REFORMA DOS CUIDADOS DE SAÚDE PRIMÁRIOS Reconfiguração dos Centros de Saúde. Criação de Agrupamentos de Centros de Saúde.

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1 REFORMA DOS CUIDADOS DE SAÚDE PRIMÁRIOS Reconfiguração dos Centros de Saúde Criação de Agrupamentos de Centros de Saúde Luis Pisco Missão para os Cuidados de Saúde Primários Viseu - Hotel Montebelo 12 de Junho 2007

2 Cheng Sung Mei s cosmic law of health care At any time, anywhere in the world, people will whine about their health care system. The decibel level of whining is only weakly related to how much a country spends on health care. At any time, anywhere on the globe, there will be calls for a major health reform. At any time, anywhere on the globe, the last health reform will be said to have failed. Uwe Reinhard Princeton University, 2006

3 A prestação de cuidados de saúde está em rota de colisão com aquilo que são as necessidades dos doentes e a realidade económica. Aumento de custos, aumento dos problemas de qualidade e um aumento crescente de cidadãos sem acesso aos cuidados de saúde necessários, é inaceitável e insustentável.

4 Estratégia de Reforma que permita obter: Doentes melhores cuidados de saúde. Profissionais recompensa pelas boas práticas. Financiadores contenção de custos. How physicians can change the future of health care Michael E. Porter Elizabeth Teisberg JAMA, March 14, 2007 vol 297, No. 10

5 Reforma dos Cuidados de Saúde Primários Principais objectivos Melhorar a acessibilidade Aumentar a satisfação de Profissionais e Utilizadores Melhorar a Qualidade e a Continuidade de Cuidados Melhorar a eficiência Missão para os Cuidados de Saúde Primários 2005

6 SOBRE A MCSP A Missão para os Cuidados de Saúde Primários (MCSP) é uma estrutura de missão na dependência directa do Ministro da Saúde, criada pela Resolução do Conselho de Ministros nº157/2005, de 12 de Outubro, para conduzir o projecto global de lançamento, coordenação e acompanhamento da estratégia de reconfiguração dos centros de saúde e implementação das unidades de saúde familiar. Pela Resolução do Conselho de Ministros nº 60/2007, de 24 de Abril, o mandato da MCSP foi prorrogado por dois anos.

7 MISSÃO, VISÃO MISSÃO Conduzir o projecto global de lançamento, coordenação e acompanhamento da estratégia de reconfiguração dos centros de saúde e implementação das unidades de saúde familiar. VISÃO Uma rede prestadora de cuidados de saúde primários de excelência, adequados às características das populações, próxima das famílias e dos cidadãos, sustentável e baseada no empreendedorismo profissional.

8 A reforma dos Cuidados de Saúde Primários no quadro da reforma da Administração Pública Diminuição de estruturas administrativas Passagem de 360 para ACS. Extinção de 18 sub-regiões de saúde. Reconfiguração Organização em rede Diminuição de custos. Impacto orçamental de 25 USF s estimado em menos 6,51 milhões de Euros anuais. Gestão orientada para resultados Responsabilização Viabilidade financeira Simplificação de procedimentos Melhoria da Acessibilidade. Reestruturação Equipas autónomas Flexibilidade Melhoria da qualidade do serviço Compromisso com carteira de serviços. Aproximação dos cidadãos Cuidados integrados Cuidados domiciliários

9 A reforma dos CSP na reestruturação da Administração Central Reestruturação da Administração / PRACE. Nova macro estrutura do Ministério da Saúde (MS) Lei orgânica do MS Lei orgânicas das micro estruturas (ACSS, ARS) Abordagem TOP-DOWN Reorganização dos 360 CS e extinção das 18 Sub-regiões. Novos Centros de Saúde Agrupamentos de Centros de Saúde (ACS) Diploma da reconfiguração Diploma das USF Abordagem BOTTOM-UP Processo de candidatura sujeita a avaliação técnica Total envolvimento dos profissionais de saúde Ajustamento contínuo do modelo organizacional Criação de pequenas equipas autónomas de prestação de cuidados de saúde. Unidades de Saúde Familiar (USF)

