DESEMPENHO ACÚSTICO - RUÍDO AÉREO

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "DESEMPENHO ACÚSTICO - RUÍDO AÉREO"

Transcrição

1 DESEMPENHO ACÚSTICO - RUÍDO AÉREO DETERMINAÇÃO DO ISOLAMENTO SONORO ATRAVÉS DE MEDIÇÕES EM LABORATÓRIO itt PERFORMANCE UNISINOS Av. Unisinos, 9 Cristo Rei, São Leopoldo

2 APRESENTAÇÃO Único instituto da região sul do Brasil a desenvolver pesquisa e prestação de serviços na área de desempenho de edificações habitacionais, o itt Performance é credenciado como Instituição Técnica Avaliadora (ITA) pelo Ministério das Cidades e a primeira empresa brasileira habilitada para certificação ambiental Cradle to Cradle (do berço ao berço). Além de contar com o reconhecimento pela Rede Metrológica em 2 dos vinte e quatro ensaios realizados no instituto, tendo outros 10 processos em andamento para reconhecimento junto ao Inmetro. As principais atividades realizadas pelo itt Performance referem-se à avaliação e desenvolvimento de sistemas construtivos convencionais e inovadores, atendendo às necessidades dos usuários e as premissas dispostas na ABNT NBR 15575: Edificações habitacionais Desempenho. A partir da homologação da norma brasileira de desempenho, ABNT NBR 15575:2013, que estabelece parâmetros práticos e quantitativos que podem ser medidos, as edificações devem apresentar desempenho acústico satisfatório, visando o conforto de seus usuários. Esta norma associa a qualidade de produtos ao resultado que ele confere, baseados no desempenho e na durabilidade dos sistemas construtivos utilizados na construção civil. EQUIPE Participam da coordenação do trabalho aqui apresentado o Prof. Dr. Eng. Civil Bernardo Tutikian, e a Prof. Dr. Eng. Civil Arq. Maria Fernanda de Oliveira

3 Nunes. Neste projeto de pesquisa participaram, ainda, mestres, estudantes de mestrado e graduação, sendo estes: - Prof. Dr. Eng Civil Bernardo Fonseca Tutikian, coordenador do itt Performance; - Prof Dr. Eng. Civil Arq. Maria Fernanda de Oliveira Nunes, pesquisadora da Universidade do Vale do Rio dos Sinos; - Prof. Ms. Eng Civil Roberto Christ, coordenador operacional do itt Performance; - Eng. Civil Fernanda Pacheco, mestranda em engenharia civil, coordenadora administrativa do itt Performance; - Ms. Eng. Civil Arq. Josiane Reschke Pires, analista de projeto nas áreas de desempenho térmico e acústico; - Letícia Kauer Zuchetto, graduanda em engenharia civil, analista de projeto na área de desempenho acústico; - Rafael Ferreira Heissler, graduando em engenharia civil, analista de projeto na área de desempenho acústico; - Rafael Trevisan, graduando em engenharia civil, laboratorista de desempenho acústico; - Sérgio Klippel Filho, graduando em engenharia civil, laboratorista de desempenho acústico; - Henrique Santos Labres, graduando em engenharia civil, estagiário na área de desempenho acústico. RECURSOS Deve-se à Unisinos e ao itt Performance o apoio quanto aos recursos humanos, financeiro e material para a realização deste estudo e aos clientes pela confiança depositada e a permissão de acesso ao seu acervo técnico. CRONOLOGIA DO PROJETO Na tabela 1 consta o cronograma da pesquisa, com as etapas discriminadas.

4 OBJETIVOS Tabela 1 Cronograma da pesquisa ATIVIDADE ANO 1 ANO 2 ANO 3 1 tri 2 tri 3 tri 4 tri 1 tri 2 tri 3 tri 4 tri 1 tri 2 tri 1. Realização de ensaios 1º etapa X X 2. Redação dos resultados X 3. Realização de ensaios 2º etapa X X 4. Redação dos resultados X 5. Realização de ensaios 3º etapa X X 6. Redação dos resultados X 7. Elaboração do relatório final X O objetivo deste estudo é divulgar ao mercado o desempenho de sistemas tradicionalmente utilizados na construção civil fomentando seu uso e ampliando o conhecimento técnico dos profissionais da construção civil, sendo eles principalmente arquitetos e engenheiros civis, dando aporte ao desenvolvimento de edificações residenciais que apresentem nível satisfatório de desempenho acústico e facilitando a especificação técnica destes materiais. DESEMPENHO ACÚSTICO O condicionamento acústico de edificações habitacionais visa qualificar a envolvente das edificações, tanto nas áreas relativas às habitações vizinhas quanto aos ruídos externos (rua). Para garantir condições apropriadas de uso de um ambiente quanto ao conforto acústico a norma de desempenho estabelece classificações de desempenho acústico. Os requisitos variam conforme a localização da habitação e do elemento construtivo analisado, sendo estas entre elementos de divisão de unidades habitacionais distintas e entre dependências de unidades habitacionais distintas e áreas comuns (Figura I). As decisões na concepção do projeto e na escolha dos materiais construtivos a serem utilizados são os fatores que mais influem no desempenho acústico de uma edificação. Deste modo, é conveniente que o isolamento sonoro seja avaliado na fase de projeto para que os ambientes da edificação satisfaçam os padrões de desempenho em conformidade com o disposto na regulamentação vigente. Na Figura II são apresentados os limites para isolamento acústico ao ruído aéreo, sendo que, quanto maior esse valor, melhor o

5 isolamento acústico, as classes de ruído são relativas à localização da edificação (distantes ou não de fontes de ruído) e os requisitos são determinados pelo tipo de divisão que o elemento de parede promove. Figura I - Divisão de elementos Legenda Fachada; Parede de geminação, nas situações onde não haja ambiente dormitório; Parede de geminação, no caso de pelo menos um dos ambientes ser dormitório; Parede cega de dormitórios entre unidade habitacional e áreas comuns de trânsito eventual; Parede cega de salas e cozinhas entre uma unidade habitacional e áreas comuns de trânsito eventual; Conjunto de paredes e portas de unidades distintas separadas pelo hall. 70 M I S Classe de ruído I Classe de ruído II Classe de ruído III Requisito tipo 1 Requisito tipo 2 Requisito tipo 3 Figura II - Nível de isolação sonora

6 Os ensaios em laboratório de ruído aéreo em sistemas de vedação vertical permitem a determinação do índice de redução sonora ponderado (Rw), dado as condições padronizadas de ensaio, atribuindo uma quantificação do isolamento sonoro e possibilitando a estimativa do comportamento acústico dos elementos de compartimentação e do ambiente em estudo, permitindo, desta forma, possibilitar comparações de eficácia. CONTROLE DE RUÍDO O som é resultado de uma onda vibratória, transmitida por um meio de propagação, de diferentes comprimentos e com diferentes intensidades entre si, podendo ser caracterizado pelo número de ciclos por segundo, sua frequência em hertz (Hz), ou pelo nível de pressão sonora em decibel (db). O ouvido humano percebe o som nas frequências entre 20 e Hz, mas a sensibilidade do ouvido humano é maior para frequências mais altas, sons agudos de pequeno comprimento de onda, do que para frequências mais baixas, sons graves com maior comprimento de onda (PETERS; SMITH; HOLLINS, 2013). Esse é um dos princípios que definem o comportamento acústico esperado dos elementos e sistemas construtivos, nos quais o isolamento sonoro deve ser maior para os sons em altas frequências. Como o intervalo de frequências audíveis é muito extenso e de forma de viabilizar as análises de níveis sonoros e de pressão sonora, as informações dos elementos de construção civil são coletadas e interpretadas por bandas de frequências com uma extensão pré-definida e normalizada. A atenuação sonora entre ambientes pode ocorrer por duas formas: pelo isolamento acústico promovido pela envoltória e por meio da absorção sonora das superfícies internas do ambiente no qual o som é produzido. Na construção civil, o isolamento acústico é a forma indicada de se reduzir a transmissão do som. Há duas formas de propagação do som: (i) pelo ar, denominada de som aéreo; (ii) em materiais, denominada de som de impacto. Estas duas formas de transmissão proporcionam diferenças significativas no comportamento acústico das edificações. O ruído aéreo, abordado neste estudo, consiste em sucessivas ondas de pressão ou vibração geradas pela fala ou equipamentos de áudio.

