Recomendações para a Instalação de Equipamentos de Informática

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1 Recomendações para a Instalação de Equipamentos de Informática Empresa de Processamento de Dados do Estado do Pará Assessoria da Presidência Belém - Pará

2 PRODEPA Empresa de Processamento de Dados do Estado do Pará Assessoria da Presidência Objetivo do Documento: Fornecer um documento de referência aos órgãos do Governo do Estado do Pará contendo as informações básicas necessárias a instalação física de equipamentos de informática. Obs.: Este documento foi elaborado e redigido pela Assessoria da Presidência (Eng. Marcelo Barretto) com a participação da Divisão de Redes Locais (Enga. Alessandra Barreiros) e da Divisão de Infra-estrutura (Eng. Antonio Malaquias). Data da última atualização: Outubro/99 Página 2

3 Sumário Lista de Figuras... 4 Lista de Tabelas... 4 Lista de Abreviaturas... 4 I Introdução... 5 I.1 Vantagens de uma boa Instalação Física... 6 I.2 Abrangência das Recomendações... 6 I.3 Garantia dos Equipamentos... 6 II Componentes da Instalação... 6 III - Condições Ambientais... 7 IV - Condições da Instalação Elétrica... 8 IV.1 - Dimensionamento de Condutores de Força... 8 IV.2 - Exemplo de Dimensionamento IV.3 - Quadro de Distribuição IV.4 Tomadas Elétricas V Aterramento V.1 - Condições de Aterramento V.2 - Sugestões para um Bom Aterramento VI - Instalação dos Cabos Lógicos VII - Instalação dos Conectores VII.1 - Conectores Macho BNC VII.2 - Conectores BNC Tipo T VII.3 - Conectores Macho RJ VIII Observação Final Página 3

4 LISTA DE FIGURAS Figura 1 Cadeia para a Operacionalização de Equipamentos... 5 Figura 2 Tomada de Alimentação do tipo PIAL Figura 3 Sugestões para um bom Aterramento Figura 4 Pinagem do Conector RJ LISTA DE TABELAS Tabela 1 Seção Nominal de Condutores & Corrente Calculada... 9 Tabela 2 Número de Condutores & Fator de Correção Tabela 3 Seção de Condutores em mm 2 & AWG Tabela 4 Seção Mínima dos Condutores Fase & Terra Tabela 5 Convenção para o Cabo UTP Categoria Tabela 6 Recomendação EIA/TIA 568-A para o Cabo UTP Categoria LISTA DE ABREVIATURAS ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas EIA Electronic Industry Alliance TIA Telecommunications Industry Association AWG American Wire Gauge BNC Bayonet Neil-Concelman ou British Naval Conector UTP Unshielded Twisted Pair Página 4

5 I - INTRODUÇÃO A crescente necessidade de racionalizar serviços e custos iniciou um processo de padronização de hardware e software de microinformática no Estado. O documento Recomendações para a Padronização de Hardware e Software em Microinformática, disponível em ftp://ftp.prodepa.gov.br/docs/ no arquivo Padrao99.zip, inclusive para o cidadão comum, foi elaborado pela Assessoria da Presidência da PRODEPA com o objetivo de fornecer uma série de especificações mínimas de equipamentos e programas no Estado, as quais podem ser utilizadas na aquisição desses materiais. Este documento é atualizado a cada 3 meses. A necessidade de padronização, motivou o ofício circular No. 005/96-GG, do Exmo. Sr. Governador do Estado do Pará, baseado no artigo 3 º da Lei 5.460, de 25 de maio de 1988, o qual veda a aquisição de equipamentos de Hardware e Software por órgão/entidade da administração direta e indireta do Estado, sem o prévio parecer da PRODEPA. Avançando mais um pouco, a partir de 3 de março de 1994, todos os órgãos da Administração Federal passaram a adotar a licitação do tipo técnica e preço nas compras e locações de informática e telecomunicações, sendo as novas regras explicitadas no decreto de 20/04/94. A Assessoria da Presidência da PRODEPA, desde então, produziu uma metodologia simplificada para definição das propostas vencedoras, associando tabelas de pontuação técnica às especificações mínimas, explicitando claramente as regras de julgamento. Tal metodologia, vem sendo utilizada com sucesso desde 1994, sem que tenha havido qualquer problema com fornecedores sobre a justiça, transparência e imparcialidade do processo de julgamento. Ao lado do aspecto da padronização, supondo-se que os equipamentos finalmente adquiridos possuem uma boa relação custo/benefício, dois outros fatores tornam-se importantes. O primeiro é a verificação de que o material entregue corresponde ao que foi adquirido. O segundo é a manutenção desses equipamentos. Tendo a PRODEPA terceirizado a sua área de manutenção de equipamentos de microinformática e teleprocessamento, atualmente assume apenas a responsabilidade de, quando solicitada, verificar o material entregue e fiscalizar as empresas contratadas para o serviço de manutenção. Entre a verificação e a manutenção, existe o aspecto da instalação física, de fundamental importância na cadeia (ver figura 1) do ciclo de vida do equipamento e da satisfação do usuário. Com o objetivo de auxiliar seus clientes, a Assessoria da Presidência da PRODEPA oferece, através deste documento, também disponível em ftp://ftp.prodepa.gov.br/docs/ no arquivo Insta99.zip, uma série de recomendações mínimas para a instalação física de equipamentos de informática, em especial, microinformática e teleprocessamento. Projeto Especificação Elaboração do Edital Aquisição Verificação Instalação Manutenção Figura 1 Cadeia para a Operacionalização de Equipamentos Para o caso de instalações de redes locais de computadores, outros aspectos se tornam importantes e um documento específico foi produzido, estando também disponível para os órgãos/entidades do Estado e para o cidadão em ftp://ftp.prodepa.gov.br/docs/ no arquivo Página 5

