Thiago Silva Borges. Um Gerenciador de Imagens via Web

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1 Thiago Silva Borges Um Gerenciador de Imagens via Web Palmas 2005

2 ii Thiago Silva Borges Um Gerenciador de Imagens via Web Monografia apresentada como requisito parcial das disciplinas de Trabalho de Conclusão de Curso em Sistemas de Informação I (TCC I) e Trabalho de Conclusão de Curso em Sistemas de Informação II (TCC II) do curso de Sistemas de Informação, orientado pelo Prof. Jackson Gomes de Souza. Palmas 2005

3 iii THIAGO SILVA BORGES UM GERENCIADOR DE IMAGENS VIA WEB Monografia apresentada como requisito parcial das disciplinas de Trabalho de Conclusão de Curso em Sistemas de Informação I (TCC I) e Trabalho de Conclusão de Curso em Sistemas de Informação II (TCC II) do curso de Sistemas de Informação, orientado pelo Prof. Jackson Gomes de Souza. Aprovada em / / BANCA EXAMINADORA Profa. M.Sc. Parcilene Fernandes de Brito Co-Orientadora Centro Universitário Luterano de Palmas Profa. Dra. Thereza Patrícia Pereira Padilha Centro Universitário Luterano de Palmas Profa. M. Sc. Madianita Bogo Centro Universitário Luterano de Palmas Palmas 2005

4 iv AGRADECIMENTOS Primeiramente agradeço a Deus por este momento tão sublime. Pelo sol da manhã, pelo ar que respiro, pelas forças renovadas; por tudo o que sou. A ele seja dada toda honra, glória, domínio e poder. Ao Rei dos Reis e Senhor dos Senhores. Agradeço os meus pais, Marcos e Adna, e aos meus irmãos, Junior e Raquel, por serem meus amigos fiéis e confidentes, meu braço direito em todos os momentos de minha existência. Pessoas que são de suma importância para mim e que influenciam diretamente no que sou. Agradeço pela força, ânimo, coragem e confiança que eles me proporcionam a cada dia. Aos meus amigos, todos aqueles que, direta ou indiretamente, colaboraram com o desenvolvimento deste trabalho. Que me auxiliaram, me apoiaram, deixo os meus sinceros agradecimentos. Agradecimento especial a uma pessoa muito importante na minha vida, uma pessoa que vivenciou todas as etapas deste, ao grande amor da minha vida, Sara. Uma pessoa que a cada dia que se passa aprendo a amar mais, pelo carisma, ternura, compreensão; simplesmente por ser alguém que me completa, que me faz ser feliz. Meu Amor, muito obrigado. E agradeço às pessoas responsáveis pela orientação deste trabalho, Jackson e Parcilene. Agradeço ao Professor Jackson, meu orientador, e a Professora M.Sc. Parcilene, minha co-orientadora, por terem me ajudado a desenvolver este trabalho, me auxiliando nos momentos difíceis, por simplesmente serem os grandes responsáveis pela concretização deste trabalho. Muito Obrigado. Muito obrigado a todos vocês.

5 v SUMÁRIO 1. Introdução Revisão de Literatura XML (extensible Markup Language) Estruturação do Documento XML Elementos Atributos Espaço de Nomes (Namespaces) Validação do Documento XML SVG (Scalable Vector Graphics) Características O SVG é Leve (quanto ao tamanho do Arquivo) O SVG é Escalável O SVG é Interativo O SVG é Dinâmico O SVG é Portável Visualização do Documento SVG Estruturação do Documento SVG Propriedades Stroke Stroke-Width Fill Elementos Gráficos Line Rect Circle Ellipse Polyline e Polygon DOM (Document Object Model) Recuperação de Imagens Recuperação de Imagens baseada em Conteúdo Textual Anotação de Imagens (Image Annotation) Anotação Manual Anotação Semi-Automática Anotação Automática Recuperação de Imagens baseada em Conteúdo Visual Extração de Características de Imagens... 44

6 Processo de Extração de Características Atributos Visuais Atributo Cor Atributo Textura Atributo Forma Registro de Imagens Transformação Distorção Materiais e Métodos Local e Período Materiais Hardware Software Fontes Bibliográficas Metodologia ECMAScript ASP.NET e C# NET Framework C# Ajax e Ajax.NET Resultados e Discussão XML e DOM SVG e ECMAScript Anotação de Imagem WebAnnotate.NET Interface com o Usuário Arquitetura Cliente Arquitetura Servidor Banco de Dados Implementação SVG e ECMAScript Estrutura de classe do cliente Arquitetura de comunicação Conclusão Referências Bibliográficas vi

