Orientador: Prof. Francisco Correia de Oliveira, PhD.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Orientador: Prof. Francisco Correia de Oliveira, PhD."

Transcrição

1 FUNDAÇÃO EDSON QUEIROZ UNIVERSIDADE DE FORTALEZA - UNIFOR JOSELIAS LOPES DOS SANTOS FILHO NA CORDA BAMBA DA TERCEIRIZAÇÃO: O CASO DAS ADMINISTRAÇÕES TRIBUTÁRIAS ESTADUAIS DO BRASIL FORTALEZA 2009

2 FUNDAÇÃO EDSON QUEIROZ UNIVERSIDADE DE FORTALEZA - UNIFOR JOSELIAS LOPES DOS SANTOS FILHO NA CORDA BAMBA DA TERCEIRIZAÇÃO: O CASO DAS ADMINISTRAÇÕES TRIBUTÁRIAS ESTADUAIS DO BRASIL Dissertação apresentada ao Curso de Mestrado em Administração de Empresas da Universidade de Fortaleza como requisito parcial para obtenção do Título de Mestre em Administração de Emprasas. Orientador: Prof. Francisco Correia de Oliveira, PhD. FORTALEZA 2009

3 S237n Santos Filho, Joselias Lopes dos. Na corda bamba da terceirização: o caso das administrações tributárias estaduais do Brasil / Joselias Lopes do Santos Filho f. Dissertação (mestrado) Universidade de Fortaleza, Orientação: Prof. Francisco Correia de Oliveira, PhD. 1. Terceirização. 2. Administração tributária. 3. Setor público. 4. Tecnologia da informação. I. Título. CDU

4 JOSELIAS LOPES DOS SANTOS FILHO NA CORDA BAMBA DA TERCEIRIZAÇÃO: O CASO DAS ADMINISTRAÇÕES TRIBUTÁRIAS ESTADUAIS DO BRASIL Dissertação julgada e aprovada para obtenção do Título de Mestre em Administração de Empresas da Universidade de Fortaleza. Área de Concentração: Estratégia e Gestão Organizacional Linha de Pesquisa: Gestão Pública, Social e Ambiental Data de Aprovação: 22/11/2005 Banca Examinadora: Prof. PhD. Francisco Correia de Oliveira (Orientador/UNIFOR) Prof. Dr. Érico Veras Marques (Membro/UNIFOR) Prof. Dr. Samuel Façanha Câmara (Membro/UECE)

5 Aos meus pais: Joselias Lopes dos Santos (in memoriam), pela sua determinação, honestidade, coragem e amor à família; e Gemima da Silva dos Santos, um exemplo de mãe, esposa e ser humano, pela sua luz, amor, força, dedicação à família, fé e alegria de viver.

6 AGRADECIMENOS Ao meu orientador, Prof. Dr. Francisco Correia de Oliveira, pelo apoio, paciência, sabedoria e habilidade demonstrados ao longo do desenvolvimento deste trabalho. Ao Prof. Dr. Sérgio Forte, Coordenador do Mestrado, pela determinação, entusiasmo e incentivo à pesquisa científica. Aos professores do Curso de Mestrado, pelos ensinamentos e contribuição para o aprendizado de todos os alunos. A todos os colegas da turma IX, pelo espírito de equipe e companheirismo, em especial aos amigos Vidal e Eduardo. Aos colegas da Secretaria do Mestrado Adriana, Socorro e Narciso, pela atenção e presteza e apoio logístico em todas as horas. Aos gestores de TI das Administrações Tributárias Estaduais do Brasil que contribuíram para esta pesquisa. A todos os que fazem a área de TI da Secretaria da Fazenda do Estado do Ceará, em especial aos meus chefes e companheiros Aguilberto Júnior e Marta Vieira, e minha amiga Lúcia Cleide pela compreensão e incentivo durante o Mestrado. trabalho. Ao Prof. Dr. Sidney Silva Dias pela solidariedade, atenção e contribuição dada a este À minha mãe, irmãos e sobrinhos, que são as pessoas que mais amo nesta vida, pelo incentivo, solidariedade, apoio e, acima de tudo, tolerância, presentes durante o Curso de Mestrado.

7 A todos os meus amigos, dos quais tive que ficar distante no decorrer desta jornada, pelo incentivo, apoio e compreensão. A Deus e a Jesus Cristo pela possibilidade de iniciar e terminar este trabalho, e nos quais busquei inspiração e fé para superar todos os obstáculos durante esses longos meses de dedicação ao Mestrado.

8 SANTOS FILHO, Joselias Lopes dos. Na Corda Bamba da Terceirização: o caso das administrações tributárias estaduais do brasil f. Dissertação (Mestrado em Administração de Empresas) Universidade de Fortaleza-UNIFOR, CMA, Fortaleza, Perfil do autor: Bacharel em Ciência da Computação pela Universidade Federal do Ceará - UFC/1990. Auditor do Tesouro Estadual da Secretaria da Fazenda do Estado do Ceará. RESUMO A Tecnologia da Informação (TI) é um elemento estratégico para a modernização e aumento da eficiência dos governos, de quem a sociedade tem exigido mais transparência e melhores serviços. Nesse contexto, com o objetivo de analisar os riscos da terceirização de TI, desenvolveu-se uma pesquisa descritiva, de natureza qualitativa e quantitativa, com base no método de levantamento de dados survey, envolvendo as Administrações Tributárias Estaduais do Brasil. Os resultados desse estudo revelam que as organizações investigadas utilizam largamente a terceirização em diversas funções de TI, tanto operacionais quanto estratégicas, tendo em vista o reduzido número de servidores nas equipes técnicas internas e as dificuldades das companhias estaduais de processamento para atenderem às demandas urgentes. Mostram, ainda, que a Segurança da informação (inclusive sigilo fiscal) é o principal dentre todos os fatores de risco considerados relevantes, e que a não implementação de uma efetiva política de terceirização de TI seletiva potencializa os fatores de risco desse processo e deixa essas organizações sujeitas a resultados indesejáveis. Assim, a pesquisa revela que o modelo de terceirização de TI adotado nas Administrações Tributárias Estaduais do Brasil precisa ser revisto. Palavras-chaves: Terceirização. Tecnologia da Informação. Risco. Administrações Tributárias. Setor Público

9 ABSTRACT Information Technology (IT) is a strategic element for modernization and productivity enhancement in today's governmental affairs and service work. Besides that, IT facilitates the crucial role of transparency and accountability demanded by society. In the global context of IT outsourcing risk analysis, this paper aims to serve as a qualitative and quantitative measurement based upon a survey, conducted by the State Tax Administration in Brazil. The results show that a variety of IT services and functions, in both strategic and operational levels, are being outsourced by the regional governmental agencies. The outsourcing is primarily due to 2 factors: 1) the low number of governmental staff members, and 2) the difficulties caused by the State Data Processing Companies growing failure to meet its clients' demand. The research also reveals, among all of the other relevant factors, that the main risk (besides fiscal secrecy) is the safety of the information. In addition, when attention is not given, concerning the implementation of an IT selective outsourcing policy program, risk factors end up being potentialized as well as bringing along unexpected outcome for the organizations involved in the process. Thus, this study states that the IT outsourcing models in the field of the government tax system need to be rethought. Keywords: Outsourcing. Information Technology. Tax Collection Offices. Risk. Public Sector.

10 LISTA DE ILUSTRAÇÕES Quadros Página 1 Relação de empresas estaduais de processamento de dados Definições de parceria Mudanças no ambiente empresarial, a partir da década de Fatores motivadores para a terceirização de TI Motivos para terceirização de TI Razões para terceirização de TI Funções de TI terceirizadas Fatores de risco na terceirização de TI Componentes da exposição ao risco na terceirização de TI Inserção das administrações tributárias no marco de referência Variáveis de pesquisa Categorização Fatores e características da terceirização de TI, agrupados conforme as variáveis de pesquisa e as categorias temáticas definidas, com numeração, abreviação, descrição completa dos fatores Fatores da categoria características da área de TI Fatores da categoria motivadores para a eliminação ou redução da terceirização de TI Fatores da categoria abrangência da terceirização de TI Fatores da categoria motivadores para a opção pela terceirização da área de TI Fatores da categoria características do processo licitatório e da gestão de contratos de terceirização de TI Fatores da categoria riscos da terceirização de TI Fatores da categoria estratégias para combater os fatores de risco da terceirização de TI

11 Gráficos Página 1 Evolução dos serviços potenciais disponíveis, por faixa quantitativa Características da área de TI, nas organizações fazendárias Características da área de TI, considerando as visões dos gerentes do nível estratégico e do nível tático Fatores motivadores para a eliminação ou redução da terceirização, nas organizações fazendárias Fatores motivadores para a eliminação ou redução da terceirização, considerando as visões dos gerentes do nível estratégico e do nível tático Abrangência da terceirização em atividades/funções de TI, nas organizações fazendárias Abrangência da terceirização em atividades/funções de TI, considerando as visões dos gerentes do nível estratégico e do nível tático Fatores motivadores para a opção pela terceirização de TI, nas organizações fazendárias Fatores motivadores para a opção pela terceirização de TI, considerando as visões dos gerentes do nível estratégico e do nível tático Características do processo licitatório e da gestão de contratos de terceirização de TI, nas organizações fazendárias Características do processo licitatório e da gestão de contratos de terceirização de TI, considerando as visões dos gerentes do nível estratégico e tático Criticidade dos potenciais fatores de risco da terceirização de TI, nas organizações fazendárias Criticidade dos fatores de risco da terceirização de TI, considerando as visões dos gerentes do nível estratégico e do nível tático Estratégias utilizadas para a eliminação ou minimização dos fatores de risco da terceirização de TI, nas organizações fazendárias Estratégias utilizadas para a eliminação ou minimização dos fatores de risco da terceirização de TI, considerando as visões dos gentes do nível estratégico e do nível tático

