SEGURANÇA FÍSICA E PATRIMONIAL?

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1 Ano XXII Edição 260 Novembro/ Exemplares (51) EXEMPLAR DO SÍNDICO Seu condomínio está em dia com a SEGURANÇA FÍSICA E PATRIMONIAL? Autoadministração perde terreno em SP página 3 Projeto limita procurações em reuniões de condomínio página 9 O Jornal Clicksindico, veículo de comunicação voltado com informações dirigidas quase que exclusivamente aos Síndicos de prédios, que em sua grande maioria aceitou o cargo por pressão de vizinhos, rodízios, ou por até absoluta falta de opção etc. são raros os que têm como planejamento a manutenção da gestão por tempo maior que o que determina sua convenção. Este rodízio e o envolvimento inerente ao cargo faz com que os dias para o final do mandato, sejam contados nos dedos. Este fardo pode fazer com que o Sindico se disperse e venha postergar alguma ação que comprometa a segurança física e patrimonial da comunidade condominial. Avaliação técnica para implantação do Serviço de Portaria Implantação do serviço de Portaria Treinamento dos Porteiros conforme Normas de Procedimentos adotados com o cliente Fone/Fax: (51) / Plantão 24H: (51) / anos de experiência e excelência na prestação de serviços. Implantação das Normas de Procedimentos Operacionais Supervisão Eletrônica das Portarias 24h Postos Equipados com Rádios Comunicadores Visualização de imagem on-line Nesta edição publicamos matérias que chamam a atenção para estas responsabilidades, por exemplo: PPCI, ver matéria pg. 10 Certificação Digital, ver matéria pg. 16 NBR 16280, obras nas unidades e nos condomínios. (site) Laudo Técnico de Inspeção Predial, o prazo para apresentação encerra-se no inicio de ( próxima edição) Ao negligenciar o atendimento destas obrigações, o Síndico poderá responder com seu patrimônio o eventual prejuízo causado. Estas normas, leis e planos, vieram para evitar tragédias como as já ocorridas em nosso país. Tem como evitá-las, mas somente com ações proativas, corroborando com uma troca de cultura e de paradigmas, como a do cinto de segurança na década passada, multaram tantos condutores que hoje não se discute mais sua utilização e a eficácia de sua segurança, e assim acontecerá com os condomínios. Repito uma frase: ao apresentar os custos destas adequações numa reunião de condomínio, e seus pares votarem por não executá- -las, entregue neste momento o cargo, pois a responsabilidade é única e tão somente sua Sr. SÍNDICO. POR Airton Roxo O que custa mais: empregados próprios ou terceirizados? página 11 Condomínios devem se preparar para vigência do E-SOCIAL página PLANTÃO HORAS Demais Serviços: Limpeza, Serviços Gerais, Zeladoria, Auxiliar de manutenção Av. Teresópolis, sala Teresópolis - POA/RS

2 Página 2 NOVEMBRO/2014 Cota fixa pode ser alternativa Sistema de rateio permite que o condômino saiba o quanto vai gastar, reduzindo a taxa de inadimplência A alternativa de se fazer uma previsão orçamentária, estabelecendo uma cota fixa para o condomínio durante o ano todo, não é opção da maioria dos residenciais, mas tem sido uma boa experiência para alguns condomínios em Londrina. Um exemplo é o Condomínio Residencial Ilha Bela, na região Leste da cidade, que adotou a cota fixa desde que surgiu há 14 anos. A síndica Márcia da Silva diz que a cota mensal é estabelecida para o ano seguinte considerando as despesas fixas, como água, energia, folha de pagamento e encargos sociais PARA CONDOMÍNIOS e também as possíveis despesas extras. Segundo ela, a diferença é mínima entre o valor previsto e o real e que, no caso dela, nunca houve necessidade de se recorrer ao fundo de reserva para os casos imprevistos. A gente faz a previsão de todas as despesas, vê quais são as metas para o próximo ano, fixa o valor da cota e no fim dá tudo certinho, diz Márcia. Para a síndica, a principal vantagem da coxa fixa é que o condômino sabe, por antecipação, o quanto vai gastar e, por isso, a taxa de inadimplência é muito pequena. Ela diz que o condomínio vem executando obras que considera necessárias, como uma nova portaria, e reformas do salão e da churrasqueira, sem que isso implique em aumento da cota já fixada. O assessor jurídico do Sindicato da Habitação e dos Condomínios do Paraná (Secovi) Regional Norte, Danilo Terra Gonçalves, diz que a forma de pagamento da cota de condomínio pode ser estabelecida por rateio das despesas ou por previsão orçamentária. Cada condomínio tem a liberdade de fazer a escolha em assembleia. Gonçalves explica que não há como saber, em percentuais, quantos condomínios adotam a alternativa de cotas fixas, mas diz que, por experiência, a maioria faz opção pelo rateio das despesas. Para o assessor jurídico, quando surge alguma despesa imprevista na opção da cota fixa, o condomínio pode recorrer ao fundo de reserva ou a um rateio extra para pagamento das despesas, o que deve ser decidido em uma assembleia geral extraordinária. Entretanto, independentemente do sistema, Gonçalves afirma que os condôminos devem ficar atentos à prestação de contas pelo síndico, o que deve acontecer na assembleia ordinária que deve ser realizada ao menos uma vez por ano. Caso não haja a convocação pelo síndico, os próprios condôminos podem convocar a assembleia, desde que haja a adesão de pelo um quarto do total. Gonçalves sugere também que as pastas com a prestação de contas seja consultada mensalmente pelo conselho fiscal do condomínio. POR Folha de Londrina imobiliária EDIÇÕES DIRIGIDAS Publicação Mensal da ClickSíndico Publicações Ltda. CNPJ: / Av. Getúlio Vargas, 108-1º andar CEP Fone: (51) Porto Alegre/RS Diretor Comercial: Airton Roxo Jornalista / Editor Responsável: Airton Roxo - DRT Projeto Gráfico e Diagramação: Isabel Schneider Ramires (51) Tiragem Comprovada: Exemplares Porto Alegre, Santa Cruz do Sul e São Leopoldo. O CONTEÚDO DOS TEXTOS VEICULADOS NESTE INFORMATIVO É DE INTEIRA RESPONSABILIDADE DE SEUS RESPECTIVOS AUTORES. CRECI 22987J Associada ao SECOVI/RS - AGADEMI ATENDIMENTO & CREDIBILIDADE NA GESTÃO DE SEU CONDOMÍNIO. A confiança do ClickSíndico para cuidar do seu imóvel. CONSULTE NOSSAS OFERTAS DE IMÓVEIS: (51) Av. Getúlio Vargas, 108 Porto Alegre/RS

