Emprego sobe mais no interior que nas capitais

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Emprego sobe mais no interior que nas capitais"

Transcrição

1 Boletim 521/14 Ano VI 12/05/2014 Emprego sobe mais no interior que nas capitais Por Arícia Martins e Tainara Machado De São Paulo Enquanto o mercado de trabalho nas seis principais regiões metropolitanas continuou dando sinais de desaceleração neste começo deste ano, as demais regiões do país mostraram quadro inverso. As seis maiores regiões metropolitanas brasileiras - que fazem parte da Pesquisa Mensal de Emprego (PME), do IBGE - geraram 60,8 mil postos formais de trabalho no primeiro trimestre de 2014, quase 9% menos do que no mesmo período do ano passado, quando o saldo positivo foi de 66,8 mil vagas. No restante do país, o saldo líquido entre admissões e demissões aumentou 22,6% de janeiro a março, na comparação com igual período de 2013, passando de 198 mil para 242,7 mil vagas. Os cálculos são do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV), com base no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, e não consideram informações enviadas fora do prazo legal à pasta. Página 1

2 As estatísticas do IBGE para os seis maiores centros urbanos corroboram os resultados do emprego formal. Nos primeiros três meses de 2014, o baixo nível de desemprego apontado pela PME foi sustentado pelo pouco dinamismo da População Economicamente Ativa (PEA), que encolheu 0,6% no primeiro trimestre ante igual período do ano passado, enquanto o contingente de ocupados nos mercados formal e informal ficou estável. Cálculos da LCA Consultores com base no Caged indicam que a participação do interior na geração de empregos com carteira por Estado cresceu em No Rio de Janeiro, a fatia das áreas fora da região metropolitana no total de vagas formais abertas subiu de 16,9% em 2012 para 27,2%, e chegou a 64,1% no Rio Grande Sul, ante 58,8% no ano anterior. Segundo o pesquisador Rodrigo Leandro de Moura, do Ibre-FGV, a tendência de melhor comportamento do emprego fora das grandes capitais foi acentuada neste início de ano. Na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, do IBGE, que abrange mais de três mil municípios, o desempenho do interior na criação de novas ocupações também tem sido mais favorável, diz ele. No último trimestre de 2013, as regiões com maior aumento no contingente de ocupados sobre o mesmo período de 2012 foram o Nordeste e o Centro-Oeste, com alta de 3,4% e 3,3%, respectivamente. O economista do Ibre avalia que as pressões de custo nas regiões metropolitanas podem estar levando o setor industrial a migrar para o interior. Embora a indústria de transformação tenha criado apenas 4,6 mil vagas nas regiões metropolitanas no primeiro trimestre, ante 13,9 mil postos no início de 2013, no restante do país houve saldo de 91,4 mil trabalhadores com carteira assinada no segmento, alta de 3% sobre o mesmo período do ano passado. Fabio Romão, da LCA, avalia que a maior geração de vagas em cidades menores está mais relacionada à dinâmica atual da atividade, em que o comércio exterior perdeu espaço para o mercado interno, diante da lenta recuperação da economia global. "Para a indústria de alimentos, por exemplo, o mercado doméstico tem grande importância, e esse setor está muito mais presente no interior", diz Romão. O economista observa que, por não produzir bens de grande valor agregado, a desaceleração da renda não prejudicou esse setor, que criou 21,2 mil novos postos com carteira no interior em 2013, ante apenas 6,8 mil em Nas seis principais regiões metropolitanas, o saldo de vagas aumentou menos no período, de 8,1 mil em 2012 para 13,2 mil em Romão também destaca o desempenho do emprego formal na construção civil. Nas seis maiores regiões metropolitanas, o saldo líquido entre admissões e demissões diminuiu de 32,6 mil vagas no primeiro trimestre do ano passado para 21,8 mil no mesmo período deste ano. No restante do país, houve um ligeiro aumento, de 36,2 mil para 39,1 mil novos postos. Página 2

3 Para Romão, a segunda fase do Minha Casa, Minha Vida pode ter feito a diferença nos resultados do emprego no interior, onde o valor médio dos imóveis é menor e, por isso, mais famílias podem ter acesso ao programa habitacional do governo. Além disso, diz Romão, como as grandes cidades foram pioneiras no "boom" imobiliário anos atrás, também saíram na frente na desaceleração do setor, que perde fôlego mais lentamente no interior. Os serviços foram outro ramo que criou mais vagas no primeiro trimestre do que em igual período de Fora das seis principais regiões metropolitanas, houve aumento de 26,4% na geração de postos com carteira, para 128,8 mil. Nas capitais pesquisadas pelo IBGE para o cálculo da taxa de desemprego, a expansão foi maior, de 36%, com 76,6 mil novos postos abertos. Para Moura, do Ibre, o setor pode estar antecipando contratações temporárias para a Copa do Mundo. O professor Leonardo Trevisan, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC- SP), afirma que não é só a indústria que se beneficia de custos mais baixos ao se instalar fora das principais regiões metropolitanas. "O empreendorismo no interior também é mais barato", diz Trevisan, o que acaba gerando mais empregos relacionados à prestação de serviços. As fábricas também trazem para seu entorno uma rede de serviços, acrescenta o especialista. Trevisan aponta que outro fator por trás do processo que chama de "interiorização" do emprego está numa maior adequação da mão de obra nestes locais. De acordo com o pesquisador, a maior qualidade da educação pública no interior aumenta a qualificação do funcionário, mas outras questões de mensuração mais difícil, como relações familiares mais estáveis fora dos grandes centros urbanos, também têm influência positiva sobre a eficiência do trabalhador. As empresas que estão indo para o interior têm mostrado cada vez mais interesse na mão de obra local e, por isso, estão elas mesmas qualificando seus funcionários por meio de cursos e treinamentos, diz Rogério Leme, diretor da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH). "Isso tem um aspecto de desenvolvimento social importante e motiva os governos locais a oferecerem incentivos a essas empresas", comenta Leme. Para Leonardo Souza, diretor-executivo da Michel Page, os profissionais também têm procurado uma maior qualidade de vida e, por isso, hoje é mais aceita a ideia de que é possível construir uma carreira fora das grandes cidades. Segundo Souza, essa tendência é notável em relação ao Nordeste, que há alguns anos não era vista como uma região tão promissora. Assim como Leme, ele avalia esta mudança como positiva, já que permite o desenvolvimento de outras regiões. Página 3

4 País avança no combate ao trabalho escravo Por Zínia Baeta De Brasília O alojamento era de tábuas. Banheiro não existia e a única opção para banho era o riacho, onde as roupas também eram lavadas. O mato substituía o vaso sanitário. As condições do local, onde viveria pelos próximos oito meses, eram muito piores do que a casa onde morava. Mas Carlito da Silva, na época com 17 anos, não se importou. Ele precisava do emprego e se adaptou à nova realidade e a uma jornada superior a dez horas diárias. Carlito, hoje com 26 anos, faz parte de uma lista do governo brasileiro de pessoas resgatadas, entre 1995 e meados do ano passado, em condições de trabalho análogas às de escravo. Ao contrário da maioria, ele conseguiu romper esse ciclo, fazer um curso técnico e hoje é eletricista de uma empresa de Cuiabá. Página 4

5 Saudade daquele tempo? "Não, de forma alguma", diz. Ainda assim, o trabalhador afirma que precisa ser justo com o gato - intermediador que o contratou para trabalhar na fazenda - porque ele era uma pessoa boa. "Não posso falar mal dele porque minha situação era melhor que nas outras fazendas. O gato nunca deixou faltar comida, água limpa e sempre pagou em dia." Seu resgate, juntamente com o de outros trabalhadores, ocorreu em 2004 em uma fazenda na região de Mutum, em Mato Grosso, por uma equipe de auditores do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e procuradores do Ministério Público do Trabalho. O Estado é um dos que mais registram denúncias de trabalho escravo rural no Brasil, principalmente nas atividades de carvoaria e preparo de pasto para a pecuária. O Pará está na liderança. Na área urbana, o problema está concentrado em São Paulo, principalmente nas indústrias de confecção e construção. Mas há registros em outros Estados, como Minas Gerais e Rio de Janeiro. Segundo o MTE, no ano passado, trabalhadores foram resgatados em áreas urbanas, em 45 operações. No caso de Carlito, após a fiscalização, o "posto de trabalho" foi fechado quando constatadas as condições desumanas em que os profissionais exerciam suas atividades. O fazendeiro, com o qual nunca tivera contato, foi obrigado a assinar a carteira e a promover a rescisão contratual de todos, pagando verbas trabalhistas devidas, como férias e horas extras. No Brasil, submeter alguém à condição de trabalho similar a de escravo é crime, tipificado no artigo 149 do Código Penal. A conduta se caracteriza pelos trabalhos forçados, jornadas exaustivas, condições degradantes de trabalho e restrição da locomoção do trabalhador, seja em razão de dívida ou outro motivo. Acrescente-se a isso, a vigilância ostensiva e a retenção de documentos ou objetos pessoais do trabalhador, com o fim de mantê-lo no local de trabalho. Na Justiça do Trabalho, que pune com cada vez mais rigor empregadores flagrados nessa situação, os tribunais se baseiam em tratados internacionais, na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) - que prevê as condições para o exercício profissional e obrigações do empregador - e principalmente no artigo 1º, incisos III e IV, da Constituição Federal. O dispositivo constitucional estipula como fundamento da República Federativa do Brasil a dignidade da pessoa humana e os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa. A indenização mais alta paga por empresa em razão da prática, segundo o MPT, foi de R$ 15 milhões. No caso, foi fechado um acordo no Judiciário. O processo envolveu a construtora OAS, responsável pelas obras do Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, no ano passado e parte desse dinheiro foi revertido para a própria acomodação e regularização dos trabalhadores provenientes de outros Estados. Na ocasião, foram resgatadas 111 pessoas. Página 5

