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2 Alunos Participantes Ana Carolina Paixão De Queiroz Daniel Mathias Rosenfeld Eduardo Andrés Fernandez Marins Fabio Marelli Thut Felipe Morelli Guazzelli Francisco de Asis Corrales Arbeloa Gabriel Amara Gabriel Mathias Rosenfeld Gabriela Nusbaum João Pedro Garrido Magnani Júlia Costanza Gonzalez Pedro José Curiati Chaddad Yanni Barreto Donati Participações Especiais Equipe Dante Em Foco Mirim Leonardo Lombardero Sanchez Rafael Moraes Bonsanti Presidente do Colégio Dante Alighieri Dr. José de Oliveira Messina Diretora-Geral Pedagógica Profª. Silvana Leporace Professoras Orientadoras da Oficina Valdenice Minatel Melo de Cerqueira Verônica Martins Cannatá Jornalistas Orientadores da Oficina Barbara Endo Felipe Guerra Projeto Gráfico Thiago Maldonado Jornalista Responsável Fernando Homem de Montes MTb Dante em Foco Exemplares Acesse nossos blogs Envie suas críticas e sugestões para o Alameda Jaú, CEP SP Tel.: (11) FOCO Outubro 2013

3 SUMÁRIO Editorial Brasileiros no espaço Vivendo no mundo da lua Treinamento de choque Roupas espaciais, mais que especiais Entrevista com pedro Nehme Imagens de outros planetas Veículos espaciais Acidentes acontecem Espaço sideral chega à Alameda Jaú Indo para o espaço, literalmente! A galáxia em suas roupas Guia de curiosidades espaciais Star Food - Uma jornada gastronômica Guia de aplicativos O que os nossos olhos não veem Espaço e cultura: uma aliança terráquea O espaço inspira o cinema Outubro 2013 FOCO 3

4 Foto: sxc.hu Editorial: O olhar além de uma escola Por Barbara Endo e Felipe Guerra Não existe dúvida de que a temática espacial desperta o interesse e aguça a curiosidade de muitas pessoas. Quem nunca pensou, por exemplo, em como seria viajar para o espaço? Ou na possibilidade da existência de vida fora da Terra? As ciências do espaço servem para despertar em nós esse desejo de explorar, descobrir e aprender. Sabemos que a Astronomia, a Astronáutica e as Ciências Espaciais servem como portas de entrada para o conhecimento em diversas áreas como Física, Química, Matemática, Geografia, História e muito mais. Não à toa, tais campos são estudados há muitos séculos Leonardo da Vinci ( ) e Galileu Galilei ( ), que dão nome a dois edifícios do Colégio Dante Alighieri, foram grandes expoentes em várias dessas áreas. E, no ano em que o Colégio lança o programa de Educação Espacial, nós, da Dante Em Foco, não poderíamos deixar de registrar esse passo tão importante que alia a tradição do Colégio à modernidade dos estudos do espaço. Nossa matéria de capa permitirá a melhor compreensão do que é a Educação Espacial e de como ela será implementada no Dante. Aqui, você encontrará conteúdo relacionado a diversas questões, como, por exemplo, quais foram os principais acidentes espaciais que ocorreram até hoje, como é a vida dos astronautas e o que esses profissionais comem, entre várias outras curiosidades. Além disso, você também poderá conferir uma entrevista exclusiva com Pedro Nehme, que será o segundo brasileiro a ir para o espaço. Faça uma ótima leitura e divirta-se nesta jornada! 4 FOCO Outubro 2013

