERAIS...4. 2.1. Diretrizes Básicas... 4 2.3. Objetivos... 4 2.4. Público-Alvo... 4

Sumário 1 APRESENTAÇÃO...3 2 LINHAS GERAIS...4. 2.1. Diretrizes Básicas... 4 2.3. Objetivos... 4 2.4. Público-Alvo... 4 Planejamento Estratégico do Sindicato Caderno de Orientações para Outubro de 2008 Sumário 1 APRESENTAÇÃO...3 2 LINHAS GERAIS...4 2.1. Diretrizes Básicas... 4 2.3. Objetivos... 4 2.4. Público-Alvo... 4

Leia mais

Responsável pelo projeto: Gustavo Adolpho Castilho Freire - Assessor E-mail: gustavo@ibge.gov.br

Responsável pelo projeto: Gustavo Adolpho Castilho Freire - Assessor E-mail: gustavo@ibge.gov.br 1 Experiência: Sistema de Suprimento de Fundos Instituição: Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE Coordenação de Orçamento e Finanças Coordenador: Reinaldo Silva Pereira E-mail:

Leia mais

CÓPIA MINISTÉRIO DA FAZENDA Conselho Administrativo de Recursos Fiscais

CÓPIA MINISTÉRIO DA FAZENDA Conselho Administrativo de Recursos Fiscais Fl. 2 MINISTÉRIO DA FAZENDA Conselho Administrativo de Recursos Fiscais PORTARIA CARF Nº 64, DE 18 DE NOVEMBRO DE 2015. Dispõe sobre a Política de Gestão de Riscos do Conselho Administrativo de Recursos

Leia mais

RAPHAEL MANDARINO JUNIOR Diretor do Departamento de Segurança da Informação e Comunicações

RAPHAEL MANDARINO JUNIOR Diretor do Departamento de Segurança da Informação e Comunicações 04/IN01/DSIC/GSI/PR 01 15/FEV/13 1/8 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Gabinete de Segurança Institucional Departamento de Segurança da Informação e Comunicações GESTÃO DE RISCOS DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÕES

Leia mais

SERÁ ENCAMINHADO AO CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO O NOVO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MATERIAIS, COM INÍCIO PREVISTO PARA 2008

SERÁ ENCAMINHADO AO CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO O NOVO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MATERIAIS, COM INÍCIO PREVISTO PARA 2008 SERÁ ENCAMINHADO AO CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO O NOVO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MATERIAIS, COM INÍCIO PREVISTO PARA 2008 CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MATERIAIS PROJETO PEDAGÓGICO I OBJETIVOS

Leia mais

ANÁLISE DAS FERRAMENTAS E DO CONTROLE DA QUALIDADE E PROCESSO

ANÁLISE DAS FERRAMENTAS E DO CONTROLE DA QUALIDADE E PROCESSO 1 ANÁLISE DAS FERRAMENTAS E DO CONTROLE DA QUALIDADE E PROCESSO Solange de Fátima Machado 1 Renato Francisco Saldanha Silva 2 Valdecil de Souza 3 Resumo No presente estudo foi abordada a análise das ferramentas

Leia mais

RECONHECIMENTO, OPORTUNIDADES E AUTONOMIA COMO FATOR MOTIVACIONAL. UM ESTUDO DE CASO NA EMPRESA MARF.

RECONHECIMENTO, OPORTUNIDADES E AUTONOMIA COMO FATOR MOTIVACIONAL. UM ESTUDO DE CASO NA EMPRESA MARF. RECONHECIMENTO, OPORTUNIDADES E AUTONOMIA COMO FATOR MOTIVACIONAL. UM ESTUDO DE CASO NA EMPRESA MARF. Danilo Domingos Gonzales Simão 1 Fábio Augusto Martins Pereira 2 Gisele Maciel de Lima 3 Jaqueline

Leia mais

SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA ISO 9001 - UMA ESTRATÉGIA PARA ALAVANCAR A GESTÃO OPERACIONAL NA ELETRONORTE

SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA ISO 9001 - UMA ESTRATÉGIA PARA ALAVANCAR A GESTÃO OPERACIONAL NA ELETRONORTE SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GOP - 23 16 a 21 Outubro de 2005 Curitiba - Paraná GRUPO IX GRUPO DE OPERAÇÃO DE SISTEMAS ELÉTRICOS - GOP ISO 9001 - UMA ESTRATÉGIA

Leia mais

11. NOÇÕES SOBRE CONFIABILIDADE:

11. NOÇÕES SOBRE CONFIABILIDADE: 11. NOÇÕES SOBRE CONFIABILIDADE: 11.1 INTRODUÇÃO A operação prolongada e eficaz dos sistemas produtivos de bens e serviços é uma exigência vital em muitos domínios. Nos serviços, como a Produção, Transporte

Leia mais

Núcleo de Pós Graduação Pitágoras

Núcleo de Pós Graduação Pitágoras Núcleo de Pós Graduação Pitágoras MBA Gestão em TI Disciplina: Administração de Suporte e Automação Gerenciamento de Suporte Professor: Fernando Zaidan Ago-2009 1 2 Contexto Área de TI lugar estratégico

Leia mais

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO: ELABORAÇÃO E UTILIZAÇÃO DE PROJETOS PEDAGÓGICOS NO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO: ELABORAÇÃO E UTILIZAÇÃO DE PROJETOS PEDAGÓGICOS NO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO: ELABORAÇÃO E UTILIZAÇÃO DE PROJETOS PEDAGÓGICOS NO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM Resumo Gisele Gomes Avelar Bernardes- UEG 1 Compreendendo que a educação é o ponto chave

Leia mais

Novidades do Guia PMBOK 5ª edição

Novidades do Guia PMBOK 5ª edição Novidades do Guia PMBOK 5ª edição Mauro Sotille, PMP O Guia PMBOK 5 a edição (A Guide to the Project Management Body of Knowledge (PMBOK Guide) Fifth Edition), em Inglês, foi lançado oficialmente pelo

Leia mais

POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCO E CONTROLES INTERNOS CAPITAL GESTÃO E INVESTIMENTOS LTDA

POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCO E CONTROLES INTERNOS CAPITAL GESTÃO E INVESTIMENTOS LTDA POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCO E CONTROLES INTERNOS CAPITAL GESTÃO E INVESTIMENTOS LTDA MAIO 2016 POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCO E CONTROLES INTERNOS 1 Objetivo Em conformidade com a IN-CVM 558/2015 esse documento

Leia mais

POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCO - PGR

POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCO - PGR POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCO - PGR DATASUS Maio 2013 Arquivo: Política de Gestão de Riscos Modelo: DOC-PGR Pág.: 1/12 SUMÁRIO 1. APRESENTAÇÃO...3 1.1. Justificativa...3 1.2. Objetivo...3 1.3. Aplicabilidade...4

Leia mais

ebook Tratamento das Reclamações dos Clientes nas Organizações

ebook Tratamento das Reclamações dos Clientes nas Organizações ebook Tratamento das Reclamações dos Clientes nas Organizações ParasalvaroeBookemseucomputador,aproxime o mouse do quadrado vermelho clique no ícone 0 INTRODUÇÃO 1 OBJETIVO PROGRAMA 2 REFERÊNCIAS NORMATIVAS

Leia mais

TERCEIRIZAÇÃO NA MANUTENÇÃO O DEBATE CONTINUA! Parte 2

TERCEIRIZAÇÃO NA MANUTENÇÃO O DEBATE CONTINUA! Parte 2 TERCEIRIZAÇÃO NA MANUTENÇÃO O DEBATE CONTINUA! Parte 2 Alan Kardec Pinto A abordagem desta importante ferramenta estratégica será feita em cinco partes, de modo a torná-la bem abrangente e, ao mesmo tempo,

Leia mais

Qualidade em Indústria de Biotecnologia

Qualidade em Indústria de Biotecnologia Qualidade em Indústria de Biotecnologia Aula 1 Prof a. Dr a Ilana L. B. C. Camargo Curso: Ciências Físicas e Biomoleculares Disciplina: Microbiologia e Biotecnologia Industrial IFSC - USP Automação no

