4Deputado Arlindo Chinaglia fala dos grandes desafios da saúde. XXX Congresso: excelência científica em junho, no Recife

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1 Publicação Trimestral da Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista Ano XI Número 1 Janeiro a Março de 2008 SIMPÓSIOS INTERNACIONAIS SBHCI: A CARDIOLOGIA INTERVENCIONISTA BRASILEIRA INTEGRAda ao CENÁRIO MUNDIAL Especialistas lotaram o evento Casos ao vivo de alta complexidade Frans Van de Werf, Marie-Claude Morice, Cindy L. Grines e Luiz Alberto Mattos Comissão Científica preparou uma programação de elevado nível para o XXX Congresso XXX Congresso: excelência científica em junho, no Recife especial Ministro da Saúde faz raio X exclusivo da especialidade 4 4Presidente da SOBRICE aponta os novos rumos da radiologia intervencionista 4Deputado Arlindo Chinaglia fala dos grandes desafios da saúde

2 opinião opinião Marcelo de Freitas, Luciana Constant Daher, César Medeiros e Marcelo Cantarelli o coração deve falar mais alto O ano de 2008 se inicia, e a alma humana se renova com os momentos de celebração que marcam o fim de uma fase e o início de novo ciclo. Os dias são, na realidade, ininterruptos, porém a convenção os faz diferentes. Assim, o Jornal da SBHCI renova aos associados e leitores seu desejo máximo, como órgão informativo, que é o de estar mais próximo de seus sócios, levando notícias, divulgando eventos, e recebendo opiniões e críticas. O ano de 2007 foi um ano excepcional para nossa Sociedade, com mudanças estatutárias profundas, elaboração de diretrizes em parceria com a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), implantação do Censo SBHCI, e parcerias com associações de outros países, para citar apenas alguns feitos. Temos pela frente uma agenda repleta de eventos, principal motivação da atual Diretoria: educação continuada e alcance de novas fronteiras do conhecimento, culminando com o objetivo final, que é a qualidade e o fortalecimento profissional. Seria possível unificar todas essas palavras e traduzi-las como ÉTICA? Num mundo dividido entre o real, que nos atordoa com sua violência cotidiana, e o ideal, que nos oferece a esperança de uma vida melhor, pensemos nas palavras profundamente humanas de Goethe: Ah, o que sei toda gente o pode saber, mas o meu coração só a mim pertence. Boa leitura. Os editores O futuro começa agora Vamos em frente, não temos tempo a perder... O Jornal da SBHCI está se tornando mais abrangente, seja pela interação com os diversos responsáveis diretos pela Saúde no Brasil seja pelo gerenciamento de grupamentos societários reconhecidos. Espero que a leitura desta edição do Jornal, cujo conteúdo está cada vez mais consistente, seja agradável e proveitosa. Segundo pesquisa recente efetivada durante os últimos simpósios realizados no Rio de Janeiro pela Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista (SBHCI), mais de 80% dos entrevistados consideram os serviços prestados pela Diretoria de Comunicações muito bons, a maioria manuseia e lê grande parte das reportagens do Jornal, e, surpreendentemente, 30% solicitam que o mesmo passe a ter periodicidade bimestral. Parabéns a toda a equipe de Comunicações, gerenciada pelo dr. Rogério Sarmento-Leite, de Porto Alegre, RS. Aproveito a oportunidade para convidar os leitores a participar do Programa de Educação Continuada (PEC-SBHCI), uma iniciativa também pioneira, que irá percorrer o Brasil em nossos encontros cardiológicos ao longo do primeiro semestre de Confira nesta edição do Jornal. Cabe, neste editorial, o deslinde de um foco de conflito antigo, reativado com a entrega no Conselho Federal de Medicina/ Associação Médica Brasileira (CFM-AMB), pela administração anterior, do projeto de especialidade cardiovascular. Como já divulgado, o simples pleito dessa ambição, não apenas cardiológica mas cardiovascular, recusado em fevereiro de 2006 por unanimidade pelos órgãos reguladores das entidades médicas brasileiras, precipitou o despertar de uma guerra até então inexistente, retirando das profundezas do passado o levante da hibernação de uma questão inevitável: o compartilhamento de procedimentos entre profissionais pertencentes a grupamentos médicos distintos. Começamos, de pouco em pouco, a enfrentar esse obstáculo, inicialmente reconhecendo e nos familiarizando com os componentes dessa batalha, seus propósitos, argumentos, objetivos, e nos colocando na posição oposta. Finalmente, podemos anunciar que uma solução perene e conciliadora estará a caminho em É fato conhecido que fomos os pioneiros em exames diagnósticos angiográficos e terapêuticos nos territórios não-cardíacos, mas o advento da angioplastia coronária focou a maioria de nossos profissionais, no ensejo de proporcionar bons e consistentes resultados na revascularização miocárdica percutânea. Fomos bem-sucedidos nessa empreitada, sendo o advento dos stents coronários fator soberano na equalização dos resultados para nossos pacientes, de modo amplo e federativo. Em paralelo, é inegável que os radiologistas se dedicaram à prática intervencionista, vascular e não-vascular, assim como ao advento da neurointervenção. Em todas essas atuações há profissionais de origens distintas, fato incomum na Cardiologia Intervencionista. O compartilhamento fica evidenciado ao observarmos que as técnicas intervencionistas atraíram tanto cirurgiões vasculares como neurocirurgiões. A necessidade de balizar a certificação começa a se tornar premente. O retorno à prática endovascular apresenta dois perfis de profissionais: aqueles que persistiram na prática e na atuação constante e os novos profissionais, treinados por radiologistas intervencionistas, em geral com um ano adicional, em média, mas que na origem são cardiologistas intervencionistas. Perdemos aos poucos a capacitação de abonar e justificar esses procedimentos, seja na Saúde Suplementar ano XI - N o 1 - Janeiro a Março

3 seja no Sistema Público de Saúde. Como proceder e como proporcionar aos nossos colegas esse direito tão perene? Em final de 2007, iniciei conversações, em tom coloquial, com a dra. Valéria Cardoso de Souza, presidente de nossa coirmã Sociedade Brasileira de Radiologia Intervencionista e Cirurgia Endovascular (SOBRICE). As semelhanças são óbvias: SOBRICE e SBHCI são ambas áreas de atuação do Colégio Brasileiro de Radiologia (CBR) e da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), cujos profissionais, radiologistas ou cardiologistas, têm formação essencialmente clínica, jamais cirúrgica. Confira a entrevista com nossa colega Valéria nesta edição. A partir de encontros informais, eu e a dra. Valéria evoluímos para encontros formais com nossos respectivos diretores e conselheiros, culminando com uma reunião presencial com os drs. Fernando Alves Moreira, presidente do CBR, e Aldemir Humberto Soares, vice-presidente da AMB e ex-presidente do CBR, entidade que dirigiu por sete anos. Os dois anos de Cardiologia Intervencionista obtidos pelos nossos profissionais, condicionados à comprovação da obtenção do Título de Especialista em Cardiologia (TEC) da SBC e do Certificado de Área da Atuação em Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista, serão aceitos como pré-requisito para a obtenção de mais um título, registrado na AMB, na área de atuação da Radiologia Intervencionista e da Angiorradiologia Diagnóstica, destinado a nossos pares interessados em progredir com proficiência e reconhecimento nessa outra área de atuação. Ambas as sociedades, SOBRICE e SBHCI, caminham juntas para a implementação desse projeto de certificação compartilhada já em Os cardiologistas intervencionistas terão que se submeter a treinamento de um ano em centro determinado e credenciado por um profissional da SOBRICE e se submeter a uma prova, com banca também compartilhada, para obtenção do certificado, como explicitado e registrado na AMB. Ganham assim, oficialmente, o mercado de trabalho e a independência. O treinamento por um ano permite o acesso à radiologia intervencionista vascular, mas inibe o acesso a procedimentos não-vasculares e à neurointervenção. Os profissionais já atuantes serão submetidos, caso a caso, a análise curricular, de referências e da comprovação da prática clínica desses procedimentos, com resultados positivos e sustentados, prática freqüente e não ocasional. A banca será composta de membros de ambas as sociedades, suficientemente proficientes para evitar questionamentos. A reciprocidade para a prática da intervenção coronária será possível, desde que também sigam os preceitos de ensino e treinamento a que somos submetidos, e se submetam à realização de teste objetivo de conhecimentos, elaborado pela nossa Comissão Permanente de Certificação (CPC). Saliento que, como bem comentado pelo experiente colega dr. Aldemir Humberto Soares, nosso titulo é fechado, ou seja, exige a comprovação da Cardiologia (TEC). Assim, estaremos expedindo um certificado atestando que o profissional advindo da Radiologia Intervencionista foi treinado e aprovado na prática da Cardiologia Intervencionista, embora, nesse momento, sem a possibilidade de registro na AMB. Essa proposta, apresentada ao Conselho Deliberativo da SBHCI dia 7 de março, foi aprovada por unanimidade. Agora a proposta será apresentada e divulgada para análise de todos os nossos sócios, culminando com a deliberação em Assembléia Ordinária, a ser realizada dia 19 de junho próximo, em Recife. Compareça, ouça, leia, informe-se sobre o assunto, confira se o mesmo é de seu interesse e fortaleça nossas decisões. Paralelamente ao objetivo de expandir a divulgação deste e de outros assuntos de interesse profissional, estaremos promovendo o II Fórum de Qualidade Profissional da SBHCI, dia 18 de junho, no Centro de Convenções de Pernambuco, com programa atual e de tópicos pungentes. Embora mantenhamos relações científicas com outras Sociedades, a parceria com a SOBRICE, representada pela elegante e determinada dra. Valéria, irá amparar, treinar e certificar nossos novos profissionais interessados na execução da Radiologia Intervencionista Vascular, balizando com proficiência reconhecida a qualificação necessária para que nossos pacientes recebam o melhor e mais correto tratamento intervencionista. O futuro é hoje. E, quem sabe, com a instituição desse inédito programa de compartilhamento, vislumbrando um pouco além do futuro imediato, novos profissionais, de origem cardiológica e certificados nesse processo, venham a se tornar centros de treinamento de novos colegas, compondo, assim, o ciclo infinito do conhecimento, que não tem dono ou reserva e pertence a quem de fato é reconhecido pela prática de um ato médico. É mais fácil obter o que se deseja com um sorriso do que à ponta da espada. William Shakespeare Luiz Alberto Mattos Presidente palavra do presidente Jornal da SBHCI