5 Brasileiros no espaço Por Daniel Rosenfeld Sim, os Estados Unidos são a maior referência mundial quando se fala no envio de pessoas para o espaço. Mas o Brasil também tem seus heróis. Confira, abaixo, um breve perfil de cada um deles: Marcos Pontes Em junho de 1998, Pontes foi selecionado para o programa espacial da NASA, para a candidatura a que o país tinha direito, pelo fato de integrar o esforço multinacional de construção da Estação Espacial Internacional (ISS). Iniciou o treinamento no Johnson Space Center, em Houston, e, em 2000, foi declarado astronauta da NASA. Foto: Enquanto esperava a vez de ir ao espaço, Marcos Pontes foi designado para o Escritório de Astronautas para Operações na Estação Orbital, onde trabalhou no setor de missões técnicas. Em outubro de 2005, durante uma visita oficial do então presidente Luís Inácio Lula da Silva à Rússia, foi assinado um acordo de cooperação entre os dois países, possibilitando assim a ida de Marcos Pontes à Estação Espacial Internacional. Foto: Divulgação AEB Pedro Nehme O estudante de Engenharia Elétrica na UnB (Universidade de Brasília) Pedro Henrique Doria Nehme, de 21 anos, é o segundo brasileiro a ir para o espaço. Ele venceu uma promoção da companhia aérea KLM, batizada de Space Flight, e ganhou uma vaga na nave Lynch, da Space Expedition Cor- poration (SXC). A viagem está marcada para o início de 2014 e custa US$ 107 mil (cerca de R$ 223 mil). Pedro fez um estágio de nove meses em um centro da NASA, nos EUA, no ano passado e, atualmente, é estagiário da Agência Espacial Brasileira. Outubro 2013 FOCO 5

6 Vivendo No Mundo da Lua Por João Pedro Magnani Já lhe disseram que você vive no mundo da lua? Bem, por mais que isso queira dizer que você é desatento, viver no espaço não é tão simples assim. Atividades cotidianas como fazer um sanduíche ou até dormir podem se tornar um grande desafio. No espaço, a gravidade é tão pequena que é quase impossível percebê-la, portanto, dormir deitado é um luxo que os astronautas não têm. Na Estação Espacial Internacional, os viajantes espaciais dormem em sacos de dormir presos na parede da nave, porém, segundo o engenheiro-astronauta Chris Hadfield, como não há gravidade, mesmo dormindo em pé, é possível relaxar o corpo inteiro durante o sono. Segundo ele, no espaço até uma simples janela pode se tornar uma distração. As janelas são ímãs, as imagens que podemos avistar delas são magníficas, podem te manter entretido durante horas, conta Hadfield a respeito das distrações que existem no espaço. Chris ficou famoso recentemente por postar vídeos na internet diretamente da ISS (sigla em inglês para Estação Espacial Internacional) mostrando a vida cotidiana no espaço. Alguns de seus vídeos mais famosos o mostram fazendo um sanduíche, escovando os dentes e se barbeando. Para Chris, uma das atividades mais difíceis é se barbear, pois os pelos faciais podem sair voando pelo módulo espacial e acabar entrando no computador central. O astronauta se previne usando um aspirador de pó compacto. Foto: youtube.com/chrishadfield Outras atividades também se tornam muito mais difíceis no espaço. Escovar os dentes, por exemplo, requer que o astronauta engula a pasta de dente que resta em sua boca após a escovação, já que não existem pias no espaço. Foto: youtube.com/chrishadfield 6 FOCO Outubro 2013

7 Apesar de ter que tomar cuidados extras em algumas atividades banais na Terra, Hadfield diz divertir- -se muito fazendo sanduíches: Você não precisa ficar segurando sempre seu sanduíche, ele nunca vai cair no chão! Foto: youtube.com/chrishadfield Porém, pela falta de água corrente na ISS, depois de se deliciar com um sanduíche, a única forma de limpar as mãos é com lencinhos desinfetantes, feitos especialmente para atuar como água e sabão em uma pia. Aliás, esses lencinhos são a única forma que os astronautas têm de se limpar, pois não é possível ter água corrente no espaço. A água na ISS é estocada em pequenos saquinhos com canudos, e brincar com ela também pode ser muito divertido. Certa vez, Chris, por sugestão de duas internautas americanas, decidiu ver o que acontecia quando se torcia um pano molhado na gravidade zero. Aliás, essa interação entre a ISS e os internautas só começou recentemente, quando implantaram conexão com a internet via satélite na estação. Quem sabe não apareçam mais astronautas vlogueiros por aí? Os vídeos de Chris, inclusive o resultado da experiência do pano molhado, podem ser encontrados em: Nas fotos retiradas do canal de vídeos de Chris Hadfield no Youtube, o astronauta canadense aparece mostrando situações cotidianas, como torcer um pano, comer e barbear-se, para mostrar as principais dificuldades de viver em um ambiente sem gravidade Foto: youtube.com/chrishadfield Outubro 2013 FOCO 7

