RESOLUÇÃO Nº 529, DE 23 DE MAIO DE 2016 Documento nº /

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1 RESOLUÇÃO Nº 529, DE 23 DE MAIO DE 2016 Documento nº / Dispõe sobre o uso de Certificado Digital no âmbito da Agência Nacional de Águas ANA. O DIRETOR-PRESIDENTE DA AGÊNCIA DE ÁGUAS-ANA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 95, inciso XVII, do Regimento In terno aprovado pela Resolução nº 2020, de 15 de dezembro de 2014, e tendo em vista o disposto na Medida Provisória nº , de 24 de agosto de 2001, torna público que a DIRETORIA COLEGIADA, em sua 612 ª Reunião Ordinária, realizada em 23 de maio de 2016, resolveu: Art. 1º A utilização de Certificado Digital no âmbito da Agência Nacional de Águas ANA obedecerá ao disposto na legislação e nesta Resolução. Art. 2º Os documentos digitais produzidos pela ANA receberão assinatura digital, por meio da utilização de Certificado Digital emitido pela Autoridade Certificadora AC, credenciada pela Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira -ICP-Brasil. CAPÍTULO I - Do Certificado Digital Art. 3 º Os Certificados Digitais utilizados na ANA serão adquiridos de Autoridade Certificadora Credenciada pela ICP-Brasil, garantindo-se à assinatura digital o mesmo valor jurídico da assinatura manuscrita, nos termos do 1º do art. 10 da Medida Provisória nº , de 24 de agosto de º O uso de Certificado Digital é obrigatório para assinatura de documentos digitais produzidos pela ANA. 2 º A utilização do Certificado Digital para qualquer operação implica não-repúdio, não podendo o detentor negar a autoria da operação nem alegar que tenha sido praticada por terceiro. Art. 4 º O Certificado Digital e o respectivo suporte criptográfico serão cedidos gratuitamente aos usuários que necessitarem utilizar a assinatura digital em razão do exercício das atribuições do cargo ou função pública que ocuparem na ANA. 1 º A ANA promoverá a remissão do Certificado Digital quando houver a expiração do respectivo prazo de validade. 2 º Na hipótese de o Certificado Digital perder a validade, as assinaturas digitais anteriormente efetuadas permanecem válidas, podendo ser verificadas a autoria e a integridade dos documentos já assinados. Art. 5 º É permitida a utilização do Certificado Digital de pessoa física e do respectivo suporte criptográfico, adquiridos pelo usuário por meios próprios, desde que o Certificado Digital tenha sido emitido por autoridade Certificadora Credenciada pela ICP-Brasil, afastada qualquer hipótese de ressarcimento pela ANA.

2 Art. 6 º O Certificado Digital é de uso pessoal, intransferível, cabendo ao usuário zelar pela confidencialidade da senha, bem como pela guarda e pela conservação do Certificado e do respectivo suporte criptográfico, sob pena de responsabilidade civil, penal ou administrativa. Parágrafo único. O uso de Certificado Digital e da respectiva senha por pessoa que não seja o titular responsável poderá configurar crime, nos termos da legislação penal. Art. 7 º Os Certificados Digitais utilizados no âmbito da ANA serão de pessoa física (e-cpf), de pessoa jurídica (e-cnpj), e de equipamento (e-servidor) ou de aplicação (e-aplicação). Art. 8 º Os Certificados Digitais e-cpf e e-cnpj serão do tipo A3, terão validade de um a três anos, conterão o endereço de correio eletrônico corporativo do servidor, titular do certificado e-cpf ou titular responsável pelo certificado e-cnpj, e serão entregues no dia da validação presencial. Art. 9 º O Certificado Digital de equipamento servidor (e-servidor) ou de aplicação de computador (e-aplicação), pertencentes à pessoa jurídica, serão do tipo A1, terão a validade de um ano, conterão o endereço de correio eletrônico corporativo do servidor responsável pelo equipamento ou pela aplicação na ANA, e serão entregues no dia da validação presencial. Certificado; Digital; e Seção I - Da revogação do Certificado Digital Art. 10. A revogação do Certificado Digital ocorrerá nas seguintes hipóteses: I por interesse da ANA; II esquecimento da senha de utilização do Certificado Digital; III digitação sucessiva de senha incorreta na tentativa de utilização do IV perda, extravio, furto ou roubo do Certificado Digital; V dano ou formatação do suporte criptográfico que armazena o Certificado VI devolução do Certificado Digital pelo usuário. 