TBS Catálogo 2012/2013. Sistemas de proteção contra descargas atmosféricas e sobretensões transitórias THINK CONNECTED.

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1 TS Catálogo 2012/2013 Sistemas de proteção contra descargas atmosféricas e sobretensões transitórias THINK CONNECTED.

2 Guia de planeamento, informação geral em-vindo ao apoio ao cliente! Telefone de assistência: Fax para questões: Fax para encomendas: Internet: Utilize a linha direta para o apoio ao cliente da OO! Na linha de assistência estamos à sua disposição entre as 09h00 e as 18h00 para qualquer dúvida sobre toda a gama da OO ETTERMANN. A nova estrutura do apoio ao cliente da OO oferece-lhe garantia completa: Parceiro de contacto privilegiado na sua região Todas as informações relativas à palete de produtos da OO Aconselhamento técnico relativamente a áreas de aplicação especiais Acesso rápido e direto a todos os dados técnicos dos produtos OO porque até na proximidade com os clientes queremos ser os primeiros! 02_TS_Masterkatalog_Länder_2012 / pt / 26/03/2012 (LLExport_04103) / 16/10/ OO TS

3 Conteúdo Guia de planeamento 5 Guia de planeamento, informação geral Proteção contra sobretensões, energia, descarregadores tipo Proteção contra sobretensões, energia, descarregadores tipo Proteção contra sobretensões, energia, descarregadores tipo Proteção contra sobretensões, energia, descarregador tipo Proteção contra sobretensões, energia, descarregadores tipo Proteção contra sobretensões, Instalações fotovoltaicas 219 Redes de dados e tecnologia de informação 235 Explosores equipotenciais de separação e de proteção 287 Sistemas de medição e teste _TS_Masterkatalog_Länder_2012 / pt / 26/03/2012 (LLExport_04103) / 16/10/2013 Sistemas de ligação equipotencial 295 Sistemas de ligação à terra 309 Sistemas de captação e derivação de raios 329 Proteção isolada contra descargas atmosféricas e sistema OO iscon 379 Índices 395 TS OO 3

4 Guia de planeamento, informação geral Seminários TS da OO: saiba tudo em primeira mão Com um vasto programa de formação e seminários relativos ao tema sistemas de proteção contra raios e sobretensões, a OO a- poia os utilizadores com conhecimentos técnicos em primeira mão. Para além das bases teóricas, também é abordada a sua aplicação prática no dia-a-dia. Exemplos de aplicação e de cálculo completam esta abrangente formação. Memórias descritivas, informações sobre produtos e fichas técnicas Tornamos a sua vida mais fácil: com uma vasta seleção de documentos que tornam o projeto, a preparação e a instalação muito intuitiva. Aqui estão incluídos: Memórias descritivas Informações sobre os produtos Fichas de caraterísticas Fichas técnicas Estes documentos são constantemente atualizados e podem ser consultados de forma gratuita na Internet a qualquer momento, na área de downloads em wwwobopt ou em Documentos técnicos na Internet em Pode consultar, gratuitamente, mais de referências das famílias KTS, SS, TS, LFS, EGS e UFS. Através das actualizações e desenvolvimentos regulares possui uma vasta vista geral sobre os produtos da OO. Estão disponíveis todos os formatos convencionais de ficheiros (PDF, DOC, GAE, HTML, TEXT, XML, ÖNORM). 02_TS_Masterkatalog_Länder_2012 / pt / 26/03/2012 (LLExport_04103) / 16/10/ OO TS

5 Conteúdo do guia de planeamento e instruções de instalação Fundamentos da proteção contra sobretensões 6 Proteção contra sobretensões em sistemas de energia 19 Proteção contra sobretensões, Instalações fotovoltaicas 27 Proteção contra sobretensões, redes de dados e tecnologia de informação 43 Explosores equipotenciais de separação e de proteção 65 Sistemas de medição e teste 69 02_TS_Masterkatalog_Länder_2012 / pt / 26/03/2012 (LLExport_04103) / 16/10/2013 Sistemas de ligação equipotencial 73 Sistemas de ligação à terra 77 Sistemas de captação e derivação de raios 87 Proteção isolada contra descargas atmosféricas e sistema OO iscon 113 Mais informações 126 TS OO 5

