Emergência de instrumentos e mecanismos de liderança a e participação em territórios rios de baixa densidade

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1 Emergência de instrumentos e mecanismos de liderança a e participação em territórios rios de baixa densidade O caso dos PROVERE Joaquim Felício CCDRC/MAIS CENTRO Coimbra, 24 novembro

2 política pública p dirigida aos territórios rios de baixa densidade 2

3 Causalidade circular nos territórios de baixa densidade 2008 Fonte: DPP 3 3

4 Um modelo estratégico para dinamizar a atividade económica nos territórios de baixa densidade Fonte: DPP 4

5 Fonte: DPP O objectivo do PROVERE fomentar a competitividade dos espaços de baixa densidade através da dinamização de atividades de base económica inovadoras e alicerçadas na valorização de recursos endógenos, tendencialmente inimitáveis do território. 5

6 Fonte: DPP 6

7 Modelo de intervenção, baseado num paradigma que visa: privilegiar as iniciativas dos agentes privados em relação às intervenções das entidades públicas; promover um modelo de auto-governação em detrimento de uma governação centralizada e assente quase exclusivamente em entidades da administração; promover uma lógica de intervenção mais centrada na capacitação dos agentes e valorização dos recursos, do que na intervenção de cariz material. 7 7

8 QCA III ( ) - AIBT QREN ( ) - PROVERE 8 8

9 Região Centro NUTS III 9

10 CENTRO DE PORTUGAL - hetereogénea: do ponto de vista do território e das pessoas Densidade Populacional 2011 Índice de Envelhecimento RC= 82,5 Hab/Km2 % (RC = 152,9) 98,7-152,9 6,8-40,0 153,0-219, Kilometers 40,1-82,5 82,6-200,0 200,1-1474, Kilometers 220,0-329,9 330,0-538,7 10

11 CENTRO DE PORTUGAL - hetereogénea: do ponto de vista do território e das pessoas Variação da População Residente, % RC = -0, Kilometers -17, ,0-9,9 - -5,0-4,9-0,0 0,1-5,0 5,1-10,0 10,1-29,6 11

12 CENTRO DE PORTUGAL - hetereogénea: do ponto de vista económico IRS por habitante Indicador per capita Poder Compra Kilometers Euros (RC = 7.041)

13 Territórios com Problemas de Atratividade Concelhos com elevada atratividade (36) Concelhos de média atratividade (16) Concelhos de reduzida atratividade Variação da População e Poder de Compra per capita nos municípios da Região Centro 150 Valor médio dos 100 municípios = 71,52 Coimbra 140 Aveiro Média Atractividade: 7 municípios 130 Elevada Atractividade: 36 municípios Variação da População Residente 2011/2001 (%) Figueira da Foz Guarda Torres Novas Castelo Branco Leiria Caldas da Rainha Marinha Grande Entroncamento Torres Vedras Alenquer Arruda dos Vinhos Nazaré Abrantes Covilhã Peniche Região Centro Ovar Alcobaça Ílhavo Constância Tomar 80 Batalha Lourinhã Condeixa-a-Nova Águeda Óbidos Figueira Mealhada Sobral de Monte Agraço Oliveira Estarreja Bombarral Oliveira de Castelo de Frades Alcanena Albergaria-a-Velha do Bairro Valor médio dos 100 municípios = -3,72 Rodrigo Fundão Cantanhede Pombal Ourém Montemor-o-Velho Lousã Vila Velha Anadia Mangualde de Ródão -10 Santa Comba Almeida Porto de Mós Seia Dão Sardoal Murtosa Mação Mira Sever do Vouga Nelas Cadaval Ansião Belmonte Tondela Vila Nova da Oliveira Arganil Gouveia Sertã Vila Nova Soure Barquinha Vagos Castanheira do Hospital Pedrógão de Poiares Idanha-a-Nova Mortágua de Pêra Pinhel Grande Carregal 60 Miranda Vila de Rei Alvaiázere Góis Trancoso Figueiró dos Vinhos do Sal Vouzela Ferreira Tábua do Corvo Manteigas Celorico da Beira do Zêzere Sabugal Castro Daire Aguiar da Beira Oleiros Meda Penacova Penamacor Fornos de Algodres Sátão Média Atractividade: 9 municípios Vila Nova de Paiva Penalva do Castelo 50 Proença- São Pedro Pampilhosa -a-nova do Sul da Serra Reduzida Atractividade: 48 municípios 40 Poder de Compra per capita 2009 (PT=100) Viseu 13

