O ATUAL NÍVEL DE TERCEIRIZAÇÃO LOGÍSTICA DAS FORÇAS ARMADAS BRASILEIRAS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "O ATUAL NÍVEL DE TERCEIRIZAÇÃO LOGÍSTICA DAS FORÇAS ARMADAS BRASILEIRAS"

Transcrição

1 WAGNER RODRIGUES MARQUES O ATUAL NÍVEL DE TERCEIRIZAÇÃO LOGÍSTICA DAS FORÇAS ARMADAS BRASILEIRAS Trabalho de Conclusão de Curso - Monografia apresentada ao Departamento de Estudos da Escola Superior de Guerra como requisito à obtenção do diploma do Curso de Altos Estudos de Política e Estratégia. Orientador: Coronel Paulo Roberto Vilela Antunes. Rio de Janeiro 2014

2 C2014 ESG Este trabalho, nos termos de legislação que resguarda os direitos autorais, é considerado propriedade da ESCOLA SUPERIOR DE GUERRA (ESG). É permitido a transcrição parcial de textos do trabalho, ou mencioná-los, para comentários e citações, desde que sem propósitos comerciais e que seja feita a referência bibliográfica completa. Os conceitos expressos neste trabalho são de responsabilidade do autor e não expressam qualquer orientação institucional da ESG Assinatura do autor Biblioteca General Cordeiro de Farias Marques, Wagner Rodrigues. O Atual Nível de Terceirização Logística das Forças Armadas Brasileiras / Wagner Rodrigues Marques. - Rio de Janeiro: ESG, f. Orientador: Coronel Paulo Roberto Vilela Antunes. Trabalho de Conclusão de Curso Monografia apresentada ao Departamento de Estudos da Escola Superior de Guerra como requisito à obtenção do diploma do Curso de Altos Estudos de Política e Estratégia (CAEPE), Terceirização Logística. 2. Forças Armadas Brasil. 3. Forças Armadas Estados Unidos. I.Título.

3 À minha família, especialmente minha esposa e filhos, cuja presença e apoio me motivam a querer ser um ser humano melhor.

4 AGRADECIMENTOS Aos estagiários da melhor Turma do CAEPE, pelo convívio harmonioso de todas as horas. Ao Corpo Permanente da ESG, pelos ensinamentos e orientações, que me possibilitam refletir de forma mais crítica sobre os destinos do nosso grande Brasil.

5 RESUMO Esta monografia analisa a atual situação de terceirização logística das Forças Armadas brasileiras. O objetivo do presente trabalho é identificar novas oportunidades de terceirização logística para as Forças Armadas brasileiras, bem como propor sugestões que visem à otimização das atuais iniciativas de terceirização. Para tanto, inicialmente, serão apresentados exemplos atuais de terceirizações logísticas levadas a efeito no âmbito das Forças Armadas dos Estados Unidos da América, bem como exposto o contexto jurídico-institucional que respalda tais práticas, com destaque para o contido na Circular A-76 do Escritório de Gerência e Orçamento daquele país, que estabelece a sua política de terceirização. Em seguida, após fornecer informações sobre a base legal que circunscreve o assunto no Brasil, serão apresentadas as principais dificuldades enfrentadas pelas Forças Armadas brasileiras no processo de terceirizar e expostos os principais exemplos de terceirização. A metodologia adotada comportou uma pesquisa bibliográfica de cunho qualitativo, a coleta de dados junto a oficiais do Exército Brasileiro e da Força Aérea Brasileira, além da experiência do autor como oficial da Marinha do Brasil. Palavras chave: Terceirização Logística. Forças Armadas Brasil. Forças Armadas Estados Unidos.

6 ABSTRACT This monograph analyzes the current situation of logistics outsourcing at Brazilian Armed Forces. This work s goal is to identify new opportunities for logistics outsourcing at Brazilian Armed Forces, as well as to propose suggestions aimed at the optimization of the current initiatives of outsourcing. To this end, initially, will be presented current examples of logistics outsourcing undertaken in the United States of America Armed Forces, as well as exposed the legal and institutional context that supports such practices, with emphasis on the contained in Circular A-76 from the Office of Management and Budget of that country, which establishes its policy of outsourcing. Then, after providing information on the legal basis which circumscribes the subject in Brazil, will be presented the main difficulties faced by the Brazilian Armed Forces in the process of outsourcing and exposed the main examples of outsourcing. The adopted methodology has involved a qualitative bibliographic research, data collection with officers of the Brazilian Army and the Brazilian Air Force, in addition to the author's experience as a Brazilian Navy officer. Keywords: Logistics Outsourcing. Armed Forces Brazil. Armed Forces United States of America.

7 LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS COGESN COMRJ EB EUA FA FAB FISC GAO LPFG MB OM PFI PMC PNR PPP PVP SPV SPVP SRP TCU VA VFM Coordenadoria-Geral do Programa de Desenvolvimento de Submarino com Propulsão Nuclear Centro de Obtenção da Marinha no Rio de Janeiro Exército Brasileiro Estados Unidos da América Forças Armadas Força Aérea Brasileira Fleet and Industrial Supply Center General Accounting Office Lista de Preços de Fornecedores de Gêneros Marinha do Brasil Organização Militar/Organizações Militares Private Finance Iniciative Private Military Companies Próprios Nacionais Residenciais Parceria Público-Privada Prime Vendor Program Subsistence Prime Vendor Subsistence Prime Vendor Program Sistema de Registro de Preços Tribunal de Contas da União Department of Veterans Affairs Value for money

8 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO TERCEIRIZAÇÃO LOGÍSTICA CONCEITOS E HISTÓRICO LOGÍSTICA TERCEIRIZAÇÃO TERCEIRIZAÇÃO LOGÍSTICA DAS FORÇAS ARMADAS DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA (EUA) POLÍTICA NORTE-AMERICANA DE ESTÍMULO À TERCEIRIZAÇÃO Evolução da Circular A-76 no período de 1999 até a atual versão, expedida em 29 de maio de Dificuldades na condução dos processos de terceirização Riscos associados à terceirização logística Moratória nas terceirizações do Departamento de Defesa norteamericano PRIVATE MILITARY COMPANIES (PMC) PRIME VENDOR PROGRAM (PVP) Subsistense Prime Vendor Program (SPVP) TERCEIRIZAÇÃO LOGÍSTICA DAS FORÇAS ARMADAS BRASILEIRAS PRINCIPAIS DIFICULDADES Valores despendidos pelas Forças Armadas brasileiras Base legal INICIATIVAS DE TERCEIRIZAÇÃO DAS FORÇAS ARMADAS BRASILEIRAS O Sistema de Registro de Preços (SRP) NOVAS POSSIBILIDADES DE TERCEIRIZAÇÃO Realização conjunta de processos licitatórios Parceria Público-Privada (PPP) PPP inglesa Exemplos de PFI Construção e manutenção predial Construção e manutenção de meios militares Possibilidades para as FA brasileiras CONCLUSÃO REFERÊNCIAS... 42

9 8 1 INTRODUÇÃO A logística é um ramo do conhecimento humano cujo desenvolvimento muito deve aos militares. De Sun Tzu até hoje, os avanços verificados nos conhecimentos logísticos são, em grande medida, prova da capacidade criativa e do esforço dos militares. Entretanto, a partir da Segunda Guerra Mundial, o setor empresarial, particularmente o norte-americano, vislumbrou o quanto poderia lucrar com a logística, assumindo, a partir de então, os rumos dessa atividade. As Forças Armadas (FA) brasileiras, ao longo de sua história, notabilizaramse pela constante busca por práticas modernas de administração, que contribuíssem com a condução de sua missão. Se assim já o foi no passado, quando o orçamento militar permitia, com relativa facilidade, a manutenção do nível de aprestamento do seu pessoal e do seu material, mais intenso e incansável deve, pois, ser seu ímpeto em direção ao novo nos dias atuais, em que as restrições orçamentárias por que as FA têm passado impõem-se como fator condicionante de mudanças. Assim, nada mais natural e salutar que se busquem exemplos nas experiências de outras organizações, como as empresas e outras FA. Nesse contexto, as Forças Armadas dos Estados Unidos da América (EUA) têm sido importante fonte de conhecimentos operativos e administrativos para os militares brasileiros, razão por que o presente trabalho será conduzido a partir da identificação e análise de informações relativas a práticas logísticas daquelas Forças. Uma dessas iniciativas diz respeito à terceirização logística, em que, observadas as condicionantes legais, se transfere para a iniciativa privada a execução de tarefas não centrais ao esforço logístico militar, cujos resultados podem, comprovadamente, contribuir para a otimização na aplicação dos recursos colocados à disposição das FA. O presente trabalho busca resposta para a seguinte indagação: Qual o atual nível de terceirização logística das Forças Armadas brasileiras? Nessa busca, inicialmente, são apresentados alguns dados sobre o assunto, a fim de contextualizar a importância do seu estudo, sendo, em seguida, procedida a identificação de experiências atuais de terceirização logística no âmbito das FA norte-americanas que possam ser utilizadas como exemplos para as FA brasileiras,