6 Guia de planeamento, informação geral Pequena causa, grande efeito: danos devido a sobretensões Quer seja no domínio profissional ou no domínio particular é crescente a nossa dependência de aparelhos elétricos e eletrónicos. As redes de dados em empresas ou nos equipamentos de emergência em hospitais e corpos de bombeiros são núcleos vitais para a troca de informação em tempo real, sempre essencial. ases de dados sensíveis, por ex. instituições bancárias ou editoras, necessitam de meios de transmissão a operar em segurança. Não só as quedas de raios diretas constituem uma ameaça latente para estes sistemas. Muito mais frequentemente os dispositivos eletrónicos de hoje são danificados por sobretensões cujas causas são descargas atmosféricas distantes ou comutações de grandes sistemas elétricos. Também durante as trovoadas são libertadas num curto espaço de tempo elevadas quantidades de energia. Estes picos de tensão podem penetrar num edifício através de todo o tipo de ligações condutoras e provocar grandes prejuízos. 02_TS_Masterkatalog_Länder_2012 / pt / 26/03/2012 (LLExport_04103) / 16/10/ OO TS

7 02_TS_Masterkatalog_Länder_2012 / pt / 26/03/2012 (LLExport_04103) / 22/10/2013 Guia de planeamento, informação geral Que consequências têm os danos por sobretensões na nossa vida quotidiana? Primeiro é visível a destruição dos aparelhos elétricos. No ambiente privado são especialmente estes: Televisão / Leitores DD Sistema de telefone Computadores, Equipamentos de música Eletrodomésticos Sistemas de vigilância Sistemas de alarme de incêndio A avaria destes aparelhos acarreta seguramente custos elevados. O que acontece com os tempos de avaria e consequentes danos nos seguintes equipamentos: Computadores (perda de dados), Sistemas de aquecimento/água quente sanitária, Elevador, acionamentos de porta da garagem e estores elétricos, Ativação ou avaria de sistemas de alarme de incêndio/intrusão (custos devido a um alarme falso)? Particularmente em edifícios de escritórios pode tratar-se de um tema vital, na medida em que: O funcionamento pode continuar sem problemas na sua empresa sem o computador central ou servidor? Todos os dados importantes foram guardados com segurança? Somas crescentes de danos As estatísticas atuais e avaliações das companhias seguradoras indicam: a dimensão dos danos por sobretensões, sem contar com os custos consequenciais e de inatividade, assumiram há muito uma dimensão critica devido à crescente dependência dos meios "auxiliares" eletrónicos. Não é, portanto, - de estranhar que as companhias seguradoras verifiquem cada vez mais os sinistros e estipulem o uso de dispositivos de proteção contra sobretensões. Por ex. a diretiva ds 2010 contém informações sobre as medidas de proteção. TS OO 7

8 Guia de planeamento, informação geral Formação de descargas atmosféricas Criação de descargas atmosféricas: 1 = aprox m, aprox. -30 C, 2 = aprox m, aprox. -70 C Tipos de descargas atmosféricas 90% das descargas atmosféricas entre as nuvens e a terra correspondem a raios negativos nuvemterra. O raio inicia-se numa área de carga negativa da nuvem e expande-se para a superfície da terra carregada positivamente. Outros tipos de descargas classificam-se como: raio negativo terra-nuvem raio positivo nuvem-terra raio positivo terra-nuvem. A maior parte das descargas acontece, sobretudo, dentro da mesma nuvem ou entre diferentes nuvens. Formação de descargas atmosféricas Quando as massas de ar quente e húmido ascendem, a humidade condensa-se e em altitudes elevadas formam-se cristais de gelo. As frentes de trovoada podem ocorrer quando as nuvens se expandem até m de altura. A forte corrente ascendente até 100 quilómetros por hora faz com que os cristais de gelo leves se desloquem para as zonas superiores enquanto que as partículas de gelo mais pesadas se mantêm na - parte inferior. Os impactos e fricções que se produzem com todo este movimento geram a descarga elétrica. 02_TS_Masterkatalog_Länder_2012 / pt / 26/03/2012 (LLExport_04103) / 16/10/ OO TS

