MANUAL PARA ATIVIDADES

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "MANUAL PARA ATIVIDADES"

Transcrição

1 DNIT Publicação IPR MANUAL PARA ATIVIDADES AMBIENTAIS RODOVIÁRIAS 2006 MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRA-ESTRUTURA DE TRANSPORTES DIRETORIA DE PLANEJAMENTO E PESQUISA COORDENAÇÃO GERAL DE ESTUDOS E PESQUISA INSTITUTO DE PESQUISAS RODOVIÁRIAS

2

3 MANUAL PARA ATIVIDADES AMBIENTAIS RODOVIÁRIAS

4 REVISÃO Engesur Consultoria e Estudos Técnicos Ltda EQUIPE TÉCNICA: Eng Albino Pereira Martins (Responsável Técnico) Eng Francisco José Robalinho de Barros (Responsável Técnico) Eng José Luis Mattos de Britto Pereira (Coordenador) Eng Zomar Antonio Trinta (Supervisor) Eng Alayr Malta Falcão (Consultor) Engº Alvimar Mattos de Paiva (Consultor) Téc Karen Fernandes de Carvalho (Técnico em Informática) Téc Alexandre Martins Ramos (Técnico em Informática) Técª Célia de Lima Moraes Rosa (Técnica em Informática) COMISSÃO DE SUPERVISÃO: Eng Gabriel de Lucena Stuckert (DNIT / DPP / IPR) Eng Mirandir Dias da Silva (DNIT / DPP / IPR) Eng José Carlos Martins Barbosa (DNIT / DPP / IPR) Eng Elias Salomão Nigri (DNIT / DPP / IPR) COLABORADOR TÉCNICO: Engº Pedro Mansour (DNIT / DPP / IPR) Brasil. Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes. Diretoria de Planejamento e Pesquisa. Coordenação Geral de Estudos e Pesquisa. Instituto de Pesquisas Rodoviárias. Manual para atividades ambientais rodoviárias. - Rio de Janeiro, p. (IPR. Publ. 730). 1. Rodovias Aspectos ambientais - Manuais. I. Série. II. Título. Impresso no Brasil / Printed in Brazil

5 MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRA-ESTRUTURA DE TRANSPORTES DIRETORIA DE PLANEJAMENTO E PESQUISA COORDENAÇÃO GERAL DE ESTUDOS E PESQUISA INSTITUTO DE PESQUISAS RODOVIÁRIAS MANUAL PARA ATIVIDADES AMBIENTAIS RODOVIÁRIAS Rio de Janeiro 2006

6 MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRA-ESTRUTURA DE TRANSPORTES DIRETORIA DE PLANEJAMENTO E PESQUISA COORDENAÇÃO GERAL DE ESTUDOS E PESQUISA INSTITUTO DE PESQUISAS RODOVIÁRIAS Rodovia Presidente Dutra, Km 163, Vigário Geral Rio de Janeiro, , RJ Tel./ Fax: (21) : TÍTULO: MANUAL PARA ATIVIDADES AMBIENTAIS RODOVIÁRIAS Revisão: DNIT / Engesur Contrato: DNIT / Engesur PG 157/ Aprovado pela Diretoria Colegiada do DNIT em 06/03/2007.

7 APRESENTAÇÃO O Instituto de Pesquisas Rodoviárias (IPR) do Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (DNIT), em continuidade ao Programa de Revisão e Atualização de Normas e Manuais Técnicos no qual se insere a elaboração de novos instrumentos, vem apresentar à comunidade rodoviária e pesquisadores em geral o Manual para Atividades Ambientais Rodoviárias. Trata-se, portanto, da primeira versão de um documento, que, para efeitos históricos, pode estar inserido no chamado segundo estágio de um Programa de Elaboração e Aprimoramento do Instrumental de Meio Ambiente do DNIT, iniciado na década de 90. O seu objetivo é orientar os profissionais do ramo na escolha e na adoção de métodos e padrões para gerenciar as questões ambientais de empreendimentos rodoviários, respeitando a extensa legislação do setor, incorporando as novas tecnologias disponíveis e atendendo às limitações econômicas, sempre presentes. Deve ficar claro que não se trata de um instrumento normativo; seu objetivo principal é dar uma visão de conjunto à questão ambiental no meio rodoviário, mostrando os problemas existentes, os recursos disponíveis e as soluções que podem ser empregadas. Este Manual supre uma lacuna que o DNIT vinha sentindo já há algum tempo e, portanto, pode ser considerado um marco importante das interações do órgão com a problemática ambiental, por si só bastante evidente no transporte rodoviário. Sendo um documento inédito e passível de aperfeiçoamento, está aberto a críticas, comentários, sugestões e contribuições de usuários e leitores que poderão, a seu critério, entrar em contato com o IPR para os fins. Eng Chequer Jabour Chequer Coordenador do Instituto de Pesquisas Rodoviárias Endereço para correspondência: Instituto de Pesquisas Rodoviárias A/C Divisão de Capacitação Tecnológica Rodovia Presidente Dutra, Km 163, Centro Rodoviário, Vigário Geral, Rio de Janeiro CEP.: , RJ Tel./ Fax: (21)

8

9 LISTA DE ILUSTRAÇÕES Figura 1 Matriz de Transportes Figura 2 VMD Volume Médio Diário de Tráfego Rede Federal Figura 3 Fluxograma dos Estudos Ambientais Figura 4 Avaliação do Sistema de Transporte Rodoviário Figura 5 Procedimentos Metodológicos para os Estudos Ambientais na Fase de Planejamento Figura 6 Procedimentos Metodológicos para a Integração das Ações Ambientais na Fase de Projeto Figura 7 Matriz de Leopold Figura 8 Ilustrações sobre Passivos Ambientais Figura 9 Índice de Prioridade Figura 10 Fluxograma de Elaboração de Programas Ambientais Figura 11 Diagrama Síntese Figura 12 Licenciamento Ambiental de Empreendimentos Rodoviários Federais Fluxograma Geral do Processo Figura 13 Fluxograma do Processo de Licenciamento Simplificado Fase de Obtenção da LP Figura 14 Monitoramento Ambiental Fluxograma das Atividades Básicas Figura 15 Processo de Captura e Recaptura da Fauna para o Monitoramento Figura 16 Ilustrações da Técnica de Captura do Grupo de Mamíferos Terrícolas Figura 17 Detalhe do Arranjo das Placas para Obtenção de Pegadas Figura 18 Arranjo Geral do Mecanismo para Obtenção de Fotos de Animais nos Passa-bichos Figura 19 Processo Genérico de Auditoria Ambiental Planilha 1 Correspondência da Elaboração dos Estudos Ambientais com o Projeto de Engenharia Planilha 2 Programas Ambientais x Projeto de Engenharia Planilha 3 Listagem Representativa, a Título de Exemplo, de Transformações/Afetações (Impactos) ao Meio Ambiente, como Decorrência do Desenvolvimento de Atividades Rodoviárias Planilha 4 Caracterização do Segmento Rodoviário Planilha 5 Cadastro do Passivo Ambiental Grupo I Planilha 6 Cadastro do Passivo Ambiental Grupo II Planilha 7 Cadastro do Passivo Ambiental Grupo III Planilha 8 Cadastro do Passivo Ambiental Grupo IV Planilha 9 Alternativas de Soluções Tipo Planilha 10 Correlação Impactos/Programas Planilha 11 Modelo para Avaliação Sócio-econômica

10 Planilha 12 Moradores Planilha 13 Famílias Planilha 14 Domicílios Planilha 15 Plano de Auditoria Ambiental Interna para a Área de Emissões Atmosféricas Planilha 16 Relatório de Auditoria Ambiental Interna Tabela 1 Estágios de Gestão Ambiental Tabela 2 Matriz de Transportes Tabela 3 Principais Atividades e Aspectos Ambientais Tabela 4 Parâmetro de Avaliação Tabela 5 Valoração dos Parâmetros de Qualificação dos Impactos Tabela 6 Classificação da Significância dos Impactos Tabela 7 Distâncias de Isolamento e Evacuação Inicial (em metros) Tabela 8 Classificação dos Problemas Tabela 9 Qualificação Geológica Tabela 10 Gravidade da Situação Tabela 11 Classificação do Nível de Intervenção Tabela 12 Correlação com o PBA e os Programas Ambientais com as Diretrizes Tabela 13 Correlação entre Impactos Medidas Propostas e Programas Ambientais. 244 Tabela 14 Planejamento de Novos Segmentos Rodoviários Matriz de Diagnóstico e Identificação de Soluções para os Impactos Potenciais Tabela 15 Projeto de Engenharia de Novos Segmentos Rodoviários Matriz de Diagnóstico e Identificação de Soluções para os Impactos Tabela 16 Projeto de Empreendimento de Adequação de Capacidade Matriz de Diagnóstico e Identificação de Soluções para os Impactos Potenciais Tabela 17 Fase de Planejamento de Empreendimentos de Restauração Matriz de Diagnóstico e Identificação de Soluções a Adotar Tabela 18 Fase de Projeto de Empreendimentos de Restauração Matriz de Diagnóstico e Identificação de Soluções a Adotar Tabela 19 Principais Atividades e Aspectos Ambientais/Sub-Atividades Tabela 20 Providências Iniciais Procedimentos e Ações Ambientais na Fase de Obras Tabela 21 Serviços Preliminares Procedimentos e Ações Ambientais na Fase de Obras Tabela 22 Terraplenagem Procedimentos e Ações Ambientais na Fase de Obras 302 Tabela 23 Exploração de Materiais de Construção Procedimentos e Ações Ambientais na Fase de Obras Tabela 24 Pavimentação Procedimentos e Ações Ambientais na Fase de Obras Tabela 25 Drenagem e Obras-de-Arte Procedimentos e Ações Ambientais na Fase de Obras Tabela 26 Providências Finais Procedimentos e Ações Ambientais na Fase de Obras

