Unidade IV GERENCIAMENTO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

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1 GERENCIAMENTO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Unidade IV 7 TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NA CRIAÇÃO E INOVAÇÃO Ce-Borg: Para entender melhor esta unidade, é necessário elencar os conceitos de TI, passando pelos grandes grupos: hardware e software definidos pela tecnologia da informação e usados por todos os profissionais. 7.1 TI Tecnologia da Informação É uma metodologia na qual se aplicam os recursos de informática, redes, telecomunicações, automação (industrial, comercial, bancária e pessoal) e sistemas integrados aos recursos produtivos empresariais. Neste item, vamos conceituar tais componentes para o melhor entendimento dos recursos tecnológicos e dos recursos produtivos que encontramos nas organizações, utilizando-se de TI para a integração mediante os sistemas de gestão integrados e a internet, visando o aumento da produtividade, redução de custos, segurança e disponibilização da informação em qualquer local e momento por meio de computador (fixo ou móvel), PDAs ou celular O papel da tecnologia da informação no ambiente organizacional Ce-Borg: Estude este conceito: De acordo com Nanini, o conceito de tecnologia da informação deve ser mais compreendido em sua amplitude do que apenas considerá-lo como processamento de dados, engenharia de software, informática ou o conjunto de hardware e software, considerando aspectos humanos, administrativos e da organização. É a reunião desses aspectos formando uma metodologia. Para Laudon e Laudon (2001), o termo tecnologia da informação se restringe aos aspectos técnicos como hardware e software. Por outro lado, Stair (1998) utiliza o termo sistema de informação baseado em computador para agrupar a coleta, manipulação e processamento de dados em informação, pelos elementos tangíveis (hardware) e intangíveis (software, banco de dados, telecomunicações, pessoas e procedimentos), assim, responsável pelo fluxo de trabalho das informações e pessoas envolvidas. Nesta unidade, utilizaremos o conceito mais amplo para a tecnologia da informação abrangendo os dois conceitos, no qual trataremos TI Tecnologia da Informação como uma metodologia que integra as mais diversas tecnologias de hardware, software, redes de computadores (com ou sem fio), computação móvel com as informações processadas eletronicamente e as pessoas, direcionando esses esforços à produtividade organizacional e pessoal. 125

2 Unidade IV Nanini (2001) apud Laurindo (2002) considera que o sucesso da gestão da área de tecnologia da informação, seu desenvolvimento, instalação e operação de computadores e sistemas de informação não dependem somente da eficiência (qualidade, exatidão e desempenho) dos equipamentos e softwares obtidos pelos analistas e engenheiros de projetos de tecnologia, depende também da eficácia (efeitos) que compatibiliza os objetivos dos sistemas de informação e do uso dos computadores, as necessidades da organização e dos usuários finais. Já a eficácia da tecnologia da informação depende de sua organização estrutural e da empresa, pois está sujeita à cultura organizacional e aos processos que ocorrem em uma mudança em decorrência da facilidade ou dificuldade de aceitação dessas evoluções por parte das pessoas envolvidas no processo de informatização, e dos usuários na aceitação da mudança e da quebra dos paradigmas, podendo influir na própria mudança estratégica do negócio A evolução da TI nas organizações A tecnologia da informação ocupa parte da agenda estratégica das organizações e há um bom tempo vem aumentando a participação tanto nas decisões como na operação. Segundo Laurindo (2002), durante os anos 60, a utilização da TI era caracterizada por sistemas centralizados, cujo objetivo principal era o de automatizar funções operacionais em larga escala, com a finalidade de aumentar a eficiência das operações, automatizando processos como contabilidade e folha de pagamentos. No início dos anos 70, com a redução no custo e aumento da velocidade de processamento foi possível utilizar os computadores para fornecer relatórios gerenciais. Iniciou-se o uso dos dados (de pedidos, clientes, estoques etc.) pelos gerentes de nível médio, envolvidos em relatar as exceções, resumir as informações e controlar os recursos monetários e estoques. Nesse momento, a era dos sistemas de informação a TI começou a aumentar sua importância nos níveis intermediários da organização, embora a alta gerência ainda a visse como despesa ou como mera utilidade. No início dos anos 80, com a produção dos microcomputadores ocorre uma mudança importante e atua até os dias de hoje na quebra de um paradigma na computação dentro das empresas que atingem nossos lares com reflexos positivos na computação pessoal. Existia uma centralização dos dados e da informação nos computadores de grande porte, os mainframes, antes somente controlados pelo pessoal especializado e autorizado do CPD Centro de Processamento de Dados agora passa a ser acessado pelos gerentes e demais trabalhadores, ainda que controlados pelos integrantes do CPD, pois a expertise continua com o pessoal de TI e o controle passa marginalmente aos usuários. Os aspectos mais relevantes de TI são discutidos com a alta administração nos níveis mais altos, uma vez que o foco estava no aumento da eficiência interna e no aumento da produtividade corporativa e pessoal. Em meados da década de 80, muitos dos sistemas de informação desenvolvidos em empresas foram reconhecidos como estratégicos por terem apresentado impactos positivos na competitividade e nos resultados das empresas. Nos anos 90, a tecnologia da informação passou ao papel mais abrangente nas organizações, pois aspectos com o alinhamento aos negócios e a convergência da microinformática com as telecomunicações tornam-se presentes em nossas vidas e incrementam mais ainda os resultados organizacionais e os pessoais, fato que recebe um reforço importante, e na época inimaginável com o uso da internet e suas facilidades. 126

