MUNDO. Geografia Atualidades 2012 Março. Prof. Luís Fernando (Tigrão)

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1 Geografia Atualidades 2012 Março. Prof. Luís Fernando (Tigrão) MUNDO. Irã e potências reiniciam diálogo nuclear. Teerã propôs novas negociações sobre programa atômico; ontem, União Europeia respondeu afirmativamente. Histórico de fracassos fez com que o anúncio fosse recebido de forma cética; Israel ameaça atacar o país persa As seis potências que conduzem negociações nucleares com o Irã aceitaram ontem uma proposta de Teerã para retomar conversas paralisadas há mais de um ano. A medida parece destinada a diluir a pressão israelense por um ataque ao Irã e acalmar o mercado do petróleo num cenário global de adversidade econômica. Várias outras tentativas de negociação foram feitas no passado, sem sucesso. Mesmo assim, o anúncio foi suficiente para derrubar o preço do petróleo do tipo Brent em 2%, para pouco menos de US$ 122 -o menor valor em uma semana. A disposição para a volta ao diálogo foi anunciada pela chefe da diplomacia da UE (União Europeia), Catherine Ashton, incumbida de mediar contatos entre o grupo conhecido como P5+1 (China, Rússia, EUA, França, Reino Unido, Alemanha) e o Irã. Ashton disse ter respondido por escrito à oferta feita pelo Irã em fevereiro, semanas após ser submetido às mais duras sanções econômicas já adotadas por EUA e UE. "Esperamos que o Irã entre agora num processo sustentável de diálogo construtivo que vai trazer avanço real", disse Ashton. O encontro para selar a retomada das conversas deve ocorrer em abril num país a ser definido. Num aparente sinal de boa vontade, o governo iraniano disse ontem que os inspetores da AIEA, a agência nuclear da ONU, poderão vistoriar uma base militar que eles haviam sido impedidos de visitar duas semanas atrás. A AIEA divulgou em novembro um relatório acusando o Irã de ter construído na base de Parchin uma câmara de compressão para testar explosões atômicas. Teerã nega ter havido atividade nuclear em Parchin e justifica a recusa inicial em permitir a entrada dos inspetores da ONU dizendo que o local é uma central militar e, portanto, não está sujeito a vistorias da AIEA. O Irã afirma não ter nada a esconder acerca de seu programa nuclear pretensamente pacífico e alega que sua condição de signatário do Tratado de Não Proliferação Nuclear lhe dá o direito de enriquecer urânio para fins energéticos e medicinais. CONCESSÕES Analistas advertem que tanto o Irã como o P5+1 precisam se dispor a fazer concessões reais para evitar novo fracasso, o que poderia ser usado como argumento para um ataque israelense. Apesar de ser o único país no Oriente Médio a possuir a bomba atômica, Israel encara o programa nuclear de Teerã como ameaça existencial e ameaça bombardear as centrais atômicas iranianas.