11 Tabela 27 Fatores e Efeitos Ambientais na Fase Operacional Tabela 28 Meio Antrópico Procedimentos e Ações Ambientais na Fase de Operação Tabela 29 Meio Biótico Procedimentos e Ações Ambientais na Fase de Operação 322 Tabela 30 Meio Físico Procedimentos e Ações Ambientais na Fase de Operação 323 Tabela 31 Conservação de Rotina Procedimentos e Ações Ambientais na Fase de Operação Tabela 32 Sumário da Norma 070/2006-PRO Condicionantes Ambientais das Áreas de Usos de Obras Tabela 33 Síntese do Plano de Autocontrole nas Usinas de Asfalto Tabela 34 Monitoramento dos Recursos Hídricos Tabela 35 Fatores e Efeitos Ambientais na Fase Operacional Tabela 36 Grupos de Ruídos Tabela 37 Monitoramento na Fase de Operação Meio Antrópico Tabela 38 Monitoramento na Fase de Operação Meio Biótico Tabela 39 Monitoramento na Fase de Operação Meio Físico Tabela 40 Monitoramento na Fase de Operação Conservação de Rotina Tabela 41 Audiência Pública

12

13 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO... 3 LISTA DE ILUSTRAÇÕES INTRODUÇÃO HISTÓRICOS DA QUESTÃO AMBIENTAL Evolução da Questão Ambiental no Mundo e no Brasil Evolução da Gestão Ambiental do Setor Rodoviário Federal LEGISLAÇÃO E DIRETRIZES AMBIENTAIS Escopo e Aplicação da Legislação Legislação Ambiental Normas e Diretrizes Ambientais COMPONENTE AMBIENTAL DE EMPREENDIMENTOS RODOVIÁRIOS Considerações Gerais sobre o Transporte Rodoviário Aspectos Gerais Ambientais dos Empreendimentos Rodoviários Aspectos da Interface do Projeto de Engenharia com os Estudos Ambientais Tipos de Empreendimentos Rodoviários Fases do Empreendimento Rodoviário Diagnóstico Ambiental de Empreendimentos Rodoviários Avaliação de Impactos Ambientais AIA Prognóstico Ambiental Recuperação de Passivos Ambientais Rodoviários Programas Ambientais GESTÃO AMBIENTAL RODOVIÁRIA Detalhamento das Atividades de Gerenciamento Ambiental de Empreendimentos Rodoviários Licenciamento Ambiental de Empreendimentos Rodoviários Monitoramento Ambiental Auditorias Ambientais Audiência Pública BIBLIOGRAFIA

14

15 Manual Para Atividades Ambientais Rodoviárias INTRODUÇÃO

16

17 Manual Para Atividades Ambientais Rodoviárias 13 1 INTRODUÇÃO A questão ambiental está contemplada na Constituição Federal promulgada em 1988, na qual é enfocada em nove artigos, dos quais o artigo 225 estabelece o seguinte: Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações. De outra parte, releva observar que o tratamento ambiental passou a se revestir da maior ênfase a partir da Lei Federal nº /81, promulgada, portanto, em época bem anterior ao advento da Constituição Federal. Referida Lei Federal nº /81, instituiu a Política Nacional de Meio Ambiente e criou a estrutura institucional/legal para sua implementação, definindo as responsabilidades das diversas entidades encarregadas de sua aplicação, e instituindo a obrigatoriedade do licenciamento ambiental de todas as atividades potencialmente causadoras de impacto, condicionada à apresentação de Estudo de Impacto Ambiental - EIA e de sua versão sintética, destinada ao público, denominada Relatório de Impacto Ambiental - RIMA. A partir desta Lei, em processo que se estende até a presente data, a Legislação Ambiental vem sendo consideravelmente ampliada (sempre com mutações significativas e ampliações consideráveis no quadro de demandas ambientais) e, presentemente, já se constitui em um vasto e amplamente diversificado elenco de instrumentos de cunho legal/regulamentador/normativo (compreendendo Leis, Decretos, Normas, Portarias e Resoluções) e que em seu conjunto buscam fornecer/alcançar de forma consolidada o embasamento técnico/jurídico de todos os fundamentos que definem/atendem à proteção do meio ambiente. Nota-se que alguns destes instrumentos normativos relacionados a determinados temas dizem respeito a diretrizes e modelos instituídos como produtos finais de trabalhos desenvolvidos por grupos de técnicos internacionais (representantes de várias nações) constituídos através de Protocolos e Convenções com a finalidade de deliberar sobre temas ambientais específicos. Referidas diretrizes e modelos refletem, assim, consensualmente, posições e tendências universais as quais o Brasil, na qualidade de signatário de tais Acordos e Convenções, deve considerar e assumir. Referidos dispositivos legais particularmente a Lei nº /81, conduziram à obrigatoriedade da incorporação, ao Projeto de Engenharia Rodoviária, da variável ambiental traduzida, em termos práticos, pela definição de um tratamento ambiental a ser implementado/implantado, com a finalidade de promover, principalmente, a eliminação/mitigação/compensação de impactos ambientais negativos, suscetíveis de ocorrer, em toda a sua abrangência, como decorrência de processo construtivo ou da operação da via. Nota-se, outrossim, que para a definição precisa do tratamento ambiental, há que se lidar com um universo extremamente vasto e diversificado de demandas/condicionamentos, correlacionados com a previsibilidade dos impactos ambientais situação esta cuja etapa da identificação/avaliação envolve, com freqüência, alta subjetividade e sendo certo ainda

18 Manual Para Atividades Ambientais Rodoviárias 14 que, no conjunto de demandas, em geral legítimas e transparentes, relacionadas com o meio físico e o meio biótico se infiltram, a titulo de atendimento à demanda antrópica, pleitos da legitimidade bastante discutível, patrocinados e/ou defendidos por grupos oportunistas. Considerando o exposto e buscando disciplinar e sistematizar o processo, tendo sempre em mente que as premissas ditadas pelo desenvolvimento sustentável devem se harmonizar de forma equilibrada com os preceitos de otimização técnico-econômica que presidem a concepção do empreendimento público em geral, o DNIT vem desenvolvendo desde a 2ª metade da década de 80, intenso Programa de Confecção/Ampliação/Aprimoramento de seu instrumental técnico/normativo de cunho ambiental Programa este que face às particularidades e à complexidade do tema ambiental e às circunstâncias expostas, somente alcançará plenitude desejável a médio/longo prazo comportando, portanto, o atendimento a metas parciais e em estágios sucessivos. Assim é que, em um 1º estágio, compreendendo o desenvolvimento de uma gama considerável de estudos ambientais específicos, adequação de normas, realização de cursos e atividades de cunho ambiental e afins, veio a se consubstanciar no ano de 1996, em termos efetivos, o marco inicial do elenco normativo ambiental do DNIT, com a edição, de forma consentânea com o estado da arte então vigente para o tema, da seguinte documentação: Corpo Normativo Ambiental para Empreendimentos Rodoviários; Manual Rodoviário de Conservação, Monitoração e Controle Ambientais; Manual para Ordenamento do Uso do Solo nas Faixas de Domínio e Lindeiras das Rodovias Federais; Instruções de Proteção Ambiental das Faixas de Domínio e Lindeiras das Rodovias Federais. Em seqüência, dando continuidade aos trabalhos o DNIT, para prover o gerenciamento e controle, de forma abrangente, das questões ambientais rodoviárias, veio a desenvolver um sistema de informações, operado via internet, denominado SAGARF Sistema de Apoio à Gestão Ambiental Rodoviária Federal, disponibilizando, inclusive, instrumentos necessários às atividades de fiscalização e de auditoria do Sistema de Gestão Ambiental SGA e um banco de dados com toda legislação pertinente e recursos para sua atualização sistemática. O respectivo manual de operação do sistema teve sua 1ª versão lançada em junho de Após este 1º estágio, ante os fluxos constantes (na forma das circunstâncias mencionadas) de novos dispositivos legal-institucionais emanados dos Órgãos Ambientais, veio a ser cumprido pelo DNIT, no período 2005/2006, o 2º estágio da Programação, com a edição de um elenco de documentos, conforme listagem constante ao final deste Capítulo e no qual se inclui o Manual para Atividades Ambientais Rodoviárias. Objetiva o Manual para Atividades Ambientais Rodoviárias, enfocado neste documento, instruir de forma prática os técnicos rodoviários no manuseio das questões ambientais

