A INFLUÊNCIA DA CIBERCULTURA NA LINGUAGEM

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1 A INFLUÊNCIA DA CIBERCULTURA NA LINGUAGEM Eliane Ferreira da Silva Mestranda em Estudos da Linguagem UFRN I N T R O D U Ç Ã O Em tempos remotos a comunicação das informações baseava-se na lembrança das pessoas, especialmente em sua memória auditiva. Os membros das sociedades sem escrita exploravam ao máximo os artifícios que possuíam (dramatizações, rituais, danças e músicas) como forma de ensino e de perpetuar acontecimentos ou histórias que consideravam relevantes. Entretanto, não havia qualquer garantia de que a mensagem oral seria a mesma, nas gerações futuras, após diferentes mediações humanas. Para essas sociedades a escrita trouxe novas perpectivas e avanços na comunicação da informação. As culturas tribais passaram da comunicação oral para a comunicação escrita, baseada em textos lineares e no uso de alfabetos. O primitivo "livro", segundo J. Finegan (1959), talvez fosse uma tabuinha ou uma coleção de tabuinhas de argila, pedra etc. Rolos manuscritos eram feitos de folhas presas uma na outra, de papiro, de pergaminho ou de velino e, mais tarde ainda, de linho e de papel de linho. Embora às vezes chamados de livros, existiam realmente na forma de rolos, não na forma encadernada como conhecemos hoje. Estes suportes transmitiam e ensinavam as informações contidas, muitas vezes, pela leitura pública. O conhecimento, que era antes limitado às lembranças dos mais velhos, passou a ser a transmissão de fatos presenciados ou relatos feitos por pessoas durante a época e nos lugares em que viveram. O desenvolvimento da impressão significou uma revolução nas comunicações, conforme observa a New Encyclopaedia Britannica. A impressão transformou a vida européia. A Reforma do século XVI não teria vingado sem a imprensa mecanizada. A impressão transformou a maneira de as pessoas aprenderem, obterem informações e lerem sobre o mundo. O conhecimento não era mais prerrogativa dos privilegiados. As notícias e as informações começaram a chegar ao homem comum, que passou a ficar sabendo melhor o que acontecia ao seu redor. A impressão exigiu que cada língua nacional tivesse uma forma de escrita padrão, permitindo que todos pudessem exercitar a leitura. A demanda de materiais de leitura aumentou astronomicamente. Diversos autores pensam que a escrita foi uma revolução. Masuda (1980) menciona três revoluções. Além da revolução da escrita, o homem se deparou com outras duas revoluções: a revolução da imprensa e a revolução do computador. As mudanças culturais recorrentes são tão profundas quanto os processos de transformação tecnológica e econômica. Lévy (1993 : 10) declara:..."a sucessão da oralidade, da escrita e da informática como modos fundamentais de gestão social do conhecimento não se dá por simples substituição, mas antes por complexificação e deslocamento de centros de gravidade. O saber oral e os gêneros de conhecimento fundados sobre a escrita ainda existem, é claro, e sem dúvida irão continuar a existindo sempre." No entanto, a globalização introduziu uma nova forma de relação entre Economia, Estado e Sociedade. A revolução tecnológica centrada nas tecnologias de informação acelera as transformações. Conforme expressa Ianni (1999 : 125): A aldeia global está sendo desenhada, tecida, colorida, sonorizada e movimentada por todo um complexo de elementos díspares, convergentes e contraditórios, antigos e renovados, novos e desconhecidos. Formam-se redes de signos, símbolos e linguagens, envolvendo publicações e emissões, ondas e telecomunicações. Compreendem as relações, os processos e as estruturas de dominação política e de apropriação econômica que se desenvolvem além de toda e qualquer fronteira,

