HIPOSPÁDIAS. Herick Bacelar Antonio Macedo Jr INTRODUÇÃO

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "HIPOSPÁDIAS. Herick Bacelar Antonio Macedo Jr INTRODUÇÃO"

Transcrição

1 HIPOSPÁDIAS Herick Bacelar Antonio Macedo Jr INTRODUÇÃO Hipospádia resulta de um desenvolvimento anormal do pênis que é definido como um meato uretral ectópico proximal a sua posição normal na glande, localizado em posição ventral em qualquer lugar ao longo do pênis, escroto ou períneo. Um espectro de anormalidades incluindo curvatura ventral do pênis (chordee), capucho dorsal do prepúcio e um corpo esponjoso incompleto, está comumente associado à hipospádia. Esta patologia é a segunda má formação mais freqüente em recém natos depois do criptorquidismo, com incidência variando conforme a localização geográfica de 1:1000 até 1:100 nascimentos. CLASSIFICAÇÃO Conforme a localização do meato uretral, as hipospádias podem ser classificadas em distais, médio penianas ou proximais (Tabela 1). Lembramos que somente depois da correção da curvatura peniana, é que se tem a real localização do meato uretral. Classificação Localização do Meato Incidência Distal Glandar 50 a 70% Coronal Subcoronal Médio Peniana Pênis distal 20 a 30% Pênis medial Pênis proximal Proximal (ou complexa) Penoescrotal Escrotal Perineal 10 a 20% Tabela 1 - Classificação das hipospádias ANOMALIAS ASSOCIADAS O testículo criptorquídico e a hérnia inguinal estão associados com as hipospádias em aproximadamente 9% dos casos distais até cerca de 30% nos casos de hipospádias penoescrotais ou mais graves. Nestes tipos de hipospádias, também é maior a ocorrência de utrículos, cistos prostáticos e remanescentes müllerianos. Anomalias do trato urinário são incomuns em pacientes com hipospádias isoladas, entretanto, pacientes com outras anormalidades em órgãos e sistemas diferentes associados à hipospádias devem ter uma investigação ultrassonográfica do trato urinário, inicialmente buscando por estenose da junção ureteropiélica, refluxo vesicoureteral grave, agenesia renal, tumor de Wilms, rim pélvico, ectopia renal cruzada e rim em ferradura. 1

2 TRATAMENTO O único tratamento para a correção das hipospádias é a cirurgia. O objetivo do tratamento cirúrgico é tanto estético quanto funcional e deve buscar reconstruir um pênis com um meato uretral reposicionado na glande de forma a permitir o intercurso sexual e ejaculação apropriada bem como um jato urinário adequado e dirigido para frente. Vários aspectos estão envolvidos na tomada de decisão sobre a técnica a ser utilizada no reparo das hipospádias desde o aspecto cultural e vontade dos pais, passando pela localização e complexidade da hipospádia, até a familiarização do cirurgião com as várias técnicas. Não há, portanto, uma técnica única e cada caso deve ser individualizado, a fim de se obter o melhor resultado. Algumas considerações devem ser feitas para o sucesso do tratamento das hipospádias: Atualmente a idade ideal para a cirurgia é em torno dos 6 meses de vida, pois diminui o trauma psicológico para criança, provém uma melhor recuperação e uma melhor cicatrização dos tecidos. Podemos nos deparar com pênis muito pequenos ou uma glande hipotrófica, nestes casos pode ser usado testosterona tópica ou injetável da seguinte forma: Testosterona creme a 2 ou 1%, diariamente, na genitália, por 4 a 6 semanas. Testosterona 25 mg IM, 6 e 3 semanas antes da cirurgia, ou dose única, 30 dias antes do procedimento; Gonadotrofina coriônica, em doses de 250 UI, em meninos com menos de 01 ano, e 500 UI, em meninos entre 1 e 5 anos, aplicados 2 vezes por semana, por 5 semanas. É essencial o uso de fios de sutura (PDS ou Vicryl 6.0 / 7.0) e materiais cirúrgicos adequados e delicados. Se um segundo tempo cirúrgico for necessário, seja pela técnica escolhida, seja por complicações, deve-se esperar a cicatrização dos tecidos que ocorre em cerca de 6 meses. Uma hipospádia glandular ou distal pode ter o esponjoso e a pele uretral de baixa qualidade, e a reconstrução requerer seccionar a uretra saudável, transformando a hipospádia de distal para proximal. A configuração da glande é também um fator importante na cirurgia da hipospádia. Um sulco glandar profundo e largo é aplicável a tubularização preliminar, visto que uma glande rasa requererá um procedimento de retalho ou incisão da placa uretral. CIRURGIA PARA HIPOSPÁDIAS ANTERIORES Muitos pacientes com hipospádias anteriores não têm um defeito funcional da curvatura peniana significativa e poderão ter uma micção com um jato reto. Conseqüentemente, o objetivo de colocar o meato em sua posição normal dentro da glande pode ser essencialmente cosmético. O resultado necessita ser o mais perfeito quanto possível. A técnica escolhida dependerá da anatomia do pênis hipospádico. 2

3 Procedimento de GAP O procedimento de GAP é aplicável em um subconjunto pequeno dos pacientes com hipospádias anteriores que têm um sulco glandular largo e profundo (Figura 1). No Figura 1 - Procedimento de GAP: A- Marcação da pele incorporando a mucosa subcoronal. B- Incisão da placa meatal. C- Aparência antes do fechamento da neouretra. D- Fechamento da uretra com sutura contínua em dois planos. E- Sutura da pele procedimento de GAP, a abertura larga da uretra é tubularizada primeiramente, seguido por uma glanduloplastia formal. Uretroplastia Baseada na Incisão da Placa Tubularizada A uretroplastia baseada na incisão da placa tubularizada é um conceito introduzido por Snodgrass em 1994 e que ganhou popularidade devido aos bons resultados iniciais. Revisões recentes da literatura mostram ótimos resultados deste tipo de uretroplastia para hipospádias distais, entretanto o uso deste procedimento em hipospádias mais proximais ainda precisa ser mais bem estudado. Figura 2 - Incisão da Placa Uretral Tubularizada: A- Placa uretral separada da glande por duas incisões paralelas. B- Incisão mediana relaxante da placa uretral do meato até extensão distal alargando a placa para tubularização. C- Tubularização da placa uretral. D- Retalho de dartos passado para face ventral com uma técnica de casa de botão para recobrir a neouretral. E- Glanduloplastia realizada com sutura subepitalial. F- Aspecto final. 3

