Âmbito de Aplicação... 3 Promotores... 3 Enquadramento Territorial... 3

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1 Linha de Apoio I Território, Destinos e Produtos Ficha Informativa - Junho 2007

2 Índice Âmbito de Aplicação... 3 Promotores... 3 Enquadramento Territorial... 3 Desenvolvimento de Pólos Turísticos... 3 Desenvolvimento ou consolidação dos Produtos Turísticos Estratégicos... 3 Requalificação de Destinos Turísticos... 4 Condições de Elegibilidade dos Projectos... 4 Condições de Elegibilidade dos Promotores... 4 Despesas Elegíveis... 4 Critérios de Selecção... 5 Natureza e Cumulação do Incentivo... 6 Intensidade do Apoio... 6 Desenvolvimento de Pólos Turísticos... 6 Desenvolvimento e consolidação de Produtos Turísticos Estratégicos... 6 Requalificação de Destinos Turísticos... 7 Limites do Incentivo... 7 Candidaturas... 8 Disposição Transitória... 8 ANEXO ANEXO ANEXO ANEXO

3 Âmbito de Aplicação Ao abrigo do PIT - Programa de Intervenção do Turismo, são enquadráveis os projectos que contribuam, conjunta ou alternativamente, para: - o desenvolvimento de pólos turísticos; - o desenvolvimento ou consolidação dos produtos turísticos estratégicos; - a requalificação de destinos turísticos. Promotores Os promotores dos projectos com enquadramento na presente linha de apoio são as entidades públicas que desenvolvam os projectos. Podem, ainda, ser promotores quaisquer outras entidades jurídicas que se proponham a realizar projectos elegíveis, desde que uma, ou mais, das entidades públicas a que se refere o número anterior exerça uma influência dominante na sua gestão. Desde que não possam aceder aos sistemas de incentivos aplicáveis ao investimento privado, podem igualmente ser promotores as pessoas colectivas sem fins lucrativos que tenham posse de património cultural edificado e as pessoas colectivas de utilidade pública. Enquadramento Territorial Desenvolvimento de Pólos Turísticos Nos municípios integrados em pólos turísticos (ver anexo 2) são financiados os projectos que concretizem os produtos turísticos estratégicos identificados no PENT especificamente para cada pólo turístico ou outros produtos turísticos identificados no PENT para as regiões onde se localizam os pólos turísticos. São, igualmente, financiados os projectos que não correspondendo especificamente a produtos turísticos estratégicos, demonstrem contribuir para a adequada estruturação dos pólos turísticos correspondentes. Desenvolvimento ou consolidação dos Produtos Turísticos Estratégicos Nos municípios não integrados em pólos turísticos são financiados os projectos que concretizem os produtos turísticos estratégicos definidos no PENT para as regiões onde os municípios se localizam. 3

4 Requalificação de Destinos Turísticos São financiados os projectos que se traduzam em intervenções integradas de requalificação patrimonial, urbanística, paisagística e ambiental, nos destinos turísticos a requalificar - município de Lisboa, Costa do Estoril, Ilha da Madeira e Algarve. Condições de Elegibilidade dos Projectos Estar devidamente habilitados para o exercício da actividade promovida à data da celebração do contrato de concessão do incentivo, quando aplicável. Possuir as respectivas situações devedoras e contributivas regularizadas para com a administração fiscal, a segurança social e o Turismo de Portugal, I.P. Condições de Elegibilidade dos Promotores - Se aplicável, encontrarem-se aprovados pelas entidades para tanto competentes - Estarem instruídos com uma declaração, subscrita pelo promotor, atestando que os projectos se encontram em condições de ser executados nos termos propostos no formulário de candidatura - Serem financiados com um mínimo de 10% de capitais próprios; - Envolverem um investimento total mínimo de ,00; - Serem materialmente executados no prazo de dois anos, prorrogável por mais um nos termos definidos nos contratos a celebrar (*) - Não estar iniciada a respectiva execução à data da apresentação das candidaturas Despesas Elegíveis Para efeitos de determinação do incentivo financeiro a conceder, são consideradas elegíveis as seguintes despesas: - Estudos, projectos e assistência técnica necessária para a preparação da candidatura e para a execução dos projectos, bem como a fiscalização externa, desde que realizadas há menos de um ano e com um montante máximo, em cada projecto, de 10% do total das despesas elegíveis - Obras e equipamentos directamente relacionados com a finalidade turística do projecto - Aquisição de suportes informativos e execução de acções de divulgação da realização do projecto - Certificações ambientais, de qualidade ou, nos termos em venham a ser regulamentados, de destinos - Adaptação de equipamentos ou infra-estruturas de redução da emissão de agentes poluentes (*) Esta condição é verificada pela data do auto de consignação, ou, quando este documento não seja legalmente exigível, pela data da primeira factura. 4

