CLIMATOLOGIA PROF LIONEL BRIZOLA

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1 CLIMATOLOGIA PROF LIONEL BRIZOLA 1

2 A ERA DOS EXTREMOS MUNDO 2

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4 O estado de Santa Catarina, principalmente a região do Vale do Itajaí, sofreu com chuvas intensas em As tempestades, consideradas fora do comum para a região, alagaram várias cidades próximas e deixaram muitas áreas sem água, luz e comida. Milhares de moradores ficaram desabrigados e foram atingidos por avalanches de lama. 4

5 A onda de calor que atingiu o verão europeu em 2003 foi diretamente ligada ao aquecimento global. Milhares de pessoas morreram e em algumas regiões a temperatura chegou aos 50ºC. França, Itália, Grã-Bretanha, Portugal, Espanha, Alemanha e Suíça foram os países mais atingidos. A maior parte das mortes foi causada por desidratação, problemas circulatórios e distúrbios metabólicos. 5

6 O pulmão do mundo está ameaçado pelas mudanças climáticas e a seca que atingiu a região em 2005 foi só o começo de uma série de fenômenos naturais previstos para o futuro, caso não ocorra um controle do aquecimento global. A Amazônia, que abriga mais da metade das áreas de florestas tropicais do mundo, e uma em cada cinco espécies do planeta, pode sofrer novamente com a falta de chuva se as temperaturas do Atlântico Norte permaneceram mais altas do que a média. 6

7 Incêndios como os registrados nos estados de Victoria e Califórnia, localizados na Austrália e Estados Unidos, respectivamente, são sérias consequências do aquecimento global. Por conta das mudanças nos padrões de chuva, que causam secas e aumentam a temperatura, a madeira das árvores potencializa as queimadas, que por sua vez emitem substâncias químicas na atmosfera e partículas nocivas no ar. 7

8 A elevação do nível do mar já começa a fazer suas primeiras vítimas. Recentemente, a ilha de Lohachara, na Índia, foi inundada. O fato repercutiu no mundo todo e assustou os vizinhos de Ghoramara, onde dois terços de terra já foram invadidos pela água. As Ilhas Carteret, em Papua Nova Guiné, também correm o risco de desaparecer em breve. Segundo cientistas, cerca de 10 ilhas da região do delta indiano estão ameaçadas e podem ser tomadas pelo mar nos próximos anos. 8

9 O derretimento do gelo e a elevação da temperatura das águas do mar de Berring, no Alasca, estão obrigando animais como morsas, ursos polares e aves marinhas locais a migrarem para o norte, onde a escassez de comida leva as espécies rumo à extinção. Essas mudanças bruscas fazem com quem muitos filhotes se percam de seus pais e morram, antes mesmo de chegar à fase adulta, por falta de alimentação. 9

10 O clima mais quente, consequência das alterações climáticas, encurta o ciclo reprodutivo do mosquito que transmite a malária e permite que eles se multipliquem mais rapidamente em regiões atingidas por desastres naturais. Segundo a Agência de Proteção do Meio Ambiente, o aquecimento tropical contribui para que as chuvas torrenciais alcancem latitudes maiores e insetos se aglomerem em áreas sem saneamento básico e assistência médica. Cerca de 1 milhão de pessoas na África morrem todos os anos por causa da doença. 10

11 A maior população do mundo sofre com as mudanças climáticas. Quando não são as chuvas torrenciais e as consequentes inundações que deixam mortos, feridos e desabrigados, é a seca que maltrata comunidades inteiras. Cerca de 7,5 milhões de chineses sofrem com a falta de chuva e com as altas temperaturas que superam os 40ºC. Por outro lado, um condado da província de Shanxi, ao norte do país, já chegou a enfrentar chuvas contínuas de até 36 horas 11

12 O furacão Katrina, que atingiu Nova Orleans, nos EUA, em 2005, alcançou a categoria 5 da Escala de Furacões de Saffir-Simpson, considerada catastrófica, e devastou o local, matando milhares de pessoas e deixando outras milhares desabrigadas. Cerca de 1 trilhão de litros de água foram bombeados para fora da cidade, no intuito de restabelecer condições favoráveis às famílias que tiveram de abandonar a região por conta dos alagamentos. 12