19 Manual Para Atividades Ambientais Rodoviárias 15 pertinentes ao setor que militam, de modo a administrar ou gerenciar os aspectos ambientais do empreendimento rodoviário, conformando-os à observância rigorosa da legislação ambiental em harmonia com a dinâmica técnica da engenharia moderna e os preceitos de otimização econômica. Nesta 1ª versão o Manual, para atender às suas finalidades, ante um tema extremamente diversificado e de reconhecidamente alta complexidade, apresenta estrutura temática suficientemente abrangente, estando desenvolvido de forma compatível e equilibrada em termos de concisão e de grau de detalhamento. Após discorrer sobre os tópicos de natureza histórica, legal e institucional, o Manual se detém na abordagem dos aspectos metodológicos, cobrindo toda a gama das atividades inerentes ao tratamento ambiental propriamente dito e privilegiando os critérios e as práticas que, de uma forma geral, vêm sendo ordinariamente aplicados pelo DNIT no trato da questão ambiental. No tocante a determinados tópicos já contemplados, em detalhes, em documentos outros integrantes do acervo técnico do DNIT o Manual, após breves considerações sobre o tópico, se reporta ao documento específico correspondente (conforme listagem constante na Nota ao final desta Introdução). Cabe ainda aqui menção a dois outros tópicos, a seguir listados, os quais, muito embora digam respeito a práticas ainda não devidamente disseminadas no DNIT, mereceram enfoque especial no âmbito do Manual, na medida em que se evidenciam a necessidade e a conveniência das respectivas adoções a curto prazo: O processo de Licenciamento Ambiental Simplificado que ante particularidades do empreendimento e, de conformidade com a posição do IBAMA, deverá ser acionado, objetivando a agilização do processo. A implementação sistemática de forma regular de Auditorias Ambientais Internas, de modo a assegurar a eficácia continuada do SGA Sistema de Gestão Ambiental. Vários temas relevantes foram abordados no Manual, por exemplo, a demonstração da competência do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis IBAMA para proceder ao licenciamento ambiental dos empreendimentos rodoviários federais, configurada com fulcro em dispositivos legais vigentes e na abrangência regional e/ou internacional dos impactos da fase de operação. Acrescente-se ainda que o Manual, a par de estar apto a exercer suas funções orientadoras para o desenvolvimento ordinário das atividades inerentes ao tema, se constitui ainda, face aos atributos focalizados, na ferramenta adequada para municiar processos de Treinamento do Pessoal cuja respectiva 1ª clientela será a Equipe Técnica do DNIT. Cumpre, por fim, enfatizar que este Manual, estando inserido na dinâmica da engenharia rodoviária e ambiental, há que se submeter às alterações e atualizações periódicas, necessárias para acompanhamento das evoluções tecnológicas e os novos conceitos ambientais, que surgirão, bem como, para atender e/ou se adequar aos eventos supervenientes, que certamente ocorrerão ao longo do tempo.

20 Manual Para Atividades Ambientais Rodoviárias 16 No tocante ao desenvolvimento temático do Manual, para atender aos seus objetivos, além deste Capítulo 1 Introdução, o documento está estruturado em 4 capítulos, na forma que se segue: Os Capítulos 2 e 3 contêm os aparatos de cunho histórico e institucional, destinados a eventual consulta e observado o seguinte: O Capítulo 2 Históricos da Questão Ambiental efetiva o registro da evolução da questão ambiental a nível mundial e se detém, no caso do Brasil, na legislação ambiental federal e na evolução da questão ambiental do setor rodoviário federal. O Capítulo 3 Legislação e Diretrizes Ambientais enfoca o escopo e aplicação da legislação ambiental em seus aspectos relevantes e as Normas e Diretrizes Ambientais em seus tópicos de maior significância para o tema. Os Capítulos 4 e 5 compõem o conteúdo técnico propriamente dito do Manual, observada a seguinte configuração: O Capítulo 4 Componente Ambiental de Empreendimentos Rodoviários trata inicialmente os seguintes tópicos: Considerações Gerais sobre o Transporte Rodoviário, Aspectos Gerais Ambientais dos Empreendimentos Rodoviários, Aspectos da Interface do Projeto de Engenharia com os Estudos Ambientais, Tipos de Empreendimentos Rodoviários, Fases do Empreendimento Rodoviário e Diagnóstico Ambiental de Empreendimentos Rodoviários e, em seqüência aborda os temas: Avaliação dos Impactos Ambientais AIA, Prognóstico Ambiental, Recuperação de Passivos Ambientais Rodoviários e Programas Ambientais. O Capítulo 5 Gestão Ambiental Rodoviária, após efetivar Considerações Gerais sobre a gestão ambiental, discorre sobre os seguintes títulos: Detalhamento das Atividades de Gerenciamento Ambiental de Empreendimentos Rodoviários, Licenciamento Ambiental de Empreendimentos Rodoviários, Monitoramento Ambiental, Auditorias Ambientais e Audiência Pública. NOTA: Neste 2º estágio da confecção do Instrumental Técnico Normativo Ambiental foi editada a documentação a seguir listada, cuja consulta é entendida como indispensável no manuseio ordinário do Manual. Documentação em 1ª Edição: Manual para Atividades Ambientais Rodoviárias Edição Diretrizes Básicas para Elaboração de Estudos e Programas Ambientais Rodoviários DNIT 070/2006-PRO Condicionantes ambientais das áreas de uso de obras Procedimento. DNIT 071/2006-ES Tratamento ambiental de áreas de uso de obras e do passivo ambiental de áreas consideradas planas ou de pouca declividade por vegetação herbácea - Especificação de Serviço. DNIT 072/2006-ES Tratamento ambiental de áreas de uso de obras e do passivo ambiental de áreas íngremes ou de difícil acesso pelo processo de revegetação herbácea - Especificação de Serviço.

21 Manual Para Atividades Ambientais Rodoviárias 17 DNIT 073/2006-ES Tratamento ambiental de áreas de uso de obras e do passivo ambiental de áreas consideradas planas ou de pouca declividade por revegetação arbórea e arbustiva - Especificação de Serviço. DNIT 074/2006-ES Tratamento ambiental de taludes e encostas por intermédio de dispositivos de controle de processos erosivos Especificação de Serviço. DNIT 075/2006-ES Tratamento ambiental de taludes com solos inconsistentes Especificação de Serviço. DNIT 076/2006-ES Tratamento ambiental acústico das áreas lindeiras da faixa de domínio Especificação de Serviço. DNIT 077/2006-ES Cerca viva ou de tela para proteção da fauna Especificação de Serviço. DNIT 078/2006-PRO Condicionantes ambientais pertinentes à segurança rodoviária na fase de obras Procedimento. Glossário de Termos Técnicos Ambientais Rodoviários Edição Documentação em 2ª Edição (Atualização da documentação editada em 1996): Manual Rodoviário de Conservação, Monitoramento e Controle Ambientais Edição Manual para Ordenamento do Uso do Solo nas Faixas de Domínio e Lindeiras das Rodovias Federais Edição Instruções de Proteção Ambiental das Faixas de Domínio e Lindeiras das Rodovias Federais Edição * Conforme se verifica, o documento Corpo Normativo Ambiental para Empreendimentos Rodoviários (editado também em 1996), não foi objeto de atualização formal, tendo sido seu conteúdo, devidamente revisado, incorporado ao Manual para Atividades Ambientais Rodoviárias e às Diretrizes Básicas para Elaboração de Estudos e Programas Ambientais Rodoviários.

22

23 Manual Para Atividades Ambientais Rodoviárias 19 2 HISTÓRICOS DA QUESTÃO AMBIENTAL

24

25 Manual Para Atividades Ambientais Rodoviárias 21 2 HISTÓRICOS DA QUESTÃO AMBIENTAL 2.1 EVOLUÇÃO DA QUESTÃO AMBIENTAL NO MUNDO E NO BRASIL Evolução da consciência ambiental no mundo O século XX foi marcado por duas grandes guerras, que exigiram das sociedades conflitantes e de seus aliados grandes esforços no sentido tecnológico de produção industrial bélica, de produção de alimentos, bens e serviços, etc. Todo este esforço continuou no período após guerra, aproveitando-se a capacidade industrial instalada e buscando-se a melhoria de qualidade de vida, através da geração de bens de consumo nos diversos setores produtivos. Este ambiente conturbado se processa dentro de um ciclo ascensional da população humana, que vem se duplicando em períodos de tempos cada vez menores, atualmente da ordem de seis bilhões de habitantes, e cuja satisfação é exigente de bens e serviços cada vez maiores, tendo como origem e sustentação os recursos naturais e o ecossistema que os suporta, entretanto, conhecidos como escassos e finitos. A humanidade experimentou, praticamente nestes dois últimos séculos, três ondas evolutivas: a agrária, a industrial e a da informação, as quais se processaram com grandes velocidades. O atual ciclo de desenvolvimento, gerado pela superposição das ondas evolutivas e mantidas as taxas de crescimento global (econômico e social), determinarão forte pressão sobre os meios de produção, em especial para energia, alimentação, bem estar físico e social, etc. Sendo a fonte de energia e bens materiais de limitada capacidade de suporte, houve a necessidade de se analisar os processos produtivos, criando-se a consciência ambiental, através do conceito de auto-sustentação ambiental para os mesmos. Esta análise e avaliação dos processos produtivos em função dos recursos naturais que os sustentam, se procedeu através do controle das atividades, produtos e serviços e das transformações ambientais resultantes do fornecimento da matéria prima necessária e do manuseio dos produtos e descartes gerados no processo produtivo. Estes descartes são constituídos por resíduos sólidos dispostos na superfície do solo, resíduos líquidos desaguados no sistema de drenagem natural e os gasosos na atmosfera, gerando a degradação e a poluição nestes três componentes ambientais. A consciência ambiental da humanidade surge como autodefesa para o desequilíbrio que se antevê, devido às curvas exponenciais do aumento populacional e a capacidade da produção de bens e serviços, exaurindo com rapidez os recursos naturais, reconhecidamente finitos. Este desequilíbrio se fez sentir nos acidentes ambientais de grandes proporções ocorridos, tais como, em Bohpal (Índia) onde um vazamento de gás tóxico (Union Carbide) resultou na morte de pessoas; no Mar do Norte (costa do Alaska), o vazamento de óleo do navio Exxon Valdez da ESSO resultou em danos ambientais

