A MERCANTILIZAÇÃO DOS PROGRAMAS ESCOLARES: UMA ANÁLISE DO SERVIÇO DE TRANSPORTE ESCOLAR EM MATO GROSSO DO SUL ( ).

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A MERCANTILIZAÇÃO DOS PROGRAMAS ESCOLARES: UMA ANÁLISE DO SERVIÇO DE TRANSPORTE ESCOLAR EM MATO GROSSO DO SUL (1999 2004)."

Transcrição

1 A MERCANTILIZAÇÃO DOS PROGRAMAS ESCOLARES: UMA ANÁLISE DO SERVIÇO DE TRANSPORTE ESCOLAR EM MATO GROSSO DO SUL ( ). Elcia Esnarriaga de Arruda- Professora Doutora do Programa de Pós-Graduação em Educação da UFMS. Camila Moreira Almeida- Professora Mestra do Curso de Administração da UNIDERP. Ezerral Bueno de Souza- Professor Mestre em Educação do Centro Universitário de Campo Grande (UNAES) Resumo: O presente artigo apresenta como objeto de investigação o Serviço de Transporte Escolar, implementado em Mato Grosso do Sul, no período de 1999 a A expansão do sistema escolar tem contribuído para ampliar significativamente o consumo de bens e serviços. Assim, pesquisas dessa natureza elucidam as novas funções que a escola contemporânea assume. A revisão de literatura sobre Serviço de Transporte Escolar localizou apenas estudos que enfatizaram a necessidade de garantir eficiência e racionalização de recursos no oferecimento desse serviço. Na pesquisa ora relatada, o Serviço de Transporte Escolar público e privado foi analisado à luz das categorias trabalho, mercado e Estado. Definiu-se como objetivo geral analisar e descrever o serviço de transporte escolar público e privado, contemplando os seguintes aspectos: número de alunos beneficiados, número de municípios contemplados, valor gasto na compra de veículos e/ou outros equipamentos necessários, gastos com a manutenção de veículos e outros eventuais gastos relacionados a despesas em geral, órgãos financiadores do serviço de transporte público, empregos diretos e indiretos gerados nos serviços de transporte público e privado. Os procedimentos metodológicos consistiram em levantamento bibliográfico, pesquisa documental junto à Secretaria do Estado de Educação de MS, e entrevista com o presidente da Cooperativa de Transportadores Escolares de Mato Grosso do Sul. Os dados apontam a mercantilização do Serviço de Transporte Escolar (público ou privado), pois a sua implementação implica no aumento da circulação de mercadorias, entre as quais: de oficinas mecânicas, de autopeças, de borracharias, combustíveis, de empresas de seguro, de indústrias de automóvel, concessionárias, de órgãos de fiscalização, empresas especializadas em cursos de primeiros socorros. Outrossim, permite empregar trabalhadores técnicos responsáveis em órgãos competentes, motoristas além de empregos indiretos. Foi possível verificar que a implementação do Serviço de Transporte Escolar Público gerou, em 2004, um quantitativo superior a 3453 empregos diretos. Palavras-chave: Educação. Transporte Escolar. Programas Escolares.

2 1940 Introdução O movimento de expansão escolar foi ampliado em 1990, a partir das estratégias estabelecidas pelas Conferências Internacionais de Educação. (Jomtien 1,1990; Nova Delhi, 1993; Declaração de Recife, 2000 e Conferência de Dakar, 2000). A partir dessas Conferências, os países denominados EFA-9 2 comprometeram-se em melhorar a qualidade da educação básica e universalizá-la. A ampliação no número de matrículas, nos anos de 1990 a 2003, confirma o movimento anunciado acima. Os dados apontam para um aumento de 18% na oferta de matrículas para o ensino fundamental e de 140% para o ensino médio. O número de matrículas na educação superior, de 1995 a 2002, foi ampliado em 98%. É evidente a preocupação, de forma muito especial, das conferências internacionais em assistir crianças pobres. A escola é colocada como um lugar de atendimento dessa clientela, que não tem, nesse momento, outra alternativa que viabilize os cuidados com alimentação, saúde, segurança etc. Logo, não basta oferecer atendimento pedagógico, ele por si só não responde à necessidade da criança, tampouco garante a sua presença na escola. Faz-se necessário, para tanto, que o Estado ofereça programas que atendam às necessidades de crianças em idade escolar, que lutam para sobreviver em uma sociedade, cuja lógica não tem permitido que a classe trabalhadora acesse as condições mínimas necessárias à reprodução de sua força de trabalho. Nesse ínterim, a escola assume programas que, só aparentemente, são alheios à sua função. Ao analisar os programas propostos para responder às necessidades específicas da clientela escolar, verifica-se que ao atenderem as crianças, acabam por responder outra necessidade do capitalismo: a criação e a ampliação do mercado. Arruda e Silveira (2003, p. 12) afirmam que a expansão escolar requer a ampliação do mercado de produtos escolares, entre eles o de material didático-pedagógico. O maior consumidor da Microsoft é a clientela escolar. Almeida e Arruda (2005), ao analisar o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) constataram que a escola cumpre outras funções além da pedagógica. Em Campo Grande, o Programa de Merenda escolar gerava, em 2005, aproximadamente, 500 empregos diretos. A presente investigação analisou o Serviço de Transporte Escolar tendo dois pressupostos básicos: primeiro, a lógica de uma sociedade produtora de mercadorias e segundo, o fato de que a

3 1941 instituição escolar não é infensa a essa lógica. Para o Ministério da Educação (MEC, 2005, s.p.) o Serviço de Transporte Escolar, [...] consiste no repasse de recursos financeiros para compra de veículos automotores (zero quilômetro), destinados, exclusivamente, ao transporte diário dos alunos matriculados no ensino fundamental e na educação especial, das redes estadual e municipal, prioritariamente residentes no meio rural, garantindo-se o acesso à escola e a permanência nela, mantendo-se a freqüência e reduzindo-se os índices de evasão escolar. Além da compra de veículos, o Programa prevê a utilização dos recursos para o pagamento das despesas com reforma, seguros, licenciamento, impostos e taxas, pneus, câmaras e serviços de mecânica, combustível e lubrificantes do(s) veículo(s) escolar (es) utilizado(s) para o transporte de alunos do ensino fundamental público, residentes em área rural. Conforme informa o MEC (2005, s.p.), o oferecimento do transporte escolar pode ser justificado pelo fato de que, ao criar condições para que a criança freqüente a escola, poder-se-ia estar contribuindo para o melhor aproveitamento escolar, o que resultaria em diminuição dos índices de evasão e repetência. Não pode ser negado, outrossim, o impacto que um programa dessa natureza causa no mercado. Ele cria e/ou amplia o consumo de serviços de oficinas mecânicas, de autopeças, de borracharias, de postos de gasolina, de empresas de seguro, de indústrias de automóvel, de concessionárias, de empresas especializadas em cursos de primeiros socorros, de motoristas etc, Considerando a necessidade de entender a dupla função do Programa de Transporte Escolar, essa pesquisa objetivou analisar os Serviços de Transporte Escolar público e privado, implementados no estado de Mato Grosso do Sul, no período de 1999 a Os objetivos específicos foram definidos como: 1- identificar o número de alunos beneficiados; 2- apresentar o número de municípios e o valor gasto na compra de veículos e/ou outros equipamentos necessários; 3- contabilizar gastos com a manutenção de veículos e de outros eventuais gastos relacionados a despesas em geral; 4- identificar os órgãos de financiamento, quando o serviço é público; 5- calcular o quantitativo de empregos diretos, necessário à implementação dos serviços público e privado de transporte escolar. Os procedimentos metodológicos consistiram em levantamento bibliográfico, pesquisa documental junto à Secretaria do Estado de Educação de MS (SED), Fundo Nacional de Desenvolvimento para a Educação e Magistério (FNDE) e Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP) e entrevista com o presidente da Cooperativa de Transportadores Escolares de Mato Grosso do Sul e com responsáveis pelo Programa de Passe Escolar da Agência de Trânsito do Município de Campo Grande (AGETRAN).

4 Os Serviços de Transporte Escolar. Os serviços de transporte escolar são mundialmente utilizados. Segundo Dutra (1998, p. 33), os EUA se destacam no atendimento do setor estudantil com os yellow buses 3, investindo até 9,8 bilhões de dólares por ano em tecnologias desenvolvidas especificamente para esse setor, visando diminuir as despesas dos veículos com combustível. Na Inglaterra e no Canadá, verifica-se também uma série de ações do governo para implementar os serviços de school bus 4 para atender a demanda estudantil. Dutra (1998, p. 56) aponta que muitos estados norte-americanos utilizam softwares como o Edulog e o Ecotrans para maximizar a logística e, assim, garantir a eficiência na prestação de serviço. De acordo com Vasconcellos (1997, p. 36), o número de deslocamentos rotineiros na zona rural brasileira é de cerca de 20 milhões nos dias úteis sendo que 11,2 milhões referem-se ao transporte de escolares. Ao analisar o caso de São Paulo, afirma ainda que, no maior sistema de transporte rural do país, o governo estadual tem investido nos últimos anos 0,3% do orçamento para educação em transporte escolar enquanto nos EUA, o transporte escolar é universal, gratuito e seus custos correspondem à cerca de 3% do orçamento educacional (1997, p. 39) Programa Nacional de Transporte Escolar (PNTE) No Brasil, as referências sobre serviços de transporte escolar são escassas e as experiências pontuais. Aponta Vasconcellos (1997, p. 31) que não existe na Associação Nacional de Transporte Público (ANTP) e nem na Associação Nacional de Pesquisa e Ensino em Transportes (ANPET) nenhuma comissão de estudos sobre o tema. No entanto, um razoável acervo legal que trata do transporte escolar no país pode ser visto a seguir. As primeiras iniciativas de implementação do programa de transporte escolar datam de Em 03 de fevereiro desse ano, foi instituída a portaria n. 86, publicada no Diário Oficial da União (BRASIL, 1986). Nessa portaria, o Ministro da Educação considerando a necessidade de ampliar as oportunidades de acesso à escola pública, notadamente no meio rural e nas periferias urbanas, oficializou o Programa Nacional de Transporte Escolar (PNTE), destinado a atender as prefeituras municipais com o financiamento de veículos para transporte de escolar. No dia 17 de março de 1986, foi publicada a portaria n. 188, determinando que o financiamento fosse feito, por meio da Caixa Econômica Federal (CEF), com recursos do Fundo de Assistência ao Desenvolvimento Social (FAS), nos termos de convênio firmado entre o Ministério