13 Pior seca dos últimos 40 anos (2015) provoca fome e doenças na Índia A Índia sofre os efeitos de uma seca histórica que afeta o país, com a morte de animais e lavouras e a falta de água potável. O fenômeno acontece devido a um ano com fracas monções no oeste indiano, Prithviraj Chavan, governador Maharashtra, de onde Mumbai é a capital, alerta que situação no centro de está mais preocupante do que em 1972, ano da última seca recorde. Os níveis dos reservatórios jamais estiveram tão baixos e, a cada dia que passa, eles se esvaziam um pouco mais, disse. O governador atribuiu o problema à falta de chuvas nos últimos dois anos. O povo sofre com a fome. As pessoas não têm nada para comer, e tentam arrumar comida de qualquer jeito. Os casos de doenças ligadas à água contaminada também estão aumentando, assim como a desnutrição, disse Christopher Moses, diretor de um hospital de caridade em Jalna, um dos distritos mais afetados. 13

14 PARQUE VACA BRAVA jan

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21 Como está o clima hoje? 21

22 TEMPO E CLIMA SÃO A MESMA COISA? 22

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24 CONCEITOS DE CLIMA SUCESSÃO HABITUAL DOS TIPOS DE TEMPO NUM DETERMINADO LUGAR DA SUPERFÍCIE TERRESTRE. AMBIENTE ATMOSFÉRICO CONSTITUÍDO PELA SÉRIE DE ESTADOS DA ATMOSFERA ACIMA DO LUGAR. SUCESSÃO HABITUAL DAS DIVERSAS FORMAS DE TEMPO DINAMIZADO PELA ATMOSFERA. 24

25 POR QUE O TEMPO MUDA? 25

26 O QUE SÃO AS MASSAS DE AR? 26

27 MASSAS DE AR SÃO AS RESPONSÁVEIS PELAS MUDANÇAS DO TEMPO. CONSTITUEM VERDADEIRAS BOLHAS DE AR DENTRO DA ATMOSFERA, COM TEMPERATURA, UMIDADE E PRESSÃO COMUNS. 27

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29 POR QUE AS MASSAS DE AR VARIAM DE INTENSIDADE DURANTE O ANO? 29

30 ESTAÇÕES DO ANO

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36 A Terra tem dois movimentos principais: rotação e translação. A rotação em torno de seu eixo é responsável pelo ciclo dia-noite. A translação se refere ao movimento da Terra em sua órbita elíptica em torno do Sol. A posição mais próxima ao Sol, o periélio, é atingido aproximadamente em 3 de janeiro e o ponto mais distante, o afélio, em aproximadamente 4 de julho. As variações na radiação solar recebida devidas à variação da distância são pequenas.

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38 Quais são as massas de ar que atuam no Brasil? 38

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41 Massa Massa Características Equatorial Equatorial Atlântica Quente Quente e úmida, e úmida, dominando a parte a parte litorânea litorânea da da Atlântica (mea) (mea) Amazônia e do e Nordeste do Nordeste em em alguns alguns momentos do ano, do tem ano, seu tem centro seu centro de origem de origem no Oceano Oceano Atlântico. Atlântico. Massa Massa Equatorial Equatorial Quente Quente e úmida, e úmida, com com centro centro de origem de origem na parte na parte Continental Continental ocidental ocidental da Amazônia, da Amazônia, que que domina domina a porção a porção (mec) (mec) noroeste noroeste da Amazônia da Amazônia durante durante quase quase todo todo ano. ano. Massa Massa Tropical Tropical Quente Quente e úmida e úmida originária originária do Oceano do Oceano Atlântico Atlântico nas Atlântica Atlântica imediações nas imediações do trópico do trópico de Capricórnio de Capricórnio e exercee (mta) (mta) enorme exerce influência enorme sobre influência a parte sobre litorânea a parte do litorânea Brasil. do Brasil. Massa Massa Tropical Tropical Quente Quente e seca, e seca, que que se origina se origina depressão na depressão do do Continental Continental Chaco, Chaco, e abrange e abrange uma uma área área de atuação de atuação muito muito (mtc) (mtc) limitada, limitada, permanecendo permanecendo em em sua sua região região de origem de durante origem quase durante todoquase o ano. todo o ano. Massa Massa Polar Polar Atlântica Atlântica (mpa) (mpa) Fria Fria e úmida, e úmida, forma-se forma-se nas nas porções porções do Oceano do Oceano Atlântico Atlântico próximas próximas à Patagônia. à Patagônia. Atua Atua mais mais no no inverno inverno quando quando entra entra no Brasil no Brasil como como uma uma frente frente fria, fria, provocando provocando chuvas chuvas e queda e queda de temperatura. de 41 temperatura.