3 NOVEMBRO/2014 Página 3 AUTO-ADMINISTRAÇÃO perde terreno em SP Sistema custa menos do que administradora, mas sobrecarrega o síndico de responsabilidades e também de poderes Autor: Edson Valente Dispensar os serviços de uma administradora e gerenciar por conta própria o condomínio para reduzir custos é uma tática que vem perdendo terreno. Segundo a Toledo & Associados, empresa de pesquisas especializada em mercado imobiliário, a porcentagem de condomínios paulistanos que são auto-administrados caiu de 20%, em 1997, para 14%, no anos passado. Enquanto um administradora cobra de 5% a 10% do valor arrecadado pelo condomínio, a auto-administração é feita pelo síndico, que não cobra pelo trabalho. Teme- -se que auto-administração o sobrecarregue demais, analisa Francisco José Toledo, diretor-geral da Toledo & Associados. Aparentemente é a uma opção mais barata, mas se quem faz a folha de pagamento cometer um erro, poderá gerar prejuízo com uma ação na Justiça, movida por algum empregado, explifica Rosely Schwartz, professora do curso de administração de condomínios da FMU (Faculdades Metropolitanas Unidas). Gerir um condomínio não é nada fácil. A complexidade de questões legais, fiscais e tributárias faz com que se busque na administradora a eficiência de uma empresa, lembra Claudio Anauate, presidente da Aabic (Associação de administradoras). É muito trabalho para um síndico, faz coro Hamilton Quirino, diretor da Abami (Associação Brasileira dos Advogados do Mercado Imobiliário). Uma administradora tem um corpo jurídico, está por dentro da legislação específica e segue as normas trabalhistas. É mais cômodo. SÍNDICO TODO PODEROSO A vantagem da auto-administração, pondera Toledo, é a agilidade para tomar decisões. Uma administradora que gerencia 200 ou 300 prédios não pode ter um gerente para cada um deles. Hubert Gebara, vice-presidente de administração imobiliária e condomínios do Secovi- -SP (Sindicato de Construtoras e Imobiliárias), acha que a auto-administração pode ser perigosa se concentrar poderes na mão de um síndico mal-intencionado. Quando uma administradora erra, pode ser destituída depois de aviso prévio de 30 ou 60 dias, de acordo com o contrato. Se o síndico faz tudo sozinho, não há quem o fiscalize, alerta. Para abrir mão da administradora, existe um mandamento básico, segundo Antonio Couto, 48, diretor-superintendente da Lello Condomínios: Juntar moradores com tempo e capacidade técnica, como conhecimento sobre tributação, área fiscal, área trabalhista e manutenção predial. A escolha de uma administradora também pede cuidado. Muitas têm falta de recursos, diz Schwartz. É preciso consultar seus clientes, saber se há rapidez na cobrança jurídica de inadimplentes e se ela utiliza o sistema de contas individuais para cada condomínio, que é o mais indicado. Há casos em que a administradora tem uma só conta pool no banco, e um eventual saldo negativo onera também o prédio que tem saldo positivo. LIBERDADE PARCIAL Alguns condomínios optam por um sistema intermediário, o de apoio à gestão. Parcialmente autônomo, conta com a assessoria de profissional, geralmente um contador, o que sai mais barato (cerca de R$ 700,00 mensais) do que uma administradora. Contudo, a maior parte dos afazeres, como a manutenção predial, fica por conta do síndico. É o que acontece no condomínio em que o arquiteto aposentado Selem Nelson Bussab é síndico, nos Jardins. Lá, a administração, com a assessoria de um escritório de contabilidade, foi adotada depois de um prejuízo com uma administradora. Eliminamos muitos vícios na escolha de empresas para fazer serviços, relata. Estou bem escorado. Fonte: Folha de São Paulo Caderno de Imóveis SERVITEC Desde 2000 Pintura Predial e Impermeabilizações Reforma de Telhados Restauração de Fachadas (51)

4 Página 4 NOVEMBRO/2014 Quando os moradores não querem assumir o cargo, A SAÍDA É BUSCAR NO MERCADO A mais absoluta falta de candidatos ao cargo, que não pode deixar de existir, já que é do síndico a atribuição de representar o condomínio Já abordei o assunto aqui neste espaço: A falta de alguém no condomínio que se disponha a ser síndico. Aliás, ser não, que ninguém é síndico. Apenas exerce o (en)cargo. Mas o que me inspirou o tema da coluna desta semana foi mais uma participação em uma das muitas assembleias das quais (sempre) estou presente. A pauta: ELEIÇÃO DE SÍNDICO. Até aí, nada demais! O que pesou mesmo foi na hora de escolher o novo síndico. Quase duas horas de pura demonstração de cavalheirismo, já que era cada um oferecendo ao vizinho o (en) cargo. Vai você fulano, por que você não fica sicrano, e por aí foi... Como me escolheram para presidir os trabalhos, chamei o feito a ordem e bati o martelo. Afinal, ninguém quer ocupar o cargo? Então, vamos optar pelo SÍNDICO PROFIS- SIONAL (lembro que o termo é juridicamente inexistente - não existe a profissão de síndico - esse foi apelido que o mercado adotou). A gritaria foi geral. Ninguém admitia ter um estranho à frente do condomínio. De nada adiantou, afinal, não tinha nenhum dos presentes com disposição (ou vontade mesmo) de assumir esta missão. Resumo da história (já que foi verdade mesmo!!!): Saí da assembleia como o novo síndico daquele condomínio - não era morador do edifício. O fato narrado é o mais puro exemplo do que vem ocorrendo na maioria dos condomínios brasileiros, a mais absoluta falta de candidatos ao cargo, que não pode deixar de existir, já que é do síndico a atribuição de representar o condomínio em juízo ou fora dele, além de muitas outras contribuições. Confira algumas: CÓDIGO CIVIL: Art Compete ao síndico: I Convocar a assembleia dos condôminos; II Representar, ativa e passivamente, o condomínio, praticando, em juízo ou fora dele, os atos necessários à defesa dos interesses comuns; III Dar imediato conhecimento à assembleia da existência de procedimento judicial ou administrativo, de interesse do condomínio; IV Cumprir e fazer cumprir a convenção, o regimento interno e as determinações da assembleia; V Diligenciar a conservação e a guarda das partes comuns e zelar pela prestação dos serviços que interessem aos possuidores; VI Elaborar o orçamento da receita e da despesa relativa a cada ano; VII Cobrar dos condôminos as suas contribuições, bem como impor e cobrar as multas devidas; VIII Prestar contas à assembleia, anualmente e quando exigidas; IX Realizar o seguro da edificação. Sem o síndico, o condomínio não tem representatividade. Sua existência é obrigatória. O surgimento, portanto, do Síndico Profissional foi uma exigência do mercado. Naqueles condomínios onde nenhum dos Condôminos queira assumir o (en) cargo, não tem outra saída, senão contratar esse profissional. COMO CONTRATAR: Primeiro vale registrar que não se trata de um contrato puro e simples. Mesmo sendo um síndico profissional (já falei que esta profissão, rigorosamente não existe juridicamente), o que o habilita ao cargo não é um contrato de prestação de serviços, e sim, a ata da assembleia que o elegeu. Este é o documento que legitima a representatividade deste síndico. POR Inaldo Dantas, Advogado Administrador de Condomínio, Presidente do Secovi PB ALVEARE HIGIENIZAÇÃO E PORTARIA Exelência em Alarmes Monitorados e Rastreiamento Veicular O sistema de circuito fechado de tv é uma poderosa arma no combate à criminalidade e também no controle de funcionários. A eficácia do sistema está diretamente ligada ao planejamento e dimensionamento dos equipamentos. NOSSOS SERVIÇOS Sistema de Circuito Fechado de TV Digital Sistema de Circuito Fechado de TV Analógico Câmeras Acessórios Matriz: Av. Veiga, 146 Sala 404B Cel. Aparício Borges Porto Alegre/RS Empresa especializada em serviços Ambientais: Consultoria Ambiental Laudos de corte e podas de árvores Execução de serviços de poda e remoção Licenciamento ambiental Paisagismo sustentável Georreferenciamento de topografia Planos de gestão de resíduos geoconectambiental (51) (51) (51) (54) (54) Empresa com mais de 10 anos no mercado Todas nossas portarias são monitoradas e fiscalizadas diariamente Porteiros monitorados de 15 em 15 minutos 24hs Administrando Soluções Especializada em Condomínios SELETA SERVICE (51) / (51) Por trás de todo condomínio administrado com Étika, tem um Síndico tranquilo Av João Correa, º andar Centro São Leopoldo