8 Treinamento de choque Por Gabriel Rosenfeld Você acha que é fácil ser astronauta? Está muito enganado se pensa que ser astronauta é simplesmente colocar o macacão e entrar num foguete. Se bem que, há alguns anos, os treinamentos para ser astronauta têm sido muito menos rigorosos para os possíveis futuros astronautas do que anteriormente. No passado, a NASA submetia seus astronautas em treinamento a verdadeiras sessões de tortura para prepará-los para o espaço. Os testes consistiam, por exemplo, em amarrá-los a centrífugas e girá-los até desmaiarem. Os candidatos a astronauta também davam mergulhos de até 7 mil metros para experimentar a ausência de peso, além de consertar cópias das partes do ônibus espacial embaixo d água por oito horas. Hoje em dia, para se tornar astronauta, não é mais preciso ser homem, com idade entre 25 e 40 anos, ter menos de 1,60 m, ter curso superior, e ser um piloto de teste da Força Aérea com três anos de experiência. Atualmente, as mulheres também podem se inscrever. Não há mais a centrífuga, isso porque os trajes reduzem os efeitos colaterais da força gravitacional, como vômitos, desmaios e o rompimento de vasos sanguíneos. As principais exigências para ser um verdadeiro astronauta hoje em dia são: um treinamento básico (que dura aproximadamente dois anos), um treinamento em jatos, simuladores, piscinas e em salas de aula, onde os candidatos realizam cursos complementares a fim de se prepararem para o desafio do espaço. Foto: marcospontes.net Nas fotos, é possível observar partes do treinamento realizado pelo astronauta brasileiro Marcos Pontes 8 FOCO Outubro 2013

9 Roupas espaciais, mais que especiais Por Francisco Arbeloa Sem o traje espacial, um astronauta duraria apenas alguns segundos no espaço. Para se ter uma ideia da importância dos trajes espaciais, basta dizer que eles devem criar uma pressão interna artificial, o que evita que o corpo do astronauta se despedace e seja atraído pelo vácuo. Em resumo, a roupa espacial tem as seguintes funções: Proteger contra as variações de temperatura; Proteger contra a radiação solar; Proteger contra o impacto de micrometeoritos, que podem se chocar contra o traje como se fossem um tiro; Regular a temperatura do corpo do astronauta; Impedir que o vácuo quase absoluto do espaço cause problemas para o astronauta; Evitar atrito, mesmo que pequeno, com os corpos existentes no espaço; Controlar a pressão arterial. O primeiro traje espacial: SK-1 Apesar de inventores autônomos terem começado a desenvolver roupas espaciais já na década de 1930, somente em 1961, durante a corrida espacial que marcou a Guerra Fria, que o primeiro traje foi usado por um homem no espaço. O cosmonauta russo Yuri Gagarin vestiu o SK-1 em 12 de abril de 1961, no primeiro voo tripulado por um ser humano, a bordo da aeronave Vostok 1. Criado pela empresa Zvezda, o modelo foi desenhado especificamente para o piloto e usado em outros voos da missão Vostok até A camada externa laranja era feita de nylon, e o modelo era inteiriço (nem mesmo o capacete podia ser removido). Tendo em vista a sobrevivência de Gagarin, o SK-1 contava com um colar de borracha inflável (para o caso de pouso na água), um forro de pressão com conectores de suporte à vida e mangueiras de comunicação. Uma curiosidade: havia um espelho costurado na manga, para auxiliar a encontrar itens difíceis, como interruptores. Outubro 2013 FOCO 9

