Contribuição à Consulta Pública 12/2013

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1 Contribuição à Consulta Pública 12/2013 Apresentação Este documento é uma contribuição do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria e Comércio de Energia Elétrica do Mato Grosso do Sul, doravante denominado Sindicato, à Consulta Pública da Agência Nacional de Energia elétrica 12/2013 para tratar obter subsídios à disciplina dos contratos de compartilhamento de recursos humanos e de infraestrutura entre geradoras, transmissoras e distribuidoras de energia elétrica e suas partes relacionadas, no âmbito da Revisão da Resolução Normativa nº 334/2008, cujo processo de discussão com a sociedade se iniciou com a Audiência Pública nº 41/2012. Recentemente, o Sindicato apresentou-se à Audiência Pública 122/2013 para tratar dos Planos de Recuperação e Correção de Falhas e Transgressões propostos pela Energisa para as concessionárias de distribuição do Grupo Rede sob intervenção dessa Agência. Entre os itens propostos pela Energisa 1, doravante denominado Plano de Recuperação e Correção das Falhas e Transgressões para Enersul, consta um detalhamento das atividades a serem compartilhadas entre as empresas ex- Grupo Rede e a nova empresa originada a partir da compra pela Energisa. Foram elencados dezenas de itens divididos em dois grupos: I) infra-estrutura e II) prestação de serviços. Ainda que essa Consulta não seja específica para tratar do caso do Grupo Rede, estamos certos que a experiência recente sobre esse tema no Grupo pode contribuir, sem prejuízo de qualquer monta, para o objeto dessa Consulta. Parece-nos que o caso em questão foi uma exacerbação do compartilhamento financeiro, de estrutura e pessoal que resultou na intervenção da ANEEL em oito concessionárias de distribuição de energia elétrica. Em nossa avaliação, não fosse o compartilhamento não haveria motivos para intervenção na Enersul, o que demostra a tamanha importância da questão em relevo. Essa contribuição divide-se em três partes. A primeira é uma Introdução em que são apresentados alguns aspectos gerais sobre o tema compartilhamento a partir da visão do Sindicato. A segunda parte traz considerações à proposta de resolução normativa para a Consulta Pública 12/2013 em questão e a terceira parte retoma a Resolução Normativa número 334 de 2008 em aspectos que não foram abordados por essa Consulta, mas que o Sindicato considera de suma importância face à experiência vivida com a gestão do Grupo Rede. Introdução Desde agosto de 2012 oito distribuidoras do Grupo Rede estão sob intervenção da ANEEL. O objetivo da intervenção é proporcionar a recuperação dessas empresas, cujas condições operacionais e financeiras ameaçavam a prestação do serviço de energia elétrica. Como parte desse processo a Energisa, empresa interessada em adquirir todas as 08 distribuidoras, porque não foi permitido pela ANEEL o fatiamento da compra, apresentou um diagnóstico e um plano de recuperação para cada 1 Plano de Recuperação e Correção das Falhas e Transgressões para Enersul, disponível em _plano_de_recuperacao_e_correcao_das_falhas_e_transgressoes_final_com_correcao.pdf. Consultado em 29/12/2013 1

2 uma delas. O tema do compartilhamento de estrutura e pessoal surge no plano como premissa para recuperação e aumento do nível de eficiência operacional e financeira. Em seu Plano 2 a Energisa afirma a intenção de realizar compartilhamento i) atividades que são tradicionalmente terceirizadas, para as quais podem ser obtidas referenciais de mercado para a contrata o; ii) atividades meio para execução do serviço. Não há intenção do controlador de qualquer compartilhamento de estrutura ou terceirização para as chamadas atividades fim que requeiram o conhecimento local que sejam comumente executadas pelas próprias equipes da empresa ou que não exista ganho de especialização ou escala. Essa afirmação causa severa preocupação ao Sindicato, pois não há definição do que sejam as atividades meio e atividades fim. A despeito da intenção da Energisa, é preciso questionar o que se entende pela divisão de atividades entre meio e fim, pois é fato que existe uma profusão de diferentes compreensões legais sobre o tema no país. Quando a Energisa propõe essas diretrizes não deixa claro o que pretende, pois atividades que são tradicionalmente terceirizadas são diversamente interpretadas no setor elétrico. Da mesma maneira que não existe essa definição para a Enersul, não existe para quaisquer outras concessões do setor elétrico de forma que esse debate fica a cargo de interpretações jurídicas locais. Até o momento a principal norma sobre a atividade de terceirização é a Súmula 331 que permite a terceirização das atividades-meio e proíbe o mesmo para atividades-fim. Os contratos de concessão são extremamente generalistas quanto ao objeto das concessões, o que dificulta a definição do que são atividades-meio e atividades-fim. Na visão deste Sindicato conforme Contrato de Concessão e Contrato Social, o objetivo da Enersul é distribuir e comercializar energia elétrica em 72 municípios do Estado de Mato Grosso do Sul. Para que a Enersul cumpra com sua função, ela tem as obrigações que podem ser classificadas em 4 grandes grupos: a) Manutenção b) Operação c) Ampliação d) Medição e faturamento Dentre essas atividades apenas a operação é primarizada, as demais variam o grau de terceirização. Se não há definição sobre o que são atividades tradicionalmente terceirizadas, e atividades meio e fim, há algo bastante definido que é a unicidade da concessão. No caso do Grupo Rede, e em específico da Enersul, o diagnóstico do interventor reconheceu que: A gestão do Grupo Rede era tão compartilhada e integrada, que havia atividades que deixariam de ser prestadas sem o auxílio das demais empresas e do centro de sistemas compartilhados. 3 Está cada vez mais distante, ao nosso ver, verificar as vantagens e desvantagens do compartilhamento. Quando da Audiência Pública ocorrida em 2012 acerca dos procedimentos a serem adotados para as atividades acessórias o relator, Sr. Edvaldo Alves de Santana, afirmou: 2 Idem. 3 Opinião do Interventor Enersul, disponível em consultado em 29 de dezembro de