2 desterritorializando coisas, gentes e idéias, realidades e imaginários. O BRASIL NO MAPA DA INFORMATIZAÇÃO A revista Veja, publicada em 25 de outubro de 2000, sob o título: A radiografia da internet brasileira, mostra que a Internet no Brasil é muito maior do que se imaginava. A pesquisa feita pelo Ibope eratings.com, especializado em internet, revela que o Brasil já tem 14 milhões de pessoas com acesso à internet, segundo a pesquisa, 1 em cada 10 brasileiros com mais de 16 anos, surfaram na web pelo menos uma vez nos últimos três meses. Comparando com a Europa, o mesmo artigo menciona que o Brasil tem mais pessoas conectadas à rede do que a Espanha ou a França, com pouco mais de 8 milhões cada um e quase empata com a Itália. Nos Estados Unidos, a nação mais "plugada" do mundo, são 151 milhões de internautas, a metade do total mundial Entretanto, segundo o censo 2000 realizado pelo IBGE, no mapa mundial da informatização, o Brasil tem um número baixo de usuários (relação de 10 a 20 por mil habitantes) junto com outros países da América do Sul e da África. Em 1991, o Brasil tinha apenas uma conexão da internet com os EUA, já em 1999, as conexões com os EUA sobem para cinco e ganham mais velocidade ( de 64 para 2000 kilobytes por segundo). No ano 2000 todas as capitais brasileiras já estão interligadas pela Internet e a novidade fica por conta da implantação da Internet 2, com linhas de alta velocidade destinadas principalmente a universidades e instituições de pesquisas. A ALDEIA VIRTUAL NO BRASIL A Internet está sendo uma ferramenta importante para obter conhecimento e educação. Acontece no Brasil o mesmo que está acontecendo em todo o mundo. A Universidade de São Paulo, com idéias e informações acadêmicas, somente no mês de setembro de 2000, atraiu leitores interessados por um site de educação superior. Porém, de acordo com a revista "Veja", o acesso à Internet está deixando rapidamente de ser um privilégio da elite com telefone e computador em casa. Existem pelo menos 6,4 milhões que não possuem computador em suas residências mas que utilizam a Web no trabalho, na escola, na universidade ou em outros locais, como os cibercafés e muitos mais desejam utilizá-la. O artigo enfatiza que a Internet é uma novidade tão recente que os especialistas na matéria ainda não tiveram tempo para digeri-la direito. Com precedentes na escrita, as transformações sociais continuam se desenrolando, e a sociedade brasileira está abraçando a cibercultura, por contingência ou comodiade, ao utilizar os serviços (bancos, comércio eletrônico, bibliotecas virtuais etc). No fim do século XX as transformações ocorreram exponencialmente com as novas tecnologias de informação integrando o mundo em redes globais, através das quais uma imensa gama de comunicades virtuais instrumentais vêm sendo geradas nas mais diversas áreas. Novas formas de interação, do ponto de vista tecnológico, estão surgindo: o , o bate-papo on line (em tempo real), o hipertexto, as salas de discussão, entre outras. Nesse caso aparece a oportunidade para o leitor de exercitar a escrita utilizando ferramentas da Web e do próprio computador para produzir e corrigir. Segundo Rego (1995), a leitura e a escrita promovem caminhos diferentes de pensar. A escrita é uma forma de gerar, registrar e ampliar o conhecimento. "...o domínio desse sistema complexo de signos fornece novo instrumento de pensamento (na medida que aumenta a capacidade de memória, registro de informações, etc), propicia diferentes formas de organizar a ação e permite um outro tipo de acesso ao patrimônio da cultura humana (que se encontra registrado nos livros e outros portadores de textos)." Cada período da história confere sua marca particular da maneira como o texto foi escrito, produzido e difundido para a leitura e sujeito às técnicas disponíveis na ocasião, conferindo,

3 também por isso, sua marca na maneira de as pessoas lerem, obterem e transmitirem informações, seja por palavras, imagens, sinais ou símbolos. É o que declara Chartier (1998):..."a leitura não é uma variante antropológica sem historicidade. Os homens e as mulheres ocidentais não leram sempre do mesmo modo. Vários modelos governaram suas práticas, várias revoluções da leitura modificaram seus gestos e seus hábitos". Segundo o mesmo autor, as novas descobertas e o refinamento dos modos técnicos de cada período histórico refletiam-se na maneira de produzir e difundir a escrita e na maneira de as pessoas lerem. Os textos medievais, compostos para serem apenas cantados ou manuscritos e divulgados de mão em mão, são muito diferentes daqueles já impressos mecanicamente e vendidos em livrarias desde que Gutemberg inventou a imprensa. SURFANDO NA REDE A Internet começou como experiência do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, nos anos 60, para