10 Conversando com Pedro Nehme Por Equipe Dante Em Foco Pedro Nehme é o segundo brasileiro a ir para o espaço. Ele concorreu com 129 mil pessoas e ganhou uma promoção realizada pela companhia aérea holandesa KLM, que o levará a bordo de uma viagem suborbital no início de Pedro viajará a bordo de uma nave da empresa Space Expedition Corporation (SXC). O lançamento será em Curaçao, no Caribe. Com duração de uma hora, o voo atingirá uma altura aproximada de 100 quilômetros, cruzando a chamada linha de Kármán. A equipe da Dante Em Foco conversou com Pedro Nehme e fez uma entrevista exclusiva para vocês! Confira: Dante Em Foco: O que o levou a participar do sorteio para o voo? Pedro Nehme: Estava vendo um vídeo no Youtube e, antes do vídeo começar, apareceu o comercial dessa competição promovida pela KLM. Achei muito interessante, pois estavam usando algo científico (um balão meteorológico) para uma atividade comercial e para um fim inusitado, fazer uma viagem pelo espaço. Entrei no site e resolvi participar sem pretensão alguma de ganhar a competição. Dante Em Foco: Vai haver algum tipo de treinamento para a sua viagem? Se houver, conte como vai ser. Pedro Nehme: Sim, haverá. Os treinamentos servem para simular algumas partes críticas da missão. Nessas partes, o corpo é submetido a sensações novas, como acelerações de 4 g e ambiente de microgravidade. Como o voo dura apenas 1 hora, esse treinamento é suficiente. O treinamento é composto por 3 sessões: um voo em um caça Albatroz L-39, um voo Zero G Flight e uma sessão no simulador da SpaceXC. A primeira sessão serve basicamente para submeter o corpo a acelerações de 4 g, a segunda para experimentar o ambiente de microgravidade, e a terceira para experimentar a sequência de acontecimentos do voo. Dante Em Foco: Quais são as suas expectativas e o que você pretende aprender com a viagem? 10 FOCO Outubro 2013

11 Foto: Divulgação AEB Pedro Nehme: Bom, essa é uma experiência única e poucas pessoas já viram a Terra de cima. Acredito que toda experiência agrega valor de alguma forma. Ser um dos precursores do turismo espacial, um setor em que as expectativas são muito altas, é talvez sentir, ainda que em menor escala, a experiência que os primeiros astronautas tiveram, quando ainda orbitar a Terra era um grande desafio. Dante Em Foco: Como essa viagem ao espaço poderá contribuir com a sua carreira e com seus projetos na UnB? Pedro Nehme: Ainda não tenho ao certo as consequências que essa viagem vai trazer para minha carreira. É certo que no setor aeroespacial o fator experiência conta bastante. Algumas portas vão se abrir, primeiramente no setor de turismo espacial, em que as expectativas de crescimento para os próximos anos são muito altas. Quanto aos projetos da UnB, ela vai servir para consolidar ainda mais todas as iniciativas do Laboratório de Inovação e Ciências Aeroespaciais que estão sendo implementadas. A princípio, a espaçonave que vai me levar tem compartimentos para experimentos em microgravidade, que poderão ser utilizados para testar projetos, inclusive o LAICAnSat-1, que estou desenvolvendo na UnB. Dante Em Foco: Sabemos que você está, atualmente, desenvolvendo o projeto de um microssatélite universitário, juntamente com a equipe do Laboratório de Automação e Robótica da Faculdade de Tecnologia (LARA). Você pode nos explicar melhor esse projeto? Pedro Nehme: O projeto é uma mistura de CanSat e balão meteorológico. Basicamente, é uma estrutura cilíndrica (carga útil) de 15 cm x 30 cm que carrega uma câmera e Outubro 2013 FOCO 11