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44 Queda brusca de temperatura que ocorre no sul da região amazônica, provocada pela chegada da Massa de Ar Polar Atlântica. Friagem deve atingir o sul da Amazônia nos próximos dias. Até o momento, apenas três eventos fracos de friagem conseguiram atingir o sul da Amazônia provocando um declino discreto das temperaturas. Para a próxima semana, a previsão é mais animadora.(jornal de Marabá - 23/06/2011) 44

45 Massa Equatorial Atlântica (mea) Massa Equatorial Continental (mec) Massa Tropical Atlântica (mta) Massa Tropical Continental (mtc) Massa Polar Atlântica (mpa) Características Quente e úmida, dominando a parte litorânea da Amazônia e do Nordeste em alguns momentos do ano, tem seu centro de origem no Oceano Atlântico. Quente e úmida, com centro de origem na parte ocidental da Amazônia, que domina a porção noroeste da Amazônia durante quase todo ano. Quente e úmida originária do Oceano Atlântico nas imediações do trópico de Capricórnio e exerce enorme influência sobre a parte litorânea do Brasil. Quente e seca, que se origina na depressão do Chaco, e abrange uma área de atuação muito limitada, permanecendo em sua região de origem durante quase todo o ano. Fria e úmida, forma-se nas porções do Oceano Atlântico próximas à Patagônia. Atua mais no inverno quando entra no Brasil como uma frente fria, provocando chuvas e queda de temperatura. 45

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49 Massa Características Equatorial Equatorial Atlântica Quente Quente e úmida, e úmida, dominando a parte a parte litorânea da da Atlântica (mea) (mea) Amazônia e do e do Nordeste em em alguns alguns momentos do ano, do tem ano, seu tem centro seu centro de origem de origem no Oceano Oceano Atlântico. Atlântico. Massa Massa Equatorial Equatorial Quente Quente e úmida, e úmida, com com centro centro de origem de origem na parte na parte Continental Continental ocidental ocidental da Amazônia, da Amazônia, que que domina domina a porção a porção (mec) (mec) noroeste noroeste da Amazônia da Amazônia durante durante quase quase todo todo ano. ano. Massa Massa Tropical Tropical Atlântica Atlântica (mta) (mta) Massa Massa Tropical Tropical Continental Continental (mtc) (mtc) Massa Massa Polar Polar Atlântica Atlântica (mpa) (mpa) Quente Quente e úmida e úmida originária do do Oceano Oceano Atlântico Atlântico nas imediações nas imediações do trópico do trópico de Capricórnio de Capricórnio e exercee enorme exerce influência enorme influência sobre a parte sobre litorânea a parte do litorânea Brasil. do Brasil. Quente Quente e seca, e seca, que que se origina se origina depressão na depressão do do Chaco, Chaco, e abrange e abrange uma uma área área de atuação de atuação muito muito limitada, limitada, permanecendo em em sua sua região região de origem de durante origemquase durante todoquase o ano. todo o ano. Fria Fria e úmida, e úmida, forma-se forma-se nas nas porções porções do do Oceano Oceano Atlântico Atlântico próximas próximas à Patagônia. à Patagônia. Atua Atua mais mais no no inverno inverno quando quando entra entra no no Brasil Brasil como como uma uma frente frente fria, fria, provocando provocando chuvas chuvas e queda e queda de temperatura. de 49 temperatura.