7 Os vínculos existentes entre elementos construtivos das edificações possibilitam ao ruído aéreo propagar-se em diferentes direções. O som incidente em um fechamento sofre reflexão e absorção em sua face exposta, transmissão através do fechamento propriamente dito e transmissões pelos vínculos com elementos construtivos adjacentes e com a estrutura do prédio. SISTEMAS DE VEDAÇÕES VERTICAIS O isolamento de sistemas de vedações verticais por medições de ruído aéreo entre dois ambientes pode ser determinado tanto em campo quanto em laboratório. As medições em campo de isolamento sonoro permitem avaliar a conformidade dos ambientes analisados em relação às exigências regulamentadas pelas normas vigentes. Enquanto os ensaios em laboratório permitem determinar o índice de redução sonora ponderado dos sistemas construtivos analisados, permitindo prever na fase de projeto a conformidade dos ambientes quando ao desempenho acústico requerido pelas normas. Diferentes materiais de construção têm diferentes comportamentos acústicos, baseados na frequência do som incidente e na capacidade de isolamento sonoro do material. Ou seja, os sistemas construtivos não se comportam da mesma maneira para todas as bandas de frequência, devendo-se, portanto, considerar os comportamentos decorrentes da inércia, da massa e das características elásticas (rigidez e amortecimento interno) de cada componente. A Figura III apresenta os princípios considerados na redução sonora (R) de uma parede simples, apresentando as quatro regiões que representam as fragilidades acústicas que influenciam negativamente no desempenho de um elemento construtivo. Figura III - Comportamento acústico típico de paredes homogêneas. Fonte: Patrício, Nas regiões 1 e 2, relativas as baixas frequências, o sistema pode ter seu desempenho ampliado com o uso de materiais com rigidez superficial maior e ampliação da capacidade de amortecimento do sistema através de uso de materiais resilientes. Na região 3, nas médias frequências, o aumento na massa dos fechamentos torna a propagação da vibração mais difícil e, consequentemente, reduz a transmissão sonora para a superfície oposta. Já a região 4 é controlada pelo amortecimento, reduzindo a perda pelo efeito de ressonância.

8 A utilização do princípio massa-mola-massa é uma solução eficiente para elevar o isolamento acústico além do aumento da massa de um fechamento. Nesse tipo de sistema, uma camada de material flexível, que possa ser deformado sem perder suas propriedades elásticas, é utilizado entre duas camadas de material rígido. ABERTURAS As esquadrias representam um ponto fraco no desempenho acústico global das vedações verticais. De modo geral, esta perda tem uma relação direta com a massa das esquadrias e com as folgas existentes entre cada elemento que compõe o sistema de vedação vertical. No caso das janelas, além das folgas existentes, o tipo de vidro e a qualidade do caixilho influenciam no isolamento acústico da cobertura. Relativo as portas, estas possuem um ponto de significativa fragilidade na parte inferior da folha. Na impossibilidade do uso de rebaixos ou saliências para garantir a estanqueidade no perímetro inferior da folha da porta, devido à acessibilidade universal, pode-se especificar sistemas retráteis de vedação com dispositivos de borracha que baixam no fechamento da folha e vedam a passagem de sons. Em relação aos caixilhos das janelas, a sua principal característica é a estanqueidade, proporcionada por eficientes sistemas de vedação e de encaixes de peças, já que caixilhos com folhas móveis podem apresentar frestas por onde o ar e, consequentemente o som, irá passar. Já em relação aos vidros, a perda de transmissão sonora de vidros monolíticos comuns tem uma relação direta com sua massa, podendo-se ampliar o isolamento sonoro através do efeito massa-mola-massa ou massa-ar-massa que aumentam o isolamento sonoro nas regiões afetadas pelo amortecimento e pela rigidez do sistema. Este efeito está presente em vidros laminados que apresentam películas de PVB e em vidros de peças duplas, ou triplas, com uma câmara de ar, as quais devem possuir espessura elevada, devido à massa do vidro ser relativamente baixa. A utilização de borrachas ou material equivalente nas conexões dos vidros com o caixilho, o preenchimento dos vazios em perfis ocos, a forma de fechamento, e a possibilidade de criação de vácuo em as lâminas de vidro são alguns detalhes podem determinar a eficiência de uma esquadria (CARVALHO, 2010). A caixa da persiana, em janelas com persiana integrada, pode ser um meio de

9 transmissão do ruído externo, em função de frestas existentes para a própria movimentação do sistema, assim a utilização de materiais de absorção no interior da caixa e a melhoria da estanqueidade aumentam consideravelmente a eficiência do sistema. A perda de transmissão sonora (PT) em um sistema de vedação vertical com esquadria pode ser estimada conforme a Equação 1. São necessários os dados de índice de redução sonora ponderado (Rw) de cada elemento e as respectivas áreas obtidas no projeto arquitetônico. PT = 10log S τs Equação 1 Sendo: S é a área da superfície em m²; τ é o coeficiente de transmissão sonora. A Figura IV apresenta o efeito do aumento de área de janela em uma parede de alvenaria de tijolos maciços e as respectivas reduções no isolamento acústico. Observa-se que a inserção de um elemento com menor isolamento acústico compromete significativamente o desempenho de todo o conjunto. RESULTADOS Realizou-se, nas dependências do laboratório de acústica do itt Performance a determinação do índice de redução sonora ponderado (Rw) de vedações verticais e da diferença do índice de redução sonora ponderado (ΔRw) de esquadrias. Estes ensaios seguiram os procedimentos prescritos pelas normas ISO : Acoustics - Laboratory measurement of sound insulation of building elements - Part 2: Measurement of airborne sound insulation e ISO 717-1: Figura IV - Perda de transmissão sonora de fechamentos compostos

10 Acoustics - Rating of sound insulation in buildings and of building elements - Part 1: Airborne sound insulation. A câmara acústica utilizada está em concordância com as premissas da norma ISO : Acoustics - Laboratory measurement of sound insulation of building elements - Part 5: Requirements for test facilities and equipment. Através dos ensaios realizados nos sistemas de vedação vertical, obteve-se a Figura V e Tabela 2 onde apresenta-se o Rw dos sistemas analisados, conjuntamente aos requisitos mínimos de isolamento acústico ao ruído aéreo, determinados pelo tipo de divisão que o elemento de parede promove. Quanto ao requerimento tipo 1, todos os sistemas construtivos ensaiados apresentaram resultado satisfatório, em todos os níveis de desempenho. Percebe-se que em relação aos requerimentos mínimos de cada tipo, dentre os sistemas analisados, dezesseis sistemas construtivos atenderam ao requerimento tipo 2 e sete ao requerimento tipo 3. Os maiores índices de redução sonora ponderado foram obtidos pelos sistemas construtivos mistos, ou seja, compostos por blocos cerâmicos e revestidos com gesso acartonado, lã de vidro e com gesso/argamassado e com os sistemas construtivos leves, de steel frame com manta revestido com OSB e gesso acartonado. Estes sistemas utilizam o princípio de aumento de massa do fechamento e o princípio de massa-mola-massa para elevar o isolamento acústico apresentado pelo sistema, reduzindo as fragilidades acústicas das quatro regiões de comportamento (Figura III). Comparativamente, os sistemas de blocos cerâmicos revestidos com gesso acartonado e lã de vidro apresentaram no mínimo 6 db de isolamento sonoro a mais que os sistemas sem lã de vidro. Paralelamente, apresenta-se na Tabela 2 os resultados obtidos nos ensaios de diferença do índice de redução sonora ponderado (ΔRw) de esquadrias. Observa-se que as esquadrias com caixilhos totalmente preenchidos com PU apresentaram isolamento sonoro superior às esquadrias sem o preenchimento. Além disso, a esquadria de maxim-ar obteve uma maior atenuação, devido à maior estanqueidade do sistema, garantida pelo uso de borrachas nas conexões dos vidros com o caixilho, o preenchimento dos vazios em perfis ocos e a forma de fechamento.

11 Rw (db) 60 Req. Tipo 1 Req. Tipo 2 Req. Tipo Figura V - Índice de redução sonora ponderada (Rw) Legenda: Bloco de concreto Steel frame Composto com EPS Bloco cerâmico CONCLUSÃO O princípio do aumento de massa do fechamento ampliou o desempenho acústico do sistema construtivo. Contudo, os sistemas construtivos convencionais tiveram seu desempenho ampliado através do uso de diferentes revestimentos. O uso de revestimentos com massa superficial maior e uso de mantas ampliaram o desempenho em todos os sistemas analisados, devido ao princípio de massa-mola-massa. Neste trabalho pretendeu-se divulgar dados de índices de redução sonora ponderado determinados através de ensaios em laboratório de sistemas tradicionalmente utilizados na construção civil fomentando seu uso e ampliando o conhecimento técnico dos profissionais, possibilitando prever a conformidade dos ambientes na fase de projeto o desempenho acústico requerido pela ABNT NBR

12 Tabela 2 Resultados de índices de redução sonora ponderada dos sistemas construtivos analisados Sistema SVVIE Rw (db) 1 Blocos de concreto (9,5x19x39) revestidos com gesso de 0,5 cm de espessura, em ambas as faces Blocos de concreto (11x19x39) revestidos com gesso de 0,5 cm de espessura, em ambas as faces Blocos de concreto (14x19x39) revestidos com gesso de 0,5 cm de espessura, em ambas as faces Blocos de concreto (19x19x39) revestidos com gesso de 0,5 cm de espessura, em ambas as faces Blocos de concreto com revestimento argamassado, de 25mm e 30mm de espessura nas faces interna e externa, respectivamente Steel frame (30x90 mm) com mantas compostas por lã de PET soft therm de 0,35 kg/m² e mm, com fechamento composto por placas de gesso acartonado standard (12,5 mm), em ambas as faces Steel frame (30x90 mm) com mantas compostas por lã de PET soft therm de 1, kg/m² e mm, com fechamento composto por placas de gesso acartonado standard (12,5 mm), em ambas as faces Steel frame (30x90 mm) com mantas compostas por lã de PET soft therm de 1,00 kg/m² e 100 mm, com fechamento composto por placas de gesso acartonado standard (12,5 mm), em ambas as faces Steel frame (x85 mm) com lã de vidro de mm de espessura, com fechamento composto por placas de OSB (11,1 mm) e placa de gesso acartonado standard (12,5mm), em ambas as faces Steel frame (30x90 mm) com mantas compostas por lã de PET soft therm de 1,00 kg/m² e 100 mm, com fechamento composto por placas OSB (11,1mm) e placas de gesso acartonado standard (12,5 mm), em ambas as faces. 52