5 - Adaptação de equipamentos ou infra-estruturas para obtenção ou utilização racional de água e energias, incluindo a utilização de energias renováveis - A título excepcional e desde que essencial à requalificação de uma zona turística de interesse, aquisição de terrenos e edifícios, até ao limite de 25% do custo total do investimento - Hardware, software, organização de informação e conteúdos necessários para a concepção e implementação de plataformas tecnológicas inovadoras directamente associadas à sistematização de informação turística relevante para a fruição de recursos - Intervenção dos revisores oficiais de contas O montante máximo elegível das despesas relativas a acessibilidades e equipamentos colectivos não pode exceder, em cada projecto, 50% do valor total das despesas elegíveis deste. O cálculo das despesas elegíveis é efectuado a preços correntes, deduzido do IVA sempre que o promotor não esteja isento deste imposto e possa exercer o direito à sua dedução. Critérios de Selecção Os projectos são apreciados e seleccionados de acordo com os seguintes critérios: Grau de relevância Turística Grau de diferenciação do projecto - os investimentos a realizar devem destinar-se predominantemente à utilização por visitantes e turistas - contribuir efectivamente para a satisfação das expectativas decorrentes da visita - concorrer para qualificação e organização de recursos com interesse turístico - incrementar a atractividade do produto e do destino - a concepção, construção e ou gestão dos investimentos a realizar são valorizadas através da qualidade e inovação das soluções apresentadas, da performance ambiental e da dinamização sócio-económica gerada Os projectos de investimentos são classificados em três níveis, de 1 a 3, de acordo com o resultado da ponderação conjunta dos critérios referidos. Não são seleccionados os projectos que não obtenham a classificação mínima de 1. 5

6 Natureza e Cumulação do Incentivo Natureza: Não reembolsável Os incentivos a conceder não são cumuláveis com os apoios concedidos ao abrigo do Programa de Intervenções para a Qualificação do Turismo (PIQTUR) e dos Programas Integrados Turísticos Estruturante e de Base Regional (PITER). Intensidade do Apoio Desenvolvimento de Pólos Turísticos Níveis de classificação de acordo com os resultados obtidos na avaliação Projectos que: Nível 1 Nível 2 Nível 3 concretizem produtos turísticos estratégicos identificados no PENT especificamente para cada pólo turístico concretizem outros produtos turísticos identificados no PENT para as regiões onde se localizam os pólos turísticos não correspondendo a produtos turísticos estratégicos, demonstrem contribuir para a estruturação dos pólos correspondentes 35% 45% 60% 25% 35% 50% 15% 25% 40% Desenvolvimento e consolidação de Produtos Turísticos Estratégicos Níveis de classificação de acordo com os resultados obtidos na avaliação % de incentivo a conceder Nível 1 15% Nível 2 25% Nível 3 40% 6