4 EXCELÊNCIA EM RECICLAGEM XXX Congresso da SBHCI: maturidade com constante renovação Luiz Alberto Mattos* É com enorme satisfação que anunciamos a realização do XXX Congresso da Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista (SBHCI), a ser realizado no Centro de Convenções da EMPETUR, no Recife, Pernambuco, de 18 a 20 de junho de O Congresso de nossa Sociedade atinge sua maturidade, seja em periodicidade seja em objetivos e conteúdo. Procuramos atender e implementar todas as solicitações angariadas após a finalização do último Congresso. O evento deste ano, no Recife, foi concentrado em dois dias plenos de atividades, com início no dia 18, às 8h30, e encerramento no dia 20, às 16 horas, uma sexta-feira. O pré-congresso será realizado no dia 18 de junho, e constará de três atividades: II Curso de Tomografia de Múltiplos Detectores: Diagnóstico da Doença Arterial Coronária; II Fórum de Qualidade Profissional da SBHCI; Curso de Enfermagem e Técnicos em Cardiologia Intervencionista. Com a concorrência de outros eventos científicos qualificados, é necessário manter constante atenção e dedicação, para que possamos ombrear com os demais e vicejar, florescendo a cada ano e vencendo o desafio de oferecer um evento que cumpra seus objetivos primordiais, quais sejam: a educação continuada ampla (do simples e básico até o complexo, do controverso ao inédito na prática clínica), a abrangência (atingindo ampla faixa de público, como estudantes, médicos, cardiologistas, jovens intervencionistas, enfermeiras e técnicos) e a promoção de congraçamento social e cordialidade, proporcionando discussão superlativa e profícua nessas 48 horas de intensa e ativa interação. Você pode perguntar: Por que devo comparecer ao XXX Congresso da SBHCI 2008 no Recife? Confira nossas 10 motivações no boxe ao lado. Contamos com a participação ativa e assídua de todos os cardiologistas, sócios da SBHCI e profissionais da Saúde. Até Recife! * Presidente da SBHCI 1 Fortalecimento societário de nossa agremiação, com o encontro técnico e científico e a oportunidade de comparecimento à Assembléia Ordinária anual, ao fórum livre de debates e às deliberações decisivas para o contínuo crescimento de nossa profissão. 2 Excelência em reciclagem científica, oferecida por profissionais representativos e qualificados, amparados por nove convidados internacionais reconhecidos. 3 Apresentação e discussão das mais recentes pesquisas originais em Cardiologia Intervencionista realizadas no Brasil, dentre as quais as 16 melhores (quantidade inédita) serão premiadas. 4 Discussão interativa de 10 casos clínicos, relacionados a tratamento intervencionista percutâneo da doença arterial coronária, filmados ao vivo em três hospitais do Recife, envolvendo 10 sócios titulares experientes nas tomadas de decisão dentro da sala de exames. 5 Aprendizado e atualização, por meio de debates informais e conferências com renomados palestrantes, dentre os quais já confirmaram a participação Spencer King III, Thierry Lefevre, James Ferguson, Emerson Perin, Shigeru Saito e Pedro Canas. Sem dúvida um elenco imperdível. 6 Aperfeiçoamento, por meio de cursos satélites, no diagnóstico da anatomia coronária pela tomografia de múltiplos detectores e novas estratégias para vias de acesso intervencionista, como a técnica transradial, com cursos ministrados por especialistas e acrescidos de hands on em simuladores. 7 Dinâmico e vibrante curso de Intervenção em Cardiopatias Congênitas, dirigido pelo diretor de Intervenção em Cardiopatia Congênita da SBHCI, dr. César A. Esteves, com a transmissão de procedimentos realizados ao vivo em cardiopatias complexas diretamente do Hospital IMIP, do Recife, amparados por dois operadores internacionais, Evan Zahn e Shakeel Qureshi. 8 Cursos dirigidos ao profissional da Saúde dedicado ao atendimento da Cardiologia Intervencionista, abrangendo do treinamento básico ao de mais alta complexidade, liderados pelo nosso Departamento de Enfermagem DEZ MOTIVOS PARA IR AO EVENTO EM RECIFE Abertura oficial, a ser realizada na quartafeira, dia 18, valorizando os 100 anos de frevo no Recife. E, certamente, perder-se por completo e esquecer um pouco de nosso cotidiano, após as 16 horas da sexta-feira, dia 20, na tranqüilidade das praias pernambucanas. ano XI - N o 1 - Janeiro a Março

5 NOVO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO EM NOVO FORMATO Luiz Alberto Mattos* E stamos preparando mais uma grade temática para nosso próximo encontro associativo nacional. O programa definitivo será enviado a você, sócio da Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista (SBHCI), em abril próximo, postado pelos Correios. As Comissões Científicas da SBHCI (central e regional de Pernambuco) trabalham intensamente desde setembro passado para proporcionar ao sócio mais uma ótima oportunidade de educação continuada diferenciada. Na quarta-feira, 18 de junho, teremos três atividades no Centro de Convenções de Olinda (CECON-Empetur): II Curso de Tomografia de Múltiplos Detectores: Diagnóstico da Doença Arterial Coronária, sob coordenação do GERT/SBC (Grupo de Estudos em Radiologia e Tomografia); II Fórum de Qualidade Profissional da SBHCI e Curso de Enfermagem e Técnicos em Cardiologia Intervencionista. As atividades científicas foram concentradas em quatro auditórios principais, durante os dias 19 e 20 de junho: dois para doenças adquiridas cardiovasculares (com atividades simultâneas, plenas e similares com temáticas distintas), um para o Departamento de Enfermagem e profissionais da saúde, e o outro dedicado à Diretoria de Cardiopatias Congênitas da SBHCI. Durante esses dias, estarão disponíveis cinco salas de dicas, com simuladores e tutores qualificados: uma sala para o tema Emprego da Técnica Transradial: dos princípios à complexidade, patrocinado pela Terumo, e outras quatro para o tema Angiotomografia coronária por meio de múltiplos detectores, sob os auspícios da Philips, General Electric, Siemens e Toshiba. Não perca também o concurso de temas livres, patrocinado pela SBHCI, pelos Laboratórios Abbott e pela Medtronic, que oferecerá 16 prêmios. O Centro de Convenções da Empetur, localizado em Olinda, é amplo, confortável e dotado de climatização. A SBHCI disponibilizará microônibus oficiais, que farão o traslado dos hotéis localizados em Boa Viagem, em frente ao mar, até o Centro de Convenções, em percurso de cerca de 15 a 20 minutos. Uma ampla feira de exposições abrangerá todos os representantes de dispositivos percutâneos, assim como companhias de radiologia e farmacêuticas, oferecendo oportunidade única de renovar seus conhecimentos acerca dos aprimoramentos e lançamentos da indústria, proporcionando o cenário ideal tanto para elucidação de dúvidas como para incorporação de novos conhecimentos técnicos e efetivação de contatos comerciais. A Administração da SBHCI mais uma vez se esforça ao extremo para oferecer a você o que existe de melhor. Contamos com sua presença! * Presidente da SBHCI Grade de Atividades Científicas do XXX Congresso da SBHCI Recife, 2008 A programação científica está sendo cuidadosamente preparada para contemplar as mais diversas facetas da Cardiologia Intervencionista contemporânea, com a contribuição científica original ocupando um dos pilares mais sólidos do Congresso. O conteúdo central do evento será disponibilizado para a audiência durante dois dias somente (19 e 20 de junho) em dois auditórios, das 8h30 às 12 horas e das 14 às 16 horas. Serão oito módulos que incluirão conferências, controvérsias, apresentação dos melhores temas livres e discussão interativa dos casos filmados nos hospitais do Recife. Quarta-Feira 18/6/2008 Centro de Convenções Auditórios do CECON Hora Local Beberibe Brum Ribeira Capibaripe 8h30 10h Intervalo 10h30 12h Almoço 14h 16h Intervalo 16h30 18h30 19h30 22h Quinta-Feira 19/6/2008 Curso Pré-Congresso do Depto. de Enfermagem da SBHCI II Curso de Tomografia por Múltiplos Detectores: Diagnóstico da Doença Arterial Coronária GERT/SBHCI II Fórum de Qualidade Profissional da SBHCI Abertura Oficial do XXX Congressso da SBHCI Centro de Convenções Auditórios do CECON Hora Local Beberibe Brum Ribeira Capibaripe Temática 8h30 10h Intervalo 10h30 12h 12h 14h Simpósio de Almoço 14h 16h Intervalo 16h30 18h30 Simpósio Vespertino 18h30 20h30 Sexta-Feira 20/6/2008 Doenças Adquiridas Cardiovasculares Casos ao vivo editados e interativos, conferências, mesas-redondas, controvérsias e temas livres Enfermagem Atividades Bioassist CMS Medtronic Casos ao vivo editados e interativos, conferências, mesas-redondas, controvérsias e temas livres Terumo Assembléia Geral Ordinária da SBHCI Boston Scientific Atividades Microport Cardiopatias Congênitas Casos ao vivo, palestras, mesas-redondas e temas livres Casos ao vivo, palestras, mesas-redondas e temas livres Centro de Convenções Auditórios do CECON Hora Local Beberibe Brum Ribeira Capibaripe 8h30 10h Intervalo 10h30 12h 12h 14h Simpósio de Almoço 14h 16h Casos ao vivo editados e interativos, conferências, mesas-redondas, controvérsias e temas livres Cordis (J&J) Biotronik Casos ao vivo editados e interativos, conferências, mesas-redondas, controvérsias e temas livres Encerramento Atividades Atividades Casos ao vivo, palestras, mesas-redondas e temas livres Casos ao vivo, palestras, mesas-redondas e temas livres EXCELÊNCIA EM RECICLAGEM Jornal da SBHCI 5