2 Segundo um diplomata ocidental ouvido pela Folha, há uma movimentação internacional para evitar uma ação israelense. "Ninguém quer uma guerra, mas também ninguém sabe o que fazer com o Irã. Continuar conversando é a única opção." Igreja sueca considera a internet sagrada. Copimistas, que veem a cópia de material da rede como 'ato divino', foram reconhecidos como religião em dezembro. Desde dezembro, a Suécia é o primeiro país do mundo com uma religião que considera a internet sagrada, reconhecida pelo governo. Para a Igreja Missionária Copimista, copiar e espalhar conhecimento sem barreiras é um direito de todos. "Nós queremos viver num mundo em que todas as pessoas tenham acesso a todas as informações, em que ninguém seja excluído. Copiar é um ato divino", diz o estudante de filosofia Isak Gerson, 20, fundador da religião junto com Gustav Nipe, 23. Os dois vivem em Uppsala, 70 km ao norte da capital, Estocolmo, e se conheceram na Juventude do Partido Pirata, do qual Nipe é o líder local. Eles criaram o copimismo em 2010 e, desde então, buscavam o reconhecimento do órgão que regula as atividades religiosas na Suécia. Após três tentativas frustradas, o movimento foi aprovado no dia 21 de dezembro. O nome da igreja é uma corruptela do inglês "copy me" (em sueco, "kopimi"), e o símbolo é a letra K dentro de uma pirâmide. Os copimistas ainda não têm sede física, e os cultos acontecem on-line. Por enquanto, os únicos pastores são Gerson e Nipe. "Nós discutimos uma série de assuntos, trocamos dados e espalhamos para que outros tenham acesso. Não temos um Deus ou santos, mas, no fundo, não somos muito diferentes do cristianismo, que também prega a partilha. Acho que todos conhecem a parábola da multiplicação dos peixes. Nós acreditamos nos mesmos princípios", afirma Gerson, que vai à Igreja Luterana duas vezes por mês. Nas primeiras três semanas de vida, os copimistas superaram membros, mas tiveram receptividade maior no exterior que dentro de casa. Quinze países já criaram paróquias copimistas, e os fundadores dizem ter sido contatados por brasileiros. LEI ANTIPIRATARIA Na Suécia, porém, o copimismo foi acusado de ser uma estratégia para usar a liberdade de religião como defesa contra a rigorosa legislação antipirataria local, que prevê multa e até dois anos de prisão para quem copiar arquivos protegidos. "Não considero o copimismo uma igreja, mas, quando as regras para o registro de um religião foram estabelecidas, sabia-se do risco de abusos como esse. Eles não adquiriram nenhum direito a mais por causa disso. A liberdade de expressão, ou liberdade de culto, nesse caso, continua sendo regida pela legislação geral", diz o pastor metodista e ex-deputado Pär Axel Sahlberg. "Buscamos o registro oficial por acreditar que temos os mesmos direitos que os outros cultos. Sabemos que copiar arquivos pela internet, infelizmente, não vai deixar de ser ilegal por causa disso. Muitas igrejas também sofreram perseguição parecida no início", defende-se Gerson. A Suécia é um dos países menos religiosos do mundo. Numa pesquisa realizada pelo instituto americano Gallup em 2009, apenas 17% dos suecos disseram que a religião é parte importante de seu dia a dia, ante 65% nos EUA e uma média mundial de 82%. No Partido Pirata, o copimismo divide opiniões. "Alguns não concordam com a ideia de misturar política e religião. No início, eu também desconfiei. Agora, vendo a repercussão, acho que o copimismo pode ser algo positivo para nós. Mas não sigo religião alguma nem pretendo me juntar à igreja", afirmou a líder do Partido Pirata, Anna Troberg.