12 diversos sensores meteorológicos para medir temperatura, pressão, umidade, nível UV. A carga útill sobe em um balão de gás hélio de mais ou menos 3 m de diâmetro. O balão deve estourar a mais ou menos 31 km. Nesse momento, um parapente se abrirá e, através de 2 motores, a carga útil descerá como se fosse um paraquedista, tirando fotos da superfície e gravando os dados dos sensores. Queremos desenvolver uma plataforma de baixo custo para sensoriamento remoto, o que tem implicações economicas diretas. Essa plataforma, por exemplo, pode ser usada para o monitoramento de queimadas, assim como para o controle da produção agrícola do país, etc. Dante Em Foco: Qual a importância de viagens como a sua para o desenvolvimento da educação espacial nas escolas brasileiras? Pedro Nehme: Talvez essa viagem aproxime o espaço de diversos estudantes no Brasil. Hoje já existem diversas iniciativas para essa aproximação, como os CanSats, nanossatélites e picossatélites. As escolas já podem desenvolver e lançar seus próprios satélites, com componentes disponíveis comercialmente. Essa aproximação é muito importante, pois mostra que matemática, física, química e as disciplinas STEM são extremamente úteis e efetivamente utilizadas por profissionais todos os dias. Uma das grandes dificuldades hoje no Brasil é fazer essa aproximação. Ainda mais nas gerações que crescem envoltas por tecnologia. É preciso tornar as aulas muito mais interessantes, e é muito mais interessante e gratificante, por exemplo, projetar, desenvolver Pedro Nehme é estudante da UnB e participou de um intercâmbio nos Estados Unidos em Na foto, ele aparece trabalhando em um dos laboratórios do Centro de Voos Espaciais Goddard, da Nasa Foto: Arquivo pessoal 12 FOCO Outubro 2013

13 e lançar algo aplicando os conhecimentos de sala de aula. Dante Em Foco: Você disse em uma entrevista que, após a viagem, pretende ajudar o setor espacial brasileiro a crescer. Você acredita que o Brasil já pode oferecer a infraestrutura necessária para avançarmos, em termos tecnológicos, nesse campo de estudo? Pedro Nehme: Bom, não só após a viagem, mas no momento eu faço isso todos os dias quando vou trabalhar. A situação hoje é bastante complicada, tanto do ponto de vista orçamentário como burocático. E isso é bastante frustrante, pois o que limita hoje o crescimento nesse setor não é a falta de competência técnica nem de mão de obra qualificada. Mão de obra vai aparecer a partir do momento em que esse setor for prioridade para o governo, e assim começar a receber investimentos significativos. Uma comparação rápida com os BRICs mostra que o investimento realizado pelo governo brasileiro é muito menor do que o investimento realizado por qualquer um dos outros países. Isso talvez seja uma consequência direta da falta de conhecimento dos diversos benefícios que o setor aeroespacial pode trazer para a sociedade. Por exemplo, todo mundo tem uma antena apontada para o céu para assistir ao jornal à noite, mas quase ninguém lembra que isso só é possível porque existe um satélite a Outubro 2013 FOCO milhares de quilômetros da Terra. Dante Em Foco: Você já estagiou na NASA. Pretende voltar aos Estados Unidos para obter uma maior especialização na área? Pedro Nehme: É uma das possibilidades. Trabalhar nos EUA é uma experiência muito enriquecedora, tanto pela experiência pessoal, como pelas pessoas que você conhece. Penso em voltar sim, para fazer pós-graduação ou mesmo para trabalhar na NASA. Mas ainda não está decidido, considero também as oportunidades que existem no Brasil, que aparentemente podem ser bem interessantes. Dante Em Foco: O que você acha da ideia de os programas de turismo espacial e as viagens espaciais deixarem de ser realizados apenas pelos governos de grandes países? Pedro Nehme: É uma tendência muito forte. Os grandes passos que a humanidade deu, com relação à tecnologia, foram investimentos do governo. Em um segundo momento, essa tecnologia é transferida para a indústria, quando se torna mais acessível, rentável, e um modelo de negócio é elaborado. No setor espacial essa transferência tem que ser feita naturalmente. O programa espacial americano é um dos mais antigos e mais bem-sucedidos. A indústria aeroespacial americana está tão consolidada, e eu tive a fe- 13