13 11 Painéis de EPS (densidade de 17kg/m³ e espessura de 7,0 cm) revestidos com OBS (9,5 mm) e gesso acartonado standard (12,5 mm), em ambas as faces Painéis de EPS (densidade de 17kg/m³ e espessura de 7,0 cm) revestidos com argamassa projetada armada (traço 1:4 e espessura de 3,3 cm) Blocos cerâmicos de 7 MPa (14x19x29) com resistência à compressão de 7 MPa e sem revestimento Blocos cerâmicos de 7 MPa (14x19x29) com resistência à compressão de 7 MPa revestidos externamente com argamassa industrializada estabilizada com 2 cm de espessura e interno de 1 cm Blocos cerâmicos de 7 MPa (14x19x29) com revestimento em gesso em uma face, e na outra face placas de gesso acartonado ST (12,5 mm) fixadas em perfis metálicos com 15 mm de espessura, preenchido com manta de lã de vidro de 2 cm 16 Blocos cerâmicos assentados com revestimento argamassado, de 25mm e 30mm de espessura nas faces interna e externa, respectivamente Blocos cerâmicos estruturais de 10MPa (14x19x29), revestimento argamassado em ambas as faces de chapisco e reboco de argamassa industrializada estabilizada de 3,0 cm de espessura, em ambas as faces 18 Blocos cerâmicos estruturais de 7MPa (14x19x29), revestimento argamassado de chapisco e reboco de argamassa industrializada para reboco grosso de 3,0 cm de espessura, em ambas as faces Blocos cerâmicos estruturais de 7 MPa (19x19x29), com revestimento argamassado de chapisco e reboco de argamassa industrializada para reboco grosso de 3,0 cm de espessura, em ambas as faces Blocos cerâmicos estruturais de 18 MPa (14x19x29), sem revestimento. 39

14 21 Blocos cerâmicos estruturais de 18 MPa (14x19x29), com revestimento argamassado de chapisco e reboco de argamassa industrializada para reboco grosso de 3 cm de espessura, em ambas as faces Blocos cerâmicos (14x19x29) com revestimento colado em gesso acartonado ST BR (12,5 mm), em ambas as faces Blocos cerâmicos (14x19x29) com revestimento em placas de gesso acartonado ST BR (12,5 mm), colado em uma face e estruturado na outra face Blocos cerâmicos (14x19x29) com revestimento em placas de gesso acartonado ST BR (12,5 mm) colado em uma face e estruturado na outra face com preenchimento de lã de vidro de 2 cm. 25 Blocos cerâmicos (14x19x29) com revestimento em placas de gesso acartonado alta densidade superficial (12,5 mm) colado em uma face e placas de gesso acartonado ST BR (12,5 mm) estruturado na outra face preenchimento de lã de vidro de 2 cm Blocos cerâmicos (14x19x29) com revestimento em placas de gesso acartonado alta densidade superficial (12,5 mm) colado em uma face e estruturado na outra face preenchimento de lã de vidro de 2 cm Blocos cerâmicos (14x19x29) com revestimento em placas de gesso acartonado alta densidade superficial (12,5 mm) colado em uma das faces e estruturado na outra face Blocos cerâmicos (14x19x29 mm) com revestimento colado em gesso acartonado alta densidade superficial (12,5 mm), em ambas as faces Blocos cerâmicos (14x19x29) com revestimento estruturado em placas de gesso acartonado ST BR (12,5 mm), em ambas as faces 44

15 30 Blocos cerâmicos (14x19x29) com revestimento estruturado em placas de gesso acartonado alta densidade superficial (12,5 mm), em ambas as faces Esquadrias Esquadria com duas folhas móveis de correr, perfis e contramarco em alumínio e fechamento em vidro monolítico duplo de 4mm câmara de ar de 9 mm vidro claro 4 mm. Dimensão de 1,20x1,20 m. Esquadria com duas folhas móveis de correr, perfis e contramarco em alumínio e fechamento em vidro monolítico claro de 4 mm. Dimensão de 1,20x1,20 m. Esquadria com duas folhas móveis de correr, perfis e contramarco em alumínio preenchidos com PU e fechamento em vidro monolítico claro de 4 mm. Dimensão de 1,40x1,3 m. Esquadria com duas folhas móveis de correr, perfis e contramarco em alumínio preenchidos com PU e fechamento em vidro monolítico claro de 4 mm. Dimensão de 1,40x1,30 m. Esquadria com duas folhas móveis de correr, perfis, contramarco e persiana em alumínio preenchidos com PU e fechamento em vidro monolítico claro de 4 mm. Dimensão de 1,40x1,30 m. ΔRw (db) Esquadria com duas folhas móveis de correr, perfis e contramarco em alumínio e persiana de alumínio anodizado com PU interno e fechamento das folhas foi de vidros incolores simples de 3 mm. Dimensões de 1,20x1,20 m Esquadria maxim-ar com bandeira fixa, perfis e contramarco em alumínio preenchidos com PU e fechamento em vidro monolítico claro de 4 mm. Dimensão de 1,40x1,30 m Esquadria porta-janela, perfis e contramarco em alumínio preenchidos com PU e fechamento em vidro monolítico claro de 4 mm. Dimensão de 1,80x2,17 m. Porta com caixilho e marco em alumínio, com fechamento dupla face de vidros incolores 4 mm temperados e dispositivo inferior de vedação (veda porta). Dimensão de 0,9x2,10m. Porta com caixilho e marco em alumínio, com fechamento dupla face de vidros incolores 4 mm temperados preenchidos com lã de rocha de espessura de 51 mm e densidade de 32 kg/m³ e dispositivo inferior de vedação (veda porta). Dimensão de 0,9x2,10m

BLOCOS DE CONCRETO CELULAR PRECON. VENDAS NA REGIÃO SUL: 51 8124-1720tim - 51 9829-0119vivo

BLOCOS DE CONCRETO CELULAR PRECON. VENDAS NA REGIÃO SUL: 51 8124-1720tim - 51 9829-0119vivo BLOCOS DE CONCRETO CELULAR PRECON. LABORATÓRIO DE MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO CIVIL LMCC ENDEREÇO: Av. Roraima, 1000 Prédio 10, Campus Camobi, Santa Maria/RS CEP 97105-900 TELEFONE: (55) 3220.8608 (Fax) Direção

Leia mais

LIGHT STEEL FRAMING COMO ALTERNATIVA PARA A CONSTRUÇÃO DE MORADIAS POPULARES

LIGHT STEEL FRAMING COMO ALTERNATIVA PARA A CONSTRUÇÃO DE MORADIAS POPULARES Contribuição técnica nº 23 LIGHT STEEL FRAMING COMO ALTERNATIVA PARA A CONSTRUÇÃO DE MORADIAS POPULARES Autores: ALEXANDRE KOKKE SANTIAGO MAÍRA NEVES RODRIGUES MÁRCIO SEQUEIRA DE OLIVEIRA 1 CONSTRUMETAL

Leia mais

46º CONGRESO ESPAÑOL DE ACÚSTICA ENCUENTRO IBÉRICO DE ACÚSTICA EUROPEAN SYMPOSIUM ON VIRTUAL ACOUSTICS AND AMBISONICS

46º CONGRESO ESPAÑOL DE ACÚSTICA ENCUENTRO IBÉRICO DE ACÚSTICA EUROPEAN SYMPOSIUM ON VIRTUAL ACOUSTICS AND AMBISONICS ALVENARIA DE BLOCOS CERÂMICOS COM PLACAS DE GESSO ACARTONADO: ESTUDO COMPARATIVO DE ISOLAMENTO ACÚSTICO PACS: 43.55.TI Sérgio Klipell Filho¹; Josiane Reschke Pires¹; Maria Fernanda de O. Nunes¹ 1. Instituto

Leia mais

DESEMPENHO ACÚSTICO EM SISTEMAS DRYWALL. www.drywall.org.br

DESEMPENHO ACÚSTICO EM SISTEMAS DRYWALL. www.drywall.org.br DESEMPENHO ACÚSTICO EM SISTEMAS DRYWALL www.drywall.org.br Apresentação Desempenho acústico em sistemas drywall Associação Brasileira dos Fabricantes de Chapas para Drywall 2011 Autor: Carlos Roberto de

Leia mais

RELATÓRIO TÉCNICO No. RT002-062010 AVALIAÇÃO DA ISOLAÇÃO SONORA AÉREA DE PAINEL DE FIBROCIMENTO E GESSO ACARTONADO

RELATÓRIO TÉCNICO No. RT002-062010 AVALIAÇÃO DA ISOLAÇÃO SONORA AÉREA DE PAINEL DE FIBROCIMENTO E GESSO ACARTONADO Universidade Federal de Santa Maria Centro de Tecnologia Laboratório de Acústica Av. Roraima 1000, Campus Universitário, Bloco 10, Sala 439, Camobi, CEP 97105-900, Santa Maria/RS, Brasil Tel.: 55-55 -