6 Instrede.zip. Tal documento é intitulado Recomendações para a Instalação Física de Redes Locais Departamentais. Entretanto, tais atividades, normalmente associadas à implantação de uma rede local completa e suas interconexões com a PRODEPA, só deverão ser produzidas, após o contato inicial com a Gerência de Clientes (GC) da Diretoria de Relações Institucionais (DRI) e a subsequente análise do problema por pessoal técnico qualificado da PRODEPA, devendo esta demanda ser encaminhada oficialmente à Presidência da empresa. I.1 - VANTAGENS DE UMA BOA INSTALAÇÃO FÍSICA Economia de gastos com reposição ou reparo de equipamentos de microinformática e teleprocessamento; Maior disponibilidade dos equipamentos com a redução do tempo de parada por defeitos; Melhoria da eficiência do suporte e da assistência técnica, tanto da PRODEPA, quanto das empresas contratadas, com a redução da quantidade de defeitos; Otimização da assessoria técnica prestada pela PRODEPA, em caso de expansão do número de equipamentos ou atualização ( upgrade ) de soluções, reduzindo o tempo de atendimento; Aumento do tempo de vida útil do equipamento e conseqüente redução de despesas; I.2 - ABRANGÊNCIA DAS RECOMENDAÇÕES Estas recomendações abrangem equipamentos autônomos ( stand-alone ) baseados na plataforma de hardware do tipo PC, sob controle dos sistemas operacionais Windows 95/98, Windows NT/2000 e Netware, assim como os equipamentos não autônomos sob controle do computador de grande porte da PRODEPA. I.3 GARANTIA DOS EQUIPAMENTOS De uma maneira geral, a experiência e as estatísticas têm demonstrado que, se o equipamento operar normalmente durante os 3 primeiros meses, continuará funcionando por um longo tempo, salvo em caso de defeitos fortuitos: provocados ou externos ao mesmo. O prazo legal de garantia especificado para os equipamentos, em sua maioria, conforme o documento Recomendações para a Padronização de Hardware e Software em Microinformática, é de 1 ano. Para os microcomputadores é de 2 anos. Alguns poucos possuem prazo de 6 meses. É importante o órgão fazer valer o período de garantia dos equipamentos, comunicando a empresa responsável pela venda o mais rapidamente possível. No caso de equipamentos fora do prazo de garantia, a PRODEPA ou a empresa responsável pela manutenção deverá ser acionada para proceder os concertos. Vale ressaltar neste ponto a participação da PRODEPA no processo. Existem equipamentos com número de patrimônio da empresa, pelos quais existe a obrigação de manutenção por parte de seu pessoal. Outros, entretanto, são de propriedade do usuário. Sobre estes, a PRODEPA não pode se responsabilizar, mesmo tendo participado do processo de especificação ou aquisição. Página 6

