REVISTA INTERDISCIPLINAR

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "REVISTA INTERDISCIPLINAR"

Transcrição

1

2 REVISTA INTERDISCIPLINAR A Revista Interdisciplinar, criada em outubro de 2008, órgão oficial de divulgação da Faculdade NOVAFAPI, com periodicidade trimestral, tem a finalidade de divulgar a produção científica das diferentes áreas do saber que seja de interesse das áreas da saúde, ciências humanas e tecnológicas. The Interdisciplinary Journal, founded in October of 2008, is the official publishing organ for NOVAFAPI School with publication every three months and has the objective of making public the scientific production in different areas of knowledge that are of interest to health areas, human sciences and technology. La revista interdisciplinar, creada en Octubre de 2008, órgano oficial de divulgación de la Facultad NOVAFAPI, con periodicidad trimestral, tiene la finalidad de propagar la producción científica de las diferentes áreas del saber que sea de interés de las áreas de la salud, ciencias humanas y tecnológicas. COMISSÃO DE PUBLICAÇÃO PUBLISHING COMMITTEE/COMISIÓN DE PUBLICACIÓN Diretora/Head/Directora Cristina Maria Miranda de Sousa Editor Científico/Scientific Editor/Redactor Científico Maria Eliete Batista Moura Editor Associado/Associate Editor/Redactor Asociado Benevina Maria Vilar Teixeira Nunes Ana Maria Ribeiro dos Santos Fabrício Ibiapina Tapety Membros/Members/Miembros Rita de Cássia Sérvio Mendes Lopes Oséas Florêncio Moura Filho CONSELHO EDITORIAL EDITORIAL BOARD/CONSEJO EDITORIAL Adriana da Cunha Menezes Parente Faculdade NOVAFAPI Ana Maria Escoval Silva Universidade Nova de Lisboa - Portugal Antônia Oliveira Silva UFPB Antonio Pereira Filho Faculdade NOVAFAPI Adriana Castelo Branco de Siqueira UFPI Carlos Alberto Monteiro Falcão Faculdade NOVAFAPI Carmem Milena Rodrigues Siqueira Carvalho Faculdade NOVAFAPI/UFPI Claudete Ferreira de Souza Monteiro Faculdade NOVAFAPI/UFPI Eucário Leite Monteiro Alves Faculdade NOVAFAPI Francílio de Carvalho Oliveira Faculdade NOVAFAPI Gerardo Vasconcelos Mesquita Faculdade NOVAFAPI/UFPI Gilderlene Alves Fernandes Faculdade NOVAFAPI Gillian Santana de Carvalho Mendes Faculdade NOVAFAPI Gizela Costa Falcão de Carvalho Faculdade NOVAFAPI

3 José Zilton Lima Verde Santos Faculdade NOVAFAPI Laureni Dantas de França Faculdade NOVAFAPI/UFPI Luis Fernando Rangel Tura UFRJ Luciana Maria Ribeiro Pereira Faculdade NOVAFAPI Maria Cândida de Almeida Lopes Faculdade NOVAFAPI/UFPI Maria do Carmo de Carvalho Martins Faculdade NOVAFAPI/UFPI Maria do Socorro Costa Feitosa Alves UFRN Maria Zélia de Araújo Madeira Faculdade NOVAFAPI/UFPI Maria José Soares Monte Faculdade NOVAFAPI Maurício Mendes Boavista de Castro Faculdade NOVAFAPI Mitra Mobin Faculdade NOVAFAPI José Nazareno Pearce de Oliveira Brito Faculdade NOVAFAPI Norma Sueli Marques da Costa Alberto Faculdade NOVAFAPI Paulo Henrique da Costa Pinheiro Faculdade NOVAFAPI Telma Maria Evangelista de Araújo Faculdade NOVAFAPI/UFPI Yúla Pires da Silveira Fontenele de Meneses Faculdade NOVAFAPI Bibliotecário/Librarian/Bibliotecario: Secretária/Secretary/Secretaria: Capa/Cover/Capa: Editoração/Lay-out/Diagramación: Tiragem/Number of Issues/Tiraja: Projeto/Project/Projecto: Francisco Renato Sampaio da Silva Gelsemânia Barros Martins Carvalho Time Propaganda Time Propaganda 500 exemplares Faculdade NOVAFAPI Revisão dos Resumos/Abstract Review/Revisión de Resumen Inglês/English/Inglês: Espanhol/Spanish/Español: Bibliotecário/Librarian/Bibliotecario: Harold Marwell de Oliveira Ellyda Fernanda de Sousa Oliveira Francisco Renato Sampaio da Silva R454 Revista Interdisciplinar [publicação da] Faculdade NOVAFAPI. Coordenação de Pesquisa e Pós-Graduação V.2, n. 1, Teresina: Faculdade NOVAFAPI, 2009 Trimestral ISSN Saúde Ciências Humanas Tecnologia CDD Endereço/Mail adress/dirección: Rua Vitorino Orthiges Fernandes, 6123 Bairro Uruguai Teresina Piauí Brasil Web site:

4 SUMÁRIO / CONTENTS / SUMARIO Revista Interdisciplinar NOVAFAPI Teresina-PI ISSN Vol. 2 Nº 1 Janeiro/Fevereiro/Março 2009 EDITORIAL / PUBLISHING / EDITORIAL Aspectos Conceituais da Interdisciplinaridade...05 Interdisciplinararity conceptual aspects (06) Aspectos Conceptuales de Interdisciplinaridad (07) Maria Eliete Batista Moura, Benevina Maria Vilar Teixeira Nunes PESQUISAS / RESEARCH / INVESTIGACIÓN Conhecimentos, sentimentos, renúncias e limitações do idoso portador de hipertensão arterial... 9 Knowledge, feelings, renounce and limitations of elderly carrier of hypertension pressure Conocimientos, sentimientos, renuncias y limitaciones del idoso portador de hipertensión arterial Fernando José Guedes Silva Júnior, Liana Dantas da Costa e Silva Barbosa, Antonio Jefferson Pereira Sousa, Amanda Lúcia Barreto Dantas, Maria Enoia Dantas da Costa e Silva, Maria Eliéte Batista Moura Maturação de sementes de angico - Anadenanthera colubrina (Veloso) Brenan...16 Maturation Angico s seed - Anadenanthera colubrina (Veloso) Brenan Maturación de Semillas de Angico - Anadenanthera colubrina (Veloso) Brenan Maria da Conceição Prado de Oliveira, José Messias e Silva Junior, Airan Silva Lopes, Antonio Pereira Filho Relação entre o tempo de amamentação exclusiva e a obesidade infantil...21 Relation between the time of exclusive breastfeeding and childish obesity Relación entre el tiempo de amamentación exclusiva y la obesidad infantil Andreia Janine Aboim do Rêgo Lobão, Karoline Alice Barros Lima, Carmen Viana Ramos Prevalência e atividade de cárie na dentição decídua, em pré-escolares da área 078/Estratégia de saúde da Família (ESF) Teresina-PI...27 Prevailing and decay activity in the deciduas dentaling, in pre-scholars of the 078 area/family health strategy (FHS) Teresina-PI Prevalencia y actividad de carie en la dentición decídua, en pré-escolares del área 078/Estratégia de salud de la Família (ESF) Teresina-PI Josana Vieira Magalhães, Antônia de Jesus Cavalcante Atuação do fonoaudiólogo na atenção primária à saúde: triagem auditiva neonatal em uma maternidade pública...31 Phonoaudiologist performing in the primary health attention: Neonatal auditive selecting in a public maternity hospital Atuacción del fonoaudiólogo en la atención primaria a la salud: triaje auditiva neonatal en una maternidad pública Marta Maria da Silva Lira Batista, Nelma Camilla Rego Fortes Castro, Rizeane Alves de Sousa, Marlla da Silva Guedes, Auxiliadora Maria da Rocha Nascimento, Diana Maria de Albuquerque Ferreira Estudo das Representações Sociais da hipertensão arterial elaboradas por funcionários de uma Instituição de Ensino Superior em Teresina PI...37 Study of the social Representations of the hypertension blood pressure elaborated by the employees of a superior teaching institution in Teresina PI Estudio de las representaciones sociales de la hipertensión arterial elaboradas por funcionarios de una institución de enseñanza superior en Teresina PI Wildson de Castro Gonçalves Neto, Priscila Rodrigues Alves, Eucário Leite Monteiro Alves, Cristina Maria Miranda de Sousa 3

5 SUMÁRIO / CONTENTS / SUMARIO Análise de alterações histopatológicas no útero de ratas tratadas com isotretinoína e anticoncepcional oral...44 Altering analysis histopathology in rats womb treated with isotretinoine and oral contraceptive. Análisis de alteracciones histopatológicas en el útero de ratas tratadas con isotretinoína y anticoncepcional oral Lílian Rego de Carvalho, Mariana Oliveira Cordeiro, Vanessa Caroline Costa Machado, Jerúsia Oliveira Ibiapina, Kátia Maria Marabuco de Sousa, Maria do Carmo de Carvalho e Martins. Conhecimentos e práticas de trabalhadores da construção civil de Teresina/PI em relação ao tétano e a vacinação antitetânica...49 Knowledge and workers practice of Teresina/PI civil construction in relation to tetanus and ant tetanus vaccination. Conocimientos y prácticas de trabajadores de la construcción civil de Teresina/PI en relación al tétano y la vacunación antitetánica Raquel Vilanova Araújo, Telma Maria Evangelista de Araújo, Neylon Araújo Silva. REVISÃO / REVIEW PAPER / REVISIÓN Produção científica sobre úlcera por pressão em idosos...55 Scientific production about ulcer by pressure in elderly Podución científica sobre úlcera por presión en idosos Jairo Edielson Rodrigues Barbosa de Sousa, Lívio Amaral Bastos, Douglas Meneses de Melo, Maria Helena Barros Araújo Luz, Sandra Marina Gonçalves Bezerra, Maria Eliete Batista Moura. RELATO DE CASO / CASE STUDY / HISTORIA DEL CASO Utilização de pino de fibra de vidro como solução estética para reabilitação protética anterior - relato de caso...61 Using of glass fiber pin as aesthetic solution to previous prothetic rehabilitation - case description Utilización y pino de fibra de vidrio como solución estética para reabilitación protética anterior - relato de caso Vera Lúcia Gomes Prado, Bruna Gomes Prado, José Guilherme Ferrer Pompeu, Lya Gomes Prado, Maria Soraya Evangelista Melo, José Pereira de Melo Neto. PÁGINA DO ESTUDANTE / STUDENT PAGE / PAGINA DEL ESTUDIANTE Modelo didático para otimização do processo de ensino aprendizagem dos contatos cêntricos interdentais...64 Didactic model to the improvement of teaching-learning process of the interteeth centric contact Modelo didáctico para otimización del proceso enseñanza-aprendizaje de los contactos céntricos interdentales Vera Lúcia Gomes Prado, Pedro Paulo Feltrini, José Guilherme Ferrer Pompeu, Lya Gomes Prado, Maria Soraya Evangelista Melo, José Pereira de Melo Neto. NORMAS PARA PUBLICAÇÃO...67 PUBLISHING NORMS...71 NORMAS PARA PUBLICACIÓN...75 FICHA DE ASSINATURA

6 EDITORIAL / PUBLISHING / EDITORIAL Aspectos Conceituais da Interdisciplinaridade Maria Eliete Batista Moura Editora Científico da Revista Interdisciplinar Benevina Maria Vilar Teixeira Nunes Editora Associada da Revista Interdisciplinar As sociedades globalizadas vêm passando por importantes e profundas transformações, nos pensamentos, percepções e valores que exigem contextualização dos novos conhecimentos. Essas transformações têm desencadeado mudanças nas teorias e paradigmas que embasam as ciências e acredita-se que a interdisciplinaridade contribuirá para superação desses impasses. A idéia de interdisciplinaridade é a de superação dos limites das disciplinas científicas de forma a produzir conhecimento capaz de resolver situações complexas e multi-facetadas dos fenômenos sociais da atualidade. No entanto, essa tem sido uma tarefa árdua, de difícil execução. Um desafio contínuo para educadores e pesquisadores. A interdisciplinaridade é um movimento, um conceito e uma prática em construção dentro do ensino das ciências, em que uma disciplina utiliza método ou idéia de outra para expandir as possibilidades de trabalhar na sua própria disciplina. É um campo de saber novo que não é do domínio de nenhuma disciplina em particular e resulta na produção de teorias que têm aplicação em várias disciplinas das áreas da saúde, ciências humanas, tecnológicas e entre outras. Assim, a interdisciplinaridade é necessária na resolução dos novos problemas do ensino, pesquisa e extensão, pois uma única disciplina não daria conta de resolvê-los. Vale ressaltar que a busca da interdisciplinaridade não significa a destruição da disciplinaridade, mas o rompimento com as dificuldades limitantes que cada disciplina dispõe para entendimento e transformação dos fenômenos complexos. Além disso, as Diretrizes Curriculares Nacionais para o ensino de graduação sinalizam que os currículos dos cursos devem se organizar por áreas do conhecimento, orientados pelos princípios pedagógicos da interdisciplinaridade, da contextualização, da diversidade e autonomia, redefinindo os modos de organização de conteúdos e metodologias. Nesse sentido, A Revista Interdisciplinar se propõe a ser um instrumento de socialização da produção acadêmica, com a proposta de incentivar o rompimento com as amarras disciplinares, buscando contribuir para que esse enfoque se desenvolva, no âmbito do ensino, pesquisa e extensão. Revista Interdisciplinar NOVAFAPI, Teresina 2009 Jan-Fev-Mar; 2(1): 5. 5

7 EDITORIAL / PUBLISHING / EDITORIAL Interdisciplinararity conceptual aspects Maria Eliete Batista Moura Scientific editor of the Interdisciplinary Journal Benevina Maria Vilar Teixeira Nunes Associate editor of Interdisciplinary Journal The globalized society has passed through important and deep transformations, in the thoughts, perceptions and values that demand contextualization of the new knowledge. This transformation has set off changings in the theories and paradigms that embase the sciences and it is believed that the interdisciplinary will contribute to the overcoming of these impasses. The idea of interdisciplinary is limits overcoming of scientific subjects in a way of producing knowledge capable of solving complex situations and multi-faceted of the current social phenomenon. However, this has been a hard task of difficult execution. A continuous challenge to the educators and researchers. The interdisciplinary is a movement, a concept and a practice in a science teaching construction in which a subject uses method or idea of other to expand the possibilities of working its own subject. It s a new field of knowledge that is not of the command of any subject in particular and results in theories production that has application to several subjects of the health area, human sciences, technology and so forth. Thus, the interdisciplinary is a must in resolution of the teaching new problems, research and extension, as a unique subject would not be up to solve them. It s worth to point out that the research of interdisciplinary doesn t mean the destruction disciplinarily, but the breaking with the limiting difficulties that each subject arranges to the understanding and transformation of the complex phenomenon. Besides, the National curricular directives to the graduation teaching signalize that the courses curriculum must organize themselves by areas of knowledge, directed by pedagogic principles of interdisciplinary, of contextualization, of the diversity and autonomy, redefining the contents and methodologies organization ways. In this sense, The Interdiscipline magazine, proposes itself to be an instrument of socialization of academic production, with the purpose to encourage the breaking with the disciplinarians tie ups, searching to contribute in order this approach develops itself, in the ambit of teaching, research and extension. 6 Revista Interdisciplinar NOVAFAPI, Teresina 2009 Jan-Fev-Mar; 2(1): 6.