3 É bem verdade que o exercício, por uma distribuidora de qualquer atividade que não seja o uso de sua rede, causa problemas razoáveis para o regulador e o fiscal (...) Não tenha dúvida que seria mais cômodo proibir o exercício de qualquer atividade, a não ser o serviço de rede. Mas não sei se seria o melhor para os consumidores, pois proibir outros serviços seria assumir que não se teria qualquer benefício para as tarifas e isso me parece não ser prudente. 4 Nesse caso, segundo a mesma lógica utilizada pelo relator, a mesma prudência caberia a título de evitar a descaracterização das concessões e ferir o princípio da unicidade. E ainda, outra questão bastante delicada, é a qual o real impacto sobre as tarifas. O conceito da modicidade tarifária deve ser comprovado nesse caso, pois caso em contrário o compartilhamento torna-se uma questão desafeta aos interesses dos trabalhadores que assistem o fim dos empregos, a terceirização e a intensificação do trabalho daqueles que permanecem sem contrapartida em ganhos de produtividade (aumento real, PLR, cesta de benefícios, etc...) e não atende também ao interesse dos consumidores que não se beneficiam comprovadamente, sobretudo os consumidores residenciais que são a maioria e os mais desprotegidos por políticas específicas no setor elétrico no tocante à redução tarifária. Se por um lado não incorrer no risco do compartilhamento pode-se privar os consumidores da modicidade tarifária, por outro modo no caso do Grupo Rede ficou evidenciado uma série de prejuízos à unicidade da concessão, aos trabalhadores, aos consumidores e à própria ANEEL. O que seria mais prudente então nesse caso, face às demonstrações que a realidade oferece? Existe concessionária no estado de São Paulo cujo atendimento comercial (call center) opera fora da área da concessão, sob a condição de terceirização. Nesse exemplo, estão presentes as questões da terceirização e da infração ao princípio da unicidade da concessão, ilustrando o quanto a realidade pode ultrapassar a regulação em velocidade de implantação. A ANEEL tem por pressuposto, para elaboração do marco regulatório, a assimetria de informações entre os agentes, está pressuposto a impossibilidade de obter todas as informações, com confiabilidade, dos concessionários. Consideram-se agentes basicamente o poder concedente e o concessionário. O modelo não contempla os trabalhadores e suas representações, assim como o consumidor tampouco tem relevância, devido o modelo vigente de Conselho de Consumidores. A inclusão dos trabalhadores e dos consumidores no modelo da ANEEL dirimiria a assimetria das informações. No caso de fundo em questão, da intervenção do Grupo Rede, os trabalhadores se depararam com um diagnóstico sobre a Enersul com uma série de equívocos. Os erros de diagnóstico poderiam ser minimizados, nesse caso, além de os itens que dizem respeito diretamente aos trabalhadores serem mais bem equacionados a partir da consulta à sua representação. Claro está que o gerenciamento de pessoal é feito pelas direções das concessionárias, porém entre o que é suposto e o que ocorre de fato existem distâncias que poderiam ser diminuídas com a consulta sistemática aos trabalhadores e também aos consumidores. O compartilhamento, em especial o de estrutura e de pessoal, envolve diretamente os trabalhadores. O impacto ocorre sob a forma de perda de empregos, intensificação do trabalho, transferência de postos, etc. É bastante prejudicial, ao nosso ver, para a regulação a ausência de consulta aos trabalhadores através de suas representações. Ainda existe um ponto que nos chama bastante atenção que é sobre a regulação das hodding, pois em se tratando de concessionária de distribuição de energia elétrica, estas são reguladas e 4 Processo /

4 submetidas a contratos de concessão. Questionamos como a ANEEL se posicionará sobre a fiscalização e regulamentação das mesmas nesta consulta pública. II Considerações sobre a proposta de resolução para a Consulta 12/2013 Nessa parte da Contribuição são analisados itens da proposta de resolução apresentada a essa Consulta. As considerações apresentadas referem-se á experiência de compartilhamento vivida pelos trabalhadores da Enersul enquanto empresa do Grupo Rede. Acreditamos que tais apontamentos sejam relevantes para o processo de recuperação em curso das empresas sobre intervenção e, além disso, possa auxiliar a formulação do marco regulatório para impedir os mesmos erros. A proposta de resolução para compartilhamento recursos humanos entre as distribuidoras de energia elétrica prevê que o compartilhamento só possa ocorrer entre as distribuidoras, tal medida visa evitar possibilidades de verticalização entre distribuidoras, transmissoras e geradoras e, dessa forma manter a desverticalização do sistema elétrico. A proposta de resolução apresenta: Art.16 As delegatárias de distribuição de energia elétrica somente poderão compartilhar recurso humanos com outras delegatárias de distribuição de energia elétrica, observados ainda os seguintes comandos: I o compartilhamento apenas pode abranger profissionais que atuem em processos corporativos, sendo vedado compartilhamento de natureza operacional; O compartilhamento de pessoal toma por parâmetro o processo em detrimento do nível hierárquico, dessa forma não fica estabelecido se os trabalhadores são gerentes, supervisores, diretores, etc. Ao nosso ver, essa formulação ainda ignora os problemas já demonstrados pelo Grupo Rede em que trabalhadores lotados na holding não tinham conhecimento das particularidades regionais. O procedimento a ser tomado pode tapar o sol com a peneira, ao julgar que processos são independentes de pessoas. Abaixo elencamos alguns exemplos de situações vividas no Grupo Rede e que a formulação constante nessa resolução não parece dirimir. A Compartilhamento versus Aplicação de recursos Item que corrobora diretamente nas avaliações de satisfação do cliente, é a aplicação ótima dos recursos destinados à expansão do sistema de distribuição, isto visto que a melhoria constante da qualidade do atendimento é impactada principalmente devido a realizações de manutenção no sistema, bem como, da adequação do mesmo para suportar o crescimento do mercado. Quando do compartilhamento de estruturas na Enersul, foi também compartilhado áreas responsáveis pelos estudos e planejamento do sistema, este compartilhamento trouxe dificuldades para a aplicação ótima dos recursos destinados à expansão, visto que, além das especificidades do sistema local, para o qual, seria necessário conhecimento para um planejamento adequado, também trouxe dificuldades em alinhamento entre as atividades de planejamento do sistema local versus as compartilhadas. Através dos gráficos abaixo, podemos observar que a partir de 2011, quando atividades de 4