3 GERENCIAMENTO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Ce-Borg: Tem início a era da tecnologia da informação. TI foi incorporada nas empresas com importância estratégica, uma vez que as empresas procuravam novas maneiras de ser administradas como busca de obter plenamente os benefícios de redução de custos operacionais. Surge, então, a terceirização como alternativa. Lembrete No final da década, a internet reforçou essa tendência e presenciou o nascimento do e-business, que sem dúvida marca o início de nova era na computação empresarial A necessidade da TI nas organizações Ce-Borg: Analisando o histórico anteriormente exposto, podemos afirmar que o motivo principal das empresas utilizarem tecnologia da informação está embasado na busca de vantagens competitivas, inicialmente com a busca pela redução de custos por meio da automação proporcionada e pelo incremento da eficiência dos processos advindos do processo de automação, passando à melhoria da qualidade das informações corporativas disponíveis aos gerentes médios que anteriormente estavam disponíveis somente ao alto escalão, o que possibilita o aumento do controle e a realização deste de maneira a melhorar os resultados das operações. Consequentemente, a próxima etapa buscava a tecnologia da informação como fonte geradora de uma diferenciação competitiva, com a criação de barreiras de entrada como a elevação dos custos decorrentes de uma substituição por meio dos chamados sistemas estratégicos, uma vez que a redução dos custos, a melhoria dos controles dos processos e a utilização de sistemas estratégicos estão relacionadas diretamente à busca pela melhoria da competitividade organizacional. A computação em rede recentemente busca avanços na competitividade por intermédio da integração das atividades, melhor coordenação entre as unidades da empresa e das filiais, integração com agentes externos como o governo, agentes financeiros, fornecedores, clientes e outros. Segundo Nanini, finalmente em cenário atual em que a globalização, o aumento da competitividade e a interligação de clientes e fornecedores em cadeias de suprimento são preponderantes, a utilização de tecnologia da informação pode ser considerada praticamente como fator de sobrevivência. John Darwin (2004) destaca que a maioria dos gestores de tecnologia da informação executa hoje quatro trabalhos: 1. Atuando na liderança das equipes da companhia. 2. Planejando (acompanhando as tecnologias, possibilitando a arquitetura e ajustando-a aos orçamentos). 127

4 Unidade IV 3. Gerenciando projetos específicos. 4. Coordenando as operações em TI. Entretanto, a consolidação efetiva da integração ocorrerá se houver a integração real dessa área com o negócio em que esteja estabelecida. Lembrete Tecnologia da informação nada mais é que uma metodologia aplicada a diversos recursos computacionais, unindo por intermédio de redes hardware, software, informações e pessoas em tempo real, realizando negócios, processos e afins. Observação Recursos computacionais são formados por hardware (computadores, impressoras etc.), softwares, recursos tecnológicos, informações e tecnologias que são: os sistemas integrados, a robótica e as telecomunicações. Usos estratégicos da tecnologia da informação: Estratégia Melhorar o processo empresarial Papepl da TI Utiliza TI para reduzir custos de processos empressariais Utiliza TI para criar novos produtos ou serviços Utiliza TI para melhorar a qualidade Utiliza TI para ligar a empresa a clientes e fornecedores Resultado Melhor Eficiência Criar novas oprotunidades empressariais Mantém clientes e relacionamentos valiosos Figura 19 Fonte: O BRIEN (2007) 128

5 GERENCIAMENTO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 7.2 Gestão das estratégias de utilização da tecnologia de informação Ce-Borg: A manutenção da continuidade dos negócios da organização, em face da concorrência, requer do gestor de tecnologia da informação a capacidade de avaliar a sua contribuição no resultado global do negócio e é importante entender que, para que isso ocorra, existe a necessidade do alinhamento estratégico da utilização das ferramentas de TI. Russ Banham (2003) aponta como principal dificuldade para esse alinhamento, a distância entre o gestor da área de TI e o principal executivo da empresa (Chief Executive Office CEO). O autor cita uma pesquisa realizada pela consultoria Maintay Partners com 450 companhias norte-americanas, na qual se verifica que estas empresas estão gastando, em geral, 25% a mais com tecnologia da informação do que seus orçamentos indicam. A pesquisa justifica esses números, considerando principalmente a falta do alinhamento dos gastos com as estratégias de cada negócio. Segundo 57% dos entrevistados na pesquisa, isso se deve à falta de envolvimento da área de TI com o planejamento dos negócios; segundo outros 82%, devido às dificuldades de comunicação entre as áreas. Conforme Nanini (2001) apud Marianne (2002) cita uma pesquisa realizada pelo Grupo Gartner com 1500 gerentes de TI, no ano de 2002, na qual apenas 42% dos CIOs entrevistados se reportavam diretamente à diretoria das empresas. Isto indica que os fundamentos de integração da área com o negócio ainda são fornecidos por outras áreas de negócio que não a direção da empresa Gestão do banco de dados Os sistemas de bancos de dados requer que a organização reconheça o papel estratégico da informação e comece a gerenciar e planejar a informação como recurso corporativo (LAUDON e LAUDON, 2001). Com base no exposto, o gestor de TI responsável por essa integração precisa relacionar e integrar os conceitos para a modelagem, a construção e a gestão das bases de dados corporativas e individuais com as demais áreas da organização, passando a administrar essa base integrada de dados. Ce-Borg: Vou exemplificar, por meio da proposição de um modelo lógico de banco de dados para uma contabilidade de partida múltipla, o estreito relacionamento entre as necessidades organizacionais e o papel da tecnologia na concepção de soluções que atendam essas necessidades. Nesse sentido, a controladoria de uma organização, como unidade centralizadora da informação, deve trabalhar em conjunto com a área de TI no planejamento e modelagem desses dados, até mesmo participando no processo de seleção de tecnologias de Data Warehousing e Data Mining, entre outras, devido à função estratégica desses aplicativos Gestão de recursos humanos e comportamento organizacional Para a integração entre as diversas áreas do conhecimento com vistas ao retorno do investimento global da empresa, a gestão de recursos humanos requer uma integração de forma a alinhar os interesses individuais com os corporativos, promovendo condições favoráveis à sistematização. 129

