DEMANDA POR QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL PARA CONDUTORES DE VEÍCULOS DE TRANSPORTE DE CARGAS

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2 Relatório DEMANDA POR QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL PARA CONDUTORES DE VEÍCULOS DE TRANSPORTE DE CARGAS Instituto do Desenvolvimento do Transporte IDT Escola do Transporte 26 a 28 de Março de

3 Elaboração Coordenação de Desenvolvimento de Cursos Diretoria Executiva do IDT Tabulação dos dados Coordenação de Desenvolvimento de Cursos Instituto de Desenvolvimento do Transporte IDT Escola do Transporte Apoio ao Levantamento dos Dados FETECESP Federação das Empresas de Transporte de Cargas do Estado de São Paulo Contato Instituto de Desenvolvimento do Transporte - IDT SAS Quadra 06 Lote 03 Bloco J Edifício Camilo Cola 2º andar Fone: (0xx61) Brasília DF Site: Fale com o sistema CNT

4 SUMÁRIO DADOS TÉCNICOS 5 APRESENTAÇÃO 6 OBJETIVO 8 UNIVERSO E ABRANGÊNCIA DA PESQUISA 9 METODOLOGIA 10 RESULTADOS 11 PARTE I CARACTERIZAÇÃO DO PERFIL DAS EMPRESAS PESQUISADAS Número de Clientes Quantidade de Motoristas de Veículos de Transporte de Cargas Frota de Veículos Padronização da Marca dos Veículos Composição da Frota Idade Média da Frota Tecnologia Embarcada Tipos de Cargas Transportadas Abrangência Geográfica Distância Média Percorrida por Dia 15 PARTE II LEVANTAMENTO DOS DADOS RELACIONADOS AO MOTORISTA Visão do Empresário Visão da Chefia de Recursos Humanos Visão da Chefia Operacional Visão do Motorista de Veículo de Transporte de Cargas 41 PARTE III COMPETÊNCIAS, HABILIDADES E ATITUDES RELACIONADAS AO CONDUTOR DE VEÍCULO DE TRANSPORTE DE CARGAS Chefia Operacional Motorista Visão Integrada dos Motoristas e Chefia Operacional 57 CONCLUSÃO 63 ANEXOS 65 4

5 DADOS TÉCNICOS Pesquisa Demanda por Qualificação Profissional para os Condutores de Veículos de Transporte de Cargas Entrevistas 51 entrevistas realizadas com profissionais de empresas de transporte de cargas Amostra 15 empresas de transporte de carga da região de São Paulo Campo 26 a 28 de março de 2007 Rechecagem 93% da Amostra. 5

6 APRESENTAÇÃO No ambiente de negócios, temas relacionados à redução de custos e melhoria de produtividade são vitais para o desenvolvimento de toda empresa privada. No setor de transporte, em especial no transporte rodoviário de cargas, esta premissa não é diferente, pois este é o elo entre a matriz produtiva e os mercados consumidores. A importância do transporte rodoviário no Brasil é demonstrada pela participação na matriz energética, na qual o modal rodoviário representa 58% (ANTT, 2005). Além da distribuição dos bens, o transporte é propulsor econômico que integra as regiões do país. Neste contexto, os condutores de veículos de transporte de cargas possuem um papel importante no processo de aumento da produtividade do setor de transportes, uma vez que são eles, em última instância, os responsáveis pelo transporte das cargas com segurança e de forma econômica, além de serem o cartão de visita da empresa para a qual transportam. Por isto, observase a importância da qualificação destes profissionais para o melhor desempenho do setor. Diversos cursos específicos para motoristas de veículos de transporte de cargas, sejam eles de caráter legal ou não, são oferecidos por diversas instituições no País, porém são poucas as que desenvolvem programas de treinamento diferenciado que contemplem uma formação ampla, abordando conteúdos técnicos, comportamentais e práticos sem seus programas pedagógicos. Diante deste cenário, o Instituto de Desenvolvimento do Transporte IDT, por meio da Escola do Transporte, com o apoio da Federação das Empresas de Transporte de Cargas do Estado de São Paulo FETECESP, e por solicitação de empresários do Transporte de Cargas do Estado de São Paulo, realizou pesquisa para levantamento das necessidades de treinamento dos motoristas, com o objetivo de mapear as competências necessárias à construção de curso para condutores de veículos de transporte de carga, que contemple os novos requerimentos da demanda por este profissional, além de coletar diversos dados importantes para reforçar a tese de que a qualificação para o exercício da atividade de motorista é indispensável. Assim, este relatório traz o resultado da pesquisa realizada pelo IDT, na qual são identificadas as demandas por Qualificação Profissional para os Condutores de Veículos de 6

