(73) Titular(es): (72) Inventor(es): (74) Mandatário:

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "(73) Titular(es): (72) Inventor(es): (74) Mandatário:"

Transcrição

1 (11) Número de Publicação: PT (51) Classificação Internacional: F24D 17/00 (2006) (12) FASCÍCULO DE PATENTE DE INVENÇÃO (22) Data de pedido: (30) Prioridade(s): (43) Data de publicação do pedido: (73) Titular(es): UNIVERSIDADE DE AVEIRO UATEC, ED. DA REITORA 3º PISO, CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE SANTIAGO AVEIRO PT (72) Inventor(es): VÍTOR ANTÓNIO FERREIRA DA COSTA PT (74) Mandatário: ANABELA TEIXEIRA DE CARVALHO EDIFICIO OCEANUS - AVENIDA DA BOAVISTA ANDAR SALA 2.1 PORTO PORTO PT (54) Epígrafe: SISTEMA MISTURADOR DE ÁGUA E RESPETIVO MÉTODO DE OPERAÇÃO (57) Resumo: A PRESENTE INVENÇÃO PROPÕE UM SISTEMA MISTURADOR ASSOCIADO A UM SISTEMA DE ACUMULAÇÃO QUE PERMITE A ECONOMIA DE ÁGUA EM INSTALAÇÕES DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA, DOMÉSTICAS OU OUTRAS. APENAS É NECESSÁRIO UM RESERVATÓRIO DE ACUMULAÇÃO E UMA VÁLVULA REDUTORA DE PRESSÃO POR CASA OU POR INSTALAÇÃO, EM GERAL, E O SISTEMA USA VÁLVULAS MISTURADORAS COMUNS. QUANDO É REQUERIDA ÁGUA QUENTE À SAÍDA DA VÁLVULA MISTURADORA, MAS NÃO ESTÁ DISPONÍVEL ÁGUA QUENTE NA SUA ENTRADA DE ÁGUA QUENTE, A ÁGUA FRIA OU PARCIALMENTE FRIA QUE ENTRA ATRAVÉS DA ENTRADA DE ÁGUA QUENTE É DIRIGIDA PARA O RESERVATÓRIO DE ACUMULAÇÃO, ONDE É ACUMULADA SOB PRESSÃO. ENQUANTO EXISTE ÁGUA NO RESERVATÓRIO DE ACUMULAÇÃO ESTA É CONDUZIDA PARA O SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA FRIA, E DAÍ PARA A ENTRADA DE ÁGUA FRIA DA VÁLVULA MISTURADORA, EM VEZ DA ÁGUA FRIA PROVENIENTE DA REDE DE DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA FRIA, ASSIM PERMITINDO ECONOMIA DE ÁGUA POTÁVEL. A PRESENTE INVENÇÃO APLICA-SE NA INDÚSTRIA DE CONSTRUÇÃO, EM CONSTRUÇÕES PRÉ-EXISTENTES OU NOVAS, DOMÉSTICAS OU OUTRAS.

2 RESUMO SISTEMA MISTURADOR DE ÁGUA E RESPETIVO MÉTODO DE OPERAÇÃO A presente invenção propõe um sistema misturador associado a um sistema de acumulação que permite a economia de água em instalações de abastecimento de água, domésticas ou outras. Apenas é necessário um reservatório de acumulação e uma válvula redutora de pressão por casa ou por instalação, em geral, e o sistema usa válvulas misturadoras comuns. Quando é requerida água quente à saída da válvula misturadora, mas não está disponível água quente na sua entrada de água quente, a água fria ou parcialmente fria que entra através da entrada de água quente é dirigida para o reservatório de acumulação, onde é acumulada sob pressão. Enquanto existe água no reservatório de acumulação esta é conduzida para o sistema de distribuição de água fria, e daí para a entrada de água fria da válvula misturadora, em vez da água fria proveniente da rede de distribuição de água fria, assim permitindo economia de água potável. A presente invenção aplica-se na indústria de construção, em construções pré-existentes ou novas, domésticas ou outras.

3 DESCRIÇÃO SISTEMA MISTURADOR DE ÁGUA E RESPETIVO MÉTODO DE OPERAÇÃO Campo da invenção A presente invenção refere-se a um sistema misturador de água e respetivo método de operação, sendo o sistema composto por uma ou mais usual válvulas misturadoras comuns associadas a um sistema de acumulação, e a um componente hidráulico específico associado a cada válvula misturadora, permitindo o sistema como um todo a economia de água potável em instalações de água domésticas, ou outras, incluindo válvulas misturadoras. A presente invenção é preferencialmente utilizada pela indústria da construção civil, e mais precisamente em instalações de água doméstica, ou outras, incluindo válvulas misturadoras. As válvulas misturadoras usuais para uso doméstico promovem a mistura de dois caudais de água, um de água quente e outro de água fria, de modo a permitir a existência, na saída da válvula misturadora, de um caudal de água misturada à temperatura requerida pelo utilizador. A temperatura da água que deixa a válvula está compreendida entre as temperaturas dos caudais de entrada de água fria e quente que entram na válvula misturadora. As válvulas misturadoras usuais promovem, no entanto, perdas consideráveis de água potável. De facto, quando o utilizador pretende água quente ou parcialmente quente na saída da válvula misturadora, mas não existe água quente na entrada da válvula misturadora, a água fria ou parcialmente fria na saída da válvula misturadora 1

4 nestas circunstâncias não atinge a temperatura requerida pelo utilizador, e é normalmente água potável que é diretamente descarregada no sistema de esgoto. A razão para a não-existência de água quente na entrada da válvula misturadora está associada ao volume da conduta que liga a fonte de água quente (aquecedor de água) à válvula misturadora. Existe um período de tempo entre o pedido de água quente ou parcialmente quente na saída da válvula misturadora e a existência de água quente na entrada da válvula misturadora. A ausência de água quente na entrada da válvula misturadora, que é relevante para o sistema proposto, existe quando um pedido de água quente tem lugar depois de um período durante o qual não houve pedidos de água quente. Isto corresponde, portanto, à situação em que a conduta de distribuição de água quente está inicialmente preenchida com água fria ou parcialmente frio. Durante o tempo de espera, a água potável fria ou parcialmente fria que sai da válvula misturadora não satisfaz as necessidades de temperatura do utilizador, e é geralmente descarregada diretamente para o sistema de esgoto, o que não faz sentido dos pontos de vista económico e ambiental. Existe uma grande oportunidade para o uso de sistemas alternativos aos sistemas de mistura usuais, considerando a função de poupança de água, e permitir o uso, como água potável, da água fria ou parcialmente frio que, durante um determinado período de tempo inicial, entra no sistema 2

5 através da entrada de água quente da válvula misturadora, que normalmente é diretamente descarregada no sistema de esgoto. Tais sistemas alternativos devem ser aplicáveis a instalações domésticas de água incluindo válvulas misturadoras, como chuveiros, banheiras e sanitários, já existentes ou novas, e eles não devem apresentar diferenças de operação significativas quando comparados com os sistemas misturadores tradicionais. Antecedentes da invenção Até ao momento presente têm sido propostos alguns sistemas para permitir a poupança de água em instalações de água domésticas ou outras, sendo as mais relevantes, de acordo com a presente invenção, (por ordem cronológica): O documento US refere-se a um sistema baseado num circuito fechado de água quente, com uma bomba forçando a circulação de água quente através do sistema de distribuição de água quente, a fim de garantir a existência de água quente na entrada (ou quase na entrada) dos dispositivos de receção de água quente. Este é um sistema que tenta resolver o mesmo problema a ser resolvido com a presente invenção, mas os dois sistemas são muito diferentes, uma vez que o sistema proposto no documento US usa uma bomba acionada por um motor elétrico para forçar a água para retornar a um reservatório de acumulação sob pressão ou para a entrada do sistema de distribuição interior de água quente. Pelo contrário, a presente invenção propõe um sistema puramente mecânico, sem uso de qualquer tipo de bomba, e tem, portanto, a vantagem de não necessitar de qualquer sistema adicional de fornecimento 3

6 de energia elétrica, e o respetivo consumo de eletricidade. O documento US refere-se a um sistema para o retorno e acumulação da água que deixa as válvulas misturadoras domésticas ou industriais, durante os curtos períodos de tempo durante os quais a água de saída não é usada (como, por exemplo, em aplicações domésticas de banho, e ensaboar e o esfregar), para não ter que ajustar o caudal e a temperatura de saída para uma nova utilização após o curto período de tempo durante o qual a água de saída não foi usada. Cada dispositivo utilizador de água quente incorpora uma válvula adicional, operada manualmente, com duas posições estáveis, através da qual é selecionado se o dispositivo deve funcionar normalmente ou se ele deve operar com a função de retorno e poupança de água. É um sistema cujo principal objetivo é poupar a água correspondente aos períodos de ajuste de caudal e de temperatura para as necessidades do utilizador, que é marcadamente diferente do sistema aqui proposto. Com o sistema proposto pela US , e tomando como exemplo a operação usual de banho, apenas no início da operação do banho o caudal e a temperatura são ajustados às necessidades do utilizador, e durante as fases do banho que não requerem água a água que sai da válvula é conduzida para um sistema de acumulação. As funções normais da válvula, de saída de água para as operações de banho ou a função de acumulação de água, são definidas pela válvula adicional operada manualmente associada a cada um dos dispositivos utilizadores de água quente. Deste modo, a perda de água associada ao período de tempo de ajuste do caudal e da temperatura para o requerido para o utilizador precisa ocorrer apenas uma vez, no início 4

7 da operação do banho, e não no início de cada uma das fases do banho que requerem água quente ou parcialmente quente. O sistema proposto no documento US requer uma mudança nos dispositivos utilizadores usando água quente, de modo a incluir, cada um deles, uma válvula adicional, operada manualmente, com duas posições estáveis, e é necessária uma elevada capacidade de acumulação do reservatório, para acumular não só a água correspondente ao ajuste inicial do sistema às necessidades do utilizador, mas também a água correspondente aos períodos quando a água flui da válvula, mas não é utilizado pelo utilizador (períodos durante os quais a válvula adicional é comandada para direcionar a água que deixa a válvula misturadora para o sistema de acumulação). O sistema aqui proposto não requere qualquer dispositivo adicional a juntar aos equipamentos utilizadores de água quente, não exige que o utilizador selecione quando a água deve seguir para a utilização normal ou para o reservatório de acumulação (o modo de funcionamento do sistema aqui proposto é automático, em termos de temperatura de entrada da água quente no sistema misturadora), e a capacidade de acumulação requerida é apenas a correspondente ao volume de água contida na conduta que liga a fonte de água quente à válvula misturadora. O sistema proposto pelo documento US promove a acumulação da água fria durante o tempo de espera da água quente na saída do aparelho utilizado, a partir do qual a água é enviada através de uma válvula misturadora. No entanto, o sistema proposto pelo documento US não considera a integração da válvula misturadora e do sistema de 5