50 Chuvas de convecção ou convectivas são também chamadas de chuvas de verão na região Sudeste do Brasil e são provocadas pela intensa evapotranspiração de superfícies úmidas e aquecidas (como florestas, cidades e oceanos tropicais). O ar ascende em parcelas de ar que se resfriam de forma praticamente adiabática (sem trocar calor com o meio exterior) durante sua ascensão. Precipitação convectiva é comum no verão brasileiro, na Floresta Amazônica e no Centro Oeste. 50

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53 CHUVA CONVECTIVA 53

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59 CHUVA FRONTAL 59

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64 Massa Massa Características Equatorial Equatorial Atlântica Quente Quente e úmida, e úmida, dominando a parte a parte litorânea da da Atlântica (mea) (mea) Amazônia e do e do Nordeste em em alguns alguns momentos do ano, do tem ano, seu tem centro seu centro de origem de origem no Oceano Oceano Atlântico. Atlântico. Massa Massa Equatorial Equatorial Quente Quente e úmida, e úmida, com com centro centro de origem de origem na parte na parte Continental Continental ocidental ocidental da Amazônia, da Amazônia, que que domina domina a porção a porção (mec) (mec) noroeste noroeste da Amazônia da Amazônia durante durante quase quase todo todo ano. ano. Massa Massa Tropical Tropical Atlântica Atlântica (mta) (mta) Massa Massa Tropical Tropical Continental Continental (mtc) (mtc) Massa Massa Polar Polar Atlântica Atlântica (mpa) (mpa) Quente Quente e úmida e úmida originária originária do do Oceano Oceano Atlântico Atlântico nas imediações nas imediações do trópico do trópico de Capricórnio de Capricórnio e exercee enorme exerce influência enorme influência sobre a parte sobre litorânea a parte do litorânea Brasil. do Brasil. Quente Quente e seca, e seca, que que se origina se origina depressão na do do Chaco, Chaco, e abrange e abrange uma uma área área de atuação de atuação muito muito limitada, limitada, permanecendo em em sua sua região região de origem de durante origemquase durante todoquase o ano. todo o ano. Fria Fria e úmida, e úmida, forma-se forma-se nas nas porções porções do do Oceano Oceano Atlântico Atlântico próximas próximas à Patagônia. à Patagônia. Atua Atua mais mais no no inverno inverno quando quando entra entra no no Brasil Brasil como como uma uma frente frente fria, fria, provocando provocando chuvas chuvas e queda e queda de temperatura. de 64 temperatura.

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69 CHUVA OROGRÁFICA 69

70 Massa Massa Características Equatorial Equatorial Atlântica Quente Quente e úmida, e úmida, dominando a parte a parte litorânea litorânea da da Atlântica (mea) (mea) Amazônia e do e do Nordeste em em alguns alguns momentos do ano, do tem ano, seu tem centro seu centro de origem de origem no Oceano Oceano Atlântico. Atlântico. Massa Massa Equatorial Equatorial Quente Quente e úmida, e úmida, com com centro centro de origem de origem na parte na parte Continental Continental ocidental ocidental da Amazônia, da Amazônia, que que domina domina a porção a porção (mec) (mec) noroeste noroeste da Amazônia da Amazônia durante durante quase quase todo todo ano. ano. Massa Massa Tropical Tropical Atlântica Atlântica (mta) (mta) Massa Massa Tropical Tropical Continental Continental (mtc) (mtc) Massa Massa Polar Polar Atlântica Atlântica (mpa) (mpa) Quente Quente e úmida e úmida originária originária do do Oceano Oceano Atlântico Atlântico nas imediações nas imediações do trópico do trópico de Capricórnio de Capricórnio e exercee enorme exerce influência enorme influência sobre a parte sobre litorânea a parte do litorânea Brasil. do Brasil. Quente Quente e seca, e seca, que que se origina se origina depressão na do do Chaco, Chaco, e abrange e abrange uma uma área área de atuação de atuação muito muito limitada, limitada, permanecendo em em sua sua região região de origem de durante origemquase durante todoquase o ano. todo o ano. Fria Fria e úmida, e úmida, forma-se forma-se nas nas porções porções do do Oceano Oceano Atlântico Atlântico próximas próximas à Patagônia. à Patagônia. Atua Atua mais mais no no inverno inverno quando quando entra entra no no Brasil Brasil como como uma uma frente frente fria, fria, provocando provocando chuvas chuvas e queda e queda de temperatura. de 70 temperatura.