7 Transporte de Cargas. Este irá servir de base para a construção de cursos de qualificação, formação e aperfeiçoamento de condutores de transporte de cargas. Como resultado, a primeira parte deste relatório de pesquisa trata da caracterização do perfil das empresas pesquisadas com relação à localização, número de clientes, frota de veículos, padronização da marca dos veículos, composição da frota de veículos, idade média da frota, identificação da tecnologia embarcada nos veículos, identificação dos produtos transportados, abrangência geográfica da empresa e distância média percorrida diariamente pelos condutores de veículos de transporte de cargas. Na segunda parte da pesquisa, as empresas foram avaliadas por meio dos profissionais que ocupam cargos em níveis estratégicos da empresa: empresário, chefia operacional, chefia de recursos humanos e motorista nos quais foram coletados os dados referentes ao tempo de trabalho na empresa e escolaridade dos profissionais entrevistados, além de questões relativas aos motoristas, tais como: características do motorista ideal, pré-requisitos ideais e reais para contratação, perfil comportamental, exames médicos admissionais, cursos específicos necessários à contratação, dificuldades na contratação, processo seletivo, remuneração, benefícios, turn-over, realização de treinamento após contratação, cursos preparatórios para assumir a função, importância do treinamento para o desempenho do motorista, cursos pós-admissionais oferecidos pela empresa, carga horária anual de treinamento, valor investido em cursos, horários de realização dos treinamentos, percepção dos motoristas com relação ao treinamento, carga horária de treinamento prevista para o ano de 2007, competências que podem ser desenvolvidas por meio de treinamento, efetividade dos treinamentos para motoristas, metodologia adequada aos treinamentos e indicadores de desempenho pré e pós-treinamentos. Por último, na terceira parte deste relatório, são apresentados os resultados referentes à importância e à prioridade de desenvolvimento dos conhecimentos, habilidades e atitudes relativos à atividade dos condutores de veículos de transporte de cargas que foram previamente identificadas nos instrumentos de pesquisa. 7

8 OBJETIVO O objetivo geral desta pesquisa é quantificar e qualificar os elementos que retratam a demanda por qualificação para os condutores de veículos de transporte de cargas, levantando as necessidades de treinamento por meio do desenvolvimento de conhecimentos, habilidades e atitudes específicas para o desempenho da profissão de condutor de veículos de transporte de cargas, oferecendo subsídios para propor novos cursos para esta ocupação. 8

9 UNIVERSO E ABRANGÊNCIA DA PESQUISA Foram indicadas pela Federação das Empresas de Transporte de Cargas do Estado de São Paulo - FETECSEP, quinze empresas que atuam no transporte de cargas, todas situadas na região de São Paulo, para que participassem da pesquisa proposta. Os questionários foram aplicados in loco, na semana de 26 a 28 de março de 2007, pelos técnicos da Coordenação de Desenvolvimento de Cursos do IDT. Foram entrevistados 51 profissionais de quatro níveis estratégicos da empresa: empresário, chefia operacional, chefia de RH e motoristas, visando obter uma visão integrada dos dados pesquisados. 9