5 planejamento do sistema voltaram a ser locais, foi possível aplicar recursos em obras extremamente necessárias para adequação do sistema elétrico frente ao crescimento de mercado da área de concessão da ENERSUL. Observa-se também, principalmente em 2011 e 2012, que mesmo com o investimento baixo frente á necessidade da empresa, foi possível otimizar os recursos nas necessidades com maior gravidade, e posteriormente, quando da recuperação do investimento foi então, possível aplicar os recurso necessários para um montante maior de obras, recuperando o sistema em menor tempo. Montante de investimento em ativos de expansão do sistema elétrico. Evolução do parque de transformação de força para atendimento aos consumidores 5

6 Evolução do n de Subestações e Alimentadores para atendimento aos consumidores. Sem a realização destas obras, não seria possível a melhoria continua da qualidade de atendimento dos consumidores e consequentemente a satisfação dos mesmos, visto que a expansão além de adequar o sistema para suportar novas demandas, também traz benefícios a todos os consumidores já atendidos, isto reflete diretamente na qualidade do produto. Consequentemente, a não aplicabilidade ótima dos recursos destinados á expansão, pode ocasionar esgotamento de capacidade de atendimento em algumas regiões, o qual afeta diretamente no crescimento econômico e da qualidade de vida da região, esta retomada dos estudos com suas especificidades locais, vem trazendo o sistema elétrico da ENERSUL a um patamar de qualidade e capacidade de atendimento adequado aos forte crescimento apresentado, e a um nível de satisfação e qualidade já reconhecido pelos clientes através dos prêmios conquistados nestes mesmo período. Uma ótima forma de acompanhar se a gestão de uma concessionária de energia está ou não convergindo para a qualidade/expectativas dos consumidores é através da pesquisa direta de satisfação. A ANEEL, através do Índice Aneel de Satisfação do Consumidor IASC realiza de forma abrangente e imparcial a avaliação das distribuidoras com foco no consumidor mediante pesquisa realizada em 63 distribuidoras do País. Esta pesquisa tem resultados divulgados para o período de 2000 a 2013, com exceção do ano de A observação do resultado da pesquisa do IASC para a ENERSUL sinaliza os efeitos do desinvestimento decorrentes da centralização da gestão promovida pelo Grupo Rede Energia que assumiu o controle acionário da ENERSUL no final do ano de 2008 através de um swap de ativos com o grupo Energias do Brasil. O período de 2009 a 2012 obteve crescimento médio de 0,36% ao ano, crescimento este que se deu graças ao grande esforço dos trabalhadores locais para compensar a perda de foco nas atividades centralizadas. Após o processo de intervenção iniciado em setembro de 2012, as atividades que foram centralizadas pela Rede Energia voltaram a ser executadas localmente na ENERSUL. O retorno destas atividades para a ENERSUL, além dos ganhos de produtividade e financeiros citados pelo interventor na AP 122/2013, promoveu melhoria significativa na qualidade do atendimento e satisfação dos consumidores, resultando em um aumento de 2,8% no IASC da ENERSUL em apenas um ano fechando 2013 com 65,3% 5! 5 O IASC 2013 da Enersul está disponível em consultado em 30 de dezembro de

