Banco Central de S. Tomé e Príncipe

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1 Banco Central de S. Tomé e Príncipe CONJUNTURA MACROECONÓMICA IIIº Trimestre 2015 Disponível em: 1

2 ÍNDICE 1. RESUMO EXECUTIVO CONJUNTURA ECONÓMICA INTERNACIONAL ZONA EURO PORTUGAL EUA CHINA ÁFRICA SUBSARIANA PREÇOS DE PETRÓLEO CONJUNTURA ECONÓMICA NACIONAL POLÍTICA MONETÁRIA E TAXA DE JURO AGREGADOS MONETÁRIOS E INDICADORES DO SISTEMA FINANCEIRO NÍVEIS DE PREÇOS POLÍTICA FISCAL E EXECUÇÃO ORÇAMENTAL SECTOR EXTERNO Reservas Internacionais Líquidas (RIL) Mercado cambial Dívida Pública Externa Balança Comercial ANEXOS ESTATÍSTICOS

3 ÍNDICE DE GRÁFICOS GRÁFICO 1 - PRODUTO INTERNO BRUTO - ZONA EURO... 6 GRÁFICO 2 - PRODUTO INTERNO BRUTO - ECONOMIA PORTUGUESA... 7 GRÁFICO 3 - TAXA DE CRESCIMENTO TRIMESTRAL DO PIB NOS EUA (%)... 7 GRÁFICO 4 MÉDIA MENSAL DO PREÇO DO PETRÓLEO NO MERCADO INTERNACIONAL (EM USD POR BARRIL)... 8 GRÁFICO 5 - TAXAS DE JURO MÉDIA DO MERCADO... 9 GRÁFICO 6 FACTORES DE VARIAÇÃO DE LIQUIDEZ (EM % DE M3 DO PERÍODO ANTERIOR)... 9 GRÁFICO 7 - VARIAÇÃO TRIMESTRAL DO CRÉDITO A ECONOMIA (EM %) GRÁFICO 8- EVOLUÇÃO DO CRÉDITO AO SECTOR PRIVADO POR MOEDA (VALORES EM %) GRÁFICO 9 CRÉDITO LÍQUIDO AO GOVERNO (EM MILHÕES DE DBS) GRÁFICO 10 VARIAÇÃO DA BASE MONETÁRIA (VALORES EM %) GRÁFICO 11 ESTRUTURA DAS RESERVAS (EM MIL MILHÕES DE DBS) GRÁFICO 12 - INFLAÇÃO (VARIAÇÃO MENSAL) GRÁFICO 13 INFLAÇÃO ACUMULADA GRÁFICO 14 INFLAÇÃO HOMÓLOGA GRÁFICO 15 CONTRIBUIÇÃO DOS PRODUTOS PARA VARIAÇÃO DO IPC GRÁFICO 16 OPERAÇÕES FINANCEIRAS DO ESTADO (VALORES EM MILHÕES DE DOBRAS) GRÁFICO 17 EVOLUÇÃO DAS RESERVAS INTERNACIONAIS GRÁFICO 18 TAXAS DE CÂMBIO BILATERAIS GRÁFICO 19 TAXA DE CÂMBIO EFECTIVA REAL GRÁFICO 20 - DÍVIDA PÚBLICA EXTERNA (EM MILHÕES DE USD) GRÁFICO 21 EVOLUÇÃO DO SALDO DA BALANÇA COMERCIAL DE BENS (EM MILHÕES DE DÓLARES) GRÁFICO 22 - TAXA DE COBERTURA DAS EXPORTAÇÕES PELAS IMPORTAÇÕES (VALOR EM %) GRÁFICO 23 EXPORTAÇÕES DE BENS (EM MILHÕES DE DÓLARES) GRÁFICO 24 IMPORTAÇÃO DE BENS (EM MILHÕES DE DÓLARES) GRÁFICO 25 DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA DAS EXPORTAÇÕES GRÁFICO 26 DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA DAS IMPORTAÇÕES

4 Abreviaturas AEL Activo Externo Líquido AIL Activo Interno Líquido BAD Banco Africano de Desenvolvimento BCSTP Banco Central de São Tomé e Príncipe BM Base Monetária CE Crédito á Economia CLG Crédito Líquido ao Governo DES Direito Especial de Saque EUA Estados Unidos de América FMI Fundo Monetário Internacional GPEARI Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações Internacionais IDA Associação para o Desenvolvimento Internacional M0 Circulação monetária + reserva M1 M0 + Depósito à Ordem M2 M1 + Depósitos à Prazo M3 M2+ Depósitos em ME ME Moeda Estrangeira MN Moeda Nacional OCDE Organização para Cooperação e Desenvolvimento Economico PIB Produto Interno Bruto PIP Programa de Investimento Público RIB Reservas Internacionais Brutas RIL Reservas Internacionais Líquidas RMC Reserva Mínima d Caixa TOFE Tabela de Operações Financeiras do Estado WEO World Economic outlook ZE Zona Euro 4

5 1. RESUMO EXECUTIVO No terceiro trimestre, crescimento económico mundial continuou a apresentar-se bastante heterogéneo entre as regiões e marcada pelo impacto adverso da baixa dos preços do petróleo, conjugado com constrangimentos de natureza estruturais bem como desequilíbrios macroeconómicos, em algumas economias de mercados emergentes. Relativamente as economias do principal parceiro externo do país, a área euro, estas apresentaram no terceiro trimestre segundo as estimativas rápidas do Eurostat uma expansão do PIB em cadeia na ordem de 0,3%. Ao nível nacional, é de salientar que a dinâmica desinflacionária que se vem se observando nos últimos anos, manteve a tendência no trimestre em análise, com a inflação a apresentar nível significativamente inferior ao programado, reflectindo o impacto da paridade fixa da Dobra ao Euro, associado a políticas orçamental e monetária prudentes. O crescimento das disponibilidades sobre o exterior conjugado com o menor nível das importações permitiu alcançar um nível de reservas internacionais em linha com a meta estabelecida no quadro do Programa de Facilidade de Crédito Alargado acordado com o Fundo Monetário Internacional (50 milhões de dólares). Num contexto em que os indicadores avançados da actividade económica apontam para a revisão em baixa do crescimento económico para ano, em resultado dos constrangimentos estruturais que a economia enfrenta, a preservação da estabilidade macroeconómica, constitui uma aposta das autoridades, constituindo as bases para o relançamento do dinamismo económico. 5