12 LISTA DE TABELAS Página 1 Evolução da quantidade de serviços disponibilizados na Internet, de acordo com o Anexo A Distribuição dos questionários, por grupo gerencial Participação dos órgãos, na pesquisa, por grupo gerencial Distribuição dos respondentes da pesquisa, por região do Brasil Tempo de experiência dos respondestes na organização onde trabalham Tempo total de experiência dos respondentes, na área de TI Predominância de características da área de TI Fatores motivadores para a eliminação ou redução da terceirização de TI Abrangência da terceirização em atividades/funções de TI Fatores motivadores para a opção pela terceirização de TI Características do processo licitatório e da gestão de contratos de terceirização de TI Criticidade dos potenciais fatores de risco da terceirização de TI Estratégias utilizadas para a eliminação ou minimização dos fatores de risco do processo de terceirização de TI Predominância de características da área de TI, considerando as visões dos gerentes do nível estratégico e do nível tático Fatores motivadores para a eliminação ou redução da terceirização TI, considerando as visões dos gerentes do nível estratégico e do nível tático Abrangência da terceirização em atividades/funções de TI, considerando as visões dos gerentes do nível estratégico e do nível tático Fatores motivadores para a opção pela terceirização de TI, considerando as visões dos gerentes do nível estratégico e do nível tático Características do processo licitatório e da gestão de contratos de terceirização de TI, considerando as visões dos gerentes do nível estratégico e do nível tático Criticidade dos potenciais fatores de risco da terceirização de TI, considerando as visões dos gerentes do nível estratégico e do nível tático

13 20 Estratégias utilizadas para a eliminação ou minimização dos fatores de risco do processo de terceirização de TI, considerando as visões dos gerentes do nível estratégico e do nível tático

14 SUMÁRIO Página INTRODUÇÃO CENÁRIO DA TERCEIRIZAÇÃO Abordagem Histórica Origens e Evolução da Terceirização A terceirização de TI no Setor Público A Escolha do Fornecedor Contratos e Relacionamentos Aspectos Legais da Terceirização Da Responsabilidade Solidária e das Questões Trabalhistas A Lei de Responsabilidade Fiscal LRF, e as Despesas com Pessoal Responsabilidade Legal do Trabalhador Terceirizado A OPÇÃO PELA TERCEIRIZAÇÃO DE TI O Papel da TI nas Organizações Por Que Terceirizar? O Que Terceirizar? Terceirização de TI e Competências Essenciais Riscos do Processo de Terceirização A Teoria da Agência A Teoria do Cliente A Teoria do Custo da Transação Fatores de Risco Associados a Resultados Indesejáveis Segurança da Informação Estratégias para o Gerenciamento dos Riscos A Terceirização de TI no Setor Público e o Neoliberalismo Algumas Lições O Caminho que Conduz à Terceirização de TI, nas Administrações Tributárias Estaduais do Brasil PERCURSO METODOLÓGICO Caracterização do Tipo de Pesquisa

15 3.2 Determinação da População-Alvo Definição das Fontes de Dados, Métodos e Técnicas de Coleta Técnicas de Análise dos Dados e Ferramentas Utilizadas Período da Pesquisa ANÁLISE DOS RESULTADOS DA PESQUISA Características dos Gerentes e das Organizações Participantes Questões de 1 a Análise das Respostas às Questões de Número 6 a Características da Área de TI Fatores Motivadores para a Eliminação ou Redução da Terceirização de TI Abrangência da Terceirização em Atividades/Funções de TI Fatores Motivadores para a Opção pela Terceirização de TI Características do Processo Licitatório e da Gestão de Contratos de Terceirização de TI Criticidade dos Potenciais Fatores de Risco da Terceirização de TI Estratégias Utilizadas para a Eliminação ou Minimização de Fatores de Risco do Processo de Terceirização de TI Análise Conjunta das Variáveis de Pesquisa CONCLUSÃO REFERÊNCIAS APÊNDICE A Questionário APÊNDICE B Ofício SEXEC N 261/ APÊNDICE C Tabelas com Medianas, Médias e Respostas das Organizações Participantes da Pesquisa às Questões de Número 6 a 110 (Valores Ordenados da Direita para a Esquerda) APÊNDICE D Tabelas com Medianas e Médias das Respostas às Questões de Número 6 a 110, Considerando a Visão dos Gerentes do Nível Estratégico e do Nível Tático ANEXO A PNAF - Web Sites de Administrações Tributárias Estaduais e DF. E- Fisco Serviços Disponíveis aos Contribuintes por meio de Internet. Terceiro Benchmark Setembro de

16 15 INTRODUÇÃO Este trabalho aborda peculiaridades e impactos da política de terceirização que as Administrações Tributárias Estaduais do Brasil adotam para a área de Tecnologia da Informação-TI. A opção pela terceirização é utilizada amplamente por muitas empresas, em praticamente todas as atividades e setores do mercado, como modelo de contratação de serviço na área de informática. No Brasil, esse fenômeno vem se estabelecendo de forma gradativa e tende a crescer ainda mais nos próximos anos. Por que terceirizar TI? Essa não é uma questão simples de se responder. Estudos sugerem que os principais fatores estratégicos na decisão de uma empresa para terceirizar Tecnologia da Informação-TI, concentram-se em aspectos relacionados a custos, inovação tecnológica e melhor performance. No setor público, dentre os pontos comumente levantados, como a redução de custos, melhor qualidade do serviço prestado por uma empresa especializada no assunto, direcionamento do foco da organização para suas atividades fins, podem ser citados, ainda, os seguintes motivadores para a terceirização de TI: rigidez na estrutura de cargos e salários da administração pública; e a impossibilidade de ajustar os quadros, devido à estabilidade dos servidores, que impede demissões, mesmo quando se constata uma situação onde há excedente, bem como pela forma de ingresso na carreia pública, por meio de concurso, que pode tomar muito tempo e, nem sempre, garante a seleção dos profissionais mais adequados para a área de TI (LEITE, 1995, p ). Sob a influência de idéias que emergiram do Consenso de Washington e do pensamento neoliberal, a bandeira da terceirização ganhou força durante os anos 90, encontrando condições favoráveis para seu desenvolvimento no Brasil, durante o período do governo Collor (FERRAZ, 2001). Entre os fatos marcantes daquela gestão, destaca-se a bem articulada campanha para se distorcer fortemente a imagem do servidor público no país (ALENCAR; VIEIRA, 2003).

17 16 Nos oito anos do governo FHC, que sucedeu a gestão Collor, a terceirização continuou a ser impulsionada. O fenômeno das privatizações também ganhou força com a proliferação das idéias neoliberais, não só aqui no Brasil, mas em vários outros países, e levou muitos governos a promoverem a redução e o enxugamento da máquina estatal (FERRAZ, 2001). O povo brasileiro viu o governo entregar a investidores nacionais e internacionais o controle de grandes empresas nacionais, de áreas como telecomunicação e energia tudo em nome da eficiência e da modernidade da máquina estatal. Uma análise superficial da questão implica sérios riscos, se, na hora de decidir ou não pela opção da terceirização, a organização não dispõe de todas as informações necessárias. Na prática, a obtenção dos prometidos benefícios que a terceirização de TI traz pode frustrar as expectativas dos dirigentes das organizações e revelar surpresas nada agradáveis, provenientes de algumas armadilhas escondidas nesse processo. As organizações devem dispor de instrumentos adequados que possibilitem a definição de indicadores que lhes forneçam os necessários subsídios na hora de decidir se a terceirização de uma determinada atividade é ou não vantajosa, levando-se em conta a relação custo/benefício dessa decisão. Para que seja feita uma avaliação mais precisa e profunda, devem ser considerados, além de elementos tangíveis, aspectos intangíveis relacionados ao problema que, por muitas vezes, são totalmente deixados de lado ou subestimados. A tônica do discurso que prega a incontestável redução de custos decorrente do processo de terceirização de TI ganha força entre os governantes e gestores do setor público. A proliferação dessa idéia encontrou abrigo em um cenário marcado pela instabilidade econômica e pela crise financeira que tem afetado as administrações públicas municipais, estaduais e o Governo Federal, historicamente afamadas por causa dos gastos excessivos. Ainda que sob a polêmica influência do Fundo Monetário Internacional - FMI, só a partir da década de 90 os governos passaram a receber uma maior imposição de controle nos seus gastos com a edição da Lei de Responsabilidade Fiscal-LRF (FERRAZ, 2001). A palavra de ordem é economizar - a qualquer custo. Nessa perspectiva, a tão almejada redução de custo, traduzida pela simples comparação entre os custos diretos do serviço prestado com a própria estrutura da organização e os custos advindos de um contrato de prestação de serviços com uma empresa de TI, pode não se