6 Apesar do montante ser o mais significativo, o caso considerado emblemático por profissionais da área foi finalizado em 2012 pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST). Foi a primeira vez que um processo sobre o tema transitou em julgado na Corte - quando não há mais recurso. O tribunal manteve decisão de segunda instância que determinou à Construtora Lima Araújo e à Lima Araújo Agropecuária o pagamento de danos morais coletivos de R$ 5 milhões por trabalho escravo em fazendas do grupo no Pará, por práticas reiteradas, que iam desde a falta de água potável até a venda de equipamentos de proteção individual, atraso nos pagamentos e inexistência de folgas. O valor pedido pelo MPT no processo era superior a R$ 80 milhões, mas foi fixado em R$ 3 milhões na primeira instância e posteriormente em R$ 5 milhões pelo Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região. O TST entendeu que o valor era justo e razoável, pois a condição de trabalho escravo ou similar acarreta ofensa frontal à dignidade da pessoa humana e, "reflexamente à todo o sistema protetivo trabalhista e aos valores sociais do trabalho protegidos pela Constituição". Para o tribunal, a punição teria o objetivo de inibir condutas semelhantes. Participante de inúmeros resgates como membro do Ministério Público do Trabalho ao longo de uma carreira de 25 anos, o procurador-geral do trabalho Luís Antônio Camargo de Melo afirma que a situação do trabalho escravo contemporâneo no Brasil é grave, mas avalia que já foi infinitamente pior. Ainda assim, para ele, não há dúvidas de que caminhamos para erradicar esse mal. "Quando? Não sei. Mas o Estado brasileiro se comprometeu com essa tarefa e estamos muito melhor do que há 20 anos, pois temos uma atuação articulada [entre MPT, MTE, polícias e entidades civis] e um tratamento sigiloso das denúncias", diz. Esse avanço, segundo ele, só foi possível a partir de 1995 quando o Brasil assumiu o problema e passou a combatê-lo. A busca pela responsabilização das empresas pelo trabalho escravo, ainda que a prática seja da contratada terceirizada, começou na década de 90 pelo MPT. De acordo com Melo, é a teoria do domínio do fato, que desde aquela época é adotada pelo órgão. Nesse sentido, quem terceiriza e se beneficia do trabalho escravo deve ser responsabilizado. A aplicação desse entendimento pelo Ministério Público ocorreu muito antes do julgamento do mensalão (Ação Penal 470) pelo Supremo Tribunal Federal, quando ficou popularmente conhecida. "Essa é a única forma de responsabilizar o principal beneficiário da cadeia produtiva", afirma. A teoria começou a ser aplicada em processos que envolviam siderúrgicas na cadeia produtiva do carvão vegetal. "Não adiantava ir atrás do produtor de carvão, pois a siderúrgica sempre acharia outro que vendesse. A partir do momento em que elas foram responsabilizadas, tiveram problemas com seus parceiros comerciais no exterior e contratos rompidos, passaram a tomar mais cuidado com a compra do carvão." Página 6

7 É em razão dessa teoria, que hoje grandes grupos da indústria da confecção respondem a autuações ou a processos judiciais por trabalho escravo contemporâneo. "Os responsáveis sempre negam que sabiam do trabalho escravo da terceirizada. Isso você sempre vai escutar, mas eles se beneficiavam e isso é o que importa", afirma. Nos últimos anos, foram vários casos nas áreas urbanas que ganharam as manchetes dos noticiários. Exemplos recentes são da varejista espanhola Zara que fechou um acordo de R$ 3,4 milhões - um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) - com o MPT, que a investigava pela prática de confecções terceirizadas. Já as Casas Pernambucanas respondem a uma ação civil pública proposta pelo MPT sobre o assunto, com audiência marcada para 6 de junho. De acordo com o procurador-geral, as denúncias em áreas urbanas começaram a crescer a partir de 2000 e naquela época já envolviam bolivianos. O chefe da Divisão de Fiscalização para Erradicação do Trabalho Escravo do MTE, Alexandre Lyra, afirma que, em algumas fiscalizações, verificou-se que trabalhadores recebiam em média R$ 1,50 por peça fabricada, trabalhavam em média 16 horas, viviam no mesmo local onde trabalhavam - casas de poucos cômodos, que abrigavam de três a quatro famílias - e demonstravam um enorme medo da deportação. Na percepção de Lyra, o trabalho escravo urbano sempre existiu, mas as atenções estavam mais voltadas para o campo, pois foi de onde surgiram as primeiras denúncias. Já o procurador-geral do trabalho credita o aumento das denúncias em áreas urbanas ao crescimento econômico da última década. Lyra acrescenta que, apesar de das área serem diferentes, tanto na zona urbana quanto na rural o tratamento a que são submetidos os trabalhadores é o mesmo: desrespeito à dignidade humana. A maior parte das investigações realizada pelas autoridades brasileiras (MPT, MTE e polícias) tem origem em denúncias, que chegam por diversos meios. Desde o espaço previsto no site do MPT, denúncias repassadas por ONGs, ao testemunho do próprio trabalhador que conseguiu fugir do local onde estava. O procurador regional da Coordenadoria do Combate ao Trabalho Escravo do Mato Grosso, Thiago Ribeiro, afirma que após a denúncia é aberta uma investigação que, se tiver fundamento, levará a uma diligência ao local - que normalmente envolve o grupo móvel de combate ao trabalho escravo, existente desde 1995, e formado por procuradores do trabalho, auditores e policiais. Constatada a condição de trabalho escravo, há o resgate. Nesse momento, busca-se fazer com que o proprietário assine a carteira do trabalhador e pague o salário e demais verbas devidas. "Se isso não ocorrer uma ação em caráter de urgência já é ajuizada para assegurar o pagamento, sob pena de multa significativa", diz Ribeiro. Nessas ações, normalmente, são pedidas as indenizações por danos morais coletivos, cujos valores estão cada vez mais altos. O montante arrecadado, em muitos Página 7

8 casos é revertido em projetos de educação e cursos profissionalizantes dos trabalhadores. Como no caso de Carlito da Silva. Após seu resgate, ele fez um curso de eletricista oferecido dentro de um projeto de assistência ao trabalhador resgatado mantido pelo MPT, MTE e entidades parceiras. Ele está há seis anos em uma mesma empresa em Cuiabá e se orgulha de agora ter uma profissão. Procurados pelo Valor, o grupo Inditex, controlador da Zara, e as Casas Pernambucanas enviaram notas sobre o assunto. O Inditex afirma que sempre investiu em uma política de controle da cadeia produtiva. Em 2011, conforme a nota, um fornecedor, responsável por menos de 3% da produção no país, burlou o código de conduta do grupo, o que levou a um rompimento das relações comerciais. Já as Casas Pernambucanas informou que tem investido todos os anos em mecanismos e processos que desenvolvam a qualidade e a lisura de seus fornecedores. Isso tudo, no entanto, diz nota, "não é suficiente caso algum ente do mercado atue de má-fé". A OAS e o Grupo Lima Araújo não deram retorno. Empregado busca apenas comida Luís Antônio de Melo: situação é grave, mas caminhamos para a erradicação Por Zínia Baeta De Brasília Abaixo seguem os principais pontos da entrevista do procurador-geral do trabalho, Luís Antônio Camargo de Melo: Valor: Qual o conceito de trabalho escravo contemporâneo? Luís Antônio Camargo de Melo: Ao contrário dos que tentam enganar a opinião pública, a conceituação não é falha e oferece segurança jurídica. Muitos adversários nossos se socorrem de uma linha de argumentação falaciosa no sentido de que o que se combate é uma mera irregularidade trabalhista. Isso não é verdade. Há situações gravíssimas, ofensa aos direitos humanos, a princípios constitucionais que são muito caros ao Brasil. A Constituição traz no artigo 1º a determinação de que é preciso respeitar a dignidade da Página 8

