SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MEC - INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO TRIÂNGULO MINEIRO RESOLUÇÃO Nº 34/2014, DE 18 DE JUNHO DE 2014

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1 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MEC - INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO TRIÂNGULO MINEIRO RESOLUÇÃO Nº 34/2014, DE 18 DE JUNHO DE 2014 Dispõe sobre a aprovação da Resolução Ad Referendum nº 28/2014. Processo nº / O CONSELHO SUPERIOR DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO TRIÂNGULO MINEIRO, no uso das atribuições que lhe conferem as Portarias nº. 35 de 12/01/2012, publicada no DOU de 13/01/2012, 569 de 30/07/2012, publicada no DOU de 31/07/2012, 1023-I de 22/11/2012, publicada no DOU de 23/11/2012, 1028-I de 23/11/2012, publicada no DOU de 26/11/2012, 916 de 14/08/2013, publicada no DOU de 15/08/2013, 930 de 21/08/2013, publicada no DOU de 22/08/2013, 943 de 26/08/2013, publicada no DOU de 27/08/2013, em sessão realizada no dia 18 de junho de 2014, RESOLVE: Art. 1º - Aprovar a Resolução Ad Referendum nº 28/2014, que versa sobre o Projeto Pedagógico do Curso de Formação Inicial e Continuada de Libras Básico do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Triângulo Mineiro Campus Uberaba 2013, conforme anexo. Art. 2º - Esta Resolução entra em vigor nesta data. Uberaba, 18 de junho de Eurípedes Ronaldo Ananias Ferreira Presidente Substituto do Conselho Superior do IFTM

2 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA TRIÂNGULO MINEIRO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA DE LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS (LIBRAS) - BÁSICO UBERABA MG 2013

3 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA TRIÂNGULO MINEIRO PRESIDENTE DA REPÚBLICA Dilma Vana Rousseff MINISTRO DA EDUCAÇÃO Aloizio Mercadante Oliva SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA Marco Antonio de Oliveira REITOR Roberto Gil Rodrigues de Almeida PRÓ-REITOR DE EXTENSÃO Eurípedes Ronaldo Ananias Ferreira UBERABA MG 2013

4 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA TRIÂNGULO MINEIRO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA DE LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS (LIBRAS) - BÁSICO UBERABA MG 2013

5 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA TRIÂNGULO MINEIRO Não se pode realmente aprender uma língua sem entender algo sobre os padrões e os valores da cultura da qual ela faz parte. Anônimo Se nossa opção é progressista, se estamos a favor da vida e não da morte, da eqüidade e não da injustiça, do direito e não do arbítrio, da convivência com o diferente e não de sua negação, não temos outro caminho senão viver plenamente a nossa opção... O educador se eterniza em cada ser que educa. Paulo Freire NOSSA MISSÃO Ofertar a Educação Profissional e Tecnológica por meio do Ensino, Pesquisa e Extensão promovendo o desenvolvimento na perspectiva de uma sociedade inclusiva e democrática.

6 SUMÁRIO 1 DADOS DA INSTITUIÇÃO DE ENSINO DADOS DO CURSO JUSTIFICATIVAS OBJETIVOS GERAL ESPECÍFICOS PÚBLICO ALVO PERFIL PROFISSIONAL E ÁREA DE CONCENTRAÇÃO PRÉ-REQUISITOS DE ACESSO AO CURSO MATRIZ CURRICULAR ESTRUTURAÇÃO EMENTAS E CARGA HORÁRIA DOS MÓDULOS/DISCIPLINAS AVALIAÇÃO DO PROCESSO ENSINO/APRENDIZAGEM QUADRO DOS DOCENTES ENVOLVIDOS NO CURSO INFRA-ESTRUTURA LABORATÓRIOS EQUIPAMENTOS E MATERIAL DE CONSUMO MATERIAL DIDÁTICO... 14

