MANUAL PARA ATIVIDADES

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1 DNIT Publicação IPR MANUAL PARA ATIVIDADES AMBIENTAIS RODOVIÁRIAS 2006 MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRA-ESTRUTURA DE TRANSPORTES DIRETORIA DE PLANEJAMENTO E PESQUISA COORDENAÇÃO GERAL DE ESTUDOS E PESQUISA INSTITUTO DE PESQUISAS RODOVIÁRIAS

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3 MANUAL PARA ATIVIDADES AMBIENTAIS RODOVIÁRIAS

4 REVISÃO Engesur Consultoria e Estudos Técnicos Ltda EQUIPE TÉCNICA: Eng Albino Pereira Martins (Responsável Técnico) Eng Francisco José Robalinho de Barros (Responsável Técnico) Eng José Luis Mattos de Britto Pereira (Coordenador) Eng Zomar Antonio Trinta (Supervisor) Eng Alayr Malta Falcão (Consultor) Engº Alvimar Mattos de Paiva (Consultor) Téc Karen Fernandes de Carvalho (Técnico em Informática) Téc Alexandre Martins Ramos (Técnico em Informática) Técª Célia de Lima Moraes Rosa (Técnica em Informática) COMISSÃO DE SUPERVISÃO: Eng Gabriel de Lucena Stuckert (DNIT / DPP / IPR) Eng Mirandir Dias da Silva (DNIT / DPP / IPR) Eng José Carlos Martins Barbosa (DNIT / DPP / IPR) Eng Elias Salomão Nigri (DNIT / DPP / IPR) COLABORADOR TÉCNICO: Engº Pedro Mansour (DNIT / DPP / IPR) Brasil. Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes. Diretoria de Planejamento e Pesquisa. Coordenação Geral de Estudos e Pesquisa. Instituto de Pesquisas Rodoviárias. Manual para atividades ambientais rodoviárias. - Rio de Janeiro, p. (IPR. Publ. 730). 1. Rodovias Aspectos ambientais - Manuais. I. Série. II. Título. Impresso no Brasil / Printed in Brazil

5 MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRA-ESTRUTURA DE TRANSPORTES DIRETORIA DE PLANEJAMENTO E PESQUISA COORDENAÇÃO GERAL DE ESTUDOS E PESQUISA INSTITUTO DE PESQUISAS RODOVIÁRIAS MANUAL PARA ATIVIDADES AMBIENTAIS RODOVIÁRIAS Rio de Janeiro 2006

6 MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRA-ESTRUTURA DE TRANSPORTES DIRETORIA DE PLANEJAMENTO E PESQUISA COORDENAÇÃO GERAL DE ESTUDOS E PESQUISA INSTITUTO DE PESQUISAS RODOVIÁRIAS Rodovia Presidente Dutra, Km 163, Vigário Geral Rio de Janeiro, , RJ Tel./ Fax: (21) : TÍTULO: MANUAL PARA ATIVIDADES AMBIENTAIS RODOVIÁRIAS Revisão: DNIT / Engesur Contrato: DNIT / Engesur PG 157/ Aprovado pela Diretoria Colegiada do DNIT em 06/03/2007.