18 17 concretizar, ou mesmo levar a organização a perceber que a opção pela terceirização é, de alguma forma, mais onerosa. É primordial a utilização de TI para a modernização do governo e melhoria dos serviços prestados à sociedade. Entretanto, há escassez de estratégias de informatização adequadas à realidade do governo, pois a literatura que trata desse assunto aborda, essencialmente, modelos tradicionais de administração de informática construídos com base na realidade das empresas do setor privado (REINHARD; ZWICKER, 2004, p. 1). Assim, existem elementos intangíveis, mas relevantes para a tomada de decisão em relação a terceirização no setor público. Dentre os elementos intangíveis poderiam ser citados: valor de informações, sigilosas ou não, ao alcance de terceiros; imagem/credibilidade da instituição perante a sociedade; redução ou perda da autonomia do contratante sob a execução ou gestão dos serviços contratados; valor do conhecimento gerado e interiorizado pelos terceirizados. A partir do contexto acima, surge o problema que incita esta pesquisa: Quais os impactos da terceirização da Tecnologia da Informação, nas Administrações Tributárias Estaduais do Brasil? A pesquisa busca responder este problema colocando como objetivo geral analisar os riscos da terceirização da TI, nas Administrações Tributárias Estaduais do Brasil. Os objetivos específicos estão assim definidos: a) Verificar os fatores que levaram as organizações fazendárias a terceirizarem atividades/funções vinculadas à TI; b) Verificar a abrangência do uso da terceirização em atividades/funções vinculadas à TI, nessas organizações; c) Identificar os principais fatores de risco associados ao processo de terceirização de TI, considerando aspectos legais, a gestão de contratos, o controle de custos, e a preservação das competências essenciais dessas organizações; d) Verificar quais as estratégias adotadas, por essas organizações, para se combater os fatores de risco associados ao processo de terceirização de TI. Com o intuito de atingir os objetivos da pesquisa, levantam-se dois conjuntos de hipóteses. O primeiro, denominado de conjunto de hipóteses H A (H A1, H A2, H A3 ), indica que a Expectativa de redução de custos, a Necessidade de concentrar esforços no negócio principal da organização e o Desejo de garantir a atualização tecnológica foram os fatores mais

19 18 relevantes que motivaram a terceirização de atividades vinculadas à TI, nas Administrações Tributárias Estaduais do Brasil. O segundo, denominado de conjunto de hipóteses H B (H B1, H B2, H B3 ), mostra que Problemas de mensuração de custos, Proximidade entre as atividades/funções terceirizadas e as competências essenciais da organização, e Segurança da informação (inclusive sigilo fiscal) são os fatores de risco mais relevantes decorrentes da política de terceirização de atividades vinculadas à TI, nas Administrações Tributárias Estaduais do Brasil. O estudo discute aspectos relevantes das políticas de terceirização de TI adotadas pelos fiscos estaduais, analisando os fatores de risco associados à adoção indiscriminada dessa prática. Mesmo compartilhando de objetivos e metas em comum, inerentes ao papel que o fisco estadual deve desempenhar, cada órgão fazendário está inserido em uma realidade sóciopolítico-econômica e tecnológica específica, o que propicia a configuração de contextos muito particulares que não comportam tão-somente uma avaliação puramente objetiva, mas também uma análise crítica capaz de ir mais além e trazer à tona o que não está explícito. A pesquisa baseia-se no método de levantamento de dados survey. A população-alvo é composta pelos órgãos da Administração Tributária dos vinte e seis estados brasileiros e do Distrito Federal, sendo que a principal fonte de coleta de dados utilizada constitui-se de um questionário estruturado, contendo perguntas, em quase sua totalidade, fechadas, aplicado aos gerentes de TI do nível estratégico e do nível tático, que são as pessoas que vivenciam diariamente as questões relacionadas à terceirização na área de TI dessas organizações. Faz uso da pesquisa de campo, descrevendo as características do fenômeno estudado com enfoque qualitativo e quantitativo, e da observação participante, associada ao trabalho diário do pesquisador como gerente que atua na área de TI de uma Secretaria de Fazenda Estadual. A pesquisa utiliza o software SPHINK, para o tratamento dos dados, consolidação, agregação e cruzamento de informações. Utiliza, também, recursos da planilha eletrônica EXCEL, para elaboração de planilhas e geração de gráficos, além de mapas de associação de idéias, para apoiar a análise de conteúdo. A principal justificativa para a realização desta pesquisa é a relevância do tema terceirização de TI que, mesmo não sendo um assunto recente, ainda está longe de ser esgotado, especialmente em se tratando do setor público que carece de mais estudos direcionados à compreensão desse fenômeno, que envolve cifras elevadas e interesses

20 19 diversos governo, empresas públicas e privadas de tecnologia, servidores e sociedade. O desenvolvimento desse estudo contribui para um melhor entendimento acerca da realidade das Administrações Tributárias Estaduais do Brasil, estimulando o debate em torno da política de terceirização de TI, no ambiente dessas organizações que ocupam um lugar de destaque na esfera governamental, seja como instrumento fiscalizador e arrecadador de recursos necessários ao desenvolvimento do Estado e atendimento das necessidades da sociedade, seja como importante agente responsável pela prestação de serviços para contribuintes e cidadãos. A esperada redução de custos e o ganho em performance e eficiência advindos da terceirização de TI, realidade ou mito, precisam ser investigados e questionados, abrindo espaço para a discussão em torno dos fatores de risco envolvidos. Desta forma, os resultados desse estudo podem ser úteis como instrumento de apoio para a análise da política de terceirização de TI vigente nas organizações fazendárias, da origem à prática vivenciada pelos gestores envolvidos nesse processo, oferecendo a oportunidade de compartilhamento de experiências úteis, em especial para quem participa da gestão da terceirização e também para aqueles que têm o poder de decidir os rumos da área de TI, nesses órgãos e em outros das esferas do governo. O estudo proposto justifica-se, ainda, pelo fato de que os assuntos relacionados à TI estão sendo objeto de discussão dentro e fora da academia. Existe também, de forma ascendente, um maior interesse das pessoas por temas relacionados ao setor público. As sociedades modernas têm demonstrado muita preocupação e, quase inevitavelmente, uma maior cobrança em relação ao que acontece no cenário da administração pública, exigindo do governo uma gestão mais transparente, maior efetividade e qualidade na prestação de serviços, com a otimização das despesas e o uso racional dos recursos disponíveis (SILVA, 2004). A apresentação da pesquisa é constituída por dois capítulos teóricos. O primeiro descreve o cenário da terceirização, apresentando: uma abordagem histórica sobre o processo de terceirização, com sua origem e evolução, além de uma explanação sobre a terceirização de TI no setor público; em seguida, discutem-se aspectos legais da terceirização relacionados ao processo licitatório e aos contratos, à responsabilidade solidária e às questões trabalhistas, à Lei de Responsabilidade Fiscal-LRF, e à responsabilidade legal do trabalhador terceirizado. O segundo capítulo aborda a opção pela terceirização na área de TI, discutindo os motivos que

21 20 levam à terceirização, as atividades e funções que devem ou não ser terceirizadas nessa área; os riscos envolvidos nesse processo, a terceirização de TI e o neoliberalismo e, por último, o caminho que conduz à terceirização de TI nas Administrações Tributárias Estaduais no Brasil. O terceiro capítulo descreve o percurso metodológico seguido na pesquisa, apresentando os objetivos a serem alcançados, as hipóteses formuladas, as variáveis de pesquisa, os métodos e instrumentos de coleta de dados e, ainda, as técnicas de análise de dados. O quarto capítulo apresenta os resultados da análise de dados da pesquisa. A conclusão revela que a política indiscriminada de terceirização de TI, nas Administrações Tributárias Estaduais do Brasil, deixa essas organizações sujeitas aos efeitos negativos de fatores de risco associados a esse processo. As dificuldades das companhias estaduais de processamento de dados em atender as organizações dentro das expectativas desejadas, equipes próprias de técnicos reduzidas ou inexistentes, e a urgência no atendimento das demandas de TI são os principais motivadores para opção da terceirização de TI, nos órgãos fazendários. A pesquisa indica, ainda, que Segurança da informação (inclusive sigilo fiscal) é o mais importante dentre todos os fatores de risco relevantes, associados ao modelo de terceirização de TI adotado nas organizações investigadas. A abrangência do processo de terceirização de TI, envolvendo, inclusive, atividades mais próximas às competências essenciais das organizações, objeto desse estudo, potencializa os fatores de risco e propicia a ocorrência de resultados indesejáveis, que são prejudiciais a essas organizações. A idéia de que estão sendo implementadas as estratégias necessárias para combater esses fatores pode levar à conclusão equivocada de que, apesar dos riscos envolvidos no processo de terceirização de TI, os órgãos fazendários estão protegidos, quando de fato não estão. Conclui-se que um modelo de gestão de TI que combine a participação mais efetiva de funcionários de carreira e o uso da terceirização é mais adequado e menos arriscado para essas organizações do que o modelo atual. As funções mais críticas e mais próximas das competências essenciais das organizações, nesse novo modelo, devem ficar realmente sob o domínio dos servidores; e as demais podem ser terceirizadas, desde que sejam observados os cuidados discutidos nesta pesquisa.