7 6 1 DADOS DA INSTITUIÇÃO DE ENSINO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, RAZÃO SOCIAL CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO TRIÂNGULO MINEIRO CAMPUS Uberaba CNPJ / ESFERA ADMINISTRATIVA Federal ENDEREÇO Rua João Batista Ribeiro, 4000 Bairro Mercês CIDADE/UF/CEP Uberaba/MG/ RESPONSÁVEL PELO CURSO DDD TELEFONE (34) DDD FAX (34) SITE Servidor indicado pelo Coordenador de Extensão ou pelo Reitor 2 DADOS DO CURSO CURSO Formação Inicial e Continuada (FIC) de Libras Básico EIXO TECNOLÓGICO Apoio Educacional CERTIFICAÇÃO Formação Inicial e Continuada NÚMERO DE VAGAS 30 MODALIDADE Presencial FREQUÊNCIA OFERTA Conforme Demanda CARGA HORÁRIA TOTAL 160 h/aula PERIODICIDADE 16 horas semanais TURNO E HORÁRIO Multiperiódico LOCAL Câmpus Uberaba e instituições parceiras 3 JUSTIFICATIVAS O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Triângulo Mineiro - IFTM, criado em 29 de dezembro de 2008, pela Lei n , é uma Instituição de Educação Superior, Básica e Profissional, pluricurricular e multicampi, especializada na oferta de educação profissional e tecnológica nas diferentes modalidades de ensino, com base na conjugação de conhecimentos técnicos e tecnológicos com as suas práticas pedagógicas. No seu processo instituinte estão presentes na composição de sua estrutura organizacional uma

8 7 Reitoria localizada em Uberaba, o Centro Federal de Educação Tecnológica de Uberaba, a Escola Agrotécnica Federal de Uberlândia e as Unidades de Educação Descentralizadas de Paracatu e de Ituiutaba que, por força da Lei, passaram de forma automática, independentemente de qualquer formalidade, à condição de campus da nova instituição, passando a denominar-se respectivamente: Campus Uberaba, Campus Uberlândia, Campus Paracatu e Campus Ituiutaba. A missão do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Triângulo Mineiro é ofertar a Educação Profissional e Tecnológica por meio do Ensino, Pesquisa e Extensão promovendo o desenvolvimento na perspectiva de uma sociedade inclusiva e democrática. A garantia de acesso ao trabalho para as pessoas com deficiência é prevista tanto na legislação internacional como na brasileira. No Brasil, as cotas de vagas para pessoas com deficiência foram definidas em lei de 1991, porém só passou a ter eficácia no final de 1999, quando foi publicado o decreto nº Ela determina que as empresas com mais de cem empregados contratem pessoas com deficiência, segundo as seguintes cotas: de 100 a 200 empregados, 2%; de 201 a 500 empregados, 3%; de 501 a 1.000, 4%; e acima de funcionários, 5%. Apesar de não existirem multas e penalidades para o não-cumprimento dessas cotas, o crescimento da consciência social e a ação fiscalizadora do Ministério Público têm ampliado o número de empresas que estão de acordo com a legislação, estimulando-as a manter e até superar, em alguns casos o número de vagas destinadas a pessoas com deficiência previsto na lei. É inevitável também o reconhecimento da importância de um profissional de Libras nas empresas e no ambiente escolar. Tarefas simples como conversar com o chefe e colegas de empresa, receber atribuições ou participar de uma simples reunião são extremamente difíceis quando o cidadão possui deficiência auditiva. O que é simples para a maioria das pessoas pode se tornar um dilema na vida daquelas com deficiência auditiva. Já possuímos no Brasil mais de 65,6 mil surdos inseridos formalmente no mercado de trabalho, segundo dados da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS). Isso, tratando-se de um universo de mais de 6 milhões de brasileiros com deficiência auditiva. Com tamanha mão de obra disponível, surge também a

9 8 necessidade de uma real inserção desses profissionais nas companhias. Partindo desse princípio, a procura por intérpretes da Língua Brasileira de Sinais (Libras) tem se tornado uma prática frequente dentro das organizações. São eles que fazem a conexão com chefes, repassam informações e possibilitam que uma tarefa natural como a comunicação também faça parte da vida de quem não pode ouvir. O curso de Formação Inicial e Continuada (FIC) de Língua Brasileira de Sinais (Libras) Básico, vem com o objetivo de capacitar profissionais para atuar como mediadores entre usuários da língua portuguesa com os usuários da Língua Brasileira de Sinais (Libras), principalmente no âmbito escolar e profissional, visto que Uberaba e região possui uma demanda de pessoas com surdez nas mais diversas classes sociais. O mercado promete contratações promissoras para tradutores em escolas, supermercados e grandes instituições. E a recente sanção da Lei nº /2010, que regulamenta o ofício, vem para reforçar essa realidade. O curso favorecerá o aumento do conhecimento das pessoas ao idioma e, consequentemente, a educação fará uso da mesma para instrução, garantindo os direitos dos cidadãos brasileiros com surdez à acessibilidade e melhor qualidade de vida e de socialização. O educador Paulo Freire defendia a ideia de que não há saber mais ou saber menos e sim saberes diferentes. Diante desses fatos, concluímos que podemos crescer como cidadãos e profissionais quando aprendemos a compreender o diferente. Dentro deste contexto, este curso visa dar uma estrutura para que os alunos dominem a língua de sinais e assim possam interpretar simultaneamente qualquer assunto abordado tanto do Português para Libras quanto da Libras para o Português.