ajudar cientistas e pesquisadores de locais bem dispersos a trabalharem juntos, compartilhando escassos e caros computadores e seus arquivos. Essa meta exigia a criação de um grupo de redes interligadas que atuariam como um todo coordenado. A Guerra Fria gerou interesse numa rede à prova de bomba. Se parte da rede fosse destruída, os dados ainda assim trafegariam até o seu destino com a ajuda das partes remanescentes. Na resultante Internet (ou inter-rede), a responsabilidade de traçar a rota das mensagens foi distribuída entre toda a rede, em vez de ficar centralizada numa só localização. Um conjunto global de muitos diferentes computadores e de redes de computadores interligados seria como um quarto cheio de aranhas, cada qual tecendo a sua própria teia. As teias estariam bem interligadas, permitindo que as aranhas pudessem transitar facilmente por esse labirinto. Com um browser da Web, a pessoa pode fácil e rapidamente ver dados e gráficos vívidos que podem estar armazenados em computadores em muitos países. O uso do browser pode ser similar, em certos sentidos, a uma viagem literal, porém mais fácil. Pode-se visitar as exibições dos Rolos do Mar Morto ou do Museu Memorial do Holocausto (http://www.comlab.ox.ac.uk/archieve/other/museums.html - catálogo de museus do mundo todo), na Web. Essa agilidade de locomoção nos espaços da Web da Internet popularmente se chama surfar na Rede. Empresas e outras organizações têm-se interessado pela Web como meio de anunciar seus produtos ou serviços, bem como de oferecer outros tipos de informações. Elas criam uma página na Web, uma espécie de vitrine de loja eletrônica. Depois que o endereço da página da organização na Web fica conhecido, clientes em potencial podem usar um browser para fazer compras ou para colher dados. Outra Internet mundial, apelidada por alguns de Internet II, está sendo desenvolvida por causa do aumento do tráfego que essa atividade comercial gera. A leitura, muitas vezes, não é tão eficiente, pode ser até mesmo superficial quando a pessoa está conectada. O congestionamento na Rede torna a leitura difícil de acessar. A World Wide Web e o hipertexto A parte da Internet chamada World Wide Web (Teia de Alcance Mundial), ou simplesmente Web, permite aos autores usar uma velha idéia, as notas de rodapé, de forma inovadora. Quando o autor de um artigo de revista ou de um livro insere um símbolo de nota de rodapé, verifica-se o pé da página onde, às vezes, há uma referência a outra página ou a outro livro. Autores de trabalhos escritos na Internet podem fazer essencialmente o mesmo, usando uma técnica que sublinhe ou destaque uma palavra, frase, ou imagem, em seu trabalho. A palavra ou a imagem destacadas indicam para o leitor a existência de outra fonte relacionada na Internet, não raro outro trabalho. Esse pode ser chamado e imediatamente exibido para o leitor. O trabalho pode estar até mesmo

4 num computador diferente e num outro país, ligando o leitor ao próprio trabalho do autor, não apenas à referência bibliográfica. Publicar um texto na Internet é fácil e rápido, eliminando a passagem do autor pelo editor. A interação com o autor de um texto eletrônico é diferente da do livro tradicional. No livro tradicional o leitor pode sublinhar palavras e frases no próprio livro, escrever à mão comentários, palavras chaves que definem um parágrafo. Contudo, a forma concreta, material do texto original, não sofre alterações. No caso da Internet, com as possibilidades oferecidas pelo hipertexto, o leitor acrescenta ao texto-base outros textos disponíveis nas janelas opcionais do hipertexto, podendo não fazer uso de todos os textos, mas apenas dos que forem relevantes para o leitor. Com as facilidades dos recursos oferecidos para a edição de um texto, o leitor reestrutura e modifica livremente o texto, recorta, cola, ou seja, seleciona parte ou todo o texto lido e copia para um programa editor de texto no qual insere outros textos, salva (guarda em um arquivo eletrônico no seu computador ou em um disquete) ou imprime, tornando-se, assim, co-autor e editor do texto lido, transformando-o num novo texto, conforme menciona Chartier&Cavallo (1998):..."a "materialidade" das obras, quebrando o elo físico que existia entre o objeto impresso (ou manuscrito) e o texto ou