CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

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1 CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

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3 Prof. Mariela Ribeiro Nunes Cardoso Jornalista e advogada na Área Civil e Direito de Família. Especialização na Fundação Getúlio Vargas, graduada pelo Centro Universitário Eurípides de Marília e pela Universidade de Marília. A partir de agora serão analisados os temas em relação a esta matéria. O objetivo do presente trabalho é potencializar os seus estudos, sendo que procuramos trazer um conteúdo mais abrangente, viabilizando um estudo mais aprofundado do tema. O foco principal é disponibilizar um material didático, objetivo e de conteúdo amplo, que os capacite para concursos públicos. Diante disto, aproveitem o material fazendo-o bom uso e boa sorte, para novas conquistas, com muita dedicação. 1 SEGURANÇA DE DIGNITÁRIOS: TÉCNICAS, TÁTICAS E OPERACIONALIZAÇÃO; OBJETO E MODUS OPERANDI. ANÁLISE DE RISCOS: RISCOS, AMEAÇAS, DANOS E PERDAS; DIAGNÓSTICO; APLICAÇÃO DE MÉTODOS. Antes de adentrarmos ao tema, é preciso que façamos algumas definições dos seguintes termos: Dignitário: É aquele que exerce cargo elevado, de alta graduação honorífica e que foi elevado a alguma dignidade. Dentre os dignitários estão às autoridades (presidentes, papas, etc.), as celebridades (astros do cinema, da música, etc.) e, também, pessoas que por motivos específicos se tornam potenciais alvos de hostilidade e necessitam utilizar este tipo de segurança. Segurança: É uma série de medidas proporcionadas a uma autoridade que garantam a sua integridade física. Planejar: É o processo racional para definir prioridades e meios de atingi-los; mas antes é preciso conhecer a missão e definir a finalidade e as condições de execução. No caso da segurança de dignitários, para cada tipo de autoridade ou celebridade é preciso uma estratégia e um plano de ação diferente. Mesmo tendo algumas medidas semelhantes, o contexto é diferente, por isso a missão leva a definição da finalidade e caracteriza as condições de execução. São princípios básicos: - Princípio da objetividade - Princípio da preservação - Princípio da iniciativa - Princípio da surpresa - Princípio da simplicidade - Princípio da coordenação - Princípio do comportamento de massa - Princípio do emprego da força - Princípio da maneabilidade. São atribuições do serviço de segurança: - Controle e emprego dos agentes - Planejamento e execução de instrução - Inspeções em locais e itinerários diversos - Coordenação com as Polícias Civil e Militar e outros Órgãos - Serviço de Guarda - Controle de bagagem - Controle de correspondência - Controle e verificação de alimentos - Controle de equipamentos - Códigos de comunicação - Levantamento de dados e acompanhamentos de empregados - Controle de investigações especiais - Arquivo de levantamentos O planejamento tem por objetivo proporcionar à segurança de dignitários uma situação de eficiência, eficácia e efetividade. A eficiência é cumprir seu dever, resolver problemas, executar as coisas de maneira adequada, salvaguardar os recursos aplicados e reduzir os custos. A eficácia é realizar de maneira certa as funções, produzir alternativas criativas, obter recursos, maximizar a utilização de recursos e aumentar o lucro. Já a efetividade é manter-se no ambiente e apresentar resultados globais positivos. Para a segurança de dignitários deve ser realizado um planejamento estratégico e o planejamento tático. O planejamento estratégico se faz necessário para a avaliação da conjuntura, seguida pela determinação de uma política de ação, definição de uma estratégia, orçamento dos recursos disponíveis para apoiar as ações estratégicas e a expedição de diretrizes para cada caso de segurança de dignitário. Neste caso, deve-se possuir um plano de segurança (plano estratégico e tático). As ações não são realizadas de modo aleatório, antes do evento em que a segurança será realizada, é traçado um plano de ação, cada agente possui uma missão específica e, também, deve conhecer os mecanismos para tomar uma decisão de emergência, caso seja necessário. É preciso levar-se em consideração no plano de segurança de dignitários: a) a deslealdade, atos de hostilidade e subversão, pois, qualquer indivíduo que desperte suspeita, deve ser investigado; b) os descuidos e acidentes podem interromper uma operação e causar baixas; c) a sabotagem, espionagem, furto e roubo, já que estas ameaças envolvem tentativas deliberadas. É objetivo da segurança se antecipar às ações de atentado, identificando os possíveis inimigos, seus meios de ação, apontando as deficiências de procedimentos, vulnerabilidades dos locais onde a autoridade habita e por onde normalmente circula ou trabalha, de forma a poder estabelecer os cursos de ação adequados à equipe de segurança. Ao que se refere a táticas e técnicas operacionais de execução de atividades de segurança, quaisquer que sejam elas, é de suma importância que haja gradação ao empregá-las, ou seja, do modus operandis mais complexo para o mais simples. 1