6 Unidade IV 130 Nanini (2001) apud Oliveira e Riccio (2003) citam também a importância na concepção de instrumentos para mensurar a satisfação dos usuários de sistemas de informações, pois os gestores devem fazer uso desses instrumentos para obter maiores êxitos na utilização de tais sistemas (com menores riscos), uma vez que os recursos existentes são escassos Métricas aplicadas à tecnologia de informação Os gestores precisam fazer uso de modelos de métricas para avaliar a área de TI, assim com as demais unidades administrativas da organização com ferramentas que possibilitem a TI acompanhar e aferir a eficiência e eficácia. Entre vários modelos existentes, como o Balanced ScoreCard e Function Points, Laurindo (2002) destaca o benchmarking obtido por meio de levantamento efetuado em grandes empresas. Nesse sentido, cabe à alta administração da empresa e a área de TI estabelecerem a relação entre as métricas físicas e as monetárias das diversas unidades de negócio e até mesmo de outras empresas do grupo para auxiliar a gestão de TI na escolha, implementação e acompanhamento dessas métricas Gestão da segurança Para Nanini, a segurança e o controle dos sistemas de informações requerem o comprometimento de todos os envolvidos no processamento de dados. Laundon e Laundon atribui ao gerente de TI a adoção de metodologias adequadas à redução das contingências e dos riscos e ameaças às organizações, combinando medidas manuais e automatizadas que, juntas, correspondem ao efetivo controle. Nesse sentido, a controladoria de uma empresa (como unidade administrativa responsável pelo controle financeiro), juntamente com o responsável de TI, são os responsáveis pelo controle dos sistemas de informações, e também apoiam a gestão da TI na implementação de políticas e procedimentos que contribuem para a eficácia do sistema. Nanini apud Imoninana (2003) sugerem também a estreita relação entre as carreiras de auditor da tecnologia de informação e finanças na qual, por meio de uma pesquisa realizada em 60 faculdades brasileiras, observou-se maior aptidão dos graduandos em ciências contábeis para o desenvolvimento de uma carreira como auditor de TI que os graduandos em ciências da computação. O resultado dessa pesquisa corrobora a contribuição dos profissionais de finanças no aspecto de segurança da TI Gestão dos sistemas integrados Tecnologias voltadas à gestão de negócios surgem diariamente e cabe à controladoria fornecer subsídios para a escolha, a implantação e o acompanhamento de soluções voltadas à gestão do relacionamento com os clientes (CRM), a integração com sistemas integrados de gestão (ERP) e a gestão da cadeia de suprimentos (SCM) como exemplo da integração de diversas áreas. A escolha deste ou

7 GERENCIAMENTO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO daquele sistema depende da estreita relação das necessidades do negócio e requerimentos com as especificações de funcionalidade do sistema, daí o enfoque da importância da controladoria, como anteriormente citado, na participação da definição do sistema e do atendimento às necessidades do negócio. A implementação de sistemas integrados deve fazer parte do processo de mudança organizacional, portanto, a definição sobre a seleção e utilização dessas ferramentas de informática deve sempre estar subordinada à resolução dos problemas de gestão das empresas que, neste contexto, são levantados pela área administrativa e gestão corporativa das organizações (PELEIAS, 2000) Gestão de e-business Além dos conceitos de mercado eletrônico e de suas categorias, cabe ao gestor da tecnologia da informação avaliar o desempenho de um comércio eletrônico, abrangendo o estudo de modelos de negócio, de comportamento de usuário e de recursos. Assim, os conhecimentos da controladoria estão voltados à mensuração e ao acompanhamento desses investimentos; contribuem na seleção e na determinação dos requerimentos necessários ao atendimento da demanda e ao cumprimento das exigências que o mercado eletrônico impõe, colaborando com a seleção das informações necessárias para atender às solicitações dos demais gestores e às áreas interligadas a esse processo. Laundon e Laundon apontam também que no ambiente e-business os negócios sofrem interferências tributárias que podem inviabilizar projetos de implementação de novas tecnologias, e cabe ao CIO e ao gestor acompanhar esses projetos, mencionando alternativas que viabilizem o negócio. Com ênfase nesse aspecto, se faz importante mais uma vez o estreito alinhamento do controle na participação desse processo. Focalizando-se a gestão de e-business, 93% dos pesquisados pelos autores afirmaram prestar suporte à gestão da TI na mensuração e acompanhamento de projetos de e-business (planejamento tributário, por exemplo). No entanto, 50% dos profissionais de TI não concordam com esse suporte, sendo que 25% respondem ser indiferentes a essa informação. Isso pode refletir as dificuldades existentes na avaliação do retorno de investimento desse tipo de projeto, que depende de legislações tributárias definidas e alterações significativas nas estratégias de negócio. De acordo com a pesquisa realizada por Marcellos (2002) sobre aspectos tributários do e-commerce no Brasil, fazendo-se assim a necessidade de mais um profissional a ser integrado à equipe de TI, que é o consultor tributário, especialista nesta área, geralmente um advogado tributarista que irá desempenhar seu papel junto ao controlador, CIO e o gestor de TI Gestão de documentos Para Cruz (1998), a informática possibilita a gestão da informação existente sob a forma eletrônica em termos do seu ciclo de vida dentro das organizações (workflow), potenciando a indexação e arquivo da documentação, previamente existente em papel ou em qualquer outro suporte. 131