6 2. CONJUNTURA ECONÓMICA INTERNACIONAL Os dados divulgados para o terceiro trimestre de 2015, apontam para uma desaceleração da produção industrial para 1,9% em termos homólogos e um crescimento de 2,0%, em relação ao segundo trimestre. Esta evolução é o reflexo do fraco desempenho das economias dos países emergentes e em desenvolvimento. No mesmo período, observou-se uma desaceleração dos fluxos comerciais mundiais de mercadorias decorrente de uma redução das exportações, em particular nos países emergentes e asiáticos. Em termos homólogos, a economia alemã cresceu 1,7%, sendo que a economia francesa registou uma expansão de 0,3%, saindo da estagnação observada no trimestre precedente. A contribuir igualmente para esta evolução do PIB da Zona Euro no trimestre em análise, temse a economia espanhola que apresentou uma desaceleração de 0,2 pontos percentuais face ao trimestre anterior, mantendo-se contudo, níveis de crescimento elevados, (0,8% em cadeia e 3,4% em termos homólogos). Gráfico 1 - Produto Interno Bruto - Zona Euro 2.1 ZONA EURO Segundo as estimativas rápidas do Eurostat para o terceiro trimestre de 2015, o PIB da Zona Euro apresentou uma expansão em cadeia de 0,3%, superior ao valor registado no segundo trimestre de 2015 (0,4%), correspondendo uma desaceleração de 0,1 pontos percentuais. Em comparação com o período homólogo de 2014, o PIB registou um crescimento de 1,6% contra 1,5% observado no trimestre precedente (cf. gráfico 1). O desempenho do PIB da Zona Euro foi influenciado pelo comportamento das maiores economias. O PIB alemão apresentou um crescimento de 0,3% em cadeia, representando um abrandamento face ao trimestre anterior (0,4%). Fonte: Eurostat 2.2 PORTUGAL De acordo com as estimativas divulgadas pelo Instituto Nacional de Estatística, o PIB registou um crescimento em termos homólogos de 1,4% no terceiro trimestre de 2015 contra uma variação de 1,6% observada no trimestre anterior. Comparativamente com o segundo trimestre de 2015 verificou-se uma estagnação 6

7 da economia portuguesa, com o PIB a registar uma taxa de variação nula (cf. gráfico 2). Este desempenho da economia portuguesa deveuse à contribuição negativa da procura interna, determinada pela redução do investimento. A procura externa líquida impulsionou positivamente o comportamento do PIB, tendo-se observado uma redução das importações de bens e serviços de forma mais expressiva que as exportações de bens e serviços. contribuições positivas de consumo das famílias, gastos dos governos local e estadual, investimento privado não residencial, exportações, investimento privado residencial enquanto as contribuições negativas de investimento em estoque privado e o incremento das importações compensaram parcialmente esta evolução do PIB. Gráfico 3 - Taxa de Crescimento Trimestral do PIB nos EUA (%) Gráfico 2 - Produto Interno Bruto - Economia Portuguesa Fonte: Bureau of Economic Analysis - Departamento do Comercio de EUA Fonte: Estimativas Rápidas do INE Portugal 2.3 EUA De acordo com segunda estimativa divulgada pelo Departamento do Comércio dos EUA, o PIB dos Estados Unidos de América registou um crescimento em termos homólogos 2,1% no terceiro trimestre face um incremento de 3,9% observado no segundo trimestre de 2015 (cf. gráfico 3). O Crescimento da economia americana no trimestre em análise reflectiu principalmente as 2.4 CHINA No III.º trimestre de 2015, a economia chinesa apresentou uma ligeira desaceleração para 6,9% em termos homólogos contra 7,0% observado no segundo trimestre de Comparativamente ao terceiro trimestre de 2014, a produção industrial chinesa desacelerou e as exportações de bens deterioraram-se, tendo apresentado uma quebra de 6,1% em termos nominais. A taxa de inflação homóloga cresceu para 1,7% contra 1,4% observada no trimestre precedente. 7

8 2.5 ÁFRICA SUBSARIANA A actividade económica na África Subsariana tem evidenciando uma persistente desaceleração, com a taxa de crescimento do PIB a reduzir de 5% em 2014 para 3,8% em Esta evolução é o reflexo conjugado da redução de receita de exportação de petróleo e a um maior ajuste fiscal. 2.6 PREÇOS DE PETRÓLEO De acordo com os dados de OPEP, em Setembro de 2015, o preço de petróleo no mercado internacional situou-se em 44,8 USD/b contra 60,2 USD/b em Junho de 2015 e 96,0 USD/b em Setembro de 2014, correspondendo um decréscimo de 15,4 USD/b e 51,2 USD/b respectivamente. A concorrência e o excesso de oferta de petróleo no mercado internacional incluindo os produtos substitutos, têm constituído os principais influenciadores para a redução do preço de petróleo (cf. Gráfico 4). Gráfico 4 Média mensal do preço do petróleo no mercado internacional (em USD por barril) US$/bbl Jan-15 Apr-15 Jul-15 Brent Fonte: OPEP, Banco Mundial, tratamento do BCSTP 3. CONJUNTURA ECONÓMICA NACIONAL 3.1 POLÍTICA MONETÁRIA E TAXA DE JURO O BCSTP centrado na manutenção da paridade fixa com o Euro, com o objectivo de garantir a estabilidade macroeconómica e, atento a evolução descendente da taxa de inflação, bem como, as previsões desta taxa para o ano, decidiu a adoptar uma orientação da política monetária acomodatícia. Esta actuação foi associada, a operacionalização do Mercado Monetário Interbancário (MMI) a partir de Abril e a primeira emissão dos Bilhetes de Tesouro em finais do mês de Junho, visando dentre os demais objectivos, regular a liquidez bancária. Contudo, o impacto destas medidas ainda não se fizeram sentir com magnitude desejável na eficiência do sistema. Com efeito, a evolução das taxas de juro de mercado continuou a reflectir ao longo do trimestre em análise os efeitos dos constrangimentos estruturais que têm limitado o normal funcionamento dos mecanismos de transmissão da política monetária. Pese embora os sinais enviados ao mercado pelo BCSTP, através da redução em Fevereiro das taxas de juros de referência, os níveis das taxas de juros das operações activas 8