10 9 bem como apresentada a base legal e institucional que respalda a prática dessas atividades naquele país. Com base nas informações disponibilizadas, é procedida, então, análise que permita identificar as principais dificuldades com que se deparam as FA brasileiras na tentativa de promover a terceirização logística de suas atividades de forma análoga ao observado nos EUA. Por fim, concluindo este trabalho, são analisadas as citadas dificuldades, buscando a identificação das possibilidades de que dispõem as nossas FA para implementar práticas que se configurem como de terceirização logística. As questões abordadas neste trabalho são relevantes, considerando, inicialmente, a trajetória do autor, oficial intendente da Marinha do Brasil (MB), o qual atuou na área de logística daquela Força, além de ter sido oficial de intercâmbio com a Marinha dos Estados Unidos da América nessa área de conhecimento. Ademais, exerceu funções na área orçamentária da MB. Outro fator que indica a importância deste estudo, de natureza social, relaciona-se à busca da otimização na aplicação dos recursos colocados à disposição das FA, bem como a permitir o atendimento mais efetivo do atual nível de especialização requerido dos sistemas logísticos das FA. Por fim, a relevância acadêmica do assunto é evidenciada, em razão da existência de inúmeros trabalhos acadêmicos sobre o tema terceirização da logística militar, em particular daqueles elaborados no âmbito das escolas militares brasileiras de altos estudos e da escola naval de pós-graduação norte-americana. Neste aspecto, o presente estudo tem por propósito ampliar o conhecimento sobre o assunto. O estudo sobre as principais iniciativas de terceirização logística no âmbito das FA será conduzido, tendo por base a evolução verificada na logística. O processo de terceirização iniciou-se nos EUA, por ocasião da Segunda Guerra Mundial, com as indústrias de material bélico transferindo determinadas tarefas para outras empresas, como resultado do crescimento na produção de armamentos. Assim, observa-se que a terceirização foi motivada pela necessidade de as empresas norte-americanas dedicarem-se às atividades essenciais ao atendimento do esforço de guerra, deixando as acessórias para outras empresas (GIOSA, 2004). No Brasil, a terceirização é bastante comum e tem aumentado com a evolução da logística. No período de 1998 a 2003, a terceirização brasileira ampliou-

11 10 se em 47%, passando de 41 para 60% o índice de terceirização logística brasileiro (FIGUEIREDO, 2004). Em relação às práticas observadas nos EUA, o estudo tem por objetivo identificar experiências atuais de terceirização, que possam servir como exemplo para as FA brasileiras, bem como avaliar a base legal e institucional daquele país, de que se destaca sua política de estímulo à terceirização de atividades não centrais à atuação estatal chamadas de atividades comerciais, promulgada em Essa política é regulada pela Circular A-76 do Escritório de Gerência e Orçamento daquele país. Esse documento apresenta a política dos EUA relativa ao desempenho de atividades não centrais ao estado, estabelecendo procedimentos que permitam determinar se uma atividade comercial deva ser terceirizada ou não (ESTADOS UNIDOS, 2003). No Brasil, as iniciativas de terceirização logística no âmbito das FA são levadas a efeito, tendo como principais condicionantes legais: Constituição Federal (1988); Lei n o (1993); Lei n o (2002); Lei n o (2004); Decreto-Lei n o 200 (1967); Decreto n o (1995); e Decreto n o (1997). O autor formulou a seguinte hipótese para o presente trabalho: As Forças Armadas brasileiras ainda não esgotaram os benefícios que podem ser obtidos com o processo de terceirização logística. O estudo foi realizado por meio de uma pesquisa bibliográfica de cunho qualitativo, visando a: expor a base teórica que envolve o assunto, a fim de identificar as possíveis vantagens e os principais cuidados que devem ser observados no processo de terceirização logística, considerando a prática empresarial; contextualizar o tema terceirização logística no âmbito das FA norteamericanas, particularmente, considerando o disposto na política de estímulo à terceirização daquele país; e analisar a base legal que circunscreve o assunto no Brasil, conforme marcos teóricos apresentados. Foi, ainda, realizada uma pesquisa sobre as iniciativas de terceirização logística das FA brasileiras, a partir da coleta de dados junto a oficiais do Exército Brasileiro (EB) e da Força Aérea Brasileira (FAB). Em relação à Marinha, o autor se valeu do seu próprio conhecimento. Procurou-se, também, obter junto àqueles oficiais as principais dificuldades enfrentadas pelas FA no processo de terceirização logística.

12 11 Por fim, buscou-se, com base na análise das informações obtidas, a identificação de novas possibilidades de terceirização no âmbito de cada FA. O trabalho, além desta Introdução, está estruturado nos seguintes Capítulos: Terceirização logística conceitos e histórico; Terceirização logística nas Forças Armadas dos Estados Unidos da América (EUA); Terceirização logística nas Forças Armadas brasileiras; e Conclusão.

13 12 2 TERCEIRIZAÇÃO LOGÍSTICA CONCEITOS E HISTÓRICO 2.1 LOGÍSTICA Traga material bélico, mas tome as provisões do inimigo. Assim, o exército terá alimentação suficiente para suas necessidades. A pobreza do erário público obriga um exército a ser mantido com contribuições vindas de longe. Contribuir para manutenção de um exército distante leva o povo ao empobrecimento (CLAVELL, 1998, p. 23). Mesmo sem conceituar logística, há mais de anos, Sun Tzu, no texto acima, já enfatizava a necessidade de serem consideradas determinadas questões no planejamento de um exército, que mais tarde passariam a ser definidas como logística. Desde então, a importância desse segmento do conhecimento humano foi sendo, cada vez mais, reafirmada no contexto militar, tornando-o fator decisivo em um combate. Entretanto, apenas no século XIX, a logística assumiu seu sentido moderno, o que veio a acontecer por meio dos trabalhos de CLAUSEWITZ e JOMINI (BRASIL, 2003). Clausewitz dividia a guerra em tática e estratégia. Apesar disso, seus trabalhos reconheciam a existência, na Guerra, de várias atividades que lhe dão suporte, contribuindo para a preparação da mesma (BRASIL, 2003). O termo logística foi usado pela primeira vez por Jomini, que a conceituou de forma semelhante a Clausewitz, associando-a às tarefas destinadas ao preparo e sustentação de campanhas. Jomini via a logística como uma ciência voltada para o estudo dos detalhes de um Estado-Maior (BRASIL, 2003). Apesar das contribuições desses grandes estudiosos, somente com as teorias elaboradas pelo Tenente-Coronel Thorpe, do Corpo de Fuzileiros Navais norte-americano, houve conscientização de que a logística era, de fato, uma ciência. Em 1917, Thorpe lançou o livro Logística Pura: a ciência da preparação para a guerra. Para Thorpe, caberia à logística proporcionar os meios necessários à condução de operações militares; sendo competência da estratégia e da tática o estabelecimento dos esquemas de condução das citadas operações. Com isso, logística, estratégica e tática foram, pela primeira vez, posicionadas em mesmo nível dentro da arte da guerra (BRASIL, 2003).

14 13 A importância de Thorpe pode ser avaliada pelo comentário do Almirante Henry Eccles 1, em 1945, ao afirmar que, se os ensinamentos de Thorpe tivessem sido observados pelos EUA durante a Segunda Guerra Mundial, seu país teria economizado milhões de dólares (BRASIL, 2003). Os resultados obtidos pelos EUA na Segunda Guerra Mundial, particularmente considerando os grandes feitos logísticos daquele país, foram fator decisivo para que a logística fosse incorporada ao ambiente empresarial. Em 1950, a logística foi introduzida no currículo da Universidade de Harvard, nos cursos de Engenharia e Administração de Empresas. Atualmente, a logística é considerada fator preponderante na gestão empresarial, estando sua importância diretamente relacionada ao nível de competitividade e especialização decorrente do fenômeno da globalização (GALLO, 1998). No Brasil, a importância da logística tem crescido, acompanhando a tendência mundial. A maioria das grandes empresas situa a logística como atividade estratégica, cuja prática contribui diretamente com a criação de vantagem competitiva, possibilitando a redução de custos e o aumento da qualidade dos produtos ofertados pela empresa (FIGUEIREDO, 2004). As Forças Armadas do Brasil utilizam o seguinte conceito para logística militar: Logística Militar é o conjunto de atividades relativas à previsão e à provisão dos recursos e dos serviços necessários à execução das missões das Forças Armadas. (BRASIL, 2002). Verifica-se que, passados quase 200 anos, as Forças Armadas brasileiras adotam definição cuja essência não difere muito do conceito de logística formulado por Jomini, no século XIX. Tal fato demonstra a consistência temporal do assunto, no âmbito militar; a despeito das inúmeras práticas logísticas inovadoras, às quais os militares brasileiros devem procurar manter-se atualizados. Uma destas práticas é a terceirização, que, embora não represente atividade recém concebida, manifesta-se por formas ainda não devidamente exploradas pelos militares. 1 O Almirante Eccles foi Chefe da Divisão de Logística do Almirante Nimitz, durante a campanha do Pacífico. É considerado o pai da logística moderna.