textos que ele veicula, dando ao leitor e não mais ao autor ou ao editor, o domínio sobre o contorno ou a aparência do texto que ele faz aparecer na tela. É, portanto, todo o sistema de identificação e manejo dos textos que é transformado." Para Pierre Lévy (1993) o hipertexto é um conjunto de nós ligados por conexões. Os nós podem ser palavras, páginas, imagens, gráficos, sequências sonoras, documentos complexos que podem eles mesmos ser hipertexto. O hipertexto permite uma leitura não linear. Neste caso, especificamente devido ao resultado dos avanços da tecnologia sintetizados na telemática. Embora esteja provocando uma mudança radical nos conceitos sobre como ler, escrever e conhecer, a idéia do hipertexto é antiga. Um exemplo de hipertexto de um autor famoso foi o de Leonardo Da Vinci. Muitos outros exemplos de hiper livros podem ser encontrados na história, como evidência de o hipertexto ser uma prática antiga. Lévy (1993) lembra o fato de ter sido o editor veneziano Aldo Manucio quem promoveu o "in octavo", inventou o estreito caracter itálico e decidiu livrar os textos do aparelho crítico e dos comentários que os acompanhavam há séculos. Foi assim que o livro tornou-se fácil de manejar, cotidiano, móvel e disponível para apropriação pessoal. Antes os livros eram gigantescos, pesados, acorrentados nas bibliotecas. Eram acrescentados os comentários dos leitores, que fossem considerados relevantes, ao longo do tempo. Outros textos, notas de rodapé, remissivas e ilustrações também se acumulavam, tornando a manipulação ainda mais difícil. Ao surgir o novo formato (in octavo) do livro uma nova forma de manipulação do suporte do texto estava envolvida, resultando em novas formas de leitura e interação. Muitas páginas online na Internet possuem entradas permitindo que os diversos leitores façam seus comentários ou enviem matéria que, sendo considerada relevante, pode ser incluída em alguma remissiva. Hoje, ao falar sobre hipertexto, desenvolveu-se o hipertexto ciberespaço conectado com todos os textos existentes, em tempo real, rápido e de fácil manipulação. As especificidades do hipertexto provocam uma mudança no conceito sobre como ler, escrever e conhecer. Aparentemente inovador, esse suporte lembra a antiguidade, quando o leitor lia um texto em um rolo ou volumen. Do mesmo modo, no suporte virtual, o leitor lê o texto passando a barra de rolagem. Chartier&Cavallo (1998) mencionou essa semelhança na leitura, ao afirmar: "Ao ler numa tela, o leitor hoje - e ainda mais o de amanhã - encontra novamente algo da postura do leitor da antigüidade que lia um volumen, um rolo. Mas a diferença não é pequena; com o computador, o texto se desenrola verticalmente e é dotado de todas as referências próprias do codex: paginação, índice, tabela, etc. O cruzamento das duas lógicas que se realiza na leitura dos suportes

5 precedentes do escrito manuscrito ou impresso (o volume, o codex) indica claramente que está estabelecida uma relação totalmente original e inédita com o texto". O leitor enfrenta as dificuldades de se obter uma visão global do conjunto do texto (não só devido à tela com barra de rolamento, mas também, devido aos links de textos relacionados). Os dialetos dos Chats O Chat permite que um grupo de pessoas troque mensagens entre si instantaneamente. Embora seja usado por várias faixas etárias. É especialmente popular entre os jovens. Essas salas fazem lembrar um grupo de pessoas que se misturam e falam todas ao mesmo tempo, exceto que, em vez disso, em todas elas digitam-se pequenas mensagens. Uma vez conectado, o usuário é colocado em contato com um grande número de outros usuários, de todo o mundo. Todas as mensagens digitadas num chat room aparecem quase simultaneamente nas telas de todos os participantes. Esta maneira de se relacionar preenche o vazio e a solidão dos indivíduos amedrontados nas grandes cidades. Para uma maioria, parece ampliar a amizade e interação entre as pessoas conectadas a um mundo virtual, sem fronteiras, com respostas imediatas. Para outros, promove o isolamento social deste indivíduo que passa a não ter contatos reais com as pessoas e se esconde atrás de um pseudônimo. A necessidade de digitar respostas rápidas estabelece um conjunto de regras do comportamento social, que disciplinam