8 EDITORIAL / PUBLISHING / EDITORIAL Aspectos Conceptuales de Interdisciplinaridad Maria Eliete Batista Moura Editora Científico de la Revista Interdisciplinar Benevina Maria Vilar Teixeira Nunes Editora Asociada de la Revista Interdisciplinar Las sociedades globalizadas vienen pasando por importantes y profundas transformaciones, en los pensamientos, percepciones y valores que exigen contextualización de los nuevos conocimientos. Esas transformaciones vienen desencadeando cambios en las teorías y paradigmas que embasan las ciencias y se cree que la interdisciplinaridad contribuirá para superación de esos impases. La idea de interdisciplinaridad es la de superación de los límites de las asignaturas científicas de forma a producir conocimiento capaz de resolver situaciones complejas y multifacéticas de los fenómenos sociales de la actualidad. Sin embargo, esa ha sido una tarea ardua, de difícil realización. Un desafio continuo para educadores e investigadores. La interdisciplinaridad es un movimiento, un concepto y una práctica en construcción dentro de la enseñanza de las ciencias, en que una asignatura utiliza método o idea de otra para expandir las posibilidades de trabajar en su propia asignatura. Es un campo de saber nuevo que no es de dominio de ninguna asignatura en particular y resulta en la producción de teorías que tiene aplicación en varias disciplinas de las áreas de salud, ciencias humanas, tecnológicas, entre otras. Así, la interdisciplinaridad es necesaria en la resolución de nuevos problemas de enseñanza, investigación y extensión, pues una única asignatura no daría cuenta de resolverlos. Vale resaltar que la búsqueda de interdisciplinaridad no significa la destruición de la disciplinaridad, pero el rompimiento con las dificultades limitantes que cada asignatura dispone para entendimiento y transformación de los fenómenos complejos. Además de que las Diretrizes Curriculares Nacionais (Directrices Curriculares Nacionales) para la enseñanza de graduación señalizan que los currículos de los cursos deben organizarse por áreas del conocimiento, orientados por principios pedagógicos de interdisciplinaridad, de la contextualización, de diversidad y autonomía, redefiniendo los modos de organización de contenidos y metodologías. En ese sentido, La Revista Interdisciplinar se propone a ser un instrumento de socialización de producción académica, con la propuesta de incentivar el rompimiento con las amarras disciplinares, buscando contribuir para que ese enfoque se desarrolle, en el ámbito de enseñanza, investigación y extensión. Revista Interdisciplinar NOVAFAPI, Teresina 2009 Jan-Fev-Mar; 2(1): 7. 7

9

10 PESQUISAS / RESEARCH / INVESTIGACIÓN Conhecimentos, sentimentos, renúncias e limitações do idoso portador de hipertensão arterial Knowledge, feelings, renounce and limitations of elderly carrier of hypertension pressure Conocimientos, sentimientos, renuncias y limitaciones del idoso portador de hipertensión arterial Fernando José Guedes Silva Júnior Graduando em Enfermagem na Faculdade Santo Agostinho-FSA. Liana Dantas da Costa e Silva Barbosa Psicóloga. Especialista em Psicologia clínica. Docente da FSA e da UESPI. Antonio Jefferson Pereira Sousa Enfermeiro pela Faculdade de Saúde, Ciências Humanas e Tecnológicas do Piauí NOVAFAPI. Amanda Lúcia Barreto Dantas Enfermeira, Especialista em Saúde da Família, Docente da Faculdade Santo Agostinho-FSA. Maria Enoia Dantas da Costa e Silva Enfermeira, Mestre em Enfermagem. Docente da NOVAFAPI e FSA. Enfermeira do PSF/FMS. Maria Eliéte Batista Moura Pós-Doutora em Enfermagem. Professora da Faculdade NOVAFAPI. Professora da Graduação e do Programa de Mestrado em Enfermagem da UFPI. RESUMO Trata-se de um estudo de natureza qualitativa, exploratória, descritiva, realizado no Bairro Morro da Esperança, Teresina-PI. Os sujeitos foram idosos portadores de Hipertensão Arterial cadastrados no Programa de Controle da Hipertensão Arterial. Os objetivos foram: descrever a percepção do idoso portador de Hipertensão Arterial sobre a doença e suas medidas de controle e analisar os aspectos psicossociais relacionados ao comportamento desse idoso frente a essas medidas. Emergiram das falas quatro categorias e oito subcategorias que descrevem a percepção dos idosos, os sentimentos, as renúncias e as dificuldades/limitações relacionadas à doença e seu controle. Esta percepção justifica as manifestações/descrições e explicações dos posicionamentos dos portadores, com destaque para os aspectos físico/biológicos, cognitivos, psicossociais e econômicos. Tais aspectos precisam ser conhecidos pelos profissionais que assistem aos idosos portadores de doença hipertensiva, no sentido de obterem mudanças de comportamento para o controle da doença. Descritores: Hipertensão. Idosos. Enfermagem ABSTRACT It treats of qualifying nature, exploratory, descriptive study realized in Morro da Esperança district, Teresina-PI. The characters of this study were elderly carrier of Hypertension pressure recorded in the control Program of Hypertension pressure. The objectives were: describe the elderly perception carrier of Hypertension pressure about the disease and its measures of control and analysis of the psychosocial aspects related to the behave of this aged group in front of these measures. Emerged from the speeches and eight categories and eight sub-categories that described the elderly perception, the feelings, the renounces and the difficulties/limitations related to disease and its control. This perception justify the manifestation/descriptions and explanations to the positioning of the carriers, with prominence physics/biologics, cognitive, psychosocial and economic aspects, such aspects need to be known by the professionals that assist the elderly carriers of hypertension disease, in the sense of getting changes of behavior to the disease control. Descriptors: Hypertension. Elderly. Nursing. RESUMEN Submissão: 29/08/2008 Aprovação: 06/10/2008 Se trata de un estudio de naturaleza cualitativa, exploratoria, descriptiva, realizado en el Bairro Morro da Esperança, Teresina-PI. Los sujetos fueron idosos portadores de Hipertensión Arterial cadastrados en el Programa de Control de la Hipertensión Arterial. Los objetivos fueron: describir la percepción del idoso portador de Hipertensión Arterial sobre la enfermedad y sus medidas de control y analisar los aspectos psicosociales relacionados al comportamiento de ese idoso frente a esas medidas. Emergieron de las charlas cuatro categorias, ocho subcategorias que describen la percepción de los idosos, los sentimientos, las renuncias y las dificultades/limitaciones relacionadas a la enfermedad y su control. Esta percepción justifica las manifestaciones/descripciones y explicaciones de los posicionamientos de los portadores, con destaque para los aspectos físico/biológicos, cognitivos, psicosociales y económicos. Estos aspectos necesitan ser conocidos por profesionales que asisten a los Revista Interdisciplinar NOVAFAPI, Teresina 2009 Jan-Fev-Mar; 2(1):

11 Júnior FJGS, et al. idosos portadores de enfermedad hipertensiva, en el sentido de obteneren cambios de comportamiento para el control de la enfermedad. Descriptores: Hipertensión. Idosos. Enfermeria. 1 INTRODUÇÃO A Hipertensão Arterial (HA), doença de natureza multifatorial, crônica, silenciosa, é determinada pela elevação intermitente ou constante da pressão arterial (PA) sistólica ou diastólica, quando atingem, juntas ou isoladamente, valores iguais ou superiores a 140/90 mmhg (BOUNDY et al., 2004; BRASIL, 2005). A HA constitui, nos dias atuais, importante agravo das doenças cardiovasculares, cerebrovasculares e renais por está relacionada ao aparecimento de outras doenças crônico-degenerativas e de incapacidades diversas que trazem repercussões negativas para a qualidade de vida de seus portadores. Nesse sentido, essa doença é um problema grave de saúde pública no Brasil e no mundo. É importante ressaltar que as sequelas atribuídas à falta de controle da HA incluem, além dos agravos supracitados, a ocorrência de morte prematura (BRASIL, 2005; SARAIVA et al., 2007). Na realidade brasileira, a população acometida pela Hipertensão Arterial é estimada em 10 a 20%, o que representa aproximadamente, 15 a 30 milhões de indivíduos. A estimativa entre os idosos é de 65%, e entre crianças e adolescentes, 7%, enquanto que na raça negra o número chega a 25%, sendo a mulher negra mais acometida que a mulher branca (SA- RAIVA et al., 2007). Embora a HA seja reconhecida como um problema de relevante agravo, seu tratamento continua inadequado, pois parte dos portadores (27%) não apresenta valores de pressão arterial satisfatório (PA<140/90mmHg) e mesmo quando diagnosticada precocemente, apenas 50% utiliza a medicação de forma regular (MANO, 2003). Acredita-se que a dificuldade de controle da HA esteja relacionada às características da doença: silenciosa e assintomática, não sendo tratada, portanto, como doença ou algo que precise ser cuidado. Os portadores não sentem necessidade de modificar seus hábitos e atitudes até que surjam as complicações provocadas por esta patologia (SILVA, 2006). Nessa perspectiva, pode ser percebido que o não controle da pressão arterial pode está relacionado à falta de adesão ao tratamento, caracterizado pelo comportamento dos portadores de HA em não seguirem as recomendações relativas ao uso dos medicamentos, a dieta adequada, enfim, da necessidade de mudanças nos hábitos de vida. Neste contexto, o MS fez parcerias com as Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde e outras instituições para implantar o Plano de Reorganização de Atenção a Hipertensão Arterial, com o objetivo de diminuir o número de internações e, consequentemente, reduzir, assim, os gastos públicos. No Piauí, a Coordenação Estadual dos Programas Especiais da Secretaria de Saúde divulgou que 137 dos 222 municípios do Estado assinaram o termo de adesão ao Plano de Reorganização da Atenção a Hipertensão Arterial, em 2001, mas, em Teresina, a HA passou a ser controlada segundo o plano após a implantação do PSF, em Desde a implantação desse Programa os profissionais (médicos e enfermeiros) vêm atendendo a uma expressiva demanda de portadores nos serviços de saúde e nos domicílios. Embora os esforços das diversas esferas de governo e dos profissionais de saúde, no sentido do cumprimento do pacto firmado para o controle da HA, observou-se que ainda é crescente o número de indivíduos que não consegue controlar a pressão arterial, o que contribui para a piora 10 dos agravos produzidos pela doença e da qualidade de vida, especialmente, pelas sequelas que incapacitam e pelas frequentes hospitalizações. Na convivência com esses serviços de saúde questionou-se sobre os motivos que podem contribuir para que estes portadores não adotem as medidas de controle da HA e fomos estimulados a fazer suposições a respeito da forma como percebem a patologia, que para eles, parece não ser doença e, por isso, não acham que seja necessário alterar a rotina de suas vidas, principalmente, quanto às mudanças dos hábitos alimentares, na adoção de práticas de exercícios físicos, no abandono de vícios, e até mesmo, no uso contínuo da medicação. A adesão parcial ou o abandono das medidas de controle dos idosos portadores de HA é um fato que os Enfermeiros e demais membros das equipes do PSF vivenciam nos serviços de saúde. Frente a essas inquietações, elaboramos os seguintes objetivos: descrever como o idoso portador de HA percebe esta doença e suas medidas de controle; analisar os aspectos psicossociais que possam estar relacionados ao comportamento do idoso portador HA frente as medidas de controle da doença. 2 METODOLOGIA O estudo é de natureza qualitativa, descritiva, exploratória. A opção pela pesquisa qualitativa é justificada por se considerar que o objeto em estudo busca a percepção do idoso portador de HA, além de analisar os aspectos psicossociais que podem estar relacionados à efetivação das suas medidas de controle. A pesquisa foi realizada no Bairro Morro da Esperança, localizado na região administrativa Centro/Norte da cidade de Teresina-PI, onde residem as famílias assistidas pela Equipe 167, do Programa Saúde da Família (PSF). Os sujeitos do estudo foram portadores de HAS, residentes no referido bairro, sendo a seleção baseada nos seguintes critérios: serem cadastrados no PCHA, pela equipe 167, do PSF/Centro de Saúde Cecy Fortes, na faixa etária de sessenta anos ou mais, que apresentaram três ou mais faltas à agenda do programa, no ano de 2007, apresentaram condições de deslocamento ao referido centro e que aceitaram participar do estudo, com assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido, conforme Resolução nº. 196 de 10 de outubro de 1996, do Conselho Nacional de Saúde CNS. Utilizou-se um total de vinte e um sujeitos selecionados através de sorteio. Os dados foram coletados por meio de entrevista semi-estruturada. As entrevistas foram realizadas nos domicílios, com uma duração aproximada de vinte minutos, com prévio agendamento pelos Agentes Comunitários de Saúde (ACS), de forma a garantir a disponibilidade dos sujeitos para o fornecimento dos dados. Em seguida, foram transcritas, integralmente, para posterior leitura e releitura das falas. A seguir, procedeu-se a seleção das unidades de análise que resultou em 95 unidades de registro e 4 unidades de contexto, em que unidade de registro é a menor parte do conteúdo e unidade de contexto, agrupamento por similaridade semântica das unidades de registro, formando 9 subcategorias e 4 categorias, respectivamente. A análise do conteúdo dessas falas possibilitou a identificação e descrição da percepção dos idosos portadores de HA, sobre a doença e suas medidas de controle, com base no conhecimento desses sujeitos sobre o surgimento, as manifestações, os fatores de risco, as medidas por eles adotadas, os sentimentos, as renúncias, as rotinas e as dificuldades e limitações relacionadas à doença e seu controle. Dessa forma, foram definidas as categorias e subcategorias, conforme Quadro 1, seguinte: Revista Interdisciplinar NOVAFAPI, Teresina 2009 Jan-Fev-Mar; 2(1): 9-15.

12 Conhecimentos, sentimentos, renúncias e limitações do idoso portador de hipertensão arterial Categorias Subcategorias 1.1 Surgimento da Doença (SD) 1.2 Manifestação da Doença (MD) 1 Conhecimento Sobre HA (CSHA) 1.3 Fatores de Risco (FR) 1.4 Medidas de Controle (MC) 2 Sentimentos Relacionados à HA (SRHA) 2.2 Sentimentos Negativos (SN) 3 Renúncia dos Prazeres Alimentares (RPA) 4.1 Dificuldade/Limitação Física (RLF) 4 Dificuldades/Limitações frente às Medidas de Controle (DLMC) 4.2 Dificuldade/Limitação Sócio-Econômica (DLSE) 4.3 Dificuldade/Limitação Psicológica (DLP) Quadro 1 Descrição das categorias Para a análise mais detalhada dos conteúdos em termos quantificáveis e percentuais sobre as manifestações a respeito da percepção do idoso portador sobre a doença e suas medidas de controle, apresenta-se no Quadro 2 abaixo, os dados relativos às 95 unidades de registro. Categorias/Subcategorias Unidades de registro Frequência % 1 Conhecimento Sobre HA (CSHA) 1.1 Surgimento da Doença (SD) 1.2 Manifestação da Doença (MD) 1.3 Fatores de Risco (FR) 1.4 Medidas de Controle (MC) ,5 10,5 12,6 46,2 Subtotal 76 79,8 2 Sentimentos Relacionados a HA (SRHA) 2.1 Sentimentos Positivos (SP) 3 2 3,1 2,1 2.2 Sentimentos Negativos (SN) Subtotal 5 5,5 3 Renúncia dos Prazeres Alimentares (RPA) 3 3,1 Subtotal 3 3,1 4 Dificuldades/Limitações frente às Medidas de Controle (DLMC) 4.1 Dificuldade/Limitação Física (RLF) 4.2 Dificuldade/Limitação Sócio-Econômica (DLSE) 4.3 Dificuldade/Limitação Psicológica (DLP) ,2 5,2 2,1 Subtotal 11 11,58 Total Quadro 2 - Distribuição das categorias, subcategorias e unidades de registro, sobre a experiência dos cuidadores. 3 A PERCEPÇÃO DO IDOSO PORTADOR DE HA SOBRE A DOENÇA E SUAS MEDIDAS DE CONTROLE 3.1 Conhecimento sobre a HA A categoria é constituída por quatro subcategorias que abordam a percepção dos idosos hipertensos sobre a doença desde o seu surgimento e as manifestações, até os fatores de risco e as suas medidas de controle Surgimento da doença Revista Interdisciplinar NOVAFAPI, Teresina 2009 Jan-Fev-Mar; 2(1): A subcategoria é formada de quarenta e uma (43,1%) unidades de registro, considerando que expressa todo o conhecimento dos sujeitos sobre o surgimento da doença, fato que contribui para as dificuldades de controle. Considera-se o conhecimento sobre a patologia ponto fundamental e que norteia a escolha das medidas de controle. Nas falas seguintes, o surgimento da doença está associado a estresse que; por vezes, relaciona-se a conflitos sócio-familiares, sobrecarga e condições inadequadas de trabalho como a jornada noturna, desencadeando problemas psicológicos que, segundo eles, determinam a elevação da PA: [...] esse negócio de pressão começou da bala que eu tinha na cabeça[...]. Essa doença é por causa da bala, eu não morri não sei nem por que, mas foi por isso[...] [D5] [...] essa doença começou quando estava com uma arma na cabeça, é agora, detona, estou com a mão no gatilho devido a um assalto. Ah, e também devido a uma queda da cama, preocupado com minha filha que ainda não tinha chegado da rua, eu fui nas carreiras para o médico, ai estava dezenove[...] [D6] 11