8 acumulação como um todo, ao passo que essa integração é uma parte crucial da presente invenção. Devido a isso, com o sistema proposto pelo documento US não é possível conduzir a água que entra na entrada da água quente da válvula misturadora para o sistema de acumulação ou para a saída da válvula misturadora, dependendo da temperatura da água que entra na válvula através da entrada de água quente ou do nível de carga do sistema de acumulação, e a água contida no sistema de acumulação não é usado preferencialmente à água fria proveniente da rede de distribuição de água fria. Outra diferença fundamental é que com o sistema proposto pelo documento US a água que não é perdido não é acumulada sob pressão, e é para ser usada noutra aplicação ou uso diferente do que a originou, e que não requer água pressurizada. Com a presente invenção, a água que é poupada é acumulada sob pressão e é usada mais tarde como água fria pelo sistema de distribuição interior de água fria, ou até mesmo para alimentar a entrada de água fria da válvula misturadora, isto é, é para ser utilizada pelos dispositivos usuais que usam água fria pressurizada, incluindo as válvulas misturadoras que eventualmente originaram a anterior acumulação de água. O sistema proposto pelo documento US acumula a água fria enquanto se espera pela água quente na entrada da válvula misturadora. No entanto, o sistema proposto pelo documento US não considera a integração da válvula misturadora e do sistema de acumulação como um todo, sendo essa integração fundamental, tal como proposto na presente invenção. Mais uma vez, também com o sistema proposto por 6

9 documento US não se consegue a condução da água que entra na válvula através da entrada de água quente para o sistema de acumulação ou para saída da válvula misturadora em função da temperatura da água que entra na válvula misturadoras através da entrada de água quente ou do nível de carregamento do sistema de acumulação, e a água contida no sistema de acumulação não é usado preferencialmente à água proveniente da rede de distribuição de água. Também aqui uma diferença fundamental é que com sistema proposto pelo documento US a água que não é perdida não é acumulada sob pressão, e é para ser usado noutra aplicação ou uso diverso daquele que lhe deu origem. Com a presente invenção, a água que é poupada é acumulada sob pressão, e é usada mais tarde para alimentar os dispositivos que recebem água fria a partir do sistema interior de distribuição de água fria, incluindo as válvulas misturadoras que eventualmente originaram a anterior acumulação de água. Com o sistema proposto no documento US a água que que é poupada é para ser usada em aplicações/usos que não exigem água pressurizada, como o enchimento de autoclismos ou sistemas de irrigação manual. O sistema inicialmente proposto pelo documento PCT/IB2009/ evoluiu para o sistema mais tarde proposto pelo documento PCT/IB2009/ O sistema originalmente proposto pelo documento PCT/IB2009/ tem, essencialmente, os mesmos princípios de funcionamento do sistema proposto pelo documento PCT/IB2009/ No entanto, o sistema proposto pelo documento PCT/IB2009/ só requer duas ligações hidráulicas externas da válvula 7

10 misturadora (de entrada de água quente e de entrada de água fria), como também é o caso das válvulas misturadoras usuais, quer sejam usadas em instalações novas ou já existentes, e a válvula misturadora do sistema proposto pelo documento PCT/IB2009/ requer mais do que apenas as referidas usuais duas ligações hidráulicas externas. A fim de permitir apenas duas ligações externas (entrada de água quente e entrada de água fria) da válvula misturadora, é necessário o sistema de seleção da entrada de água fria da válvula misturadora ser consideravelmente diferente do seletor de água fria do sistema originalmente considerado no documento PCT/IB2009/005378, e neste caso o sistema seletor de água fria é essencialmente uma válvula redutora de pressão, que só permite que a água fria oriunda da rede de distribuição de água fria entre na válvula misturadora se a pressão da água no sistema de acumulação ou no sistema interior de distribuição de água fria diminui abaixo de um valor préestabelecido. O sistema proposto pelo documento PCT/IB2009/ tem a vantagem de que a válvula misturadora só precisa de duas ligações hidráulicas externas (entrada de água quente e entrada de água fria), como é o caso das válvulas misturadoras usuais bem como das instalações que as incorporam, e o sistema pode assim ser facilmente incorporado em instalações de água pré-existentes ou novas. O sistema proposto pela presente invenção é, por sua vez, uma evolução do sistema proposto pelo documento PCT/IB2009/ O sistema proposto pelo documento PCT/IB2009/ tem essencialmente os mesmos princípios de funcionamento do sistema aqui proposto. No entanto, o sistema 8

11 atual tem as principais diferenças e características vantajosas de exigir apenas um reservatório de acumulação por casa ou instalação, e somente uma válvula redutora de pressão por casa ou instalação, requerendo apenas um sistema de acumulação por casa ou instalação, e incorpora válvulas misturadoras comuns e não válvulas misturadoras especificamente concebidas para incorporar o sistema misturador com função de poupança de água, como é o caso dos sistemas anteriores propostos pelos documentos PCT/IB2009/ e PCT/IB2009/ O núcleo principal do sistema proposto é um componente hidráulico específico (representado na Figura 1) para se obter a função de poupança de água, que avalia a temperatura da água proveniente do sistema interior de distribuição de água quente, e se esta não está quente o suficiente para atender requisitos do utilizador é água que é dirigida para o reservatório de acumulação e não para a entrada da água quente da válvula misturadora. Para obter a função de poupança de água, cada válvula misturadora requer um componente hidráulico específico associado hidráulico associado a ela, que deve estar instalado o mais próximo possível da válvula misturadora, a fim de obter o melhor desempenho do sistema no que concerne à poupança de água. Outra característica do sistema aqui proposto é que a água acumulada sob pressão no reservatório de acumulação pode ser usada para alimentar qualquer componente que necessite de água fria a partir do sistema de distribuição interior de água fria, e não apenas para alimentar a entrada de água fria da válvula misturadora que originou o armazenamento de água, como é o caso dos sistemas propostos pelos documentos PCT/IB2009/ e 9

12 PCT/IB2009/ No entanto, na presente invenção, bem como nos sistemas propostos pelos documentos PCT/IB2009/ e PCT/IB2009/055545, a água acumulada no reservatório de acumulação é utilizada preferencialmente à água fria proveniente da rede de distribuição de água fria. Descrição Geral da Invenção A presente invenção diz respeito a um sistema misturador de água composto por uma válvula misturadora usual, um reservatório de acumulação usual, uma válvula redutora de pressão comum (absoluta ou diferencial), e um componente hidráulico específico, de modo a permitir a poupança de água em instalações de água domésticas, ou outras. O sistema proposto de acordo com a presente invenção possui características que lhe conferem a função de poupança de água. O sistema misturador proposto utiliza válvulas misturadoras usuais, um reservatório de acumulação comum por casa ou instalação de água, uma válvula redutora de pressão comum (absoluta ou diferencial) por casa ou instalação de água, e um componente hidráulico específico para conseguir a função de poupança de água associada a cada válvula misturadora. O sistema proposto apresenta mudanças consideráveis em relação à sua versão anterior, como descrito pelo documento PCT/IB2009/055545, com o objetivo de requerer apenas válvulas misturadoras usuais, apenas um reservatório de acumulação comum por casa ou instalação de água, e apenas uma válvula redutora de pressão comum (absoluta ou diferencial) por casa ou instalação de água. Para conseguir a função de poupança de água é requerido um componente hidráulico específico associado a cada válvula misturadora, 10

13 que pode ser facilmente acomodado junto à válvula misturadora para o melhor desempenho do sistema no que concerne à poupança de água. Este sistema é caracterizado por ser composto por: a) Uma ou mais válvulas misturadoras comuns, cada uma comandada por as duas alavancas comandando a entrada de água quente (9) e de água fria (10); b) Um reservatório de acumulação usual (14) por casa ou instalação de água, cuja capacidade de acumulação depende de cada instalação de água particular, já que ele deve acumular a água potável que é perdida se o sistema misturador com função de poupança de água não for utilizado; c) Uma válvula redutora de pressão comum por casa ou instalação de água, que inclui a mola (15), e os pistões (16) e (17) ligados através da haste (18) (a válvula redutora de pressão pode ser uma válvula redutora de pressão absoluta, impondo uma dada pressão após ela, conforme representado na Figura 2, ou uma válvula redutora de pressão diferencial, impondo uma queda de pressão á água que passa através dela, ou seja, impondo uma pressão depois dela que é um valor especificado abaixo da pressão da água fria na rede de distribuição de água fria, estando esta forma alternativa representada no lado direito da Figura 2); e d) Um ou mais componentes hidráulicos específicos, conforme representado na Figura 1, cada um associado a uma válvula misturadora, cada conjunto hidráulico 11

14 específico incluindo um bolbo dilatável (2) montado sobre um disco perfurado (1), o bolbo está ligado à haste (3) que empurra o êmbolo perfurado deslizante (4), que está ligado através da haste (6) ao êmbolo (7) que é empurrado da direita para a esquerda pela mola (5), e da válvula de retenção (8). Os componentes referidos em b) e c) formam o sistema de acumulação, e apenas um sistema de acumulação é necessária por casa ou instalação de água. Ao abrir a entrada de água quente (9) da válvula misturadora, mas sem água quente disponível na entrada (11) do sistema misturador, a água fria ou parcialmente fria que entra no sistema através da entrada de água quente (11) é conduzida para o sistema interior de distribuição de água fria (12), ou para o reservatório de acumulação (14), onde permanece armazenada sob pressão. Apenas quando existe água quente na entrada (11) do sistema, ou quando o reservatório de acumulação (14) está totalmente carregado com água, a água que entra no sistema através da entrada de água quente (11) é conduzida para a descarga (20) da válvula misturadora. A água retida no reservatório de acumulação (14) está em contato permanente com o sistema interior de distribuição de água fria (12), e pode assim ser usada para alimentar qualquer dispositivo que requeira água fria do sistema interior de distribuição de água fria, ou até mesmo para alimentar a entrada de água fria (12) da válvula misturadora, como se fosse água doce provenientes da rede geral de distribuição de água fria. O reservatório de acumulação (14) e a válvula 12

15 redutora de pressão são montados para formar o sistema de acumulação, de uma maneira tal que o sistema de acumulação dá preferência ao uso da água acumulada no reservatório de acumulação (14) para alimentar o sistema interior de distribuição de água fria (12), isto é, enquanto existe água no reservatório de acumulação (14) ela é conduzida para o sistema interior de distribuição de água fria (12) ou mesmo para a entrada de água fria (12) da válvula misturadora preferencialmente à água fria proveniente da rede geral de distribuição de água fria (19). O sistema é operado pelo utilizador como uma válvula misturadora comum, através da operação das duas alavancas de ajuste do caudal de entrada da água quente (9) e fria (10), que regulam os caudais de água quente (13) e fria (12) na válvula misturadora, tal como representados na Figura 3. Durante o período de tempo em que a água quente ou parcialmente quente é esperada na saída da válvula (20), mas não existe água quente na entrada de água quente (11) do sistema misturador e o reservatório de acumulação (14) não está totalmente carregado com água, a água fria ou parcialmente fria que entra no sistema através da entrada de água quente (11) é conduzida para o sistema interior de distribuição de água fria ou para o reservatório de acumulação (14), e durante este período de tempo não há descarga de água na saída (20) da válvula misturadora. A ausência de água quente na entrada de água quente (11) é devida ao volume da conduta que liga a fonte de água quente à válvula misturadora, existindo um período de tempo entre o 13

