Os acusados foram notificados, e apresentaram defesa preliminar, mas por preencher os requisitos legais a denúncia foi recebida.

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1 Vara: 1ª Vara de Delitos de Tóxicos Processo: Classe: Procedimento Especial da Lei Antitóxicos (Réu Solto) Autor: Ministério Público do Estado de Rondônia Denunciado: Robson Fernandes Vasconcelos; Max Almeida da Silva; Jeozadeque Salles de Lima; Francisco Giliarde Nogueira da Silva; Edson Santos Filomeno; Deibson Monteiro de Matos Advogado(a)(s): Ivanilde Marcelino de Castro OAB/RO 1552 Defensoria Pública Finalidade: Intimar o(a)(s) advogado(a)(s) da seguinte sentença: Vistos etc. Trata-se de ação penal que imputa aos acusados Robson Fernandes Vasconcelos, Max Almeida da Silva, Jeozadeque Salles de Lima, Francisco Giliarde Nogueira da Silva, Edson Santos Filomeno e Deibson Monteiro de Matos, qualificados nos autos, o crime previsto no art. 33, caput, c/c art. 40, VI, e art. 35, todos da Lei n /2006 (Lei de Drogas), pois, segundo consta na denúncia, no dia 03/03/2009, por volta das 16h19min, na Rua Juruá, 1236, Bairro São Sebastião I, nesta, o menor Glaziel Gomes da Costa trazia consigo 10 invólucros contendo 5,9g de cocaína, sendo que foram fornecidos pelo denunciado Robson Fernandes o qual, também, tinha em depósito, na Rua Juruá, 1180, Bairro São Sebastião I, nesta, previamente mancomunado, em comunhão de desígnios e domínio final dos fatos com os denunciados Deibson Monteiro, Edson Santos, Francisco Giliarde, Jeozadeque Salles e Max Almeida, 02 porções de 1,6g de maconha, sem autorização legal e em desacordo com determinação legal. Em período não esclarecido nos autos nesta cidade de Porto Velho, os denunciados Deibson, Edson, Francisco, Jeozadeque, Max e Robson, associaram-se para o fim de praticar, reiteradamente, o crime previsto no art. 33, caput, da Lei /06. Os acusados foram notificados, e apresentaram defesa preliminar, mas por preencher os requisitos legais a denúncia foi recebida. Os acusados foram citados pessoalmente e interrogados na audiência de instrução e julgamento, com exceção do acusado Robson Fernandes Vasconcelos, que foi citado por edital, razão pela qual nos termos do artigo 366 do CPP foi suspensa a tramitação do feito, o prazo de prescrição e foi decretada sua prisão preventiva, sendo justificada a antecipação probatória. Durante a solenidade, foram interrogados os acusados Francisco Giliarde, Deibson Monteiro de Matos, Max Almeida da Silva e Jeozadeque Salles de Lima, conforme termos em apartado. Foram inquiridas as testemunhas Marcelo Souza de Oliveira e Ismael Oliveira Moraes. O acusado Edson foi interrogado em audiência redesignada, onde foi ouvida mais uma testemunha. Pág. 1 de 8

2 O juízo foi informado a respeito da prisão de Robson Santos, ocasião em que foi interrogado após audiência redesignada para essa finalidade. Em alegações finais, o Ministério Público requereu, em síntese, a absolvição dos acusados por insuficiência de provas, uma vez que os fatos narrados na denúncia não se comprovaram durante a instrução. A defesa de Robson Fernandes requereu a absolvição, e em caso de condenação, pugnou pela aplicação de pena no mínimo legal, com substituição por penas alternativas. A defesa dos demais acusados, patrocinada pela Defensoria Pública, ratificou as alegações finais do Ministério Público, pugnando pela absolvição dos acusados nos termos do artigo 386, inciso VII, do Código de Processo Penal. Em caso de condenação, que sejam aplicadas as penas no mínimo legal. É o relatório. Decido. A materialidade restou comprovada, por meio do auto de apresentação e apreensão de fls. 15, somando-se em relação ao tráfico, ao Exame Químico Toxicológico Definitivo de fls. 170, que constatou que a substância apreendida trata-se de cocaína (5,9g) e maconha (1,6g), notoriamente tida como droga de uso proscrito. Relativamente à autoria, cumpre analisar a conduta dos acusados. Imperioso esclarecer inicialmente que o inquérito foi instaurado através de portaria, quando da apreensão de droga em poder do adolescente G. G. da C., que teria imputado um dos acusados como o proprietário da droga, bem como o envolvimento dos demais réus com o tráfico de drogas. A respeito das imputações, todos os acusados negaram a autoria. Disseram que não tinham envolvimento com a droga apreendida nos autos, e que não guardavam nenhuma relação com o adolescente Glaziel. Deibson Monteiro de Matos negou vínculo com o delito em questão, ao argumento de que nem se encontrava no local dos fatos. Conhece o Robson só de vista, pois foram criados no mesmo bairro. Disse não conhecer o adolescente Graziel. O interrogado alega que é usuário de maconha. Com referencia aos demais réus, nada sabe informar. Nunca frequentou a casa do Robson. Nunca ouviu dizer que ele vendesse droga. Já foi preso na posse de droga, tendo sido condenado, mas alga que já pagou a pena, fato este ocorrido nesta capital. O acusado Francisco Giliarde Nogueira da Silva disse que conhece os demais réus, pois moram todos no mesmo bairro, mas negou conhecer o adolescente Graziel. Não usa droga. Não sabe se o Robson vende droga. Já foi condenado por tráfico e também por artigo 157 do Código Penal. Não é verdade que trabalhasse endolando droga para o Robson. O acusado Max Almeida da Silva, de igual modo, disse não conhecer o Pág. 2 de 8