10 A reconfiguração dos Centros de Saúde A constituição de pequenas unidades funcionais autónomas (USF), prestadoras de cuidados de saúde à população, que proporcionarão maior proximidade ao cidadão e maior qualidade de serviço, por via de um modelo de Contratualização interna. obedece a um duplo movimento A agregação de recursos e estruturas de gestão, eliminando concorrências estruturais, obtendo economias de escala e viabilizando estratégias regionais ao nível dos cuidados de saúde primários que vão ao encontro das necessidades e expectativas da população.

11 Dados de Base: Produção e Custos Dimensão e produção de um CS médio utentes: sem médico de família: 10,8% utilizadores: médicos: 20,9 enfermeiros: 20,6 consultas: Custo por utente: 216,5 vencimentos dos médicos: 34,8, vencimentos de enfermeiros: 14,0 custos administrativos e de direcção: 18,6 custos com MCDT: 40,9 custos com medicamentos: 84,3 outros custos: 24 Custos totais de um CS médio Análise dos Custos dos Centros de Saúde e do Regime Remuneratório Experimental Prof. Miguel Gouveia Grupo de Trabalho da APES

12 Economias de Escala O aumento do volume de actividade dos centros de saúde provoca uma diminuição dos seus custos médios: muitos centros são demasiado pequenos. Custos Custos Médios por Utente Utentes Análise dos Custos dos Centros de Saúde e do Regime Remuneratório Experimental Prof. Miguel Gouveia Grupo de Trabalho da APES

13 A reconfiguração dos Centros de Saúde Objectivo principal Dotar os actuais centros de saúde dum enquadramento organizacional e de estruturas de apoio que lhes permitam aumentar a qualidade dos serviços prestados, maximizando os recursos e preservando a sua identidade.

14 Processo de mudança Constituição de USFs; Agrupamentos de Centros de Saúde; Introdução de novo modelo de gestão; Instituição de governação clínica; Reorganização dos serviços de suporte (desactivação das SRS).

15 Oportunidades Reduzir custos por via da racionalização de recursos; Obter economias de escala através da agregação dos serviços dispersos pelas SRS; Melhorar a qualidade dos serviços prestados através da passagem de uma lógica de tutela para uma lógica de prestação de serviços; Optimizar os fluxos de informação, considerando também as necessidades das equipas de gestão dos ACS; Integrar as diversas aplicações informáticas de suporte à prestação de serviços de apoio técnico.

16 O Agrupamento de Centros de Saúde Os ACS que irão emergir deste processo de reconfiguração, poderão ser definidos como unidades de gestão, compostas por um ou mais centros de saúde, integrados na ARS, I.P. ou em Unidade Local de Saúde, E.P.E. e responsáveis pela organização e integração dos vários níveis de prestação de cuidados de saúde primários, bem como de coordenação e ligação aos diversos parceiros comunitários.

17 O Agrupamento de Centros de Saúde A criação da equipa de gestão para o agrupamento de centros de saúde assenta em cinco objectivos que definem o seu âmbito: Adequar e optimizar os recursos existentes ao nível dos centros de saúde introduzindo ferramentas de planeamento e monitorização, o que permitirá melhorar a qualidade do serviço, reduzir custos, racionalizar recursos e diminuir a burocracia; Introduzir a diferenciação técnica e a governação clínica; Coordenar a actuação das unidades funcionais sem prejuízo do grau de autonomia técnica e assistencial que se pretende que estas venham a ter; Introduzir a Contratualização interna com as diversas unidades funcionais; suportar as unidades mais dinâmicas e promover a adopção de boas práticas pelas restantes unidades; Promover, de forma proactiva, a identificação de necessidades em saúde das comunidades que servem e apresentar propostas de afectação de recursos, visando ganhos de saúde para a comunidade.