4 Todos os cenários de atuação previsíveis devem ser objeto de estudo e os membros da segurança deverão estar conscientes de seus papéis em face das contingências previstas. As indagações a seguir, devem ter suas respostas já prontas, tais como: como chegar e sair com a autoridade na sua residência? como proceder para garanti-la e aos seus enquanto na residência? como chegar e sair com o mesmo de seu local de trabalho? como protegê-lo enquanto no local de trabalho? quais cuidados devem ser adotados nos deslocamentos? Quais as melhores rotas de acesso e fuga? quais os hospitais, postos policiais ou aquartelamentos militares que possam proporcionar auxílio numa emergência? poder-se-á contar com cobertura aérea? como proceder no clube, restaurante ou casa de praia ou ainda num evento público de grandes proporções? As ações da equipe de segurança devem ser prévias e por vezes exaustivamente ensaiadas, de forma que cada integrante da equipe de segurança conheça o seu papel no dispositivo de proteção e o cumpra de maneira rápida e eficaz. Dificilmente se opera a segurança de autoridades sem um intenso suporte de inteligência, por consequência entende-se a manutenção do segredo acerca das informações obtidas, de suas fontes e dos procedimentos adotados. São fatores que condicionam o planejamento e execução de um trabalho de segurança de dignitários: - Grau de risco - Importância da autoridade - Conjuntura atual - Comportamento da autoridade - Disponibilidade de recursos materiais e humanos A aparição em público é todo o comparecimento, de uma autoridade, a um lugar no qual se encontram presentes pessoas estranhas ao seu convívio diário, a fim de cumprir um compromisso oficial ou particular. Com isso, é preciso que se tenha cuidado com o automóvel, a situação ideal é a de que carro permaneça (quando não utilizado) trancado numa garagem também fechada. Quando isto não ocorrer, antes de abrir o automóvel é preciso examinar o seu interior. Um motorista que está conduzindo dignitário em veículo blindado ao notar a tentativa de abordagem criminosa de parte de outro veículo. Nesse caso, é de suma importância que o profissional analise a situação e reaja rapidamente, com segurança, utilizando técnicas ofensivas para fuga e protegendo o dignitário. Já em relação ao Sistema Brasileiro de Inteligência, este tem por objetivo integrar as ações de planejamento e execução da atividade de inteligência do País, com a finalidade de fornecer subsídios ao Presidente da República nos assuntos de interesse nacional. Ele é responsável pelo processo de obtenção e análise de dados e informações e pela produção e difusão de conhecimentos necessários ao processo decisório do Poder Executivo, em especial no tocante à segurança da sociedade e do Estado, bem como pela salvaguarda de assuntos sigilosos de interesse nacional. Entende-se como inteligência a atividade de obtenção e análise de dados e informações e de produção e difusão de conhecimentos, dentro e fora do território nacional, relativos a fatos e situações de imediata ou potencial influência sobre o processo decisório, a ação governamental, a salvaguarda e a segurança da sociedade e do Estado. A contra inteligência é a atividade que objetiva prevenir, detectar, obstruir e neutralizar a inteligência adversa e ações de qualquer natureza que constituam ameaça à salvaguarda de dados, informações e conhecimentos de interesse da segurança da sociedade e do Estado, bem como das áreas e dos meios que os retenham ou em que transitem. Seu objetivo é neutralizar as ações de inteligência ou de espionagem de concorrência. Buscando identificar o invasor, neutralizar sua ação ou contra-atacar por meio da produção da desinformação. O conhecimento deve ser protegido em toda a sua esfera, ou seja, deve-se garantir a segurança dos recursos humanos, das áreas e instalações, dos documentos e materiais, dos sistemas de informação, das comunicações e das informações. Risco é definido como sendo as condições ou fatos significativos que podem criar uma situação de impossibilidade para se conseguir os objetivos estabelecidos. Já ao que se refere à analise de riscos em relação à segurança, pode-se afirmar que riscos e ameaças são variáveis com probabilidade de ocorrência e com potencialidade para causar dano. O Dano e Perda não devem ser confundidos, pois não são sinônimos, dano é gênero do qual são espécies o dano potencial e o dano real, enquanto que perda é a consequência. É de grande complexidade a análise de risco, pois envolve fatores subjetivos, como o julgamento de quem o avalia, a influência do momento e a incerteza do que pode nos trazer o futuro. Mas mesmo assim, a estimativa de quem se analisa o risco é de grande valia e acaba subsidiando o planejamento e direcionamento das ações no trabalho de segurança. De certa forma, a percepção sobre perigos, é em grande parte, pouco tem relação com as referências e os dados coletados sobre o problema. A possibilidade sem e ter o dano é normalmente menor do que a imaginação das pessoas ao tomarem as decisões. Mesmo tendo chance real de existirem situações de perigo, o risco é antes de tudo uma percepção individual e uma construção mental. Quanto maior a percepção de risco, maior a predisposição para a ação cautelosa. Gerenciar o risco é reconhecer que existe alguma previsibilidade e defesa contra imprevistos. Se alguns eventos são previsíveis, eles podem ser submetidos a cálculo de risco. Desta forma, o risco se calcula, e não pode ser ignorado. A doutrina especializada conceitua o que é um risco, desta forma pode-se afirmar que é um contexto que inclui as ameaças, vulnerabilidades e o valor a proteger. Já a análise de risco é o processo de avaliar em que medida é que um certo contexto é ou não aceitável para uma organização. O diagnóstico da análise de riscos é um levantamento com o objetivo de se identificar e definir os riscos a que uma instituição está sujeita e no qual se estabelecem graus de criticidade, sendo classificados como: - graves apenas as ameaças que causam paralisação das atividades institucionais; - leves os que causam redução temporária (de uma a duas horas) das atividades institucionais; Os riscos podem ser classificados como: - Risco de serviço: São todos os fatos que contrariam as normas de segurança da empresa (ocorrências). - Risco de estrutura: São todas as falhas e defeitos encontrados pelos vigilantes, durante as rondas, na estrutura de segurança estática da empresa. 2