3 adolescente Graziel, e nega qualquer vínculo com a droga referida na denúncia. Não usa droga. Conhece os demais réus. Não sabe se o Robson usava ou vendia droga. Trabalha como frentista em posto de combustível. Em 2010 foi preso por uso de entorpecente, porém alega que atualmente não usa mais. Atualmente está preso por um fato ocorrido em 2013, onde foi acusado de tráfico de drogas. Pegou 6 anos e 6 meses de reclusão. Jeozadeque Salles de Lima também disse que nada tem a ver com o fato noticiado na denúncia. Conhece os demais réus, não sabendo que se algum deles mexe com droga. Não conhece o adolescente noticiado na denúncia. Alega que já foi processado por tráfico de drogas, mas foi absolvido. Já tem outras duas condenações por tráfico de drogas e atualmente está cumprindo pena por tais fatos. Às perguntas de sua defesa, esclareceu: Nega qualquer evolvimento com a droga apreendida com o menor. Não estava no local dos fatos. Só três anos depois dos fatos é que ficou sabendo que estava sendo investigado. Chegou a ser ouvido na delegacia de polícia. Nega também a sua participação no crime de associação para o tráfico. Alega que nos outros dois processos estava vendendo mesmo e assumiu, mas nesse não tem nada a ver. Edson Santos Filomeno negou que estivesse endolando droga para o Robson, e conhece só de vista. Que conhece Deibson porque mora perto de sua residência, que usa maconha. Que atualmente esta preso porque foi pego com cerca de 30g de maconha. Que não conhece o menor Graciel. Por fim, foi ouvido em juízo o acusado Robson Fernandes Vasconcelos, e declarou que conhecia somente de vista o menor Glaziel. Pelo que soube, o mesmo estaria com droga no dia em que foi abordado na rua, em frente aonde o interrogado morava. Os demais réus conhece pelo apelido. Já foi usuário, mas não faz mais uso de droga. Trabalha como pedreiro. Já foi preso como usuário de droga. Em razão da negativa dos acusados, faz-se necessária a análise das demais provas que foram produzidas. Através das provas colhidas na fase policial, constata-se que o adolescente Glaziel Gomes foi abordado na posse de 10 invólucros de substância entorpecente, que na ocasião ele informou que teria adquirido para vender. Em razão dos fatos, o adolescente teria relatado para os policiais o nome de outros traficantes, inclusive, indicando endereços, tratando-se dos réus deste processo. Através dos depoimentos policiais na fase inquisitiva (fls. 23/24 e 25/26), houve mais uma indicação de que os réus estariam envolvidos com a droga apreendida em poder do adolescente, e que juntos estariam endolando drogas para a venda. Os policiais foram uníssonos em relatar que o adolescente imputou que a droga apreendida com ele foi adquirida do sujeito conhecido por Cebola, e que este estaria em sua residência preparando drogas juntamente com outras pessoas, local para onde os policiais se dirigiram e apreenderam mais outra quantidade de droga, além de faca contendo resquícios de droga. Registre-se ainda que as imputações foram feitas inicialmente apenas através de Pág. 3 de 8

