SETOR EXTERNO 1 Celeste Philigret 2

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1 SETOR EXTERNO 1 Celeste Philigret 2 Isaura Gottschall 3 O mês de junho foi encerrado com o maior superávit comercial do ano. Esta foi a grande exclamação dos jornais do início deste mês, referindo-se aos US$ 675 milhões do saldo junino. A este resultado positivo somam-se os superávits dos meses anteriores, deixando o acumulado do primeiro semestre de 2002 no montante de US$ 2,606 bilhões, valor correspondente a mais da metade da meta para este ano, US$ 5 bilhões, além de substancialmente superior ao déficit de US$ 72 milhões obtido no mesmo período de Aliás, o resultado do semestre representa o maior desde 1994 para o período. Se somado ao resultado ainda parcial de julho, o acumulado até agora - mais de US$ 3 bilhões - já supera o superávit de todo o ano passado - US$ 2,642 bilhões. Entretanto, a despeito do otimismo alimentado por estes resultados, é imprescindível considerar a circunstancialidade que os acompanham. Esta implica, essencialmente, o entendimento do papel de determinantes como a taxa de câmbio, o desaquecimento das economias interna e externa, a crise argentina e a insistente redução no volume de comércio, influenciando o decréscimo das importações em maior magnitude que o das exportações. Foi, portanto, deste cenário recessivo e incerto que surgiram as boas notícias acerca dos saldos comerciais, mas tais não eximem, de modo algum, o Brasil de sua vulnerabilidade externa. Balança Comercial Brasileira US$ milhões FO B EXPORTAÇÃO IMPORTAÇÃ O Período Dias Valor Média Valor Média SALDO Úteis p/dia útil p/dia útil JULHO (até a 2ª semana) , , a. semana (01 a 07) , ,6 52 2a. semana (08 a 14) , ,4 712 Acumulado no ano , , Janeiro , ,6 174 Fevereiro , ,8 259 Março , ,4 594 Abril , ,1 481 Maio , ,3 423 Junho , ,2 675 Julho (até a 2ª semana) , ,5 764 Fonte: SISCOMEX 1 Texto discutido em reunião do Núcleo de Estudos Conjunturais (NEC), dia 17/07/ Professora da FCE/UFBa e coordenadora do NEC. 3 Estudante de Economia e bolsista do NEC. 1

2 No primeiro semestre do ano, as exportações caíram 13,4%, enquanto que o recuo das importações foi bem maior - 22,6% - ambos comparativamente ao primeiro semestre de As importações caíram mais devido, principalmente, à alta do dólar e ao desaquecimento da economia interna, visto que são mais sensíveis a variações do PIB. O país importou 25% menos bens de capital e 23% menos matérias-primas e tal comportamento reflete a queda da produção, confirmada pelos dados da indústria. Embora os saldos sejam melhores que no ano passado, por trás está a perda de mercados e a redução do fluxo de comércio. Os resultados mais recentes estão ainda distorcidos pela greve dos auditores fiscais, entrave, sobretudo, às importações, as quais exigem maior fiscalização. A média diária das importações juninas foi a mais baixa registrada no ano. Desde 9 de abril vinham ocorrendo paralisações semanais e a partir de 24 de maio os funcionários da Receita Federal passaram a fazer greve diária, permanecendo todo o mês de junho. Depois do dia 5 de julho a greve foi interrompida e as paralisações semanais retomadas. Além do mais, muitos produtos estavam aguardando recuperação dos preços no mercado internacional para ser embarcados. Tornou-se um tanto limitada a capacidade de ampliar os saldos da balança comercial devido ao quadro atual. De um lado, há retração nos preços dos básicos e semimanufaturados, do outro, redução nas quantidades dos produtos manufaturados, ambos os fatos estorvando aumento das receitas de exportação. Quanto ao ganho em competitividade decorrente da depreciação do real, além da redução dos preços, a retração do mercado ainda obstrui a possibilidade de se beneficiar do fato, dado que a queda na demanda externa dificulta o fechamento de novos contratos de exportação, restringindo o ganho da desvalorização às operações já contratadas. Confirmando isso, Fernando Ribeiro 4 afirmou que a queda na demanda externa tem maior impacto sobre as exportações do que a desvalorização cambial. Além disso, a indústria perde competitividade internacionalmente também em função das taxas de juros que tendem a permanecer altas. Dois terços dos produtos mais dinâmicos do mercado internacional no período de foram bens intensivos em Pesquisa e Desenvolvimento. Para ampliar substancialmente as exportações, o Brasil precisa produzir essas categorias. É necessário, portanto, o crescimento nos setores que conferem mais dinamismo às exportações. Deve ser observada a expansão do valor adicionado dos produtos exportados. Muitas empresas utilizam insumos, peças, componentes e bens de capital (de alta tecnologia e preços elevados) importados. Aqui são adicionadas apenas mão-de-obra e recursos mais simples. Destarte, o crescimento das exportações implica movimento na mesma direção e quase mesmo ritmo das importações, sendo pouco o que se agrega de valor. 4 Economista da Funcex ( Fundação Centro de Estudos de Comércio Exterior). 2