3 Grifes do esporte são acusadas de abuso. Trabalhadores de fornecedores de Nike, Adidas e Puma na Ásia relatam maus-tratos e assédio sexual. Operários que produzem material esportivo para Adidas, Nike e Puma, patrocinadoras de várias equipes olímpicas, são surrados, sofrem abusos verbais, recebem salários medíocres e são forçados a trabalhar por períodos excessivos em fábricas de Bangladesh, revelou uma chocante investigação. Operários das três companhias foram espancados, empurrados ou tiveram seus cabelos puxados pelos chefes. Mulheres que trabalham em fábricas da Adidas e da Nike em Bangladesh denunciaram assédio sexual, e operários das três empresas tiveram de trabalhar por períodos superiores ao máximo permitido pela lei e por salários inferiores ao mínimo. Trabalhando com a organização War on Want e pesquisadores de Bangladesh, o jornal "Observer" constatou que operários haviam sido espancados e humilhados. Funcionários das três empresas disseram que sofriam cruéis punições quando tentavam invocar seus direitos. Além de agressões e ofensas, foram forçados a se despir, trancar-se em sanitários ou proibidos de ir ao banheiro. Hajera Hanom, 32, operária de uma fornecedora da Puma, disse que "eles me espancam, chutam e empurram. É comum que nos xinguem. Isso nos machuca emocional e mentalmente". Fazlul Huq, que trabalha para um fornecedor da Adidas, disse que os chefes xingavam os funcionários, usando palavras "obscenas". "Fui alvo de palavras ásperas e insultos. Meus chefes me machucaram. Os supervisores e os chefes de linha fazem coisas horríveis com as moças." Muitas mulheres, a maioria entre os operários, contaram que os chefes as forçaram a remover os dupatta (lenços usados para cobrir os seios). A Adidas é a fornecedora oficial de material esportivo para a Olimpíada de Londres e produzirá para a equipe britânica uniformes criados por Stella McCartney. Também fornecerá uniformes dos 70 mil voluntários dos Jogos. A Adidas planeja vender 100 milhões de libras de material com tema olímpico. A Nike patrocina cerca de 25 equipes olímpicas, como Alemanha, China e EUA. A Puma fornece material para Usain Bolt, ouro nos 100 e 200 metros em Pequim-08, e para a equipe da Jamaica. Greg Muttitt, diretor de campanhas e de política na War on Want, declarou que "companhias como Adidas, Nike e Puma têm imensos lucros com esses abusos e maculam o estandarte olímpico com o qual se cobrem". Investigadores constataram que duas fábricas que fornecem para a Adidas pagam salários médios de 72 pence ao dia para seus operários de nível primário. O salário mínimo em Bangladesh equivale a 94 pence ao dia. O limite legal para a jornada semanal de trabalho no país é de 60 horas, incluindo horas extras, com folga de pelo menos um dia por semana. Dois terços dos trabalhadores entrevistados disseram trabalhar mais que isso. Alguns operários que recusaram horas extras tiveram todo o dia de trabalho descontado. Outros trabalharam horas extras sem receber. Uma porta-voz da Nike disse que "a Nike trata com grande seriedade a questão das condições de trabalho nas fábricas de nossos fornecedores terceirizados. Os fornecedores precisam respeitar nosso código de conduta". A Adidas disse que "todos os nossos fornecedores em Bangladesh estão sujeitos a auditorias regulares, entre as quais visitas de uma ONG feminina que entrevista operárias e examina as condições nos locais de trabalho". A empresa disse ter identificado, em 2011, "questões críticas" em uma fábrica em relação a jornada de trabalho e salários, o que resultou em medidas disciplinares. A Puma informou que encontrou provas de horas extras ilegais em um de seus fornecedores, mas que a fábrica havia oferecido garantias de que corrigiria o problema. Também disse que respeitava o salário mínimo, mas a War on Want afirma ter provas de que os operários não ganham o que manda a lei.

4 Atirador francês é morto após cerco de 32h. Mohamed Merah,23, leva tiro na cabeça ao tentar fugir pela janela do banheiro, de acordo com relato do governo. Jovem de origem argelina era acusado pelas mortes de sete pessoas neste mês e dizia ser da Al Qaeda. Um cerco policial de 32 horas em Toulouse, no sul da França, terminou ontem com a morte do francês de origem argelina Mohamed Merah, 23. Merah era acusado de ter matado sete pessoas, entre elas três crianças de uma escola judaica - segundo ele, era uma missão da Al Qaeda. Ontem, um grupo ligado à rede terrorista assumiu a responsabilidade pelas mortes. A polícia de elite francesa tentava capturá-lo vivo desde a madrugada de quarta-feira, quando teve início o cerco a seu apartamento, numa operação que envolveu mais de 300 policiais. Segundo o ministro do Interior, Claude