26 Manual Para Atividades Ambientais Rodoviárias 22 significativos na natureza; em Chernobyl, na Ucrânia, o acidente em usina nuclear causou a morte de uma população razoável e conseqüências desastrosas para a saúde dos que se salvaram. No Japão, a Baía de Minamata foi contaminada com mercúrio proveniente de uma indústria química; no Brasil, aconteceu o acidente com a cápsula do Césio em Goiânia; nos Estados Unidos, em Virgínia (Hopewell), a empresa Allied Chemical Corporation, em sua unidade Life Science Product s Kefone, ocorreu uma intoxicação de seus funcionários com mortes, devido à produção de pesticidas. Em conseqüência do risco ambiental iminente, um grupo de cientistas, chamado Clube de Roma, alertou à comunidade científica dos riscos de um crescimento econômico contínuo, com base nos recursos materiais esgotáveis, elaborando um relatório denominado LIMITES DO CRESCIMENTO (publicado em 1972), através de modelos matemáticos. Este documento foi o sinal de alerta, para conscientizar a sociedade para os limites dos recursos materiais do planeta. Uma série de acidentes nas indústrias químicas provocou no Canadá a elaboração pela Canadian Chemical Producer Association (CCPA), em 1984, de um programa de Atuação Responsável de seus associados, concernente a procedimentos com a segurança ambiental. Nos Estados Unidos os agentes do desequilíbrio dos ecossistemas começaram a atingir índices alarmantes, provocando a mobilização da opinião pública e levando o governo americano a promulgar, em 1969, o "National Environmental Policy Act - NEPA" (Lei nº 91/190), que estabelece uma nova filosofia, de âmbito federal, no sentido de regulamentar todas as atividades que possam afetar os recursos naturais, impondo exigências gerais e específicas para todos os departamentos federais. O NEPA corresponde, no Brasil, à Política Nacional do Meio Ambiente, Lei nº 6938/1981. Em setembro de 1968, realizou-se na UNESCO, em Paris, importante conferência intergovernamental de especialistas, que em bases científicas promulgou a utilização racional e a conservação dos recursos da biosfera, tendo a participação de 238 delegados de 63 nações, 88 representantes de 6 organizações do sistema da ONU, além de representantes de órgãos oficiais e privados. Esta conferência preparou um relatório apresentado à Conferência Geral da UNESCO, em outubro de 1970, tendo motivado a criação de um "Conselho Internacional de Coordenação" com a participação de cientistas de 25 nações, que fundamentou a realização em junho de 1972, em Estocolmo, da "Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente". Esta Conferência Mundial sobre Meio Ambiente Humano e Desenvolvimento, estabeleceu o primeiro diálogo entre países ricos e pobres sobre as questões ambientais, retratadas pela poluição hídrica e atmosférica, as quais já atingiam níveis não aceitáveis para a saúde humana. Nesta Conferência, uma das comissões chefiada pela primeira Ministra Norueguesa Harlem Brundtland elaborou um documento relativo ao desenvolvimento sustentável, no qual se conceitua a harmonização entre desenvolvimento industrial e qualidade de vida das gerações presentes, constituindo-se um processo de transformação no qual a

MANUAL PARA ATIVIDADES

MANUAL PARA ATIVIDADES DNIT Publicação IPR - 730 MANUAL PARA ATIVIDADES AMBIENTAIS RODOVIÁRIAS 2006 MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRA-ESTRUTURA DE TRANSPORTES DIRETORIA DE PLANEJAMENTO E PESQUISA COORDENAÇÃO

Leia mais

COMPONENTE AMBIENTAL EM PROJETOS RODOVIÁRIOS. - Conceitos Básicos de Gestão Ambiental

COMPONENTE AMBIENTAL EM PROJETOS RODOVIÁRIOS. - Conceitos Básicos de Gestão Ambiental - Conceitos Básicos de Gestão Ambiental - Empreendimentos Rodoviários - Impacto Ambiental - Legislação vigente - Licenciamento Ambiental - Estudos e Relatórios Ambientais - Componente Ambiental DNIT Conceitos

Leia mais

Gestão Ambiental. Definição. Processo de articulação das ações a

Gestão Ambiental. Definição. Processo de articulação das ações a Definição Processo de articulação das ações a dos diferentes agentes sociais que interagem em um dado espaço, visando garantir a adequação dos meios de exploração dos recursos ambientais às especificidades

Leia mais

LEI MUNICIPAL N.º 2.690, DE 21 DE MAIO 2002

LEI MUNICIPAL N.º 2.690, DE 21 DE MAIO 2002 Dispõe sobre a Política Municipal do Meio Ambiente, e dá outras providências. O PREFEITO MUNICIPAL DE FARROUPILHA RS, FAZ SABER que a Câmara Municipal de Vereadores aprovou e ele sanciona a seguinte L

Leia mais

REGULAMENTO TÉCNICO DA SEGURANÇA AMBIENTAL EM ATIVIDADES ESPACIAIS

REGULAMENTO TÉCNICO DA SEGURANÇA AMBIENTAL EM ATIVIDADES ESPACIAIS REGULAMENTO TÉCNICO DA SEGURANÇA AMBIENTAL EM ATIVIDADES ESPACIAIS 1 SUMÁRIO RESUMO......2 1 INTRODUÇÃO......3 1.1 OBJETIVO......3 1.2 APLICABILIDADE...3 1.3 TERMOS E DEFINIÇÕES...3 2 LICENCIAMENTO AMBIENTAL......3

Leia mais

Sistema de Gestão Ambiental & Certificação SGA - ISO 14.000

Sistema de Gestão Ambiental & Certificação SGA - ISO 14.000 ZOOTECNIA/UFG DISCIPLINA DE GPA Sistema de Gestão Ambiental & Certificação SGA - ISO 14.000 Introdução EVOLUÇÃO DA GESTÃO AMBIENTAL Passou por três grandes etapas: 1ª. Os problemas ambientais são localizados

Leia mais

3º SIMPÓSIO DE OBRAS RODOVIÁRIAS

3º SIMPÓSIO DE OBRAS RODOVIÁRIAS ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE GEOLOGIA DE ENGENHARIA E AMBIENTAL 3º SIMPÓSIO DE OBRAS RODOVIÁRIAS (Avanço no Licenciamento Ambiental de Rodovias) Lucio Lima da Mota São Paulo. 21 de Outubro de 2010 Adaptado

Leia mais

SUSTENTABILIDADE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTAVEL

SUSTENTABILIDADE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTAVEL SUSTENTABILIDADE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTAVEL Histórico, Significado e implicações www.danielbertoli.com Histórico Preocupações no pós-guerra (50 e 60) Discussões sobre contaminação e exaustão de recursos

Leia mais

Política Nacional de Meio Ambiente

Política Nacional de Meio Ambiente Política Nacional de Meio Ambiente O Brasil, maior país da América Latina e quinto do mundo em área territorial, compreendendo 8.511.996 km 2, com zonas climáticas variando do trópico úmido a áreas temperadas

Leia mais

XXI Conferência Nacional dos Advogados

XXI Conferência Nacional dos Advogados DIFICULDADES RELACIONADAS AO E À AVALIAÇÃO DE IMPACTOS AMBIENTAIS. XXI Conferência Nacional dos Advogados Eng. Florestal MSc. Dr. Joesio D. P. Siqueira Vice-Presidente da STCP Engenharia de Projetos Ltda.

Leia mais

ÁLBUM DE PROJETOS-TIPO DE DISPOSITIVOS DE DRENAGEM

ÁLBUM DE PROJETOS-TIPO DE DISPOSITIVOS DE DRENAGEM DNIT Publicação IPR - 725 ÁLBUM DE PROJETOS-TIPO DE DISPOSITIVOS DE DRENAGEM 2006 MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRA-ESTRUTURA DE TRANSPORTES DIRETORIA DE PLANEJAMENTO E PESQUISA

Leia mais

Legislação e Gestão Ambiental no Brasil. Alessandra Magrini PPE/COPPE-UFRJ ale@ppe.ufrj.br

Legislação e Gestão Ambiental no Brasil. Alessandra Magrini PPE/COPPE-UFRJ ale@ppe.ufrj.br Legislação e Gestão Ambiental no Brasil Alessandra Magrini PPE/COPPE-UFRJ ale@ppe.ufrj.br Fundação Brasileira de Desenvolvimento Sustentável Abril 2005 Evolução da Política Ambiental no Contexto Internacional

Leia mais

TOMO II SUMÁRIO DO ESTUDO DE IMPACTO AMBIENTAL EIA

TOMO II SUMÁRIO DO ESTUDO DE IMPACTO AMBIENTAL EIA TOMO II SUMÁRIO DO ESTUDO DE IMPACTO AMBIENTAL EIA 5. IDENTIFICAÇÃO E AVALIAÇÃO DOS IMPACTOS AMBIENTAIS 5.1 5.1. METODOLOGIA 5.1 5.2. IDENTIFICAÇÃO DOS IMPACTOS AMBIENTAIS 5.3 5.3. DESCRIÇÃO DOS IMPACTOS

Leia mais

APRESENTAÇÃO. Sistema de Gestão Ambiental - SGA & Certificação ISO 14.000 SGA & ISO 14.000 UMA VISÃO GERAL

APRESENTAÇÃO. Sistema de Gestão Ambiental - SGA & Certificação ISO 14.000 SGA & ISO 14.000 UMA VISÃO GERAL APRESENTAÇÃO Sistema de Gestão Ambiental - SGA & Certificação ISO 14.000 UMA VISÃO GERAL Introdução SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL - SGA Definição: Conjunto de ações sistematizadas que visam o atendimento

Leia mais

DIRETRIZES BÁSICAS PARA ELABORAÇÃO DE ESTUDOS E PROGRAMAS AMBIENTAIS RODOVIÁRIOS ESCOPOS BÁSICOS/INSTRUÇÕES DE SERVIÇO

DIRETRIZES BÁSICAS PARA ELABORAÇÃO DE ESTUDOS E PROGRAMAS AMBIENTAIS RODOVIÁRIOS ESCOPOS BÁSICOS/INSTRUÇÕES DE SERVIÇO DNIT Publicação IPR - 729 711 DIRETRIZES BÁSICAS PARA ELABORAÇÃO DE ESTUDOS E PROGRAMAS AMBIENTAIS RODOVIÁRIOS ESCOPOS BÁSICOS/INSTRUÇÕES DE SERVIÇO 2006 MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES DEPARTAMENTO NACIONAL

