Coordenador WANDER GARCIA. Um dos maiores especialistas em Exames da OAB do País COMO. passar na ENCARTE DE ATUALIZAÇÃO

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1 Coordenador WANDER GARCIA Um dos maiores especialistas em Exames da OAB do País COMO passar na OAB! ENCARTE DE ATUALIZAÇÃO ALTERAÇÕES LEGISLATIVAS PENAL E PROCESSO PENAL

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3 3 Encarte de Atualização - OAB - Prova Direito Penal Atualização nº 1 Capítulo 5 (Crimes contra a Pessoa e contra o Patrimônio) Segunda questão da página 475: Obs.: a atualização limita-se ao comentário correspondente à alternativa C. (OAB/CESPE ) Assinale a opção correta com base na legislação penal. (A) O agente que mata alguém, sob o domínio de violenta emoção, logo após injusta provocação da vítima, está legalmente acobertado pela excludente da legítima defesa. (B) Não pratica crime ou contravenção penal o agente que, no intuito de provocar alarme, afirma, inveridicamente, que há uma bomba em determinado prédio. (C) Pratica o crime de seqüestro em concurso formal com furto o agente que, no intuito de obter senha de cartão bancário, priva a vítima de liberdade e, obtendo êxito, a liberta. (D) Pratica o crime de latrocínio o agente que subtrai uma bolsa mediante violência a pessoa, em face da qual resulta morte da vítima. A: a excludente da legítima defesa está contida no art. 25 do CP. A hipótese acima narrada diz respeito ao homicídio privilegiado, previsto no art. 121, 1º, segunda parte, do CP; B: art. 41 da Lei das Contravenções Penais; C: é o que se convencionou chamar de seqüestro-relâmpago. A conduta está tipificada no art. 157, 2º, V, do CP; D: art. 157, 3º, parte final, do CP. É crime hediondo, nos termos do art. 1º, II, da Lei n /1990. Comentário referente à alternativa C : antes, o chamado seqüestro-relâmpago suscitava na doutrina e na jurisprudência, no que se refere à sua tipificação, grande controvérsia. Atualmente, com o advento da Lei /09, que introduziu o 3º no art. 158 do CP, o delito de extorsão será qualificado quando praticado mediante a restrição da liberdade da vítima, desde que tal condição seja necessária à obtenção da vantagem econômica. Doravante, a privação da liberdade da vítima pode servir, em se tratando de crime patrimonial, como meio para o cometimento de três modalidades, a saber: roubo art. 157, 2º, V; extorsão art. 158, 3º; e extorsão mediante seqüestro art Atualização nº 2 Capítulo 5 (Crimes contra a Pessoa e contra o Patrimônio) Obs.: a atualização limita-se ao comentário correspondente à alternativa D. Última questão da página 475: (OAB/CESPE ) Acerca dos crimes contra a honra, assinale a opção correta. (A) O agente que atribui a alguém a autoria de um estupro, ciente da falsidade da imputação, comete o crime de calúnia. (B) O agente que imputa a alguém a conduta de mulherengo, no intuito de ofender sua reputação, comete o crime de injúria. (C) O agente que designa alguém como ladrão, no intuito de ofender sua dignidade, comete o crime de difamação. (D) O agente que preconceituosamente se refere a alguém como velho surdo, ciente da idade e deficiência da pessoa, comete uma das modalidades do crime de racismo. A: art. 138, CP. Consiste a calúnia em atribuir falsamente a alguém fato capitulado como crime. A honra atingida é a objetiva (conceito que o sujeito tem diante do grupo no qual está inserido); B: injúria (art. 140 do CP) é a adjetivação pejorativa ofensiva. Atinge a honra subjetiva; C: difamar alguém significa divulgar fatos infamantes à sua honra objetiva. Designar alguém como ladrão implica ofensa à sua honra subjetiva (crime de injúria); D: a conduta está tipificada no art. 140, 3º, do CP, cuja pena cominada é bem superior à do caput. Comentário referente à alternativa D : a ação penal, no crime capitulado no art. 140, 3º, do CP, passa a ser pública condicionada à representação do ofendido. Tal se deu com a edição da Lei /09, de 29 de setembro de 2009, que modificou a redação do p. único do art. 145 do Código Penal. Atualização nº 3 Capítulo 5 (Crimes