Toledo cresce acima da média e chega a 132 mil habitantes

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1 ORÇAMENTO PARTICIPATIVO ENTREGA R$ 80 MIL EM EQUIPAMENTOS P.03 DIÁRIO METROPOLITANO Toledo cresce acima da média e chega a 132 mil habitantes Ciclista atropelado em Novo Sarandi morre no Bom Jesus Morre mulher baleada pelo ex-marido na Pioneiro A ÓTICA DA FAMÍLIA A ÓTICA DA FAMÍLIA

2 Opinião EDITORIAL CHARGE OPINIÃO DÓLAR INFLAÇÃO APLICAÇÕES EDITADO POR: Sistemas de Mídias e Dados Oeste Ltda - CNJP: / IE Rua General Daltro Filho, esquina com Rui Barbosa, JD. Gisela - Toledo Paraná - Diretor Geral: Eliseu Langner de Lima - Editora-Chefe: Eliane Cargnelutti Torres - (45) A Gazeta de Toledo se exime de qualquer responsabilidade pelos artigos e matérias assinadas, pelas quais respondem seus autores signatários

3 Quinta-feira, 03 de Setembro de - Gazeta de Toledo - Página 03 Cidade Esses equipamentos foram solicitados nas Assembleias do Orçamento Participativo, foram licitados e estão sendo entregues. São produtos de qualidade e realizado todo o processo licitatório com vários orçamentos e com isso ganha sempre a empresa que tem o melhor preço e a melhor qualidade. Do prefeito Beto Lunitti, hoje nesta Gazeta. OP entrega RS 80 mil em equipamentos Freezers, fogões industriais, refrigeradores, prateleiras, fogões de quatro bocas, bebedouros industriais, microondas, talheres, liquidificador industrial e travessas de vidro foram entregues nessa quarta-feira, 02, no Centro de Eventos Ismael Sperafico, através do Programa Orçamento Participativo (OP). Somados, os equipamentos totalizam R$ 80 mil. Eles foram adquiridos pela prefeitura, através de licitação, resultando em uma economia de cerca de R$ 50 mil em descontos. O prefeito Beto Lunitti destaca que são todos produtos de qualidade e o OP é um grande exemplo de cidadania. Esses equipamentos foram solicitados nas Assembleias do Orçamento Participativo, foram licitados e estão sendo entregues. São produtos de qualidade e realizado todo o processo licitatório com vários orçamentos e com isso ganha sempre a empresa que tem o melhor preço e a melhor qualidade. Com o OP queremos despertar uma vontade dentro das comunidades de apropriar-se dos seus espaços, bairros e associações e por meio das decisões democráticas dos seus agentes comunitários promoverem a indicação para o executivo para onde destinar o dinheiro. É a vontade única da comunidade, então por isso o OP é um grande exemplo de cidadania, diz. Segundo Beto, no Orçamento Participativo todas as comunidades contribuíram com recursos para que a prefeitura adquira um veículo que será licitado para que a patrulha escolar possa melhorar Unipar na Praça será neste sábado Será realizado neste sábado, 5, das 8 às 12h, na praça Willy Barth, o Unipar na Praça. O evento, realizado pelo Programa de Valorização da Educação (Prove), tem por objetivo divulgar os cursos oferecidos pela Unipar em Toledo, além de prestar um serviço à população, envolvendo acadêmicos e professores da Unipar. Durante o evento serão realizadas gratuitamente atividades como aferição da pressão arterial, oxigenação cardíaca, teste de glicemia, orientações sobre saúde preventiva, orçamento familiar e questões jurídicas, recreação, com piscina de bolinha e cama elástica, embelezamento, ainda mais o Proerd. Essa ação promove um espiral de novas conquistas, que irá produzir satisfação a população. Os equipamentos entregues pelo OP nessa quarta-feira foram para 25 Centros Comunitários do interior e da cidade, Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) e Centro de Eventos Deziré Refosco. Ao todo são 34 instituições. O assessor de Assuntos Comunitários, Valtair Apolinário, lembra que esses equipamentos foram solicitações das Assembleias realizadas em, e que o valor do OP para este ano é de R$ 4,5 milhões. Para essa licitação são R$ 102 mil, mas alguns equipamentos as empresas ainda não entregaram e serão repassados às instituições nos próximos dias. Quando realizamos as reuniões nas comunidades cada uma apresenta as suas prioridades para melhorar as demandas, seja para uma festa na Associação, aniversário ou alugar o espaço. Além dos eletrodomésticos, as comunidades que participam do OP recebem obras e reformas em escolas, cmeis e postos de saúde. Neste ano já foram entregues equipamentos para as escolas e cmeis e nos próximos dias serão entregues produtos de informática para as escolas e postos de saúde. Estamos providenciando também licitações para a compra de mesas e cadeiras de PVC, equipamentos de inox, mesas e cavaletes, diz Apolinário. Para, O Orçamento Participativo terá um valor