10 METODOLOGIA Ao se considerar o objetivo geral de conhecer a demanda por qualificação para condutores de veículos de transporte rodoviário de cargas, foi estabelecido que o método da pesquisa seria exploratório descritivo, desenvolvido em campo. A pesquisa foi desenvolvida por meio de instrumento do tipo questionário, dividido em três etapas, sendo que o primeiro foi utilizado para caracterizar a empresa (Anexo I), o segundo para caracterizar o profissional entrevistado e para a coleta de dados referentes à atuação do motorista (Anexo II) e o terceiro para priorizar a importância e o domínio dos conhecimentos, habilidades e atitudes pré-identificados para a ocupação de condutores de veículos de transporte de cargas (Anexo III). As análises dos dados obtidos da terceira etapa da pesquisa, que foi aplicada apenas nos profissionais da chefia operacional e no motorista, foi realizada por meio da seguinte fórmula P = [I(3-D)]/n, para cada uma das competências listadas, onde: P= prioridade da competência, em escala de 0 a 3; I= importância da competência julgada pelos respondentes, numa escala de 0 a 3; D= domínio da competência julgada pelos respondentes, numa escala de 0 a 3; n= número de respondentes. Esta técnica de análise contribui para desenvolver a proposta pedagógica e o plano de curso para motoristas por estabelecer a prioridade das competências (conhecimentos, habilidades e atitudes) que são necessárias serem desenvolvidas nos condutores de veículos de transporte de cargas para o melhor desempenho da profissão. A pesquisa baseou-se em dados quantitativos e qualitativos que foram tratados por meio de análise estatística descritiva e de conteúdo. A seguir, apresentam-se os resultados da pesquisa, organizados por temas de estudo. 10

11 RESULTADOS PARTE I CARACTERIZAÇÃO DO PERFIL DAS EMPRESAS PESQUISADAS 1. Número de Clientes O número de clientes atendidos pelas empresas pesquisadas varia de 25 a usuários dos serviços de transporte de cargas. 2. Quantidade de Motoristas de Veículos de Transporte de Cargas O número de motoristas contratados nas empresas varia de 23 a 900, com média de 289. O número de motoristas terceirizados varia 5 a 853, com média de 214. Uma empresa não possui motorista terceirizado. 3. Frota de Veículos Todas as empresas pesquisadas possuem frota própria que varia de 20 a 1200 veículos de transporte de cargas. Detectou-se que 1 empresa não trabalha com frota terceirizada. Em todas as outras, a quantidade de veículos terceirizados varia de 04 a 807. Todas as empresas possuem veículo tipo carreta em sua frota que varia de 23 a 584 veículos deste tipo. 4. Padronização da Marca dos Veículos Em relação à marca dos veículos, 3 empresas têm a sua frota padronizada. As outras empresas trabalham com várias marcas de veículos, de acordo com a necessidade da empresa e especificidade do transporte. 5. Composição da Frota A composição da frota de veículos varia do caminhão leve (Toco) ao Extra-pesado (Bi-Trem/ Treminhão 7 eixos). O caminhão médio (Truck), o pesado (carreta 3 eixos) e o leve (Toco) são os mais utilizados nas empresas pesquisadas. Todas as empresas pesquisadas possuem mais de um tipo de caminhão em sua frota. 11

12 Quatorze empresas utilizam o caminhão médio (Truck), 12 possuem em sua frota o caminhão Pesado (Carreta 2 eixos e Baú) e 13 empresas possuem caminhão Leve (Toco) e Pesado (Carreta 3 eixos). Constatou-se, ainda, que 8 empresas possuem caminhão Pesado (Carreta Cavalo Truckado), 5 empresas possuem veículo pesado (Carreta Cavalo Truckado Baú) e 3 empresas possuem o caminhão extra-pesado (Bi-Trem/ Treminhão 7 eixos). Leve (Toco) 13 Médio (Truck) 14 Pesado (Carreta 2 eixos) 12 Pesado (Carreta Baú) 12 Pesado (Carreta 3 eixos) 13 Pesado (Carreta Cavalo Truckado) 8 Pesado (Carreta Cavalo Truckado Baú) 5 Extra-pesado (Bi-trem / Treminhão - 7 eixos) 3 Figura 1: Número de empresas por tipo de Veículos utilizados. anos. 6. Idade Média da Frota A idade média da frota pesquisada nas empresas varia de 3 a 13 anos com média geral de 5,8 7. Tecnologia Embarcada Treze das 14 empresas pesquisadas possuem Tacógrafo em seus veículos. Uma empresa não respondeu a esta questão. Uma empresa não possui sistema de rastreamento em seus veículos. Todas as outras empresas utilizam-se desta tecnologia. No que diz respeito à utilização de rádio PX ou similares em seus veículos, 3 empresas fazem uso deste recurso. 12