1 º Os casos previstos nos incisos II, III e IV implicarão a perda do Certificado Digital e-cpf, e-cnpj, e-servidor ou e-aplicação devendo o usuário, titular do Certificado ou titular responsável pelo Certificado, solicitar a Autoridade Certificadora correspondente a sua revogação, bem como solicitar a emissão de um novo Certificado à S uperintendência de Tecnologia da Informação - STI, se for o caso. 2 º Nos casos previstos nos incisos II, III e IV o usuário, titular do Certificado e-cpf ou titular responsável pelo Certificado e-cnpj, e-servidor ou e-aplicação arcará, a partir de 1º de julho de 2015, com os custos de reemissão do Certificado Digital por meio de Guia de Recolhimento da União - GRU. 3 º No caso previsto no inciso IV, comprovada a não ocorrência de dano ocasionado por mau uso, a S TI deverá ser comunicada para providências de remissão do Certificado Digital. Art. 11. A revogação do Certificado Digital dependerá de solicitação: I do titular do Certificado e-cpf; II do titular responsável pelo Certificado e-cnpj, e-servidor ou e-aplicação; I II do Superintendente da S TI no caso de o usuário não mais necessitar utilizar a

3 assinatura digital, hipótese em que a solicitação será facultativa; e I V das entidades da ICP-Brasil que compõem a cadeia de confiança do Certificado Digital. Parágrafo único. O não repúdio ao Certificado Digital de que trata o 2 º do art. 4 º aplica-se também às operações efetuadas entre o período de solicitação da revogação ou suspensão do Certificado e respectiva inclusão na lista de certificados revogados publicada pela autoridade certificadora. Art. 12. Realizada a revogação, o usuário deverá comunicar o fato à S TI e, se for o caso, solicitar a emissão de novo Certificado Digital. 1 º O novo Certificado somente será emitido pela Autoridade Certificadora após a autorização formal da STI. 2 º Em casos de perda, extravio, furto ou roubo do Certificado Digital, o servidor titular do Certificado e-cpf ou titular responsável pelo Certificado e-cnpj, e-servidor ou e-aplicação, deverá de imediato registrar o fato junto à Polícia Civil ou Militar e comunic á -lo à S TI e à Autoridade Certificadora. CAPÍTULO II - Das Responsabilidades do Usuário de Certificado Digital Art. 13. Compete ao usuário de Certificado Digital: I apresentar tempestivamente, à Autoridade Certificadora, a documentação necessária à emissão do Certificado; II - estar de posse de seu Certificado para o desempenho de atividades profissionais que requeiram o seu uso; III alterar imediatamente a senha de acesso ao Certificado Digital em caso de suspeita de seu conhecimento por terceiro; IV verificar periodicamente a data de validade do Certificado Digital e solicitar a S TI a emissão de um novo Certificado no prazo máximo de trinta dias anterior à data de expiração da validade do Certificado; V manter o dispositivo criptográfico em local seguro e com proteção física contra acesso indevido, descargas eletromagnéticas, calor excessivo e outras condições ambientais que representem risco à integridade desse dispositivo; VI solicitar à Autoridade Certificadora a imediata revogação do Certificado em caso de sua inutilização; e VII solicitar a S TI o fornecimento de novo dispositivo criptográfico ou Certificado Digital nos casos de inutilização, revogação ou expiração de validade do Certificado. CAPÍTULO III - Da gestão dos Certificados Digitais Art. 14. Compete à STI: I adotar providências relativas à gestão de uso de Certificados Digitais, compreendida a autorização da emissão, da renovação e da distribuição de Certificados Digitais, bem como a obrigação da revogação nos casos previstos no art.10; II adequar à infraestrutura tecnológica para uso dos Certificados Digitais; III elaborar e divulgar padrões de compatibilidade dos Certificados Digitais e dos respectivos suportes criptográficos utilizados na ANA; IV prover solução tecnológica para autorizar a troca de informações, por meio