7 APRESENTAÇÃO O Instituto de Pesquisas Rodoviárias (IPR) do Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (DNIT), em continuidade ao Programa de Revisão e Atualização de Normas e Manuais Técnicos no qual se insere a elaboração de novos instrumentos, vem apresentar à comunidade rodoviária e pesquisadores em geral o Manual para Atividades Ambientais Rodoviárias. Trata-se, portanto, da primeira versão de um documento, que, para efeitos históricos, pode estar inserido no chamado segundo estágio de um Programa de Elaboração e Aprimoramento do Instrumental de Meio Ambiente do DNIT, iniciado na década de 90. O seu objetivo é orientar os profissionais do ramo na escolha e na adoção de métodos e padrões para gerenciar as questões ambientais de empreendimentos rodoviários, respeitando a extensa legislação do setor, incorporando as novas tecnologias disponíveis e atendendo às limitações econômicas, sempre presentes. Deve ficar claro que não se trata de um instrumento normativo; seu objetivo principal é dar uma visão de conjunto à questão ambiental no meio rodoviário, mostrando os problemas existentes, os recursos disponíveis e as soluções que podem ser empregadas. Este Manual supre uma lacuna que o DNIT vinha sentindo já há algum tempo e, portanto, pode ser considerado um marco importante das interações do órgão com a problemática ambiental, por si só bastante evidente no transporte rodoviário. Sendo um documento inédito e passível de aperfeiçoamento, está aberto a críticas, comentários, sugestões e contribuições de usuários e leitores que poderão, a seu critério, entrar em contato com o IPR para os fins. Eng Chequer Jabour Chequer Coordenador do Instituto de Pesquisas Rodoviárias Endereço para correspondência: Instituto de Pesquisas Rodoviárias A/C Divisão de Capacitação Tecnológica Rodovia Presidente Dutra, Km 163, Centro Rodoviário, Vigário Geral, Rio de Janeiro CEP.: , RJ Tel./ Fax: (21)

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9 LISTA DE ILUSTRAÇÕES Figura 1 Matriz de Transportes Figura 2 VMD Volume Médio Diário de Tráfego Rede Federal Figura 3 Fluxograma dos Estudos Ambientais Figura 4 Avaliação do Sistema de Transporte Rodoviário Figura 5 Procedimentos Metodológicos para os Estudos Ambientais na Fase de Planejamento Figura 6 Procedimentos Metodológicos para a Integração das Ações Ambientais na Fase de Projeto Figura 7 Matriz de Leopold Figura 8 Ilustrações sobre Passivos Ambientais Figura 9 Índice de Prioridade Figura 10 Fluxograma de Elaboração de Programas Ambientais Figura 11 Diagrama Síntese Figura 12 Licenciamento Ambiental de Empreendimentos Rodoviários Federais Fluxograma Geral do Processo Figura 13 Fluxograma do Processo de Licenciamento Simplificado Fase de Obtenção da LP Figura 14 Monitoramento Ambiental Fluxograma das Atividades Básicas Figura 15 Processo de Captura e Recaptura da Fauna para o Monitoramento Figura 16 Ilustrações da Técnica de Captura do Grupo de Mamíferos Terrícolas Figura 17 Detalhe do Arranjo das Placas para Obtenção de Pegadas Figura 18 Arranjo Geral do Mecanismo para Obtenção de Fotos de Animais nos Passa-bichos Figura 19 Processo Genérico de Auditoria Ambiental Planilha 1 Correspondência da Elaboração dos Estudos Ambientais com o Projeto de Engenharia Planilha 2 Programas Ambientais x Projeto de Engenharia Planilha 3 Listagem Representativa, a Título de Exemplo, de Transformações/Afetações (Impactos) ao Meio Ambiente, como Decorrência do Desenvolvimento de Atividades Rodoviárias Planilha 4 Caracterização do Segmento Rodoviário Planilha 5 Cadastro do Passivo Ambiental Grupo I Planilha 6 Cadastro do Passivo Ambiental Grupo II Planilha 7 Cadastro do Passivo Ambiental Grupo III Planilha 8 Cadastro do Passivo Ambiental Grupo IV Planilha 9 Alternativas de Soluções Tipo Planilha 10 Correlação Impactos/Programas Planilha 11 Modelo para Avaliação Sócio-econômica