7 O ganho de desempenho observado é ainda amplificado á medida que o consumidor tem maior consciência de seus direitos e com o aumento da renda para a compra de eletrodomésticos, o que os tornou mais exigentes ano a ano. A ENERSUL saiu de um quadro onde a satisfação de seus consumidores era 5,65% inferior ao patamar BRASIL para um quase 5% superior, conforme segue: O grau acentuado de melhora no indicador da ENERSUL ocorrido em 2013 demonstra o efeito da gestão local para a satisfação dos consumidores e outros efeitos positivos podem ser observados em vários outros indicadores técnicos e comerciais da concessionária. B Compartilhamento versus Faturamento e Arrecadação A Enersul, após a descentralização das atividades de faturamento e arrecadação, vem alcançando resultados muito mais satisfatórios quando da época da centralização. Isto é facilmente comprovado pelos indicadores que foram atingidos mês a mês. Estamos em novembro e o indicador de outubro/13 já está abaixo da meta contratada para Além disto, o maior motivo relacionado ao refaturamento de contas é erro de leitura, mesmo que ocorra a centralização da crítica de faturamento este não terá redução, pois depende de outras ações relacionadas em campo, como por exemplo, substituição de todos os medidores de ponteiro para digital e na primarização da atividade de leitura. A meta de inadimplência foi definida em 2012 contando com um cenário de negociação baseado em políticas de desconto e concessão de prazos que vinhas sendo ofertadas pelo Grupo Rede. Com a intervenção na Enersul, as políticas específicas para a negociação dos débitos foram muito impactadas. Todas as políticas e limites de alçada foram revistos, não permitindo mais descontos de qualquer valor (seja valor original, multas, juros ou atualização monetária), os limites de alçadas inferiores à direção foram restringidos a R$ 20 mil, e valores superiores ou proposição de qualquer desconto devem ser submetidos à aprovação da diretoria. Apesar destas restrições operacionais o indicador em 2013 se mostra em decréscimo, sendo o principal foco de atenção e de aumento do indicador a carteira de débitos em discussão judicial e de dívidas com hospitais. As demais, cuja gestão da cobrança está sob a gestão direta, estão reduzindo mensalmente. Além do esforço financeiro, há um esforço operacional enorme, haja vista que nos últimos cinco anos se obteve êxito em reduzir a distância entre os níveis regulatórios e os níveis de perdas totais praticados pela empresa, como já enfatizado até mesmo pelo Interventor e caracterizado no inicio deste documento, de exequibilidade da trajetória. Há várias ações competitivas de custeio e investimento correntes e necessários ao mesmo tempo, além de um grande desafio de mudança cultural na sociedade. Observa-se que a Enersul vem reduzindo sistematicamente a distância entre o nível regulatório e a perda praticada: 7

8 C Compartilhamento versus Suprimentos Com base no relatório Comentários do Interventor ao Plano Energisa 6, demonstra que não ocorreu perdas financeiras com a descentralização do Suprimentos, conforme abaixo: É importante destacar que além de compras de materiais e equipamentos, a área de Suprimentos da Enersul também realiza todas as contratações de serviços, inerente a processos centralizados, ou seja, acima de R$ ,00, trazendo a mesma transparência e segurança. Os processos são geridos dentro do sistema SAP e previamente aprovados pela Diretoria. D Compartilhamento versus Gestão de Recursos Humanos Com base no histórico dos últimos controladores da ENERSUL (EDP e Grupo Rede), o Sindicato acredita que processo de centralização das atividades das concessionárias em um órgão de gestão corporativa é muito difícil, tendo em vista as necessidades específicas de cada empresa, o que demanda uma gestão focada, direcionada e com poder de tomada de decisão e também o tamanho da área de concessão, tendo como exemplo o Estado de Mato Grosso do Sul com extensão de 328 mil km². Além disso, o trabalhador precisa se sentir valorizado para dar resultado e isto somente irá acontecer se a gestão estiver próxima dele e se ele conseguir se enxergar dentro do contexto. Como dito no Plano Energisa 7, redigido para ser uma análise da Empresa a ser adquirida e suas projeções quanto ao seu futuro, o item 10 Estruturas de Serviços Compartilhados aborda a situação da centralização de atividades nas áreas meio para criação de sinergias entre as Empresas do grupo e a geração de economia de escopo e de escala, reunindo os melhores recursos/talentos sob o 6 Opinião do Interventor Enersul, disponível consultado em 29 de dezembro de Plano de Recuperação e Correção das Falhas e Transgressões para Enersul, disponível em _plano_de_recuperacao_e_correcao_das_falhas_e_transgressoes_final_com_correcao.pdf. Consultado em 29/12/2013 8

9 mesmo teto, centralizando operações realizadas no local de concessão. Sob a ótica deste Sindicato, não ocorrerá um salto qualitativo nas atividades e operações como é descrito no Documento, pois, pelo tamanho do Estado do Mato Grosso do Sul (e das outras áreas de concessão), será impraticável a proximidade da Gestão de Pessoas com os trabalhadores, prática constante da área, para trazer a tranquilidade do apoio da Empresa às necessidades dos mesmos. É reconhecido pelo Interventor em sua análise que, o compartilhamento de infraestrutura e pessoal não foi benéfica e salutar para as empresas do Grupo e, é de conhecimento tácito dos trabalhadores da Enersul que a prática exercida não foi boa para o desenvolvimento da Empresa. A Enersul desenvolve e implementa diversas ações proativas com o objetivo de gerenciar a área de Benefícios, Folha de Pagamento, Remuneração, Treinamento e Desenvolvimento, Recrutamento e Seleção, Segurança e Medicina do Trabalho, a fim de promover a satisfação dos trabalhadores, proporcionando bem-estar, qualidade de vida e segurança, incentivando-os e melhorando seu desempenho profissional. O compartilhamento da Folha de Pagamento da Empresa (tal qual informações sobre Empréstimos, Benefícios, FGTS, Férias, CTPS, Folha de Frequência, Autorizações de Descontos) traz um grande desperdício de tempo e qualidade da informação e não atende os anseios e dúvidas dos trabalhadores, uma vez que com a gestão local essa comunicação é mais próxima e oferece orientação rápida e de maior qualidade. Adiciona-se a função de guarda dos documentos dos trabalhadores e de processamento de folha, que em caso de fiscalização, pode-se responder com mais agilidade e clareza perante a Receita Federal, INSS, Sesi/Senai, dentre outros, minimizando o risco de autuações e multas. Todos estes processos (Folha de Frequência, Folha de Pagamento, Contratações, Inclusões, Informações Legais e correções das informações dos trabalhadores) sendo operados localmente, aumentam a qualidade do atendimento. Atualmente a Enersul atende a vidas, acompanhando em média 06 autorizações diárias, o que requer o monitoramento contínuo dos processos, assegurando o acesso à saúde. O acompanhamento e a comunicação diária com os trabalhadores evita diversos transtornos, além de sanar dúvidas e questionamentos, estabelecendo um plano alinhado às demandas, resultando em tranquilidade e segurança dos beneficiários. Os investimentos na gestão de benefícios fazem parte da estratégia do negócio para a construção de uma base sólida para o futuro da organização. Quanto ao processo de recrutamento e seleção, a manutenção do mesmo de forma descentralizada se justifica, uma vez que, para se recrutar pessoas há a necessidade de conhecer a fundo as particularidades de cada área, o anseio dos gestores mediante o preenchimento do seu quadro funcional e principalmente o perfil dos trabalhadores que já estão em atividade, uma vez que a pessoa recrutada passará a integrar essa equipe e deverá promover mudanças, quando necessário, ou manter o equilíbrio da área. Para isso, o profissional responsável por esta atividade, no momento da seleção vai saber identificar essas competências, que vem ao encontro com seu conhecimento sobre a necessidade e perfil da Empresa, conseguindo selecionar junto aos gestores o candidato que melhor apresenta o perfil para a vaga. Na área de Treinamento e Desenvolvimento, as políticas podem ser centralizadas, mas a execução das mesmas não resta dúvida que necessitam ser local. Mesmo programas e políticas em empresas que hoje atuam separadamente, com ACT s distintos, exemplo disso é o que aconteceu com a Enersul quando o controle passou para a EDP e Grupo Rede, quando os programas ficaram interrompidos ou andaram a margem dos processos corporativos, perdendo a qualidade e o brilho 9