15 TERCEIRIZAÇÃO Terceirização é definida como relação de negócios baseada em confiança mútua, abertura, compartilhamento de riscos e recompensas, permitindo, desta forma, a criação de vantagens competitivas para as partes, que redundarão em desempenho mais do que proporcional ao que as empresas alcançariam individualmente (FIGUEIREDO, 2004). Como se verifica da definição anteriormente apresentada, a terceirização não visa à simples transferência de parte das atividades desempenhadas por uma empresa para terceiros. Ela tem por objetivo permitir que a parceria estabelecida resulte em vantagens mútuas. O efeito sinérgico é característica fundamental da terceirização. Com ela, empresas associam-se em parceria na qual cada uma se concentrará no desempenho de suas competências centrais. Segundo Figueiredo (2004), uma empresa que opta por terceirizar parte de suas atividades, normalmente, estará em busca de: redução nos investimentos em ativos, caracterizada pela troca de custo fixo por custo variável menor risco para a empresa, utilização da capacidade tecnológica do parceiro, redução de custos; reestruturação interna, flexibilidade para adaptação a mudanças no mercado, melhoria da produtividade, aquisição de novos conhecimentos. Existem, conforme Figueiredo (2004), determinadas condições que devem ser observadas em um processo de terceirização, como condição do sucesso do empreendimento, das quais, citam-se: em face da relevância e abrangência do processo, a decisão de terceirização deve vir da alta gerência da empresa, pois se trata de decisão estratégica para a mesma, o provedor deve conhecer perfeitamente o seu papel, a sua responsabilidade, bem como as expectativas do seu cliente, os gerentes devem ser devidamente informados a respeito dos benefícios decorrentes da terceirização e motivados a trabalharem em

16 15 prol do sucesso da mesma, a fim de eliminar eventuais resistências ao processo, sistema de feedback nos dois sentidos, de modo a que cliente e provedor possam corrigir falhas porventura identificadas, estabelecimento de padrões e o seu consequente monitoramento. Figueiredo (2004) identifica, ainda, alguns fatores que podem levar ao fracasso de um projeto de terceirização: perda de controle do processo por parte do cliente, desconfiança do cliente quanto à capacidade de o provedor oferecer serviço no mesmo nível de antes da terceirização, dificuldade em avaliar os ganhos da terceirização, apreensão dos empregados quanto à manutenção de seus empregos, relegar a segundo plano os custos escondidos no processo de terceirização, erro no planejamento de uma saída estratégica. Uma empresa que decide terceirizar necessita ter algum plano contingente para o caso de a parceria ser desfeita. Em face do acima exposto, pode-se afirmar que a terceirização, se implementada de forma planejada e controlada, tem grande possibilidade de trazer vantagens às organizações envolvidas com a parceria.

17 16 3 TERCEIRIZAÇÃO LOGÍSTICA DAS FORÇAS ARMADAS DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA (EUA) Conforme citado no capítulo anterior, a terceirização é um processo que valoriza a especialização, de forma a permitir que as empresas envolvidas na parceria possam concentrar seus esforços na execução das atividades para as quais possuam competências centrais. Em decorrência desse processo, normalmente, as empresas beneficiam-se da sinergia. Dentro desse contexto, nada mais natural que as Forças Armadas norte-americanas tenham utilizado a terceirização como caminho para a sua profissionalização. As Forças Armadas dos EUA possuem inúmeras experiências de terceirização bem sucedidas, cuja análise permite identificar importantes práticas logísticas que podem ser utilizadas nas FA; sendo necessários, em determinados casos, pequenos ajustes, especialmente no que se refere a diferenças de legislação entre os dois países. No presente capítulo, serão apresentadas e analisadas algumas dessas práticas. 3.1 POLÍTICA NORTE-AMERICANA DE ESTÍMULO À TERCEIRIZAÇÃO Os EUA promulgaram, em 1955, sua política de estímulo à terceirização de atividades não centrais à atuação estatal chamadas de atividades comerciais, que determinava: É a política geral da administração que o Governo Federal não iniciará ou conduzirá qualquer atividade comercial para prover um serviço ou produto para seu uso próprio, se tal produto ou serviço puder ser obtido de uma empresa privada por intermédio dos canais ordinários de negócio 2 (ESTADOS UNIDOS, 1955). A partir de 1966, essa política passou a ser regulada pela Circular A-76 do Escritório de Gerência e Orçamento daquele país. Esse documento apresenta a política dos EUA relativa ao desempenho de atividades não centrais ao estado, estabelecendo procedimentos que permitam determinar se uma atividade comercial deva ser terceirizada ou não. Em relação às atividades comerciais, define que: 2 It is the general policy of the administration that the Federal Government will not start or carry on any commercial activity to provide a service or product for its own use if such product or service can be procured from private enterprise through ordinary business channels.

18 17 [...] A política duradoura do governo federal tem sido de confiar no setor privado para suas necessidades de serviços comerciais. Para assegurar que o povo Americano receba o máximo valor pelos impostos pagos, as atividades comerciais devem ser submetidas à força da competição [...] 3 (ESTADOS UNIDOS, 2003). A análise do referido documento permite interessantes considerações sobre a forma com que o assunto terceirização é tratado nos EUA. Primeiramente, chama a atenção o fato de a política em questão permanecer em vigor, desde 1955, caracterizando-se, inequivocamente, como política de estado. Outro ponto digno de registro refere-se à visão claramente liberal contida no documento em pauta, que valoriza a competição, a liberdade e a iniciativa individual. Nesse contexto, acrescenta-se que, a despeito de a Circular em análise determinar que o Governo não deva competir com seus cidadãos, a mesma determina que a terceirização seja feita com base em comparação de custos efetiva, na qual todos os custos sejam apropriadamente considerados em base justa e realista. Merece destaque, ainda, a previsão contida nesse dispositivo legal de que todos os órgãos federais, inclusive os militares, submetam, anualmente, ao Escritório de Gerência e Orçamento dos EUA, até 30 de junho, uma relação das atividades comerciais e não comerciais desempenhadas por pessoal próprio do órgão; ou seja, são informadas as atividades comerciais que, inicialmente, não foram terceirizadas, bem como aquelas que são inerentes à atuação estatal. Essa relação, após análise do Escritório de Gerência e Orçamento dos EUA, é enviada para o Congresso norteamericano e disponibilizada para o público. Com base nas informações lançadas nessa relação, aqueles que se sentirem prejudicados empresas e sindicatos, por exemplo poderão questionar o porquê de determinadas atividades não terem sido terceirizadas (ESTADOS UNIDOS, 2003) Evolução da Circular A-76 no período de 1999 até a atual versão, expedida em 29 de maio de 2003 A citada Circular, em sua versão de 1983 revisada em 1999, dispunha em seu item 4, alínea a: No processo de governar, o Governo não deve competir com seus cidadãos. O sistema de empreendimento competitivo, caracterizado pela 3 The longstanding policy of the federal government has been to rely on the private sector for needed commercial services. To ensure that the American people receive maximum value for their tax dollars, commercial activities should be subject to the forces of competition.