16 pedido de água quente na válvula misturadora e a existência de água quente na entrada (11) do sistema misturador. A capacidade volumétrica do reservatório de acumulação (14) é ditado principalmente pela conjugação de dois fatores: o volume de água que se quer poupar, e o volume da conduta que liga a fonte de água quente à válvula misturadora. Descrição das figuras Figura 1 Representação esquemática do componente hidráulico específico proposto na invenção, um componente hidráulico específico associado a cada válvula misturadora, referindo-se os números a: 1 - Disco perfurado e fixo 2 - Bolbo dilatável 3 - Haste 4 - Êmbolo perfurado 5 - Mola 6 - Haste ligando os êmbolos (4) e (7) 7 - Êmbolo 8 - Válvula de retenção 11 - Entrada de água quente no sistema misturador 12 - Saída de água fria ou parcialmente fria em direção ao sistema interior de distribuição de água fria, ou para o reservatório de acumulação (14), que está permanentemente ligada ao sistema interior de distribuição interior de água fria 13 - Saída de água quente do componente hidráulico específico para a entrada da água quente da válvula misturadora. Figura 2 Representação esquemática do sistema de 14

17 acumulação, composto pelo reservatório de acumulação (14) e a válvula redutora de pressão, trabalhando em conjunto com a válvula misturadora comum e o componente hidráulico específico proposto na Figura 1, onde os números se referem a: 12 - Entrada de água fria ou parcialmente fria vinda de ou para o sistema interior de distribuição de água fria, ou saída de água fria para a entrada de água fria da válvula misturadora (uma vez os diferentes elementos do sistema montado, conforme representado na Figura 4, os pontos 12 nas Figuras 1, 2 e 3 são um ponto de curto-circuito comum do sistema, pertencente ao sistema interior de distribuição de água fria) 14 - Reservatório de acumulação 15 - Mola 16 - Êmbolo 17 - Êmbolo 18 - Haste ligando os êmbolos (16) e (17); 19 - Entrada de água fria, a partir da rede geral de distribuição de água fria. [Os elementos (15), (16), (17) e (18) formam a válvula redutora de pressão do sistema de acumulação. Se é uma válvula redutora de pressão absoluta, conforme representado na Figura 2 (imagem principal) e no sistema global na Figura 4, que impõe uma determinada pressão no sistema interior de distribuição de água fria (12), não importa qual a pressão na rede geral de distribuição de água fria. No entanto, se é uma válvula redutora de pressão diferencial, conforme representado na vista de detalhe sobre o lado direito da 15

18 Figura 2 e na visualização de detalhe sobre o lado direito da Figura 4, que impõe uma pressão à água fria no sistema interior de distribuição de água fria que é um dado valor abaixo da pressão na rede geral de distribuição de água fria, permitindo assim um melhor desempenho do sistema.]. Figura 3 Válvula misturadora usual, em que os números se referem a: 9 - Abertura/fecho de entrada da água quente 10 - Abertura/fecho de entrada da água fria 12 - Entrada de água fria 13 - Entrada de água quente 20 - Saída de água misturada, para uso normal. Figura 4 Representação esquemática do sistema integrado com a função de poupança de água potável pretendida, composto pelo componente hidráulico específico na Figura 1, o sistema de acumulação na Figura 2, e a válvula misturadora comum na Figura 3. Os números de referência na Figura 4 referem-se os mesmos elementos, como indicado antes, nas Figuras 1, 2 e 3, e eles são assim referenciados através dos números mesma referência (uma vez que para os diferentes elementos do sistema montado como na Figura 4, os pontos 12 nas Figuras 1, 2 e 3 são um ponto de curto-circuito comum do sistema, pertencente ao sistema interior de distribuição de água fria). Figura 5 Representação esquemática dos sistemas de distribuição de água quente e fria para garantir a operação do sistema proposto e a função de poupança de água, onde os 16

19 números se referem a: 9 - Sistema interior de distribuição de água quente, a pressão Ph> Pc Sistema interior de distribuição interior de água fria, a pressão Pc <Pr, onde Pr é a pressão da rede geral de distribuição de água fria (o reservatório de acumulação está permanentemente ligado a este sistema, bem como a entrada de água fria de qualquer sistema ou dispositivo utilizador de água fria) 19 - Entrada de água fria, a partir da rede geral de distribuição de água fria, a pressão Pr 21 - Aquecedor de água, ou fonte de água quente 22 - Válvula redutora de pressão, absoluta ou diferencial. O componente hidráulico específico representado na Figura 1 deve ser colocado o mais próximo possível da válvula misturadora representada na Figura 3, para um melhor desempenho do sistema no que concerne a poupança de água, e pode ser tornado "invisível" se colocado atrás dos dispositivos de utilizadores de água e / ou até mesmo por detrás ou dentro de móveis que lhes podem estar associados. Para um melhor desempenho, o sistema proposto requer um componente hidráulico específico conforme representado na Figura 1 associado a cada válvula misturadora usual, conforme representado na Figura 3. O sistema de acumulação representado na Figura 2 pode residir no local mais adequado da casa e, assim, a capacidade de acumulação do reservatório (14) pode ser grande o suficiente para permitir a acumulação de volumes consideráveis de água 17

20 com apenas pequenos aumentos na pressão. O sistema de acumulação representado na Figura 2 não precisa de ser colocado próximo ao componente hidráulico específico representado na Figura 1, ou próximo da válvula misturadora esquematicamente representada na Figura 3. A saída / entrada (12) do sistema de acumulação da Figura 2 está permanentemente ligada ao sistema interior de distribuição de água fria, e a entrada de água fria (12) de qualquer válvula ou outro dispositivo misturador usando água fria está associada a este sistema interior de distribuição de água fria. O sistema de acumulação representado na Figura 2 é composto essencialmente por um reservatório de acumulação usual (14) e por uma válvula redutora de pressão comum, que pode ser uma válvula redutora de pressão absoluta diferencial, composta pelos elementos (15), (16) (17) e (18), e este sistema de acumulação precisa existir apenas uma vez para toda uma casa ou instalação de água. Se é uma válvula redutora de pressão absoluta, conforme representado na Figura 2 e na Figura 4 global, impõe uma dada pressão Pc ao sistema interior de distribuição de água fria, não importa qual a pressão da rede geral de distribuição de água fria. No entanto, se é uma válvula redutora de pressão diferencial, conforme apresentado na vista de detalhes sobre o lado direito das Figuras 2 e 4, impõe uma pressão Pc no sistema interior de distribuição de água fria que é um dado valor abaixo da pressão Pr na rede geral de distribuição de água fria, permitindo assim um melhor desempenho do sistema proposto. A operação esperada do sistema requer a sua instalação 18

21 através da ligação entre a rede geral de distribuição de água fria, e os sistemas interiores de distribuição de água fria e de água quente, tal como representado na Figura 5. De acordo com esta figura, a água fria proveniente da rede geral de distribuição de água fria (19), a pressão Pr, alimenta o aquecedor de água (21), e o aquecedor de água (21) liberta água quente para o sistema interior de distribuição de água quente (11) a uma pressão Ph que é apenas ligeiramente abaixo da pressão Pr da rede geral de distribuição de água fria (esta diferença de pressão é tão pequena quanto possível, como imposto pelo aquecedor de água usado). O sistema proposto não apresenta dificuldades adicionais no que diz respeito à sua instalação, que pode ser dividida em duas etapas principais. Na primeira etapa, conforme ilustrado na Figura 5: (a) Uma ligação direta da entrada do aquecedor de água (21) à rede geral de distribuição de água fria (19), obtendo-se o sistema interior de distribuição de água quente (11) na saída do aquecedor de água, (b) A utilização de uma válvula redutora de pressão onde a água fria proveniente da rede geral de distribuição de água fria (19) entra, obtendose o sistema interior de distribuição interior de água fria (12). A válvula redutora de pressão deve ser regulada de modo a garantir que a pressão da água no sistema interior de distribuição de água fria, Pc, está abaixo da pressão no sistema interior de distribuição de água quente, Ph. Na segunda etapa, conforme ilustrado na Figura 4 como um todo, de entrada de água quente (11) do sistema misturador está ligada ao sistema interior de distribuição de água quente (11), e a tomada (12) do componente hidráulico específico na 19

22 Figura 1 e a entrada de água fria (12) da válvula misturadora na Figura 3 estão ligadas ao sistema interior de distribuição de água fria (12), e a saída (13) do componente hidráulico específico na Figura 1 está ligada à entrada de água quente (13) da válvula misturadora na Figura (3). É claro a partir da Figura 4 que a água fria para alimentar a entrada (12) da válvula misturadora, ou de quaisquer outros dispositivos que necessitam de água fria, vem preferencialmente do reservatório de acumulação (14) e não da rede geral de distribuição de água fria por meio de entrada (19). Somente quando a pressão no reservatório de acumulação (14) atinge um valor mínimo, significando que ele está quase vazio de água acumulada, a água fria entra no sistema misturadora vinda diretamente da rede geral de distribuição de água fria através de entrada (19). Descrição detalhada da invenção e sua operação O elemento sensor de temperatura, que avalia a temperatura da água na entrada de água quente (11) do sistema misturador, é o bolbo dilatável (2) na Figura 1, cujo aumento de volume é convertido numa deformação horizontal linear (aumento de comprimento) da esquerda para a direita, tendo como referência a Figura 1. Inicialmente, o sistema está imobilizado, e ambas as entradas (13, 12) da válvula misturadora estão totalmente fechadas através dos fechos (9, 10), respetivamente, e, consequentemente, não há caudal de saída da água (20) deixar a válvula misturadora. Nesta situação de não caudal a pressão 20

23 empurrando o êmbolo (7) para a direita é igual à pressão da rede geral de distribuição de água fria (12), o conjunto formado pelos êmbolos (4) e (7) e a haste (6) foi movida para a direita, o êmbolo (4) abre completamente a passagem (13) na Figura 1, mas não existe caudal de água através da saída (13) na Figura 1 uma vez que a passagem (9) na Figura 3 está fechada. Nesta situação inicial, o reservatório de acumulação (14) não está totalmente carregado com água, e a pressão no sistema interior de distribuição de água fria é a que é imposta pela válvula redutora de pressão. Se o utilizador quiser água quente ou parcialmente quente na saída (20) da válvula misturadora, a passagem (9) é aberta, e pressão empurrando o conjunto formado pelos êmbolos (4) e (7) e a haste (6) na Figura 1 para a direita diminui consideravelmente, observando que o êmbolo (4) é um êmbolo perfurado, e a mola (5) força o conjunto formado pelos êmbolos (4) e (7) e a haste (6) para a esquerda, o êmbolo (4) fechando a passagem da água que entra através da entrada (11) para a saída (13). Este é o caso quando a água que entra através da entrada (11) é fria ou parcialmente fria, o bolbo (2) não aumenta de comprimento e não empurra a haste (3) para a direita, e a água fria ou parcialmente frio que entra pela entrada (11) passa através dos furos do disco fixo (1), através dos furos do êmbolo (4), através da válvula de retenção (8), e é forçada para a saída (12) na Figura 1, e assim a entrar no sistema interior de distribuição de água fria, e depois para alimentar equipamentos que necessitam de água fria, ou então sendo conduzida em direção ao reservatório de acumulação (14). A acumulação da água fria ou 21