13 Júnior FJGS, et al. 12 [...] ah, foi uma discussão que eu tive, discussão não, eu passei um vexame, não é? Porque tive uma desavença com um filho [...] deram parte dele e eu fui, só cheguei a ir até o distrito, quando eu voltei aí me deitei ali, quando o pessoal foi mexer comigo[...] me levaram para o hospital [...] tiraram lá minha pressa e estava vinte por dezenove[...] [D7] [...] eu acho que foi muito plantão que eu dei de noite. Ai tem aquele sufoco, aquela pressão não é nem do patrão, mas do povo que chegava doente, porque era emergência. E a gente passava muito sono, comecei a sentir que fosse hipertensão ai ele fui no médico e ele passou remédio tem mais ou menos três anos por ai assim[...] [D14] A percepção dos sujeitos sobre o surgimento da doença relacionado a questões emocionais, favorece o entendimento de que a HA não seja considerada uma doença grave e que precise ser controlada. Mas, como mal passageiro que pode ser contornado com o uso da medicação para PA elevada, em serviços de urgência, deixando de ser considerada doença quando a mesma se normaliza. Com isso, os pacientes não aderem às outras medidas de controle, especialmente, as não medicamentosas, como: atividades físicas, dieta hipolipídica, hipossódica, dentre outras (SILVA, 2006). Contudo, para Brito e Araújo (2005), pode contribuir favoravelmente para melhoria dos aspectos emocionais, indicando uma melhor qualidade de vida, já que os sujeitos encaram a HA como uma doença sem gravidade. Tal estado pode estar associado ao enfrentamento e auto-estima preservados entre os pacientes, mesmo que estejam acometidos pela doença. É importante ressaltar que estes sujeitos também relacionam o surgimento da doença com alterações fisiopatológicas, destacando o Derrame Cerebral, temido por eles, uma vez que pode ocasionar sequelas e mortes súbitas, que desencadeiam transtornos na vida social e familiar desses portadores. [...] dei um começo de derrame, na minha ficha tem [...]. Surgiu desde que eu senti um negócio de derrame [...] [D1] A respeito das consequências produzidas pela HA, estudos realizados por Lima-Costa et al., (2000); National High Blood Pressure Education Program Working Group (1994), mostram que ela se constitui em principal fator de risco para doenças cardiovasculares, particularmente entre idosos, sendo a causa modificável mais importante na morbidade e mortalidade cardiovasculares. Nessa perspectiva, o temor manifesto pelos sujeitos é justificado pelo conhecimento por eles elaborado sobre gravidade da doença e de suas consequências. Paradoxalmente, identificou-se no estudo que existem portadores de HA que não conseguem estabelecer relação entre o seu surgimento e o fator causal: [...] Eu nem sei dizer como surgiu essa doença [...] [ D13] [...] Eu não sei explicar o que fez eu ter essa doença não [...] [D16] [...] Eu não sei nem te dizer quando surgiu. Há muitos anos [...] [D17] A dificuldade dos sujeitos em relacionar o surgimento da doença a seus fatores desencadeante, pode ser explicada pelo fato de ser a HA uma doença que sofre influência multifatorial, com destaque para o estilo de vida (LESSA, 1998). Nesse sentido, o controle da doença torna-se difícil quando os seus portadores sequer conhecem como se contrai a doença. O desconhecimento da gravidade da doença e da necessidade de tratamento contínuo induz às várias e importantes considerações, que devem estar presentes no acompanhamento pelos profissionais de saúde. Portadores de HA com longo tempo de tratamento apresentavam dificuldades em identificar o diagnóstico da doença ou mesmo em aceitá-lo, pela falta de compreensão relativa à patologia (MAGRO et al., 1999) Manifestação da Doença: A subcategoria agrupou dez unidades de registro (10,5%), referentes às características apresentadas pela doença, na percepção dos sujeitos: Eu sinto essa pancada na cabeça, daí, para cá é tanta coisa que eu sinto: dor na cabeça, tontura, muita tontura, às vezes, que eu sinto. Remédio, tomo todo tempo, todo tempo. É isso que eu sinto[...] [D1] O que eu sinto é dor de cabeça, é só dor de cabeça quando a pressão está alta [...] [D4] [...] eu não sinto nada não [...] [D18] Não, eu não tenho nem um sintoma, nenhum, nenhum, nenhum [...] [D20] Nota-se que as características mais comuns referidas pelos sujeitos como a dor e a pancada na cabeça, a tontura, as náuseas, os vômitos, o nervosismo, a sudorese, estão todas relacionadas à elevação da PA. No entanto, outros referem a ausência total dessas manifestações, mesmo quando a PA encontra-se elevada. A HA é considerada uma doença assintomática e, quando as manifestações estão presentes; podem ser confundidas com as de outras doenças como doenças do aparelho gastrintestinal, viroses, dentre outras. A ausência de sintomatologias concorre para que esses portadores não aceitem a HA como doença e, em consequência, não aderem às medidas de controle. Para Silva e Souza (2004), a HA, geralmente, é uma doença silenciosa, não dói, não provoca sintomas; entretanto, pode matar. Quando ocorrem sintomas, já decorrem de complicações. A percepção do paciente sobre a não-gravidade da doença, diante de outras tantas dificuldades para a realização do tratamento, provavelmente prejudica sua aceitação (MENDEL, 1997; DELA COLLETA, 1995). Em face do exposto, recomenda-se mudança do enfoque de educação em saúde e utilização de uma linguagem comum entre os profissionais e os pacientes. Para Mendel (1997) e Dela Colleta (1995), se os profissionais conhecessem melhor o paciente, seus valores e percepções, poderiam estabelecer estratégias de educação para a saúde que possibilitassem melhor conhecimento sobre a doença, e que subsidiariam uma melhor prática de autocuidado Fatores de Risco A subcategoria apresenta dozes unidade de registro que apontam a percepção dos idosos portadores de HAS sobre os fatores de risco. Isto pode ser observado nas unidades de registro apresentadas: [...] quando eu passo um dia sem tomar o remédio sinto tontura, saio caindo por cima das coisas [...] [D1] Revista Interdisciplinar NOVAFAPI, Teresina 2009 Jan-Fev-Mar; 2(1): 9-15.

14 Conhecimentos, sentimentos, renúncias e limitações do idoso portador de hipertensão arterial [...] uma das coisas que mais piora a situação é o estresse [...][D2] [...] Eu acho que o que mais me prejudica é muita contrariedade, eu não posso ter susto, não posso ter raiva, se tiver uma alegria demais ou tristeza, tudo é uma doença [...] [D7] [...] ter cuidado com a alimentação, retirar o sal e evitar farinha com rapadura [...] farinha com banana, cuscuz, beiju, isso tudo [...] [D12] [...] é da família sabe [...] [D18] As falas dos sujeitos reforçam seus conhecimentos sobre os fatores de risco da doença, com ênfase nos fatores genético-hereditários que estão fora do controle dos profissionais de saúde como os problemas cardíacos, os aspectos psicológicos e sociais resultantes do processo de interação dos portadores no meio sócio-familiar em que vivem e se relacionam. Embora eles identifiquem a existência desses fatores, percebe-se que não acreditam na sua influência para o agravamento da doença, não aderindo às orientações dos profissionais de saúde. Para os profissionais, esses fatores poderiam ser controlados com práticas saudáveis como a dieta, atividades físicas e o abandono de vícios como o uso de bebidas alcoólicas e o fumo. Neste sentido, torna-se um desafio para os profissionais de saúde a implementação de estratégias de orientação aos idosos portadores de HA para que possam viver com qualidade mesmo sendo portadores da doença (SILVA, 2006) Medidas de Controle Esta subcategoria apresenta quarenta e quatro unidades de registro que apontam a percepção dos sujeitos sobre as medidas de controle da HAS: [...] o que sei é que não tem cura, ela tem controle [...] todas as pessoas que têm hipertensão têm que controlar, têm que tomar o medicamento na hora certa, têm que se alimentar na hora certa, têm que fazer exercícios [...] a comida com sal, a gordura, tudo isso, eu evito[...][d2] [...] exercícios físicos, faço caminhadas, adoro caminhar, fazer serviço, varrer quintal, aí me sinto bem [...][D3] [...] a comida tem que ser doce e a gordura lá longe [...] exercício físico eu não vou mentir não (risos), eles passaram para fazer caminhada mais eu não fiz nenhuma caminhada (risos), não vou mentir, não é? [...][D7] [...] a alimentação e exercício físicos eu acho que não influenciam, para mim não tem nada importante, só o remédio. Ah, e não ter raiva, preocupação[...][d4] Evidencia-se que os portadores reforçam ser a HA uma doença que requer uso sistemático e prolongado dos remédios prescritos pelo médico, acreditando nos seus efeitos miraculosos para a cura (SILVA, 2006). As medidas não farmacológicas, quando praticadas, resultam em grande benefício em relação ao controle da PA e co-morbidades comumente encontradas nos pacientes hipertensos. No entanto, a descredibilidade dos portadores contribui para que eles não incorporem as medidas não farmacológicas. Nesse aspecto, os estudos revelam que para a doença ser controlada é imprescindível a adesão ao tratamento, o qual é caracterizada pelo Revista Interdisciplinar NOVAFAPI, Teresina 2009 Jan-Fev-Mar; 2(1): grau de cumprimento das medidas terapêuticas recomendadas, podendo ser ou não medicamentosas, objetivando a manutenção da pressão arterial em valores considerados normais (PIERIN; GUSMÃO; CARVALHO, 2004). O tratamento é para a vida inteira, uma vez que, na maioria dos casos, a HA não tem cura. Diante dessa realidade, pontuamos como a maior dificuldade a estimulação desse paciente, a adesão ao tratamento. Vale ressaltar que existem maneiras diferentes de se tratar o indivíduo hipertenso, como uma grande quantidade de medicamentos e de medidas a serem feitas, mas é preciso que ele seja orientado no sentido de evitar sua desmotivação frente à terapêutica escolhida. 3.2 Sentimentos Relacionados à HA Esta categoria composta por duas subcategorias, evidencia os conteúdos psicossociais positivos e negativos relacionados aos sentimentos dos idosos portadores de HAS com relação à doença Sentimentos Positivos Esta subcategoria, constituída por três unidades de registro, expressa que os sujeitos convivem com a HAS de forma positiva. Para eles, essa doença pode ser controlada desde que os seus portadores evitem fortes emoções e sigam corretamente as terapêuticas, produzindo muitas vezes, benefícios como a manutenção do peso adequado, aumento da expectativa de vida e manutenção das atividades cotidianas. Eu acho que a pessoa que tiver cuidado, se cuidar como eu estou dizendo, tomar o medicamento todo dia, ela vive mais um tempo [...] [D2] É uma doença que não atrapalha, pode levar uma vida normal, pode trabalhar [...] [D3] É bom porque a gente fica magrinha toda a vida[...] [D17] Segundo Silva (2006), os aspectos psicológicos positivos são demonstrados pela aceitação, tolerância, normalidade e confiança dos portadores por acharem que a HAS é uma doença que pode ser controlada e possibilita uma vida normal desde que os portadores controlem as fortes emoções e sigam as orientações para o tratamento da doença Sentimentos Negativos Esta subcategoria, composta por duas unidades de registro, revela os sentimentos negativos resultantes da vivência dos idosos portadores de HAS. Os sentimentos desses sujeitos denotam os efeitos psicológicos negativos explicitados pela insegurança, preconceito, frustrações e temores, sobretudo, das complicações que causam a invalidez e a morte: [...] eu tomo só meu remédio mesmo, eu não estou achando melhora[...] [D7] [...] aí ele disse: se você quiser ficar numa cadeira de rodas, morrer, pode deixar de tomar. Aí eu não quero nenhum dos dois[...] [D19] Embora não comprometa os portadores para as atividades diárias, a HA produz limitações na vida social, fazendo com que se sintam diferentes 13