19 18 alínea a: liberdade e iniciativa individual, é a fonte primária da força econômica nacional. Em reconhecimento a esse princípio, foi e continua a ser política geral do Governo confiar em fontes comerciais para fornecer os produtos e serviços de que o Governo necessita (ESTADOS UNIDOS, 1999, p. 1). Determinava, ainda, aquela mesma versão da Circular A-76, no seu item 5, Competição aumenta qualidade, economia e produtividade. Sempre que o desempenho, pelo setor comercial, de uma atividade comercial operada pelo Governo é permitido, de acordo com esta Circular e seu Suplemento, a comparação do custo de contratar e de executar internamente a atividade deve ser feita, a fim de determinar quem a executará. Quando conduzirem comparações de custo, os órgãos devem assegurar que todos custos sejam considerados e que estes custos sejam realistas e justos (ESTADOS UNIDOS, 1999, p. 1). De acordo com relatório relativo aos resultados de um congresso sobre atividades comerciais, realizado em 2002, a política de terceirização norte-americana em questão não ficou isenta de críticas, tanto de funcionários federais quanto de empresas privadas. Estas entendiam que o processo não era conduzido com a devida isenção, privilegiando, muitas vezes, a manutenção dos empregos dos funcionários federais. Por sua vez, os funcionários federais se sentiam desvalorizados e profundamente desmotivados, pois julgavam que a utilização do preço como critério exclusivo de avaliação não lhes permitia competir em igualdade de condições com a iniciativa privada, além de não possuírem a prerrogativa, conferida às empresas privadas, de recorrerem das decisões relativas ao processo de terceirização. Outra crítica foi quanto ao tempo necessário para a conclusão de um processo de comparação de custos previsto na Circular A-76; de acordo com o Departamento de Defesa norte-americano, de 1997 a 2001, o tempo médio de conclusão foi de 25 meses (ESTADOS UNIDOS, 2002). Até 29 de maio de 2003, a deliberação quanto a terceirizar tinha por base, exclusivamente, o menor custo. A partir de então, os órgãos envolvidos em um processo de terceirização foram autorizados a selecionar a alternativa que ofereça o melhor valor, valendo-se, para tal, de comparação da qualidade e do custo dos funcionários próprios com os do setor privado. O próprio termo utilizado para designar, na língua inglesa, o procedimento de terceirização foi alterado de outsourcing (terceirização) para private-public competition (competição públicoprivada), para melhor representar a mudança conduzida no processo, sendo, com isso, dada ênfase à competição público-privada e não à simples transferência de atividades para o setor privado (ESTADOS UNIDOS, 2003).

20 19 Assim, observaram-se, basicamente, as seguintes alterações: a competição passou a ser conduzida na busca do melhor valor e não unicamente do preço mais baixo; e a contratação de uma empresa comercial passou a ocorrer, apenas se a mesma for vencedora da citada competição. A economia líquida proporcionada pela política de terceirização norteamericana, nos anos de 2003, 2004, 2005, 2006 e 2007 foi de, respectivamente, US$ 1,1 bilhão, US$ 1,4 bilhão, US$ 3,1 bilhões, US$ 1,3 bilhão e 397 milhões; totalizando US$ 7,2 bilhões, conforme relatório do Escritório de Gerência e Orçamento dos EUA, publicado em maio de 2008 (ESTADOS UNIDOS, 2008). Conforme relatório referente a congresso realizado em 2002 sobre atividades comerciais, o processo previsto na Circular A-76 consiste, em geral, de seis passos principais: definição da performance do trabalho correspondente à atividade em análise, desenvolvimento de um plano de gerenciamento governamental, para determinar a organização do governo mais eficiente, visando a criar estímulos para os servidores públicos federais norte-americanos, estimativa do custo para o governo, ou seja, mensurar o valor de execução do trabalho com pessoal próprio do governo, emitir uma solicitação para envio de propostas pelo setor privado, selecionar a melhor proposta do setor privado e compará-la com a estimativa de custos do órgão federal em pauta, selecionando a de menor custo, responder a qualquer recurso impetrado, tendo como base o processo de apelação previsto na Circular A-76, que se destina a assegurar que todos os custos sejam justos, precisos e calculados da maneira prescrita na legislação vigente (ESTADOS UNIDOS, 2002). Segundo esse mesmo relatório, as seguintes funções comerciais são tipicamente sujeitas ao processo de terceirização indicado pela política norteamericana: serviços de instalação; manutenção de equipamento aéreo; serviços de manutenção nos equipamentos aeronavais; serviços logísticos; informação e

VII - tenha a seleção e o relacionamento dos militares designados para a matrícula a cargo do DGP, ouvido o CIE; e

VII - tenha a seleção e o relacionamento dos militares designados para a matrícula a cargo do DGP, ouvido o CIE; e VII - tenha a seleção e o relacionamento dos militares designados para a matrícula a cargo do DGP, ouvido o CIE; e VIII - tenha a orientação técnico-pedagógica do DECEx. Art. 3º Determinar que a presente

Leia mais

III.b.2 Atestados de capacidade técnica

III.b.2 Atestados de capacidade técnica Licitante interessada em participar do pregão eletrônico Adpal nº 66/2014, que tem como objeto a contratação de empresa para a prestação de serviços de vigilância patrimonial ostensiva armada, por postos

Leia mais

LEI Nº 2.278/07, DE 24 DE AGOSTO DE 2007.

LEI Nº 2.278/07, DE 24 DE AGOSTO DE 2007. LEI Nº 2.278/07, DE 24 DE AGOSTO DE 2007. Dispõe sobre a criação do Instituto Escola de Governo e Gestão Pública de Ananindeua, e dá outras providências. A CÂMARA MUNICIPAL DE ANANINDEUA estatui, e eu

Leia mais

Governança de TI no Governo. Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação Paulo Roberto Pinto

Governança de TI no Governo. Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação Paulo Roberto Pinto Governança de TI no Governo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação Paulo Roberto Pinto Agenda Agenda Contexto SISP IN SLTI 04/2008 EGTI Planejamento

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 3.931, DE 19 DE SETEMBRO DE 2001. Regulamenta o Sistema de Registro de Preços previsto no art. 15 da Lei nº 8.666, de 21

Leia mais

Direito Administrativo

Direito Administrativo Olá, pessoal! Trago hoje uma pequena aula sobre a prestação de serviços públicos, abordando diversos aspectos que podem ser cobrados sobre o assunto. Espero que gostem. PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PÚBLICOS O

Leia mais

G E S T Ã O D E C O M P R A S P O R R E G I S T R O D E P R E Ç O S. VALDIR AUGUSTO DA SILVA Gestão Estratégica de Compras Portal de Compras

G E S T Ã O D E C O M P R A S P O R R E G I S T R O D E P R E Ç O S. VALDIR AUGUSTO DA SILVA Gestão Estratégica de Compras Portal de Compras G E S T Ã O D E C O M P R A S P O R R E G I S T R O D E P R E Ç O S VALDIR AUGUSTO DA SILVA Gestão Estratégica de Compras Portal de Compras SUMÁRIO O Sistema de Registro de Preços do Governo do Estado

Leia mais

PORTARIA Nº 3.870 DE 15 DE JULHO DE 2014. A PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 4ª REGIÃO, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

PORTARIA Nº 3.870 DE 15 DE JULHO DE 2014. A PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 4ª REGIÃO, no uso de suas atribuições legais e regimentais, PORTARIA Nº 3.870 DE 15 DE JULHO DE 2014. Regulamenta as atribuições da Secretaria de Controle Interno do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região e dá outras providências. A PRESIDENTE DO, no uso de

Leia mais

DECRETO LEI 509 DECRETO-LEI Nº 509, DE 20 DE MARÇO DE 1969.

DECRETO LEI 509 DECRETO-LEI Nº 509, DE 20 DE MARÇO DE 1969. DECRETO LEI 509 DECRETO-LEI Nº 509, DE 20 DE MARÇO DE 1969. Dispõe sobre a transformação do Departamento dos Correios e Telégrafos em empresa pública, e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA,

Leia mais

Dispensa de licitação

Dispensa de licitação Dispensa de licitação Introdução A CR/88 obriga em seu art. 37, XXI que a contratação de obras, serviços, compras e alienações, bem como a concessão e a permissão de serviços públicos pela Administração

Leia mais

CURSO Elaboração de Especificações de Itens para o Catálogo de bens, materiais e serviços.

CURSO Elaboração de Especificações de Itens para o Catálogo de bens, materiais e serviços. CURSO Elaboração de Especificações de Itens para o Catálogo de bens, materiais e serviços. FRANCISCO JOSÉ COELHO BEZERRA Gestor de Registro de Preços Fortaleza 26 a 28/11/2014 SORAYA QUIXADÁ BEZERRA Gestora

Leia mais

Ref. Assunto: Elaboração do Plano para a Implantação da Descentralização da Execução Orçamentária e Financeira na UNIR

Ref. Assunto: Elaboração do Plano para a Implantação da Descentralização da Execução Orçamentária e Financeira na UNIR MEMORANDO CIRCULAR Nº 06/2015/PROPLAN Porto Velho, 27 de Maio de 2015. Para: CÂMPUS E NÚCLEOS Ref. Assunto: Elaboração do Plano para a Implantação da Descentralização da Execução Orçamentária e Financeira

Leia mais

ESTADO DE SANTA CATARINA

ESTADO DE SANTA CATARINA DECRETO N.º 2356/2013 Regulamenta o Sistema de Registro de Preços previsto no art. 15 da Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993, e dá outras providências. Rosane Minetto Selig, Prefeita Municipal de Ouro

Leia mais

REGIMENTO INTERNO AUDITORIA INTERNA DA UNIFEI. CAPÍTULO I Disposições Preliminares

REGIMENTO INTERNO AUDITORIA INTERNA DA UNIFEI. CAPÍTULO I Disposições Preliminares REGIMENTO INTERNO DA UNIFEI CAPÍTULO I Disposições Preliminares Art. 1º. A Auditoria Interna da Universidade Federal de Itajubá é um órgão técnico de assessoramento da gestão, vinculada ao Conselho de

Leia mais

PROCESSO Nº 23062.000509/12-59

PROCESSO Nº 23062.000509/12-59 Destaques da Proposta de Programa de Capacitação dos Servidores Técnico- Administrativos em Educação aprovados durante a 435ª Reunião do Conselho Diretor PROCESSO Nº 23062.000509/12-59 ALTERAÇÕES GERAIS

Leia mais

Serviço Público Municipal Prefeitura Municipal de Ubatã Estado da Bahia CNPJ: 14.235.253/0001-59 PORTARIA Nº 301 DE 09 DE DEZEMBRO DE 2015.