7 vii LISTA DE TABELAS Tabela 1 Tipos de eventos do SVG (W3C, 2003a) Tabela 2 Browsers que dão suporte ao SVG Tabela 3 Atributos do elemento line do SVG Tabela 4 Atributos do elemento rect do SVG Tabela 5 Atributos do elemento circle do SVG Tabela 6 Atributos do elemento ellipse do SVG Tabela 7 Atributos do elemento polyline e polygon do SVG Tabela 11 Taxonomia sobre espaços de características extraídas das imagens (BROWN apud BUENO, 2001)

8 viii LISTA DE FIGURAS Figura 1 Exemplo da estruturação de um elemento e seus subelementos no XML Figura 2 Exemplo da estruturação de um elemento e seus atributos no XML Figura 3 Exemplo de uma Namespace em um documento XML Figura 4 Exemplo de uma DTD de um documento XML Figura 5 Exemplo de um Schema de um documento XML Figura 6 Exemplo de um segmento de reta nos modelos matricial e vetorial Figura 7 Exemplo da estruturação de um documento SVG Figura 8 Exemplo da propriedade stroke em um elemento do SVG Figura 9 Exemplo da propriedade stroke-width em um elemento do SVG Figura 10 Exemplo da propriedade fill em um elemento do SVG Figura 11 Exemplo de um elemento line do SVG Figura 12 Exemplo de um elemento rect do SVG Figura 13 Exemplo de um elemento circle do SVG Figura 14 Exemplo de um elemento ellipse do SVG Figura 15 Exemplo de um elemento polygon do SVG Figura 16 Modelo hierárquico definido pelo DOM Figura 17 Exemplo de uma estrutura hierárquica criado pelo DOM de um documento HTML Figura 18 Arquitetura da API do DOM Nível 1 (W3C, 2003b) Figura 19 Arquitetura da API do DOM Nível 2 (W3C, 2003b) Figura 20 Arquitetura da API do DOM Nível 3 (W3C, 2003b) Figura 21 Técnica de anotação de imagem manual Figura 22 Técnica de anotação de imagem semi-automática Figura 23 Técnica de anotação de imagem automática Figura 24 Processo de extração de características de imagens Figura 25 Exemplo de segmentação de imagem Figura 26 Exemplo de um mesmo histograma de cores associados a quatro imagens distintas (BUENO, 2001) Figura 27 Exemplo de quatro elementos de texturas (BUENO, 2001) Figura 28 Exemplo de identificação de formas Figura 29 Exemplo de distorção Figura 30 Exemplo de integração entre o SVG e a ECMAScript Figura 31 Exemplo da execução do código da Figura Figura 32 Interface do WebAnnotate.NET Figura 33 Interface da área de anotação Figura 34 Seção de Ferramentas... 71

9 Figura 35 Seção de Ferramentas Figura 36 Estrutura de classe do cliente Figura 37 Estrutura de classe do servidor Figura 38 Diagrama de base de dados do WebAnnotate.NET Figura 39 Mecanismo de comunicação entre documento SVG e ECMAScript Figura 40 Exemplo de codificação das funções toxmlstring() e tosvgelement().78 Figura 41 Arquitetura de comunicação ix

10 x LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS CSS DOM SVG W3C XHTML XML Cascading Style Sheets Document Object Model Scalable Vector Graphics World Wide Web Consortium Extensible HyperText Markup Language Extensible Markup Language

11 xi RESUMO Uma das principais problemáticas encontradas na recuperação de imagens está relacionada a identificação e a descrição dos elementos presentes numa imagem. Isso porque uma imagem é um dado visual e embora esta tenha um significado visual para as pessoas, não possui nenhum significado para um sistema digital ou sistema computadorizado, seja uma câmera ou um computador. As técnicas de anotação de imagens foram criadas com objetivo de sanar esta problemática, demonstrando formas para realização da anotação de imagens. O presente trabalho tem como objetivo apresentar o conceito básico da anotação de imagem, demonstrando as técnicas de anotação de imagem manual, semi-automática e automática, e elaborar uma ferramenta que implemente a técnica de anotação de imagem manual. Assim, a proposta desde trabalho é construir uma ferramenta que permite a criação e edição de anotação de imagem manualmente, dado que esta técnica permite uma maior flexibilidade na identificação dos elementos presentes em uma imagem pelo usuário. Palavras-chave: Programação Web, Computação Gráfica, Multimídia.