destinado de R$ 4,8 milhões. entre outras atividades. É uma oportunidade que as pessoas terão para conhecer os cursos oferecidos na Unipar, unidade de Toledo, além de servir como atividade prática para os acadêmicos. A universidade tem a preocupação de levar as ações que desenvolve no seu interior para a comunidade e projetos como estes permitem colocar em prática o aprendizado dos estudantes, beneficiando a comunidade onde atua, comenta o coordenador do Prove, Maykon Vaz. Ele convida a população a prestigiar e se beneficiar com as ações oferecidas pela instituição de ensino. Associações são beneficiadas com novos equipamentos A Associação de Moradores da Linha Lajeado Grande recebeu dois freezers, um liquidificador industrial e 30 travessas de vidro. O presidente da Associação da União Lajeadense, Adir Luis Ceulatu, diz que esses equipamentos vêm em boa hora, porque o freezer da associação queimou. Há dois fins de semana estamos sem esse equipamento e a comunidade precisa porque sempre temos festas e casamentos no salão da associação. O OP vem em bom momento. Para comprar esses equipamentos teríamos que fazer muitas festas e somente esses produtos estão avaliados em quase R$ 20 mil. Ao longo dos últimos anos já conseguimos espetos de inox, um palco para a realização de bailes, a cozinha já foi toda adequada com as normas de segurança e ar condicionado, relata. Fotos: Sergio Bogoni Lideranças conferem produtos antes da entrega para associações e demais entidades Prefeito: Orçamento Participativo é um exercício de cidadania O Centro Comunitário da Vila Rural Félix Lerner recebeu uma geladeira de 239 litros. Segundo o presidente da Associação de Moradores, Eloir Silmendes de Oliveira, a expectativa agora é para as melhorias no campo de futebol. Já recebemos um freezer, um jogo de mesa com cadeiras e agora o campo de futebol terá uma tela de proteção e será iluminado. O OP é muito bom, mas as comunidades também têm condições de adquirir alguns equipamentos, porque a prefeitura não pode fazer tudo. No Centro Comunitário da Félix Lerner em três anos na minha presidência, já construímos 180 metros de novas estruturas e já conseguimos comprar mesas e cadeiras com o nosso dinheiro. Mas, agradeço essa parceira com a prefeitura por meio do Orçamento Participativo, afirma. Apolinário: Compra através de licitação garantiu economia de recursos Jornalista Paulo Torres Acamop No próximo dia 18 a Acamop-Associação das Câmaras e Vereadores do Oeste do Paraná promove um grande evento em Foz do Iguaçu. Os vereadores de toda a região terão na pauta questões ligadas ao desenvolvimento, questões indígenas, regiões metropolitanas, quota de compras no Paraguai e o tema Vereador, item político essencial. Custos O vereador Edinaldo Santos, que é vice-presidente da Acamop, deve marcar presença no evento, onde deve compensar a não participação na audiência sobre o pedágio na semana passada. Ele por sinal fez a defesa do papel do vereador e do retorno direto que ele proporciona ao Município, o qual cobre os eventuais custos com vantagem. Verbas Edinaldo citou seu caso, onde buscou R$ 800 mil federais junto aos deputados do seu partido, o PSC, apontando ainda R$ 300 mil buscados por Expedito Gasolina Ferreira e ainda os recursos que o vereador Airton Paula também está gestionando junto aos deputados do PTB. Edinaldo disse ainda que o deputado Idekazu Takayama deve liberar mais R$ 300 mil federais para Toledo. Emendas Se cada um conseguir R$ 300 mil são R$ 5,7 milhões por ano, quase R$ 23 milhões em quatro anos para Toledo, apontou o vereador. Ele lembrou que hoje os deputados contam com a emenda impositiva para efetivar a destinação orçamentária e todo vereador tem o seu representante federal. Apoio Duvido que tenha um aqui que não trabalhe para um deputado na hora de buscar voto disse Edinaldo Santos. Para o vereador apenas isso cobre qualquer custo que o vereador tenha aos cofres municipais. De cama O vereador Vagner Delabio lamentou na sessão de segunda-feira não ter participado no sábado da ordenação sacerdotal de seu xará Vagner Aparecido Alves. O vereador, cujo nome completo é Vagner Aparecido Alves Delabio, estava com febre de 38,5 graus e de cama e não pode acompanhar a cerimônia realizada no Jardim Panorama do xará que acompanha desde o seminário. Ação Social O vereador também registrou as cinco décadas de atuação da Ação Social São Vicente de Paulo, apontando que a entidade proporcionou atendimento a 6,5 mil pessoas neste período. E citou como exemplo um amigo seu, Sérgio Magalhães, que esteve sentado nos bancos da Ação Social e hoje é gerente comercial da DPL Distribuidora de Peças Ltda.