4 eletrônico, entre a ANA e os órgãos ou entidades parceiras bem como com pessoas físicas e jurídicas, utilizando-se de Certificado Digital emitido por Autoridade Certificadora credenciada pela ICP-Brasil; e V manter o acervo de Certificados Digitais em permanente atualização, registrando a emissão, expiração, revogação e renovação de cada Certificado e respec tivos suportes criptográficos. CAPÍTULO IV - Disposições Finais Art. 15. Em caso de impossibilidade técnica, os documentos poderão ser produzidos em papel e assinados de próprio punho pela pessoa competente, devendo a versão assinada ser digitalizada e capturada no sistema. da ANA. Art. 16. Os casos omissos serão submetidos à consideração da Diretoria Colegiada Art. 17. Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. Art Revogam-se as Resolução ANA nº 1777, de 21 de novembro de 2014, publicada no BPS de 28 de novembro de 2014; e Resolução nº 683, de 22 de junho de 2015, publicada no BPS de 24 de junho de (assinado eletronicamente) VICENTE ANDREU

5 ANEXO I - GLOSSÁRIO SOBRE CERTIFICAÇÃO DIGITAL AC RAIZ: a AC Raiz da ICP-Brasil é a primeira autoridade da cadeia de certificação da ICP-Brasil. É executora das políticas de certificados e normas técnicas e operacionais, aprovadas pelo Comitê Gestor da ICP-Brasil. Compete à AC Raiz emitir, expedir, distribuir, revogar e gerenciar os certificados das ACs de nível imediatamente subsequente ao seu. A AC Raiz também está encarregada de emitir a lista de certificados revogados (LCR) e de fiscalizar e auditar as ACs, ARs e demais prestadores de serviço habilitados na ICP-Brasil. Além disso, verifica se as ACs estão atuando em conformidade com as diretrizes e normas técnicas estabelecidas pelo Comitê Gestor da ICP-Brasil. ASSINATURA DIGITAL: código anexado ou logicamente associado a uma mensagem eletrônica que permite de forma única e exclusiva a comprovação da autoria de um determinado conjunto de dados (um arquivo, um ou uma transação). AUTENTICIDADE: assegura a identificação do autor do documento eletrônico ou do autenticador do documento reproduzido em meio eletrônico, assinado digitalmente. AUTORIDADE CERTIFICADORA (AC ): entidade que emite regras de funcionamento para emissão de certificados digitais, registradas em documento denominado Declaração de Práticas de Certificação (DPC). A AC recebe solicitações de certificados, realiza sua validação e autenticação na presença do titular, emite os certificados solicitados, assinando-os com sua chave privada, mediante a atuação de uma autoridade de registro (AR) por ela credenciada. No transcurso do tempo, informa se os certificados estão revogados pela emissão atualizada da Lista de Certificados Revogados (LCR). Uma AC pode emitir diversos tipos de certificados, uns mais complexos e mais seguros que outros. Os certificados são emitidos mediante regras de emissão e manutenção, que definem o método de trabalho da AC e o grau de confiança de cada tipo de certificado e estão registradas em documento denominado Política de Certificado (PC). As ACs estão organizadas em Infraestrutura de Chaves Públicas (ICP). Uma AC pode emitir, expedir, distribuir, revogar e gerenciar os certificados das autoridades certificadoras subordinadas, de nível imediatamente subsequente ao seu, caso em que delega a essas a emissão de certificados a usuários finais. AUTORIDADE DE REGISTRO (AR) : entidade vinculada a uma autoridade certificadora credenciada, responsável