6 EXCELÊNCIA EM RECICLAGEM CASOS CLÍNICOS COM A REALIZAÇÃO DE ANGIOPLASTIAS CORONÁRIAS AO VIVO, FILMADAS E EDITADAS Luiz Alberto Mattos* A Comissão Científica da Administração 2006/2009 da Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista (SBHCI) repetirá em 2008, na trigésima edição nacional de seu Congresso, no Recife, a preparação de casos clínicos com a realização de angioplastias coronárias ao vivo, filmadas e editadas. Em ampla discussão previamente realizada, deliberou-se que esse formato atenderia de maneira mais adequada aos objetivos de educação continuada, ensino, reciclagem, transmissão de novos conhecimentos e fomento de controvérsias, tanto para o jovem intervencionista como para aquele mais experiente. Nossos sócios podem se perguntar como é efetivado o processo de seleção de hospitais e de operadores, para o que se fazem necessários alguns esclarecimentos. Os critérios utilizados são sempre transparentes e imparciais. Inicialmente, a Comissão Científica designa um de seus membros para a coordenação dessa atividade, que, na edição de 2008, ficou a cargo do dr. Wilson Pimentel Filho (SP). Posteriormente, é feita uma vistoria em todos os hospitais da cidade escolhida como sede do Congresso anual, com mais de nove meses de antecedência. A perspectiva de filmagem de até dez casos logrou que deveríamos escolher até três instituições. De acordo com esses critérios, foram selecionadas os seguintes estabelecimentos: Real Hospital Português, Hospital Alfa Medical de Boa Viagem, e Memorial São José. Antes do final de 2007, foram enviadas cartas impressas e por meio eletrônico para todos os sócios titulares, adimplentes, pertencentes à Regional de Pernambuco, convidando-os a participar dessa importante atividade científica. Caso fossem recebidas mais de dez respostas afirmativas, o critério de escolha seria por longevidade associativa, ou seja, teria prioridade na escalação o sócio com inscrição mais antiga. Foram recebidas dez respostas afirmativas, e aqueles que não se manifestaram foram contatados por telefone, para confirmar seu desinteresse em participar. Os convidados para constituir a dupla com os operadores locais são membros da Comissão Científica central e colegas de experiência reconhecida, procurando compor um quadro federativo amplo e integrado, alternando com aqueles que participaram desse tipo de atividade em evento anterior, no caso o Congresso da SBHCI de 2007, realizado em Brasília. As filmagens de nove dos dez casos programados já foram consumadas com pleno êxito, sob o gerenciamento dedicado e atento do dr. Ricardo Pontes de Miranda, do Recife, que, juntamente com o dr. Flávio Roberto Oliveira, selecionaram casos de moderada a elevada complexidade, os quais certamente fomentarão discussão acalorada, incrementando o aprendizado que essas demonstrações práticas proporcionam tanto aos mais jovens como aos mais experientes. Estiveram em Recife, entre os dias 24 e 26 de fevereiro, os drs. Alcides Zago (RS), Wilson Pimentel Filho (SP), Marcelo Freitas Santos (PR), Fábio Sandoli de Brito Júnior (SP), Alexandre A. Abizaid (SP), Júlio Andrea Machado (RJ), Gilvan Oliveira Dourado (AL), José Armando Mangione (SP) e Marcelo Queiroga Lopes (PB), que, em conjunto com os colegas do Recife, drs. Edgar Victor Filho, Edmar Freire Borba Júnior, Ricardo Pontes de Miranda, Rui Freire Thompson Neto, Marcos O. Gusmão, Nelson Antonio Araujo, José Breno de Souza Filho e Flávio Roberto Oliveira, realizaram as filmagens de nove casos clínicos completos, sendo um no Memorial São José, dois no Real Hospital Português, e os demais no Hospital Alfa Medical de Boa Viagem. Resta um caso derradeiro, que será realizado no dia 3 de maio de 2008, em São Paulo (InCor/HC-FMUSP), sob a responsabilidade da dupla liderada pela dra. Maria do Rosário Leite e pelo dr. Expedito E. Ribeiro, a quem antecipadamente agradecemos, completando, assim a série de dez casos que compõem a grade científica dos dois dias de Congresso. A Administração da SBHCI somente tem a agradecer a dedicação e o profissionalismo de todos os médicos envolvidos nesse processo, que, em ambiente de muita cordialidade, se encontraram para trabalhar juntos, auxiliando nossos pacientes e produzindo material didático da mais alta qualidade, fundamental para a certificação de novos profissionais, para a educação continuada de todos nós, e para a constante renovação de nosso aprendizado. Obrigado a todos e até Recife! * Presidente da SBHCI ano XI - N o 1 - Janeiro a Março

7 Professor Spencer King, uma das estrelas do XXX Congresso da SBHCI EXCELÊNCIA EM RECICLAGEM César Medeiros * O dr. King concede ao Jornal da SBHCI um depoimento exclusivo sobre os Entre os convidados para o próximo Congresso da Sociedade venção coronariana por ele primeiros cursos de inter- Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Inversity, em parceria com o dr. organizados na Emory Unitervencionista (SBHCI), em Andreas Gruentzig. Fala também sobre as evoluções da Recife, um nome aparece com grande destaque: é o do Cardiologia Intervencionista dr. Spencer B. King, professor Spencer B. King ao longo destes 30 anos. de Medicina da Emory University, diretor Os primeiros cursos de intervenção do Serviço de Cardiologia Intervencionista do Fuqua Heart Center, em Atlanta, curso que Andreas Gruentzig iniciou em coronariana da Emory basearam-se no Estados Unidos, e editor-chefe do recémcriado JACC Intervention. tela para retroprojeção em auditório com Zurique, na Suíça. Construí uma grande capacidade para 400 a 500 pessoas sentadas. Durante uma semana, duas vezes por ano, recebíamos todos os interessados em começar a realizar angioplastia. Andreas Gruentzig era um professor maravilhoso e os pioneiros em Cardiologia Intervencionista, em sua maioria, tiveram sua primeira experiência nesses cursos da Emory. Evidentemente que o programa de observar a mim e ao Andreas Gruentzig realizando angioplastias coronarianas era apenas um passo no processo de treinamento. Muitos médicos traziam pacientes para nosso centro e participavam de fato dos procedimentos conosco, a fim de ganhar experiência adicional. Grande parte do treinamento inicial em Cardiologia Intervencionista envolvia lidar com as numerosas complicações decorrentes dos dispositivos rudimentares utilizados à época. Hoje, com o uso quase universal dos stents, a cirurgia de revascularização miocárdica de emergência tornou-se uma raridade, mas à época cerca de 5% a 8% dos pacientes eram encaminhados à sala de cirurgia imediatamente após o procedimento intervencionista, pondera o dr. King. Andreas Gruentzig (à esquerda) e Spencer King (à direita) Ele comenta, ainda, que, atualmente, a Cardiologia Intervencionista cresceu demais e tornou-se uma especialidade. Mais de seis mil médicos já foram certificados pelo American Board of Internal Medicine nessa disciplina. Os programas formais de treinamento e exames de certificação são testemunhas do avanço. Agora a Cardiologia Intervencionista está se expandindo na abordagem dos vasos periféricos, incluindo as carótidas, e, mais recentemente, do tratamento de doenças cardíacas estruturais, como a insuficiência mitral e a estenose aórtica. O que o dr. Spencer pensa do XXX Congresso da SBHCI? Ele mesmo responde, demonstrando entusiasmo com a excelência dessa área da Cardiologia em nosso País: Tenho certeza de que o Congresso destacará os novos avanços, visto que o Brasil tem desempenhado papel de liderança no desenvolvimento de novas tecnologias na Cardiologia Intervencionista. * Editor do Jornal da SBHCI Jornal da SBHCI 7