22 21 1 CENÁRIO DA TERCERIZAÇÃO Este capítulo apresenta o cenário da terceirização. Traz, inicialmente, uma abordagem histórica sobre o processo de terceirização, sua origem e evolução, além de uma explanação sobre a terceirização de TI, no setor público. Em seguida, apresenta aspectos relacionados à escolha do fornecedor e à gestão de contratos de terceirização, discutindo aspectos contratuais e de relacionamento. Por último, discute aspectos legais da terceirização, relacionados à responsabilidade solidária e às questões trabalhistas, à Lei de Responsabilidade Fiscal, e à responsabilidade legal do trabalhador terceirizado. 1.1 Abordagem Histórica Existem muitas definições do que seria terceirização. Pinto e Pamplona Filho (2000, p. 500) conceituam a terceirização como "a transferência de segmento ou segmentos do processo de produção da empresa para outras de menor envergadura, porém de maior especialização na atividade transferida". Por sua vez, Sayão (1992 apud PAMPLONA FILHO, 2001, p. 2) dá a seguinte definição para a palavra terceirização: "vocábulo não dicionarizado, neologismo bem formado, portanto aceitável, construído a partir de terciário, forma erudita, equivalente à popular terceiro". Numa outra perspectiva, Pinto (1997 apud PAMPLONA FILHO, 2001) afirma que: [...] o neologismo, embora tenha sido aceito com foros de irreversível, não expressa, por via de nenhuma das derivações, a idéia do que pretende passar, ou porque a empresa prestadora não é terceiro e sim parceiro, no sentido de contratante direto com a tomadora, nem os empregados de cada uma são terceiros perante elas, ou porque a atividade de apoio não é obrigatoriamente terciária, podendo ser secundária ou até mesmo primária. O que se está tratando, sob essa nova denominação, é apenas de um contrato de prestação de serviço de apoio empresarial, que exprimirá, decerto, com mais eloqüência e precisão, seu conteúdo e sua finalidade com o batismo de contrato de apoio empresarial ou, igualmente, contrato de atividade de apoio. (PINTO, 1997 apud PAMPLONA FILHO, 2001, p. 2). Do ponto de vista dogmático, entretanto, a terceirização pode ser conceituada como uma forma de intermediação de mão-de-obra, de grande utilização na sociedade contemporânea, consistente na contratação por determinada empresa, de serviços de terceiros,

Entendendo custos, despesas e preço de venda

Entendendo custos, despesas e preço de venda Demonstrativo de Resultados O empresário e gestor da pequena empresa, mais do que nunca, precisa dedicar-se ao uso de técnicas e instrumentos adequados de gestão financeira, para mapear a situação do empreendimento

Leia mais

1 Introdução 1.1. Problema de Pesquisa

1 Introdução 1.1. Problema de Pesquisa 1 Introdução 1.1. Problema de Pesquisa A motivação, satisfação e insatisfação no trabalho têm sido alvo de estudos e pesquisas de teóricos das mais variadas correntes ao longo do século XX. Saber o que

Leia mais

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NAS ADMINISTRAÇÕES TRIBUTÁRIAS ESTADUAIS DO BRASIL: CAMINHOS QUE CONDUZEM À TERCEIRIZAÇÃO

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NAS ADMINISTRAÇÕES TRIBUTÁRIAS ESTADUAIS DO BRASIL: CAMINHOS QUE CONDUZEM À TERCEIRIZAÇÃO Francisco Correia de Oliveira E-mail: oliveira@unifor.br Universidade de Fortaleza-UNIFOR Joselias Lopes dos Santos Filho E-mail: jsantos@noolhar.com Universidade de Fortaleza-UNIFOR RESUMO A Tecnologia

Leia mais

OTIMIZAÇÃO DA GESTÃO PÚBLICA ATRAVÉS DE TÉCNICAS DE BUSINESS INTELLIGENCE

OTIMIZAÇÃO DA GESTÃO PÚBLICA ATRAVÉS DE TÉCNICAS DE BUSINESS INTELLIGENCE OTIMIZAÇÃO DA GESTÃO PÚBLICA ATRAVÉS DE TÉCNICAS DE BUSINESS INTELLIGENCE Guimarilza Barbosa de Souza João Gabriel Ribeiro Luiz Cláudio de Arruda Isoton II Congresso Consad de Gestão Pública Painel 5:

Leia mais

Estratégias em Tecnologia da Informação. Planejamento Estratégico Planejamento de TI

Estratégias em Tecnologia da Informação. Planejamento Estratégico Planejamento de TI Estratégias em Tecnologia da Informação Capítulo 7 Planejamento Estratégico Planejamento de TI Material de apoio 2 Esclarecimentos Esse material é de apoio para as aulas da disciplina e não substitui a

Leia mais

Diagnóstico da Governança - Práticas de Gestão Recomendadas v02

Diagnóstico da Governança - Práticas de Gestão Recomendadas v02 1 de 30 16/11/2015 15:16 Diagnóstico da Governança - Práticas de Gestão Recomendadas v02 Prezado(a) Como o OBJETIVO de apurar o nível de maturidade em governança da Justiça Federal, foi desenvolvido instrumento

Leia mais

A evolução da tecnologia da informação nos últimos 45 anos

A evolução da tecnologia da informação nos últimos 45 anos A evolução da tecnologia da informação nos últimos 45 anos Denis Alcides Rezende Do processamento de dados a TI Na década de 1960, o tema tecnológico que rondava as organizações era o processamento de

Leia mais

AGRADECIMENTOS... 4 PREFÁCIO... 5 SUMÁRIO EXECUTIV O...

AGRADECIMENTOS... 4 PREFÁCIO... 5 SUMÁRIO EXECUTIV O... ÍNDICE AGRADECIMENTOS... 4 PREFÁCIO... 5 SUMÁRIO EXECUTIV O... 6 1 O ATUAL ESTÁGIO DE IMPLANTAÇÃO DA PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR NO SETOR PÚBLICO... 7 2 VARIÁVEIS E DADOS UTILIZADOS... 8 VARIÁVEL I... 8 VARIÁVEL

Leia mais

FLUXO ATIVIDADES DE SEDES DE EMPRESAS E DE CONSULTORIA EM GESTÃO EMPRESARIAL POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO DO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO ATIVIDADES DE SEDES DE EMPRESAS E DE CONSULTORIA EM GESTÃO EMPRESARIAL POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO DO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO ATIVIDADES DE SEDES DE EMPRESAS E DE CONSULTORIA EM GESTÃO EMPRESARIAL POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO DO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO ATIVIDADES DE SEDES DE EMPRESAS

Leia mais

CONTABILIDADE APLICADA AO SETOR PÚBLICO: A ADOÇÃO DE UM NOVO MODELO NO BRASIL.

CONTABILIDADE APLICADA AO SETOR PÚBLICO: A ADOÇÃO DE UM NOVO MODELO NO BRASIL. CONTABILIDADE APLICADA AO SETOR PÚBLICO: A ADOÇÃO DE UM NOVO MODELO NO BRASIL. Autores: Marcus Vinicius Passos de Oliveira Elisangela Fernandes dos Santos Esaú Fagundes Simões Resumo Esta pesquisa tem

Leia mais

FLUXO ATIVIDADES DOS SERVIÇOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO ATIVIDADES DOS SERVIÇOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO ATIVIDADES DOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009

Leia mais

Como integrar R&S com treinamento em call center

Como integrar R&S com treinamento em call center 1 Como integrar R&S com treinamento em call center Já abordamos em outros artigos temas complexos em call center como a formação de cultura organizacional, o perfil do profissional de call center, sistemas

Leia mais

Em março de 1999, passaram a integrar o grupo, representantes da Secretaria do Tesouro Nacional e do Ministério da Educação.