5 1943 da Educação e a Caixa Econômica Federal. (BRASIL, 1986). Apesar de as portarias terem sido editadas em 1986 os recursos foram liberados em Antes dessa data (1995) as experiências foram localizadas. Em 1988, a Constituição Federal estabeleceu, no artigo 208, que o dever do Estado com a educação deveria ser efetivado mediante a garantia de [...] VII- atendimento ao educando, no ensino fundamental, através de programas suplementares de material didático-escolar, transporte, alimentação e assistência à saúde. Vale ressaltar aqui, que naquele momento, o único órgão do governo que se preocupou em realizar um estudo para verificar a necessidade de concretização de um programa de transporte escolar foi o GEIPOT 5. Em 1992, o GEIPOT realizou pesquisas sobre o transporte rural escolar. A análise permitiu que o grupo verificasse a necessidade de se elaborar um Plano Nacional para o Desenvolvimento do Transporte Rural Escolar no país. O GEIPOT apontou que [...] A implantação e o desenvolvimento desse transporte devem ser iniciados pelo segmento escolar, em razão de sua reconhecida prioridade e das oportunidades e condições favoráveis criadas para o desenvolvimento dos demais segmentos (GEIPOT, 2005, s.p.). (grifo das autoras) O Ministério da Educação oficializou, em 21 de junho de 1994, a criação do Programa Nacional de Transporte Escolar (PNTE), por meio da Portaria Ministerial n. 955, do Ministério da Educação, para atender a demanda rural escolar. O objetivo anunciado pelo programa, segundo a referida portaria, foi a utilização de verba da Fundação de Assistência ao Estudante (FAE), atual Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), para transportar alunos no trajeto residência-escola-residência. Por essa Portaria ficou estabelecido que o FNDE liberaria, aos municípios interessados, recursos de até R$ ,00 para o ensino fundamental. Competiria à Prefeitura e/ou entidades proponentes assegurarem a manutenção dos veículos, custeando as despesas pertinentes ao seu uso. Embora a portaria que criou o PNTE tenha sido oficializada em junho de 1994, um estudo elaborado pela Câmara dos Deputados (2001, p. 03) afirma que em 1995 e em 1996, o programa contemplou apenas os municípios priorizados pelo Programa Comunidade Solidária. De acordo com estudo desenvolvido pela Câmara (2001, p. 03), no Brasil, em 1997, foram contemplados 414 municípios e em 1998, foram atendidos municípios em todo o país, em decorrência de um substancioso repasse de verbas. Os valores repassados foram R$ ,07 e R$ ,44, respectivamente. A verba foi destinada para a aquisição de veículo automotor para o transporte de escolares, da zona rural para a escola mais próxima, para a manutenção dos veículos, pagamento de taxas, impostos, serviços, etc.

6 1944 Em 1999, de acordo com o FNDE, o programa não foi executado por falta de recursos financeiros, mas em 2000, com a mesma finalidade, o Programa teve uma retomada e atendeu 858 municípios e 231 Organizações Não-Governamentais (ONG s) filantrópicas sem fins lucrativos, mantenedoras de escolas especializadas do ensino fundamental que atendessem alunos com necessidades educacionais especiais. Nesse ano, os municípios foram contemplados com R$ ,11 e as ONG s com R$ ,00. Em 2001, a Resolução n. 28 do FNDE, de 28 de junho, estabeleceu as orientações e as diretrizes para a assistência financeira, em caráter suplementar, aos municípios e às ONG s atendidos pelo programa (CÂMARA DOS DEPUTADOS, 2001, p. 03). Com essa resolução de caráter suplementar, os recursos deveriam ser empregados na ampliação e na manutenção da frota de veículos para o transporte de escolares. No caso de ampliação da frota, os veículos deveriam ser novos (0Km). Na resolução ficou estabelecido, que o FNDE liberaria para cada município um montante de até R$ ,00 para as escolas que oferecessem ensino fundamental e de até R$ ,00 para as ONG s filantrópicas e sem fins-lucrativos promotoras da educação especial. Foram atendidos, em 2001, 971 municípios, que receberam R$ ,56 e 190 ONG s, que receberam R$ ,07. Conforme a Câmara dos Deputados (2001, p. 04), competiria à Prefeitura e/ou entidade proponente assegurar a manutenção dos veículos, custeando com os recursos do programa as despesas pertinentes. Dados do FNDE (2005, p ), apontam que no ano de 2002 foram atendidos 895 municípios e 115 ONG s e o total de recursos transferidos para a implementação do programa alcançou a cifra de R$ ,75 e de R$ ,85 respectivamente. No ano de 2003, o PNTE atendeu municípios e investiu R$ ,45. Foram atendidas 182 ONG s e os recursos repassados a elas somaram R$ ,65. A finalidade dos recursos continuou sendo a mesma, ampliação e manutenção da frota. No dia 19 de março de 2004, por meio da Resolução n. 08 do FNDE, foram estabelecidas as diretrizes e as orientações para o apoio financeiro suplementar para a Educação Especial. Nessa resolução ficou estabelecido que a transferência fosse realizada mediante celebração de convênios e o valor máximo dos recursos estipulados pelo programa para cada instituição promotora da educação especial conveniada seria de R$ ,00, e não mais R$ ,00 conforme estipulado na Resolução n. 28 do FNDE, de junho de Segundo informações do FNDE, em 2004, o PNTE foi modificado e passou a repassar recursos financeiros somente às organizações não governamentais que mantivessem escolas

7 1945 especializadas de ensino fundamental, atendendo até 100 alunos com necessidades educacionais especiais (2005, p. 01). As entidades deveriam receber então uma parcela única no valor de R$ ,00, mediante celebração de convênio para aquisição de veículo escolar 0Km (FNDE, op. cit.). Foram investidos no PNTE, R$ ,00. Para atender aos alunos residentes na zona rural, do ensino fundamental público, foi instituído o Programa Nacional de Apoio ao Transporte Escolar. Segundo o FNDE (2005, p. 3), foram atendidos municípios e o investimento para o PNATE foi de R$ , Programa Nacional de Apoio ao Transporte Escolar (PNATE) no Brasil e em MS. No dia 9 de junho de 2004, foi oficializada a criação do Programa Nacional de Apoio ao Transporte Escolar (PNATE), por meio da Lei n Com essa lei o PNTE atenderia apenas às ONG s. As escolas rurais públicas receberiam recurso do PNATE, que conforme informações coletadas no FNDE (2005, p. 01), consistiria na transferência automática de recursos financeiros, sem necessidade de convênio ou outro instrumento congênere, para custear despesas com a manutenção de veículos escolares pertencentes às esferas municipal ou estadual e para a contratação de serviços terceirizados de transporte, tendo como base o quantitativo de alunos transportados e informados no censo escolar realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP/MEC) relativo ao ano anterior ao do atendimento. A transferência de recursos deveria obedecer a Resolução n. 18 de 22 de abril de 2004, que anunciava um valor gasto per capita de R$ 76,00 por aluno/ano. Segundo Souza (2005, p ), em 1995 foi investido no programa R$ , 00 para todo o país, já em 2004 o valor foi de R$ , 17. Verifica-se ampliação nos recursos, em âmbito nacional, de 833%. Em Mato Grosso do Sul, de acordo com informações fornecidas pela Secretaria de Estado de MS, o serviço de transporte escolar que atende aos alunos das escolas rurais recebe recursos do PNATE, no entanto, o estado e os municípios responsabilizam-se por um quantitativo mais expressivo de recursos. O Estado vem desenvolvendo esse programa desde 1995, momento em que começou a ser executado em todo país. Naquele ano, o governo do Estado celebrou convênios com a Fundação de Assistência ao Estudante (FAE), beneficiando alguns municípios 6 (SED, 2001, p. 01). Esses convênios referiam-se à transferência de recursos para a aquisição de veículos automotores, com capacidade mínima de 10 passageiros, e máxima de 40. Os alunos que seriam beneficiados com o transporte deveriam estar matriculados na rede pública de ensino fundamental e estar residindo no meio rural. Os valores gastos em 1995, segundo o relatório, foram de R$ ,00 sendo R$ ,00 disponibilizados pela União, R$ , 00 pelo governo do

8 1946 Estado e R$ ,00 referente à contrapartida dos municípios. Esses recursos deveriam ser investidos na aquisição de veículos ou na terceirização de serviços de transporte escolar. Conforme esse mesmo relatório, em 1996, foi firmado um convênio entre a FAE e a SED em que foi disponibilizado um repasse integral da fundação no valor de R$ ,00, destinados a atender aos municípios de Anaurilândia, Antônio João, Aral Moreira, Bataiporã, Brasilândia, Caarapó, Caracol, Corguinho, Deodápolis, Ivinhema, Miranda, Pedro Gomes, Rio Negro, Tacuru e Vicentina. Em 1997, foram repassados às prefeituras recursos estaduais no valor de R$ ,00 a um total de 37 municípios. Esses recursos tiveram a mesma finalidade dos recursos do ano anterior. Em 1998, ampliou-se o número de municípios para 65 e o repasse financeiro foi de R$ ,00, sendo que o valor repassado pelo FNDE (antiga FAE) de R$ ,00 foi destinado à aquisição de veículos para o transporte escolar. Foram repassados ainda recursos estaduais no valor de R$ ,00 para a manutenção de veículos adquiridos anteriormente. Em 1999, não houve repasse do governo federal. No entanto, o governo do estado de Mato Grosso do Sul e os municípios investiram na manutenção de carros. Dados fornecidos pela SED apontam que, em 1999, o valor investido no programa foi de R$ ,00 e, em 2004, foi de R$ ,82, ou seja, houve um aumento de 331% nos investimentos. Em 2005, previa-se para o programa R$ ,00, um aumento de 150% em relação a Conforme depoimento dos técnicos da SED, 90% dos recursos investidos no programa, em 2005, eram provenientes do Estado e dos Municípios e apenas 10% do Governo Federal por meio do Programa Nacional de Apoio ao Transporte Escolar (PNATE). Os recursos investidos no programa, em MS, têm como fontes o Tesouro Nacional, o salário educação e o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (FUNDEF), no caso do repasse federal, e o Tesouro do Estado e dos municípios, no caso da contrapartida estadual e municipal. (PNTE p. 5 e 6 ) Atualmente a transferência de recursos é feita pelo FNDE à SED, órgão responsável pelo repasse às prefeituras. As prefeituras, por sua vez, são responsáveis pela gerência desse recurso propiciando o transporte dos escolares e prestando contas dos gastos. Segundo informações coletadas na SED/MS, o repasse pode ser feito com dinheiro ou em cartão para consumo de combustível, dependendo da necessidade de cada prefeitura. Atualmente, cinco prefeituras do estado transferiram a responsabilidade do gerenciamento dos recursos para as Associações de Pais e

