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1 Curso Seletivo Articuladores da Atenção Básica A Gestão de RH Piracicaba fev 2009

2 Seminários da Atenção Básica Dificuldades d na gestão de RH Contratação LRF Carga horária Salário, mercado, rotatividade Plano de Cargos e Carreiras Baixa valorização da AB Exigência de contratação por concurso público Falta um projeto estruturado de EP p/ab Capacitação da gestão Interesse e conhecimento dos profissionais

3 A Questão da Gestão do Trabalho O que pensam os gestores e trabalhadores a respeito previsões de tendencias

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7 Questionamento: Proporção de trabalhadores do SUS em condições de informalidade, nos próximos 10 anos.

8 Questionamento: Terceirização através de entidades sem fins lucrativos no futuro.

9 Questionamento: Via principal de acesso para entrada de novos trabalhadores no SUS.

10 Questionamento: Desenvolvimento no SUS de uma política de RH que destaque a estruturação de carreiras na administração central e na rede oficial de prestação direta de serviços?

11 Questionamento: Avaliação de desempenho será amplamente adotada nos próximos anos no SUS.

12 Questionamento: O compromisso das universidades com a formação e qualificação de pessoal para o SUS tenderão a crescer substancialmente nos próximos 10anos?

13 Forma que as necessidades de profissionais médicos no SUS deveriam ser atendidas, nos hospitais e serviços especializados.

14 Forma que as necessidades de profissionais médicos no SUS deveriam ser atendidas, no Programa Saúde da Família.

15 Questionamento: Estímulos a ser usados para aumentar a produtividade do trabalho e o compromisso do pessoal na gestão do SUS, em ordem de menor para maior importância.

16 Questionamento: Forma mais adequada de resolver o problema da vinculação institucional do Agente Comunitário de Saúde

17 Conclusões Gestores Pragmatismo como for possível Concurso Público e Terceirização

18 Recursos Humanos no SUS: análise das despesas e vínculos trabalhistas e institucionais praticados municípios do Estado de São Paulo

19 Introdução Contexto proposto pelas Legislações Lei Complementar Nº 101/2000 Lei de Responsabilidade Fiscal, principalmente pelo Limite de Despesa de Pessoal Emenda Constitucional 29

20 Introdução Formas de Vínculo Trabalhista Internos: estatutários, celetistas e comissionados, i temporários Externos: celetistas tempo determinado e indeterminado, autônomos, cooperativados, pessoa jurídica e informais

21 Introdução Modalidades d de Vínculos Institucionais i i (Parcerias) com a Administração Pública Concessão e permissão de serviços públicos (disciplinada pela Lei nº 8.987/95); Concessão de obra pública regulada (disciplinada pela Lei nº 8.987/95); Concessão patrocinada e concessão administrativa (englobadas pelo título de parcerias público-privadas privadas na Lei /2004); Contrato de Gestão, como instrumento de parceria com as organizações sociais (Lei 9.737/98);

22 Introdução Modalidades de Vínculos Institucionais (Parcerias) com a Administração Pública (continuação) Termo de parceria com as organizações da sociedade civil de interesse público (regida pela Lei 9790/99); Convênios, consórcios e outros ajustes (referidos no artigo 166 da Lei 8.666/93); Contratos de empreitada (de obra e de serviços, disciplinados pela Lei 8.666/93) e Contratos de fornecimento de mão-de-obra (sem fundamento legal).

23 Objetivos Geral Analisar as despesas com Recursos Humanos em Saúde nos municípios do Estado de São Paulo.

24 Objetivos Específicos Verificar a despesas com recursos humanos em saúde, considerando o total de despesas com recursos humanos da administração municipal; Estudar as formas de vínculos institucionais existentes no Setor Saúde; Determinar a porcentagem de despesas com recursos humanos no Setor Saúde com funcionários municipais, considerando as despesas totais em saúde; Analisar as despesas decorrentes de terceirização, considerando as despesas totais em saúde municipais; Formular e validar instrumento de pesquisa junto aos municípios.