Em março de 1999, passaram a integrar o grupo, representantes da Secretaria do Tesouro Nacional e do Ministério da Educação. PROGRAMA NACIONAL DE EDUCAÇÃO FISCAL PNEF 1 Antecedentes Historicamente, a relação fisco e sociedade, foram pautadas pelo conflito entre a necessidade de financiamento das atividades estatais e o retorno

Leia mais

Outsourcing e Terceirização

Outsourcing e Terceirização ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Estratégia de Negócios em TI (Parte 4) Outsourcing e Terceirização Prof. Me. Walteno Martins Parreira Jr Definições Processo de gestão pelo qual se

Leia mais

Análise Demográfica das Empresas da IBSS

Análise Demográfica das Empresas da IBSS CAPÍTULO 4 Análise Demográfica das Empresas da IBSS Apresentação A demografia de empresas investiga a estrutura do estoque de empresas em dado momento e a sua evolução, como os movimentos de crescimento,

Leia mais

FLUXO DE ATIVIDADES DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE INFORMAÇÃO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO DE ATIVIDADES DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE INFORMAÇÃO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO DE ATIVIDADES DE PRESTAÇÃO DE DE INFORMAÇÃO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO DE, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA -

Leia mais

Parte A: Documentação e Legislação Básicas da Gestão Fiscal

Parte A: Documentação e Legislação Básicas da Gestão Fiscal QUESTIONÁRIO PARA AS AUTORIDADES NACIONAIS TRANSPARÊNCIA NA GESTÃO DAS RECEITA DOS RECURSOS NATURAIS O objetivo deste questionário é colher informações sobre a gestão dos recursos naturais, com ênfase

Leia mais

PLANO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL E A QUALIDADE DOS GASTOS PÚBLICOS

PLANO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL E A QUALIDADE DOS GASTOS PÚBLICOS PLANO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL E A QUALIDADE DOS GASTOS PÚBLICOS Ceres Alves Prates II Congresso Consad de Gestão Pública Painel 31: Qualidade do Gasto Público I PLANO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO

Leia mais

Tabela 4 - Participação das atividades econômicas no valor adicionado bruto a preços básicos, por Unidades da Federação - 2012

Tabela 4 - Participação das atividades econômicas no valor adicionado bruto a preços básicos, por Unidades da Federação - 2012 Contas Regionais do Brasil 2012 (continua) Brasil Agropecuária 5,3 Indústria 26,0 Indústria extrativa 4,3 Indústria de transformação 13,0 Construção civil 5,7 Produção e distribuição de eletricidade e

Leia mais

Modelos de Gestão no setor público e intervenção política

Modelos de Gestão no setor público e intervenção política Modelos de Gestão no setor público e intervenção política Agnaldo dos Santos Observatório dos Direitos do Cidadão Participação Cidadã (Instituto Pólis) Apresentação O Observatório dos Direitos do Cidadão,

Leia mais

Gestão Colaborativa em Segurança Corporativa. Junho 12. Consultoria Trading Serviços. Copyright NSA Brasil

Gestão Colaborativa em Segurança Corporativa. Junho 12. Consultoria Trading Serviços. Copyright NSA Brasil Junho 12 Consultoria Trading Serviços S ã o P a u l o - B u e n o s A i r e s - M e x i c o C i t y - W a s h i n g t o n - U n i t e d K i n g d o m - C o t e D ' A z u r Research for the Future Gestão

Leia mais

Experiência: E@D - PROJETO SERPRO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

Experiência: E@D - PROJETO SERPRO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA Experiência: E@D - PROJETO SERPRO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA Serviço Federal de Processamento de Dados SERPRO Universidade Corporativa Ministério da Fazenda Responsável: Margareth Alves de Almeida - Chefe

Leia mais

GLOSSÁRIO. Atividade: ação, em geral repetitiva, que permite gerar um determinado produto (bens e serviços), estendendo-se por tempo indeterminado.

GLOSSÁRIO. Atividade: ação, em geral repetitiva, que permite gerar um determinado produto (bens e serviços), estendendo-se por tempo indeterminado. GLOSSÁRIO Accountability: obrigação de prestar contas. Responsabilização. Envolve não apenas a transparência dos processos como também a definição de responsabilidades e identificação dos responsáveis.

Leia mais

INTRODUÇÃO À GESTÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO. Adriana Beal, Eng. MBA Maio de 2001

INTRODUÇÃO À GESTÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO. Adriana Beal, Eng. MBA Maio de 2001 INTRODUÇÃO À GESTÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, Eng. MBA Maio de 2001 Apresentação Existe um consenso entre especialistas das mais diversas áreas de que as organizações bem-sucedidas no século XXI serão

Leia mais

GR SOLUÇÕES EMPRESARIAIS IMPULSIONANDO A COMPETITIVIDADE DE SUA EMPRESA

GR SOLUÇÕES EMPRESARIAIS IMPULSIONANDO A COMPETITIVIDADE DE SUA EMPRESA Quem Somos: A GR Soluções Empresarias é uma empresa provedora de soluções corporativas e serviços personalizados em Advocacia, Contabilidade e Tecnologia da Informação, orientada pelos interesses das empresas

Leia mais

Experiência Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação FNDE

Experiência Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação FNDE Experiência Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação FNDE Equipe: -Secretária Executiva: Mônica Messemberg Guimarães Tel.: (61) 212-4806 / 212-4812 Fax: (61)

Leia mais

MODELO DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO (MEG), UMA VISÃO SISTÊMICA ORGANIZACIONAL

MODELO DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO (MEG), UMA VISÃO SISTÊMICA ORGANIZACIONAL MODELO DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO (MEG), UMA VISÃO SISTÊMICA ORGANIZACIONAL Alessandro Siqueira Tetznerl (1) : Engº. Civil - Pontifícia Universidade Católica de Campinas com pós-graduação em Gestão de Negócios

Leia mais

NÚMERO DE ACIDENTES POR DIA DA SEMANA

NÚMERO DE ACIDENTES POR DIA DA SEMANA RODOVIÁRIAS Quadro 13 - UF: ACRE Ano de 211 82 5 6 8 9 5 3 14 4 11 9 4 4 63 2 4 7 6 6 9 4 8 4 4 3 6 68 4 2 8 3 1 8 4 9 2 6 7 5 63 3 6 3 2 13 9 8 7 5 1 5 1 67 4 2 9 6 8 5 5 7 6 6 4 5 85 3 7 1 1 4 7 9 6

Leia mais

Gestão de Finanças Públicas

Gestão de Finanças Públicas APRESENTAÇÃO Desde a primeira edição deste livro mencionamos como os avanços no arcabouço institucional e instrumental de gestão financeira foram relevantes para que o governo brasileiro, efetivamente,

Leia mais

PREFEITURA DE RIO BRANCO INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DO MUNICÍPIO DE RIO BRANCO - RBPREV. Programa de Capacitações Exercicio de 2015

PREFEITURA DE RIO BRANCO INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DO MUNICÍPIO DE RIO BRANCO - RBPREV. Programa de Capacitações Exercicio de 2015 Prefeitura Municipal de Rio Branco RBPREV Programa de Capacitações Exercicio de 2015 Equipe do RBPREV Raquel de Araújo Nogueira Diretora-Presidente Maria Gecilda Araújo Ribeiro Diretora de Previdência

Leia mais

Faculdade Internacional de Curitiba MBA em Planejamento e Gestão Estratégica Mapas Estratégicos Prof. Adriano Stadler

Faculdade Internacional de Curitiba MBA em Planejamento e Gestão Estratégica Mapas Estratégicos Prof. Adriano Stadler Faculdade Internacional de Curitiba MBA em Planejamento e Gestão Estratégica Mapas Estratégicos Prof. Adriano Stadler AULA 5 - PERSPECTIVA DE APRENDIZADO E CRESCIMENTO Abertura da Aula Uma empresa é formada

Leia mais

A estrutura do gerenciamento de projetos

A estrutura do gerenciamento de projetos A estrutura do gerenciamento de projetos Introdução O Guia do Conhecimento em Gerenciamento de Projetos (Guia PMBOK ) é uma norma reconhecida para a profissão de gerenciamento de projetos. Um padrão é

Leia mais

FRANQUIA HOME OFFICE

FRANQUIA HOME OFFICE FRANQUIA HOME OFFICE SUMÁRIO QUEM SOMOS PREMIAÇÕES ONDE ESTAMOS NOSSO NEGÓCIO MULTIMARCAS MULTISERVIÇOS PERFIL DO FRANQUEADO VANTAGENS DA FRANQUIA CLUBE TURISMO DESCRITIVO DO INVESTIMENTO PROCESSO DE SELEÇÃO

Leia mais

FLUXO TRANSPORTE AQUAVIÁRIO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009

FLUXO TRANSPORTE AQUAVIÁRIO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 FLUXO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 Estados Norte 0 0,00 0 0 0 0,00 Rondônia

Leia mais

ECONOMIA BRASILEIRA 60 horas 4 créditos

ECONOMIA BRASILEIRA 60 horas 4 créditos EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA EAD (Currículo iniciado em 2010) ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA 60 horas 4 créditos (D0100) Evolução do pensamento estratégico. Frentes de desenvolvimento

Leia mais

FACULDADE DE CUIABÁ. Curso. Disciplina. Professor. rubemboff@yahoo.com.br. Aulas: 4 e 5/5/2007

FACULDADE DE CUIABÁ. Curso. Disciplina. Professor. rubemboff@yahoo.com.br. Aulas: 4 e 5/5/2007 FACULDADE DE CUIABÁ Curso GESTÃO PÚBLICA Disciplina GESTÃO NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Professor Dr. RUBEM JOSÉ BOFF, Ph.D. rubemboff@yahoo.com.br Aulas: 4 e 5/5/2007 Dr. Rubem José Boff, Ph.D. Cuiabá-MT,

Leia mais

O movimento de modernização da gestão pública no Brasil e seus desafios

O movimento de modernização da gestão pública no Brasil e seus desafios O movimento de modernização da gestão pública no Brasil e seus desafios 10 de Novembro de 2011 2º Congresso de Gestão do Ministério Público Informação confidencial e de propriedade da Macroplan Prospectiva