9 1947 Mestres de escolas estaduais de seus municípios, e essas são responsáveis em fazer a prestação de contas desses recursos. O número de alunos beneficiados aumentou em 19% no período de 2000 a Conforme informações do Setor de Convênios da Secretaria de Estado de Educação de MS, foram atendidos pelo programa no ano de 2005, alunos de 210 escolas da rede estadual e alunos de 375 escolas da rede municipal. Os técnicos informaram que são beneficiados alunos do ensino fundamental e do ensino médio que moram na zona rural, mas estudam em escolas localizadas na zona urbana. São atendidos 77 dos 78 municípios do estado. Os veículos utilizados para o transporte de escolares, segundo dados da SED/MS, têm em média mais de 20 anos de uso e custam entre R$ ,00 e R$ ,00. A frota de transporte escolar utilizada pela rede pública é formada por veículos e o custo médio de manutenção de um veículo é de R$ 1.500,00 por mês. O número de veículos da frota foi calculado a partir do número de linhas atendidas (2.800) pelo serviço de transporte escolar em Mato Grosso do Sul. Dados fornecidos pela Coordenadoria de Projetos e Convênios da SED/MS apontam que a implementação do Programa de Transporte Escolar gera, no Estado de MS, aproximadamente empregos diretos de motorista e, em alguns casos, monitores para realizarem o transporte de crianças da zona rural. Sabe-se ainda, conforme informações da SED, que são necessários aproximadamente de três a quatro técnicos em 77 prefeituras para gerenciar o PTE, o que corresponderia a aproximadamente 308 profissionais. Assim sendo, pode-se estimar em, no mínimo, 3453 o número de empregos direto gerado pelo Programa de Transporte Escolar. Não foi possível, até o momento, quantificar o número de empregos indiretos, como de trabalhadores em oficinas mecânicas, autopeças, borracharias, postos de gasolina, empresas de seguro, indústrias de automóvel, concessionárias, órgãos de fiscalização, empresas especializadas em cursos de primeiros socorros, etc. O mercado de seguros também é ampliado com a implementação do Programa. Todos os veículos responsáveis pelo transporte de escolares devem possuir seguro contra acidentes. Os recursos repassados pelo PNATE podem ser utilizados para essa finalidade (INEP, 2005, p. 09). Mas não foi possível avaliar o impacto na geração de empregos para profissionais do ramo de seguradoras.

10 O Serviço de Transporte de Escolar Privado, em Campo Grande/MS. 2.1 Transporte coletivo em vans. Além dos programas públicos que atendem alunos que moram na zona rural, verifica-se, que existe uma demanda de transporte escolar por alunos de escolas privadas, localizadas em área urbana. Esses são atendidos por uma rede de serviços privados. Embora essa pesquisa tenha pretendido estudar a implementação do programa em todo o estado de MS, os dados preliminares de transporte privado são apenas de Campo Grande/MS. Uma Cooperativa dos Transportadores Escolares de Mato Grosso do Sul foi criada em 12 de dezembro de 2002 e tem como objetivo principal reunir os transportadores escolares para que a categoria trabalhe unida, buscando melhores condições de trabalho e financiamento, como por exemplo, financiamento do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), (depoimento do Presidente da Cooperativa, 2005). Essa cooperativa conta hoje com 20 transportadores cadastrados, no entanto, segundo informações do presidente, existem hoje, em Campo Grande, aproximadamente 200 transportadores escolares. A clientela atendida por esses profissionais é constituída de estudantes de escolas particulares que cursam ensino fundamental, ensino médio e ensino superior, além de alguns professores. Cada transportador possui uma média de 30 clientes. Contabilizando esse número a partir dos 20 cooperados, presume-se que a cooperativa atenda hoje, no município de Campo Grande, 600 escolares. Se estimarmos entre os 200 cooperados, esse número chegaria a escolares. O serviço de transporte escolar é regulamentado pelo Código Nacional de Trânsito, o qual dispõe de uma seção específica para a condução de escolares. Nessa seção, está estabelecida a obrigação de fiscalização desses serviços por órgãos competentes. Em Campo Grande/MS, os veículos são vistoriados pelo Departamento de Trânsito (DETRAN), pela Agência Municipal de Transporte e Trânsito (AGETRAN) e pela Agência Estadual de Fiscalização de Serviços Públicos de Mato Grosso do Sul (AGEPAN). Essa vistoria é realizada a cada seis meses e tem um custo anual de R$ 200,00. Os principais investimentos dos transportadores escolares no município de Campo Grande/MS são: vistoria no carro para checar freio, troca de óleo a cada 2 meses no valor de R$ 1.000,00, o gasto anual com mecânica de R$ 3.600,00; a taxa de alvará da Prefeitura Municipal de Campo Grande no valor anual de R$ 70,00; a taxa de propaganda de R$ 140,00 por ano; o gasto mensal de combustível R$ 1.000,00, o pagamento de ISS no valor de R$ 218,00 mensais; tacógrafo para iniciar-se na profissão no valor de R$ 1.000,00 sendo esse item obrigatório. Ao ingressar na

11 1949 profissão, o alvará expedido pela prefeitura tem um custo de R$ 180,00 e não de R$ 70,00. Sem esse alvará, o transportador fica impedido de exercer a profissão. A despesa anual de um transportador escolar é de R$ ,00. Multiplicando o valor do gasto anual pelos 200 transportadores escolares de Campo Grande, ter-se-ia um investimento de R$ ,00. Além desses gastos, o transportador escolar é obrigado a fazer um curso de transportador escolar oferecido pelo DETRAN ou pelo Serviço Social do Transporte e pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (SEST-SENAT). Esse curso tem um custo de R$ 200,00, independente da instituição que o oferece. Sem esse curso, corre-se o risco do veículo ser retido pelos órgãos fiscalizadores. Outras despesas podem ocorrer de forma esporádica. É o caso das notas avulsas expedidas pela Prefeitura Municipal de Campo Grande quando o transportador escolar faz algum trabalho de transporte com uma escola, como por exemplo, turismo escolar. O custo dessa nota é de 3% do valor do serviço e é pago à prefeitura no ato da emissão. O veículo é outro investimento feito por aqueles que se inserem na profissão. O preço de mercado de um veículo van usado é de aproximadamente R$ ,00. Se o veículo for novo, esse valor corresponderia a R$ ,00. Ao comprar um veículo, o transportador, além de pagar o Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) e o Imposto Sobre Produto Industrializado (IPI) que já estão embutidos no valor do carro, ele ainda paga anualmente o Imposto Sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) e a depreciação 7. Em síntese, a necessidade de deslocamento de escolares produz um serviço de transporte privado que incorpora, no mínimo, 200 trabalhadores Transporte Coletivo em ônibus Dados fornecidos pela AGETRAN informam que o atendimento a estudantes que têm passe de estudante implica em otimizar o número de ônibus em 23 veículos para realizar 212 viagens diárias e rodar Km por mês. Essa é a necessidade criada pelo deslocamento de escolares. Para tanto as empresas devem contratar, em Campo Grande/MS, 46 motoristas e 44 cobradores, ou seja, 90 empregos diretos. Considerações finais Ainda que preliminarmente, essa pesquisa confirma a hipótese inicial de que o serviço de transporte escolar, ao ser implementado, aquece a economia ao ampliar a circulação de

12 1950 mercadorias: automóveis, pneus, seguros, equipamentos de segurança, empresas de combustível, entre outros. O Serviço Público de Transporte Escolar gera, aproximadamente, 3453 postos de trabalho em MS. Se tomarmos o município de Campo Grande/MS verifica-se que o PNATE incorpora 100 trabalhadores; o atendimento ao passe escolar por meio do Serviço de Transporte coletivo, em ônibus, gera 100 empregos diretos e o serviço de transporte coletivo em vans incorpora 200 trabalhadores. Ou seja, o deslocamento de escolares é responsável pela demanda de 400 trabalhadores. Deve ser observado, sobretudo, que o serviço de Transporte Escolar é gerador de empregos de baixo custo. A título de exemplo, pode-se comparar o custo por geração de emprego, em MS, no setor industrial e no setor de serviços. O município de Três Lagoas/MS abriga 37 unidades indústrias instaladas e em funcionamento. O secretário de Indústria, Comércio, Ciência e Tecnologia de Três Lagoas, Luiz Alberto de Lima Gusmão informa que elas são, sobretudo, do setor têxtil e calçadista e explica que a empresa têxtil Avanti prevê investimentos aproximados de R$ 32,6 milhões e a geração de 103 empregos diretos. (FALLEIROS, 2005, s.p.). O Serviço Público de Transporte Escolar investiu R$ ,00 (em 2005), 46% a mais e gerou 3453 empregos diretos, o que equivale a gerar mais 2.953% postos de trabalho. A relação investimento e geração de emprego é, na indústria, de aproximadamente R$ ,00 para um emprego e no Serviço Público de Transporte Escolar, de R$13 869,00 para um emprego. Esse dado confere, a nosso ver, a importância do Programa no momento em que a sociedade do trabalho produz milhares de trabalhadores supérfluos. Outros dados apresentados nessa pesquisa apontam para a necessidade de maximização da eficácia dos serviços de transporte escolar no que se refere à logística e ao roteamento, o que criaria novos ramos de pesquisa e de negócios. Nesse sentido, identificamos a necessidade de continuar a investigação para analisar o impacto dos programas em cidades de pequeno e médio porte bem como verificar o quantitativo de postos de trabalho indiretos que podem ser criados. Em síntese, ao analisar o PTE na lógica de uma sociedade produtora de mercadoria verificase que, enquanto valor de uso, consiste em mais um programa implementado para atender à necessidade de locomoção do estudante da residência até a escola, todavia seu caráter de valor não deve ser desdenhado. Ao atender as necessidades das crianças satisfaz, também, o espírito capitalista ao ampliar a produção e consumo de automóveis, peças, combustível etc. Os dados da presente pesquisa apontam que o Programa exige, ainda, a incorporação de força de trabalho por