25 Metodologia Fase I A) Estudo a partir da análise de dados secundários em série histórica (2002, 2003 e 2004). Principais fontes dos dados utilizados: SIOPS, TCE/SP, TCM/SP Os dados secundários foram armazenados e analisados em Software SPSS.

26 Metodologia As variáveis estudadas foram: Despesa com Pessoal Total Despesa com Pessoal - Saúde Despesas com Terceirização Pessoa Jurídica Saúde Despesas Totais - Saúde Despesas Próprias Municipais Saúde

27 Metodologia Com o intento de responder aos objetivos da pesquisa, foram criados alguns indicadores. Sendo estes: Despesa de pessoal em saúde/ Despesa pessoal total municipal- % Despesa de pessoal em saúde/ Despesa total em saúde -% Despesa de terceirização pessoa jurídica em Saúde / Despesa total em saúde -%

28 Metodologia Universo da Pesquisa Estado de São Paulo Órgãos Reguladores: Tribunal de Contas do Estado: 644 municípios Tribunal de Contas do Município : capital

29 Cenário orçamentário dos municípios do Estado TCESP Execução Orçamentária

30 Cenário orçamentário dos municípios do Estado Situação da Execução Orçamentária Situação da Execução - Exercício 2004 Quantidade de Municípios Situação superavitária ou equilibrada 366 Déficit entre 0 a 3% 147 Déficit superior a 3% 129 Total 642

31 Cenário orçamentário dos municípios do Estado Despesas com Pessoal- Municípios com situação irregular Exercícios Quantidade de Municípios Fonte: TCESP,2006

32 Cenário orçamentário dos municípios do Estado de São Paulo Fonte: TCESP,2006 RCL- Receita Corrente líquida DP- Despesa de Pessoal

33 Emenda 29 Cumprimento do Limite Proposto Pela EC 29 A grande maioria dos municípios do estado de São Paulo cumpre os patamares mínimos da EC 29. Em 2004, 599 municípios (92,9%) cumpriram a EC 29, 42 municípios (6,5%) não atingiram o patamar necessário e 4 (0,6%) municípios não enviaram os dados para cálculo. (SIOPS, 2006)

34 Metodologia Grupos por porte populacional l Foi proposta uma análise dos dados agrupados por porte populacional: 405 municípios com menos de 20 mil habitantes (6) 120 municípios entre 20 e 50 mil habitantes (5) 49 municípios entre 50 a 100 mil habitantes (4) 62 municípios entre 100 e 500 mil habitantes (3) 8 municípios com mais de 500 mil habitantes (2) São Paulo (1)

35 Média da proporção de Desp RH Saúde em relação às Desp Totais Saúde. Municípios de SP por grupo e São Paulo, 2002 a ,00% 60,00% ,00% 40,00% 00% 30,00% 20,00% 10,00% 0,00% São Paulo Grupo 2 Grupo 3 Grupo 4 Grupo 5 Grupo 6 Grupos de municípios: (1) São Paulo; (2) 8 municípios com mais de 500 mil habitantes; (3) 62 municípios entre 100 e 500 mil habitantes; (4) 49 municípios entre 50 a 100 mil habitantes; (5) 120 municípios entre 20 e 50 mil habitantes; (6) 405 municípios com menos de 20 mil habitantes. Fonte: Relatório de Pesquisa ObservaRHSP/FGV

36 Resultados Despesas com Pessoal saúde/ Despesas totais em Saúde Redução em quase todos os grupos, com exceção São Paulo e Grupo 5 (20 á 50 mil hab) Nos grupos (2, 3, 4, 5 e 6) a média de gastos com Recursos Humanos foi de 52,08% no ano de Podemos dizer que, em média, 52,08% das despesas totais com saúde referem-se a gastos com funcionários municipais do setor saúde