8 Unidade IV Caso se alie a essa vertente, a publicação dessa informação de uma forma global, acessível por todos dentro da organização, na gestão desses processos, existe a necessidade de gerenciamento dos documentos por parte da alta administração, controladoria, TI e muitas vezes por obrigação legal, de modo que a necessidade de controle dos documentos físicos (fiscais) e a necessidade de obtenção/divulgação de informações são de sua responsabilidade. A gestão de documentos necessita do apoio da área de TI, uma vez que a origem das informações está em meio eletrônico e digital, e, principalmente por imposição e necessidades legais, faz-se necessário essa gestão para disponibilização dos documentos e sua organização. Para exemplificar e demonstrar a importância e a necessidade da participação do gestor e da área de tecnologia da informação, apresenta-se, a seguir, uma pesquisa que nos chama a atenção para esta importante área. Na gestão de documentos, 93% dos controllers afirmaram auxiliar a área de TI na gestão da informação existente sob a forma eletrônica, em termos do seu ciclo de vida dentro das organizações (workflow) e na indexação e arquivo da documentação previamente existente em papel ou em qualquer outro suporte (gestão documental). Entre os profissionais de TI, 50% afirmaram concordar com esse auxílio, e 13% se mostraram indiferentes. Considerando a responsabilidade da controladoria e da área contábil da organização mencionada por Mosimann e Fisch (1999, p. 91) quanto à preparação e apresentação de relatórios gerenciais e controle de todos os livros e registros exigidos pelos diversos órgãos de fiscalização pública revela que alguns profissionais de TI não assumem tal responsabilidade, deixando exclusivamente aos controllers esta função Gestão de contratos Segundo Jamil (2001), o suporte à tecnologia da informação é composto de muitos recursos. Hardwares, softwares e serviços são constantemente adquiridos por meio de contratações de variáveis tipos (compra, aluguel, leasing), cobrando do gestor a capacidade de negociação e avaliação desses contratos. Para o atendimento ao requerimento e à interligação da necessidade de controle, de maneira que é determinante da saúde financeira de qualquer empresa, faz-se necessário o controle de como o acompanhamento da sua execução pelas partes envolvidas, as suas responsabilidades, as ações necessárias de serem executadas e as renovações e as extensões que precisam ser negociadas e controladas, pode ainda ser mais importante para a sobrevivência da organização. Uma variável fundamental nesse processo é o controle de datas, pois determina a validade dos contratos, sua periodicidade, as exigências dos compromissos, se iniciam ou se extinguem em função destas e a administração dos valores compromissados tanto os pagamentos como os recebimentos. 132

9 GERENCIAMENTO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Normalmente, os investimentos em tecnologias advêm de negociações que estão lavradas em contratos de prestação de serviços ou de aquisição de tecnologias ou permissão de licenças de uso. Esses contratos representam valores elevados, divididos em prazos distribuídos pelas fases iniciais de projetos ou permanentes no caso de aluguéis. Exigem por parte da alta administração, da controladoria e da gestão de tecnologia da informação a abordagem integrada desde o planejamento financeiro até aos pagamentos contratados e que representam os interesses da organização (dos sócios, proprietários e acionistas). Para essa administração e controle dos contratos de terceirização em TI, a controladoria fornece suporte necessário a TI nos processos de controle das terceirizações e gestão dos contratos de fornecimento de serviços e equipamentos na viabilidade financeira, controle do faturamento por meio de procedimentos de medição e acompanhamento, 100% dos gerentes da área de controladoria e 86% dos profissionais de TI se mostraram favoráveis à afirmação. Isso confirma a aplicação, por parte dos profissionais da controladoria, de seus conhecimentos financeiros e contábeis para o planejamento financeiro da área de tecnologia da informação. Este cenário de tendência da terceirização da tecnologia da informação nas organizações está em voga pelos profissionais da área e por algumas empresas que vislumbram a economia ante o controle dos processos, e esta decisão estratégica é comprometedora, uma vez que os recursos materiais são economizados e as informações do negócio são delegadas a terceiros com o compromisso de confidencialidade, acesso remoto e demais garantias, mas com a relevância do distanciamento de informações fundamentais fora do resguardo da organização. Tal decisão é fundamental, de modo que interfere no futuro do negócio e é alvo de acaloradas discussões sobre as vantagens e benefícios desse modelo em comparação com as desvantagens e os riscos inerentes à decisão. Temos diversos modelos de terceirização que contemplam tanto a terceirização total como a parcial somente no hardware ou somente no software. Alguns modelos contemplam também a mão de obra envolvida. 7.3 Conceitos e componentes de hardware HW Segundo Nanini, hardware HW é toda parte tangível do computador formado pela CPU, placas, dispositivos eletrônicos e também seus periféricos. A CPU ou UCP Unidade Central de Processamento é a parte principal do computador; o processador onde ocorre o processamento eletrônico dos dados e sua transformação em informação; componente que está afixado à placa mãe do computador e determina a capacidade e volume de processamento. O seu funcionamento depende dos periféricos que, são classificados como: Entrada: aqueles utilizados somente para a entrada das informações como: teclado, mouse, scanner etc. 133

10 Unidade IV Saída: aqueles utilizados somente para a saída das informações como: monitor, impressora, plotter, caixas de som etc. Entrada e Saída: aqueles utilizados para a entrada e a saída das informações como: monitor toque de tela, multifuncionais, unidades de disco, gravadores de CDs e DVDs, placas de rede, placas de modem, fax etc. Hardware de rede: equipamentos utilizados para a conexão de redes a cabo (par trançado e fibra óptica) ou rede sem fio (wirelless), como: hub, switch, roteadores, cabos, terminais, conectores RJ45, terminações, caixas, canaletas, antenas, ponto de acesso e protocolos. Parte integrante do sistema computacional que possui uma classificação em separado, devido a sua importância e utilização, na qual determinam a capacidade de armazenamento e uso dos dados, são as unidades e dispositivos de memória. São elas: Memória ROM (Read Only Memory): pré-gravada com instruções de pré-ignição do computador (boot); é um chip de BIOS com programa escrito pelo fabricante do micro. Memória RAM (Random Access Memory): formada por bilhões de bytes e delimita o tamanho da máquina; determina quantos programas você pode executar ao mesmo tempo, devido ao seu espaço; quanto maior, mais rápido e mais programas abertos simultaneamente. Memória massa ou auxiliar (HD): grande capacidade de armazenamento; determina quantos programas, arquivos e dados podem ser armazenados. Memória cache ou sombreamento: múltiplos de 256 k aceleram comandos; utilizada para guardar os endereços e comandos de memória para execução imediata evitando segunda ou outras leituras para endereçamento de dados (sombreamento), tornando mais rápido o acesso ao disco e à troca de informações. 134