Leia mais

Curso FMEA Análise dos Modos e Efeitos das Falhas

Curso FMEA Análise dos Modos e Efeitos das Falhas Curso FMEA Análise dos Modos e Efeitos das Falhas Importante instrumento da Estratégia Six Sigma *1 FMEA FAILURE MODE and EFFECTS ANALYSIS *2 A necessidade da montagem de um sistema preventivo e não corretivo,

Leia mais

Relatório de Boas Práticas

Relatório de Boas Práticas Relatório de Boas Práticas Nome da empresa: WEG EQUIPAMENTOS ELETRICOS S/A CNPJ: 07.175.725/0010-50 Responsável pela prática: Natalino Petry Cargo / Função: Chefe da seção QPOP E-Mail: natalinop@weg.net

Leia mais

Introdução. Escritório de projetos

Introdução. Escritório de projetos Introdução O Guia do Conhecimento em Gerenciamento de Projetos (Guia PMBOK ) é uma norma reconhecida para a profissão de gerenciamento de projetos. Um padrão é um documento formal que descreve normas,

Leia mais

Palavras-chaves: Gestão de Manutenção, Manutenção Preventiva, Planejamento, Programação

Palavras-chaves: Gestão de Manutenção, Manutenção Preventiva, Planejamento, Programação ESTRUTURAÇÃO DA GESTÃO DE MANUTENÇÃO DA LOGÍSTICA DE MOVIMENTAÇÃO INTERNA APÓS DESTERCEIRIZAÇÃO: PROGRAMAÇÃO, CONTROLE E PRÁTICA QUE FOMENTAM RESULTADOS Mara Grazielly Alves Guimaraes (PUC-MG) maragrazielly@yahoo.com.br

Leia mais

PRINCÍPIO: PERFEIÇÃO SISTEMA DE PRODUÇÃO VOLKSWAGEN

PRINCÍPIO: PERFEIÇÃO SISTEMA DE PRODUÇÃO VOLKSWAGEN PRINCÍPIO: PERFEIÇÃO SISTEMA DE PRODUÇÃO VOLKSWAGEN 1 SISTEMA DE PRODUÇÃO VOLKSWAGEN PRINCÍPIO: PERFEIÇÃO Manutenção Produtiva Total MANTER CONSERVAR PREVENIR REPARAR SUBSTITUIR ADEQUAR MELHORAR PRODUÇÃO

Leia mais

...estas abordagens contribuem para uma ação do nível operacional do design.

...estas abordagens contribuem para uma ação do nível operacional do design. Projetar, foi a tradução mais usada no Brasil para design, quando este se refere ao processo de design. Maldonado definiu que design é uma atividade de projeto que consiste em determinar as propriedades

Leia mais

GRUPO XII GRUPO DE ESTUDO DE E ASPECTOS TÉCNICOS E GERENCIAIS DE MANUTENÇÃO EM INSTALAÇÕES ELÉTRICAS - GMI

GRUPO XII GRUPO DE ESTUDO DE E ASPECTOS TÉCNICOS E GERENCIAIS DE MANUTENÇÃO EM INSTALAÇÕES ELÉTRICAS - GMI SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GMI 06 16 a 21 Outubro de 2005 Curitiba - Paraná GRUPO XII GRUPO DE ESTUDO DE E ASPECTOS TÉCNICOS E GERENCIAIS DE EM INSTALAÇÕES

Leia mais

RAPHAEL MANDARINO JUNIOR Diretor do Departamento de Segurança da Informação e Comunicações

RAPHAEL MANDARINO JUNIOR Diretor do Departamento de Segurança da Informação e Comunicações 04/IN01/DSIC/GSIPR 00 14/AGO/09 1/6 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Gabinete de Segurança Institucional Departamento de Segurança da Informação e Comunicações GESTÃO DE RISCOS DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÕES

Leia mais

So,fit 4 Transport Release Notes Versão 1.7

So,fit 4 Transport Release Notes Versão 1.7 NOVAS FUNCIONALIDADES Cadastros gerais Criado cadastro de Eixo, na categoria Veículo, onde são cadastradas as informações que servirão de base para o cadastro de layouts dos veículos. São cadastrados os

Leia mais

PROCEDIMENTO GERAL. Identificação e Avaliação de Aspectos e Impactos Ambientais

PROCEDIMENTO GERAL. Identificação e Avaliação de Aspectos e Impactos Ambientais PÁG. 1/8 1. OBJETIVO Definir a sistemática para identificação e avaliação contínua dos aspectos ambientais das atividades, produtos, serviços e instalações a fim de determinar quais desses tenham ou possam

Leia mais

Programa de Gestão de Fornecedores. da White Martins. Sua chave para o sucesso

Programa de Gestão de Fornecedores. da White Martins. Sua chave para o sucesso Programa de Gestão de Fornecedores da White Martins Sua chave para o sucesso Quem Somos A White Martins representa na América do Sul a Praxair, uma das maiores companhias de gases industriais e medicinais

Leia mais

Objetivos. Histórico. Out/11 2. Out/11 3

Objetivos. Histórico. Out/11 2. Out/11 3 Objetivos Histórico Evolução da Qualidade Princípios de Deming CMMI Conceitos Vantagens Representações Detalhamento Gerenciamento Comparação Out/11 2 Histórico SW-CMM (Software Capability Maturity Model):

Leia mais

Gestão por Competências

Gestão por Competências Gestão por Competências Definição de Gestão Gerir, assim como administrar tem a ver com todo o controle e ações propostas de um conjunto que pode envolver pessoas, empresas e clientes. Gerir é conseguir

Leia mais

NORMA BRASILEIRA DE CONTABILIDADE TÉCNICA DO SETOR PÚBLICO NBCT (IPSAS)

NORMA BRASILEIRA DE CONTABILIDADE TÉCNICA DO SETOR PÚBLICO NBCT (IPSAS) NORMA BRASILEIRA DE CONTABILIDADE TÉCNICA DO SETOR PÚBLICO NBCT (IPSAS) Temas para Discussão 1) DISPOSIÇÕES GERAIS 2) DEFINIÇÕES GERAIS 3) CARACTERÍSTICAS E ATRIBUTOS DA INFORMAÇÃO DE CUSTOS 4) EVIDENCIAÇÃO

Leia mais

O SISTEMA DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS (S.I.G.) APLICADO EM SUPRIMENTOS E PROCESSOS DECISÓRIOS

O SISTEMA DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS (S.I.G.) APLICADO EM SUPRIMENTOS E PROCESSOS DECISÓRIOS O SISTEMA DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS (S.I.G.) APLICADO EM SUPRIMENTOS E PROCESSOS DECISÓRIOS Hugo Bianchi BOSSOLANI 1 RESUMO: Sistema de Informações Gerenciais (S.I.G.) é o processo de transformação de

Leia mais

Um Modelo de Sistema de Gestão da Segurança da Informação Baseado nas Normas ABNT NBR ISO/IEC 27001:2006, 27002:2005 e 27005:2008

Um Modelo de Sistema de Gestão da Segurança da Informação Baseado nas Normas ABNT NBR ISO/IEC 27001:2006, 27002:2005 e 27005:2008 REVISTA TELECOMUNICAÇÕES, VOL. 15, Nº01, JUNHO DE 2013 1 Um Modelo de Sistema de Gestão da Segurança da Baseado nas Normas ABNT NBR ISO/IEC 27001:2006, 27002:2005 e 27005:2008 Valdeci Otacilio dos Santos

Leia mais

As 12 boas práticas da Gestão de Dados Moderna

As 12 boas práticas da Gestão de Dados Moderna As 12 boas práticas da Gestão de Dados Moderna Bergson Lopes contato@bergsonlopes.com.br www.bergsonlopes.com.br Dados do Palestrante Bergson Lopes Rego, PMP é especialista em Gestão de Dados, Gerenciamento

Leia mais