5 NOVEMBRO/2014 Página 5 Posse gera Somente quando ficar patente a disponibilidade da posse, do uso e do gozo da coisa, é que se reconhece legitimidade passiva ao promitente comprador de unidade autônoma quanto às obrigações respeitantes aos encargos condominiais, ainda que não tenha havido o registro do contrato de promessa de compra e venda. Afinal, o promitente-comprador é ou não responsável pelo pagamento das despesas de condomínio? E se for, a partir de que data? O fato é recorrente nas vendas de construtoras e incorporadores para adquirentes de unidades autônomas. A questão da legitimidade passiva nas ações de cobrança de cotas condominiais tem sido enfrentada com freqüência crescente nos tribunais. Foi, também, objeto de discussão no VII Enai Encontro Nacional dos Advogados do Mercado Imobiliário, realizado no mês de outubro/2000, no Rio de Janeiro. Destacou- -se no Encontro a posição do Superior Tribunal de Justiça, por ser a última palavra sobre o assunto. Aprimorando posição anterior do STJ, no sentido ser o promitente-comprador responsável pelas despesas do condomínio, decisão da Terceira Turma do STJ (Recurso Especial n , originário de São Paulo), deixa bem claro que não basta a existência de contrato de compromisso de compra e venda, registrado ou não. É preciso que o promitente-comprador tenha efetivamente tomado posse do imóvel, com conhecimento da comunidade condominial. Extrai-se da ementa do acórdão, nas palavras do ministro Waldemar Zveiter, relator: Somente quando ficar patente a disponibilidade da posse, do uso e do gozo da coisa, é que se reconhece legitimidade passiva ao promitente comprador de unidade autônoma quanto às obrigações respeitantes aos encargos condominiais, ainda que não tenha havido o registro do contrato de promessa de compra e venda. DEVER DE PAGAR RELEVÂNCIA DA POSSE O contrato de promessa de compra e venda estipulara que o comprador da unidade ficaria responsável pelas despesas de condomínio a partir do momento em que fosse comunicado de que as chaves encontravam-se à sua disposição. Porém, não ficou bem esclarecido na instrução do processo em que época, efetivamente, o promitente-comprador tomou posse no imóvel. Tal detalhe não foi considerado pela 12a. Câmara Cível do Segundo Tribunal de Alçada de São Paulo, que julgou procedente a ação de cobrança contra a construtora, por entender que a ação de cobrança de despesas condominiais deve ser proposta contra quem conste como titular no registro de imóveis, do direito real da unidade condominial. Não foi esse o entendimento da Terceira Turma do STJ. Fundamentando sua decisão, o ministro Waldemar Zveiter lembra que, embora a jurisprudência do STJ tenha afirmado que a cobrança de cotas condominiais deve recair sobre o comprador da unidade adquirida em condomínio, sendo irrelevante o fato da escritura de compra e venda não estar inscrita no cartório de imóveis, tal posição não dispensa a posse do comprador no imóvel. Assim aconteceu em julgamentos relatados pelo ministro Sálvio de Figueiredo Teixeira (Resp /MG) em que ele faz referência ao promitente-comprador investido na posse do imóvel, e pelo ministro César Rocha (Resp /SP), que destaca que somente quando já tenha recebido as chaves e passado a ter assim a disponibilidade da posse, do uso e do gozo da coisa, é que se reconhece legitimidade passiva ao promitente comprador.... Em suma, o comprador sem contrato registrado só assume o débito do condomínio a partir de sua posse efetiva na unidade condominial. POR Luiz Fernando de Queiroz, Advogado SOL-PORTARIA-LIMPEZA E SERVIÇOS FUNDADA EM 08/1985 Somos a empresa SOL! Porteiros e vigias uniformizados ou traje social para segurança em empresas, condomínios, festas e eventos; Limpeza de condomínios, empresas e escritórios; Uma empresa atuante no mercado há mais de 28 anos. Desde 1985, voltada exclusivamente para a área de VIGIA, PORTARIA, LIMPEZA e SERVIÇOS. A Sol orgulha-se de em todos estes anos não ter deixado que suas responsabilidades socias e trabalhistas tenham recaídas sobre seus contratantes, tanto em contratos atuais como em contratos rescindidos em que ex-funcionários possam ter perpetrado judicialmente, tendo assumido todos os casos sem exceção. Somos uma empresa de responsabilidade e qualidade, a qual visa o melhoramento contínuo do seu pessoal e sua organização, na área de segurança pessoal ANOS Rua dos Andradas, 1781 Conj. 602 POA/RS ALVEARE HIGIENIZAÇÃO E PORTARIA Excelência e Responsabilidade em serviços Terceirizados. Somos especializados na terceirização de limpezas e organizações, contando com equipes bem treinadas e qualificadas nas diferentes atividades. NOSSOS SERVIÇOS Portaria Monitoramento Limpeza Limpeza Pós-obra Zeladoria Apoio Administrativo Recepção/telefonista Área de atuação: Porto Alegre, Grande Porto Alegre, Litoral Filial em Caxias do Sul Matriz: Av. Veiga, 146 Sala 404B Cel. Aparício Borges Porto Alegre/RS FALE COM MAIS DE SÍNDICOS AO MESMO TEMPO (51)