3 Os EUA, um dos principais mercados brasileiros, ainda dão sinais de desaquecimento e, afora este fator, o referido país vem se valendo de medidas protecionistas entre as quais convém citar as restrições à importação de aço, em março, e, mais recentemente, a aprovação da nova lei agrícola, a Farm Bill, cujos respectivos subsídios gerarão volumes de produção acrescidos. Visto que dentre os produtos subsidiados encontram-se alguns em que o Brasil possui maior competitividade externa ( soja, milho e algodão), isto tem duas conseqüências negativas para as exportações brasileiras: primeiro porque reduz o próprio mercado, depois porque também os preços tendem a decrescer, dada a oferta mais abundante destes produtos. Este comportamento declinante nos preços das commodities já vem sendo observado há algum tempo. Em alguns casos, as quantidades não diminuíram, mas em virtude do efeito preço, observou-se queda no valor dessas exportações. O protecionismo norte americano tende a estimular o protecionismo europeu e países como o Brasil, que dependem muito das exportações agrícolas tendem a se prejudicar. Ao desagregar o índice de queda das exportações, nota-se que estas continuam decrescendo em volume e preço, sendo que este último tem sido mais atuante nos produtos básicos e semimanufaturados. Ainda que os manufaturados tenham sido atingidos pela redução de preços, o foram mais em termos de volume. Até maio, o recuo das vendas foi o seguinte: EUA 2,8%, UE 15,3%, Ásia 2,7%, Europa Oriental 8,1% e Mercosul 58,6%. A retração da atividade econômica na América Latina também é parte da explicação para a redução do comércio, pois esta região responde pelo consumo de 60% dos produtos manufaturados brasileiros e vem reduzindo constantemente a importação destes. Quanto ao Mercosul, alguns problemas que emperravam as operações entre os países do bloco parecem ter sido resolvidos nos dias 4 e 5 de julho quando foi realizada a reunião de cúpula semestral do Mercosul, em Buenos Aires, com participação de representantes do Chile, da Bolívia e do México. A indústria automobilística firmou acordos com o México e com o Chile porém, as deliberações mais importantes concernem a acordos bilaterais com a Argentina. Apesar de um déficit comercial bilateral recorde de US$ 1,5 bilhão no semestre, o governo brasileiro fez algumas concessões, constantes no memorando de entendimento firmado na reunião. O BNDES vai financiar importações argentinas do Brasil e o setor de veículos ganhará maior liberdade no comércio com o acerto do acordo automotivo, cuja resolução permite aumento das exportações de ambos os lados: para cada US$ 1 importado é possível exportar até US$ 2. Foi aprovada a ampliação do CCR (Convênio de Crédito Recíproco), sistema no qual os Bancos Centrais dos dois países funcionam como avalistas das operações de compra e venda, garantindo aos exportadores que os importadores lhes pagarão. Embora seja um acordo bilateral, inicialmente o Brasil estará importando muito mais da Argentina do que o contrário, aceitando e ampliando o déficit comercial com este país que, segundo expectativas do governo, deve encerrar o ano na casa de US$ 3 bilhões. Em troca, a Argentina deve revogar as medidas antidumping contra o frango, a carne suína e produtos têxteis. 3