Leia mais

EDITAL DE SELEÇÃO Nº. 003/2013 PROCESSO SELETIVO DE CONTRATAÇÃO DE PESSOAL

EDITAL DE SELEÇÃO Nº. 003/2013 PROCESSO SELETIVO DE CONTRATAÇÃO DE PESSOAL EDITAL DE SELEÇÃO Nº. 003/2013 PROCESSO SELETIVO DE CONTRATAÇÃO DE PESSOAL A Fundação Interuniversitária de Estudos e Pesquisa sobre o Trabalho (UNITRABALHO), criada em 1996 com a missão de integrar universidades

Leia mais

Fundação Municipal de Tecnologia da Informação e Comunicação de Canoas Diretoria Executiva PLANO DIRETOR DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

Fundação Municipal de Tecnologia da Informação e Comunicação de Canoas Diretoria Executiva PLANO DIRETOR DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Fundação Municipal de Tecnologia da Informação e Comunicação de Canoas Diretoria Executiva PLANO DIRETOR DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO 2012 2015 Controle de Revisão Ver. Natureza Data Elaborador Revisor

Leia mais

Levantamento de Estoques Privados de Café do Brasil

Levantamento de Estoques Privados de Café do Brasil Companhia Nacional de Abastecimento Levantamento de Estoques Privados de Café do Brasil Data de referência: 31/03/2007 Relatório final Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Ministério da

Leia mais

CAPÍTULO 1 - CONTABILIDADE E GESTÃO EMPRESARIAL A CONTROLADORIA

CAPÍTULO 1 - CONTABILIDADE E GESTÃO EMPRESARIAL A CONTROLADORIA CAPÍTULO 1 - CONTABILIDADE E GESTÃO EMPRESARIAL A CONTROLADORIA Constata-se que o novo arranjo da economia mundial provocado pelo processo de globalização tem afetado as empresas a fim de disponibilizar

Leia mais

Planejamento Econômico-Financeiro

Planejamento Econômico-Financeiro Planejamento Econômico-Financeiro São Paulo, Junho de 2011 Esse documento é de autoria da E Cunha Consultoria. A reprodução deste documento é permitida desde que citadas as fontes e a autoria do estudo.

Leia mais

PORTIFÓLIO DE CONSULTORIA E ASSESSORIA

PORTIFÓLIO DE CONSULTORIA E ASSESSORIA PORTIFÓLIO DE CONSULTORIA E ASSESSORIA SUMÁRIO DE PROJETOS WORKFLOW... 03 ALINHAMENTO ESTRATÉGICO... 04 IDENTIDADE CORPORATIVA... 04 GESTÃO DE COMPETÊNCIAS... 05 TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO... 05 REMUNERAÇÃO...

Leia mais

FLUXO ATIVIDADES FINANCEIRAS, DE SEGUROS E SERVIÇOS RELACIONADOS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO ATIVIDADES FINANCEIRAS, DE SEGUROS E SERVIÇOS RELACIONADOS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO ATIVIDADES FINANCEIRAS, DE SEGUROS E RELACIONADOS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA

Leia mais

Fórum Região Sul. EIXO TEMÁTICO 3 - O trabalho e o trabalhador da Vigilância Sanitária. Curitiba. 7 a 9 de julho de 2015. Lenice Reis ENSP/FIOCRUZ

Fórum Região Sul. EIXO TEMÁTICO 3 - O trabalho e o trabalhador da Vigilância Sanitária. Curitiba. 7 a 9 de julho de 2015. Lenice Reis ENSP/FIOCRUZ Fórum Região Sul Curitiba 7 a 9 de julho de 2015 EIXO TEMÁTICO 3 - O trabalho e o trabalhador da Vigilância Sanitária Lenice Reis ENSP/FIOCRUZ Para lembrar... A Reforma Sanitária Brasileira, ao postular

Leia mais

Nova ética emergindo de crises mudança no sistema de emprego exclusão/marginalização social aumento das demandas sociais concentração de poder e

Nova ética emergindo de crises mudança no sistema de emprego exclusão/marginalização social aumento das demandas sociais concentração de poder e PROGRAMA NACIONAL DE EDUCAÇÃO FISCAL - PNEF A EDUCAÇÃO FISCAL COMO EXERCÍCIO DE CIDADANIA CONTEXTO Nova ética emergindo de crises mudança no sistema de emprego exclusão/marginalização social aumento das

Leia mais

Contrato de Empréstimo n.º 980/OC-BR. República Federativa do Brasil e o Banco Interamericano de Desenvolvimento

Contrato de Empréstimo n.º 980/OC-BR. República Federativa do Brasil e o Banco Interamericano de Desenvolvimento TERMO DE REFERÊNCIA Projeto BRA/97/032 Coordenação do Programa de Modernização Fiscal dos Estados Brasileiros - PNAFE Contrato de Empréstimo n.º 980/OC-BR entre a República Federativa do Brasil e o Banco

Leia mais

CONTABILIDADE SOCIAL: O BALANÇO SOCIAL EVIDENCIANDO A RESPONSABILIDADE SOCIAL NAS ORGANIZAÇÕES.

CONTABILIDADE SOCIAL: O BALANÇO SOCIAL EVIDENCIANDO A RESPONSABILIDADE SOCIAL NAS ORGANIZAÇÕES. Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 417 CONTABILIDADE SOCIAL: O BALANÇO SOCIAL EVIDENCIANDO A RESPONSABILIDADE SOCIAL NAS ORGANIZAÇÕES. Alice da Silva

Leia mais

Sistema de Custos no Serviço Público: Importância e dificuldades de implantação nos municípios da AMASBI/RS

Sistema de Custos no Serviço Público: Importância e dificuldades de implantação nos municípios da AMASBI/RS Sistema de Custos no Serviço Público: Importância e dificuldades de implantação nos municípios da AMASBI/RS RESUMO Este artigo aborda a importância da implantação do sistema de custos no serviço público,

Leia mais

SISTEMA DE INFORMAÇÃO GERENCIAL

SISTEMA DE INFORMAÇÃO GERENCIAL COLÉGIO ESTADUAL DE CAMPO MOURÃO EFMP PROF: Edson Marcos da Silva CURSO: Técnico em Administração Subsequente TURMAS: 1º Ano APOSTILA: nº 1 SISTEMA DE INFORMAÇÃO GERENCIAL Sistemas de Informação Campo

Leia mais

Pesquisa: Fomento para inovação nas Empresas Brasileiras

Pesquisa: Fomento para inovação nas Empresas Brasileiras CI1306 Pesquisa: Fomento para inovação nas Empresas Brasileiras Raoni Pereira, Hérica Righi, Marina Loures, Tiara Bicalho, Janayna Bhering, Bárbara Xavier - Núcleo de Inovação A Introdução inovação configura-se

Leia mais

3. Experiências de Reformas Administrativas

3. Experiências de Reformas Administrativas A Máquina Administrativa no Brasil: da Burocracia à New Public Management 3. Experiências de Reformas Administrativas - 1930/45 A Burocratização da Era Vargas. - 1956/60 A Administração Paralela de JK.

Leia mais

O Estado brasileiro: Oligárquico/patrimonial; Autoritário/burocrático; Estado de bem-estar; Estado Regulador

O Estado brasileiro: Oligárquico/patrimonial; Autoritário/burocrático; Estado de bem-estar; Estado Regulador O Estado brasileiro: Oligárquico/patrimonial; Autoritário/burocrático; Estado de bem-estar; Estado Regulador 1. Introdução 2. Estado oligárquico e patrimonial 3. Estado autoritário e burocrático 4. Estado

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL

A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL Aldemar Dias de Almeida Filho Discente do 4º ano do Curso de Ciências Contábeis Faculdades Integradas de Três Lagoas AEMS Élica Cristina da

Leia mais

Ementário do Curso de Administração Grade 2008-1 1 Administração da Produção I Fase: Carga Horária: Créditos: Ementa:

Ementário do Curso de Administração Grade 2008-1 1 Administração da Produção I Fase: Carga Horária: Créditos: Ementa: 1 da Produção I Ementário do Curso de Introdução à administração da produção; estratégias para definição do sistema de produção; estratégias para o planejamento do arranjo físico; técnicas de organização,

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO. Tema : Fundamentos da Administração 1 Aula Conceitos da Administração História da Administração Funções do Administrador

ADMINISTRAÇÃO. Tema : Fundamentos da Administração 1 Aula Conceitos da Administração História da Administração Funções do Administrador ADMINISTRAÇÃO Tema : Fundamentos da Administração 1 Aula Conceitos da Administração História da Administração Funções do Administrador O que devemos.. Tirar todas as dúvidas a qualquer momento Participar

Leia mais

CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

CURSO DE ADMINISTRAÇÃO 1 CURSO DE EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2010.2 A BRUSQUE (SC) 2014 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 INFORMÁTICA APLICADA À... 4 02 MATEMÁTICA APLICADA À I... 4 03 METODOLOGIA CIENTÍFICA... 4 04 PSICOLOGIA... 5 05

Leia mais

Amigos concurseiros, Administração Pública (Banca FGV)