Guéant, uma equipe da polícia de elite entrou no apartamento com câmeras robôs para verificar cada cômodo, pouco antes das 7h30 (horário de Brasília). Enquanto isso acontecia, Merah emergiu de dentro do banheiro "disparando com extrema violência" contra os policiais e então pulou pela janela, ainda atirando, segundo a versão do ministro. Um atirador de elite teria disparado contra a cabeça de Merah no momento da fuga -causa provável da morte. "Um exame do corpo mostra que ele recebeu um tiro na cabeça e que usava um colete a prova de balas", disse o procurador François Molins. O acesso à área, cercada pela polícia, foi vedado à imprensa, dificultando a verificação da versão oficial. Em um pronunciam ento na TV logo após a operação, o presidente Nicolas Sarkozy elogiou o trabalho dos policiais. Ele disse que buscaria mudanças na lei para combater viagens de cidadãos franceses ao exterior para treinamento por grupos terroristas -Merah disse ter sido treinado pela Al Qaeda no Paquistão- e para criminalizar o acesso a websites que "aplaudam o terrorismo". Mas alertou contra a estigmatização dos muçulmanos. "A França não deve dar vazão à raiva", disse. "Nossos compatriotas muçulmanos não têm nada a ver com os atos de um terrorista. Não devemos embarcar em nenhuma estigmatização." Sarkozy, que tenta a reeleição em abril, retomou ontem os eventos de campanha -eles haviam sido interrompidos após o atentado à escola judaica, na segunda. "Esses crimes não são de um louco. Um louco é irresponsável. Esses crimes são de um fanático e de um monstro", disse Sarkozy após comício em Estrasburgo. "Buscar uma explicação para um gesto desse fanático, desse monstro, deixar entrever uma mínima compreensão ou buscar uma mínima desculpa, seria uma falta moral." A primeira pesquisa para a eleição presidencial feita após o atentado na escola -mas ainda sem o impacto do cerco- mostrou ligeira ascensão de Sarkozy. Segundo a sondagem do instituto CSA, Sarkozy oscilou positivamente dois pontos e passou a ter 30% das intenções. Seu principal adversário, o socialista François Hollande, manteve 28%. Em terceiro, a ultradireitista Marine Le Pen, perdeu 2,5 pontos, chegando a 13,5%. Retomada de Detroit é trunfo para Obama. Centro automotivo lidera queda do desemprego no país, mas à custa de flexibilização de contrato e redução salarial. Precarização de vagas, porém, representa risco para o presidente, que pode perder o apoio de operários à reeleição. "O que está acontecendo em Detroit pode acontecer em outras indústrias." O aceno do presidente Barack Obama no discurso anual ao Congresso, sobre a recuperação do maior centro de produção de automóveis do país, enseja bons e maus agouros. O Estado de Michigan, sede das montadoras Ford, GM e Chrysler, foi um dos campeões na redução da taxa de desemprego regional (de 12,7% em 2010 para 10,3% em 2011). Mas empresas e sindicatos fizeram acordos que reduziram benefícios e flexibilizaram contratos.

5 Críticos dizem que montadoras e sindicatos criaram duas classes de trabalhadores: os contratados antes da recessão e os que foram recrutados após a crise. Eles têm remuneração, previdência e seguro-saúde distintos. Empresas argumentam que os arranjos criaram empregos e fortaleceram a indústria automotiva. Na apresentação dos resultados de 2011, a Ford afirmou que a competitividade nos EUA aumentou graças a acordo com a central sindical UAW (Trabalhadores Unidos da Indústria Automotiva), que durará quatro anos. A companhia não recuperou o nível de produção e vendas nos EUA que tinha antes da recessão, que começou em dezembro de O lucro líquido da montadora, no entanto, passou de US$ 6,6 milhões para US$ 20,2 milhões de 2010 para A Chrysler também ganhou competitividade após acordo com a UAW e anunciou que retomará o terceiro turno de montagem em Detroit. O sindicato diz que os contratos com as três grandes montadoras do local, assinados no final de 2011, vão gerar 20 mil empregos diretos. Os dirigentes comemoram o resultado e fazem campanha para Barack Obama, que aprovou plano de socorro ao setor durante a crise. O emprego é o tema mais sensível nesta campanha eleitoral. 