10 em meio aos melindres e a briga de egos. Com relação à rotina, é imprescindível que seja presencial, pois se tratam de atividades que necessitam de ações e supervisões diretas assim como: reuniões com os gestores para um Planejamento Anual de Treinamento mais assertivo às reais necessidades de capacitação do quadro de trabalhadores, verificação de necessidades pontuais de treinamento diante da observação das áreas da Empresa, acompanhamento dos treinamentos, tendo em vista a logística e infraestrutura necessária, coordenação de eventos internos e externos sob responsabilidade da ENERSUL, acompanhamento dos formulários e documentos pertinentes os quais impactam fortemente na garantia da certificação ISO 9001:2008 e levantamento das expectativas e feedback dos trabalhadores em relação aos treinamentos realizados. Para a área de serviço social, por se tratar de processo estratégico por desenvolver um trabalho de orientação e acompanhamento, fortalecendo o vínculo entre colaborador, empresa e família, a gestão local é essencial. As atividades de rotina contemplam: visitas domiciliares e hospitalares, além de ligações periódicas aos trabalhadores com afastamento acidentários e previdenciários, orientação, montagem e acompanhamento dos processos de afastamento junto ao INSS, acompanhamento dos trabalhadores que retornam ao trabalho com restrições e readaptação profissional, atendimento social aos trabalhadores e familiares em caso de falecimento de dependente e familiar, além de repasse mensal de informações para folha de pagamento dos valores dos benefícios deferidos pelo INSS dos afastados. Estas práticas hoje existentes na Enersul proporcionam um ambiente de valorização e qualidade de vida, mantendo as pessoas motivadas e engajadas em busca do cumprimento de suas metas, resultando em uma vantagem competitiva para o negócio. Vale ressaltar que o Estado de Mato Grosso do Sul é muito extenso, sendo de suma importância que conheça as características de cada região e a necessidade da mesma em relação à Empresa. Em suma, a descentralização traz: 1) Maior agilidade nas tomadas de decisões dos processos pela proximidade com a base operacional; 2) Proximidade entre os gestores e a área técnica/administrativa para análise de tomada de decisões; 3) Facilidade e rapidez na tramitação de documentos, coleta de assinaturas; 4) Conhecimento do histórico profissional de cada um dos trabalhadores; 5) Possibilidade de análise pontual do know-how dos trabalhadores para acompanhamento da trajetória profissional. E - Compartilhamento versus Gestão tributária A Enersul possui uma qualificada área tributária estruturada em sua sede que já atende às necessidades que vão além da apuração e recolhimento dos tributos federais, estaduais e municipais: o relacionamento com o fisco. Entendemos que a centralização em estrutura corporativa pode ser desastrosa, considerando que dificulta a comunicação, e compromete a exatidão e precisão de informações, cujo contato direto pode evitar intimações e notificações. Consideramos inviável a centralização corporativa das atividades ligadas à área tributária, uma vez que os tributos, sobretudo os locais, tais como o ISSQN (Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza), de competência municipal, e o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços de Transporte Intermunicipal e Interestadual e de Comunicação), de competência estadual, 10