9 ainda permanecem elevados, 23,3% no final do trimestre (cf. gráfico 5). Na mesma sequência, presencia-se a persistência de um nível estruturalmente elevado do excedente de liquidez do sistema bancário. Gráfico 5 - Taxas de Juro média do Mercado inferior ao crescimento observado no mesmo período de 2014 de 129,5 mil milhões (6,1%). O aumento da M3 verificado no período em referência foi estimulado, por um lado, pela melhoria da posição externa do país e, por outro lado, por alguma recuperação do crédito á economia, enquanto, o Credito Líquido ao Governo contribuiu para atenuar o crescimento da massa monetária. Gráfico 6 Factores de variação de liquidez (em % de M3 do período anterior) Fonte: BCSTP, Bancos Comerciais 3.2 AGREGADOS MONETÁRIOS E INDICADORES DO SISTEMA FINANCEIRO O terceiro trimestre de 2015 ficou caracterizado por um moderado crescimento dos agregados monetários comparativamente ao trimestre precedente. O agregado mais amplo (M3) situouse em mil milhões de Dobras contra mil milhões no segundo trimestre de 2015 e mil milhões no período homólogo de A evolução do M3 representou um crescimento de 84,8 mil milhões de Dobras (3,4%) comparativamente o trimestre precedente, valor Fonte: BCSTP Os activos externos líquidos do país apresentaram um crescimento de aproximadamente 6,8%, determinado, pelo aumento dos depósitos (20%) e aplicação em títulos no exterior (193%) pelo BCSTP e, conjugado à redução das responsabilidades externas dos bancos comerciais (13%). O Crédito à Economia apresentou no período uma expansão de 4,1% face ao período 9

10 precedente (Cf. gráfico 7), pela contribuição da sua componente destinada ao sector privado com uma variação de 3,7%, embora este permaneça afectado pelo sobreendividamento das empresas e das famílias e pelos elevados níveis de aversão ao risco. Gráfico 7 - Variação trimestral do Crédito a Economia (em %) em Junho para 6,1% em Setembro de 2015, traduzindo assim numa melhoria de qualidade de carteira. Em termos de estrutura, a componente designada do crédito ao sector privado em moeda nacional apresentou um crescimento de 94 mil milhões de Dobras (8,2%) correspondendo a 64% do total, enquanto a componente em moeda estrangeira decresceu cerca de 25 mil milhões de Dobras (3,5%) (cf. gráfico 8). Gráfico 8- Evolução do Crédito ao Sector Privado por moeda (valores em %) Fonte: BCSTP No período em análise, o total de crédito concedido pelos bancos, líquido de provisão, apresentou um crescimento de 5,5% contra um ténue incremento de 0,04% observado no período homólogo de Esta evolução deveu-se por um lado, a concessão de pequenos créditos pelas instituições bancárias e por outro, foi o reflexo da redução do valor de crédito mal parado de 26,5% para 24,9%, no período compreendido entre Junho de 2015 a Setembro de 2015, representando uma contracção de 1,6 pontos percentuais. Este facto é justificado pela recuperação de um volume significativo de crédito mal parado por uma instituição bancária, tendo passado de um montante da carteira em incumprimento de 32,9% Fonte: BCSTP A situação líquida do Governo apresentou uma melhoria em 30% comparativamente ao trimestre precedente, impulsionado pelo aumento dos depósitos em milhões de Dobras (17,4%), decorrente de entrada dos donativos de Taiwan e empréstimos (cf. gráfico 9). 10

11 Gráfico 9 Crédito Líquido ao Governo (Em milhões de Dbs) Gráfico 10 Variação da Base Monetária (valores em %) Fonte: BCSTP No terceiro trimestre, a Base Monetária total situou-se em mil milhões de Dobras contra mil milhões observados no segundo trimestre de 2015, correspondendo a um crescimento de 194 mil milhões de Dobras (17%). Comparativamente ao período homólogo de 2014 verificou-se uma expansão de 6,5%. Esta evolução da BM resulta do aumento simultâneo das Notas e Moeda em Circulação em 13 mil milhões de Dobras (5,4%) e, Reservas dos Bancos no Banco Central em 181 mil milhões (19,5%) (cf. gráfico 10). De referir que, o incremento das Notas e Moeda em Circulação foi basicamente determinado pela ocorrência de três feriados nacionais durante o período em análise, levando as instituições de crédito a levantarem elevados montantes de numerário. Por sua vez, o crescimento das reservas bancárias deveu-se as operações de recapitalização e de provisionamento realizadas por parte de algumas instituições bancárias. Fonte: BCSTP Relativamente as reservas dos bancos no Banco Central, a sua estrutura permaneceu-se inalterada no período em análise, com as reservas em moeda nacional a representar aproximadamente 76% do total das reservas. Relativamente a estrutura por moeda, observouse um crescimento em simultâneo das suas componentes em moeda nacional em 117 mil milhões de Dobras (15,9%) e em moeda estrangeira em 64 mil milhões (33,1%) comparativamente ao trimestre precedente (cf. gráfico 11). Gráfico 11 Estrutura das Reservas (em mil milhões de Dbs) Fonte: BCSTP 11

12 3.3 NÍVEIS DE PREÇOS No terceiro trimestre de 2015, a inflação medida pelo do Índice de Preços no Consumidor registou nos meses de Julho, Agosto e Setembro, variações mensais de 0,3%, 0,1% e 0,1% contra 0,3%, 0,2% e 0,2% observada no mesmo período de 2014 (cf. gráfico 12). Gráfico 12 - Inflação (Variação mensal) orçamental e monetária, a conjuntura internacional marcada por abrandamento e inflações baixas, ausência de choques significativos no lado da oferta e o efeito da paridade fixa entre a moeda nacional e euro, vigente desde (cf. gráfico 13). Gráfico 13 Inflação acumulada Taxa de inflação projectada para 2015 Fonte: INE/ Cálculo: BCSTP Fonte: INE/ Cálculo: BCSTP Em termos acumulados, no período em análise, o IPC apresentou uma variação de 0,5% contra 0,7% observada no período homólogo de A taxa de inflação acumulada até Setembro atingiu um mínimo histórico de 2,4% contra 3,9% observada no mesmo período de ano precedente, correspondendo uma redução de 1,5 pontos percentuais. A trajectória descendente de inflação reflecte a conjugação de efeito positivo de vários factores, de entre os quais se destaca a prudência que as autoridades nacionais têm colocado na política A trajectória descendente do índice inflacionário é evidente também quando se analisa o comportamento da inflação em termos homólogos. Com efeito, a inflação homóloga verificada até final de Setembro de 2015 foi de 4,8% contra 7,1% observado no período homólogo de Gráfico 14 Inflação homóloga Fonte: INE/ Cálculo: BCSTP 12