18 A actividade nos agrupamentos de centros de saúde pode ser caracterizada por três grandes linhas de serviço: os cuidados personalizados de saúde (individual e familiar), intervenção na comunidade e a saúde pública. Paralelamente, devem existir os necessários serviços de suporte. Os processos horizontais serão sujeitos a dois macro-processos verticais: planeamento e monitorização, de forma a verificar a sua efectividade. Cuidados personalizados de saúde ACS Âmbito de actuação Saúde Pública Intervenção na comunidade Serviços de Suporte Tecnologias de Informação Recursos Humanos Financeiro Assessoria Especializada Instalações e Equipamentos Compras Planeamento Governação Clínica Monitorização

19 Critérios para a constituição dos Agrupamentos de Centros de Saúde O mapa das novas unidades de gestão, Agrupamentos de Centros de Saúde (ACS), deverá ser o resultado do agrupamento das estruturas e serviços de apoio dos actuais centros de saúde. Esse agrupamento deve obedecer, em regra, a um critério populacional que corresponda a um número de pessoas residentes entre 50 a 200 mil e complementado por um conjunto de variáveis: acessibilidade geográfica; densidade populacional; índice de concentração urbana; índice de envelhecimento; acessibilidade das pessoas a cuidados hospitalares; divisão administrativa do território e NUT III.

20 Critérios para a constituição dos Agrupamentos de Centros de Saúde A criação concreta dos ACS, bem como a delimitação da área geográfica correspondente, será efectuada por portaria do Ministro da Saúde, sob proposta fundamentada da ARS, I.P. respectiva, de acordo com os critérios referidos anteriormente e deverá conter: a identificação dos centros de saúde a integrar no ACS; a área geográfica e a população abrangidas por cada um desses centros de saúde; a identificação, por categoria profissional, dos recursos humanos a afectar a cada centro de saúde; a denominação do ACS; a identificação das instalações onde o ACS terá a sede.

21 Conselho Directivo da ARS, I.P. Estrutura Orgânica Organograma Gabinete do Cidadão Unidade de Apoio à Gestão Director Executivo Conselho Clínico Conselho da Comunidade Director Clínico (Presidente) ECLCCI 3 Adjuntos ECLCCI Equipa Coordenadora Local de Cuidados Continuados Integrados. UCC UCSP URAP USF USP Unidade de Cuidados na Comunidade. Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados. Unidade de Recursos Assistenciais Partilhados. Unidade de Saúde Familiar. Unidade de Saúde Pública. Centro de Saúde Centro de Saúde Centro de Saúde USF UCSP USF UCSP USF UCSP UCC UCC UCC USP URAP

22 Lógica de Funcionamento Gestor Planeamento e Organização Director Clínico Governação Clínica Saúde Pública Coordena a unidade de apoio à gestão: Controlo e planeamento de gestão. Desenvolvimento organizacional Gestão de recursos Elo de ligação entre as unidades operacionais e a direcção executiva. Gestão operacional do serviço assistencial. Estrutura técnica consultiva que integra classe médica e de enfermagem: Promoção de boas práticas. Qualidade técnica Treino e Formação Coordenador da USP: Gestão de Programas de Saúde. Vigilância epidemiológica. Monitorização dos factores determinantes da saúde das populações. Área de Projectos Formação Ex: Trabalho em Equipa Qualidade Ex: Segurança do Paciente Programa de Saúde Ex: Obesidade

23 Os novos ACS: objectivos Optimização da utilização de recursos; Introdução da Governação Clínica; Coordenação das actividades das unidades funcionais; Gestão das actividades transversais às unidades funcionais; Identificação das necessidades das populações e definição de programas de actuação de acordo com estas necessidades.

24 Os novos ACS : racional Permitir a organização de recursos especializados a uma escala superior, com ganhos na utilização de recursos escassos que se encontravam espartilhados, na realização de novos investimentos em estruturas, recursos humanos ou sistemas; Trabalhando sobre uma base populacional alargada, torna-se possível estudar a incidência de patologias na população com confiança estatística e dessa forma fazer uma boa gestão previsional.