11 GERENCIAMENTO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Lembrete São quatro as memórias dos microcomputadores: ROM, RAM, massa ou auxiliar e cache. Geralmente, os equipamentos conhecidos como computadores são classificados em microcomputadores, computadores de médio porte e mainframes. Com altos investimentos em pesquisa, melhorias na tecnologia tornam os microcomputadores mais potentes do que nunca e tanto os de médio porte como os mainframes possuem versões muito ou pouco sofisticadas, mas direcionadas ao processamento de altos volumes de informação. Para se ter ideia, enquanto os microcomputadores processam volume de dados aferidos em bit (menor unidade de medida da informação) por segundo (bit a bit sequencialmente), os mainframes processam BIB, que são bilhões de informações por segundo. Na mesma unidade de tempo, um mainframe processa a informação e não a menor unidade de medida da informação. Um computador é um sistema formado por componentes eletrônicos inter-relacionados chamados de hardware (parte física), que em conjunto com os softwares (parte lógica) formam o sistema computacional. Os componentes podem ser resumidos em placa mãe, processador, memórias, fonte, cabos e conexões acondicionados em um gabinete de diversos formatos, tamanhos e formas. Fica claro também que esse conceito está em franco desenvolvimento desde os anos 80 até hoje, devido à miniaturização e àevolução da eletrônica. Em todos os casos, proporcionam às pessoas (os usuários) uma poderosa ferramenta, que associada aos softwares, desempenham funções especializadas, que promovem aumento da produtividade por meio do processamento eletrônico das informações e também uma ferramenta poderosa para estudos, entretenimento e diversão. Ce-Borg: Dentro desses parâmetros se pode aceitar com generalização os seguintes tipos: Microcomputadores: menores equipamentos de computador, variando em tamanho desde os assistentes digitais pessoais (Personal Digital Assistants PDA s ou handhelds ou assistente pessoal digital), de bolso, até os notebooks (antigamente conhecidos como laptops) e os computadores pessoais de mesa (desktop). Podem ser utilizados para aplicações de um único usuário (monousuário) ou em rede, conectados aos servidores de redes locais ou remotas com a ajuda das telecomunicações. Médio porte: equipamentos de médio porte ou minicomputadores maiores e mais potentes que a maioria dos microcomputadores, porém, menores e menos potentes que a maioria dos grandes mainframes. São destinados especialmente para tarefas especializadas nas quais se emprega poder de computação a uma função específica localizada dentro de um departamento cálculos de engenharia ou processamento estatístico. Muitas organizações de pequeno e médio porte utilizam esses computadores para todas as suas operações, especialmente como servidores de rede de microcomputadores. 135

12 Unidade IV Mainframe: é um computador de grande porte dedicado normalmente ao processamento de um volume grande de informações. Os mainframes são capazes de oferecer serviços de processamento a milhares de usuários por meio de milhares de terminais conectados diretamente ou por meio de uma rede. O termo mainframe se refere ao gabinete principal que alojava a unidade central de processamento nos primeiros computadores. Por possuírem a memória principal (RAM) muito potente, podem processar informação muito rapidamente (de 10 a 200 milhões de instruções por segundo MIPS). Os computadores sofreram uma rápida e grande evolução desde o início de sua utilização. São comumente classificados em gerações: Primeira geração ( ): os computadores utilizavam centenas e até milhares de válvulas eletrônicas para o seu processamento e circuito de memória. Esses computadores alcançavam o tamanho de uma sala e geravam tanto calor que demandavam grandes aparelhos de ar condicionado e apoio de manutenção. Segunda geração ( ): os computadores utilizavam transistores e dispositivos semicondutores de estado sólido conectados em placas de circuito impresso. Núcleos magnéticos eram utilizados para a memória principal, e para armazenamento secundário eram utilizados discos magnéticos removíveis e fitas magnéticas. Terceira geração ( ): os computadores passaram a utilizar circuitos integrados formados por milhares de transistores em circuitos impressos em chips minúsculos de silício, possibilitando um aumento da memória e das velocidades de processamento de vários milhões de instruções por segundo (MIPS). Quarta geração (de 1979 até o presente): os computadores utilizam microprocessadores de grande escala (Large Scale Integration LSI integração em larga escala) e de escala muito grande (Very Large Scale Integration VLSI integração em muito larga escala) que possuem centenas de milhares ou milhões de transistores e outros elementos de circuitos em cada chip. Quinta geração: a próxima geração de computadores deverá manter a tendência rumo a mais potência, mais velocidade, menor tamanho e maior vida útil, com aplicações que exigirão cada vez mais processamento como processos de inteligência artificial. Os computadores de quinta geração poderão vir a utilizar circuitos supercondutores ou outras tecnologias em desenvolvimento para processar e armazenar informações, vencendo a barreira do superaquecimento do processador. Um sistema de computador é uma combinação de componentes inter-relacionados (hardware + software) que desempenham as funções básicas do sistema. Entre suas principais funções, temos: Entrada: os dispositivos de entrada de um sistema de computador incluem teclados, telas sensíveis ao toque, canetas, mouses, scanners óticos e outros componentes conhecidos como periféricos de hardware que convertem dados eletrônicos em formato eletrônico legível pela máquina. A entrada pode ser direta (manual, pelo usuário final) ou automática (por meio de ligações a redes de telecomunicações). 136