7 Requalificação de Destinos Turísticos Níveis de classificação de acordo com os resultados obtidos na avaliação Requalificação dos destinos: Nível 1 Nível 2 Nível 3 Algarve 20% 30% 45% Município de Lisboa, Costa do Estoril e Ilha da Madeira 10% 20% 35% Majoração de 5% se os projectos apresentarem uma das despesas enumeradas abaixo, desde que essas despesas, consoante o caso, contribuam de forma significativa para a valorização do projecto em termos ambientais ou de inovação tecnológica e não decorram do cumprimento de obrigações de natureza legal. 1. Certidões ambientais, de qualidade ou, nos termos que venham a ser regulamentados, de destinos 2. Adaptação de equipamentos ou infra-estruturas de redução da emissão de agentes poluentes 3. Adaptação de equipamentos ou infra-estruturas para obtenção ou utilização racional de água e energias, incluindo a utilização de energias renováveis 4. Hardware, software, organização de informação e conteúdos necessários para a concepção e implementação de plataformas tecnológicas inovadoras directamente associadas à sistematização de informação turística relevante para a fruição de recursos O montante dos incentivos a conceder tem por limite necessário, quando aplicável, o cumprimento das regras relativas aos meios próprios dos promotores constantes dos regimes jurídicos de outros incentivos de que beneficiem. Limites do Incentivo Os incentivos a conceder não podem ultrapassar o limite de ,00, salvo se, em razão de prioridades da política sectorial e atendendo a circunstâncias concretas, o membro do Governo com tutela sobre o turismo pode, a título excepcional, definir taxas mais elevadas de intensidade do incentivo. 7

8 Candidaturas As candidaturas são apresentadas a todo o tempo, devendo ser enviadas pela Internet através do preenchimento de um formulário electrónico, disponível em Portal do Turismo de Portugal, ip. Sempre que os projectos sejam da responsabilidade de diversos promotores, as candidaturas são apresentadas por apenas um daqueles, que actua em representação dos demais. O promotor deve possuir nas suas instalações um dossier, devidamente organizado e actualizado, com todos os elementos susceptíveis de comprovar as condições de elegibilidade. O Turismo de Portugal, I.P. valida as candidaturas e aprecia-as no prazo máximo de 20 dias úteis contados da data da respectiva recepção. Sempre que necessário para a apreciação das candidaturas, o Turismo de Portugal, I.P. pode solicitar aos promotores esclarecimentos complementares, a prestar no prazo que, para o efeito, for definido, e durante o qual se suspende o prazo de análise referido no ponto anterior, decorrido o qual a ausência de resposta significa a desistência da candidatura. Disposição Transitória No ano de 2007, podem ser objecto de candidatura projectos cuja execução se tenha iniciado após 1 de Janeiro e que, à data da apresentação das candidaturas, estejam realizados em menos de 25%. 8

9 ANEXO 1 Lista Indicativa de Projectos Elegíveis 9

10 SOL E MAR Criação ou requalificação de frentes de mar com vista à valorização turística dessas frentes, desde que configurem intervenções integradas de qualificação urbanística e paisagística Requalificação de praias e suas envolventes directas, incluindo intervenções que visem a obtenção de Bandeira Azul, a implementação de um sistema de gestão ou certificação ambiental ou ainda, a qualificação de praia acessível Requalificação do espaço público em zonas balneares de interesse turístico, desde que essa requalificação valorize turisticamente o espaço público e configure uma intervenção integrada de qualificação urbanística e paisagística Criação ou requalificação de equipamentos culturais e de lazer em zonas balneares de interesse turístico, que contribuam para a dinamização da procura e, no caso de projectos de criação, que demonstrem grande potencial de procura turística associados ao produto Sol e Mar TOURING CULTURAL E PAISAGÍSTICO Requalificação de imóveis classificados como monumentos nacionais, imóveis de interesse público ou imóveis de interesse municipal, ou em vias de o serem, bem como as respectivas envolventes, desde que essa requalificação, para além valorizar turisticamente os imóveis, contribua para a dinamização da procura turística associada ao produto Touring Cultural e Paisagístico Criação ou requalificação de equipamentos culturais e de lazer, bem como as respectivas envolventes, que se situem em zonas turísticas de interesse e associados ao produto Touring Cultural e Paisagístico, desde que essa intervenção valorize turisticamente os próprios equipamentos, contribua para a dinamização da procura e, no caso de projectos de criação, que demonstrem grande potencial de procura turística Requalificação do espaço público localizado em centros históricos ou zonas turísticas de interesse associados ao produto Touring Cultural e Paisagístico, desde que essa requalificação se destine a valorizar turisticamente o espaço público e configure uma intervenção integrada de qualificação urbanística e paisagística associados ao produto Touring Cultural e Paisagístico CITY BREAK Requalificação de imóveis classificados como monumentos nacionais, imóveis de interesse público ou imóveis de interesse municipal, ou em vias de o serem, bem como as respectivas envolventes, desde que essa requalificação, para além valorizar turisticamente os imóveis, contribua para a dinamização da procura turística Criação ou Requalificação de equipamentos culturais e de lazer, bem como as respectivas envolventes, desde que essa intervenção, para além de valorizar turisticamente os próprios equipamentos, contribua para a dinamização da procura e, no caso de projectos de criação, que demonstrem grande potencial de procura turística 10