37 Resultados Média da proporção de Desp RH Saúde em relação às Desp RH Total. Municípios de São Paulo por grupo a ,00% 25,00% ,00% 15,00% 10,00% 5,00% 0,00% São Paulo Grupo 2 Grupo 3 Grupo 4 Grupo 5 Grupo 6 Média da proporção de Desp RH Saúde em relação às Desp RH Total. Municípios de SP por grupo e São Paulo, 2002 a São Paulo Grupo 2 Grupo 3 Grupo 4 Grupo 5 Grupo ,77% 26,13% 24,19% 22,51% 20,55% 22,95% ,44% 26,38% 23,69% 23,88% 20,21% 22,56% ,72% 26,50% 24,73% 23,06% 20,61% 22,95%

38 Resultados Desp. Pessoal Saúde/ Desp. Pessoal Total Observa-se que as médias das proporções mantiveram-se constantes entre as faixas 22-28% 28% nos grupos (4, 5, 6 e 2) em todos os anos analisados

39 Média da proporção de Desp Terceiros PJ em relação às Desp Totais Saúde. Municípios de SP por grupo e São Paulo, 2002 a ,00% 35,00% ,00% 25,00% 20,00% 15,00% 10,00% 5,00% 0,00% São Paulo Grupo 2 Grupo 3 Grupo 4 Grupo 5 Grupo 6 Grupos de municípios: (1) São Paulo; (2) 8 municípios com mais de 500 mil habitantes; (3) 62 municípios entre 100 e 500 mil habitantes; (4) 49 municípios entre 50 a 100 mil habitantes; (5) 120 municípios entre 20 e 50 mil habitantes; (6) 405 municípios com menos de 20 mil habitantes. Fonte: Relatório de Pesquisa ObservaRHSP/FGV

40 Resultado Incremento no % gasto com pessoa jurídica em relação ao total de despesa com saúde, à exceção dos municípios menores

41 Considerações Finais Diminuição i na proporção dos gastos com recursos humanos em saúde Aumento na proporção de gastos com terceiros pessoa jurídica Formas de parceria identificadas no piloto revelam despesas com terceiros não contabilizadas como Despesas de Pessoal Necessidade de confirmação de hipóteses em amostra representativa dos municípios Investigação de municípios com comportamento atípico (capital)

42 FASE II

43 Objetivo Geral O presente estudo visa estudar detalhadamente as formas de vínculos institucionais e trabalhistas praticados pelos municípios em amostra representativa dos municípios do Estado de São Paulo.

44 Objetivos Específicos Caracterizar os vínculos trabalhistas t praticados pela administração direta municipal no setor saúde; Estudar as formas de vínculos institucionais entre a gestão municipal com as instituições prestadoras de serviços de saúde (contratos, t convênios e contrato de gestão); Investigar as principais motivações dos gestores municipais para a adoção dos vínculos trabalhistas com os serviços da administração direta no setor saúde (cumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal, EC 29 e mais recentemente EC 51);

45 Objetivos Específicos Investigar a existência i de mecanismos de monitoramento e supervisão formais nos serviços contratados e/ou conveniados, principalmente pa no que tange aos vínculos trabalhistas. Caracterizar em amostra intencional os principais vínculos trabalhistas t praticados pelas organizações prestadoras de serviços de saúde na rede pública municipal; Identificar (por meio da percepção dos gestores) as vantagens e desvantagens da adoção de diferentes vínculos institucionais. i i

46 Hipóteses Há uma tendência de redução de novas contratações pela administração direta, em consonância com os limites propostos pela Lei de Responsabilidade Fiscal, Em conseqüência, há um aumento de contratações de serviços (contratos, termos de convênio e contrato de gestão)

47 Metodologia Planejamento amostral Análise dos dados secundários do ano 2005 (análise comparativa com a série ) Seleção de amostra representativa dos municípios do Estado de São Paulo Critérios: porte populacional e análise dos dados d secundários (estudo anterior)

48 Metodologia Variáveis selecionadas para o planejamento amostral: 1. Despesa de Rh em saúde per capita 2. Despesa com terceiros (PJ) per capita Para a amostra foram consideradas as médias dos anos 2002/2003/2004 Justificativa: variações dos anos, estabelecimento t de padrão de comportamento das despesas

49 Plano Amostral Metodologia Formados 4 estratos, de acordo com o comportamento das variáveis selecionadas, além do porte (G, MG, GG,MM,P, PP), além do grupo de municípios com mais de 500 mil habitantes. Amostra calculada: 78 municípios Análise específica dos municípios com comportamento anômalo dos indicadores selecionados ( grupo de 8 municípios).