contra a Pessoa e contra o Patrimônio) Obs: a atualização refere-se às alternativas e respectivos comentários B e D. Última questão da página 477: (OAB/CESPE SP) A respeito dos crimes contra a honra, assinale a opção correta. (A) De acordo com o Código Penal, é punível o crime de calúnia e difamação contra os mortos. (B) O prazo decadencial dos crimes contra a honra tratados pela Lei de Imprensa Lei n. o 5.250/1967 é de três meses e, no Código Penal, esse prazo é de seis meses. (C) A difamação, tratada pelo Código Penal, não admite exceção da verdade. (D) Segundo a Lei de Imprensa, o crime de calúnia é de ação penal pública condicionada a representação. A: art. 138, 2 o, do CP (pune-se tão-só a calúnia contra os mortos); B: art. 41, 1 o, da Lei n /1967 (Lei de Imprensa); e art. 103, CP. O prazo decadencial a que se refere o Código Penal é reproduzido no art. 38 do CPP; C: art. 139, parágrafo único, do CP (é admitida a exceção da verdade, desde que o ofendido seja funcionário público e a ofensa seja relativa ao exercício de suas funções); D: art. 40, I, c, da Lei n /1967. Alternativa "b" Comentário referente às alternativas B e D : a Lei de Imprensa Lei 5.250/67 não está mais em vigor. Decidiu o STF, no julgamento da ADPF nº 130, que os dispositivos da legislação de imprensa não foram recepcionados pela Constituição Federal de 1988.

4 Wander garcia 4 Atualização nº 4 Capítulo 6 (Crimes contra os Costumes, a Fé Pública, a Administração Pública e as Finanças Públicas) Obs.: o comentário refere-se à questão. Segunda questão da página 480: (OAB/CESPE SP) Assinale a opção correta com relação aos crimes de estupro e atentado violento ao pudor. (A) O crime de estupro, quando cometido em sua forma simples, só se enquadra na definição legal de crime hediondo, se dele resultar lesão corporal de natureza grave ou morte da vítima. (B) O crime de atentado violento ao pudor com violência presumida não se enquadra na definição legal de crime hediondo, se dele não resultar lesão corporal de natureza grave ou morte da vítima. (C) O crime de estupro com violência presumida não se enquadra na definição legal de crime hediondo, se dele não resultar lesão corporal de natureza grave ou morte da vítima. (D) Os crimes de estupro e atentado violento ao pudor, quando cometidos em sua forma simples ou com violência presumida, enquadram-se na definição legal de crimes hediondos, recebendo essa qualificação ainda quando deles não resulte lesão corporal de natureza grave ou morte da vítima. Art. 1º, V e VI, da Lei n /1990. Prevalece no Supremo Tribunal Federal a posição segundo a qual os crimes de estupro e atentado violento ao pudor, seja na forma simples, seja na forma qualificada, são hediondos. Além disso, o STF considera hediondos os crimes de estupro e atentado violento ao pudor com violência presumida. Comentário: com a Lei /09, que promoveu diversas alterações nos delitos sexuais, o estupro art. 213, CP -, que incriminava tão-somente a conjunção carnal realizada com mulher, mediante violência ou grave ameaça, passou a incorporar, também, a conduta antes contida no art. 214 do CP dispositivo hoje revogado. Dessa forma, o crime do art. 213 do CP, com a mudança implementada pela Lei /09, passa a comportar, além da conduta consubstanciada na conjunção carnal violenta, contra homem ou mulher, também o comportamento consistente em obrigar alguém a praticar ou permitir que com o sujeito ativo se pratique outro ato libidinoso que não a conjunção carnal. Criou-se, assim, um tipo misto alternativo. Ademais, a Lei /09 alterou a redação do art. 1º da Lei 8.072/90 (Lei de Crimes Hediondos). São, pois, hediondos os delitos de estupro (art. 213, caput e 1º e 2º) e estupro de vulnerável, nos termos do art. 1º, V e VI, da Lei 8.072/90. Por fim, a mesma Lei /09, em seu art. 7º, revogou expressamente o art. 224 do CP (presunção de violência). Atualização nº 5 Capítulo 6 (Crimes contra os Costumes, a Fé Pública, a Administração Pública e as Finanças Públicas) Obs.: o comentário refere-se à questão. Última questão da página 481: (OAB/CESPE ) Marcelo induziu Letícia em erro, fazendo que ela se enganasse sobre a identidade pessoal dele. Devido ao ardil, Letícia concordou em ter com ele conjunção carnal. Nessa situação hipotética, a conduta de Marcelo é classificada no direito penal como (A) posse sexual mediante fraude. (B) assédio sexual. (C) atentado violento ao pudor. (D) atentado ao pudor mediante fraude. A: art. 215, CP (redação do caput alterada pela Lei n /2005); B: art. 216-A do CP (acrescentado pela Lei n /2001); C: art. 214, CP; D: art. 216, CP. Basicamente, os crimes contra a liberdade sexual podem ser cometidos por meio de violência ou grave ameaça, como ocorre no estupro e no atentado violento ao pudor, e por meio de fraude (crimes de posse sexual mediante fraude e atentado ao pudor mediante fraude). Nestes, o agente lança mão de um artifício com o objetivo de criar na vítima uma visão distorcida da realidade e, dessa forma, atingir o seu intento final, que é a conjunção carnal, no caso da posse sexual mediante fraude, e o ato libidinoso diverso da conjunção carnal, no caso do atentado ao pudor mediante fraude. Comentário: as condutas descritas nos arts. 215 e 216 do CP foram reunidas em um único tipo penal, denominado violação sexual mediante fraude (art. 215, CP). O mesmo fenômeno operou-se, também por força da Lei /09, em relação aos crimes de estupro e atentado violento ao pudor, cujas condutas atualmente estão reunidas no art. 213 do Código Penal, sob o nomen juris estupro. Atualização nº 6 Capítulo 6 (Crimes contra os Costumes, a Fé Pública, a Administração Pública e as Finanças Públicas) Obs.: o comentário refere-se às alternativas A e B. Primeira questão da página 482: (OAB/CESPE ) Assinale a opção correta acerca do direito penal. (A) O delito de corrupção de menores prescinde da efetiva corrupção do menor, bastando, para a sua configuração, a prova de participação do inimputável em crime juntamente com agente maior de 18 anos. (B) Os delitos de estupro e de atentado violento ao pudor, em sua forma simples, não configuram modalidades de crime hediondo. (C) O crime de denunciação caluniosa dispensa a ciência, pelo agente, da inocência do acusado. (D) No caso de crime cometido no âmbito de uma empresa, o simples fato de o réu ser administrador da empresa autoriza a instauração de processo criminal pelo crime, mesmo se não restar comprovada a mínima relação de causa e efeito entre as imputações e a condição de dirigente da empresa. A: art. 1º da Lei n /54; B: art. 1º, V e VI, da Lei n /1990 (Lei de Crimes Hediondos). Prevalece no Supremo Tribunal Federal a posição segundo a qual os crimes de estupro e atentado violento ao pudor, seja na forma simples, seja na forma qualificada, são hediondos; C: art. 339 do CP. O tipo subjetivo exige o dolo direto, não sendo suficiente o dolo eventual. O

5 5 Encarte de Atualização - OAB - Prova agente, dessa maneira, precisa ter ciência da inocência do imputado; D: art. 18, parágrafo único, do CP. Comentário: o art. 7º da Lei /09 revogou expressamente a Lei 2.252/54 (Corrupção de Menores). O crime de corrupção de menores, com isso, foi inserido no art. 244-B da Lei 8.069/90 (ECA). De outro lado, a mesma Lei /09, em seu art. 4º, alterou a redação do art. 1º, V e VI, da Lei 8.072/90 (Crimes Hediondos), reputando-se hediondos os delitos de estupro e estupro de vulnerável. Atualização nº 7 Capítulo 8 (Legislação Extravagante e outros Crimes Combinados) Segunda questão da página 490: (OAB/CESPE SP) A respeito das contravenções penais, assinale a opção correta. (A) As penas privativas de liberdade tratadas na lei das contravenções penais são de prisão simples. (B) A lei das contravenções penais foi revogada, tendo algumas das condutas sido transformadas em infrações administrativas e outras, em infrações criminais. (C) A contravenção penal de porte de arma não foi revogada pela lei de armas de fogo Lei n.