7 II COMPONENTES DA INSTALAÇÃO A fim de facilitar a comunicação do pessoal envolvido, faz-se necessário definir alguns termos técnicos, que normalmente fazem parte do jargão. Seguem-se os termos: Estabilizador - Equipamento dotado de um transformador de entrada e circuitos de proteção contra oscilações importantes de voltagem e, alguns, de filtro de linha, permitindo uma razoável proteção do equipamento. No-Break - Equipamento dotado de estabilizador, com proteção contra surtos de tensão, (sub e sobretensões), filtro de linha e baterias com autonomia de cerca de 15 minutos, permitindo a operação do equipamento, mesmo na ausência de energia elétrica, para posterior desligamento da máquina, após salvamento dos trabalhos do usuário, no caso de queda da energia elétrica. Normalmente, a unidade de estabilização faz parte deste tipo de equipamento e é de qualidade superior àquela encontrada nos equipamentos somente estabilizadores. Quadro de Distribuição Elétrica para Informática - Quadro de disjuntores dimensionado para equipamentos de informática, dispondo de circuitos elétricos carregados de forma balanceada. Os disjuntores têm a função de proteger as instalações físicas contra sobrecarga e curto-circuitos. Neste quadro chegam as fases, o neutro e o terra. A partir deste quadro são distribuídos os circuitos que vão para as tomadas elétricas de informática. Aterramento de informática - Malha composta de hastes enterradas em local apropriado, a qual fornece uma trajetória de baixa impedância para correntes de fuga, permitindo uma tensão de referência única para todos os equipamentos. Este aterramento, normalmente, também está ligado no quadro de distribuição. Tomada Elétrica Tomada na qual são ligados o estabilizador ou o No-Break, cuja instalação é padronizada pela ABNT. Na tomada chegam 3 fios: uma fase, o neutro e o terra, provenientes do quadro de distribuição. Modem Equipamento que converte os sinais digitais do microcomputador ou terminal em sinal analógico compatível com os equipamentos da concessionária de telecomunicações e vice-versa. III CONDIÇÕES AMBIENTAIS As recomendações para as condições ambientais do local são as seguintes: 1. Área - O equipamento deve ser instalado em uma área livre de no mínimo 30 cm em suas laterais, de forma a facilitar manutenções preventivas e corretivas, tanto do próprio equipamento como de uma eventual rede; 2. Circulação de Ar - O ambiente deve permitir uma permanente circulação de ar e ser isento de poeira, limalhas industriais e de gases oxidantes. O uso de ar condicionado é recomendável mais para retirar a humidade excessiva do ar, do que para manter a temperatura baixa; 3. Pisos - Pisos com carpetes ou forrações não são recomendáveis, pois acumulam poeira e eletricidade estática, que podem ocasionar falhas intermitentes nos equipamentos. Tais falhas são as mais difíceis de serem diagnosticadas e corrigidas; 4. Iluminação - O mínimo recomendável para a iluminação é que a mesma não deve incidir diretamente sobre o vídeo e seja suficiente para não causar fadiga e danos aos olhos dos usuários; 5. Umidade - Os principais fatores climáticos são a umidade relativa do ar e a temperatura de operação. Em Belém, a umidade é fator mais importante do que a própria temperatura, pois permanece entre 85 e 90% a maior parte do ano, subindo para até 97% na época das Página 7