os internautas na rede, chamada de Netiqueta ou Nética. O nome vem da junção de duas palavras do inglês (net + ethic). Essas são regras de etiqueta a serem usadas por todos quando estiverem utilizando os recursos de comunicação escrita pela internet, tal como os chats e os s. Entre essas regras, por exemplo, escrever todo o enunciado com letras maiúsculas (caps lock) significa estar gritando. Para substituir expressões faciais do modo como é feito quando se fala face a face com alguém, economizar palavras e transmitir sentimentos ou expressões, são utilizados os emoticons (ícones emocionais). O nome vem da junção de duas palavras em inglês (emotions + icon). Elas são a fusão de caracteres, símbolos formados por letras, sinais de pontuação e acentuação, tentando mostrar uma emoção através de um ícone. As chamadas carinhas facilitam e agilizam a comunicação, podendo ser compreendidas por usuários de todos os lugares do mundo, independente do idioma utilizado. Para entender melhor como funcionam, é necessário virar a cabeça na horizontal, tentando encostar a orelha esquerda no ombro esquerdo, olhar para o desenho e usar de criatividade. Olhando assim, lateralmente, observa-se um rosto expressando determinada emoção, como por exemplo: Emoticon Significado Descrição :-) Sorriso, risada, felicidade dois pontos, hífen, fecha parêntese :-( Tristeza, chateação dois pontos, hífen, abre parêntese ;-) Piscada, malícia ponto e vígula, hífen, fecha parêntese Os emoticons foram desenvolvidos pelo serviço secreto de um país do sudoeste europeu, em 1979, para que apenas pessoas altamente treinadas na arte de decifragem pudessem compreendêlos. A técnica básica desse sistema criptográfico baseava-se na rotação a 270 dos caracteres digitados, tornando-os praticamente impossíveis de serem lidos por aqueles que não conheciam essa arte. Com o fim da guerra fria, o uso militar dos emoticons tornou-se obsoleto e hoje está mundialmente difundido pelos internautas. Os textos produzidos em formato digital circulam pela sociedade através de canais difusos descentralizados. Perturbando completamente a gramática formal, trazem uma série de

6 características que podem aproximá-lo da tradição oral com textos fragmentados, não-planejados, pouco elaborados etc. Com uma mistura de diversos elementos como o uso de códigos importados da informática, erros ortográficos frequentemente propositais e o uso do inglês que é, de longe, a língua dominante na internet. Há duas razões para o uso do inglês: a primeira tem relação com a origem dessa ferramenta e com o fato de que a maior parte da rede está nos países de língua inglesa, principalmente EUA e no Reino Unido. A segunda refere-se ao uso do inglês como língua de comunicação científica universal, como foi o latim, séculos atrás, conforme reflete Barajas (1998). Todos estes ingredientes juntos formam a língua dos internautas. Os s O correio eletrônico, mais conhecido como , é uma ferramenta útil de interação oferecida pela modernização. É assíncrono, isto é, que não ocorre, ou não se processa, em sincronia com algum evento ou processo, dessa forma é responsável pela comunicação entre usuários off-line, ou seja, que não estão trocando dados simultaneamente conectados. Ele permite enviar e receber mensagens através de um computador conectado à Internet, à frente de uma tv, na tela de um palmtop (micro de mão) ou da minúscula tela de telefone celular, de qualquer lugar do mundo. O , como gênero textual, é bem parecido com a comunicação por meio do bilhete, no sentido de não ocorrer em tempo real, ou seja, para ocorrer a interação e ter aquele bilhete respondido, é preciso antes que o mesmo seja lido, um processo que não é imediato, em tempo real. Um outro aspecto a ser destacado é que as cartas e os bilhetes, mesmo que sejam informais, podem ser entendidas como um todo de sentido independente, constituindo um texto. Sua escrita também é informal como no caso do chat. Nick Morgan, pesquisador do Harvard Business School Publishing, na edição de março de 1999 do "Harvard Communications Update", publicou um alerta para o que ele chama de cultura de , identificando a grande quantidade de para ler, como sendo um dos grandes problemas de hoje. De acordo com o artigo, cerca de 2,1 bilhões de mensagens de