º /2003. (D) As contravenções penais de vadiagem e mendicância foram revogadas após a ratificação do Brasil à Convenção Americana de Direitos Humanos. A: art. 1º, Decreto-Lei n /1941 (Lei de Introdução ao Código Penal); art. 5º, Decreto-Lei n /1941 (Lei das Contravenções Penais). Crime é a infração penal que comporta as penas de reclusão ou de detenção; contravenção, a infração que admite as penas de prisão simples ou multa, ou ambas, alternativa ou cumulativamente; B: o Decreto-Lei n /1941 (Lei das Contravenções Penais) está em vigor, tendo sido recepcionado pela Carta de 1988 como lei ordinária; C: a contravenção de porte de arma foi revogada pela Lei n /1997; D: as contravenções de vadiagem e mendicância estão em vigor e se encontram previstas nos artigos 59 e 60 do Dec.-Lei n /1941, respectivamente. Comentário: com o advento da Lei /09, que revogou o art. 60 da Lei das Contravenções Penais, a mendicância deixou de ser infração penal (Dec.-lei 3.688/41), operando-se autêntica abolitio criminis. A vadiagem permanece como contravenção penal, capitulada no art. 59 do Dec.-lei 3.688/41. Atualização nº 8 Capítulo 8 (Legislação Extravagante e Outros Crimes Combinados) OBS.: o comentário refere-se à alternativa D. Segunda questão da página 492: (OAB/CESPE ) De acordo com jurisprudência do STJ e do STF, assinale a opção correta. (A) A inexistência de dinheiro ou de outro objeto de valor em poder da vítima afasta a tentativa do crime de roubo. (B) Relativamente ao advogado, a imunidade profissional contemplada na Constituição Federal é absoluta, não sofrendo restrições legais. (C) O decreto de prisão preventiva há de substanciar-se no fato-crime e no homem-autor concretos, porém é cabível inferir-se fuga em função da revelia do paciente. (D) Estão submetidos à disciplina da Lei de Imprensa, entre outros, os delitos contra a honra por meio dela praticados, quais sejam, aqueles cuja ofensa à honra subjetiva ou objetiva é veiculada em jornais e outras publicações periódicas. A: trata-se de crime complexo, que atinge outros bens além do patrimônio. Dessa forma, a inexistência de dinheiro ou de outro objeto de valor em poder da vítima não tem o condão de afastar a tentativa do crime de roubo. Pela mesma razão não se aplica o delito de bagatela; B: art. 133 da CF; art. 142, I, do CP; e art. 7º, 2º, da Lei n /1994 (Estatuto da OAB); C: art. 312 do CPP; D: arts. 12, parágrafo único, 20 (calúnia), 21 (difamação) e 22 (injúria), todos da Lei de Imprensa (Lei n /67). Comentário: a Lei de Imprensa Lei 5.250/67 não está mais em vigor. Decidiu o STF, no julgamento da ADPF nº 130, que os dispositivos da legislação de imprensa não foram recepcionados pela Constituição Federal de Atualização nº 9 Capítulo 8 (Legislação Extravagante e Outros Crimes Combinados) Primeira questão da página 494: (OAB/CESPE ) Assinale a opção correta segundo o STJ. (A) Há como reconhecer-se a continuidade delitiva entre os crimes de roubo e de extorsão. (B) Há como reconhecer-se a continuidade delitiva entre os crimes de estelionato e de receptação. (C) O bem jurídico protegido na falsidade ideológica é o patrimônio público. (D) No crime de atentado violento ao pudor, a causa de aumento de pena prevista na Lei dos Crimes Hediondos incide somente se do crime resultar lesão corporal de natureza grave ou morte. A e B: apesar da grande celeuma que domina o tema, prevalece na doutrina a posição segundo a qual crimes da mesma espécie, expressão contida no caput do art. 71 do Código Penal, são aqueles previstos no mesmo tipo penal; C: o bem jurídico tutelado na falsidade ideológica (art. 299, CP) é a fé pública; D: art. 9º, Lei n /1990 (Lei de Crimes Hediondos); art. 214 e sua combinação com o art. 223, caput, ambos do CP (é o atentado violento ao pudor de cuja violência resulta lesão de natureza grave); art. 214 e sua combinação com o art. 223, parágrafo único, ambos do CP (é o atentado violento ao pudor do qual resulta a morte). A essas duas hipóteses aplica-se o mencionado art. 9º da Lei de Crimes Hediondos, gerando uma causa de aumento de pena. Comentário: com a revogação expressa do art. 224 do CP, determinada pela Lei /09, a majorante contida no art. 9º da Lei 8.072/90 (Crimes Hediondos), ao que parece, foi abolida.