11 são regidos pelas particularidades de cada região. Desta forma, ressaltamos a importância do trabalho local de acompanhamento permanente e relacionamento com as prefeituras e secretarias de fazenda e arrecadação de receitas, secretarias de finanças e órgãos fiscalizadores, fiscais e auditores, que mantemos contato direto para solução de problemas e acordos firmados antes da instauração de procedimento fiscal. A Enersul, contribuinte diferenciado na Receita Federal do Brasil, mantém contato direto com analistas e auditores, sendo muitas vezes necessário o deslocamento até o órgão para reuniões presenciais para tratar de assuntos tributários. F Compartilhamento versus segurança do trabalho Na Enersul, a realização de campanhas de educação, conscientização e orientação, visando à prevenção de acidentes do trabalho e de doenças ocupacionais, é de responsabilidade da Coordenação de Segurança do Trabalho, que está subordinada à Gerência de Gestão de Pessoas e Segurança do Trabalho. Possui estrutura de segurança do trabalho que atende à legislação. Com a gestão local, em 2012 dando continuidade ao Projeto Segurança em Primeiro Lugar, uma campanha foi realizada, onde o carro chefe da campanha foram as 15 regras de segurança. A intenção é estimular entre os colaboradores da Companhia e dos Prestadores de Serviço, o compromisso com as normas e procedimentos de segurança. Para disseminar as regras foram criados diversos materiais didáticos, como folders, adesivos, bandeirolas e jogos com ilustrações de impacto, que ajudassem na memorização das regras de segurança por parte dos colaboradores, tornado-se mais uma ferramenta de prevenção de acidentes do trabalho. O material foi distribuído em toda a empresa e nas prestadoras de serviço, além de ficarem disponíveis e de acesso de todos para continuidade da campanha. Ainda em 2012, mais de mil profissionais terceirizados receberam treinamento de capacitação para eletricista de distribuição. Esta agilidade e aproximação só acontecem por a gestão ser local. G Compartilhamento versus Engenharia Com relação ás áreas de Projetos e Construção de Linhas e Subestações e MT/BT, podemos dizer que essas áreas passaram por um processo de centralização da Engenharia durante o período sobre controle do Grupo Rede nas quais várias atividades foram degradadas. Com a intervenção, foi extinta a Engenharia Coorporativa do Grupo Rede iniciando o processo de reestruturação da área, com o objetivo de internalizar os projetos de subestações e linhas de transmissão e distribuição, reestruturar o quadro de colaboradores, e investindo na melhoria de seus técnicos. A área de projetos tem trabalhando em sinergia com o Planejamento no intuito de antecipar as ações referentes aos ciclos de obras, permitindo assim definição mais precisa dos investimentos e consequente contratação otimizada das obras. Estas ações permitem ainda antecipar os requisitos técnicos, legais e ambientais, reduzindo o risco de atraso nas obras. A gestão econômica das obras é realizada através do sistema SAP, permitindo pleno acompanhamento dos contratos com as empreiteiras, compra de equipamentos (valores e status), demandas de outras áreas dentro da obra, bem como de valores previstos e realizados de forma ágil, interagindo com as áreas de controle de ativos e financeira. Mais um exemplo que a descentralização trouxe vantagens para empresa, pois com a valorização da área técnica houve um reflexo na qualidade de serviço prestado ao consumidor e também na melhor apropriação dos recursos destinados aos empreendimentos. H- Compartilhamento versus Informática 11

12 Em 2007 a EDP decidiu terceirizar toda a área de TI das empresas que controlava (Bandeirante, Escelsa, Enersul e demais), visando diminuir os custos e concentrar os esforços no Core Business da empresa. Para segurança do negócio foi mantida a equipe de analistas seniores na TI local com a função de gestão contínua dos contratos, níveis de serviço, suporte às atividades da terceirizada e com capacidade de manter as atividades em caso de rompimentos contratuais. Ao ser adquirida em 2008 pelo Grupo Rede, houve estudo de impacto na transferência de responsabilidades para a equipe corporativa e chegou-se à decisão de manter os analistas locais devido à grande diferença técnica entre a estrutura da Enersul e demais empresas do Grupo. Com isso a dissolução da holding não afetou a Enersul, pois era a única empresa do Grupo Rede que possuía estrutura de TI independente, confirmando que a gestão local mantem a unicidade das empresas conforme exige o contrato de concessão. A detenção do conhecimento dos analistas da empresa permitiu que durante todo o período, até esse momento, a TI trabalhasse sem qualquer influência das demais empresas do Grupo Rede, ressalvando que decisões estratégicas eram definidas pelo Corporativo, porém processos específicos da Enersul tinham embasamento fundamentado nos conhecimentos técnicos e do negócio dos analistas da empresa que inclusive davam apoio aos analistas e gerentes corporativos. Segue abaixo um breve resumo, com descritivo sucinto das atividades de cada cargo: 1 Gerente de TI Direciona a área, tomando decisões que contribuam diretamente com as metas da empresa, visando obtenção dos melhores resultados tanto técnicos quanto financeiros; 2 Analistas de TI Responsáveis pelas gestões técnicas dos sistemas utilizados na empresa, entre eles SAP, GIS, Telemedições, departamentais etc.; Os levantamentos, análises de requisitos, definições e desenhos de soluções para atendimento às demandas da empresa, assim como execuções e continuidade da prestação dos serviços por parte dos fornecedores cabe a esses profissionais. Cabe também aos mesmos o apoio aos demais colaboradores das áreas da Enersul; 3 Analista de Suporte Toma decisões, direciona e controla atividades relativas à infraestrutura de TI da empresa e também faz a gestão dos terceirizados nas execuções dos projetos e prestação de serviços; 4 Analista de Planejamento e Orçamento Elabora e controla o PMSO na TI, de acordo com os objetivos traçados pela alta direção, sendo que para o Investimento recebe informações dos analistas que definem estratégias e metas anuais da área. Apoia técnica e administrativamente a gerência, os analistas e o assistente administrativo nas atividades pertinentes ao planejamento e controle orçamentário. 5 Assistente Administrativo Responsável pela inclusão de registros documentais nos sistemas utilizados, atualizações e acompanhamento do andamento dos processos, para todas as atividades relacionadas aos controles administrativos e financeiros da área. Todas as soluções corporativas implantadas na Enersul (SAP, GIS, Sistema Comercial etc.) estão baseadas no desenho dos processos utilizados pela empresa e dispomos destas documentações para serem consultadas a qualquer momento. 12