50 Questões A Lei de Responsabilidade d Fiscal é um forte direcionador das práticas de gestão do trabalho terceirização inclusive cus na asaúde Como conviver com o conflito indução à terceirização/ novos modelos de gestão/ gestão própria Na gestão própria como criar mecanismos internos de maior agilidade para a gestão de pessoal reposição automática, temporários, mecanismos de flexibilidade de remuneração, diferenciação i em função do desempenho avaliação de desempenho

51 Questões PCCS fundamental especificidade, perspectiva desempenho x estagnação A implantação do PCCS só faz sentido se estiver associada a um dimensionamento adequado da força de trabalho a ser incorporada - planejamento; se for competitiva no mercado; se estiver associada a uma política de avaliação de desempenho bem construída

52 Seminário Nacional Gestão de Recursos Humanos na Atenção Primária à Saúde Desafios e perspectivas Paulo Henrique D`Ângelo Seixas ObservaRHSP

53 Questões Norteadoras Vínculo e Formas de Contratação t Agentes contratantes Alternativas Categorias Permanência dos Profissionais Estímulo á permanência Carreira Fatores que influenciam Remuneração Diferenças regionais i Capacidade de pagamento municipal Incentivos variáveis

54 Estudos Contratação e Qualidade do Emprego no PSF no Brasil Nescon/2001 Delphi Avaliação de Tendências e Perspectivas sobre recursos Humanos em Saúde Rede de Observatório de Recursos Humanos 2002 Perfil dos Médicos MS/CFM/Fiocruz- 1995; Qualis/ Fapesp município de São Paulo 1999/2000; Unesco município de São Paulo 2004; Observatório de RH de SP 2006 ObservaRHSP GV- Saúde gastos municipais com RH em saúde 2006 Em andamento RH na atenção primária em São Paulo ObservaRHSP-CEALAG/CNPQ; Escolhas Gerenciais na gestão de RH em São Paulo ObservaRHSP GV- Saúde

55 Número de agentes contratantes por profissões, segundo natureza agregada g dos agentes contratantes de profissionais para o PSF Agente Contratante Prefeituras Outros públicos Entidades Filantrópicas Médico Enferm. Téc./ Aux. Enf. Ag. Com. Saúde Dentista t n % n % n % n % N % públicos 17 2,4 13 1,8 18 2,5 58 8,2 11 2,9 Filantrópicas , , , , ,6 Cooperativas 24 3,4 24 3,4 18 2,5 23 3,2 10 2,6 Outro Terceiro Setor 42 5,9 33 4,7 35 4,9 62 8,8 14 3,6 Empresas 5 0,7 1 0,1 1 0,1 1 0,1 1 0,3 Fonte: Girardi, SN e Carvalho, CL. Contratação t e qualidade d do emprego Outros 2 0,3 2 0,3 2 0,3 3 0,4 0 0 no PSF no Brasil. Estação de Pesquisa de Sinais de Mercado do NESCON-FMUFMG, Total

56 Distribuição percentual das formas de contratação utilizadas por categoria segundo tipo de agente contratante Agente Contratante Prefeitura Médico Enf. Téc./Aux. Enf. ACS Temporário / Prestação de Serviços 74,8 69,7 50,1 54,9 CLT 9,4 10,1 12,5 16,2 Estatutário 11,2 15,9 35,2 14,8 Servidor Público não efetivo 3,1 2,9 1,5 3,6 Outros 1,5 1,4 0,7 10,5 Total Filantrópica Temporário / Prestação de Serviços 24,3 18,8 8 17,2 18,9 CLT 64,9 68,7 68,9 64,9 Outros 10,8 12,5 10,3 16,2 Total ,4 100 Ad t d d Gi di SN C lh CL C t t ã lid d d Adaptado de: Girardi, SN e Carvalho, CL. Contratação e qualidade do emprego no PSF no Brasil. Estação de Pesquisa de Sinais de Mercado do NESCON-FMUFMG, 2001

