DIREITO PENAL. PARTE ESPECIAL ESBOÇO DE PROGRAMA I INTRODUÇÃO. 1. Parte especial como conjunto de tipos de crime e como ordem de bens jurídicos.

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1 Teresa Quintela de Brito DIREITO PENAL. PARTE ESPECIAL ESBOÇO DE PROGRAMA I INTRODUÇÃO 1. Parte especial como conjunto de tipos de crime e como ordem de bens jurídicos. 2. Relações entre a parte geral e a parte especial do Direito Penal Conexão entre a parte geral e a parte especial do Direito Penal A «função de parêntesis» («Klammerfunktion») da parte geral: a formação do tipo sistemático e do tipo de garantia. 3. Organização sistemática da parte especial Critérios de ordenação dos tipos de crime O critério do bem jurídico protegido. a) A determinação dos bens jurídicos fundamentais. b) As funções do bem jurídico imanentes ao sistema. c) Insuficiência do bem jurídico como critério de sistematização e de interpretação dos tipos de crime: exemplificação Outros critérios de ordenação Organização sistemática da parte especial do Código Penal de A. CRIMES CONTRA A VIDA II CRIMES CONTRA AS PESSOAS 1. Bem jurídico protegido 1.1. Delimitação do início da vida formada para efeitos de punição por homicídio; o elemento sistemático retirado da incriminação do infanticídio (artigo 136º: «a mãe que matar o filho durante ou logo após o parto») Delimitação do termo da vida formada; as directivas antecipadas de vontade (Lei nº 25/2012, de 16 de Julho) e a questão da eutanásia. 2. Homicídio simples (artigo 131º) e homicídio qualificado (artigo 132º) 2.1. Técnica de qualificação do homicídio: a «especial censurabilidade ou perversidade»; legitimidade do emprego de cláusulas gerais ou conceitos indeterminados na incriminação de condutas As circunstâncias do n.º 2 como correctivos da abstracção do n.º 1: a técnica complementar dos «exemplos-padrão» e sua compatibilidade com o princípio da

2 tipicidade. Crítica da tese que afirma a existência de homicídio qualificado atípico As agravações previstas no n.º 2: tipos de ilícito e tipos de culpa. Técnica e fundamento material da qualificação. 3. Homicídios privilegiados 3.1. Sistemática dos homicídios privilegiados: homicídio privilegiado (artigo 133º), homicídio a pedido (artigo 134º) e infanticídio (artigo 136º) Homicídio privilegiado (artigo 133º) a) Fundamento e pressupostos do privilegiamento. b) Tipos de culpa e modo de relevância das motivações socialmente atendíveis. c) Confronto com o homicídio a pedido da vítima (artigo 134º) e com o infanticídio (artigo 136º) quanto ao fundamento do privilégio. 4. Homicídio negligente (artigo 137º) 4.1. Distinção entre negligência simples (n.º 1) e negligência grosseira (n.º 2) Violação do dever de cuidado e pluralidade de homicídios: a questão do concurso na doutrina e na jurisprudência portuguesas 4.3. Agravações pelo resultado negligentes 5. Crimes de perigo contra a vida 5.1. Classificação dos crimes de perigo: crimes de perigo abstracto, concreto e abstracto-concreto Incitamento ou ajuda ao suicídio (artigo 135º). a) Tipo objectivo e subjectivo de ilícito e condição de punibilidade. b) Realização por omissão e situações de cooperação da própria vítima. c) Suicídio ético (n.º 1) e suicídio técnico (n.º 2); suicídio técnico versus autoria mediata de homicídio executado pela própria vítima. d) Confronto com o crime de propaganda ao suicídio Exposição ou abandono (artigo 138º). a) Conduta típica: distinção entre exposição e abandono; caracterização do resultado típico. b) Qualificação em razão da qualidade do agente (n.º 2) e do resultado mais grave (n.º 3) Problemas de comparticipação criminosa e de concurso entre os diversos crimes contra a vida. B. CRIMES CONTRA A VIDA INTRA-UTERINA 1. Bens jurídicos jurídicos protegidos pelos diversos crimes de aborto (consentido, não consentido e agravado artigos 140º e 141º). 2. Legitimidade da incriminação; análise e discussão de jurisprudência constitucional. 3. Interrupção voluntária da gravidez não punível (artigo 142º): enquadramento dogmático e legitimidade constitucional das diversas situações de não punibilidade na doutrina e na jurisprudência do Tribunal Constitucional.