4 CIRURGIAS PARA AS HIPOSPÁDIAS POSTERIORES Duckett popularizou o conceito da preservação da placa uretral, que agora é prática padrão para todas as hipospádias mais complexas. A placa uretral serve como parede uretral dorsal e um retalho vascular onlay do tecido do prepúcio interno cria a uretra ventral. Reparo com retalho ilhado onlay A fonte de sangue do tecido prepucial das hipospádias é confiável e facilmente identificada. A placa dorsal intacta evita complicações como a estenose proximal e a fonte excelente do sangue do prepúcio diminuiu a taxa de fístulas a aproximadamente 5% a 10% para todos os casos dos reparos das hipospádias com retalho ilhado onlay. Figura 3 - Reparo com retalho ilhado onlay. A: Incisão paralela a placa uretral e do retalho de prepúcio. B:Retalho pediculado do prepúcio. C: Sutura entre o retalho onlay e a placa uretral D: Sutura sobre sonda uretral. E: Finalização da anastomose com sutura continua. F: A borda inferolateral do pedículo onlay é avançada e forma um Segundo plano recobrindo a linha de sutura. G: Glandoplastia. H: Aspecto final. Em casos mais graves, quando a placa uretral necessita ressecção, uma técnica em dois estágios pode ser usada (como por exemplo o procedimento de Bracka). Mais recentemente, uma promissora técnica de reconstrução uretral em tempo único para hipospádias proximais foi descrita, apresentando as vantagens de se tratar, definitivamente, o defeito na melhor oportunidade para sua correção, que é a primeira abordagem, pela utilização de forma combinada de tecidos consagrados para a correção das hipospádias: a técnica 3 em 1. Reparo de hipospádias em dois estágios oral de Bracka Para pacientes com cirurgia prévia ou com hipospádias severas, Bracka descreveu um reparo em dois estágios de enxerto livre de mucosa oral, como descrito abaixo. A uretroplastia, no segundo tempo, é empreendida ao menos seis meses após o primeiro estágio. Bracka relatou bons resultados para o tratamento das complexas reoperações de hipospádias e também de hipospádias previamente graves com a abordagem em dois estágios. 4

5 Figura 4 Reparo de hipospádia em dois estágios de Bracka. Primeiro Estagio: A: A placa uretral ou fibrose é incisada e B: O tecido cicatricial ou a placa são rejeitados. C: Aspecto do defeito uretral. D: A mucosa oral é retirada e implantada no leito uretral. E: Um curativo oclusivo é realizado e permanece por 1 semana. Segundo estágio (seis meses após). F: A mucosa bucal é incisada com dois cortes longitudinais paralelos. G: Tubularização da neouretral sob sonda uretral. H: O tecido subcutâneo (Dartos) é mobilizado para formar um segundo plano e recobrir a sutura. I: Aspecto final Correção em tempo único para hipospádias técnica 3 em 1 O procedimento em si consiste em, após a secção da placa e correção do chordee, criar um novo leito uretral com um enxerto ventral de mucosa oral (passo 1), seguido da confecção de uma uretra ventral com um retalho onlay de prepúcio interno (passo 2). Após a construção da neouretra, a mesma é protegida e reforçada por um retalho pediculado de túnica vaginal testicular (passo 3). A aplicação deste procedimento como primeira intervenção em hipospádias proximais, em um período apropriado para esta correção (6 meses a 1 ano de vida), tem demonstrado índices de complicações semelhantes à de outras técnicas para hipospádias distais (20 a 30%) e permitiu que cerca de 80% dos pacientes fossem curados com apenas um procedimento, Invertendo, assim, a clássica proporção de mais de 80% da necessidade de correção por múltiplas cirurgias para estes tipos de hipospádias. (Figura 5). Figura 4 - Técnica 3 em 1 de reparo de hipospádias complexa com necessidade de secção da placa uretral em tempo único. A: Placa Uretral seccionada com visualização do defeito uretral e com os retalhos de prepúcio e túnica vaginal já reparados. B: Mucosa bucal recobrindo o defeito uretral e retalho do prepúcio sendo suturado a placa e mucosa oral de forma onlay, sobre sonda uretral. C: Túnica vaginal sendo usada patra recobrir a linha de sutura formando um segundo plano. D: Aspecto final. 5

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO COMISSÃO DE EXAMES DE RESIDÊNCIA MÉDICA. Nome do Candidato Caderno de Prova 26, PROVA DISSERTATIVA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO COMISSÃO DE EXAMES DE RESIDÊNCIA MÉDICA. Nome do Candidato Caderno de Prova 26, PROVA DISSERTATIVA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO COMISSÃO DE EXAMES DE RESIDÊNCIA MÉDICA Novembro/2010 Processo Seletivo para Residência Médica - 2011 26 - Ano Opcional em Urologia Nome do Candidato Caderno de Prova

Leia mais

FIMOSE. Corresponde a impossibilidade parcial ou total de exteriorizar a glande devido a um estreitamento na porção distal do prepúcio.

FIMOSE. Corresponde a impossibilidade parcial ou total de exteriorizar a glande devido a um estreitamento na porção distal do prepúcio. FIMOSE O QUE É FIMOSE? Corresponde a impossibilidade parcial ou total de exteriorizar a glande devido a um estreitamento na porção distal do prepúcio. ORIGEM DO DEFEITO A formação do prepúcio se dá entre

Leia mais

PROTOCOLO DE ATENDIMENTO AMBULATORIAL

PROTOCOLO DE ATENDIMENTO AMBULATORIAL PROTOCOLO DE ATENDIMENTO AMBULATORIAL QUAIS AFECÇÕES CIRÚRGICAS DEVERÃO SER ENCAMINHADAS DAS UBS PARA O HOSPITAL SANTA MARCELINA? CIRURGIA PEDIÁTRICA FIMOSE HÉRNIA UMBILICAL HÉRNIA INGUINAL Dificuldade

Leia mais

Tubularização da Placa Uretral Incisada para correção de hipospádias distais - Técnica de Snodgrass

Tubularização da Placa Uretral Incisada para correção de hipospádias distais - Técnica de Snodgrass ATILA RONDON HERICk BACELAR www.urologiaessencial.org.br TéCNICAS CIRúRGICAS ATILA RONDON Urologista do Hospital Universitário Pedro Ernesto UERJ Doutorando do Núcleo de Urologia Pediátrica da Escola Paulista

Leia mais

Sistema reprodutor masculino e feminino

Sistema reprodutor masculino e feminino ANATOMIA E FISIOLOGIA DOS ANIMAIS DOMÉSTICOS Sistema reprodutor masculino e feminino Valdirene Zabot valdirene@unochapeco.edu.br Introdução O sistema genital masculino está constituído principalmente por:

Leia mais

Cirurgias do sistema urinário INDICAÇÕES. Traumatismos. Urolitíase. Neoplasias. Infecções do trato t urinário

Cirurgias do sistema urinário INDICAÇÕES. Traumatismos. Urolitíase. Neoplasias. Infecções do trato t urinário CIRURGIAS DO OSS SISTEMA URINÁRIO Prof. Dr. João Moreira da Costa Neto Departamento de Patologia e Clínicas Escola de Medicina Vetrinária -UFBA Cirurgias do sistema urinário INDICAÇÕES Traumatismos Urolitíase

Leia mais

Fraturas e Luxações do Cotovelo em Adultos:

Fraturas e Luxações do Cotovelo em Adultos: Fraturas e Luxações do Cotovelo em Adultos: Fraturas do cotovelo em adultos: l As fraturas correspondem 31.8% dos traumas em cotovelo no adulto; l Freqüência: cabeça do rádio 39,4%; luxação do cotovelo

Leia mais

UNIC - UNIVERSIDADE DE CUIABÁ FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA. DISCIPLINA DE CIÊNCIAS MORFOFUNCIONAIS APLICADAS A MEDICINA VETERINÁRIA IV e V