5 É o resultado de combinações referentes à localização, estabelecimento, características dos empregados, qualidade do treinamento e da supervisão, que podem causar algum dano. Este é o fator aleatório que não pode ser totalmente previsto, portanto é a parcela de perigo ou dano que pode decorrer de um empreendimento, capaz de anular as vantagens obtidas com suas realizações. A análise de risco é o alicerce básico para o planejamento da segurança e implica inicialmente na identificação dos perigos, nos motivos destes existirem e em quais condições podem ser concretizados. É com base nesta análise que as decisões de caráter preventivo ou contingencial são tomadas, uma vez que esta avaliação, que inclui o ambiente interno e o cenário externo, fornece dados bastante completos e estima as probabilidades de os eventos ocorrerem. A compreensão da origem do perigo é fundamental para a eficácia no tratamento, pois para a priorização que a empresa, organização, instituição em geral, dedicará para mitigar aquela eventualidade. Somente com uma visão holística dos riscos e após o entendimento do motivo da existência de cada perigo é que podemos estimar a probabilidade de ocorrência e o impacto que as situações podem causar, para, a partir disso, sugerir medidas eficazes para combatê-las e planejar o melhor plano de ação. O quadro abaixo demonstra os tipos de riscos e as respectivas medidas a serem adotadas. RISCOS Incêndio Furtos e roubos Apropriação indébita Ações de sabotagem Greves externas e internas Pessoas estranhas Veículos estranhos Arrombamentos Vendaval Boatos perniciosos Falta de energia elétrica Falta de água MEDIDAS Plano de prevenção e de combate ao fogo. Revista nas vias de acesso do estabelecimento. Construção de barreiras perimetrais. Diminuição do número de saída. Controle de entrada e saída de materiais. Ronda interna. Ronda perimetral. Contatos com a segurança industrial ou do trabalho. Investigação técnica. Plano de situações. Controle de entrada de pessoas. Controle de entrada e saída de veículos. Preservar a área (isolar e lacrar). Manter portas e janelas fechadas. Amarrar os andaimes. Evitar ventos encanados por corredores e salas. Ativar o ronda interno. Vigiar abrigo de veículos. Detectar a origem do boato e tomar medida rígida. Impedir sua propagação. Escutar com maior atenção. Dar conhecimento ao superior, evitando o uso do telefone. Verificar se provém da instalação e/ou da Central Elétrica. Alertar a manutenção para a Central Elétrica. Avisar a administração. Desligar os aparelhos. Ligar o gerador. Verificar se provém da instalação e/ou da Companhia de Abastecimento. Alertar a manutenção para a imediata providência ou ligar para a Companhia de Abastecimento. Avisar a administração. Para complementação deste tópico, utilizaremos como base material didático disponibilizado na rede mundial, que conceitua alguns termos relevantes para a compreensão do assunto. Crise, de acordo com a definição doutrinária, é o período no qual se constata o acontecimento real da ameaça, a qual pode gerar perigo, perda ou dano ao empreendimento. Já a ameaça é a identificação da matriz do risco. O diagnóstico da análise de riscos é um levantamento com objetivo de se identificar e com base nisto definir os riscos a que uma instituição está sujeita. Classifica-se os riscos como: - graves apenas as ameaças que causam paralisação das atividades institucionais; - leves os que causam redução temporária (de uma a duas horas) das atividades institucionais; 3

6 O grau de risco é o resultado da análise de risco, com prioridade para a quantificação de fórmula matemática, todas as ameaças em vigor e potenciais. Já o grau de sensibilidade é o fator usado para priorizar recursos corporativos em caso de comparação do grau de risco entre varias instalações, é a probabilidade do patrimônio sujeitar-se a fatores que venham colocar em perigo, gerar perda ou dano aos ativos, comprometendo a continuidade das atividades da corporação, consequentemente do lucro. Podemos também classificar os riscos como: - Riscos de Serviço: são todos os fatos que contrariam as normas de segurança da empresa. - Riscos de Estrutura: são todas as falhas e defeitos encontrados pelos vigilantes, durante as rondas, na estrutura de segurança estática da empresa. Em um trabalho elucidativo de Isabel Rovisco é possível aprofundarmos em relação aos tipos de análise de risco e é o que fica demonstrado a seguir: Risco refere-se à probabilidade condicional de ocorrência de um acontecimento específico (e.g., falha numa barragem, colapso de uma ponte, queda de um avião) combinado com alguma avaliação (e.g., uma perda ou avaria funcional) de consequências de um acontecimento (e.g., ferimentos, morte, excesso de cancro, perda de propriedade) (Kolluru et. al., 1996). Avaliação de Risco é o processo de estimativa de probabilidade de ocorrência de um determinado acontecimento e a provável magnitude de efeitos adversos (em termos