14 Pedro Nehme venceu a campanha Space Flight, que convidava os internautas a arriscar um palpite sobre quanto um balão conseguiria subir se fosse lançado no deserto de Nevada, nos Estados Unidos. Nehme deu o palpite mais próximo ao resultado oficial e, assim, será o segundo brasileiro a ir para o espaço Foto: Divulgação KLM licidade de comprovar isso quando trabalhei na NASA, que muitas das responsabilidades que antes eram da NASA agora são da indústria. É como se a NASA gastasse o tempo desenvolvendo os instrumentos complexos e novas tecnologias, e a indústria se encarregasse de fornecer as demais partes necessárias. Esse modelo só é possivel devido ao grande investimento do governo no setor espacial como um todo, tanto na indústria quanto na própria NASA. Dante Em Foco: O que falta para que voos comerciais comecem a ser efetuados até a estação espacial? Pedro Nehme: Acredito que não serão realizados voos comerciais para a ISS pelo fato de ser um laboratório em órbita. Os astronautas estão efetivamente trabalhando, dando continuidade a experimentos, enviando relatórios sobre o andamento das atividades. Muitos astronautas relatam que é muito gratificante morar na ISS, mas que o trabalho é muito puxado. Por isso acredito que os turistas iriam atrapalhar o andamento desses experimentos e eventualmente atrapalhar alguma atividade. Talvez seja possível viagens esporádicas e agendadas, mas não creio que seja explorado comercialmente. Entretanto, existem alguns projetos para construir hotéis no espaço, o que seria uma espécie de ISS para turistas, onde eles poderiam passar um ou dois dias e retornar à Terra. É bem possível que isso se torne comercial em um espaço de tempo relativamente curto. Dante Em Foco: Já que você se provou muito bom de chute, qual é o seu chute para o futuro das viagens espaciais? 14 FOCO Outubro 2013

15 Pedro Nehme: Creio que existem algumas barreiras técnicas a serem transpostas para que viagens a Marte, por exemplo, sejam viáveis, tais como sistema de propulsão, isolamento da cápsula contra radiação, etc. Além disso, existem limitações físicas e psicológicas do ser humano para tais viagens, o que, na minha opinião, são os maiores impedimentos desse tipo de viagem. Acho que, na verdade, são necessárias mais iniciativas para preservar o nosso planeta e diminuir o impacto que causamos do que iniciativas para exploração humana em outros planetas (acho que robôs fazem muito bem o trabalho nesse caso). Pedro Nehme: Continuem estudando e buscando conhecimento fora dos padrões. Busquem o conhecimento além da sala de aula. A internet proporciona isso. A quantidade de informação acumulada na internet é muito grande, e informações de todas as partes do mundo. A educação formal hoje não é interessante e existem diversas discussões sobre a validade disso. Entretanto, é necessário complementar essa educação formal com atividades práticas extraclasse, muitas vezes por conta própria. Busquem atividades práticas, pensem e desenvolvam projetos, construam esses projetos. O conhecimento existe para sustentar as atividades práticas, e não para ficar nos livros. Dante Em Foco: E, para finalizar, qual é a mensagem que você deixaria para os jovens estudantes que, assim como você, possuem interesse pela questão espacial? Foto: Ascom do MCTI Outubro 2013 FOCO 15