4 alcunhas, sendo que parte dos acusados negaram que seriam conhecidos pelos apelidos referidos na denúncia. Posteriormente, o adolescente foi ouvido novamente perante a autoridade policial (fl. 92), quando então passou a imputar as qualificações dos acusados e alegar que estavam todos na residência de Robson preparando drogas. O adolescente esclareceu que Robson tratava-se da pessoa de cebola, anteriormente já mencionada por ele. O próprio acusado Robson confirmou ser conhecido por esta alcunha, bem como que residia no local onde parte da droga foi encontrada. O proprietário da residência, senhor Raimundo Sousa Lima, foi ouvido na fase policial (fl. 48), e confirmou que Cebola teria locado um quarto na residência localizada na Rua Juruá, 1236, Bairro São Sebastião I, local onde os policiais apreenderam parte da droga, após indicação do adolescente e apreensão deste em frente ao mencionado imóvel. As investigações se arrastaram por quatro anos, até que o IPL fosse relatado e fosse oferecida denúncia contra os acusados. A respeito dos fatos, o policial Marcelo Souza de Oliveira, prestou satisfatórios esclarecimentos em juízo. Em que pese o policial não recordar os nomes envolvidos, relatou de maneira consistente o modo como se deu a ocorrência, confirmando que a droga foi apreendida na posse do adolescente e que ele teria imputado estar vendendo para outra pessoa, e indicou o endereço onde os policiais realizaram diligências e foram capazes de apreender mais drogas, tratando-se da residência do acusado Robson. Vejamos com detalhes: O local dos fatos já era conhecido como ponto de venda de droga e em todo patrulhamento sempre encontravam um menor vendendo droga naquele local. No dia dos fatos, novamente no local encontraram um adolescente, conhecido pelo alcunha de Cazu, sendo que não recorda o nome dele, o qual estava na posse de substância entorpecente. Ao ser indagado sobre a droga, alegou que aquele era o turno dele de vender droga no local. Na época ele falou para quem estava vendendo, porém, não lembra o nome dessa pessoa. Tal pessoa morava nas imediações. Foram até a casa indicada pelo adolescente e lá encontraram mais droga e uma faca com resquícios de maconha. Não recorda se tinha alguém na casa na ocasião. O adolescente declarou ainda como funcionava o comércio de droga no local e as demais pessoas que estariam envolvidas no endolamento da droga. Não recorda se mais alguém foi preso no local no dia dos fatos. Diante de tal situação, o adolescente foi encaminhado à Policial Civil que se encarregou de prosseguir com as investigações. Referido adolescente, após completar 18 anos, também foi preso por tráfico de drogas. Em virtude do tempos transcorrido, não lembra de mais detalhes da ocorrência. Não recorda quem estava na casa no dia dos fatos. Do mesmo modo, o policial Ismael Oliveira Moraes esclareceu em juízo que de fato a droga foi apreendida com o adolescente e que ele teria indicado o nome da pessoa que lhe fornecera a droga para a venda, porém, de igual modo, o policial não se recordava do nome. Vejamos: No dia dos fatos, o menor, quando viu a aproximação da polícia, jogou a droga no chão. O menor disse que vendia droga no local para outra pessoa, indicando, inclusive, o nome, porém o depoente não recorda como se chamava tal pessoa. Não recorda maiores detalhes dos fatos em decorrência do tempo decorrido. Depois que Pág. 4 de 8