de segurança, saúde, ecologia, ou economia) durante um determinado período de tempo (Kolluru et.al., 1996). Risco, é considerado como função de vários fatores, nomeadamente, - da natureza do perigo, - da possibilidade de contato (potencial de exposição), - da característica das populações expostas (receptores), - da possibilidade de ocorrência, e - da magnitude das exposições e consequências, bem como da existência de valores públicos (Kolluru et.al., 1996). Análise de Risco para a Saúde Humana (USEPA, 1997), é um processo organizado de forma metodológica, utilizado para descrever e estimar a possibilidade de ocorrência de um efeito adverso para a saúde a partir da exposição ambiental de determinadas substâncias químicas. As quatros fases do processo são: - identificação de perigos, - avaliação dose-resposta, - avaliação de exposição e - caracterização de risco. A Análise de Risco e Avaliação de Risco são termos frequentemente utilizados como sinónimos, embora a análise de risco seja mais vasta incluindo os aspectos de gestão de risco (Kolluru et.al., 1996). Análise de Risco Ecológica/Ambiental (ARE) é a probabilidade condicional da ocorrência de um acontecimento ecológico específico, associado à explicação das suas consequências ecológicas; por ex., redução de biodiversidade, perda de recursos comerciais importantes, ou instabilidade do ecossistema. Na prática, a avaliação de risco ecológica envolve a descrição, quantitativa ou qualitativa, da provável ocorrência de um acontecimento ecológico indesejado, sendo as suas consequências raramente contempladas (Kolluru et. al., 1996). Geralmente, a ARE avalia impactes ecológicos resultantes das atividades humanas. Estudo de Impacte Ambiental é uma avaliação e identificação sistemática dos impactos (efeitos) potenciais dos projetos propostos, planos, programas, ou ações legislativas, relativas aos componentes ambientais físico-químicos, biológicos, culturais e socioeconômicos (Canter, 1993). Poderá conter um capítulo de análise de risco focalizando nos aspectos tecnológico, de saúde humana e/ ou dos ecossistemas. Existem diferentes tipos de análise de risco, que se focalizam em aspectos de segurança (segurança humana), de saúde (saúde humana), ambientais/ ecológicos (ecossistemas/ habitats), valores patrimoniais (valor) e financeiros (económicos). No âmbito do presente curso serão abordados os três primeiros. As diferenças entre os diferentes tipos de análise de risco são as seguintes: Riscos de Segurança/Industriais São tipicamente de baixa probabilidade, elevada consequência, agudos (efeitos elevados em curto espaço de tempo), acidentais; tempo crítico de resposta; relações causa-efeito óbvias; focaliza-se essencialmente em aspectos da segurança humana e perca material, essencialmente dentro do espaço de trabalho. Riscos para a Saúde Humana geralmente de elevada probabilidade, baixa consequência, crónicos (exposições repetidas cujos efeitos podem não se manifestar por períodos elevados de tempo); relações causa-efeito difíceis de estabelecer; focaliza-se essencialmente na saúde humana, essencialmente fora do local de trabalho ou da instalação. Riscos Ecológicos/ ambientais mudanças subtis, interações complexas entre populações, comunidades e ecossistemas (incluindo cadeias alimentares) a nível micro e macro; elevada incerteza em relações causa-efeito; focaliza-se principalmente em impactes no ecossistema e habitats que se podem manifestar a grandes distâncias da fonte. O estudo de análise de risco, dada a sua natureza variada mune-se de uma equipe de técnicos com várias especialidades. Assim, a equipe de análise de risco, é composta por uma equipa multidisciplinar de toxicologistas, químicos, hidrologistas, engenheiros, etc.. Cada uma é composta de acordo com as necessidades científicas das características do local e do projeto. Dado que são necessários pressupostos, suposições e julgamentos em muitos pontos da análise é necessária a participação integrada de uma equipa multidisciplinar no processo de avaliação de risco. A metodologia de avaliação de risco para a saúde humana, consiste na caracterização da probabilidade de ocorrência de efeitos adversos originados pela exposição do indivíduo a perigos ambientais. Neste contexto, a análise de risco de referência difere da avaliação para a saúde humana pois esta última baseia-se em características quantitativas, orientadas para análises das substâncias químicas utilizando estatísticas e modelos biológicos para calcular estimativas numéricas de risco para a saúde. No entanto, ambas as avaliações de risco para a saúde utilizam dados de investigação epidemiológicos humanos, quando disponíveis, e dados toxicológicos quando não disponíveis, que se baseiam nos resultados de estudos toxicológicos em animais. 4