13 A taxa de inflação observada no período em referência foi impulsionada essencialmente pelas contribuições dos seguintes grupos de produtos: vestuário e calçado (0,35%) e produtos alimentares, bebidas e cigarros (0,14%). De salientar que, a pressão deflacionista das classes habitação, energia e combustível (- 0,027%), mobiliários, materiais electrodomésticos e artigos (-0,019%) e transporte e comunicação (- 0,004%), compensaram a pressão inflacionista dos produtos alimentares e vestuário e calçado. Gráfico 15 Contribuição dos Produtos para variação do IPC ao programado para 2015, o que correspondeu 30% do PIB. Este desempenho favorável das receitas totais foi impulsionado por um lado, pelo aumento dos desembolsos 1 em milhões de Dobras (260%), e por outro, pelo crescimento dos donativos e receitas correntes em 31% e 17% respectivamente. No tocante as receitas correntes, observou-se uma arrecadação de milhões de Dobras no período em análise contra os milhões verificados no igual período de ano precedente. Este desempenho das receitas correspondeu uma execução de 66% relativamente ao programado para 2015 e representou 11,2% do PIB. Fonte: INE/ Cálculo: BCSTP 3.4 POLÍTICA FISCAL E EXECUÇÃO ORÇAMENTAL Segundo os dados referentes as Operações Financeiras do Estado para o terceiro trimestre de 2015, verificou-se um incremento das receitas totais (receitas efectivas mais financiamento externo) em milhões de Dobras (51%) comparativamente ao período homólogo de 2014, representando um grau de execução de 69% face As receitas fiscais apresentaram um crescimento de 17%, justificado pelas contribuições positivas dos impostos directos e indirectos, com um acréscimo de milhões (19%) e milhões (17%) comparativamente ao período homólogo de As Receitas não fiscais registaram um crescimento de 11% comparativamente ao período homólogo de Esta evolução deveu-se por um lado, ao crescimento da receita patrimonial em 15%, e por outro, ao aumento das outras receitas não fiscais (21%). 1 Para financiamento de projectos 13

14 No tocante as despesas, observou-se um crescimento das despesas primárias em 17% em relação ao período homólogo de 2014, correspondendo a uma execução de 71% do programado de 2015, situando-se em 13,9% do PIB. O incremento das despesas primárias foi justificado pelo crescimento simultâneo das despesas correntes em 31% e dos investimentos públicos em 28% comparativamente ao mesmo período de O aumento das despesas corrente foi essencialmente impulsionado pelo crescimento das despesas com pessoal (17%) e outras despesas correntes (51%). Este crescimento de outras despesas correntes foi essencialmente estimulado pelo aumento de despesas com junta médica que apresentou um incremento de 194% comparativamente ao período homólogo de milhões de Dobras contra um défice de milhões observados no período homólogo de Esta evolução correspondeu a um défice cerca de 2,4% do PIB. De referir que, a meta indicativa de défice primário definida no âmbito do Programa com o FMI para Setembro de 2015 é de 153 mil milhões, evidenciando um ligeiro desvio em relação a meta. No que concerne ao saldo global, registou-se analogamente um défice de milhões no período em análise, representando 6,9% do PIB (cf. gráfico 16). Gráfico 16 Operações Financeiras do Estado (valores em milhões de Dobras) Relativamente as despesa de capital verificou-se um aumento de milhões de Dobras (52%) comparativamente ao período homólogo de 2014, representando a um grau de execução de 57% do programado de 2015, o que correspondeu 14,0% do PIB. Esta expansão foi determinada pelo crescimento em simultâneo dos investimentos com recursos interno (28%) e externo (27%). A execução orçamental até Setembro do corrente ano resultou num saldo primário deficitário de Fonte: Direcção do Tesouro STP 3.5 SECTOR EXTERNO Reservas Internacionais Líquidas (RIL) As reservas internacionais líquidas atingiram no final do terceiro trimestre de 2015 um montante de 62,0 milhões de Dólares americanos contra 54,8 milhões e 50,3 milhões observados no 14

15 trimestre precedente e no período homólogo de 2014 respectivamente. A evolução das RIL no período em análise correspondeu um crescimento de 13,2% contra um decrescimento de 10,6% observado no período homólogo de Este aumento é decorrente da entrada de recursos externos (donativos e empréstimos). prática não representa uma perca de competitividade para a economia nacional, uma vez que, mais de 60% das exportações destinam-se a zona Euro com a qual se mantém uma paridade fixa (cf. gráfico 18). Gráfico 18 Taxas de câmbio bilaterais O valor das RIL traduziu-se num rácio de cobertura acima dos três meses de importação de bens e serviços (cf. gráfico 17). Gráfico 17 Evolução das Reservas Internacionais Fonte: BCSTP Fonte: BCSTP Mercado cambial No terceiro trimestre de 2015, a taxa de câmbio do Euro face ao Dólar Americano no mercado internacional apresentou uma valorização de 0,6% face ao trimestre precedente contra uma depreciação verificada no período homólogo de 2014 (3,4%). Com efeito, observou-se uma apreciação da Dobra em relação ao Dólar Americano de 0,7% no período em análise, que na O índice da taxa de câmbio efectiva real registou até Setembro de 2015 uma apreciação de 8,1% contra uma apreciação de 4,3% verificada no período homólogo de Embora a trajectória da taxa de inflação seja descendente, esta evolução não tem sido suficiente para abrandar significativamente o ritmo de apreciação real da moeda nacional (cf. gráfico 19). 15

16 Gráfico 19 Taxa de Câmbio Efectiva Real Gráfico 20 - Dívida Pública Externa (em milhões de USD) Depreciação: (-); Apreciação: (+) (Índices, base 100:2001) Fonte: BCSTP Dívida Pública Externa De acordo com os dados preliminares, o stock da dívida pública atingiu até final de Setembro de 2015 um montante cerca de 261 milhões de Dólares, correspondendo a um acréscimo de 20 milhões de Dólares em relação a 2014, decorrente dos empréstimos concedidos por Angola e pela China, elevando o rácio da dívida em relação ao PIB acima dos 80%. De destacar que o efeito conjugado do aumento do stock da dívida e a contracção do PIB, afectam significativamente as condições de sustentabilidade da dívida externa. No período em análise os desembolsos atingiram uma cifra de 2,2 milhões de dólares dos quais, 0,9 milhões de dólares representam aos credores multilaterais e 1,3 milhões aos bilaterais. Fonte: Gabinete da dívida MPF Balança Comercial Os dados referentes a comércio externo de bens apontam que, no terceiro trimestre de 2015, o saldo da balança comercial atingiu um défice de 31,9 milhões de dólares americanos contra os défices de 24,5 milhões e 40,7 milhões verificados no trimestre anterior e no mesmo período de O valor do défice registado no período em referência, representa um agravamento do défice face ao trimestre precedente em 30,3% e uma melhoria em 21,6% comparativamente ao período homólogo de 2014 (cf. gráfico 21). 16