10 Planilha 12 Moradores Planilha 13 Famílias Planilha 14 Domicílios Planilha 15 Plano de Auditoria Ambiental Interna para a Área de Emissões Atmosféricas Planilha 16 Relatório de Auditoria Ambiental Interna Tabela 1 Estágios de Gestão Ambiental Tabela 2 Matriz de Transportes Tabela 3 Principais Atividades e Aspectos Ambientais Tabela 4 Parâmetro de Avaliação Tabela 5 Valoração dos Parâmetros de Qualificação dos Impactos Tabela 6 Classificação da Significância dos Impactos Tabela 7 Distâncias de Isolamento e Evacuação Inicial (em metros) Tabela 8 Classificação dos Problemas Tabela 9 Qualificação Geológica Tabela 10 Gravidade da Situação Tabela 11 Classificação do Nível de Intervenção Tabela 12 Correlação com o PBA e os Programas Ambientais com as Diretrizes Tabela 13 Correlação entre Impactos Medidas Propostas e Programas Ambientais. 244 Tabela 14 Planejamento de Novos Segmentos Rodoviários Matriz de Diagnóstico e Identificação de Soluções para os Impactos Potenciais Tabela 15 Projeto de Engenharia de Novos Segmentos Rodoviários Matriz de Diagnóstico e Identificação de Soluções para os Impactos Tabela 16 Projeto de Empreendimento de Adequação de Capacidade Matriz de Diagnóstico e Identificação de Soluções para os Impactos Potenciais Tabela 17 Fase de Planejamento de Empreendimentos de Restauração Matriz de Diagnóstico e Identificação de Soluções a Adotar Tabela 18 Fase de Projeto de Empreendimentos de Restauração Matriz de Diagnóstico e Identificação de Soluções a Adotar Tabela 19 Principais Atividades e Aspectos Ambientais/Sub-Atividades Tabela 20 Providências Iniciais Procedimentos e Ações Ambientais na Fase de Obras Tabela 21 Serviços Preliminares Procedimentos e Ações Ambientais na Fase de Obras Tabela 22 Terraplenagem Procedimentos e Ações Ambientais na Fase de Obras 302 Tabela 23 Exploração de Materiais de Construção Procedimentos e Ações Ambientais na Fase de Obras Tabela 24 Pavimentação Procedimentos e Ações Ambientais na Fase de Obras Tabela 25 Drenagem e Obras-de-Arte Procedimentos e Ações Ambientais na Fase de Obras Tabela 26 Providências Finais Procedimentos e Ações Ambientais na Fase de Obras

11 Tabela 27 Fatores e Efeitos Ambientais na Fase Operacional Tabela 28 Meio Antrópico Procedimentos e Ações Ambientais na Fase de Operação Tabela 29 Meio Biótico Procedimentos e Ações Ambientais na Fase de Operação 322 Tabela 30 Meio Físico Procedimentos e Ações Ambientais na Fase de Operação 323 Tabela 31 Conservação de Rotina Procedimentos e Ações Ambientais na Fase de Operação Tabela 32 Sumário da Norma 070/2006-PRO Condicionantes Ambientais das Áreas de Usos de Obras Tabela 33 Síntese do Plano de Autocontrole nas Usinas de Asfalto Tabela 34 Monitoramento dos Recursos Hídricos Tabela 35 Fatores e Efeitos Ambientais na Fase Operacional Tabela 36 Grupos de Ruídos Tabela 37 Monitoramento na Fase de Operação Meio Antrópico Tabela 38 Monitoramento na Fase de Operação Meio Biótico Tabela 39 Monitoramento na Fase de Operação Meio Físico Tabela 40 Monitoramento na Fase de Operação Conservação de Rotina Tabela 41 Audiência Pública

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13 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO... 3 LISTA DE ILUSTRAÇÕES INTRODUÇÃO HISTÓRICOS DA QUESTÃO AMBIENTAL Evolução da Questão Ambiental no Mundo e no Brasil Evolução da Gestão Ambiental do Setor Rodoviário Federal LEGISLAÇÃO E DIRETRIZES AMBIENTAIS Escopo e Aplicação da Legislação Legislação Ambiental Normas e Diretrizes Ambientais COMPONENTE AMBIENTAL DE EMPREENDIMENTOS RODOVIÁRIOS Considerações Gerais sobre o Transporte Rodoviário Aspectos Gerais Ambientais dos Empreendimentos Rodoviários Aspectos da Interface do Projeto de Engenharia com os Estudos Ambientais Tipos de Empreendimentos Rodoviários Fases do Empreendimento Rodoviário Diagnóstico Ambiental de Empreendimentos Rodoviários Avaliação de Impactos Ambientais AIA Prognóstico Ambiental Recuperação de Passivos Ambientais Rodoviários Programas Ambientais GESTÃO AMBIENTAL RODOVIÁRIA Detalhamento das Atividades de Gerenciamento Ambiental de Empreendimentos Rodoviários Licenciamento Ambiental de Empreendimentos Rodoviários Monitoramento Ambiental Auditorias Ambientais Audiência Pública BIBLIOGRAFIA