9 pessoa humana e os valores sociais do trabalho. Não está lá porque o legislador não tinha coisa mais importante para colocar lá. Valor: Então, o que seria o trabalho escravo? Melo: O Código Penal estipula quatro condições: trabalho forçado, jornada exaustiva, condição degradante e a servidão por dívida. Do meu ponto de vista, dentro desta norma penal, há apenas duas condições. O trabalho forçado e a condição degradante porque a maior causa do trabalho forçado é a servidão por dívida. Estamos falando de uma situação que o trabalhador não tem forças para romper, por conta de violência ou por uma dívida mentirosa, mas que acredita existir. Por isso, ele vai trabalhar como um condenado para pagar aquela dívida. Mas não conseguirá. Valor: O que caracteriza uma condição degradante? Melo: Essa condição inclui a jornada exaustiva. O que quero dizer? Quem trabalha oito, dez ou doze horas por dia não necessariamente está em uma jornada exaustiva. Não se mede unicamente pela quantidade de horas, mas principalmente pela atividade que está sendo desenvolvida e se ela leva à exaustão. Para ver se isto ocorre, deve-se observar se o trabalhador terá condições físicas de cumprir aquela atividade. Some-se a isso as péssimas condições. Há lugares que não têm água potável e banheiro. Valor: O senhor fala de adversários, quem seriam? Melo: São muitos, principalmente os que dizem que não há trabalho escravo no Brasil. Empresários, produtores rurais, líderes setoriais, parlamentares e integrantes do Executivo. É aquele sujeito que diz que, em uma determinada operação, foi processado porque o colchão do trabalhador não estava na altura definida pela norma do Ministério do Trabalho e Emprego. Conversa fiada. Quando se chega a uma propriedade e há alojamentos em péssimas condições, dificilmente a única irregularidade será essa. Há um conjunto de coisas e não apenas o colchão fino. Valor: Os libertados voltam a trabalhar nessas situações? Melo: Sim. Oferece-se ao trabalhador um contrato em outra cidade, em propriedade rural ou confecção, e ele aceita. Isso ocorre porque não tem alternativas, porque a maioria é analfabeto ou analfabeto funcional, não tem formação. Está em sua cidade passando fome e tem família para sustentar. Já vi gente pedindo para não se fechar o lugar onde trabalhava porque ali, apesar dos pesares, a pessoa conseguia comer. Valor: O trabalhador tem necessidade economica e é atraído por falsas promessas? Melo: Sim. Ele já sai de sua região diminuído. Isso é grave. As pessoas que não enxergam isso não são somente insensíveis, mas estão à frente de um projeto em busca de um lucro maior. Então não há inocente nessa história. Isso não é cultural, mas parte do processo produtivo. Antes você tinha um escravo, e isso era permitido pela legislação. Acabou-se com a escravidão, mas o processo produtivo não mudou, continua o mesmo. É a busca do maior lucro. Página 9

10 Valor: Poderia dar um exemplo? Melo: Em uma linha de produção, com aquela esteira em velocidade assustadora, o trabalhador é obrigado a fazer 18 movimentos em 15 segundos e pode ficar doente, ter LER e ficar incapacitado. A empresa acaba contratando outro para daqui a pouco este também ficar pendurado na Previdência. É o processo produtivo. Mudar isso requer um investimento alto. Então, prefere-se pagar multa, responder a uma ação na Justiça, mas manter o processo produtivo porque ele é mais lucrativo. Acidente de trabalho não é caso fortuito, tem previsão dentro desse processo produtivo, e sai mais barato. Valor: Como é o acompanhamento do trabalho escravo? Melo: Quando comecei a fazer isso em 1992, ia no carro da procuradoria, com um auditor e um motorista. Era algo desorganizado, voluntarista, íamos ver a denúncia que estava no caderno da Pastoral da Terra. Hoje, temos grupos organizados: o Ministério Público do Trabalho, o Ministério do Trabalho e Emprego e a Polícia Federal. Esses grupos atuam organizadamente. Hoje consegue-se dar um tratamento sigiloso à denúncia. Antes não. Várias vezes cheguei em propriedade rural depois de viajar por horas na estrada de chão e, às sete da manhã, estavam nos aguardando para o café da manhã. A situação atual é melhor. Há um caminho a percorrer, mas se observarmos os dados do Ministério do Trabalho e Emprego, veremos que os números de resgates estão diminuindo, mas em contrapartida, surgiu o foco urbano. Valor: Por que há essa inversão? Melo: Acredito que esse tipo de exploração na área urbana sempre ocorreu e aumentou por conta do crescimento econômico que o Brasil vem experimentando. No começo dos anos 2000, as denúncias na área urbana começaram a crescer, principalmente envolvendo os bolivianos. Valor: Qual foi a pior situação de degradação que já viu? Melo: Gente trabalhando simplesmente pela comida. Trabalhador acampado na beira do córrego, usando buraco no chão para guardar água para beber, lavar louça e tomar banho. Tem a história de um auditor fiscal sobre um cachorro. A sede da fazenda tinha casinha de alvenaria para o bicho, com cumbuquinha para ele comer. Os trabalhadores estavam no meio do mato, debaixo de lona. Não quero que o cachorro seja maltratado, mas que o trabalhador seja tratado como pessoa porque, nesse caso, nem como cachorro era. Valor: Qual é a situação mais gratificante que vivenciou? Melo: O resgate de um trabalhador. É você dizer: meu amigo vamos embora daqui. Ver o trabalhador dizer que nunca viu tanto dinheiro porque recebeu R$ 2 mil na rescisão e não sabe lidar com aquilo. É ver ele ganhar uma carteira de trabalho e observá-la como se fosse um troféu, medalha de ouro em uma Olimpíada. Página 10

11 Valor: O senhor já recebeu ameaças? Melo: Teve uma época em que estava recebendo telefonemas de gente falando que sabia dos horários da minha mulher e filhos. Um juiz uma vez me falou para não mexer com determinada investigação e que algo poderia acontecer comigo. Mas o mais grave foi um acidente na rodovia. Duas caminhonetes sofreram sabotagem. O parafuso da roda foi afrouxado nas duas, uma delas tombou e quando fomos ver, o parafuso da roda da outra também estava solto. Com um pouco de sorte e por perícia do motorista, o carro não tombou. Isso foi no Mato Grosso do Sul. Destaques Anotação em carteira O Tribunal Superior do Trabalho (TST) condenou a Cencosud Brasil Comercial a pagar R$ 5 mil de indenização por dano moral a um empregado por ter anotado, na sua carteira de trabalho, os atestados médicos apresentados para justificar faltas ao trabalho. Para os ministros da 2ª Turma, o ato da empresa ultrapassou os limites do artigo 29, caput, da CLT, que proíbe o empregador de efetuar anotações desabonadoras à conduta do empregado na carteira de trabalho. "Associado apresentou justificativa de ausência através de atestado médico de oito dias" foi a expressão anotada pela empresa que, segundo o empregado, "maculou" sua carteira. Demitido sem justa causa após dois anos de trabalho como ajudante de depósito, ajuizou ação e pediu indenização por danos morais de 40 salários mínimos. Em contestação, a empresa alegou que as anotações não foram desabonadoras, pois os novos empregadores concluiriam que o empregado justifica suas faltas, o que a seu ver seria benéfico para sua imagem. O juízo de primeiro grau afastou qualquer efeito prático e legal nessas anotações. Ao contrário, entendeu que a empresa tentou prejudicar o empregado quanto à obtenção de futuros empregos e a condenou a pagar-lhe R$ 5 mil de indenização. A sentença, porém, foi reformada pelo Tribunal Regional do Trabalho de Sergipe. O empregado recorreu então ao TST. (Fonte: Valor Econômico dia ). Página 11

12 Economistas defendem nova política para salário mínimo Paula Salati / SÃO PAULO Alguns economistas estão começando a discutir novas regras que poderiam ser aplicadas na correção do salário mínimo que, ao mesmo tempo que garantam direitos trabalhistas, não onere demais os empresários. Atualmente, os reajustes do salário mínimo são realizados com base na Lei do ano de 2011 que estabelece que, até 2015, os salários de cada ano sejam corrigidos de acordo com a variação do Produto Interno Bruto (PIB) dos dois anos anteriores, mais a inflação do ano anterior. Para o economista e ex-presidente do Banco Central do Brasil e sócio da Tendências Consultoria Integradas, Gustavo Loyola, a política econômica vigente para o salário mínimo possibilitou uma recomposição dos salários. "A regra atual já proporcionou, nos últimos anos, uma recomposição bastante razoável do salário mínimo no País. No entanto, a contrapartida dela não foi apenas a pressão sobre a inflação, mas também as pressões sobre as contas públicas via, principalmente, previdência", diz Loyola. Para ele, é necessário pensar em uma nova política para essa questão, já que, a atual, não proporciona ambiente para os salários crescerem. "Daqui em diante, não existe mais espaço para uma recomposição maior do salário mínimo", diz. "Por outro lado, acredito que não seria razoável realizar uma compressão do valor real do salário mínimo. Primeiro porque não é algo politicamente aceitável, e segundo porque acredito que, de fato, não traria grandes benefícios do ponto de vista da inflação", complementa o economista. Para Loyola, uma regra razoável levaria em conta a manutenção do valor real do salário mínimo. "Um regra de indexação seria razoável, embora eu seja contra a indexação de preços da economia. Nenhum preço da economia deveria ser, a princípio, indexado ao salário mínimo, inclusive os benefícios da previdência. No entanto, uma regra de recomposição inflacionária não é uma regra que possa ser tão prejudicial à economia", opina Loyola. O economista Walter Barelli, que já foi presidente do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e ministro do Trabalho no governo Itamar Franco, acredita que o salário mínimo precisa começar a ser discutido a partir de outros termos que não o da inflação. Para ele, as discussões atuais sobre a indexação da inflação nos salários levam a um distanciamento sobre o conceito de salário mínimo. "A discussão, hoje, está deslocada. Uma política de salário mínimo levaria em consideração o que foi estabelecido pela Constituição de Salário mínimo é um salário vital. E implica em uma discussão sobre o quanto que é necessário para se viver e, a partir daí, estabelecer as normas. Uma vez sendo feita dessa maneira, você tem um conceito autoaplicável", diz Barelli, que cita também o cálculo realizado pelo Dieese sobre o salário mínimo necessário, Página 12