9 Cargas positivas e negativas Em determinados estudos comprovou-se que as pedras de granizo descendentes (zona com temperatura superior a -15 C) possuem cargas negativas e os cristais de gelo ascendentes (zona com temperatura inferior a -15 C) possuem cargas positivas. Os cristais de gelo leves são transportados com a corrente ascendente para regiões superiores da nuvem, as pedras de granizo descem para zonas centrais da nuvem. A nuvem é dividida assim em três zonas: Superior: zona carregada de carga positiva Central: zona carregada de carga ligeiramente negativa Inferior: zona carregada de carga ligeiramente positiva Esta separação das cargas cria na nuvem uma tensão. Cargas positivas e negativas: 1 = granizo, 2 = cristais de gelo Guia de planeamento, informação geral 02_TS_Masterkatalog_Länder_2012 / pt / 26/03/2012 (LLExport_04103) / 16/10/2013 Distribuição das cargas Distribuição típica das cargas: Na parte superior cargas positivas, no centro negativas e na parte inferior ligeiramente positivas. Na zona próxima do solo encontram-se também cargas - positivas. A intensidade do campo necessária para criar um raio depende da capacidade de isolamento do ar que se situa entre 0,5 e 10 k/cm. Distribuição das cargas: 1 = aprox m, 2 = campo eléctrico TS OO 9

10 Guia de planeamento, informação geral O que é uma sobretensão transitória? Sobretensões transitórias: 1 = quedas de tensão/breves interrupções, 2 = harmónicos causados por oscilações lentas e rápidas de tensão, 3 = aumentos temporários de tensão, 4 = sobretensões de manobra, 5 = sobretensões por descargas atmosféricas, = aplicação de dispositivos de proteção contra sobretensões As sobretensões transitórias são aumentos súbitos de tensão que podem alcançar valores várias vezes superiores à da tensão nominal da rede num intervalo de microssegundos! Impacto direto Os picos de tensão de maior valor que se produzem nas redes de baixa tensão de energia resultam - de descargas atmosféricas. A elevada carga energética das sobretensões em caso de impacto direto no sistema exterior de proteção contra descargas atmosféricas ou numa linha aérea de baixa tensão - sem proteção interior contra raios e sobretensões - regra geral tem como consequência uma falha total dos consumidores ligados e danos no isolamento. Picos de tensão induzidos e sobretensões de comutação Também os picos de tensão induzida na instalação de um edifício ou em cabos de energia ou de dados podem superar várias vezes a tensão nominal. Mesmo a incidência, com relativa frequência, - de sobretensões de manobra, cujos picos de tensão são muito menos elevados que os causados por descargas atmosféricas, pode provocar a falha repentina da instalação elétrica. Geralmente, as sobretensões de manobra superam duas a três vezes a tensão de serviço, enquanto as sobretensões por descargas atmosféricas podem atingir, em certa medida 20 vezes a tensão nominal e transportar uma elevada carga energética. Falhas atrasadas Normalmente, passa algum tempo até que ocorram as primeiras avarias, pois estas pequenas sobretensões transitórias vão envelhecendo e danificando lentamente os componentes eletrónicos dos aparelhos afetados. Dependendo da causa específica ou do ponto de impacto do raio são necessárias diferentes medidas de proteção. 02_TS_Masterkatalog_Länder_2012 / pt / 26/03/2012 (LLExport_04103) / 16/10/ OO TS