15 Júnior FJGS, et al. das demais pessoas e vivam sob constante ameaça dos agravos que podem comprometê-los (SILVA, 2006). Embora não haja comprovações de que as alterações emocionais tenham participação direta nos fatores considerados psicossociais na produção do adoecer, tais alterações podem indicar a existência de fatores estressores isolados para algumas doenças, como a HA. É preciso que os profissionais de saúde trabalhem os aspectos negativos por meio de atividades educativas que conduzam à conscientização de que é possível ter uma vida saudável, mesmo sendo portador de HA. 3.3 Renúncia dos Prazeres Alimentares A categoria apresenta três unidades de registro que relatam as renúncias dos portadores frente aos prazeres alimentares por conta das medidas de controle recomendadas: 14 Sal, na hora que está na mesa[...] eu só faço me levantar e sair[...] fico sem almoçar, sem jantar, porque eu sei que me prejudica[...] [D2] [...] sem gordura, nada presta, tudo isso está ligado a pressão, será? Eu acho que prejudica, não é? Comer sem gordura é ruim, que não se consegue comer [...] [D6] [...] essa doença é muito ruim porque eu morro de fome, não como isso que faz mal, essas comidinhas recomendadas, não gosto!. Comer sem gordura, comer sem sal, tu é doido[...] [D13] As dificuldades de mudança implicam, quase sempre, em modificar, substituir ou abandonar as práticas adquiridas ao longo da vida, às vezes, presentes nos costumes de outras gerações, fazendo parte do cardápio preferido e já incorporado no conteúdo cognitivo. Os portadores de HA expressam outras formas de resistência às mudanças nos hábitos alimentares, como a ingestão de alimentos considerados fortes, que dão sustança (carne, arroz, feijão, gordura) para outros tidos como leves, fracos (verduras, legumes, frutas), que saciam menos, custam mais caro, portanto, de difícil aquisição. Neste sentido, a dieta recomendada pelos profissionais e supervisionadas pelos familiares para o controle da doença está relacionada às restrições do consumo de certos alimentos. Frente a essas restrições, comem escondidos e, consequentemente, negam sua condição de doentes (SILVA, 2006). Em relação aos fatores nutricionais é fundamental a redução da ingesta calórica. Contudo, ao se intervir na consciência do paciente, transmitindo informações e corrigindo conceitos sobre a doença, conseguese intervir positivamente contra a evolução desta enfermidade (ROLIM; BRUM, 2005). Os profissionais de saúde poderiam desenvolver ações educativas, uma vez que estas respondem com maior efetividade, estimulando a participação dos sujeitos. Essas ações respondem pela percepção de problemas comuns entre os integrantes, os quais são estimulados ao autocuidado, aumentando a adesão ao tratamento e melhorando sua qualidade de vida (MENDEL, 1997; DELA COLLETA, 1995). 3.4 Dificuldades/Limitações para o Controle da HA Constituída por onze unidades de registro, esta categoria trata das dificuldades/limitações percebidas nas falas dos sujeitos para o controle da doença, estando estas relacionadas aos aspectos físico/biológicos, psicológicos e socioeconômicos que contribuem para que as medidas de controle não sejam facilmente adotadas. Os aspectos físico/biológicos dizem respeito à condição física dos sujeitos ocasionada pela idade (mais de 60 anos), ou por outras doenças associadas, como as deformidades ósseas, os traumatismos, os problemas circulatórios, respiratórios, entre outros, que impossibilitam a adoção das medidas de controle como o deslocamento dos sujeitos ao serviço de saúde, para a verificação da PA e das medidas antropométricas, recebimento mensal da medicação e a participação em ações educativas que orientam para o autocuidado: [...] tem que fazer exercícios que eu não ando fazendo, porque eu não posso, mas tem que fazer [...] eu gostaria de estar presente em todas as reuniões, mas tem a dificuldade que é justamente a remoção [...] [D1] [...] exercício não dá não, tenho um tal de bico de papagaio no corpo todo, eu acho que tudo é da pressão[...] [D6] [...] os exercícios físicos eu estava fazendo, mas parei [...] porque não posso, porque agora eu não agüento não [...] [D10] Nesse aspecto, ao se avaliar a condição física e a percepção dos portadores sobre a doença e suas medidas de controle, observou-se que a função física prejudicada conduz os pacientes a um desencorajamento ante a doença. A condição crônica de saúde leva os indivíduos a diversas perdas, entre elas, a da capacidade física. A presença de restrições físicas nos sujeitos avaliados contribui para não adesão ao PCHA (TRENTINI; SILVA; LEISMANN, 1990). Quanto aos aspectos psicológicos, identifica-se nas falas dos sujeitos que as condições de humanização oferecidas pelos serviços de saúde, no acolhimento ao idoso portador de HA, nas quais se destaca a longa espera pelo atendimento, produzem efeitos psicossociais negativos, geradores de conflitos de ordem pessoal, insatisfações e limitações, que contribuem para a não adesão do idoso portador de HA ao PCHA: [...] eu falto porque não tenho paciência, sou muito impaciente, fico agoniada... Aquilo me irrita muito [...] [D4] Os fatores psicológicos, como percepção individual ou crenças, auto-eficácia, auto-motivação, auto-estima, sentimento de bem-estar, ansiedade e depressão, também interferem no processo. Dentro do suporte social, a participação da família do idoso é altamente relevante na aquisição de hábitos e mudanças no estilo de vida, bem como a ajuda, no seguimento da proposta medicamentosa (PIERIN; GUSMÃO; CARVALHO, 2004). Quanto aos fatores socioeconômicos; as unidades de registro seguintes evidenciam que os idosos portadores de hipertensão enfrentam dificuldades/limitações com ênfase nas condições financeiras para o custeio do transporte, falta de segurança para ausentar-se de seu domicílio, considerando que residem numa área de vulnerabilidade social. [...] Eu não vou porque não dirijo, dependo dos outros, tem que pagar táxi e nunca sai barato, nem todo dia a gente tem dinheiro, é essa a razão de eu não ir [...] [D2] Eu não vou porque não posso sair daqui, porque não tem segurança, é um perigo. Não posso deixar minha casa só [...] [D5] Destacam ainda a sobrecarga de atividades domésticas como fator potencializador do não comparecimento aos agendamentos do PCHA, fortalecido pela própria percepção desses sujeitos frente à doença hiper- Revista Interdisciplinar NOVAFAPI, Teresina 2009 Jan-Fev-Mar; 2(1): 9-15.

16 Conhecimentos, sentimentos, renúncias e limitações do idoso portador de hipertensão arterial tensiva. Outro aspecto relevante está relacionado à dificuldade de acesso às ações de saúde, embora na área funcione o Programa Saúde da Família. Os ACS enfrentam, entre outras dificuldades, o elevado número de famílias sobre sua responsabilidade, impossibilitando uma satisfatória relação entre o usuário e o serviço de saúde. Eu falto [...] eu falto porque sou muito ocupada, aí fico faltando [...] [D11] Eu falto porque, às vezes, tem muita coisa para fazer, aí não dá, e também muitas vezes o agente passa e a gente não está em casa, eles deixam o recado, mas essa minha enteada não se lembra de dar o recado [...] [D9] Em face da realidade apresentada nas unidades de registro, os idosos portadores de HA enfrentam dificuldades que precisam ser diagnosticadas no sentido de proporcionar implementação das medidas de controle da doença, em especial, para esse grupo de portador, possibilitando a adesão satisfatória ao tratamento. 4 CONSIDERAÇÕES FINAIS O estudo em questão possibilitou a descrição da percepção dos idosos portadores de HAS sobre a doença e suas medidas de controle, bem como, a análise dos aspectos psicossociais relacionados ao seu comportamento frente à doença. O conteúdo das unidades de registro evidenciou a percepção dos idosos não somente sobre a doença e suas medidas de controle, mas também sobre seus sentimentos, suas renúncias, suas dificuldades/limitações, oriundas do processo de viver e conviver com a hipertensão. Esta percepção justifica as manifestações/descrições e explicações dos posicionamentos dos portadores, com destaque para os aspectos físico/biológicos, cognitivos, psicossociais e econômicos. Tais aspectos precisam ser conhecidos pelos profissionais que assistem aos idosos portadores de doença hipertensiva, no sentido de obterem mudanças de comportamento para o controle da doença. Em face do exposto, os profissionais precisam considerar que os idosos têm as suas próprias percepções sobre a doença e, para se adaptarem às novas situações, necessitam elaborar, planejar e administrar suas estratégias comportamentais diante da decisão ou não de aderirem a essas medidas de controle da doença. Portanto, pode-se esperar que estes portadores incorporem não somente as informações veiculadas pelos profissionais que realizam as ações do PCHA, do Ministério da Saúde, mas o façam a partir do conhecimento que eles detêm sobre a doença. Portanto, torna-se necessário enfatizar a implementação do programa acima mencionado, privilegiando as ações educativas, para que as medidas de controle sejam desenvolvidas, contemplando as reais percepções dos idosos portadores de hipertensão, considerando que estes sujeitos são produtores de conhecimento que dão sentido às suas experiências no mundo social, e interferem na sua prática relativa à saúde. REFERÊNCIAS BOUNDY, J. et. al Enfermagem médico-cirurgica. Ed 3. Rio de Janeiro: Reichmann & Affonso Editores, BRASIL. Ministério da Saúde. Doenças Cardiovasculares no Brasil. Sistema Único de Saúde SUS: dados epidemiológicos, assistência médica. Brasília (DF), BRITO, D. M. S.; ARAÚJO, T. L. Percepção quanto ao resultado do tratamento e gravidade da doença e portador de hipertensão arterial: estudo em uma unidade básica da saúde de Fortaleza-Ceará-Brasil. Enfermería Integral, v. 69, p , DELA COLLETA, M. F. O modelo de crença em saúde: uma aplicação a comportamentos de prevenção e controle da doença cardiovascular (Tese de Doutorado) Universidade de Brasília, Brasília, LESSA, I. Adulto brasileiro e as doenças da modernidade:epidemiologia das doenças crônicas nãotransmissíveis.são Paulo: Editora Hucitec, LIMA-COSTA M. F. F. et al. The Bambuí Health and Ageing Study (BHAS): methodological approach and preliminary results of a population-based cohort study of the elderly in Brazil. Revista de Saúde Pública, v. 34, p , MAGRO, M. C. S. et al. Percepção do hipertenso não-aderente à terapêutica medicamentosa em relação a sua doença. Ver. Soc Cardiol Estado de São Paulo, v. 9, p. 1-10, MANO, R. Considerações gerais sobre hipertensão arterial sistêmica Disponível em: <www.manuaisdecardiologia.med.br>. Acesso em :10 junho Revista Interdisciplinar NOVAFAPI, Teresina 2009 Jan-Fev-Mar; 2(1): MENDEL, E. S. Adherencia al control de los pacientes hipertensos y factores que la influencian. Ciênc. Enferm, v. 3, p , NATIONAL HIGHT BLOOD PRESSURE EDUCATION PROGRAM WORKING GROUP. National High Blood Pressure Education Program Working Group in the Elderly. Hypertension, v. 23, p , PIERIN, A. M. G.; GUSMÃO, J.L.; CARVALHO, L.V.B. A falta de adesão ao tratamento como fator de risco para hipertensão arterial. Rev. Hipertens., v.7, n.3, p , ROLIM N. P. L.; BRUM P.C. Efeito do treinamento físico aeróbio na hipertensão arterial. Rev. Hipertens., v. 8, n. 1, p , SARAIVA, K. L. R. O. et al. O processo de viver do familiar cuidador na adesão do usuário hipertenso ao tratamento. Texto Contexto Enfermagem. Florianópolis, v. 16, n. 1, Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_ arttext&pid=s &lng=pt&nrm=iso>. Acesso em: 22. Março de SILVA, M. E. D. C. As representações sociais da hipertensão arterial (Dissertação de mestrado) Universidade Federal do Piauí. Teresina, SILVA, J. L. L.; SOUZA, S.L. Fatores de risco para hipertensão arterial sistêmica versus estilo de vida docente. Rev. Eletrônica Enfermagem, v.6, n.3, p , TRENTINI, M.; SILVA, D. G. V.; LEIMANN, A. H. Mudanças no estilo de vida enfrentadas por pacientes em condições crônicas de saúde. Rev Gaúch Enferm. v. 11, p ,

17 PESQUISAS / RESEARCH / INVESTIGACIÓN Maturação de sementes de angico - Anadenanthera colubrina (Veloso) Brenan Maturation Angico s seed - Anadenanthera colubrina (Veloso) Brenan Maturación de Semillas de Angico - Anadenanthera colubrina (Veloso) Brena Maria da Conceição Prado de Oliveira Bióloga. Doutora em Ciências Biológicas pela Universidade Federal do Amazonas, Professora Adjunta da Universidade Federal do Piauí, Rua Ataíde Mendes 1651, Novo Jóquei, CEP José Messias e Silva Junior, Graduando em Ciências Biológicas - Universidade Federal do Piauí. Airan Silva Lopes Biólogo. Mestre em Botânica pela Universidade Federal Rural do Pernambuco, Professor adjunto da Universidade Federal do Piauí. Antonio Pereira Filho Biólogo. Mestre em Ciências da Agricultura pela Universidade de Quito Japão, Professor do curso de Biomedicina da Faculdade NOVAFAPI. RESUMO Com objetivo de estudar a morfologia do fruto e sementes e obter informações sobre a melhor época de coleta de sementes de angico Anadenanthera colubrina (Veloso) Brenan, foram realizadas oito coletas em 10 árvores, localizadas no Campus da Universidade Federal do Piauí em Teresina - Piaui, no período de julho a novembro de Em cada coleta foram avaliados: a morfologia dos frutos e sementes, a percentagem de emissão da radícula. O teor de água das sementes foi avaliado apenas na quarta e última coleta. Os resultados obtidos permitiram constatar que, por ocasião da deiscência dos frutos, estes se apresentaram com coloração amarelo-amarronzado com manchas vermelhas e o seu tamanho variando de 10,5 a 15,2 ± 1,3 cm e largura 1,0 a 2,0±0,2cm. As sementes, quando maduras, apresentaram coloração marrom-escura; tamanhos variando de 0,6 a 0,7± 0,06 cm, 0,3 a 0,5±0,06 cm de largura e 0,1 a 0,2± 0,05 cm de espessura e com teor de água de 9 a 11%. Recomenda-se, como melhor época de colheita de sementes o mês de outubro, antes da deiscência dos frutos e, se as sementes forem coletadas diretamente das árvores, deve-se aplicar tratamento de escarificação para acelerar o processo germinativo. Descritores: Germinação. Frutos. Sementes. Maturação. ABSTRACT With the objective of studying the seeds and fruits morphology and get information about the best time collect angicos seeds Anadenanthera colubrina (Veloso) Brenan, were realized eight colleting in 10 trees, located at the Campus of Universidade Federal do Piauí in Teresina - Piaui, in the period from July to November of In each collecting were evaluated: The morphology of seeds and fruits, the percentage of radicula emission. The content content of water from the seeds were evaluated just in the fourth and last collect. The results got permitted to verify that, by the occasion of fruits deicency, these presented itself with coloring yellow-brownish with red spots and its size varying 10,5 a 15,2 ± 1,3 cm and width 1,0 to 2,0±0,2cm. The seeds, when ripen, presented dark brown coloring; length varying from 0,6 to 0,7± 0,06 cm, 0,3 to 0,5±0,06 cm of length and 0,1 a 0,2± 0,05 cm of thickness and with content of water of 9 to 11%. It is recommended as best time of harvesting the seeds in the month of October, before the deicency of the fruits and, if the seeds were collected directly from the trees, it must be applied scarification treatment to accelerate the germinative process. Descriptors: Germination. Fruits. Seeds. Maturation. RESUMEN Submissão: 10/09/2008 Aprovação: 12/11/2008 Con objetivo de estudiar la morfología del fruto y semillas y obtener informaciones sobre la mejor época de coleta de semillas de angico Anadenanthera colubrina (Veloso) Brenan, fueron realizadas ocho coletas en 10 árboles, ubicadas en el Campus de la Universidad Federal de Piauí en Teresina - Piaui, en el periodo de julio a noviembre de En cada coleta fueron evaluados: la morfologia de los frutos y semillas, el percentaje de emisión de la radícula. El teor de agua de las semillas fue evaluado solamenmte en la cuarta y última coleta. Los resultados obtenidos permitieron constatar que, por ocasión de la deiscencia de los frutos, estos se presentaron con coloración amarillo-marrón 16 Revista Interdisciplinar NOVAFAPI, Teresina 2009 Jan-Fev-Mar; 2(1):