10 4 OBJETIVOS Geral Capacitar profissionais na Língua Brasileira de Sinais (Libras), oportunizando o preparo de técnicas para a melhoria do atendimento da demanda e cumprimento das exigências legais, em beneficio às pessoas surdas e com deficiência auditiva. 4.2 Específicos Apresentar noções de conduta profissional do intérprete de Libras. Capacitar profissionais para atuarem como intérpretes da língua de sinais Noções de alfabetização de surdos. Orientar e incentivar a inclusão das pessoas com surdez no meio social. 5 PÚBLICO ALVO Trabalhadores beneficiários do seguro-desemprego e dos programas de inclusão produtiva do Governo Federal. Trabalhadores e/ou pessoas em situação de vulnerabilidade social, da comunidade externa ligados à área do curso ou que almejam a qualificação profissional de jardineiro e que possuam no mínimo o ensino fundamental completo. 6 PERFIL PROFISSIONAL E ÁREA DE CONCENTRAÇÃO O intérprete é aquele que ocupa a função de estabelecer a intermediação comunicativa entre os usuários de Língua de Sinais Língua Brasileira de Sinais e os de Língua Oral Língua Portuguesa, com o objetivo de assegurar o acesso dos surdos ao meio social e a educação. A política de inclusão social é fomentada numa conjuntura de afirmação do direito a acessibilidade, o respeito e a igualdade de oportunidades. Entre os instrumentos legais para garantir a inclusão social temos a lei de Acessibilidade n o 10981/2000, a lei do Plano Nacional de Educação n o 10172/2001 e o Decreto n o 5626/2005, que dispõe sobre o reconhecimento da Língua Brasileira de Sinais. A

11 legislação representou um avanço fundamental no processo do reconhecimento e formação do profissional intérprete de Libras, bem como sua inserção no mercado de trabalho PRÉ-REQUISITOS DE ACESSO AO CURSO Os ingressantes deverão ter, no mínimo, o ensino fundamental completo. As turmas serão formadas em atendimento à demanda da instituição, da comunidade externa ou de programas e/ou projetos. O ingresso de alunos no curso FIC de Libras Básico poderá ocorrer por meio de edital, por meio de processo seletivo, classificatório e não eliminatório, ou edital com inscrição livre, quando os cursos forem demandados por uma determinada comunidade, ou com inscrição livre, quando os cursos forem oriundos de um projeto e/ou programa. Para participar do processo de seleção dos cursos FIC, os candidatos deverão entregar os documentos solicitados de acordo com o edital e/ou programa. 8 MATRIZ CURRICULAR 8.1 Estruturação O Curso de Libras Básico será organizado em torno da área de concentração: Educação Profissional e Tecnológica. Com uma organização curricular compreendendo até 16 (dezesseis) horas de aulas semanais que somadas ao final do curso compreenderão 160 horas-aula. O curso está estruturado com os seguintes módulos de aprendizagem: Módulo I Introdução ao aprendizado da Língua Brasileira de Sinais LIBRAS, Estudo da Língua; Módulo II Continuação dos estudos dos sinais, exercícios da Língua. I MÓDULOS CONTEÚDOS CH Introdução ao Aprendizado da Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS 1. História da educação do surdo 1.1. Mundo 1.2. Brasil 2. Panorama das leis de vigência 3. Educação inclusiva para pessoas com surdez 4. A língua de sinais 4.1. A língua brasileira de sinais 4.2. Filme abordando a necessidade da Lingua de Sinais na educação e na vida das pessoas com surdez 5. Cultura e comunidade surda 80h