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15 Manual Para Atividades Ambientais Rodoviárias INTRODUÇÃO

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17 Manual Para Atividades Ambientais Rodoviárias 13 1 INTRODUÇÃO A questão ambiental está contemplada na Constituição Federal promulgada em 1988, na qual é enfocada em nove artigos, dos quais o artigo 225 estabelece o seguinte: Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações. De outra parte, releva observar que o tratamento ambiental passou a se revestir da maior ênfase a partir da Lei Federal nº /81, promulgada, portanto, em época bem anterior ao advento da Constituição Federal. Referida Lei Federal nº /81, instituiu a Política Nacional de Meio Ambiente e criou a estrutura institucional/legal para sua implementação, definindo as responsabilidades das diversas entidades encarregadas de sua aplicação, e instituindo a obrigatoriedade do licenciamento ambiental de todas as atividades potencialmente causadoras de impacto, condicionada à apresentação de Estudo de Impacto Ambiental - EIA e de sua versão sintética, destinada ao público, denominada Relatório de Impacto Ambiental - RIMA. A partir desta Lei, em processo que se estende até a presente data, a Legislação Ambiental vem sendo consideravelmente ampliada (sempre com mutações significativas e ampliações consideráveis no quadro de demandas ambientais) e, presentemente, já se constitui em um vasto e amplamente diversificado elenco de instrumentos de cunho legal/regulamentador/normativo (compreendendo Leis, Decretos, Normas, Portarias e Resoluções) e que em seu conjunto buscam fornecer/alcançar de forma consolidada o embasamento técnico/jurídico de todos os fundamentos que definem/atendem à proteção do meio ambiente. Nota-se que alguns destes instrumentos normativos relacionados a determinados temas dizem respeito a diretrizes e modelos instituídos como produtos finais de trabalhos desenvolvidos por grupos de técnicos internacionais (representantes de várias nações) constituídos através de Protocolos e Convenções com a finalidade de deliberar sobre temas ambientais específicos. Referidas diretrizes e modelos refletem, assim, consensualmente, posições e tendências universais as quais o Brasil, na qualidade de signatário de tais Acordos e Convenções, deve considerar e assumir. Referidos dispositivos legais particularmente a Lei nº /81, conduziram à obrigatoriedade da incorporação, ao Projeto de Engenharia Rodoviária, da variável ambiental traduzida, em termos práticos, pela definição de um tratamento ambiental a ser implementado/implantado, com a finalidade de promover, principalmente, a eliminação/mitigação/compensação de impactos ambientais negativos, suscetíveis de ocorrer, em toda a sua abrangência, como decorrência de processo construtivo ou da operação da via. Nota-se, outrossim, que para a definição precisa do tratamento ambiental, há que se lidar com um universo extremamente vasto e diversificado de demandas/condicionamentos, correlacionados com a previsibilidade dos impactos ambientais situação esta cuja etapa da identificação/avaliação envolve, com freqüência, alta subjetividade e sendo certo ainda