8 prática em debate II FÓRUM DE QUALIDADE PROFISSIONAL DA SBHCI Luiz Alberto Mattos* Nossa Sociedade organizou, em 2007, dois encontros presenciais, dedicados à discussão dos diversos aspectos relacionados à prática de nossa profissão. O primeiro foi realizado em São Paulo, em fevereiro de 2007, com o fulcro na discussão do projeto da especialidade médica, submetido na administração passada ( ) e rejeitado no Conselho Federal de Medicina, com conseqüências negativas e imediatas aos nossos sócios, como o progressivo obstáculo à prática dos procedimentos extracardíacos ou endovasculares. Naquele evento, também foi oferecida uma oportunidade única de discussão relacionada a alta complexidade cardiovascular, custos, e aprovação de novos dispositivos, seja no Sistema Único de Saúde seja na saúde suplementar. A conclusão mais consistente desse evento foi que, enquanto não solucionarmos a pendência do compartilhamento dos procedimentos endovasculares, deveríamos seguir como uma área de atuação, tendo em vista o risco de uma nova solicitação de promoção a especialidade médica, apenas como cardiologistas intervencionistas, promover a interrupção definitiva da prática desses procedimentos. O segundo encontro foi efetivado na vigência do XXIX Congresso da SBHCI, em Brasília, e foi focado na discussão da promoção e da diferenciação dos centros intervencionistas brasileiros, por meio da criação e homologação de um selo de qualidade societário. A finalização e a publicação das Diretrizes que normatizarão os centros de treinamento e determinarão os padrões necessários para funcionamento de hospitais e médicos, cardiologistas intervencionistas, no primeiro semestre de 2008, em conjunto com a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), pavimentam os caminhos para a profissionalização de nosso grupamento, com critérios e normas a serem seguidos por todos, com o objetivo comum de Luiz Alberto Mattos fortalecimento profissional e elevação da qualidade de atendimento à população brasileira. Vivemos um momento de confirmação de nossos valores, seja pela evidência de honorários desprovidos de padronização, interferência gritante no ato médico, discussão áspera com provedores de saúde, principalmente na saúde suplementar, e denúncias de excessos de indicação de procedimentos intervencionistas percutâneos, com implante desnecessário e abusivo de stents coronários, movidos por finalidades desprovidas da ética profissional, qual seja a promoção do bem estar maior a nossos pacientes. O fomento de todas essas aspirações promove na Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista (SBHCI) a certeza de realizar o II Fórum de Qualidade Profissional da SBHCI, a ser efetivado como uma atividade exclusiva, previamente ao Congresso de nossa Sociedade, em sua trigésima edição, em Recife. O planejamento do evento, sob a coordenação da Administração e de seus diretores, está em pleno andamento, e a data prevista para sua realização é dia 18 de junho, uma quarta-feira, das 14 horas às 18h30. Esse horário foi pensado para possibilitar a participação de maior número de colegas no evento, os quais poderão agendar sua viagem para Recife no período da manhã e chegar à capital pernambucana próximo do início do evento, a tempo de se envolver nas discussões e também prestigiar a abertura oficial do Congresso. ano XI - N o 1 - Janeiro a Março

9 Para 2008 serão exploradas duas temáticas. A primeira, que já tem a confirmação da participação dos drs. Alberto Beltrame, diretor do Serviço de Atendimento Médico Especializado do Ministério da Saúde, e Alexandre Miranda Pagnoncelli, responsável pelo sistema de auditoria UNIMED-Sul, contará com as seguintes palestras e mesas-redondas: - Perspectivas Atuais e Futuras da Cardiologia Intervencionista no Sistema Único de Saúde do Ministério da Saúde do Brasil: ofertas de serviços, novas tecnologias, auditagem e renovação da tabela de serviços. - Saúde Suplementar e Alta Complexidade em Cardiologia Intervencionista: fiscalização e liberação de dispositivos dedicados à Cardiologia Intervencionista. - Auditoria na Alta Complexidade Médica: quais as recomendações atuais para a Cardiologia Intervencionista no Sistema UNIMED. A segunda temática está relacionada a nossa prática profissional diária, à discussão entre nossos pares sobre o fortalecimento de nossos sustentáculos, quais sejam: formação e certificação profissional, e qualidade do serviço prestado à população. Os temas abordados serão: - Recadastramento dos centros de treinamento em Cardiologia Intervencionista. - Implementação na prática clínica das novas Diretrizes SBC/SBHCI. - Selo de qualidade SBHCI. - Compartilhamento de atividades: a questão do extracardíaco/endovascular. Consideramos esses assuntos da maior relevância para nossos sócios. Não perca essa oportunidade única. Agende-se, programe-se e participe. A Administração da SBHCI abre cada vez mais fóruns de discussão dedicados à prática da nossa profissão. Esse é o momento de participar. Contamos com você. II FÓRUM DE QUALIDADE PROFISSIONAL SBHCI 2008 (atividade pré-congresso) INÍCIO FINAL ATIVIDADE TÍTULO PALESTRANTE APRESENTADOR 12h00 12h15 Abertura Oficial com lunch box 12h15 14h30 CARDIOLOGIA INTERVENCIONISTA NO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE BRASIL 12h15 12h35 Conferência I Perspectivas atuais e futuras da Cardiologia Intervencionista no Sistema Único de Saúde do Ministério da Saúde: ampliação da oferta de serviços, absorção de novas tecnologias, auditagem e renovação da tabela de reembolsos 12h35 13h00 Perguntas e Respostas Palestrantes e Debatedores 13h00 13h15 Conferência II Disparidades regionais na assistência cardiovascular brasileira: uma realidade sem solução? 13h15 13h30 Perguntas e Respostas Palestrantes e Debatedores 13h30 13h45 Conferência III 13h45 14h00 Conferência IV Vigilância pós-comercialização de materiais em Cardiologia Intervencionista: cenário atual e perspectivas futuras Saúde Complementar: incorporação de novos procedimentos e materiais em Cardiologia Intervencionista - Visão da Agência Nacional de Saúde 14h00 14h30 Perguntas e Respostas Palestrantes e Debatedores 14h30 15h00 Intervalo para Café 15h00 16h30 CARDIOLOGIA INTERVENCIONISTA E SAÚDE SUPLEMENTAR BRASILEIRA 15h00 15h20 Conferência III 15h20 15h40 Conferência IV 15h40 16h00 Conferência V Auditoria na alta complexidade médica: quais as recomendações atuais para a Cardiologia Intervencionista no Sistema UNIMED? Auditoria na alta complexidade médica: quais as recomendações atuais para a Cardiologia Intervencionista no Sistema UNIDAS? A indústria é mesmo o vilão da alta complexidade cardiovascular brasileira? Custo/benefício e liberação dos dispositivos 16h00 16h30 Perguntas e Respostas Palestrantes e Debatedores Luiz A. Mattos (SP) Presidente SBHCI Luiz A. Gubolino (SP) Diretor de Qualidade Profissional da SBHCI Convidado de Honra: Emilio César Zilli (RJ) Diretor de Qualidade Profissional da SBC Alberto Beltrame (DF) Diretor do Departamento de Atenção Especializada do Ministério da Saúde Antonio Luiz Pinho Ribeiro (MG) Diretor Clínico do HC/UFMG (MG) e Consultor do DAE do Ministério da Saúde Maria da Graça Sant Anna Hofmeister (DF) Chefe da Unidade de Tecnovigilância NUVIG/ANVISA/MS Martha Oliveira (DF) Responsável pelo GTTAP da Agência Nacional de Saúde Alexandre Pagnoncelli (RS) Coordenador da Câmara Técnica MBE da UNIMED-RS Regina Ribeiro Parisi Carvalho (SP) Vice-Presidente do Grupo UNIDAS Roberto Rodrigues (SP) Presidente da ABRAIDI 16h30 17h00 COMPARTILHAMENTO E CERTIFICAÇÃO PROFISSIONAL RADIOLOGIA INTERVENCIONISTA 16h00 16h15 Conferência VI 16h15 16h30 Conferência VII Como proceder para disciplinar o compartilhamento de procedimentos comuns a especialidades médicas e áreas de atuação pelos profissionais que as executam? Certificação profissional diante do compartilhamento: como proceder mantendo a soberania e a proficiência já reconhecidas? 16h30 17h00 Perguntas e Respostas Palestrantes e Debatedores 17h00 18h30 Colóquios de Qualidade Profissional SBHCI 17h00 17h30 Colóquio I 17h30 18h00 Colóquio II 18h00 18h30 Colóquio III 18 de junho de 2008 Centro de Convenções de Pernambuco EMPETUR Selo de Qualidade SBHCI: Uma necessidade ou uma controvérsia desnecessária? Novas Diretrizes para Centros de Treinamento em Cardiologia Intervencionista: da certificação ao recadastramento Certificação dos cardiologistas intervencionistas em Radiologia Intervencionista e Angiorradiologia Diagnóstica: Procedimentos para o compartilhamento efetivo Roberto L. D Avilla (DF) Vice-Presidente do Conselho Federal de Medicina Valéria C. Souza (SP) Presidente da SOBRICE Maria do Rosário Leite (PE) Delegada de Qualidade Profissional da SBHCI José Armando Mangione (SP) Coordenador de Centros de Treinamento da SBHCI Luiz A. Mattos (SP) Presidente da SBHCI Valéria C. Souza (SP) Presidente da SOBRICE prática em debate * Presidente da SBHCI 18h30 Encerramento Jornal da SBHCI 9