Leia mais

A Utilização de Argamassas Leves na Minimização da Transmissão de Ruídos de Impacto em Pavimentos

A Utilização de Argamassas Leves na Minimização da Transmissão de Ruídos de Impacto em Pavimentos A Utilização de Argamassas Leves na Minimização da Transmissão de Ruídos de Impacto em Pavimentos Fernando G. Branco CICC, Dep. Eng. Civil, Univ. Coimbra Portugal fjbranco@dec.uc.pt Luís Godinho CICC,

Leia mais

Steel frame - fechamento (parte 3)

Steel frame - fechamento (parte 3) Página 1 de 6 Steel frame - fechamento (parte 3) Hotel Villa Rossa, fechamento em steel frame No segundo artigo desta série sobre steel frame, abordamos a estrutura da edificação. Nela são aplicadas as

Leia mais

Desempenho Acústico de Sistemas de Piso: Estudos de Caso Para Isolamento ao Ruído Aéreo e de Impacto

Desempenho Acústico de Sistemas de Piso: Estudos de Caso Para Isolamento ao Ruído Aéreo e de Impacto 13 Desempenho Acústico de Sistemas de Piso: Estudos de Caso Para Isolamento ao Ruído Aéreo e de Impacto Nunes, M.F.O.; Zini, A.; Pagnussat, D.T. *Laboratório de Tecnologia Construtiva, Universidade de

Leia mais

ABNT NBR 15.575 NORMA DE DESEMPENHO

ABNT NBR 15.575 NORMA DE DESEMPENHO ABNT NBR 15.575 NORMA DE DESEMPENHO O que é uma Norma Técnica? O que é uma Norma Técnica? Documento estabelecido por consenso e aprovado por um organismo reconhecido, que fornece, para uso repetitivo,

Leia mais

Relatório técnico nº 00412. Avaliação de Desempenho Acústico de Sistemas de Pisos NBR 15575:2013 parte 3

Relatório técnico nº 00412. Avaliação de Desempenho Acústico de Sistemas de Pisos NBR 15575:2013 parte 3 Relatório técnico nº 00412 Avaliação de Desempenho Acústico de Sistemas de Pisos NBR 15575:2013 parte 3 SINDUSCON- Grande Florianópolis End.: Avenida Rio Branco,1051- Centro, Florianópolis, SC Contato:

Leia mais

UFAL- Universidade Federal de Alagoas DEHA- Mestrado em Dinâmicas do Espaço Habitado Disciplina: DEH 204 -Acústica Arquitetônica

UFAL- Universidade Federal de Alagoas DEHA- Mestrado em Dinâmicas do Espaço Habitado Disciplina: DEH 204 -Acústica Arquitetônica UFAL- Universidade Federal de Alagoas DEHA- Mestrado em Dinâmicas do Espaço Habitado Disciplina: DEH 204 -Acústica Arquitetônica NBR 15575:2013 Desempenho de edificações habitacionais Professora Dra. Maria

Leia mais

DESEMPENHO ACÚSTICO EM SISTEMAS DRYWALL

DESEMPENHO ACÚSTICO EM SISTEMAS DRYWALL DESEMPENHO CÚSTICO EM SISTEMS DRYWLL 2 a EDIÇÃO www.drywall.org.br presentação Desempenho acústico em sistemas drywall - 2 a Edição ssociação Brasileira do Drywall utor: Carlos Roberto de Luca Revisão

Leia mais

CENTRO UNIVERSITARIO DE BELO HORIZONTE

CENTRO UNIVERSITARIO DE BELO HORIZONTE CENTRO UNIVERSITARIO DE BELO HORIZONTE Estúdio de Arquitetura: Sustentabilidade Steel Framing Aluna: Gabriela Carvalho Ávila Maio de 2014 ÍNDICE 1 Introdução... 4 2 Sistema Ligth Steel Framing... 5 2.1

Leia mais

PARÂMETROS PARA QUALIDADE ACÚSTICA NAS EDIFICAÇÕES CONFORME NBR 15.575

PARÂMETROS PARA QUALIDADE ACÚSTICA NAS EDIFICAÇÕES CONFORME NBR 15.575 EMPRESA NBR 15.575 DESEMPENHO ACÚSTICO PROJETO ACÚSTICO EXECUÇÃO PARÂMETROS PARA QUALIDADE ACÚSTICA NAS EDIFICAÇÕES CONFORME NBR 15.575 EMPRESA NBR 15.575 DESEMPENHO ACÚSTICO PROJETO ACÚSTICO EXECUÇÃO

Leia mais

ALVENARIA E OUTROS SISTEMAS DE VEDAÇÃO. Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 7º Período Turma A01 Disc. Construção Civil I

ALVENARIA E OUTROS SISTEMAS DE VEDAÇÃO. Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 7º Período Turma A01 Disc. Construção Civil I ALVENARIA E OUTROS SISTEMAS DE VEDAÇÃO Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 7º Período Turma A01 Disc. Construção Civil I SISTEMAS DE VEDAÇÃO VERTICAL SISTEMA DE VEDAÇÃO Um subsistema

Leia mais

ISOLAMENTO ACÚSTICO DAS VEDAÇÕES VERTICAIS EXTERNAS. Como escolher a esquadria da sua obra e atender a NBR 15.575

ISOLAMENTO ACÚSTICO DAS VEDAÇÕES VERTICAIS EXTERNAS. Como escolher a esquadria da sua obra e atender a NBR 15.575 ISOLAMENTO ACÚSTICO DAS VEDAÇÕES VERTICAIS EXTERNAS Como escolher a esquadria da sua obra e atender a NBR 15.575 Em julho de 2013 entrou definitivamente em vigor a NBR 15.575, a norma de desempenho de

Leia mais

A equipa desenvolveu dois sistemas de pré-fabricação pensando num desenho atrativo e amável, do qual a parede curva é o testemunho desse compromisso.

A equipa desenvolveu dois sistemas de pré-fabricação pensando num desenho atrativo e amável, do qual a parede curva é o testemunho desse compromisso. Construção Modular Conceito A equipa técnica da dreamdomus aprofundou o conceito de pré-fabricação, levando ao limite a noção de economia habitualmente associada a este tipo de construção, conseguindo

Leia mais

O impacto da ABNT NBR 15575 Edificações habitacionais Desempenho sobre Esquadrias. Aspectos técnicos e jurídicos

O impacto da ABNT NBR 15575 Edificações habitacionais Desempenho sobre Esquadrias. Aspectos técnicos e jurídicos O impacto da ABNT NBR 15575 Edificações habitacionais Desempenho sobre Esquadrias Aspectos técnicos e jurídicos Enga. Fabiola Rago Beltrame AFEAL - Associação Nacional de Fabricantes de Esquadrias de Alumínio

Leia mais

TECNOLOGIA DE EDIFÍCIOS

TECNOLOGIA DE EDIFÍCIOS Universidade do Algarve Instituto Superior de Engenharia TECNOLOGIA DE EDIFÍCIOS ACÚSTICA DE EDIFÍCIOS António Morgado André UAlg-EST-ADEC aandre@ualg.pt 1 Exercício 2.1 Considere uma sala de aula de 4,5x

Leia mais

Aplicação das normas ABNT NBR 15575 Edificações habitacionais Desempenho e ABNT NBR 10821 - Esquadrias

Aplicação das normas ABNT NBR 15575 Edificações habitacionais Desempenho e ABNT NBR 10821 - Esquadrias Associação Nacional de Fabricantes de Esquadria de Alumínio Aplicação das normas ABNT NBR 15575 Edificações habitacionais Desempenho e ABNT NBR 10821 - Esquadrias Enga. Fabiola Rago Beltrame Coordenadora

Leia mais

1 Desempenho térmico

1 Desempenho térmico Desempenho térmico 1 2 Desempenho térmico A norma NBR 15575 não trata de condicionamento artificial. Todos os critérios de desempenho foram estabelecidos com base em condições naturais de insolação, ventilação

Leia mais

São assim denominados pois não utilizam o processo de queima cerâmica que levaria à derrubada de árvores para utilizar a madeira como combustível,

São assim denominados pois não utilizam o processo de queima cerâmica que levaria à derrubada de árvores para utilizar a madeira como combustível, TIJOLOS ECOLÓGICOS Casa construída com tijolos ecológicos Fonte: paoeecologia.wordpress.com TIJOLOS ECOLÓGICOS CARACTERÍSTICAS São assim denominados pois não utilizam o processo de queima cerâmica que

Leia mais

Eixo Temático ET-03-012 - Gestão de Resíduos Sólidos

Eixo Temático ET-03-012 - Gestão de Resíduos Sólidos 132 Eixo Temático ET-03-012 - Gestão de Resíduos Sólidos COMPÓSITO CIMENTÍCIO COM RESÍDUOS DE EVA COMO ALTERNATIVA PARA ATENUAÇÃO DE RUÍDOS DE IMPACTOS ENTRE LAJES DE PISO NAS EDIFICAÇÕES Fabianne Azevedo

Leia mais

1. INTRODUÇÃO 2. PRINCIPAIS DIFERENÇAS ENTRE O BETÃO NORMAL E O BETÃO LEVE

1. INTRODUÇÃO 2. PRINCIPAIS DIFERENÇAS ENTRE O BETÃO NORMAL E O BETÃO LEVE O CONHECIMENTO E AS APLICAÇÕES LECA NA MELHORIA TÉRMICA E ACÚSTICA DOS HABITATS 1. INTRODUÇÃO O Conhecimento e a Experiência acumulados pela Saint-Gobain Weber Portugal SA (S-GWP), no desenvolvimento e

Leia mais

VIABILIDADE DA IMPLEMENTAÇÃO DA NORMA DE DESEMPENHO NBR15575

VIABILIDADE DA IMPLEMENTAÇÃO DA NORMA DE DESEMPENHO NBR15575 VIABILIDADE DA IMPLEMENTAÇÃO DA NORMA DE DESEMPENHO NBR15575 M. Engº Jorge Batlouni Neto Set/2010 NBR 15575 Edifícios habitacionais até cinco pavimentos Desempenho. Parte 1: Requisitos gerais; Parte 2:

Leia mais

NBR 15.575 - UMA NOVA FERRAMENTA PARA A QUALIDADE ACÚSTICA NAS EDIFICAÇÕES.