12 11 6. Parâmetros da língua de sinais 6.1. Ponto de articulação 6.2. Movimento 6.3. Direcionalidade 6.4. Expressão facial e/ou corporal 7. Classificadores 7.1. Classificador descritivo 7.2. Classificador que especifica o tamanho e a forma de uma parte do corpo 7.3. Classificador de uma parte do corpo 7.4. Classificador locativo 7.5. Classificador semântico 7.6. Classificador instrumental 7.7. Classificador do corpo 7.8. Classificador do plural 7.9. Classificador de elemento Classificador de número e nome 8. Alfabeto 9. Datilologia 10. Números Cardinais Ordinais II Estudo da Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS 1. Cumprimentos/Identidade 2. Pessoas/Família 3. Calendário 3.1. Semanas 3.2. Meses 3.3. Anos 4. Casa 5. Alimentos 6. Animais 7. Natureza 8. Cores 9. Meios de transporte 10. Meios de comunicação 11. Localidades 12. Lazer/Esporte 13. Objetos Classificador que especifica o tamanho e a forma de uma parte do corpo Classificador de uma parte do corpo Classificador locativo Classificador semântico Classificador instrumental Classificador do corpo Classificador do plural Classificador de elemento Classificador de número e nome 14. Alfabeto 15. Datilologia 16. Números Cardinais Ordinais 80h Total carga horária do curso 160h

13 12 Os módulos I e II e seus respectivos conteúdos estão vinculadas ao aprofundamento de temas e questões relativas aos fundamentos sociais, inclusão, boas maneiras e direitos estabelecidos no desenvolvimento e atuação prática da profissão de intérprete de Libras Básico. Os módulos visam à compreensão da língua e interpretação da Língua Brasileira de Sinais LIBRAS. 8.2 Ementas e Carga Horária dos Módulos/Disciplinas INTRODUÇÃO AO APRENDIZADO DA LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS - LIBRAS Módulo I Carga Horária 80 EMENTA Compreender os principais aspectos da Língua Brasileira de Sinais Libras, língua oficial da comunidade surda brasileira, contribuindo para a inclusão educacional dos alunos surdos. Conhecer a legislação sobre os deficientes auditivos. Compreender a importância da inclusão dos deficientes auditivos. Propor soluções para a diminuição do preconceito. Capacitar o discente para o estudo da língua de sinais e interpretação da mesma, bem como conhecimento prático e teórico da gramática da língua de sinais e sua estrutura. BIBLIOGRAFIA Básica HONORA, Márcia, FRIZANCO, Mary Lopes Esteves. Livro ilustrado de Língua Brasileira de Sinais: Desvendando a comunicação usada pelas pessoas com surdez. São Paulo: Ciranda cultural, ISBN FERREIRA BRITO, L. Por uma gramática de língua de sinais. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro/UFRJ/Departamento de Lingüística e Filologia, ESTUDO DA LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS - LIBRAS Módulo II Carga Horária 80 EMENTA Proporcionar capacitação e oportunidade de identificação e utilização de conceitos, e princípios para a comunicação, utilizando a Língua Brasileira de Sinais Libras, língua oficial da comunidade surda brasileira, contribuindo para a inclusão educacional dos alunos surdos. Perceber e contextualizar a Libras como instrumento para interagir socialmente. Capacitar o aluno como intérprete de Libras. BIBLIOGRAFIA Básica HONORA, Márcia, FRIZANCO, Mary Lopes Esteves. Livro ilustrado de Língua Brasileira de Sinais: Desvendando a comunicação usada pelas pessoas com surdez. São Paulo: Ciranda cultural, ISBN KOJIMA, Catarina Kitugi; SEGALA, Ramalho Sueli. Dicionário de libras: Imagem do pensamento. Escola: São Paulo. 2000; CASTRO, Alberto Rainha de; CARVALHO,Ilza Silva. Comunicação por língua brasileira de sinais: livro básico/alberto Rainha de Castro e Ilza Silva de Carvalho.Brasília: Df,2005. OLIVER Sacks. Uma viagem ao mundo do surdos. São Paulo, companhia das letras,1998. Complementar GOLDFELD, Márcia. A criança surda: linguagem e cognição numa perspectiva sóciointeracionista. São Paulo: Plexos, 1997 QUADROS, Ronice Muller de; KARNOPP, Lodenir Becker. Língua de sinais brasileira: estudos lingüísticos. São Paulo: Artmed, WEIL, Pierre e TOMPAKOW, Roland. O Corpo Fala. São Paulo: Vozes, FERNANDES, E. Linguagem e surdez. Porto Alegre: Artmed, 2003.