11 Que formas de impulso existem? Guia de planeamento, informação geral Tipos de impulso e suas caraterísticas: amarelo = forma de impulso 1, impacto direto de raio, impulso simulado de raio de 10/350 µs, vermelho = forma de impulso 2, impacto de raio distante ou operação de comutação, impulso simulado de raios de 8/20 µs (sobretensão) 02_TS_Masterkatalog_Länder_2012 / pt / 26/03/2012 (LLExport_04103) / 16/10/2013 Correntes de teste simulam aumento de potencial Durante uma trovoada podem fluir para a terra fortes correntes de raio. Se um edifício com proteção exterior contra descargas atmosféricas, recebe um impacto direto, o- corre uma queda de tensão na resistência de terra do sistema de ligação equipotencial, o que representa uma sobretensão para o ambiente distante. Este aumento de potencial é uma ameaça para os sistemas elétricos (por ex. alimentação de energia, instalações telefónicas, T por cabo, cabos de controlo, etc.) do edifício. Para a verificação dos diferentes dispositivos de proteção contra descargas atmosféricas e sobretensões estão definidas correntes de ensaio indicadas nas normas nacionais e internacionais. Impacto direto de raio: forma de impulso 1 As correntes de raio que se produzem no caso de impacto direto podem-se reproduzir com a corrente de impulso com forma de onda 10/350 µs. A corrente de prova reproduz tanto o aumento rápido como o conteúdo de energia do raio natural. Os descarregadores do tipo 1 e componentes de proteção exterior contra descargas atmosféricas são testados com esta corrente. Quedas distantes de raios ou comutações: forma de impulso 2 As sobretensões causadas por - quedas distantes de raios e por operações de comutação são reproduzidas com o impulso de teste 8/20 µs. O conteúdo de energia deste impulso é significativamente mais pequeno do que a corrente de descarga atmosférica na onda de teste 10/350 µs Descarregadores de sobretensões do tipo 2 e tipo 3 são submetidos a este impulso de teste. TS OO 11

12 Guia de planeamento, informação geral Causas das correntes de raio Impacto direto de raio num edifício Caso um raio atinja diretamente o sistema de proteção contra descargas atmosféricas exterior ou as estruturas no telhado ligadas à terra com capacidade de transportar correntes de raio (por ex. antena exterior), a energia do raio pode ser derivada com segurança para o potencial de terra. No entanto apenas um sistema de proteção contra descargas atmosféricas não é suficiente: devido à impedância da instalação de terra, gera-se um grande incremento de potencial em todo o sistema de terra do edifício. Este aumento de potencial faz com que as correntes de raio derivem pelo sistema de ligação à terra do edifício, pelos sistemas de alimentação de energia e linhas de dados até aos sistemas de terra vizinhos (edifícios adjacentes, transformador de - baixa tensão). Risco: Impulso de raio (10/350) Impacto direto de raio numa linha aérea de baixa tensão Um impacto direto de raio numa linha aérea de baixa tensão ou numa linha de dados pode provocar o acoplamento de elevadas correntes parciais de raio num edifício adjacente. As instalações elétricas de edifícios no extremo de linhas aéreas de baixa tensão estão particularmentr expostas ao perigo de sofrer danos por sobretensões. Risco: Impulso de raio (10/350) 02_TS_Masterkatalog_Länder_2012 / pt / 26/03/2012 (LLExport_04103) / 16/10/ OO TS

13 Causas de sobretensões Sobretensões de manobra num sistema de baixa tensão As sobretensões de manobra são causadas por operações de ligação e desconexão, pela comutação de cargas indutivas e capacitivas assim como pela interrupção - de correntes de curto-circuito Especialmente, com a desconexão de linhas de produção, de sistemas de iluminação ou de transformadores, os equipamentos elétricos mais próximos podem sofrer danos. Guia de planeamento, informação geral Risco: Impulso de sobretensão (8/20) 02_TS_Masterkatalog_Länder_2012 / pt / 26/03/2012 (LLExport_04103) / 16/10/2013 Acoplamentos de sobretensões causados pelo impacto de raio próximo ou afastado Mesmo com sistemas de proteção contra raios e sobretensões instalados, um impacto de raio próximo gera adicionalmente grandes campos magnéticos que por sua vez induzem elevados picos de tensão na instalação elétrica. Os acoplamentos indutivos ou galvânicos podem provocar danos num raio de 2 km a partir do ponto de impacto do raio. Risco: Impulso de sobretensão (8/20) TS OO 13