17 Gráfico 21 Evolução do saldo da balança comercial de bens (em milhões de dólares) Fonte: INE/ Cálculo: BCSTP Esta melhoria comparativamente ao período homólogo de 2014 deveu-se a combinação de dois factores, por um lado, as exportações de bens apresentaram um crescimento de 0,25 milhões de dólares (15,4%), e por outro, as importações de bens registaram um decréscimo de 8,54 milhões (20,2%). Com efeito, esta evolução correspondeu a uma taxa de cobertura das exportações pelas importações de 5,6%, representando um acréscimo em 1,7 pontos percentuais face ao mesmo período de ano precedente. No tocante a composição das exportações de bens, o cacau representou mais de 76% do total no trimestre em análise. A exportação do principal produto apresentou um ténue incremento de 0,1 milhões de dólares (4,8%) comparativamente ao período homólogo de 2014 (gráfico 25). Os restantes produtos que compõem a pauta das exportações de bens registaram uma quebra, nomeadamente pimenta (91,1%), chocolate (76,0%), café (58,4%) e coco (16,4%). Este incremento da exportação do cacau deveuse essencialmente ao aumento de quantidade exportada em 46 toneladas, correspondendo um crescimento de 10% comparativamente ao período homólogo de ano precedente. Gráfico 23 Exportações de bens (em milhões de dólares) Gráfico 22 - Taxa de cobertura das exportações pelas importações (valor em %) Fonte: INE/ Cálculo: BCSTP Fonte: INE/ Cálculo: BCSTP A performance menos favorável das importações face ao trimestre homólogo de ano precedente deveu-se ao decréscimo no valor importado dos bens de consumo (8,4%), outros 17

18 (36,9%) e produtos petrolíferos (49,6%) enquanto o crescimento da cifra de bens de capital (24,3%), decorrente do aumento de todas suas rubricas, contribuiu para abrandar o cenário menos expressivo das importações de bens (cf. gráfico 24) Gráfico 25 Distribuição geográfica das Exportações Gráfico 24 Importação de bens (em milhões de dólares) Fonte: INE/ Cálculo: BCSTP Fonte: INE/ Cálculo: BCSTP No panorama geográfico, as relações comerciais continuam a privilegiar a Europa como o principal destino dos produtos exportados de São Tomé e Príncipe com um peso de 72% do total das exportações no período em análise contra 83% observado no terceiro trimestre de De realçar que Países Baixos destaca-se como líder do destino final das exportações com uma participação de 25% do total (cf. gráfico 25). Do lado das importações, evidencia-se essencialmente a Europa e África com um peso de 67% e 24% dos produtos consumidos no país. De destacar que, Portugal e Angola totalizam 91% do total das importações, sendo que Portugal detém 67% e Angola 24% (cf. gráfico 26). Gráfico 26 Distribuição geográfica das Importações Fonte: INE/ Cálculo: BCSTP 18

19 ANEXOS ESTATÍSTICOS 19

20 Balanço Monetário do Banco Central de São Tomé e Príncipe Anexo 1 Saldos em fim de período (Milhões de Dobras) Sep-14 Dec-14 Mar-15 Jun-15 Sep-15 ACTIVO EXTERNO (LÍQUIDO) , , , , ,18 Reservas Internacionais Líquidas¹ , , , , ,65 Ativos Externos , , , , ,94 Reservas Oficiais , , , , ,22 Outros Activos Externos , , , , ,72 Passivos Externos , , , , ,76 Passivos Externos De Curto Prazo , , , , ,57 Outros Passivos Externos 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 Alocações em Direito Especial de Saque , , , , ,19 ACTIVO INTERNO (LÍQUIDO) , , , , ,28 Crédito Interno Líquido , , , , ,99 Credito a outras Sociedades de Deposito , , , , ,80 Crédito líquido a Administração Central , , , , ,99 Crédito a Administração Central , , , , ,35 dos quais: uso de Direito Especial de Saque , , , , ,19 Passivos Face a Administracao Central , , , , ,34 Depósitos Administração Central , , , , ,44 Recursos De Contrapartida , , , , ,70 Depósito em Moeda Estrangeira , , , , ,39 Outros depósitos Administração Central -720,84 0,00 40, , ,81 Crédito a Economia , , , , ,21 Outros Ativos (líquido) , , , , ,29 Passivos Monetários , , , , ,90 Base Monetária , , , , ,90 Circulação Monetária , , , , ,04 Reservas Bancárias ² , , , , ,87 Reservas Bancárias Moeda Nacional , , , , ,01 Reservas Bancárias Moeda Estrangeira , , , , ,86 Memorando: Reservas Internacionais (milhões de dólares) 74,27 73,55 78,96 76,20 86,30 (dos quais): Conta de Petróleo (milhões de dólares) 9,80 9,90 9,91 7,93 7,93 Reservas Báncarias (milhões de dólares) 8,45 8,19 8,13 8,77 11,72 Depósito de Garantia (milhões de dólares) 0,16 0,12 0,00 0,00 0,00 Reservas Internacionais Líquidas ¹ (Milhões de doláres) 50,27 50,59 56,77 54,80 62,01 (em meses de importação) ᶾ 5,27 5,31 5,95 5,75 6,50 ²As reservas bancárias foram ajustadas de janeiro a junho de 2015 ¹Reservas Internacionais Líquidas exclui Reservas Bancárias e Depósito de Garantia ᶾImportação de Bens e Serviços exclui importação de bens de investimento e Assistência Técnica Fonte: Banco Central STP Verificação vertical 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 20

21 Balanço Monetário dos Bancos Comerciais Anexo 2 Saldos em fim de período(milhões de Dobras) Sep-14 Dec-14 Mar-15 Jun-15 Sep-15 ACTIVO EXTERNO (LÍQUIDO) , , , , ,59 Ativos Externos , , , , ,71 Moeda Estrangeira , , , , ,21 Depósitos , , , , ,80 Títulos excepto Participação de Capital , , , , ,99 Empréstimos , , , , ,41 Derivados Financeiros 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 Outros , , , , ,30 Passivos Externos , , , , ,11 Depósitos , , , , ,10 Títulos excepto Participação de Capital 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 Empréstimos , , , , ,21 Outros , , , , ,81 ACTIVOS FACE A BANCO CENTRAL , , , , ,93 Notas e Moedas , , , , ,01 Reservas Obrigatórias , , , , ,92 Outros Ativos 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 ACTIVO INTERNO (LÍQUIDO) , , , , ,37 Créditos a Residentes , , , , ,37 Crédito a Administração Central (Líquido) , , , , ,98 Responsabilidades para com a Administração Central 1.849, , , , ,48 Créditos a Administração Central , , , , ,46 dos quais: Bilhetes de Tesouro 0,00 0,00 0, , ,69 Crédito a Economia 0,00 0,00 0, , ,69 Crédito a Outras Sociedades Financeiras , , , , ,34 Crédito a Administraçoes Estaduais E Locais 1.670, , , , ,40 Crédito a Sociedades Não Financeiras Públicas 794,67 3,67 0,00-5,10-5,10 Crédito ao Setor Privado , , , , ,36 PASSIVOS INTERNOS , , , , ,95 Depósitos Incluídos na Massa Monetária 0, ,00 0,00 0,00 0,00 Depósitos Transferíveis incluídos na Massa Monetária , , , , ,21 Outros Depósitos incluídos na Massa Monetária , , , , ,48 Depósitos Excluídos da Massa Monetária , , , , ,73 Passivos Face a Banco Central , , , , ,87 Empréstimos , , , , ,80 Acções e Outras Participações 23,48 23,48 144,14 145,15 145,23 Outros Activos e Passivos (Líquido) , , , , ,33 Fonte: Bancos Comerciais Verificação vertical , , , , ,93 21