24 parcialmente fria que entra no sistema através da entrada de água quente (11) ocorre dessa forma. Se o reservatório de acumulação (14) não está completamente carregado com água, ou há pedidos de água fria a partir do sistema interior de distribuição de água fria, durante este período não é descarregada água através de saída (20) da válvula misturadora, mesmo que a passagem (9) esteja aberta. À medida que o reservatório de acumulação (14) recebe água, a pressão no seu interior aumenta, assim como a pressão no sistema interior de distribuição de água fria, assim aumentando também a pressão à qual o caudal de água (12) na Figura 1 sai em direção ao reservatório de acumulação (14) e ao sistema interior de distribuição de água fria, e também aumenta a ação dessa pressão empurrando o conjunto formado pelos êmbolos (4) e (7) e a haste (6) para a direita. Quando o reservatório de acumulação (14) está completamente carregado com água o conjunto formado pelos êmbolos (4) e (7) e a haste (6) move-se para a direita e o êmbolo (4) abre a passagem (13), não importa qual a temperatura da água que sai através da passagem (13), sendo a água conduzida para a entrada (13) da válvula misturadora na Figura 3. O reservatório de acumulação (14) tem um dado limite na sua capacidade de acumulação, e não pode se acumulada mais água nele uma vez alcançada essa capacidade máxima. Se a água que entra através da entrada de água quente (11) se torna quente, a sobe a temperatura do bolbo (2) e este aumenta de tamanho, e a sua haste (3) move-se para a direita, forçando assim o conjunto formado pelos êmbolos (4) e (7) e 22

25 pela haste (6) a mover-se para a direita, e o êmbolo (4) abre a passagem (13) da água quente que entra através de entrada (11) em direção à entrada (13) da válvula misturadora representada na Figura 3. A água vai então para a câmara de mistura da válvula misturadora na Figura 3 onde é possivelmente misturada com o caudal de água fria que eventualmente entra na válvula através de sua entrada de água fria (12) na Figura 3, e depois descarregada para uso através da saída (20) da válvula misturadora. Este é o funcionamento normal do sistema misturador para satisfazer os pedidos de água quente ou parcialmente quente do utilizador. Desta forma, a água que entra através da entrada de água quente (11) do sistema é direcionada para a saída da válvula misturadora (20) se o reservatório de acumulação (14) está completamente cheio de água ou se a água que entra no sistema através da entrada de água quente (11) está suficientemente quente, como detetado pelo bolbo (2). A água fria ou parcialmente fria acumulada no reservatório de acumulação (14) pode ser usada para alimentar qualquer equipamento ou aparelho ligado ao sistema interior de distribuição de água fria, incluindo a entrada de água fria (12) da válvula misturadora na Figura 3. Quando, no final de uma operação da válvula misturadora, a passagem (9) é fechada, o conjunto formado pelos êmbolos (4) e (7) e pela haste (6) continua a ser empurrado para a direita devido à ação da haste (3) do bolbo 2 enquanto a água dentro do componente hidráulico específico na Figura 1 23

26 permanece quente, ou pela ação da pressão da rede geral de distribuição de água fria sobre o êmbolo (7), ligado ao êmbolo (4) através da haste (6), mesmo se a temperatura do bolbo (2) diminui e, consequentemente, diminui o seu comprimento. Mesmo quando a água contida dentro do componente hidráulico específico na Figura 1 arrefece, o conjunto formado pelos êmbolos (4) e (7) e pela haste (6) continua a ser empurrado para a direita pela ação da pressão na rede geral de distribuição de água fria sobre o êmbolo (7), ligado ao êmbolo (4) através da haste (6). Para esta situação de não caudal, a pressão na entrada de água quente (11) do sistema misturador é a mesma que a da rede geral de distribuição de água fria. O caudal de água fria (12) que entra na válvula misturadora na Figura 3 é sempre direcionado para a saída (20) da válvula misturadora, e a função de poupança de água do sistema proposto está apenas relacionado com a poupança da água que entra no sistema misturadora através da entrada de água quente (11) quando esta não é quente, mas fria ou parcialmente fria. Assim, o funcionamento do sistema é analisado considerando apenas o que acontece com o caudal de água que entra no sistema através da entrada de água quente (11). Se existir, o caudal de água fria (12) que entra na válvula misturadora na Figura 3 é misturado com o eventual caudal de água quente que entra através da entrada (13) da válvula misturadora na Figura 3, e esses caudais de água misturados são descarregados pela saída (20) da válvula misturadora para satisfazer as necessidades do utilizador. 24

27 O sistema de acumulação na Figura 2 é tal que o sistema interior de distribuição de água fria usa preferencialmente a água acumulada no reservatório de acumulação (14) em vez da água fria proveniente da rede geral de distribuição de água fria através da entrada (19). Se for usada uma válvula redutora de pressão absoluta, se a pressão no reservatório de acumulação (14) e no sistema interior de distribuição de água fria é maior do que a pressão para que a válvula redutora de pressão formado pelos elementos (15), (16), (17) e (18) está calibrada, essa pressão atua sobre o lado direito do êmbolo (17) e o conjunto formado pelos elementos (16), (17) e (18) é forçado a mover-se para a esquerda, contra a ação de mola (15), e êmbolo (17) fecha a eventual passagem da água que entra no sistema a partir da entrada da rede geral de distribuição de água fria (19). Se for usada uma válvula redutora de pressão diferencial, se a pressão no reservatório de acumulação (14) e no sistema interior de distribuição de água fria é maior do que o valor para o qual a válvula redutora de pressão formada pelos elementos (15), (16), (17) e (18) está calibrada, essa pressão e a mola (15) atuam sobre o lado direito do êmbolo (17), contra a ação da pressão da rede geral de distribuição de água fria que atua sobre o lado esquerdo do êmbolo (16), o conjunto formado pelos elementos (16), (17) e (18) é forçado a mover-se para a esquerda, e o êmbolo (17) fecha a eventual passagem da água que entra no sistema a partir da entrada de água fria da rede geral de distribuição de água fria (19). Sob essas condições, não importa se é usada uma válvula redutora de pressão absoluta ou diferencial, e o sistema interior de distribuição de água fria recebe água do reservatório de acumulação (14) ou das 25

28 saídas (12) de componentes hidráulicos como o da Figura 1, e não água fria proveniente da rede geral de distribuição de água fria (19), dando ao sistema misturador proposto a possibilidade de utilização da água potável acumulada ou não rejeitada. Após cada operação o sistema está pronto para uma nova operação, que começa a partir da etapa inicial, como descrito acima. No que diz respeito à operação, o sistema proposto é operado da mesma maneira como as válvulas misturadoras usuais, a principal diferença sendo que, quando o caudal de água que entra no sistema misturador através da entrada de água quente (11) está a ser dirigido para o reservatório de acumulação (14) ou para o sistema interior de distribuição de água fria não há nenhuma dessa água a ser descarregada através da saída principal (20) da válvula misturadora, evitando assim as perdas de água que de outra forma eram descarregadas diretamente no sistema de esgoto. O sistema proposto não apresenta dificuldades adicionais no que diz respeito à sua instalação, que pode ser dividida em duas etapas principais. Na primeira etapa, conforme ilustrado na Figura 5: (a) Uma ligação direta da entrada do aquecedor de água (21) para a rede geral de distribuição de água fria (19), obtendo-se o sistema interior de distribuição de água quente (11) no saída do aquecedor de água, (b) A utilização de uma válvula redutora de pressão (22), formado pelos componentes (15), (16), (17) e (18), onde a água fria 26

29 proveniente da rede geral de distribuição de água fria (19) entra, obtendo-se o sistema interior de distribuição de água fria (12). A válvula reguladora de pressão (22) precisa ser calibrada para garantir que a pressão Pc da água no sistema interior de distribuição de água fria está abaixo da pressão Ph do sistema interior de distribuição de água quente. Na segunda etapa, conforme ilustrado na Figura 4 como um todo, a entrada de água quente (11) do sistema misturador está ligada ao sistema interior de distribuição de água quente, e a tomada (12) do componente hidráulico específico na Figura 1 e da água fria de entrada (12) da válvula misturadora na Figura 3 estão ligados ao sistema interior de distribuição de água fria, e a saída (13) do componente hidráulico específico na Figura 1 está ligada à entrada de água quente (13) da válvula misturadora na Figura (3). Lisboa, 23 de Setembro de

30 REIVINDICAÇÕES 1. Sistema misturador de água para ser usado em associação com válvulas misturadoras de água compreendendo: - Pelo menos uma válvula misturadora, cada uma com dois comandos configurando as entradas de água quente (9) e de água fria (10); - Um reservatório de acumulação (14) que acumula água que não atingiu a temperatura desejada e que entra no sistema misturador através da entrada de água quente (11); - Uma válvula redutora de pressão e caracterizado por incorporar um ou mais componentes hidráulicos, cada um associado a uma válvula misturadora em que cada conjunto hidráulico inclui um bolbo dilatável (2) montado sobre um disco perfurado (1), o bolbo estando ligado à haste (3) que empurra o êmbolo deslizante perfurado (4) para a direita, que está ligado através de haste (6) ao êmbolo (7) que é empurrado da direita para a esquerda pela mola (5), e incluindo também a válvula de retenção (8), que ao ser aberta a passagem de água quente (9) dirigindo encaminha a água para o reservatório de acumulação (14) e para o sistema interior de distribuição de água fria (12) através de válvula de retenção (8) se ela não estiver à temperatura desejada, ou dirigindo-a para a entrada da válvula misturadora através de passagem (13), se ela estiver na temperatura desejada ou se o reservatório de acumulação (14) está cheio de água. 1

31 2. Sistema misturador de água para ser usado em associação com válvulas misturadoras de água, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por o componente hidráulico específico, um por cada válvula misturadora, ser colocado a montante da válvula misturadora, podendo o mesmo ficar montado ou até dissimulado atrás dos dispositivos utilizadores de água. 3. Sistema misturador de água para ser usado em associação com válvulas misturadoras de água de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por incluir apenas um reservatório de acumulação (14) por cada instalação. 4. Sistema misturador de água para ser usado em associação com válvulas misturadoras de água de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por os dispositivos de comando da válvula misturadora serem alavancas, volantes, ou outros similares. 5. Sistema misturador de água para ser usado em associação com válvulas misturadoras de água de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por o sistema de acumulação incluir um reservatório de acumulação (14) e uma válvula redutora de pressão, que pode ser uma válvula redutora de pressão absoluta ou uma válvula redutora de pressão diferencial. 6. Método de operação do sistema misturador de água para 2

32 utilização em associação com válvulas misturadoras de água de acordo com o descrito nas reivindicações 1 a 5, caracterizado por o componente hidráulico associado a cada válvula misturadora direccionar de forma automática a água fria ou parcialmente fria que entra na entrada (11) do sistema misturador para o reservatório de acumulação (14) e para o sistema interior de distribuição de água fria (12). 7. Método de operação do sistema misturador de água para ser usado em associação com válvulas misturadoras de água, de acordo com a reivindicação anterior, caracterizado por durante o seu funcionamento normal a válvula misturadora libertar, através da saída (20), uma mistura de água quente e fria, dependendo da regulação de temperatura estabelecida pelo utilizador, que entra por um lado pela entrada de água quente (11) e, por outro, pela entrada (12) da válvula misturadora, de tal forma que a água fria que entra pela entrada (12) da válvula misturadora vem do reservatório de acumulação (14) e não da rede geral de distribuição de água fria (19). 8. Método de operação do sistema misturador de água para ser usado em associação com válvulas misturadoras de água, de acordo com as reivindicações 6 e 7, caracterizado por o componente hidráulico específico receber água através de entrada (11) e libertar água através da sua saída (13), e quando a água quente está ausente da entrada (11) essa água fria ou parcialmente fria é conduzida através do 3