18 Manual Para Atividades Ambientais Rodoviárias 14 que, no conjunto de demandas, em geral legítimas e transparentes, relacionadas com o meio físico e o meio biótico se infiltram, a titulo de atendimento à demanda antrópica, pleitos da legitimidade bastante discutível, patrocinados e/ou defendidos por grupos oportunistas. Considerando o exposto e buscando disciplinar e sistematizar o processo, tendo sempre em mente que as premissas ditadas pelo desenvolvimento sustentável devem se harmonizar de forma equilibrada com os preceitos de otimização técnico-econômica que presidem a concepção do empreendimento público em geral, o DNIT vem desenvolvendo desde a 2ª metade da década de 80, intenso Programa de Confecção/Ampliação/Aprimoramento de seu instrumental técnico/normativo de cunho ambiental Programa este que face às particularidades e à complexidade do tema ambiental e às circunstâncias expostas, somente alcançará plenitude desejável a médio/longo prazo comportando, portanto, o atendimento a metas parciais e em estágios sucessivos. Assim é que, em um 1º estágio, compreendendo o desenvolvimento de uma gama considerável de estudos ambientais específicos, adequação de normas, realização de cursos e atividades de cunho ambiental e afins, veio a se consubstanciar no ano de 1996, em termos efetivos, o marco inicial do elenco normativo ambiental do DNIT, com a edição, de forma consentânea com o estado da arte então vigente para o tema, da seguinte documentação: Corpo Normativo Ambiental para Empreendimentos Rodoviários; Manual Rodoviário de Conservação, Monitoração e Controle Ambientais; Manual para Ordenamento do Uso do Solo nas Faixas de Domínio e Lindeiras das Rodovias Federais; Instruções de Proteção Ambiental das Faixas de Domínio e Lindeiras das Rodovias Federais. Em seqüência, dando continuidade aos trabalhos o DNIT, para prover o gerenciamento e controle, de forma abrangente, das questões ambientais rodoviárias, veio a desenvolver um sistema de informações, operado via internet, denominado SAGARF Sistema de Apoio à Gestão Ambiental Rodoviária Federal, disponibilizando, inclusive, instrumentos necessários às atividades de fiscalização e de auditoria do Sistema de Gestão Ambiental SGA e um banco de dados com toda legislação pertinente e recursos para sua atualização sistemática. O respectivo manual de operação do sistema teve sua 1ª versão lançada em junho de Após este 1º estágio, ante os fluxos constantes (na forma das circunstâncias mencionadas) de novos dispositivos legal-institucionais emanados dos Órgãos Ambientais, veio a ser cumprido pelo DNIT, no período 2005/2006, o 2º estágio da Programação, com a edição de um elenco de documentos, conforme listagem constante ao final deste Capítulo e no qual se inclui o Manual para Atividades Ambientais Rodoviárias. Objetiva o Manual para Atividades Ambientais Rodoviárias, enfocado neste documento, instruir de forma prática os técnicos rodoviários no manuseio das questões ambientais

19 Manual Para Atividades Ambientais Rodoviárias 15 pertinentes ao setor que militam, de modo a administrar ou gerenciar os aspectos ambientais do empreendimento rodoviário, conformando-os à observância rigorosa da legislação ambiental em harmonia com a dinâmica técnica da engenharia moderna e os preceitos de otimização econômica. Nesta 1ª versão o Manual, para atender às suas finalidades, ante um tema extremamente diversificado e de reconhecidamente alta complexidade, apresenta estrutura temática suficientemente abrangente, estando desenvolvido de forma compatível e equilibrada em termos de concisão e de grau de detalhamento. Após discorrer sobre os tópicos de natureza histórica, legal e institucional, o Manual se detém na abordagem dos aspectos metodológicos, cobrindo toda a gama das atividades inerentes ao tratamento ambiental propriamente dito e privilegiando os critérios e as práticas que, de uma forma geral, vêm sendo ordinariamente aplicados pelo DNIT no trato da questão ambiental. No tocante a determinados tópicos já contemplados, em detalhes, em documentos outros integrantes do acervo técnico do DNIT o Manual, após breves considerações sobre o tópico, se reporta ao documento específico correspondente (conforme listagem constante na Nota ao final desta Introdução). Cabe ainda aqui menção a dois outros tópicos, a seguir listados, os quais, muito embora digam respeito a práticas ainda não devidamente disseminadas no DNIT, mereceram enfoque especial no âmbito do Manual, na medida em que se evidenciam a necessidade e a conveniência das respectivas adoções a curto prazo: O processo de Licenciamento Ambiental Simplificado que ante particularidades do empreendimento e, de conformidade com a posição do IBAMA, deverá ser acionado, objetivando a agilização do processo. A implementação sistemática de forma regular de Auditorias Ambientais Internas, de modo a assegurar a eficácia continuada do SGA Sistema de Gestão Ambiental. Vários temas relevantes foram abordados no Manual, por exemplo, a demonstração da competência do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis IBAMA para proceder ao licenciamento ambiental dos empreendimentos rodoviários federais, configurada com fulcro em dispositivos legais vigentes e na abrangência regional e/ou internacional dos impactos da fase de operação. Acrescente-se ainda que o Manual, a par de estar apto a exercer suas funções orientadoras para o desenvolvimento ordinário das atividades inerentes ao tema, se constitui ainda, face aos atributos focalizados, na ferramenta adequada para municiar processos de Treinamento do Pessoal cuja respectiva 1ª clientela será a Equipe Técnica do DNIT. Cumpre, por fim, enfatizar que este Manual, estando inserido na dinâmica da engenharia rodoviária e ambiental, há que se submeter às alterações e atualizações periódicas, necessárias para acompanhamento das evoluções tecnológicas e os novos conceitos ambientais, que surgirão, bem como, para atender e/ou se adequar aos eventos supervenientes, que certamente ocorrerão ao longo do tempo.