4 Cidade Mãe de D. Irineu e padre Inácio morre em Toledo Exemplo de fé [PANIFICADORA] PÃO FRESQUINHO TODO DIA ESPERANDO POR VOCÊ! Venha conferir! ROD. BR. 163 KM Vila Ipiranga (45)

5 Cidade Município mantém tendência e cresce 1,37 por cento

6 Quinta-feira, 03 de Setembro de - Gazeta de Toledo - Página 06 Política Não gosto da CPMF, se você quer saber. Acho que a CPMF tem as suas complicações, mas não estou afastando a necessidade de fontes de receita, não estou. Não estou afastando nenhuma fonte de receita. Da presidente Dilma Rousseff Dilma diz que não gosta da CPMF, mas não descarta criar A presidente Dilma Rousseff disse ontem (2) que a decisão do governo de enviar a proposta orçamentária para com uma previsão de déficit de R$ 30,5 bilhões mostra transparência e não quer dizer que o Executivo vá fugir de suas responsabilidades com as contas públicas. Dilma comentou a volta da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) que foi cogitada e descartada pelo governo em seguida. Ela disse que não gosta do tributo, mas não descartou a criação de novas fontes de receita para o governo. Não gosto da CPMF, se você quer saber. Acho que a CPMF tem as suas complicações, mas não estou afastando a necessidade de fontes de receita, não estou. Não estou afastando nenhuma fonte de receita, quero deixar isso claro, para depois, se houver a hipótese de a gente enviar essa fonte, nós enviaremos, disse a presidente. Sobre o Orçamento, Dilma afirmou que o governo vai enviar um adendo à proposta do Orçamento, quando o governo tiver mais elementos. Estamos evidenciando que tem um déficit, estamos sendo transparentes e mostrando claramente que tem um problema. Não fugiremos às nossas responsabilidades de propor a solução do problema, o que nós queremos, porque vivemos em um país democrático, é construir essa alternativa. Não estamos transferindo a responsabilidade de ninguém, porque ela sempre será nossa, porém é importante destacar que iremos buscar, estamos avaliando todas as alternativas, disse a presidenta, em entrevista após a cerimônia de recepção de brasileiros premiados na WorldSkills, no Palácio do Planalto. A presidenta reconheceu que a economia passa por momentos difíceis por causa da queda de receitas, mas disse que o governo aposta na melhoria da situação por meio de investimentos em infraestrutura, energia e aumento das exportações. Segundo Dilma, quando o cenário mudar, o governo poderá enviar ao Congresso uma adendo à proposta orçamentária. Iremos mandar quando acharmos que a discussão maturou. Quando acharmos que existem as condições para fazer isso, nós iremos mandar mais elementos para o Congresso, acrescentou a presidente, sem especificar datas. Ministro da Fazenda A presidente também fez um desagravo ao ministro da Fazenda, Joaquim Levy, e negou que ele esteja isolado ou desgastado dentro do governo. Levy era contra o envio da proposta orçamentária com previsão de déficit de R$ 30,5 bilhões, mas, assim como em outros embates dentro do governo, foi voto vencido. O ministro Levy não está desgastado dentro do governo ele participou conosco de todas as etapas da construção desse orçamento, ele tem o respeito de todos nós. De acordo com a presidente, muitas informações divulgadas sobre a relação de Levy com outros integrantes da equipe econômica são falsos e não contribuem para o país. É um desserviço para o país esse processo de falar que o ministro Levy está isolado, desgastado. Não está não. Dentro do governo, ele não está. Nós temos o maior respeito pelo ministro Levy. Aliás, por todos os ministros da área econômica, pelo ministro [do Planejamento] Nelson Barbosa, pela equipe do ministro Nelson, pela equipe do ministro Levy. Agora, somos um governo que debate, debatemos, chegamos a uma posição. A partir do momento em que tomamos a posição, a posição é de todos nós. Sobre os impactos da reforma administrativa anunciada pelo governo para redução do déficit, Dilma disse que a medida tem mais impactos sobre a gestão que sobre a arrecadação. Até o fim do mês, o governo vai anunciar o corte de dez dos 39 ministérios, além de redução no número de cargos comissionados e de outras medidas de redução de despesas de custeio. O efeito da reforma é muito mais melhorar a gestão. E melhorar a gestão tem um efeito indireto sobre os recursos, qual seja, torna o governo mais ágil, facilita os investimentos, diminui a burocracia, é isso que queremos, disse Dilma, sem informar que pastas serão cortadas. José Dirceu é transferido da PF em Curitiba para presídio em Pinhais O ex-ministro José Dirceu, preso há um mês na Operação Pixuleco, um desdobramento da Lava Jato, foi transferido no início da tarde desta quarta-feira (2) da carceragem da Polícia Federal, em Curitiba, para o Complexo Médico Penal (CMP), em Pinhais, na região metropolitana da capital paranaense. A transferência foi solicitada pelos advogados do ex-ministro e autorizada pelo juiz Sérgio Moro, responsável pelos processos da Lava Jato na primeira instância. Na segunda-feira (31), o advogado Roberto Podval pediu à Justiça que Dirceu fosse transferido para o presídio por causa do espaço reduzido da carceragem da PF e as restrições impostas para visitas. No CMP, os presos podem receber visitas semanais de duas horas, enquanto na carceragem da PF elas são mensais e não passam de meia hora. Condenado na Ação Penal 470, do mensalão, Dirceu foi indiciado na terça-feira (1º) pela Polícia Federal pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha no esquema de superfaturamento de contratos da Petrobras. Para a força-tarefa da Lava Jato, o ex-ministro foi o criador e beneficiário das fraudes em contratos da estatal. Com o indiciamento, caberá ao Ministério Público Federal (MPF) decidir pela denúncia do ex-ministro e de mais 13 investigados na 17ª fase da Operação Lava Jatos. Ex-deputado e ex-ministro foi transferido da PF em Curitiba para Pinhais