10 turismo e lazer Porto de Galinhas Pernambuco Um paraíso à espera dos participantes do XXX Congresso da SBHCI Recife, Porto de Galinhas, Tamandaré e Carneiros são algumas das atrações imperdíveis Da Redação A cidade do Recife, em Pernambuco, sediará o XXX Congresso da SBHCI, em junho de Suas belezas e a hospitalidade da população certamente encantarão os especialistas em Cardiologia Intervencionista. Quem vai ao Recife, contudo, tem ainda interessantes opções turísticas nas regiões próximas. Um bom exemplo é Porto de Galinhas. Considerada uma das mais badaladas atrações do Nordeste brasileiro, a praia de Porto de Galinhas, localizada no município de Ipojuca, a aproximadamente 60 km da capital, possui águas cristalinas e areias brancas, além de piscinas naturais de águas claras e mornas. Atualmente, um dos esportes favoritos de visitantes e nativos é o mergulho, uma vez que a limpidez das águas permite uma visão extraordinária do fundo do mar. O lugar mais indicado para essa prática é a Ilha de Santo Aleixo, onde podem ser encontradas antigas embarcações naufragadas. Com a ajuda de monitores, é possível andar de caiaque ou de jangada nos manguezais e conhecer de perto esse ecossistema, com muitas ostras e caranguejos, lembrando que é proibido o uso de qualquer embarcação motorizada para evitar danos à vegetação. Aliás, vale registrar, a consciência ambiental é um dos pontos fortes de Porto de Galinhas. São várias as opções de lazer, como trilhas, cavalgadas ecológicas, visita aos mangues e passeios de buggy, jangada ou caiaque, sem falar no passeio à colônia de corais. Outra boa dica é a praia do Muro Alto, com uma piscina natural de 2,5 km, limitada por arrecifes. O acesso é feito pelas areias da praia, por meio de buggies, que podem ser alugados em Porto de Galinhas, ou por empresas que atendem hotéis e resorts. TAMANDARÉ E CARNEIROS Mais ao sul do Recife há muitas praias belíssimas, como Tamandaré. Ideal para quem procura tranqüilidade, tem 16 km de areias em uma paisagem quase intocada pelo homem. Tamandaré é o melhor local para banhos em Pernambuco, incluindo as águas refrescantes da cachoeira da Mata Atlântica, localizada nos arredores. Igualmente imperdível é a praia dos Carneiros, localizada a poucos quilômetros do centro de Tamandaré. Hoje é considerada uma das dez praias mais conservadas do Brasil. Em sua extensão, grandes coqueiros tornam a vista deslumbrante. As piscinas naturais e os bancos de areia contribuem com essa obra de arte da natureza, oferecendo um espetáculo de cores inigualável. O artesanato da região, muito bonito, é feito pelas mulheres dos pescadores, que confeccionam objetos com temas ligados ao mar. SOL E SABOR O litoral sul do Estado possui 110 km de extensão e abriga trechos de Mata Atlântica, manguezais, lagoas, dunas e recifes de coral e arenito. No Recife, a praia mais famosa é a de Boa Viagem. Com aproximadamente 7 km de extensão, é delimitada pelas praias do Pina e Piedade, sendo protegida por arrecifes. Em Pernambuco, as comidas típicas têm sabores incomparáveis. Entre as sugestões culinárias está o agulha, pequeno peixe consumido geralmente frito e bem sequinho. Para acompanhar, ano XI - N o 1 - Janeiro a Março

11 Praia de Tamandaré turismo e lazer Praia de Boa Viagem uma batida de frutas típicas, como pitanga, caju ou tamarindo. Outro prato tradicional é a carne-desol. Seca ao sol, como o próprio nome sugere, essa carne bovina é assada na brasa e servida acompanhada de feijão-de-corda verde, farofa de jerimum, batata-doce, macaxeira e manteiga de garrafa. Para a sobremesa, procure degustar o nego-bom, doce feito com bananaprata, açúcar e limão, batido até ganhar consistência que permita ser repartido em pequenos bolinhos e servido polvilhado com mais açúcar. São delícias de dar água na boca! Praia dos Carneiros Jornal da SBHCI 11

12 RIO DE JANEIRO 2008 Simpósios Internacionais da SBHCI: Novo Paradigma em Educação Continuada Luiz Alberto Mattos* Durante dois dias e meio, de 6 a 8 de março, a Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista (SBHCI) novamente se mobilizou para um novo desafio, que foi a implementação e a consolidação de simpósios internacionais, duplicados em todos os sentidos, em 2008: I Simpósio de Intervenção Coronária Percutânea de Alta Complexidade da SBHCI e II Simpósio de Intervenção Extracardíaca da SBHCI. O embrião dessa empreitada foi a realização, em 2007, do I Simpósio de Intervenção Extracardíaca em conjunto com a Society for Cardiovascular Angiography and Interventions (SCAI), nossa co-irmã A audiência do evento foi espetacular Frans Van de Werf, Marie-Claude Morice, Cindy L. Grines e Luiz Alberto Mattos norte-americana. Em evento pioneiro e cercado de expectativas e tensões geradas pelo pioneirismo, reunimos, em dois dias de eventos apenas com casos editados, pouco mais de 200 colegas. Em 2008, a Administração da SBHCI, em atitude arrojada, procurou ampliar as oportunidades de Educação Médica Continuada para seus sócios e se tornou internacional, com a realização de dois eventos simultâneos, aliados à demonstração clínica ao vivo de procedimentos de alta complexidade. Esses eventos foram realizados no moderno Windsor Barra Hotel, no Rio de Janeiro, que proporcionou conforto e tranqüilidade únicos, destacando-se sua excelente localização, diante do magnífico azul da orla marítima ca- Lino Patricio Nonon nono nono non Cindy L. Grines ano XI - N o 1 - Janeiro a Março

13 RIO DE JANEIRO 2008 José Eduardo M. R. Sousa rioca. No total, foram 425 inscritos, incluindo 72 enfermeiras e técnicos de assistência à Saúde. Novamente os sócios atenderam a mais esse encontro societário científico, comparecendo em proporção semelhante à registrada nos congressos nacionais da SBHCI (quase 70% do público que compareceu ao XXIX Congresso da SBHCI, realizado em Brasília). Nos dias 6 e 7 março, o I Simpósio de Intervenção Coronária Percutânea de Alta Complexidade se vestiu de gala, proporcionando aos colegas a oportunidade de ficar frente a frente com cinco cardiologistas e intervencionistas de renome internacional, unanimidades nas linhas de pesquisa que atuam: Alain Cribier, de Rouen (França), Bernard Chevalier, de Paris (França), Cindy L. Grines, de Royal Oak (Estados Unidos), Frans Van de Werf, de Leuven (Bélgica), e Marie-Claude Morice, de Saint-Denis (França). Esses colegas de fato fazem a Cardiologia acontecer, pois, com suas pesquisas e conclusões, modificam diretrizes e recomendações e permeiam a prática clínica com constantes avanços e correções, que influenciam diretamente o tratamento de nossos pacientes. Os presentes ao II Simpósio de Intervenção Extracardíaca puderam se informar com o que há de mais atual nesse campo, oportunidade inédita de interagir com ícones da Cardiologia mundial. Confira em nosso endereço eletrônico (www.sbhci. org.br) as apresentações desse evento. Frans Van de Werf Demostração clínica ao vivo Casos ao Vivo de Alta Complexidade O pilar central do I Simpósio de Intervenção Coronária Percutânea de Alta Complexidade foi a apresentação de 10 demonstrações Leopoldo S. Piegas Amanda G. M. R. Sousa Sérgio Almeida de Oliveira Jornal da SBHCI 13