20 Manual Para Atividades Ambientais Rodoviárias 16 No tocante ao desenvolvimento temático do Manual, para atender aos seus objetivos, além deste Capítulo 1 Introdução, o documento está estruturado em 4 capítulos, na forma que se segue: Os Capítulos 2 e 3 contêm os aparatos de cunho histórico e institucional, destinados a eventual consulta e observado o seguinte: O Capítulo 2 Históricos da Questão Ambiental efetiva o registro da evolução da questão ambiental a nível mundial e se detém, no caso do Brasil, na legislação ambiental federal e na evolução da questão ambiental do setor rodoviário federal. O Capítulo 3 Legislação e Diretrizes Ambientais enfoca o escopo e aplicação da legislação ambiental em seus aspectos relevantes e as Normas e Diretrizes Ambientais em seus tópicos de maior significância para o tema. Os Capítulos 4 e 5 compõem o conteúdo técnico propriamente dito do Manual, observada a seguinte configuração: O Capítulo 4 Componente Ambiental de Empreendimentos Rodoviários trata inicialmente os seguintes tópicos: Considerações Gerais sobre o Transporte Rodoviário, Aspectos Gerais Ambientais dos Empreendimentos Rodoviários, Aspectos da Interface do Projeto de Engenharia com os Estudos Ambientais, Tipos de Empreendimentos Rodoviários, Fases do Empreendimento Rodoviário e Diagnóstico Ambiental de Empreendimentos Rodoviários e, em seqüência aborda os temas: Avaliação dos Impactos Ambientais AIA, Prognóstico Ambiental, Recuperação de Passivos Ambientais Rodoviários e Programas Ambientais. O Capítulo 5 Gestão Ambiental Rodoviária, após efetivar Considerações Gerais sobre a gestão ambiental, discorre sobre os seguintes títulos: Detalhamento das Atividades de Gerenciamento Ambiental de Empreendimentos Rodoviários, Licenciamento Ambiental de Empreendimentos Rodoviários, Monitoramento Ambiental, Auditorias Ambientais e Audiência Pública. NOTA: Neste 2º estágio da confecção do Instrumental Técnico Normativo Ambiental foi editada a documentação a seguir listada, cuja consulta é entendida como indispensável no manuseio ordinário do Manual. Documentação em 1ª Edição: Manual para Atividades Ambientais Rodoviárias Edição Diretrizes Básicas para Elaboração de Estudos e Programas Ambientais Rodoviários DNIT 070/2006-PRO Condicionantes ambientais das áreas de uso de obras Procedimento. DNIT 071/2006-ES Tratamento ambiental de áreas de uso de obras e do passivo ambiental de áreas consideradas planas ou de pouca declividade por vegetação herbácea - Especificação de Serviço. DNIT 072/2006-ES Tratamento ambiental de áreas de uso de obras e do passivo ambiental de áreas íngremes ou de difícil acesso pelo processo de revegetação herbácea - Especificação de Serviço.