7 2 PLANEJAMENTO DE CONTINGÊNCIAS: NECESSIDADE; PLANEJAMENTO; COMPONENTES DO PLANEJAMENTO; MANEJO DE EMERGÊNCIA; GERENCIAMENTO DE CRISES; PROCEDIMENTOS EMERGENCIAIS. Planejamento de contingências é o desenvolvimento de um plano gerencial que identifique estratégias alternativas para serem utilizadas para assegurar sucesso ao projeto se os eventos de risco especificado socorrerem. Pode-se afirmar também que é um plano de ação sem cronograma previsto criado para atender possíveis incidentes ou ocorrências. Por isso, ele é baseado na análise de riscos. É criado para cada ameaça real ou potencial, já com a resposta pronta para minimizar perdas, a rápida volta para a rotina e à continuidade dos negócios. Faz parte do planejamento, o plano e o projeto para a ação. Neste caso, a ação traduz-se nas estratégias que serão adotadas, ou serão planejadas para eventuais perigos. O planejamento de contingência deve ser desenvolvido envolvendo todas as áreas sujeitas a catástrofes, tanto as de sistema de informática quanto as de negócio e não deve ser de exclusiva responsabilidade da área de Tecnologia da Informação da organização. Seus itens deverão estar todos documentados e a atualização desta documentação deve ser feita sempre que necessário. Testes periódicos no plano também são necessários para verificar se o processo continua válido. O detalhamento das medidas deve ser apenas o necessário para sua rápida execução, sem excesso de informações que podem ser prejudiciais numa situação crítica. Os objetivos e características de um plano de contingência são: proteger vidas; proteger as informações e as instalações; antecipar os problemas; restaurar as atividades no caso de um sinistro. Os planos devem ser simples, precisos, específicos e formalizados por escrito; as pessoas devem estar capacitadas para ativá-lo e operá-lo de forma eficiente; os planos devem ser atualizados e testados periodicamente, recomendamos no mínimo, anualmente. É preciso observar uma sequência de ações para elaboração de um planejamento de contingências: - Designação de um coordenador de emergência; - Designação de uma estrutura organizacional (comitê de segurança) pessoas da estrutura da empresa serão capacitadas nesse sentido, pois não recomendamos criar uma estrutura com mais pessoas, além das existentes, exceto consultores ou especialistas; - Elaboração das políticas de segurança; - Desenvolvimento da análise de risco; - Mapeamento dos processos críticos e não críticos; - Definição da emergência para cada processo; - Análise de impacto nos negócios, no caso de concretização do sinistro no caso de uma parada de horas, dias, semanas; - Elaboração de rotinas de recuperação; - Fazer os inventários dos recursos, próprios ou não, necessários para reiniciar as operações; - Formalização dos planos; - Definição de responsabilidades específicas; - Procedimentos de parada das plantas; - Plano de abandono das áreas de uma forma ordenada, rápida e segura; - Programa de capacitação dos envolvidos, inclusive com simulados; - Programa de auditoria. - O objetivo do plano é concentrar-se na solução dos problemas e evitar que um sinistro / desastre se transforme em uma catástrofe, por exemplo, sobre o enfoque de direção defensiva, todo acidente de transito se inicia em uma contravenção de trânsito e pela perspectiva de segurança contra incêndio, todo grande incêndio se inicia em um pequeno foco. Crise é todo o incidente ou situação não rotineira, que exija uma resposta especial, em razão da possibilidade de agravamento da situação, inclusive com risco de vida para as pessoas envolvidas. O gerenciamento de risco são todas as ações necessárias e suficientes para minimizar, ou até mesmo impedir o risco que determinado evento, fato, ato ou ocorrência possa vir a apresentar durante sua execução. Esse gerenciamento será executado através de: - Procedimentos Operacionais; - Adequado monitoramento; - Procedimentos Administrativos; - Procedimentos de Sigilo das Informações; - Sistemas de Comunicações Inteligentes e oportunos; - Pronto atendimento; - Criteriosa escolha dos Equipamentos; - Correta instalação dos equipamentos; - Eficiente Manutenção Preventiva e Corretiva; - Recursos Humanos treinados e muito outros. O gerenciamento de crise não pode ser considerado como uma prática isolada, pois é uma política constante. É o processo eficaz de se identificar, obter e aplicar os recursos estratégicos adequados para a solução da mesma sejam medidas de antecipação, prevenção ou resolução, com o objetivo de assegurar o completo restabelecimento da ordem e da normalidade da situação. Observando os seguintes itens para a sua execução: - Identificar as atividades e características que podem desencadear uma situação negativa. - Formatar planos de contingência, de acordo com as necessidades e valores da empresa. - Treinar os envolvidos diretos para lidar com os diversos públicos antes, durante e após uma crise. - Colocar em práticas as ações contempladas no plano de gerenciamento de crise. - Acompanhar a evolução das ações e estratégia por meio de imagem e de opinião. Já os procedimentos emergenciais incidem sob ações especialmente direcionadas para minimizar os impactos causados pelo caráter repentino da ocorrência das emergências, nas quais deve haver presteza na execução das tarefas e precisão das ações a serem desencadeadas. É fundamental destacar outra questão de suma importância, que é a eficácia. Eficácia é definida como uma medida de cumprimento de uma tarefa, indicando o grau em que o resultado de uma atividade/processo atende as expectativas. 5