13 registrado no valor de R$ 3.019,07. "Na política atual, quando os preços sobem, é necessário que os salários aumentem. No entanto, não é questionado o antigo valor", complementa o economista. Negociação Para Loyola, o que influenciará as negociações sindicais nos próximos meses será o desempenho do mercado de trabalho no Brasil. "As negociações sindicais irão depender do que está acontecendo com o emprego. Porque, na medida em que existe pouco desemprego, os empresários não têm muita alternativa e precisam conceder uma correção próxima solicitada pelos trabalhadores", diz. "O poder de barganha dos sindicatos aumenta à medida que a economia está aquecida. Se a economia se desaquece, evidentemente, um aumento do desemprego pode levar a uma moderação dos reajustes salariais", complementa o economista. Em abril deste ano, o governo federal encaminhou ao Congresso Nacional o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2015 (LDO-2015), no qual estabelece que o salário mínimo será reajustado em 7,71%, elevando-se para R$ 779,79 no próximo ano. Atualmente o valor do salário mínimo é de R$ 724,00. O governo prevê para 2015, um crescimento da economia em torno de 3% e inflação de 5%, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou ontem que o IPCA do mês de abril variou 0,67%, recuando 0,25 ponto percentual em relação ao mês anterior, que fechou com uma alta de 0,92%. Já a inflação acumulada nos últimos 12 meses teve variação de 6,28%. Trabalhadores da CPTM ameaçam entrar em greve esta semana Agências / SÃO PAULO - Os sindicatos que representam os trabalhadores da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) deliberaram em assembleia, na quinta-feira (8), que devem entrar em greve por tempo indeterminado a partir da quinta-feira (15). Passageiros de 22 municípios da Grande São Paulo podem ficar sem o serviço a partir da 0h desse dia. As seis linhas da CPTM, que é controlada pelo governo do estado, transportam diariamente 2,8 milhões de usuários, em média. Os trabalhadores reivindicam reajuste salarial com reposição inflacionária entre março de 2013 e fevereiro deste ano (o que, segundo eles, gira em torno de 5,4%, pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor), além de 8% de ganho real. A categoria também pede equiparação dos créditos de seu vale-alimentação (hoje em R$ 100 por mês) com o dos metroviários (que está em R$ 247,69). Também há reivindicação pelo aumento do vale refeição para 24 cotas de R$ 30 mensalmente, ou seja, mais do que as 22 cotas de R$ 23 que vigora hoje. Página 13

14 Outro ponto defendido pelos sindicatos é uma garantia mínima de R$ 5 mil por cada trabalhador da empresa no programa de participação nos resultados. Esse ganho tem sido variável e, segundo Eluiz Alves de Matos, presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Ferroviárias de São Paulo, a partir de metas estabelecidas pela própria empresa, que dificilmente são atingidas. Ainda de acordo com Matos, com relação ao reajuste salarial, a empresa fez uma proposta de 3,97%, ou seja, abaixo da inflação. "Estamos em negociação desde janeiro e a CPTM alegou que essa é a proposta final, mas a categoria a rejeitou." Às 18h desta quarta-feira (14), uma nova assembleia está prevista para acontecer na sede do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Ferroviárias de São Paulo, que representa os funcionários da antiga estrada de ferro Santos-Jundiaí, o que corresponde às atuais Linhas 7-Rubi e 10 Turquesa da CPTM. "Se o governo do Estado ou a CPTM tiverem interesse em fazer um acordo, que apresentem essa proposta. Se não, essa assembleia servirá para delinear o movimento que vai acontecer a partir da meia-noite". Além dessa entidade, participam do movimento o Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Ferroviárias da Zona Sorocabana, o Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Ferroviárias da Zona Central do Brasil e a Associação dos Engenheiros Ferroviários no Estado de São Paulo. Eternit vai indenizar em - R$ 1 - mi família de funcionário morto SÃO PAULO - A 6ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) aumentou para R$ 1 milhão a condenação imposta à Eternit. O valor se destina a uma indenização por danos morais à viúva de um trabalhador vítima de doença pulmonar decorrente do contato prolongado com o amianto. O caso teve origem com reclamação trabalhista ajuizada pelo espólio de um engenheiro que chefiou, de 1964 a 1967, o controle de qualidade da unidade da Eternit em Osasco (SP), desativada em O engenheiro faleceu em dezembro de 2005, aos 72 anos, após ser diagnosticado com câncer da pleura. (Fonte: DCI dia ). Página 14

15 Dilma irá propor trabalho seguro na Copa TAI NALON / DE BRASÍLIA A presidente Dilma Rousseff deve assinar nesta semana, no Palácio do Planalto, uma cartilha que estabelece diretrizes gerais para o trabalho seguro e prevenção de acidentes nos eventos da Copa. O aceno aos trabalhadores virá, entretanto, poucos dias depois da nona morte de operários envolvidos nas construções dos estádios do Mundial do Brasil a de Muhammad'Ali Maciel Afonso, 32, na Arena Pantanal, em Cuiabá. A cartilha carece de propostas concretas, ao defender que empresas, governo e sociedade civil "comprometam-se a tomar medidas que estiverem ao seu alcance". O documento se propõe também a prevenir a exploração sexual e o trabalho infantil. Também exorta empresas a criarem empregos formais a jovens, negros, mulheres e deficientes. Segundo a BWI (Building and Wood Worker's International), entidade que combate más condições de trabalho no mundo, cumprir os prazos da Fifa tem gerado mortes algo que, segundo a organização, já havia sido alertado pelos sindicatos. O presidente da Fifa, Joseph Blatter, defende que a responsabilidade pelas condições de trabalho é dos países e empresas envolvidas nos preparativos. As obras da Copa já contabilizam mais mortes de operários do que o auge do movimento por melhores condições de trabalho no Brasil, como o de 1917, em São Paulo (quando o espanhol José Martinez foi morto em uma das paralisações), e o de 1988, em Volta Redonda (quando três operários da Companhia Siderúrgica Nacional morreram em intervenção do Exército durante uma greve). (Fonte: Folha de SP dia ). Página 15

16 Caso não haja interesse em continuar recebendo esse boletim, favor enviar para solicitando exclusão. Página 16

RESUMO DE NOTÍCIAS. Sindicato dos Trabalhadores em Telecomunicações do Estado de São Paulo www.sintetel.org/ sintetel@sintetel.org.

RESUMO DE NOTÍCIAS. Sindicato dos Trabalhadores em Telecomunicações do Estado de São Paulo www.sintetel.org/ sintetel@sintetel.org. BARBOSA DEFENDE GASTOS SOCIAIS COM REAJUSTES DO MÍNIMO RIO - Uma simples reforma nas regras dos benefícios sociais, para zerar os gastos com abono salarial, seria capaz de anular os impactos negativos

Leia mais

AS CONDIÇÕES DE TRABALHO NA CONSTRUÇÃO CIVIL

AS CONDIÇÕES DE TRABALHO NA CONSTRUÇÃO CIVIL AS CONDIÇÕES DE TRABALHO NA CONSTRUÇÃO CIVIL AS CONDIÇÕES DE TRABALHO NA CONSTRUÇÃO CIVIL Nos últimos anos, a construção civil brasileira decolou. Com a Copa do Mundo e as Olímpiadas, estádios e equipamentos

Leia mais

Trabalho escravo. Punição para empresas

Trabalho escravo. Punição para empresas Trabalho escravo. Punição para empresas O GLOBO 07/09/2008 Pela primeira vez desde que foi criado em 2005, o Pacto Nacional de Erradicação do Trabalho Escravo, que tem como missão ajudar a sociedade e

Leia mais

1- CONTRATO DE TRABALHO

1- CONTRATO DE TRABALHO 1- CONTRATO DE TRABALHO 1.1 - ANOTAÇÕES NA CARTEIRA DE TRABALHO Quando o empregado é admitido - mesmo em contrato de experiência -, a empresa tem obrigatoriamente que fazer as anotações na carteira de

Leia mais

Trabalhador por conta própria ganha força, mas informalidade aumenta

Trabalhador por conta própria ganha força, mas informalidade aumenta Boletim 869/2015 Ano VII 09/11/2015 Trabalhador por conta própria ganha força, mas informalidade aumenta Mais de 22 milhões de brasileiros têm empreendimentos sem empregados remunerados. Quase um milhão

Leia mais

MPT combate a precarização do trabalho na construção civil Notícias...

MPT combate a precarização do trabalho na construção civil Notícias... MPT combate a precarização do trabalho na construção civil Notícias... 1 de 5 08/08/2013 11:18 JusBrasil - Notícias 08 de agosto de 2013 MPT combate a precarização do trabalho na construção civil Publicado

Leia mais

Combate ao trabalho escravo ainda é desafio no Brasil

Combate ao trabalho escravo ainda é desafio no Brasil Quarta-feira, 30 de outubro de 2013 26.10.2013 20h54 Combate ao trabalho escravo ainda é desafio no Brasil São 200 mil em condições análogas à escravidão Fiscal durante resgate de trabalhadores em condições

Leia mais

NOTÍCIAS FISCAIS Nº 2.822 BELO HORIZONTE, 12 DE MAIO DE 2014.