11 Requalificação do espaço público localizado em centros históricos ou zonas turísticas de interesse, com vista à valorização turística do próprio espaço público, desde que configure uma intervenção integrada de qualificação urbanística e paisagística associados ao produto City Break TURISMO DE NEGÓCIOS associados ao produto Turismo de Negócios TURISMO DE NATUREZA Criação ou requalificação de recursos, equipamentos e estruturas de apoio, desde que essa intervenção, para além da valorização turística da área natural em que se inserem, contribua para a dinamização da procura e, no caso de projectos de criação, que demonstrem grande potencial de procura turística, em função da capacidade de carga de cada área natural classificada associados ao produto Turismo na Natureza TURISMO NÁUTICO Criação ou requalificação de infraestruturas náuticas ligadas às condições de navegabilidade e atracagem e directamente associados a um projecto privado de criação ou requalificação de marinas ou portos de recreio Criação ou requalificação de estruturas e equipamentos de acolhimento de cruzeiros, desde que destinados à prestação de serviços de recepção, informação e venda de produtos nacionais aos turistas associados ao produto Turismo Náutico SAÚDE E BEM ESTAR Requalificação paisagística da envolvente, natural ou edificada, de centros de bem estar e balneários termais que, para além de valorizar turisticamente a própria envolvente, se encontre directamente associada a um projecto privado de criação ou requalificação daquelas modalidades de estabelecimentos associados ao produto Saúde e Bem Estar GOLFE associados ao produto Golfe 11

12 RESORTS INTEGRADOS/TURISMO RESIDENCIAL associados ao produto Resorts Integrados/Turismo Residencial GASTRONOMIA E VINHOS Criação ou requalificação de equipamentos e estruturas de apoio que contribuam para a dinamização da Gastronomia e/ou Vinhos regionais ao nível da organização do produto, da promoção, da comercialização e da animação associados ao produto Gastronomia e Vinhos 12

13 ANEXO 2 Municípios Integrados em Pólos de Desenvolvimento Turístico 13

14 PÓLOS NUTS/MUNICÍPIOS DOURO NUT III Douro Alijó, Armamar, Vila Real, Carrazeda de Ansiães, Freixo de Espada à Cinta, Lamego, Mesão Frio, Moimenta da Beira, Penedono, Peso da Régua, Sabrosa, Santa Marta de Penaguião, S. João da Pesqueira, Sernancelhe, Tabuaço, Tarouca, Vila Nova de Foz Côa, Torre de Moncorvo e Vila Flor Envolvente do Pólo Baião e Resende NUT III Serra da Estrela Fornos de Algodres, Gouveia e Seia SERRA DA ESTRELA NUT III Beira Interior Norte Almeida, Celorico da Beira, Figueira de Castelo Rodrigo, Guarda, Manteigas, Meda, Pinhel, Sabugal e Trancoso NUT III Cova da Beira Belmonte, Covilhã e Fundão Envolvente do Pólo Penamacor LITORAL ALENTEJANO ALQUEVA OESTE PORTO SANTO AÇORES NUT III Alentejo Litoral Alcácer do Sal, Grândola, Santiago do Cacém, Odemira e Sines Envolvente do Pólo Aljezur e Vila do Bispo PROZEA (Plano Regional de Ordenamento da Zona Envolvente à Albufeira de Alqueva) Alandroal, Reguengos de Monsaraz, Portel, Mourão, Moura e Barrancos NUT III Oeste Alcobaça, Alenquer, Arruda dos Vinhos, Bombarral, Cadaval, Caldas da Rainha, Lourinhã, Nazaré, Óbidos, Peniche, Sobral de Monte Agraço e Torres Vedras Porto Santo Todos os municípios da Região Autónoma dos Açores 14