6 Página 6 NOVEMBRO/2014 SÍNDICO É CONDENADO A DOIS ANOS DE PRISÃO por uso indevido de dinheiro do condomínio Ao assumir a administração de um condomínio, o síndico assume uma série de obrigações e compromete-se a usar os recursos contribuídos por todos os condôminos para o bem comum do patrimônio. Esse é, pelo menos em teoria, o dever de alguém que se oferece para o cargo. Porém, sempre existem pessoas mal intencionadas que insistem em tratar o que é de uso coletivo como se lhe pertencesse. Em setembro, a 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Santa Catarina condenou o síndico de um residencial localizado no bairro de Saguaçu em Joinville, município no norte do estado, a dois anos de reclusão em regime aberto por apropriação indébita de valores saídos dos caixas do condomínio para compra de roupas, abastecimento do carro do síndico, refeições em restaurantes e compras em vários estabelecimentos comerciais. Os gastos pessoais chegaram a R$ 250 mil. De acordo com o processo (Apelação Cível n ), o denunciado se aproveitou de sua posição de gestor para apropriar-se do dinheiro sob seus cuidados, efetuando saques da conta bancária do condomínio, sem apresentar notas fiscais ou comprovantes correspondentes às despesas. As movimentações atípicas levantaram as suspeitas de moradores do condomínio que se mobilizaram para fazer uma denúncia coletiva. Ao saber que teria de responder pelos gastos injustificados, o síndico ameaçou de morte os moradores do condomínio e causou danos em seus carros. Para o desembargador substituto Volnei Celso Tomazini, relator da matéria no TJSC, o réu não foi capaz de comprovar a legitimidade das compras e dos saques mediante prova documental. A prova testemunhal oferecida, segundo o magistrado, não é apta a justificar a conduta do réu, e a falta de documentos relativos à administração financeira do condomínio é de sua responsabilidade. Os gastos identificados sabidamente não possuem relação com a manutenção do condomínio (lojas de roupas e calçados, farmácias, panificadoras, postos de combustíveis), salvo poucas exceções relativas aos gastos com manutenção, estando comprovado nos autos que o dinheiro, cuja posse era lícita, foi usado em benefício próprio do apelante, completou o relator. A decisão pela condenação foi unânime. É válido lembrar que o Código Civil, em seu capítulo sobre condomínio, dispõe no artigo as competências do síndico que inclui prestar contas à assembleia anualmente e quando exigidas. O texto é explícito ao permitir que qualquer condômino pode solicitar explicações sobre como e com o quê o dinheiro do condomínio fruto de uma contribuição coletiva está sendo gasto. O síndico não pode se recusar a fornecer estas informações e elas devem ser justas, a fim de legitimar os gastos feitos. Caso contrário, o gestor pode ser chamado a responder na Justiça pelo uso irresponsável ou pernicioso do dinheiro arrecadado. POR Redação com TJSC Faça a Tomada de preço no ORÇAMENTO TRANSPARENTE do A solução de Controle de Acesso certa para o seu condomínio. Todos os produtos ou serviços que condomínio necessita estão ali. Agilidade na obtenção de orçamentos Qualificação dos prestadores de Serviços Padronização das solicitações de orçamentos Fornecedores cadastrados e credenciados Redução de custos operacionais (telefone) Cadastro atuaizado de prestadores de serviços (51) A Bio Digital atenta as necessidades dos condomínios residenciais e empresariais, estuda e desenvolve soluções que levam mais segurança aos condôminos, colaboradores e também ao patrimônio. Ligue-nos, agende uma visita. Nós temos a solução ideal para você. NOSSOS SERVIÇOS Sistemas de cadastramentos, Catracas, Torniquetes, Soluções para portarias, Eclusa, Portas e portões, Antenas e Cancelas para estacionamento. (51) (51)

7 NOVEMBRO/2014 Página 7 RETENÇÃO DE INSS Quando o condomínio contratar serviços prestados mediante cessão de mão-de-obra ou empreitada, deverá reter 11% do valor bruto da nota fiscal e recolher o montante retido, em nome da empresa contratada (art.31, lei 8.212/91). Este custo é da empresa contratada. O fato gerador é a prestação dos serviços. A base de cálculo incide sobre o valor dos serviços. A forma de recolhimento é a Guia da Previdência Social (GPS). Tendo em vista que o valor mínimo da GPS é de R$ 29,00 (resolução nº 39/00 Previdência Social), quando o valor bruto dos serviços constante da nota fiscal, for inferior a R$ 264,00 (R$ 264 x 11% = R$ 29,04), o condomínio está desobrigado de efetuar a retenção.. Serviços sujeitos a retenção: os serviços contratados mediante cessão de mão-de- -obra ou empreitada sujeitos a retenção estão descritos no art. 145 e 146, da IN MPS/SRP nº 3/2005. Dentre eles podemos citar a limpeza, conservação, zeladoria, vigilância ou segurança e construção civil. Tapetes personalizados direto de fábrica (vinil, fibra de côco e absorção de água) Fitas anti-derrapante p/ escadaria Tratamento de piso: cera anti-derrapante, removedor e selador Carrinhos e lixeiras Novidades da Casa dos Capachos: Grama sintética e persianas! sobre prestação de serviços de pessoa jurídica Dispensa da Retenção: O condomínio fica dispensado de efetuar a retenção (art. 148, da IN MPS/SRP nº 3/2005), quando: I o valor correspondente a 11% dos serviços contidos em cada nota fiscal, for inferior ao limite mínimo estabelecido pela Secretaria da Receita Previdenciária para recolhimento em documento de arrecadação ( atualmente R$ 29,00); II a contratada não possuir empregados, o serviço for prestado pessoalmente pelo titular ou sócio e o seu faturamento do mês anterior for igual ou inferior a duas vezes o limite máximo do salário de contribuição, cumulativamente; III a contratação envolver somente serviços profissionais relativos ao exercício de profissão regulamentada por legislação federal (ex. engenheiros, advogados, contadores, etc ( inciso X do art. 146), desde que prestados pessoalmente pelos sócios, sem o concurso de empregados ou outros contribuintes individuais. Não aplicabilidade da retenção:dentre o rol de serviços que mais interessam aos condomínios, não se aplica o instituto da retenção Escolha o melhor para seu condomínio. Confira as condições e prazos de pagamento. Cartões de crédito em até12x ( art. 176, da IN MPS/ SRP 03/05): à empreitada total, (art. 413 da IN MPS/ SRP 03/05) aplicando-se, nesse caso, o instituto da solidariedade, quanto ao cumprimento das obrigações previdenciárias e à empreitada realizada nas dependências da contratada ( ex. conserto de motor do portão de garagem na sede da empresa contratada). É importante entender a definição de empreitada total. A empreitada pode ser celebrado entre o condomínio e uma empresa, para a execução de obra ou serviço de construção civil, no todo ou em parte( art. 413, IN MPS/ SRP 03/05), podendo ser: a) total, quando celebrado exclusivamente com empresa construtora, que assume a responsabilidade direta pela execução de todos os serviços necessários à realização da obra, compreendidos em todos os projetos a ela inerentes, com ou sem fornecimento de material. Ressalte-se que empresa construtora (inciso XX, do art. 413 da IN MPS/ SRP 03/05), é a pessoa jurídica legalmente constituída, cujo objeto social seja a indústria de construção civil, com registro no Ipe Máquinas Lavadora RE 98 Fone (51) Av. Sertório, 748 esquina Av. Farrapos com estacionamento Porto Alegre RS CREA ( art. 59 da Lei nº 5.194/1966); b) parcial, quando celebrado com empresa construtora ou prestadora de serviços na área de construção civil, para execução de parte da obra, com ou sem fornecimento de material; As cooperativas de trabalho não estão mais sujeitas à retenção em decorrência de contrato de prestação de serviços a partir de março de 2000, quando passou a vigorar a lei nº 9.876/99 que alterou a forma de contribuição sobre esta prestação específica, ou seja, o condomínio deverá a seu cargo, contribuir com 15% sobre o valor bruto da nota fiscal, fatura ou recibo emitida pela cooperativa, relativamente aos serviços prestados por cooperados. (Permitida também a dedução de valores correspondentes a material e/ou equipamentos). Soprador BG 86 POR Cláudio Maciel Bertoldi, Advogado e Consultor Jurídico Clicksíndico Roçadeira FS 55 Imagens meramente ilustrativas. UNIDADE PORTO ALEGRE - RS (51) Av.Brasil, Navegantes P.N. 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8 Página 8 NOVEMBRO/2014 CURSO ON-LINE GESTÃO DE CONDOMÍNIOS. O CURSO RESPONDE, COM CLAREZA, AS 50 MAIORES DÚVIDAS DO SÍNDICO MORADOR. + Livro-Curso Síndico Legal + Certificado de conclusão da Escola de Síndicos + Participação na Oficina Síndico Legal + Assinatura anual do Jornal ClickSíndico R$ 12 0,00 *30% PARA DE DESC JORNA ASSINAN ONTO L CLIC TE DO KSÍND ICO Adm. Administrador Vanderlei Aragão Rocha é o autor de SÍNDICO LEGAL, Nova abordagem da gestão de condomínios. Síndico Legal é apresentado em 252 páginas em uma linguagem coloquial, link com vídeos e avaliações. SÍNDICO LEGAL, O ÚNICO LIVRO-CURSO DO MERCADO SOLICITE SEU LIVRO-CURSO (51) Faça a Tomada de preço no ORÇAMENTO TRANSPARENTE do Agilidade na obtenção de orçamentos Qualificação dos prestadores de Serviços Padronização das solicitações de orçamentos Fornecedores cadastrados e credenciados Redução de custos operacionais (telefone) Cadastro atualizado de prestadores de serviços (51)