8 A capacidade de segurança é definida no projeto de segurança como a habilidade potencial dos arranjos combinados de meios materiais, humanos, de informação e de organização executarem tarefas, segundo condições previamente especificadas, com uma determinada expectativa de sucesso. Essas capacidades são projetadas para atender as demandas das necessidades para a consecução de objetivos politicamente determinados; não possuindo um valor absoluto que possa ser medido em termos. Em relação ao planejamento da segurança física, esta começa pela certificação quanto aos tipos dos bens, serviços e instalações; com isso é possível identificar, definir e descrever possíveis problemas. A análise e avaliação de todos esses problemas devem anteceder as medidas de proteção para que se possa atingir um programa adequado de segurança física. É preciso que se esteja atento a fatores que possam a vir interferir na segurança, colocando em risco os protegidos. Esses fatores podem ser classificados como: - Fatores Internos: neste caso ocorre quando há a irresponsabilidade dos funcionários que desempenham atividades estranhas à segurança, para que isto não ocorra é necessário que todos tenham a consciência de que segurança se faz com todos os funcionários, isto ocorre através de um treinamento adequado. - Fatores Externos: são as possibilidades de ocorrência que possam danificar o patrimônio da empresa, com isto facilitando o acesso. Para se criar um plano de contingência mais eficaz, normalmente as grandes empresas utilizam-se das seguintes regras, de acordo com o Guia para elaboração de plano de contingência metodologia CELEPAR: - Identificar todos os processos de negócio da organização; - Avaliar os impactos no negócio, ou seja, para cada processo identificado, avaliar o impacto que a sua falha representa para a organização, levando em consideração também as interdependências entre processos. Como resultado deste trabalho será possível identificar todos processos críticos para a sobrevivência da organização; - Identificar riscos e definir cenários possíveis de falha para cada um dos processos críticos, levando em conta a probabilidade de ocorrência de cada falha, provável duração dos efeitos, consequências resultantes, custos inerentes e os limites máximos aceitáveis de permanência da falha sem a ativação da respectiva medida de contingência; - Identificar medidas para cada falha, ou seja, listar as medidas a serem postas em prática caso a falha aconteça, incluindo até mesmo o contato com a imprensa; - Definir ações necessárias para operacionalização das medidas cuja implantação dependa da aquisição de recursos físicos e/ou humanos (por exemplo, aquisição de gerador e combustível para um sistema de contingência de energia elétrica); - Estimar custos de cada medida, comparando-os aos custos incorridos no caso da contingência não existir; - Definir forma de monitoramento após a falha; - Definir critérios de ativação do plano, como tempo máximo aceitável de permanência da falha; - Identificar o responsável pela ativação do plano, normalmente situado em um alto nível hierárquico da companhia; - Identificar os responsáveis em colocar em prática as medidas de contingência definidas, tendo cada elemento responsabilidades formalmente definidas e nominalmente atribuídas. Deve também existir um substituto nominalmente definido para cada elemento. Todos devem estar familiarizados com o plano visando evitar hesitações ou perdas de tempo que possam causar maiores problemas em situação de crise. A equipe responsável deverá ter a possibilidade de decidir perante situações imprevistas ou inesperadas, devendo estar previamente definido o limite desta possibilidade de decisão; - Definir a forma de reposição do negócio aos moldes habituais, ou seja, quando e como sair do estado de contingência e retornar ao seu estado normal de operação, assim como quem são os responsáveis por estas ações e como este processo será monitorado. Na maioria das circunstâncias, esses impactos podem ser gerenciados como parte dos processos normais de gestão. Mas quando ocorre do evento superar a capacidade normal que a direção pode suportar, será necessária uma abordagem sistemática para a gestão de ocorrências críticas. Entende-se por Plano de Contingência o documento que registra o planejamento elaborado a partir do estudo de um ou mais cenários de risco de desastre e estabelece os procedimentos para ações de alerta e alarme, resposta ao evento adverso, socorro e auxílio às pessoas, reabilitação dos cenários e redução dos danos e prejuízos. Para a elaboração do Plano de Contingência de Proteção e Defesa Civil - PLANCON deve-se contemplar as seguintes ações: I - Identificação da responsabilidade de organizações e indivíduos que desenvolvem ações específicas em emergências; II - Descrição das linhas de autoridade e relacionamento entre os órgãos envolvidos, mostrando como as ações serão coordenadas; III - Descrição de como as pessoas, o meio ambiente e as propriedades serão protegidas durante a resposta ao desastre; IV - Identificação do pessoal, equipamento, instalações, suprimentos e outros recursos disponíveis para a resposta ao desastre, e como serão mobilizados; V - Identificação das ações que devem ser implementadas antes, durante e após a resposta ao desastre. O Plano de Contingência de Proteção e Defesa Civil - PLAN- CON tem os seguintes requisitos: I - Organização: As subdivisões do plano devem permitir que os usuários encontrem as informações que precisam com facilidade; II - Progressão: Os elementos de cada parte do plano devem possuir uma sequência racional, que permita ao usuário do plano identificar a lógica das ações e implementar suas atribuições com facilidade; III - Adaptabilidade: As informações do plano devem ser organizadas de forma a permitir o seu uso em contingências inesperadas; IV - Compatibilidade: A estrutura do plano deve facilitar a coordenação com outros planos, incluindo os adotados por agências governamentais e outras agências privadas. O Plano de Contingência de Proteção e Defesa Civil - PLAN- CON deverá adotar a seguinte estrutura: 6