33 sistema interior de distribuição de água fria (12) que está permanentemente ligado ao reservatório de acumulação (14). 9. Método de operação do sistema misturador de água para ser usado em associação com válvulas misturadoras de água, de acordo com as reivindicações 6 a 8, caracterizado por a água fria ou parcialmente fria que entra no sistema misturador através de sua entrada de água quente (11) entrar no reservatório de acumulação (14), e a água assim acumulada é utilizada posteriormente para alimentar o sistema interior de distribuição de água fria (12), alimentando todos os aparelhos que utilizam água fria, incluindo as válvulas misturadoras por meio de entrada (12). 10. Método de operação do sistema misturador de água para ser usado em associação com válvulas misturadoras de água, de acordo com as reivindicações 6 a 9, caracterizado por usar a água acumulada no reservatório de acumulação (14) para alimentar o sistema interior de distribuição de água fria (12), em vez da água fria proveniente da rede geral de distribuição de água fria (19), seja para alimentar o sistema interior de distribuição de água fria (12), seja para alimentar a entrada de água fria (12) das válvulas misturadoras, o que é realizado pela acção da pressão no sistema interior de distribuição de água fria (12) e no reservatório de acumulação (14) sobre a válvula redutora de pressão composta pelo conjunto formado pelos 4

34 elementos, mola (15), êmbolos (16 e 17) e uma haste que liga os êmbolos (18), que fecham a entrada de água fria (19) proveniente da rede geral de distribuição de água fria se a pressão no sistema interior de distribuição de água fria (12) e no reservatório de acumulação (14) é maior do que a pressão para a qual a válvula reguladora de pressão está regulada. 11. Método de operação do sistema misturador de água para ser usado em associação com válvulas misturadoras de água, de acordo com as reivindicações 6 a 10, caracterizado por serem identificadas as seguintes fases de funcionamento: a) Quando não existe água quente na entrada de água (11) do sistema misturador, a água fria ou parcialmente fria entra no componente hidráulico através da entrada de água quente (11), o bolbo (2) não aumenta o seu comprimento e o caudal de água é direccionado para o reservatório de acumulação (14), terminando este processo quando a água quente chega à entrada (11) do componente hidráulico ou quando o reservatório de acumulação (14) está totalmente cheio com água; b) Quando existe água quente na entrada de água quente (11) do sistema misturador, o bolbo (2) aumenta o seu comprimento, e a haste (3) força o movimento do êmbolo (4) para a direita, permitindo assim a saída do caudal de água (13) para a entrada de água quente (13) da válvula misturadora e depois para a saída principal (20) da válvula misturadora; c) Quando o reservatório de acumulação (14) está totalmente 5

1 ATUADORES HIDRÁULICOS

1 ATUADORES HIDRÁULICOS 1 ATUADORES HIDRÁULICOS Danniela Rosa Sua função é aplicar ou fazer atuar energia mecânica sobre uma máquina, levando-a a realizar um determinado trabalho. Aliás, o motor elétrico também é um tipo de atuador.

Leia mais

Automatismos Industriais

Automatismos Industriais Automatismos Industriais Introdução à Pneumática Nos actuais sistemas de automação a pneumática é um elemento muito importante pois está presente num vasto numero de aplicações, seja como sistema totalmente

Leia mais

CAPÍTULO 8 - SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO (MOTORES OTTO) CARBURAÇÃO INJEÇÃO INTRODUÇÃO

CAPÍTULO 8 - SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO (MOTORES OTTO) CARBURAÇÃO INJEÇÃO INTRODUÇÃO CAPÍTULO 8 - SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO (MOTORES OTTO) CARBURAÇÃO INJEÇÃO INTRODUÇÃO Requisitos de mistura. Em geral, a ótima razão ar/combustível com determinada velocidade do motor consiste naquela em que

Leia mais

Figura 6.1 - Ar sangrado do compressor da APU

Figura 6.1 - Ar sangrado do compressor da APU 1 Capítulo 6 - SANGRIA DE AR 6.1 - Finalidade e características gerais A finalidade da APU é fornecer ar comprimido para os sistemas pneumáticos da aeronave e potência de eixo para acionar o gerador de

Leia mais

Válvulas: Podem ser: -CONTROLADORAS DE DIREÇÃO. -CONTROLADORAS DE FLUXO. -CONTROLADORAS DE PRESSÃO. - DE BLOQUEIO.

Válvulas: Podem ser: -CONTROLADORAS DE DIREÇÃO. -CONTROLADORAS DE FLUXO. -CONTROLADORAS DE PRESSÃO. - DE BLOQUEIO. Válvulas: São os elementos utilizados para comando dos atuadores, exercendo função preponderante dentro dos circuitos fluídicos e são classificadas conforme suas funções. Podem ser: -CONTROLADORAS DE DIREÇÃO.

Leia mais

Válvulas controladoras de vazão

Válvulas controladoras de vazão Generalidades Válvula controladora de vazão variável Válvula de controle de vazão variável com retenção integrada Métodos de controle de vazão Válvula de controle de vazão com pressão compensada temperatura

Leia mais

ESQUENTADORES SOLUÇÕES DE ÁGUA QUENTE

ESQUENTADORES SOLUÇÕES DE ÁGUA QUENTE ESQUENTADORES Sensor Compacto SOLUÇÕES DE ÁGUA QUENTE Sensor Compacto O novo grau de exigência Tecnologia, conforto e poupança Há um novo grau de exigência na gama de esquentadores Vulcano: o Sensor Compacto.

Leia mais

EM CADA BANHO UMA FORMA DE RECUPERAR ENERGIA.

EM CADA BANHO UMA FORMA DE RECUPERAR ENERGIA. EM CADA BANHO UMA FORMA DE RECUPERAR ENERGIA. SABE QUAL A QUANTIDADE DE ENERGIA QUE É NECESSÁRIA PARA AQUECER A ÁGUA DO SEU BANHO? E SABE QUANTO DESSA ENERGIA É DESPERDIÇADA? Nos dias de hoje, os elevados

Leia mais

Um sistema bem dimensionado permite poupar, em média, 70% a 80% da energia necessária para o aquecimento de água que usamos em casa.

Um sistema bem dimensionado permite poupar, em média, 70% a 80% da energia necessária para o aquecimento de água que usamos em casa. Mais Questões Isildo M. C. Benta, Assistência Técnica Certificada de Sistemas Solares Quanto poupo se instalar um painel solar térmico? Um sistema bem dimensionado permite poupar, em média, 70% a 80% da

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÕES

MANUAL DE INSTRUÇÕES MANUAL DE INSTRUÇÕES Sistema para aquecimento de água sanitária com o aproveitamento de energia solar INSTALACÃO DO TERMOACUMULADOR A Norma respeitante á montagem deste aparelho é a NP 3401. Estes aparelhos

Leia mais

Fundamentos de Automação. Atuadores e Elementos Finais de Controle

Fundamentos de Automação. Atuadores e Elementos Finais de Controle Ministério da educação - MEC Secretaria de Educação Profissional e Técnica SETEC Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul Campus Rio Grande Fundamentos de Automação Atuadores

Leia mais

Acumuladores hidráulicos

Acumuladores hidráulicos Tipos de acumuladores Compressão isotérmica e adiabática Aplicações de acumuladores no circuito Volume útil Pré-carga em acumuladores Instalação Segurança Manutenção Acumuladores Hidráulicos de sistemas

Leia mais

11. Simbologia dos Componentes

11. Simbologia dos Componentes Nº Denominação Aplicação Símbolo 1.0 Geral 1.1. Símbolos Básicos 1.1.1. Linhas.1 Contínua 11. Simbologia dos Componentes.2 Interrompida Longa Linhas de fluxo..3 Interrompida Curta.4 Dupla Interligações

Leia mais

Manual Descritivo para Construção do ASBC

Manual Descritivo para Construção do ASBC Manual descritivo para construção do ASBC 1 Felipe Marques Santos Manual Descritivo para Construção do ASBC (Aquecedor Solar de Baixo Custo) Coordenador: Prof. Dr. Rogério Gomes de Oliveira 2 Manual descritivo

Leia mais

Água na sua melhor forma.

Água na sua melhor forma. Acumuladores térmicos ROTEX Água na sua melhor forma. O acumulador térmico de alto desempenho ROTEX proporciona a máxima higiene da água doméstica e a mais elevada conveniência da água de serviço. "Quando

Leia mais

Instruções de instalação, assistência e de manutenção

Instruções de instalação, assistência e de manutenção Instruções de instalação, assistência e de manutenção Sistema para grandes instalações Logasol SAT-DSP Logasol SAT-DES DHW DHW DHW DHW DCW DCW DCW DCW DHW DCW DHW DCW DHW DCW DHW DCW 6720619738-00.1 SD

Leia mais

1 Introdução simulação numérica termoacumulação

1 Introdução simulação numérica termoacumulação 22 1 Introdução Atualmente o custo da energia é um dos fatores mais importantes no projeto, administração e manutenção de sistemas energéticos. Sendo assim, a economia de energia está recebendo maior atenção

Leia mais

DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA PROTEÇÃO DE SISTEMA AÉREO DE DISTRIBUIÇÃO 2B CONSIDERAÇÕES GERAIS SOBRE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO

DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA PROTEÇÃO DE SISTEMA AÉREO DE DISTRIBUIÇÃO 2B CONSIDERAÇÕES GERAIS SOBRE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO 1 DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA PROTEÇÃO DE SISTEMA AÉREO DE DISTRIBUIÇÃO 2B CONSIDERAÇÕES GERAIS SOBRE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO Durante um curto-circuito, surge uma corrente de elevada intensidade

Leia mais

Boletim da Engenharia

Boletim da Engenharia Boletim da Engenharia 21 Medição e Regulagem do Superaquecimento e Sub-resfriamento 03/05 Neste boletim vamos abordar os procedimentos de verificação e regulagem do Superaquecimento através da válvula

Leia mais

Circuitos Retificadores

Circuitos Retificadores Circuitos Retificadores 1- INTRODUÇÃO Os circuito retificadores, são circuitos elétricos utilizados em sua maioria para a conversão de tensões alternadas em contínuas, utilizando para isto no processo

Leia mais

Capítulo 3 Documento Rascunho Eurico Ferreira S.A. 23 de Fevereiro de 2012. António Luís Passos de Sousa Vieira 070503362 ee07362@fe.up.