13 Das 14 empresas, 10 possuem computador de bordo em seus veículos e 4 não apresentam este recurso. Já com relação à quantidade de veículos com motores eletrônicos, duas empresas não possuem caminhões com esta tecnologia, sendo a frota de caminhões mecânicos. Sete empresas apresentam sistema de freios ABS em seus veículos e 5 possuem sistema de controle de tração (EPS). Rádio PX ou similar 3 Controle de tração (EPS) 5 ABS 7 Computador de bordo 10 Motor eletrônico 12 Sistema de rastreamento 13 Tacógrafo digital 13 Figura 2: número de empresas por utilização da tecnologia embarcada 8. Tipos de Cargas Transportadas No que diz respeito a carga transportada, 5 empresas transportam granel sólido, 12 transportam carga seca fracionada, 3 transportam granel líquido, 8 transportam químicos ou perigosos, 2 transporta carga frigorificada e 1 transporta hortaliças. Nenhuma das empresas transporta carga viva e/ou madeira. Verificou-se, ainda, que 9 empresas transportam mais de um dos tipos de carga relacionados acima. Uma empresa declarou transportar outros produtos que não os listados no instrumento de pesquisa. São eles: produtos pesados e remoções industriais. 13

14 Carga seca fracionada 12 Químicos ou perigosos 8 Granel sólido 5 Granel líquido 3 Carga frigorificada 2 Hortaliças 1 Carga viva 0 Madeira 0 Figura 3: número de empresas por tipo de carga transportada 9. Abrangência Geográfica Todas as empresas pesquisadas têm abrangência geográfica interestadual. Doze empresas realizam transporte de cargas intermunicipalmente e 11 empresas fazem transporte municipal. Cinco empresas atuam na rota internacional. Internacional 5 Interestadual 14 Intermunicipal 12 Municipal 11 Figura 4: número de empresas por abrangência geográfica 14

15 10. Distância Média Percorrida por Dia A distância média percorrida varia de empresa para empresa. Nesta variação, 2 empresas percorrem diariamente de 201 a 500 km, 2 empresas percorrem de 501 a 750 km, 1 percorre entre 751 a 1000 km e 9 percorrem acima de 1000 km. Nenhuma das empresas pesquisadas fazem percursos menores que 250 Km. > <250 0 Figura 5: número de empresas por distância média percorrida por dia em Km 15

16 PARTE II LEVANTAMENTO DOS DADOS RELACIONADOS AO MOTORISTA 1. Visão do Empresário 1.1 Caracterização do Perfil dos Entrevistados Dos 11 empresários entrevistados, 9 responderam sobre o tempo de atuação em transporte e declararam a escolaridade. O tempo de atuação dos empresários no setor varia de 5 a 55 anos. Dois dos entrevistados atuam há mais de 55 anos, no setor de transporte. A escolaridade varia de curso médio completo a pós-graduação completa, com representatividade de 5 empresários que concluíram o curso superior, 2 empresários que possuem o curso médio completo, 1 empresário com o curso superior incompleto, e 1 pós-graduado, conforme representado na figura abaixo. 11% 33% 11% 45% Curso de Pós-Graduação Curso Superior Incompleto Curso Superior Completo Curso Médio Completo Figura 6: representatividade do grau de escolaridade dos empresários 1.2 As Atividades do Motorista x Empresa Ao se tratar da questão sobre como a atividade do motorista afeta a empresa, percebe-se que, de maneira geral, os empresários avaliam que a atividade do motorista afeta a empresa em relação a todos os quesitos levantados: carga, clientes, custos operacionais e multas. No que diz respeito ao 16