4 Outro problema para as exportações (no segundo semestre), que inclusive está preocupando o setor privado, é a escassez de recursos do Proex (Programa de Estímulo às Exportações). Os recursos para este previstos no orçamento somam R$989 milhões e encontram-se praticamente esgotados, embora somente R$ 290 milhões tenham sido efetivamente utilizados até o fim do semestre. Isto se explica porque empresas podem pedir reserva de recursos que financiarão suas vendas no mercado externo. Resultado: os recursos não são usados mas ficam indisponíveis. Essa evaporação deu-se em função da desvalorização do real que provocou crescimento na demanda pelo financiamento. Mesmo após o Ministério do Planejamento ter liberado mais US$ 98,9 milhões para o Proex, equivalente a 10% do orçamento do programa, o valor continua insuficiente para atender à demanda dos exportadores. O Banco do Brasil, gestor do programa, fará análise mais criteriosa para aprovação de novos financiamentos e estuda uma possível proteção cambial para os recursos. Espera-se criar uma espécie de lista de espera por ordem de chegada. Alterações como impedir renovação de créditos e canalizar verbas apenas para manufaturados só devem ser discutidas em reunião no final de julho. Configurando melhor este desconfortável cenário das contas externas brasileiras, convém ressaltar outros condicionantes, tais como as trajetórias crescentes do dólar e do risco país, bem como as condições resultantes desses fatos. Há tendência de o governo tanto ajustar as taxas de juros às condições de risco, como também encurtar os prazos de vencimento. Cerca de 80% da dívida federal é composta de papéis pós fixados ou de papéis cambiais, estes indexados a variações no câmbio, aqueles atrelados às taxas de juros. O aumento do passivo externo resulta em pesada carga de pagamentos ao exterior, sob a forma de juros, lucros e dividendos e amortizações do principal, o que tende a elevar o déficit em transações correntes. Apesar de as despesas com serviços e rendas terem diminuído 15,6% no acumulado jan-mai deste ano em relação a 2001 e do acréscimo no saldo comercial, levando o déficit em transações correntes a sofrer redução de 37,3%, ele ainda corresponde a 3,21% do PIB. Por outro lado, observou-se retração também na captação de recursos, e esta deu- se em maior proporção que a primeira (- 65% foi a variação do saldo na conta capital e financeira). No referido período, o balanço de pagamentos ficou deficitário em US$ 3,308 bilhões. Com destaque, convém citar a conta Outros Investimentos 5, na medida em que contribuiu para este quadro ao registrar passivos líquidos de US$ 5,114 bilhões, quando, em mesmo período de 2001, foi positiva em US$ 985 milhões. As expectativas são de que toda a melhora do saldo na balança comercial não será suficiente para equilibrar as contas externas do ano e tal se deve à queda dos IEDs. As perspectivas de um segundo semestre de muita volatilidade devido às eleições, combinado à atual conjuntura internacional sugerem que o Brasil necessitará de empréstimos do FMI para fechar seu balanço de pagamentos. Em meados de junho, o governo já anunciou o saque de US$ 10 bilhões junto ao Fundo. 5 Registra créditos comerciais, empréstimos, moeda e depósitos, outros ativos e passivos e operações de regularização. 4