Serviço Público Municipal Prefeitura Municipal de Ubatã Estado da Bahia CNPJ: 14.235.253/0001-59 PORTARIA Nº 301 DE 09 DE DEZEMBRO DE 2015. PORTARIA Nº 301 DE 09 DE DEZEMBRO DE 2015. Estabelece os procedimentos e as normas a serem adotados pelos órgãos e entidades da administração pública estadual direta e indireta, para o encerramento anual

Leia mais

PORTARIA INTERMINISTERIAL No-10, DE 11 DE JULHO DE 2013

PORTARIA INTERMINISTERIAL No-10, DE 11 DE JULHO DE 2013 PORTARIA INTERMINISTERIAL No-10, DE 11 DE JULHO DE 2013 Regulamenta o Decreto nº 7.385, de 8 de dezembro de 2010, que instituiu o Sistema Universidade Aberta do Sistema Único de Saúde (UNA-SUS). Os MINISTROS

Leia mais

DECRETO Nº 3.182, DE 23 DE SETEMBRO DE 1999.

DECRETO Nº 3.182, DE 23 DE SETEMBRO DE 1999. DECRETO Nº 3.182, DE 23 DE SETEMBRO DE 1999. Regulamenta a Lei 9.786, de 8 de fevereiro de 1999, que dispõe sobre o ensino no Exército Brasileiro e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no

Leia mais

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE INOVAÇÃO TECNOLOGICA NIT

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE INOVAÇÃO TECNOLOGICA NIT RESOLUÇÃO CONSU Nº. 33/21 DE 3 DE AGOSTO DE 21. A Presidente do Conselho Superior Universitário da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas, no uso de suas atribuições regimentais, e consequente

Leia mais

Controle Interno do Tribunal de Contas da União

Controle Interno do Tribunal de Contas da União Controle Interno do Tribunal de Contas da União Resumo: o presente artigo trata de estudo do controle interno no Tribunal de Contas da União, de maneira expositiva. Tem por objetivo contribuir para o Seminário

Leia mais

EMC Consulting. Estratégia visionária, resultados práticos. Quando a informação se reúne, seu mundo avança.

EMC Consulting. Estratégia visionária, resultados práticos. Quando a informação se reúne, seu mundo avança. EMC Consulting Estratégia visionária, resultados práticos Quando a informação se reúne, seu mundo avança. Alinhando TI aos objetivos de negócios. As decisões de TI de hoje devem basear-se em critérios

Leia mais

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE CAPÍTULO I DA POLÍTICA ESTADUAL DE APOIO AO COOPERATIVISMO

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE CAPÍTULO I DA POLÍTICA ESTADUAL DE APOIO AO COOPERATIVISMO LEI N. 1.598, DE 27 DE DEZEMBRO DE 2004 Institui a Política Estadual de Apoio ao Cooperativismo. O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE seguinte Lei: FAÇO SABER que a Assembléia Legislativa do Estado do Acre decreta

Leia mais

RESOLUÇÃO - TCU Nº 247, de 7 de dezembro de 2011

RESOLUÇÃO - TCU Nº 247, de 7 de dezembro de 2011 RESOLUÇÃO - TCU Nº 247, de 7 de dezembro de 2011 Dispõe sobre a Política de Governança de Tecnologia da Informação do Tribunal de Contas da União (PGTI/TCU). O TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO, no uso de suas

Leia mais

MUNICÍPIO DE SENGÉS CNPJ/MF 76.911.676/0001-07 TRAVESSA SENADOR SOUZA NAVES N. 95 SENGÉS PARANÁ

MUNICÍPIO DE SENGÉS CNPJ/MF 76.911.676/0001-07 TRAVESSA SENADOR SOUZA NAVES N. 95 SENGÉS PARANÁ DECRETO Nº 600/2014 Súmula:- Regulamenta a aquisição de Bens Permanentes, de Consumo e Serviços destinados a Administração Direta, Indireta e Fundacional do Município de Sengés, através de Pregão, tendo

Leia mais

DECRETO N 001 A / 2015 De 02 de janeiro de 2015.

DECRETO N 001 A / 2015 De 02 de janeiro de 2015. DECRETO N 001 A / 2015 De 02 de janeiro de 2015. EMENTA: Regulamenta o Sistema de Registro de Preços SRP previsto no art. 15 da Lei nº 8.666/93, no âmbito do Município de Central Bahia. O PREFEITO DO MUNICÍPIO

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa LEI Nº 13.421, DE 05 DE ABRIL DE 2010. (publicada no DOE nº 062, de 05 de abril de 2010 2ª edição) Institui a Carreira

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA A SELEÇÃO E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA, TREINAMENTO E CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE

ORIENTAÇÕES PARA A SELEÇÃO E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA, TREINAMENTO E CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE 1 ORIENTAÇÕES PARA A SELEÇÃO E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA, TREINAMENTO E CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE (D.O 01 revisão 05, de 22 de março de 2011) 2 SUMÁRIO PARTE I INTRODUÇÃO

Leia mais

Contratos. Licitações & Contratos - 3ª Edição

Contratos. Licitações & Contratos - 3ª Edição Contratos 245 Conceito A A Lei de Licitações considera contrato todo e qualquer ajuste celebrado entre órgãos ou entidades da Administração Pública e particulares, por meio do qual se estabelece acordo

Leia mais

Ementa: Apresentação da declaração de bens e rendas. Lei 8.730/93. Lei 8.429/92. Instrução Normativa do TCU nº 65, de 20 de abril de 2011.

Ementa: Apresentação da declaração de bens e rendas. Lei 8.730/93. Lei 8.429/92. Instrução Normativa do TCU nº 65, de 20 de abril de 2011. Nota Técnica n 01/2011 Ementa: Apresentação da declaração de bens e rendas. Lei 8.730/93. Lei 8.429/92. Instrução Normativa do TCU nº 65, de 20 de abril de 2011. Obrigatoriedade. 1. No dia 03.05.2011 o

Leia mais

A GESTÃO PÚBLICA NO BRASIL E SEUS CONTROLES INTERNO E EXTERNO RESUMO

A GESTÃO PÚBLICA NO BRASIL E SEUS CONTROLES INTERNO E EXTERNO RESUMO A GESTÃO PÚBLICA NO BRASIL E SEUS CONTROLES INTERNO E EXTERNO RESUMO O presente estudo é resultado de uma revisão bibliográfica e tem por objetivo apresentar a contextualização teórica e legislativa sobre

Leia mais

MARINHA DO BRASIL SECRETARIA DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO DA MARINHA. SecCTM CARTA DE SERVIÇOS AO CIDADÃO

MARINHA DO BRASIL SECRETARIA DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO DA MARINHA. SecCTM CARTA DE SERVIÇOS AO CIDADÃO CARTA DE SERVIÇOS AO CIDADÃO BRASÍLIA 2015 0 PREFÁCIO Por definição, a Carta de Serviços ao Cidadão é o documento no qual o órgão ou a entidade pública estabelece o compromisso de observar padrões de qualidade,

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU

PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU R E G I M E N T O G E R A L PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU Regimento Geral PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU Este texto foi elaborado com as contribuições de um colegiado de representantes da Unidades Técnico-científicas,

Leia mais

Art. 1º Aprovar as Instruções Gerais de Segurança da Informação para o Exército Brasileiro (IG 20-19).

Art. 1º Aprovar as Instruções Gerais de Segurança da Informação para o Exército Brasileiro (IG 20-19). PORTARIA Nº 483, DE 20 DE SETEMBRO DE 2001. Aprova as Instruções Gerais de Segurança da Informação para o Exército Brasileiro (IG 20-19). O COMANDANTE DO EXÉRCITO, no uso da competência que lhe é conferida

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE MANAUS DIRETORIA LEGISLATIVA

CÂMARA MUNICIPAL DE MANAUS DIRETORIA LEGISLATIVA LEI Nº 2.054, DE 29 DE OUTUBRO DE 2015 (D.O.M. 29.10.2015 N. 3.763 Ano XVI) DISPÕE sobre a estrutura organizacional da Secretaria Municipal de Finanças, Tecnologia da Informação e Controle Interno Semef,

Leia mais

Brasileira (UNILAB).