UNIC - UNIVERSIDADE DE CUIABÁ FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA. DISCIPLINA DE CIÊNCIAS MORFOFUNCIONAIS APLICADAS A MEDICINA VETERINÁRIA IV e V UNIC UNIVERSIDADE DE CUIABÁ FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA DISCIPLINA DE CIÊNCIAS MORFOFUNCIONAIS APLICADAS A MEDICINA VETERINÁRIA IV e V Roteiro de aula prática de Anatomia Veterinária Prof a. Juliana

Leia mais

Prof. Diogo Mayer Fernandes Disciplina de Técnica Cirúrgica Medicina Veterinária FAD

Prof. Diogo Mayer Fernandes Disciplina de Técnica Cirúrgica Medicina Veterinária FAD Prof. Diogo Mayer Fernandes Disciplina de Técnica Cirúrgica Medicina Veterinária FAD Incisão cirúrgica para acesso à cavidade abdominal SINÔNIMO Celiotomia TERMOS Abdômen Agudo = Alteração repentina dos

Leia mais

Editor: José Anacleto Dutra de Resende Júnior

Editor: José Anacleto Dutra de Resende Júnior Editor: José Anacleto Dutra de Resende Júnior Editores associados: Rodrigo Ribeiro Vieiralves Paulo Henrique Pereira Conte Acesse: http://www.sburj.org.br/cursos.php 1 Datas 03/03/2015 Tema da aula do

Leia mais

RETALHOS LIVRES PARA O COTOVELO E ANTEBRAÇO

RETALHOS LIVRES PARA O COTOVELO E ANTEBRAÇO RETALHOS LIVRES PARA O COTOVELO E ANTEBRAÇO Mário Yoshihide Kuwae 1, Ricardo Pereira da Silva 2 INTRODUÇÃO O antebraço e cotovelo apresentam características distintas quanto a cobertura cutânea, nas lesões

Leia mais

2ª. PARTE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS. 21. Essencial para a utilização bem sucedida da prótese para o amputado da extremidade inferior:

2ª. PARTE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS. 21. Essencial para a utilização bem sucedida da prótese para o amputado da extremidade inferior: 2ª. PARTE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS CIRURGIA VASCULAR 21. Essencial para a utilização bem sucedida da prótese para o amputado da extremidade inferior: I. Reserva cardiopulmonar. II. Coto construído corretamente.

Leia mais

CANCRO DA MAMA O PORQUÊ DA RECONSTRUÇÃO MAMÁRIA

CANCRO DA MAMA O PORQUÊ DA RECONSTRUÇÃO MAMÁRIA CANCRO DA MAMA O PORQUÊ DA RECONSTRUÇÃO MAMÁRIA A cirurgia mamária, seja ela uma tumorectomia, quadrantectomia ou mastectomia, provoca uma alteração significativa no órgão e que pode e deve ser minimizada.

Leia mais

Anatomia da Reprodução Masculina

Anatomia da Reprodução Masculina FUPAC Fundação Presidente Antônio Carlos Faculdade Presidente Antônio Carlos de Uberlândia CURSO: MEDICINA VETERINÁRIA DISCIPLINA: FISIOPATOLOGIA DA REPRODUÇÃO ANIMAL Anatomia da Reprodução Masculina Prof.

Leia mais

Profª. Drª. Josaine C. S. Rappeti Pedrozo Médica Veterinária

Profª. Drª. Josaine C. S. Rappeti Pedrozo Médica Veterinária OVARIOSALPINGOHISTERECTOMIA (OSH) EM PEQUENOS ANIMAIS Ovariosalpingohisterectomia remoção dos ovários, trompas e útero. Indicações: Esterilização eletiva, suspensão de cio, tumores ovarianos, cistos ovarianos,

Leia mais

ORIENTAÇÕES SOBRE UROLOGIA PEDIÁTRICA

ORIENTAÇÕES SOBRE UROLOGIA PEDIÁTRICA ORIENTAÇÕES SOBRE UROLOGIA PEDIÁTRICA S. Tekgül (Vice Presidente), H. Riedmiller (Vice Presidente), E. Gerharz, P. Hoebeke, R. Kocvara, J.M. Nijman, Chr. Radmayr, R. Stein Introdução A informação fornecida

Leia mais

NARIZ. TUDO sobre. cirurgia de

NARIZ. TUDO sobre. cirurgia de TUDO sobre cirurgia de NARIZ Entenda como deve ser feito o planejamento de uma cirurgia de nariz, quais as técnicas mais indicadas, como funciona o procedimento cirúrgico e o processo de recuperação SUMÁRIO

Leia mais

Sistema reprodutor masculino

Sistema reprodutor masculino Sistema reprodutor masculino O sistema reprodutor masculino é composto por: Testículos Vias espermáticas Glândulas anexas Pênis Saco escrotal Assim como o pênis está localizado externamente ao corpo,

Leia mais

CATETERISMO VESICAL INTERMITENTE

CATETERISMO VESICAL INTERMITENTE Revisão: PÁG: 1 CONCEITO É a introdução de um cateter estéril através da uretra até a bexiga, com o objetivo de drenar a urina. FINALIDADE Esvaziamento da bexiga em pacientes com comprometimento ou ausência

Leia mais

(ESTUDO SOBRE AS DIMENSÕES GENITAIS MASCULINAS, EM ADULTOS)

(ESTUDO SOBRE AS DIMENSÕES GENITAIS MASCULINAS, EM ADULTOS) (ESTUDO SOBRE AS DIMENSÕES GENITAIS MASCULINAS, EM ADULTOS) Antropometria dos genitais externos masculinos: Avaliação clínica das dimensões do pênis, meato uretral externo e testículos. Estudo em 1050

Leia mais

Cirurgia Peniana: Fimose e Hipospádia

Cirurgia Peniana: Fimose e Hipospádia Cirurgia Peniana: Fimose e Hipospádia Autoria: Sociedade Brasileira de Urologia Elaboração Final: 26 de junho de 2006 Participantes: Silva EA, Queiroz e Silva FA, Bastos Netto JM, Dekermacher S, Loayza

Leia mais

ROTINA DE PREVENÇÃO DE INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO ASSOCIADA A CATETERISMO VESICAL

ROTINA DE PREVENÇÃO DE INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO ASSOCIADA A CATETERISMO VESICAL ROTINA DE PREVENÇÃO DE INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO ASSOCIADA A CATETERISMO VESICAL Definição: Infecção urinária sintomática associada ao cateter: Febre > 38 o C ou sensibilidade suprapúbica e cultura positiva

Leia mais

DIRETRIZES PARA A UROLOGIA PEDIÁTRICA

DIRETRIZES PARA A UROLOGIA PEDIÁTRICA DIRETRIZES PARA A UROLOGIA PEDIÁTRICA (Atualização completa em fevereiro de 2012) S. Tekgül, H. Riedmiller, H.S. Dogan P. Hoebeke, R. Kovcara, J.M. Nijman, Chr. Radmayr, R. Stein Introdução Devido a abrangência

Leia mais

TUMORES DO PÉNIS: Cirurgia Minimamente Invasiva. Pedro Eufrásio. Serviço de Urologia Centro Hospitalar Tondela-Viseu

TUMORES DO PÉNIS: Cirurgia Minimamente Invasiva. Pedro Eufrásio. Serviço de Urologia Centro Hospitalar Tondela-Viseu TUMORES DO PÉNIS: Cirurgia Minimamente Invasiva Pedro Eufrásio Serviço de Urologia Centro Hospitalar Tondela-Viseu INTRODUÇÃO Tumor do pénis é raro. Variabilidade geográfica. 95% são carcinomas espinho-celulares.