NBR 15.575 - UMA NOVA FERRAMENTA PARA A QUALIDADE ACÚSTICA NAS EDIFICAÇÕES. NBR 15.575 - UMA NOVA FERRAMENTA PARA A QUALIDADE ACÚSTICA NAS EDIFICAÇÕES. Arq. Cândida Maciel Síntese Arquitetura 61-34685613 candida@sintesearquitetura.com.br NBR 15575- EDIFÍCIOS HABITACIONAIS DE ATÉ

Leia mais

Materiais acústicos: selecionando e utilizando de forma correta

Materiais acústicos: selecionando e utilizando de forma correta Materiais acústicos: selecionando e utilizando de forma correta Wagner Isidoro Simioni * RESUMO Os problemas relacionados com ruído atingem grande parte da população mundial. No âmbito da construção civil,

Leia mais

COMUNICAÇÃO TÉCNICA Nº 173110. ABNT NBR 15575:2013: edificações habitacionais, desempenho.

COMUNICAÇÃO TÉCNICA Nº 173110. ABNT NBR 15575:2013: edificações habitacionais, desempenho. COMUNICAÇÃO TÉCNICA Nº 173110 ABNT NBR 15575:2013: edificações habitacionais, desempenho. André Azevedo Palestra apresentado na 10.Convenção Nordeste de Cerâmica Vermelha, Teresina, PI, 2015.. A série

Leia mais

NOX SISTEMAS CONSTRUTIVOS

NOX SISTEMAS CONSTRUTIVOS LABORATÓRIO DE MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO CIVIL LMCC ENDEREÇO: Cidade Universitária Camobi, Santa Maria/RS CEP 97105 900 TELEFONE: (55) 3220 8608 (Fax) Direção 3220 8313 Secretaria E-MAIL: lmcc@ct.ufsm.br

Leia mais

Tabela 1- Intensidades sonoras características em db(a)

Tabela 1- Intensidades sonoras características em db(a) Desempenho Acústico DESEMPENHO ACÚSTICO O ruído gerado pela circulação de veículos, crianças brincando no playground e música alta no apartamento vizinho são causas de desentendimentos e de estresse. Por

Leia mais

Conforto Acústico em edifícios residenciais

Conforto Acústico em edifícios residenciais ARTIGO Conforto Acústico em edifícios residenciais Maria de Fatima Ferreira Neto, pesquisadora e professora da UNIP-Sorocaba; Stelamaris Rolla Bertoli, professora Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura

Leia mais

9º ENTEC Encontro de Tecnologia: 23 a 28 de novembro de 2015

9º ENTEC Encontro de Tecnologia: 23 a 28 de novembro de 2015 STEEL FRAMING: COMPARATIVO DE CUSTOS E AS NOVAS PERSPECTIVAS NA CONSTRUÇÃO CIVIL NO MUNICÍPIO DE UBERABA Jéssica Cristina Barboza 1 ; Amanda Bernardes Ribeiro 2 ; Cássia Fernanda Borges da Silva 3 ; Pedro

Leia mais

DIVISÃO DE ACÚSTICA. 2 - Equipamento SONÔMETRO, medidor do nível de pressão sonora (NPS)

DIVISÃO DE ACÚSTICA. 2 - Equipamento SONÔMETRO, medidor do nível de pressão sonora (NPS) ENSAIO DE DESEMPENHO DE LAJE PARA ISOLAMENTO DE RUÍDO DE IMPACTO NBR 15575-3:2013 2 - Equipamento SONÔMETRO, medidor do nível de pressão sonora (NPS) deve estar de acordo com as exigência da norma IEC

Leia mais

PROCEDIMENTOS PARA EXECUÇÃO DE REVESTIMENTO INTERNO COM PROGESSO PROJETÁVEL

PROCEDIMENTOS PARA EXECUÇÃO DE REVESTIMENTO INTERNO COM PROGESSO PROJETÁVEL PROCEDIMENTOS PARA EXECUÇÃO DE REVESTIMENTO INTERNO COM PROGESSO PROJETÁVEL DESCRIÇÃO DO MÉTODO DE EXECUÇÃO: 1. Condições para o início dos serviços A alvenaria deve estar concluída e verificada. As superfícies

Leia mais

Certificado Energético Edifício de Habitação IDENTIFICAÇÃO POSTAL. Morada AVª FONTES PEREIRA DE MELO, 51 A 51-G, 8º ESQ Localidade LISBOA

Certificado Energético Edifício de Habitação IDENTIFICAÇÃO POSTAL. Morada AVª FONTES PEREIRA DE MELO, 51 A 51-G, 8º ESQ Localidade LISBOA Válido até 19/01/2015 IDENTIFICAÇÃO POSTAL Morada AVª FONTES PEREIRA DE MELO, 51 A 51-G, 8º ESQ Localidade LISBOA Freguesia AVENIDAS NOVAS Concelho LISBOA GPS 39.700000, -8.000000 IDENTIFICAÇÃO PREDIAL/FISCAL

Leia mais

Desempenho Acústico de Edifícios Casos de Estudo

Desempenho Acústico de Edifícios Casos de Estudo Desempenho Acústico de Edifícios Casos de Estudo Diogo Mateus (dm@contraruido.com) Conteúdo da apresentação: Enquadramento e objectivos do trabalho Problemas típicos na execução de soluções construtivas

Leia mais

... escute o silêncio...

... escute o silêncio... ...TCHUU Nas suas diferentes funções os edifícios encerram um conjunto de exigência funcionais das quais o comportamento acústico é, ao nível do conforto, um dos aspectos centrais. Quer se trate de edifícios

Leia mais

Bernardo Fonseca Tutikian Maria Fernanda de Oliveira Nunes. Palavras-chaves: Desempenho acústico. Janelas. Persiana. Vidros.

Bernardo Fonseca Tutikian Maria Fernanda de Oliveira Nunes. Palavras-chaves: Desempenho acústico. Janelas. Persiana. Vidros. Análise comparativa do desempenho acústico de sistemas de fachada com esquadrias de PVC com persiana e diferentes tipos de vidros em ensaios de laboratório Comparative analysis of the acoustic performance

Leia mais

Alvenaria racionalizada

Alvenaria racionalizada Como construir Alvenaria racionalizada A alvenaria de vedação pode ser definida como a alvenaria que não é dimensionada para resistir a ações além de seu próprio peso. O subsistema vedação vertical é responsável

Leia mais

TRANSMISSÃO. Ao ser atingido por uma onda sonora, o obstáculo vibra, funcionando como uma nova fonte sonora.

TRANSMISSÃO. Ao ser atingido por uma onda sonora, o obstáculo vibra, funcionando como uma nova fonte sonora. TRANSMISSÃO Ao ser atingido por uma onda sonora, o obstáculo vibra, funcionando como uma nova fonte sonora. PAREDES HOMOGÊNEAS obedecem à LEI DA MASSA : o isolamento sonoro aumenta de db a cada vez que

Leia mais

Associação ProAcústica Office Solution

Associação ProAcústica Office Solution Tecnologia Trabalhando a favor do bem-estar. Qualidade de vida Conforto acústico é saúde para todos. Sustentabilidade Respeito à vida, ao ser humano e ao planeta. ABNT NBR 15.575:2-13 Edificações habitacionais

Leia mais

ESQUADRIAS. Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 8º Período Turmas C01, C02 e C03 Disc. Construção Civil II

ESQUADRIAS. Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 8º Período Turmas C01, C02 e C03 Disc. Construção Civil II ESQUADRIAS Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 8º Período Turmas C01, C02 e C03 Disc. Construção Civil II ESQUADRIA Elemento da Vedação Vertical utilizado no fechamento de aberturas

Leia mais

Wood Frame CONCEITO. O Wood-Frame é um sistema composta por perfis de madeira que em conjunto com placas estruturais formam painéis

Wood Frame CONCEITO. O Wood-Frame é um sistema composta por perfis de madeira que em conjunto com placas estruturais formam painéis CONCEITO O Wood-Frame é um sistema composta por perfis de madeira que em conjunto com placas estruturais formam painéis estruturais capazes de resistir às cargas verticais (telhados e pavimentos), perpendiculares

Leia mais

23/05/2014. Professor

23/05/2014. Professor UniSALESIANO Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium Curso de Engenharia Civil Disciplina: Construção Civil I Alvenarias Área de Construção Civil Prof. Dr. André Luís Gamino Professor Elementos

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. ESCOLA DE ENGENHARIA DE SÃO CARLOS Departamento de Arquitetura e Urbanismo

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. ESCOLA DE ENGENHARIA DE SÃO CARLOS Departamento de Arquitetura e Urbanismo FIPAI FUNDAÇÃO PARA O INCREMENTO DA PESQUISA E DO APERFEIÇOAMENTO INDUSTRIAL UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE ENGENHARIA DE SÃO CARLOS Departamento de Arquitetura e Urbanismo Relatório Avaliação pós-ocupação

Leia mais

ACÚSTICA DA EDIFICAÇÃO

ACÚSTICA DA EDIFICAÇÃO ACÚSTICA DA EDIFICAÇÃO Profa. Dr.-Ing. Erika Borges Leão Disciplina ministrada ao IX semestre do curso de Engenharia Civil Universidade do Estado de Mato Grosso Campus Sinop/MT OBJETIVOS DA DISCIPLINA

Leia mais

LANÇAMENTO. Placo Phonique. Solução acústica para seu conforto e tranquilidade.