13 1951 meio de baixo investimento, fato esse de extrema relevância num momento de crise da sociedade do trabalho. REFERÊNCIAS ALMEIDA, Camila Moreira. O programa nacional de alimentação escolar: uma análise da implementação da merenda escolar nas escolas municipais e estaduais do município de Campo Grande nos anos de 2000 a f. 1v. Dissertação (Mestrado em Educação), Universidade Federal de Mato Grosso do Sul: Campo Grande: MS, ARRUDA, E. E.; SILVEIRA, G. S. DA. O impacto da expansão escolar no mercado de material didático-pedagógico. In: VI Seminário Nacional de Estudos e Pesquisas História, Sociedade e Educação no Brasil, 2003, Aracajú. Anais do VI seminário nacional de estudos e pesquisas históricas: sociedade e educação no Brasil. p BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de Presidência da República Casa Civil. Disponível em: <https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituiçao_compilado.htm> Acesso: 20 de ago. de 2005 Lei n , de 9 de junho de Presidência da República Casa Civil, subchefia para assuntos jurídicos. Institui o Programa Nacional de Apoio ao Transporte do Escolar - PNATE e o Programa de Apoio aos Sistemas de Ensino para Atendimento à Educação de Jovens e Adultos, dispõe sobre o repasse de recursos financeiros do Programa Brasil Alfabetizado, altera o art. 4o da Lei no 9.424, de 24 de dezembro de 1996, e dá outras providências. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de Presidência da República Casa Civil, Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Disponível em: < Acesso: 20 de ago. de 2005 Portaria n. 86, de 03 de fevereiro de Ministério da Educação. Gabinete do Ministro institui o Programa Nacional de Transporte Escolar (PNTE), destinado a promover o financiamento de veículos para transporte de escolares, a governos municipais. Portaria n. 188, de 17 de março de Ministério da Educação. O Ministro de Estado da Educação, no uso de suas atribuições e, considerando a necessidade de manter assegurada a identidade do programa Nacional de Transporte Escolar (PNTE) com o Fundo de Apoio ao Desenvolvimento Social (FAS), bem como a rotina operacional do citado Programa de Financiamentos. Resolução/Cd/Fnde n. 05, de 22 de Abril de FNDE. Estabelece os critérios e as formas de transferência de recursos financeiros ao Programa Nacional de Apoio ao Transporte do Escolar. Resolução/Cd/Fnde n. 18, de 22 de Abril de FNDE. Estabelece os critérios e as formas de transferência de recursos financeiros ao Programa Nacional de Apoio ao Transporte do Escolar. Resolução/Fnde/Cd/n. 08 de 19 de Março de FNDE. Estabelece diretrizes e orientações para o apoio financeiro suplementar, a cargo do FNDE, por meio do Programa Nacional de Transporte Escolar, no âmbito da Educação Especial para o ano de 2004.

14 1952 Resolução/Fnde/Cd/Nº 010 de 04 de Maio de FNDE. Estabelece as diretrizes e orientações para o apoio financeiro suplementar do Programa Nacional de Transporte do Escolar - PNTE, no âmbito da Educação Especial, para o ano de CÂMARA DOS DEPUTADOS. Plano Nacional de Transporte Escolar. Nota técnica, outubro de DUTRA, Nadja Gheuca da Silva. Planejando uma rede escolar municipal para reduzir custos de deslocamentos. 107 f. 1 v. Dissertação (Mestrado em Engenharia dos Transportes): UFSCAR: USP, FALLEIROS, Adriano. Três Lagoas é vitrine da indústria do Estado. Disponível em: <<http://www.treslagoas.ms.gov.br/noticias/?id=66>> Acesso: 28 de ago FNDE. Ministério da Educação. Programa Nacional de Apoio ao Transporte Escolar. Disponível em: <http://www.fnde.gov.br/home/transp_escolar/pnate_pnte.html> Acesso: 28 de jun. de GRUPO DE ESTUDOS EM EMPRESA BRASILEIRA DE PLANEJAMENTO DE TRANSPORTES (GEIPOT). TRANSPORTE RURAL ESCOLAR. Disponível em: <http://www.geipot.gov.br/estudos_realizados/transporte_rural/sintese.doc> Acesso: 20 de ago DISCUSSÃO DOS 10 ASPECTOS MAIS RELEVANTES DO TRANSPORTE RURAL ESCOLAR. Disponível em: <http://www.geipot.gov.br/estudos_realizados/transporte_rural/aspectos_relevantes.doc> Acesso: 20 de ago HISTÓRICO. Disponível em: <http://www.geipot.gov.br/> Acesso: 20 de ago. de INEP. Ministério da Educação. Cartilha do transporte escolar: versão preliminar. Brasília: p. Disponível em: <www.inep.gov.br/basica/levantamentos/transporte/cartilhatransporteescolar_.pdf > Acesso: 22 de ago MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Manual de obtenção de recursos federais. Disponível em: Acesso: 05 de set Conferência de Dakar. Cúpula Mundial de Educação. Senegal. Abril de 2000; internet: Declaração Mundial Sobre Educação Para Todos - Satisfação Das Necessidades Básicas De Aprendizagem. Tailândia: Jomtien, Declaração de Recife dos países do EFA-9. Recife, Pernambuco; Brasil, Janeiro de 2000; internet: Educação Para Todos: A Conferência De Nova Delhi. Mec: Brasília, PAZ, Adalberto Domingos da. Análise e a Variação da Ação Pública de Alocação de Recursos do Programa Nacional de Transporte do Escolar - PNTE f. Dissertação (Mestrado em Transportes): Faculdade de Tecnologia: Universidade de Brasília, RODRIGUES, Andréa Ferro. Análise das políticas e programas sociais no Brasil. Brasília, OIT / Programa IPEC América do Sul, p. (Série: Documentos de Trabajo, 182) SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO/MS. Relatório sobre o transporte escolar 1995 a Coordenadoria de Projetos e Convênios p. 11.

15 1953 SOUZA, Almir Pereira de. Analisar a política de alocação de recursos do Orçamento Da União no Programa Transporte Escolar de alunos do ensino fundamental das áreas rurais f. Monografia (Especialização em Análise e Gestão de Políticas Educacionais): Universidade de Brasília, Brasília, VASCONCELLOS, Eduardo Alcântara. O resgate de um tema esquecido. Revista dos Transportes Públicos, ANTP, ano 19, 2º trimestre, p , As estratégias elaboradas em Jomtien pautaram-se nos seguintes pontos: 1) universalizar o acesso à educação e promover a eqüidade; 2) concentrar a atenção na aprendizagem; 3) ampliar os meios e o raio de ação da educação básica; 4) propiciar um ambiente adequado à aprendizagem; e 5) fortalecer alianças (JOMTIEN, 1990). 2 EFA-9: A abreviatura EFA designa Education For All e 9 representa os nove países que participaram da Conferência Internacional de Educação em Jomtien, Esses países, considerados uns dos mais populosos do mundo e com maior percentual de analfabetismo, eram: Bangladesh, Brasil, China, Egito, Índia, Indonésia, México, Nigéria e Paquistão. 3 Os yellow buses são tradicionais ônibus amarelos encarregados do transporte de escolares nos Estados Unidos da América. 4 Os school buses têm a mesma finalidade dos yellow buses, e têm seu serviço de transporte realizado na Inglaterra. 5 O Grupo Executivo de Integração da Política de Transportes foi criado pelo Decreto nº , de 11 de outubro de 1965, e teve como diretores superiores o Ministro da Viação e Obras Públicas, Ministro de Estado da Fazenda, Ministro Extraordinário para o Planejamento e Coordenação Econômica e pelo Chefe do Estado Maior das Forças Armadas, conforme foi sugerido no Acordo de Assistência Técnica firmado, no mesmo ano, entre o governo brasileiro e o Banco Internacional para a Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD). Em 7 de abril 1969, com o Decreto-Lei nº 516, o grupo ficou subordinado ao Ministro de Estado dos Transportes segundo a Lei nº 5.908, de 20 de agosto de Com a reestruturação do setor de transportes, criou o Conselho Nacional de Integração de Política de Transportes Terrestres (CONIT), a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ), a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e o Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (DNIT). Com a instalação das Agências reguladoras e o DNIT, ocorreu a destituição do GEIPOT, conforme exposto no Decreto n 4.135, de 20 de fevereiro de O Grupo prestava apoio técnico e administrativo aos órgãos do Poder Executivo para formular, orientar, coordenar e executar a política nacional de transportes nos seus diversos modais, bem como promover, executar e coordenar atividades de estudos e pesquisas necessários ao planejamento de transportes no País (GEIPOT, 2005, s.p.). 6 Os municípios beneficiados foram Campo Grande, Anastácio, Bela Vista, Bodoquena, Bonito, Itaquiraí, Jateí, Novo Horizonte, Nova Andradina, Paranhos, Chapadão do Sul, Dois Irmãos do Buriti, Ribas do Rio Pardo, Sidrolândia, Terenos, Nioaque, Guia Lopes da Laguna e Corumbá. 7 O valor do IPVA para esse tipo de veículo é de 3% do seu valor no mercado e 20% do valor da marca. A depreciação demanda de uma série de requisitos para seu cálculo, a exemplo, ano, estado de conservação, etc. Vale ressaltar que esses valores não foram possíveis de quantificar, pois, para serem feitos, haver-se-ia a necessidade de avaliar toda a frota de transporte escolar privado no município.