6 Wander garcia 6 Atualização nº 10 Capítulo 8 (Legislação Extravagante e Outros Crimes Combinados) Última questão da página 495: (OAB/CESPE ) Assinale a opção correta, de acordo com o ordenamento penal brasileiro. (A) No peculato, a restituição do valor desviado importa, por si só, o afastamento do animus rem sibi habendi porque, para a caracterização desse tipo penal, é necessária a efetiva obtenção da vantagem ilícita. (B) A doutrina penal brasileira instrui que o dolo, ainda que eventual, conquanto constitua elemento subjetivo do tipo, deve ser compreendido sob dois aspectos: o cognitivo, que traduz o conhecimento dos elementos objetivos do tipo, e o volitivo, configurado pela vontade de realizar a conduta típica. (C) A consumação do crime de estelionato se dá independentemente da efetiva obtenção de vantagem ilícita, em detrimento de outrem, mediante sua indução ou manutenção em erro, utilização de artifício, ardil ou fraude. (D) O crime de estupro, se perpetrado em sua forma simples ou com violência presumida, não é considerado crime hediondo. A: predomina o entendimento segundo o qual não existe peculato de uso de bem fungível. O peculato de uso, portanto, pressupõe que a coisa seja infungível; B: o dolo natural, adotado pela teoria finalista da ação, engloba a consciência e a vontade. Esta, consistente na intenção de realizar os elementos integrantes do tipo penal; aquela, no que diz respeito à conduta, ao resultado e ao nexo causal; C: é crime material cuja consumação se dá com a obtenção da vantagem ilícita pelo agente, em prejuízo alheio; D: o crime de estupro (art. 213, CP), tanto na modalidade simples como na praticada com violência presumida, é, sim, segundo já entendeu o STF, crime hediondo, nos termos do art. 1º, V, da Lei n /1990. Alternativa "B" Comentário: com a reforma implementada pela Lei /09, a presunção de violência foi abolida, o que se deu por meio da revogação do art. 224 do Código Penal. Ademais disso, esta Lei estabeleceu, ao modificar a redação do art. 1º da Lei 8.072/90, que o estupro, na sua nova acepção, e o estupro de vulnerável constituem crime hediondo. Dir. Processual Penal Atualização nº 1 Capítulo 1 (Fontes, Princípios Gerais e Interpretação) Obs.: o comentário refere-se à alternativa A. Última questão da página 500: (OAB/CESPE ) Assinale a opção incorreta no que se refere aos princípios e garantias constitucionais do processo penal. (A) O preso em flagrante delito, ainda que identificado civilmente, deve ser submetido a identificação criminal, inclusive pelo processo datiloscópico e fotográfico. (B) Em consonância com o princípio da igualdade das partes e do contraditório, sempre que for carreado aos autos documento novo, relevante para a decisão, deve ser concedida à parte contrária, em face da qual foi produzida a prova, oportunidade de manifestação a respeito. (C) Todo acusado tem direito à finalização do processo criminal dentro dos prazos previstos na lei processual ou em tempo razoável, não se tolerando demora injustificável e abusiva por inércia de órgãos do estado-administração. (D) O devido processo legal foi insculpido na Constituição da República como cláusula pétrea, para vedar que qualquer cidadão seja privado da sua liberdade ou de seus bens sem que se realize um julgamento justo, ou seja, informado pelo devido processo legal. A: art. 5º, LVIII, da CF; B: art. 5º, LV, da CF; C: art. 5º, LXXVIII, da CF (acrescentado pela E.C. n. 45/2004); D: art. 5º, LIV, da CF (devido processo legal); e art. 60, 4º, IV, da CF (cláusulas pétreas). Comentário: vide Lei /09, que dispõe acerca da identificação criminal do civilmente identificado, regulamentando o art. 5º, LVIII, da CF. Atualização nº 2 Capítulo 3 (Ação Penal, Suspensão Condicional do Processo e Ação Civil). Segunda questão da página 505: (OAB/CESPE ) Assinale a opção correta acerca da ação penal. (A) Em se tratando de crime de ação penal pública condicionada, exige-se rigor formal na representação do ofendido ou de seu representante legal. (B) O perdão do ofendido, seja ele expresso ou tácito, pode ser causa de extinção da punibilidade nos crimes que se apuram por ação penal pública condicionada.