9 NOVEMBRO/2014 Página 9 PROJETO LIMITA PROCURAÇÕES em reuniões de condomínio O Projeto de Lei 7594/14 limita a um o voto por procuração em assembleias gerais de condomínios por mandatário Conforme explica o autor, tanto a Lei de Condomínios (Lei 4.591/64) quanto o Código Civil (Lei /02) são silentes sobre o assunto. Ainda assim, segundo afirma, comumente se admite o voto por procuração nas reuniões. Muitas vezes apenas um condômino coleciona dezenas de procurações e vota com um peso de opinião que prejudica a própria finalidade das assembleias condominiais: discutir em grupo o que se realizará com a propriedade e as despesas comuns, sustenta. Na opinião de Aureo, essa prática é contrária à função social da propriedade e prejudicial à pacificação de conflitos de vizinhança. O número excessivo de votos por procuração tem transformado o que deveria ser um exercício democrático de composição de conflitos em uma pantomima de votos de cabresto. TRAMITAÇÃO A proposta terá tramitação conjunta como o PL 2925/97, que permite a um condômino representar outros por procuração nas assembleias, e foi encaminhado à Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Íntegra da proposta: PL-7594/2014 POR Site Anoreg CONSTRUÇÃO E REFORMA 23 ANOS DE MERCADO ORÇAMENTO GRÁTIS Pinturas e Reformas Prediais Lavagem com máquinas hidrojato Reposição e rejunte de pastilhas Recuperação de revestimentos Conserto de telhados Parcelamento para condomínios Utilização de andaimes elétricos em prédios altos Financiamento em até 36 parcelas Pinturas internas e externas Lavagem com hidrojato Instalações hidráulicas FINANCIAMENTO PRÓPRIO (51) ORÇAMENTO SEM COMPROMISSO MANUTENÇÃO PREDIAL Recuperação de fachadas Telhados Repastilhamento PREDIAL Ser viços PINTURA INTERNA E EXTERNA LAVAGEM E RESTAURAÇÃO REFORMAS PASTILHAS REVESTIMENTO DE FACHADAS IMPERMEABILIZAÇÃO TELHADOS HIDRÁULICA predialser Construção e Reformas Revestimentos Pinturas Prediais Impermeabilização Recuperação de Fachadas Telhados Projetos Laudos Técnicos ORÇAMENTO GRATUÍTO FINANCIAMENTO PRÓPRIO Garantia de até 5 ANOS