14 RIO DE JANEIRO 2008 clínicas ao vivo, quatro delas efetivadas na Clínica São Vicente, sob a gerência dos drs. Hélio Roque Figueira, Julio Andrea Machado e José Ary Boechat, e as demais realizadas no Hospital Barra D Or, comandadas pelos drs. Miguel Ratti, César Medeiros e Claudia Matos. Os pacientes foram selecionados do sistema público de Saúde, os quais, por mérito da filantropia dos parceiros da SBHCI, receberam o mais moderno tratamento possível em se tratando de dispositivos percutâneos (stents farmacológicos), além de cobertura farmacológica (clopidogrel) por um ano, propiciada pela indústria farmacêutica Medley. Confira as duplas de operadores e os casos clínicos efetivados, que serão reprisados no canal SBHCI: Dia 6 de março Clínica São Vicente Jacques Berland (França) Júlio Andrea Machado Costantino Costantini Cyro Rodrigues Hospital Barra D Or Marcelo Freitas Santos Claudia Matos Alain Cribier (França) César Medeiros Cindy L. Grines (Estados Unidos) Luiz Alberto Mattos Dia 7 de março Clínica São Vicente Expedito Ribeiro José Ary Boechat Bernard Chevalier (França) Hélio Roque Figueira Hospital Barra D Or Miguel Ratti Fábio S. de Brito Júnior Marie-Claude Morice (França) Pedro Lemos Rogério Sarmento-Leite Leonardo Duarte A efetivação coordenada e sincrônica de toda essa logística somente foi possível graças ao apoio de dois médicos intervencionistas reconhecidos, drs. Fernando Devito e Eduardo Missel Silva. Sob minha Feira foi prestigiada, agradando público e expositores gerência como presidente do evento, esses colegas permaneceram 48 horas inteiramente dedicados à consumação do simpósio, para o que contaram com a inestimável colaboração do técnico Wagner Pinto, que forneceu suporte para o ultra-som intracoronário. Considero que os objetivos de internacionalizar ainda mais nossa Sociedade foram plenamente atingidos, por meio da integração com convidados de renome internacional, aproximandoos de nossos sócios. Esse encontro propiciou oportunidades de crescimento científico e de análise crítica da prática clínica diária de nossos associados, resultado da busca incessante por uma postura cada vez mais ética e preparada no tratamento dos pacientes. Vamos, juntos, continuar firmes em nossa jornada. * Presidente da SBHCI ano XI - N o 1 - Janeiro a Março

15 II Simpósio de Intervenção Extracardíaca da SBHCI: ratificação de um pleito societário e mais um passo para a conciliação Rogério Sarmento-Leite* Marcos Marino e Valéria Cardoso de Souza (acima), e Christopher Cates (ao lado) Nos dias 7 e 8 de março realizouse, no Windsor Barra Hotel, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, o II Simpósio de Intervenção Extracardíaca da SBHCI. As atividades foram variadas e bastante interativas, com amplo espaço para apresentação de casos editados, que permitiram abrangente discussão e troca de experiências entre os apresentadores e a platéia. Pensamos um evento com conteúdo qualificado, informativo e cientificamente embasado em sólidas evidências, que pudesse oferecer à comunidade médica de nosso meio instrumentos adicionais que facilitassem e acrescentassem em qualidade à prática dessa nova área da Medicina que surge de forma global, a Terapia Endovascular. Os temas de maior interesse concentraram-se em doença vascular periférica, doenças da aorta, e intervenções em artérias renais e carótidas. O corpo discente foi altamente qualificado, com especial destaque para os convidados internacionais. Nosso evento foi novamente prestigiado pelos drs. Cristopher Cates e Robert Bersin, que, no ano passado, também aqui estiveram. Ambos os colegas têm larga experiência na área, desenvolvem a técnica, coordenam centros de treinamento e possuem grande envolvimento associativo, sendo membros e representantes oficiais da Society for Cardiovascular Angiography and Interventions (SCAI), que, mais uma vez, apoiou nossa iniciativa, estreitando ainda mais a fraterna parceria que só vem crescendo nos últimos anos. O dr. Bersin, que, inclusive, é uma das lideranças internacionais na implementação de centros especializados no tratamento de acidentes vasculares cerebrais, é um de nossos entrevistados nesta edição do Jornal da SBHCI. Talvez o saldo mais positivo do Simpósio tenha sido a salutar e desejada aproximação com a Sociedade Brasileira de Radiologia Intervencionista e Cirurgia Endovascular (SOBRICE). Representada por sua ilustre presidente, dra. Valéria Cardoso de Souza, e outros colegas que também prestigiaram o evento com significativas contribuições, deu-se início oficial às tratativas de compartilhamento de área de atuação, com a criação de regras e modelos de certificação. Entendemos isso, assim como no resto do mundo, e principalmente naqueles países mais desenvolvidos e com sociedades médicas já organizadas e maduras, como atuação multidisciplinar, em que colegas egressos de diferentes especialidades, com habilidades e aptidões distintas, somam esforços em prol de um bem maior, os nossos pacientes, e da conseqüente busca pela excelência máxima no tripé assistência-ensino-pesquisa. Nesse evento foi plantada a semente da parceria e da aproximação que há tempos desejamos e que já vem sendo trabalhada. Esperamos para o próximo ano que o evento leve a bandeira de ambas as sociedades e que os critérios de certificação e atuação com concordância mútua já estejam aprovados e vigentes. Até 2009! * Diretor de Comunicações da SBHCI RIO DE JANEIRO 2008 Jornal da SBHCI 15

16 Tribuna livre ROBERT BERSIN COMENTA OS DESAFIOS DA CARDIOLOGIA INTERVENCIONISTA NO BRASIL E NOS ESTADOS UNIDOS O dr. Robert Bersin é diretor do Serviço Endovascular e de Pesquisa Clínica do Cardiovascular Consultants of Washington e do Serviço Endovascular do Swedish Medical Center de Seattle, nos Estados Unidos. Além da Terapia Endovascular, dedica-se também à Cardiologia Intervencionista, tem forte atuação associativa na SCAI e tem sido um grande colaborador da SBHCI. Conheça um pouco mais da experiência, das idéias e dos conceitos em sua entrevista exclusiva ao diretor de Comunicações da SBHCI, dr. Rogério Sarmento-Leite. Existem muitas diferenças entre a prática intervencionista brasileira e a norte-americana? No que se refere à aplicação do conhecimento científico e à capacidade de cuidado dos pacientes, não existem grandes diferenças. O que ocorre são discrepâncias econômicas entre as duas nações, que podem influenciar a prática assistencial. Dois exemplos disso estão na rapidez e na facilidade de acesso ao tratamento percutâneo do infarto agudo do miocárdio e na utilização dos stents farmacológicos, que são diretamente influenciadas por questões financeiras. Outra distinção é a questão da intervenção extracardíaca. No Brasil, os cardiologistas intervencionistas parecem ser bastante atuantes, transpondo técnicas e conhecimentos oriundos da intervenção coronária percutânea para outros territórios. Qual o papel das sociedades científicas, como SCAI e SBHCI, em programas educacionais e no treinamento médico? A Society of Cardiovascular Angiography and Interventions (SCAI) e a Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista (SBHCI) desempenham papel fundamental na formação e no treinamento de cardiologistas nos dois países. Um dos melhores exemplos de como facilitam o processo educacional está na área da intervenção carotídea. Nos Estados Unidos, a SCAI desenvolveu um programa curricular para treinar cardiologistas intervencionistas nesse campo, modelo que foi adotado no Brasil em parceria com a SBHCI. Hoje, temos um número muito maior de cardiologistas intervencionistas nos dois países realizando intervenções carotídeas. Quais as implicações sociais de nossas decisões, políticas de ação e atitudes? As implicações sociais são enormes. Nossas decisões não afetam apenas nossos países, mas muitos outros também. Talvez o maior impacto seja sobre o gerenciamento da prática clínica, pois nossas diretrizes médicas são usadas para estabelecer normas de prática assistencial. Outro impacto significativo, pelo menos nos Estados Unidos, é a influência no Governo e em outras fontes pagadoras no que se refere a indicação e aprovação de dispositivos médicos e reembolso de procedimentos. Como avalia a parceria entre SCAI e SBHCI? A relação entre SCAI e SBHCI é extremamente bem-sucedida, um modelo a ser seguido por outras sociedades internacionais. A cooperação entre ambas tem sido excelente e levou ao desenvolvimento de uma fraterna parceria entre os membros das duas organizações. Isso determina contínua e profícua cooperação internacional, cujo objetivo final é a melhor condição de trabalho e de assistência na esfera do diagnóstico e do tratamento das doenças cardiovasculares. Nos últimos anos, o senhor visitou o Brasil no mínimo três vezes para conferências e participação em eventos científicos organizados pela SBHCI. Qual sua impressão sobre nossa organização, nível de conhecimento e especialização? O Brasil é um país maravilhoso. A SBHCI, com organização coesa e bem administrada, tem atingido metas e objetivos de forma muito eficiente. Também fico muito impressionado com a calorosa acolhida que tenho recebido por parte da comunidade médica. Nada é mais recompensador que saber que todos esses esforços possibilitam o desenvolvimento de novas e duradouras amizades. Como é possível fazer eventos com forte impacto científico e mínima influência comercial ou da indústria? A melhor maneira é garantir que o ano XI - N o 1 - Janeiro a Março