14 Guia de planeamento, informação geral Redução progressiva do risco de sobretensões com as zonas de proteção contra descargas atmosféricas Conceito de zonas de proteção contra descargas atmosféricas O conceito de zonas de proteção contra descargas atmosféricas - descrito na norma internacional IEC (DIN DE 0185 parte 4) revela-se eficaz e de grande utilidade. A base deste conceito é reduzir progressivamente as sobretensões a um nível não perigoso antes de estas atingirem o aparelho terminal e aí poderem provocar danos. Para o conseguir toda a rede de energia de um edifício é subdivida em zonas de proteção contra descargas atmosféricas (LPZ = Lightning Protection Zone). Em cada ponto de transição de um zona para a outra é instalado um descarregador de sobretensões para a ligação equipotencial com o nível de proteção adequado. Zonas de proteção contra descargas atmosféricas (LPZ = Lightning Protection Zone) LPZ 0 A Zona desprotegida fora do edifício. Impacto direto de raios, sem blindagem contra os impulsos eletromagnéticos LEMP (Lightning Electromagnetic Pulse). LPZ 0 Através de área protegida por sistema de proteção exterior contra descargas atmosféricas. Sem blindagem contra impulsos eletromagnéticos. LPZ 1 No interior do edifício. Possibilidade de pequenas quantidades de energia parcial da descarga atmosférica. LPZ 2 No interior do edifício. Podem-se produzir pequenas sobretensões. LPZ 3 No interior do edifício (também pode ser a carcaça metálica de um equipamento). Sem interferência de impulsos eletromagnéticos ou sobretensões. 02_TS_Masterkatalog_Länder_2012 / pt / 18/11/2013 (LLExport_04103) / 18/11/ OO TS

15 Transições entre zona e dispositivos de proteção antagens do conceito de zonas de proteção contra descargas atmosféricas Redução ao mínimo dos acoplamentos em outros sistemas de cabos mediante a derivação das perigosas correntes de raio de alta energia diretamente ao ponto de entrada dos cabos no edifício. Evitam-se avarias causadas por campos magnéticos. Conceito de proteção individualizado, económico e bem planeado, para construções novas, ampliações e renovações. Classificação dos dispositivos de proteção contra sobretensões Os aparelhos de proteção contra sobretensões da OO estão subdivididos conforme a norma EN em três tipos de classes: tipo 1, tipo 2 e tipo 3 (antes, C e D). Nesta norma, estão definidas as diretivas de construção, assim como, os requisitos e os testes para descarregadores de sobretensões instalados em redes de corrente alterna com tensões nominais até 1000 e frequências nominais entre 50 e 60 Hz. Seleção correta dos descarregadores Esta classificação possibilita a escolha dos descarregadores em função das diferentes especificações relativamente ao local de instalação, ao nível de proteção e à intensidade da corrente de descarga. Uma vista geral sobre as transições entre zonas é facultada na tabela abaixo. A mesma ilustra simultaneamente, que dispositivos de proteção OO contra sobretensões podem ser montados na rede de distribuição de energia e a respetiva função. Guia de planeamento, informação geral Transições entre zonas 02_TS_Masterkatalog_Länder_2012 / pt / 26/03/2012 (LLExport_04103) / 16/10/2013 Transição entre zonas LPZ 0 para LPZ 1 LPZ 1 para LPZ 2 LPZ 2 para LPZ 3 Dispositivo de proteção e tipo de dispositivo Dispositivo de proteção para a ligação equipotencial de descargas atmosféricas conforme IEC para impacto de raios, direto ou nas imediações. Dispositivos: tipo 1 (classe I, classe de requisitos ), ex. MC50- nível máx. de proteção segundo a norma: 4 k instalação por ex. no quadro principal / na entrada do edifício Dispositivo de proteção contra sobretensões conforme IEC para sobretensões através da rede de distribuição devidas a descargas atmosféricas distantes ou operações de manobra. Dispositivos: tipo 2 (classe II, classe de requisitos C), ex. 20-C nível máx. de proteção segundo a norma: 2,5 k instalação por ex. no quadro de distribuição, quadros parciais Dispositivo de proteção indicado para a proteção contra sobretensões para aparelhos móveis em tomadas e blocos de alimentação de energia. Dispositivos: tipo 3 (categoria III, classe de requisitos D), ex. FineController FC-D Nível máx. de proteção segundo a norma: 1,5 k Instalação por ex. no aparelho consumidor final Exemplo de produto MCD Ref Ref FC-D Ref Imagem do produto TS OO 15