ESTUDO PRELIMINAR DO SERVIÇO DE TRANSPORTE ESCOLAR EM MATO GROSSO DO SUL (1999 2004)

ESTUDO PRELIMINAR DO SERVIÇO DE TRANSPORTE ESCOLAR EM MATO GROSSO DO SUL (1999 2004) 1 ESTUDO PRELIMINAR DO SERVIÇO DE TRANSPORTE ESCOLAR EM MATO GROSSO DO SUL (1999 2004) Elcia Esnarriaga de Arruda Professora Doutora do Programa de Pós-Graduação Mestrado em Educação da UFMS. flarruda@brturbo.com.br

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI N o 10.880, DE 9 DE JUNHO DE 2004. Conversão da MPv nº 173, de 2004 Institui o Programa Nacional de Apoio ao Transporte do Escolar

Leia mais

Presidência da República

Presidência da República Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI N o 10.880, DE 9 DE JUNHO DE 2004. Institui o Programa Nacional de Apoio ao Transporte do Escolar - PNATE e o Programa de Apoio

Leia mais

AUDIÊNCIA PÚBLICA: PROGRAMA NACIONAL DE ALIMENTAÇÃO ESCOLAR E O PROGRAMA NACIONAL DE APOIO AO TRANSPORTE DO ESCOLAR

AUDIÊNCIA PÚBLICA: PROGRAMA NACIONAL DE ALIMENTAÇÃO ESCOLAR E O PROGRAMA NACIONAL DE APOIO AO TRANSPORTE DO ESCOLAR AUDIÊNCIA PÚBLICA: PROGRAMA NACIONAL DE ALIMENTAÇÃO ESCOLAR E O PROGRAMA NACIONAL DE APOIO AO TRANSPORTE DO ESCOLAR Profª. Marcia Adriana de Carvalho Dirigente Municipal de Educação de São Francisco de

Leia mais

Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação FNDE

Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação FNDE Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação FNDE Área...8.515.876,00 km2 População... 190 Milhões de habitantes Urbana... 84,2% Rural 15,8% 1.787 municípios... + 50% Rural Ed. Básica... 53 milhões de

Leia mais

XXV ENCONTRO NACIONAL DA UNCME

XXV ENCONTRO NACIONAL DA UNCME XXV ENCONTRO NACIONAL DA UNCME Os desafios da Educação Infantil nos Planos de Educação Porto de Galinhas/PE Outubro/2015 Secretaria de Educação Básica CONCEPÇÃO DE EDUCAÇÃO INFANTIL É direito dos trabalhadores

Leia mais

CÂMARA DOS DEPUTADOS Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira ESTUDO TÉCNICO Nº 4/2014

CÂMARA DOS DEPUTADOS Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira ESTUDO TÉCNICO Nº 4/2014 Solicitação de Trabalho nº 252/2014 CONOF Solicitante: Deputado Pauderney Avelino ESTUDO TÉCNICO Nº 4/2014 ASPECTOS ORÇAMENTÁRIOS E FINANCEIROS SOBRE A INCLUSÃO DA ALIMENTAÇÃO ESCOLAR COMO DESPESA DE MANUTENÇÃO

Leia mais

LEI N. 084/91. O PREFEITO MUNICIPAL DE ALTO TAQUARI, Estado de Mato Grosso, no uso de suas atribuições legais, etc.

LEI N. 084/91. O PREFEITO MUNICIPAL DE ALTO TAQUARI, Estado de Mato Grosso, no uso de suas atribuições legais, etc. LEI N. 084/91 Institui o Fundo Municipal de Saúde e dá outras providências. O PREFEITO MUNICIPAL DE ALTO TAQUARI, Estado de Mato Grosso, no uso de suas atribuições legais, etc. Faço saber que a Câmara

Leia mais

Indicador(es) Órgão(s) 26 - Ministério da Educação

Indicador(es) Órgão(s) 26 - Ministério da Educação Programa úmero de Ações 13 1060 Brasil Alfabetizado e Educação de Jovens e Adultos Objetivo Indicador(es) Garantir acesso e permanência de jovens e adultos a programas educacionais que visam atender as

Leia mais

POLÍTICA NACIONAL DE EDUCAÇÃO INFANTIL

POLÍTICA NACIONAL DE EDUCAÇÃO INFANTIL POLÍTICA NACIONAL DE EDUCAÇÃO INFANTIL (arquivo da Creche Carochinha) Secretaria de Educação Básica CONCEPÇÃO DE EDUCAÇÃO INFANTIL A Educação Infantil é dever do Estado e direito de todos, sem qualquer

Leia mais

PROJETO DE LEI N.º, DE 2003 (Do Sr. Geraldo Resende)

PROJETO DE LEI N.º, DE 2003 (Do Sr. Geraldo Resende) PROJETO DE LEI N.º, DE 2003 (Do Sr. Geraldo Resende) Autoriza o Poder Executivo a instituir a Fundação Universidade Federal da Grande Dourados, e dá outras providências. O Congresso Nacional decreta: Art.

Leia mais

TRANSPORTE ESCOLAR PROGRAMAS DE APOIO DO GOVERNO FEDERAL

TRANSPORTE ESCOLAR PROGRAMAS DE APOIO DO GOVERNO FEDERAL TRANSPORTE ESCOLAR PROGRAMAS DE APOIO DO GOVERNO FEDERAL PAULO DE SENA MARTINS Consultor Legislativo da Área XV Educação, Cultura, Desporto, Ciência e Tecnologia MAIO/2008 Paulo de Sena Martins 2 2008

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE GOIÁS O MP E AS VERBAS DA EDUCAÇÃO

MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE GOIÁS O MP E AS VERBAS DA EDUCAÇÃO MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE GOIÁS O MP E AS VERBAS DA EDUCAÇÃO MINISTÉRIO PÚBLICO O Ministério Público é instituição permanente, essencial à função jurisdicional do Estado, incumbindo-lhe a defesa

Leia mais

Unidade Meta. DIAGNÓSTICO: Cabe à Secretaria cuidar da Educação Infantil (de 0 a 5 anos) no Município de Japeri.

Unidade Meta. DIAGNÓSTICO: Cabe à Secretaria cuidar da Educação Infantil (de 0 a 5 anos) no Município de Japeri. SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO PROGRAMA: MANUTENÇÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL Nº 071 DIAGNÓSTICO: Cabe à Secretaria cuidar do Ensino Fundamental (1 ao 9 ano) no Município de Japeri. DIRETRIZES: Custear as

Leia mais

ENGENHARIA E ARQUITETURA PÚBLICA UMA VISÃO SISTÊMICA DA POLÍTICA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA A HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL.

ENGENHARIA E ARQUITETURA PÚBLICA UMA VISÃO SISTÊMICA DA POLÍTICA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA A HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL. ENGENHARIA E ARQUITETURA PÚBLICA UMA VISÃO SISTÊMICA DA POLÍTICA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA A HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL. 1- Apresentação A Constituição de 1988, denominada pelo saudoso Deputado

Leia mais

PORTARIA Nº 375, DE 10 DE MARÇO DE 2014

PORTARIA Nº 375, DE 10 DE MARÇO DE 2014 PORTARIA Nº 375, DE 10 DE MARÇO DE 2014 Regulamenta a aplicação das emendas parlamentares que adicionarem recursos à Rede SUS no exercício de 2014 para aplicação em obras de ampliação e construção de entidades

Leia mais

SUBCHEFIA DE ASSUNTOS PARLAMENTARES

SUBCHEFIA DE ASSUNTOS PARLAMENTARES SUBCHEFIA DE ASSUNTOS PARLAMENTARES PROJETO DE LEI Institui o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego - PRONATEC; altera as Leis n os 7.998, de 11 de janeiro de 1990, que regula o Programa

Leia mais

PROJETO DE LEI N. O CONGRESSO NACIONAL decreta:

PROJETO DE LEI N. O CONGRESSO NACIONAL decreta: PROJETO DE LEI N Institui o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego PRONATEC, altera as Leis n. 7.998, de 11 de janeiro de 1990, n. 8.121, de 24 de julho de 1991 e n. 10.260, de 12 de julho

Leia mais

MERENDA ESCOLAR Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE)

MERENDA ESCOLAR Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) Presidência da República Controladoria-Geral da União MERENDA ESCOLAR Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) MERENDA ESCOLAR O Programa Nacional de Alimentação Escolar PNAE, conhecido como Merenda

Leia mais

A Realidade Encontrada Imagens do Portal do Cidadão do TCE-PE

A Realidade Encontrada Imagens do Portal do Cidadão do TCE-PE TRANSPORTE ESCOLAR A Realidade Encontrada Imagens do Portal do Cidadão do TCE-PE A Realidade Encontrada Imagens do Portal do Cidadão do TCE-PE A Realidade Encontrada Resumo -Alunos sendo transportados

Leia mais

Os serviços, objetos desse termo de referência, deverão ser desenvolvidos em 03 (três) etapas, conforme descrição a seguir:

Os serviços, objetos desse termo de referência, deverão ser desenvolvidos em 03 (três) etapas, conforme descrição a seguir: Termo de Referência 1. Objeto Contratação de empresa especializada em gestão de saúde para execução de atividades visando a reestruturação do modelo de atenção à saúde, objetivando diagnosticar novas proposituras

Leia mais

Lei de Diretrizes e Bases 9.394/96(LDB) define a Educação Infantil como "primeira etapa da educação básica" (artigo 29) e delega a ela a finalidade

Lei de Diretrizes e Bases 9.394/96(LDB) define a Educação Infantil como primeira etapa da educação básica (artigo 29) e delega a ela a finalidade Lei de Diretrizes e Bases 9.394/96(LDB) define a Educação Infantil como "primeira etapa da educação básica" (artigo 29) e delega a ela a finalidade de "desenvolvimento integral da criança até seis anos

Leia mais

O PAR e a atual visão ministerial

O PAR e a atual visão ministerial O PAR e a atual visão ministerial Plano Nacional de Educação (PNE) Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE) Plano de Ações Articuladas (PAR) Plano de Desenvolvimento da Escola (PDE Interativo) (Projeto

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO Resolução/CD/FNDE nº 19, de 21 de maio de 2013. Dispõe sobre a destinação de recursos financeiros, nos moldes

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE GESTÃO, ARTICULAÇAO E PROJETOS EDUCACIONAIS

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE GESTÃO, ARTICULAÇAO E PROJETOS EDUCACIONAIS MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE GESTÃO, ARTICULAÇAO E PROJETOS EDUCACIONAIS TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA - CONSULTOR POR PRODUTO

Leia mais

Agenda Nacional de Apoio à Gestão Municipal

Agenda Nacional de Apoio à Gestão Municipal SECRETARIA DE RELAÇÕES INSTITUCIONAIS SUBCHEFIA DE ASSUNTOS FEDERATIVOS Agenda Nacional de Apoio à Gestão Municipal Mapa de obras contratadas pela CEF, em andamento com recursos do Governo Federal 5.048

Leia mais

Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira Inep

Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira Inep Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira Inep VERSÃO PRELIMINAR Brasília DF abril 2005 Cartilha do Transporte Escolar 1 Coordenador-Geral de Estudos Especiais Moisés Domingos

Leia mais

Aquisição e Gerenciamento de Medicamentos do Componente Básico da Assistência Farmacêutica

Aquisição e Gerenciamento de Medicamentos do Componente Básico da Assistência Farmacêutica Aquisição e Gerenciamento de Medicamentos do Componente Básico da Assistência Farmacêutica Maceió -Setembro/2013 HISTÓRICO PORTARIA GM/MS nº 3.916/98 POLÍTICA NACIONAL DE MEDICAMENTOS ESTABELECEU DIRETRIZES

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 5.707, DE 23 DE FEVEREIRO DE 2006. Institui a Política e as Diretrizes para o Desenvolvimento de Pessoal da administração

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO RESOLUÇÃO N.º 03 DE 14 DE JANEIRO DE 2008

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO RESOLUÇÃO N.º 03 DE 14 DE JANEIRO DE 2008 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO RESOLUÇÃO N.º 03 DE 14 DE JANEIRO DE 2008 Dispõe sobre a execução do Programa Nacional do Livro Didático PNLD.