8 chuvas. A faixa recomendável para a umidade relativa do ar é de 5% a 80%. Estes valores só são obtidos com o uso do ar condicionado; 6. Temperatura - A temperatura ideal situa-se em cerca de 25º C. Em Belém, a temperatura ambiente varia entre 26ºC e 38ºC durante o ano. O importante aqui é citar que temperaturas altas podem provocar problemas intermitentes, sobretudo de leitura do disco rígido. Vale ressaltar que os componentes eletrônicos operam sempre a uma temperatura mais alta que a temperatura ambiente; Observação: Em função dos fatores climáticos da região (itens 5 e 6), considera-se quase que obrigatório, em Belém, o uso de ar condicionado, pois ao mesmo tempo que retira a umidade excessiva do ar, também baixa a temperatura de operação do equipamento, prolongando o seu ciclo de vida. 7. Mobiliário - Por questões ergonômicas é sempre recomendável a utilização de mobiliário apropriado. Mesas, cadeiras e armários além de possuirem baixo custo são fabricados especialmente para a colocação de microcomputadores e impressoras, além de proporcionarem o conforto e a funcionalidade necessárias ao operador ou usuário. Deve-se evitar usar impressora e microcomputador no mesmo móvel, pois o balanço provocado pelo acionamento contínuo do motor da impressora pode danificar o disco rígido. 8. Telefone - Para um eventual suporte técnico dos equipamentos e mesmo para o uso de Modems para acessos externos, é recomendável a disponibilização de uma tomada telefônica instalada próxima de alguns dos equipamentos. 9. Precaução contra Incêndio - Dependendo do porte da rede ou dos equipamentos, é recomendável o uso e a manutenção de extintores de CO 2 ou água pressurizada. 10. Posição do Estabilizador Uma prática muito comum é colocar o estabilizador muito próximo ao monitor de vídeo. Alguns usuários o colocam até mesmo em cima da mesa e ao lado do monitor de vídeo. Tal procedimento não é recomendável, pois além de perigoso, provoca interferência na imagem exibida pelo monitor. O efeito visível é o tremer dos caracteres na tela. Uma posição recomendável é embaixo da mesa, deslocado para um dos lados, ao alcance das mãos e a uma distância conveniente do movimento das pernas do usuário. IV CONDIÇÕES DA INSTALAÇÃO ELÉTRICA Um dos aspectos mais importantes na instalação de redes locais é, sem dúvida, a verificação das instalações elétricas do prédio que a receberá. Fases invertidas, subdimensionamento de condutores e diferenças na referência de voltagem podem não somente provocar mal funcionamento, mas danificar definitivamente as placas de rede e também os equipamentos. Está estatisticamente comprovado que 60% dos problemas verificados em redes locais são oriundos de instalação elétrica inadequada e de cabeação mal feita. Tal informação pode ser observada em apresentações públicas de qualquer grande empresa, especialista em cabeação estruturada. IV.1 DIMENSIONAMENTO DE CONDUTORES DE FORÇA A recomendação para dimensionamento de condutores a nível nacional é ditada pela tabela 50 da norma NB-5410 da ABNT - Instalações Elétricas de Baixa Tensão - calculada para cabos isolados com PVC 70º C e à temperatura ambiente de 30º C. Entre os capítulos contidos na referida norma, pode-se destacar os seguintes: Página 8

9 SEÇÕES MÍNIMAS DOS CONDUTORES: Estabelece que a seção mínima dos condutores para circuitos de força é de 1,5 mm 2 (14 AWG). O condutor neutro deve ter a mesma seção do condutor fase nos circuitos monofásicos (seja qual for a seção do condutor fase) e nos circuitos polifásicos, quando a seção dos condutores fase for igual ou inferior a 16 mm 2 (4 AWG) em cobre. Nos circuitos polifásicos em que condutores fase tenham seções superiores a 16 mm 2 em cobre, o condutor neutro pode ter uma seção menor que os condutores fase, dentro de determinadas condições estabelecidas na norma NB QUEDA DE TENSÃO: Estabelece os valores máximos de queda de tensão em relação à tensão nominal das instalações como segue: a) instalações alimentadas diretamente por um ramal de baixa tensão: iluminação: 3% outras utilizações: 5% b) instalações alimentadas diretamente por uma subestação a partir de uma instalação de alta tensão ou que possuam fonte própria: iluminação: 6% outras utilizações: 8% Em qualquer dos casos, a queda de tensão parcial nos circuitos terminais para iluminação deve ser igual ou inferior a 2%. PRESCRIÇÕES PARA INSTALAÇÃO: Fixa as prescrições gerais para instalação e montagem dos cabos e eletrodutos, onde destacamos as seguintes condições: Cabos isolados sem cobertura devem ser instalados dentro de eletrodutos, molduras, rodapés e em calhas abertas ou fechadas; Nas instalações abertas (fixação direta ou em bandejas, prateleiras ou suportes análogos) só é admissível a utilização de cabos isolados com cobertura. De acordo com a NB Condutores Elétricos, Terminologia, são definidos: a) cabo isolado: cabo dotado de isolação; b) cabo unipolar: cabo isolado constituído por um único condutor, com cobertura; c) cabo multipolar: cabo isolado constituído por vários condutores Em princípio, para verificar o dimensionamento dos condutores pelo princípio da máxima capacidade de condução de corrente, deve-se conhecer: a tensão de alimentação (V), número de condutores carregados por eletroduto e a potência dos equipamentos a serem instalados. Conhecendo-se esses três itens, pode-se calcular a corrente (I) através da fórmula: I = Potência/Tensão = P/V (A) Página 9