16 Guia de planeamento, informação geral Centro de testes ET para sistemas de proteção contra descargas atmosféricas, eletrotecnia e sistemas de suporte Ensaio de corrente de raio ET com funções abrangentes Se até agora no ET apenas era possível realizar testes sobre correntes de raio, ensaios ambientais e elétricos, o Centro de Testes ET tornou-se entretanto um parceiro competente para testes em sistemas de suporte de cabos. Esta integração tornou necessária a alteração do nome. Se ET correspondia à sigla para Centro Tecnológico para proteção contra descargas atmosféricas e compatibilidade eletromagnética, desde 2009 esta sigla significa: ET - Centro de Testes para Proteção contra Descargas Atmosféricas, Eletrotecnia e Sistemas de Suporte. Gerador para testes de corrente de raio Com o gerador de testes concebido em 1994 e finalizado em 1996 é possivel realizar ensaios de corrente de raio até 200. O gerador foi planeado e construído em parceria com a Escola Técnica Superior de Soest. Graças a um planeamento detalhado e acompanhamento científico na sua construção, ele funciona há 12 anos sem falhas e continua a cumprir as exigências atuais normativas sobre ensaios. Funções de teste A maior carga de trabalho do gerador de ensaios dá-se na hora de realizar ensaios aos produtos da unidade TS. Nestes testes incluem-se verificações a novos desenvolvimentos, modificações em produtos OO já existentes e também se efetuam testes comparativos com produtos da concorrência. Incluem-se os componentes de proteção contra descargas atmosféricas, dispositivos de proteção contra sobretensões e descarregadores de corrente de raio. As verificações para componentes de proteção contra descargas atmosféricas são efetuadas conforme a norma EN , explosores equipotenciais conforme a norma EN e os dispositivos de proteção contra sobretensões conforme a norma EN Isto é apenas uma pequena parte das normas de teste, usadas para ensaios no Centro de Testes ET. 02_TS_Masterkatalog_Länder_2012 / pt / 26/03/2012 (LLExport_04103) / 16/10/ OO TS

17 02_TS_Masterkatalog_Länder_2012 / pt / 26/03/2012 (LLExport_04103) / 16/10/2013 Guia de planeamento, informação geral Teste de carga Tipos de ensaios para descarregadores de corrente de raio e sobretensões Assim como se podem realizar ensaios de corrente de raio, também se podem efetuar testes com ondas de choque até 20 k. Para estes ensaios é utilizado um gerador híbrido que também foi desenvolvido em parceria com a Escola Técnica Superior de Soest. Com este gerador de testes podem igualmente ser efectuados testes CEM em sistemas de suporte de cabos. Podem ser verificados todos os tipos de sistemas de caminho de cabos ou sistemas de suporte de cabos até 8 m de comprimento sem qualquer dificuldade. Entre outras, são efetuadas verificações à condutividade elétrica segundo a norma EN Simulação de condições ambientais reais Para realizar ensaios de acordo com as normas em componentes que estão previstos para utilização em exteriores terão estes que ser previamente tratados em condições ambientais reais. Isto realiza-se numa câmara de névoa salina e noutra câmara de ensaios com atmosfera de dióxido de enxofre. Dependendo do teste, variam por exemplo a duração do ensaio e a concentração de névoa salina ou dióxido de enxofre nas câmaras de ensaio. Assim, é possível realizar ensaios conforme as normas IEC , ISO 7253, ISO 9227 e EN ISO erificação de sistemas de caminho de cabos Com o novo e comprovado sistema de teste KTS integrado no centro de testes ET todos os sistemas de caminho de cabos fabricados pela OO podem ser testados quanto à sua capacidade de carga. Para estes ensaios toma-se como base a norma EN ou também a DE Com o centro de testes ET a OO etterman tem um departamento de testes, no qual os produtos podem ser ensaiados de acordo com as normas e isso - durante a fase de desenvolvimento. TS OO 17