7 Quinta-feira, 03 de Setembro de - Gazeta de Toledo - Página 07 Segurança Morre mulher baleada pelo ex-marido na Pioneiro Morreu na noite de terça-feira (1º), no Hospital Bom Jesus, Marta Danielle de Souza, 36 anos, baleada na tarde do mesmo dia pelo seu ex-marido Gilberto Delalíbera, 35 anos, na frente de uma residência na Rua Vereador José Galdino de Lima, na Vila Pioneiro, onde ela estava hospedada enquanto trabalhava em Toledo. Ela foi atingida por três disparos pelo ex-marido durante uma discussão na frente da casa quando ele a chamou para conversar após ter passado no seu emprego pela manhã e a ameaçado. Danielle foi atingida por três tiros, sendo um na cabeça e outros dois num braço e numa mão. O disparo que acabou causando sua morte atingiu sua cabeça, enquanto os demais foram recebidos provavelmente na tentativa de se defender ao ver a arma. Em seguida Gilberto disparou um tiro contra sua própria cabeça, o qual porém atingiu a região do maxilar e não traz maior risco à sua vida. Ele ficou caído próximo da ex-mulher, sendo desarmado por um irmão da vítima, enquanto o Corpo de Bombeiros era acionado e socorria os dois, removendo-os ao Bom Jesus. Ciclista atropelado em Novo Sarandi morre no Bom Jesus Faleceu ontem em Toledo Jorge Wermeier, 50 anos, residente em Novo Sarandi. Ele estava internado no Hospital Bom Jesus desde o dia 19 de agosto, quando foi vítima de um acidente de trânsito no Distrito de Novo Sarandi que lhe causou ferimentos. Jorge Wermeier conduzia uma bicicleta Monark Barra Circular por volta das 7:20h do dia 19 de agosto, na Rua São Paulo, quando foi atingido pelo ônibus Mercedes Benz, modelo Neobus, placas LVD 5918, de Toledo, conduzido por José Nobre de Moraes Filho. O ciclista foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros de Marechal Cândido Rondon com ferimentos leves e levado à Unidade 24 Horas, em Marechal Rondon. A vítima estava consciente e num primeiro momento parecia apresentar apenas algumas escoriações pelo corpo. Mais tarde Jorge Wermeier teve seu estado de saúde agravado e foi transferido para o Hospital Bom Jesus de Toledo, onde permaneceu internado e seu estado agravou-se. Jorge Wermeier faleceu no início na tarde de ontem no Hospital Bom Jesus em consequência de infecção generalizada. O corpo foi levado ao IML para exame de necrópsia e em seguida liberado aos familiares para o sepultamento no Distrito de Novo Sarandi, em Toledo, que deve ser feito nesta quinta-feira no cemitério da comunidade em horário a ser definido pela família. Fotos: Sergio Bogoni Danielle (no detalhe) foi socorrida em estado grave e não resistiu ao ferimento na cabeça O Instituto Médico Legal foi acionado por volta das 22:30h pelo Bom Jesus, que acionou anteriormente uma equipe para recolher as córneas da vítima, doadas pela família. Após a necrópsia no IML o corpo foi liberado aos familiares para sepultamento, que deveria ocorrer ontem, em Toledo. Danielle veio de Capitão Leônidas Marques, onde também residia seu ex-marido, que atuava como vigilante. Ele permaneceu internado no hospital mas está sob escolta policial, pois está preso para responder por homicídio. O casal vivia em Capitão Leônidas Marques e teria se separado há cerca de três meses, período em que Marta Danielle de Souza teria vindo morar em Toledo, ficando na casa de parentes e arrumando emprego na cidade. Gilberto atirou contra si mesmo usando o revólver do crime mas não corre risco de morte Operação Conde Baracca apreende drogas e cheques e prende 26 O Batalhão de Operações Especiais (Bope), da Polícia Militar do Paraná, em conjunto com o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e da Corregedoria Geral da PM (Coger), desencadeou a Operação Conde Baracca para desarticular uma quadrilha organizada, que traficava drogas em alguns bairros de Curitiba e Região Metropolitana, há alguns meses. Foram cumpridos 11 mandados de busca e apreensão em Curitiba, São José dos Pinhais e Fazenda Rio Grande e 14 mandados de prisão. Na terça-feira (01) foram apreendidos 30 quilos de maconha, quatro armas de fogo, 400 gramas de haxixe, 400 gramas de cocaína, mais de R$ 1 milhão em cheques, quase R$ 17 mil em dinheiro, balanças de precisão. Ao todo 14 pessoas foram presas por mandado, das quais duas são policiais militares. DESDE MARÇO - Desde março e até segunda-feira (31/08), a operação havia apreendido 2,046 toneladas de maconha, 3,116 quilos de haxixe, 1,010 quilo de cocaína, três armas de fogo (dois revólveres calibre 38 e uma espingarda calibre 36). Doze menores foram apreendidos. Quatro veículos roubados foram recuperados, sete veículos foram apreendidos. O levantamento de informações que resultou na operação foi feito pela própria Polícia Militar, a qual solicitou apoio ao Gaeco para dar continuidade às ações. Em relação à prisão de dois policiais militares, a instituição ressalta que não compactua com desvios de conduta de seus militares estaduais. OPERAÇÃO - A operação Conde Baracca iniciou seus trabalhos em 23 de março de, para desarticular a quadrilha organizada que atuava na compra e venda de drogas e que tinha como um de seus líderes um homem conhecido como Ferrari. O nome da operação é uma alusão ao nome do lendário piloto da força aérea italiana, conde Francesco Baracca, que lutou na Primeira Guerra Mundial e pintou na lateral de seus aviões o famoso cavalo negro empinado.