21 Manual Para Atividades Ambientais Rodoviárias 17 DNIT 073/2006-ES Tratamento ambiental de áreas de uso de obras e do passivo ambiental de áreas consideradas planas ou de pouca declividade por revegetação arbórea e arbustiva - Especificação de Serviço. DNIT 074/2006-ES Tratamento ambiental de taludes e encostas por intermédio de dispositivos de controle de processos erosivos Especificação de Serviço. DNIT 075/2006-ES Tratamento ambiental de taludes com solos inconsistentes Especificação de Serviço. DNIT 076/2006-ES Tratamento ambiental acústico das áreas lindeiras da faixa de domínio Especificação de Serviço. DNIT 077/2006-ES Cerca viva ou de tela para proteção da fauna Especificação de Serviço. DNIT 078/2006-PRO Condicionantes ambientais pertinentes à segurança rodoviária na fase de obras Procedimento. Glossário de Termos Técnicos Ambientais Rodoviários Edição Documentação em 2ª Edição (Atualização da documentação editada em 1996): Manual Rodoviário de Conservação, Monitoramento e Controle Ambientais Edição Manual para Ordenamento do Uso do Solo nas Faixas de Domínio e Lindeiras das Rodovias Federais Edição Instruções de Proteção Ambiental das Faixas de Domínio e Lindeiras das Rodovias Federais Edição * Conforme se verifica, o documento Corpo Normativo Ambiental para Empreendimentos Rodoviários (editado também em 1996), não foi objeto de atualização formal, tendo sido seu conteúdo, devidamente revisado, incorporado ao Manual para Atividades Ambientais Rodoviárias e às Diretrizes Básicas para Elaboração de Estudos e Programas Ambientais Rodoviários.

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23 Manual Para Atividades Ambientais Rodoviárias 19 2 HISTÓRICOS DA QUESTÃO AMBIENTAL

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25 Manual Para Atividades Ambientais Rodoviárias 21 2 HISTÓRICOS DA QUESTÃO AMBIENTAL 2.1 EVOLUÇÃO DA QUESTÃO AMBIENTAL NO MUNDO E NO BRASIL Evolução da consciência ambiental no mundo O século XX foi marcado por duas grandes guerras, que exigiram das sociedades conflitantes e de seus aliados grandes esforços no sentido tecnológico de produção industrial bélica, de produção de alimentos, bens e serviços, etc. Todo este esforço continuou no período após guerra, aproveitando-se a capacidade industrial instalada e buscando-se a melhoria de qualidade de vida, através da geração de bens de consumo nos diversos setores produtivos. Este ambiente conturbado se processa dentro de um ciclo ascensional da população humana, que vem se duplicando em períodos de tempos cada vez menores, atualmente da ordem de seis bilhões de habitantes, e cuja satisfação é exigente de bens e serviços cada vez maiores, tendo como origem e sustentação os recursos naturais e o ecossistema que os suporta, entretanto, conhecidos como escassos e finitos. A humanidade experimentou, praticamente nestes dois últimos séculos, três ondas evolutivas: a agrária, a industrial e a da informação, as quais se processaram com grandes velocidades. O atual ciclo de desenvolvimento, gerado pela superposição das ondas evolutivas e mantidas as taxas de crescimento global (econômico e social), determinarão forte pressão sobre os meios de produção, em especial para energia, alimentação, bem estar físico e social, etc. Sendo a fonte de energia e bens materiais de limitada capacidade de suporte, houve a necessidade de se analisar os processos produtivos, criando-se a consciência ambiental, através do conceito de auto-sustentação ambiental para os mesmos. Esta análise e avaliação dos processos produtivos em função dos recursos naturais que os sustentam, se procedeu através do controle das atividades, produtos e serviços e das transformações ambientais resultantes do fornecimento da matéria prima necessária e do manuseio dos produtos e descartes gerados no processo produtivo. Estes descartes são constituídos por resíduos sólidos dispostos na superfície do solo, resíduos líquidos desaguados no sistema de drenagem natural e os gasosos na atmosfera, gerando a degradação e a poluição nestes três componentes ambientais. A consciência ambiental da humanidade surge como autodefesa para o desequilíbrio que se antevê, devido às curvas exponenciais do aumento populacional e a capacidade da produção de bens e serviços, exaurindo com rapidez os recursos naturais, reconhecidamente finitos. Este desequilíbrio se fez sentir nos acidentes ambientais de grandes proporções ocorridos, tais como, em Bohpal (Índia) onde um vazamento de gás tóxico (Union Carbide) resultou na morte de pessoas; no Mar do Norte (costa do Alaska), o vazamento de óleo do navio Exxon Valdez da ESSO resultou em danos ambientais