Brasileira (UNILAB). RESOLUÇÃO N 029/2013, DE 25 DE NOVEMBRO DE 2013. Aprova o Regimento da Unidade de Auditoria Interna da Brasileira (UNILAB). Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro- O VICE-REITOR, PRO

Leia mais

DECRETO Nº, DE DE DE. A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea a, da Constituição, e

DECRETO Nº, DE DE DE. A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea a, da Constituição, e DECRETO Nº, DE DE DE. Aprova a Política Nacional da Indústria de Defesa (PNID). A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea a, da Constituição, e Considerando

Leia mais

Terceirização de Serviços de TI

Terceirização de Serviços de TI Terceirização de Serviços de TI A visão do Cliente PACS Quality Informática Ltda. 1 Agenda Terceirização: Perspectivas históricas A Terceirização como ferramenta estratégica Terceirização: O caso específico

Leia mais

Obtenção de regras de associação sobre compras governamentais: Um estudo de caso 1

Obtenção de regras de associação sobre compras governamentais: Um estudo de caso 1 Obtenção de regras de associação sobre compras governamentais: Um estudo de caso 1 Keila Michelly Bispo da Silva 2, Starlone Oliverio Passos 3,Wesley Vaz 4 Resumo: O processo de compras governamentais

Leia mais

PPP PARCERIA PÚBLICO PRIVADA

PPP PARCERIA PÚBLICO PRIVADA PPP PARCERIA PÚBLICO PRIVADA Autores: Eng Sérgio Piccinelli Eng Carlos Henrique Machado Edição: José Carlos Lada Outubro / 2014 Formas de Contratação pela Administração 1) Contratação Direta (Formas de

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 506, DE 28 DE JUNHO DE 2013

RESOLUÇÃO Nº 506, DE 28 DE JUNHO DE 2013 Publicada no DJE/STF, n. 127, p. 1-3 em 3/7/2013. RESOLUÇÃO Nº 506, DE 28 DE JUNHO DE 2013 Dispõe sobre a Governança Corporativa de Tecnologia da Informação no âmbito do Supremo Tribunal Federal e dá outras

Leia mais

DIÁRIO OFICIAL EDIÇÃO Nº 030224 de 30/06/2004

DIÁRIO OFICIAL EDIÇÃO Nº 030224 de 30/06/2004 DIÁRIO OFICIAL EDIÇÃO Nº 030224 de 30/06/2004 GABINETE DO GOVERNADOR D E C R E T O Nº 1.093, DE 29 DE JUNHO DE 2004 Institui, no âmbito da Administração Pública Estadual, o Sistema de Registro de Preços

Leia mais

LEI MUNICIPAL Nº 1191/2015, de 28-04-2015.

LEI MUNICIPAL Nº 1191/2015, de 28-04-2015. LEI MUNICIPAL Nº 1191/2015, de 28-04-2015. DISPÕE SOBRE O SISTEMA DE CONTROLE INTERNO DO MUNICÍPIO DE MORMAÇO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. LUÍS CARLOS MACHADO PREFEITO MUNICIPAL DE MORMAÇO, Estado do Rio

Leia mais

O PROCESSO DE TERCEIRIZAÇÃO

O PROCESSO DE TERCEIRIZAÇÃO O PROCESSO DE TERCEIRIZAÇÃO E SUAS DIFICULDADES Jeferson Alves dos Santos Auditor Chefe da UNIFAL-MG OBJETIVO * Abordar as principais dificuldades inerentes à execução dos processos de terceirização. *

Leia mais

REGULAMENTO DA PROPRIEDADE INTELECTUAL DA UTFPR CAPÍTULO I DA FINALIDADE E LEGISLAÇÃO DE REFERÊNCIA

REGULAMENTO DA PROPRIEDADE INTELECTUAL DA UTFPR CAPÍTULO I DA FINALIDADE E LEGISLAÇÃO DE REFERÊNCIA REGULAMENTO DA PROPRIEDADE INTELECTUAL DA UTFPR CAPÍTULO I DA FINALIDADE E LEGISLAÇÃO DE REFERÊNCIA Art. 1º O presente Regulamento tem por finalidade regulamentar as atividades de propriedade intelectual

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.br

BuscaLegis.ccj.ufsc.br BuscaLegis.ccj.ufsc.br Licitação segundo a Lei n. 8.666/93 Leila Lima da Silva* *Acadêmica do 6º período do Curso de Direito das Faculdades Integradas Curitiba - Faculdade de Direito de Curitiba terça-feira,

Leia mais

TRANSFERÊNCIA DE POSSE, SEM TRANSFERÊNCIA DE DOMÍNIO

TRANSFERÊNCIA DE POSSE, SEM TRANSFERÊNCIA DE DOMÍNIO TRANSFERÊNCIA DE POSSE, SEM TRANSFERÊNCIA DE DOMÍNIO O presente estudo tem o intuito de analisar e diferenciar brevemente os institutos da cessão de uso, concessão de uso e concessão de direito real de

Leia mais

PEDIDO DE ESCLARECIMENTO Nº 01 PE Nº 03/2013

PEDIDO DE ESCLARECIMENTO Nº 01 PE Nº 03/2013 PEDIDO DE ESCLARECIMENTO Nº 01 PE Nº 03/2013 Considerando o posicionamento enviado pela área técnica desta CGU-PR, segue abaixo a resposta ao Pedido Esclarecimento nº 01 PE nº 03/2013: QUESTIONAMENTO 01:

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS TIPO DE AUDITORIA: Auditoria de Gestão EXERCÍCIO: 2010 PROCESSO: 00190-015347/2011-28

Leia mais

Plano de Empregos, Carreiras e Salários - PECS

Plano de Empregos, Carreiras e Salários - PECS Ata de aprovação de alteração 395ª Reunião Ordinária do Conselho de Administração da CODATA Realizada em 10 de fevereiro de 2011 Resolução do Conselho de Administração nº 01/2011 - PECS MARÇO/2005 JULHO/2012

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA - TR Pregão Eletrônico nº 016/2008

TERMO DE REFERÊNCIA - TR Pregão Eletrônico nº 016/2008 CENTRO DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO TERMO DE REFERÊNCIA - TR Pregão Eletrônico nº 016/2008 Anexo II 1 DO OBJETO 1.1 - Prestação de serviços de suporte técnico assistido

Leia mais

ACORDO BÁSICO DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA Assinado no Rio de Janeiro, a 29 de dezembro de 1964.

ACORDO BÁSICO DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA Assinado no Rio de Janeiro, a 29 de dezembro de 1964. ACORDO BÁSICO DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA Assinado no Rio de Janeiro, a 29 de dezembro de 1964. Aprovado pelo Decreto Legislativo nº 11, de 1966. Entrada em vigor (art. 6º, 1º) a 2 de maio de 1966. Promulgado

Leia mais

Detalhamento da Implementação Concessão de Empréstimos, ressarcimento dos valores com juros e correção monetária. Localizador (es) 0001 - Nacional

Detalhamento da Implementação Concessão de Empréstimos, ressarcimento dos valores com juros e correção monetária. Localizador (es) 0001 - Nacional Programa 2115 - Programa de Gestão e Manutenção do Ministério da Saúde 0110 - Contribuição à Previdência Privada Tipo: Operações Especiais Número de Ações 51 Pagamento da participação da patrocinadora

Leia mais

Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira

Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira Nota Técnica n.º 08/2006 Comentários sobre Auditoria do TCU nos gastos com Cartões Corporativos Núcleo Trabalho, Previdência e Assistência Social Elisangela M. S. Batista 15/Mar/2006 Endereço na Internet:

Leia mais

POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO DO SISTEMA ELETROBRÁS. Sistema. Eletrobrás

POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO DO SISTEMA ELETROBRÁS. Sistema. Eletrobrás POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO DO SISTEMA ELETROBRÁS Sistema Eletrobrás Política de Logística de Suprimento do Sistema Eletrobrás POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO 4 POLÍTICA DE Logística de Suprimento

Leia mais

fagury.com.br. PMBoK 2004

fagury.com.br. PMBoK 2004 Este material é distribuído por Thiago Fagury através de uma licença Creative Commons 2.5. É permitido o uso e atribuição para fim nãocomercial. É vedada a criação de obras derivadas sem comunicação prévia

Leia mais

Redução de impacto ambiental no consumo diário de líquidos. TERMO DE ABERTURA

Redução de impacto ambiental no consumo diário de líquidos. TERMO DE ABERTURA Redução de impacto ambiental no consumo diário de líquidos. TERMO DE ABERTURA Preparado por Cassius Marcellus de Freitas Rodrigues Versão: 1.1 Renata Rossi de Oliveira Aprovado por 17/09/12 Nome do Projeto:

Leia mais

POR UMA POLÍTICA DE AQUISIÇÃO DE MATERIAL DE DEFESA

POR UMA POLÍTICA DE AQUISIÇÃO DE MATERIAL DE DEFESA 02 DE SETEMBRO DE 2011 DEPARTAMENTO DA INDÚSTRIA DA DEFESA ANÁLISE COMDEFESA Nº 003/2011 POR UMA POLÍTICA DE AQUISIÇÃO DE MATERIAL DE DEFESA A alteração da Lei de Licitações (8.666/93) de acordo com a

Leia mais

Bélico do Brasil - IMBEL, e dá outras providencias.