Leia mais

INTRODUÇÃO AO DIREITO AMBIENTAL

INTRODUÇÃO AO DIREITO AMBIENTAL INTRODUÇÃO AO DIREITO AMBIENTAL 1. NOMENCLATURA DA DISCIPLINA JURÍDICA Direito ambiental, direito do meio ambiente, direito do desenvolvimento sustentável, direito verde, direito ecológico, direito de

Leia mais

Disciplina EQW-010. INDÚSTRIA E MEIO AMBIENTE Prof. Denize Dias de Carvalho (denize@eq.ufrj.br) sala E-203 Tel: 2562-7564

Disciplina EQW-010. INDÚSTRIA E MEIO AMBIENTE Prof. Denize Dias de Carvalho (denize@eq.ufrj.br) sala E-203 Tel: 2562-7564 Disciplina EQW-010 INDÚSTRIA E MEIO AMBIENTE Prof. Denize Dias de Carvalho (denize@eq.ufrj.br) sala E-203 Tel: 2562-7564 Prof. Lídia Yokoyama (lidia@eq.ufrj.br) sala E-206 Tel:2562-7560 CONCEITOS - DEFINIÇÕES

Leia mais

feema - Fundação Estadual de Engenharia do Meio Ambiente Curso de Legislação e Normas para o Licenciamento Ambiental Junho de 2002

feema - Fundação Estadual de Engenharia do Meio Ambiente Curso de Legislação e Normas para o Licenciamento Ambiental Junho de 2002 Página 1 feema - Fundação Estadual de Engenharia do Meio Ambiente Curso de Legislação e Normas para o Licenciamento Ambiental Junho de 2002 DZ 056 - Diretriz para Realização de Auditoria Ambiental capa

Leia mais

ENTENDENDO A ISO 14000

ENTENDENDO A ISO 14000 UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA DEPARTAMENTO DE TECNOLOGIA DE ALIMENTOS CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE ALIMENTOS ENTENDENDO A ISO 14000 Danilo José P. da Silva Série Sistema de Gestão Ambiental Viçosa-MG/Janeiro/2011

Leia mais

PARCERIA: SUSTENTABILIDADE

PARCERIA: SUSTENTABILIDADE Contabilidade Ambiental e a Sustentabilidade nas Empresas Luis Fernando de Freitas Penteado luisfernando@freitaspenteado.com.br www.freitaspenteado.com.br PARCERIA: SUSTENTABILIDADE Dificuldade de definição

Leia mais

TERMO DE REFERENCIA PARA ELABORAÇÃO DE RELATÓRIO DE CONTROLE AMBIENTAL RCA PARA LICENCIAMENTO DE ÁREAS DE LAZER DE MÉDIO PORTE

TERMO DE REFERENCIA PARA ELABORAÇÃO DE RELATÓRIO DE CONTROLE AMBIENTAL RCA PARA LICENCIAMENTO DE ÁREAS DE LAZER DE MÉDIO PORTE TERMO DE REFERENCIA PARA ELABORAÇÃO DE RELATÓRIO DE CONTROLE AMBIENTAL RCA PARA LICENCIAMENTO DE ÁREAS DE LAZER DE MÉDIO PORTE Este Termo de Referência visa orientar na elaboração de PROJETO DE CONTROLE

Leia mais

III CBIO - Congresso de Biólogos dos Estados do RJ/ES

III CBIO - Congresso de Biólogos dos Estados do RJ/ES Eng. ZULMAR TEIXEIRA Rio, 19/10/2010 PRINCÍPIOS DA GESTÃO MODERNA III CBIO - Congresso de Biólogos dos Estados do RJ/ES SUCESSO DO EMPREENDIMENTO ABORDAGEM DE PROCESSO SÉCULO XXI O SÉCULO DO DESAFIO O

Leia mais

LEI Nº 6.938, DE 31 DE AGOSTO DE 1981

LEI Nº 6.938, DE 31 DE AGOSTO DE 1981 LEI Nº 6.938, DE 31 DE AGOSTO DE 1981 Dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente, seus fins e mecanismos de formulação e aplicação, e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, faço saber

Leia mais

Normas ISO 14000. Haroldo Mattos de Lemos. Sociedade dos Engenheiros e Arquitetos do Estado do RJ 27/11/2015

Normas ISO 14000. Haroldo Mattos de Lemos. Sociedade dos Engenheiros e Arquitetos do Estado do RJ 27/11/2015 Normas ISO 14000 Haroldo Mattos de Lemos Presidente, Conselho Técnico da ABNT; Superintendente, ABNT/CB 38 Vice Presidente do ISO/TC 207 (Normas ISO 14000) Presidente, Conselho Empresarial de Meio Ambiente

Leia mais

Curso Agenda 21. Resumo da Agenda 21. Seção I - DIMENSÕES SOCIAIS E ECONÔMICAS

Curso Agenda 21. Resumo da Agenda 21. Seção I - DIMENSÕES SOCIAIS E ECONÔMICAS Resumo da Agenda 21 CAPÍTULO 1 - Preâmbulo Seção I - DIMENSÕES SOCIAIS E ECONÔMICAS CAPÍTULO 2 - Cooperação internacional para acelerar o desenvolvimento sustentável dos países em desenvolvimento e políticas

Leia mais

MBA em Direito Ambiental e Sustentabilidade

MBA em Direito Ambiental e Sustentabilidade CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO MBA em Direito Ambiental e Sustentabilidade Coordenação Acadêmica - Escola de Direito FGV DIREITO RIO MBA em Direito Ambiental e Sustentabilidade - FGV

Leia mais

Impactos Ambientais UFCG/UAEC/LABORATÓRIO DE HIDRÁULICA CIÊNCIAS DO AMBIENTE PROFESSORA - MÁRCIA RIBEIRO

Impactos Ambientais UFCG/UAEC/LABORATÓRIO DE HIDRÁULICA CIÊNCIAS DO AMBIENTE PROFESSORA - MÁRCIA RIBEIRO Impactos Ambientais UFCG/UAEC/LABORATÓRIO DE HIDRÁULICA CIÊNCIAS DO AMBIENTE PROFESSORA - MÁRCIA RIBEIRO PAULO DA COSTA MEDEIROS Doutorando em Recursos Naturais INTRODUÇÃO CONSUMO/DEMANDAS MAU USO QUANTIDADE

Leia mais

Presidência da República Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 6.938, DE 31 DE AGOSTO DE 1981 Texto Atualizado Dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente, seus fins e mecanismos de formulação

Leia mais

IV - planejar, propor e coordenar a gestão ambiental integrada no Estado, com vistas à manutenção dos ecossistemas e do desenvolvimento sustentável;

IV - planejar, propor e coordenar a gestão ambiental integrada no Estado, com vistas à manutenção dos ecossistemas e do desenvolvimento sustentável; Lei Delegada nº 125, de 25 de janeiro de 2007. (Publicação Diário do Executivo Minas Gerais 26/01/2007) (Retificação Diário do Executivo Minas Gerais 30/01/2007) Dispõe sobre a estrutura orgânica básica

Leia mais

POLITICAS PARA AS MUDANÇAS CLIMATICAS

POLITICAS PARA AS MUDANÇAS CLIMATICAS IV FORUM DA TERRA POLITICAS PARA AS MUDANÇAS CLIMATICAS Denise de Mattos Gaudard SABER GLOBAL / IIDEL FIRJAN Rio de Janeiro Novembro 2011 O QUE ESTA ACONTECENDO COM NOSSO PLANETA? Demanda de Consumo de

Leia mais

Ciências Humanas e Suas Tecnologias - Geografia Ensino Médio, 3º Ano Principais Conferências Internacionais sobre o Meio Ambiente

Ciências Humanas e Suas Tecnologias - Geografia Ensino Médio, 3º Ano Principais Conferências Internacionais sobre o Meio Ambiente Ciências Humanas e Suas Tecnologias - Geografia Ensino Médio, 3º Ano Principais Conferências Internacionais sobre o Meio Ambiente Prof. Claudimar Fontinele Em dois momentos a ONU reuniu nações para debater

Leia mais

MONITORAMENTO AMBIENTAL E O MONITORAMENTO DA AMBIÊNCIA

MONITORAMENTO AMBIENTAL E O MONITORAMENTO DA AMBIÊNCIA Universidade Federal do Ceará Centro de Ciências Agrárias Departamento de Engenharia Agrícola Programa de Pós-Graduação em Engenharia Agrícola MONITORAMENTO AMBIENTAL E O MONITORAMENTO DA AMBIÊNCIA Mariana

Leia mais

UHE PCH. LICENCIAMENTO AMBIENTAL Federal. Roberto Huet de Salvo Souza

UHE PCH. LICENCIAMENTO AMBIENTAL Federal. Roberto Huet de Salvo Souza LICENCIAMENTO AMBIENTAL Federal UHE PCH Roberto Huet de Salvo Souza - I B A M A N Ú C L E O D E L I C E N C I A M E N T O A M B I E N T A L NLA/SUPES- RJ O que é licenciamento ambiental? Para que serve?