Capítulo 3 Documento Rascunho Eurico Ferreira S.A. 23 de Fevereiro de 2012. António Luís Passos de Sousa Vieira 070503362 ee07362@fe.up. Capítulo 3 Documento Rascunho Eurico Ferreira S.A. 23 de Fevereiro de 2012 António Luís Passos de Sousa Vieira 070503362 ee07362@fe.up.pt Capítulo 3 Baterias Solares As baterias solares, também conhecidas

Leia mais

Instruções de instalação, assistência técnica e manutenção para técnicos especializados

Instruções de instalação, assistência técnica e manutenção para técnicos especializados Instruções de instalação, assistência técnica e manutenção para técnicos especializados Sistemas de grandes instalações para 3 - x unidades habitacionais LSS-DA, LSS-DI LSS-DA LSS-DI DHW DHW DHW DHW DCW

Leia mais

KF2.4 MANUAL DE UTILIZADOR

KF2.4 MANUAL DE UTILIZADOR MANUAL DE UTILIZADOR Conteúdo Marcas comerciais IKIMOBILE é uma marca registada da Univercosmos, Lda., uma empresa do Grupo FF, com uma participação na Technology Solutions IT INT. Android e Google Search

Leia mais

Aquecimento Doméstico

Aquecimento Doméstico Aquecimento Doméstico Grande variedade de escolha Dos cerca de 4.000 kwh de energia consumidos por uma família portuguesa durante o ano, 15% é destinado ao aquecimento ambiente. A zona climática, o tipo

Leia mais

Atuadores e válvulas

Atuadores e válvulas A UU L AL A Atuadores e válvulas Você já viu nas aulas anteriores que é possível transformar energia elétrica em energia mecânica por meio de uma máquina: o motor elétrico. Na indústria atual, o motor

Leia mais

R O B Ó T I C A. Sensor Smart. Ultrassom. Versão Hardware: 1.0 Versão Firmware: 1.0 REVISÃO 1211.13. www.robouno.com.br

R O B Ó T I C A. Sensor Smart. Ultrassom. Versão Hardware: 1.0 Versão Firmware: 1.0 REVISÃO 1211.13. www.robouno.com.br R O B Ó T I C A Sensor Smart Ultrassom Versão Hardware: 1.0 Versão Firmware: 1.0 REVISÃO 1211.13 Sensor Smart Ultrassom 1. Introdução Os sensores de ultrassom ou ultrassônicos são sensores que detectam

Leia mais

13 TUBULAÇÕES DE REFRIGERANTE

13 TUBULAÇÕES DE REFRIGERANTE 167 13 TUBULAÇÕES DE REFRIGERANTE As tubulações de refrigerante representam uma parte essencial no sistema de refrigeração, pois requer as mesmas considerações gerais de projeto que qualquer sistema de

Leia mais

Período de injeção. Período que decorre do início da pulverização no cilindro e o final do escoamento do bocal.

Período de injeção. Período que decorre do início da pulverização no cilindro e o final do escoamento do bocal. CAPÍTULO 9 - MOTORES DIESEL COMBUSTÃO EM MOTORES DIESEL Embora as reações químicas, durante a combustão, sejam indubitavelmente muito semelhantes nos motores de ignição por centelha e nos motores Diesel,

Leia mais

Controlo de iluminação local multifuncional

Controlo de iluminação local multifuncional Controlo de iluminação local multifuncional I Controlo de iluminação local multifuncional A nível mundial, sensivelmente 20 % do consumo total de energia diz respeito à iluminação. Dependendo do tipo de

Leia mais

2.5 Sistema de recuperação de energia. Funcionamento em alívio

2.5 Sistema de recuperação de energia. Funcionamento em alívio Funcionamento em alívio Se o consumo de ar for inferior a descarga de ar do compressor, a pressão da rede aumenta. Quando a pressão da rede atinge o limite superior da pressão de trabalho (pressão de descarga),

Leia mais

Qual gráfico expressa as intensidades das forças que a Terra exerce sobre cada satélite em função do tempo?

Qual gráfico expressa as intensidades das forças que a Terra exerce sobre cada satélite em função do tempo? 1. (Enem 2013) A Lei da Gravitação Universal, de Isaac Newton, estabelece a intensidade da força de atração entre duas massas. Ela é representada pela expressão: F G mm d 1 2 2 onde m1 e m2 correspondem

Leia mais

Desenho e Projeto de Tubulação Industrial

Desenho e Projeto de Tubulação Industrial Desenho e Projeto de Tubulação Industrial Módulo IV Aula 01 Bombas São máquinas acionadas que recebem energia mecânica de uma fonte motora (máquina acionadora) e a transformam em energia cinética (movimento),

Leia mais

FIGURA 101 - ACESSÓRIOS DO CICLO DE REFRIGERAÇÃO

FIGURA 101 - ACESSÓRIOS DO CICLO DE REFRIGERAÇÃO 126 10 ACESSÓRIOS DO CICLO DE REFRIGERAÇÃO É um item ou dispositivo que aumenta a utilidade ou efetividade do sistema, porém não é essencial. A (fig. 101) ilustra a aplicação de muitos acessórios do equipamento

Leia mais

ATERRAMENTO ELÉTRICO 1 INTRODUÇÃO 2 PARA QUE SERVE O ATERRAMENTO ELÉTRICO? 3 DEFINIÇÕES: TERRA, NEUTRO, E MASSA.

ATERRAMENTO ELÉTRICO 1 INTRODUÇÃO 2 PARA QUE SERVE O ATERRAMENTO ELÉTRICO? 3 DEFINIÇÕES: TERRA, NEUTRO, E MASSA. 1 INTRODUÇÃO O aterramento elétrico, com certeza, é um assunto que gera um número enorme de dúvidas quanto às normas e procedimentos no que se refere ao ambiente elétrico industrial. Muitas vezes, o desconhecimento

Leia mais

Assunto: Característica do Termostato Eletromecânico Modelos: Vários Marca: Brastemp e Consul

Assunto: Característica do Termostato Eletromecânico Modelos: Vários Marca: Brastemp e Consul Assunto: Característica do Termostato Eletromecânico Modelos: Vários Marca: Brastemp e Consul BT0128 07.10.96 Este Boletim Técnico tem como finalidade informar as características, cuidados e como avaliar

Leia mais

Fone de Ouvido com Câmera. (HS-1C) Para os telefones celulares Nokia 3100, 6100, e 7210.

Fone de Ouvido com Câmera. (HS-1C) Para os telefones celulares Nokia 3100, 6100, e 7210. Fone de Ouvido com Câmera (HS-1C) Para os telefones celulares Nokia 3100, 6100, e 7210. INFORMAÇÕES LEGAIS Copyright Nokia Corporation 2002-2004. Todos os direitos reservados. É proibido reproduzir, transferir,

Leia mais

Manual de Utilizador. Caderno. Recursos da Unidade Curricular. Gabinete de Ensino à Distância do IPP. http://eweb.ipportalegre.pt. ged@ipportalegre.

Manual de Utilizador. Caderno. Recursos da Unidade Curricular. Gabinete de Ensino à Distância do IPP. http://eweb.ipportalegre.pt. ged@ipportalegre. Manual de Utilizador Caderno Recursos da Unidade Curricular Gabinete de Ensino à Distância do IPP http://eweb.ipportalegre.pt ged@ipportalegre.pt Índice RECURSOS... 1 ADICIONAR E CONFIGURAR RECURSOS...

Leia mais

Desenho e Projeto de Tubulação Industrial Nível II

Desenho e Projeto de Tubulação Industrial Nível II Desenho e Projeto de Tubulação Industrial Nível II Módulo II Aula 05 1. Introdução A mecânica dos gases é a parte da Mecânica que estuda as propriedades dos gases. Na Física existem três estados da matéria

Leia mais

Manutenção Elétrica. Entre os elementos de processamento de sinais podemos citar:

Manutenção Elétrica. Entre os elementos de processamento de sinais podemos citar: Manutenção Elétrica Elementos de Processamento de Sinais Os componentes de processamento de sinais elétricos são aqueles que analisam as informações emitidas ao circuito pelos elementos de entrada, combinando-as

Leia mais

INFORMATIVO DE PRODUTO

INFORMATIVO DE PRODUTO Sensor / Detector de Fumaça Óptico Convencional + Módulo Endereçável Código: AFDFE. (Ideal Para Utilizar em Conjunto com a Central de Alarme de Incêndio AFSLIM). O detector de fumaça código AFDFE é um

Leia mais

Como funcionam os elevadores hidráulicos

Como funcionam os elevadores hidráulicos Como funcionam os elevadores hidráulicos Giullia Peres da Silva giulliaperes@hotmail.com Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul Campus Osório Osório - RS Brasil Introdução:

Leia mais

6 Circuitos pneumáticos e hidráulicos

6 Circuitos pneumáticos e hidráulicos A U A UL LA Circuitos pneumáticos e hidráulicos Um problema A injetora de plásticos de uma fábrica quebrou. Desesperado, o supervisor de produção procura pelo novo mecânico de manutenção de plantão: você.

Leia mais

Uno Mille Electronic/ELX

Uno Mille Electronic/ELX Uno Mille Electronic/ELX Controle das Emissões Resumo Neste artigo é analisado o funcionamneto do sistema eletropneumático de controle de emissões do veículo UNO Mille. Em parte, tal sistema é controlado

Leia mais

Máquinas de Gelo em Escama QF800-QC700. Instalação. Sistema Elétrico. Localização da Máquina de Gelo

Máquinas de Gelo em Escama QF800-QC700. Instalação. Sistema Elétrico. Localização da Máquina de Gelo Máquinas de Gelo em Escama QF800-QC700 Instalação Localização da Máquina de Gelo Sistema Elétrico O local selecionado para a máquina de gelo deve atender os critérios seguintes. Se algum desses critérios

Leia mais

RECOMENDAÇÕES PARA SELEÇÃO E INSTALAÇÃO DE DENSÍMETROS SMAR EM PLANTAS DE BENEFICIAMENTO DE MINÉRIO

RECOMENDAÇÕES PARA SELEÇÃO E INSTALAÇÃO DE DENSÍMETROS SMAR EM PLANTAS DE BENEFICIAMENTO DE MINÉRIO RECOMENDAÇÕES PARA SELEÇÃO E INSTALAÇÃO DE DENSÍMETROS SMAR EM PLANTAS DE BENEFICIAMENTO DE MINÉRIO 1 A SMAR está trabalhando há mais de 8 anos com sistemas de medição de densidade por pressão diferencial

Leia mais

O que é uma Sobreintensidade?