9 I - Introdução: descrição das informações que mostrem a ordem lógica de construção do Plano, instruções para uso e manutenção, lista de distribuição de cópias, registro de alterações e os atores sociais (órgãos) envolvidos na sua construção. II - Finalidade: descrição da motivação pela qual o Plano foi elaborado. III - Situação e pressupostos: descrição das ameaças ou riscos a que o Plano se refere, caracterização das áreas de risco e quais as informações utilizadas na preparação do plano que devem ser tratadas como pressupostos e não com fatos. IV - Operações: descrição dos órgãos e estruturas de resposta;, dispositivos de monitoramento, alerta, alarme e ativação do plano de emergência;, procedimentos de coordenação, comando e controle; e desmobilização dos órgãos envolvidos. V - Atribuição de responsabilidades: descrição das responsabilidades de cada órgão envolvido nas fases do desastre. VI - Administração e logística: descrição de como é feito o suporte administrativo e logístico, indicando convênios e termos de cooperação para a obtenção de serviços e suprimentos, realocação de pessoal das agências envolvidas, procedimentos gerais para compra, locação ou contratação de recursos e orientações para o registro da obtenção, uso e prestação de contas dos recursos financeiros. VII - Anexos: quaisquer documentos ou imagens que auxiliem na execução do Plano. O Órgão Municipal de Defesa Civil é responsável pela mobilização dos órgãos envolvidos na construção do Plano de Contingência de Proteção e Defesa Civil - PLANCON, por sua manutenção e pela coordenação das atividades de resposta descritas no mesmo. Os Municípios deverão organizar exercícios periódicos de simulação total ou parcial para testar os Planos de Contingência, envolvendo as principais agências com responsabilidade por sua implementação. 3 NOÇÕES DE PLANEJAMENTO DE SEGURANÇA: CONCEITO, PRINCÍPIOS, NÍVEIS, METODOLOGIA, MODULARIDADE E FASEAMENTO, FASES DO PLANEJAMENTO; SEGURANÇA CORPORATIVA ESTRATÉGICA: SEGURANÇA DA GESTÃO DAS ÁREAS E INSTALAÇÕES. IDENTIFICAÇÃO, EMPREGO E UTILIZAÇÃO DE EQUIPAMENTOS ELETRÔNICOS DE SEGURANÇA: SENSORES, SISTEMAS DE ALARME, CERCAS ELÉTRICAS, CFTV (CIRCUITO FECHADO DE TELEVISÃO). Planejar ser conceituado como sendo o processo racional para definir prioridades e meios de atingi-los, mas, portanto é preciso conhecer primeiro a missão e definir a finalidade e as condições de execução. Em se tratando da segurança para cada tipo de autoridade ou celebridade é preciso uma estratégia e um plano de ação diferente. O planejamento procura proporcionar à segurança de dignitários uma situação de eficiência, eficácia e efetividade. Para a doutrina, a eficiência é cumprir seu dever; resolver problemas; fazer as coisas de maneira adequada; salvaguardar os recursos aplicados e reduzir os custos. Já a eficácia é fazer as coisas certas; produzir alternativas criativas; obter recursos; maximizar a utilização de recursos e aumentar o lucro. E a efetividade é manter-se no ambiente e apresentar resultados globais positivos, permanentemente, ao longo do tempo. O planejamento pode e deve ser empregado em qualquer tipo de situação de segurança, podendo ser estratégico (possibilita estabelecer metas para a tomada de decisão) ou tático (com conteúdo detalhado, caracterizado como plano de ação). Neste caso, o planejamento tático tem por objetivo cumprir as metas que foram estabelecidas no planejamento estratégico. O conceito de planejamento em segurança pode ser aplicado por empresas privadas ou estatais, e que consiste em mensurar todo e qualquer perigo (real ou potencial) que a empresa possui para implantar medidas antecipatórias. Precedendo a esse planejamento são definidas as estratégias e elaborado um estudo, para que possa ser montado um sistema de segurança, bem dimensionado e dirigido para um gerenciamento de risco desejado. O planejamento da segurança física começa pela certificação quanto aos tipos dos bens, serviços e instalações. É através deste meio que se identifica, define e descreve possíveis problemas. De acordo com a Professora Mirian Bazote em seu trabalho acerca de Planejamento de Segurança, ela o define como sendo um processo de ações coordenadas, racionalizando os recursos materiais e humanos, que demonstre preventivamente as necessidades a serem atendidas, com vistas à transformação de uma dada realidade no aspecto da segurança empresarial, concluindo-se, portanto, que o planejamento de segurança faz parte de um projeto de segurança, que exige uma analise de riscos prévios. Para ela, em segurança não se aplica a previsão, projeção, predição: - Previsão é buscar identificar quais serão os eventos futuros, com base em uma série de dados e informações que levam a uma maior ou menor probabilidade do fato ocorrer. - Projeção é uma alegação de que o futuro é igual ao passado, ou seja, conhecendo o passado, estatísticas, arquivos, ocorrências anteriores projetamos o futuro baseados nesta estrutura básica. - Predizer, por sua vez, é o fato de dizer ou anunciar com antecedência o que vai acontecer, mas sem ter controle sobre a situação. O planejamento não é uma tentativa de predizer o que vai acontecer. O planejamento é um instrumento para raciocinar agora, sobre que trabalhos e ações serão necessários hoje, para merecermos um futuro. O produto final do planejamento não é a informação: é sempre o trabalho. Peter Drucker. A autora conclui que planejamento é com um conjunto de medidas adotadas para que o futuro seja diferente do passado, atuando sobre os fatores internos, possíveis de controle, e monitorando os externos alheios a este controle. Para implantação de um plano de planejamento de segurança é preciso se observar as seguintes situações: 1. Diagnóstico da situação atual: instrumento norteador para definição dos objetivos, estabelecimento das prioridades, metas e escolhas metodológicas. 7