10 Em seguida, dependendo do número de condutores carregados por eletroduto, a seção nominal em milímetros quadrados (mm 2 ) de acordo com a corrente I, pode ser calculada. Ver Tabela 1. Seção Nominal (mm 2 ) Capacidade de Condução de Corrente (A) para Condutores de Cobre 2 Condutores Carregados 1,0 13,5 12,0 1,5 17,5 15,5 2,5 24,0 21,0 4,0 32,0 28,0 6,0 41,0 36,0 10,0 57,0 50,0 16,0 76,0 68,0 25,0 101,0 89,0 35,0 125,0 111,0 50,0 151,0 134,0 70,0 192,0 171,0 95,0 232,0 207,0 120,0 269,0 239,0 150,0 309,0 272,0 185,0 353,0 310,0 240,0 415,0 364,0 300,0 473,0 419,0 400,0 566,0 502,0 500,0 651,0 578,0 3 Condutores Carregados Tabela 1 Seção Nominal de Condutores & Corrente Calculada Obs.: Caso o valor da corrente I não coincida, adota-se o valor posteriormente maior. Se o número de condutores carregados ultrapassar a 3 por eletroduto, torna-se necessário aplicar um fator de correção (K), indicado na Tabela 2. É importante observar que o condutor Neutro também é incluído no número de condutores carregados. Número de Condutores Carregados Fator de Correção (K) 4 0,80 6 0,69 8 0, , , , , , , , , ,36 Tabela 2 Número de Condutores & Fator de Correção Página 10

11 Encontrado o fator de correção, pode-se calcular uma corrente fictícia (IB ) considerada para efeito de dimensionamento de condutores, através da seguinte fórmula: IB = I/K (a) Encontrado o valor de IB, a seção nominal é encontrada na Tabela 1 para 2 condutores IV.2 EXEMPLO DE DIMENSIONAMENTO Um determinado cliente possui uma sala onde encontram-se os seguintes equipamentos: Equipamentos Consumo Unitário (W) Consumo Total (W) 8 Microcomputadores Monitores de Vídeo 62, Impressoras Sabe-se que a rede possui quatro condutores carregados por eletroduto com tensão de 115 Volts. A questão é determinar se a instalação do cliente está bem dimensionada quanto a seção dos condutores. Calcula-se a corrente: I = P/V = ( )/115 = 20 A Como o número de condutores ultrapassou a 3 por eletroduto, aplica-se o fator de correção K, onde, K= 0,80 Calcula-se então a corrente fictícia IB : IB = I/K = 20/0,80 = 25 A Consultando-se a tabela 1 para IB = 25 A, a seção mínima encontrada é de 4 mm 2. Alguns condutores adotam a convenção AWG (padrão americano para tamanho de condutores de fio não-ferrosos) para a seção nominal. A Tabela 3 exibe a equivalência com mm 2. Seção AWG (mm 2 ) 1,5 14 2,5 12 4,0 10 6,0 8 10,0 6 16,0 4 25,0 2 35,0 1 Tabela 3 Seção de Condutores em mm 2 & AWG Página 11

12 IV.3 QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO Em linhas gerais, as recomendações para o quadro de distribuição elétrica são as seguintes: 1. A linha da rede elétrica deve ser exclusiva para os microcomputadores e seus periféricos. Equipamentos que possuem motores de grande potência tais como, condicionadores de ar e máquinas xerox, produzem ruídos na linha inadmissíveis para equipamentos delicados e de baixa potência, como os equipamentos de informática; 2. Os disjuntores do quadro limitam a duração e o nível dos picos de corrente que porventura possam ocorrer, no caso de desbalanceamentos de carga da rede elétrica pública, permitindo uma razoável proteção dos equipamentos. Para exercer essa proteção é necessário que se faça um levantamento da potência dos equipamentos que serão instalados na rede e se dimensione o disjuntor de acordo com este levantamento, como mostrado no item IV.1 para condutores de força; 3. Todos os disjuntores do quadro devem ser devidamente identificados; 4. É recomendável instalar um disjuntor para no mínimo 3 (três) e no máximo 5 (cinco) equipamentos; 5. Os condutores FASE, NEUTRO e TERRA devem, a não ser em casos particulares, ser de mesma bitola e, se possível, em cores diferentes, de modo a facilitar as suas identificações para uma eventual manutenção; IV.4 TOMADAS ELÉTRICAS 1. A tomada de força de cada equipamento deve ser do tipo 3 pinos (dois pinos em cima e um pino central embaixo) embutida ou de fixação em parede; 2. A norma da ABNT para regiões alimentadas por 110 Volts é a seguinte: FASE (pino em cima à direita), NEUTRO (pino em cima à esquerda) e TERRA (pino central em baixo). A medida de voltagem entre Neutro e Terra deve obrigatoriamente estar entre 0,3 e 3,0 Volts. A figura 2 exibe a tomada com as observações mencionadas. 3. Os modelos mais comuns e recomendados de tomadas são: Prime elétrica, modelo 8005 e Pial; 4. O local da Tomada pode estar próximo do ponto de lógica, mas distar deste, no mínimo, 20 centímetros. Neutro Fase Terra Figura 2 - Tomada de Alimentação do Tipo PIAL Página 12