22 Síntese Monetária Global Anexo 3 Saldos em fim de período(milhões de Dobras) Sep-14 Dec-14 Mar-15 Jun-15 Sep-15 ACTIVO EXTERNO (LÍQUIDO) , , , , ,77 Ativo Externo do BCSTP , , , , ,18 Ativo Externo de outras Sociedades de depósitos , , , , ,59 ACTIVO INTERNO (LÍQUIDO) , , , , ,70 Créditos a Residentes , , , , ,58 Crédito líquido a Administração Central , , , , ,97 Crédito a Administração Central , , , , ,83 Responsabilidades para com a Administração Central , , , , ,80 Depósitos Administração Central , , , , ,44 Recursos De Contrapartida , , , , ,70 Depósitos em Moeda Estrangeira , , , , ,06 Crédito a Economia , , , , ,55 Crédito a Outras Sociedades Financeiras 1.670, , , , ,40 Crédito a Administraçoes Estaduais E Locais 794,67 3,67 0,00-5,10-5,10 Crédito a Sociedades Não Financeiras Públicas , , , , ,36 Crédito ao Setor Privado , , , , ,90 Outros Ativos , , , , ,88 Massa Monetária (M3) , , , , ,48 Passivos em Moeda nacional incluídos na Base Monetária (M2) , , , , ,95 Moeda (M1) , , , , ,14 Moeda em poder das sociedades de Depósitos , , , , ,03 Depósitos Transferíveis em moeda nacional , , , , ,48 Outros Depósitos em moeda nacional , , , , ,80 Depósitos em moeda estrangeira , , , , ,53 Fonte: Banco Central STP e Bancos Comerciais Verificação vertical 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 22

23 Agregados Monetários Anexo 4 Saldos em fim de período(milhões de Dobras) Sep-14 Dec-14 Mar-15 Jun-15 Sep-15 M0 (BASE MONETÁRIA) , , , , ,90 Emissão Monetária , , , , ,04 M , , , , ,14 Moeda em Circulação , , , , ,03 Depósitos Transferíveis em Moeda Nacional , , , , ,12 M , , , , ,95 M , , , , ,14 Outros Depósitos em Moeda Nacional , , , , ,80 M , , , , ,48 M , , , , ,95 Depósitos em Moeda Estrangeira , , , , ,53 Fonte: Banco Central STP e Bancos Comerciais 23

24 Reservas Internacionais Anexo 5 Saldos em fim de período(milhões de Dólares) Sep-14 Dec-14 Mar-15 Jun-15 Sep-15 ATIVOS EXTENOS LÍQUIDOS 72,24 73,13 79,61 76,58 86,53 RESERVAS INTERNACIONAIS BRUTAS 74,27 73,55 78,96 76,20 86,30 Notas e Moedas 1,34 1,40 1,29 1,27 1,15 Depósitos 50,73 50,59 66,71 68,40 67,91 dos quais:à ordem 6,29 6,39 4,77 6,98 8,46 à prazo 44,44 44,20 61,93 61,42 59,45 Direito Especial de Saque 0,372 0,666 0,290 0,717 0,197 Posição de Reserva no FMI 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 Títulos Estrangeiros 21,19 20,46 10,42 5,59 16,75 Outros* 0,64 0,43 0,25 0,21 0,29 RESERVAS INTERNACIONAIS LÍQUIDAS 50,27 50,59 56,77 54,80 62,01 (*)incluem os juros a receber, outros ativos com não residentes Fonte: Banco Central STP 24

25 TAXAS DE JURO ACTIVAS E PASSIVAS Anexo 6 I TRIM-15 II TRIM-15 III TRIM-15 TAXA DE JUROS DE REFERÊNCIA DO BANCO CENTRAL 10,0% 10,0% 10,0% TAXA DE JUROS MÉDIA DOS BANCOS COMERCIAIS Taxas de Juros Ativa Em Moeda Nacional 23,4% 23,3% 23,3% Em Moeda Estrangeira 16,6% 16,4% 15,8% Taxas de Juro Passiva Em Moeda Nacional 6,9% 6,5% 6,3% Em Moeda Estrangeira 3,4% 3,4% 2,2% Poupança Em Moeda Nacional 3,7% 3,6% 3,8% Em Moeda Estrangeira 1,4% 1,3% 1,1% Fonte: Banco Central STP e Bancos Comerciais INDICES DE PREÇOS AO CONSUMIDOR Anexo 7 (Em %) Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Base: (Dez 1996 = 100) ,30 459,70 470,60 474,10 476,30 478,50 479,70 481,90 486,30 492,90 498,10 503, ,60 534,50 551,40 557,40 560,00 560,90 562,40 565,00 569,60 577,90 583,60 590, ,70 629,10 656,20 690,00 693,40 698,40 704,40 712,30 715,20 719,30 724,80 735, ,00 756,10 766,10 773,40 781,70 792,40 805,10 826,90 852,80 874,80 906,60 938, ,40 991, , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,80 Fonte: INE 25