Leia mais

Resolução Conama 237/97. Resolução Conama 237/97. Resolução Conama 237/97. Resolução Conama 237/97 7/10/2010

Resolução Conama 237/97. Resolução Conama 237/97. Resolução Conama 237/97. Resolução Conama 237/97 7/10/2010 LICENCIAMENTO AMBIENTAL NA ATIVIDADE DE MINERAÇÃO: ASPECTOS LEGAIS E TÉCNICOS GEÓLOGO NILO SÉRGIO FERNANDES BARBOSA Art. 1º - Para efeito desta Resolução são adotadas as seguintes definições: I - Licenciamento

Leia mais

Dimensão Ambiental. Critério I - Responsabilidade e Compromisso. Indicador 1 - Abrangência. Indicador 2 - Responsabilidade Ambiental

Dimensão Ambiental. Critério I - Responsabilidade e Compromisso. Indicador 1 - Abrangência. Indicador 2 - Responsabilidade Ambiental Os trechos em destaque encontram-se no Glossário. Dimensão Ambiental Critério I - Responsabilidade e Compromisso Indicador 1 - Abrangência 1. A empresa possui uma política ambiental? Caso "" para a pergunta

Leia mais

CONCEITOS DE AVALIAÇÃO, ESTUDOS E RELATÓRIOS DE IMPACTOS AMBIENTAIS

CONCEITOS DE AVALIAÇÃO, ESTUDOS E RELATÓRIOS DE IMPACTOS AMBIENTAIS CONCEITOS DE AVALIAÇÃO, ESTUDOS E RELATÓRIOS DE IMPACTOS AMBIENTAIS IMPACTO AMBIENTAL Considera-se impacto ambiental qualquer alteração das propriedades físicas, químicas e biológicas do meio ambiente,

Leia mais

Mini-curso Sistema de Gestão Ambiental. Ivo Neves Gerente de Consultoria. For the benefit of business and people

Mini-curso Sistema de Gestão Ambiental. Ivo Neves Gerente de Consultoria. For the benefit of business and people Mini-curso Sistema de Gestão Ambiental Ivo Neves Gerente de Consultoria For the benefit of business and people UNICAMP, Outubro 2005 1 Módulo I MÓDULO I VISÃO GERAL DE TEMAS AMBIENTAIS 2 1 Módulo I Conceitos

Leia mais

Normas ISO 14000. Haroldo Mattos de Lemos

Normas ISO 14000. Haroldo Mattos de Lemos Normas ISO 14000 Haroldo Mattos de Lemos Presidente, Conselho Técnico da ABNT; Superintendente, ABNT/CB 38 Vice Presidente do ISO/TC 207 (Normas ISO 14000) Presidente, Conselho Empresarial de Meio Ambiente

Leia mais

Legislação Ambiental PNMA - POLÍTICA NACIONAL DO MEIO AMBIENTE. Disciplina: Ciências do Ambiente Professora: Andréa Carla Lima Rodrigues

Legislação Ambiental PNMA - POLÍTICA NACIONAL DO MEIO AMBIENTE. Disciplina: Ciências do Ambiente Professora: Andréa Carla Lima Rodrigues Legislação Ambiental PNMA - POLÍTICA NACIONAL DO MEIO AMBIENTE Disciplina: Ciências do Ambiente Professora: Andréa Carla Lima Rodrigues O QUE É GESTÃO AMBIENTAL? "O controle apropriado do meio ambiente

Leia mais

Ingrid Maria Furlan Öberg

Ingrid Maria Furlan Öberg Desenvolvimento Sustentável Gestão Ambiental Ingrid Maria Furlan Öberg Relação Homem x Ambiente no modelo de desenvolvimento da sociedade moderna NATUREZA Fonte de recursos ilimitados Depósito de resíduos

Leia mais

Manual do SGI Sistema de Gestão Integrada

Manual do SGI Sistema de Gestão Integrada Manual do SGI Sistema de Gestão Integrada Revisão 02 Manual MN-01.00.00 Requisito Norma ISO 14.001 / OHSAS 18001 / ISO 9001 4.4.4 Página 1 de 14 Índice 1. Objetivo e Abrangência 2. Documentos Referenciados

Leia mais

Impresso no Brasil / Printed in Brazil. REVISÃO Engesur Consultoria e Estudos Técnicos Ltda EQUIPE TÉCNICA: COMISSÃO DE SUPERVISÃO:

Impresso no Brasil / Printed in Brazil. REVISÃO Engesur Consultoria e Estudos Técnicos Ltda EQUIPE TÉCNICA: COMISSÃO DE SUPERVISÃO: REVISÃO Engesur Consultoria e Estudos Técnicos Ltda EQUIPE TÉCNICA: Eng Albino Pereira Martins (Responsável Técnico) Eng Francisco José Robalinho de Barros (Responsável Técnico) Eng José Luis Mattos de

Leia mais

ISO 14001:2015 SAIBA O QUE MUDA NA NOVA VERSÃO DA NORMA

ISO 14001:2015 SAIBA O QUE MUDA NA NOVA VERSÃO DA NORMA ISO 14001:2015 SAIBA O QUE MUDA NA NOVA VERSÃO DA NORMA SUMÁRIO Apresentação ISO 14001 Sistema de Gestão Ambiental Nova ISO 14001 Principais alterações e mudanças na prática Estrutura de alto nível Contexto

Leia mais

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO AMBIENTAL

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO AMBIENTAL CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO AMBIENTAL Conteúdo Programático 1) Gestão Ambiental e Desenvolvimento Sustentável: Conceitos Básicos (12 h) - Principais questões ambientais no Brasil e no mundo. - Conceitos

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.Br

BuscaLegis.ccj.ufsc.Br BuscaLegis.ccj.ufsc.Br Direito Ambiental Internacional e Interno: Aspectos de sua Evolução Publicado na Gazeta Mercantil em 12 de dezembro de 2002 Paulo de Bessa Antunes Advogado Dannemann Siemsen Meio

Leia mais

NOÇÕES DE LEGISLAÇÃO AMBIENTAL CURSO: ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: CIÊNCIA DO AMBIENTE PROFESSOR: RAMON LAMAR PARTE III 05/11/2015

NOÇÕES DE LEGISLAÇÃO AMBIENTAL CURSO: ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: CIÊNCIA DO AMBIENTE PROFESSOR: RAMON LAMAR PARTE III 05/11/2015 CURSO: ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: CIÊNCIA DO AMBIENTE PROFESSOR: RAMON LAMAR PARTE III LEGISLAÇÃO AMBIENTAL NOÇÕES DE LEGISLAÇÃO AMBIENTAL Lei nº 6.938, de 31 de agosto de 1981, conhecida como Política

Leia mais

L E I N.º 162/2002, de 28 de janeiro de 2003.

L E I N.º 162/2002, de 28 de janeiro de 2003. 1 L E I N.º 162/2002, de 28 de janeiro de 2003. Dispõe sobre a Organização do Sistema Municipal de Proteção Ambiental, a elaboração, implementação e controle da Política Ambiental do Município de Coqueiro

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA ELABORACÃO DE RELATÓRIO DE CONTROLE AMBIENTAL (RCA) REFERENTE À ATIVIDADE DE LEVANTAMENTO SÍSMICO

TERMO DE REFERÊNCIA ELABORACÃO DE RELATÓRIO DE CONTROLE AMBIENTAL (RCA) REFERENTE À ATIVIDADE DE LEVANTAMENTO SÍSMICO Governo do Estado do Rio Grande do Norte Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos TERMO DE REFERÊNCIA ELABORACÃO DE RELATÓRIO DE CONTROLE AMBIENTAL (RCA) REFERENTE À ATIVIDADE DE LEVANTAMENTO

Leia mais

PASSIVOS AMBIENTAIS EM PPP s

PASSIVOS AMBIENTAIS EM PPP s Prof. Dr. Roberto Kochen Tecnologia, Engenharia e Meio Ambiente 4435 Novembro/2005 Passivo Ambiental É o acumulo de danos infligidos ao meio natural por uma determinada atividade ou pelo conjunto das ações

Leia mais

A CERTIFICAÇÃO AMBIENTAL COMO ESTRATÉGIA EMPRESARIAL MICHEL EPELBAUM 1

A CERTIFICAÇÃO AMBIENTAL COMO ESTRATÉGIA EMPRESARIAL MICHEL EPELBAUM 1 A CERTIFICAÇÃO AMBIENTAL COMO ESTRATÉGIA EMPRESARIAL MICHEL EPELBAUM 1 RESUMO Dentre os vários instrumentos técnicos e gerenciais de proteção ambiental usados pelas empresas e pela sociedade, a certificação

Leia mais

MINISTÉRIO DAS CIDADES CONSELHO DAS CIDADES RESOLUÇÃO RECOMENDADA N 75, DE 02 DE JULHO DE 2009

MINISTÉRIO DAS CIDADES CONSELHO DAS CIDADES RESOLUÇÃO RECOMENDADA N 75, DE 02 DE JULHO DE 2009 DOU de 05/10/09 seção 01 nº 190 pág. 51 MINISTÉRIO DAS CIDADES CONSELHO DAS CIDADES RESOLUÇÃO RECOMENDADA N 75, DE 02 DE JULHO DE 2009 Estabelece orientações relativas à Política de Saneamento Básico e

Leia mais

Curso Agenda 21. Sugestão de leitura: História das relações internacionais do Brasil

Curso Agenda 21. Sugestão de leitura: História das relações internacionais do Brasil Módulo 3 Gestão ambiental no Brasil 1. Introdução No encontro Rio +10, o Brasil, saiu fortalecido globalmente, assumindo definitivamente um papel de liderança regional dentro da ONU. No plano nacional,

Leia mais

Minuta de Lei para criação do Sistema Municipal do Meio Ambiente

Minuta de Lei para criação do Sistema Municipal do Meio Ambiente Minuta de Lei para criação do Sistema Municipal do Meio Ambiente Faço saber que a Câmara Municipal de, Estado de Goiás, decreta e eu, Prefeito Municipal, sanciono a seguinte Lei: Art. 1.º - Esta lei, com