12 xii ABSTRACT One of the main problems found on image recovery is related to identify and describe elements on an image. This is because the image is a visual data and although it has a visual meaning for people, it does not have any special meaning for a digital system or computer system, be it a camera or a computer. The image annotation techniques were created with the objective to solve this problem, providing ways to realize image annotation. The present work has as objective to present the basic concept on image annotation, presenting the techniques of manual, semi-automatic and automatic image annotation, and to create a tool that implements the technique of manual image annotation. Thus, the proposal of this work is to build a tool that allows the creation and edition of image annotations manually, given the fact that this technique gives the user more flexibility on identifying the elements on an image. Keywords: Web programming, Computer Graphics, Multimedia.

13 13 1. Introdução A cada dia, milhares de imagens são geradas e, conseqüentemente, o acesso e uso da imagem se torna um fator problemático quando esta não esteja organizada, permitindo uma pesquisa e recuperação em um repositório de imagens. Um dos principais problemas encontrados tem relação a como descrever os elementos presentes numa imagem, seja uma pessoa, um objeto, um local ou, literalmente, qualquer coisa, dado o fato da complexidade ao acesso a informações de caráter multimídia. Isto é, uma imagem é um dado visual e embora esta tenha um significado visual para as pessoas, não possui nenhum significado para um sistema digital ou sistema computadorizado, seja uma câmera ou um computador. Assim a procura de uma imagem em uma coleção de imagens, por exemplo, um álbum de imagens, torna-se um processo que requer habilidade, paciência e organização. A partir desta problemática surgiu o conceito Image Annotation (Anotação de Imagem) que apresenta algumas técnicas com a tentativa de solucionar esse problema. O processo de anotação de imagem é muito importante, tendo em vista que a descrição das imagens tende a minimizar os esforços no processo de recuperação das mesmas. Entretanto, esta anotação não pode atualmente ser realizada sem o auxílio de uma ferramenta externa, em sua maioria, ferramenta desktop, onde há a necessidade da instalação do sistema em um computador do usuário, consumindo muitos recursos do mesmo como, por exemplo, memória, espaço em disco, CPU; o que, conseqüentemente, acarretará em redução do desempenho do sistema. É baseado nesta problemática que o presente trabalho foi desenvolvido tendo o objetivo de proporcionar meios que permitam a anotação de imagens on-line. Com a construção de um sistema de anotação de imagens on-line, o usuário basta somente acessar o endereço no qual o sistema on-line está registrado para realizar a anotação de suas imagens.

14 14 Desta forma, o presente trabalho irá apresentar o desenvolvimento de uma ferramenta para criação de anotação de imagens via web, chamada WebAnnotate.NET, as etapas e o embasamento teórico necessário para a construção desta. No capítulo 2, será apresentada a Revisão de Literatura, abordando os conceitos de SVG e Recuperação e Anotação de Imagens; fundamentação teórica necessária para realizar o trabalho e atingir seus objetivos. No capítulo 3, serão descritos os materiais e métodos adotados para o desenvolvimento do trabalho. No capítulo 4, serão apresentados os resultados alcançados com o desenvolvimento deste trabalho, demonstrando a estrutura adotada para construção da ferramenta. No capítulo 5, serão apresentadas as considerações finais. E, por fim, no capítulo 6 será apresentado o referencial bibliográfico utilizado no trabalho.