Bélico do Brasil - IMBEL, e dá outras providencias. Autoriza o Poder Executivo a constituir uma empresa pública denominada Indústria de Material Bélico do Brasil - IMBEL, e dá outras providencias. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, faço saber que o CONGRESSO NACIONAL

Leia mais

PARTE III Auditoria Conceitos Introdutórios

PARTE III Auditoria Conceitos Introdutórios FATERN Faculdade de Excelência Educacional do RN Coordenação Tecnológica de Redes e Sistemas Curso Superior de Tecnologia em Sistemas para Internet Auditoria em Sistemas de Informação Prof. Fabio Costa

Leia mais

RESOLUÇÃO nº 18 DE 17 DE DEZEMBRO DE 2009

RESOLUÇÃO nº 18 DE 17 DE DEZEMBRO DE 2009 RESOLUÇÃO nº 18 DE 17 DE DEZEMBRO DE 2009 Aprova o Regimento Interno do Núcleo de Educação Técnica e Tecnológica Aberta e a Distância NETTAD - CAVG. O Presidente em exercício do Conselho Coordenador do

Leia mais

Art. 5º O Plano de Capacitação dos Servidores compreende as seguintes ações:

Art. 5º O Plano de Capacitação dos Servidores compreende as seguintes ações: PORTARIA Nº 2143, DE 12 DE JUNHO DE 2003. Institui o Plano de Capacitação de Servidores e regulamenta a participação de servidores em eventos de capacitação no âmbito do TRT da 4ª Região. A PRESIDENTE

Leia mais

CONTROLADORIA NO SUPORTE A GESTÃO EMPRESARIAL

CONTROLADORIA NO SUPORTE A GESTÃO EMPRESARIAL CONTROLADORIA NO SUPORTE A GESTÃO EMPRESARIAL Cristiane de Oliveira 1 Letícia Santos Lima 2 Resumo O objetivo desse estudo consiste em apresentar uma base conceitual em que se fundamenta a Controladoria.

Leia mais

REGIMENTO DA UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA DO IF SUDESTE DE MINAS GERAIS CAPÍTULO I

REGIMENTO DA UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA DO IF SUDESTE DE MINAS GERAIS CAPÍTULO I REGIMENTO DA UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA DO IF SUDESTE DE MINAS GERAIS CAPÍTULO I Disposições Preliminares Art. 1º A Auditoria Interna do IF Sudeste de Minas Gerais, está vinculada ao Conselho Superior,

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº. 199 DE 27 DE DEZEMBRO DE 2013

RESOLUÇÃO Nº. 199 DE 27 DE DEZEMBRO DE 2013 RESOLUÇÃO Nº. 199 DE 27 DE DEZEMBRO DE 2013 A PRESIDENTE EM EXERCÍCIO DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO DA, no uso de suas atribuições legais e CONSIDERANDO que as entidades da Administração Pública Federal indireta

Leia mais

GERENCIAMENTO DE PROJETOS

GERENCIAMENTO DE PROJETOS GERENCIAMENTO DE PROJETOS O que é um Projeto? Regra Início e fim definidos Destinado a atingir um produto ou serviço único Escopo definido Características Sequência clara e lógica de eventos Elaboração

Leia mais

Regulamenta o Sistema de Registro de Preços previsto no art. 15 da Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993.

Regulamenta o Sistema de Registro de Preços previsto no art. 15 da Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993. DECRETO N.º 7.892, DE 23 DE JANEIRO DE 2013. Regulamenta o Sistema de Registro de Preços previsto no art. 15 da Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993. A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que

Leia mais

Profa. Gislaine Stachissini. Unidade II GOVERNANÇA DE TI

Profa. Gislaine Stachissini. Unidade II GOVERNANÇA DE TI Profa. Gislaine Stachissini Unidade II GOVERNANÇA DE TI Estratégia e governança em TI Estratégia empresarial A palavra estratégia vem do grego strategus = "o general superior ou "generalíssimo. Strategia

Leia mais

Lei do Audiovisual IN 81 de 2008.

Lei do Audiovisual IN 81 de 2008. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº. 81, DE 28 DE OUTUBRO DE 2008. Estabelece procedimentos sobre a apresentação de relatórios de gestão e prestação de contas em Programas Especiais de Fomento. A DIRETORIA COLEGIADA

Leia mais

Profa. Ligia Vianna. Unidade II PRINCÍPIOS BÁSICOS DA

Profa. Ligia Vianna. Unidade II PRINCÍPIOS BÁSICOS DA Profa. Ligia Vianna Unidade II PRINCÍPIOS BÁSICOS DA ADMINISTRAÇÃO Num passado não muito distante, a ordem sociopolítica compreendia apenas dois setores, ou seja, um público e outro privado. Esses setores

Leia mais

ROTEIRO DE ESTUDOS DIREITO DO TRABALHO TERCEIRIZAÇÃO

ROTEIRO DE ESTUDOS DIREITO DO TRABALHO TERCEIRIZAÇÃO ROTEIRO DE ESTUDOS DIREITO DO TRABALHO TERCEIRIZAÇÃO Estudamos até o momento os casos em que há vínculo empregatício (relação bilateral, nas figuras de empregado e empregador) e, também, casos em que existe

Leia mais

Governo do Estado do Ceará Secretaria do Planejamento e Gestão SEPLAG Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará - IPECE

Governo do Estado do Ceará Secretaria do Planejamento e Gestão SEPLAG Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará - IPECE Governo do Estado do Ceará Secretaria do Planejamento e Gestão SEPLAG Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará - IPECE TERMO DE REFERÊNCIA CONTRATAÇÃO DE ESPECIALISTA EM LICITAÇÕES PARA O

Leia mais

DECLARAÇÃO DE POSICIONAMENTO DO IIA: O PAPEL DA AUDITORIA INTERNA

DECLARAÇÃO DE POSICIONAMENTO DO IIA: O PAPEL DA AUDITORIA INTERNA Permissão obtida junto ao proprietário dos direitos autorais, The Institute of Internal Auditors, 247 Maitland Avenue, Altamonte Springs, Florida 32701-4201, USA, para publicar esta tradução, a qual reflete

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS TIPO DE AUDITORIA : AUDITORIA DE GESTÃO EXERCÍCIO : 2008 PROCESSO Nº

Leia mais

PORTARIA TRT 18ª GP/DG/SGPe Nº 066/2011 Dispõe sobre a estrutura da Escola Judicial do Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região e dá outras

PORTARIA TRT 18ª GP/DG/SGPe Nº 066/2011 Dispõe sobre a estrutura da Escola Judicial do Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região e dá outras PORTARIA TRT 18ª GP/DG/SGPe Nº 066/2011 Dispõe sobre a estrutura da Escola Judicial do Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região e dá outras providências. O DESEMBARGADOR-PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL

Leia mais

Formação dos integrantes do Conselho de Planejamento e Orçamento Participativos (CPOP)

Formação dos integrantes do Conselho de Planejamento e Orçamento Participativos (CPOP) Formação dos integrantes do Conselho de Planejamento e Orçamento Participativos (CPOP) Conceitos gerais de gestão pública: princípios e regras da administração pública, processos de licitação, contratos

Leia mais

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DA FACULDADE INTEGRADA BRASIL AMAZÔNIA FIBRA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DA FACULDADE INTEGRADA BRASIL AMAZÔNIA FIBRA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DA FACULDADE INTEGRADA BRASIL AMAZÔNIA FIBRA Regula o funcionamento do Núcleo de Prática Jurídica NPJ do curso de Direito Bacharelado da Fibra. CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES

Leia mais

DECRETO Nº 1.528, DE 21 DE AGOSTO DE 2008.