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73 Elementos climáticos: São grandezas meteorológicas que variam no tempo e no espaço. Suas características e propriedades peculiares são temperatura, umidade, chuva, vento, nebulosidade, pressão atmosférica, radiação solar, etc. 73

74 Fatores climáticos: Influenciam os elementos climáticos, modificando o clima de um local. São eles o relevo, latitude, altitude, continentalidade, correntes marinhas e etc. 74

75 LATITUDE - ALBEDO - ALTITUDE - CONTINENTALIDADE - MASSAS DE AR - MARITIMIDADE - CORRENTES MARINHAS 75

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78 - LATITUDE - ALBEDO - ALTITUDE - CONTINENTALIDADE - MASSAS DE AR - MARITIMIDADE - CORRENTES MARINHAS 78

79 É a medida da quantidade de radiação solar refletida por um corpo ou uma superfície. É calculado como sendo a razão entre a quantidade de radiação refletida pela quantidade de radiação recebida. O albedo varia de 0 a 1. O albedo da Terra é 0,39, ou seja, a Terra reflete 39% da luz solar recebida. Neve fresca tem um alto albedo, (cerca de 0,9), enquanto os oceanos tem baixo albedo. 79

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81 - LATITUDE - ALBEDO - ALTITUDE - CONTINENTALIDADE - MASSAS DE AR - MARITIMIDADE - CORRENTES MARINHAS 81

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84 EVEREST

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90 KILIMANJARO 90

91 - LATITUDE - ALBEDO - ALTITUDE - CONTINENTALIDADE - MASSAS DE AR - MARITIMIDADE - CORRENTES MARINHAS 91

92 DESERTO DE GOBI 92

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96 - LATITUDE - ALBEDO - ALTITUDE - CONTINENTALIDADE - MASSAS DE AR - MARITIMIDADE - CORRENTES MARINHAS 96

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100 - LATITUDE - ALBEDO - ALTITUDE - CONTINENTALIDADE - MASSAS DE AR - MARITIMIDADE - CORRENTES MARINHAS 100

101 As correntes marítimas correspondem às massas de água que migram em distintos rumos ao longo dos oceanos e mares. As massas de água que se locomovem não interagem com as águas dos lugares que percorrem, desse modo detêm suas características particulares como cor, temperatura e salinidade. 101

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103 As correntes quentes podem amenizar o clima, como acontece com a corrente do Golfo em relação à Europa. Já as correntes frias, como a de Humboldt e a de Benguela, podem ser responsáveis pelo aparecimento de regiões desérticas. 103

104 O deserto do Atacama está localizado na região norte do Chile até a fronteira com o Peru. Com cerca de 1000 km de extensão, é considerado deserto mais alto e mais árido do mundo. Em consequência das correntes marítimas frias do Pacífico (Humboldt) que não deixam as massas de ar úmidas passarem para o deserto. Assim, as nuvens úmidas descarregam seu conteúdo antes de chegar ao deserto 104

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108 CLIMAS DO BRASIL 108

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113 Segundo o IBGE: O clima de uma região é representado pelo conjunto estatístico de suas condições durante um intervalo específico de tempo. Essas condições geralmente incluem a temperatura, precipitação e umidade. 113

114 CONCEITO DE CLIMA SUCESSÃO HABITUAL DOS TIPOS DE TEMPO NUM DETERMINADO LUGAR DA SUPERFÍCIE TERRESTRE. (Lembrou?) 114

115 CLIMA TROPICAL Extensas áreas do planalto central e das regiões Nordeste e Sudeste são dominadas pelo clima tropical. Nelas, o verão é quente e úmido (mec, mta) e o inverno, frio e seco (mpa, mta). As temperaturas médias excedem os 20º C, com amplitude térmica anual de até 7º C. As chuvas variam de a mm/ano. 115

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120 CHUVAS FRONTAIS OU CICLÔNICAS Ocorrem no encontro de massas de ar de características distintas (ar quente + ar frio). São caracterizadas por serem contínuas, apresentarem intensidade baixa a moderada e abrangem grande área. Abaixo seguem as maneiras com que as frentes quentes e frentes frias se distribuem, originando a precipitação. 120