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE TECNOLOGIA E RECURSOS NATURAIS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: CIÊNCIAS DO AMBIENTE

UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE TECNOLOGIA E RECURSOS NATURAIS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: CIÊNCIAS DO AMBIENTE UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE TECNOLOGIA E RECURSOS NATURAIS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: CIÊNCIAS DO AMBIENTE Docência assistida: Prof.º Fábio Remy de Assunção Rios

Leia mais

Licenciamento Ambiental

Licenciamento Ambiental Conceito Licenciamento Ambiental Procedimento administrativo pelo qual o órgão ambiental competente licencia a localização, instalação, ampliação e a operação de empreendimentos e atividades utilizadoras

Leia mais

CURSO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL ROBERTO DOS SANTOS FLAUSINO GESTÃO AMBIENTAL PORTUÁRIA

CURSO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL ROBERTO DOS SANTOS FLAUSINO GESTÃO AMBIENTAL PORTUÁRIA CURSO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL ROBERTO DOS SANTOS FLAUSINO GESTÃO AMBIENTAL PORTUÁRIA SANTOS 2005 ÍNDICE 01.Introdução...3 02. Gestão Ambiental Portuária...6 03. Referências Bibliográficas...12 2 01. INTRODUÇÃO

Leia mais

Sistema Gestão Ambiental

Sistema Gestão Ambiental Sistema Gestão Ambiental Sistema Gestão Ambiental - ISO 14001 Agora você vai conhecer o Sistema de Gestão Ambiental da MJRE CONSTRUTORA que está integrado ao SGI, entender os principais problemas ambientais

Leia mais

MUNICÍPIOS E LICENCIAMENTO AMBIENTAL

MUNICÍPIOS E LICENCIAMENTO AMBIENTAL MUNICÍPIOS E LICENCIAMENTO AMBIENTAL SUELY MARA VAZ GUIMARÃES DE ARAÚJO Consultora Legislativa da Área XI Meio ambiente e direito ambiental, desenvolvimento urbano e interior OUTUBRO/2015 Suely Mara Vaz

Leia mais

Sustentabilidade em Edificações Públicas Entraves e Perspectivas

Sustentabilidade em Edificações Públicas Entraves e Perspectivas Câmara dos Deputados Grupo de Pesquisa e Extensão - Programa de Pós-Graduação - CEFOR Fabiano Sobreira SEAPS-NUARQ-CPROJ-DETEC Valéria Maia SEAPS-NUARQ-CPROJ-DETEC Elcio Gomes NUARQ-CPROJ-DETEC Jacimara

Leia mais

PRINCÍPIOS E NORMAS DE CONDUTA EMPRESARIAL NA RELAÇÃO DE FURNAS COM SEUS FORNECEDORES

PRINCÍPIOS E NORMAS DE CONDUTA EMPRESARIAL NA RELAÇÃO DE FURNAS COM SEUS FORNECEDORES PRINCÍPIOS E NORMAS DE CONDUTA EMPRESARIAL NA RELAÇÃO DE FURNAS COM SEUS FORNECEDORES Outubro/2009 1/8 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO 2. ABRANGÊNCIA 3. OBJETIVOS 4. CÓDIGO DE CONDUTA EMPRESARIAL 4.1 NORMAS DE CONDUTA

Leia mais

ESTUDO POLUIÇÃO SONORA

ESTUDO POLUIÇÃO SONORA ESTUDO POLUIÇÃO SONORA José de Sena Pereira Júnior Consultor Legislativo da Área XI Meio Ambiente e Direito Ambiental, Organização Territorial, Desenvolvimento Urbano e Regional ESTUDO DEZEMBRO/2005 Câmara

Leia mais

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ CONSELHO SUPERIOR UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO N 021/2012-CONSU/UEAP

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ CONSELHO SUPERIOR UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO N 021/2012-CONSU/UEAP UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ CONSELHO SUPERIOR UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO N 021/2012-CONSU/UEAP Aprova a matriz curricular do Curso de Especialização em Economia Verde. A Presidente do Conselho Superior

Leia mais

Gerenciamento de Riscos

Gerenciamento de Riscos Gerenciamento de Riscos Introdução Crescimento industrial das últimas décadas Industrias maiores e mais complexas Acidentes industriais Investir na prevenção Histórico Engenharia de Confiabilidade - Análise

Leia mais

ISO 14000. ISO 14000 Edição Junho / 2006 - Rev.0 C-1

ISO 14000. ISO 14000 Edição Junho / 2006 - Rev.0 C-1 MÓDULO C REQUISITOS DA NORMA AMBIENTAL ISO 14001 ISO 14000 Edição Junho / 2006 - Rev.0 C-1 REQUISITOS DA NORMA AMBIENTAL ISO 14001/04 Sumário A.) A Organização ISO...3 B.) Considerações sobre a elaboração

Leia mais

ISO 26000: Diretrizes sobre Responsabilidade Social

ISO 26000: Diretrizes sobre Responsabilidade Social ISO 26000: Diretrizes sobre Responsabilidade Social Características essenciais de Responsabilidade Social Incorporação por parte da organização de considerações sociais e ambientais nas suas decisões tornando-se

Leia mais

ANÁLISE DE RISCO AMBIENTAL

ANÁLISE DE RISCO AMBIENTAL ANÁLISE DE RISCO AMBIENTAL Wanderley Feliciano Filho CRQ IV- Novembro/ 006 Conceito Constituicional Artigo Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial

Leia mais

Surgimento da ISO 9000 Introdução ISO 9000 ISO 9001 serviços 1. ABNT NBR ISO 9000:2000 (já na versão 2005):

Surgimento da ISO 9000 Introdução ISO 9000 ISO 9001 serviços 1. ABNT NBR ISO 9000:2000 (já na versão 2005): Surgimento da ISO 9000 Com o final do conflito, em 1946 representantes de 25 países reuniram-se em Londres e decidiram criar uma nova organização internacional, com o objetivo de "facilitar a coordenação

Leia mais

Criação de uma Unidade de Conservação na ZPA-6. Morro do Careca e sistema dunar Dunar contínuo

Criação de uma Unidade de Conservação na ZPA-6. Morro do Careca e sistema dunar Dunar contínuo Criação de uma Unidade de Conservação na ZPA-6 Morro do Careca e sistema dunar Dunar contínuo Justificativa: Art. 225 da Constituição Federal: SNUC: Art. 225. Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente

Leia mais

Tratados internacionais sobre o meio ambiente

Tratados internacionais sobre o meio ambiente Tratados internacionais sobre o meio ambiente Conferência de Estocolmo 1972 Preservação ambiental X Crescimento econômico Desencadeou outras conferências e tratados Criou o Programa das Nações Unidas para

Leia mais

Associação Brasileira de Materiais Compósitos MANUAL DE RECUPERAÇÃO DE TAMBORES METÁLICOS

Associação Brasileira de Materiais Compósitos MANUAL DE RECUPERAÇÃO DE TAMBORES METÁLICOS MANUAL DE RECUPERAÇÃO DE TAMBORES METÁLICOS Introdução Este documento é um guia orientativo aos associados da Abmaco que desejem efetuar a disposição adequada de tambores e embalagens de resina poliéster

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DE ADMINISTRAÇÃO COMPRAS GOVERNAMENTAIS

SECRETARIA DE ESTADO DE ADMINISTRAÇÃO COMPRAS GOVERNAMENTAIS SECRETARIA DE ESTADO DE ADMINISTRAÇÃO COMPRAS GOVERNAMENTAIS Alice Viana Soares Monteiro Secretária de Estado de Compras Governamentais sob o aspecto da Sustentabilidade Compra Pública Sustentável ou Licitação

Leia mais

Conteúdo Específico do curso de Gestão Ambiental

Conteúdo Específico do curso de Gestão Ambiental Conteúdo Específico do curso de Gestão Ambiental 1.CURSOS COM ÊNFASE EM : Gestão Ambiental de Empresas 2. CONCEPÇÃO DOS CURSOS: O Brasil possui a maior reserva ecológica do planeta sendo o número um em

Leia mais

LICENCIAMENTO AMBIENTAL PARA EMPREENDIMENTOS HIDRELÉTRICOS, FERRAMENTAS, RISCOS E ESTRATÉGIAS. José Antonio Gugelmin COPEL PARTICIPAÇÃO

LICENCIAMENTO AMBIENTAL PARA EMPREENDIMENTOS HIDRELÉTRICOS, FERRAMENTAS, RISCOS E ESTRATÉGIAS. José Antonio Gugelmin COPEL PARTICIPAÇÃO SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GIA - 08 16 a 21 Outubro de 2005 Curitiba - Paraná GRUPO XI GRUPO DE IMPACTOS AMBIENTAIS - GIA LICENCIAMENTO AMBIENTAL PARA EMPREENDIMENTOS

Leia mais

LEGISLAÇÃO AMBIENTAL E FLORESTAL

LEGISLAÇÃO AMBIENTAL E FLORESTAL LEGISLAÇÃO AMBIENTAL E FLORESTAL PROFESSORA ENG. FLORESTAL CIBELE ROSA GRACIOLI OUTUBRO, 2014. OBJETIVOS DA DISCIPLINA DISCUTIR PRINCÍPIOS ÉTICOS QUESTÃO AMBIENTAL CONHECER A POLÍTICA E A LEGISLAÇÃO VOLTADAS

Leia mais

Organização de normas internacionais do setor privado, com sede em Genebra (Suíça), fundada em 1947 (normatização de 140 países)

Organização de normas internacionais do setor privado, com sede em Genebra (Suíça), fundada em 1947 (normatização de 140 países) A SÉRIE ISO 14.000 A ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL DE NORMALIZAÇÃO (ISO) ISO => Internacional Organization for Standardization Organização de normas internacionais do setor privado, com sede em Genebra (Suíça),