'GANÂNCIA' "Dizem que se trata de competitividade. Eu digo que é ganância", diz Larry Miller, 57, taxista e ex-empregado na indústria automotiva, em referência à tensão entre trabalhadores e sindicalistas. Há dois meses, Miller recebeu proposta para voltar à uma fábrica por US$ 15 a hora. Não quis. Antes de ser demitido, em 2007, recebia US$ 25 por hora. Como taxista, hoje faz US$ 10 por hora. O metalúrgico John D. (não quis revelar o sobrenome), empregado há 15 anos no setor, diz que ganha US$ 30 por hora e um novato, US$ 14. "Os novos podem no futuro até conseguir melhora no salário, mas não vão ter o mesmo nível de vida que os que estão lá há mais tempo." Contra a crise, o sindicato e as empresas acordaram duas faixas de salários, uma para os mais experientes e outra para os recém-chegados. Segundo a assessoria da UAW, até 20% dos empregados das montadoras podem se enquadrar no nível mais baixo de remuneração. Nos acordos de 2011, os salários de entrada foram elevados, e os dos veteranos, congelados. Os novos acordos enfrentaram resistência em votação no sindicato, mas foram aprovados. "As lideranças não representam mais os interesses dos trabalhadores", diz o aposentado Jesse James, 70. Para o economista Paul Edelstein, da consultoria IHS, o desemprego aumenta a concorrência e achata os salários. "O avanço dos salários é fraco. Foi de apenas 1,1% ao ano em janeiro, insuficiente para acompanhar a inflação. Antes da recessão, o crescimento salarial era de 2,4%", afirma o economista. Soldado dos EUA mata 16 civis no Afeganistão. Sargento sai de base em Candahar de madrugada e invade casas nas redondezas; entre os mortos estão 9 crianças.líder afegão fala em "assassinato"; Obama afirma que ataque é chocante e promete punir responsáveis Um soldado americano saiu de sua base militar em uma zona rural no sul do Afeganistão, invadiu três casas nas proximidades e abriu fogo contra seus moradores, matando ao menos 16 civis, entre eles nove crianças e três mulheres. O presidente afegão, Hamid Karzai, classificou o que houve de um assassinato e exigiu uma explicação dos Estados Unidos. A matança soma tensão às relações entre Washington e Cabul, especialmente após o episódio da queima de livros do Corão numa base americana no mês passado. Houve semanas de protestos e ataques que deixaram 30 mortos, entre eles seis soldados americanos. Antes, a divulgação de um vídeo mostrando fuzileiros

6 navais americanos urinando sobre militantes afegãos mortos também provocou repúdio no país. "Isso é um assassinato, a matança intencional de civis inocentes, e não pode ser perdoado", disse Karzai em uma nota. Outras cinco pessoas ficaram feridas. Homem guarda corpo de criança morta em ataque de soldado americano em Candahar O presidente dos EUA, Barack Obama, telefonou para Karzai. Em nota divulgada pela Casa Branca, chamou o ataque de "trágico e chocante" e prometeu obter informações "o mais rápido possível e punir os responsáveis". A missão da Otan (aliança militar ocidental) no Afeganistão disse em comunicado que o atirador foi detido e que haverá uma "rápida e completa investigação". As mortes ocorreram no distrito de Panjwai, na província de Candahar -antes um reduto do Taleban e alvo da "escalada" militar americana em CRISE NERVOSA O sargento, cujo nome não foi divulgado, deixou a base de Zangabad de madrugada, por volta das 3h, e se dirigiu aos vilarejos de Alkozai e Najeeban, a cerca de 500 metros da base. Após o tiroteio, voltou e se entregou. Relatos davam conta de que o soldado teria tido uma crise nervosa recentemente. "Quando isso aconteceu, no meio da noite, estávamos dentro de casa. Ouvi tiros, depois silêncio e depois tiros de novo", disse Abdul Baqi, morador local. Em uma casa em Najeeban, o atirador teria matado 11 pessoas, incendiando seus corpos em seguida. Um parente, Haji Samad, disse que produtos químicos haviam sido despejados sobre os corpos. "Vi todos os meus parentes mortos, incluindo meus filhos e netos", disse Samad, aos prantos. Ao menos três crianças foram mortas com um único tiro na cabeça, segundo relato de moradores. Pela manhã, muitos se reuniram diante