18 18 OO TS

19 Guia de planeamento, proteção contra sobretensões para sistemas de energia Normas, proteção contra sobretensões 20 Instruções de instalação 21 Redes de 4 condutores 22 Redes de 5 condutores 23 Guia de seleção, sistemas de energia 24 TS OO 19

20 Normas, proteção contra sobretensões Guia de planeamento, proteção contra sobretensões para sistemas de energia Na realização de uma instalação de proteção contra sobretensões deverá considerar diversas normas. Aqui encontra as especificações mais importantes. Norma IEC (DIN DE ) IEC (DIN DE ) IEC (DIN DE ) IEC (DIN DE ) EN (IEC ) 02_TS_Masterkatalog_Länder_2012 / pt / 26/03/2012 (LLExport_04103) / 16/10/2013 Índice Instalações elétricas de baixa tensão parte 4-41: medidas de proteção proteção contra choques elétricos Instalações elétricas de baixa tensão parte 5-54: seleção e instalação de material elétrico, sistemas de ligação à terra, condutores de proteção e condutores de protecção equipotencial Instalações elétricas de baixa tensão parte 4-44: medidas de proteção proteção contra tensões perturbadoras e interferências eletromagnéticas capítulo 443: proteção contra sobretensões devidas a influências atmosféricas ou manobras de comutações. Instalações elétricas de baixa tensão parte 5-53: seleção e instalação de equipamentos elétricos: seccionamento, comutação e comando capítulo 534: Dispositivos de proteção contra sobretensões (DPS) Dispositivos de proteção contra sobretensões para baixa tensão - Parte 11: Dispositivos de proteção contra as sobretensões ligados a sistemas de baixa tensão; requisitos e ensaios 20 OO TS