15 15 2. Revisão de Literatura Este capítulo apresenta o fundamento teórico necessário para atingir o objetivo do trabalho. Será abordada uma breve conceituação sobre XML (extensible Markup Language), definição de elementos, atributos, namespace e validação de documento XML. Serão abordados temas sobre os conceitos básicos de representação gráfica através do Scalable Vector Graphics, demonstrando os principais elementos, propriedades e apresentando exemplos de utilização, conceitos estes relevantes para o embasamento teórico do trabalho. Por fim, será abordado o foco do trabalho quanto à anotação de imagens, apresentando a problemática no processo de recuperação de imagens, baseado em conteúdo textual ou visual, as principais técnicas de anotação de imagens e o funcionamento das mesmas XML (extensible Markup Language) XML é uma linguagem usada para representar dados como uma string de texto que inclui uma marcação intercalada a fim de descrever as propriedades dos dados. O uso de marcação permite que o texto seja intercalado por informações relacionadas a seu conteúdo ou forma (GRAVES, 2003). O XML é uma tecnologia aberta e amplamente suportada para intercâmbio de dados. A característica de ser extensível permite criar linguagens de marcação inteiramente novas para descrever tipos de dados específicos. Entre as linguagens de marcação baseadas em XML, incluem-se XHTML, MathML, VoiceXML, SMIL, CML, XBRL e SVG (DEITEL et al, 2003a).

16 Estruturação do Documento XML O documento XML é composto basicamente por elementos e atributos. Cada documento XML é composto de um elemento pai (raiz), que é envolvido por um par de < > (tags) e elementos filhos, sendo que cada elemento pode possuir atributos próprios, que são definidos ao decorrer de sua estrutura e, posteriormente, serão armazenados em uma base de dados XML (entendendo-se "base de dados" como qualquer meio de armazenamento persistente, desde uma tabela em um SGBD até um arquivo em disco) (GRAVES, 2003) Elementos O elemento é o bloco de construção básico do XML e é usado para descrever e armazenar conteúdos diversos. Cada elemento pode ou não conter outros elementos aninhados em seu interior, chamados de subelementos. Assim, cada documento XML é composto de somente um elemento externo (elemento raiz) e um ou mais elementos filhos (subelementos) (GRAVES, 2003), como ilustra a Figura 1. Figura 1 Exemplo da estruturação de um elemento e seus subelementos no XML Atributos Assim como visto na Figura 1, um elemento pode conter outros elementos aninhados. No entanto, um elemento pode ou não conter propriedades, chamadas de atributos, que podem ser usadas para detalhamento adicional das informações de um elemento. Os atributos estão interligados com os elementos para que as informações transmitidas dentro de um documento XML sejam mais facilmente compreendidas

17 17 (PITTS-MOULTIS & KIRK, 2000), ou seja, os atributos definem um conjunto de características existentes em um documento XML, como ilustra a Figura 2. Figura 2 Exemplo da estruturação de um elemento e seus atributos no XML. A Figura 2 ilustra um exemplo da estrutura de um elemento e seus atributos. O elemento raiz é denominado imagem. O elemento imagem tem o atributo extensão, que especifica qual a extensão do arquivo de imagem, e o atributo caminho, que especifica qual o caminho físico da imagem. O elemento imagem tem um subelemento, ou elemento filho, denominado de dimensao. O elemento dimensao tem o atributo width, que especifica a largura da imagem, e o atributo height, que especifica o comprimento da imagem Espaço de Nomes (Namespaces) Como o XML permite que os autores de documentos criem suas próprias marcas, conseqüentemente podem ocorrer colisões de nomenclaturas nestes documentos, isto é, dois elementos diferentes com o mesmo nome (DEITEL et al, 2003b). Sendo assim, o XML fornece um meio de impedir estas colisões de nomenclaturas chamadas de espaços de nomes ou namespaces. As namespaces permitem que um elemento seja referência de um outro elemento, ou seja, que um elemento seja do mesmo tipo que um outro elemento previamente criado no XML. A Figura 3 apresenta um exemplo de utilização de namespace para eliminação de colisões.