18 Maturação de sementes de angico - Anadenanthera colubrina (Veloso) Brenan con manchas rojas y su tamaño variando de 10,5 a 15,2 ± 1,3 cm y largura 1,0 a 2,0±0,2cm. Las semillas, cuando maduras, presentaron coloración marron-oscura; tamaños variando de 0,6 a 0,7± 0,06 cm, 0,3 a 0,5±0,06 cm de largura e 0,1 a 0,2± 0,05 cm de espesura y con teor de água de 9 a 11%. Se aconseja, como mejor época de cosecha de semillas el mes de octubre, antes de la deiscencia de los frutos y, se las semillas son coletadas directamente de los árboles, se debe aplicar tratamiento de escarificación para acelerar el proceso germinativo. Descriptores: Germinación; Frutos; Semillas; Maturación. 1 INTRODUÇÃO Revista Interdisciplinar NOVAFAPI, Teresina 2009 Jan-Fev-Mar; 2(1): Anadenanthera colubrina (Vellozo) Brenan (angico) é uma espécie arbórea, da família Mimosaceae, de porte variando entre 12 a 15m de altura e diâmetro à altura do peito (DAP) de 30 cm a 60 cm. (LORENZI, 1992) É uma árvore de hábito heliófilo, originária da sucessão secundária inicial, muito frequente na Floresta Estacional Semidecidual, entre as espécies nativas do semi-árido nordestino, nas caatingas (BARBOSA, 2003). Essa espécie pode ser empregada na arborização de pastos, na confecção de tacos, ripas, embalagens, lenha e carvão. Ela é recomendada para recuperação de área degradada e para reposição de mata ciliar em terrenos com inundação (CARVALHO, 2003). Anadenanthera colubrina é bastante conhecida pelo seu alto teor de tanino que se encerra em sua casca (32%) e, consequentemente, pela sua indispensável contribuição para a indústria de curtume dos estados nordestinos. (MARINHO, 2004). Esse uso intenso, até por indústrias coloca em risco a existência dessa e de outras espécies, aliado à ausência de cultivo ou métodos de propagação, ao desconhecimento da real distribuição das populações nativas e à ausência de estudos que avaliem o impacto do extrativismo na estrutura e biologia dessas populações (ALBUQUERQUE e ANDRADE, 2002). O ponto de partida para utilização e exploração de forma racional das espécies nativas é traçar um plano de manejo adequado. Para tanto, torna-se importante definir práticas de manejo e desenvolver novas técnicas para produção de mudas para possibilitar melhor aproveitamento. Assim, o conhecimento consolidado sobre a biologia, ecologia, técnicas de propagação e manejo dessas espécies são fundamentais, principalmente aqueles conhecimentos relacionados à biologia da maturação das sementes, uma vez que este estudo possibilitará prever e estabelecer a época adequada de coleta. Anadenanthera colubrina (Veloso) Brenan produz anualmente uma grande quantidade de sementes, sendo considerada como uma espécie de germinação e crescimento rápido, com dispersão autocórica (barocoria) e suas sementes são de tamanho médio 0,6 a 1,5 cm (BARBOSA, 2003). Dessa forma, os frutos das árvores de angico, ao amadurecerem, são abertos e as sementes são dispersas a longa distância, dificultando o processo de coleta. O conhecimento do ponto de maturação dos frutos é fundamental para obtenção de grandes quantidades de sementes com alta qualidade fisiológica. O processo de desenvolvimento da semente compreende uma série de estágios ontogênicos, desde a fertilização, acumulação de nutrientes, perda de água até a dispersão. Cada estágio desses representa uma mudança morfológica e/ou fisiológica que pode alterar o desempenho da semente no processo germinativo, o que torna importante tais conhecimentos para o bom andamento de um programa de produção de sementes da espécie em estudo. O objetivo desse trabalho foi estudar a morfologia do fruto e semente e obter informações sobre a melhor época de coleta de sementes de Anadenanthera colubrina (Veloso) Brenan (angico) em uma população ocorrente no Campus Ministro Petrônio Portela, pertencente à Universidade Federal do Piauí, Teresina, Brasil. 2 METODOLOGIA A coleta dos frutos foi realizada em dez árvores matrizes, localizadas no Campus Ministro Petrônio Portela, pertencente à Universidade Federal do Piauí UFPI, entre os meses de julho a novembro de 2008, em intervalos de quinze dias, totalizando oito coletas. A cada quinzena, coletou-se de dois a três frutos por árvore, aleatoriamente, com características semelhantes de tamanho, consistência e coloração, tendo o inicio das coletas ocorrido em torno de 45 dias após a antese e se estendido até a completa deiscência dos frutos. Além disso, foram realizadas coletas de frutos no solo, sob as árvores, para comparação com os lotes coletados nas árvores. As duas amostras, constituídas de vinte a trinta frutos cada, foram encaminhadas ao Laboratório de Ecofisiologia, pertencente ao Departamento de Biologia da Universidade Federal do Piauí, onde foram analisadas e as sementes beneficiadas manualmente e, em seguida, avaliadas. Para a quarta (primeira quinzena do mês de setembro) e a última colheita (primeira quinzena do mês de novembro) foi determinado o teor de água das sementes, utilizando-se o método de estufa a 103±2ºC por 17 horas, com duas repetições de 30 unidades cada (BRASIL, 1992). Os resultados foram expressos em porcentagem, com base no peso das sementes úmidas. Além disso, foram registradas alterações na coloração e tamanho de frutos e sementes, ocorridos no inicio dos experimentos (45 dias após a antese), 98 dias depois da abertura das flores e após a deiscência dos frutos. Esses registros foram efetuados através de anotações e fotografias. A cada coleta, foram retiradas amostras das sementes para os testes de germinação, nas quais foram utilizadas quatro repetições de 25 sementes, semeadas em caixas tipo Gebox (11 cm x 11 cm x 3 cm), forradas com dupla camada fina, sendo uma de algodão sob outra de papel de filtro e irrigada com água destilada, quando necessário. O teste de germinação foi conduzido em condições de Laboratório (25±2ºC e 60±6%), sob luz continua. Aproveitando-se o teste de germinação, determinou-se o índice de velocidade de germinação (IVG), utilizando-se o método de Edmond & Drapala (1965). Após a semeadura, foram realizadas contagens a cada dois dias, por um período de 30 a 50 dias. Onde, TM é o tempo médio de germinação necessária para atingir a germinação máxima; G1, G2 e Gn são os números de unidades germinadas nos tempos T1, T2 e Tn, respectivamente. Após o tempo de observação, as sementes não germinadas foram abertas para avaliar se estavam vivas ou mortas. Foi utilizado o delineamento experimental inteiramente casualizado para os testes de emissão de radícula e tempo médio de germinação. Para as análises estatísticas, os dados foram transformados para raiz quadrada de x+1. 3 RESULTADOS E DISCUSSÕES Os registros das alterações morfológicas nos frutos e sementes de 17

19 Oliveira MCP, et al. Anadenanthera colubrina (Vellozo) Brenan (angico) mostraram que no inicio dos experimentos (45 dias após a antese) o tamanho dos frutos variou de 11,1 a 15,6±1 cm por 1,0 a 2,1±0,29 cm de largura e quanto à cor, eles apresentaram coloração verde intensa (Figura 1A). As sementes, em inicio de formação, mostraram cor verde brilhante, com o funículo bem visível e uma massa esbranquiçada circundando a semente jovem (Figura 1B). Pela definição de GONÇALVES e LORENZI (2007), o funículo nada mais é que um cordão de tecido que liga o óvulo à placenta, essa estrutura apresenta feixe vascular importante para nutrição da semente em formação. Figura 3-Tempo médio de geminação das sementes de Anadenanthera colubrina (Vellozo) Brenan, em diferentes épocas de coleta, em uma população ocorrente no Campus Ministro Petrônio Portela da UFPI. Figura 1-Aspecto geral dos frutos e sementes de Anadenanthera colubrina (Vellozo) Brenan (angico) 45 dias após a antese A- Frutos e B- sementes (colhidas diretamente da planta mãe na primeira quinzena de julho). Na primeira quinzena de julho/08, as sementes menores, coletadas nas árvores, não emitiram radícula, quando colocadas sob condições ideais de germinação (Figura 2). Nessa primeira quinzena de acompanhamento do desenvolvimento dos frutos, não foram encontrados frutos no solo. Os frutos imaturos começaram a cair a partir da segunda quinzena de agosto/08, entretanto, os testes de germinação com sementes coletadas no solo só foram realizados a partir da primeira quinzena de setembro/08. Os dados apresentados na Figura 2 e 3 mostraram que o índice de germinação das amostras coletadas nas árvores na primeira e segunda quinzena de agosto foi baixo, enquanto que o tempo médio de germinação foi alto (15 a 20 dias). Estudos morfológicos das sementes obtidas na primeira quinzena de setembro (quarta coleta) mostraram que o funículo (f ) e a massa esbranquiçada que rodeava a semente (m) permanecem e o tamanho da semente aumentou acentuadamente (Figura 4A e B). As sementes originadas dos frutos coletados nas árvores, nessa amostra, apresentaram teores de água variando de 29,28 a 32,14%, enquanto que o teor de água da amostra coletada no solo foi baixo (entre 10 a 11,11%). Figura 4-Aspecto das sementes de Anadenanthera colubrina (Vellozo) Brenan (angico) com 98 dias após a antese coletadas diretamente da planta mãe na primeira quinzena de setembro, f= funículo, m= massa esbranquiçada que rodeia a semente. A e B=sementes na primeira quinzena de setembro. Figura 2- Porcentagem de emissão de radícula de sementes de Anadenanthera colubrina (Vellozo) Brenan (angico), em diferentes épocas de colheita, em uma população ocorrente no Campus Ministro Petrônio Portela da UFPI. O processo de germinação, para as sementes obtidas diretamente das árvores, inicia-se efetivamente a partir da primeira quinzena de setembro/08 com valor percentual máximo de germinação (100%), em menor tempo médio (11 dias), enquanto que as sementes coletadas no solo apresentaram menos da metade do valor percentual de germinação obtido pelas sementes coletadas nas árvores, em igual tempo médio (Figura 2 e 3). Esse fato, provavelmente, seja devido à intolerância das sementes ao dessecamento, por encontrarem-se ainda na fase de desenvolvimento. A partir da quarta coleta, houve redução no percentual de germinação, seguido de aumento no tempo médio de germinação. Provavelmente, devido a um processo de dormência temporária, fato já relatado por Carvalho (2000), para sementes de Anadenanthera colubrina e mais cinco espécies. Corroborando com isso, é importante registrar que as sementes coletadas na quarta amostra apresentaram envoltório com consistência 18 Revista Interdisciplinar NOVAFAPI, Teresina 2009 Jan-Fev-Mar; 2(1):

20 Maturação de sementes de angico - Anadenanthera colubrina (Veloso) Brenan membranosa, ou seja, a testa dura ainda não havia se formado (Figura 4B). Quando os frutos atingiram a maturação, a coloração mudou de verde intenso para amarelo-amarronzado com manchas vermelhas (Figura 5A), entretanto, seu crescimento estabilizou logo após 45 dias da antese, como comprovam os dados biométricos obtidos dos frutos coletados na última amostra (tamanho: 10,5 a 15,2 ± 1,3 cm, largura: 1,0 a 2,0±0,2 e 5 a 7 sementes por frutos). As sementes, quando maduras, apresentaram o tamanho variando de 0,6 a 0,7± 0,06 cm, 0,3 a 0,5±0,06 cm de largura e 0,1 a 0,2± 0,05 cm de espessura e a coloração também mudou de verde brilhante para marrom-escuro. Com relação ao teor de água, não foram detectadas diferenças significativas entre as duas amostras de sementes (teor de água variando de 9 a 11%), retiradas das árvores e do solo. Figura 5-Aspecto geral dos frutos e sementes de Anadenanthera colubrina (Vellozo) Brenan (angico). A- Frutos, B e C Sementes. p=pleurograma. f=funículo. Ao atingir a maturidade, as sementes da espécie estudada apresentaram uma testa marcada por uma linha fissural que alguns autores a denominam pleurograma (Figura 5B). Essa área parece frágil, provavelmente, é ali que ocorre o rompimento do tegumento, para entrada de água, durante o breve período chuvoso nas caatingas e, consequentemente, a germinação. Essa hipótese pode ser confirmada apoiando-se nos estudos de Corner, 1976; Gunn, 1984; Barroso et al., Segundo Barroso et al. (1999); o pleurograma é originado pela interrupção na paliçada da exotesta ou por diferença nas camadas externas complexas da testa. A função fisiológica dessa linha fissural é desconhecida (CORNER, 1976; BARROSO et al., 1999). Gunn (1984) sugere que o pleurograma possa funcionar como uma valva higroscópica, entretanto, não há nenhum experimento provando isso. Ele sugere, ainda, que durante a embebição das sementes, a testa se rompa nessa linha em forma de auréola. Quando as sementes atingem a maturidade, geralmente o funículo sofre senescência, causando o desligamento das sementes da parede do fruto. Se o fruto é seco e deiscente, como no caso de Anadenanthera colubrina, ele se abre e as sementes podem ser liberadas, ocorrendo o fenômeno da dispersão por barocoria, como Barbosa (2003) já havia descrito. Entretanto, outras sementes permanecem presas aos frutos graças à persistência do funículo (Figura 5C). Como os frutos são leves, geralmente, eles são levados à longa distância pelo vento com as sementes presas pelo funículo. Revista Interdisciplinar NOVAFAPI, Teresina 2009 Jan-Fev-Mar; 2(1): A dispersão de sementes de angico no Campus Ministro Petrônio Portela da UFPI, coincidiu com a ocorrência das primeiras chuvas (inicio de novembro). Nesse período, durante os trabalhos de campo, foi possível observar sementes germinando, ainda, presas aos frutos abertos. Na segunda quinzena de novembro não havia mais sementes nas árvores nem no solo, iniciando-se assim o período de germinação das sementes. Então, pelos resultados obtidos nessa pesquisa, pode-se dizer que no Campus Ministro Petrônio Portela, Universidade Federal do Piauí, o desenvolvimento do fruto que corresponde às fases de fertilização, histodiferenciação, maturação, dessecamento e dispersão das sementes, dura em torno de 165 dias. Para as sementes obtidas do solo, o pico máximo de germinação foi registrado na sexta coleta (primeira quinzena de outubro) e o menor tempo médio foi obtido na terceira amostra (Figura 3). Comparando-se os dois tratamentos, ou seja, amostras de sementes coletadas, em diferentes épocas, diretamente da planta mãe com amostras obtidas do solo, constatou-se que não houve diferença significativa entre eles, nem para índice de germinação nem para tempo médio de germinação. Sabe-se que fatores ambientais podem influenciar no tempo de desenvolvimento do fruto que vai de sua fertilização até a completa dispersão. Isso pode ser exemplificado comparando-se os resultados obtidos nessa pesquisa com os obtidos nos experimentos de observação de cor e colheita dos frutos de três árvores, dessa mesma espécie, localizadas na Fazenda Canaã, do Centro de Pesquisa Agropecuária do Trópico Semi-Árido, em Petrolina-Pernambuco, realizado por Souza & Lima (1985). Na pesquisa realizada em Petrolina, aos 220 dias após a frutificação, os frutos mudaram de coloração de verde-amarronzado para marrom-escuro e, nessa época, grande quantidade das sementes já haviam se desprendido do fruto, enquanto que para os experimentos realizados no Campus Ministro Petrônio Portela (UFPI), no intervalo da antese, a dispersão durou em torno de 165 dias. Quando se deseja obter sementes da mais alta qualidade fisiológica, o ponto ideal de coleta é o ponto de máximo peso de matéria seca, que é também o de máxima germinação, máximo vigor e menor deterioração da semente. No caso das sementes de Anadenanthera colubrina, o percentual máximo de germinação foi atingido na primeira semana de setembro/08, ou seja, 98 dias depois da abertura das flores. Em campo de produção, coletar as sementes de Anadenanthera colubrina, nesse ponto, torna-se impossível, porque os teores de água dos frutos (34,5 a 64,4%) e sementes (29,28 a 32,14%) são elevados e não permite uma coleta eficiente. Além disso, a testa da semente ainda não se encontra totalmente formada, o que pode facilitar a infestação por fungos, atrapalhando os testes de germinação. Souza & Lima (1985) aconselham que a coleta de semente Anadenanthera macrocarpa deva ser realizada após 220 dias da frutificação, quando as sementes atingiram a maturidade. Entretanto, esses autores não mencionaram a presença de dormência na semente. Outros autores como, por exemplo, Maia (2004) e Barbosa (2003), descrevem as sementes dessa espécie como sendo vigorosas, com rapidez na germinação, com ausência de dormência em uma ampla faixa de temperatura. Diferentes dos resultados aqui apresentados, pois quando as sementes atingem 98 dias após a antese, a germinação diminuiu acentuadamente, deixando clara a instalação da dormência física. 19

SINTO QUE NINGUÉM GOSTA DE MIM SENDO GORDA! : CONHECENDO SENTIMENTOS DE OBESOS PARTICIPANTES EM UM GRUPO DE APOIO

SINTO QUE NINGUÉM GOSTA DE MIM SENDO GORDA! : CONHECENDO SENTIMENTOS DE OBESOS PARTICIPANTES EM UM GRUPO DE APOIO 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 SINTO QUE NINGUÉM GOSTA DE MIM SENDO GORDA! : CONHECENDO SENTIMENTOS DE OBESOS PARTICIPANTES EM UM GRUPO DE APOIO Aliny de Lima Santos 1, Rafaela Pasquali

Leia mais

10 projetos de pesquisa aprovados no edital BICT/FUNCAP 12/2014

10 projetos de pesquisa aprovados no edital BICT/FUNCAP 12/2014 Projetos de pesquisa no Saúde Instituto de Ciências da 10 projetos de pesquisa aprovados no edital BICT/FUNCAP 12/2014 Título: Avaliação da autoeficácia materna para prevenir diarreia infantil em Redenção-CE

Leia mais

Internações por Hipertensão Essencial em homens idosos no Brasil: estudo comparativo entre as regiões nordeste e sudeste no período de 2008 a 2012.