10 - Baseado em estudos e diagnósticos, analisa a realidade (necessidades e problemas) e identifica o contexto em que se pretende intervir. - O conhecimento da realidade deve buscar apoio em indicadores da empresa, na identificação da vocação econômica e potencialidades locais; no conhecimento geral do ambiente existente e das demandas sociais; e abordagem físico-geográfica. - É importante ter informações mais detalhadas sobre as vulnerabilidades e riscos apresentados, diagnosticador e identificar as áreas onde há maior incidência destas situações. Análise de Riscos e vulnerabilidades existentes: é um processo de identificação e avaliação de cada ameaça, em relação à probabilidade de ocorrência, a vulnerabilidade do objeto protegido contra a mesma e o impacto sobre o lucro do empreendimento. 2. Análise SWOT O tratamento adequado dos pontos fortes, fracos, ameaças e oportunidades proporciona para o gestor de riscos o caminho para remodelar a situação, indicando quais são os fatores a serem tratados prioritariamente. A Matriz SWOT é a base para as respostas do Plano de Segurança. O objetivo é promover ações com o objetivo de proteger bens e pessoas, prevenindo, coibindo ou neutralizando ações de agentes agressores que venham a interferir negativamente na rotina da empresa. - Quais os ativos que vamos proteger. - O que protegeremos. - A que riscos esses ativos estão sujeitos. - Quanto protegerá. No trabalho da professora Miriam ela esmiúça a respeito de como deve ser um planejamento de segurança. Para ela a proposta é um esboço de um plano onde se propõe e explicita o seu conteúdo, mas que de maneira clara não se permita dúvidas. E ela exemplifica: - Definem as áreas, prédios e outras estruturas consideradas críticas e que mereçam proteção, bem como a prioridade para sua proteção. - Medidas de controle. Estabelece restrições para o acesso e movimento nas áreas críticas - Desenvolvimento de um novo produto ou serviço; - Mudança de estrutura, de pessoal ou de estilo da organização; - Desenvolvimento ou aquisição de sistemas de segurança novo ou modificados - Implementação de um novo procedimento ou processo. No questionário apresentado para planejamento de analise de Riscos e Vulnerabilidades devem conter: 1. Níveis de segurança existentes: (sim ou não, especificar, quantidade, tipos, etc.) - Patrimonial: É a atividade preventiva e defensiva associada à ação de pessoas treinadas. (vigilantes, agentes, porteiros, brigadistas) - Meios eletrônicos de proteção: Propiciam proteção adicional e são empregados em locais vitais à instituição, onde pelos mais variados motivos, a ação humana não vai ser empregada ou necessita de complemento para melhoria de seu desempenho. - Manuais e Procedimentos: São as normas, diretrizes, determinações, sistemas e orientações adotadas pela instituição visando diminuir as vulnerabilidades existentes que por necessidade de funcionamento, não podem ser totalmente eliminadas. Exemplos de meios: sistemas de identificação de pessoal; controle de entrada e saída de pessoal, veículos e cargas; levantamento de antecedentes de candidatos; controle de circulação interna; integração de novos empregados; controle, arquivo e destruição de documentos sigilosos; controle de estoque e armazenamento de ferramentas, materiais, etc.; investigação de incidentes de segurança; treinamentos de segurança patrimonial; busca e coleta de informações; sistema de supervisão. 2. Áreas operacionais e criticas: - Perímetro: São fronteiras externas, normalmente os limites da propriedade. Deverá ser a primeira linha de defesa contra as invasões. A segurança do perímetro é tipicamente composta muros ou por cercaduras, apoiada em iluminação, CFTV e rondas. Em alguns casos, especialmente áreas urbanas, as paredes dos prédios são o perímetro e suas portas e janelas seus acessos. O tipo de barreira física que será utilizada como primeira linha de proteção dependerá do que se pretende proteger. Por exemplo, proteger um prédio em área urbana difere de uma indústria, vem como de um supermercado ou escola. - Edificações (portaria, guaritas, prédios administrativos, áreas operacionais, refeitórios, etc.). Conhecer a planta da empresa, conhecer as benfeitorias da empresa, inclusive internamente, conhecer o entorno da empresa (proximidade de aeroportos, vias principais, córregos de água, fontes de distribuição de energia, comunidades etc) e identificar as barreiras necessárias (muros, cercas, portões, controle dos acessos, iluminação etc), considerando o aproveitamento das barreiras naturais. Exemplos: A Empresa é composta da seguinte forma: Prédio Principal: - Uma portaria social, onde tem acesso ao interior da Empresa os funcionários diretos, prestadores de serviço, visitantes e fornecedores; - Portão de acesso ao estacionamento da diretoria e gerência; - Dois portões para entrega de materiais, e trânsito de maquinário e veículos pequenos ( empilhadeiras ) Na parte interna a Empresa é composta por quatro prédios distintos, sendo um reservado para a diretoria, gerências e parte da administração, um reservado para a administração e outros dois para a área de produção e afins. 8

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