18 18 Figura 3 Exemplo de uma Namespace em um documento XML. Como visto na Figura 3a, verifica-se a existência de uma colisão quanto ao elemento documento contendo dois conteúdos diferentes. Na Figura 3b, elimina-se a colisão utilizando uma namespace, ou seja, criam-se os identificadores prefixos computacaografica e estruturadedados e ambos referenciam o elemento documento Validação do Documento XML Como os documentos XML podem ter muitas estruturas diferentes, não se pode afirmar que um documento em particular está completo, se faltam dados ou se está adequadamente ordenado. Foi com essa finalidade que foram criadas as DTDs e os Esquemas (XML Schemas). As DTDs e os Schemas fornecem um meio extensível de descrever a estrutura de um documento XML permitindo que estes possam ser validados quanto à estrutura dos dados e quanto ao conteúdo dos mesmos. As DTDs e os Schemas especificam os tipos de elementos, atributos e seus relacionamentos dentro de um documento XML. As DTDs e os Schemas permitem que um analisador sintático de XML verifique se um documento XML é válido através de um conjunto de regras (DEITEL et al, 2003a). Em outras palavras, as DTDs e Schemas necessitam de um analisador sintático (parser), atualmente incorporado nos browsers mais conhecidos como, por exemplo, Microsoft Internet Explorer e Mozilla Firefox, para que estes validem o documento XML quanto à estrutura dos dados e quanto ao seu conteúdo. O analisador sintático do XML faz a leitura do documento, verifica sua sintaxe, relata quaisquer erros e permite acesso ao conteúdo do documento. Um documento

19 19 XML é considerado bem-formado (válido) se ele estiver sintaticamente correto (DEITEL et al, 2003b). A validação de um documento XML através de uma DTD segue um conjunto de regras definidos numa gramática EBNF (Extended Backus-Naur Form) (DEITEL et al, 2003a). A Figura 4 ilustra um exemplo de DTD correspondente ao documento XML apresentado na Figura 2. Figura 4 Exemplo de uma DTD de um documento XML. Na Figura 4 são apresentados dois termos básicos, ELEMENT e ATTLIST, para a estruturação de uma DTD de um documento XML. A definição de um elemento é dada pelo termo ELEMENT que especifica o nome do elemento e o nome de seus subelementos (elementos filhos). A definição de um atributo é dada pelo termo ATTLIST que especifica o nome do elemento pertencente ao atributo, o nome do atributo e o tipo do atributo. A validação de um documento XML através de um Schema segue um conjunto de regras definidos numa gramática XML, dado o fato da simplicidade de manipulação de um documento XML frente à manipulação de um documento DTD (DEITEL et al, 2003a). A Figura 5 ilustra um exemplo de Schema correspondente ao documento XML apresentado na Figura 2. Figura 5 Exemplo de um Schema de um documento XML.

20 20 Na Figura 5 são apresentados dois termos básicos, XS:ELEMENT e XS:ATTRIBUTE, para a estruturação de um Schema para um documento XML. A definição de um elemento é dada pelo termo XS:ELEMENT que especifica o nome do elemento e o nome de seus subelementos. A definição de um atributo é dada pelo termo XS:ATTRIBUTE que especifica o nome do atributo e o tipo do atributo. Um maior detalhamento sobre esse assunto (validação do documento XML) foge ao escopo do presente trabalho, no entanto, pode ser encontrado em detalhes em (PITTS-MOULTIS & KIRK, 2000) SVG (Scalable Vector Graphics) O SVG é uma linguagem baseada em XML que descreve de forma vetorial imagens e gráficos bidimensionais (W3C, 2003a). O SVG, que pode ser traduzido do inglês como Gráficos Vetoriais Escaláveis, é um padrão criado pela W3C para tratamento, manipulação e visualização de imagens e gráficos vetoriais e escaláveis Características O SVG tem muitas vantagens potenciais em relação aos padrões de gráficos existentes. Muitas das características positivas do SVG estiveram individualmente disponíveis em formatos de gráficos prévios como, por exemplo, JPEG e GIF. E é esta combinação de características positivas, que faz o SVG ser potencialmente tão eficiente e útil para criação de imagens e gráficos (WATT et al., 2002). Nessa seção serão apresentadas algumas das principais características do SVG O SVG é Leve (quanto ao tamanho do Arquivo) Uma das características do SVG é quanto à descrição dos elementos na forma vetorial. Na Computação Gráfica, os objetos podem ser classificados segundo a sua origem, ou

21 21 sua forma de aquisição do meio real para o meio digital, em duas formas distintas: Modelo Matricial e Modelo Vetorial. No Modelo Matricial, ou raster, os objetos são baseados em um conjunto de células localizadas em coordenadas contínuas, implementadas numa matriz 2D. Cada célula representa um pixel da imagem aonde se têm os atributos de cor e brilho (RAMIREZ, 2005). No Modelo Vetorial, os objetos são baseados em um conjunto de elementos geométricos primitivos (ou primários) (linha, círculo, polígono, arco...), situados num sistema de coordenadas bidimensionais ou tridimensionais e produzidos por meio de sua descrição matemática (RAMIREZ, 2005). A Figura 6 apresenta um exemplo de um segmento de reta mapeado pelos dois modelos, matricial e vetorial, respectivamente. Figura 6 Exemplo de um segmento de reta nos modelos matricial e vetorial. Como visto na Figura 6, as imagens e gráficos vetoriais são mais leves que as imagens e gráficos matriciais, tendo em vista, a forma de descrever o meio real para o meio digital, dado ao fato que os modelos vetoriais ocupam menos memória em disco para a representação de uma imagem.