16 Imagens de outros planetas Por Fabio Thut Foto: European Southern Observatory Você conhece o termo fotografia espacial? Isso mesmo, são fotos do espaço sideral. Elas são obtidas aqui da Terra, por meio de telescópios apropriados para essa atividade, ou por satélites, que ficam em órbita em torno do planeta, ou então são lançados no espaço. Também existem fotos feitas pelos astronautas, que captam algumas imagens dentro e fora da nave. Os mais interessados pela astrofotografia são os astrônomos amadores ou profissionais e as organizações espaciais, como a NASA. As fotos são geralmente obtidas por satélites, dos quais o mais famoso é o Hubble. As imagens registradas com maior frequência são do Sol e de estrelas, mas há também as fotos tiradas de planetas do sistema solar. Esses registros visam desvendar os mistérios do espaço sideral, e influenciam, inclusive, na busca de vida fora da Terra. Uma maneira de acompanhar de forma leiga é buscar as imagens postadas por cientistas, astrônomos e amadores em diferentes sites que podem ser localizados de maneira simples por meio do Google. As fotos tiradas do Universo no próprio espaço sideral são as mais belas e caras do mundo, demandando um investimento de 40 bilhões de euros, no período de 10 anos. Embora o valor seja alto, os cientistas e fotógrafos espaciais acreditam que a contribuição dessas imagens nos estudos astronômicos é imensurável, isso sem falar na imensa beleza que chega aos nossos olhos. 16 FOCO Outubro 2013

17 VEÍCULOS ESPACIAIS Por Pedro Chaddad Com certeza você pensa em foguetes quando se fala em veículos que vão para o espaço, mas há muitos outros que podem ser qualificados para missões espaciais. É a NASA quem determina a produção e a forma de utilização deles. Confira, a seguir, dois veículos muito diferentes dos tradicionais foguetes e com funções muito importantes. Um protótipo de carro produzido para missões espaciais que deu certo é o veículo alpinista batizado de Curiosity. Ele faz parte da missão Laboratório Científico de Marte (MSL, na sigla em inglês), que no total vai custar 2,5 bilhões de dólares (o equivalente a cerca de R$ 4,65 bi). O Curiosity foi enviado para a superfície de Marte em agosto de 2012, com o objetivo de verificar a possibilidade de vida no planeta, além de estudar o clima e a atmosfera e coletar dados para o envio de uma futura missão tripulada a Marte. Outro veículo de exploração espacial que a NASA planeja enviar ao espaço é a Sunjammer, uma vela espacial movida a energia solar, com lançamento previsto para O projeto pretende usar células fotovoltaicas para abastecer um satélite, que coletará dados e imagens a três mil quilômetros do planeta Terra. Além disso, o modelo usado na criação da vela espacial servirá de exemplo para o desenvolvimento de outras tecnologias aeroespaciais que funcionem a partir de energia limpa, o que reduz o impacto dos combustíveis sem que o satélite seja menos eficiente. Segundo a Nasa, a Sunjammer ajudará a recolher lixo espacial e contribuirá com a comunicação entre as expedições espaciais e as centrais de controle na Terra. Sunjammer Foto: Divulgação NASA Curiosity. Foto: Divulgação NASA Outubro 2013 FOCO 17

18 Acidentes acontecem Por Julia Costanza No Brasil, em 2010, foram registrados mortes por acidentes de carro. Mas, e no espaço? Qual será o número de mortes envolvendo acidentes espaciais? Quais serão os acidentes que mais deram prejuízo econômico? Qual é o mais recente? Será que já houve algum acidente desse tipo no Brasil? O acidente mais caro e mais recente registrado até hoje foi o do ônibus espacial Columbia, que causou um prejuízo de US$ 13 bilhões. Ele ocorreu no dia 1º de fevereiro de 2003, durante a fase de reentrada na atmosfera terrestre, a apenas dezesseis minutos de tocar o solo, causando a destruição total da nave e a perda dos sete astronautas que compunham a tripulação. No Brasil, houve um acidente em 2003, durante o lançamento de dois satélites que seriam colocados em órbita pela Agência Espacial Brasileira. O foguete que levaria os equipamentos ao espaço explodiu, causando a morte de 21 funcionários do Centro Técnico Aeroespacial (CTA), de São José dos Campos (SP). Quer saber mais? Então veja uma lista com os principais acidentes espaciais que ocorreram ao longo da história: 23 de Abril de 1967 Nave Soyuz 1 e 2 O acidente ocorreu devido a problemas técnicos na Soyuz 1, que deveria se encontrar com a Soyuz 2. Isso acabou não apenas retardando o lançamento da Soyuz 2, como tirando a vida do astronauta a bordo da Soyuz 1, o coronel Vladimir Komarov. 28 de Janeiro de 1986 Ônibus espacial Challenger Acidente ocorrido devido a uma explosão que matou a tripulação de seis astronautas e a professora Christa McAuliffe, primeira civil a participar de um voo espacial. 18 FOCO Outubro 2013