13 Em 2006 foi implantada a versão atual, baseada nas melhores práticas das então distribuidoras do grupo EDP. Esta implementação possui todas as adequações necessárias para o atendimento específico das demandas de projetos de distribuição, subestação, linhas, automação, telecom, através do módulo PS (Projetos). Possui ainda o modulo PM (Manutenção) que atende a gestão de equipamentos, ordens de manutenção, notas, gestão de centros de trabalho, apontamento de time sheet. Este é utilizado pelas áreas de distribuição, subestação, linhas, automação, telecomunicação, informática, gestão de frotas, gestão de imóveis e COD para solicitação de interrupção e bloqueio de religamento automático. Como o SAP é um ERP, possui integração nativa entre todos os módulos do sistema, desta forma todos os lançamentos efetuados refletem simultaneamente nos módulos MM(Logístico), HR (Recursos humanos) QM (Qualidade), IM (Investimento), CO (Controladoria), FI TR(Financeiro), FI GL(contabilidade/Fiscal) e AA(Ativos). O SAP Enersul possui integração com os sistemas SIT (Georreferenciado), PowerOn (Operação) e CS (Comercial - para solicitação de aumento de carga e faturamento) e outros. Como resultado do amadurecimento desta solução temos estabilidade do ambiente, robustez, aderência aos processos, com baixa demanda de manutenção. A Enersul possui uma forte cultura de utilização de sistemas, com usuários avançados em todas as áreas da empresa, com grande conhecimento nas diversas aplicações e procedimentos que suportam os seus processos. Dentre eles destacamos: 1 Sistema técnico da General Eletric (Small World), implantado há 8 anos. Esta aplicação integra os projetos com o cadastro de rede elétrica. Quando um novo projeto é liberado, ele está automaticamente cadastrado no sistema e seus dados disponíveis para utilização imediata em todas as áreas da empresa, dispensando o retrabalho e agilizando o atendimento ao cliente; 2 Na operação do sistema elétrico (COD) o sistema PowerOn (General Eletric) possui a função de agrupar ocorrências em pontos de defeitos, diminuindo a demanda de mão de obra para o atendimento em campo, além de agilizar o atendimento que resulta em menores índices de DEC, FEC, DIC, FIC e DMIC; 3 Todas as ordens dos sistemas comercial e técnicos são despachadas pelo sistema mobile, transmitidas em tempo real por GPRS e/ou VHF; 4 Possuímos sistemas de telemetria para medição de fronteira, clientes livres, clientes horosazonais e clientes rurais que possibilitam o acompanhamento, fiscalização e leitura de medição remotamente. Como exemplo, pode-se citar o Turtle, que realiza leitura remota de 30 mil unidades consumidoras rurais mensalmente, no amplo território da concessão da Enersul; 5 Sistema de supervisão e controle de subestações, que possibilita a operação remota de 98% das subestações da Enersul, utilizando sistema de comunicação próprio; 6 No SAP há integração dos módulos de projeto e manutenção aos módulos logístico, recursos humanos, fiscal, financeiro e contábil, que resultam no melhor gerenciamento das áreas da 13

14 empresa envolvidas nos processos de distribuição. Um exemplo é a gestão de depósitos, que apresenta otimização do estoque de materiais, apoiando o melhor gerenciamento financeiro da empresa. A Enersul foi a última empresa a integrar o Grupo Rede. Devido aos seus bons resultados regulatórios, administrativos e financeiros, quando comparados às demais empresas do grupo, foi uma opção estratégica manter os processos, que serviriam de base para adequar as demais empresas no mesmo patamar, já que a Enersul tinha a melhor estrutura de sistemas no Grupo. Como resultado há esta diferença de padronização. O Sistema de leitura e impressão simultânea de faturas adotado pela Enersul possui custo 30 vezes menor que o utilizado pelas demais empresas do grupo, com funcionalidades que atendem plenamente as necessidades da empresa. O sistema técnico utilizado pelas demais empresas da Rede, foi avaliado pelos usuários da Enersul e reprovado. O sistema Small World implantado na Enersul é padrão mundial e atende as maiores distribuidoras do setor elétrico brasileiro, com alto nível de confiabilidade. Os profissionais de TI da Enersul, foram avaliados pela EDP através de consultoria especializada e considerados essenciais para administração dos serviços terceirizados por deterem conhecimento do negócio da empresa, conhecimento da estrutura implantada e conhecimento técnico, isso demonstra a importância de equipe local e o ganho que isso representa para a empresa. No texto da resolução proposta lê-se: II - Cada participante deve manter um quadro administrativo mínimo individual suficiente para o desempenho adequado de cada processo compartilhado; O Síndicato entende que se deva preservar o corpo técnico e administrativo próprio, suficiente e adequado, à continuidade do serviço inclusive em hipótese de extinção da outorga. Preservando a unicidade da concessão conforme previsto no contrato de concessão e voto do relator na AP 41/12. A manutenção de um quadro mínimo é por demais abrangente para garantir que os erros já observados em função do compartilhamento deixem de ocorrer. Ademais, caso o estabelecimento de um quadro mínimo passe a ser uma exigência isso significa um retorno à Empresa de Referência que construía um quadro mínimo para estabelecimento de valores dispensados com o OPEX das distribuidoras de energia elétrica. O Sindicato identificava problemas na Empresa de Referência, sobretudo quanto à impossibilidade da mesma comportar a PLR, o Plano de Cargos e Salários e o reajuste anual de salários dos trabalhadores. Ao falar em quadro mínimo para processos corporativos não deixa de ser coerente com esse conceito o estabelecimento de quadro mínimo também para atividades operacionais. Esse pleito vai no sentido de dirimir as discussões sobre atividades meio e fim e atividades terceirizadas. IV a cota de cada distribuidora no rateio não poderá ultrapassar o limite correspondente a 20% (vinte por cento) do montante de despesa da sua rubrica pessoal, registrada no Balancete Mensal Padronizado (BMP) referente ao mês de dezembro do ano anterior ao pedido de anuência. 14