5 registraram a ocorrência e entregaram o menor na delegacia, a investigação ficou a cargo da polícia civil e o depoente não teve mais contato. Não chegou a visualizar os réus endolando droga ou passando droga para o menor. O adolescente Glaziel Gomes da Costa, foi ouvido sobre os fatos em juízo, quando não era mais menor de idade, ocasião em que se retratou a respeito das imputações que teria feito durante a fase inquisitória. Vejamos: confessa que no dia dos fatos teria sido apreendido com 10 beriba de mela, que estava vendendo por R$ 10,00 cada porção. Que pegou a droga com um rapaz do bairro Embratel para revender. Que não conhece os demais réus. Que não lembra o que declarou ao delegado a época dos fatos. Que atualmente esta respondendo processo pela Lei Maria da Penha. Que atualmente não vendi droga. Nega o depoimento prestado ao delegado as fls. 94, confirmando a assinatura lançada em tal documento. A retratação de Glaziel não se sustenta em razão de todas as provas que foram amealhadas. Em que pese ter negado o depoimento prestado à fl. 94 na fase policial, a testemunha confirmou ser sua a assinatura aposta no termo do referido depoimento, de modo que ratificou as declarações que, registre-se, foram prestadas quando não era mais menor de idade. Em razão do exposto, em que pese os policiais ouvidos em juízo não se recordarem do nome imputado na fase policial, o que se justifica em razão do lapso temporal decorrido desde a época dos fatos, esclareceram com precisão e de forma uníssona os acontecimentos, em perfeita consonância ao que foi exposto na fase policial. Os depoimentos dos policiais em juízo estão em alinho às provas que foram produzidas no inquisitivo e que indicaram que Robson Fernandes Vasnconcelos, tratava-se da pessoa conhecida pela alcunha de cebola, que foi quem forneceu droga ao adolescente para a comercialização, bem como, que tinha em depósito substância entorpecente, e ainda, utilizava-se de sua residência para a preparação de droga destinada à venda. Em relação aos demais acusados, porém, a autoria não restou suficientemente comprovada, pois, nenhuma diligência foi procedida a fim de confirmar que estavam no local dos fatos quando da abordagem, e nem que guardassem relação com Glaziel ou com Robson, embora tenham alegado que conheciam este, e que todos eles tenham confirmado em juízo que possuem envolvimento com o crime de tráfico de drogas. Em virtude da fragilidade de provas, não corroboradas em juízo em relação a estes acusados, a absolvição se faz necessária, em atenção ao princípio in dubio pro reo. Por outro lado, a prova que foi produzida em juízo confirmou apenas o envolvimento de Robson com a droga que foi relacionada no auto de apresentação e apreensão, pois, está alinhada às diligências que foram realizadas na fase policial, de modo que a condenação deste acusado é medida que se impõe, em relação ao crime de tráfico com o envolvimento de adolescente. No que concerne ao crime de associação para o tráfico, os termos da acusação constante na denúncia não restaram comprovados em juízo, de modo que a absolvição quanto a esta figura delitiva é medida que se impõe. Pág. 5 de 8

6 DISPOSITIVO PELO EXPOSTO, julgo parcialmente procedente a pretensão punitiva deduzida na denúncia e, por consequência, absolvo MAX ALMEIDA DA SILVA, JEOZADEQUE SALLES DE LIMA, FRANCISCO GILIARDE NOGUEIRA DA SILVA, EDSON SANTOS FILOMENO e DEIBSON MONTEIRO DE MATOS, das imputações constantes na denúncia, em relação aos crimes dos artigos 33, caput, c/c art. 40, VI, e 35, ambos da Lei de Tóxicos, com fundamento no art. 386, VII, do CPP, e condeno ROBSON FERNANDES VASCONCELOS, pela prática do crime do artigo 33, caput, c/c art. 40, VI, ambos da Lei /06, e o absolvo da conduta prevista no art. 35, da Lei /06. Passo a dosar a pena do acusado Robson Fernandes. O réu tem 34 anos, convivente, pedreiro, não concluiu o ensino fundamental. Não registra antecedente. Assim, considerando as circunstâncias judiciais ditadas pelo artigo 59 e 68 do Código Penal, atendendo à culpabilidade (analisada conforme os requisitos apreciados em seguida); aos antecedentes (não há registro); à conduta social (o acusado declarou trabalhar como pedreiro, mas não comprovou o exercício da atividade); aos motivos (ditados pela ganância de obter lucro fácil e imediato, e considerando as peculiaridades do caso concreto, entendo que os motivos são inerentes ao crime, conforme já decidiu o STF ao julgar o HC n º lucro fácil); às circunstâncias (envolvendo adolescente, utilizava-se de cômodo alugado com a finalidade de preparar droga e associado a adolescente, realizar o comércio ilícito); personalidade (as peculiaridades do caso indicam a frieza do acusado, e uma periculosidade acentuada, pois, segundo os relatos do adolescente, mesmo após os fatos o acusado teria continuado a praticar o crime de tráfico, e mesmo sabedor do processo em seu desfavor, só compareceu em juízo após ter sido preso preventivamente); consequências do crime (remontam às circunstâncias do tipo, através da disseminação de droga na sociedade. Conforme já decidiu o STF ao julgar o HC nº , o efeito disruptivo e desagregador da prática do tráfico de drogas, este associado a um mundo de violência, desespero e morte para as suas vítimas e para as comunidades afetadas, justifica tratamento jurídico mais rigoroso em relação aos agentes por eles responsáveis); comportamento da vítima (a vítima e a própria sociedade, para o crime de tráfico de modo geral, não incentivou nem contribuiu para a prática do crime, contrariamente, exige pronta e exemplar punição). E mais, atento ao disposto no art. 42 da Lei Antidrogas que dispõe que a natureza e a quantidade da substância entorpecente devem influenciar na fixação da pena, no caso, 5,9g de maconha e 1,6g de cocaína, fixo-lhe a pena base em 5 (cinco) anos de reclusão e pagamento de 500 (quinhentos) dias-multa. Não há circunstância atenuante nem agravante a se considerar. Aumento em 1/6, pela incidência do art. 40, VI (envolvimento de adolescente), da Lei de Tóxicos, perfazendo uma pena de 05 (cinco) anos e 10 (dez) meses de reclusão, e pagamento de 580 (quinhentos e oitenta) dias-multa. Considerando que o réu é tecnicamente primário e não consta que se dedique a atividades criminosas, nem integre organização criminosa, nos termos do 4º do art. 33, da Pág. 6 de 8