17 quesito cargas, 6 empresários afirmam que há impacto direto sobre o manuseio das mercadorias e sua arrumação no veículo, podendo acarretar em prejuízos para a empresa. Ao se tratar de clientes, os empresários destacam o quanto a atividade do motorista é relevante, pois, de acordo com a pesquisa, para os 11 empresários, o motorista é o cartão de visitas e a imagem da empresa e, ainda, interfere na produtividade e nos resultados operacionais e financeiros. Afirmam, também, que o comportamento inadequado do motorista poderá prejudicar a relação cliente empresa, pois os clientes encontram-se cada vez mais exigentes em relação à melhor apresentação, postura e atendimento por parte do condutor. Sobre os custos operacionais, 7 empresários abordam questões relacionadas a este item, tais como: manutenção do veículo e consumo de combustível. Afirmam que a diminuição ou aumento dos custos dependerá do desempenho do motorista na operação do veículo. De forma geral, os empresários afirmam que o motorista faz a empresa ganhar ou perder dinheiro, pois percebem o motorista como sendo a essência do negócio e um dos principais colaboradores de uma empresa de transporte. Afirmam ainda, que sem um motorista comprometido, capacitado, respeitador das leis de trânsito, disposto atender as necessidades dos clientes, a empresa não têm o resultado esperado. 1.3 Características do Motorista Ideal De acordo com os dados levantados nesta questão, consideram-se características dos motoristas ideais as relacionadas a seguir e que tiveram freqüência maior que 1 nas respostas obtidas: Que tenha conhecimentos técnicos e operacionais (5) Respeitador e conhecedor das leis e regras internas e externas (3) Que seja íntegro e que tenha moral (3) Que tenha família (3) Que seja honesto (3) Que possua grau de escolaridade médio (3) Que tenha hábitos saudáveis (2) Prestativo (2) Aquele que se vê como dono do próprio negócio (2) 17

18 Boa apresentação (2) Idade acima de 35 anos (2) Que dirija defensiva e economicamente (2) Que tenha equilíbrio emocional e que saiba lidar com situações estressantes do trânsito e horário de entrega da carga para o cliente (2) Pró-ativo (2) Foram ainda, levantadas outras 18 características necessárias ao motorista ideal que tiveram freqüência 1 nas respostas coletadas. A relação completa das características está listada no Anexo IV deste documento. 1.4 Importância do Treinamento para o desempenho do motorista De acordo com os dados levantados nesta questão, foram listados os aspectos fundamentais que podem ser obtidos por meio de treinamento que tiveram freqüência maior que 1 nas respostas obtidas: Formação sistêmica do profissional nas áreas sócio-familiar (9) Imagem perante o cliente (9) Condução da carga e da descarga (9) Otimização de custos (economia de combustível, manutenção do caminhão, diminuição de multas) (9) Contribuição para representação da empresa (3) Assumir maiores responsabilidades com a manutenção do veículo e documentação da carga (3) Cidadania no trânsito diminuição de acidentes (3) Melhor desempenho na direção defensiva (2) Maior comprometimento com a Saúde (2) Foram, ainda, levantados outros fatores relevantes aos treinamentos que tiveram freqüência 1 nas respostas coletadas. A relação completa destes fatores está listada no Anexo V deste relatório. 18

19 2. Visão da Chefia de Recursos Humanos 2.1 Caracterização do Perfil dos Entrevistados O tempo médio de trabalho dos 14 profissionais de RH das empresas pesquisadas, varia de 3 semanas a 23 anos. Seis profissionais trabalham há mais de 8 anos na empresa e o restante há menos de 3 anos. Em relação à escolaridade, 11 profissionais possuem curso superior e 3 são pósgraduados, conforme figura 7. 21% 79% Pós-Graduação Curso Superior Figura 7: representatividade do grau de escolaridade dos profissionais de RH 2.2 Características do Motorista Ideal De acordo com os dados levantados nesta questão, consideram-se características dos motoristas ideais as relacionadas a seguir e que tiveram freqüência maior que 1 nas respostas obtidas: Que tenha hábitos saudáveis (6) Que seja responsável (5) Que tenha experiência compatível com o trabalho (5) Que conheça mecânica (4) Que tenha conhecimento das estradas (3) Ético (3) Comunicativo (3) Pro-ativo (3) 19