Leia mais

Oncologia. Oncologia. Oncologia 16/8/2011 PRINCÍPIOS DA CIRURGIA ONCOLÓGICA EM CÃES E GATOS. Patologia. Onkos tumor. Logia estudo

Oncologia. Oncologia. Oncologia 16/8/2011 PRINCÍPIOS DA CIRURGIA ONCOLÓGICA EM CÃES E GATOS. Patologia. Onkos tumor. Logia estudo PRINCÍPIOS DA CIRURGIA ONCOLÓGICA EM CÃES E GATOS Onkos tumor Logia estudo Oncologia - Estudo das neoplasias em toda sua extensão, investigando o processo patológico desordenado e incontrolável de proliferação

Leia mais

PENECTOMIA PARCIAL EM CÃO SRD DEVIDO A ESTENOSE URETRAL: RELATO DE CASO

PENECTOMIA PARCIAL EM CÃO SRD DEVIDO A ESTENOSE URETRAL: RELATO DE CASO 1 PENECTOMIA PARCIAL EM CÃO SRD DEVIDO A ESTENOSE URETRAL: RELATO DE CASO LETÍCIA MELO OLIVEIRA 1, THAMIZA CARLA COSTA DOS SANTOS 1, IAGO MARTINS OLIVEIRA 1, LÉO LINDSAY SOUSA GALVÃO 1, THAYANNE CAROLINA

Leia mais

1.1 Tratamento pré e pós-operatório 1. 1.1.1 Pré-operatório 1

1.1 Tratamento pré e pós-operatório 1. 1.1.1 Pré-operatório 1 1. Considerações iniciais 1.1 Tratamento pré e pós-operatório 1 1.1.1 Pré-operatório 1 No ambulatório/na internação 1 Esclarecimentos/perguntas de ordem legal 2 Anestesia 3 Exames laboratoriais e de imagem

Leia mais

TRATAMENTO CONSERVADOR DO TUMOR DO PÉNIS Sociedade Portuguesa de Andrologia Lisboa 2013. Francisco E. Martins Serviço de Urologia, CHLN

TRATAMENTO CONSERVADOR DO TUMOR DO PÉNIS Sociedade Portuguesa de Andrologia Lisboa 2013. Francisco E. Martins Serviço de Urologia, CHLN TRATAMENTO CONSERVADOR DO TUMOR DO PÉNIS Sociedade Portuguesa de Andrologia Lisboa 2013 Francisco E. Martins Serviço de Urologia, CHLN INTRODUÇÃO TUMOR RARO! Europa e EUA: < 1: 100.000 (0,4% - 0,6%) Ásia,

Leia mais

Diagnóstico - Primeira Consulta. Radiologia ou Radiografia

Diagnóstico - Primeira Consulta. Radiologia ou Radiografia Diagnóstico - Primeira Consulta Consulta Inicial: É a primeira consulta feita com o cirurgião-dentista, com o objetivo de diagnosticar as patologias presentes e estabelecer o tratamento a ser feito. Exame

Leia mais

TOMOGRAFIA E RESSONÂNCIA CARDIOVASCULAR. Renato Sanchez Antonio Santa Casa RP

TOMOGRAFIA E RESSONÂNCIA CARDIOVASCULAR. Renato Sanchez Antonio Santa Casa RP TOMOGRAFIA E RESSONÂNCIA CARDIOVASCULAR Renato Sanchez Antonio Santa Casa RP Tomografia Técnica baseada em radiografia com uso colimadores para restringir feixes Realizada na mesma fase do ciclo cardíaco

Leia mais

Úmero Proximal. Sistema de Placa Úmero Proximal

Úmero Proximal. Sistema de Placa Úmero Proximal Indicações Fraturas de 2, 3 e 4 fragmentos. Fraturas reconstituíveis da cabeça do úmero. Fraturas Patológicas. Indicações especiais tais como Pseudo-artroses e Osteotomias de correção. 1 Propriedades do

Leia mais

Por que a Varicocele causa Infertilidade Masculina?

Por que a Varicocele causa Infertilidade Masculina? O Nosso protocolo assistencial tem como base as diretrizes e normas elaboradas pela Society of Interventional Radiology (SIR) O Que é a Varicocele? Entende-se por varicocele à dilatação anormal (varizes)

Leia mais

Sexualidade Humana. Mensagem Importante. O sexo é uma necessidade humana básica, essencial para uma vida equilibrada e satisfatória.

Sexualidade Humana. Mensagem Importante. O sexo é uma necessidade humana básica, essencial para uma vida equilibrada e satisfatória. Como Superar a Disfunção Erétil (DE) e a Ejaculação Precoce (EP). Maximen Urologia Especializada O sexo é uma necessidade humana básica, essencial para uma vida equilibrada e satisfatória. Mensagem Importante

Leia mais

Circular 0160/2000 São Paulo, 18 de Maio de 2000.

Circular 0160/2000 São Paulo, 18 de Maio de 2000. [fesehf/cabecalho.htm] Circular 0160/2000 São Paulo, 18 de Maio de 2000. Plano de Saúde Assunto: Rol de Procedimentos Odontológicos para Plano de Saúde Prezado (a) Senhor (a), A Agência Nacional de Saúde

Leia mais

HEMOSTASIA. Adriana Nunes Enf. Centro Cirúrgico do Hospital Israelita Albert Einstein

HEMOSTASIA. Adriana Nunes Enf. Centro Cirúrgico do Hospital Israelita Albert Einstein HEMOSTASIA Adriana Nunes Enf. Centro Cirúrgico do Hospital Israelita Albert Einstein ELETROCIRURGIA - DEFINIÇÃO Manipulação adequada dos elétrons, fazendoos passar através dos tecido vivos gerando calor

Leia mais

LESÕES DOS ISQUIOTIBIAIS

LESÕES DOS ISQUIOTIBIAIS LESÕES DOS ISQUIOTIBIAIS INTRODUÇÃO Um grande grupo muscular, que se situa na parte posterior da coxa é chamado de isquiotibiais (IQT), o grupo dos IQT é formado pelos músculos bíceps femoral, semitendíneo

Leia mais

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO TUTORIAL PARA O TRABALHO EM SAÚDE PET / SVS MS NOVEMBRO AZUL

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO TUTORIAL PARA O TRABALHO EM SAÚDE PET / SVS MS NOVEMBRO AZUL Universidade Federal do Acre Centro de Ciências da Saúde e do Desporto PROGRAMA DE EDUCAÇÃO TUTORIAL PARA O TRABALHO EM SAÚDE PET / SVS MS PROF. DR. CRESO MACHADO LOPES Tutor NOVEMBRO AZUL CAMPANHA DE