Internações por Hipertensão Essencial em homens idosos no Brasil: estudo comparativo entre as regiões nordeste e sudeste no período de 2008 a 2012. Internações por Hipertensão Essencial em homens idosos no Brasil: estudo comparativo entre as regiões nordeste e sudeste no período de 2008 a 2012. Layz Dantas de Alencar 1 - layzalencar@gmail.com Rosimery

Leia mais

O TAMANHO DO PROBLEMA

O TAMANHO DO PROBLEMA FÍSICA MÉDICA O TAMANHO DO PROBLEMA Quantos hipertensos existem no Brasil? Estimativa de Prevalência de Hipertensão Arterial (1998) 13 milhões se considerar cifras de PA > 160 e/ou 95 mmhg 30 milhões

Leia mais

ATENDIMENTO AMBULATORIAL AO PACIENTE HIPERTENSO

ATENDIMENTO AMBULATORIAL AO PACIENTE HIPERTENSO Universidade Federal do Maranhão - UFMA Hospital Universitário Presidente Dutra - HUPD Liga Acadêmica de Hipertensão Arterial Sistêmica - LAHAS ATENDIMENTO AMBULATORIAL AO PACIENTE HIPERTENSO São Luís

Leia mais

HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA: HÁ DIFERENÇA NA DISTRIBUIÇÃO ENTRE IDOSOS POR SEXO?

HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA: HÁ DIFERENÇA NA DISTRIBUIÇÃO ENTRE IDOSOS POR SEXO? HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA: HÁ DIFERENÇA NA DISTRIBUIÇÃO ENTRE IDOSOS POR SEXO? Enelúzia Lavynnya Corsino de Paiva China (1); Lucila Corsino de Paiva (2); Karolina de Moura Manso da Rocha (3); Francisco

Leia mais

A INCLUSÃO ESCOLAR DE ALUNOS COM SURDEZ NO ENSINO

A INCLUSÃO ESCOLAR DE ALUNOS COM SURDEZ NO ENSINO ÉRICA ROCHELLI DOS SANTOS RIBEIRO A INCLUSÃO ESCOLAR DE ALUNOS COM SURDEZ NO ENSINO CLEIDINALVA M. BARBOSA OLIVEIRA A INCLUSÃO ESCOLAR DE ALUNOS COM SURDEZ NO ENSINO MARIA DO SOCORRO MORAIS FREIRE A INFLUÊNCIA

Leia mais

DIABETES MELLITUS NO BRASIL

DIABETES MELLITUS NO BRASIL DIABETES MELLITUS NO BRASIL 17º Congresso Brasileiro Multidisciplinar em Diabetes PATRÍCIA SAMPAIO CHUEIRI Coordenadora d Geral de Áreas Técnicas DAB/MS Julho, 2012 DIABETES MELITTUS Diabetes é considerado

Leia mais

TERAPIA COMUNITÁRIA E O CAPS PROMOVENDO A REINSERÇÃO SOCIAL

TERAPIA COMUNITÁRIA E O CAPS PROMOVENDO A REINSERÇÃO SOCIAL TERAPIA COMUNITÁRIA E O CAPS PROMOVENDO A REINSERÇÃO SOCIAL Maria Ferreira de Oliveira Filha 1 Renata Cavalcanti Cordeiro 2 Camilla de Sena Guerra 3 Marina Nascimento de Moraes 4 Mayra Helen Menezes Araruna

Leia mais

BOLETIM ELETRÔNICO DE SERVIÇOS

BOLETIM ELETRÔNICO DE SERVIÇOS BOLETIM ELETRÔNICO DE SERVIÇOS Campus Floriano Teresina (PI), 31 de outubro de 2014. PORTARIA Nº001/2014, DE 19 DE FEVEREIRO DE 2014. Designar os servidores Lázaro Miranda Carvalho, Professor do Ensino

Leia mais

CÂNCER DE MAMA:PERSPECTIVAS SOBRE AS RELAÇÕES FAMILIARES

CÂNCER DE MAMA:PERSPECTIVAS SOBRE AS RELAÇÕES FAMILIARES V EPCC Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 23 a 26 de outubro de 2007 CÂNCER DE MAMA:PERSPECTIVAS SOBRE AS RELAÇÕES FAMILIARES Simone Lemos 1 ; Suzei Helena Tardivo Barbosa 2 ; Giseli

Leia mais

CORAÇÃO. Na Saúde combata...os inimigos silenciosos! Trabalho Elaborado por: Ana Cristina Pinheiro Mário Quintaneiro

CORAÇÃO. Na Saúde combata...os inimigos silenciosos! Trabalho Elaborado por: Ana Cristina Pinheiro Mário Quintaneiro Trabalho Elaborado por: Na Saúde combata...os inimigos silenciosos! Ana Cristina Pinheiro Mário Quintaneiro CORAÇÃO Olá! Eu sou o seu coração, trabalho dia e noite sem parar, sem descanso semanal ou férias.

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE Hiperdia. PET-SAÚDE. Hipertensão arterial. Diabetes mellitus

PALAVRAS-CHAVE Hiperdia. PET-SAÚDE. Hipertensão arterial. Diabetes mellitus 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( x ) SAÚDE ( ) TRABALHO

Leia mais

Técnicos Especializados

Técnicos Especializados Nome da Escola : Data final da candidatura : Disciplina Projeto: Agrupamento de Escolas Alexandre Herculano, Porto Nº Escola : 153000 2015-09-03 Nº Horário : 75 Escola de Referência para a Educação Bilingue

Leia mais

TRANSTORNO AFETIVO BIPOLAR

TRANSTORNO AFETIVO BIPOLAR e Prática Clínica TRATAMENTO ANALÍTICO-COMPORTAMENTAL DO TRANSTORNO AFETIVO BIPOLAR TRATAMENTO ANALÍTICO-COMPORTAMENTAL DO TRANSTORNO AFETIVO BIPOLAR Maria Rita Zoéga Soares Samir Vidal Mussi e cols. Coordenação

Leia mais

Programa Qualidade de Vida no Trabalho (QVT) Campanha de Prevenção e Controle de Hipertensão e Diabetes

Programa Qualidade de Vida no Trabalho (QVT) Campanha de Prevenção e Controle de Hipertensão e Diabetes Programa Qualidade de Vida no Trabalho (QVT) Campanha de Prevenção e Controle de Hipertensão e Diabetes Objetivos: - Desenvolver uma visão biopsicossocial integrada ao ambiente de trabalho, considerando

Leia mais

O PSICOLOGO FACE O ADOECER, E A SAÚDE PÚBLICA

O PSICOLOGO FACE O ADOECER, E A SAÚDE PÚBLICA O PSICOLOGO FACE O ADOECER, E A SAÚDE PÚBLICA NETO, Rui Mesquita Discente do Curso de Psicologia da Faculdade de Ciências da Saúde de Garça FASU/ACEG GARÇA SP BRASIL email: neto334@gmail.com MOREIRA, Simone

Leia mais

EIXO I - Política de saúde na seguridade social, segundo os princípios da integralidade, universalidade e equidade

EIXO I - Política de saúde na seguridade social, segundo os princípios da integralidade, universalidade e equidade 10ª CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE SAÚDE: OO"TODOS USAM O SUS! SUS NA SEGURIDADE SOCIAL - POLÍTICA PÚBLICA, PATRIMÔNIO DO POVO BRASILEIRO" EIXO I - Política de saúde na seguridade social, segundo os princípios

Leia mais

FATORES ASSOCIADOS À ADESÃO E ABANDONO DO TRATAMENTO DA TUBERCULOSE

FATORES ASSOCIADOS À ADESÃO E ABANDONO DO TRATAMENTO DA TUBERCULOSE FATORES ASSOCIADOS À ADESÃO E ABANDONO DO TRATAMENTO DA TUBERCULOSE Arieli Rodrigues Nóbrega Videres¹- arieli.nobrega@hotmail.com Layz Dantas de Alencar²- layzalencar@gmail.com ¹ Professora mestre do curso

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE AÇÕES PROGRAMÁTICAS ESTRATÉGICAS ÁREA TÉCNICA SAÚDE DO IDOSO

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE AÇÕES PROGRAMÁTICAS ESTRATÉGICAS ÁREA TÉCNICA SAÚDE DO IDOSO MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE AÇÕES PROGRAMÁTICAS ESTRATÉGICAS ÁREA TÉCNICA SAÚDE DO IDOSO LUIZA MACHADO COORDENADORA ATENÇÃO Ä SAÚDE DA PESSOA IDOSA -AÇÕES DO MINISTERIO

Leia mais

LISTA DE CANDIDATOS ADMITIDOS E NÃO ADMITIDOS. Concurso Oferta de Escola para Contratação de Docente Grupo 110. Ano Letivo - 2014/2015

LISTA DE CANDIDATOS ADMITIDOS E NÃO ADMITIDOS. Concurso Oferta de Escola para Contratação de Docente Grupo 110. Ano Letivo - 2014/2015 LISTA DE CANDIDATOS ADMITIDOS E NÃO ADMITIDOS Concurso Oferta de Escola para Contratação de Docente Grupo 110 Ano Letivo - 2014/2015 CANDIDATOS ADMITIDOS: Nº Candidato NOME OSERVAÇÕES 1367130034 Alexandra

Leia mais

relataram que mesmo com os cursos de treinamento oferecidos, muitas vezes se

relataram que mesmo com os cursos de treinamento oferecidos, muitas vezes se PEDAGOGIA HOSPITALAR: PERSPECTIVAS PARA O TRABALHO DO PROFESSOR. Bergamo, M.G. (Graduanda em Pedagogia, Faculdades Coc); Silva, D.M. (Graduanda em Pedagogia, Faculdades Coc); Moreira, G.M. (Curso de Pedagogia,

Leia mais

AULAS PRÁTICAS DA DISCIPLINA DE EPIDEMIOLOGIA II

AULAS PRÁTICAS DA DISCIPLINA DE EPIDEMIOLOGIA II AULAS PRÁTICAS DA DISCIPLINA DE EPIDEMIOLOGIA II 1. Objetivos das aulas práticas 1.1 Gerais Ser capaz de, através do cadastramento, detectar problemas, pensar nas causas destes problemas e propor soluções

Leia mais

Resultados da Candidatura a Alojamento

Resultados da Candidatura a Alojamento Resultados da Candidatura a Alojamento Unidade Orgânica: Serviços de Acção Social RESIDÊNCIA: 02 - ESE ANO LECTIVO: 2015/2016 2ª Fase - Resultados Definitivos >>> EDUCAÇÃO BÁSICA 14711 Ana Catarina Mendes

Leia mais

DIABETES MELLITUS E HIPERTENSÃO ARTERIAL: Prevenção, Consciência e Convivência.

DIABETES MELLITUS E HIPERTENSÃO ARTERIAL: Prevenção, Consciência e Convivência. DIABETES MELLITUS E HIPERTENSÃO ARTERIAL: Prevenção, Consciência e Convivência. Lourival dos Santos Filho Graduando em Farmácia Faculdades Integradas de Três Lagoas AEMS Klerison Romero Martinez Graduando

Leia mais

SESSÃO I. APRESENTAÇÃO POSTER

SESSÃO I. APRESENTAÇÃO POSTER SESSÃO I. APRESENTAÇÃO POSTER 1. Riscos e causas de contaminação na Central de Material de Juliana Santos Andrade Esterilização: uma análise teórico-reflexiva 2. Biossegurança e Higienização das mãos:

Leia mais

Maria Angela Alves do Nascimento 2 Marluce Maria Araújo Assis 3

Maria Angela Alves do Nascimento 2 Marluce Maria Araújo Assis 3 Universidade Estadual de Feira de Santana Departamento de saúde Núcleo de Pesquisa Integrada em Saúde Coletiva - NUPISC NUPISC NÚCLEO DE PESQUISA INTEGRADA EM SAÚDE COLETIVA PRÁTICAS DO PROGRAMA SAÚDE

Leia mais

- VÍDEO DEBATE - aconselhamento. DST/HIV/aids

- VÍDEO DEBATE - aconselhamento. DST/HIV/aids GUIA - VÍDEO DEBATE - aconselhamento DST/HIV/aids Ministério da Saúde Secretaria de Políticas de Saúde Coordenação Nacional de DST e Aids Paulo R. Teixeira Coordenador Rosemeire Munhoz Assessora Técnica

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES DA FISIOTERAPIA PARA A PROMOÇÃO DE SAÚDE DO CUIDADOR INFORMAL

CONTRIBUIÇÕES DA FISIOTERAPIA PARA A PROMOÇÃO DE SAÚDE DO CUIDADOR INFORMAL RELATO DE EXPERIÊNCIA CONTRIBUIÇÕES DA FISIOTERAPIA PARA A PROMOÇÃO DE SAÚDE DO CUIDADOR INFORMAL Contributions of physiotherapy for the promotion of health of the informal caregiver Lidiane Cristina Custódio

Leia mais

PROCESSO DE ENSINO/APRENDIZAGEM PELA METODOLOGIA TUTORIAL

PROCESSO DE ENSINO/APRENDIZAGEM PELA METODOLOGIA TUTORIAL PROCESSO DE ENSINO/APRENDIZAGEM PELA METODOLOGIA TUTORIAL Rosângela Vidal de Negreiros 1 ; Isaldes Stefano Vieira Ferreira 2 ; Tatianne da Costa Sabino 3 ; Cristiana Barbosa da Silva Gomes. 4 Universidade

Leia mais

Título: Necessidades de educação em saúde dos idosos à luz da teoria de Madeleine Leininger.