são enviados todos os dias só nos EUA. Em 2002 calcula-se que esse número aumente para 8 bilhões. Essa entidade propõe novas pesquisas devido à relevância do temas e publicou o que eles chamam de Os Dez Mandamentos do para ajudar os leitores. Considerações finais Na última década, as tecnologias da informação se converteram no elemento chave das organizações. Antes confinadas fundamentalmente às atividades internas das empresas, posteriormente as interações através de computadores passaram a alcançar os cenários mais diversos: negócios, social, político, educativo, científico e familiar, tornando necessário o domínio de novas áreas do conhecimento. As tecnologias da informação estão redefinindo drasticamente as atividades, habilidades e destrezas. Transformam e desafiam os processos educacionais e fazem com que surjam mudanças e novos paradigmas. No começo da era da informática, alguns predisseram que logo seria viável o escritório sem papel. No seu livro The third wave (A Terceira Onda), o futurólogo Alvin Toffler (1980) chegou a escrever que fazer cópias de qualquer coisa em papel era um uso primitivo dos editores eletrônicos de texto e ia de encontro ao próprio objetivo deles. Toffler calculou que em um ano os Estados Unidos produziram 1,3 trilhão de documentos. Se todo esse papel fosse usado como papel de parede, seria suficiente para revestir as laterais do Grand Canyon 107 vezes! Apesar dessa crítica, todos os computadores que existem estão ligados a impressoras. O que deu de errado com as predições que a eletrônica eliminaria o papel? Parece difícil para os leitores largarem velhos hábitos! Afinal, nós crescemos lendo páginas impressas. Temos de admitir que o papel tem suas vantagens. É portátil, barato, estável, fácil de arquivar e reciclável. O leitor parece querer segurá-lo

7 com as próprias mãos. Sendo fácil de utilizar, é possível saber em que página está e quantas faltam, oferecendo melhor visão como um todo. Algumas pessoas, também, parecem pensar que um pedaço de papel tem muito mais urgência, importância e impacto do que algo que aparece na tela. Quando a pessoa imprime um documento, parece que seu trabalho e esforço se tornaram mais palpáveis. Muitas vezes um documento impresso recebe mais atenção dum supervisor ou cliente do que uma mensagem eletrônica. A maioria ainda não está totalmente preparada para a realidade virtual da tela do computador como suporte de leitura e escrita, tão real como a realidade empírica da folha de papel. Podemos observar que uma nova forma de comunicação não suplanta completamente as anteriores. Com o advento da escrita, as pessoas não deixaram de se comunicar oralmente. A imprensa não suplantou a produção escrita manual. A pintura não foi substituída pela fotografia e assim por diante. Cada tecnologia acaba encontrando seu espaço de acordo com a demanda de cada comunidade e no seu contexto histórico. Antes da Internet, para se obter conhecimento do que havia de mais novo, era necessário assistir a congressos e visitar bibliotecas e livrarias de universidades estrangeiras, entre outros recursos para se atualizar. Hoje, muitos pesquisadores e organizações estão ao alcance de um para prestarem informações, além de estarem disponíveis as listas temáticas, bibliotecas e enciclopédias virtuais. No entanto, o mundo da cultura virtual não substitui e nem pode existir sem o mundo das coisas reais. Nessa nova linguagem computacional é fácil observar a disseminação de termos da informática, economia de caracteres digitados e um grande descaso com as regras da gramática formal, fatos que desafiam os educadores preocupados. Diante da modernização, tudo é muito novo, mas é preciso abandonar as resistências e refletir sobre as regras, as visões do mundo, a interação para conhecer e compreender essas linguagens através da leitura dos textos produzidos em suporte eletrônico, que estão transformando pensamentos e conceitos. Nossas sociedades se estruturam cada vez mais em torno de uma posição bipolar entre a rede e o eu, afirma Castells (1997 : 29). A nova organização do processo produtivo, que está exigindo um nível de conhecimento e de aperfeiçoamento cada vez maior, força as pessoas a procurarem dominar essa nova linguagem, possuir esses novos conhecimentos, tão necessários em um