57 Razões para contratação precária Flexibilidade Instabilidade de financiamento Lei de Responsabilidade Fiscal

58 PSF- características Trabalho em Tempo Integral Trabalho em Equipe áreas cinzentas Adscrição radical de clientela territorialização /cadastro familiar Sistema de informação próprio Continuidade/tempo Moradores da região na equipe Planejamento / proximidade

59 Saúde da Família é uma especialidade? Generalista x Médico da Família Competências requeridas Resolutividade id d no atendimento t primário i para diferentes grupos populacionais, incluindo atuação em Pronto Atendimento/ Urgência Emergência Abordagem familiar integrada dinâmica e interação familiar como campo de intervenção Capacidade de planejamento, organização do trabalho e identificação de prioridades Trabalho em equipe Interação e articulação com a comunidade comunidade como campo de intervenção educação em saúde

60 Faixa Etária dos Médicos do Qualis 1997 x PSF 2004 x Capital % 50% 40% 30% 20% 10% 0% Até 29 anos 30 a a a 59 Acima de 59 Ignorada % Qualis % PSF 2004 % Capital Fonte: Pesquisa FAPESP-1999 Fonte: Pesquisa FAPESP 1999 Relatório Consultoria UNESCO/PMS Estratégia de Saúde da Família, 2005 Pesquisa Perfil dos Médicos no Brasil MS/CFM/FIOCRUZ, 1995

61 Tempo de Formado dos Médicos do Qualis 1997 x PSF 2004 x Capital % 45% 40% 35% 30% 25% 20% 15% 10% 5% 0% até 4 anos de 5 a a 24 Acima de 25 % QUALIS % PSF 2004 % CAPITAL 1995 Fonte: Pesquisa FAPESP-1999 Relatório Consultoria UNESCO/PMS Estratégia de Saúde da Família, 2005 Pesquisa Perfil dos Médicos no Brasil MS/CFM/FIOCRUZ, 1995

62 Especialização dos Médicos do Qualis 1997 x PSF 2004 x Capital % 80% 70% 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% Curso de Especialização Residência Médica Mestrado Doutorado % Qualis 1997 % PSF 2004 % Capital 1995 Fonte: Pesquisa FAPESP-1999 Relatório Consultoria UNESCO/PMS Estratégia de Saúde da Família, 2005 Pesquisa Perfil dos Médicos no Brasil MS/CFM/FIOCRUZ, 1995

63 % de Médicos segundo capacitação - PSF/ % 84,60% 80% 70% 59,00% 60% 50% 40% 30,70% 37,10% 30% 20% 5,90% 10% 0% Momento I - Introdutório Momento II - Ciclos de Vida Outros 2 ou mais cursos Nenhum Fonte: Relatório Consultoria UNESCO/PMS Estratégia de Saúde da Família, 2005

64 Diferentes perfis Oportunistas Insatisfeitos Altruístas Vocacionados

65 Parceiros Faixa Etária/ Tempo de Formado Especialização Cursos Realizados

66 Diferentes parceiros Formadores Profissionais jovens Alto investimento t na formação/ especialização Requalificadores Profissionais i i mais experientes Investimento na qualificação Empregadores Contratação no mercado Complexos Perfis mixtos

67 Rotatividade e satisfação Alta satisfação geral relacional/equipe stress (Band of Brothers) Grande insatisfação demanda e falta de referência Fonte: PMS/Unesco Tensão entre projeto e realidade Alta rotatividade Capacitação Distância Disponibilidade de material Baixa Rotatividade Reconhecimento da instituição i parceira Cláudia Campos mestrado FGV porque o médico não fica?