O que é uma Sobreintensidade? O que é uma Sobreintensidade? Uma sobreintesidade é uma corrente de intensidade superior à nominal. Para este efeito, a intensidade de corrente máxima admissível num condutor é considerada como a sua intensidade

Leia mais

Inovação e Qualidade. Gama de produtos. Prémios:

Inovação e Qualidade. Gama de produtos. Prémios: Inovação e Qualidade Válvulas, controlos + sistemas Unibox e limitação da temperatura de retorno de sistemas de piso radiante Floorbox Instalação de sistemas de piso radiante sem distribuidor / colector

Leia mais

PowerPoint 2010 para o Office 365 para empresas

PowerPoint 2010 para o Office 365 para empresas PowerPoint 2010 para o Office 365 para empresas Faça a migração O Microsoft PowerPoint 2013 tem uma aparência diferente das versões anteriores. Assim, veja a seguir uma visão geral dos novos recursos e

Leia mais

Boletim da Engenharia

Boletim da Engenharia Boletim da Engenharia 28 Compressores Octagon Aplicação Sub Crítica com Dióxido de Carbono CO 2 09/08 Nesse boletim vamos abordar as instruções de operação dos compressores Octagon aplicados com o Dióxido

Leia mais

O DIMENSIONAMENTO DE INSTALAÇÕES HIDROSSANITÁRIAS Misturadoras e redutoras de pressão

O DIMENSIONAMENTO DE INSTALAÇÕES HIDROSSANITÁRIAS Misturadoras e redutoras de pressão Parte 1/2 FOCO TÉCNICO O DE INSTALAÇÕES HIDROSSANITÁRIAS Misturadoras e redutoras de pressão CRITÉRIOS DE CÁLCULO DO CAUDAL DE PROJETO O principal objetivo do dimensionamento de uma rede hídrica é assegurar,

Leia mais

TECNOLOGIA DOS MOTORES ALTERNATIVOS 1993

TECNOLOGIA DOS MOTORES ALTERNATIVOS 1993 TECNOLOGIA DOS MOTORES ALTERNATIVOS 1993 2 ÍNDICE 1- Introdução... 3 2- Constituição dos motores de combustão interna de quatro tempos... 3 2.1- Cabeça motor... 4 2.2- Bloco motor... 4 2.3- O cárter de

Leia mais

Astra ThinClient Manual de Configuração

Astra ThinClient Manual de Configuração 2011 www.astralab.com.br Astra ThinClient Manual de Configuração Guia para configuração do software Astra ThinClient. Equipe Documentação Astra AstraLab 20/07/2011 1 Sumário Configurando padrões... 3 Configurando

Leia mais

CA 6 - Apropriar-se de conhecimentos da Física para, em situações problema, interpretar, avaliar ou planejar intervenções científico-tecnológicas.

CA 6 - Apropriar-se de conhecimentos da Física para, em situações problema, interpretar, avaliar ou planejar intervenções científico-tecnológicas. COMPETÊNCIAS E HABILIDADES CADERNO 8 PROF.: Célio Normando CA 6 - Apropriar-se de conhecimentos da Física para, em situações problema, interpretar, avaliar ou planejar intervenções científico-tecnológicas.

Leia mais

SISTEMAS MODULARES DE TREINO DE ENERGIA SOLAR E ENERGIA TÉRMICA

SISTEMAS MODULARES DE TREINO DE ENERGIA SOLAR E ENERGIA TÉRMICA SISTEMAS MODULARES DE TREINO DE ENERGIA SOLAR E ENERGIA TÉRMICA SISTEMA TREINO DE PAINÉIS FOTOVOLTAICOS SOLARTEC-70 Sistema didático para a aprendizagem ou treino teórico e prático de instalações de energia

Leia mais

TREINAMENTO TERMOSTATO DANFOSS

TREINAMENTO TERMOSTATO DANFOSS TREINAMENTO TERMOSTATO DANFOSS Página 1 O que é o termostato? O termostato é um controlador de temperatura, ou seja, ele funciona como uma chave liga e desliga baseada na temperatura. Para melhor entender

Leia mais

Transitores de tempo em domínio de tempo

Transitores de tempo em domínio de tempo Em muitos processos, a regulação do caudal permite controlar reacções químicas ou propriedades físicas através de um controlo de variáveis como a pressão, a temperatura ou o nível. O caudal é uma variável

Leia mais

Aquário Automatizado

Aquário Automatizado Aquário Automatizado Alessandra Dutra Coelho alessandra.coelho@maua.br Bruno Tarantino, Gustavo B. Nascimento, Renato Marino, Rodrigo Pirolo Vivancos Escola de Engenharia Mauá Instituto Mauá de Tecnologia

Leia mais

Conceitos e definições para correção do fator de potência através de carga capacitiva

Conceitos e definições para correção do fator de potência através de carga capacitiva Conceitos e definições para correção do fator de potência através de carga capacitiva anobra de capacitores Na ligação de capacitores a uma rede ocorre um processo transitório severo até que seja atingido

Leia mais

Sistema de Proporcionamento FireDos de aditivos/ LGE para Corpos de Bombeiros

Sistema de Proporcionamento FireDos de aditivos/ LGE para Corpos de Bombeiros Sistema de Proporcionamento FireDos de aditivos/ LGE para Corpos de Bombeiros Unidades portáteis Viaturas de bombeiros Contêineres Aplicações especiais Sobre nós A FireDos GmbH Somos uma empresa de médio

Leia mais

SOLUÇÕES DE ÁGUA QUENTE

SOLUÇÕES DE ÁGUA QUENTE Bombas de Calor para A.Q.S. AQUAECO SOLUÇÕES DE ÁGUA QUENTE Índice Bombas de Calor para A.Q.S. Uma tecnologia de futuro Sistema eficiente de aquecimento de águas 03 Serviços de Apoio ao Cliente 04 Bomba

Leia mais

2 Depósito de acumulação estratificado SolvisStrato

2 Depósito de acumulação estratificado SolvisStrato 2 Depósito de acumulação estratificado SolvisStrato 2.1 Utilização e estrutura O depósito de acumulação estratificado SolvisStrato (figura à direita) foi concebido especificamente para instalações solares.

Leia mais

MANUAL DE GABINETES SAJ/SG5

MANUAL DE GABINETES SAJ/SG5 MANUAL DE GABINETES SAJ/SG5 Seção de Implantação de Sistemas Divisão de Sistemas Judiciais de Segundo Grau Diretoria de Tecnologia da Informação DTI/TJSC suporte: saj2grau@tjsc.jus.br Índice: Página 1.

Leia mais

Introdução ao Estudo da Corrente Eléctrica

Introdução ao Estudo da Corrente Eléctrica Introdução ao Estudo da Corrente Eléctrica Num metal os electrões de condução estão dissociados dos seus átomos de origem passando a ser partilhados por todos os iões positivos do sólido, e constituem

Leia mais

GuiadeProjectoeObra ANEXO I- TERMINOLOGIA

GuiadeProjectoeObra ANEXO I- TERMINOLOGIA GuiadeProjectoeObra ANEXO I- A B C Acessórios Aparelhos Bateria de Contadores Boca de Incêndio Tamponada Boca de Rega Boca Tamponada Bomba Caixa de Contador Caleira Técnica Canalete Canalização Canalização

Leia mais

ESQUENTADORES SENSOR ATMOSFÉRICO

ESQUENTADORES SENSOR ATMOSFÉRICO ESQUENTADORES SENSOR ATMOSFÉRICO SOLUÇÕES DE ÁGUA QUENTE SENSOR ATMOSFÉRICO Controlo total da temperatura. Conforto e Ecologia O esquentador Sensor Atmosférico é uma grande evolução para o seu conforto.

Leia mais

ANEMÔMETRO A FIO QUENTE

ANEMÔMETRO A FIO QUENTE UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE CENTRO DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA INSTRUMENTAÇÀO ELTRÔNICA ANEMÔMETRO A FIO QUENTE Cayo Cid de França Moraes 200321285 Natal/RN ANEMÔMETRO

Leia mais

CONCEPÇÃO DE REDES INTERIORES DE ÁGUAS E ESGOTOS EM EDIFÍCIOS PRINCÍPIOS GERAIS ORIENTADORES NOTA TÉCNICA

CONCEPÇÃO DE REDES INTERIORES DE ÁGUAS E ESGOTOS EM EDIFÍCIOS PRINCÍPIOS GERAIS ORIENTADORES NOTA TÉCNICA CONCEPÇÃO DE REDES INTERIORES DE ÁGUAS E ESGOTOS EM EDIFÍCIOS PRINCÍPIOS GERAIS ORIENTADORES NOTA TÉCNICA 1. ÂMBITO DA NOTA TÉCNICA A presente nota técnica diz respeito aos princípios gerais orientadores

Leia mais

Do Word 2007 para o Office 365 para empresas

Do Word 2007 para o Office 365 para empresas Do Word 2007 para o Office 365 para empresas Faça a migração O Microsoft Word 2013 para área de trabalho está diferente das versões anteriores. Assim, veja a seguir uma visão geral dos novos recursos e

Leia mais

Termossifão pressurizado (EA8896) Manual de instruções. Manual de instruções. Termossifão pressurizado (EA8896)

Termossifão pressurizado (EA8896) Manual de instruções. Manual de instruções. Termossifão pressurizado (EA8896) Manual de instruções Termossifão pressurizado (EA8896) Índice 1. Aviso... 3 2. Caracteristicas técnicas... 4 3. Princípios da Operação... 4 3.1. Tubos de vácuo... 4 3.2. Heat Pipe... 5 4. Instalação...

Leia mais

PROGRAMAÇÃO BÁSICA DE CLP

PROGRAMAÇÃO BÁSICA DE CLP PROGRAMAÇÃO BÁSICA DE CLP Partindo de um conhecimento de comandos elétricos e lógica de diagramas, faremos abaixo uma revisão para introdução à CLP. Como saber se devemos usar contatos abertos ou fechados

Leia mais

GEOTERMIA. a energia sustentável

GEOTERMIA. a energia sustentável GEOTERMIA a energia sustentável FUROS GEOTÉRMICOS A Terra oferece-nos o calor para o aquecimento e arrefecimento central e AQS num só sistema. Venha conhecer! PORQUÊ PAGAR POR ALGO QUE A NATUREZA LHE DÁ?

Leia mais

hardwarecar.com.br 1 Tecla para acionamento do freio de largada e Reset dos cronômetros e Mapas. 4 Teclas para navegação e programações.

hardwarecar.com.br 1 Tecla para acionamento do freio de largada e Reset dos cronômetros e Mapas. 4 Teclas para navegação e programações. Tecla para acionamento do freio de largada e Reset dos cronômetros e Mapas. 4 Teclas para navegação e programações. A saída do chicote esta localizada na parte traseira ou inferior do. hardwarecar.com.br

Leia mais

CASA DE MÁQUINAS MANUAL DE INSTALAÇÃO

CASA DE MÁQUINAS MANUAL DE INSTALAÇÃO CASA DE MÁQUINAS MANUAL DE INSTALAÇÃO CASA DE MÁQUINAS Item essencial para qualquer tipo de piscina. É nela que ficam acondicionados o Sistema Filtrante (Filtro e Bomba) registros, válvulas, fios e acionadores.

Leia mais

INSTALAÇÕES HIDRO-SANITÁRIAS

INSTALAÇÕES HIDRO-SANITÁRIAS INSTALAÇÕES HIDRO-SANITÁRIAS Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 8º Período Turmas C01, C02 e C03 Disc. Construção Civil II TIPOS Água Fria Esgoto Águas Pluviais Água Quente Incêndio

Leia mais

Medição tridimensional

Medição tridimensional A U A UL LA Medição tridimensional Um problema O controle de qualidade dimensional é tão antigo quanto a própria indústria, mas somente nas últimas décadas vem ocupando a importante posição que lhe cabe.