LANÇAMENTO. Placo Phonique. Solução acústica para seu conforto e tranquilidade. LANÇAMENTO Placo Phonique Solução acústica para seu conforto e tranquilidade. Ssshhh... o silêncio é ouro. O excesso de ruído é uma das principais queixas das pessoas num ambiente. Os ruídos, além de incomodarem,

Leia mais

FICHA TÉCNICA Isolamento acústico

FICHA TÉCNICA Isolamento acústico Página 1 de 7 O isolamento acústico é caracterizado por três tipos de isolamento distintos, sendo eles: - Correcção acústica - Isolamento de ruídos aéreos - Isolamento de ruídos de percussão CORRECÇÃO

Leia mais

Desempenho Acústico em Edificações INFORMATIVO

Desempenho Acústico em Edificações INFORMATIVO Desempenho Acústico em Edificações INFORMATIVO Definições, Referências, Estratégias, Técnicas e Processos de Medição em Atendimento aos Parâmetros Acústicos de Desempenho, Conforto e Licenciamento Ambiental

Leia mais

Tuper LAJES MISTAS NERVURADAS Mais velocidade e economia em sua obra.

Tuper LAJES MISTAS NERVURADAS Mais velocidade e economia em sua obra. Tuper LAJES MISTAS NERVURADAS Mais velocidade e economia em sua obra. O sistema industrializado de Lajes Mistas Nervuradas da Tuper é composto por vigotas metálicas fabricadas com aço estrutural galvanizado

Leia mais

Desempenho Acústico das Fachadas Envidraçadas. Eng. Luiz Barbosa

Desempenho Acústico das Fachadas Envidraçadas. Eng. Luiz Barbosa Desempenho Acústico das Fachadas Envidraçadas Eng. Luiz Barbosa Objetivo Mostrar, de forma conceitual, a aplicabilidade do vidro em fachadas, tendo ele, não somente excelente desempenho acústico, mas sendo,

Leia mais

O Vidro Isolante para a Tranquilidade e o Conforto VITROCHAVES INDÚSTRIA DE VIDRO S.A.

O Vidro Isolante para a Tranquilidade e o Conforto VITROCHAVES INDÚSTRIA DE VIDRO S.A. O Vidro Isolante para a Tranquilidade e o Conforto Isolamento acústico e poupança de energia com o vidro cria propriedades de isolamento acústico e térmico para uma melhor qualidade de vida. combina as

Leia mais

Argamassa TIPOS. AC-I: Uso interno, com exceção de saunas, churrasqueiras, estufas e outros revestimentos especiais. AC-II: Uso interno e externo.

Argamassa TIPOS. AC-I: Uso interno, com exceção de saunas, churrasqueiras, estufas e outros revestimentos especiais. AC-II: Uso interno e externo. Especificações Técnicas Argamassa INDUSTRIALIZADA : Produto industrializado, constituído de aglomerantes e agregados miúdos, podendo ainda ser adicionados produtos especiais (aditivos), pigmentos com a

Leia mais

MONITORAMENTO DE NORMALIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO JUNHO

MONITORAMENTO DE NORMALIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO JUNHO 1. NORMALIZAÇÃO ABNT/CB-02 - COMITÊ BRASILEIRO DA CONSTRUÇÃO CIVIL ABNT NBR 5476 - Requisitos para o sistema de gestão de manutenção. Reunião 16 e 30 de junho Representante Ronaldo Sá O Texto está em fase

Leia mais

ENGENHARIA CIVIL 5º SEMESTRE. Professora ROSELI VALLE

ENGENHARIA CIVIL 5º SEMESTRE. Professora ROSELI VALLE ENGENHARIA CIVIL 5º SEMESTRE Professora ROSELI VALLE MARINGÁ 2015 Denomina-se CONCRETO ARMADO à associação do aço ao concreto para que haja melhor resistência em determinados tipos de esforços. Fatores

Leia mais

PADRONIZAÇÃO DE PAINÉIS EM LIGHT STEEL FRAME

PADRONIZAÇÃO DE PAINÉIS EM LIGHT STEEL FRAME PADRONIZAÇÃO DE PAINÉIS EM LIGHT STEEL FRAME ANITA OLIVEIRA LACERDA - anitalic@terra.com.br PEDRO AUGUSTO CESAR DE OLIVEIRA SÁ - pedrosa@npd.ufes.br 1. INTRODUÇÃO O Light Steel Frame (LSF) é um sistema

Leia mais

Sumário. Aulas 01 e 02 Subsistema vedação vertical Revestimentos Revestimento de argamassa. Subsistema vedação vertical EM ENGENHARIA CIVIL

Sumário. Aulas 01 e 02 Subsistema vedação vertical Revestimentos Revestimento de argamassa. Subsistema vedação vertical EM ENGENHARIA CIVIL PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA CIVIL Universidade de Pernambuco Escola Politécnica de Pernambuco TR Tecnologia dos Revestimentos Aulas 01 e 02 Subsistema vedação vertical Revestimentos Revestimento

Leia mais

O mundo da construção civil está em constante evolução. Nosso compromisso não é apenas acompanhar esse ritmo, mas estar à frente dele, antecipando

O mundo da construção civil está em constante evolução. Nosso compromisso não é apenas acompanhar esse ritmo, mas estar à frente dele, antecipando O mundo da construção civil está em constante evolução. Nosso compromisso não é apenas acompanhar esse ritmo, mas estar à frente dele, antecipando necessidades e soluções. Foi exatamente por pensar assim

Leia mais

ANEXO 01. Figura 1 - Planta da área a ser trabalhada. DW indica os locais a serem trabalhados com drywall.

ANEXO 01. Figura 1 - Planta da área a ser trabalhada. DW indica os locais a serem trabalhados com drywall. ANEXO 01 Sala MEV DW DW B B Figura 1 - Planta da área a ser trabalhada. DW indica os locais a serem trabalhados com drywall. 1 Figura 2 Detalhes das portas em drywall. A porta P11, destinada a acesso à

Leia mais

Fise Fechoplast Indústria de Sistemas para Esquadrias Ltda - Rua dos Inocentes, 393 Socorro - São Paulo

Fise Fechoplast Indústria de Sistemas para Esquadrias Ltda - Rua dos Inocentes, 393 Socorro - São Paulo PÁGINA 01/05 TÍTULO : Ensaios Avaliação Sonora. INTERESSADO : Fise Fechoplast Indústria de Sistemas para Esquadrias Ltda - Rua dos Inocentes, 393 Socorro - São Paulo REFERÊNCIA : N/D NATUREZA DO TRABALHO

Leia mais

Pré-Certificado Energético Edifício de Habitação SCE84144829 PROVISÓRIO

Pré-Certificado Energético Edifício de Habitação SCE84144829 PROVISÓRIO Válido até IDENTIFICAÇÃO POSTAL Morada RUA DOS ESCUTEIROS,, Localidade RIBAMAR Freguesia RIBAMAR Concelho LOURINHÃ GPS 39.197874, -9.330633 IDENTIFICAÇÃO PREDIAL/FISCAL Conservatória do Registo Predial

Leia mais

COMUNICAÇÃO TÉCNICA Nº 171527. O que é preciso fazer para que as fachadas e paredes internas atendam aos requisitos de desempenho da NBR 15.575-4?