7 Lei /06, reduzo a pena em 1/6 (um sexto), o que faço com supedâneo nas circunstâncias que envolvem a prisão do acusado, indicando que estava atuando no tráfico com certa regularidade, especialmente pelas informações passadas pelo adolescente, de que o acusado teria continuado a praticar o crime de tráfico, fato este que afasta a redução no máximo, além das demais circunstâncias analisadas de forma pormenorizada, fixandoa, em definitivo, em 04 (quatro) ANOS, 10 (dez) MESES e 10 (dez) DIAS de reclusão, e pagamento de 485 (quatrocentos e oitenta e cinco) dias-multa ao valor já fixado, o qual, depois de liquidado, perfaz o total de R$ 7.517,50 (sete mil quinhentos e dezessete reais e cinquenta centavos). O condenado deverá iniciar o cumprimento da pena privativa de liberdade em regime fechado, com fundamento no art. 33, 3º, do CP, pois que as circunstâncias do art. 59 assim o determinam, que são, na sua maioria desfavoráveis, especialmente quanto à culpabilidade que demonstra-se acentuada em razão da prática de crime equiparado a hediondo, cuja reprovabilidade é exacerbada em relação aos crimes comuns. Neste sentido é o Informativo 474 do STJ: As circunstâncias judiciais desfavoráveis culpabilidade, circunstâncias do crime e maus antecedentes autorizam a adoção do regime inicial fechado para o cumprimento da reprimenda, ainda que o paciente tenha sido condenado à pena de cinco anos e oito meses de reclusão. HC , rel. Min. Napoleão N. Maia Fº, ªT.). Igualmente inviável a substituição ou suspensão da pena, por não preencher os requisitos dispostos no art. 44, incisos I e III, do Código Penal. Recomendo o réu na prisão onde se encontra, pois, em que pese ter respondido o processo inicialmente em liberdade, a conclusão só foi possível após a sua prisão preventiva, pois, deixou de comparecer aos atos pelos quais foi intimado, e era sabedor da investigação existente em seu desfavor, uma vez que chegou a ser intimado pela autoridade policial. Assim, a prisão faz-se necessária para garantia de aplicação da lei penal e da ordem pública. Condeno o réu Robson nas custas. Sai intimado para o pagamento da multa e das custas, que deverá ser feito em 10 dias do trânsito em julgado, sob pena de inscrição em dívida ativa. Determino a incineração da droga, se ainda não realizada. Deixo de determinar a imediata expedição de alvará de soltura em relação aos demais acusados, em razão de terem respondido esse processo em liberdade. Decreto, com fundamento art. 243, Parágrafo único da Constituição Federal e art. 63, da Lei nº /06, a perda dos bens valores apreendidos, em favor do Estado, cuja destinação será feita oportunamente, em razão da comprovação de que são oriundos da venda de substância entorpecente. Certificado o trânsito em julgado desta decisão ou do eventual recurso que a confirme, promovam-se as anotações e comunicações de praxe, inclusive ao eg. TRE-RO, arquivando-se os autos oportunamente. Porto Velho-RO, segunda-feira, 18 de abril de Pág. 7 de 8

8 Glodner Luiz Pauletto Juiz de Direito REGISTRO NO LIVRO DIGITAL Certifico e dou fé que a sentença retro, mediante lançamento automático, foi registrada no livro eletrônico sob o número 268/2016. Pág. 8 de 8

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