13 GERENCIAMENTO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Processamento: a unidade de processamento central (Unidade Central de Processamento CPU ou UCP) é o principal componente de processamento de um sistema de computador. Um componente-chave da CPU é a unidade lógico-aritmética (ALU) que executa as funções aritméticas lógicas necessárias ao processamento do computador. Saída: dispositivos de saída recebem a informação eletrônica produzida pelo sistema de computador (informação binária ou digital bits) em forma inteligível pelo homem para apresentação aos usuários finais. Os dispositivos de saída incluem monitores de vídeo, impressoras, unidades de resposta de áudio e outros componentes periféricos de hardware para essa função. Armazenamento: dispositivos armazenam dados e instruções de programas necessários ao processamento. O armazenamento primário de um computador, ou memória, é utilizado para manter informações-chave necessárias ao funcionamento do computador (memória somente de leitura ROM), enquanto os armazenamentos secundários (como discos magnéticos e unidades de fita) conservam partes maiores de programas utilizados com menor frequência e os conteúdos de arquivos criados pelos usuários finais. Controle: a unidade de controle da CPU/UCP interpreta as instruções de programas para o computador e transmite ordens aos outros componentes do sistema. Os microcomputadores atualmente formam a categoria mais importante de sistemas de computador para todos os usuários finais e passam a ser vistos como mais um eletrodoméstico. O poder de computação dos microcomputadores excede agora o dos mainframes das gerações anteriores, por uma fração do custo desses computadores e do tamanho extremamente reduzido. Dessa forma, tornaram-se poderosas estações de trabalho interconectadas aos usuários finais nas empresas para desenvolverem projetos e trabalhos colaborativos (NANINI). A evolução da eletrônica e seu papel fundamental na miniaturização de seus componentes promovem a miniaturização dos microcomputadores, e este fenômeno produziu outras categorias de microcomputadores direcionados principalmente à portabilidade e à mobilidade, impulsionada pela conexão e acesso às informações da rede mundial. Quanto à característica de utilização, os computadores sofreram uma adaptação, conforme a sua utilização: Assistente Pessoal Digital PDA: dispositivo microcomputador de bolso que permite controlar informações como compromissos, relações de problemas e contatos de vendas, enviar e receber , ter acesso à web e trocar informações com seus PCs de escritório ou servidores de rede. Instrumentos de informação: pequenos dispositivos microcomputadores habilitados para a web, com funções especializadas como os pedais portáteis, aparelhos de TV, consoles de videogames, telefones celulares e PCs e outros instrumentos ligados ao telefone com fio que podem ter acesso à web. 137

14 Unidade IV Desktop AT e ATX ou computador de mesa: um computador projetado para instalação em uma escrivaninha de escritório. Estação de trabalho: (1) um sistema de computador projetado para apoiar o trabalho de uma pessoa; (2) um computador de grande potência para apoiar o trabalho de profissionais de engenharia, ciências e outras áreas que requer grande poder de computação e capacidades gráficas. Servidores de rede: potentes microcomputadores utilizados para coordenação de telecomunicações e compartilhamento de recursos em redes de área local (LANs) e sites de internet e intranet. Computadores de rede e terminais: formam uma plataforma importante na computação nas empresas. Notebook: computador projetado para quem quer um pequeno PC portátil para suas atividades de trabalho. Computadores de rede: Network of Computer NC constituem uma categoria de microcomputador destinada basicamente ao uso com internet e intranets por funcionários administrativos, funcionários operacionais e trabalhadores do conhecimento. Os NCs são microcomputadores de baixo custo, lacrados e conectados à rede com pouca ou nenhuma capacidade de armazenamento em disco. Como resultado, dependem de servidores de internet e de intranets para seu sistema operacional e navegador de rede, para software de aplicações em Java e para acesso a dados e armazenamento. Dentre as vantagens do NC, temos: menor custo de compra; manutenção mais fácil; licenciamento e distribuição de software mais fácil; padronização da plataforma do computador; reduzida demanda de suporte ao usuário final; maneabilidade aperfeiçoada. Há vários tipos de computadores de rede: 138 TCs ou clientes magros (thin clients): esses dispositivos geralmente não possuem disco rígido (diskless). Dependem que servidores de rede lhes deem acesso a um sistema operacional e a softwares aplicativos. Geralmente, utilizam um navegador de rede e são capazes de processar software em Java, Linux ou Windows CE.

15 GERENCIAMENTO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NetPC: esses dispositivos funcionam como um PC com seu próprio software. Podem possuir um disco rígido, mas não possuem drive para disco flexível ou para CD-ROM. O sistema operacional e as aplicações são controlados de forma centralizada por servidores de rede. Terminais de rede: como todos os terminais, esses dispositivos dependem de um processador anfitrião (servidor) para realizar o processamento. Por esse motivo, não possuem disco de armazenamento. Geralmente, utilizam versões para múltiplos usuários do Windows 2000, Linux ou Unix como sistema operacional. Netbooks: uma versão de capacidade reduzida dos notebooks (computadores pessoais portáteis), destinados principalmente ao uso na internet. Está em andamento uma importante tendência rumo ao aumento da utilização de tecnologias de entrada que propiciam uma interface mais natural e amigável com o usuário. Atualmente, podem-se entrar dados e comandos direta e facilmente em um sistema de computador por meio de dispositivos apontadores como mouses e painéis sensíveis ao toque e outras tecnologias como o escaneamento ótico, reconhecimento de grafia e reconhecimento de voz (biometria dispositivos que identificam o ser humano mediante algumas características do corpo). Esses avanços tornaram desnecessário registrar sempre os dados que, teoricamente, são de uso exclusivo de cada usuário (login e senha) ou identificação de clientes e funcionários que fazem uso da entrada de dados para se identificar. Ce-Borg: Alguns dos meios e dispositivos mais comuns utilizados para realizar a entrada de dados são: Teclados: dispositivos mais comuns utilizados para a entrada de dados e de texto. Dispositivos apontadores: também são largamente utilizados com sistemas operacionais que possuem uma interface gráfica de comunicação com o usuário. Incluem os seguintes dispositivos: mouse; trackball; pino de indicação: dispositivo semelhante a um botão no centro da fileira acima do teclado em alguns PCs notebook. Painel sensível ao toque: superfície sensibilizada pela pressão do toque geralmente abaixo do teclado é encontrado em PCs notebook. Telas sensíveis ao toque: dispositivos que permitem utilizar um computador (entrada de dados) tocando a superfície de sua tela de vídeo. 139