19 3 de Maio de 1986 Foguete Delta Explodiu pouco depois do lançamento, no Cabo Canaveral. Ele levava um satélite climático de 57 milhões de dólares. 1º de Dezembro de 1994 Foguete Ariane 70 Caiu no Atlântico transportando o satélite de telecomunicações PanAmsat-3, de 150 milhões de dólares, após lançamento de Kourou, Guiana Francesa. 11 de Dezembro de 2002 Foguete Ariane 5 Explodiu pouco depois do lançamento de Kourou, na Guiana Francesa, destruindo dois satélites mesmo depois de ter passado por melhorias. 12 de Agosto de 1998 Foguete Titan 4A Explodiu pouco depois do lançamento. Foi um dos desastres mais caros. O custo do foguete e de sua carga de satélite militar foi estimado em mais de 1 bilhão de dólares. 27 de Agosto de 1998 Foguete Delta 3 Explodiu em uma bola de fogo de 225 milhões de dólares pouco depois do lançamento para seu voo inaugural. 23 de Setembro de 1999 Nave da Mars Climate Orbiter Desintegrou-se ao entrar na atmosfera de Marte por causa de confusões entre seus construtores sobre unidades métricas e inglesas. 3 de Dezembro de 1999 Sonda Mars Polar Perdeu contato com a Terra após chegar a Marte. A missão custou 165 milhões de dólares. 15 de Agosto de 2002 Sonda Contour Explodiu após deixar a Terra. A missão, iniciada em 3 de julho, tinha como objetivo chegar a cometas. Outubro 2013 FOCO 19

20 O Espaço Sideral chega à Alameda Jaú Por Leonardo Sanchez e Rafael Bonsanti O conhecimento e as descobertas do homem sobre o espaço, referido há poucos anos como algo longínquo e basicamente inatingível, estão hoje muito avançadas, aproximando da Terra e das salas de aula essa realidade tão distante. A chamada educação espacial, hoje já muito madura em muitos países, ainda está chegando ao Brasil, que, apesar de possuir projetos bem desenvolvidos no campo, ainda tem muito o que fazer para se destacar na área. Nesse sentido, o Colégio Dante Alighieri e outras escolas brasileiras vêm trabalhando em projetos práticos para aproximar seus alunos dessa área tão presente nas nossas vidas. Com o objetivo de tomar conhecimento do que é a educação espacial e como ela é tratada fora do Brasil, o Dante levou um grupo de professores e uma conselheira do Colégio aos Estados Unidos para visitarem, entre outros lugares, uma escola pública, uma escola particular, uma universidade, as instalações da NASA e museus relacionados ao tema. Foram escalados a coordenadora do Departamento de Ciências, profª Sandra Tonidandel, o coordenador do Departamento de Física, prof. Renato Laurato, a coordenadora do Departamento de Química, profª Clemance Santos, a professora de Biologia Helika Chikuchi e a conselheira Flávia Piovacari. Na viagem, foi possível notar o contraste na seriedade com que é tratada a educação espacial fora do Brasil. Vimos escolas particulares na Califórnia que já trabalham com experimentações feitas pelos alunos para mandá- -las para o espaço, disse a profª Clemance, que contou também sobre as intenções do Colégio de desenvolver experiências com os alunos do Cientista Aprendiz para enviá-las aos Estados Unidos e, possivelmente, à Estação Espacial Internacional. Um aspecto notado pelo prof. Renato, de Física, foi a integração entre os diferentes centros de pesquisa espalhados pelos Estados Unidos, o que inclui escolas tanto particulares como públicas. Uma escola sabe 20 FOCO Outubro 2013

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