Leia mais

LEI COMPLEMENTAR Nº 02/13 DE 25/03/13

LEI COMPLEMENTAR Nº 02/13 DE 25/03/13 LEI COMPLEMENTAR Nº 02/13 DE 25/03/13 CRIA ORGÃOS E AMPLIA CARGOS DE PROVIMENTO EM COMISSÃO NA ESTRUTURA ADMINISTRATIVA DO PODER EXECUTIVO MUNICIPAL DE CAMPOS NOVOS, ACRESCENTA DISPOSITIVOS NA LEI COMPLEMENTAR

Leia mais

Perspectivas para a indústria farmacêutica brasileira, seus investimentos e suas pesquisas. Ministério da Saúde Brasília, 12 de agosto de 2015

Perspectivas para a indústria farmacêutica brasileira, seus investimentos e suas pesquisas. Ministério da Saúde Brasília, 12 de agosto de 2015 Perspectivas para a indústria farmacêutica brasileira, seus investimentos e suas pesquisas Ministério da Saúde Brasília, 12 de agosto de 2015 POLÍTICA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA Define a assistência

Leia mais

GABINETE DO MINISTRO

GABINETE DO MINISTRO GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 1.007, DE 9 DE OUTUBRO DE 2013. Altera a Portaria MEC nº 168, de 07 de março de 2013, que dispõe sobre a oferta da Bolsa-Formação no âmbito do Programa Nacional de Acesso

Leia mais

A ESCOLA MUNICIPAL DE JATAÍ E O DESAFIO NA CONSOLIDAÇÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS

A ESCOLA MUNICIPAL DE JATAÍ E O DESAFIO NA CONSOLIDAÇÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS A ESCOLA MUNICIPAL DE JATAÍ E O DESAFIO NA CONSOLIDAÇÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS SILVA, Thaysa Pereira; RAIMANN, Elizabeth Gottschalg Universidade Federal de Goiás/ Campus Jataí; thaysapsilva@hotmail.com

Leia mais

LEI Nº 213/1994 DATA: 27 DE JUNHO DE 1.994. SÚMULA: INSTITUI O FUNDO MUNICIPAL DE SAÚDE E DA OUTRAS PROVIDENCIAS. CAPITULO I DOS OBJETIVOS

LEI Nº 213/1994 DATA: 27 DE JUNHO DE 1.994. SÚMULA: INSTITUI O FUNDO MUNICIPAL DE SAÚDE E DA OUTRAS PROVIDENCIAS. CAPITULO I DOS OBJETIVOS LEI Nº 213/1994 DATA: 27 DE JUNHO DE 1.994. SÚMULA: INSTITUI O FUNDO MUNICIPAL DE SAÚDE E DA OUTRAS PROVIDENCIAS. O Sr. Ademir Macorin da Silva, Prefeito Municipal de Tapurah, Estado de Mato Grosso, no

Leia mais

V Encontro Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares

V Encontro Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares V Encontro Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares Programa Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares: uma política de apoio à gestão educacional Clélia Mara Santos Coordenadora-Geral

Leia mais

POLÍTICAS PÚBLICAS Aula 12. Prof. a Dr. a Maria das Graças Rua

POLÍTICAS PÚBLICAS Aula 12. Prof. a Dr. a Maria das Graças Rua POLÍTICAS PÚBLICAS Aula 12 Prof. a Dr. a Maria das Graças Rua Deveria ter sido aprovado um PNE para o período 2011-2020, mas não o foi. O último PNE ( Lei nº 10.172, de 2001) criou metas para a educação

Leia mais

POLÍTICAS PÚBLICAS EM PROL DA ERRADICAÇÃO DO ANALFABETISMO EM MINAS GERAIS

POLÍTICAS PÚBLICAS EM PROL DA ERRADICAÇÃO DO ANALFABETISMO EM MINAS GERAIS POLÍTICAS PÚBLICAS EM PROL DA ERRADICAÇÃO DO ANALFABETISMO EM MINAS GERAIS TRINDADE, Jéssica Ingrid Silva Graduanda em Geografia Universidade Estadual de Montes Claros Unimontes jessica.ingrid.mg@hotmail.com

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 7.405, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2010. Institui o Programa Pró-Catador, denomina Comitê Interministerial para Inclusão Social

Leia mais

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988 CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988 TÍTULO VIII DA ORDEM SOCIAL CAPÍTULO III DA EDUCAÇÃO, DA CULTURA E DO DESPORTO Seção I Da Educação Art. 208. O dever do Estado com a educação será efetivado

Leia mais

PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO

PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO REDAÇÃO DO PROJETO DE LEI Aprova o Plano Municipal de Educação - PME e dá outras providências. O Prefeito do Município de vereadores decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Faço

Leia mais

Ano XVIII - Boletim 23 - Novembro de 2008. Formação pela Escola

Ano XVIII - Boletim 23 - Novembro de 2008. Formação pela Escola Ano XVIII - Boletim 23 - Novembro de 2008 Formação pela Escola SUMÁRIO FORMAÇÃO PELA ESCOLA PROPOSTA PEDAGÓGICA... 03 Renilda Peres de Lima e Anésia Gonçalves PGM 1 - Formação pela Escola e financiamento

Leia mais

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 128 DE 2006

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 128 DE 2006 PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 128 DE 2006 Altera o 1º do art. 1º da Medida Provisória nº 2.178-36, de 24 de agosto de 2001, para incluir os estudantes da educação fundamental de jovens e adultos como beneficiários

Leia mais

Diretrizes: 1. Cumprir as metas do Compromisso Todos Pela Educação- TPE

Diretrizes: 1. Cumprir as metas do Compromisso Todos Pela Educação- TPE IV. CÂMARA TEMÁTICA DA EDUCACÃO, CULTURA E DESPORTOS Diretrizes: 1. Cumprir as metas do Compromisso Todos Pela Educação- TPE Meta 1 Toda criança e jovem de 4 a 17 anos na escola; Meta 2 Até 2010, 80% e,

Leia mais

EVASÃO NO CURSO DE PEDAGOGIA DE UMA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO UM ESTUDO DE CASO

EVASÃO NO CURSO DE PEDAGOGIA DE UMA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO UM ESTUDO DE CASO EVASÃO NO CURSO DE PEDAGOGIA DE UMA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO UM ESTUDO DE CASO Elizabeth da Silva Guedes UNESA Laélia Portela Moreira UNESA Resumo A evasão no Ensino Superior (ES) vem chamando

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº, DE 2008 (Do Sr. Antonio Carlos Mendes Thame)

PROJETO DE LEI Nº, DE 2008 (Do Sr. Antonio Carlos Mendes Thame) PROJETO DE LEI Nº, DE 2008 (Do Sr. Antonio Carlos Mendes Thame) Regulamenta o inciso XVI do art. 22 da Constituição Federal que trata da organização do sistema nacional de emprego, para a adoção de políticas

Leia mais

II - obrigatoriedade de participação quando realizados no período letivo; III - participação facultativa quando realizados fora do período letivo.

II - obrigatoriedade de participação quando realizados no período letivo; III - participação facultativa quando realizados fora do período letivo. Capítulo II DA EDUCAÇÃO Art. 182. A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada pelo Município, com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento

Leia mais

NOTA TÉCNICA Nº 016/2013

NOTA TÉCNICA Nº 016/2013 NOTA TÉCNICA Nº 016/2013 Brasília, 3 de maio de 2013. ÁREA: Educação TÍTULO: Prestação de contas na Educação. REFERÊNCIA(S): Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 Lei Complementar nº 101,

Leia mais

Movimento Nossa São Paulo Outra Cidade. Gestão Democrática

Movimento Nossa São Paulo Outra Cidade. Gestão Democrática Movimento Nossa São Paulo Outra Cidade Gestão Democrática Diagnóstico Em agosto de 2002, o Fórum de Educação da Zona Leste promoveu o 2º seminário Plano Local de Desenvolvimento Educativo. Realizado no

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 867, DE 4 DE JULHO DE

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 867, DE 4 DE JULHO DE MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 867, DE 4 DE JULHO DE 2012 Institui o Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa e as ações do Pacto e define suas diretrizes gerais. O MINISTRO

Leia mais

Esfera: 10 Função: 12 - Educação Subfunção: 367 - Educação Especial UO: 26298 - Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação

Esfera: 10 Função: 12 - Educação Subfunção: 367 - Educação Especial UO: 26298 - Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Programa 1374 Desenvolvimento da Educação Especial Numero de Ações 16 Ações Orçamentárias 0511 Apoio ao Desenvolvimento da Educação Especial Produto: Projeto apoiado UO: 26298 - Fundo Nacional de Desenvolvimento

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº 2.284/2014 DE 29 DE AGOSTO DE 2014.

PROJETO DE LEI Nº 2.284/2014 DE 29 DE AGOSTO DE 2014. PROJETO DE LEI Nº 2.284/2014 DE 29 DE AGOSTO DE 2014. EXTINGUE E CRIA CARGO EM COMISSÃO E ALTERA LOTAÇÃO DE FUNÇÃO GRATIFICADA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. Claudemir José Locatelli, Prefeito Municipal de

Leia mais

4º.Fórum Nacional Extraordinário UNDIME

4º.Fórum Nacional Extraordinário UNDIME 4º.Fórum Nacional Extraordinário UNDIME Mata de São João Bahia 02 de setembro de 2011 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão SECADI/MEC Diretoria

Leia mais

O Programa Bolsa Família

O Programa Bolsa Família Painel sobre Programas de Garantia de Renda O Programa Bolsa Família Patrus Ananias de Sousa Ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome República Federativa do Brasil Comissão de Emprego e Política

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº 6.981, DE 2006

PROJETO DE LEI Nº 6.981, DE 2006 PROJETO DE LEI Nº 6.981, DE 2006 (do deputado Zezéu Ribeiro - PT/BA) Assegura às famílias de baixa renda assistência técnica pública e gratuita para o projeto e a construção de habitação de interesse social.

