Leucemias Crônicas HEMATOLOGIA II 5/6/2010. Curso de Farmácia Prof. Christian LEUCEMIAS CRÔNICAS AGUDAS LINFÓIDES MIELÓIDES MIELÓIDES LINFÓIDES LLC

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1 HEMATOLOGIA II Curso de Farmácia Prof. Christian Leucemias Crônicas LEUCEMIAS AGUDAS CRÔNICAS MIELÓIDES LINFÓIDES MIELÓIDES LINFÓIDES LMA LLA LMC LLC M0 A M7 L1, L2, L3 1

2 LEUCEMIA LINFOCÍTICA CRÔNICA (LLC) LEUCEMIA LINFOCÍTICA CRÔNICA (LLC) Caracterizada pela proliferação e acúmulo de linfócitos de aparência madura no S.P., M.O., linfonodos, baço e fígado; Perda do sinal de apoptose (linfócito B); Adultos > 50 anos; Alguns casos desenvolvem doenças autoimunes 2

3 FISIOPATOLOGIA DA LLC Alterações dos cromossomos 11, 12 e 13 ocorrem em 82% casos; Trissomia 12 Mau prognóstico; Gene p53 cromossomo 17 induz apoptose Célula transformada produz fatores de crescimento que estimulam os linfócitos a dividir e previne a APOPTOSE Ocorre imuno e mielosupressão DADOS LABORATORIAIS NA LLC ANN (Anemia Hemolítica Autoimune); Coombs direto +, policromatofilia, esferócitos; Contagem de leucócitos em S.P. ; Linfocitose absoluta; Pró-linfócitos < 10%; Apresentam linfócitos rompidos - massas nucleares (linfócitos B); 3

4 LEUCEMIA LINFOCÍTICA CRÔNICA FONTE: HOFFBRAND, A.V. ; PETTIT, J.E.Hematologia Clínica 3. ed. Editora Manole, 2001 DADOS LABORATORIAIS NA LLC Plaquetas N ou ; Medula óssea com mais de 30% de linfócitos entre as células nucleadas; Linfócitos com predomínio de marcadores de células B (imunofenotipagem); 4

5 TRATAMENTO NA LLC Radioterapia: linfonodos e baço Quimioterapia para indução de apoptose (fludarabine) Agentes Alquilantes Anticorpos monoclonais TMO LLC x REAÇÃO LEUCEMÓIDE LINFÓIDE Linfocitose pós esplenectomia; Linfocitose associada ao tabagismo; Infecções virais: coqueluche, EBV (linfócitos atípicos); Faixa etária e aspectos clínicos ; Mielograma e imunofenotipagem 5

6 LEUCEMIA PRÓ-LINFOCÍTICA CRÔNICA FONTE: HOFFBRAND, A.V. ; PETTIT, J.E.Hematologia Clínica 3. ed. Editora Manole, 2001 DIAGNÓSTICO LABORATORIAL DAS LLC HEMOGRAMA MIELOGRAMA REAÇÕES CITOQUÍMICAS 6

7 HAIRY CELL - TRICOLEUCEMIA Adultos, pancitopenia (75%), 25% têm mais de 50% de células cabeludas no S.P. e M.O. Origem de linfócito B; Células grandes, citoplasma abundante; Núcleo excêntrico, redondo, oval ou reniforme, nucléolo raro; Longas ou pequenas e delicadas franjas; 7

8 LEUCEMIA MIELÓIDE CRÔNICA (LMC) DESORDENS MIELOPROLIFERATIVAS CRÔNICAS 8

9 LEUCEMIA MIELÓIDE CRÔNICA (LMC) Distúrbio mieloproliferativo caracterizado pelo aumento da proliferação de elementos mielóides em todos os estágios de maturação na M.O. e no S.P. Doença mieloproliferativa clonal (stem cell pluripotencial) As células proliferam e diferenciam; Epidemiologia: Adultos jovens e de meia idade FISIOPATOLOGIA DA LMC Presença de translocação entre o cromossomo 9 e 22 t(9q;22q) (q34; q11) na stem cell mielóide; Produto da translocação é principalmente uma proteína quimérica (p210), com atividade tirosina quinase, gerada de um híbrido gênico (BCR-ABL); BCR (Break Point Cluster); ABL (protooncogene Abelson); Presença de cromossomo Philadelphia (Ph) em 90% das células hematopoiéticas. 9