Amigos concurseiros, Administração Pública (Banca FGV) 1 Amigos concurseiros, Tendo em visto a iminência da realização de mais um concurso para a Secretaria de Fazenda do Estado RJ (SEFAZ/RJ), vamos analisar as questões de Administração Pública que caíram

Leia mais

PMO ESTRATÉGICO DE ALTO IMPACTO

PMO ESTRATÉGICO DE ALTO IMPACTO PMO ESTRATÉGICO DE ALTO IMPACTO TOBIAS ALBUQUERQUE E LEONARDO AVELAR OUTUBRO DE 2015 I. INTRODUÇÃO O conceito de escritórios de projetos Project Management Office (PMO) vem evoluindo desde meados da década

Leia mais

Anexo III Contratações de Serviços de Consultoria (Pessoa Física e Jurídica)

Anexo III Contratações de Serviços de Consultoria (Pessoa Física e Jurídica) Anexo III Contratações de Serviços de Consultoria (Pessoa Física e Jurídica) No decorrer da execução do Projeto, e tão logo sejam definidos os perfis dos consultores necessários para a consecução dos produtos

Leia mais

A EVOLUÇÃO DOS PROFISSIONAIS DE TI PARA ATENDER AS NECESSIDADES EMPRESARIAIS

A EVOLUÇÃO DOS PROFISSIONAIS DE TI PARA ATENDER AS NECESSIDADES EMPRESARIAIS INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PÓS-GRADUAÇÃO Gestão e Tecnologia da Informação IFTI1402 T25 A EVOLUÇÃO DOS PROFISSIONAIS DE TI PARA ATENDER AS NECESSIDADES EMPRESARIAIS Marcelo Eustáquio dos Santos

Leia mais

Privatização, terceirização e parceria nos serviços públicos: conceitos e tendências

Privatização, terceirização e parceria nos serviços públicos: conceitos e tendências Privatização, terceirização e parceria nos serviços públicos: conceitos e tendências Por Agnaldo dos Santos* Publicado em: 05/01/2009 Longe de esgotar o assunto, o artigo Privatização, Terceirização e

Leia mais

Análise da Prova ADMINISTRAÇÃO GERAL E PÚBLICA

Análise da Prova ADMINISTRAÇÃO GERAL E PÚBLICA Concurso de Auditor da Receita Análise da Prova ADMINISTRAÇÃO GERAL E PÚBLICA I. A liderança, a direção e a gerência são um mesmo papel que necessariamente deve ser desempenhado pelo administrador. II.

Leia mais

CURSO DE ADMINISTRAÇÃO. Concepção do Curso de Administração

CURSO DE ADMINISTRAÇÃO. Concepção do Curso de Administração CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Concepção do Curso de Administração A organização curricular do curso oferece respostas às exigências impostas pela profissão do administrador, exigindo daqueles que integram a instituição

Leia mais

PLANEJAMENTO ESTRATEGICO NAS EMPRESAS DA AMAZÔNIA: O CASO DE CRUZEIRO DO SUL/AC.

PLANEJAMENTO ESTRATEGICO NAS EMPRESAS DA AMAZÔNIA: O CASO DE CRUZEIRO DO SUL/AC. PLANEJAMENTO ESTRATEGICO NAS EMPRESAS DA AMAZÔNIA: O CASO DE CRUZEIRO DO SUL/AC. César Gomes de Freitas, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Acre, Campus Cruzeiro do Sul/Acre, Brasil

Leia mais

Fundação Libertas. Nova denominação da entidade. Manual de Governança Corporativa

Fundação Libertas. Nova denominação da entidade. Manual de Governança Corporativa Manual de Governança Corporativa Sumário 1. Definição.... Objetivo... 3. Da Contextualização da PREVIMINAS... 3.1. Arcabouço Legal e Regulatório... 3.. A Identidade da PREVIMINAS... A Filosofia Empresarial

Leia mais

A TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E A EMPRESA CONTEMPORÂNEA 1 Wailton Fernando Pereira da Silva 2 e-mail: wailton@ubbi.com.br

A TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E A EMPRESA CONTEMPORÂNEA 1 Wailton Fernando Pereira da Silva 2 e-mail: wailton@ubbi.com.br A TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E A EMPRESA CONTEMPORÂNEA 1 Wailton Fernando Pereira da Silva 2 e-mail: wailton@ubbi.com.br 1. Introdução O advento dos microprocessadores disseminou a informática a tal ponto

Leia mais

1. INTRODUÇÃO SISTEMA INTEGRADO DE CONTABILIDADE

1. INTRODUÇÃO SISTEMA INTEGRADO DE CONTABILIDADE 1. INTRODUÇÃO A contabilidade foi aos poucos se transformando em um importante instrumento para se manter um controle sobre o patrimônio da empresa e prestar contas e informações sobre gastos e lucros

Leia mais

Construção de um Sistema de Informações Estratégicas, Integrando Conhecimento, Inteligência e Estratégia.

Construção de um Sistema de Informações Estratégicas, Integrando Conhecimento, Inteligência e Estratégia. Construção de um Sistema de Informações Estratégicas, Integrando Conhecimento, Inteligência e Estratégia. Introdução Sávio Marcos Garbin Considerando-se que no contexto atual a turbulência é a normalidade,

Leia mais

TECNOLOGIA E SISTEMAS DE INFORMAÇÃO UM ESTUDO DE CASO NA EMPRESA POSTO DOURADÃO LTDA RESUMO

TECNOLOGIA E SISTEMAS DE INFORMAÇÃO UM ESTUDO DE CASO NA EMPRESA POSTO DOURADÃO LTDA RESUMO TECNOLOGIA E SISTEMAS DE INFORMAÇÃO UM ESTUDO DE CASO NA EMPRESA POSTO DOURADÃO LTDA Hewerton Luis P. Santiago 1 Matheus Rabelo Costa 2 RESUMO Com o constante avanço tecnológico que vem ocorrendo nessa

Leia mais

Ementário do Curso de Administração Grade 2010-2 1 Administração da Produção I Fase: Carga Horária: Créditos: Ementa:

Ementário do Curso de Administração Grade 2010-2 1 Administração da Produção I Fase: Carga Horária: Créditos: Ementa: 1 da Produção I Ementário do Curso de Introdução à administração da produção; estratégias para definição do sistema de produção; estratégias para o planejamento do arranjo físico; técnicas de organização,

Leia mais

Alimentação saudável, contra o uso abusivo de agrotóxicos

Alimentação saudável, contra o uso abusivo de agrotóxicos Alimentação saudável, contra o uso abusivo de agrotóxicos Alimento adequado e seguro é direito da população, e o uso indiscriminado de agrotóxicos envenena o planeta. Alimentação saudável, contra o uso

Leia mais

CARACTERÍSTICAS DE UM PROJETO

CARACTERÍSTICAS DE UM PROJETO CARACTERÍSTICAS DE UM PROJETO Temporário: significa que cada projeto tem um início e um fim muito bem definidos. Um projeto é fundamentalmente diferente: porque ele termina quando seus objetivos propostos

Leia mais

Gestão da Inovação no Contexto Brasileiro. Hugo Tadeu e Hérica Righi 2014

Gestão da Inovação no Contexto Brasileiro. Hugo Tadeu e Hérica Righi 2014 Gestão da Inovação no Contexto Brasileiro Hugo Tadeu e Hérica Righi 2014 INTRODUÇÃO Sobre o Relatório O relatório anual é uma avaliação do Núcleo de Inovação e Empreendedorismo da FDC sobre as práticas

Leia mais

Ementa do MBA Executivo em Gestão Empresarial com ênfase em Locação de Equipamento Turma: SINDILEQ

Ementa do MBA Executivo em Gestão Empresarial com ênfase em Locação de Equipamento Turma: SINDILEQ Um jeito Diferente, Inovador e Prático de fazer Educação Corporativa Ementa do MBA Executivo em Gestão Empresarial com ênfase em Locação de Equipamento Turma: SINDILEQ Objetivo: Auxiliar o desenvolvimento

Leia mais

2 SIGNIFICADO DA ADMINISTRAÇÃO

2 SIGNIFICADO DA ADMINISTRAÇÃO 2 SIGNIFICADO DA ADMINISTRAÇÃO 2.1 IMPORTÂNCIA DA ADMINISTRAÇÃO Um ponto muito importante na administração é a sua fina relação com objetivos, decisões e recursos, como é ilustrado na Figura 2.1. Conforme

Leia mais

Grandes Regiões e Unidades da Federação: Esperança de vida ao nascer segundo projeção populacional: 1980, 1991-2030 - Ambos os sexos

Grandes Regiões e Unidades da Federação: Esperança de vida ao nascer segundo projeção populacional: 1980, 1991-2030 - Ambos os sexos e Unidades da Federação: Esperança de vida ao nascer segundo projeção populacional: 1980, 1991-2030 - Ambos os sexos Unidades da Federação 1980 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002

Leia mais

Nº 19 Novembro de 2011. A Evolução da Desigualdade de Renda entre os anos de 2000 e 2010 no Ceará e Estados Brasileiros Quais foram os avanços?