NOTÍCIAS FISCAIS Nº 2.822 BELO HORIZONTE, 12 DE MAIO DE 2014. http://www.bhauditores.com.br/ NOTÍCIAS FISCAIS Nº 2.822 BELO HORIZONTE, 12 DE MAIO DE 2014. O conflito não é entre o bem e o mal, mas entre o conhecimento e a ignorância. Buda TROCA DE TITULARIDADE DE

Leia mais

Conjuntura - Saúde Suplementar

Conjuntura - Saúde Suplementar Apresentação Nesta 17ª Carta de Conjuntura da Saúde Suplementar, constam os principais indicadores econômicos de 2011 e uma a n á l i s e d o i m p a c t o d o crescimento da renda e do emprego sobre o

Leia mais

TRT de Minas admite demissão em massa sem negociação com sindicato

TRT de Minas admite demissão em massa sem negociação com sindicato Boletim 525/14 Ano VI 16/05/2014 TRT de Minas admite demissão em massa sem negociação com sindicato Advogado Adauto Duarte: TST criou norma que interfere no poder de gestão do empregador, o que viola o

Leia mais

PROJETO DE LEI nº, de 2012 (Do Sr. Moreira Mendes)

PROJETO DE LEI nº, de 2012 (Do Sr. Moreira Mendes) PROJETO DE LEI nº, de 2012 (Do Sr. Moreira Mendes) Dispõe sobre o conceito de trabalho análogo ao de escravo. O CONGRESSO NACIONAL decreta: Art. 1º Para fins desta Lei, a expressão "condição análoga à

Leia mais

Indicadores da Semana

Indicadores da Semana Indicadores da Semana O saldo total das operações de crédito do Sistema Financeiro Nacional atingiu 54,5% do PIB, com aproximadamente 53% do total do saldo destinado a atividades econômicas. A carteira

Leia mais

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL XVII EXAME DE ORDEM UNIFICADO

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL XVII EXAME DE ORDEM UNIFICADO PADRÃO DE RESPOSTA - PEÇA PROFISSIONAL Você foi procurado pelo Banco Dinheiro Bom S/A, em razão de ação trabalhista nº XX, distribuída para a 99ª VT de Belém/PA, ajuizada pela ex-funcionária Paula, que

Leia mais

Crianças/Adolescentes ocupados por U.F e por Faixa Etária

Crianças/Adolescentes ocupados por U.F e por Faixa Etária Erradicação do Trabalho Infantil Brasília, 2 de fevereiro de 21 Introdução Esta nota apresenta um quadro do trabalho infantil no período de 26 a 28, com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios

Leia mais

S I N O P S E S I N D I C A L J U N H O D E 2 0 0 8

S I N O P S E S I N D I C A L J U N H O D E 2 0 0 8 S I N O P S E S I N D I C A L J U N H O D E 2 0 0 8 ADICIONAL DE INSALUBRIDADE. MUDANÇA DA BASE DE CÁLCULO. Doravante as empresas deverão estar atentas à questão envolvendo o pagamento do adicional de

Leia mais

Vamos acabar de uma vez com essa vergonha. Vergonha é a existência

Vamos acabar de uma vez com essa vergonha. Vergonha é a existência OS NOVOS DESAFIOS DO MUNDO GLOBALIZADO: O TRABALHO FORÇADO E O TRÁFICO DE SERES HUMANOS * Carmen Sottas ** Vamos acabar de uma vez com essa vergonha. Vergonha é a existência de milhares de trabalhadores

Leia mais

NOVA LEI DAS DOMESTICAS

NOVA LEI DAS DOMESTICAS NOVA LEI DAS DOMESTICAS DEVERES DAS DOMÉSTICAS Se a doméstica trabalhar menos que o contrato, posso descontar do salário? O desconto é linear? Independentemente de trabalhar menos, ela recebe o mesmo valor

Leia mais

CONTRATO DE TRABALHO. Empregado Preso

CONTRATO DE TRABALHO. Empregado Preso CONTRATO DE TRABALHO Empregado Preso Muitas dúvidas surgem quando o empregador toma conhecimento que seu empregado encontra-se preso. As dúvidas mais comuns são no sentido de como ficará o contrato de

Leia mais

AÇÕES DO M.T.E NO AGRONEGÓCIO BRASILEIRO: REALIDADE DOS AUTOS DE INFRAÇÃO

AÇÕES DO M.T.E NO AGRONEGÓCIO BRASILEIRO: REALIDADE DOS AUTOS DE INFRAÇÃO AÇÕES DO M.T.E NO AGRONEGÓCIO BRASILEIRO: REALIDADE DOS AUTOS DE INFRAÇÃO Elimara Aparecida Assad Sallum Assessora sindical da UNICA, SIAESP e SIFAESP Olímpia, 11 de dezembro de 2008 EMPREGOS DIRETOS (FORMAIS)

Leia mais

As bandeiras de luta do movimento sindical atual, o seu significado e importância para os trabalhadores

As bandeiras de luta do movimento sindical atual, o seu significado e importância para os trabalhadores As bandeiras de luta do movimento sindical atual, o seu significado e importância para os trabalhadores 40 HORAS SEMANAIS SEM REDUÇÃO SALARIAL A luta pela redução da jornada acontece desde os primórdios

Leia mais

Desde 2013, nove direitos já estavam valendo, como hora extra e jornada de trabalho de 8 horas diárias (veja mais detalhes abaixo).

Desde 2013, nove direitos já estavam valendo, como hora extra e jornada de trabalho de 8 horas diárias (veja mais detalhes abaixo). 02/06/2015 07h40 - Atualizado em 02/06/2015 13h01 Regulamentação dos direitos das domésticas é publicada Trabalhadoras terão adicional noturno, seguro-desemprego e mais 5 direitos. Emenda constitucional

Leia mais

CARTILHA DE ORIENTAÇÃO SOBRE A LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL

CARTILHA DE ORIENTAÇÃO SOBRE A LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO CARTILHA DE ORIENTAÇÃO SOBRE A LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL 1. O que é a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF)? A Lei de Responsabilidade Fiscal é um código

Leia mais

A Negociação Sindical em Tempos de Pleno Emprego

A Negociação Sindical em Tempos de Pleno Emprego A Negociação Sindical em Tempos de Pleno Emprego Flávio Obino Filho www.obinoadvogados.com.br fof@obinoadvogados.com.br Papel do Facilitador Contextualizar a discussão, coordenar e incentivar o debate

Leia mais

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2010/2011

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2010/2011 ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2010/2011 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: RJ001554/2010 DATA DE REGISTRO NO MTE: 12/08/2010 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR032670/2010 NÚMERO DO PROCESSO: 46215.023032/2010-49 DATA DO

Leia mais

Jurista Ives Gandra Martins analisa o fim da Carta Frete.

Jurista Ives Gandra Martins analisa o fim da Carta Frete. Jurista Ives Gandra Martins analisa o fim da Carta Frete. Considerado um dos juristas de maior atuação na área do Direito Tributário no Brasil, o Dr. Ives Gandra Martins gentilmente acolheu o nosso convite

Leia mais

Os fatos atropelam os prognósticos. O difícil ano de 2015. Reunião CIC FIEMG Econ. Ieda Vasconcelos Fevereiro/2015

Os fatos atropelam os prognósticos. O difícil ano de 2015. Reunião CIC FIEMG Econ. Ieda Vasconcelos Fevereiro/2015 Os fatos atropelam os prognósticos. O difícil ano de 2015 Reunião CIC FIEMG Econ. Ieda Vasconcelos Fevereiro/2015 O cenário econômico nacional em 2014 A inflação foi superior ao centro da meta pelo quinto

Leia mais

BOLETIM EMPREGO Setembro 2014

BOLETIM EMPREGO Setembro 2014 Introdução A seguir são apresentados os últimos resultados disponíveis sobre o emprego no Brasil, com foco no ramo Metalúrgico. Serão utilizadas as bases de dados oficiais, são elas: a RAIS (Relação Anual

Leia mais

Quinta-feira, 26 de março de 2015

Quinta-feira, 26 de março de 2015 Quinta-feira, 26 de março de 2015 TRT-CE e Ministério Público realizam ação contra o trabalho infantil O Tribunal Regional do Trabalho do Ceará, em parceria com o Ministério Público do Trabalho e diversas

Leia mais

MERCADO DE MEIOS ELETRÔNICOS DE PAGAMENTO POPULAÇÃO E COMÉRCIO - ANO V. Indicador de atividade da micro e pequena indústria de São Paulo.

MERCADO DE MEIOS ELETRÔNICOS DE PAGAMENTO POPULAÇÃO E COMÉRCIO - ANO V. Indicador de atividade da micro e pequena indústria de São Paulo. 1 MERCADO DE MEIOS ELETRÔNICOS DE PAGAMENTO POPULAÇÃO E COMÉRCIO - ANO V Indicador de atividade da micro e pequena indústria de São Paulo Maio/ 2014 Metodologia 2 Metodologia 3 Técnica Pesquisa quantitativa,

Leia mais

Confira a autenticidade no endereço http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/.