Leia mais

PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DAS GUIAS DE ENCAMINHAMENTO ODONTOLÓGICO PROGEO

PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DAS GUIAS DE ENCAMINHAMENTO ODONTOLÓGICO PROGEO PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DAS GUIAS DE ENCAMINHAMENTO ODONTOLÓGICO PROGEO 1 1. PROPÓSITO Efetuar controle da Guias de Encaminhamentos Odontológicos em conformidade com a Circular 006/2007 da DSM e DGPM-401

Leia mais

CURSO AVANÇADO DE MANUTENÇÃO DA VIDA EM QUEIMADURAS

CURSO AVANÇADO DE MANUTENÇÃO DA VIDA EM QUEIMADURAS CURSO AVANÇADO DE MANUTENÇÃO DA VIDA EM QUEIMADURAS OBJETIVOS Diferenciar entre queimaduras de espessura parcial e total. Descrever o procedimento para a escarotomia do tórax e de extremidade. Discutir

Leia mais

Hipófise, Testículos e Ovários. Marcela Ludwig e Nathália Crusoé

Hipófise, Testículos e Ovários. Marcela Ludwig e Nathália Crusoé Hipófise, Testículos e Ovários Marcela Ludwig e Nathália Crusoé hipófise considerações glândula endócrina: possui 6 mm no sentido ântero-posterior e 10 mm de largura, com um peso de 500 mg localização:

Leia mais

ESPECIALIDADE MEDICINA DENTÁRIA

ESPECIALIDADE MEDICINA DENTÁRIA ESPECIALIDADE MEDICINA DENTÁRIA Cirurgia Oral A Cirurgia Oral é uma especialidade da Medicina Dentária que inclui o diagnóstico e o tratamento cirúrgico de patologias dos tecidos moles e tecidos duros

Leia mais

Tratamento do Aneurisma da Aorta Abdominal por Cateter. anos, principalmente nos últimos cinqüenta anos. Uma doença antes não tratável, hoje

Tratamento do Aneurisma da Aorta Abdominal por Cateter. anos, principalmente nos últimos cinqüenta anos. Uma doença antes não tratável, hoje Tratamento do Aneurisma da Aorta Abdominal por Cateter Felipe Puricelli Faccini Cirurgião Vascular Introdução: O tratamento do aneurisma da aorta abdominal tem evoluído muito ao longo dos anos, principalmente

Leia mais

Artroscopia do Cotovelo

Artroscopia do Cotovelo Artroscopia do Cotovelo Dr. Marcello Castiglia Especialista em Cirurgia do Ombro e Cotovelo Artroscopia é uma procedimento usado pelos ortopedistas para avaliar, diagnosticar e reparar problemas dentro

Leia mais

PROVA OBJETIVA. 15 A obesidade é um fator de risco para o desenvolvimento do. 16 O leiomiossarcoma é o tumor retroperitoneal primário mais

PROVA OBJETIVA. 15 A obesidade é um fator de risco para o desenvolvimento do. 16 O leiomiossarcoma é o tumor retroperitoneal primário mais PROVA OBJETIVA CESPE/UnB SES-DF/FUB/RMU De acordo com o comando a que cada um dos itens a seguir se refira, marque, na folha de respostas da prova objetiva, para cada item: o campo designado com o código

Leia mais

Pedus. Técnica Cirúrgica

Pedus. Técnica Cirúrgica Técnica Cirúrgica com cunha 1. Características do produto Estabilidade angular. Orifícios de combinação. Isto torna possível usar parafusos com e sem estabilidade angular. Parafusos e placas de titânio.

Leia mais

Dr Douglas Machado Caetno

Dr Douglas Machado Caetno Dr Douglas Machado Caetno É a o procedimento cirúrgico mais comum do mundo, com evidências de realização em múmias egípcias; 1713 A.C.: Abraão foi circuncidado em pacto com Jeová Aliança de sangue; Em

Leia mais

18/03/2014 INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA ANATOMIA. Toca da Raposa - MG. Prof.Msc.Moisés Mendes da Silva FORMAÇÃO: Graduado em Educação Física-UFPI;

18/03/2014 INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA ANATOMIA. Toca da Raposa - MG. Prof.Msc.Moisés Mendes da Silva FORMAÇÃO: Graduado em Educação Física-UFPI; INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA ANATOMIA Prof.Msc.Moisés Mendes da Silva FORMAÇÃO: Graduado em Educação Física-UFPI; Pós-Graduado em Educação Física Escolar-UFPI Mestre em Ciências e Saúde -UFPI EXPERIÊNCIA PROFISSICIONAL

Leia mais

ANATOMIA I Profª Ingrid Frederico Barreto ICA 1 ESTUDO DIRIGIDO: OSSOS. Objetivo: Ajudar o estudante a rever os conteúdos de forma aplicada.

ANATOMIA I Profª Ingrid Frederico Barreto ICA 1 ESTUDO DIRIGIDO: OSSOS. Objetivo: Ajudar o estudante a rever os conteúdos de forma aplicada. ANATOMIA I Profª Ingrid Frederico Barreto ICA 1 ESTUDO DIRIGIDO: OSSOS Objetivo: Ajudar o estudante a rever os conteúdos de forma aplicada. 1. Liste todos os ossos do esqueleto axial. 2. Liste todos os

Leia mais

IMPLANTES OSSEOINTEGRADOS MANUAL DE ORIENTAÇÃO DO PACIENTE DR. MARCOLINO ANTONIO PELLICANO DR. BENEDITO UMBERTO BUENO

IMPLANTES OSSEOINTEGRADOS MANUAL DE ORIENTAÇÃO DO PACIENTE DR. MARCOLINO ANTONIO PELLICANO DR. BENEDITO UMBERTO BUENO IMPLANTES OSSEOINTEGRADOS MANUAL DE ORIENTAÇÃO DO PACIENTE DR. MARCOLINO ANTONIO PELLICANO DR. BENEDITO UMBERTO BUENO 1 IMPLANTES OSSEOINTEGRADOS PORQUE PODEM SER COLOCADOS QUANDO PODEM SER COLOCADOS COMO

Leia mais

Refluxo Vesicoureteral em Crianças

Refluxo Vesicoureteral em Crianças Refluxo Vesicoureteral em Crianças Refluxo Vesicoureteral em crianças O RVU (Refluxo vesicoureteral) é uma condição que se apresenta em crianças pequenas. Ao redor do 1% das crianças de todo o mundo tem

Leia mais

Em resposta a Portaria n. 228/2011, no qual sou nomeado para análise e emissão de parecer, passo abaixo meu relatório para apreciação na plenária.