17 evento seja organizado e administrado por uma sociedade médica isenta, comprometida e transparente, cujos principais objetivos sejam científicos e educacionais. Vejo isso no simpósio do Rio de Janeiro sobre intervenções extracardíacas, que foi exclusivamente gerenciado pela SBHCI. Os procedimentos endovasculares estão crescendo de forma acelerada e global. Será possível que cardiologistas intervencionistas, cirurgiões vasculares e radiologistas trabalhem como uma equipe multidisciplinar integrada? Qual é a melhor maneira de motivar profissionais com diferentes formações para discutir em conjunto o futuro de um campo comum de atuação? Tem sido difícil conseguir que as diferentes especialidades envolvidas no tratamento das doenças vasculares trabalhem como uma equipe integrada nos Estados Unidos. Em minha experiência, a melhor maneira de se obter isso é fazer com que todos os profissionais trabalhem em grupo para uma mesma fonte pagadora, o que, com divisão justa de honorários, elimina a disputa econômica. Nos Estados Unidos, quais são os requisitos para certificar hospitais e médicos, criar programas e conduzir centros em intervenção extracardíaca? Nos Estados Unidos, os Serviços de Cardiologia seguem diretrizes de credenciamento emitidas pela SCAI no estabelecimento de critérios de credenciamento para médicos e hospitais. Se os profissionais envolvidos não conseguirem comprovar ou acumular proficiência e experiência necessárias para obter credenciais, existem vários cursos com treinamento prático que objetivam fornecer os subsídios necessários para o credenciamento. e as aprovações do FDA para novos procedimentos ou dispositivos estão se tornando cada vez mais difíceis e complexas. Além do mais, diante das exigências, os custos para se obter aprovação do FDA são extremamente altos, sendo essa conta normalmente repassada às fontes pagadoras, o que onera em demasia o sistema. Mudando de assunto, qual sua opinião a respeito da polêmica sobre a segurança dos stents farmacológicos? Segundo as evidências atuais, desde que os pacientes recebam terapia antiplaquetária dupla pelo período recomendado de um ano após o implante o risco de trombose tardia nos stents é neutralizado. Assim, os stents farmacológicos podem efetivamente ter vantagem clínica sobre o stents metálicos em termos de redução de risco de infarto do miocárdio ou de morte cardiovascular decorrentes da reestenose, risco reconhecidamente bem menor com o uso de stents farmacológicos. No Brasil, alguns cardiologistas clínicos acreditam que os cardiologistas intervencionistas deveriam ser mais restritivos na indicação de stents farmacológicos. Isso também ocorre nos Estados Unidos? É sabido que os stents farmacológicos são superiores aos convencionais em lesões longas, na reestenose intrastent e, possivelmente, também nos casos de infarto agudo do miocárdio. No entanto, ainda não se sabe exatamente qual é seu real desempenho e risco-benefício para o tratamento de lesões em bifurcações com anatomia complexa, tronco de coronária esquerda e pontes de safena. Muitas vezes os resultados de estudos com grupos selecionados de pacientes são extrapolados para a prática diária, e hoje sabemos que o perfil de segurança dos stents farmacológicos pode variar dependendo da complexidade da lesão e das características clínicas do paciente. Em sua prática assistencial rotineira o senhor sofre algum tipo de pressão para evitar o uso de stents farmacológicos? Não exatamente. Pressão direta não, mas os seguros privados de saúde estão considerando agora se irão ou não reembolsar o uso de stents farmacológicos em situações consideradas off label, por não serem formalmente recomendadas pelo FDA. Até o momento isso não ocorreu, mas existem discussões a esse respeito. Qual sua previsão para o futuro da Cardiologia Intervencionista? O futuro é brilhante. Nos Estados Unidos, a população está envelhecendo e, conseqüentemente, aumentando a demanda de procedimentos cardiovasculares. A Cardiologia Intervencionista ampliou seus horizontes e passou também a tratar outros tipos de doenças vasculares e cardiopatias estruturais com novas e promissoras técnicas. Devemos ressaltar também as novas gerações de stents farmacológicos, que têm demonstrado resultados e segurança ainda melhores que antes. Pessoalmente, se tivesse que iniciar minha vida profissional outra vez, sem dúvida seria um cardiologista intervencionista! Tribuna livre Como funciona o reembolso dos procedimentos nos Estados Unidos? Os procedimentos que têm indicação aprovada pelo Food and Drug Administration (FDA) geralmente são reembolsáveis pelo Medicare, o sistema de saúde norte-americano. Contudo, a tecnologia evolui muito rapidamente Jornal da SBHCI 17

18 EXCLUSIVO O papel da intervenção coronária percutânea só tende a crescer Marie-Claude Morice faz um balanço da Cardiologia Intervencionista na França, no Brasil e no mundo Poderia resumir sua formação profissional desde a universidade até a Cardiologia Intervencionista? Formei-me médica em 1973 e cardiologista em Realizei os primeiros procedimentos de angioplastia coronária transluminal percutânea em 1984, após período de treinamento com o prof. Jean Marco. Em quais hospitais da França pratica a Cardiologia Intervencionista atualmente? Atualmente, trabalho no Institut Hospitalier Jacques Cartier, em Massy, e no Centre Hospitalier Privé Claude Galien, em Quincy. A senhora é reconhecida como uma das pioneiras da Cardiologia Intervencionista, especialmente na área de pesquisa clínica. Como e quando essa chama se acendeu? Tenho muita sorte por trabalhar em um ambiente científico bastante estimulante. Como especialidade, a Cardiologia Intervencionista se caracteriza pela constante evolução e pelo aprimoramento da estratégia de tratamento e dos equipamentos utilizados para beneficiar os pacientes. Desde muito cedo, senti a necessidade de desempenhar papel ativo nessa área, que está evoluindo rapidamente. Apesar de meus colegas franceses e eu termos nos entusiasmado muito com o advento dos stents, também nos preocupamos com a taxa de trombose causada pelos stents em pacientes tratados com Coumadin e aspirina. Assim, passamos a utilizar stents sem o uso de Coumadin, usando, ao invés disso, uma combinação de dois agentes antiplaquetários: aspirina e Plavix. Apresentamos os primeiros resultados em 1993 e os dados de um registro multicêntrico, publicados em 1996, foram marcantes para a mudança da prática vigente na ocasião. Quantos estudos clínicos a senhora já conduziu desde então? Desde 1995, estive envolvida em aproximadamente 30 ensaios clínicos, como investigadora principal ou como co-investigadora. Qual foi o ensaio clínico mais marcante para sua prática clínica? O RAVEL foi o primeiro estudo randomizado que provou a eficácia de um stent eluidor de fármaco. Os primeiros implantes de stents eluidores de sirolimus foram realizados no Brasil pelo prof. J. Eduardo Sousa, em dezembro de Qual foi o estudo mais desafiador do qual já participou, e por quê? O estudo SYNTAX foi, provavelmente, o estudo mais desafiador do qual participei. Comparar os stents coronários com a realização de cirurgia em portadores de doenças afetando múltiplos vasos, incluindo lesões no tronco da coronária esquerda, foi uma investigação clínica muito ousada. Quantos cardiologistas intervencionistas trabalham atualmente na França? Por volta de 150. Há algum tipo de regulamento formal das autoridades de saúde a ser cumprido para se tornar um cardiologista intervencionista? Para obter diploma de Cardiologia Intervencionista, o DIU, os cardiologistas que desejam se especializar em revascularização percutânea devem receber treinamento durante dois anos adicionais. Existem instituições oficiais na França responsáveis pelo treinamento de cardiologistas intervencionistas? Quantas são? Esse período de treinamento pode ser realizado em centros acreditados públicos ou privados. Os centros de treinamento devem realizar pelo menos 600 procedimentos por ano, além de participar regularmente de reuniões médico-cirúrgicas. Como se alocam os novos profissionais treinados fora da França, na Europa? Existe um Diploma Europeu de Cardiologia Intervencionista, fornecido pela Sociedade Européia de Cardiologia. Temos também, no Institut Cardiovasculaire Paris Sud (ICPS), um programa de bolsas de pós-doutorado aberto para jovens cardiologistas de todas as nacionalidades, que tenham formação em Cardiologia internacional. Quais são as perspectivas para essa área em expansão, a Cardiologia Intervencionista, na França? O custo dos stents farmacológicos ainda ano XI - N o 1 - Janeiro a Março