26 Manual Para Atividades Ambientais Rodoviárias 22 significativos na natureza; em Chernobyl, na Ucrânia, o acidente em usina nuclear causou a morte de uma população razoável e conseqüências desastrosas para a saúde dos que se salvaram. No Japão, a Baía de Minamata foi contaminada com mercúrio proveniente de uma indústria química; no Brasil, aconteceu o acidente com a cápsula do Césio em Goiânia; nos Estados Unidos, em Virgínia (Hopewell), a empresa Allied Chemical Corporation, em sua unidade Life Science Product s Kefone, ocorreu uma intoxicação de seus funcionários com mortes, devido à produção de pesticidas. Em conseqüência do risco ambiental iminente, um grupo de cientistas, chamado Clube de Roma, alertou à comunidade científica dos riscos de um crescimento econômico contínuo, com base nos recursos materiais esgotáveis, elaborando um relatório denominado LIMITES DO CRESCIMENTO (publicado em 1972), através de modelos matemáticos. Este documento foi o sinal de alerta, para conscientizar a sociedade para os limites dos recursos materiais do planeta. Uma série de acidentes nas indústrias químicas provocou no Canadá a elaboração pela Canadian Chemical Producer Association (CCPA), em 1984, de um programa de Atuação Responsável de seus associados, concernente a procedimentos com a segurança ambiental. Nos Estados Unidos os agentes do desequilíbrio dos ecossistemas começaram a atingir índices alarmantes, provocando a mobilização da opinião pública e levando o governo americano a promulgar, em 1969, o "National Environmental Policy Act - NEPA" (Lei nº 91/190), que estabelece uma nova filosofia, de âmbito federal, no sentido de regulamentar todas as atividades que possam afetar os recursos naturais, impondo exigências gerais e específicas para todos os departamentos federais. O NEPA corresponde, no Brasil, à Política Nacional do Meio Ambiente, Lei nº 6938/1981. Em setembro de 1968, realizou-se na UNESCO, em Paris, importante conferência intergovernamental de especialistas, que em bases científicas promulgou a utilização racional e a conservação dos recursos da biosfera, tendo a participação de 238 delegados de 63 nações, 88 representantes de 6 organizações do sistema da ONU, além de representantes de órgãos oficiais e privados. Esta conferência preparou um relatório apresentado à Conferência Geral da UNESCO, em outubro de 1970, tendo motivado a criação de um "Conselho Internacional de Coordenação" com a participação de cientistas de 25 nações, que fundamentou a realização em junho de 1972, em Estocolmo, da "Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente". Esta Conferência Mundial sobre Meio Ambiente Humano e Desenvolvimento, estabeleceu o primeiro diálogo entre países ricos e pobres sobre as questões ambientais, retratadas pela poluição hídrica e atmosférica, as quais já atingiam níveis não aceitáveis para a saúde humana. Nesta Conferência, uma das comissões chefiada pela primeira Ministra Norueguesa Harlem Brundtland elaborou um documento relativo ao desenvolvimento sustentável, no qual se conceitua a harmonização entre desenvolvimento industrial e qualidade de vida das gerações presentes, constituindo-se um processo de transformação no qual a

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