Confira a autenticidade no endereço http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/. ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2015/2016 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: MG000363/2015 DATA DE REGISTRO NO MTE: 03/02/2015 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR002753/2015 NÚMERO DO PROCESSO: 46211.000337/2015-27 DATA DO

Leia mais

trabalho Bianca Pyl/Repórter Brasil (costura) + Fábio Cruz/Agência Brasil (construção)

trabalho Bianca Pyl/Repórter Brasil (costura) + Fábio Cruz/Agência Brasil (construção) trabalho Bianca Pyl/Repórter Brasil (costura) + Fábio Cruz/Agência Brasil (construção) escravo urbano Os geógrafos (mas não só eles) sabem bem que o rural e o urbano são mundos conectados. O modelo de

Leia mais

REAJUSTE NECESSÁRIO ENTRE 50,47% E 28,83% PARA RECOMPOR A REMUNERAÇÃO DESDE JUNHO DE 2006

REAJUSTE NECESSÁRIO ENTRE 50,47% E 28,83% PARA RECOMPOR A REMUNERAÇÃO DESDE JUNHO DE 2006 REAJUSTE NECESSÁRIO ENTRE 50,47% E 28,83% PARA RECOMPOR A REMUNERAÇÃO DESDE JUNHO DE 2006 Considerando 1 como base o mês de junho de 2006, que foi a data em que foi aprovado o PCS III, até dezembro de

Leia mais

DEPARTAMENTO PESSOAL

DEPARTAMENTO PESSOAL DEPARTAMENTO PESSOAL DÚVIDAS MAIS FREQUENTES 1 1. Documentos necessários para admissão Para o processo de admissão, o novo funcionário deverá apresentar a relação de documentos abaixo: *Carteira de Trabalho

Leia mais

MANUAL DOS DIREITOS DOS COMERCIÁRIOS

MANUAL DOS DIREITOS DOS COMERCIÁRIOS 11. DIREITOS NA HORA DA DEMISSÃO É de fundamental importância saber quais os direitos dos trabalhadores na hora da rescisão do contrato de trabalho. Devese ter especial atenção no caso de demissões sem

Leia mais

Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas

Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas BRASIL Setembro 2011 Profa. Anita Kon PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO PROGRAMA DE ESTUDOS PÓS GRADUADOS

Leia mais

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 1/5 ACORDO COLETIVO DE TRABALHO O SINDICATO DOS EMPREGADOS EM ENTIDADES CULTURAIS, RECREATIVAS, DE ASSISTÊNCIA SOCIAL, DE ORIENTAÇÃO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL, NO ESTADO DO PARANÁ SENALBA/PR, CNPJ 75.992.446/0001-49,

Leia mais

INFORMATIVO 14/2015 LEI COMPLEMENTAR REGULAMENTA DIREITO DOS EMPREGADOS DOMÉSTICOS

INFORMATIVO 14/2015 LEI COMPLEMENTAR REGULAMENTA DIREITO DOS EMPREGADOS DOMÉSTICOS Data do boletim informativo Volume 1, Edição 1 Digite o título aqui INFORMATIVO 14/2015 LEI COMPLEMENTAR REGULAMENTA DIREITO DOS EMPREGADOS DOMÉSTICOS Lei Complementar nº 150, de 1º de junho de 2015 -

Leia mais

RESUMO DE NOTÍCIAS. Sindicato dos Trabalhadores em Telecomunicações do Estado de São Paulo www.sintetel.org sintetel@sintetel.org.

RESUMO DE NOTÍCIAS. Sindicato dos Trabalhadores em Telecomunicações do Estado de São Paulo www.sintetel.org sintetel@sintetel.org. TELECOMUNICAÇÕES TÊM MAIOR PRODUTIVIDADE DO SETOR DE SERVIÇOS, DIZ IBGE A Pesquisa Anual de Serviços 2013, divulgada nesta quarta-feira, 23, pelo IBGE, apontou para um total de 1,2 milhão de empresas,

Leia mais

Informe Econômico N 3

Informe Econômico N 3 Conjuntura Econômica Gerente Legislativa: Sheila Tussi da Cunha Barbosa Analista Legislativa: Cláudia Fernanda Silva Almeida Assistente Administrativa: Quênia Adriana Camargo Ferreira Estagiário: Tharlen

Leia mais

Elas trabalham mais e ganham menos

Elas trabalham mais e ganham menos Estudo Elas trabalham mais e ganham menos Relatório da OIT mostra que, no período de um ano, as mulheres trabalham dez dias a mais que os homens Lídia Borges e Karina Ribeiro 20 de julho de 2012 (sexta-feira)

Leia mais

COMO SÃO DEFINIDOS OS 2. NOSSOS SALÁRIOS

COMO SÃO DEFINIDOS OS 2. NOSSOS SALÁRIOS COMO SÃO DEFINIDOS OS 2. NOSSOS SALÁRIOS Fazendo uma analogia, podemos afirmar que salário é um preço pago pelo trabalho realizado, assim como se paga um preço por qualquer mercadoria na praça. A força

Leia mais

Glossário Termos técnicos utilizados

Glossário Termos técnicos utilizados BALANÇA COMERCIAL BENEFÍCIOS DA PREVIDÊNCIA SOCIAL BENS DE CAPITAL BENS DE CONSUMO (DURÁVEIS/NÃO DURÁVEIS) BENS INTERMEDIÁRIOS CAPACIDADE INSTALADA Apresentação do valor das exportações e importações de

Leia mais

INSTITUIÇÕES DE DIREITO PUBLICO E PRIVADO MÓDULO 18 COMPETÊNCIA

INSTITUIÇÕES DE DIREITO PUBLICO E PRIVADO MÓDULO 18 COMPETÊNCIA INSTITUIÇÕES DE DIREITO PUBLICO E PRIVADO MÓDULO 18 COMPETÊNCIA Índice 1. Competência...3 1.1. Critérios Objetivos... 3 1.1.1. Critérios Subjetivos... 4 1.1.2. Competência Territorial... 4 2. Dos Processos...4

Leia mais

Previdência Complementar do servidor em perguntas e respostas

Previdência Complementar do servidor em perguntas e respostas Previdência Complementar do servidor em perguntas e respostas Por Antônio Augusto de Queiroz - Jornalista, analista político e diretor de Documentação do Diap Com o propósito de esclarecer algumas dúvidas

Leia mais

Boletim de Conjuntura Econômica Dezembro 2008

Boletim de Conjuntura Econômica Dezembro 2008 Boletim de Conjuntura Econômica Dezembro 2008 Crise Mundo Os EUA e a Europa passam por um forte processo de desaceleração economica com indicios de recessão e deflação um claro sinal de que a crise chegou

Leia mais

C L I P P I N G DATA: 04.11.2015

C L I P P I N G DATA: 04.11.2015 C L I P P I N G DATA: 04.11.2015 DESTAQUE SINDESP/DF participa do Sicomércio 2015 no Rio de Janeiro Durante três dias, líderes da representação sindical dos empresários do comércio e serviços de todo o

Leia mais

C L I P P I N G DATA: 26.11.2015

C L I P P I N G DATA: 26.11.2015 C L I P P I N G DATA: 26.11.2015 GFIP: PL nº 7.512/2014 é aprovado por unanimidade na Câmara O Projeto de Lei nº 7512/2014, o qual prevê a anistia de dívidas tributárias referentes à Guia de Recolhimento

Leia mais

VI Exame OAB 2ª FASE Padrão de correção Direito do Trabalho

VI Exame OAB 2ª FASE Padrão de correção Direito do Trabalho VI Exame OAB 2ª FASE Padrão de correção Direito do Trabalho Peça 1) Estrutura inicial O examinando deve elaborar uma contestação, indicando o fundamento legal (artigo 847 da CLT ou artigo 300 do CPC),

Leia mais

CLÁUSULA TERCEIRA VALE TRANSPORTE

CLÁUSULA TERCEIRA VALE TRANSPORTE CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2005/2006 PELO PRESENTE INSTRUMENTO DE CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO DE UM LADO O SINDICATO DOS TRABALHADORES EM EMPRESAS DE RÁDIODIFUSÃO DO ESTADO DO PARANÁ, A SEGUIR DENOMINADO

Leia mais

O Feirão DA SUA CASA.

O Feirão DA SUA CASA. O Feirão DA SUA CASA. Tudo o que você queria saber sobre o financiamento da CAIXA para comprar, construir ou reformar sua casa. E tudo sobre o Programa Minha Casa Minha Vida para quem ganha até R$ 4.900,00.

Leia mais

CARTILHA PARA EMPREGADORES E TRABALHADORES DIREITOS E DEVERES COM A PEC DAS DOMÉSTICAS

CARTILHA PARA EMPREGADORES E TRABALHADORES DIREITOS E DEVERES COM A PEC DAS DOMÉSTICAS DESONERAÇÃO DA FOLHA DE PAGAMENTO DO EMPREGADOR DOMÉSTICO = MENOS DEMISSÕES E MAIS FORMALIDADE Dê seu voto em www.domesticalegal.org.br CARTILHA PARA EMPREGADORES E TRABALHADORES DIREITOS E DEVERES COM

Leia mais

A Rede de Proteção Social: fazer mais para quem precisa mais

A Rede de Proteção Social: fazer mais para quem precisa mais A Rede de Proteção Social: fazer mais para quem precisa mais 37,6 milhões de benefícios regulares para os mais pobres Ao lado dos programas sociais que se destinam a toda a sociedade, o Governo Federal

Leia mais

Auxiliar Jurídico. Módulo IV. Aula 01

Auxiliar Jurídico. Módulo IV. Aula 01 Auxiliar Jurídico Módulo IV Aula 01 1 CÁLCULOS TRABALHISTAS Neste módulo você irá aprender a realizar os cálculos de verbas rescisórias e Liquidação de Sentença. I. VERBAS RESCISÓRIAS Podemos entender

Leia mais

EMPREGADO DOMÉSTICO INOVAÇÕES LEGISLATIVAS DA LEI COMPLEMENTAR 150 CAPÍTULO I PRINCIPAIS EVOLUÇÕES LEGISLATIVAS A categoria dos empregados domésticos tem como principais regulamentações legislativas, por

Leia mais

Sugestão de Projeto de Lei de Municipalização das 30 Horas

Sugestão de Projeto de Lei de Municipalização das 30 Horas Sugestão de Projeto de Lei de Municipalização das 30 Horas Texto construído com base em diversos trabalhos acadêmicos, dados do Cofen, dados do Coren, Fórum Nacional das 30 horas, Aben e do artigo Jornada

Leia mais

Introdução. PIB varia 0,4% em relação ao 1º trimestre e chega a R$ 1,10 trilhão

Introdução. PIB varia 0,4% em relação ao 1º trimestre e chega a R$ 1,10 trilhão 16 a 31 de agosto de 2012 As principais informações da economia mundial, brasileira e baiana Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia Diretoria de Indicadores e Estatísticas Coordenação

Leia mais

Subsídios para elaboração do PPA Municipal

Subsídios para elaboração do PPA Municipal Município: São Luís / MA Apresentação Este Boletim de Informações Municipais tem o objetivo de apresentar um conjunto básico de indicadores acerca de características demográficas, econômicas, sociais e

Leia mais

O esocial e os desafios junto à fiscalização previdenciária, trabalhista e tributária. Necessidade de organização e consequências previsíveis.