COMUNICAÇÃO TÉCNICA Nº 171527. O que é preciso fazer para que as fachadas e paredes internas atendam aos requisitos de desempenho da NBR 15.575-4? COMUNICAÇÃO TÉCNICA Nº 171527 O que é preciso fazer para que as fachadas e paredes internas atendam aos requisitos de desempenho da NBR 15.575-4? Luciana Alves de Oliveira Slides da Palestra apresentada

Leia mais

MÓDULO DIDÁTICO PARA AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO TÉRMICO DE SISTEMAS CONSTRUTIVOS

MÓDULO DIDÁTICO PARA AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO TÉRMICO DE SISTEMAS CONSTRUTIVOS I CONFERÊNCIA LATINO-AMERICANA DE CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL X ENCONTRO NACIONAL DE TECNOLOGIA DO AMBIENTE CONSTRUÍDO 18-21 julho 2004, São Paulo. ISBN 85-89478-08-4. MÓDULO DIDÁTICO PARA AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO

Leia mais

Click to edit Master subtitle style SISTEMA ISOLTERMIX SISTEMA DE ISOLAMENTO TÉRMICO ACÚSTICO

Click to edit Master subtitle style SISTEMA ISOLTERMIX SISTEMA DE ISOLAMENTO TÉRMICO ACÚSTICO SISTEMA ISOLTERMIX SISTEMA DE ISOLAMENTO TÉRMICO ACÚSTICO SISTEMA ISOLTERMIX SISTEMA DE ISOLAMENTO TÉRMICO ACÚSTICO Abílio Azevedo António Chaves 5 de Dezembro 2012 14:00H IPGV ESTGV Viseu Índice Evolução

Leia mais

VENCENDO OS DESAFIOS DAS ARGAMASSAS PRODUZIDAS EM CENTRAIS DOSADORAS argamassa estabilizada e contrapiso autoadensável

VENCENDO OS DESAFIOS DAS ARGAMASSAS PRODUZIDAS EM CENTRAIS DOSADORAS argamassa estabilizada e contrapiso autoadensável VENCENDO OS DESAFIOS DAS ARGAMASSAS PRODUZIDAS EM CENTRAIS DOSADORAS argamassa estabilizada e contrapiso autoadensável Juliano Moresco Silva Especialista em Tecnologia do Concreto juliano.silva@azulconcretos.com.br

Leia mais

FIBRAS ISOLANTES. Acústica. Arq. Fernando Neves Caffaro fernando.neves@saint-gobain.com Tel.: +55 11 2202 4704 Cel.: +55 11 9 9446 1298

FIBRAS ISOLANTES. Acústica. Arq. Fernando Neves Caffaro fernando.neves@saint-gobain.com Tel.: +55 11 2202 4704 Cel.: +55 11 9 9446 1298 FIBRAS ISOLANTES Acústica Arq. Fernando Neves Caffaro fernando.neves@saint-gobain.com Tel.: +55 11 2202 4704 Cel.: +55 11 9 9446 1298 Nível de Pressão Sonora O nível da pressão sonora é expresso em db

Leia mais

Retrofit de fachadas: tecnologias européias

Retrofit de fachadas: tecnologias européias ARTIGO REVISTA TÉCHNE Retrofit de fachadas: tecnologias européias A primeira discussão sobre retrofit diz respeito à sua definição, surgindo dessa forma alguns questionamentos: os diferentes tipos de intervenção

Leia mais

CONTRAPISOS FLUTUANTES

CONTRAPISOS FLUTUANTES MANUAL PROACÚSTICA DE RECOMENDAÇÕES BÁSICAS PARA CONTRAPISOS FLUTUANTES Associação Brasileira para a Qualidade Acústica PREFÁCIO Foi com grande satisfação que recebi o convite para prefaciar o Manual de

Leia mais

Artigo. Desempenho acústico de divisórias para escritórios

Artigo. Desempenho acústico de divisórias para escritórios Artigo Desempenho acústico de divisórias para escritórios Raros escritórios comerciais não possuem divisórias para definir ambientes. Trata-se de um elemento arquitetônico versátil, com boas opções de

Leia mais

Certificado Energético Edifício de Habitação IDENTIFICAÇÃO POSTAL. Morada RUA ENGENHEIRO CARLOS RODRIGUES, BLOCO N.º 4, 1º D Localidade ÁGUEDA

Certificado Energético Edifício de Habitação IDENTIFICAÇÃO POSTAL. Morada RUA ENGENHEIRO CARLOS RODRIGUES, BLOCO N.º 4, 1º D Localidade ÁGUEDA Válido até 16/01/2025 IDENTIFICAÇÃO POSTAL Morada RUA ENGENHEIRO CARLOS RODRIGUES, BLOCO N.º 4, 1º D Localidade ÁGUEDA Freguesia ÁGUEDA E BORRALHA Concelho AGUEDA GPS 40.577121, -8.439516 IDENTIFICAÇÃO

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE BELO HORIZONTE-UNIBH DRYWALL. Miriã Aquino

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE BELO HORIZONTE-UNIBH DRYWALL. Miriã Aquino CENTRO UNIVERSITÁRIO DE BELO HORIZONTE-UNIBH DRYWALL Miriã Aquino Belo Horizonte 2014 1 SUMÁRIO: APLICAÇÕES... 3 Paredes:... 3 Separação de Ambientes internos... 4 Isolamento Acústico Superior... 8 Isolamento

Leia mais

Manual ProAcústica. Associação Brasileira para a Qualidade Acústica

Manual ProAcústica. Associação Brasileira para a Qualidade Acústica Manual ProAcústica sobre a Norma de Desempenho Guia prático sobre cada uma das partes relacionadas à área de acústica nas edificações da Norma ABNT NBR 15575:2013 Edificações habitacionais - Desempenho

Leia mais

8.5. Inter-relação entre os requisitos acústicos e as exigências de conforto higrotérmico e ventilação

8.5. Inter-relação entre os requisitos acústicos e as exigências de conforto higrotérmico e ventilação 8.5. Inter-relação entre os requisitos acústicos e as exigências de conforto higrotérmico e ventilação 8.5.1. Introdução O conforto higrotérmico tem motivado o desenvolvimento de tecnologias passivas com

Leia mais

N.14 Abril 2003 PAREDES DIVISÓRIAS PAINEIS PRÉFABRICADOS DE ALVENARIA DE TIJOLO REVESTIDA A GESSO. Estudo Comparativo.

N.14 Abril 2003 PAREDES DIVISÓRIAS PAINEIS PRÉFABRICADOS DE ALVENARIA DE TIJOLO REVESTIDA A GESSO. Estudo Comparativo. N.14 Abril 2003 PAREDES DIVISÓRIAS PAINEIS PRÉFABRICADOS DE ALVENARIA DE TIJOLO REVESTIDA A GESSO Estudo Comparativo Mafalda Ramalho EDIÇÃO: Construlink, SA Tagus Park, - Edifício Eastecníca 2780-920 Porto

Leia mais

Catálogo de Produtos

Catálogo de Produtos Catálogo de Produtos Gesso Convenciona O gesso é um material versátil: ele auxilia nas tarefas de embutir a iluminação, esconder ferragens e disfarçar vigas, além de criar efeitos fantásticos, especialmente

Leia mais

NBR 15575. Requisitos. a) Segurança 1. Desempenho estrutural 2. Segurança contra incêndio 3. Segurança no uso e operação

NBR 15575. Requisitos. a) Segurança 1. Desempenho estrutural 2. Segurança contra incêndio 3. Segurança no uso e operação NBR 15575 Requisitos b) Habitabilidade 1. Estanqueidade 2. Desempenho térmico 3. Desempenho acústico 4. Desempenho lumínico 5. Saúde, higiene e qualidade do ar 6. Funcionalidade e acessibilidade 7. Conforto

Leia mais

Requisitos de Conforto Acústico, Desempenho Acústico e as Experiências de ensaios de laboratório e campo

Requisitos de Conforto Acústico, Desempenho Acústico e as Experiências de ensaios de laboratório e campo Requisitos de Conforto Acústico, Desempenho Acústico e as Experiências de ensaios de laboratório e campo Eng. Dr. Fulvio Vittorino (11) 3767-4553 fulviov@ipt.br www.ipt.br Sumário Conforto Acústico e a

Leia mais

IFES/CAMPUS DE ALEGRE - ES PROJETO BÁSICO

IFES/CAMPUS DE ALEGRE - ES PROJETO BÁSICO IFES/CAMPUS DE ALEGRE - ES PROJETO BÁSICO Especificação Destinada Construção do Núcleo de Empresas Junior INTRODUÇÃO A execução dos serviços referente Construção do Núcleo de Empresas Junior, obedecerá

Leia mais

Revestimento de fachadas: aspectos executivos

Revestimento de fachadas: aspectos executivos UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA Setembro, 2009 Revestimento de fachadas: aspectos executivos Eng.º Antônio Freitas da Silva Filho Engenheiro Civil pela UFBA Julho de 1982; Engenheiro da Concreta Tecnologia

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO 1 DESCRIÇÃO

MEMORIAL DESCRITIVO 1 DESCRIÇÃO Página 1 de 9 MEMORIAL DESCRITIVO OBRA: Reforma na Unidade Sanitária Sede de Guarujá do Sul PROPRIETÁRIO: LOCAL: Rua Governador Jorge Lacerda, 448, Centro, Guarujá do Sul (SC) ÁREA TOTAL DA EDIFICAÇÃO:

Leia mais

Manual de Projeto de Sistemas Drywall paredes, forros e revestimentos

Manual de Projeto de Sistemas Drywall paredes, forros e revestimentos Manual de Projeto de Sistemas Drywall paredes, forros e revestimentos 1 Prefácio Este é o primeiro manual de projeto de sistemas drywall publicado no Brasil um trabalho aguardado por arquitetos, engenheiros,

Leia mais

TRABALHO DE GESTÃO DE REVESTIMENTOS

TRABALHO DE GESTÃO DE REVESTIMENTOS TRABALHO DE GESTÃO DE REVESTIMENTOS TEMA Ensaio de aderência de revestimentos de argamassa, gesso e cerâmica. OBJETIVO Analisar o grau de aderência dos revestimentos utilizados, em relação à norma técnica