121 CHUVAS FRONTAIS 121

122 CLIMA EQUATORIAL ÚMIDO APRESENTA TEMPERATURAS ELEVADAS COM BAIXA AMPLITUDE TÉRMICA. MÉDIAS ANUAIS SUPERIORES A 24º. PLUVIOSIDADE ELEVADA COM MM A MM. NÃO HÁ UMA ESTAÇÃO SECA. OCORREM CHUVAS CONVECTIVAS E AS MÁXIMAS SAZONAIS ACOMPANHAM A ZCIT. 122

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131 CALÇOENE NO AMAPÁ É A LOCALIDADE QUE MAIS CHOVE NO BRASIL 4.100mm/ANO 131

132 SUBTROPICAL ÚMIDO DOMINA A REGIÃO SUL E A PARTE SUL DO MATO GROSSO DO SUL E S. PAULO. MÉDIAS ANUAIS INFERIORES A 18. MAIORES AMPLITUDES TÉRMICAS. CHUVAS BEM DISTRIBUÍDAS. É COMUM A FORMAÇÃO DE NEVE E GEADA NAS REGIÕES SERRANAS. 132

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135 NEVE NO PLANALTO DE SANTA CATARINA 135

136 SÃO JOAQUIM JULHO

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140 NEVE EM GRAMADO 140

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144 CLIMA SEMI-ÁRIDO ABRANGE O SERTÃO DO NORDESTE. É DO TIPO TROPICAL, MAS COM ÍNDICE PLUVIOMÉTRICO EM TORNO DE 1000 MM CHUVAS CONCENTRADAS NUM CURTO PERÍODO DE TRÊS MESES. É UMA ZONA DE CONVERGÊNCIA DE MASSAS DE AR, QUE CHEGAM AÍ FRACAS. A mec É A RESPONSÁVEL PELAS CHUVAS. OS BREJOS SÃO LOCAIS MAIS ÚMIDOS. 144

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147 CABACEIRAS - PB 147

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158 CLIMA LITORÂNEO/TROPICAL ÚMIDO ATUA DO R. G. DO NORTE ATÉ SP mta FORTE E PROVOCA CHUVAS NO VERÃO NA PARTE SUL. AO NORTE A mea PROVOCA CHUVAS DURANTE O INVERNO CHUVAS DE RELEVO DEVIDO A SERRA DO MAR E CHAPADAS DIAMANTINA E BORBOREMA A mpa ATUA COMO FRENTE FRIA NO INVERNO PLUVIOSIDADE VARIA DE 1500 A 2000MM 158

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161 CARAGUATATUBA - SP 161

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164 "DILÚVIO - Chuvas torrenciais fizeram mais de 30 milhões de vítimas no sul da Ásia. As enchentes, que começaram há dois meses, já mataram mais de duas mil pessoas na Índia. (REVISTA "ISTO É" - 02/09/98) 164

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166 CAMADA DE OZÔNIO A CAMADA DE OZÔNIO É UMA "CAPA" DE GÁS QUE ENVOLVE A TERRA E A PROTEGE DE VÁRIAS RADIAÇÕES, SENDO QUE A PRINCIPAL DELAS, A RADIAÇÃO ULTRAVIOLETA, É A PRINCIPAL CAUSADORA DE CÂNCER DE PELE. DEVIDO AO DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL, PASSARAM A SER UTILIZADOS PRODUTOS QUE EMITEM CLOROFLUORCARBONO, UM GÁS QUE AO ATINGIR A CAMADA DE OZÔNIO DESTRÓI AS MOLÉCULAS QUE A FORMAM (O3), CAUSANDO ASSIM A DESTRUIÇÃO DESSA CAMADA DA ATMOSFERA. 166

167 CAMADA DE OZÔNIO A região mais afetada pela destruição da camada de ozônio é a Antártida. Nessa região, principalmente no mês de setembro, quase a metade da concentração de ozônio é misteriosamente sugada da atmosfera. Esse fenômeno deixa à mercê dos raios ultravioletas uma área de 31 milhões de quilômetros quadrados, maior que toda a América do Sul, ou 15% da superfície do planeta. 167