Em resposta a Portaria n. 228/2011, no qual sou nomeado para análise e emissão de parecer, passo abaixo meu relatório para apreciação na plenária. PROCESSO CONSULTA 00009/2011 INTERESSADO: Dr. Marcelo Luiz Feitosa Ferrari CRM/RO 1.366 ASSUNTO: Solicitação de parecer sobre repassagem de Sonda de Gastrostomia. Relatora: Cons. Inês Motta de Morais Senhor

Leia mais

Uretroplastia com enxerto

Uretroplastia com enxerto Uretroplastia com enxerto CIRURGIA RECONSTRUTIVA DA URETRA ANTERIOR Bruno Graça Urologista, FEBU 1. INTRODUÇÃO 1979, Devine popularizou o uso deenxertosde pele total na reconstrução da uretra anterior

Leia mais

AULA DE RUFIÕES. Prof. Emerson Antonio Contesini Disciplina de Técnica Cirúrgica Faculdade de Veterinária - UFRGS

AULA DE RUFIÕES. Prof. Emerson Antonio Contesini Disciplina de Técnica Cirúrgica Faculdade de Veterinária - UFRGS AULA DE RUFIÕES Prof. Emerson Antonio Contesini Disciplina de Técnica Cirúrgica Faculdade de Veterinária - UFRGS DEFINIÇÃO É o animal utilizado para controle de matrizes no estro, com machos preparados

Leia mais

SISTEMAS GENITAIS HUMANOS

SISTEMAS GENITAIS HUMANOS https://naturalmath.wikispaces.com/birds+and+learning SISTEMAS GENITAIS HUMANOS Maximiliano Mendes 2015 maxaug.blogspot.com Youtube.com/maxaug 1 Somos uma espécie: Dioica: cada organismo possui apenas

Leia mais

ASPECTO RADIOGRÁFICO DAS ALTERAÇÕES DO PERIODONTO

ASPECTO RADIOGRÁFICO DAS ALTERAÇÕES DO PERIODONTO ASPECTO RADIOGRÁFICO DAS ALTERAÇÕES DO PERIODONTO ESTUDAR COM ATENÇÃO AMPLIAR AS IMAGENS PARA OBSERVAR OS DETALHES O periodonto (peri= em redor de; odontos = dente) compreende a gengiva, o ligamento periodontal,

Leia mais

BIOLOGIA - 1 o ANO MÓDULO 43 MÉTODOS CONTRACEPTIVOS

BIOLOGIA - 1 o ANO MÓDULO 43 MÉTODOS CONTRACEPTIVOS BIOLOGIA - 1 o ANO MÓDULO 43 MÉTODOS CONTRACEPTIVOS Como pode cair no enem? (UFC) A pílula do dia seguinte é composta de hormônios, os mesmos da pílula anticoncepcional comum, só que em doses mais elevadas.

Leia mais

ANATOMIA HUMANA. Faculdade Anísio Teixeira Prof. João Ronaldo Tavares de Vasconcellos Neto

ANATOMIA HUMANA. Faculdade Anísio Teixeira Prof. João Ronaldo Tavares de Vasconcellos Neto ANATOMIA HUMANA Faculdade Anísio Teixeira Prof. João Ronaldo Tavares de Vasconcellos Neto Sistema Urinário Conceito As atividades metabólicas resultam na decomposição de proteínas, lipídeos e carboidratos.

Leia mais

Reparação de prolapsos de órgãos pélvicos

Reparação de prolapsos de órgãos pélvicos Reparação de prolapsos de órgãos pélvicos O prolapso de órgão pélvico é uma condição muito comum, principalmente em mulheres maiores de quarenta anos. Estima-se que a metade das mulheres que têm filhos

Leia mais

Normatização de Condutas Cirúrgicas

Normatização de Condutas Cirúrgicas Normatização de Condutas Cirúrgicas Serviço de Urologia HUWC Julho 2012 Dr. Raphael Farias de Carvalho R3 Urologia HUWC Dr.João Batista Gadelha de Cerqueira-Supervisor Residência Índice 1. Litíase Renal

Leia mais

Cisto Poplíteo ANATOMIA

Cisto Poplíteo ANATOMIA Cisto Poplíteo O Cisto Poplíteo, também chamado de cisto de Baker é um tecido mole, geralmente indolor que se desenvolve na parte posterior do joelho. Ele se caracteriza por uma hipertrofia da bolsa sinovial

Leia mais

Qual o tamanho da próstata?

Qual o tamanho da próstata? É o aumento benigno do volume da próstata. A próstata é uma glândula situada na parte inferior da bexiga e anterior ao reto. No seu interior passa a uretra (o canal pelo qual a urina é eliminada do corpo).

Leia mais

ROL DE PROCEDIMENTOS Atendimento em consultórios particulares dos cooperados em todo o Brasil

ROL DE PROCEDIMENTOS Atendimento em consultórios particulares dos cooperados em todo o Brasil ROL DE PROCEDIMENTOS Atendimento em consultórios particulares dos cooperados em todo o Brasil 1 DIAGNÓSTICO 1.1 Consulta Clínico 1.2 Consulta Especialista 1.3 Condicionamento em Odontologia para crianças

Leia mais

3. FORMAÇÃO DA IMAGEM

3. FORMAÇÃO DA IMAGEM 3. FORMAÇÃO DA IMAGEM 3.1 INTRODUÇÃO O sistema de geração da imagem de RM emprega muitos fatores técnicos que devem ser considerados, compreendidos e algumas vezes modificados no painel de controle durante

Leia mais

OTOPLASTIA (CIRURGIA ESTÉTICA DAS ORELHAS)

OTOPLASTIA (CIRURGIA ESTÉTICA DAS ORELHAS) OTOPLASTIA (CIRURGIA ESTÉTICA DAS ORELHAS) Orelha em abano é um defeito congênito, de característica familiar, geralmente bilateral, cujas alterações consistem em um aumento do ângulo (abertura da orelha)

Leia mais

Evolução a longo prazo da cirurgia de masculinização da genitália ambígua em pacientes com distúrbios do desenvolvimento sexual

Evolução a longo prazo da cirurgia de masculinização da genitália ambígua em pacientes com distúrbios do desenvolvimento sexual MARIA HELENA PALMA SIRCILI Evolução a longo prazo da cirurgia de masculinização da genitália ambígua em pacientes com distúrbios do desenvolvimento sexual Tese apresentada à Faculdade de Medicina da Universidade

Leia mais

DOENÇAS DA PRÓSTATA. Prof. João Batista de Cerqueira Adjunto DSAU - UEFS

DOENÇAS DA PRÓSTATA. Prof. João Batista de Cerqueira Adjunto DSAU - UEFS DOENÇAS DA PRÓSTATA Prof. João Batista de Cerqueira Adjunto DSAU - UEFS O QUE É A PRÓSTATA? A próstata é uma glândula que tem o tamanho de uma noz, e se localiza abaixo da bexiga, envolvendo a uretra masculina.