8 Quinta-feira, 03 de Setembro de - Gazeta de Toledo - Página 08 Regional Governador destaca projetos de clubes de serviços em Toledo O governador do Rotary do distrito 4640, Werner Ildon Gerhardt, elogiou ontem, em visita à Gazeta de Toledo, os projetos desenvolvidos no município pelos seis clubes de serviços que atuam na cidade. Gerhardt iniciou na segunda-feira, 31, um roteiro de visitas e assembleias com os clubes de serviços locais em Toledo, para o repasse de informações e orientações rotáricas, posse de novos membros e escolha de represen- tantes. Ontem na Gazeta, ele esteve acompanhado da esposa, Marinês, do governador assistente da área 2 do Distrito 4640, Gilberto Marassi, e do presidente do Rotary Clube Toledo Pioneiro, Edison Pagnozzi. Segundo Gerhardt, os clubes locais realizam um excelente trabalho, destacando a atuação em projetos como o Banco de Leite, que permite hoje o fornecimento de leite materno a 400 crianças por mês, além da implantação de uma unidade móvel para a coleta de sangue. O Banco de Leite, que funciona no Hospital Bom Jesus, foi implantado em 2007 e desde então vem recebendo o acompanhamento dos clubes de serviços, com a compra de novos equipamentos, reposição de outros e também a aquisição de um veículo, que foi substituído por um mais novo recentemente. O projeto de implantação de uma unidade móvel para a coleta de sangue está em andamento e deverá possibilitar o atendimento dos 18 municípios que fazem parte da 20ª Regional de Saúde. A estrutura já está sendo montada e vai permitir a coleta itinerante de sangue. Hoje, os doadores de outras cidades e mesmo comunidades do interior mais distantes precisam se deslocar até a sede para a doação. Com a nova estrutura, será possível ir até o local para o recolhimento. Durante a visita, o governador também destacou a filosofia do Rotary, que não atua como entidade filantrópica ou assistencial. Nós desenvolvemos projetos e para isso buscamos parcerias, explicou ele. O governador do distrito 4640 também destacou as campanhas realizadas, como o de erradicação da poliomielite, encampada pelos rotarianos em todo o mundo. Há 35 anos a doença está erradicada no país, mas foram registrados ainda alguns casos, incluindo 29 no Paquistão e 7 no Afeganistão, neste ano. No ano passado, foram casos da doença em diferentes partes do mundo. A Sergio Bogoni Governador, em visita à Gazeta, destacou projetos do Rotary realizados em Toledo meta é erradicar a doença, através da vacina. Gerhardt ressaltou ainda outros projetos, como de intercâmbio de jovens, incluindo rotarianos ou não. O projeto prevê a vinda e a ida de jovens para determinados países para viagens de estudos, que podem estender-se por um ano. Para participar, os jovens de 15 e 16 anos de idade - devem participar de uma seleção, que incluem conhecimentos gerais sobre o país, o Rotary e também de inglês. É um projeto que abre oportunidades para os jovens e promove a paz entre os povos, une as nações e divulga conhecimentos. O projeto amplia a capacidade e dá novas oportunidades aos jovens de melhorar as suas condições, ressalta ele. O distrito encaminha todo o ano cerca de 50 jovens para o exterior e recebe outros 50. Os jovens ficam em casas de famílias sob a supervisão de coordenadores regionais.

9 Quinta-feira, 03 de Setembro de - Gazeta de Toledo Classificados/Editais 09 MUNICÍPIO DE TOLEDO PR LEI R Nº 97, de 31 de agosto de Estabelece as metas e prioridades da administração municipal para o exercício de, além de orientações à elaboração do Orçamento-Programa do, para o exercício de. O POVO DO MUNICÍPIO DE TOLEDO, por seus representantes na Câmara Municipal, aprovou e o Prefeito Municipal, em seu nome, sanciona a seguinte Lei: CAPÍTULO I DAS DIRETRIZES GERAIS Art. 1º Esta Lei estabelece as metas e prioridades da administração municipal para o exercício de, além de orientações à elaboração do Orçamento-Programa do, para o exercício de. Art. 2º Ficam estabelecidas, em cumprimento ao disposto no 2º do artigo 165 da Constituição Federal e em conformidade com os preceitos da Lei Complementar nº 101, de 4 de maio de 2000, as diretrizes orçamentárias do Município de Toledo para, compreendendo: I as prioridades e metas da administração pública municipal; II a estrutura e organização dos orçamentos; III as diretrizes gerais para a elaboração dos orçamentos do Município; IV as diretrizes gerais para a execução dos orçamentos; V as disposições sobre as alterações na legislação tributária; VI as disposições relativas às despesas do Município com pessoal, encargos sociais e serviços com terceiros; VII o Anexo de Metas Fiscais; VIII o Anexo de Riscos Fiscais; IX as disposições gerais. CAPÍTULO II DAS PRIORIDADES DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA MUNICIPAL Art. 3º O executará, no exercício de, as ações constantes no Anexo de Metas e Prioridades, que passa a fazer parte integrante desta Lei, tendo como prioridades: I a valorização do ser humano e a melhoria da qualidade de vida, por meio da inclusão social e implementação de políticas públicas de forma eficiente, eficaz e com efetividade em todas as áreas e setores; II a participação da sociedade na administração e gestão pública, com transparência e controle social, por meio de diálogo permanente com servidores e servidoras, cidadãos e cidadãs em fóruns, conselhos e conferências setoriais, sindicatos, associações, entidades e organizações não-governamentais; III o desenvolvimento econômico com sustentabilidade socioambiental planejado, integrado e implementado por meio de políticas públicas estruturantes. 