Leia mais

A Acústica no Interior de Ambientes

A Acústica no Interior de Ambientes 54 Capítulo 7 A Acústica no Interior de Ambientes O projeto acústico de ambientes é um dos maiores desafios enfrentados por Arquitetos e Engenheiros Civis. Isto em razão da rara literatura em língua portuguesa

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA CIVIL

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA CIVIL UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA CIVIL ESTUDO DO ISOLAMENTO SONORO DE VIDROS DE DIFERENTES TIPOS E ESPESSURAS, EM VITRAGEM SIMPLES E DUPLA

Leia mais

O impacto da Norma de Desempenho NBR 15575 na Indústria de materiais e componentes visando o atendimento do desempenho acústico

O impacto da Norma de Desempenho NBR 15575 na Indústria de materiais e componentes visando o atendimento do desempenho acústico O impacto da Norma de Desempenho NBR 15575 na Indústria de materiais e componentes visando o atendimento do desempenho acústico Vera Fernandes Hachich Sócia-gerente da PBQP-H INMETRO Programas Setoriais

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO PRÉDIO DE APARTAMENTOS. Local: Rua General Auto, N 101 e 111 Centro Porto Alegre

MEMORIAL DESCRITIVO PRÉDIO DE APARTAMENTOS. Local: Rua General Auto, N 101 e 111 Centro Porto Alegre MEMORIAL DESCRITIVO PRÉDIO DE APARTAMENTOS Local: Rua General Auto, N 101 e 111 Centro Porto Alegre INDICE 1. GENERALIDADES 1.1. OBJETOS E DADOS 1.2. NORMAS 1.3. PLANTAS 2. INTERPRETAÇÃO 3. PRÉDIO 3.1.

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO ARQUITETÔNICO

MEMORIAL DESCRITIVO ARQUITETÔNICO CLIENTE: OBJETIVO: OBRA: PROJETO: LOCAL: CIDADE: MEMORIAL DESCRITIVO ARQUITETÔNICO 21º ANDAR EDIFICIO CENTRAL REFORMA 21º ANDAR EDIFÍCIO CENTRAL RUA CALDAS JUNIOR Nº 120-21º ANDAR- Centro Porto Alegre/RS

Leia mais

NBR 15575 NORMA DE DESEMPENHO

NBR 15575 NORMA DE DESEMPENHO NBR 5575 NORMA DE DESEMPENHO As avaliações dos quesitos exigidos pela Norma de Desempenho (NBR 5575) foi conduzida no âmbito do PSQ (Programa Setorial de Qualidade Drywall). O objetivo desse programa é

Leia mais

Para melhorar o conforto acústico das edificações é essencial realizar estudos de avaliação prévia e utilizar produtos submetidos a ensaios

Para melhorar o conforto acústico das edificações é essencial realizar estudos de avaliação prévia e utilizar produtos submetidos a ensaios Esquadrias anti-ruídos Para melhorar o conforto acústico das edificações é essencial realizar estudos de avaliação prévia e utilizar produtos submetidos a ensaios Laboratório de acústica da Divisão de

Leia mais

Entidade Setorial Nacional Mantenedora

Entidade Setorial Nacional Mantenedora Entidade Setorial Nacional Mantenedora Associação Brasileira dos Fabricantes de Chapas para Drywall Rua Julio Diniz, 56 cj. 41 V. Olímpia CEP 04547-090 São Paulo SP Tel./Fax: (11) 3842-2433 http://www.drywall.org.br

Leia mais

PROPRIETÁRIO AUTARQUIA MUNICIPAL DE TURISMO - GRAMADOTUR OBRA...CONTRATAÇÃO DE EMPRESA HABILITADA PARA EXECUÇÃO DE REFORMAS NO PAVILHÃO 01

PROPRIETÁRIO AUTARQUIA MUNICIPAL DE TURISMO - GRAMADOTUR OBRA...CONTRATAÇÃO DE EMPRESA HABILITADA PARA EXECUÇÃO DE REFORMAS NO PAVILHÃO 01 MEMORIAL DESCRITIVO PROPRIETÁRIO AUTARQUIA MUNICIPAL DE TURISMO - GRAMADOTUR OBRA...CONTRATAÇÃO DE EMPRESA HABILITADA PARA EXECUÇÃO DE REFORMAS NO PAVILHÃO 01 LOCALIZAÇÃO CENTRO DE EXPOSIÇÕES E CONGRESSOS

Leia mais

Certificado Energético Edifício de Habitação IDENTIFICAÇÃO POSTAL. Morada RUA GENERAL HUMBERTO DELGADO, BLOCO F, 181, 3.º DIR. Localidade MATOSINHOS

Certificado Energético Edifício de Habitação IDENTIFICAÇÃO POSTAL. Morada RUA GENERAL HUMBERTO DELGADO, BLOCO F, 181, 3.º DIR. Localidade MATOSINHOS Válido até 04/11/2024 IDENTIFICAÇÃO POSTAL Morada RUA GENERAL HUMBERTO DELGADO, BLOCO F, 181, 3.º DIR. Localidade MATOSINHOS Freguesia MATOSINHOS E LEÇA DA PALMEIRA Concelho MATOSINHOS GPS 41.193776, -8.698345

Leia mais

Avaliação de Desempenho ABNT NBR 15575. Antonio Fernando Berto afberto@ipt.br

Avaliação de Desempenho ABNT NBR 15575. Antonio Fernando Berto afberto@ipt.br Avaliação de Desempenho Segurança ao Fogo ABNT NBR 15575 Antonio Fernando Berto afberto@ipt.br Ocorrências de incêndios em 2010 Número de incêndios no Brasil Número de incêndios no Estado de São Paulo

Leia mais

Placa de obra: Haverá a colocação em local visível de placa de obra, metálica, fixada em estrutura de madeira, conforme padrão fornecido SOP.

Placa de obra: Haverá a colocação em local visível de placa de obra, metálica, fixada em estrutura de madeira, conforme padrão fornecido SOP. MEMORIAL DESCRITIVO RECONSTRUÇÃO DO ALBERGUE JUNTO AO PRESIDIO ESTADUAL DE VACARIA RS. VACARIA RS. GENERALIDADES: Este Memorial Descritivo tem a função de propiciar a perfeita compreensão do projeto e

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS A respeito das especificações de materiais, julgue os itens a seguir. 51 Os cimentos CP III cimentos portland de alto-forno e CP IV cimento portland pozolânico são menos porosos e resistentes, sendo ideais

Leia mais

Certificado Energético Edifício de Habitação

Certificado Energético Edifício de Habitação Válido até 22/01/2025 IDENTIFICAÇÃO POSTAL Morada LARGO DE ÂMBAR, 126, R/C ESQº Localidade SÃO DOMINGOS DE RANA Freguesia S. DOMINGOS DE RANA Concelho CASCAIS GPS 38.711198, -9.326610 IDENTIFICAÇÃO PREDIAL/FISCAL

Leia mais

Maio 2011 Recife Fabio Villas Bôas

Maio 2011 Recife Fabio Villas Bôas Maio 2011 Recife Fabio Villas Bôas 1 FULL SERVICE - INCORPORAÇÃO / CONSTRUÇÃO / VENDAS 34 ANOS DE MERCADO; 1851 COLABORADORES PRÓPRIOS; 6415 COLABORADORES TERCEIROS; MAIS DE 2,7 MILHÃO DE M 2 LANÇADOS

Leia mais

CERTIFICADO DE DESEMPENHO ENERGÉTICO E DA QUALIDADE DO AR INTERIOR

CERTIFICADO DE DESEMPENHO ENERGÉTICO E DA QUALIDADE DO AR INTERIOR Nº CER CE53106823 CERTIFICADO DE DESEMPENHO ENERGÉTICO E DA QUALIDADE DO AR INTERIOR TIPO DE FRACÇÃO/EDIFÍCIO: EDIFÍCIO DE HABITAÇÃO SEM SISTEMA(S) DE CLIMATIZAÇÃO (NOVO) Morada / Localização Vila Utopia,

Leia mais

Certificado Energético Edifício de Habitação IDENTIFICAÇÃO POSTAL. Morada RUA DO CASTELO,, Localidade MONTEMOR-O-VELHO

Certificado Energético Edifício de Habitação IDENTIFICAÇÃO POSTAL. Morada RUA DO CASTELO,, Localidade MONTEMOR-O-VELHO Válido até 29/03/2025 IDENTIFICAÇÃO POSTAL Morada RUA DO CASTELO,, Localidade MONTEMOR-O-VELHO Freguesia MONTEMOR-O-VELHO E GATÕES Concelho MONTEMOR-O-VELHO GPS 40.173269, -8.685544 IDENTIFICAÇÃO PREDIAL/FISCAL

Leia mais

Esta na altura de poupar energia! Gama acústica 02/2009. Nova lã mineral natural Gama Ultracoustic

Esta na altura de poupar energia! Gama acústica 02/2009. Nova lã mineral natural Gama Ultracoustic Esta na altura de poupar energia! Gama acústica 02/2009 Nova lã mineral natural Gama Ultracoustic Índice Nova lã mineral natural com ECOSE Technology... 3 O que é a ECOSE Technology?... 4 Lã mineral Ultracoustic,

Leia mais