7 7 Encarte de Atualização - OAB - Prova (C) A representação será retratável depois de oferecida a denúncia. (D) Nos crimes contra os costumes, uma vez atestada a pobreza da vítima pela autoridade policial ou por outros meios de prova, a ação penal passa a ser pública condicionada à representação, tendo o Ministério Público legitimidade para oferecer a denúncia. A: a representação (art. 39, caput e 1º e 2º, do CPP) não tem rigor formal. Os tribunais, inclusive o STF, já se manifestaram nesse sentido. É suficiente, desse modo, que a vítima demonstre a intenção de ver processado o suspeito; B: o perdão do ofendido (art. 107, V, do CP) é instituto que só se aplica à ação penal privada; C: art. 25 do CPP; D: art. 225, 2º, do CP. Comentário: outra relevante modificação produzida pela Lei /09 diz respeito à ação penal nos crimes sexuais. Antes, a ação penal nesses crimes era, em regra, de iniciativa privada (art. 225, caput, do CP). Hoje, ao revés, a ação penal é, em regra, pública condicionada à representação. Será, entretanto, pública incondicionada em duas situações: se a vítima é menor de 18 anos; ou se é pessoa vulnerável. Atualização nº 3 Capítulo 13 (Habeas Corpus, Mandado de Segurança e Revisão Criminal) Última questão da página 528: (OAB/CESPE ) No que se refere às ações autônomas criminais, assinale a opção correta. (A) Em face da soberania dos veredictos, das decisões de mérito do tribunal do júri não se admite revisão criminal. (B) A revisão criminal pode ser requerida, desde que antes da extinção da pena, pelo réu ou por procurador, independentemente de habilitação. (C) Cabe habeas corpus contra decisão condenatória a pena de multa ou quando já estiver extinta a pena privativa de liberdade. (D) Admite-se mandado de segurança para o advogado poder acompanhar diligência em processo judicial, ainda que sigiloso. A: prevalece hoje na doutrina e na jurisprudência o entendimento segundo o qual cabe revisão criminal contra decisão definitiva proferida pelo Tribunal Popular; B: arts. 622 e 623 do CPP; C: art. 5º, LXVIII, da CF, e art. 647 do CPP; D: art. 5º, LXIX, da CF; Leis 1.533/1951 e 4.348/1964. Destina-se o mandado de segurança a amparar direito líquido e certo. A jurisprudência tem entendido cabível o instrumento nos seguintes casos, dentre outros: direito de obter certidões; direito conferido ao advogado para acompanhar o cliente na fase do inquérito; direito conferido ao advogado para entrevistar-se com seu cliente. Comentário: as Leis 1.533/51 e 4.348/64 foram expressamente revogadas pela Lei /09, que estabeleceu nova disciplina para o mandado de segurança (individual e coletivo). Atualização nº 4 Capítulo 13 (Habeas Corpus, Mandado de Segurança e Revisão Criminal). Obs.: o comentário refere-se à: Última questão da página 529: (OAB/CESPE SP) Sobre mandado de segurança, assinale a opção correta. (A) Não se admite impetração de mandado de segurança para resguardo de interesse violado em feitos penais, pois, em qualquer situação, há a violação da liberdade do investigado, cuja tutela jurisdicional ocorre por impetração de habeas corpus. (B) Não se admite a aplicação da fungibilidade se o mandado de segurança for impetrado em face de ilegalidade que deveria ser contestada por meio da impetração de habeas corpus, extinguindo-se o feito sem julgamento do mérito. (C) Será concedido mandado de segurança para tutela de direito líquido e certo, comprovado de plano, não amparado por habeas corpus ou habeas data, quando o responsável pela ilegalidade ou abuso de poder for autoridade pública ou agente de pessoa jurídica no exercício de atribuições do poder público. (D) Pode ser interposto, pela parte juridicamente interessada, recurso ordinário à decisão proferida em mandado de segurança decidido em única instância pelos tribunais regionais federais ou pelos tribunais dos estados, do Distrito Federal e territórios, quando concessiva a decisão. A: art. 5º, LXIX, da CF. Desde que o ato implique violação de direito líquido e certo, o mandado de segurança tem sido admitido no processo penal; B: art. 5º, LXIX, CF. Aplica-se a fungibilidade; C: art. 5º, LXIX, da CF; Leis 1.533/1951 e 4.348/1964; D: art. 105, II, b, da CF (quando se tratar de decisão denegatória). Alternativa "C" Comentário: as Leis 1.533/51 e 4.348/64 foram expressamente revogadas pela Lei /09, que estabeleceu nova disciplina para o mandado de segurança (individual e coletivo).

8 COMO OAB! passar na ENCARTE DE ATUALIZAÇÃO ALTERAÇÕES LEGISLATIVAS PENAL E PROCESSO PENAL

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