mundo em constante transformação. Como não poderia deixar de ser, os professores precisam se inserir nesse contexto de mudanças. Hoje, as mudanças vivenciadas exigem cada vez mais profissionais qualificados e com mais conhecimento, e os diversos setores educacionais precisam se adequar às exigências e aos anseios da sociedade com vistas à socialização do saber. Perspectivas e questões abertas As sociedades contemporâneas e as do futuro próximo, nas quais vão atuar as gerações que agora entram na escola, requerem um novo tipo de aluno, visando o futuro indivíduo que irá trabalhar em todos os setores econômicos; a ênfase é na necessidade de competências múltiplas do indivíduo, no trabalho em equipe, na capacidade de aprender e adaptar-se a situações novas, desenvolver uma série de capacidades novas: capacidade de organizar o seu próprio trabalho, resolver problemas, capacidade de ler e escrever, inclusive nos novos suportes eletrônicos. A base técnica da interação está disponível.o potencial de interação da Internet cria espaços de reflexão, troca, interação de informação e conhecimento, permitindo aos usuários envolvidos o acompanhamento e a participação ativa. Toda a disponibilidade técnica de nada vale sem usuários capazes de usá-la, sem educadores que reflitam sobre o processo de transformações da sociedade atual e as conseqüentes mudanças no papel e métodos da educação. Embora o uso do computador apresente mais desafios e exija mais preparo do que as práticas textuais tradicionais, seu uso na escola é uma realidade inevitável. Contudo, são escassos os estudos a respeito do uso em sala de aula, ficando esse tema como sugestão para trabalhos futuros.

8 Trata-se de um novo espaço virtual de leitura e escrita que vai além do espaço dos livros reais. Os suportes virtuais dão origem a novas formas de apresentação e organização textual, com novas configurações visuais da página. O texto que antes tinha uma superfície concreta, palpável, agora, com a ajuda das diferentes mídias, desenvolve-se em suporte virtual sem margens e sem fronteiras. Surgem também indagações de como desenvolver uma política de ensino acoplada às novas tecnologias, de modo a serem culturalmente sensíveis sem que o uso dessas tecnologias se torne o foco do ensino. Para este fim é necesssário conhecer melhor sobre a cibercultura que está não só desenvolvendo novas atitudes, modos de pensamento e valores, mas também influenciando a linguagem utilizada para a comunicação na rede. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BARAJAS, Mário F. Comunicação global e aprendizagem : uso da Internet nos meios educacionais. In: SANCHO, Juana M. Para uma tecnologia educacional. Porto Alegre : Artes Médicas, CASTELLS, M. La era de la información : Economia, Sociedad y cultura. Madrid: Alianza Editorial, vol. 1 CHARTIER, Roger. A aventura do livro : do leitor ao navegador. São Paulo: Fundação Editora da UNESP, CHARTIER, Roger, CAVALO, Guglielmo. História da leitura no mundo ocidental. São Paulo: Ática, FINEGAN, Jack. Light from the ancient past. New Jersey : Princeton University Press, IANNI, Octavio. Teorias da globalização. Rio de Janeiro : Civilização Brasileira, LÉVY, Pierre. Cibercultura. trad. Carlos Irineu Costa. São Paulo : Editora 34, LÉVY, Pierre. O que é virtual? trad. Paulo Neves. São Paulo : Editora 34, LÉVY, Pierre. As tecnologias da inteligência : o futuro do pensamento na era da informática. trad. Carlos Irineu da Costa. São Paulo : Editora 34, MASUDA, Yoneji. A Sociedade da informação. Rio de Janeiro : Editora Rio, REGO, Tereza Cristina. Vigotsky : uma perspectiva histórico-cultural. Rio de Janeiro: Vozes, TOFFLER, Alvin. The third wave. New York : William Morrow and Company, Jornais e revistas BACON, Francis. In : Estudar recompensa e agrada. Revista Despertai 01/10/2000. DELBERGHE, Michel. Grupos editoriais expandem suas experiências com multimídea. Le Monde 22/11/2000. Páginas da Internet As we may think ERCILIA, Maria. Pequena História da Internet. Net work-be-a-bá da Internet. MORGAN, Nick. The ten commandments of . Harvard Communications Update, edição de março de NOGUEIRA, César, VARGAS, Nilson. Radiografia da Internet no Brasil. Veja on-line, edição de 25 de outubro de /

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