pelo recebimento de solicitações de certificados e-cpf, e-cnpj, e-servidor ou e-aplicação, pela validação e autenticação presencial, pela emissão dos certificados solicitados e pela obtenção da assinatura presencial no Termo de Titularidade. CERTIFICAÇÃO DIGITAL : é a atividade de reconhecimento em meio eletrônico que se caracteriza pelo estabelecimento de uma relação única, exclusiva e intransferível entre uma chave de criptografia e uma pessoa física, jurídica, máquina ou aplicação. Esse reconhecimento é inserido em um Certificado Digital, por uma Autoridade Certificadora. CERTIFICADO DIGITAL DE EQUIPAMENTO SERVIDOR (e-servidor) OU DE APLICAÇÃO DE COMPUTADOR (e-aplicação): documentos eletrônicos de identificação de equipamento servidor ou de programa de aplicação de computador, emitidos por autoridade certificadora credenciada pela AC Raiz da ICP-Brasil e eventualmente subordinada à AC RFB. Esses certificados garantem a identificação do equipamento servidor emissor da assinatura do conteúdo de sítio da Internet, do conteúdo de programa de computador ou do conteúdo de registros de banco de dados, bem como garantem a integridade do conteúdo dos dados, nas três

6 situações ora especificadas, no tráfego em sistema informatizado ou em rede de comunicação. Desse modo, preservam a identidade, privacidade, integridade e autenticidade dos dados que trafegam entre o navegador do usuário e o servidor web da aplicação. CERTIFICADO DIGITAL DO TIPO A1 E A3 : os certificados digitais mais usados são os do tipo A1 e A3, que se diferem de acordo com a segurança que oferecem. O tipo A1 é armazenado no navegador, e portanto, na memória da estação de trabalho ou microcomputador ou notebook, podendo, com maior facilidade, ser controlado ou ter a chave privada copiada por programa malicioso, como um trojan ou similar. O tipo A3 é armazenado em um suporte criptográfico, token ou cartão, e não permite que a chave privada seja lida externamente, pois todas as operações criptográficas de assinatura digital ou de verificação de assinatura digital e de integridade do conteúdo do documento são realizadas dentro do processador que se encontra no token ou cartão. CERTIFICADOS DIGITAIS e-cpf E e-cnpj : documentos eletrônicos de identidade de pessoa física e de pessoa jurídica, respectivamente, emitidos por autoridade certificadora credenciada pela autoridade certificadora Raiz (AC Raiz) da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil) e subordinada à autoridade certificadora da Secretaria da Receita Federal do Brasil (AC RFB), que garantem a identificação do autor documento eletrônico ou do autenticador do documento reproduzido em meio eletrônico, bem como a integridade do conteúdo do documento, no tráfego em sistema informatizado ou em rede de comunicação. O certificado e-cpnj diferencia-se do e-cpf, por conter dados da pessoa jurídica em nome da qual será utilizado para assinatura de documentos eletrônicos, para autenticação de documentos reproduzidos em meio eletrônico e para operações eletrônicas. O certificado e-cnpj contém o número de inscrição da pessoa jurídica no CNPJ e o número de inscrição no CPF da pessoa física responsável pelo certificado. CHAVE PRIVADA : é usada para criar assinaturas digitais e para decifrar mensagens ou arquivos cifrados com a chave pública correspondente. Configura uma das chaves de um par de chaves criptográficas (a outra é uma chave pública) em um sistema de criptografia assimétrica. O arquivo digital da chave privada é protegido por senha forte, conhecida apenas pelo titular do certificado digital ou pessoa por ele responsável, que contém dois números primos muito grandes e um terceiro número base modular, os quais, uma vez processados em algoritmo público modular de sistema de criptografia assimétrica, corresponderão de forma biunívoca à chave pública com a qual forma o par de chaves criptográficas. CHAVE PÚBLICA : é usada para verificar a assinatura digital criada com a chave privada correspondente. Dependendo do algoritmo, a chave pública também é usada para cifrar mensagens ou arquivos que possam, então, ser decifrados com a chave privada correspondente. Configura uma das chaves de um par de chaves criptográficas (a outra é uma chave privada) em um sistema de criptografia assimétrica. O arquivo digital da chave pública não está protegido por senha (encontra-se disponível a quantos por ele se interessar), e contém o número decorrente da multiplicação em base modular dos dois números da chave privada, usando o número base modular que os acompanha; o resultado dessa operação, uma vez processado em algoritmo público modular de sistema de criptografia assimétrica, corresponderá de forma biunívoca à chave privada com a qual forma o par de chaves criptográficas. CONFIDENCIALIDADE : assegura apenas ao destinatário do documento o acesso ao seu conteúdo transmitido de forma criptografada. CRIPTOGRAFIA: ciência que estuda os princípios, meios e métodos para tornar inteligíveis as informações, através de um processo de cifragem, e para restaurar informações cifradas para sua

7 forma original, inteligível, através de um processo de decifragem. DOCUMENTO DIGITAL : informação registrada, codificada em dígitos binários, acessível e interpretável por meio de sistema computacional e assinado digitalmente pelo autor das informações nele contidas. INFRAESTRUTURA DE CHAVES PÚBLICAS (ICP) : estrutura de autoridades certificadoras que praticam a tecnologia de chaves públicas da criptografia assimétrica. Essa estrutura poderá se organizar em uma relação hierárquica, formada por uma AC Raiz única, à qual todas as demais ACs se subordinam, ou poderá se organizar em uma relação múltipla ou pública, formada por ACs independentes umas das outras. Nesse caso, mediante contrato ou convênio, as ACs se certificam umas com as outras, num processo de certificação cruzada, sem relação obrigatória de subordinação, podendo uma ou mais ACs serem eleitas como a AC-ponte das ACs interessadas. INFRAESTRUTURA DE CHAVES PÚBLICAS BRASILEIRA (ICP-BRASIL) : estrutura hierárquica composta de uma AC Raiz, subordinada à Presidência da República, à qual estão subordinadas as ACs no uso de tecnologia de chaves públicas. A ICP-Brasil foi criada pela Medida Provisória nº , de 24 de agosto de 2001, mantida em vigor pelo art. 2 da Emenda Constitucional n 32, de 11 de setembro de Seu objetivo é garantir a autenticidade, integridade e validade jurídica de documentos eletrônicos ou de documentos reproduzidos em meio eletrônico, das aplicações de suporte e das aplicações habilitadas que utilizem certificados, composta por uma autoridade gestora de políticas, o Comitê Gestor da ICP-Brasil, e pela cadeia de ACs formada pela AC Raiz, pelas ACs e pelas autoridades de registro (ARs). INTEGRIDADE: garante que a assinatura digital não mais corresponderá ao documento, quando realizada qualquer alteração no conteúdo desse documento. IRRETRATABILIDADE : impossibilita o usuário de negar a autenticidade do documento após ter sido assinado digitalmente. SUPORTE CRIPTOGRÁFICO: dispositivo portátil especializado composto de processador eletrônico criptográfico assimétrico que contém o certificado digital e é inserido no computador para efetivar a assinatura digital. TOKEN: dispositivo para armazenamento do Certificado Digital de forma segura, tenso sua conexão com o computador via USB. USUÁRIO: pessoa física ou natural, pessoa jurídica ou órgão público, titular de certificado digital emitido por autoridade certificadora credenciada pela ICP-Brasil, podendo figurar como autor, quando elaborar um documento eletrônico e o assinar digitalmente, ou como autenticador, quando conferir veracidade a documento reproduzido em meio eletrônico, assinando-o digitalmente.

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