da base militar para protestar. A embaixada americana em Cabul fez um alerta para a possibilidade de ataques em represália. "Esse é um golpe fatal contra a missão militar americana no Afeganistão. Qualquer resquício de confiança e credibilidade que poderia ainda haver depois da queima do Corão acabou", disse o analista David Cortright. "Isso pode ter sido o ato de um soldado desequilibrado. Mas o povo do Afeganistão verá o caso pelo que foi, um massacre arbitrário de civis inocentes", afirmou. Ontem, Karzai afirmou que conversas sobre o papel dos EUA depois que a Otan entregar a responsabilidade pela segurança do país a Cabul, no fim de 2014, continuarão. Governo iraquiano autoriza polícia a "eliminar" gays. Ministério diz que "emos" são "adoradores do demônio"; ativistas mencionam até 90 assassinatos desde janeiro. ONG acusa Bagdá de incentivar perseguição a minoria como forma de distrair a população de seus problemas reais. O iraquiano Hasan, 30, raspou o longo cabelo negro na semana passada. "Para não me matarem", diz à Folha. Trancado em casa, em Bagdá, ele tem medo de ser o próximo alvo da onda de violência que vitima gays no país. Ativistas falam em até 90 mortes desde janeiro. Nos últimos seis anos, a estimativa é de cerca de 800 vítimas.

7 Os cabelos compridos e as calças jeans justas vêm sendo associadas à cultura "emo", ligada à música "emotional hardcore" americana. No Iraque, os adeptos desse estilo são vistos como gays.em 13 de fevereiro, o Ministério do Interior do Iraque emitiu comunicado dizendo que emos são "adoradores do demônio" e autorizando a polícia a "eliminar" a moda. Encorajadas pela nota, milícias patrulham bairros dando conta dessa tarefa. Segundo testemunhas, as vítimas são apedrejadas até a morte. Os assassinatos têm causado pânico no país. Daí o corte forçado de Hasan, que considerava o penteado um componente de sua identidade. "Era lindo. Como o cabelo dos japoneses, preto e liso. Parecia uma nuvem na minha cabeça", diz, aos prantos. NORMAL Hasan costumava manter o cabelo longo e as calças jeans justas. Hoje, prefere evitar o risco. "Quando polícia e milícias veem alguém que se cuida, que veste alguma coisa especial, que é bonito, que é limpo, eles batem nele. Dizem que não é normal."há debate público no Iraque, hoje, para elucidar as razões da violência contra gays.autoridades políticas e religiosas condenaram os assassinatos, chamando os atos de "terrorismo" e de "ameaça". As críticas têm se voltado contra o governo. Apesar de o comunicado do Ministério do Interior do Iraque, retirado do ar na semana passada, ser ambíguo ao autorizar a "eliminação" de emos, ativistas apontam que o texto ajudou a incentivar as mortes. "O ministério tem de ser responsabilizado pelo fracasso em proteger os cidadãos e por incitar a violência", diz Rasha Moumneh, pesquisadora do grupo Human Rights Watch -que emitiu parecer sobre o episódio. A histeria pública, afirma Moumneh, serve para distrair a população das "questões reais", como a insegurança. Para Andre Banks, diretorexecutivo da ONG All Out, se o governo iraquiano não incentivou os assassinatos, também "não fez absolutamente nada para impedir". Ele cita as listas que circularam em Bagdá nas últimas semanas, impressas com os nomes das futuras vítimas, a respeito das quais não foram tomadas medidas."eles mataram meus amigos", lamenta Hasan. Anos atrás, ele perdeu também o namorado -ao descobrir a relação entre os rapazes, o pai atirou na cabeça do filho. O ativista gay Ali Hili, 38, que trocou Bagdá por Londres em 2002, diz que a situação piora "a cada dia" no Iraque. Ele mantém a ONG Iraqi LGBT, com que diz lutar "para que haja diversidade no país". "Bagdá era como um paraíso quando eu estava lá. Havia áreas para a paquera, bares gays, e ninguém ligava." Hoje, Hasan reluta em se queixar de sua vida ao repórter. Ele diz que não quer reclamar, que precisa ter paciência. Que vai ficar tudo bem. "É só não sair de casa. É a única coisa que posso fazer." Pingue-pongue de Mao e Nixon faz 40 anos. Encontro entre os líderes da China e dos EUA, em 1972, deu início à mais importante relação bilateral do mundo.