68 Médicos da AB na ZN AB Mais feminino 56% Mais velho 90% > 40 a 60% > 50 a Casado 73,4% 1 a 2 filhos 55%; sem filhos 26% Paulistanos 58%; ;p paulistas 19%; o. e. 19%

69 Medicos da AB na ZN PSF 50 % mulheres Mais jovens 18,2% 21 a 29; 25% 30 a 39; 30% 40 a 49 Casados 54% S/filhos 48%, 1 a 2 40% Paulistanos 50%; paulistas 18%; o.e. 27%

70 Médicos da AB na ZN Especialização AB 92% cursaram especialização; 97% tem RM; 55% tem título de especialista PSF 80% cursaram especialização; 52% tem RM; 30% tem título de especialização Tempo na AB AB 70% > 10 anos; 48%> 20 anos 67,2% já trabalharam em outras unidades d (2 a 3) PSF 13%< 1 a; 20% 1 a 2 a; 25% 3 a 4 a; 32% 5 a 6 anos 50% já trabalharam em outras unidades

71 Médicos da AB na ZN Vínculos AB estatutário 94% PSF CLT 84%; Estatutário t tá 9% (?); DV 7% Locais de Trabalho AB 17%- 1; 38% - 2; 35%- 3 PSF 52% - 1; 34% - 2; 11,5% - 3 Cursos para trabalhar AB 55% PSF 80% Qualis 89%

72 Médicos da AB na ZN Mudou nos últimos três anos? AB 12,5% PSF 48% Quantos unidades d AB 1 unid.-87,5% PSF 1 unid.-76% Distancia, tipo de trabalho

73 Satisfação Médicos da AB na ZN Ajudar AB 16%; PSF 10% Melhoria da saúde, qualidade, resolutividade 34%; 35% Reconhecimento 20%, 22% Fazer o que gosta 10% Elo com a comunidade - - ; 10% Insatisfação Estrutura, salário, carencias AB 32%; PSF 30% Insuficiencia de suporte, referencia - 28%; 28% Desvalorização, falta de incentivo, falta de oportunidade 12,5%; 16%

74 Médicos da AB na ZN Por veio trabalhar? AB atribuições da proposta; gosta; passou no concurso, experiências anteriores na área PSF identificação com a proposta; atribuições da proposta; gosta; indicação, convite; experiência anterior Quais sugestões? Ampliação/ expansão mais profissionais, equipes, especialistas Apoio do sistema referencia, hospitais, especialistas Qualificação Condições de trabalho/remuneração Organização do trabalho (AB)

75 Perspectivas É necessário e superar as relações precarizadas Manual de parceria O que deve ser assumido pelo parceiro, o que é responsabilidade conjunta Compromisso com a qualificação - PITS Incentivos - desempenho Perspectivas profissionais i i para onde vai o Médico de Família Plantão, Gestão do cuidado de média complexidade, Equipes Educadoras Capacidade de abordar as diferentes expectativas Flexibilidade na gestão Pactos regionais de remuneração

76 Perspectivas Estratégias tégi educacionais i Pólos cerca de 40% das atividades relacionadas com atenção básica Aproximadamente entre 60 a 70% dos profissionais Cursos de especialização x módulos adequados d ás necessidades do profissional e do serviço Trabalho em equipe/ atuação em comunidade / abordagem familiar Equipes formadoras / discussão de caso - assessorias/ construção do conhecimento a partir da discussão compartilhada na realidade local Telemedicina e educação a distância Integração efetiva no sistema referência e contra-referênciareferência

77 EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE NO ESTADO DE SÃO PAULO Portaria 1996 / MS / Agosto 2007 Deliberação CIB Plano Estadual de Educação Permanente n em saúde Comissões Permanentes de Integração Ensino Serviço - CIES

78 RECORDANDO... Portaria 198 MS / SGTES em 13/02/2004, orientou a implantação da Política Nacional de Educação Permanente em saúde em todo país. No Estado SP a SES e COSEMS/SP pactuam a implantação daquela Portaria constituída a Comissão Bipartite de Implantação e Acompanhamento dos Pólos.