Nº 19 Novembro de 2011. A Evolução da Desigualdade de Renda entre os anos de 2000 e 2010 no Ceará e Estados Brasileiros Quais foram os avanços? Nº 19 Novembro de 2011 A Evolução da Desigualdade de Renda entre os anos de 2000 e 2010 no Ceará e Estados Brasileiros Quais foram os avanços? GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ Cid Ferreira Gomes Governador Domingos

Leia mais

VESTIBULAR 2015 INFORMAÇÕES SOBRE OS CURSOS

VESTIBULAR 2015 INFORMAÇÕES SOBRE OS CURSOS VESTIBULAR 2015 SELEÇÃO PARA ENSINO PROFISSIONAL INTEGRADO AO ENSINO MÉDIO, EM REGIME INTEGRAL COM DURAÇÃO DE 3 ANOS, DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO TOCANTINS 2015 INFORMAÇÕES

Leia mais

Experiência: Sistema de Custos e Informações Gerenciais do Banco Central do Brasil

Experiência: Sistema de Custos e Informações Gerenciais do Banco Central do Brasil Experiência: Sistema de Custos e Informações Gerenciais do Banco Central do Brasil Ministério da Fazenda Banco Central do Brasil Responsável: José Clovis Batista Dattoli, Chefe do Departamento de Planejamento

Leia mais

Software Público Brasileiro

Software Público Brasileiro Software Público Brasileiro Software Público Brasileiro Software Público Um novo ciclo econômico Já pensaram nisto antes... Software Público Brasileiro Software Público Brasileiro Esta estratégia propõe

Leia mais

REFORMA OU DESMONTE? Análise crítica acerca do Plano Diretor da Reforma do Estado

REFORMA OU DESMONTE? Análise crítica acerca do Plano Diretor da Reforma do Estado REFORMA OU DESMONTE? Análise crítica acerca do Plano Diretor da Reforma do Estado Ana Carolyna Muniz Estrela 1 Andreza de Souza Véras 2 Flávia Lustosa Nogueira 3 Jainara Castro da Silva 4 Talita Cabral

Leia mais

PORTARIA Nº 1.824/GM, em 02 de setembro de 2004.

PORTARIA Nº 1.824/GM, em 02 de setembro de 2004. PORTARIA Nº 1.824/GM, em 02 de setembro de 2004. Dispõe sobre as normas relativas aos recursos adicionais destinados a estados, ao Distrito Federal e a municípios, qualificados para o recebimento de incentivo

Leia mais

Tabela 1 - Conta de produção por operações e saldos, segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação - 2004-2008

Tabela 1 - Conta de produção por operações e saldos, segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação - 2004-2008 (continua) Produção 5 308 622 4 624 012 4 122 416 3 786 683 3 432 735 1 766 477 1 944 430 2 087 995 2 336 154 2 728 512 Consumo intermediário produtos 451 754 373 487 335 063 304 986 275 240 1 941 498

Leia mais

TERMOS DE REFERÊNCIA (ANEXO I ao Edital de Pregão Amplo nº 10/2008)

TERMOS DE REFERÊNCIA (ANEXO I ao Edital de Pregão Amplo nº 10/2008) TERMOS DE REFERÊNCIA (ANEXO I ao Edital de Pregão Amplo nº 10/2008) 1 INTRODUÇÃO 1.1Compete à Agência Nacional de Telecomunicações - Anatel atuar com publicidade na adoção das medidas necessárias para

Leia mais

2013 Março. Caderno de Informação da Saúde Suplementar. Beneficiários, Operadoras e Planos

2013 Março. Caderno de Informação da Saúde Suplementar. Beneficiários, Operadoras e Planos 2013 Março Caderno de Informação da Saúde Suplementar Beneficiários, Operadoras e Planos MINISTÉRIO DA SAÚDE Agência Nacional de Saúde Suplementar Caderno de Informação da Saúde Suplementar Beneficiários,

Leia mais

A Sombra do Imposto. Propostas para um sistema de impostos mais simples e justo Simplifica Já

A Sombra do Imposto. Propostas para um sistema de impostos mais simples e justo Simplifica Já A Sombra do Imposto Propostas para um sistema de impostos mais simples e justo Simplifica Já Expediente A Sombra do Imposto Cartilha produzida pelo Sistema Fiep (Federação das Indústrias do Estado do Paraná).

Leia mais

GESTÃO EMPRESARIAL E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

GESTÃO EMPRESARIAL E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO GESTÃO EMPRESARIAL E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO * César Raeder Este artigo é uma revisão de literatura que aborda questões relativas ao papel do administrador frente à tecnologia da informação (TI) e sua

Leia mais

PMBOK 4ª Edição I. Introdução

PMBOK 4ª Edição I. Introdução PMBOK 4ª Edição I Introdução 1 PMBOK 4ª Edição Um Guia do Conhecimento em Gerenciamento de Projetos Seção I A estrutura do gerenciamento de projetos 2 O que é o PMBOK? ( Project Management Body of Knowledge

Leia mais

Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação

Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação INSTITUTO VIANNA JÚNIOR LTDA FACULDADES INTEGRADAS VIANNA JÚNIOR Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação Lúcia Helena de Magalhães 1 Teresinha Moreira de Magalhães 2 RESUMO Este artigo traz

Leia mais

A importância do RH na empresa

A importância do RH na empresa A importância do RH na empresa O modo pelo qual seus funcionários se sentem é o modo pelo qual os seus clientes irão se sentir." Karl Albrecht Infelizmente, muitas empresas ainda simplificam o RH à função

Leia mais

A Experiência de Gestão Pública da Informática no RS

A Experiência de Gestão Pública da Informática no RS A Experiência de Gestão Pública da Informática no RS Marcos Mazoni 1 Presidente da Procergs - Cia. de Processamento de Dados do Estado do Rio Grande do Sul Administrador de Empresas com pós-gradução em

Leia mais

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva.

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva. COMPREENDENDO A GESTÃO DE PESSOAS Karina Fernandes de Miranda Helenir Celme Fernandes de Miranda RESUMO: Este artigo apresenta as principais diferenças e semelhanças entre gestão de pessoas e recursos

Leia mais

GABARITO. Observações: As questões 18 e 26 foram anuladas. A questão 25 desconsiderar os percentuais digitados na questão.

GABARITO. Observações: As questões 18 e 26 foram anuladas. A questão 25 desconsiderar os percentuais digitados na questão. GABARITO Observações: As questões 18 e 26 foram anuladas. A questão 25 desconsiderar os percentuais digitados na questão. Questão 1: Sobre os princípios da administração pública, é incorreto afirmar: (a)

Leia mais

GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS

GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS WALLACE BORGES CRISTO 1 JOÃO CARLOS PEIXOTO FERREIRA 2 João Paulo Coelho Furtado 3 RESUMO A Tecnologia da Informação (TI) está presente em todas as áreas de

Leia mais

Vantagens competitivas e estratégicas no uso de operadores logísticos. Prof. Paulo Medeiros

Vantagens competitivas e estratégicas no uso de operadores logísticos. Prof. Paulo Medeiros Vantagens competitivas e estratégicas no uso de operadores logísticos Prof. Paulo Medeiros Introdução nos EUA surgiram 100 novos operadores logísticos entre 1990 e 1995. O mercado para estas empresas que

Leia mais

Avaliação de Investimentos em Tecnologia da Informação - TI

Avaliação de Investimentos em Tecnologia da Informação - TI Avaliação de Investimentos em Tecnologia da Informação - TI Ubiratam de Nazareth Costa Pereira (UNIFEI) upereira@sp.senac.br João Batista Turrioni (UNIFEI) turrioni@unifei.edu.br Edson de Oliveira Pamplona

Leia mais

UMA RESPOSTA ESTRATÉGICA AOS

UMA RESPOSTA ESTRATÉGICA AOS UMA RESPOSTA ESTRATÉGICA AOS DESAFIOS DO CAPITALISMO GLOBAL E DA DEMOCRACIA Luiz Carlos Bresser-Pereira A Reforma Gerencial ou Reforma à Gestão Pública de 95 atingiu basicamente os objetivos a que se propunha

Leia mais

$55$1-26/2&$,6 CARACTERÍSTICAS GERAIS DO APOIO A ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS. Angela Maria Medeiros M. Santos Lucimar da Silva Guarneri*

$55$1-26/2&$,6 CARACTERÍSTICAS GERAIS DO APOIO A ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS. Angela Maria Medeiros M. Santos Lucimar da Silva Guarneri* CARACTERÍSTICAS GERAIS DO APOIO A ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS Angela Maria Medeiros M. Santos Lucimar da Silva Guarneri* * Respectivamente, gerente setorial de Indústria Automobilística e Comércio e Serviços

Leia mais

Qualidade na saúde. Mais recursos para o SUS, universalização do acesso e humanização das relações dos profissionais da saúde com os pacientes.

Qualidade na saúde. Mais recursos para o SUS, universalização do acesso e humanização das relações dos profissionais da saúde com os pacientes. Qualidade na saúde Mais recursos para o SUS, universalização do acesso e humanização das relações dos profissionais da saúde com os pacientes. Qualidade na saúde Essa iniciativa da CNTU, em conjunto com

Leia mais