25 Estrutura orgânica: racional Garantir a existência de uma liderança efectiva; Contemplar a visão dos principais stakeholders da comunidade (que compõem o Conselho da Comunidade); Garantir a existência de uma unidade com uma vertente de gestão (Unidade de Apoio à Gestão) e uma unidade de vertente clínica (Conselho Clínico), de forma a assegurar o cumprimento em paralelo dos objectivos operacionais e dos objectivos clínicos; Consolidar o desenvolvimento da componente de Governação Clínica, através da articulação do Conselho Clínico com o Director Executivo; Criar as várias unidades funcionais necessárias a garantir todas as actividades existentes no ACS fora do âmbito de actuação das USF.

26 Estrutura orgânica: Unidades Funcionais USF (Unidade de Saúde Familiar) Unidades funcionais que pretendem promover a formação de equipas multidisciplinares para o desempenho dos cuidados personalizados; está regulamentada em legislação própria. UCSP (Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados) Tem dimensão idêntica à prevista para as USF e presta cuidados personalizados, garantindo a acessibilidade, a continuidade e a globalidade dos mesmos, sendo constituída por equipa multiprofissional composta por médicos, enfermeiros e administrativos não integrados em USF. Depende hierarquicamente do Director Executivo e está vinculada às normas aprovadas pelo Conselho Clínico em matéria de governação clínica. UCC (Unidade de Cuidados na Comunidade) URAP (Unidade de Recursos Assistenciais Partilhados ) A UCC tem actuação multidisciplinar, que engloba a prestação de cuidados de saúde e de apoio psicológico e social, de base geográfica e domiciliária, designadamente na identificação e acompanhamento de indivíduos e famílias de maior risco, dependência e vulnerabilidade de saúde. A URAP é uma unidade funcional de apoio às restantes unidades do ACS, que integra profissionais titulares de especialidades tais como medicina hospitalar, medicina dentária, higiene oral, fisioterapia, terapia da fala, terapia ocupacional, psicologia, serviço social, nutricionismo e outros profissionais não afectos totalmente a outras unidades funcionais. USP (Unidade de Saúde Pública) Responsável pela realização de estudos populacionais, vigilância epidemiológica e exercício da função de autoridade de saúde;

27 Implementação da governação clínica A governação clínica nas organizações de saúde é a actividade responsável pela melhoria contínua dos seus serviços, garantindo padrões de qualidade através da criação de um ambiente que permita o desenvolvimento da excelência clínica. Assenta em cinco pontos-chave: melhoria, mudança, aprendizagem, transparência, responsabilidade. Uma das missões da governação clínica é garantir a inovação e aprendizagem de todos os profissionais que integram o ACS.

28 A hierarquia técnica deverá ser instituída através da formação de um Conselho Clínico, cujo presidente é o Director Clínico. Competências na área de Governação Clínica Organizar e controlar as actividades de formação contínua; Dar instruções para o cumprimento das normas técnicas emitidas pelas entidades competentes; Análise de efectividade de práticas clínicas, adopção de protocolos e práticas baseadas na evidência, homogeneização das práticas utilizadas nas várias unidades operativas; Fixar procedimentos que garantam a melhoria contínua da qualidade dos cuidados de saúde; Realização de auditorias clínicas e gestão do risco clínico e global; Promover a divulgação de medidas de desempenho, garantindo a transparência; Promover a investigação e aprendizagem interna; Verificar o grau de satisfação dos utentes e dos profissionais.

29 Factores organizacionais que favorecem a Governação Clínica: Existência do Conselho Clínico promove comunicação entre profissionais e o diálogo entre as várias unidades funcionais e, deste modo, a partilha de experiências fundamentais à Governação Clínica; Autonomização da Governação Clínica diferenciação entre quem promove a Governação Clínica e quem gere administrativamente o ACS que é garantida pela separação entre funções de gestão e funções clínicas; Influência sobre tomada de decisões do ACS designadamente na afectação de recursos a projectos na área de Governação Clínica; Organização em aprendizagem contínua promovida pela existência de equipas multi-profissionais e pela existência de órgãos com representatividade dos diversos stakeholders (Conselho da Comunidade);