10 Página 10 NOVEMBRO/2014 Decreto estabelece prazos para adequações à LEI DE PREVENÇÃO CONTRA INCÊNDIO Depois da tragédia na Boate Kiss, ocorrida em janeiro de 2013, quando morreram 242 pessoas, o estado passou a contar com uma nova lei de proteção contra incêndio, promulgada no final do ano passado. Apenas 6 meses depois, a nova legislação foi alterada e, até hoje, muitos aspectos da lei ainda carecem de regulamentação. Uma lacuna legislativa que tem causado muita turbulência entre as partes envolvidas com a execução e o cumprimento da obrigatoriedade da apresentação de Planos de Prevenção Contra Incêndio exigido para todas as edificações coletivas. Enquanto não são delineadas claramente as novas regras, uma instrução normativa do Corpo de Bombeiros evita que os processos fiquem parados. Naquilo que diz respeito aos condomínios já existentes, a determinação é de que os procedimentos sejam os mesmos que vinham sendo exigidos antes da mudança da legislação. A orientação foi repassada a todos os participantes do 17º Encontro de Condomínios durante a exposição feita pelo Comandante do Corpo de Bombeiros de Porto Alegre, Adriano Krukosky Ferreira. O Tenente-Coronel disse, também, que as edificações existentes deverão adaptar-se às disposições da Lei Complementar nº , de 26 de dezembro de 2013, no prazo de 6 anos a contar da data de publicação. Conforme já foi amplamente divulgado, a nova legislação é bem mais rigorosa do que a anterior. As exigências no que se refere à elaboração de projetos de prevenção contra incêndio são bem maiores. Se, antes, os projetos se baseavam apenas na área, altura e ocupação do imóvel, agora se incluem neste rol a avaliação da potencialidade de incêndio, a lotação máxima, a necessidade de planos de emergência, em alguns casos, a facilidade de acesso de viaturas e a capacidade de controle e extração da fumaça dos imóveis, dentre outros. Sobressai-se, também, na nova lei, a determinação minuciosa de competência e responsabilidades de todas as partes envolvidas na prevenção, incluindo-se, aí, proprietários, responsáveis técnicos, quando exigidos, Corpo de Bombeiros e municípios. Atendo-se às responsabilidades dos proprietários, existem algumas determinações para as quais os síndicos devem ter atenção especial: Usar a edificação de acordo com o fim para o qual a mesma foi licenciada. Tomar todas as providências cabíveis para adequação e mudança de uso das edificações ou áreas de risco às exigências da Lei. Encaminhar os pedidos de renovação do APP CI com 2 meses de antecedência ao prazo de vencimento. Manter as medidas de segurança contra incêndio em condições de utilização, prevendo a adequada manutenção das mesmas. Também mereceu destaque na prelação do Comandante o detalhamento dos prazos para que as edificações já existentes adéqüem-se à atual legislação. Tratando deste assunto foi publicado, recentemente, o Decreto nº , estabelecendo fases e períodos em que as providências podem ser tomadas. Decreto nº de 10 de setembro de Art. 7º - As edificações e áreas de risco de incêndio existentes, definidas no art. 6º, inciso XVII, da Lei Complementar nº /2013 e alterações, terão prazos de adequação conforme o artigo 55 da referida Lei Complementar, contados conforme segue: I de sessenta dias para elaboração e entrega do Plano de Prevenção e Proteção Contra Incêndio para edificações que ainda possuem Plano de Prevenção e Proteção Contra Incêndios PPCI, ou Plano Simplificado de Prevenção e Proteção Contra Incêndio PSPCI, protocolado no CBMRS, a contar da publicação deste decreto; II De trinta dias, após notificação e sem prejuízo da infração de que trata o artigo 18, V, para entrega do PPCI/PSPCI; III De trinta dias para correção do PPCI/PSP- CI, após notificação; IV De até sessenta meses para adaptação da edificação ou da área de risco de incêndio ao previsto no PPCI/PSPCI, a partir da sua aprovação, assim discriminado: a) De trinta dias para instalação de extintores de incêndio, conforme PPCI aprovado; b) De trinta dias para o treinamento de pessoal; c) De doze meses para a instalação e sinalização de emergência; d) De doze meses para instalação do sistema de iluminação de emergência; e) De doze meses para adaptação de instalação de inflamáveis e de combustíveis; f) De doze meses para o isolamento e adaptação de caldeiras, de vasos de pressão e de congêneres. g) De doze meses para adaptação das saídas de emergência; h) De doze meses para colocação de alarme e detecção de incêndio; i) De doze meses para elaboração do Plano de Emergência; j) De vinte e quatro meses para adaptação dos materiais de revestimento, de acabamento e de divisórias; k) De vinte e quatro meses para o controle de fumaça; l) De vinte e quatro meses para o acesso e viaturas de bombeiros (as); m) De trinta e seis meses para a adaptação de instalações de gás e de chaminés; n) De quarenta e oito meses para a colocação de hidrantes e de mangotinhos; o) De sessenta meses para a instalação dos sistemas automáticos de extinção de incêndio; p) De sessenta meses para a execução da compartimentação vertical e horizontal; q) De sessenta meses para a execução de sistema de espuma e de resfriamento; r) De sessenta meses para a execução do sistema de proteção contra descargas atmosféricas; s) De sessenta meses para execução de segurança estrutural contra incêndio; e t) De sessenta meses para execução de outros sistemas. LEMBRE-SE: O prazo máximo para instalação das medidas previstas anteriormente não poderá, a qualquer título, ultrapassar a data de 27 de dezembro de POR Secovi-RS E-comerce

11 NOVEMBRO/2014 Página 11 O QUE CUSTA MAIS: empregados próprios ou terceirizados? Mesmo comparando com o custo de empregados recém-contratados, os terceirizados ainda são mais econômicos Há poucas semanas, um síndico nos comunicou que iria rescindir o contrato de terceirização, alegando que fizeram estudos com a administradora e concluíram que o custo com empregados próprios seria cinco ou seis mil reais mais barato... Disse- -lhe de pronto que era impossível. Talvez a administradora não estivesse considerando, nesse custo mensal, os encargos da folha, o 13º salário, as férias anuais, etc. Propusemo- -nos, então, a preparar uma planilha comparativa dos custos, com os mesmos empregados existentes, ou seja, 1 zelador, 4 porteiros e 2 auxiliares de limpeza, porém, como se fossem empregados registrados pelo regime do Sindifícios, ou seja, dos empregados próprios, e chegou-se à conclusão de que a economia mensal do condomínio seria de aproximadamente R$ 600,00. Essa redução, porém, é obtida somente nos dois primeiros anos. Como os empregados próprios têm o benefício do biênio de 5% a cada 2 anos, ao final do sexto ano os salários de todos estarão 15% mais elevados. Assim, a economia de R$ 600,00, obtida nos primeiros 24 meses, já é consumida no ano seguinte pelo primeiro biênio e, ao final do 3º biênio acumulado, o custo dos empregados próprios passa a ser mais de R$ 2.000,00 mensais maior do que o dos atuais terceirizados, que já estão fixos no condomínio há quase 4 anos. Essa planilha foi submetida à chefe do RH da administradora que não pôs nenhum reparo. Esse estudo comprova que, mesmo comparando com o custo de empregados recém-contratados, os terceirizados ainda são mais econômicos para o condomínio. Imaginem, então, comparar os terceirizados com empregados próprios mais antigos, com mais de 10 anos de registro? Nessa situação, a economia passa a ser tão substancial que permite ao condomínio tomar emprestado o montante necessário para pagar as indenizações, e pagar as parcelas desse empréstimo com a própria economia proporcionada pela terceirização. Ou seja, livra-se do passivo trabalhista sem qualquer chamada extra de caixa. Mas o aspecto financeiro é apenas parte das vantagens da terceirização. A maior vantagem mesmo é o aspecto gerencial dessa mudança. O condomínio passa a não ter mais empregados registrados no seu CNPJ. Não tem mais indenizações a pagar, e nem a ameaça de ações trabalhistas. O síndico pode exercer sua autoridade, exigindo competência e disciplina, sem se preocupar com indenizações. Terceirizados que não correspondem são trocados, e os que precisam se ausentar por qualquer razão são substituídos por outros previamente familiarizados com o condomínio. Vale a pena uma consulta para saber qual a economia que se pode obter com a terceirização. Além da economia, existem outras 21 vantagens para se terceirizar o quanto antes, abrangendo não somente a qualidade dos serviços, mas também a segurança, supervisão monitoramento 24 horas, etc. Consulte-nos e obtenha respostas em menos de 24 horas. POR Etore A. Fuzetti CLASSISÍNDICO Abelhas remoção Asfalto Abelhas Retirada de enxames de abelhas, ninhos de marimbondos e de vespas Serviço Prossional - Regulamentado pela NR18 e autorizado pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente - SMAM/POA Fones: (51) Orçamento sem compromisso Antiderrapante ASPER Colocação de Fita Antiderrapante (51) (51) (51) (51) Acabe com reparações desnecessárias, sujeiras e rachaduras no seu piso. Com as nossas soluções, você tem certeza de rapidez, durabilidade e perfeito acabamento. Ideal para estacionamentos, garagens, quadras espor vas etc. TENHA FIRMEZA NA ESCOLHA ASFALTO CONCRETO POLIDO CALÇAMENTO Automações (51) Tiburcio de Oliveira, 471 Novo Mundo Gravataí/RS Antiderrapante definitivo gemprestadora.wix.com/gempoa Fone:

12 CLASSISÍNDICO Página 12 NOVEMBRO/2014 Automações Extintores Cel.: (51) Fone: (51) / PORTÕES AUTOMÁTICOS BOMBAS D'ÁGUA INSTALAÇÕES ELÉTRICAS PORTEIRO ELETRÔNICO CONTROLE REMOTO CONTRATOS DE MANUTENÇÃO ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA ALARMES QUADROS ELÉTRICOS CFTV PPCI SENSORES DE PRESENÇA Desde 1984 Vendas de Extintores Novos Aluguel para Eventos EXTINTORES Fitas - Caixas - Mangueiras - PPCI Curso de prevenção de incêndio (com certificado) Hidráulica e Elétrica - Recarga e Reteste Serviços de Serralheria em Geral e EPI Central de Alarme de Incêndio e de Luz de Emergência CR Av. Protásio Alves, Porto Alegre / RS Bombas ELETRICA FLORIDA BOMBAS E MOTORES Grades e Portões MOTOBOMBAS Orçamento sem compromisso. Recalque Incêndio Submersas MOTORES MANUTENÇÃO de MOTORES e BOMBAS D ÁGUA INDUSTRIAIS e COMERCIAIS (51) Av. Farrapos, São Geraldo Porto Alegre/RS Pagamento parcelado. Fechamento em Gradil Portas de garagem automáticas Esquadrias Corrimãos Cobertura de policarbonato Rua Wash in g t o n L u i z, 194 P OA / R S F ONE / FA X : ( 51 ) Instalações Elétricas Desentupidora Limpeza e Conservação DESENTUPIDORA LOCALIZAÇÃO DE VAZAMENTO ENCANADOR LIMPA FOSSA FORNECIMENTO DE ÁGUA POTÁVEL DEDETIZAÇÃO 50% DESCONTO em todas as chamadas Fone (51) (51) (51) Desentupimento, Sucção de Fossa Séptica, Dedetização, Limpeza de Caixa d Água, Impermeabilização e Serviços Hidráulicos (51) Caça Vazamento (sem quebra-quebra) Sáb, Dom e Feriados 24h Também Região Metropolitana / Orçamento Gratuito! (51) 10% de desconto para todos os serviços LIMPEZA, PORTARIA E ZELADORIA Qualidade Seriedade Transparência

13 CLASSISÍNDICO NOVEMBRO/2014 Página 13 Limpeza e Conservação Limpeza e Conservação Segurança 24h (51) (51) Portaria Limpeza Zeladoria Higienização Monitoramento Segurança CFTV Exelência em Segurança A EMPRESA TRABALHA COM: Lojas; Escritórios; Limpeza pós-obra; Limpeza e conservação predial. SUA SOLUÇÃO EM LIMPEZA JOBVEST SERVICE 12 anos Portaria Limpeza Empresarial Cercas Elétricas e Câmeras CFTV Detetização Instalação, Manutenção e Assistência Técnica Ar-condicionado Jardinagem Pintuas e Reformas em geral Jordan (51) (51) Vanderlei (51) Claudio (51) Ubiratan (51) Proteja seu patrimônio Pronto Atendimento 24 horas Portaria/Vigia Portaria Virtual Controle de acessos Vigilância eletrônica Monitoramento 24h Atendentes, orientadores, acessoristas, recepção, limpeza e conservação Serviços gerais POA: (51) CANOAS: (51) PLANTÃO: site: PPCI click Laudo Laudos Técnicos ( Laudos de marquises, (51) sacadas e fachadas ( Laudos e reforços de estruturas ( Laudo Técnico de Inspeção Predial LTIP Decreto Municipal Engenheiro Civil Marcio A. Noronha Projetos Construções Laudos PPCI Condomínios Reformas Mainieri Engenharia Ltda. PREDIAL Ser viços Pinturas CREA RS (51) (51) PINTURA INTERNA E EXTERNA LAVAGEM E RESTAURAÇÃO REFORMAS REVESTIMENTO DE FACHADAS PASTILHAS IMPERMEABILIZAÇÃO TELHADOS HIDRÁULICA anos Laudo Técnico de Inspeção Predial - LTIP; Fiscalização e Acompanhamento de obras; Administração e Planejamento de obras; Perícias em Engenharia. Rua Pedro Ardêmio Hilgert, número 55 Centro Canoas/RS Contato: (51) unificare construções Pinturas Reformas Revestimentos contatos (51) (51) unificare construções

14 Página 14 NOVEMBRO/2014 Pinturas CLASSISÍNDICO Porteiros Eletrônicos Sul Port Sistemas e Serviços (51) (51) SENSORES DE PRESENÇA PORTEIRO ELETRÔNICO MINUTERIAS SISTEMAS DE CFTV Portaria BSS Portaria Zeladoria Higienização Recepção Jardinagem Operacional: (51) Comercial: (51) Av. Getúlio Vargas, 2020 Sala 2 Berto Círio Nova Santa Rita/RS FUNDADA EM 08/1985 SOL-PORTARIA-LIMPEZA E SERVIÇOS PORTARIA LIMPEZA Rua dos Andradas, 1781 Conj. 602 POA/RS Portaria Segurança Eventos Serviços gerais Limpeza Zeladoria Estrada Cristiano Kraemer, 568 Bairro Vila Nova Porto Alegre/RS Fones: (51) / / BSS - Serviços de Segurança Sua satisfação é o nosso compromisso! 28 ANOS 28 anos de experência no mercado! Não somos aventureiros. Sabemos o que fazemos e amamos nosso trabalho! BSS 36 Alarmes Cercas Elétricas Controles Remotos Cancelas Automáticas Serviços de Serralheria CFTV (circuito fechado) Contratos de Manutenção 24h Porteiros Eletrônicos e Travas Automatização de Portas e Portões Belas Artes Construções & Reformas Hidraúlicas Impermeabilização Sistemas contra-incêndio MTZ CONSTRUÇÕES Desde (51) REFORMAS PREDIAIS Pintura Externa e Interna Instalação Elétrica e Hidráulica Lavagem de Caixa d água Reforma de Telhado Impermeabilização FINANCIAMENTO PRÓPRIO ATÉ 12 X Reformas Elétrica Pinturas Recuperações de fachadas (51) (51) Assist. Téc. Autorizada Fones: ORÇAMENTO SEM COMPROMISSO Reformas Pinturas Impermeabilização Restauração de Fachadas Telhados Projetos Laudos Hidráulica Elétrica Gesso Marcenaria Serralheria ORÇAMENTO SEM COMPROMISSO ATENDIMENTO DE URGÊNCIA FONE: ü Portaria ü Zeladoria ü Limpeza predial ü Monitoramento 24horas Segurança Segurança / Portas de Segurança (51) PORTAS IGNÍFUGAS Portas resistentes ao fogo Reformas Instalações hidraúlicas e elétricas Telhados e impermeabilizações (51) (51) Emergências Prediais 24 horas