20 Que tenha conhecimentos de condução econômica (3) Que tenha conhecimentos de direção defensiva (2) Que tenha conhecimentos de segurança (2) Que tenha conhecimentos da operação do veículo (2) Que saiba relacionar-se com os outros (2) Que represente a empresa (2) Que tenha nível médio de escolaridade (2) Que tenha controle emocional (2) Que saiba seguir regras (2) Que seja concentrado (2) Foram levantadas ainda, outras características necessárias ao motorista ideal que tiveram freqüência 1 nas respostas coletadas. A relação completa das características está listada no Anexo VI deste documento. 2.3 Pré-requisitos Ideais Para Contratação do Motorista Os levantamentos dos pré-requisitos ideais para a contratação do motorista se dividem em: I. Escolaridade Das empresas pesquisadas 11 responderam que o nível ideal de escolaridade seria o médio completo. Uma empresa respondeu que seria o fundamental incompleto e 2 acreditam ser o fundamental completo. II. Idade Segundo as respostas, a idade mínima para contratação dos motoristas varia de 25 a 30 anos, e a máxima, de 35 a 60 anos. Cinco empresas acreditam não haver idade máxima para contratação. III. Tempo de Experiência A exigência do tempo de experiência para contratação dos motoristas varia de 1 a 5 anos. Uma empresa não exige tempo de experiência comprovada como pré-requisito de contratação. A média 20

21 de tempo de experiência para contratação é de 3 anos, de acordo com os profissionais das empresas pesquisadas. IV. Cursos Específicos Foi levantada a necessidade de aprovação em cursos específicos como pré-requisito para a contratação dos motoristas. Seguem, abaixo, os cursos exigidos que tiveram freqüência acima de 1 nas reposta obtidas: Curso para Condutores de Veículos de Transporte de Produtos Perigosos - MOPP (10) Direção Defensiva (9) Condução Econômica (5) Relacionamento Interpessoal (2) Mecânica (2) Atendimento ao Cliente (2) Foram levantados, ainda, mais 15 cursos exigidos para contratação que tiveram freqüência 1 nas respostas e que se encontram relacionadas no Anexo VII. V. Perfil Comportamental Algumas características do perfil comportamental que é exigido para a contratação do motorista foram evidenciadas no levantamento dos dados. Encontram-se relacionados a seguir as que tiveram freqüência acima de 1: Calmo/ Tranqüilo (7) Pro-ativo (6) Comunicativo (4) Que apresente auto-controle (4) Concentrado (3) Que tenha bom relacionamento interpessoal (3) Disciplinado (2) Seguro (2) 21

22 Dinâmico (2) Paciente (2) Atencioso (2) Responsável (2) Foram levantadas, ainda, mais 12 características referentes ao perfil comportamental exigido para contratação dos motoristas que tiveram freqüência 1 nas respostas e que se encontram relacionadas no Anexo VIII. Evidenciou-se, também, que é exigido dos motoristas que tenham bons antecedentes e referências pessoais quando da exigência da seguradora/ gerenciadora de risco. VI. Saúde/ Exames Médicos Admissionais Em todas as empresas pesquisadas, são solicitados exames médicos admissionais. Vários são os exames exigidos pelas empresas durante o processo de contratação dos motoristas. A seguir encontram-se relacionados os que tiveram fre quência acima de 1: Exame para detectar álcool e drogas no organismo (5) IMC/ Obesidade (4) Eletrocardiograma - ECG (4) Eletroencefalograma EEG (4) Acuidade visual/ Oftalmologista (4) Audiometria (3) Hemograma (3) Diabetes (3) Urina (2) Detectaram-se, ainda, mais 8 exames que são exigidos nas empresas e que tiveram freqüência 1 nas respostas. Esta lista encontra-se no Anexo IX deste relatório. 22