1º A alocação de recursos na lei orçamentária para manterá compatibilidade com as ações estabelecidas no Anexo de Metas e Prioridades, desta Lei. 2º As ações do Anexo de Metas e Prioridades serão correlacionadas aos projetos, atividades e operações especiais inclusos na lei orçamentária para. 3º Para que as ações possam manter compatibilidade com a lei orçamentária e com a execução orçamentária do exercício de, fica o Executivo municipal autorizado a: I adequar a projeção das receitas e despesas constantes nos Demonstrativos I e III e nos Anexos I, II, III, V e VII desta Lei; II adequar os valores das ações contidas no Anexo de Metas e Prioridades, conforme a lei orçamentária anual e as alterações orçamentárias procedidas durante o exercício de ; III incluir e adequar as metas das ações conforme a elaboração e execução do orçamento de. 4º Os valores das ações e das metas contidas no Anexo de Metas e Prioridades passam a vigorar conforme as adequações e inclusões procedidas nos termos dos incisos do parágrafo anterior. CAPÍTULO III DA ESTRUTURA E ORGANIZAÇÃO DOS ORÇAMENTOS Art. 4º Para efeito desta Lei, entende-se por: I Programa de Trabalho, o instrumento de organização da ação governamental, visando à concretização dos objetivos pretendidos, sendo mensurado por indicadores estabelecidos no Plano Plurianual; II Atividade, um instrumento de programação para alcançar o objetivo de um programa, envolvendo um conjunto de operações que se realizam de modo contínuo e permanente, das quais resulta um produto necessário à manutenção da ação de governo; III Projeto, um instrumento de programação para alcançar o objetivo de um programa envolvendo um conjunto de operações, limitadas no tempo, das quais resulta um produto que concorre para a expansão ou aperfeiçoamento da ação de governo; IV Operação Especial, despesas que não contribuem para a manutenção das ações de governo das quais não resulta um produto, e não geram contraprestação direta sob a forma de bens ou serviços. 1º Cada programa de trabalho identificará as ações necessárias para atingir os seus objetivos, sob a forma de atividades, projetos e operações especiais, especificando os valores, as metas e as unidades orçamentárias responsáveis pela realização da ação. 2º As atividades e projetos serão dispostos de modo a especificar a localização física integral ou parcial dos programas de governo. 3º Cada atividade, projeto e operação especial identificarão função, subfunção e programas aos quais se vinculam. Art. 12 O orçamento municipal contemplará dotações para a execução de investimentos e para a manutenção e a conservação do patrimônio público. Parágrafo único Os investimentos em andamento e a manutenção e conservação do patrimônio público terão prioridade na aplicação dos recursos, atendendo ao disposto no artigo 45 da Lei Complementar nº 101, de 4 de maio de Art. 13 O orçamento municipal poderá consignar recursos para financiar serviços de sua responsabilidade a serem executados por entidades de direito público ou privado, mediante contratos ou convênios, desde que sejam de conveniência do governo e tenham demonstrado padrão de eficiência no cumprimento dos objetivos determinados, observado o disposto no artigo 141 da Lei Orgânica do Município. Art. 14 O orçamento-programa do, para o exercício de, será elaborado em valores de julho de, podendo-se corrigi-los no mês de dezembro de, mediante a aplicação do IGP-M ou outro índice oficial que venha a substituí-lo, referente ao período de julho a novembro de. 1º Após a publicação do decreto de abertura dos orçamentos da administração direta e indireta, estes poderão ser corrigidos pelo índice estipulado no caput deste artigo, para manter-se o valor aquisitivo da moeda. 2º A correção do orçamento poderá ser realizada em dotações específicas ou em todas as dotações proporcionalmente, desde que não ultrapasse o valor total da correção. 3º O limite a ser estabelecido para o manejo orçamentário e para a abertura de créditos adicionais suplementares no orçamento-programa da administração direta, fundacional, autárquica e de fundos especiais será calculado, independentemente, sobre os valores orçamentários atualizados, na forma do disposto neste artigo. Art. 15 A previsão de recursos oriundos de operações de crédito não poderá ultrapassar o limite estabelecido pelo Senado Federal e pelo 2º do artigo 12 da Lei Complementar nº 101/2000. Art. 16 O Poder Executivo municipal colocará à disposição da Câmara Municipal as estimativas das receitas para o exercício de, inclusive da receita corrente líquida, e as respectivas memórias de cálculo. Art. 17 Os poderes executivo e legislativo municipal, em cumprimento ao disposto no artigo 7º da Lei Federal nº 4.320, de 17 de março de 1964, ficam autorizados a realizar manejo orçamentário, na forma de créditos adicionais suplementares, no orçamento da administração direta, indireta, autárquica, fundacional e de fundos especiais, independentemente, até o limite de vinte por cento do valor total atualizado do orçamento. 1º O manejo orçamentário constitui-se na reprogramação ou reavaliação das prioridades das ações mediante a realocação de recursos de uma categoria de programação para outra, de um órgão para outro e de uma unidade orçamentária para outra. 2º A reprogramação referida no parágrafo anterior será realizada na forma de transferência, transposição e remanejamento dos recursos. 3º Para efeito desta Lei, entende-se por: I transferência, a realocação de recursos que ocorre dentro do mesmo órgão, num mesmo programa de trabalho, entre as categorias econômicas de despesa, mantendo-se o programa em funcionamento; II transposição, a realocação de recursos que ocorre entre programas de trabalho, dentro do mesmo órgão, ampliando, desta forma, um programa previsto na lei orçamentária com recursos de outro também nela previsto; III remanejamento, a realocação de recursos em sede intra-organizacional, ou seja, de um órgão/entidade para outro, repriorizando as ações governamentais. 