15 CLASSISÍNDICO NOVEMBRO/2014 Página 15 GRANITEX Lixamento/Tratamento de Pisos (51) Mármores e Granitina Lixamento/Restauração e Tratamento em escadas e pisos de granitina Consertos em granitina Execução de Frisos antiderrapantes permanentes Impermeabilização para proteção e brilho; Revestimento de Caixas d água Revestimento e Impermeabilização de Caixa d água (51) garantia Orçamento Grátis Fone: (51) / NS Telecomunicações Segurança Eletrônica Rua Adão Baino, 18/conj. 102 Cristo Redentor - P. Alegre RS Fone: / A NS Telecomunicações atua no mercado desde 1994 com venda, instalação e manutenção de equipamentos nas áreas de: Segurança Eletrônica Vídeo Porteiro Porteiro Eletrônico CFTV/CFTV Digital Alarmes de Incêndio Alarmes Residenciais Eletricidade Instalações Prediais Instalações Comerciais Sensor de Presença Instalações de Aparelhos Iluminação Inteligente Informática Rede Lógica Cabeamento Estruturado Fibra Óptica Internet sem fio Telefonia Fax PABX Centrais Digitais Fones de Cabeça Aparelhos Telefônicos Centrais de Portaria Síndico Profissional SÍNDICA PROFISSIONAL lidercondominios lidercondominios Elenita dos santos (51) (51) Segurança Eletrônica SÍNDICOS PROFISSIONAIS Victor Hugo Borges Fortes Cíntia Henkin Telefones (51) (51) (51) Telhados CFTV Cercas Elétricas Controle de Acesso Portões Eletrônicos Porteiros Eletrônicos Alarmes Iluminação de Emergência Centrais de Portaria Centrais Telefônicas Cabeamento Lógico e Estruturado Iluminação de Emergência Sensores de Presença Serviços de Elétrica (51) CREA Reforma Construção Pintura Impermeabilização Telhado Fachadas Elétrica Hidráulica Perícias Prediais (51)

16 Página 16 NOVEMBRO/2014 Condomínios devem se preparar PARA VIGÊNCIA DO E-SOCIAL A partir do primeiro semestre de 2015, todas as empresas e também os condomínios serão obrigados a comçar a prestar informações previdenciárias e trabalhistas por intermédio da nova plataforma instituída pelo Governo Federal. Denominado e-social Sistema de Escrituração Fiscal Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas o sistema envolve a Receita Federal, os Ministérios do Trabalho e Emprego da Previdência Social, o INSS e a Caixa Econômica Federal. Falando sobre o tema, durante o 17º Encontro Gaucho de Condomínios, o advogado e professor, José Alfredo Prado Junior, analisou diversos aspectos envolvendo o assunto. Inicialmente, o palestrante detalhou as principais propostas do sistema. OBJETIVOS DO E-SOCIAL: Garantir direitos trabalhistas e previdenciários; Simplificar o cumprimento das obrigações principais e assessórias, para a redução de custos e da informalidade. Aprimorar a qualidade de informações da seguridade social e das relações de trabalho. Transparência fiscal. Mas, afinal, o que muda com o e-social? Os empregadores terão que prestar informações trabalhistas e previdenciárias em período praticamente igual à ocorrência dos fatos. Às vezes até mesmo com antecedência, como é o caso das admissões, caso em que o registro deverá constar no sistema no dia anterior ao início do exercício da função. Ou seja, usando esta situação como exemplo, acaba a possibilidade de contratar um funcionário e registrá-lo dias depois. Se isto ocorrer, haverá uma multa, de custo bastante elevado, emitida automaticamente pelo sistema. Note que, nesta ocorrência, dispensa-se, também, a necessidade de fiscalização presencial. Na prática, ao cumprir a obrigatoriedade de fazer o registro de um funcionário, o empregador que o fizer fora do prazo estará se autopenalizando. Isto valerá para quase todas as outras situações envolvendo relações trabalhistas, como jornada de trabalho, horas extras, folha salarial, concessão de férias, afastamento por acidente de trabalho, exames médicos admissionais, periódicos ou demissionais e trocas de funções, onde as informações deverão ser repassadas quase que em tempo real para os órgãos controladores. Extinguem-se, assim, as possibilidades de ajustes entre empregadores e empregados, como férias parceladas, salvo nas possibilidades previstas na lei; espera para oficializar contratação após o término do seguro-desemprego, acordos para liberação do FGTS por meio de demissões fictícias... e, é claro, o aplicativo se prestará, também, para um controle mais eficiente no recolhimento de contribuições e retenções vinculadas as questões laborativas. As justificativas para a implantação do e- -Social são muitas. Para que se tenha uma visão mais abrangente, basta dizer que, na atualizade, os empregadores são obrigados a preencher diversas declarações e documentos que possuem as mesmas informações, como o Livro de Registro dos Empregados, a GFIP, a GRRF, a RAIS, o CAGED, a DIRF, o PPP, a CAT ou o Termo de Rescisão Seguro-Desemprego, dentro outros. Segundo o consultor, a emissão de tantos documentos e o acompanhamento de um número tão grande de informações, sem que exista uma unificação no desdobramento desses dados, gera uma série de efeitos contraproducentes. CONSEQÜÊNCIAS NEGATIVAS PELA PRÁTICA DO SISTEMA ATUAL Dificuldades para garantir direitos trabalhistas e previdenciários : 2,5 milhoes de trabalhadores com vínculos extemporâneos incluídos no CNIS em R$ 2 bilhões levantados/recolhidos de FGTS sob ação fiscal. 30% dos trabalhadores autônomos na informalidade. Estudos apontam para 6 milhões em empregados domésticos, mas apenas 1,5 milhão tem inclusão previdenciária. Complexidade para cumprimento das obrigações: Somos o pior País do mundo no quesito: tempo gasto para pagar impostos, com horas por ano (Custo Brasil). Baixa qualidade das informações das bases de dados do governo: R$ 4 bilhões lançados em 2012 de diferença Folha de Pagamento X GFIP. Fraudes e pagamentos indevidos de Seguro-Desemprego e Abono Salarial. Mais de R$ 1 bilhão em fraudes nos benefícios previdenciários. Avaliando-se estes aspectos, a pertinência do e-social é inquestionável. Porém, segundo José Alfredo Prado Junior, a grande preocupação diz respeito aos prazos de implantação da nova plataforma. Como será possível mudar uma cultura de procedimentos praticados ao longo de décadas em apenas alguns meses? Sem dúvida este será um grande desafio. O Consultor alerta que as mudanças exigirão investimentos em capital humano por meio de treinamentos dos setores responsáveis como RH, DP, contábil, etc., bem como adequações em termos de procedimentos rotineiros. Prado enfatiza, também, a necessidade de que todas as áreas das empresas e dos condomínios, entre elas as de recursos humanos, contábil, fiscal, informática, financeira e medicina do trabalho, atuem de forma integrada e simultânea em eventos, envolvendo questões trabalhistas em todas as suas instâncias. POR Secovi-RS Credibilidade a seu serviço Portaria Limpeza Serviços gerais Zeladoria Recepção Apoio a serviços orgânicos gruposervice.net.br

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