15 Entendemos que o total de recursos humanos compartilhado deva ser inferior a 6% (seis por cento) das despesas com pessoal visando a preservação da autonomia e individualidade das concessões (conforme proposta do relator AP 41/12), pois o percentual de 20% conforme proposto nesta consulta pública e também como proposto na contribuição do próprio Grupo Rede na Audiência Pública 41/12 pode leva ao mesmo erro cometido com as empresas pertencentes ao Grupo Rede, que fez um compartilhamento exagerado e que comprometeu a saúde financeira das empresas e também sua unicidade. Concluindo, não se verifica que os consumidores tenham sido beneficiados com a terceirização e precarização dos trabalhadores do setor elétrico através da redução de gastos na Parcela B com despesa de mão-de-obra. Ao contrário, constata-se na maioria dos casos piora no atendimento, desorganização nos processos e aumento do número de acidentes. III Demais considerações sobre compartilhamento A proposta de resolução normativa para a consulta em relevo trata de rediscutir alguns itens compartilhamento de infraestrutura e recursos humanos - da Resolução número 334 de 21 de outubro de 2008, porém alguns temas que julgamos de suma importância não estão sobre e discussão. Abaixo elencaremos os itens da Resolução 334 que gostaríamos de rediscutir à luz da experiência vivida no Grupo Rede. Na Resolução 334 de 2008 lê-se: Subseção I Da aquisição de tecnologia Art. 15. Os negócios jurídicos que tenham por objeto a aquisição de nova tecnologia, relacionada a bens ou serviços, deverão conter prova de novidade e utilidade prática com melhoria funcional, derivadas da aquisição pretendida. (...) Os gastos relacionados com a aquisição de nova tecnologia, na forma estabelecida por esta Resolução, deverão atender aos requisitos de normalidade, usualidade e necessidade à manutenção das atividades das concessionárias, permissionárias e autorizadas, ficando expressamente vedada a contratação. Entendemos que esta questão de aquisição de novas tecnologias deve ser tratada com muito cuidado, pois todo custo recai sobre a parcela B, refletindo na tarifa e consequentemente para o consumidor. Neste aspecto, tivemos uma experiência com o Grupo Rede que foi muito desgastante, pois diferentemente das demais empresas do Grupo Rede Energia, a ENERSUL possui histórico de 11 anos de gestão utilizando o sistema SAP desde 1999, o que permite uma gestão detalhada e customizada das várias atividades desempenhadas com o suporte desta ferramenta. A escolha do sistema SAP teve como principal motivador o fato de se tratar de sistema consolidado e mundialmente utilizado em empresas de referência nas mais diversas atividades econômicas. Outros sistemas como, por exemplo, o SMALL WORLD e PowerOn da General Electric seguem o mesmo raciocínio e trazem muitos benefícios ao processo de gestão. As outras empresas do Grupo utilizavam um sistema caseiro e que não era integrado. Na época o Grupo Rede queria fazer a troca de sistema, a Enersul demonstrou, depois de muita conversa e discussão, o ganho que o Grupo teria com uma ferramenta como o SAP. 15

16 Neste sentido, entendemos que qualquer mudança deve ser amplamente estudada visando não apenas o ganho de custos diretos com o software, mas também levando em consideração possíveis perdas de histórico de dados, perda de gestão e de funcionalidades atualmente presentes que certamente levam ao incremento de custos indiretos e também como isso reflete na parcela B. Outra preocupação está relacionada à utilização de sistemas que atendem uma gama de consumidores espalhados em boa parte do território nacional. Estes sistemas devem possuir a confiabilidade e o porte necessário ao atendimento que a distribuição de energia, hoje item essencial a vida humana. A seleção de fornecedores como SAP e GE, dão o respaldo necessário a continuidade dos serviços em casos de troca de controladores de grupos ou da empresa individualmente, o que não fica evidenciado quando da utilização de sistemas próprios. III - Conclusão Este Sindicato manifestou-se especialmente preocupado com o tema tratado nessa Consulta, sobretudo devido aos resultados que o compartilhamento (financeiro, estrutura e de pessoal) gerou para as empresas do Grupo Rede Energia. Na Contribuição à AP 122/2013 mencionamos que o excessivo e descontrolado compartilhamento não foi um elemento favorável à gestão financeira e operacional, o resultado foi exatamente o oposto. O compartilhamento possibilitou uma gestão financeira temerária e não gerou ganhos de eficiência operacionais. Esse documento teve foco na realidade recente vivenciada pela Enersul enquanto concessionária do Grupo Rede. A nova resolução proposta e sob análise na presente Consulta, ao ver desse Sindicato, não oferece condições de sanar os problemas já apontados. Dessa forma é temerário aplicar uma regulação supostamente nova antes de exaustivamente discutida por todos. Espera-se da ANEEL análise desse material e desde colocamo-nos à disposição para esclarecer e aprofundar o debate sobre o tema e a experiência vivenciada pelos trabalhadores representados por esse Sindicato. 16

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