14 14

15 2008/2009 Estratégias de Eficiência Coletiva (EEC) REDE DE ALDEIAS DO XISTO VALORIZAÇÃO DAS ESTÂNCIAS TERMAIS DA REGIÃO CENTRO MERCADOS DO TEJO TURISMO E PATRIMÓNIO DO VALE DO CÔA REDE DAS ALDEIAS HISTÓRICAS DE PORTUGAL BUY NATURE TURISMO SUSTENTÁVEL EM ÁREAS PROTEGIDAS VILLA SICÓ ROMANIZAÇÃO BEIRA BAIXA TERRAS DE EXCELÊNCIA 15

16 PROVERE Aldeias Históricas - Património Judaico Beira Baixa - Terras de Excelência Buy Nature - Turismo em Áreas Classificadas Mercados do Tejo Rede das Aldeias do Xisto Turismo e Património do Vale do Côa Valorização das Estâncias Termais Villa Sicó - Espaços da Romanização RECURSO ENDÓGENO 12 Aldeias Históricas e património judaico da Beira Interior Produtos agro-alimentares de qualidade da Beira Baixa Património natural e ambiental das áreas protegidas do interior Rio Tejo e paisagens ribeirinhas Rede de aldeias do xisto e rede de praias fluviais do Pinhal Interior Arte rupestre e património medieval e natural do Vale do Côa 16 estâncias termais e águas minerais naturais Romanização em Conímbriga, Villa do Rabaçal, Santiago da Guarda e Sellium (Tomar) 16 16

17 Iniciativas emblemáticas nos Programas de Ação PROVERE Aldeias Históricas - Património Judaico Beira Baixa - Terras de Excelência Buy Nature - Turismo em Áreas Classificadas Mercados do Tejo INICIATIVAS EMBLEMÁTICAS Reforçar a visibilidade da marca das AH Consolidar a Grande Rota das AH Concretizar o plano de animação das AH e do Património Judaico Qualificar e certificar os produtos agroalimentares tradicionais Concretizar o programa de eventos de internacionalização Afirmar as principais marcas (Serra da Estrela e Geopark Naturtejo). Promover o potencial do turismo de natureza e montanha e de saúde e bem estar (como o bioclimatismo). Consolidar os percursos ribeirinhos do Tejo Promover a animação dos espaços culturais ligados ao rio 17 17

18 Iniciativas emblemáticas nos Programas de Ação (cont.) PROVERE INICIATIVAS EMBLEMÁTICAS Rede das Aldeias do Xisto Consolidar a rede das AX, as praias fluviais e os caminhos (pedestres, BTT) Promover a animação das AX Reforçar as ações de comunicação e marketing das AX Turismo e Património do Vale do Côa Dinamizar o Parque Arqueológico do Vale do Côa e Museu Criar rotas temáticas e percursos pedestres no Vale do Côa Criar a marca do Vale do Côa Valorização das Estâncias Termais Qualificar as estâncias termais Criar uma marca e fazer a promoção das termas da Região Centro Villa Sicó - Espaços da Romanização Consolidar uma rota da romanização centrada em Conímbriga Promover a animação dos espaços da romanização 18 18

19 Pilares essenciais da iniciativa PROVERE: i) projetos âncora públicos valorizam os recursos e asseguram condições a outros projetos e atividades empresariais; ii) projetos privados - reforço da base económica e atratividade dos territórios; iii) projetos imateriais - marcas territoriais; estratégias de marketing territorial e programas de comunicação, promoção e animação; iv) modelos de governação e estruturas de coordenação, gestão e dinamização das parcerias liderança e promoção de cultura e prática de parceria e trabalho em rede