O esocial e os desafios junto à fiscalização previdenciária, trabalhista e tributária. Necessidade de organização e consequências previsíveis. O esocial e os desafios junto à fiscalização previdenciária, trabalhista e tributária. Necessidade de organização e consequências previsíveis. Renan Cesco de Campos VIII Fórum de Relações Trabalhistas

Leia mais

A Expansão da Construção Civil e os Efeitos da Crise Internacional

A Expansão da Construção Civil e os Efeitos da Crise Internacional A Expansão da Construção Civil e os Efeitos da Crise Internacional Gráfico 1 Produção da construção civil e PIB Variações anuais % 1 8 6 4 2-2 -4 1999 2 21 22 23 24 25 26 27 28 Construção civil PIB A indústria

Leia mais

Desemprego, salário menor e inflação devem reduzir rendimento médio real

Desemprego, salário menor e inflação devem reduzir rendimento médio real Boletim 820/2015 Ano VII 26/08/2015 Desemprego, salário menor e inflação devem reduzir rendimento médio real Paralelamente, com a redução de produção e folha das firmas, deve crescer o número de pessoas

Leia mais

ANÁLISE CONJUNTURAL DA MULHER NO MERCADO DE TRABALHO CATARINENSE: 2012-2013

ANÁLISE CONJUNTURAL DA MULHER NO MERCADO DE TRABALHO CATARINENSE: 2012-2013 GOVERNO DO ESTADO DE SANTA CATARINA SECRETARIA DE ESTADO DA ASSISTÊNCIA SOCIAL, TRABALHO E HABITAÇÃO SST DIRETORIA DE TRABALHO E EMPREGO DITE COORDENAÇÃO ESTADUAL DO SISTEMA NACIONAL DE EMPREGO SINE SETOR

Leia mais

Petições Trabalhistas 3.0

Petições Trabalhistas 3.0 Contestações 1. Contestação - ação de cobrança de contribuição sindical 2. Contestação - ação rescisória trabalhista 3. Contestação - adicional de insalubridade - limpeza de banheiro - empresa 4. Contestação

Leia mais

COMPENSAÇÃO DE JORNADA DE TRABALHO

COMPENSAÇÃO DE JORNADA DE TRABALHO COMPENSAÇÃO DE JORNADA DE TRABALHO Câmara de Comércio e Indústria Japonesa do Brasil - São Paulo, Brasil - 31 de janeiro de 2013 CONCEITO A compensação da jornada de trabalho ocorre quando o empregado

Leia mais

Metalúrgica JORBA Indústria e Comércio Ltda. Av. Emilio Giaquinto, 177 Parque Novo Mundo São Paulo SP CEP: 02181-110 Fone/Fax: (55-11) 2632-2611

Metalúrgica JORBA Indústria e Comércio Ltda. Av. Emilio Giaquinto, 177 Parque Novo Mundo São Paulo SP CEP: 02181-110 Fone/Fax: (55-11) 2632-2611 Metalúrgica JORBA Indústria e Comércio Ltda. Av. Emilio Giaquinto, 177 Parque Novo Mundo São Paulo SP CEP: 02181-110 Fone/Fax: (55-11) 2632-2611 CNPJ: 61.460.077/0001-39 / INSCR: 105.657.106.110 Gestão

Leia mais

Presente ruim e futuro econômico desanimador para a construção civil

Presente ruim e futuro econômico desanimador para a construção civil CONFEDERAÇÃO NACIONAL DOS TRABALHADORES NAS INDÚSTRIAS DA CONSTRUÇÃO E DO MOBILIÁRIO RECONHECIDA NOS TERMOS DA LEGISLAÇÃO VIGENTE EM 16 DE SETEMBRO DE 2010 Estudo técnico Edição nº 17 outubro de 2014 Organização:

Leia mais

PARA ENTENDER O PROGRAMA DE PROTEÇÃO AO EMPREGO

PARA ENTENDER O PROGRAMA DE PROTEÇÃO AO EMPREGO PARA ENTENDER O PROGRAMA DE PROTEÇÃO AO EMPREGO 2 CSB - Central dos Sindicatos Brasileiros CUT - Central Única dos Trabalhadores Força Sindical NCST - Nova Central Sindical de Trabalhadores UGT - União

Leia mais

AVALIAÇÃO DO GOVERNO DESEMPENHO PESSOAL DA PRESIDENTE

AVALIAÇÃO DO GOVERNO DESEMPENHO PESSOAL DA PRESIDENTE Resultados da 128ª Pesquisa CNT/MDA Brasília, 21/07/2015 A 128ª Pesquisa CNT/MDA, realizada de 12 a 16 de julho de 2015 e divulgada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), mostra a avaliação dos

Leia mais

PLANO ESTADUAL DE ERRADICAÇÃO DO ALICIAMENTO E PREVENÇÃO AO TRABALHO ESCRAVO NO PIAUÍ

PLANO ESTADUAL DE ERRADICAÇÃO DO ALICIAMENTO E PREVENÇÃO AO TRABALHO ESCRAVO NO PIAUÍ PLANO ESTADUAL DE ERRADICAÇÃO DO ALICIAMENTO E PREVENÇÃO AO TRABALHO ESCRAVO NO PIAUÍ AÇÕES GERAIS: 1. NA ÁREA DA PREVENÇAO AÇÃO ESTRATÉGIA RESULTADOS EXECUÇAO ARTICULADOR PRAZO 1. Declarar a erradicação

Leia mais

CÂMARA DOS DEPUTADOS COMISSÃO DE VIAÇÃO E TRANSPORTES. (Do Sr. JÂNIO NATAL) Senhor Presidente,

CÂMARA DOS DEPUTADOS COMISSÃO DE VIAÇÃO E TRANSPORTES. (Do Sr. JÂNIO NATAL) Senhor Presidente, COMISSÃO DE VIAÇÃO E TRANSPORTES REQUERIMENTO N O, DE 2011 (Do Sr. JÂNIO NATAL) Requer a realização de Audiência Pública para debater questões relativas à aviação civil brasileira. Senhor Presidente, Requeiro,

Leia mais

GERAÇÃO DE EMPREGOS FORMAIS - JULHO/2015 1. Geração de Empregos no Brasil - Mercado de Trabalho Segue Demitindo

GERAÇÃO DE EMPREGOS FORMAIS - JULHO/2015 1. Geração de Empregos no Brasil - Mercado de Trabalho Segue Demitindo GERAÇÃO DE EMPREGOS FORMAIS - JULHO/215 1. Geração de Empregos no Brasil - Mercado de Trabalho Segue Demitindo O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) divulgou os dados do Cadastro Geral de Empregados

Leia mais

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2011/2012

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2011/2012 ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2011/2012 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: RJ000096/2012 DATA DE REGISTRO NO MTE: 18/01/2012 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR064426/2011 NÚMERO DO PROCESSO: 46215.042751/2011-40 DATA DO

Leia mais

AS CARACTERÍSTICAS DO TRABALHO DOMÉSTICO REMUNERADO NOS MERCADOS DE TRABALHO METROPOLITANOS

AS CARACTERÍSTICAS DO TRABALHO DOMÉSTICO REMUNERADO NOS MERCADOS DE TRABALHO METROPOLITANOS A MULHER NOS MERCADOS DE TRABALHO METROPOLITANOS MARÇO 2008 Especial - Abril 2011 AS CARACTERÍSTICAS DO TRABALHO DOMÉSTICO REMUNERADO NOS MERCADOS DE TRABALHO METROPOLITANOS Em homenagem ao Dia Nacional

Leia mais

S I N O P S E S I N D I C A L S E T E M B R O D E 2 0 0 6

S I N O P S E S I N D I C A L S E T E M B R O D E 2 0 0 6 S I N O P S E S I N D I C A L S E T E M B R O D E 2 0 0 6 ALIMENTAÇÃO. Com data-base em 1º de setembro, o Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Alimentação (Setor de Derivados de Milho e Soja), representando

Leia mais

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2014/2014

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2014/2014 CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2014/2014 SINDICATO DO COMÉRCIO VAREJISTA DE AUTOMÓVEIS E ACESSÓRIOS DE BELO HORIZONTE, CNPJ n. 17.265.893/0001-08, neste ato representado por seu Presidente, Sr. HELTON

Leia mais

PESQUISA DE JUROS. As taxas de juros das operações de crédito voltaram a ser elevadas em dezembro/2013 sendo esta a sétima elevação do ano.