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171 AS ILHAS DE CALOR SURGEM DA SIMPLES PRESENÇA DE EDIFICAÇÕES E DAS ALTERAÇÕES DE PAISAGENS FEITAS PELO HOMEM NAS CIDADES. A SUPERFÍCIE URBANA APRESENTA ESPECIFICIDADES EM RELAÇÃO À CAPACIDADE TÉRMICA E A DENSIDADE DOS MATERIAIS UTILIZADOS NA SUA CONSTRUÇÃO: ASFALTO, CONCRETO, TELHAS, VIDROS. ESSES MATERIAIS, QUE CONSTITUEM AS SUPERFÍCIES URBANAS, TAIS COMO: RUAS, PRÉDIOS, TELHADOS, ESTACIONAMENTOS, ETC. CARACTERIZAM-SE PELA GRANDE CAPACIDADE DE REFLEXÃO E EMISSÃO DE RADIAÇÃO TÉRMICA, DIFERENCIADAS EM RELAÇÃO ÀS ÁREAS RURAIS E PAISAGENS NATURAIS. PROVOCAM ALTERAÇÕES DO ALBEDO. 171

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174 Jornal O Popular (15 de agosto de 2011) Um estudo de pesquisadores da Universidade Federal de Goiás (UFG) comprova cientificamente o que o goianiense vem sentindo na própria pele: o clima na capital está esquentando. Num período de 24 anos (entre 1986 e 2010) as chamadas ilhas de calor (zonas de temperatura mais quente dentro de uma mesma área geográfica) aumentaram mais de 66 vezes no município de Goiânia. A principal causa apontada para esse aquecimento é o aumento da área urbana da cidade e a consequente retirada da vegetação natural. De acordo com o levantamento, as áreas com registro de temperaturas mais altas estão relacionadas com os pontos onde a cidade está mais adensada, como bairros de Campinas, Centro, Santa Genoveva, Jardim Nova Esperança, Cidade Jardim, Novo Horizonte, Jardim América e Setor Bueno. Já os pontos com registros mais baixos são os mais periféricos, onde ainda não houve a expansão da área construída. 174

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184 Os desertos cobrem cerca de 31 milhões de km 2 da superfície terrestre. a maior parte dessa área está compreendida na. região do Saara e cerca de 2,6 milhões de km 2 se acham no deserto do centro da Austrália, que é menos conhecido, porém maior que o deserto arábico 184

185 Tamanho DESERTO DO SAARA 185

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189 Dunas de areia no Vale da Morte, Califórnia (Estados Unidos) 189

190 DESERTO DO ATACAMA 190

191 Desertos em regiões de ventos contra-alísios Os ventos contra-alísios ocorrem em duas faixas do globo divididas pela linha do Equador, e se formam pelo aquecimento do ar junto à região equatorial. Estes ventos secos dissipam a cobertura de nuvens, permitindo que mais luz do Sol aqueça o solo. A maioria dos grandes desertos da Terra está em regiões cruzadas por ventos contra-alísios. O maior deserto do nosso planeta, o Saara, no norte da África, que já experimentou temperaturas de 57 C, é um deserto de ventos contra-alísios. 191

192 El Niño El Niño é o nome dado a um fenômeno climático que acontece em decorrência da elevação anormal da temperatura das águas do oceano Pacífico, que provoca significativas mudanças no clima mundial. Quando ocorre, inicia-se nos meses de setembro ou outubro, por volta do mês de dezembro a costa do Peru recebe as águas aquecidas. A nomeação de El Niño se dá pelo fato de seu início coincidir com o Natal, estabelecendo uma relação com o Menino Jesus. 192

193 Esse acontecimento climático resulta em alterações no clima, como, por exemplo, no regime das chuvas em diversos pontos do planeta. Apesar de se conhecer suas conseqüências, ainda sabe-se muito pouco acerca de sua origem e causas. Atualmente, há muitas teorias que tentam explicar o surgimento do fenômeno, mas sem nenhuma comprovação contundente. 193

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195 La Niña La Niña é o fenômeno oposto ao El Niño: enquanto que este é devido ao aumento da temperatura do oceano Pacífico, a La Nina ocorre devido à diminuição da temperatura ocasionada pelo aumento da força dos ventos alísios. Explicando melhor: ao aumentar a intensidade dos ventos alísios, o fenômeno de ressurgência (afloramento das águas profundas do oceano mais frias e com mais nutrientes) das águas do Pacífico tende a se intensificar e ocorre a diminuição da temperatura da superfície oceânica. 195

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