19 impede a realização de um número maior de procedimentos de revascularização percutânea? O crescimento anual do número de procedimentos de Cardiologia Intervencionista na França parece ter atingido um platô. O número de procedimentos de intervenção coronária percutânea por ano é de aproximadamente 117 mil, e o custo dos stents farmacológicos tem diminuído gradualmente. A proporção entre procedimentos percutâneos e cirúrgicos é de 4:1, já há muito tempo. Qual o cenário atual da participação dos stents farmacológicos na França? Os preços dos stents farmacológicos tendem a diminuir no futuro? Surpreendentemente, a penetração dos stents farmacológicos está diminuindo. Atualmente, é de cerca de 40%. Isso provavelmente se deve às questões de segurança levantadas em Os stents farmacológicos chegaram para ficar ou são apenas mais uma ponte para nova tecnologia futura? Acredito que chegaram para ficar. A tecnologia dos stents está sendo aprimorada, e novas drogas, além de polímeros bioabsorvíveis, estão sendo testados atualmente. Não existirá mais volta. Como podem ser definidos o encontro Terapêutica Endovascular Percutânea e todo o esforço relacionado à integração educacional com a América Latina? O encontro Terapêutica Endovascular Percutânea (TEP), anteriormente realizado na Argentina, passará a ser feito no Brasil. Essa reunião representa ótima oportunidade para se concretizar o intercâmbio científico entre França e América do Sul, baseado na colaboração estreita em pesquisas clínicas e na amizade entre diretores de cursos franceses e sul-americanos. O TEP está se deslocando da Argentina para o Brasil: quais são as expectativas? Estamos confiantes de que o número de participantes e o renome da reunião aumentarão, graças ao apoio da Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista (SBHCI) e de seu presidente, dr. Luiz Alberto Mattos. A discussão de casos vivos é um método produtivo para o ensino da Cardiologia Intervencionista? Acredito que as demonstrações de casos vivos são excelente método para o ensino de nossa especialidade. De fato, nossas técnicas não podem ser aprendidas apenas a partir de livros. Todo o conhecimento que adquirimos deve ser transmitido de uma geração de médicos para outra, da mesma maneira que os integrantes de uma mesma sociedade faziam nos velhos tempos. Os médicos jovens podem aprender muito observando cardiologistas mais experientes tentando superar as dificuldades técnicas com as quais poderão se deparar. O que menos aprecia na Cardiologia Intervencionista? Há um certo grau de comportamento masoquista entre os cardiologistas intervencionistas, que tendem a enfatizar demais suas falhas trombose tardia e reestenose e esquecer os sucessos. O que mais aprecia na Cardiologia Intervencionista? A rápida evolução que caracteriza essa área, e também a estreita colaboração entre médicos, pesquisadores e a indústria, objetivando o benefício do tratamento de pacientes. Com base em sua reconhecida experiência, quais são os cenários futuros para a Cardiologia Intervencionista nos próximos dez anos? Ao longo dos anos, e graças à minha profissão, aprendi a ser modesta. Não esperava que a especialidade avançasse tão rápido, e não poderia prever as novas tecnologias que surgiram. Estou convencida de que o papel da intervenção coronária percutânea no tratamento de pacientes portadores de doença arterial coronária continuará a aumentar no futuro, especialmente no que diz respeito à ampliação da utilização dos stents farmacológicos, com o aprimoramento dessa tecnologia beneficiando ainda mais nossos pacientes, à troca percutânea valvar e ao tratamento das afecções congênitas, e à detecção e ao tratamento da placa vulnerável. Qual é a impressão que se tem sobre a Cardiologia Intervencionista brasileira na França? A comunidade francesa de cardiologistas intervencionistas reconhece ser o Brasil o país onde são investigadas as mais novas gerações de stents, sendo os médicos e os centros médicos brasileiros altamente respeitados por sua qualidade e experiência. EXCLUSIVO Jornal da SBHCI 19

20 Especial Ministro da Saúde faz raio X exclusivo da Cardiologia Intervencionista Em entrevista exclusiva ao Jornal da SBHCI, José Gomes Temporão analisa as demandas mais importantes da especialidade hoje Como encara a responsabilidade de ocupar o cargo máximo de gerenciamento da Saúde brasileira? Com certeza é um desafio, talvez o mais importante da minha carreira, mas também vejo como um prêmio. Embora não tenha buscado esse cargo, não ter imaginado que um dia o ocuparia, quando revejo minha trajetória nesses 30 anos de Saúde Pública me sinto bastante confortável em relação à posição que ocupo hoje. É um prêmio, sim, mas diria mais: não é um prêmio apenas para mim, mas para toda uma geração de profissionais de Saúde que vem, há décadas, lutando pela implantação da reforma sanitária brasileira. As doenças cardiovasculares são responsáveis por cerca de 300 mil óbitos anuais no Brasil, salientando a hipertensão arterial e a ocorrência de infarto do miocárdio. Qual a percepção do Ministério acerca desses dados epidemiológicos? Diria que o Brasil, hoje, tem uma política de assistência à Saúde, mas não de promoção. Se não trabalha com os determinantes dos processos de adoecimento e morte, você fica na superfície do problema. Sabemos que morrem 550 mil pessoas por ano em decorrência de doenças cardiovasculares e câncer. Sabemos também que, com apenas duas medidas mudança do padrão alimentar e realização regular de exercícios físicos, poderíamos reduzir pela metade essas mortes. Essa é uma questão complexa por trabalhar com padrões fortes em nossa cultura, e que não são simples de mexer. De um lado, são padrões familiares, mas, de outro, são colocados pela mídia e pelas indústrias de alimentos e bebidas. Acho que o eixo deve ser informação e prevenção. Entendo que alimentos cujo consumo exagerado ou em condições específicas possa, comprovadamente, fazer mal à saúde devam ter uma advertência estampada em seus rótulos. No entanto, com relação às proibições de venda desses alimentos em cantinas escolares, por exemplo, acho complicado impor. Toda medida muito radical acaba tendo uma reação que inviabiliza seu sentido original. Apostaria mais no caminho da educação e da mobilização. Observa-se pobre divulgação, na mídia leiga, dos efeitos maléficos dos diversos fatores de risco para ocorrência de doenças cardiovasculares. Existe planejamento para execução de profilaxia primária das mesmas? O Ministério da Saúde privilegia a prevenção e a promoção da saúde, com o atendimento prestado às famílias diretamente em suas comunidades. O Programa Saúde da Família, de abrangência nacional, faz esse acompanhamento. Cada equipe de Saúde da Família é responsável por um número definido de famílias, localizadas em uma determinada comunidade. Elas atuam com ações de promoção da saúde, prevenção, recuperação, reabilitação de doenças e agravos mais freqüentes, e na manutenção da saúde dessa comunidade. Esse programa tem sido ampliado a cada ano, desde que foi implantado no País. Para se ter uma idéia, em 1994 eram nove mil equipes e em 2007, eram 27 mil equipes prestando atendimento a 87,9 milhões de brasileiros nas comunidades. Qual a perspectiva de incremento de recursos para o combate às doenças cardiovasculares na gestão no próximo biênio? Existem metas a ser alcançadas até Elas estão no Programa Mais Saúde, lançado em dezembro pelo presidente Lula, com previsão de investimentos federais da ordem de R$ 89,6 bilhões. Uma das prioridades é a ampliação do Programa Saúde da Família, com ênfase nas regiões metropolitanas e vazios assistenciais. O número de equipes passará de 27 mil para 40 mil, com médicos, enfermeiros e agentes comunitários para o atendimento a 130 milhões de brasileiros. Serão criados núcleos para apoiar a atuação das equipes do Programa Saúde da Família. Entre outros ganhos, essa ampliação também possibilitará às equipes chegar às escolas, permitindo a melhoria da capacidade de aprendizagem dos alunos e o acesso a exames clínicos, odontológicos e oftalmológicos. No Programa Olhar Brasil estão previstas consultas oftalmológicas para 5 milhões de alunos entre 7 e 14 anos, com distribuição de 460 mil óculos, e a realização de avaliações clínica, nutricional, bucal e psicossocial em 26 milhões de alunos dos ensinos fundamental e médio. Além disso, serão oferecidas 1,6 milhão de consultas com otorrinolaringologistas e avaliações audiológicas com fornecimento de 180 mil próteses auditivas. No total, 87 mil escolas em 3,5 mil municípios contarão ano XI - N o 1 - Janeiro a Março

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