4º Excluem-se do limite de que trata o caput deste artigo os créditos adicionais suplementares e especiais que decorrerem de leis municipais específicas aprovadas no exercício. CAPÍTULO V DAS DIRETRIZES GERAIS PARA A EXECUÇÃO DOS ORÇAMENTOS Art. 18 A execução dos orçamentos obedecerá: I o equilíbrio entre receitas e despesas; II as normas relativas ao controle de custos e a avaliação dos resultados dos programas financiados com recursos orçamentários; III as condições e exigências para transferências de recursos a instituições públicas e privadas; IV a forma de utilização e montante da reserva de contingência; V as condições e exigências para o custeio de despesas de outros entes da Federação; VI as normas do Tribunal de Contas do Estado do Paraná e da Secretaria do Tesouro Nacional quanto à aplicação da classificação institucional, classificação funcional programática, classificação das naturezas de despesa, classificação da receita, fontes de recurso, modalidades de aplicação, indicadores de uso e grupos de arrecadação nos orçamentos fiscal e da seguridade social. 1º O montante da despesa a ser empenhada em não ultrapassará a realização da receita orçamentária no mesmo período. 2º Se verificado que a realização da receita poderá não comportar o cumprimento das metas de resultado primário ou nominal estabelecidas no Anexo de Metas Fiscais, o Executivo promoverá a limitação de empenhos e movimentação financeira, conforme os seguintes critérios: I redução dos investimentos realizados com recursos próprios; II redução dos serviços extras (horas-extras) executados pelos servidores públicos; III redução do número de estagiários contratados; IV redução das despesas com os serviços de energia elétrica, telefone, água e esgoto; V redução dos custos de manutenção dos veículos automotores; 4º As categorias de programação de que trata esta Lei serão incluídas no orçamento através de programas de trabalho, sendo identificados através da classificação funcional programática (função, subfunção, programa, projeto/atividade) e das categorias econômicas. Art. 5º O orçamento fiscal, incluídos os de autarquias, fundações e fundos com contabilidade descentralizada, discriminará a despesa em conformidade com a Lei Federal nº 4.320/64, a Portaria nº 42/1999, a Portaria Conjunta nº 3/2008, do Ministério do Orçamento e Gestão, as Portarias Interministeriais nºs 163/2001, 325/2001, 519/2001, 688/2005 e 338/2006, Portaria Conjunta SOF/STN nº 01, de 30/06/2009, Portaria Conjunta SOF/STN nº 01, de 18/06/2010, Portaria Conjunta SOF/STN nº 02, de 19/08/2010, e Instruções do Tribunal de Contas do Estado do Paraná, pertinentes à matéria, obedecendo a seguinte estrutura: I Classificação Institucional, cuja finalidade principal é evidenciar as unidades administrativas responsáveis pela execução da despesa, classificando os órgãos e fixando responsabilidades entre esses, com consequentes controles e avaliações de acordo com a programação orçamentária, observado o seguinte: a) a classificação institucional deverá obedecer a legislação que norteia a organização administrativa, bem como as legislações que instituírem fundos especiais; b) as alterações na estrutura administrativa, procedidas após a aprovação da lei orçamentária poderão ser efetivadas a partir do exercício seguinte, conforme a conveniência da administração municipal, adequando o orçamento em execução às finalidades da nova estrutura organizacional. II Classificação Funcional, que compreenderá as seguintes categorias: a) Função, correspondendo ao nível máximo de agregação das ações desenvolvidas pelo Município; b) Subfunção, representando uma partição da função, visando a agregar determinado subconjunto de despesa do setor público; c) Programas, compreendendo as partes do conjunto de ações e recursos da subfunção a que estejam vinculados, necessárias ao atingimento de produtos finais. III Classificação da Natureza da Despesa, com os seguintes desdobramentos: CATEGORIAS ECONÔMICAS GRUPOS DE NATUREZA DE DESPESA MODALIDADES DE APLICAÇÃO ELEMENTOS DE DESPESA 1º Cada programa identificará as ações necessárias para atingir os seus objetivos, sob a forma de projetos, atividades, especificando os valores, as metas e as unidades orçamentárias responsáveis pela realização da ação. 2º Cada projeto ou atividade estará vinculado a uma função, a uma subfunção e a um programa. Art. 6º A lei orçamentária discriminará em categorias de programação específicas as dotações destinadas: I à concessão de subvenções, auxílios e contribuições; II ao pagamento de precatórios judiciários; III à amortização, aos juros e à correção da dívida fundada interna. Art. 7º O projeto de lei orçamentária que o Poder Executivo encaminhará à Câmara Municipal será constituído de mensagem circunstanciada, projeto de lei, tabelas e especificação de programas especiais de trabalho, definidos no artigo 22 da Lei Federal nº 4.320/64, além dos quadros constantes em seu artigo 2º, e, ainda, do seguinte: I previsão das receitas, observada para a sua estimativa a metodologia definida no artigo 9º desta Lei; II demonstrativo das despesas entre órgãos, unidades e funções de governo; III demonstrativo comprovando gastos na educação, na saúde e com pessoal. Art. 8º As ações de governo, tanto as de natureza de manutenção quanto as de investimentos, serão apresentadas na forma de categoria de programação, por unidade orçamentária, projeto/atividade, evitando-se créditos com finalidade imprecisa. Art. 9º A previsão das receitas observará as normas técnicas e legais, considerará os efeitos das alterações na legislação, da variação do índice de preços, do Produto Interno Bruto (PIB), da evolução da receita, do crescimento econômico ou de qualquer outro fator relevante. 1º O Demonstrativo I do Anexo de Metas Fiscais apresentará, em valores correntes, a previsão da receita total da administração direta, fundacional, autárquica e dos fundos especiais. 