Leia mais

SETOR DE ABDOME - JOURNAL CLUB. Leonardo S. Carvalho

SETOR DE ABDOME - JOURNAL CLUB. Leonardo S. Carvalho SETOR DE ABDOME - JOURNAL CLUB Leonardo S. Carvalho OBJETIVOS Resumir os principais sinais clínicos da torção do cordão espermático. Ilustrar e resumir brevemente as características no US, incluindo as

Leia mais

Estadiamento dos cancros ginecológicos: FIGO 2009

Estadiamento dos cancros ginecológicos: FIGO 2009 A Estadiamento dos cancros ginecológicos: FGO 2009 Sofia Raposo e Carlos Freire de Oliveira O estadiamento dos cancros é preconizado com o intuito de permitir uma comparação válida dos resultados entre

Leia mais

DIRETRIZES PARA CURVATURA PENIANA

DIRETRIZES PARA CURVATURA PENIANA DIRETRIZES PARA CURVATURA PENIANA Wespes E, Amar E, Eardley I, Giuliano F, Hatzichristou D, Hatzimouratidis K, Montorsi F, Vardi Y. Curvatura peniana congênita A curvatura peniana congênita tem causa desconhecida

Leia mais

FRENULOPLASTIA BÁLANO-PREPUCIAL E FRENULOTOMIA: estudo comparativo FERNANDO DA ROCHA CAMARA/UNESP ADRIANO DIAS/UNESP

FRENULOPLASTIA BÁLANO-PREPUCIAL E FRENULOTOMIA: estudo comparativo FERNANDO DA ROCHA CAMARA/UNESP ADRIANO DIAS/UNESP FRENULOPLASTIA BÁLANO-PREPUCIAL E FRENULOTOMIA: estudo comparativo FERNANDO DA ROCHA CAMARA/UNESP ADRIANO DIAS/UNESP RESUMO: O frenulo bálano prepucial, quando curto é causa de dispareunia masculina, sede

Leia mais

Prolapso dos Órgãos Pélvicos

Prolapso dos Órgãos Pélvicos Prolapso dos Órgãos Pélvicos Autor: Bercina Candoso, Dra., Ginecologista, Maternidade Júlio Dinis Porto Actualizado em: Julho de 2010 No prolapso dos órgãos pélvicos, a vagina e os órgãos adjacentes, uretra,

Leia mais

Tratamento de hipospádia distal pela técnica de

Tratamento de hipospádia distal pela técnica de 1806-4280/08/37-02/13 Arquivos Catarinenses de Medicina Arquivos Catarinenses de Medicina Vol. 37, n o. 2, de 2008 13 ARTIGO ORIGINAL Jorge Luiz da Silva Júnior 1 Edevard José de Araújo 2, José Antônio

Leia mais

APARELHO REPRODUTOR MASCULINO

APARELHO REPRODUTOR MASCULINO APARELHO REPRODUTOR MASCULINO Aparelho Reprodutor Masculino 250 (partem septos fibrosos) TESTÍCULOS Ä Funções: produzir espermatozóides e hormônio (testosterona) Ä Desenvolvem-se dentro da cavidade abdominal,

Leia mais

RR 449 /2014. Sling suburetral para cirurgia de incontinência urinária

RR 449 /2014. Sling suburetral para cirurgia de incontinência urinária 05/08/2014 RR 449 /2014 Sling suburetral para cirurgia de incontinência urinária SOLICITANTE : Dr. Wellington Reis Braz Juiz de Direito da 2º Vara Cível NÚMERO DO PROCESSO: 0362.14.006639-4 SOLICITAÇÃO/

Leia mais

Maximize os seus resultados estéticos com a mínima invasão

Maximize os seus resultados estéticos com a mínima invasão Maximize os seus resultados estéticos com a mínima invasão Recomendações técnicas para aplicação é uma alternativa aos enxertos autógenos de tecido mole. Baseado na experiência clínica de mais de cinco

Leia mais

Feridas e Curativos. Maior órgão do corpo humano.

Feridas e Curativos. Maior órgão do corpo humano. Feridas e Curativos Enfermeira: Milena Delfino Cabral Freitas Pele Maior órgão do corpo humano. Funções: proteção contra infecções, lesões ou traumas, raios solares e possui importante função no controle

Leia mais

Mal formações do trato urinário. Luciana Cabral Matulevic

Mal formações do trato urinário. Luciana Cabral Matulevic Mal formações do trato urinário Luciana Cabral Matulevic Refluxo Vésico-Ureteral Fluxo anormal de urina da bexiga para o trato urinário superior Achado isolado ou associado a outras malformações Causas

Leia mais

Aparelho Reprodutor Feminino

Aparelho Reprodutor Feminino Aparelho Reprodutor Feminino Profa Elaine C. S. Ovalle Aparelho Reprodutor Feminino Composto por: - ovários - tubas uterinas - útero - vagina - glândulas mamárias 1 Ovários Funções do Sistema Genital Feminino

Leia mais

CÂNCER DA PELE PATROCÍNIO

CÂNCER DA PELE PATROCÍNIO Luizinho e Chiquinho CÂNCER DA PELE PATROCÍNIO SBD: DERMATOLOGISTA COM TÍTULO DE ESPECIALISTA CUIDANDO DE VOCÊ. Luizinho/Chiquinho e o câncer da pele Oi Luiz. NOssO país é privilegiado, pois temos sol

Leia mais

PROGRAMA DE FORMAÇÃO NEODENT E ILAPEO

PROGRAMA DE FORMAÇÃO NEODENT E ILAPEO PROGRAMA DE FORMAÇÃO NEODENT E ILAPEO 2015 CONHEÇA O ILAPEO < O ILAPEO, Instituto Latino Americano de Investigação e Ensino Odontológico, criado em 2004, tem os seus princípios fundamentais baseados na

Leia mais

Lesões Traumáticas do Membro Superior. Lesões do Ombro e Braço Lesões do Cotovelo e Antebraço Lesões do Punho e Mão

Lesões Traumáticas do Membro Superior. Lesões do Ombro e Braço Lesões do Cotovelo e Antebraço Lesões do Punho e Mão André Montillo UVA Lesões Traumáticas do Membro Superior Lesões do Ombro e Braço Lesões do Cotovelo e Antebraço Lesões do Punho e Mão e Braço Fratura da Escápula Fratura da Clavícula Luxação Acrômio-clavicular

Leia mais

Abordagem Reconstrutiva da Glande após extensa perda de substância

Abordagem Reconstrutiva da Glande após extensa perda de substância Casos Clínicos Acta Urológica 2009, 26; 3: 49-54 49 Abordagem Reconstrutiva da Glande após extensa perda de substância Caso Clínico 1 2 1 1 André Cardoso, Rui Barbosa, Tiago Correia, Ricardo Soares, Martinho

Leia mais

EXERCÍCIOS SISTEMA ESQUELÉTICO

EXERCÍCIOS SISTEMA ESQUELÉTICO EXERCÍCIOS SISTEMA ESQUELÉTICO 1. Quais as funções do esqueleto? 2. Explique que tipo de tecido forma os ossos e como eles são ao mesmo tempo rígidos e flexíveis. 3. Quais são as células ósseas e como

Leia mais

Última revisão: 03/08/2011 ACESSO VENOSO CENTRAL

Última revisão: 03/08/2011 ACESSO VENOSO CENTRAL Protocolo: Nº 51 Elaborado por: Wilhma Castro Ubiratam Lopes Manoel Emiliano Luciana Noronha Última revisão: 03/08/2011 Revisores: Manoel Emiliano Ubiratam Lopes Wilhma Alves Luciana Noronha Luiz Ernani

Leia mais

Cateterismo Vesical. APRIMORE- BH Professora: Enfª. Darlene Carvalho

Cateterismo Vesical. APRIMORE- BH Professora: Enfª. Darlene Carvalho Cateterismo Vesical APRIMORE- BH Professora: Enfª. Darlene Carvalho Cateterização intermitente Alivio do desconforto da distensão da bexiga, provisão da descompressão Obtenção de amostra de urina estéril

Leia mais

SISTEMA UROGENITAL MASCULINO: ASPECTOS EMBRIOLÓGICOS. Profa. Dra. Maria. Spadella Disciplina Embriologia Humana FAMEMA

SISTEMA UROGENITAL MASCULINO: ASPECTOS EMBRIOLÓGICOS. Profa. Dra. Maria. Spadella Disciplina Embriologia Humana FAMEMA SISTEMA UROGENITAL MASCULINO: ASPECTOS EMBRIOLÓGICOS Profa. Dra. Maria Angélica Spadella Disciplina Embriologia Humana FAMEMA Sistema Urogenital Sistema urinário: Excreção Sistema genital: Reprodução Origem

Leia mais

Como a palavra mesmo sugere, osteointegração é fazer parte de, ou harmônico com os tecidos biológicos.