8 A mais importante relação bilateral do mundo começou a ser construída há 40 anos, quando o republicano e então presidente dos Estados Unidos Richard Nixon foi recebido em Pequim pelo líder comunista Mao Tsé-tung, em um encontro que surpreendeu o mundo e abriu caminho para a futura integração da China à economia capitalista. A reaproximação começou com a visita da equipe americana de pinguepongue à China, em abril de A ida de Nixon a Pequim, entre fevereiro e março de 1972, indicou que o republicano da Califórnia e o revolucionário da Província de Huan estavam mesmo determinados a encerrar uma era de silêncio. Os dois países tinham um adversário comum, a URSS, o que facilitou a aproximação apesar das diferenças ideológicas. "Nixon deu garantias de segurança a Mao, o que permitiu que ele abandonasse sua política de confrontação", disse Jin Canrong, da Universidade do Povo da China. Ele lembrou que, até aquele momento, a China comunista havia lutado seis guerras, uma delas contra os EUA (a da Coreia). O professor avaliou que sem essa mudança seria difícil para a China embarcar no processo de reformas que teria início alguns anos mais tarde. "Dois anos depois da visita, o premiê Zhou Enlai defendeu as chamadas Quatro Modernizações", lembrou, em referência ao slogan que englobava agricultura, indústria, defesa, ciência e tecnologia. Em 1972, Nixon desembarcou numa China isolada, pobre e ainda imersa na turbulência da Revolução Cultural ( ), cuja propaganda apresentava os americanos como odiosos imperialistas. Os dois países não tinham relações e os EUA eram - e são - os principais protetores de Taiwan, a ilha na qual se refugiou o maior inimigo de Mao, Chiang Kai-shek, depois de sua derrota para os comunistas na guerra civil encerrada em Shi Yinhong, da Universidade do Povo da China, avalia que os dois lados conseguiram atingir seus objetivos com a visita, cuja repercussão ultrapassou o relacionamento bilateral. "A vinda de Nixon à China abriu a porta para a normalização de relações com vários países." O Brasil, por exemplo, reconheceu a China em 1974 e os EUA, em No ano anterior à visita de Nixon, Pequim havia recuperado o assento do país na ONU, que desde 1945 era ocupado por Taiwan. Dragão adormecido. A visita também pavimentou o caminho para o processo de reformas que decolaria em 1978 sob o comando de Deng Xiaoping e integrariam a nação comunista à globalização. Hoje a China é a segunda maior economia do mundo e a interdependência com os EUA ultrapassa o que os mais enlouquecidos otimistas poderiam imaginar há 40 anos. Mas o tempo não foi suficiente para acabar com a desconfiança mútua, que se agravou desde a crise de 2008, o fortalecimento da China e a determinação americana de reforçar sua presença na Ásia. "O atual nível de confiança não reflete a amplitude e a profundidade da relação bilateral", observou Jia Qingguo, da Universidade de Pequim. Muitos analistas e políticos em Washington estão convencidos de que Pequim tentará modificar a ordem internacional construída pelos EUA depois da 2.ª Guerra, da qual a China foi um dos principais beneficiários. Na mão contrária, os chineses acreditam que a maior potência global tentará impedir sua emergência e manter o status quo criado à sua imagem e semelhança. Songdo, a cidade global do futuro Com investimento de R$ 80 bi, projeto na Coreia do Sul será ecologicamente correto, sem trânsito e wireless; previsão é que fique pronto em O que faz uma metrópole ser... uma metrópole? Suas ruas, avenidas e vielinhas? Os bancos, o comércio, as igrejas? Os prédios? Va lá, o trânsito? Mais importante ainda, as pessoas, seus moradores? São justamente