Título: Necessidades de educação em saúde dos idosos à luz da teoria de Madeleine Leininger. A Coordenação do Programa de Pós-graduação em Enfermagem convida Vossa Senhoria para assistir as defesas de dissertação da turma 2013, no Programa de Pós-Graduação em Enfermagem, Bloco A, 1º andar, anexo

Leia mais

SÍNDROME DE BURNOUT: ATIVIDADES PREVENTIVAS COM PROFISSIONAIS DA SAÚDE DA FAMÍLIA

SÍNDROME DE BURNOUT: ATIVIDADES PREVENTIVAS COM PROFISSIONAIS DA SAÚDE DA FAMÍLIA SÍNDROME DE BURNOUT: ATIVIDADES PREVENTIVAS COM PROFISSIONAIS DA SAÚDE DA FAMÍLIA ARAÚJO, Andréia 1 ; RODRIGUES, Hingridy Aparecida 2 ; FERRARI, Rogério 3 ; MAGALHÃES, Josiane 4 ; FRANÇA, Flávia Maria

Leia mais

TERAPIA DA ALEGRIA: TRABALHO VOLUNTÁRIO NO HOSPITAL MUNICIPAL DE MARINGÁ-PR

TERAPIA DA ALEGRIA: TRABALHO VOLUNTÁRIO NO HOSPITAL MUNICIPAL DE MARINGÁ-PR 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 TERAPIA DA ALEGRIA: TRABALHO VOLUNTÁRIO NO HOSPITAL MUNICIPAL DE MARINGÁ-PR Jaqueline de Carvalho Gasparotto 1 ; Jeferson Dias Costa 1, João Ricardo Vissoci

Leia mais

PROFISSÃO ESTRESSE : A SÍNDROME DE BURNOUT NA ENFERMAGEM

PROFISSÃO ESTRESSE : A SÍNDROME DE BURNOUT NA ENFERMAGEM PROFISSÃO ESTRESSE : A SÍNDROME DE BURNOUT NA ENFERMAGEM Alex Henrique de Oliveira 1 Resumo: A Síndrome de Burnout é um transtorno adaptativo crônico que gera no profissional um sentimento de impotência,

Leia mais

Gabriela Herrmann Cibeira 1. Nutrição na enfermagem: uma disciplina fundamental para a formação do enfermeiro

Gabriela Herrmann Cibeira 1. Nutrição na enfermagem: uma disciplina fundamental para a formação do enfermeiro 5 1. NUTRIÇÃO NA ENFERMAGEM: UMA DISCIPLINA FUNDAMENTAL PARA A FORMAÇÃO DO ENFERMEIRO 1. NUTRITION ON NURSING: AN IMPORTANT DISCIPLINE FOR KNOWLEDGE IN NURSING Gabriela Herrmann Cibeira RESUMO OBJETIVO:

Leia mais

PROGRAMA DE QUALIDADE DE VIDA DO TRABALHADOR

PROGRAMA DE QUALIDADE DE VIDA DO TRABALHADOR PROGRAMA DE QUALIDADE DE VIDA DO TRABALHADOR Prof. Dr. Jones Alberto de Almeida Divisão de saúde ocupacional Barcas SA/ CCR ponte A necessidade de prover soluções para demandas de desenvolvimento, treinamento

Leia mais

AVALIAÇÃO DAS CONDIÇÕES DE VIDA NO ACOMPANHAMENTO DO TRATAMENTO DAS PESSOAS COM AIDS

AVALIAÇÃO DAS CONDIÇÕES DE VIDA NO ACOMPANHAMENTO DO TRATAMENTO DAS PESSOAS COM AIDS AVALIAÇÃO DAS CONDIÇÕES DE VIDA NO ACOMPANHAMENTO DO TRATAMENTO DAS PESSOAS COM AIDS Leidyanny Barbosa de Medeiros 1 Moema Brandão de Albuquerque 2 Oriana Deyze Correia Paiva Leadebal 3 Jordana de Almeida

Leia mais

RELACIONAMENTO TERAPÊUTICO ENTRE ENFERMEIRO E PACIENTE TRANSPLANTADO CARDÍACO: FORÇA VITAL PARA A HUMANIZAÇÃO

RELACIONAMENTO TERAPÊUTICO ENTRE ENFERMEIRO E PACIENTE TRANSPLANTADO CARDÍACO: FORÇA VITAL PARA A HUMANIZAÇÃO RELACIONAMENTO TERAPÊUTICO ENTRE ENFERMEIRO E PACIENTE TRANSPLANTADO CARDÍACO: FORÇA VITAL PARA A HUMANIZAÇÃO O transplante cardíaco é uma forma de tratamento para os pacientes com insuficiência cardíaca

Leia mais

ESTADO DO PIAUÍ Prefeitura Municipal de Porto Alegre do Piauí

ESTADO DO PIAUÍ Prefeitura Municipal de Porto Alegre do Piauí CENTRO DE APLICAÇÃO: Escola Municipal Raymundo Neiva- Rua Maria de Sá Ribeiro, Centro, S/N, Porto Alegre do Piauí. SALA Nº 01 Médico PSF Cód. 001 01 HERMES DE NEIVA FERREIRA NETO 134250120006 Enfermeiro

Leia mais

VIVÊNCIAS DE FAMILIARES DE CRIANÇAS COM NEOPLASIAS E AS IMPLICAÇÕES PARA A ASSISTÊNCIA PSICOLÓGICA

VIVÊNCIAS DE FAMILIARES DE CRIANÇAS COM NEOPLASIAS E AS IMPLICAÇÕES PARA A ASSISTÊNCIA PSICOLÓGICA VIVÊNCIAS DE FAMILIARES DE CRIANÇAS COM NEOPLASIAS E AS IMPLICAÇÕES PARA A ASSISTÊNCIA PSICOLÓGICA INTRODUÇÃO Liana Dantas da Costa e Silva Barbosa - CRAS Elayna Dantas da Costa e Silva UNESC Maria Enoia

Leia mais

Create PDF with PDF4U. If you wish to remove this line, please click here to purchase the full version

Create PDF with PDF4U. If you wish to remove this line, please click here to purchase the full version A FAMÍLIA COMO CUIDADOR DO IDOSO: UMA RELAÇÃO FORTALECIDA PELA AJUDA DOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE OLIVEIRA, Monica Caldas de RESUMO Este artigo acerca da família como cuidador do idoso: uma relação fortalecida

Leia mais

Prof. MS. Ellen H. Magedanz

Prof. MS. Ellen H. Magedanz Prof. MS. Ellen H. Magedanz As transformações nos padrões de saúde/doença constituíram-se em uma das características do último século, estão associadas às mudanças na estrutura etária populacional. América

Leia mais

I SEMINÁRIO DE EXTENSÃO DA UCB 29 de setembro, 09 e 10 de outubro de 2012

I SEMINÁRIO DE EXTENSÃO DA UCB 29 de setembro, 09 e 10 de outubro de 2012 Modelo para apresentação do trabalho: Título do trabalho I SEMINÁRIO DE EXTENSÃO DA UCB 29 de setembro, 09 e 10 de outubro de 2012 Vivências de um Estagiário de Extensão sobre a Capacitação de Agentes

Leia mais

Serviço de Psicologia do Instituto de Neurologia e Cardiologia de Curitiba:

Serviço de Psicologia do Instituto de Neurologia e Cardiologia de Curitiba: Serviço de Psicologia do Instituto de Neurologia e Cardiologia de Curitiba: Tem por objetivo prestar atendimento aos pacientes internados ou de forma ambulatorial no Hospital, bem como aos seus familiares,

Leia mais

O ESTRESSE EM PROFISSIONAIS DA ENFERMAGEM: análise bibliográfica sobre a temática Maria Antônia Darozo Bandeira¹, Adriana Leonidas de Oliveira²

O ESTRESSE EM PROFISSIONAIS DA ENFERMAGEM: análise bibliográfica sobre a temática Maria Antônia Darozo Bandeira¹, Adriana Leonidas de Oliveira² O ESTRESSE EM PROFISSIONAIS DA ENFERMAGEM: análise bibliográfica sobre a temática Maria Antônia Darozo Bandeira¹, Adriana Leonidas de Oliveira² 1 Psicóloga, Mestranda em Gestão e Desenvolvimento Regional

Leia mais

LISTA ORDENADA POR GRADUAÇÃO PROFISSIONAL - DGAE

LISTA ORDENADA POR GRADUAÇÃO PROFISSIONAL - DGAE Nome da Escola : Agrupamento de Escolas de Almancil, Loulé Horário n.º: 27-18 horas 2013-10-09 Grupo de Recrutamento: 420 - Geografia LISTA ORDENADA POR GRADUAÇÃO PROFISSIONAL - DGAE Ordenação Graduação

Leia mais

O OLHAR DA TERAPIA COGNITIVO-COMPORTAMENTAL E DA TEORIA DE BASE PSICANALÍTICA SOBRE PACIENTES HIPERTENSOS NO CONTEXTO HOSPITALAR

O OLHAR DA TERAPIA COGNITIVO-COMPORTAMENTAL E DA TEORIA DE BASE PSICANALÍTICA SOBRE PACIENTES HIPERTENSOS NO CONTEXTO HOSPITALAR O OLHAR DA TERAPIA COGNITIVO-COMPORTAMENTAL E DA TEORIA DE BASE PSICANALÍTICA SOBRE PACIENTES HIPERTENSOS NO CONTEXTO HOSPITALAR ¹Marcela da Costa Garcia, FADAP/FAP ²José Carlos Scaliante Junior, FADAP/FAP

Leia mais

A CONSULTA DE ENFERMAGEM NO CONTEXTO DA COMUNICAÇÃO INTERPESSOAL - A PERCEPÇÃO DO CLIENTE*

A CONSULTA DE ENFERMAGEM NO CONTEXTO DA COMUNICAÇÃO INTERPESSOAL - A PERCEPÇÃO DO CLIENTE* Rev. latino-am. enfermagem - Ribeirão Preto - v. 6 - n. 1 - p. 27-31 - janeiro 1998 27 A CONSULTA DE ENFERMAGEM NO CONTEXTO DA COMUNICAÇÃO INTERPESSOAL - A PERCEPÇÃO DO CLIENTE* Maria da Graça da Silva**

Leia mais

NOTA PREVIA PRIMEIRO CURRÍCULO DE ENFERMAGEM NO BRASIL E ARGENTINA: UM ESTUDO COMPARATIVO

NOTA PREVIA PRIMEIRO CURRÍCULO DE ENFERMAGEM NO BRASIL E ARGENTINA: UM ESTUDO COMPARATIVO 88 NOTA PREVIA PRIMEIRO CURRÍCULO DE ENFERMAGEM NO BRASIL E ARGENTINA: UM ESTUDO COMPARATIVO FIRST NURSING CURRICULUM IN BRAZIL AND ARGENTINA: A COMPARATIVE STUDY EN PRIMER CURRÍCULO DE ENFERMERÍA EN BRASIL

Leia mais

sobre pressão alta Dr. Decio Mion

sobre pressão alta Dr. Decio Mion sobre pressão alta Dr. Decio Mion 1 2 Saiba tudo sobre pressão alta Dr. Decio Mion Chefe da Unidade de Hipertensão do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HC-FMUSP)

Leia mais

Procedimentos terapêuticos associados no tratamento da Fibromialgia

Procedimentos terapêuticos associados no tratamento da Fibromialgia Procedimentos terapêuticos associados no tratamento da Fibromialgia Felipe Azevedo Moretti "Se você só fizer aquilo que sempre fez, só obterá aquilo que sempre obteve. Se o que você está fazendo não está

Leia mais

INTRODUÇÃO. *Docente, coordenadora do Projeto **Discente, extensionista voluntário TÍTULO: FISIOTERAPIA NA COMUNIDADE

INTRODUÇÃO. *Docente, coordenadora do Projeto **Discente, extensionista voluntário TÍTULO: FISIOTERAPIA NA COMUNIDADE TÍTULO: FISIOTERAPIA NA COMUNIDADE AUTORES: Kátia Suely Q. S. Ribeiro*; Mario José de Araújo Neto**. ; Alexandre Bertrand de Araújo**; Mônica Gonçalves Arangio**; Patrícia B. Nascimento S**.; Leandro Torres

Leia mais

INSERÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA EM UMA UNIDADE DE SAÚDE EM PONTA GROSSA-PR

INSERÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA EM UMA UNIDADE DE SAÚDE EM PONTA GROSSA-PR INSERÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA EM UMA UNIDADE DE SAÚDE EM PONTA GROSSA-PR SANTOS, Elaine Ferreira dos (estagio II), WERNER, Rosiléa Clara (supervisor), rosileawerner@yahoo.com.br

Leia mais

EDITAL Nº 01/2015 RESULTADO FASE ELIMINATÓRIA - ENTREVISTA CURSO ÁREA NOMES NOTA DA

EDITAL Nº 01/2015 RESULTADO FASE ELIMINATÓRIA - ENTREVISTA CURSO ÁREA NOMES NOTA DA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE ESCOLA DE ENFERMAGEM DE NATAL PROGRAMA NACIONAL DE ACESSO AO ENSINO TÉCNICO E EMPREGO EDITAL Nº 01/2015 RESULTADO FASE ELIMINATÓRIA -

Leia mais

LISTA DE CLASSIFICADOS 3ª CHAMADA VAGAS DA COTA INSC NOME RG 14936 HELIO DA LUZ MONTEIRO 728825

LISTA DE CLASSIFICADOS 3ª CHAMADA VAGAS DA COTA INSC NOME RG 14936 HELIO DA LUZ MONTEIRO 728825 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ UNIVERSIDADE ABERTA DO PIAUÍ Centro de Educação Aberta e a Distância CEAD Rua Olavo Bilac, 1148 Centro/Sul CEP 64001-280 Teresina PI Site: www.ufpi.br

Leia mais

SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AO IDOSO NA ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA SOB A OTICA DO PROFISSIONAL

SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AO IDOSO NA ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA SOB A OTICA DO PROFISSIONAL 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AO IDOSO NA ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA SOB A OTICA DO PROFISSIONAL Ruanna Gonçalves Holanda 1, Hellen Pollyanna

Leia mais

A ESPIRITUALIDADE DA FAMÍLIA AO TER UM FAMILIAR INTERNADO POR DOENÇA CRÔNICA: RELATO DE VIVÊNCIA 1

A ESPIRITUALIDADE DA FAMÍLIA AO TER UM FAMILIAR INTERNADO POR DOENÇA CRÔNICA: RELATO DE VIVÊNCIA 1 A ESPIRITUALIDADE DA FAMÍLIA AO TER UM FAMILIAR INTERNADO POR DOENÇA CRÔNICA: RELATO DE VIVÊNCIA 1 ROSSATO, Karine 2 ; GIRARDON-PERLINI, Nara Marilene Oliveira 3, MISTURA, Claudelí 4, CHEROBINI, Márcia

Leia mais

CRONOGRAMA DAS DEFESAS PÚBLICAS DAS MONOGRAFIAS - TRABALHOS DE CONCLUSÃO DO CURSO DE ENFERMAGEM 2015. Local: Laboratório de informática II

CRONOGRAMA DAS DEFESAS PÚBLICAS DAS MONOGRAFIAS - TRABALHOS DE CONCLUSÃO DO CURSO DE ENFERMAGEM 2015. Local: Laboratório de informática II CRONOGRAMA DAS DEFESAS PÚBLICAS DAS MONOGRAFIAS - TRABALHOS DE CONCLUSÃO DO CURSO DE ENFERMAGEM 2015 Local: Laboratório de informática II Dia 14/12/2015 (SEGUNDA-FEIRA) TARDE Jessica Suelen de Oliveira

Leia mais

VIGILÂNCIA E PROMOÇÃO À SAÚDE

VIGILÂNCIA E PROMOÇÃO À SAÚDE VIGILÂNCIA E PROMOÇÃO À SAÚDE Um modelo de assistência descentralizado que busca a integralidade, com a participação da sociedade, e que pretende dar conta da prevenção, promoção e atenção à saúde da população

Leia mais

IDOSOS COM HIPERTENSÃO: CARACTERÍSTICAS EPIDEMIOLÓGICAS NO MUNICIPIO DE FOZ DO IGUAÇU, PARANÁ, BRASIL.

IDOSOS COM HIPERTENSÃO: CARACTERÍSTICAS EPIDEMIOLÓGICAS NO MUNICIPIO DE FOZ DO IGUAÇU, PARANÁ, BRASIL. IDOSOS COM HIPERTENSÃO: CARACTERÍSTICAS EPIDEMIOLÓGICAS NO MUNICIPIO DE FOZ DO IGUAÇU, PARANÁ, BRASIL. Paulo Sergio Lemke (Apresentador) 1, Marcos Augusto Moraes Arcoverde (Orientado) 2 Curso de Enfermagem

Leia mais

UNIÃO DE ENSINO SUPERIOR DE CAMPINA GRANDE FACULDADE DE CAMPINA GRANDE FAC CG 1º SIMPÓSIO MULTIDISCIPLINAR DE SAÚDE DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE

UNIÃO DE ENSINO SUPERIOR DE CAMPINA GRANDE FACULDADE DE CAMPINA GRANDE FAC CG 1º SIMPÓSIO MULTIDISCIPLINAR DE SAÚDE DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE UNIÃO DE ENSINO SUPERIOR DE CAMPINA GRANDE FACULDADE DE CAMPINA GRANDE FAC CG 1º SIMPÓSIO MULTIDISCIPLINAR DE SAÚDE DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE LISTA DE TRABALHOS APROVADOS AUTOR RESPONSÁVEL Adriana Furtado

Leia mais

MORBIDADES AUTORREFERIDAS POR IDOSOS ATENDIDOS EM UM AMBULATÓRIO DE GERIATRIA

MORBIDADES AUTORREFERIDAS POR IDOSOS ATENDIDOS EM UM AMBULATÓRIO DE GERIATRIA INTRODUÇÃO MORBIDADES AUTORREFERIDAS POR IDOSOS ATENDIDOS EM UM AMBULATÓRIO DE GERIATRIA Mayara Muniz Dias Rodrigues 1 Saemmy Grasiely Estrela de Albuquerque 2 Maria das Graças Melo Fernandes 3 Keylla

Leia mais

Autor Área Científica 1 Área Científica 2 Ordem Dia Hora Área Autor Área Científica 1 Área Científica 2 Ordem Dia Hora Área

Autor Área Científica 1 Área Científica 2 Ordem Dia Hora Área Autor Área Científica 1 Área Científica 2 Ordem Dia Hora Área Autor Área Científica 1 Área Científica 2 Ordem Dia Hora Área Carina Coelho Cariologia/Med. dentária Preventiva Dentisteria Operatória 1 11 15h00-16h00 Investigação Isabel Roçadas Pires Cariologia/Med.