15 ANEXO 3 Outras Localizações Abrangidas 15

16 OUTRAS LOCALIZAÇÕES ABRANGIDAS ILHA DA MADEIRA NUT II Norte NUT II Centro MUNICIPIOS Calheta; Câmara de Lobos; Funchal; Machico; Ponta do Sol; Porto Moniz; Ribeira Brava; Santa Cruz; Santana; São Vicente Minho-Lima: Arcos de Valdevez, Caminha, Melgaço, Monção, Paredes de Coura, Ponte da Barca, Ponte de Lima, Valença, Viana do Castelo e Vila Nova de Cerveira. Cávado: Amares, Barcelos, Braga, Esposende, Terras de Bouro e Vila Verde. Ave: Fafe, Guimarães, Póvoa de Lanhoso, Santo Tirso, Trofa, Vieira do Minho, Vila Nova de Famalicão e Vizela. Grande Porto: Espinho, Gondomar, Maia, Matosinhos, Porto, Póvoa de Varzim, Valongo, Vila do Conde e Vila Nova de Gaia. Tâmega: Castelo de Paiva, Cabeceiras de Basto, Celorico de Basto, Amarante, Baião, Felgueiras, Lousada, Marco de Canaveses, Paços de Ferreira, Paredes, Penafiel, Mondim de Basto, Ribeira de Pena, Cinfães e Resende. Entre Douro e Vouga: Arouca, Feira, Oliveira de Azeméis, São João da Madeira e Vale de Cambra. Douro: Carrazeda de Ansiães, Freixo de Espada à Cinta, Torre de Moncorvo, Vila Flor, Vila Nova de Foz Côa, Alijó, Mesão Frio, Peso da Régua, Sabrosa, Santa Marta de Penaguião, Vila Real, Armamar, Lamego, Moimenta da Beira, Penedono, São João da Pesqueira, Sernancelhe, Tabuaço e Tarouca. Alto Trás-os-Montes: Alfândega da Fé, Bragança, Macedo de Cavaleiros, Miranda do Douro, Mirandela, Mogadouro, Vimioso, Vinhais, Boticas, Chaves, Montalegre, Murça, Valpaços e Vila Pouca de Aguiar. Baixo Vouga: Águeda, Albergaria-a-Velha, Anadia, Aveiro, Estarreja, Ílhavo, Mealhada, Murtosa, Oliveira do Bairro, Ovar, Sever do Vouga e Vagos. Baixo Mondego: Cantanhede, Coimbra, Condeixa-a-Nova, Figueira da Foz, Mira, Montemor-o-Velho, Penacova e Soure. Pinhal Litora: Batalha, Leiria, Marinha Grande, Pombal e Porto de Mós. Pinhal Interior Norte: Arganil, Góis, Lousã, Miranda do Corvo, Oliveira do Hospital, Pampilhosa da Serra, Penela, Tábua, Vila Nova de Poiares, Alvaiázere, Ansião, Castanheira de Pêra, Figueiró dos Vinhos e Pedrógão Grande. Pinhal Interior Sul: Oleiros, Proença-a-Nova, Sertã, Vila de Rei e Mação. Dão-Lafões: Aguiar da Beira, Carregal do Sal, Castro Daire, Mangualde, Mortágua, Nelas, Oliveira de Frades, Penalva do Castelo, Santa Comba Dão, São Pedro do Sul, Sátão, Tondela, Vila Nova de Paiva, Viseu e Vouzela. 16