PESQUISA DE JUROS. As taxas de juros das operações de crédito voltaram a ser elevadas em dezembro/2013 sendo esta a sétima elevação do ano. PESQUISA DE JUROS As taxas de juros das operações de crédito voltaram a ser elevadas em dezembro/2013 sendo esta a sétima elevação do ano. Esta elevação é reflexo da elevação da Taxa Básica de Juros (Selic)

Leia mais

CORRUPTO NÃO FAZ GREVE

CORRUPTO NÃO FAZ GREVE CORRUPTO NÃO FAZ GREVE Maria Lucia Fattorelli Coordenadora da Auditoria Cidadã da Dívida www.divida-auditoriacidada.org.br 27/2/2012 Será que os professores do setor público federal, estaduais e municipais

Leia mais

CONTRICOM REÚNE CONSELHO E DIRETORIA PARA DISCUTIR CRISE NA CONSTRUÇÃO

CONTRICOM REÚNE CONSELHO E DIRETORIA PARA DISCUTIR CRISE NA CONSTRUÇÃO BOLETIM 2 Brasília, 3 de novembro de 2015 CONTRICOM REÚNE CONSELHO E DIRETORIA PARA DISCUTIR CRISE NA CONSTRUÇÃO A diretoria da CONTRICOM realizará esta semana, entre os dias 5 e 6 de novembro, reunião

Leia mais

EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ FEDERAL DA VARA DA SEÇÃO JUDICIÁRIA DE BELÉM, ESTADO DO PARÁ. Peças de Informação nº 1.23.000.

EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ FEDERAL DA VARA DA SEÇÃO JUDICIÁRIA DE BELÉM, ESTADO DO PARÁ. Peças de Informação nº 1.23.000. EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ FEDERAL DA VARA DA SEÇÃO JUDICIÁRIA DE BELÉM, ESTADO DO PARÁ Peças de Informação nº 1.23.000.000059/2012-90 O MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL, no exercício da titularidade

Leia mais

Força de greves pode diminuir com evolução de canais de serviços on-line

Força de greves pode diminuir com evolução de canais de serviços on-line Boletim 853/2015 Ano VII 15/10/2015 Força de greves pode diminuir com evolução de canais de serviços on-line O impacto das novas plataformas deve ser maior no médio e longo prazo, principalmente com a

Leia mais

75,4. 1,95 mulher, PNAD/08) Taxa de analfabetismo (15 anos ou mais em %) 4,4% População urbana 5.066.324

75,4. 1,95 mulher, PNAD/08) Taxa de analfabetismo (15 anos ou mais em %) 4,4% População urbana 5.066.324 SEMINÁRIO ESTRUTURA E PROCESSO DA NEGOCIAÇÃO COLETIVA CONJUNTURA DO SETOR RURAL E MERCADODETRABALHOEMSANTA DE EM CATARINA CONTAG CARACTERÍSTICAS C C S GERAIS CARACTERÍSTICA GERAIS DE SANTA CATARINA Área

Leia mais

Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas

Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas BRASIL Junio 2011 Profa. Anita Kon PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO - PROGRAMA DE ESTUDOS PÓS- GRADUADOS

Leia mais

Em seu primeiro encontro, Conselhão discutirá política econômica

Em seu primeiro encontro, Conselhão discutirá política econômica BOLETIM 52 Brasília, 28 de janeiro de 2016 Em seu primeiro encontro, Conselhão discutirá política econômica A presidenta Dilma Rousseff escalou seus principais auxiliares da área econômica para discursar

Leia mais

Os males da terceirização

Os males da terceirização Boletim Econômico Edição nº 02 setembro de 2013 Organização: Maurício José Nunes Oliveira Assessor econômico Os males da terceirização 1 Introdução A terceirização instaurou uma nova dinâmica nas relações

Leia mais

CARTILHA DA LEI DE PROTEÇÃO AO TRABALHADOR TERCEIRIZADO

CARTILHA DA LEI DE PROTEÇÃO AO TRABALHADOR TERCEIRIZADO CARTILHA DA LEI DE PROTEÇÃO AO TRABALHADOR TERCEIRIZADO Mais segurança e benefícios para 40 milhões de brasileiros Chegou a vez do trabalhador terceirizado. Depois de nove anos de debates, negociações

Leia mais

CARTILHA DA LEI DE PROTEÇÃO AO TRABALHADOR TERCEIRIZADO

CARTILHA DA LEI DE PROTEÇÃO AO TRABALHADOR TERCEIRIZADO CARTILHA DA LEI DE PROTEÇÃO AO TRABALHADOR TERCEIRIZADO Mais segurança e benefícios para 40 milhões de brasileiros Chegou a vez do trabalhador terceirizado. Depois de nove anos de debates, negociações

Leia mais

Boletim Econômico. Federação Nacional dos Portuários. Sumário

Boletim Econômico. Federação Nacional dos Portuários. Sumário Boletim Econômico Federação Nacional dos Portuários Agosto de 2014 Sumário Indicadores de desenvolvimento brasileiro... 2 Emprego... 2 Reajuste dos salários e do salário mínimo... 3 Desigualdade Social

Leia mais

informa Trabalhista NOTÍCIAS Maio de 2014 SUSPENSÃO DE PRAZOS E EXPEDIENTE NA JUSTIÇA DO TRABALHO DURANTE A COPA DO MUNDO

informa Trabalhista NOTÍCIAS Maio de 2014 SUSPENSÃO DE PRAZOS E EXPEDIENTE NA JUSTIÇA DO TRABALHO DURANTE A COPA DO MUNDO Maio de 2014 informa Trabalhista Nesta edição: Notícias Alterações da legislação trabalhista e previdenciária Jurisprudência trabalhista e previdenciária Este Boletim é um informe destinado aos clientes

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa LEI Nº 11.620 DE 14 DE MAIO DE 2001. (publicada no DOE nº 91, de 15 de maio de 2001) Institui o Programa de Garantia

Leia mais

Informação de fato novo Pedido de prioridade no julgamento do feito

Informação de fato novo Pedido de prioridade no julgamento do feito EXMO. SR(A). JUIZ(A) FEDERAL DO TRABALHO DA 12ª VARA DO TRABALHO EM MANAUS-AM. Informação de fato novo Pedido de prioridade no julgamento do feito Processo nº 0001270-41.2013.5.11.0012 Autor: MINISTÉRIO

Leia mais

Manual da Aprendizagem

Manual da Aprendizagem Manual da Aprendizagem Preparado pelo Centro Social Betesda (CSB) INTRODUÇÃO Aprendizagem é uma ação promovida para incentivar a aplicação prática da Lei 10.097, que regulariza o trabalho de adolescentes

Leia mais

PESQUISA DE JUROS. As taxas de juros das operações de crédito apresentaram em agosto/2014 comportamentos distintos.

PESQUISA DE JUROS. As taxas de juros das operações de crédito apresentaram em agosto/2014 comportamentos distintos. PESQUISA DE JUROS As taxas de juros das operações de crédito apresentaram em agosto/2014 comportamentos distintos. Na pessoa física as taxas de juros tiveram uma pequena elevação sendo esta a décima quinta

Leia mais

RECENTES DÚVIDAS DO REGIME PRÓPRIO FORMULADAS PELOS SERVIDORES DE AMERICANA - PROFESSORES

RECENTES DÚVIDAS DO REGIME PRÓPRIO FORMULADAS PELOS SERVIDORES DE AMERICANA - PROFESSORES RECENTES DÚVIDAS DO REGIME PRÓPRIO FORMULADAS PELOS SERVIDORES DE AMERICANA - PROFESSORES 1) Já completei 25 anos como professora em sala de aula, tenho hoje 45 anos de idade, com esta idade vou aposentar

Leia mais

RELATÓRIO. Outubro 2015. Ano 03-10

RELATÓRIO. Outubro 2015. Ano 03-10 RELATÓRIO Outubro 2015 Ano 03-10 APOIO: - CENTRO DE INFORMAÇÕES SOCIOECONÔMICAS FACISA Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas ÍNDICE DE CONFIANÇA EMPRESARIAL (ICE) ÍNDICE DE PREÇOS AO CONSUMIDOR DE SINOP

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca ASSINATURA DO SEGURO-DESEMPREGO E

Leia mais

LUCIENI PEREIRA Auditora Federal de Controle Externo do TCU Professora de Gestão Fiscal Presidente da ANTC Diretora da CNSP

LUCIENI PEREIRA Auditora Federal de Controle Externo do TCU Professora de Gestão Fiscal Presidente da ANTC Diretora da CNSP LUCIENI PEREIRA Auditora Federal de Controle Externo do TCU Professora de Gestão Fiscal Presidente da ANTC Diretora da CNSP Fortaleza, 25 de novembro de 2015 combate à corrupção na gestão dos serviços

Leia mais

Pequenos Negócios no Brasil. Especialistas em pequenos negócios / 0800 570 0800 / sebrae.com.br

Pequenos Negócios no Brasil. Especialistas em pequenos negócios / 0800 570 0800 / sebrae.com.br Pequenos Negócios no Brasil Pequenos Negócios no Brasil Clique no título para acessar o conteúdo, ou navegue pela apresentação completa Categorias de pequenos negócios no Brasil Micro e pequenas empresas

Leia mais

Taxas de juros das operações de crédito têm terceira elevação no ano, constata ANEFAC

Taxas de juros das operações de crédito têm terceira elevação no ano, constata ANEFAC Taxas de juros das operações de crédito têm terceira elevação no ano, constata ANEFAC Todas as linhas de crédito para pessoas jurídicas subiram. Para pessoas físicas, houve aumento nos juros do comércio,

Leia mais

DA IDENTIFICAÇÃO PROFISSIONAL

DA IDENTIFICAÇÃO PROFISSIONAL DA IDENTIFICAÇÃO PROFISSIONAL * Da Carteira de Trabalho e Previdência Social Art. 13 - A Carteira de Trabalho e Previdência Social é obrigatória para o exercício de qualquer emprego, inclusive de natureza

Leia mais