23 2.4 Dificuldades na Contratação de Motoristas Foram várias as dificuldades relatadas para a contratação dos motoristas. Dentre elas, podemos evidenciar a questão da escolaridade, do perfil comportamental, da qualificação, os relacionados à saúde, tempo de experiência e os vícios de trabalho. Das empresas pesquisadas, 10 responderam que a falta de escolaridade ideal (nível médio) é problema para a contratação, 9 empresas responderam que a falta de qualificação dos profissionais atrapalham o processo de admissão, 9 descrevem que os problemas de saúde e o tempo de experiência interferem, 8 empresas acreditam que o perfil comportamental é impedimento para a contratação, e 7 empresas responderam que os vícios de trabalho são impedimento para admitir novos motoristas. 71% 64% 64% 64% 57% 50% Grau de Escolaridade Qualificação Profissional Saúde Tempo de Experiência Perfil Comportamental Vícios de trabalho Figura 8: representatividade das empresas por dificuldades encontradas na contratação de motoristas Alguns comentários que reforçam a dificuldade de contratação destes motoristas foram registrados. Dentre eles, que não há fidelidade do motorista à empresa, pois a oferta de emprego para a categoria é grande, devido o mercado encontrar-se carente de profissionais qualificados. Outro ponto evidenciado é que os motoristas pedem demissão das empresas em que estão contratados por pequeno aumento de remuneração dada por outras empresas. 23

24 Levantou-se, ainda, a dificuldade de contratação de motoristas carreteiros e de profissionais que tenham permanecido por até dois anos na empresa anterior. 2.5 Processo Seletivo para Motoristas Das 14 empresas pesquisadas, 10 recrutam os profissionais motoristas por meio de indicação, 7 recorrem a agências de emprego, 5 empresas tem abertura constante para recebimento de currículos em suas portarias, 3 empresas publicam anúncios em jornais e 1 utiliza-se dos sindicatos e sistema de panfletagem dos anúncios de recrutamento. 71% 50% 36% 21% 7% 7% Indicação Agência de Emprego Entrega de currículos nas portarias das empresas Jornal Sondicatos Panfletagem Figura 9: representatividade das empresas por formas de recrutamento de motoristas Com relação ao processo seletivo, 14 empresas responderam que fazem prova prática de direção, 12 utilizam-se de testes escritos, 12 realizam testes psicológicos, 12 praticam entrevista com o RH, 11 praticam entrevistas com a chefia operacional, 4 realizam entrevistas em pares (RH e chefia) e 3 selecionam com a ajuda de dinâmicas de grupo, conforme representado na figura abaixo. Seis empresas realizam a avaliação da seguradora e fazem consulta de antecedentes. 24

25 100% 86% 86% 86% 79% 43% 29% Testes Escritos Prova Prática de Direção Testes Psicológicos Entrevista com o RH Entrevista com a Chefia Avaliação da Seguradora/ Consulta de Antecedentes Entrevista em Pares Figura 10: representatividade das empresas por formas de seleção de motoristas 2.6. Remuneração do Motorista Composição salarial A remuneração do motorista varia de acordo com a categoria de motorista de caminhão (truck) e de carreta. Além disso, várias outras formas de remuneração são praticadas nas empresas, conforme composição a seguir: Parte Fixa Parte variável Benefícios Prêmio (5) Auxílio Farmácia (2) Salário Base fixo por tipo de veículo(9) ou + Horas extras (4) Periculosidade (2) Adicional (2) + Cesta Básica (1) Plano de saúde (2) Salário Base Diferenciado por experiência (1) Pernoite (1) Plano de Saúde Odontológico (1) Seguro de vida (1) Produção (1) Auxílio Funeral (1) Hora-extra (4) Figura 11: variações salariais dos motoristas 25