17 OUTRAS LOCALIZAÇÕES ABRANGIDAS NUT II Centro (.../cont.) NUT II Lisboa NUT II Alentejo NUT II Algarve NUT III - Alentejo Litoral NUT III - Oeste Rede Nacional de Áreas Classificadas MUNICIPIOS Serra da Estrela: Fornos de Algodres, Gouveia e Seia. Beira Interior Norte: Almeida, Celorico da Beira, Figueira de Castelo Rodrigo, Guarda, Manteigas, Meda, Pinhel, Sabugal e Trancoso. Beira Interior Sul: Castelo Branco, Idanha-a-Nova, Penamacor e Vila Velha de Ródão. Cova da Beira: Belmonte, Covilhã e Fundão. Oeste: Alcobaça, Bombarral, Caldas da Rainha, Nazaré, Óbidos, Peniche, Alenquer, Arruda dos Vinhos, Cadaval, Lourinhã, Sobral de Monte Agraço e Torres Vedras. Médio Tejo: Abrantes, Alcanena, Constância, Entroncamento, Ferreira do Zêzere, Sardoal, Tomar, Torres Novas, Vila Nova da Barquinha e Vila Nova de Ourém. Grande Lisboa: Amadora, Cascais, Lisboa, Loures, Odivelas, Oeiras, Sintra, Vila Franca de Xira e Mafra. Península de Setúbal: Alcochete, Almada, Barreiro, Moita, Montijo, Palmela, Seixal, Sesimbra e Setúbal. Lezíria do Tejo: Almeirim, Alpiarça, Azambuja, Benavente, Cartaxo, Chamusca, Coruche, Golegã, Rio Maior, Salvaterra de Magos e Santarém. Alentejo Litoral: Alcácer do Sal, Grândola, Odemira, Santiago do Cacém e Sines. Alto Alentejo: Alter do Chão, Arronches, Avis, Campo Maior, Castelo de Vide, Crato, Elvas, Fronteira, Gavião, Marvão, Monforte, Mora, Nisa, Ponte de Sor e Portalegre. Alentejo Central: Alandroal, Arraiolos, Borba, Estremoz, Évora, Montemoro-Novo, Mourão, Portel, Redondo, Reguengos de Monsaraz, Vendas Novas, Viana do Alentejo, Vila Viçosa e Sousel. Baixo Alentejo: Aljustrel, Almodôvar, Alvito, Barrancos, Beja, Castro Verde, Cuba, Ferreira do Alentejo, Mértola, Moura, Ourique, Serpa e Vidigueira. Algarve: Albufeira, Alcoutim, Aljezur, Castro Marim, Faro, Lagoa, Lagos, Loulé, Monchique, Olhão, Portimão, São Brás de Alportel, Silves, Tavira, Vila do Bispo e Vila Real de Santo António. Alcácer do Sal; Grândola; Odemira; Santiago do Cacém; Sines Alcobaça; Alenquer; Arruda dos Vinhos; Bombarral; Cadaval; Caldas da Rainha; Lourinhã; Nazaré; Óbidos; Peniche; Sobral de Monte Agraço; Torres Vedras Rede Nacional de Áreas Protegidas e Rede Natura 2000 (com exclusão das localizadas na região do Algarve e do Alentejo) 17

18 ANEXO 4 Produtos Turísticos por Pólos e Regiões 18

19 Produtos Turísticos Estratégicos Douro NUT III: - Douro Serra da Estrela Sol e mar City break Touring cultural e paisagístico Gastron. e vinhos Turismo de natureza Saúde e bem estar Turismo náutico Turismo de negócios Golfe Resorts integrados Turismo residencial Pólos Turísticos Regiões - NUT II NUTS III: -S. Estrela -Beira Int. Norte -Cova da Beira Oeste NUT III: -Oeste Litoral Alentejano NUT III: -Alentejo Litoral Alqueva -PROZEA Porto Santo R.A. Açores - todos Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Madeira nos municípios de Lisboa e Porto Áreas naturais classificadas Plano Regional de Ordenamento da Zona Envolvente à Albufeira de Alqueva Três pólos abrangem áreas envolventes, designadamente: Douro (Baião e Resende), Serra da Estrela (Penamacor) e Litoral Alentejano (Aljezur e Vila do Bispo) 19

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