10 CROMOSSOMO PHILADELPHIA A translocação leva a diferentes genes híbridos: p 210 (210 kda) p 190 (190 kda) p 230 (190 kda) FISIOPATOLOGIA DA LMC FONTE: HOFFBRAND, A.V. ; PETTIT, J.E.Hematologia Clínica 3. ed. Editora Manole,

11 CARACTERÍSTICAS DA LMC - Natureza insidiosa; - Sinais clínicos: fraqueza, suores, perda de peso, febre inespecífica, sangramentos, anemia; - Proliferação extramedular: baço e fígado; - Evolução: fase crônica, acelerada e crise blástica Ph1 Crônica Acelerada Blástica 5 anos 1 ano 3 meses DADOS LABORATORIAIS NA LMC FASE CRÔNICA - Anemia (ANN ou AM); - Leucocitose moderada a intensa; - Presença de TODAS as fases de maturação granulocítica (mielócitos, metamielócitos, bastonetes e neutrófilos maduros); - Blastos e prómielócitos < 20%; - Presença moderada de monócitos, basófilos e eosinófilos em numero aumentado; - Plaquetas N ou ; - FAL ; - M.O. = sangue periférico - Ph + / detecção do gene BCR/ABL 11

12 DADOS LABORATORIAIS NA LMC FONTE: HOFFBRAND, A.V. ; PETTIT, J.E.Hematologia Clínica 3. ed. Editora Manole, 2001 DADOS LABORATORIAIS NA LMC FASE ACELERADA - Anemia e leucocitose persistente; - blastos e prómielócitos (>20%); - Basófilos; - Blastos de origem mielóide e linfóide; - Pseudo Pelger Huet; - Plaquetas podem começar diminuir - Refratária a tratamento 12

13 DADOS LABORATORIAIS NA LMC CRISE BLÁSTICA - Blastos e promielócitos (> 30%) em S.P. e M.O.; - basófilos; - Plaquetas ; - FAL aumentada, normal ou diminuída; - Anormalidades cromossômicas secundárias, além da t (9:22); - Refratária a tratamento. The myeloid-to-erythroid (M:E) ratio is 10:1 and can be as high as 25:1. A normal M:E ratio is 3:1. 13

14 DIAGNÓSTICO LABORATORIAL NA LMC HEMOGRAMA / MIELOGRAMA CITOQUÍMICA - FAL dos neutrófilos ou fracamente +; CITOGENÉTICA - Ph + em todas as linhagens (exceto linfóide); - Crise blástica - outras alterações cromossômicas (p53), trissomia do C8; BIOLOGIA MOLECULAR -Detecção do gene híbrido BCR/ABL LMC x REAÇÃO LEUCEMÓIDE Leucócitos LMC Blastos/promielo., formas maduras de neutrófilos, basófilos e eosinófilos Reação leucemóide Blastos e promielo. raros. Corp. Döhle, granulação tóxica e vacúolos Plaquetas N Eritrograma ANN ou AM, eritroblastos Eritroblastos não presentes FAL Cariótipo Cromossomo Ph N 14

15 TRATAMENTO NA LMC Objetivo: remissão hematológica CBC Normal Ausência de Organomegalia Cromossoma Ph - Mielosupressão: hidroxiureia, interferon-alfa, or busulfan Leucaférese Inibidor de Tirosina quinase (Mesilato de Imatinibe - Gleevec) TMO 15

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