9 essas conexões sem muita explicação aparente entre cidadãos e construções, entre dinheiro e oportunidades, entre forma, função e sensação, que fizeram lugares como Londres, Nova York, Tóquio, Sydney, São Paulo e tantos outros florescerem de pequenas vilas em cidades globais - um processo de centenas de anos, que no fundo nunca tem fim. Será que, além de definir os conceitos de uma metrópole ideal, é possível construir uma do zero, de uma hora para outra, no meio do nada? Com um investimento de quase R$ 80 bilhões, o governo coreano está tentando responder a todas essas perguntas em um terreno de seis quilômetros quadrados à beira do Mar Amarelo. Ali, a 65 quilômetros de Seul, está sendo erguida a cidade global do futuro, uma metrópole com o que há de mais moderno em tecnologia e noções de urbanismo, onde tudo é planejado para facilitar a vida do cidadão. Trata-se do maior investimento imobiliário privado já realizado. A ideia é criar um novo centro financeiro da Ásia, uma mistura de Paris, Nova York e Dubai, que deve ficar pronta em 2015 com 80 mil apartamentos residenciais, 4,6 km² de escritórios e um parque com 41 hectares. Songdo quer ser pioneira em absolutamente todos os aspectos. Será uma cidade "verde", com 40% de sua área destinada a parques e praças. Será a cidade sem trânsito, com todo o sistema viário planejado para aumentar a fluidez, além de altos investimentos em metrô, bondes elétricos e até táxis aquáticos elétricos. As ruas têm sensores no asfalto, que ajudam a entender em tempo real os deslocamentos, aumentar o tempo dos sinais em caso de congestionamentos e até diminuir a iluminação das vias quando ninguém estiver passando, para e conomizar energia. Também será uma cidade "wireless", totalmente conectada - para se ter ideia, até as garrafas de refrigerante vendidas no supermercado terão uma etiqueta eletrônica; depois de usadas, se as garrafas forem jogadas no cesto de lixo correto para reciclagem, o morador ganhará descontos nos impostos. Mimos. Outras inovações são invisíveis, mas igualmente surpreendentes. A água das residências, por exemplo, será reutilizada na irrigação. Já o lixo, tanto o orgânico quanto o reciclável, será transportado por meio de canos pressurizados, dispensando a necessidade de coleta. A nova metrópole ainda terá outros "mimos", como uma universidade totalmente tecnológica onde as aulas serão em inglês; uma ponte de 21 quilômetros que liga o centro ao aeroporto; um prédio de 68 andares, o mais alto da Coreia do Sul; um centro de artes que inclui salas de concerto, museus e uma escola de design; um dos maiores clubes de golfe do mundo; e até um hospital que teve o planejamento de empresas como 3M e Microsoft. Songdianos. "A ideia é ter uma metrópole digital, com o que há de melhor nas outras cidades como Nova York, Dubai ou Londres, mas juntando com o que a tecnologia oferece hoje", diz o inglês David Moore, um dos diretores de incorporação do projeto. "Songdo será uma cidade global da Ásia, a poucas horas da grandes cidades da região, e não apenas um parque de diversões." Apesar da megalomania do projeto, ele já está saindo do papel - algo em torno de 40% da estrutura da cidade de Songdo está pronta e operante. Cem prédios já foram erguidos, ao custo de R$ 10 bilhões. E interessados em virar "songdianos" não faltam: no início da venda dos primeiros apartamentos, apareceram quase 21 mil compradores. Já na segunda leva de apartamentos, 25 mil unidades, que somavam R$ 2 bilhões, foram vendidas em apenas um dia. Resta saber, no entanto, se todas essas inovações e construções vão de fato se conectar para transformar Songdo de uma ótima ideia em uma metrópole de verdade.

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