21 Instruções de instalação Comprimento de cabo, 1 = barra de ligação equipotencial principal ou borne ou barramento de terra Secções mínimas para a ligação equipotencial de proteção contra descargas atmosféricas Para a ligação equipotencial de proteção contra descargas atmosféricas devem ser consideradas as seguintes secções: para cobre 16 mm 2, para alumínio 25 mm 2 e para ferro 50 mm 2. Na transição entre zonas de proteção contra descargas atmosféricas LPZ 0 para LPZ 1, todas as instalações metálicas terão que ser incluídas na ligação equipotencial. As linhas ativas deverão ser ligadas à terra através de descarregadores adequados. Ligação em, 1 = barra de terra, 2 = barra ou borne principal de ligação equipotencial Comprimento da ligação em O cabo de ligação para o dispositivo de proteção é decisivo para um nível de proteção adequado. De acordo com a diretiva de instalação IEC, o comprimento do cabo de derivação até ao descarregador e o comprimento do cabo que vai do dispositivo de proteção atá à ligação equipotencial terá que ser inferior a 0,5 metros. Se os cabos forem maiores que 0,5 m, terá que se optar por uma ligação em. 1= Alimentação de energia, 2 = comprimento do cabo, 3 = consumidor, 4 = tensão de resposta 2 k, por ex. MC 50- DE 5 = tensão de resposta 1,4 k, por ex. 20 C Desacoplamento Os descarregadores de corrente de raio e de sobretensões têm diferentes funções. Estes descarregadores terão que ser usados de forma coordenada. Esta coordenação é assegurada pelo comprimento do cabo existente ou através de descarregadores especiais de corrente de raio (série MCD). Assim, por ex. os descarregadores do tipo 1 e do tipo 2 (classes e C) em kit de proteção, podem ser colocados diretamente um ao lado do outro. Exemplo comprimento do cabo > 5 m Não é necessário desacoplamento adicional Guia de planeamento, proteção contra sobretensões para sistemas de energia 02_TS_Masterkatalog_Länder_2012 / pt / 26/03/2012 (LLExport_04103) / 16/10/2013 Dimensões mínimas dos condutores, classe de proteção I até I Material Secção dos condutores, que interligam as diversas réguas de ligação equipotencial (PAS) ou ligam com o sistema de terra Cobre 16 mm² 6 mm² Alumínio 25 mm² 10 mm² Aço 50 mm² 16 mm² Exemplo comprimento do cabo < 5 m Aplicar desacoplamento: MC 50- DE + LC C Como alternativa: MCD C, não é necessário desacoplamento adicional (por ex. kit de proteção) Secção dos condutores, que ligam as instalações metálicas interiores com a régua de ligação equipotencial (PAS) TS OO 21

22 Redes de 4 condutores, regime TN-C 02_TS_Masterkatalog_Länder_2012 / pt / 26/03/2012 (LLExport_04103) / 16/10/2013 Guia de planeamento, proteção contra sobretensões para sistemas de energia 1 = Quadro geral, 2 = Comprimento do cabo, 3 = Quadro parcial de distribuição, 4 = Proteção fina de rede, 5 = arra equipotencial principal, 6 = arra equipotencial local, 7 = Tipo 1, 8 = Tipo 2, 9 = Tipo 3 No regime de neutro TN-C-S a instalação elétrica é alimentada através de três condutores exteriores (L1, L2, L3) e do condutor combinado PEN. A utilização está descrita na norma EN (DIN DE ). Descarregador de corrente de raio, tipo 1 Os descarregadores de corrente de raio do tipo 1 são aplicados - nas 3 fases (por ex. três MC 50- ). A ligação realiza-se em paralelo aos condutores exteriores que - serão conetados ao condutor de proteção PEN através de descarregador. Também é possível a aplicação antes do contador principal após consulta ao fornecedor local de energia. Descarregador de sobretensões, tipo 2 Os descarregadores de sobretensões do tipo 2 instalam-se normalmente atrás da divisão do condutor PEN. Se a divisão está a mais de 0,5 m de distância, a partir deste ponto, a rede será de 5 condutores. Os descarregadores são aplicados em circuito 3+1 (por ex. 20-C 3+NPE). No circuito 3+1 os condutores exteriores (L1, L2, L3) são ligados através de descarregador ao neutro (N). O neutro (N), por sua vez, liga-se através de um explosor de alto rendimento ao condutor de proteção (PE). Os descarregadores deverão ser instalados a montante do aparelho de proteção diferencial, pois, de contrário, este interpretará a corrente de sobretensão derivada como corrente residual e interromperá o circuito elétrico. Descarregador de sobretensões tipo 3 Os descarregadores de sobretensões do tipo 3 são utilizados para a proteção contra sobretensões transitórias nos circuitos dos equipamentos terminais. Estas sobretensões transversais ocorrem principalmente entre fase e neutro- Com uma conexão em estrela protegem-se os condutores L e N através de varistores e estabelecese a união com o condutor PE mediante um explosor de corrente residual (por ex. KNS-D). Este circuito de proteção entre L e N evita que as correntes de choque das sobretensões sejam conduzidas até ao condutor PE, pelo que o interruptor diferencial, não deteta nenhuma corrente residual. Consulte os dados técnicos correspondentes nas páginas do produto. 22 OO TS

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