2º Os valores estimados no Demonstrativo I servirão como base para a projeção das receitas e despesas na elaboração da lei orçamentária anual. CAPÍTULO IV DAS DIRETRIZES GERAIS PARA A ELABORAÇÃO DOS ORÇAMENTOS DO MUNICÍPIO Art. 10 A elaboração do projeto de lei e a aprovação da lei orçamentária de atenderão os preceitos dos 5º, 6º, 7º e 8º do artigo 165 da Constituição Federal e do 3º do artigo 70 da Lei Orgânica do, e serão realizados de modo a evidenciar a transparência da gestão fiscal, observando o princípio da publicidade e permitindo-se amplo acesso da sociedade a todas as informações relativas a cada uma dessas etapas, bem como levarão em conta a obtenção dos resultados previstos no Anexo de Metas Fiscais que integra a presente Lei. Art. 11 O orçamento municipal compreenderá as receitas e despesas da administração direta, fundacional, autárquica e dos fundos especiais, de modo a evidenciar as políticas e programas de governo, obedecidos, na sua elaboração, os princípios da anualidade, unidade, equilíbrio, exclusividade, especificação, universalidade, programação e clareza. Parágrafo único Para a elaboração do orçamento, o Município seguirá as normas da Secretaria do Tesouro Nacional e do Tribunal de Contas do Paraná. VI redução do custo com serviços terceirizados para manutenção da estrutura física e limpeza dos prédios públicos; VII redução do custo com atividades administrativas. 3º A limitação dos empenhos de que trata o parágrafo anterior poderá ser feita de forma proporcional sobre todos os itens ou somente sobre um item, conforme conveniência da administração. 4º O Executivo expedirá ato determinando índice de redução de empenhos sobre os itens definidos no 2º deste artigo, além de determinar, dentro de cada item, os subitens que serão reduzidos. 5º Não serão objeto de limitação de empenhos as obrigações constitucionais e legais e as relativas ao pagamento da dívida fundada interna. 6º Os custos e resultados das ações governamentais de que trata o inciso II do caput deste artigo serão apurados e/ou controlados através de contabilidade pública. 7º A transferência de recursos a instituições privadas para atendimento de despesas correntes ou de capital, compreendidas as subvenções, deverão ser autorizadas por lei específica e estar previstas no orçamento, compreendidos os créditos especiais, e atender às disposições do parágrafo único do artigo 16, do parágrafo único do artigo 17, do parágrafo único do artigo 18 e dos artigos 19 e 21, todos da Lei Federal nº 4.320/64, e da Resolução nº 03/2006, do Tribunal de Contas do Estado do Paraná. 8º O montante da reserva de contingência para o exercício financeiro de será de, no mínimo, 0,4% (quatro décimos por cento) da receita corrente líquida, destinada ao atendimento de passivos contingentes e outros riscos imprevistos e a servir como fonte de recursos para a abertura de créditos adicionais suplementares e especiais na reprogramação ou reavaliação das prioridades das ações governamentais. 9º O Município poderá contribuir para o custeio de despesas de competência de outros entes da Federação, desde que cumpridas as condições dos incisos I e II do artigo 62 da Lei Complementar nº 101, de 4 de maio de O Município poderá destinar recursos para, direta ou indiretamente, cobrir necessidades de pessoas físicas ou jurídicas, desde que autorizado por lei específica, haja previsão no Plano Plurianual vigente e cumpra as condições dos 1º e 2º do artigo 26 da Lei Complementar nº 101, de 4 de maio de Os Poderes Executivo e Legislativo municipais ficam autorizados a proceder às alterações informadas no inciso VI do caput deste artigo para atender as exigências do Tribunal de Contas do Estado do Paraná e as necessidades de execução. Art. 19 Até trinta dias após a publicação da lei orçamentária, o Poder Executivo: I estabelecerá a programação financeira e o cronograma de execução mensal de desembolso; e II disporá em metas mensais de arrecadação, a receita anual do Município. Art. 20 As despesas relativas à publicação dos atos oficiais do Município e à divulgação de programas, campanhas e atividades municipais, não poderão ultrapassar, no ano de, o limite de 2% (dois por cento) das receitas correntes do mesmo período. Art. 21 A execução orçamentária deve obedecer aos preceitos do artigo 72 da Lei Orgânica do. CAPÍTULO VI DAS DISPOSIÇÕES SOBRE AS ALTERAÇÕES NA LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA Art. 22 Na estimativa das receitas do projeto de lei orçamentária anual serão considerados os efeitos de alterações na legislação tributária ou na base de cálculo das transferências constitucionais efetivados e/ou autorizados até 30 de setembro de. 1º As leis de alteração na legislação tributária, referentes a descontos para pagamento à vista e/ou para parcelamento de créditos tributários, que são reeditadas anualmente, deverão também ter seus efeitos considerados na projeção da receita para o exercício de. 2º Havendo aumento da receita em razão de modificações na legislação tributária nacional ou no aumento de alíquotas de repasse das transferências constitucionais, este valor poderá ser utilizado como crédito adicional suplementar ou como recurso para abertura de crédito adicional especial. CAPÍTULO VII DAS DISPOSIÇÕES RELATIVAS ÀS DESPESAS DO MUNICÍPIO COM PESSOAL, ENCARGOS SOCIAIS E SERVIÇOS COM TERCEIROS Art. 23 No exercício financeiro de, as despesas com pessoal, ativo e inativo, e encargos sociais dos Poderes Executivo e Legislativo do, observarão os limites estabelecidos na Lei Complementar nº 101, de 4 de maio de 2000, assegurada a revisão geral anual, conforme dispõe o inciso X do artigo 37 da Constituição Federal. 1º O Município poderá conceder vantagens ou aumento de remuneração aos servidores e empregados públicos municipais, desde que observados os limites legais e autorizados por lei específica. 2º Para atender as demandas do serviço público, o Município poderá efetuar alterações no plano de cargos, empregos e funções e na estrutura de carreira dos servidores, desde que autorizado por lei específica, bem como realizar a contratação ou admissão de pessoal até o limite de vagas estipulado no respectivo plano. Art. 24 Se a despesa total com pessoal ultrapassar os limites estabelecidos na Lei Complementar nº 101, de 4 de maio de 2000, o percentual excedente deverá ser eliminado nos dois quadrimestres seguintes, sendo pelo menos um terço no primeiro.

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