13 V - ATERRAMENTO V.1 CONDIÇÕES DE ATERRAMENTO Quando outros aterramentos existirem (pára-raios, das empresas de eletricidade e telefonia, etc), que não apenas o de informática, e se constatar que estão operacionais e com resistência ôhmica adequada, e ainda, que os vários prédios estejam próximos, é atualmente recomendável que todos os aterramentos estejam interligados, a fim de estabelecer uma única referência de potencial e baixa resistência ôhmica geral. Entretanto, como esta não é uma situação frequente e para não exigir critérios excessivamente rigorosos, recomenda-se o descrito a seguir: 1. Em princípio, o aterramento de informática deve ser isolado e independente de qualquer outro possível aterramento dos prédios, pára-raios ou do sistema de aterramento das companhias de eletricidade e telefonia. 2. O aterramento deve ficar afastado do terra do pára-raios, se houver, no mínimo 30 metros; 3. A distância mínima recomendável entre o aterramento e o prédio é de 10 metros; 4. O aterramento deve ser único para todos os equipamentos de informática (servidor, estações, terminais, impressoras, etc.) e ligados a um ponto de terra comum no quadro de distribuição; 5. Em nenhuma hipótese os fios TERRA deverão fazer contato com as estruturas do prédio, portanto deverão ser utilizados fios encapados, no interior de conduites ou eletrodutos, preferencialmente de cor BRANCA e diferente das cores utilizadas nos condutores de FASE e NEUTRO; 6. A bitola (seção) utilizada para o fio TERRA deve ser, na maioria dos casos, a mesma utilizada nos fios FASE e NEUTRO. É recomendável consultar a Tabela 78 da NB-5410 reproduzida na Tabela 4; Seção Mínima dos Condutores FASE da Instalação (mm 2 ) S =< 16,0 Seção Mínima do Condutor TERRA da Instalação (mm 2 ) S 16 < S =< 35,0 16,0 S > 35,0 0,5 S Tabela 4 Seção Mínima dos Condutores Fase & Terra 7. A impedância máxima recomendável para o TERRA da rede local é de 5,0 Ohms, medida com aparelho destinado a esse fim, sendo aceitável o limite máximo de 10,0 Ohms, no caso de constatação de que o terreno oferece pouca condutividade; 8. A tensão entre o NEUTRO e o TERRA, medida na tomada de cada equipamento da rede deve estar obrigatoriamente entre 0.3 e 3,0 Volts. Como o terra é da instalação local e o neutro é oferecido pela concessionária de energia, sempre haverá uma diferença de voltagem. 0 Volts entre Neutro e Terra indica um curto-circuito ou como se diz, um terra falso. 9. Uma caixa de visita ou medição deve ser confeccionada em alvenaria para permitir um constante acompanhamento das variações da impedância do aterramento ao longo do ano e a conseqüente manutenção em caso de necessidade. Esta caixa deve possuir uma tampa de concreto de 40,0 x 40,0 cm. Página 13

14 V.2 - SUGESTÕES PARA UM BOM ATERRAMENTO 1. Cavar 3 poços com diâmetro entre 20 e 30 centímetros, com forma triangular e distância entre furos de 3,0 metros, com profundidade de 2,40 a 3,0 metros, conforme o tamanho da haste de cobre, normalmente disponível nos tamanhos de 2,40 m e 3,0 m; Quando não houver espaço disponível, pode-se usar a forma linear, ou seja, 3 poços em linha reta, distantes entre si de 3,0 metros; 2. Colocar a haste de cobre (haste Coperweld 5/8 x 2,40 ou 5/8 x 3,0 m) no centro de cada poço, fixando-a por impacto; 3. Interligar as hastes através de cabos de cobre nu de 16 mm 2 e conectados às mesmas por meio de braçadeiras de bronze de diâmetro de 5/8, usando-se solda isotérmica; 4. Preencher o espaço em volta das hastes com sal grosso, carvão vegetal, água de bateria e enxofre, deixando uma altura de 30 centímetros para preenchimento com terra; 5. Interligar uma das hastes do conjunto ao quadro de distribuição através de uma cordoalha de aço cobreada de no mínimo 4,0 mm 2. A cordoalha deve ser conduzida dentro de um tubo de polietileno de 20 mm de diâmetro; Para maior clareza, isto é mostrado na figura 3: Página 14