3 C. CRIMES CONTRA A INTEGRIDADE FÍSICA 1. Bem jurídico tutelado. 2. Delimitação do âmbito de tutela, acções socialmente adequadas e risco permitido: acções do milieu; poder de correcção dos pais; observância das regras do jogo nas competições desportivas; intervenções e tratamentos médico-cirúrgicos (artigo 150º). 3. Ofensas simples à integridade física (artigo 143º) 3.1. Tipo objectivo e tipo subjectivo As situações de dispensa de pena (n.º 2). 4. Ofensas agravadas à integridade física 4.1. Ofensas graves (artigo 144º): fundamento da agravação; análise das circunstâncias agravantes Ofensas qualificadas (artigo 145º): fundamento da qualificação e limites da remissão para o artigo 132º Violência doméstica (artigo 152º) e maus-tratos (artigo 152º-A): modalidades típicas; dependência e autonomia relativamente às ofensas à integridade física. 5. Ofensas privilegiadas à integridade física (artigo 146): remissão para o artigo 133º. 6. Afastamento da tipicidade das ofensas corporais: 6.1. Intervenções médico-cirúrgicas (artigo 150º, n.º 1) versus violação das leges artis (n.º 2) e versus intervenções e tratamentos médico-cirúrgicos arbitrários (artigo 156º) 6.2. Consentimento do ofendido (artigo 149º): limites de relevância do consentimento e claúsula dos bons costumes. 7. Crimes de perigo contra a integridade física: o caso especial da participação em rixa (artigo 151º) Tipo objectivo e tipo subjectivo de ilícito A condição de punibilidade. 8. Concurso entre as ofensas à integridade física e os homicídios: teoria da incompatibilidade; teoria do estado intermédio; concepção de JAKOBS; tomada de posição. III CRIMES CONTRA A PROPRIEDADE 1. Delimitação do bem jurídico tutelado: propriedade e património em sentido amplo; propriedade versus património em sentido restrito. 2. Classificação dos crimes contra a propriedade quanto ao modo de execução: crimes de apropriação (tomar ou fazer entregar) e crimes de dano. 3. Furto simples (artigo 203º)

4 3.1. Tipo objectivo: subtracção de coisa móvel alheia 3.2. Tipo subjectivo: dolo e intenção de apropriação O problema da consumação A questão dos furtos em supermercados; proposta de alteração do Código Penal de converter alguns dos furtos em supermercados em crimes particulares. 4. Furto qualificado (artigo 204º) 4.1. Técnica e fundamentos da agravação Análise das circunstâncias qualificativas Concurso de circunstâncias qualificativas Qualificação e furto de coisa de valor diminuto. 5. Abuso de confiança (artigo 205º) 5.1. Tipo objectivo a) Apropriação ilegítima de coisa móvel; b) Entregue por título não translativo da propriedade Tipo subjectivo: dolo 5.3. Agravação do n.º 3: fundamento e problemas de comparticipação criminosa 6. Crimes de dano 6.1. Crime de dano simples (artigo 212º) a) Tipo objectivo: destruir total ou parcialmente, danificar, desfigurar ou tornar não utilizável coisa móvel alheia. b) Tipo subjectivo: dolo c) Razões da excepcional punibilidade da tentativa 6.2. Crime de dano qualificado (artigo 213º): técnica e fundamentos da agravação Crime de dano com violência (artigo 214º): razões da autonomização face aos crimes de dano simples e de dano qualificado. IV CRIMES CONTRA O PATRIMÓNIO 1. Sistemática legal: crimes contra o património em geral; crimes contra os direitos patrimoniais; crimes contra o sector público ou cooperativo agravados pela qualidade do agente. 2. Conceito jurídico-penal de património. 3. Os crimes de burla 3.1. Burla simples (artigo 217º) a) Tipo objectivo: conduta; resultado típico; consumação. b) Tipo subjectivo: dolo e intenção de enriquecimento ilegítimo. c) O problema da realização por omissão. d) Razões da excepcional punibilidade da tentativa Burla qualificada (artigo 218º): técnica e fundamentos da agravação