26 INFLAÇÃO Anexo 8 (Em %) Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Taxa inflação acumulada ,3 0,6 1,1 1,5 1,7 1,9 2,2 2,3 2, ,3 0,8 1,0 1,7 2,6 3,2 3,5 3,7 3,9 4,7 5,2 6, ,4 1,1 0,8 2,5 2,8 3,0 3,2 3,7 4,0 4,6 5,6 7, ,4 1,0 1,3 2,2 3,6 6,1 7,0 7,6 7,9 8,4 9,1 10, ,5 1,4 3,6 5,9 6,8 7,1 7,3 8,1 8,4 8,9 10,0 11, ,6 1,4 1,9 2,4 2,7 3,7 5,3 6,2 7,5 8,6 10,7 12, ,7 1,6 3,0 4,8 6,7 7,9 8,7 9,3 10,3 11,6 13,7 16, ,8 5,7 9,2 11,4 13,2 14,2 17,6 19,2 20,5 21,4 22,8 24, ,7 2,8 4,2 5,1 6,3 7,7 9,5 12,4 15,9 18,9 23,3 27, ,7 6,5 11,1 16,8 17,4 18,3 19,3 20,6 21,1 21,8 22,8 24, ,9 6,1 9,4 10,6 11,1 11,3 11,6 12,1 13,0 14,7 15,8 17,2 Variação em cadeia ,3 0,3 0,5 0,4 0,2 0,2 0,3 0,1 0, ,3 0,5 0,2 0,7 0,9 0,6 0,3 0,2 0,2 0,8 0,5 1, ,4 0,7-0,3 1,7 0,3 0,2 0,2 0,5 0,3 0,6 1,0 1, ,4 0,6 0,3 0,9 1,4 2,4 0,9 0,6 0,3 0,5 0,7 1, ,5 0,9 2,2 2,3 0,9 0,3 0,2 0,8 0,3 0,5 1,0 1, ,6 0,8 0,5 0,5 0,3 0,9 1,6 0,9 1,2 1,0 1,9 2, ,7 0,9 1,4 1,8 1,8 1,2 0,7 0,6 0,9 1,2 1,9 2, ,8 3,8 3,3 1,9 1,6 0,9 2,9 1,3 1,1 0,8 1,2 1, ,7 1,1 1,3 0,9 1,1 1,4 1,6 2,7 3,1 2,6 3,6 3, ,7 3,7 4,3 5,1 0,5 0,7 0,9 1,1 0,4 0,6 0,8 1, ,9 3,2 3,3 1,2 0,5 0,2 0,3 0,5 0,9 1,7 1,1 1,2 Variação Homóloga Variação Homóloga 2015/2014 6,4 6,2 6,5 6,1 5,4 5,0 5,0 5,0 4,8 Variação Homóloga 2014/2013 7,0 6,8 7,4 6,3 6,9 7,3 7,4 7,1 7,1 7,3 6,7 6,4 Variação Homóloga 2013/ ,4 10,5 11,3 10,7 9,6 7,2 6,5 6,4 6,4 6,5 6,8 7,1 Variação Homóloga 2012/ ,8 11,5 9,5 8,0 8,6 10,9 11,6 11,4 11,4 11,4 11,1 10,4 Variação Homóloga 2011/ ,8 12,9 14,8 16,7 17,4 16,6 15,1 14,9 13,8 13,2 12,2 11,9 Variação Homóloga 2010/ ,9 15,9 14,8 13,4 11,8 11,5 12,4 12,8 13,2 13,0 13,0 12,9 Variação Homóloga 2009/ ,5 20,0 17,7 17,5 17,7 18,0 15,4 14,6 14,3 14,8 15,6 16,1 Variação Homóloga 2008/ ,7 31,2 33,8 35,1 35,8 35,3 37,0 35,2 32,5 30,2 27,1 24,8 Fonte: INE 26

27 Taxas de Câmbio Oficial (Dbs/USD) Anexo º Trimestre 17835, , , , , ,09 JAN Último dia 17632, , , , , ,07 Média do Mês 17276, , , , , ,22 FEV Último dia 18299, , , , , ,21 Média do Mês 18036, , , , , ,04 MAR Último dia 18308, , , , , ,49 Média do Mês 18194, , , , , ,01 2º Trimestre 19394, , , , , ,25 ABR Último dia 18620, , , , , ,69 Média do Mês 18394, , , , , ,11 MAI Último dia 19931, , , , , ,96 Média do Mês 19582, , , , , ,91 JUN Último dia 20235, , , , , ,70 Média do Mês 20206, , , , , ,73 3º Trimestre 18903, , , , , ,50 JUL Último dia 18887, , , , , ,95 Média do Mês 19375, , , , , ,69 AGO Último dia 19436, , , , , ,06 Média do Mês 19124, , , , , ,17 SET Último dia 18338, , , , , ,25 Média do Mês 18209, , , , , ,65 4º Trimestre 18162, , , , ,05 OUT Último dia 17813, , , , ,39 Média do Mês 17777, , , , ,53 NOV Último dia 18776, , , , ,65 Média do Mês 18019, , , , ,00 DEZ Último dia 18587, , , , ,14 Fonte: Banco Central STP Média do Mês 18691, , , , ,63 Média Anual 18574, , , , ,92 27

28 Taxas de Câmbio Oficial (Dbs/Euro) Anexo º Trimestre 24500, , , , , ,00 JAN Último dia 24500, , , , , ,00 Média do Mês 24500, , , , , ,00 FEV Último dia 24500, , , , , ,00 Média do Mês 24500, , , , , ,00 MAR Último dia 24500, , , , , ,00 Média do Mês 24500, , , , , ,00 2º Trimestre 24500, , , , , ,00 ABR Último dia 24500, , , , , ,00 Média do Mês 24500, , , , , ,00 MAI Último dia 24500, , , , , ,00 Média do Mês 24500, , , , , ,00 JUN Último dia 24500, , , , , ,00 Média do Mês 24500, , , , , ,00 3º Trimestre 24500, , , , , ,00 JUL Último dia 24500, , , , , ,00 Média do Mês 24500, , , , , ,00 AGO Último dia 24500, , , , , ,00 Média do Mês 24500, , , , , ,00 SET Último dia 24500, , , , , ,00 Média do Mês 24500, , , , , ,00 4º Trimestre 24500, , , , ,00 OUT Último dia 24500, , , , ,00 Média do Mês 24500, , , , ,00 NOV Último dia 24500, , , , ,00 Média do Mês 24500, , , , ,00 DEZ Último dia 24500, , , , ,00 Média do Mês 24500, , , , ,00 Média ANUAL 24500, , , , ,00 Fonte: Banco Central STP 28