79 São implantados oito Pólos no Estado de São Paulo - Grande São Paulo (município e região metropolitana). - Leste (Campinas; Piracicaba; SJB Vista) - Oeste (P Prudente; Assis; Marília). - Sudoeste (Bauru; Botucatu; Registro; Sorocaba). - Noroeste (SJ R Preto; Barretos; Araçatuba). - Nordeste (Ribeirão; Araraquara e Franca) - Baixada ada Santista a - Vale do Paraíba e litoral norte

80 Distribuição de Recursos Total ano de 2004 R$ ,00 Total ano de R$ ,00 Segundo semestre de 2005 R$...???

81 RESULTADOS ALCANÇADOS - COMISSÃO COM REUNIÕES MENSAIS JUNTO A COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO CES. - ESTADO DE SÃO PAULO CONSIDERADO O ESTADO DO BRASIL QUE MELHOR ORGANIZOU SEUS POLOS. - POLO DA GRANDE SÃO PAULO ESCOLHIDO PELO M S PARA REALIZAÇÃO DE ESTUDO DE CASO Pesquisa USP.

82 A partir de 2007 M Saúde, CONASS, CONASEMS iniciaram discussão da Portaria 198: - definir i novas diretrizes iz e estratégias para a implementação da Política Nacional de E P em Saúde, adequando-a a às diretrizes operacionais e ao regulamento do Pacto pela Saúde. Processo de discussão ampliada - diferentes instâncias e protagonistas a Portaria 198 foi republicada pelo D Oficial da União, em 22/08/2007, sob número 1996.

83 Principais mudanças: Alteração da política no sentido de adequação ao Pacto pela saúde, com maior protagonismo do Colegiado de Gestão Regional (CGR). A descentralização dos recursos financeiros que antes ficava sob gestão do MS. A vinculação das ações da Educação Permanente aos planos de saúde, seja nos âmbitos municipal, regional ou estadual.

84 PACTO PELA SAUDE E POLÍTICA NACIONAL DE EDUCAÇÃO PERMANENTE -Especificidades iii Regionais i - Necessidade de Formação - Superando as desigualdades regionais - Capacidade já instalada de ações de educação (ofertado). - Desenvolvimento para o trabalho

85 PACTO PELA SAUDE E POLÍTICA NACIONAL DE EDUCAÇÃO PERMANENTE A condução regional se dará através do Colegiado de Gestão Regional com o APOIO das Comissões Permanentes de Integração de Ensino- Serviço (CIES) Plano de Ação Regional de Educação Permanente em Saúde em Consonância nân com os Planos de Saúde Municipais e Estadual

86 ...Como aconteceu quando da Portaria 198, com a publicação da nova Portaria 1996 a Comissão Bipartite i (COSEMS-SP e SES) consensuaram e pactuaram critérios conjuntos para orientar a implantação das novas diretrizes recomendadas na Portaria 1996 em todo o Estado de São Paulo.

87 Publicação da Portaria a 1996 MSaúde Realização de reuniões SES e COSEMS-SP para definição das diretrizes do Plano Estadual de EP em saúde condição para ser acessado recurso no MS. Aprovação do Plano Estadual de EP em saúde 2007 na Comissão Bipartite (setembro) e na Tripartite (outubro) acessado R$ Recursos distribuídos entre as oito Comissões de Integração Ensino / Serviço critérios M Saúde.

88 Recursos CIES 2007 Plano Estadual de EP SESSP e COSEMS/SP Recursos CIES 2008 Plano Estadual de EP SESSP SS e COSEMS/SP S S Planos Macro Regionais de EP (CIES) Colegiados Regionais de Saúde Planos Regionais de EP: CGR / DRS / Câmara técnica / I. Ensino / ETSUS)

89 - CIES R M GRANDE SP - CIES SUDOESTE PAULISTA -CIES NORDESTE PAULISTA - CIES LESTE PAULISTA - CIES OESTE PAULISTA - CIES NOROESTE PAULISTA - CIES BAIXADA SANTISTA - CIES VALE DO PARAÍBA

90 Distribuição dos Recursos CRITÉRIOS: 1. IDH-M IDHM 2. População 3. Quantitativo de trabalhadores da Atenção Básica

91 Distribuição ibuiçã dos Recursos s 2007 Prioridades: - ATENÇÃO BÁSICA 60% - GESTÃO DO SUS 30% - ORGANIZAÇÃO E ESTRUTURAÇÃO DA NOVA PROPOSTA - 10% Seminários regionais, sendo um em cada macro região que caracterize um CIES e vários regionais.