5 3.3. Burla relativa a seguros (artigo 219º) a) Tipo objectivo: modalidades de execução; resultado típico; consumação. b) Tipo subjectivo: dolo Burla para obtenção de alimentos, bebidas ou serviços (artigo 220º) a) Tipo objectivo e tipo subjectivo. b) Razões da autonomização face ao crime de burla simples Burla informática e nas comunicações (artigo 221º) a) Tipo objectivo e tipo subjectivo do crime previsto no n.º 1. b) Tipo objectivo e tipo subjectivo do crime previsto no n.º 2. c) Motivos da inclusão de ambos no mesmo preceito. d) Razões da autonomização relativamente aos crimes de burla simples e de burla qualificada Burla relativa a trabalho ou emprego a) Tipo objectivo e tipo subjectivo. b) Regras da aplicação da lei penal portuguesa no espaço e crime previsto no n.º 2. c) Razões da autonomização face aos crimes de burla simples e de burla qualificada. APRESENTAÇÃO, RAZÕES E OBJECTIVOS DO PROGRAMA I O programa de Direito Penal - Parte especial que se propõe divide-se em quatro grandes partes: * Introdução ao estudo da Parte Especial. * Crimes contra as pessoas, onde se estudarão os crimes contra a vida (de dano e de perigo), os crimes contra a vida intra-uterina, e os crimes (de dano e de perigo) contra a integridade física. * Crimes contra a propriedade, onde se estudarão os crimes de furto, de abuso de confiança e de dano. * Crimes contra o património, onde se estudarão, pela sua relevância prática e complexidade, os vários crimes de burla (simples; qualificada; relativa a seguros; para obtenção de alimentos, bebidas ou serviços; informática e nas comunicações; e relativa a trabalho ou emprego). II Propõe-se o Direito Penal Parte Especial como disciplina optativa: Do 1.º Ciclo de estudos, a leccionar depois de Teoria da Lei Penal e de Teoria do Crime, portanto, no 4.º ano da licenciatura; ou Do 2.º Ciclo de Estudos, em complementariedade das disciplinas de Direito Penal Económico e de Processual Penal Especial, relativamente às quais não apresenta qualquer sobreposição. III a) O Direito Penal Parte Especial é de grande importância para a formação teóricoprática dos alunos. Surge como complemento e desenvolvimento naturais e necessários das disciplinas básicas de Direito Penal (Teoria da Lei Penal e Teoria do Crime), leccionadas no 3.º ano da licenciatura. b) Actualmente, não existe na Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa qualquer disciplina com esse conteúdo. Assim, esta disciplina traduz-se em um

6 enriquecimento da oferta curricular do 1.º ou 2.º Ciclo de estudos da Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa. c) Enriquecimento tanto mais necessário quanto, na Faculdade de Direito da Universidade Clássica de Lisboa, o Direito Penal III (onde se estuda a parte especial do Direito Penal) é disciplina de opção no 4.º ano da licenciatura. Por outro lado, na Faculdade de Direito da Universidade Católica de Lisboa, há uma pós-graduação em Ciências Jurídicas em que se estuda o Direito Penal e o Direito Processual Penal e nesse âmbito os crimes contra o património, os crimes contra a vida em sociedade e os crimes contra as pessoas. IV A disciplina de Direito Penal Parte especial pretende sensibilizar e habilitar os alunos para o estudo dos tipos da parte especial do Direito Penal, através do desenvolvimento da sua capacidade de análise crítica do Direito legislado e da jurisprudência, incluindo a do Tribunal Constitucional. Lisboa, 10 de Dezembro de 2012

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