16 Unidade IV Dispositivos de computação baseados em caneta: são utilizados em muitos computadores de bolso ou PDA e handheld. Esses computadores utilizam um software especial para reconhecer e digitalizar letras escritas à mão e desenhos dentro de um padrão reconhecido por esse software. Sistemas de reconhecimento de voz: por meio de hardware específico e software, digitalizam, analisam e classificam sua voz e seus padrões sonoros. As palavras reconhecidas são então transferidas para seu hardware e software aplicativo. Escaneamento ótico: são dispositivos que leem textos, imagens ou gráficos e os convertem em entrada digital. Há diversos tipos de dispositivos de escaneamento ótico: scanners de mesa: utilizados com PCs para capturar a imagem de documentos ou formulários; reconhecimento de caracteres óticos OCR: captura os dados e converte em caracteres de OCR especiais que podem ser tratados por processadores de texto. Reconhecimento de caracteres de tinta magnética MICR: empregado pelo setor bancário para ler e validar a linha magnética de dados de cheques. Leitora de tarja magnética que lê os dados de identificação do banco e do cliente escritos na parte inferior do cheque. Faixa magnética: leitora magnética de cartões que lê a tarja magnética que contém até duzentos bytes de dados. Cartões inteligentes: possuem internamente um chip de microprocessador com vários kilobytes de memória em substituição à tarja magnética. Máquinas fotográficas digitais: permitem a captura e o armazenamento de fotografias ou de vídeos (imagens + voz) com movimento em forma digital, executando, dessa forma, uma função de filmadora. Esses dispositivos são classificados pela análise de sua função em periféricos de entrada, que na realidade é evidenciado pela direção de seu sinal estar entrando no processador. Os sistemas de resposta de voz e a saída multimídia cada vez mais encontradas junto com os monitores de vídeo em aplicações empresariais são outras tecnologias de saída mais amistosas. Por exemplo, equipamentos de multimídia com a saída de voz e áudio gerados por microprocessadores de áudio e voz em muitos produtos de consumo. O software de mensagem de voz possibilita que PCs e servidores em sistemas de mensagens e de correio de voz interajam mediante respostas de voz; algo que vem crescendo nos sites da internet e nas intranets de empresas para facilitar reuniões por intermédio de videoconferência. 140

17 GERENCIAMENTO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO As imagens disponibilizadas em monitores de vídeo podem servir como entrada e também como saída. Sinais de TV ou fotografias podem ser digitalizados, gravados e utilizados pelo computador. Monitores de vídeo formam a interface mais comum de saída do computador. Monitores de vídeo, de forma geral, incluem: Tubo de raios catódicos CRT: são os monitores de vídeo que utilizam uma tecnologia similar aos tubos de imagem utilizados em televisores domésticos. Monitores de cristal líquido LCDs: utilizam a mesma tecnologia empregada em calculadoras eletrônicas e relógios digitais. Os LCDs podem ser de pequeno tamanho e consomem pouca corrente elétrica para funcionar, o que os torna ideais para dispositivos portáteis. Monitores de plasma: são gerados quando partículas eletricamente carregadas de gás são fechadas nas placas de vidro. Esses monitores produzem imagens de qualidade muito alta em telas planas com mais rapidez que os LCDs. Embora mais caros que monitores de CRT e LCD, são preferidos nas estações de trabalho. Para aplicações requerem saídas de resolução de vídeo muito alta, como vídeos em movimento e trabalhos profissionais. Monitores de LED: são monitores no qual a imagem é formada pelo agrupamento de LED que assume a cor necessária para a formação do pixel de imagem, fazendo assim a formação da imagem de melhor qualidade, com maior definição e luminosidade, e com menor uso de energia elétrica. A saída impressa em papel, assim como os monitores de vídeo, ainda é a forma mais comum de saída: Impressoras a jato de tinta: injetam tinta sobre uma linha de cada vez (deskjet). Impressoras a laser: utilizam um processo eletrostático (fusor) semelhante ao de uma máquina fotocopiadora para produzir muitas páginas por minuto de saída de alta qualidade (laser print). Impressoras a cera: utilizam um processo de sublimação de cera aquecida ou impressão por jato de cera, obtendo máxima qualidade de impressão e fidelização de cores. Impressoras matriciais: utilizam cabeçotes de impressão por agulhas ou marteletes de tipos comprimidos em uma fita de impressão por passagem de linha ou por página. São as mais antigas, mas ainda em uso devido a impressões em papel de segurança (para comprovantes de pagamento) ou impressão de notas fiscais multivias. Ce-Borg: Essas impressoras estão voltando à moda, devido ao uso em contabilidade e na informatização comercial, na qual temos o modelo compacto para impressão de cupom fiscal. 141

18 Unidade IV Esses dispositivos são classificados pela análise de sua função em periféricos de saída, que na realidade é evidenciado pela direção de seu sinal estar saindo do processador. Temos também um grupo específico de dispositivos chamados periféricos de entrada e saída, uma vez que, por intermédio deles, os sinais entram e saem do processador, que é o caso dos monitores sensíveis ao toque e das impressoras do tipo multifuncionais. Observação Cuidado com a aplicação dos conceitos de entrada e saída para as memórias; elas não são periféricas, são unidades de memória. Para o entendimento desta importante parte do sistema computacional e mediante sua importância trataremos dos dados e informações que são a matéria-prima e o resultado do processamento eletrônico, e necessitam especial tratamento quanto ao uso e armazenamento. Dados e informações devem ser guardados por meio de diversos métodos de armazenamento até serem necessários. Por exemplo, muitas pessoas e organizações ainda dependem de documentos de papel armazenados em armários de arquivo, utilizados como a principal mídia de armazenamento às vezes, são exigências legais. Porém, a tendência é depender mais dos circuitos de memória e de dispositivos de armazenamento secundários dos sistemas de computador para atender às necessidades de armazenamento. Segundo Nanini, ilustram-se as principais tendências nos métodos de armazenamento primários e secundários. O progresso na integração de escala muito grande (VLSI já traduzido anteriormente), que insere milhões de elementos de circuito de memória em minúsculos chips de memória semicondutora, é responsável pelos contínuos aumentos na capacidade da memória principal dos computadores. Esperam-se que as capacidades de armazenamento secundário ascendam aos bilhões e aos trilhões de caracteres, devido, principalmente, ao uso de mídias óticas (gigabytes e terabytes). Dados e informações precisam ser guardados temporariamente após sua entrada, durante o processamento e antes da saída. O meio de armazenamento de alta velocidade ainda é o sistema mais caro e proporciona menor capacidade total são as memórias RAM e flash. Inversamente, o meio de armazenamento maior custa menos, no entanto é mais lento devido ao acionamento eletromecânico (HD ou disco rígido). Os meios de armazenamento também se distinguem pela forma como são acessados pelo computador: 142 Acesso direto: meios de armazenamento primário como os chips semicondutores de memória (RAM) e os dispositivos de armazenamento secundários, como os discos magnéticos (HDs) e os discos óticos, têm acesso direto. Isso significa que qualquer elemento de dados pode ser armazenado diretamente e pode ser recuperado pela CPU/UCP selecionando e utilizando quaisquer dos locais dos meios de armazenamento. Cada local é único e disponível na CPU independentemente de outros elementos armazenados, visto que recebem um endereço lógico que indica a localização física do equipamento.