22 O SVG é Escalável Uma outra característica do SVG é quanto à escalabilidade proporcionada pelo formato vetorial. Por serem baseados em vetores, esses objetos não perdem qualidade ao serem ampliados, já que as funções matemáticas adequam-se facilmente à escala, o que não ocorre com os objetos do Modelo Matricial que utilizam métodos de interpolação na tentativa de preservar a qualidade (WIKIPEDIA, 2000) O SVG é Interativo Outra característica do SVG é a interatividade. A interatividade permite a percepção e modificação dos estados dos objetos do SVG em relação aos eventos gerados pelo usuário como, por exemplo, os eventos do teclado e do mouse. Na Tabela 1 são apresentados alguns dos eventos do SVG. Tabela 1 Tipos de eventos do SVG (W3C, 2003a). NOME DESCRIÇÃO NOME DO ATRIBUTO FOCUSIN Ocorre quando um elemento recebe onfocusin o foco. FOCUSOUT Ocorre quando um elemento perde onfocusout o foco. ACTIVATE Ocorre quando um elemento é onactivate ativo, seja pelo clique do mouse, seja pelo pressionar de uma tecla. CLICK Ocorre quando um botão do mouse onclick é clicado.. MOUSEDOWN Ocorre quando um botão do mouse onmousedown é pressionado. MOUSEUP Ocorre quando um botão do mouse onmouseup é liberado. MOUSEOVER Ocorre quando o ponteiro do mouse onmouseover está sobre um elemento. MOUSEMOVE Ocorre quando o ponteiro do mouse onmousemove em movimento sobre a região de um elemento. MOUSEOUT Ocorre quando o ponteiro do mouse onmouseout sai de sobre um elemento. SVGLOAD Ocorre quando um documento do onload SVG é carregado. SVGUNLOAD Ocorre quando um documento do SVG é fechado. onunload

23 23 SVGABORT SVGERROR SVGRESIZE SVGSCROLL SVGZOOM BEGINEVENT ENDEVENT REPEATEVENT Ocorre quando um documento do SVG aborta o seu carregamento. Ocorre quando há um erro, ou exceção, em um documento do SVG. Ocorre quando um elemento é redimensionado. Ocorre quando a posição da barra de rolagem é modificada. Ocorre quando o documento do SVG altera as propriedades de visualização, seja ZoomIn, seja ZoomOut. Ocorre quando uma animação é inicializada. Ocorre quando uma animação é finalizada. Ocorre a cada ciclo de repetição de uma animação. onabort onerror onresize onscroll onzoom onbegin onend onrepeat O SVG é Dinâmico É possível a criação e manipulação dos objetos do SVG dinamicamente. Isso porque o SVG, por ser um padrão da W3C, possui completa compatibilidade com os padrões da W3C como, por exemplo, XHTML, CSS, DOM e ECMAScript. Assim através do ECMAScript e do DOM, é possível a manipulação dos elementos do SVG dinamicamente tornando possível, por exemplo, a execução de animações, captura de eventos; simplificando a manipulação dos objetos do SVG e alargando as margens de manipulações e operações a serem feitas dinamicamente O SVG é Portável Um dos princípios do SVG é a portabilidade. O SVG, por ser uma linguagem padronizada, segue o princípio base de ser uma linguagem multiplataforma, ou seja, uma linguagem independente da plataforma. Assim sendo, o SVG pode ser utilizado em plataformas diferentes, desde que estas possuam uma versão do analisador sintático do SVG. Em outras palavras, para a interpretação do código de um documento SVG, faz-se necessária a utilização de um