92 Recursos CIES ano 2007 Estado S Paulo Acessados Plano Estadual de EP SESSP e COSEMS/SP Ministério Saúde ,61 (Ações transversais) ,80 R$ ,81 R$ hora aula ,00 Total final ,81

93 Os processos baseados na E Permanente em Saúde: Destinam-se se a públicos multiprofissionais. Possuem enfoque nos problemas cotidianos das práticas das equipes de saúde. Inserem-se de forma institucionalizada a a no processo de trabalho, gerando compromissos entre os trabalhadores, os gestores, as instituições de ensino e os usuários para o desenvolvimento institucional e individual.

94 CIES 2005 % 2005 R$ 2007 % 2007 R$ Grande S Paulo 40,40% ,73 34,44% R$ ,76 Noroeste 08,57% ,35 09,42% R$ , Paulista Nordeste Paulista Leste Paulista Oeste Paulista 06,80% ,38 07,48% R$ ,15 16,33% ,03 17,96% R$ ,62 07,54% ,42 08,29% R$ ,12 Sudoeste 10,67% , ,73% R$ ,27 Paulista Baixada Santista V do Paraíba 03,78% ,61 04,15% R$ ,96 05,94% ,70 06,53% R$ ,79 TOTAL 100% ,00 100% ,81

95 CIES População Total (IBGE 2007) (Comissão de Integração Ensino/ Serviço) CIES Grande São Paulo CIES Sudoeste Paulista CIES Nordeste Paulista CIES Leste Paulista CIES Oeste Paulista CIES Noroeste Paulista CIES Baixada Santista CIES Vale do Paraíba TOTAL

96 CIES REGIÃO METROPOLITANA GRANDE SÃO PAULO - R$ ,76 Colegiados de Gestão Regional População (IBGE-2007) % R$ Alto do Tiete (10 municípios) ,64% ,20 Franco da Rocha (5 municípios) Guarulhos (1 municípios) ,74% , ,59% ,63 Mananciais ,03% 03% ,93 ( 8 municípios) Rota dos Bandeirantes (7 municípios) ABC Paulista (7 municípios) ,24% , , 10% ,13 São Paulo (1 município) ,66% ,66 Total % ,76

97 PAPEL DA COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO ENSINO SERVIÇO - CIES Formular Conduzir Desenvolver Apoiar

98 PAPEL DO COLEGIADO DE GESTÃO REGIONAL (Instância de pactuação e co-gestão) Instituir i o processo de planejamento regional Definir as prioridades idades e as responsabilidades

99 ORGANIZAÇÃO E FLUXO DAS PROPOSTAS / PROJETOS Liberação R$ Visão Regional CIES Bipa ampliada Cosems / SES / CES C G R Pactuação Prioridades Realidade local Referencia técnica EP

100 MOVIMENTOS REALIZADOS PELO GRUPO DE DESENVOLVMETO / CRH NA INTEGRAÇÃO ENSINO SERVIÇO Curso de especialização em gestão pública em saúde Projeto de apoio institucional ás regiões de saúde Recurso Estadual na EPS hora aula

101 Desafios... Manter / consolidar / motivar estratégias de trabalho conjunto para continuidade da Política de Educação Permanente em saúde no Estado. Ampliar integração / mobilização já alcançada nos processos de trabalho.

102 Desafios... Execução dos Planos Regionais de EP com recursos de 2008/2009. Potencializar o trabalho dos CGR (prioridades, responsabilidades, parcerias). Construção da visão macro regional - CIES

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