15 3,0 metros 3,0 metros 3,0 metros A A' 0,30 metros 0,30 metros 5/8" Terra Terra 0,3-0,5 metros Sal Grosso Carvão Vegetal 1,7-2,5 metros Enxofre Corte Parcial AA' Água de Bateria Figura 3: Sugestões para um bom Aterramento Página 15

16 VI - INSTALAÇÃO DOS CABOS LÓGICOS As recomendações que se seguem para cabeação lógica UTP (par trançado não blindado) são para o ambiente de uma pequena rede de microcomputadores ou COAXIAL para a instalação de terminais não autônomos, chamados de terminais burros. Como mencionado anteriormente, redes de maior porte fazem parte de um outro documento e necessitam ser projetadas com mais cuidado. As recomendações para a instalação física de cabos lógicos são as seguintes: 1. As canaletas contendo cabos coaxiais devem distar no mínimo 20 centímetros de qualquer conduite de força, sendo permitidos alguns poucos cruzamentos ou zonas de proximidade. Condutores paralelos, mesmo em baixa freqüência, sempre criam um campo eletromagnético, consequentemente, capacitâncias parasitas que podem interferir nos sinais de alta frequência dos cabos coaxiais. Esta distância deve ser cumprida sobretudo quando se utilizar cabos coaxiais, uma vez que a referência de tensão para os sinais no cabo coaxial é a tensão da sua malha externa de blindagem, cujo valor teórico de tensão é zero. 2. Os cabos de par trançado podem ser instalados em conduites de cabos telefônicos. O mesmo não acontece com os cabos coaxiais que sofrem interferência dos picos de até 48,0 Volts das linhas telefônicas. 3. Devido ao campo eletromagnético gerado, não é permitido passar cabos lógicos de rede próximos de motores, geradores, subestações de energia ou similares que constituam fontes de elevada potência; 4. Não é recomendável passar cabos lógicos, mesmo protegidos no interior de eletrodutos, na área externa dos prédios, pois as emendas e caixas de passagem deixam sempre o cabo sujeito à umidade excessiva em caso de chuva e grandes variações de temperatura provocadas pela incidência de raios solares. Faz-se uma exceção com o uso de eletrodutos de ferro galvanizado. 5. Em prédios modulares, sujeitos a freqüentes mudanças de lay-out, é recomendável que os cabos sejam passados por locais de fácil acesso, de modo a permitir remanejamentos rápidos e fáceis. Deve-se também deixar uma folga significativa quando se tratar de cabos de par trançado; 7. A crimpagem e/ou soldagem dos conectores BNC nas pontas de cabos coaxiais deve ser cuidadosa e resistente. O fenômeno solda fria (provocado por uma troca brusca de temperatura) deve ser evitado. Não se deve, por exemplo, soprar a solda no momento da secagem. O pino central do conector não deve estar em curto com a parte externa do mesmo. O conjunto completo conector/cabo deve estar isolado por uma fita isolante de alta fusão com um número de voltas suficiente para torná-lo resistente a puxões eventuais, pois no momento da limpeza da sala, há sempre uma vassoura engatando nos cabos; 8. No caso de lançamento de vários cabos de par trançado é importante agrupar e fixar os mesmos através de presilhas, as quais estão disponíveis em vários tamanhos. Isto contribui para o bom acabamento da instalação e reduz o número de fios visíveis. Normalmente, as presilhas são usadas nos cabos que saem do HUB. As presilhas tem uma desvantagem. Se não forem colocadas com a devida folga, podem provocar o estrangulamento dos cabos, anulando os benefícios para os quais foram especificadas e compradas. Uma opção de melhor qualidade tem sido o uso de fitas de velcro, as quais não possuem superfícies cortantes e podem, a qualquer instante, serem afrouxadas ou apertadas, diferentemente das presilhas, que devem obrigatoriamente ser substituídas em caso de manutenção. 9. No caso de lançamento de um número significativo de cabos na vertical, por exemplo entre andares, é necessário ancorar devidamente esses cabos de forma que o peso do conjunto não provoque o rompimento ou esmagamento de alguns dos cabos; Página 16