DECRETO Nº 1.528, DE 21 DE AGOSTO DE 2008. DECRETO Nº 1.528, DE 21 DE AGOSTO DE 2008. Dispõe sobre modificações no processo de implantação do monitoramento dos programas e ações governamentais, no âmbito da Administração Pública do Estado de Mato

Leia mais

RESOLUÇÃO CNJ nº 90/09

RESOLUÇÃO CNJ nº 90/09 RESOLUÇÃO CNJ nº 90/09 29 de setembro de 2009 PLANO DE TRABALHO - PDTI O presente Plano de Trabalho objetiva o nivelamento do Tribunal de Justiça do Estado de Roraima aos requisitos de tecnologia da informação

Leia mais

DESCENTRALIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA DAS PROMOTORIAS DE JUSTIÇA REGIONAIS

DESCENTRALIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA DAS PROMOTORIAS DE JUSTIÇA REGIONAIS DESCENTRALIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA DAS PROMOTORIAS DE JUSTIÇA REGIONAIS DESCENTRALIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA DAS PROMOTORIAS DE JUSTIÇA REGIONAIS OBJETIVOS Dotar as Promotorias de Justiça

Leia mais

PLANO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL DOS SERVIDORES INTEGRANTES DO PCCTAE

PLANO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL DOS SERVIDORES INTEGRANTES DO PCCTAE PLANO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL DOS SERVIDORES INTEGRANTES DO PCCTAE Ministério da Educação Novembro de 2013 1 SUMÁRIO 1. Apresentação 1.1 Introdução 1.2 Base Legal 1.3 Justificativa 2.

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA RESOLUÇÃO Nº 06/2013 DO CONSELHO DIRETOR SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Institui o Programa de Apoio à Qualificação (QUALI-UFU) mediante o custeio de ações de qualificação para os servidores efetivos: docentes

Leia mais

Política de Logística de Suprimento

Política de Logística de Suprimento Política de Logística de Suprimento Política de Logística de Suprimento Política de Logística de Suprimento 5 1. Objetivo Aumentar a eficiência e competitividade das empresas Eletrobras, através da integração

Leia mais

RIO GRANDE DO NORTE LEI COMPLEMENTAR Nº 478, DE 27 DE DEZEMBRO DE 2012.

RIO GRANDE DO NORTE LEI COMPLEMENTAR Nº 478, DE 27 DE DEZEMBRO DE 2012. RIO GRANDE DO NORTE LEI COMPLEMENTAR Nº 478, DE 27 DE DEZEMBRO DE 2012. Dispõe sobre concessão de incentivos à inovação e à pesquisa científica e tecnológica no âmbito do Estado do Rio Grande do Norte.

Leia mais

OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS

OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS Esta seção apresenta alguns dos problemas da gestão da cadeia de suprimentos discutidos em mais detalhes nos próximos capítulos. Estes problemas

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS SECRETARIA DE ESTADO DE PLANEJAMENTO E GESTÃO EDITAL DE CONCORRÊNCIA Nº 14/2014

GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS SECRETARIA DE ESTADO DE PLANEJAMENTO E GESTÃO EDITAL DE CONCORRÊNCIA Nº 14/2014 ANEXO V SISTEMA DE REEQUILÍBRIO ECONÔMICO-FINANCEIRO PÁGINA 1 DE 17 SUMÁRIO PARTE I DA ALOCAÇÃO DOS RISCOS... 3 1. DISPOSIÇÕES GERAIS... 3 2. SEÇÃO 1: DOS RISCOS DO PODER CONCEDENTE... 3 3. SEÇÃO 2: DOS

Leia mais

PROVA DE LEGISLAÇÃO Apenas as alternativas II e III são garantias contratuais admitidas para contratos com a Administração Pública.

PROVA DE LEGISLAÇÃO Apenas as alternativas II e III são garantias contratuais admitidas para contratos com a Administração Pública. PROVA DE LEGISLAÇÃO 1 São admitidas como garantias contratuais para as contratações de obras, serviços e compras efetuados pela Administração Pública: I Hipoteca de imóveis. II Seguro-garantia. III Fiança

Leia mais

A Terceirização da Manutenção como Estratégia Competitiva nas Organizações

A Terceirização da Manutenção como Estratégia Competitiva nas Organizações A Terceirização da Manutenção como Estratégia Competitiva nas Organizações Alessandro Trombeta Supervisor de Manutenção Valdemar Roberto Cremoneis Gerente Industrial Cocamar Cooperativa Agroindustrial

Leia mais

MASTER IN PROJECT MANAGEMENT

MASTER IN PROJECT MANAGEMENT MASTER IN PROJECT MANAGEMENT PROJETOS E COMUNICAÇÃO PROF. RICARDO SCHWACH MBA, PMP, COBIT, ITIL Atividade 1 Que modelos em gestão de projetos estão sendo adotados como referência nas organizações? Como

Leia mais

IMPUGNAÇÃO AO INSTRUMENTO CONVOCATÓRIO

IMPUGNAÇÃO AO INSTRUMENTO CONVOCATÓRIO ILUSTRÍSSIMO SENHOR ABDIAS DA SILVA OLIVEIRA DESIGNADO PREGOEIRO PARA O PREGÃO ELETRÔNICO Nº 4/2015 DO MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR PREGÃO ELETRÔNICO: 4/2015 COQUEIRO &

Leia mais

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO DECRETO Nº.1478-R de 14 de Abril de 2005 Regulamenta a Lei Complementar nº290, de 23 de junho de 2004, publicada no Diário Oficial do Estado em 25 de junho de 2004, que dispõe sobre a criação da Fundação

Leia mais

Agência de Propaganda

Agência de Propaganda Agência de Propaganda Um assinante do Consultor Municipal fez a seguinte consulta: As empresas de propaganda e marketing são consideradas agências? E qual seria a base de cálculo do ISS? Por ser um assunto

Leia mais

EDITAL Nº 05 DDG/CGPROG/2013

EDITAL Nº 05 DDG/CGPROG/2013 PROCESSO SELETIVO DE SERVIDORES PÚBLICOS FEDERAIS PARA CADASTRO DE INSTRUTORES DOS CURSOS DE GESTÃO DE MATERIAIS E FUNDAMENTOS DA GESTÃO DA LOGÍSTICA PÚBLICA E TEORIA GERAL DA LICITAÇÃO EDITAL Nº 05 DDG/CGPROG/2013

Leia mais

MINISTÉRIO DA DEFESA SECRETARIA DE CONTROLE INTERNO GERÊNCIA DE AUDITORIA TOMADA DE CONTAS ANUAL SIMPLIFICADA RELATÓRIO DE AUDITORIA Nº 18/2007/GEAUD/CISET/MD TIPO DE AUDITORIA : AVALIAÇÃO DE GESTÃO EXERCÍCIO

Leia mais

MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO SECRETARIA DE ECONOMIA E FINANÇAS (Contadoria Geral / 1841)

MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO SECRETARIA DE ECONOMIA E FINANÇAS (Contadoria Geral / 1841) 1 MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO SECRETARIA DE ECONOMIA E FINANÇAS (Contadoria Geral / 1841) ORIENTAÇÃO TÉCNICO-NORMATIVA N º 01 - PLANEJAMENTO DAS CONTRATAÇÕES 1. Nesta orientação, por questão

Leia mais

Programa San Tiago Dantas de Apoio ao Ensino de Relações Internacionais

Programa San Tiago Dantas de Apoio ao Ensino de Relações Internacionais C A P E S Programa San Tiago Dantas de Apoio ao Ensino de Relações Internacionais A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) convida as instituições públicas de ensino superior

Leia mais

Página 1 de 19 Data 04/03/2014 Hora 09:11:49 Modelo Cerne 1.1 Sensibilização e Prospecção Envolve a manutenção de um processo sistematizado e contínuo para a sensibilização da comunidade quanto ao empreendedorismo

Leia mais

I sob o enfoque contábil: Modelo de Projeto de Lei de Controle Interno Controladoria e Auditoria

I sob o enfoque contábil: Modelo de Projeto de Lei de Controle Interno Controladoria e Auditoria Modelo de Projeto de Lei de Controle Interno Controladoria e Auditoria Dispõe sobre a organização e a atuação do Sistema de Controle Interno no Município e dá outras providências. CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES

Leia mais

XLIII PLENÁRIA NACIONAL DO FÓRUM DOS CONSELHOS ESTADUAIS DE EDUCAÇÃO - FNCE

XLIII PLENÁRIA NACIONAL DO FÓRUM DOS CONSELHOS ESTADUAIS DE EDUCAÇÃO - FNCE XLIII PLENÁRIA NACIONAL DO FÓRUM DOS CONSELHOS ESTADUAIS DE EDUCAÇÃO - FNCE O Futuro da Educação a Distância na Educação Básica Francisco Aparecido Cordão facordao@uol.com.br Dispositivos da LDB e DECRETOS

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 57, DE 23 DE MAIO DE 2013

RESOLUÇÃO Nº 57, DE 23 DE MAIO DE 2013 RESOLUÇÃO Nº 57, DE 23 DE MAIO DE 2013 O CONSELHO UNIVERSITÁRIO da Universidade Federal do Pampa, em sua 41ª Reunião Ordinária, realizada no dia 23 de maio de 2013, no uso das atribuições que lhe são conferidas

Leia mais