Leia mais

Ensino fundamenta - responsabilidade só dos Municípios?

Ensino fundamenta - responsabilidade só dos Municípios? Ensino fundamenta - responsabilidade só dos Municípios? O que prevê a legislação e qual tem sido a participação estadual, municipal e privada na oferta de educação básica no RJ? Nicholas Davies, prof.

Leia mais

Programa de Reabilitação de Áreas Urbanas Centrais. Secretaria Nacional de Programas Urbanos

Programa de Reabilitação de Áreas Urbanas Centrais. Secretaria Nacional de Programas Urbanos Programa de Reabilitação de Áreas Urbanas Centrais Secretaria Nacional de Programas Urbanos CONCEITOS Área Urbana Central Bairro ou um conjunto de bairros consolidados com significativo acervo edificado

Leia mais

QUALIDADE NA APLICAÇÃO DOS RECURSOS PÚBLICOS DIAGNÓSTICO DA MERENDA ESCOLAR

QUALIDADE NA APLICAÇÃO DOS RECURSOS PÚBLICOS DIAGNÓSTICO DA MERENDA ESCOLAR QUALIDADE NA APLICAÇÃO DOS RECURSOS PÚBLICOS DIAGNÓSTICO DA MERENDA ESCOLAR 1 Justificativa O Observatório Social do Brasil lança uma ação conjunta para a Rede de Observatórios Sociais que consistirá num

Leia mais

DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DO CONSELHO MUNICIPAL DE TRANSPORTE E TRÂNSITO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. A CÂMARA MUNICIPAL DE CAMPO GRANDE-MS

DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DO CONSELHO MUNICIPAL DE TRANSPORTE E TRÂNSITO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. A CÂMARA MUNICIPAL DE CAMPO GRANDE-MS PROJETO DE LEI Nº 7.476/13. DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DO CONSELHO MUNICIPAL DE TRANSPORTE E TRÂNSITO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. A CÂMARA MUNICIPAL DE CAMPO GRANDE-MS A P R O V A: Art. 1º - Fica criado o Conselho

Leia mais

OS DESAFIOS PARA A IMPLEMENTAÇÃO DO PNE NA REDE MUNICIPAL

OS DESAFIOS PARA A IMPLEMENTAÇÃO DO PNE NA REDE MUNICIPAL OS DESAFIOS PARA A IMPLEMENTAÇÃO DO PNE NA REDE MUNICIPAL Maurício Fernandes Pereira PRESIDENTE DO CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DE SANTA CATARINA PRESIDENTE DO FÓRUM NACIONAL DOS CONSELHOS ESTADUAIS DE

Leia mais

ESTADO DO ACRE PREFEITURA MUNICIPAL DE MÂNCIO LIMA GABINETE DO PREFEITO LEI Nº 19/091 MÂNCIO LIMA ACRE, 06 DE NOVEMBRO DE 1991.

ESTADO DO ACRE PREFEITURA MUNICIPAL DE MÂNCIO LIMA GABINETE DO PREFEITO LEI Nº 19/091 MÂNCIO LIMA ACRE, 06 DE NOVEMBRO DE 1991. LEI Nº 19/091 MÂNCIO LIMA ACRE, 06 DE NOVEMBRO DE 1991. DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DO FUNDO MUNICIPAL DE SAÚDE E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. LUIS HELOSMAN DE FIGUEIREDO, PREFEITO MUNICIPAL DE MÂNCIO LIMA, ESTADO

Leia mais

11º GV - Vereador Floriano Pesaro

11º GV - Vereador Floriano Pesaro PROJETO DE LEI Nº 95/2011 Dispõe sobre a Política Municipal de Atendimento de Educação Especial, por meio do Programa INCLUI, instituído pelo Decreto nº 51.778, de 14 de setembro de 2010, e dá outras providências.

Leia mais

Detalhamento da Implementação Concessão de bolsa paga diretamente ao beneficiário e pagamento de demais despesas a ela vinculadas.

Detalhamento da Implementação Concessão de bolsa paga diretamente ao beneficiário e pagamento de demais despesas a ela vinculadas. Programa 1448 Qualidade na Escola Numero de Ações 48 Ações Orçamentárias 009U Concessão de Bolsa de Iniciação à Docência - PIBID Produto: Bolsa concedida Esfera: 10 Função: 12 - Educação Subfunção: 364

Leia mais

Desenvolvimento de Pessoas na Administração Pública. Assembléia Legislativa do Estado de Säo Paulo 14 de outubro de 2008

Desenvolvimento de Pessoas na Administração Pública. Assembléia Legislativa do Estado de Säo Paulo 14 de outubro de 2008 Desenvolvimento de Pessoas na Administração Pública Assembléia Legislativa do Estado de Säo Paulo 14 de outubro de 2008 Roteiro 1. Contexto 2. Por que é preciso desenvolvimento de capacidades no setor

Leia mais

Município: JOÃO PESSOA / PB

Município: JOÃO PESSOA / PB O Plano Brasil Sem Miséria O Plano Brasil Sem Miséria foi lançado com o desafio de superar a extrema pobreza no país. O público definido como prioritário foi o dos brasileiros que estavam em situação de

Leia mais

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA. TERMO DE REFERÊNCIA CONS - OPE 03 01 Vaga

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA. TERMO DE REFERÊNCIA CONS - OPE 03 01 Vaga INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA CONS - OPE 03 01 Vaga 1. IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Consultoria para promover estudos, formular proposições e apoiar as Unidades

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE - FURG SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE - FURG SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE - FURG SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS DELIBERAÇÃO Nº 039/2015 CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA, EXTENSÃO E ADMINISTRAÇÃO

Leia mais

Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins decreta e eu sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 1.374, DE 08 DE ABRIL DE 2003. Publicado no Diário Oficial nº 1.425. Dispõe sobre a Política Estadual de Educação Ambiental e adota outras providências. O Governador do Estado do Tocantins Faço

Leia mais

Experiência: CADASTRAMENTO DE PRÉ-PROJETOS PELA INTERNET. Fundo Nacional de Saúde FNS Ministério da Saúde

Experiência: CADASTRAMENTO DE PRÉ-PROJETOS PELA INTERNET. Fundo Nacional de Saúde FNS Ministério da Saúde Experiência: CADASTRAMENTO DE PRÉ-PROJETOS PELA INTERNET Fundo Nacional de Saúde FNS Ministério da Saúde Responsável: Hernandes Pires do Reis Consultor da Divisão de Manutenção e Suporte a Sistemas Endereço:

Leia mais

Atribuições do órgão conforme a Lei nº 3.063, de 29 de maio de 2013: TÍTULO II DAS COMPETÊNCIAS DOS ÓRGÃOS DA ADMINISTRAÇÃO DIRETA

Atribuições do órgão conforme a Lei nº 3.063, de 29 de maio de 2013: TÍTULO II DAS COMPETÊNCIAS DOS ÓRGÃOS DA ADMINISTRAÇÃO DIRETA SECRETARIA MUNICIPAL DE INFRAESTRUTURA E OBRAS End: Travessa Anchieta, S-55 Centro Fone: (14) 3283-9570 ramal 9587 Email: engenharia@pederneiras.sp.gov.br Responsável: Fábio Chaves Sgavioli Atribuições

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Página 1 de 5 Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 7.405, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2010. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84,

Leia mais

POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL DO IFMS

POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL DO IFMS POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL DO IFMS O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso do Sul, de acordo com as atribuições previstas no seu Estatuto e Regimento Geral e em consonância

Leia mais

Metas do PNE para a educação e os impactos no seu financiamento: o Fundeb e as matrículas nas creches

Metas do PNE para a educação e os impactos no seu financiamento: o Fundeb e as matrículas nas creches 15 Metas do PNE para a educação e os impactos no seu financiamento: o Fundeb e as matrículas nas creches 1. Competências de Estados e Municípios e os investimentos em educação no País O sistema educacional

Leia mais

Marcones Libório de Sá Prefeito

Marcones Libório de Sá Prefeito Mensagem n. 010 /2015 Salgueiro, 14 de Setembro de 2015. Senhor Presidente, Senhores (as) Vereadores (as), Considerando os princípios de descentralização e transparência, que tem levado esta administração

Leia mais

6. FINANCIAMENTO DA EDUCAÇÃO

6. FINANCIAMENTO DA EDUCAÇÃO 6. FINANCIAMENTO DA EDUCAÇÃO 6.1 RECURSOS ECONÔMICOS TOTAIS DESTINADOS À EDUCAÇÃO O financiamento da educação no Brasil provém de recursos públicos, de empresas privadas e dos cidadãos. No entanto, é difícil

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO DOS MUNICÍPIOS GOIANOS PARTICIPANTES DO CURSO DE FORMAÇÃO DE CONSELHEIROS DE ALIMENTAÇÃO ESCOLAR EM 2010

CARACTERIZAÇÃO DOS MUNICÍPIOS GOIANOS PARTICIPANTES DO CURSO DE FORMAÇÃO DE CONSELHEIROS DE ALIMENTAÇÃO ESCOLAR EM 2010 CARACTERIZAÇÃO DOS MUNICÍPIOS GOIANOS PARTICIPANTES DO CURSO DE FORMAÇÃO DE CONSELHEIROS DE ALIMENTAÇÃO ESCOLAR EM 2010 SILVA, Simoni Urbano da 1 ; FERREIRA, Mariana de Andrade 2 ; MARTINS, Karine Anusca

Leia mais

EDUCAÇÃO INTANTIL NOS PLANOS MUNICIPAIS DE EDUCAÇÃO

EDUCAÇÃO INTANTIL NOS PLANOS MUNICIPAIS DE EDUCAÇÃO EDUCAÇÃO INTANTIL NOS PLANOS MUNICIPAIS DE EDUCAÇÃO O atendimento na creche e o PIM Porto Alegre/RS Março/2015 Secretaria de Educação Básica É direito dos trabalhadores urbanos e rurais à assistência gratuita

Leia mais

DECRETO N 037/2014. O Prefeito Municipal de Santa Teresa Estado do Espírito Santo, no uso de suas atribuições legais,

DECRETO N 037/2014. O Prefeito Municipal de Santa Teresa Estado do Espírito Santo, no uso de suas atribuições legais, DECRETO N 037/2014 Regulamenta aplicação das Instruções Normativas SDE Nº 01/2014 a 02/2014, que dispõem sobre as Rotinas e Procedimentos do Sistema de Desenvolvimento Econômico a serem observados no âmbito

Leia mais

CAPITULO I DA POLÍTICA MUNICIPAL DO COOPERATIVISMO.