17 10. A exemplo dos circuitos de força, os cabos de par trançado devem ser devidamente identificados nas duas pontas, usando-se uma convenção de letras e números, conforme o porte da instalação. VII - INSTALAÇÃO DOS CONECTORES VII.1 - CONECTORES MACHO BNC Há dois pontos importantes para uma boa instalação dos conectores BNC, o pino central e o terra do sinal. Para um contato perfeito, o condutor central do cabo coaxial deve ser soldado ao pino central do conector BNC. Os melhores conectores BNC, normalmente, são fornecidos com o pino central dotado de um furo. Este furo deve ser usado para a penetração da solda no momento do aquecimento. A soldagem pode ser realizada, posicionando-se simultaneamente o ferro de solda (no lado oposto do furo), o condutor central do cabo (no interior do pino e até onde possa ser visto através do furo) e o fio de solda (no interior do furo). A malha externa do cabo coaxial deve fazer contato com parte externa do conector BNC. O melhor contato possível é obtido com os conectores BNC dotados de um anel para crimpagem (do inglês crimp ). Assim, a malha externa do cabo deve envolver a parte traseira do conector BNC e o conjunto deve receber o anel. Em seguida, com o auxílio de um alicate de crimp, deve-se crimpar o anel, pressionando-o de forma que um puxão involuntário do cabo não provoque a soltura do conector. Um espaguete termo-sensível poderia ser colocado de forma a envolver a parte do anel de um conector já crimpado. Entretanto, é suficiente o uso de uma fita isolante de alta fusão. Este procedimento tem duas finalidades: a primeira é diminuir a possibilidade de contato entre o terra do sinal e superfícies condutoras próximas, sobretudo quando o conjunto conector T-cabo são retirados do equipamento em eventuais manutenções; a segunda é aumentar a rigidez da ligação, dificultando a curvatura do cabo no local próximo ao anel, em ângulos inferiores a 90º. VII.2 - CONECTORES BNC TIPO T Este tipo de instalação e conector está hoje obsoleta, entretanto optou-se pela manutenção das recomendações sobre este tipo de conexão neste documento. A única recomendação aqui é de que este conector não deve em nenhuma hipótese fazer contato com o chassis do equipamento em que está instalada a placa de rede, pois isto significaria transferir para o circuito de terra do sinal digital transmitido pelo cabo, todas as condições elétricas do aterramento dos equipamentos. O não cumprimento desta recomendação pode provocar a queima de todas as placas de rede dos equipamentos e até mesmo a queima das placas-mães dos equipamentos. VII.3 - CONECTORES MACHO RJ-45 O importante nesta conectorização é a convenção a ser utilizada nos conectores dos pares de fios trançados utilizados na ligação placa de rede-hub. Uma vez escolhida, deve ser a mesma para todos os conectores, incluindo eventuais adições no momento da expansão da rede. Os sinais no cabo de par trançado são provenientes da saída de um amplificador operacional e enviados defasados de 180º. Na cabeação UTP categoria 3, os 2 pares de fios são denominados TX e RX Positivos e TX e RX Negativos. Os condutores do cabo são trançados entre si, dois a dois, a fim de evitar a criação de capacitâncias parasitas e ruídos de cross-over, fenômeno que ocorre devido ao posicionamento em paralelo de dois condutores quaisquer. Assim, sinais de mesma polaridade devem ser enviados por um par de fios trançados entre si, convencionados como mostrado na tabela 5. Página 17

18 Número do Pino Sinal Cor 1 TX + Preto 2 RX + Laranja 3 TX - Vermelho 6 RX - Verde Tabela 5 - Convenção para o cabo UTP categoria 3 O cruzamento dos cabos, já que o TX de um lado deve ser ligado ao RX do outro lado, é feito no interior do HUB. Sendo assim, tudo o que é necessário é ligar pino a pino, ou seja, o pino 1 do conector fêmea do HUB deve ser ligado ao pino 1 do conector fêmea da placa de rede e assim sucessivamente. Na cabeação UTP categoria 5, a recomendação de cores da Norma EIA/TIA 568-A para a conectorização é mostrada na tabela 6. Tabela 6 Recomendação EIA/TIA 568-A para o cabo UTP categoria 5 Número do Pino Cor 1 Branco do Verde 2 Verde 3 Branco do Laranja 4 Azul 5 Branco do Azul 6 Laranja 7 Branco do Marron 8 Marron A pinagem dos conectores RJ-45 é mostrada na figura Figura 4 - Pinagem do Conector RJ-45 Página 18

19 VIII OBSERVAÇÃO FINAL Como observação final deve-se ressaltar que 60% dos problemas que ocasionam a parada total de uma rede local de computadores, estatisticamente comprovado, são provocados por cabeação mau feita, incluindo a conectorização. Página 19

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