24 24 analisador sintático que tem a tarefa de analisar, interpretar e apresentar a visualização do código deste num browser Visualização do Documento SVG Como citado no tópico anterior, o documento SVG necessita de um analisador sintático que interprete e apresente a visualização do código SVG num browser. Embora existam vários programas que permitem a edição e visualização de um documento SVG em sua forma pura, ou seja, sem códigos scripts externos, somente os browsers possuem recursos para a interpretação do documento SVG associado a esses códigos scripts externos. Isso porque os browsers, em sua maioria, possuem suporte à instalação de plugins do analisador sintático do SVG ou suporte nativo ao SVG. A Tabela 2 apresentará alguns dos browsers mais utilizados e os tipos de suportes oferecidos ao SVG. Tabela 2 Browsers que dão suporte ao SVG. NOME INTERNET EXPLORER NETSCAPE MOZILLA SUPORTE Plugin Plugin Nativo Estruturação do Documento SVG Seguindo a estrutura de um documento XML, o documento SVG, que é uma gramática XML para a representação de gráficos, é composto por um elemento raiz, chamado svg, no interior do qual todos os elementos, as transformações e animações são especificados. A Figura 7 ilustra um exemplo de estrutura do documento SVG.

25 25 Figura 7 Exemplo da estruturação de um documento SVG. Como ilustrado na Figura 7, o elemento raiz, elemento svg, possui os atributos x, y, width, height que determinam, respectivamente, as coordenadas iniciais ( x,, a largura e altura da janela de visualização do SVG. O elemento svg possui um elemento filho, elemento rect, que descreve um retângulo no SVG que será visto com mais detalhes em seções posteriores. y) Propriedades Os elementos básicos do SVG (retângulo, círculo, arcos, linhas...) possuem propriedades comuns de visualização que ora são atributos do próprio elemento, ora estão inseridos dentro de uma folha de estilo (CSS). Esta seção irá apresentar algumas destas propriedades e suas funcionalidades quanto à visualização destes elementos Stroke A propriedade stroke define a cor da borda de um elemento do SVG, como ilustra a Figura 8.

26 26 Figura 8 Exemplo da propriedade stroke em um elemento do SVG Stroke-Width A propriedade stroke-width define a largura da borda de um elemento do SVG, como ilustra a Figura 9. Figura 9 Exemplo da propriedade stroke-width em um elemento do SVG Fill A propriedade fill define a cor de preenchimento de um elemento do SVG, como ilustra a Figura 10.

27 27 Figura 10 Exemplo da propriedade fill em um elemento do SVG Elementos Gráficos O SVG possui muitos elementos (objetos) para tratamento, manipulação e visualização de gráficos e imagens. Dentre os elementos básicos estão: line, rect, circle, ellipse e polygon; elementos estes que serão apresentados nesta seção Line O elemento line do SVG define um segmento de reta, ou seja, representa uma linha. O elemento line consiste basicamente em dois pontos, ( x 1, y1) e ( x 2, y2), que determinam as coordenadas, inicial e final, da reta. A Tabela 3 apresenta os atributos básicos do elemento e a Figura 11 ilustra um trecho de código e um exemplo deste elemento. Tabela 3 Atributos do elemento line do SVG. NOME DESCRIÇÃO X1 Especifica o ponto inicial da reta no eixo X. Y1 Especifica o ponto inicial da reta no eixo Y. X2 Especifica o ponto final da reta no eixo X. Y2 Especifica o ponto final da reta no eixo Y. STYLE Especifica o estilo (CSS) do elemento.

28 28 Figura 11 Exemplo de um elemento line do SVG Rect O elemento rect do SVG define uma forma retangular. O elemento rect consiste basicamente em um ponto ( x, y), que determina a coordenada inicial do elemento, e duas propriedades width e height, que determinam a largura e altura, respectivamente. A Tabela 4 apresenta os atributos básicos do elemento e a Figura 12 ilustra um trecho de código e um exemplo deste elemento. Tabela 4 Atributos do elemento rect do SVG. NOME DESCRIÇÃO X Especifica o ponto inicial do retângulo no eixo X. Y Especifica o ponto inicial do retângulo no eixo Y. WIDTH Especifica a largura do retângulo. HEIGHT Especifica o comprimento do retângulo. RX Especifica o raio no eixo de X para o retângulo com canto arredondado. RY Especifica o raio no eixo de Y para o retângulo com canto arredondado. STYLE Especifica o estilo (CSS) do elemento.

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