CAPITULO I DA POLÍTICA MUNICIPAL DO COOPERATIVISMO. LEI Nº 1.827/2009. EMENTA: Institui a política de apoio e incentivo ao desenvolvimento do Cooperativismo no âmbito do município de Santa Cruz do Capibaribe/PE e dá outras providências. A MESA DIRETORA

Leia mais

data PROJETO DE LEI N 8035/2010. 1 Supressiva 2. Substitutiva 3. Modificativa 4. Aditiva 5. Substitutivo global

data PROJETO DE LEI N 8035/2010. 1 Supressiva 2. Substitutiva 3. Modificativa 4. Aditiva 5. Substitutivo global Página Artigo: 6º Parágrafo: Único Inciso Alínea EMENDA MODIFICATIVA O parágrafo único do Artigo 6º do PL n 8035 de 2010, passa a ter a seguinte redação: Art. 6º... Parágrafo único. O Fórum Nacional de

Leia mais

CAPÍTULO I DA FINALIDADE

CAPÍTULO I DA FINALIDADE LEI Nº 1.392, DE 11 DE SETEMBRO DE 2009. DISPÕE SOBRE A POLÍTICA MUNICIPAL DO IDOSO, CRIA O CONSELHO MUNICIPAL DO IDOSO E O FUNDO MUNICIPAL DOS DIREITOS DO IDOSO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. (Alterado pela

Leia mais

9. EDUCAÇÃO ESCOLAR INDÍGENA

9. EDUCAÇÃO ESCOLAR INDÍGENA 9. EDUCAÇÃO ESCOLAR INDÍGENA 9.1 ORGANIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO INDÍGENA 9.1.1 Objetivos gerais A Constituição Federal assegura às comunidades indígenas o direito de uma educação escolar diferenciada e a utilização

Leia mais

FEM. Flávio Figueiredo Secretário Executivo SEPLAG/PE

FEM. Flávio Figueiredo Secretário Executivo SEPLAG/PE FEM Flávio Figueiredo Secretário Executivo SEPLAG/PE FEM Criado em 18 de março de 2013 através da Lei 14.921 Art. 1º Fica instituído o Fundo Estadual de Apoio ao Desenvolvimento Municipal - FEM, mecanismo

Leia mais

A EXPANSÃO DO ENSINO SUPERIOR NO BRASIL: A QUALIDADE DA OFERTA A DISTÂNCIA DO CURSO DE PEDAGOGIA A PARTIR DA LDB DE 1996

A EXPANSÃO DO ENSINO SUPERIOR NO BRASIL: A QUALIDADE DA OFERTA A DISTÂNCIA DO CURSO DE PEDAGOGIA A PARTIR DA LDB DE 1996 A EXPANSÃO DO ENSINO SUPERIOR NO BRASIL: A QUALIDADE DA OFERTA A DISTÂNCIA DO CURSO DE PEDAGOGIA A PARTIR DA LDB DE 1996 RESUMO Aila Catori Gurgel Rocha 1 Rosana de Sousa Pereira Lopes 2 O problema proposto

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE SABOEIRO-CE

CÂMARA MUNICIPAL DE SABOEIRO-CE CÂMARA MUNICIPAL DE SABOEIRO-CE PROJETO DE LEI Nº /2013, de 23 de abril de 2013 DISPOE SOBRE A CRIAÇÃO DO PROGRAMA DE INCENTIVO A CULTURA CINEMA POPULAR EM DISTRITOS, COMUNIDADES E PRAÇAS DO MUNICÍPIO.

Leia mais

Novos Prefeitos e Prefeitas 2013

Novos Prefeitos e Prefeitas 2013 Novos Prefeitos e Prefeitas 2013 Curso de Prefeitos Eleitos 2013 a 2016 ARDOCE Missão Ser um banco competitivo e rentável, promover o desenvolvimento sustentável do Brasil e cumprir sua função pública

Leia mais

Compromisso Todos pela Educação. Garantir o direito de aprender, para todos e para cada um.

Compromisso Todos pela Educação. Garantir o direito de aprender, para todos e para cada um. Compromisso Todos pela Educação Garantir o direito de aprender, para todos e para cada um. Ministério da Educação SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA Maria do Pilar Lacerda A. Silva DEPARTAMENTO DE PROJETOS

Leia mais

Entenda o Fundo Municipal de Educação!

Entenda o Fundo Municipal de Educação! Entenda o Fundo Municipal de Educação! CONSELHEIROS JOSÉ CARLOS ARAÚJO Presidente MARA LÚCIA DA CRUZ Vice - Presidente SEBASTIÃO CEZAR LEÃO COLARES Corregedora ALOÍSIO AUGUSTO LOPES CHAVES LUÍS DANIEL

Leia mais

LEI MUNICIPAL Nº 545/2009.

LEI MUNICIPAL Nº 545/2009. LEI MUNICIPAL Nº 545/2009. EMENTA: INSTITUI O PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA, NA EMANCIPAÇÃO SUSTENTADA DAS FAMÍLIAS QUE VIVEM EM SITUAÇÃO DE EXTREMA POBREZA, CRIA O CONSELHO MUNICIPAL DE ACOMPANHAMENTO DO PROGRAMA,

Leia mais

Classes multisseriadas e nucleação das escolas: um olhar sobre a realidade da Educação do Campo

Classes multisseriadas e nucleação das escolas: um olhar sobre a realidade da Educação do Campo Classes multisseriadas e nucleação das escolas: um olhar sobre a realidade da Educação do Campo Segundo Fagundes & Martini (2003) as décadas de 1980 e 1990 foram marcadas por um intenso êxodo rural, provocado

Leia mais

Organização dos Estados Ibero-americanos Para a Educação, a Ciência e a Cultura

Organização dos Estados Ibero-americanos Para a Educação, a Ciência e a Cultura TERMO DE REFERÊNCIA (TOR) N.º e Título do Projeto BRA 06/005 A Educação Como Fator de Coesão Social Natureza do Serviço Modalidade Localidade de Trabalho Consultoria Produto Brasília/DF Objetivo da Contratação

Leia mais

Resoluções sobre Financiamento das três edições da Conferência Nacional do Esporte

Resoluções sobre Financiamento das três edições da Conferência Nacional do Esporte SEMINÁRIO NACIONAL DO ESPORTE EM CONSTRUÇÃO: SISTEMAS PÚBLICOS NACIONAIS E MODELOS ESPORTIVOS INTERNACIONAIS Resoluções sobre Financiamento das três edições da Conferência Nacional do Esporte Prof. Dr.

Leia mais

Especialização em Gestão Estratégica de Projetos Sociais

Especialização em Gestão Estratégica de Projetos Sociais Especialização em Gestão Estratégica de Apresentação CAMPUS COMÉRCIO Inscrições Abertas Turma 02 --> Início Confirmado: 07/06/2013 últimas vagas até o dia: 05/07/2013 O curso de Especialização em Gestão

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa DECRETO Nº 49.377, DE 16 DE JULHO DE 2012. (publicado no DOE n.º 137, de 17 de julho de 2012) Institui o Programa

Leia mais

UCLEO DE ATIVIDADES, ESTUDOS E PESQUISA SOBRE EDUCAÇÃO, AMBIE TE E DIVERSIDADE CAPÍTULO I. DA NATUREZA E FINALIDADE(Vínculo)

UCLEO DE ATIVIDADES, ESTUDOS E PESQUISA SOBRE EDUCAÇÃO, AMBIE TE E DIVERSIDADE CAPÍTULO I. DA NATUREZA E FINALIDADE(Vínculo) Regimento Interno UCLEO DE ATIVIDADES, ESTUDOS E PESQUISA SOBRE EDUCAÇÃO, AMBIE TE E DIVERSIDADE CAPÍTULO I DA NATUREZA E FINALIDADE(Vínculo) Artigo 1º - O NEED, Núcleo de atividades, estudos e pesquisa

Leia mais

5.2. Programa de Mobilização e Desmobilização da Mão de Obra. Revisão 00 NOV/2013

5.2. Programa de Mobilização e Desmobilização da Mão de Obra. Revisão 00 NOV/2013 PROGRAMAS AMBIENTAIS 5.2 Programa de Mobilização e Desmobilização da Mão de Obra CAPA ÍNDICE GERAL 1. Introdução... 1 1.1. Ações já realizadas... 2 2. Justificativa... 6 3. Objetivos... 8 4. Área de abrangência...

Leia mais

Apoio ao Desenvolvimento da Educação Especial

Apoio ao Desenvolvimento da Educação Especial Programa 0049 DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO ESPECIAL Objetivo Ampliar e melhorar a oferta de atendimento aos portadores de necessidades educativas especiais. Público Alvo Alunos com necessidades educativas

Leia mais

NOTA TÉCNICA: ICMS VERDE Por: Denys Pereira 1, Maíra Começanha 2, Felipe Lopes 3 e Justiniano Netto 4. Introdução

NOTA TÉCNICA: ICMS VERDE Por: Denys Pereira 1, Maíra Começanha 2, Felipe Lopes 3 e Justiniano Netto 4. Introdução NOTA TÉCNICA: ICMS VERDE Por: Denys Pereira 1, Maíra Começanha 2, Felipe Lopes 3 e Justiniano Netto 4 Introdução Conforme deliberado na 13 o reunião do Comitê Gestor do Programa Municípios Verdes COGES/PMV,

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº 21.624/2015

PROJETO DE LEI Nº 21.624/2015 PROJETO DE LEI Nº 21.624/2015 Institui o Projeto Estadual de Auxílio Permanência aos estudantes em condições de vulnerabilidade socioeconômica das Universidades Públicas Estaduais da Bahia e dá outras

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE ITAJUBÁ Av. Jerson Dias, 500 - Estiva CEP 37500-000 - Itajubá Minas Gerais

PREFEITURA MUNICIPAL DE ITAJUBÁ Av. Jerson Dias, 500 - Estiva CEP 37500-000 - Itajubá Minas Gerais Lei nº 2677 BENEDITO PEREIRA DOS SANTOS, Prefeito do Município de Itajubá, Estado de Minas Gerais, usando das atribuições que lhe são conferidas por Lei, faz saber que a Câmara Municipal aprovou e ele

Leia mais