Leia mais

CALDEIRAS A LENHA AQUASOLID. Página 1

CALDEIRAS A LENHA AQUASOLID. Página 1 CALDEIRAS A LENHA AQUASOLID Página 1 Índice Caldeiras a Lenha - Todo o conforto com a máxima economia Uma solução de aquecimento eficiente 03 Principais Características 04 Componentes e Benefícios 05 Princípio

Leia mais

CORTE DOS METAIS. Prof.Valmir Gonçalves Carriço Página 1

CORTE DOS METAIS. Prof.Valmir Gonçalves Carriço Página 1 CORTE DOS METAIS INTRODUÇÃO: Na indústria de conformação de chapas, a palavra cortar não é usada para descrever processos, exceto para cortes brutos ou envolvendo cortes de chapas sobrepostas. Mas, mesmo

Leia mais

MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA, DO COMÉRCIO E DO TURISMO

MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA, DO COMÉRCIO E DO TURISMO MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA, DO COMÉRCIO E DO TURISMO INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO Portaria n.º 115, de 29 de junho de 1998 O Presidente do Instituto Nacional

Leia mais

Edson Duarte Sistemas Eletropneumáticos Lista Geral

Edson Duarte Sistemas Eletropneumáticos Lista Geral 1) Calcule o volume de ar comprimido necessário para o acionamento de 10 cilindros pneumáticos (modelo A), 4 cilindros pneumáticos com retorno por mola (modelo B) e 2 cilindros sem haste (modelo C), todos

Leia mais

ENERGIA DO HIDROGÊNIO - Célula de Combustível Alcalina

ENERGIA DO HIDROGÊNIO - Célula de Combustível Alcalina Universidade Federal do Pará Instituto de Tecnologia Programa de Pós Graduação em Engenharia Elétrica PPGEE0030 - INTRODUÇÃO ÀS ENERGIAS RENOVÁVEIS Docente: Professor Doutor João Tavares Pinho Discente:

Leia mais

FORMA E FUNCIONALIDADE INOVADORA. As novas torneiras de casa de banho Talis agora com tecnologia Select.

FORMA E FUNCIONALIDADE INOVADORA. As novas torneiras de casa de banho Talis agora com tecnologia Select. FORMA E FUNCIONALIDADE INOVADORA. As novas torneiras de casa de banho Talis agora com tecnologia Select. Talis Design-História INOVAÇÃO EXCECIONAL. DESIGN DE ALTA QUALIDADE. Como a Hansgrohe e a Phoenix

Leia mais

Termoacumulador. Elacell Comfort. Elacell. Elacell Excellence HS 50-3C HS 80-3C HS 35-3B HS 50-3B HS 80-3B HS 100-3B HS 50-3T HS 80-3T HS 100-3T

Termoacumulador. Elacell Comfort. Elacell. Elacell Excellence HS 50-3C HS 80-3C HS 35-3B HS 50-3B HS 80-3B HS 100-3B HS 50-3T HS 80-3T HS 100-3T Termoacumulador Elacell HS 35-3B HS 50-3B HS 80-3B HS 100-3B Elacell Comfort HS 50-3C HS 80-3C Elacell Excellence HS 50-3T HS 80-3T HS 100-3T 8 739 722 796 PT/ES (2008.08) JS Português 2 Español 28 Indicações

Leia mais

Sistemas Fixos de CO2 - Parte 2 Departamento Técnico da GIFEL Engenharia de Incêndios

Sistemas Fixos de CO2 - Parte 2 Departamento Técnico da GIFEL Engenharia de Incêndios Sistemas Fixos de CO2 - Parte 2 Departamento Técnico da GIFEL Engenharia de Incêndios Sistemas fixos de CO 2 : Os sistemas fixos diferem conforme a modalidade de armazenamento do meio extintor entre Sistemas

Leia mais

Memórias. O que são Memórias de Semicondutores? São componentes capazes de armazenar informações Binárias (0s e 1s)

Memórias. O que são Memórias de Semicondutores? São componentes capazes de armazenar informações Binárias (0s e 1s) Memórias O que são Memórias de Semicondutores? São componentes capazes de armazenar informações Binárias (0s e 1s) Essas informações são guardadas eletricamente em células individuais. Chamamos cada elemento

Leia mais

ESQUENTADORES ESQUENTADORES COMPACTOS EXAUSTÃO NATURAL. But/Pro-7702431708 121003047. But/Pro-7703431740 121003073

ESQUENTADORES ESQUENTADORES COMPACTOS EXAUSTÃO NATURAL. But/Pro-7702431708 121003047. But/Pro-7703431740 121003073 ESQUENTADORES ESQUENTADORES COMPACTOS EXAUSTÃO NATURAL Gama Click! Modelo Referência GásCódigo Capacidade Exaustão Pr. Unitário WRDB 11 B31 But/Pro7701431613 121003046 WRDB 11 B23 7701331710 WRDB 14 B31

Leia mais

EDUCAÇÃO E MEIO AMBIENTE. 1.0 Introdução

EDUCAÇÃO E MEIO AMBIENTE. 1.0 Introdução EDUCAÇÃO E MEIO AMBIENTE 1.0 Introdução O presente trabalho é resultado de uma visão futurística acerca da preservação do meio ambiente e da manutenção da vida. Alguns anos de estudo e pesquisas na área

Leia mais

1 CIRCUITOS COMBINACIONAIS

1 CIRCUITOS COMBINACIONAIS Curso Técnico em Eletrotécnica Disciplina: Automação Predial e Industrial Professor: Ronimack Trajano 1 CIRCUITOS COMBINACIONAIS Um circuito digital é dito combinacional quando em um dado instante de tempo

Leia mais

Manual de Instruções de Instalação e Garantia. Aquecedor Universal Com Acionamento Digital

Manual de Instruções de Instalação e Garantia. Aquecedor Universal Com Acionamento Digital Manual de Instruções de Instalação e Garantia Aquecedor Universal Com Acionamento Digital Parabéns! Você acabou de adquirir um produto com a qualidade AQUAPLÁS Apresentação O Aquecedor AQUAPLÁS é utilizado

Leia mais

AS CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS DO MOTOR INCLUEM...

AS CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS DO MOTOR INCLUEM... Motores H-Compact COMPACTO, REFRIGERAÇÃO EFICIENTE A importância crescente da economia de energia, dos requerimentos ambientais, da procura por dimensões menores e das imposições dos mercados nacionais

Leia mais

O SEPARADOR HIDRÁULICO

O SEPARADOR HIDRÁULICO Edição especial ExpoClima Abril 2000 O SEPARADOR HIDRÁULICO A sua importância Funções e características O SEPARADOR DE MICRO-BOLHAS DE AR Funções e características Índice Edição especial ExpoClima Abril

Leia mais

EXPERIÊNCIA Nº 4 ESTUDO DE UM TROCADOR DE CALOR DE FLUXO CRUZADO

EXPERIÊNCIA Nº 4 ESTUDO DE UM TROCADOR DE CALOR DE FLUXO CRUZADO EXPERIÊNCIA Nº 4 ESTUDO DE UM TROCADOR DE CALOR DE FLUXO CRUZADO 1. CONCEITOS ENVOLVIDOS Convecção de calor em escoamento externo; Transferência de calor em escoamento cruzado; Camada limite térmica; Escoamento

Leia mais

Dicas de Ecoeficiência. santander.com.br/sustentabilidade

Dicas de Ecoeficiência. santander.com.br/sustentabilidade Dicas de Ecoeficiência santander.com.br/sustentabilidade água Torneira aberta Cada minuto utilizado para escovar os dentes com a torneira aberta, é gasto de 12 a 20 litros de água. Por isso, recomenda-se

Leia mais

CA 6 - Apropriar-se de conhecimentos da Física para, em situações problema, interpretar, avaliar ou planejar intervenções científico-tecnológicas.

CA 6 - Apropriar-se de conhecimentos da Física para, em situações problema, interpretar, avaliar ou planejar intervenções científico-tecnológicas. COMPETÊNCIAS E HABILIDADES CADERNO 9 PROF.: Célio Normando CA 6 - Apropriar-se de conhecimentos da Física para, em situações problema, interpretar, avaliar ou planejar intervenções científico-tecnológicas.

Leia mais

CURSO PROFISSIONAL TÉCNICO DE ANÁLISE LABORATORIAL

CURSO PROFISSIONAL TÉCNICO DE ANÁLISE LABORATORIAL DIREÇÃO GERAL DOS ESTABELECIMENTOS ESCOLARES DIREÇÃO DE SERVIÇOS DA REGIÃO CENTRO ANO LECTIVO 2015 2016 CURSO PROFISSIONAL TÉCNICO DE ANÁLISE LABORATORIAL MÉTODOS OPTICOS ESPECTROFOTOMETRIA MOLECULAR (UV

Leia mais

Manual de Operação e Configuração. Balança Dosadora de Ração

Manual de Operação e Configuração. Balança Dosadora de Ração Manual de Operação e Configuração Balança Dosadora de Ração 2 1- INTRODUÇÃO A (SPM e SPF) foi projetada para atender as necessidades no setor de pesagem e distribuição de ração em toda linha avícola, fornecendo

Leia mais

4. Metodologia. Capítulo 4 - Metodologia

4. Metodologia. Capítulo 4 - Metodologia Capítulo 4 - Metodologia 4. Metodologia Neste capítulo é apresentada a metodologia utilizada na modelagem, estando dividida em duas seções: uma referente às tábuas de múltiplos decrementos, e outra referente

Leia mais

ATENÇÃO: A partir da amostra da aula, terá uma idéia de onde o treinamento de eletroeletrônica poderá lhe levar.

ATENÇÃO: A partir da amostra da aula, terá uma idéia de onde o treinamento de eletroeletrônica poderá lhe levar. ATENÇÃO: O material a seguir é parte de uma das aulas da apostila de MÓDULO 1 que por sua vez, faz parte do CURSO de ELETRO ANALÓGICA -DIGITAL que vai do MÓDULO 1 ao 4. A partir da amostra da aula, terá

Leia mais

Sistema de debate digital CCS 1000 D 1. Sistema de debate digital CCS 1000 D Compacto, mas versátil

Sistema de debate digital CCS 1000 D 1. Sistema de debate digital CCS 1000 D Compacto, mas versátil Sistema de debate digital CCS 1000 D 1 Sistema de debate digital CCS 1000 D Compacto, mas versátil 2 Sistema de debate digital CCS 1000 D Concebido para reuniões plug-and-play, simplificadas e extremamente

Leia mais

TEMA: Gestão de equipamentos Exemplo: Máquina de lavagens de viaturas

TEMA: Gestão de equipamentos Exemplo: Máquina de lavagens de viaturas APLICAÇÃO: XRP Pool TEMA: Gestão de equipamentos Exemplo: Máquina de lavagens de viaturas ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO EM: 05 de Junho de 2014 ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO POR: Carolina Esteves Almeida Escrita Digital, S.

Leia mais

Chemguard - Sistemas de Espuma. Sistemas de espuma de alta expansão DESCRIÇÃO: SC-119 MÉTODO DE OPERAÇÃO

Chemguard - Sistemas de Espuma. Sistemas de espuma de alta expansão DESCRIÇÃO: SC-119 MÉTODO DE OPERAÇÃO Sistemas de espuma de alta expansão DESCRIÇÃO: O Gerador de Espuma de Alta Expansão (Hi-Ex) Chemguard é um componente em um Sistema de Supressão de Incêndios de Espuma de Alta Expansão. Não requer nenhuma

Leia mais