29 Taxas de Câmbio Oficial (USD/EURO) Anexo JAN Último dia 1,3966 1,3710 1,3110 1,3541 1,3600 1,1305 Média 1,4272 1,3360 1,2905 1,3288 1,3610 1,1621 FEV Último dia 1,3570 1,3762 1,3454 1,3097 1,3700 1,1317 Média 1,3686 1,3649 1,3224 1,3359 1,3659 1,1240 MAR Último dia 1,3479 1,4090 1,3272 1,2805 1,3800 1,0845 Média 1,3569 1,3999 1,3201 1,2964 1,3823 1,0838 ABR Último dia 1,3315 1,4794 1,3229 1,3113 1,3800 1,1002 Média 1,3406 1,4442 1,3162 1,3026 1,3813 1,0779 MAI Último dia 1,2307 1,4272 1,2438 1,2944 1,3600 1,0896 Média 1,2565 1,4349 1,2789 1,2982 1,3732 1,1150 JUN Último dia 1,2198 1,4425 1,2418 1,3032 1,3600 1,1133 Média 1,2209 1,4388 1,2526 1,3189 1,3592 1,1213 JUL Último dia 1,3028 1,4260 1,2246 1,3284 1,3401 1,0955 Média 1,2770 1,4264 1,2288 1,3080 1,3539 1,0996 AGO Último dia 1,2713 1,4402 1,2544 1,3266 1,3178 1,1268 Média 1,2894 1,4343 1,2400 1,3310 1,3316 1,1139 SET Último dia 1,3611 1,3631 1,2874 1,3499 1,2701 1,1204 Média 1,3067 1,3770 1,2856 1,3348 1,2901 1,1221 OUT Último dia 1,3857 1,4160 1,2962 1,3755 1,2598 Média 1,3898 1,3706 1,2974 1,3635 1,2673 NOV Último dia 1,2998 1,3336 1,2994 1,3592 1,2480 Média 1,3661 1,3556 1,2828 1,3493 1,2472 DEZ Último dia 1,3280 1,2889 1,3183 1,3783 1,2160 Fonte: BCE Média 1,3220 1,3179 1,3119 1,3704 1,

30 Taxa de Câmbio Efetiva Nominal e Real (taxas médias - anuais e mensais) Anexo 12 STD/EUR STD/USD ITCEN1 ITCER1 Variação face ao período precedente, em % STD/EUR STD/USD ITCEN2 ITCER , ,11 100,00 100, , ,22 107,25 99,00 8,44 2,79 7,25-1, , ,58 100,68 86,69 23,08 2,84-6,12-12, , ,32 90,22 80,27 16,45 5,93-10,40-7, , ,97 85,46 83,86 6,64 6,62-5,27 4, , ,48 70,64 81,28 19,10 17,91-17,35-3, , ,76 60,00 78,46 18,74 8,74-15,06-3, , ,20 52,02 85,85 16,48 8,56-13,30 9, , ,45 49,87 94,31 4,31 10,30-4,14 9, , ,03 46,85 96,59 8,65 14,59-6,06 2, , ,25 47,51 106,06 0,00-4,41 1,41 9, , ,43 46,93 111,23 0,00 8,21-1,23 4, , ,54 47,31 118,93 0,00-3,21 0,81 6, , ,92 47,50 128,30 0,00-0,01 0,40 7,87 Jan , ,81 47,67 124,57 0,00-2,55 0,37-2,91 Feb , ,28 47,70 125,32 0,00-0,21 0,05 0,61 Mar , ,32 47,81 127,31 0,00-1,27 0,24 1,58 Apr , ,77 47,81 127,81 0,00 0,11-0,01 0,39 May , ,19 47,77 128,89 0,00 0,50-0,09 0,85 Jun , ,37 47,65 129,05 0,00 1,14-0,24 0,13 Jul , ,71 47,58 129,66 0,00 0,28-0,16 0,47 Aug , ,77 47,46 129,40 0,00 1,70-0,24-0,20 Sep , ,66 47,19 128,59 0,00 2,98-0,57-0,63 Oct , ,53 47,09 128,75 0,00 2,04-0,21 0,12 Nov , ,00 47,11 129,45 0,00 1,65 0,04 0,55 Dec , ,63 47,15 130,98 0,00 1,08 0,08 1, Jan , ,22 46,99 138,47 0,00 5,44-0,33 5,72 Feb , ,04 46,63 137,59 0,00 3,10-0,76-0,63 Mar , ,01 46,38 135,50 0,00 4,57-0,53-1,51 Apr , ,11 46,51 135,79 0,00 0,87 0,27 0,21 May , ,91 46,88 136,35 0,00-3,56 0,80 0,41 Jun , ,73 47,58 138,36 0,00-0,38 1,48 1,47 Jul , ,69 47,97 140,28 0,00 1,87 0,84 1,39 Aug , ,17 48,18 141,09 0,00-1,15 0,43 0,58 Sep , ,65 48,76 141,65 0,00-0,87 1,21 0,40 Fonte: Banco Central STP 30

31 Balança Comercial por Produto Anexo 13 Em Mil Dólares III TRIM-14 IV TRIM-14 I TRIM-15 II TRIM-15 III TRIM EXPORTAÇÕES DE BENS - FOB 1.623, ,78 646, , ,00 EXPORTAÇÕES DE BENS - FOB 1.1. Produtos Agricolas 1.549, ,85 503, , , Cacau 1.362, ,10 419, , , Café 36,22 2,38 1,78 0,84 15, Pimenta 1,03 0,00 0,88 14,56 0, Oleo de Coco 0,00 0,00 0,00 0,00 0, Chocolate 100,76 53,08 43,49 17,71 24, Coco 49,11 55,30 38,39 30,83 41, Outros 73,10 251,93 142,68 101,44 364,43 2. REEXPORTAÇÃO 1.707,99 870,98 575,80 693,64 461,61 3. IMPORTAÇÕES DE BENS- FOB , , , , , Bens de Consumo , , , , , Géneros alimentícios 7.214, , , , , Bebidas 2.491, , , , , Mobiliário 345,14 302,63 419,04 496,04 390, Medicamentos 80,70 293,55 195,81 131,95 100, Meios de transportes 2.489, , , , , Vestuário e Calçado 2.106, ,21 386,35 827,45 617, Papel e Cartão 342,12 297,69 168,42 184,47 273, Livros e Materiais 213,73 136,94 95,35 91,84 76, Lãs Fibras e Algodão 205,46 207,26 89,79 140,34 526, Alcool Eter e Derivados 318,79 408,47 297,92 270,28 352, Bens de Capital 7.310, , , , , Equipamento 4.212, , , , , Materiais de Construção 1.704, , , , , Ferro Aluminio e Out. Simil , ,48 603, , , Produtos petrolíferos , , , , , Gasóleo 6.477, , , , , Gasolina 3.242, , ,43 829, , Outros 5.366, , , ,91 967, Outros 4.072, , , , ,36 4. SALDO DA BALANÇA COMERCIAL( 1-3 ) , , , , ,94 Fonte: INE Tratamento: Banco Central STP 31

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