26 2.7 Turnover do Motorista A média de rotatividade do motorista é de 9%. Oito empresas não declararam o índice de turnover a ocupação de motorista. 2.8 Treinamento dos Motoristas Após a Contratação Sobre a realização de treinamentos após a contratação do motorista antes de assumir a função, 13 empresas responderam que realizam treinamento teórico e prático, e 1 empresa declarou que não realiza treinamentos após a contratação. Não realizam Treinamento após a Contratação 7% Realizam Treinamento após Contratação 93% Figura 12: representatividade das empresas por realização de treinamentos após contratação A carga horária destes treinamentos varia de 5 a 240 horas de treinamento que são ministrados entre meio dia e 1 mês. Relacionado à metodologia, 2 profissionais responderam que utilizam como recurso didático apostilas com conteúdos das aulas ministradas, 2 declararam utilizar vídeos e 1 empresa pratica simulados nos treinamentos realizados. As demais empresas não responderam a esta questão. Dentre os cursos que as empresas declararam realizar, destacamos os que tiveram freqüência acima de 1: Prática de direção (5) Integração com as áreas da empresa (5) Direção econômica e defensiva (4) 26

27 Rastreamento/ Autotrack/ Gerenciamento de Risco (4) Manutenção/ Mecânica (3) Tacógrafo (3) Documentação fiscal (2) Segurança no Trabalho (2) Detectaram-se, ainda, mais 17 cursos que são oferecidos aos motoristas após a contratação que tiveram freqüência 1 nas respostas e que estão listados no Anexo X deste relatório. 2.9 Importância do Treinamento para o Desempenho do Motorista Das empresas pesquisadas, 13 declararam melhoria na atuação do profissional no que se refere ao relacionamento/ atendimento ao cliente, 11 empresas citaram que há impacto nos custos operacionais, 8 encontram resultados de melhoria relacionados à carga transportada e 5 empresas dizem haver impacto na freqüência de multas e infrações Clientes Custos operacionais Carga Multas Figura 13: representatividade das empresas por impacto dos treinamentos em áreas específicas Dentre os comentários adicionais registrados, destacam-se a importância e o impacto dos treinamentos com relação ao aumento da percepção sobre a concorrência, redução de acidentes, aumento da auto-estima do profissional, aumento do desempenho dos veículos, diminuição do retrabalho, aumento da produtividade, aumento das possibilidades de crescimento profissional e fortalecimento do relacionamento interpessoal. 27

28 2.10 Cursos Oferecidos aos Motoristas em 2006 Para o levantamento dos dados referentes aos cursos oferecidos aos motoristas no ano de 2006, dividimos em duas categorias, a saber: cursos exigidos por lei e outros cursos. Em referência aos cursos legais, 7 empresas responderam que realizaram o Curso para Condutores de Veículos de Transporte de Produtos Perigosos (MOPP) e a referida reciclagem deste curso. Em relação aos outros cursos oferecidos aos motoristas, segue lista dos que tiveram freqüência superior a 1: Direção defensiva (7) Direção econômica (3) Segurança nas estradas (3) Código de Trânsito Brasileiro (2) Higiene e saúde (2) Cursos motivacionais (2) Gerenciamento de risco (2) Programa Olho Vivo¹ (2) Atendimento ao cliente (2) Pneus (2) Autotrack/ Rastreamento (2) Procedimentos operacionais específicos Existem, ainda, mais 25 cursos que foram ministrados aos motoristas em 2006 e que tiveram freqüência 1 nas respostas coletadas. A relação dos cursos encontra-se no Anexo XI deste documento. Em relação aos métodos de ensino, 9 empresas responderam que o curso foi teórico, prático e comportamental. Duas empresas afirmaram que os cursos oferecidos foram teóricos e práticos e 1 empresa afirmou que se utilizou da técnica de ensino teórica e comportamental nos cursos, conforme ilustrado a seguir. ¹ Programa da ABIQUIM Associação Brasileira das Indústrias Químicas sobre Segurança nas Estradas 28

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