Como a palavra mesmo sugere, osteointegração é fazer parte de, ou harmônico com os tecidos biológicos. PRINCIPAIS PERGUNTAS SOBRE IMPLANTES DENTÁRIOS. O que são implantes osseointegrados? É uma nova geração de implantes, introduzidos a partir da década de 60, mas que só agora atingem um grau de aceitabilidade

Leia mais

BROCHURA EDUCACIONAL DIRIGIDA AOS MÉDICOS - ADMINISTRAÇÃO DE XIAPEX NA DOENÇA DE PEYRONIE

BROCHURA EDUCACIONAL DIRIGIDA AOS MÉDICOS - ADMINISTRAÇÃO DE XIAPEX NA DOENÇA DE PEYRONIE Xiapex 0,9 mg pó e solvente para solução injetável (Colagenase de clostridium histolyticum) BROCHURA EDUCACIONAL DIRIGIDA AOS MÉDICOS - ADMINISTRAÇÃO DE XIAPEX NA DOENÇA DE PEYRONIE ESTA BROCHURA EDUCACIONAL

Leia mais

ARTROSCOPIA DO PUNHO. Henrique de Barros 1, Anita Lustosa 2 INSTRUMENTAL. O punho é tracionado pelos dedos através

ARTROSCOPIA DO PUNHO. Henrique de Barros 1, Anita Lustosa 2 INSTRUMENTAL. O punho é tracionado pelos dedos através ARTROSCOPIA DO PUNHO Henrique de Barros 1, Anita Lustosa 2 Nos últimos anos observamos uma grande evolução na técnica de artroscopia, principalmente com o desenvolvimento de novos equipamentos para as

Leia mais

HISTOFISIOLOGIA SISTEMA URINÁRIO

HISTOFISIOLOGIA SISTEMA URINÁRIO HISTOFISIOLOGIA SISTEMA URINÁRIO Daniela Brum Anatomia do Sistema Urinário Rins Ureteres Bexiga Uretra Sistema Urinário - Funções Filtrar o sangue removem, armazenam e transportam produtos residuais meio

Leia mais

APRESENTAÇÃO DAS BANDAS TIPOS:

APRESENTAÇÃO DAS BANDAS TIPOS: 1 2 BANDAS ORTODÔNTICAS Introdução Para entendermos a real importância destes componentes de um aparelho ortodôntico, devemos inicialmente compreender qual a função da bandagem frente à um complexo sistema

Leia mais

Aula 9: Laudo Radiográfico

Aula 9: Laudo Radiográfico Aula 9: Laudo Radiográfico Autora: Profª. Rosana da Silva Berticelli Edição: Luana Christ e Bruna Reuter Definição: É a interpretação das imagens radiográficas, reconhecendo as estruturas e reparos anatômicos

Leia mais

2ª. PARTE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

2ª. PARTE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 2ª. PARTE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS UROLOGIA 21. Dentre os cristais urinários relacionados a seguir, aquele que tem significado patológico, quando visto na microscopia de pequeno aumento, durante um exame

Leia mais

SEMIOLOGIA E PROPEDÊUTICA UROLÓGICA

SEMIOLOGIA E PROPEDÊUTICA UROLÓGICA SEMIOLOGIA E PROPEDÊUTICA UROLÓGICA Semiologia - definição Estudo dos sinais e sintomas de uma doença; semiótica; sintomatologia Propedêutica : conjunto de indagações orais e de técnicas de exame físico

Leia mais

Profa. Juliana Normando Pinheiro UNIC -Universidade de Cuiabá SISTEMA REPRODUTOR FEMININO

Profa. Juliana Normando Pinheiro UNIC -Universidade de Cuiabá SISTEMA REPRODUTOR FEMININO Profa. Juliana Normando Pinheiro UNIC -Universidade de Cuiabá SISTEMA REPRODUTOR FEMININO Funções Produz gametas: óvulos Produz hormônios da reprodução Recebe as células reprodutivas do macho Fornece local

Leia mais

Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva

Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva Orientação para pacientes com Hérnia Inguinal. O que é uma hérnia abdominal? Hérnia é a protrusão (saliência ou abaulamento) de uma víscera ou órgão através de

Leia mais

Hospital Universitário Cajuru. Pontifícia Universidade Católica Paraná

Hospital Universitário Cajuru. Pontifícia Universidade Católica Paraná Hospital Universitário Cajuru Pontifícia Universidade Católica Paraná Grupo de Cirurgia Quadril Dr. Ademir Schuroff Dr. Marco Pedroni Dr. Mark Deeke Dr. Josiano Valério Fraturas Peri Protéticas Conceitos

Leia mais

Tamanho do pênis mitos e verdades Ter, 28 de Fevereiro de 2012 02:32

Tamanho do pênis mitos e verdades Ter, 28 de Fevereiro de 2012 02:32 O tamanho do pênis é alvo de grande interesse para muitas pessoas. Alguns consideram um pênis grande ser um sinal de masculinidade. Esse tipo, que se tornou com o passar dos tempos uma forma de insegurança

Leia mais

OPEN ACCESS ATLAS OF OTOLARYNGOLOGY, HEAD & NECK OPERATIVE SURGERY

OPEN ACCESS ATLAS OF OTOLARYNGOLOGY, HEAD & NECK OPERATIVE SURGERY OPEN ACCESS ATLAS OF OTOLARYNGOLOGY, HEAD & NECK OPERATIVE SURGERY SIALADENECTOMIA SUBMANDIBULAR A exérese da glândula salivar submandibular (GSM) pode ser indicada por sialadenite crónica, sialectasia,

Leia mais

Unidade: Cie-Curitiba Curso: Técnico em Radiologia Temas: Esofagografia EED Uretrocistografia Miccinonal

Unidade: Cie-Curitiba Curso: Técnico em Radiologia Temas: Esofagografia EED Uretrocistografia Miccinonal Unidade: Cie-Curitiba Curso: Técnico em Radiologia Temas: Esofagografia EED Uretrocistografia Miccinonal Nomes: Marcia R. Gzeckailo, Denise Bonatti, Katy Carolina R. Rossetto, Claudineia Mancias Turma:

Leia mais