14 9 AVALIAÇÃO DO PROCESSO ENSINO/APRENDIZAGEM 13 A avaliação na concepção formativa deve ser feita de forma diversa e múltipla, de modo que o número de atividades de avaliação a ser aplicado deverá ser de, no mínimo, três (3) para Unidades Curriculares e/ou Módulos com carga horária igual ou superior a cinquenta (50) horas e, no mínimo dois (2) para as demais. A avaliação poderá ser realizada por meio dos seguintes instrumentos e atividades, a saber: relatórios descritivos de tarefas realizadas, provas, trabalhos, relato de experiências e de saberes anteriores ao curso, oficinas, portfólios, seminários, visitas técnicas, e da aplicação prática dos conhecimentos em sala de aula, e unidades referenciais comunitárias, ficando o docente livre para a distribuição e aplicações destes instrumentos avaliativos. A freqüência dos alunos às atividades escolares é obrigatória, considerando-se reprovado o aluno que não comparecer a, pelo menos, setenta e cinco (75) por cento da carga horária total do curso, compreendendo aulas teóricas e/ou práticas. O registro da freqüência ocorre a partir da efetivação da matrícula pelo aluno assumindo as possíveis faltas. Caso o aluno seja reprovado não receberá certificado. Em caso de não comparecimento do aluno, logo após a efetivação da matrícula, durante o período de uma semana de atividades escolares, o mesmo será considerado desistente, exceto mediante apresentação de justificativa legal protocolada junto à Coordenação de Registro e Controle Acadêmico (CRCA) Câmpus Uberaba, dentro do prazo de até quarenta e oito (48) horas, a contar do primeiro dia de aula perdido, respeitando o limite de vinte e cinco (25) por cento da carga horária prevista para o curso. Para os casos de dependência de conteúdo de algum módulo, poderão, em comum acordo, o orientador e professor estabelecerem formas de reposição. Poderão ser chamados alunos classificados em lista de espera para preenchimento das vagas remanescentes do curso. O resultado final da avaliação quanto ao alcance de objetivos e/ou construção de competências é expresso em conceitos com sua respectiva correspondência percentual, de acordo com a tabela a seguir: CONCEITO DESCRIÇÃO DO DESEMPENHO PERCENTUAL (%) A O aluno atingiu seu desempenho com excelência. De 90 a 100 B O aluno atingiu o desempenho com eficiência. De 70 a 89

15 14 C O aluno atingiu o desempenho mínimo necessário. De 60 a 69 R O aluno não atingiu o desempenho mínimo necessário. De 0 a QUADRO DOS DOCENTES ENVOLVIDOS NO CURSO O corpo docente dos cursos de Formação Inicial e Continuada FIC será composto por servidores docentes e técnico-administrativos integrantes do Quadro de Pessoal do IFTM ou de outros órgãos públicos. Eles serão selecionados através de edital institucional, devendo atender ao seguinte perfil: MÓDULO/UNIDADE CURRICULAR Professor de Libras Professor de Libras FORMAÇÃO MÍNIMA Licenciatura em letras com especialização em Língua Brasileira de Sinais ou profissional com ensino médio completo certificação fornecida pelo CAS. Licenciatura em letras com especialização em Língua Brasileira de Sinais ou profissional com ensino médio completo certificação fornecida pelo CAS. PROFESSOR RESPONSÁVEL Selecionado através de edital institucional. Selecionado através de edital institucional. 11 INFRA-ESTRUTURA 11.1 Laboratórios Não se aplica Equipamentos e Material de Consumo ESPECIFICAÇÃO UNID. QUANT. Pen Drive Un Material Didático ESPECIFICAÇÃO UNID. QUANT. Cadernos espiral comum 100 fls. Un. 30 Canetas esferográfica azul ou preta Un. 30 Lápis n. 2 Un. 30 Borrachas branca para lápis Un. 30 Papel A4 Pc. 40 Tonner copiadora Un. 2

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