Leia mais

RECOMENDAÇÃO 001/2008

RECOMENDAÇÃO 001/2008 MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL PROCURADORIA DA REPÚBLICA NO ESTADO DA BAHIA OFÍCIO DO MEIO AMBIENTE E PATRIMÔNIO CULTURAL RECOMENDAÇÃO 001/2008 OBJETO: assegurar que recursos financeiros do Banco Nacional

Leia mais

A Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro publica a seguinte lei: Capítulo I Das Disposições Preliminares

A Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro publica a seguinte lei: Capítulo I Das Disposições Preliminares Projeto de lei n. Institui a Política Estadual sobre Mudança do Clima e fixa seus princípios, objetivos, diretrizes e instrumentos. A Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro publica a seguinte

Leia mais

As Interfaces entre os Processos de Licenciamento Ambiental e de Outorga pelo Uso da Água. Campo Grande - MS

As Interfaces entre os Processos de Licenciamento Ambiental e de Outorga pelo Uso da Água. Campo Grande - MS As Interfaces entre os Processos de Licenciamento Ambiental e de Outorga pelo Uso da Água Maria de Fátima Chagas 23 de novembro de 2009 23 de novembro de 2009 Campo Grande - MS A Água e Meio Ambiente -

Leia mais

CONCEITOS DE AVALIAÇÃO, ESTUDOS E RELATÓRIOS DE IMPACTOS AMBIENTAIS

CONCEITOS DE AVALIAÇÃO, ESTUDOS E RELATÓRIOS DE IMPACTOS AMBIENTAIS CONCEITOS DE AVALIAÇÃO, ESTUDOS E RELATÓRIOS DE IMPACTOS AMBIENTAIS IMPACTO AMBIENTAL Considera-se impacto ambiental qualquer alteração das propriedades físicas, químicas e biológicas do meio ambiente,

Leia mais

14/05/2010. Sistema Integrado de Gestão Ambiental SIGA-RS. Sistema Integrado de Gestão Ambiental SIGA-RS. Niro Afonso Pieper. Diretor Geral - SEMA

14/05/2010. Sistema Integrado de Gestão Ambiental SIGA-RS. Sistema Integrado de Gestão Ambiental SIGA-RS. Niro Afonso Pieper. Diretor Geral - SEMA 14/05/2010 Niro Afonso Pieper Diretor Geral - SEMA 1 O Sistema Integrado de Gestão Ambiental no Rio Grande do Sul Concepção e Histórico Requisitos para a Habilitação Princípio da Melhoria Contínua Enfoque

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA PARA ELABORAÇÃO DO PEA PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL NÃO FORMAL 1

TERMO DE REFERÊNCIA PARA ELABORAÇÃO DO PEA PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL NÃO FORMAL 1 1 1. APRESENTAÇÃO O presente Termo de Referência visa orientar e fornecer subsídios para a elaboração e conseqüente implantação do Programa de Educação Ambiental (PEA) a ser apresentado à Coordenadoria

Leia mais

SISTEMA NACIONAL DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO - SNUC

SISTEMA NACIONAL DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO - SNUC - SNUC PREVISÃO LEGAL Art. 225. Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e àcoletividade

Leia mais

II - REQUISITOS LEGAIS

II - REQUISITOS LEGAIS II - REQUISITOS LEGAIS O presente capítulo visa detectar os aspectos legais que foram cumpridos e considerados no Plano de Manejo do Parque Estadual do Rio Guarani, criado pelo Decreto n 2.322 de 19 de

Leia mais

FACULDADE DE ENGENHARIA

FACULDADE DE ENGENHARIA FACULDADE DE ENGENHARIA Avaliação de Impactos Ambientais e Licenciamento Ambiental Profa. Aline Sarmento Procópio Dep. Engenharia Sanitária e Ambiental Avaliação de Impactos Ambientais CONAMA 01/1986 estabeleceu

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 374, DE 12 DE JUNHO DE 2015

RESOLUÇÃO Nº 374, DE 12 DE JUNHO DE 2015 RESOLUÇÃO Nº 374, DE 12 DE JUNHO DE 2015 Publicado em: 03/07/2015 O CONSELHO FEDERAL DE BIOLOGIA CFBio, Autarquia Federal, com personalidade jurídica de direito público, criado pela Lei nº 6.684, de 03

Leia mais

RECOMENDAÇÃO N.º 07/09-4ª CCR/MPF, 01 DE JULHO DE 2009.

RECOMENDAÇÃO N.º 07/09-4ª CCR/MPF, 01 DE JULHO DE 2009. MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL 4 a CÂMARA DE COORDENAÇÃO E REVISÃO MEIO AMBIENTE E PATRIMÔNIO CULTURAL RECOMENDAÇÃO N.º 07/09-4ª CCR/MPF, 01 DE JULHO DE 2009. O MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL, pela Subprocuradora

Leia mais

COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E CIDADANIA. PROJETO DE LEI N o 1.024, DE 2003 (Apenso PL nº 2.156, de 2003)

COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E CIDADANIA. PROJETO DE LEI N o 1.024, DE 2003 (Apenso PL nº 2.156, de 2003) COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E CIDADANIA PROJETO DE LEI N o 1.024, DE 2003 (Apenso PL nº 2.156, de 2003) Define poluição sonora, ruídos, vibrações e dispõe sobre os limites máximos de intensidade

Leia mais

PROPRIEDADE REGISTRADA. Mundo Insustentável. Desenvolvimento Sustentável

PROPRIEDADE REGISTRADA. Mundo Insustentável. Desenvolvimento Sustentável Mundo Insustentável x Desenvolvimento Sustentável Resumo da Insustentabilidade no Mundo Contemporâneo 50% dos 6,1 bilhões de habitantes do planeta vivem com menos de US$2 por dia e um terço está abaixo

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO PROCESSO EMPRESARIAL: UMA ESTRATÉGIA NA INTEGRAÇÃO DAS AÇÕES DE SUSTENTABILIDADE

EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO PROCESSO EMPRESARIAL: UMA ESTRATÉGIA NA INTEGRAÇÃO DAS AÇÕES DE SUSTENTABILIDADE Revista Ceciliana Jun 5(1): 1-6, 2013 ISSN 2175-7224 - 2013/2014 - Universidade Santa Cecília Disponível online em http://www.unisanta.br/revistaceciliana EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO PROCESSO EMPRESARIAL: UMA

Leia mais

Resumo Auditoria e Pericia Ambiental

Resumo Auditoria e Pericia Ambiental Resumo Auditoria e Pericia Ambiental Inspirada na Auditoria Contábil, elemento integrante dos sistemas de gestão empresarial, a Auditoria Ambiental surgiu na década de 70 nos Estados Unidos visando à redução

Leia mais

RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL

RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO GESTAO AMBIENTAL LUCAS SAMUEL MACHADO RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL Doverlandia 2014 LUCAS SAMUEL MACHADO RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL Trabalho de Gestão Ambiental

Leia mais

TRATADO SOBRE RESÍDUOS PREÂMBULO

TRATADO SOBRE RESÍDUOS PREÂMBULO [23] TRATADO SOBRE RESÍDUOS PREÂMBULO Considerando que: 1. Os recursos naturais da Terra são limitados e devem ser utilizados de forma responsável, socialmente justa e ambientalmente sustentável. 2. A

Leia mais

LEI FEDERAL Nº. 6.938 DE 31 DE AGOSTO DE 1981

LEI FEDERAL Nº. 6.938 DE 31 DE AGOSTO DE 1981 LEI FEDERAL Nº. 6.938 DE 31 DE AGOSTO DE 1981 Já alterada pela Lei nº 7804 de 18 de julho de 1989. O Presidente da Republica. Dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente, seus fins e mecanismos de

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA N o 19, DE 16 DE SETEMBRO DE 2011

INSTRUÇÃO NORMATIVA N o 19, DE 16 DE SETEMBRO DE 2011 INSTRUÇÃO NORMATIVA N o 19, DE 16 DE SETEMBRO DE 2011 Regulamenta o uso de imagens de unidades de conservação federais, dos bens ambientais nestas incluídos e do seu patrimônio, bem como a elaboração de

Leia mais

É a alteração no meio ambiente ou em algum de seus componentes por determinada ação ou atividade humana.

É a alteração no meio ambiente ou em algum de seus componentes por determinada ação ou atividade humana. 7. IMPACTOS AMBIENTAIS E MEDIDAS MITIGADORAS RECOMENDADAS 7.1. AVALIAÇÃO GERAL O que é Impacto Ambiental? É a alteração no meio ambiente ou em algum de seus componentes por determinada ação ou atividade

Leia mais

AUDITORIAS AMBIENTAIS COMPULSÓRIAS EM UNIDADES MARÍTIMAS DE PRODUÇÃO DE PETRÓLEO

AUDITORIAS AMBIENTAIS COMPULSÓRIAS EM UNIDADES MARÍTIMAS DE PRODUÇÃO DE PETRÓLEO 1 AUDITORIAS AMBIENTAIS COMPULSÓRIAS EM UNIDADES MARÍTIMAS DE PRODUÇÃO DE PETRÓLEO Lidinei Arueira Júnior (UFF-LATEC) lidinei@petrobras.com.br Stella Regina Reis da Costa (UFRRJ-UFF) stella@ufrrj.br Este

Leia mais

Segurança da informação

Segurança da informação Segurança da informação Roberta Ribeiro de Queiroz Martins, CISA Dezembro de 2007 Agenda Abordagens em auditoria de tecnologia da informação Auditoria de segurança da informação Critérios de auditoria

Leia mais