20 Do modelo estratégico aos Programas de Ação a dimensão económica dos PROVERE fortemente vinculada ao setor do turismo; o território interior da Região Centro está envolvido, com justaposições e complementaridades significativas; consórcios/modelos de governação dos PROVERE envolvem 1 centena de entidades públicas e 4 centenas de privados; os 8 Programas de Ação incluem 375 projetos públicos e 435 projetos privados de natureza empresarial; 20 20

21 Volvidos 5 anos o que é possível destacar (pela positiva): promoveu a interação entre agentes num contexto pautado pela reduzida tradição e cultura de cooperação; permitiu valorizar economicamente recursos, assente numa nova cultura de parceria e de trabalho em rede; confirmou que as abordagens bottom-up, permitem um forte envolvimento de agentes; demonstrou que o desenvolvimento de novos instrumentos de gestão e operacionalização encerra um enorme potencial

22 Volvidos 5 anos o que é possível destacar (áreas de melhoria): dificuldades de articulação entre instrumentos de financiamento e a falta de capacidade financeira por parte dos promotores; estruturas de coordenação e gestão não estarem em dedicação exclusiva; pouca expressão de atividades relacionadas com a consolidação dos consórcios PROVERE; persistência na insuficiente complementaridade entre investimentos públicos e privados

23 Governação em rede Emergência de instrumentos e mecanismos de liderança e participação em territórios rios de baixa densidade

24 Governação em rede Pressupôs, dos agentes públicos, privados e associativos do território, em torno das estratégias PROVERE de valorização económica, uma responsabilidade social e ambiental: Adesão livre o todo é maior do que a simples soma das suas partes Envolvimento ativo de todos mas fundamentalmente das comunidades e seus representantes Compromisso efetivo em torno de objetivos e interesses comuns 24 24

25 Confiança resulta do conhecimento mútuo, da informação e de um sistema de inteligência colectiva Partilha consolidada em relações de proximidade e sustentada em parcerias Comunicação instrumento de integração, interação, troca mútua e fator determinante da motivação Negociação mobiliza a inteligência coletiva porque implica cedências. Processo complexo do ponto de vista racional, emocional e comunicacional 25 25

26 Consenso quando todos percepcionam que ficam a ganhar Decisão compartilhada Representatividade imprescindível para garantir a base social das decisões Capacitação capacidade institucional e operacional das entidades e todos os agentes Monitorização, acompanhamento e avaliação acompanhamento permanente mas flexível, para assegurar a integração e coerência das intervenções 26 25

27 Que papel esteve (estará) reservado aos Municípios: Município envolvido e comprometido Município como parceiro Município como facilitador e criador de condições Município como impulsionador de novas dimensões na promoção do desenvolvimento Município como promotor da diversidade Município como promotor da qualidade de vida em espaços para viver, visitar, investir 27 27

28 Município envolvido e comprometido apesar de terem um papel central nos destinos dos territórios, não são os únicos stakeholders pertinentes Município como parceiro governo partilhado na implementação das estratégias para os territórios de baixa densidade - consolidação de uma cultura e prática de parceria e trabalho em rede Município como facilitador e criador de condições assumir um papel diferente daquele que reduz a intervenção dos Municípios às obras cujo objectivo se esgota em si mesmo questão da competitividade 28 28

29 Município como impulsionador de novas dimensões na promoção do desenvolvimento mais focalizado em dimensões imateriais de promoção do desenvolvimento antes confiadas a outro tipo de agentes Município como promotor da diversidade animação e cultura como ativos de afirmação e transformação dos territórios - contributo para a auto-estima das pessoas Município como promotor da qualidade de vida em espaços para viver, visitar, investir reforço da atratividade dos territórios 29 29

30 O futuro passa: Reforço da governação representatividade e participação das comunidades locais na construção e implementação das estratégias de desenvolvimento territorial; Aumento das dinâmicas de rede e parceria sustentados em processos de cooperação, liderança e governação eficazes Mitigação de riscos ambientais principalmente dos incêndios florestais e a salvaguarda dos recursos hídricos 30 30

31 31

32 Não Existem Territórios Condenados ao Fracasso 32

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