5 Necessidade de Financiamento Externo Acumulado em 12 meses Déficit em Transações Correntes Investimento Estrangeiro Direto US$ em milhões Dez/98 Dez/99 Dez/00 Dez/01 Jan/02 Fev/02 Mar/02 Abr/02 Mai/02 Fonte: Bacen A necessidade de financiamento externo que o Brasil possui em função de seus déficits em conta corrente fazem com que o país precise captar dinheiro no exterior através, principalmente, de IEDs, investimentos em carteira ou empréstimos, a fim de financiá-los. Em momentos conturbados, contudo, há grandes dificuldades em atrair estes capitais e isso expressa a vulnerabilidade do país. RISCO E DÍVIDA O risco-país vem oscilando entre 1600 e 1900 pontos, fazendo com que o Brasil esteja ora em segundo, ora em terceiro lugar na relação dos países de maior risco do mundo. Em parte, essas avaliações vêm sendo associadas a possibilidades de os candidatos de oposição (atualmente à frente nas pesquisas eleitorais) realizarem mudanças na política econômica, mudanças estas que poderiam significar suspensão do pagamento da dívida externa. De acordo com o relatório publicado na primeira semana de julho pelo BIS (Banco para Compensações Internacionais), o colapso sofrido pela Argentina deve inibir investimentos em países emergentes cujos sistemas políticos, legais e fiscais sejam percebidos como não-confiáveis 6. Entretanto, análises desse tipo não devem impedir o entendimento de fatores de caráter estritamente econômico que, conjugados, traçam o perfil e a dinâmica da dívida, denotando suas desfavoráveis condições de prazo e custo. O recente crescimento da relação dívida/pib implica considerar, por exemplo, o reduzido crescimento econômico e a grande exposição às taxas de câmbio e de juros. A saída através da ampliação dos superávits primários desde 1999 entre 3% e 3,5% do PIB -, na tentativa de ganhar a confiança dos mercados e reduzir os prêmios de risco não se mostra tão interessante, primeiro porque ajustes fiscais numa economia de tão baixo crescimento muito provavelmente acentuaria a retração da produção, segundo porque é tão somente uma forma de remediar o problema, dado que estruturalmente tal continuará a existir e exigir novas e/ou repetidas medidas. 6 Excerto do relatório do BIS. 5

6 A proporção dívida/pib é um importante indicador e, quanto maior, maiores são as dúvidas acerca da capacidade de o país pagar suas contas e fazê-lo em dia. A alta do dólar pesa nos dois lados da questão pois é, em parte, conseqüência dessa desconfiança e, simultaneamente, atua na causa quando contribui para o aumento da dívida. Trata-se de um círculo vicioso onde, segundo o Bacen, cada 1% de alta do dólar eleva esta relação (dívida/pib) em 0,23 ponto percentual. Além disso, mercados fechados ao risco de papéis emitidos por empresas de países emergentes dificultam a rolagem da dívida. A grande especulação no sistema financeiro e o mal-estar geral nos mercados por causa dos escândalos envolvendo importantes companhias americanas têm feito os investidores deixarem os EUA, migrando para a Europa. No caso dos emergentes, há tendência desfavorável com relação à América Latina, que tem perdido espaço para a Ásia e o Leste Europeu, para onde os investidores têm-se direcionado em busca de maiores taxas de crescimento. CÂMBIO No início de julho, o governo anunciou a retomada da medida que consiste em injetar dólares no mercado, a qual deve ser prorrogada até o final deste mês, perfazendo um total de US$ 1,5 bilhão. Este procedimento ocorreu de julho a dezembro do ano passado, quando foi suspenso. Nos três primeiros dias, após divulgação da medida, foram leiloados US$ 300 milhões e, a partir da segunda semana do mês passou-se a lotes diários de US$ 50 milhões. Segundo o Banco Central, tais vendas podem acontecer por meio de leilões de linha externa ou de intervenções diretas, estas definitivas, aquelas com efeito praticamente nulo no nível das reservas, pois num prazo máximo de 90 dias os bancos têm que revender os dólares para o Bacen. Com as dificuldades em rolar dívidas internacionais, as empresas tendem a liquidá-las, o que aumenta a procura pelo dólar. A ração diária busca exatamente fornecê-los. Embora tais medidas estejam conseguindo, até certo ponto, frear a subida do dólar, conforme afirmação de Luiz Fernando Figueiredo 7, não há intenção de interferir na taxa de câmbio, mas sim dar maior liquidez a este mercado. 7 Diretor de política monetária do Bacen. 6

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