30 A reforma dos cuidados de saúde primários é, em primeiro lugar, a criação de contextos organizacionais favoráveis à mudança de comportamentos. Agrupamento de Centros de Saúde Liderança USF Governação Clínica USF UCSP CS UCC UCSP CS UCC USF USF USF USF USP URAP

31 LIDERANÇA O sucesso da reforma dos cuidados de saúde primários depende do desenvolvimento de competências-chave de liderança. Unidade de Gestão Competências de liderança + Competências de gestão executiva Competências de liderança + Competências técnicas Competências de liderança + Competências de Governação Clínica Competências de liderança + Competências técnicas

32 Liderança efectiva Nos cuidados de saúde primários, a liderança efectiva pode depender da aquisição e desenvolvimento de um leque de competências-chave e qualidade pessoais. Competências intelectuais Capacidades em relações humanas Capacidades cognitivas Criatividade Liderança efectiva Capacidades de comunicação Relações interpessoais Competências de gestão Qualidades pessoais Capacidades de acção Trabalho em equipa Comportamento flexível Ética e valores

33 Boa liderança de uma unidade de CSP Perceber a cultura e singularidade; Clima participativo (autonomia e responsabilização); Delegação; Identificação clara das áreas de actuação; Acompanhamento; Bom ambiente de trabalho (relações entre pessoas); Trabalho em equipa.

34 Perfis de liderança Director O Director Executivo de um ACS deverá ser um líder estratégico. Alguém que combina sinergeticamente uma orientação gestionária, relacionada com o manter a ordem existente e a estabilidade financeira de longo prazo com uma orientação visionária, que compreende fomentar a mudança, a inovação e a criatividade. Esta combinação permite balancear a gestão do curto-prazo com a manutenção de uma visão de longo prazo; O Director Executivo do ACS deverá ter formação em gestão na área da saúde. Poderá ser um médico com experiência e formação em gestão ou alguém com formação em administração hospitalar, mas com experiência em Cuidados de Saúde Primários. Director de Organização e Planeamento Deverá ter primariamente características de gestor; Formação académica graduada ou pós-graduada na área de Gestão; Experiência profissional em funções de planeamento e organização. Experiência na área da prestação de cuidados de saúde não deve ser um requisito. Director Clínico Responsabilidades no âmbito da Governação Clínica levam à necessidade de um líder com um estilo tutorial, focado no desenvolvimento dos outros, com capacidade de estabelecimento de empatia e grande auto-consciência. As suas competências devem abranger três áreas: técnica, interpessoal e cognitiva.

35 Fases do Processo de Implementação Selecção Escolha da equipa Formação Arranque Acompanhamento Identificação de Equipa seleccionada Liderança Criar hierarquia técn. Acompanhamento e Directores de ACS pelo Director Planeamento e Reorganização das coaching pelo Gab. de acordo com perfis Deveria ser, organização Unidades Funcionais de Apoio à Gestão de liderança pré- preferencialmente, Governação clínica Nomear coorden. dos CS e estruturas definidos; uma selecção feita Team-building Institui C. Comunidade centrais consultivas Constituição da pelo grau de Economia da saúde Definir plano Definir e monitorizar equipa de gestão amadurecimento das Formação especifica estratégico a 3 anos objectivos de curto- pelo Director relações e não tanto por perfil Avaliar actual contrat. prazo nomeado; pela performance com as USF Definir e individual Preparar contrat. com acompanhar a ARS objectivos de médio- Criar mecanismos de prazo controlo interno;

36 Proposta de Reconfiguração dos Centros de Saúde MCSP ARS MCCI Grupo Trabalho para a Reforma da Saúde Pública Gabinete de Análise Económica (GANEC) da Universidade Nova de Lisboa Instituto de Direito das Empresas e do Trabalho (IDET) da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra Fórum O Novo Centro de Saúde Reuniões com Parceiros Sociais

37 Obrigado pela vossa atenção

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