19 GERENCIAMENTO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Acesso sequencial: os meios de armazenamento de acesso sequencial, como uma fita magnética, não permitem localização direta de um registro ou dado devido ao sistema de armazenamento. Assim, os dados são armazenados e recuperados por meio de um processo sequencial ou serial. A localização de um item individual dos dados exige a busca sequencial, iniciando-se sempre pelo primeiro registro e passando por todos os elementos de dados que o antecedem. Memória semicondutora: o armazenamento primário de seu computador é composto por chips microeletrônicos de memória especializada como a cache de memória externa e a memória flash. Há dois tipos de memória: RAM e ROM. Disco magnético: a forma mais comum de armazenamento secundário são discos metálicos ou plásticos revestidos com um composto de óxido de ferro para gravação magnetizada. Os dados são registrados nas trilhas na forma de pontos magnetizados para criar dígitos binários. Cabeças de leitura/gravação eletromagnética, posicionadas por braços de acesso eletromecânico são utilizadas para ler e gravar dados. As duas formas mais comuns de discos magnéticos são os discos flexíveis (3,5 ) e os discos rígidos (HDs). Grupamento de discos rígidos independentes RAID: são arranjos de disco de unidades de disco rígido (HDs) interconectados para propiciar muitos gigabytes (ou terabytes) de armazenamento de dados, geralmente em servidores ou host (mainframe). Fita magnética: armazenamento secundário de acesso sequencial que utiliza cabeças de leitura/gravação dentro de unidades de fita magnética para ler e gravar dados na forma de pontos magnetizados sobre a camada de óxido de ferro sobre uma fita plástica resistente. As leitoras de fita são dispositivos de fita magnética que incluem carretéis de fita e cartuchos em mainframes e em sistemas de médio porte, pequenos cassetes ou cartuchos para PCs. Fita magnética é frequentemente utilizada para armazenamento de acervos de longo prazo e armazenamento de reserva comumente utilizada como backup. Armazenamento em disco ótico: é um meio de armazenamento bastante aceito para processamento de imagem, que registra dados por meio de um laser para queimar trilhas microscópicas num disco plástico e lê os dados utilizando um laser para ler os códigos binários formados por aquelas trilhas. Há vários tipos diferentes de discos óticos: disco compacto de memória apenas de leitura (CD-ROM): cada disco pode armazenar 700 MB ou mais, dependendo do sistema de compactação; disco compacto gravável (CD-R): permite aos usuários gravarem uma única vez os dados e lê-los indefinidamente; disco compacto regravável (CD-RW): permite aos usuários gravarem e apagarem (regravando) os dados indefinidamente; 143

20 Unidade IV 144 disco de vídeo digital (DVD): cada disco pode armazenar até 8,5 GB de dados em cada um de seus lados. Igualmente também pode possuir as mesmas características de gravação e leitura dos CDs. Discos magnéticos são formas mais comuns de armazenamento secundário de dados para os diversos sistemas de computador. Os discos magnéticos são discos finos de metal ou de plástico revestidos em ambos os lados por uma fina camada de gravação de óxido de ferro. Os cabeçotes eletromagnéticos de leitura/gravação são posicionados por braços mecânicos de acesso entre os discos ligeiramente separados para ler e gravar dados em trilhas circulares concêntricas (os endereços são únicos para cada elemento de dados o endereço de cada registro está na chamada trilha 0 mais ao centro do disco). As formas mais comuns de discos magnéticos são: Disquetes: também chamados de discos/disquetes magnéticos, estes consistem em discos de filme de poliéster, cobertos por camada de óxido de ferro magnetizável. Os disquetes são extremamente portáteis; um disco de 3,5 polegadas cabe num bolso de camisa e pode armazenar de 720 KB até 2,88 MB, sendo mais comum 1,44 MB. Unidades de disco rígido: o disco rígido (hard disk HD) reúne vários discos magnéticos, braços de acesso e cabeçotes de leitura/gravação em um módulo lacrado. Isso permite velocidades mais altas, maiores densidades de gravação de dados e aproveitamento do espaço dentro de um ambiente lacrado e mais estável. Redundant Array of Independent Drives ou Redundant Array of Inexpensive Drives RAID: conjunto redundante de discos econômicos é um meio de se criar um subsistema de armazenamento composto por vários discos individuais, com a finalidade de ganhar segurança e desempenho. Significa arranjos redundantes de discos independentes. Reúnem-se de seis a mais de cem pequenas unidades de discos rígidos e seus microprocessadores em uma única unidade. As unidades RAID fornecem grandes capacidades com alta velocidade de acesso feito por caminhos múltiplos paralelos em muitos discos. Também são tolerantes a erro, pois existe mais de uma cópia dos dados redundância. Memórias Flash (Flash Memory): representada pelos pendrives; dispositivos de armazenamento de dados que utilizam circuitos de memórias VLSI compactos utilizados para gravação dos dados para posterior utilização, caracterizados pela velocidade, facilidade e capacidade de armazenamento, com modelos de até 500 MB de capacidade. Os preços desses dispositivos estão em queda, devido à miniaturização e produção em larga escala. 7.4 Conceitos e componentes de software SW Os softwares são a parte intangível do computador representados pelos programas de computador, as linguagens de programação, compiladores, os mais diversos sistemas desde os sistemas operacionais até os sistemas integrados, banco de dados e as informações em suas mais diversas categorias e tipos, bem como as fotos, imagens e músicas que veremos a seguir, como segue:

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