Leia mais

Reeducação Alimentar na prevenção da Obesidade Professores: Ivo André Polônio; Edi Carlos Iacida; Ângela Cesira Maran Pilquevitch; Silvia Trevisan;

Reeducação Alimentar na prevenção da Obesidade Professores: Ivo André Polônio; Edi Carlos Iacida; Ângela Cesira Maran Pilquevitch; Silvia Trevisan; 1 Reeducação Alimentar na prevenção da Obesidade Professores: Ivo André Polônio; Edi Carlos Iacida; Ângela Cesira Maran Pilquevitch; Silvia Trevisan; Janaina Lopes; Eveline Batista Rodrigues; Cristiane

Leia mais

INSTITUIÇÃO ÁREA TEMÁTICA RESUMO

INSTITUIÇÃO ÁREA TEMÁTICA RESUMO TÍTULO: O ATENDIMENTO NUTRICIONAL EM "HOME CARE": UMA ATIVIDADE VINCULADA AO PROGRAMA GILBERTO MELO DA UFV. AUTORES: Maria Teresa Fialho de Sousa Campos; Ana Cristina Rodrigues Ferreira; Carlos Mário Martins

Leia mais

Universidade Aberta à Terceira Idade da Universidade do Sagrado Coração (UATI/USC): estudo de caso

Universidade Aberta à Terceira Idade da Universidade do Sagrado Coração (UATI/USC): estudo de caso teses Universidade Aberta à Terceira Idade da Universidade do Sagrado Coração (UATI/USC): estudo de caso Open university for senior citizens at the Sagrado Coração university: a case study Ao mesmo tempo

Leia mais

TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO DE ENFERMAGEM 1ª TURMA - 2005/2009 DIURNO

TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO DE ENFERMAGEM 1ª TURMA - 2005/2009 DIURNO TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO DE ENFERMAGEM 1ª TURMA - 2005/2009 DIURNO CASSIO CRISTIANNO PEREIRA LIMA ASSISTENCIA DE ENFERMAGEM A PACIENTES IDOSOS COM ENFISEMA PULMONAR DEBORA GUIMARÃES SILVA O DESAFIO

Leia mais

Programas de Saúde para a pessoa idosa no Brasil: Breve estudo sobre o Envelhecimento Ativo

Programas de Saúde para a pessoa idosa no Brasil: Breve estudo sobre o Envelhecimento Ativo 21 Programas de Saúde para a pessoa idosa no Brasil: Breve estudo sobre o Envelhecimento Ativo Alessandra Negrão Elias Martins Ana Carla Santos Nogueira de Sousa Beltrina Côrte Resumo: Neste artigo apresentamos

Leia mais

151713 - Agrupamento de Escolas de Mosteiro e Cávado 346652 - Escola E.B.2,3 do Cávado. Relação de Alunos

151713 - Agrupamento de Escolas de Mosteiro e Cávado 346652 - Escola E.B.2,3 do Cávado. Relação de Alunos 3452 - Escola E.B.2,3 do Cávado : A 137 1 Adriana Manuela Gomes Pinheiro 14 S S 20 2 Alexandra Pereira Ferreira 28 3 Ângelo Rafael Araújo Gomes S 28 4 Beatriz da Costa Oliveira S 2 5 Domingos Gonçalo Ferreira

Leia mais

Técnicos Especializados

Técnicos Especializados Técnicos Especializados Nome da Escola : Agrupamento de Escolas Alexandre Herculano, Porto Nº Escola : 153000 Data final da candidatura : 2014-09-18 Nº Horário : 9 Disciplina Projeto: Tradução e Interpretação

Leia mais

O PACTO PELA VIDA É UM DOS SUBCOMPONENTES DO PACTO PELA SAÚDE PORTARIA 399/06. É O MARCO JURÍDICO DA PRIORIZAÇÃO DA SAÚDE DO IDOSO NO BRASIL

O PACTO PELA VIDA É UM DOS SUBCOMPONENTES DO PACTO PELA SAÚDE PORTARIA 399/06. É O MARCO JURÍDICO DA PRIORIZAÇÃO DA SAÚDE DO IDOSO NO BRASIL SAÚDE DO IDOSO CURSO ESPECÍFICOS ENFERMAGEM - A Saúde do Idoso aparece como uma das prioridades no Pacto pela Vida, o que significa que, pela primeira vez na história das políticas públicas no Brasil,

Leia mais

RESULTADO DO VESTIBULAR AGENDADO Provas: 22 MAIO 2010 (Sábado) CANDIDATOS APROVADOS

RESULTADO DO VESTIBULAR AGENDADO Provas: 22 MAIO 2010 (Sábado) CANDIDATOS APROVADOS RESULTADO DO VESTIBULAR AGENDADO Provas: 22 MAIO 2010 (Sábado) NOME Manoel Ribeiro Samyres de Nardo da Silva Simone Alves Gomes Martins Poliana Pinheiro Poletto OPÇÃO Enfermagem Noturno Biomedicina Noturno

Leia mais

2002 Revisão de literatura, porém não descrito o método no artigo. 2002 Artigo de revista sem descrição de método. 2006 Estudo exploratóriodescritivo

2002 Revisão de literatura, porém não descrito o método no artigo. 2002 Artigo de revista sem descrição de método. 2006 Estudo exploratóriodescritivo DESAFIOS DE ENFERMAGEM: ATENDIMENTO DOMICILIAR A PACIENTES COM DEMÊNCIA Aristófenes Rolim de Holanda; Rosyara Lopes Vieira Sá; Aryslane Júlia Andrade Lustosa; Luis Henrique Rodrigues Nunes; Francisco Júnior

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENFERMAGEM RELATÓRIO FINAL DO ESTÁGIO CURRICULAR II SERVIÇO DE REDE BÁSICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENFERMAGEM RELATÓRIO FINAL DO ESTÁGIO CURRICULAR II SERVIÇO DE REDE BÁSICA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENFERMAGEM RELATÓRIO FINAL DO ESTÁGIO CURRICULAR II SERVIÇO DE REDE BÁSICA Elisandro Luis Lima Saldanha Orientadora: Profª Themis Dovera Porto Alegre

Leia mais

SOFRIMENTO PSÍQUICO NA ADOLESCÊNCIA Marcia Manique Barreto CRIVELATTI 1 Solânia DURMAN 2

SOFRIMENTO PSÍQUICO NA ADOLESCÊNCIA Marcia Manique Barreto CRIVELATTI 1 Solânia DURMAN 2 SOFRIMENTO PSÍQUICO NA ADOLESCÊNCIA Marcia Manique Barreto CRIVELATTI 1 Solânia DURMAN 2 INTRODUÇÃO: Durante muitos anos acreditou-se que os adolescentes, assim como as crianças, não eram afetadas pela

Leia mais

MONITORAMENTO DO ESTADO NUTRICIONAL DE PRÉ-ESCOLARES DE UM CENTRO DE EDUCAÇÃO INFANTIL

MONITORAMENTO DO ESTADO NUTRICIONAL DE PRÉ-ESCOLARES DE UM CENTRO DE EDUCAÇÃO INFANTIL MONITORAMENTO DO ESTADO NUTRICIONAL DE PRÉ-ESCOLARES DE UM CENTRO DE EDUCAÇÃO INFANTIL Carla Cristina de MORAI 1 ; Danielly Souza PIRES¹; Raquel Machado SCHINCAGLIA¹; Maria Irene de Castro BARBOSA¹; Polianna

Leia mais

COSTRUINDO FÓRUM SOBRE VIOLÊNCIA NAS ESCOLAS: REFLEXÃO E AÇÃO SOBRE VIOLÊNCIA E QUALIDADE DE VIDA NAS ESCOLAS

COSTRUINDO FÓRUM SOBRE VIOLÊNCIA NAS ESCOLAS: REFLEXÃO E AÇÃO SOBRE VIOLÊNCIA E QUALIDADE DE VIDA NAS ESCOLAS COSTRUINDO FÓRUM SOBRE VIOLÊNCIA NAS ESCOLAS: REFLEXÃO E AÇÃO SOBRE VIOLÊNCIA E QUALIDADE DE VIDA NAS ESCOLAS MUNICIPAIS DO BAIRRO DA IPUTINGA Prof º Geraldo José Marques Pereira ( Coordenador Geral) Prof

Leia mais

Proposta para Implantação do Programa Atividade Física & Mulheres

Proposta para Implantação do Programa Atividade Física & Mulheres 2 Proposta para Implantação do Programa Atividade Física & Mulheres Ana Paula Bueno de Moraes Oliveira Graduada em Serviço Social Pontifícia Universidade Católica de Campinas - PUC Campinas Especialista

Leia mais

7º Congresso Unidas de

7º Congresso Unidas de 7º Congresso Unidas de Gestão o de Assistência à Saúde Dra. Rozana Ciconelli Centro Paulista de Economia da Saúde Escola Paulista de Medicina A epidemia da obesidade Como as doenças crônicas afetam a gestão

Leia mais

PERCEPÇÃO DO CONHECIMENTO DE PROFISSIONAIS DA ATENÇÃO BÁSICA E ACOMPANHAMENTO DE ATIVIDADES VOLTADAS À SAÚDE DO COLETIVO

PERCEPÇÃO DO CONHECIMENTO DE PROFISSIONAIS DA ATENÇÃO BÁSICA E ACOMPANHAMENTO DE ATIVIDADES VOLTADAS À SAÚDE DO COLETIVO PERCEPÇÃO DO CONHECIMENTO DE PROFISSIONAIS DA ATENÇÃO BÁSICA E ACOMPANHAMENTO DE ATIVIDADES VOLTADAS À SAÚDE DO COLETIVO Elidiane dos Santos CIRILO¹, Emilly Maria de Lima OLIVEIRA¹, Fábio José Targino

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE. Manual para Implantação do Programa Peso Saudável. (Versão preliminar - em fase de diagramação)

MINISTÉRIO DA SAÚDE. Manual para Implantação do Programa Peso Saudável. (Versão preliminar - em fase de diagramação) MINISTÉRIO DA SAÚDE Manual para Implantação do Programa Peso Saudável (Versão preliminar - em fase de diagramação) Brasília DF 2013 MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO

Leia mais

AUTOCONTROLE INEFICAZ DA SAÚDE EM PACIENTES VÍTIMAS DE ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL E SUAS IMPLICAÇÕES PARA QUALIDADE DE VIDA

AUTOCONTROLE INEFICAZ DA SAÚDE EM PACIENTES VÍTIMAS DE ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL E SUAS IMPLICAÇÕES PARA QUALIDADE DE VIDA AUTOCONTROLE INEFICAZ DA SAÚDE EM PACIENTES VÍTIMAS DE ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL E SUAS IMPLICAÇÕES PARA QUALIDADE DE VIDA Ariane Alves Barros 1 ; Maria Vilaní Cavalcante Guedes 2 ; Ilse Maria Tigre de

Leia mais

Longo caminho. Acontece no mundo inteiro. Os doentes crônicos

Longo caminho. Acontece no mundo inteiro. Os doentes crônicos Gestão Foto: dreamstime.com Longo caminho Medida da ANS inicia discussão sobre a oferta de medicamentos ambulatoriais para doentes crônicos pelas operadoras de saúde Por Danylo Martins Acontece no mundo

Leia mais

ENVELHECIMENTO NO BRASIL: REPERCUSSÕES E DESAFIOS

ENVELHECIMENTO NO BRASIL: REPERCUSSÕES E DESAFIOS ENVELHECIMENTO NO BRASIL: REPERCUSSÕES E DESAFIOS MESQUITA, Francyelle de Cássia Nayane da Rocha¹; ALARCON, Bruna Santana¹; GONDIM, Bruno Ferreira¹; CARDOSO, Bruno Freitas¹; NETO, Gilberto Inácio Cardoso¹;

Leia mais

SAÚDE DO HOMEM NO ÂMBITO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM

SAÚDE DO HOMEM NO ÂMBITO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM SAÚDE DO HOMEM NO ÂMBITO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM Maria das Graças Laurentino Silva 1 ; Ana Lúcia Teixeira de Lima 1, Luzinete Nascimento da Silva Flôr¹, Léa Cristina Almeida Reul 2, Iaponira Cortez

Leia mais

INTRODUÇÃO (WHO, 2007)

INTRODUÇÃO (WHO, 2007) INTRODUÇÃO No Brasil e no mundo estamos vivenciando transições demográfica e epidemiológica, com o crescente aumento da população idosa, resultando na elevação de morbidade e mortalidade por doenças crônicas.

Leia mais

GRUPO TERAPÊUTICO NA REABILITAÇÃO SOCIAL DE MULHERES MASTECTOMIZADAS

GRUPO TERAPÊUTICO NA REABILITAÇÃO SOCIAL DE MULHERES MASTECTOMIZADAS GRUPO TERAPÊUTICO NA REABILITAÇÃO SOCIAL DE MULHERES MASTECTOMIZADAS Gilmara Saraiva Bezerra 1 Irma Caroline Lima Verde da Silva 2 Nydia Cavalcante de Carvalho Pinheiro 3 Maria Zélia de Araújo Madeira

Leia mais

DELINEANDO AS PRODUÇÕES NA ÁREA DA ENFERMAGEM SOBRE OS TEMAS: SAÚDE DO TRABALHADOR, MEIO AMBIENTE E SUAS RELAÇÕES COM A CONCEPÇÃO DE RISCO 1

DELINEANDO AS PRODUÇÕES NA ÁREA DA ENFERMAGEM SOBRE OS TEMAS: SAÚDE DO TRABALHADOR, MEIO AMBIENTE E SUAS RELAÇÕES COM A CONCEPÇÃO DE RISCO 1 DELINEANDO AS PRODUÇÕES NA ÁREA DA ENFERMAGEM SOBRE OS TEMAS: SAÚDE DO TRABALHADOR, MEIO AMBIENTE E SUAS RELAÇÕES COM A CONCEPÇÃO DE RISCO 1 DIAZ, Paola da Silva 2 ; CAMPONOGARA, Silviamar 3 RESUMO Tendo-se

Leia mais

Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Escola de Enfermagem FERNANDA ARAUJO RODRIGUES

Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Escola de Enfermagem FERNANDA ARAUJO RODRIGUES 0 Universidade Federal do Rio Grande do Sul Escola de Enfermagem FERNANDA ARAUJO RODRIGUES Vivenciando a Saúde Comunitária na Unidade Básica de Saúde Glória Porto Alegre 2011 1 FERNANDA ARAUJO RODRIGUES

Leia mais

ALCATEIA ACAGRUP 2014 - SIERRA NORTE - MADRID - ESPANHA PARTICIPANTES: 26 60% INCIDÊNCIA NO GRUPO 20%

ALCATEIA ACAGRUP 2014 - SIERRA NORTE - MADRID - ESPANHA PARTICIPANTES: 26 60% INCIDÊNCIA NO GRUPO 20% ALCATEIA Sec NIN NOME NIN NOME Lob 1215050143005 Alice Neto Santos Nascimento 1215050143015 Afonso da Fonseca Machado Lob 1215050143010 Amélia Maria Mesquita Aleixo Alves 1115050143010 Afonso Jesus Dias

Leia mais

TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO ESCOLA DE CONTAS CONSELHEIRO OTACÍLIO SILVEIRA - ECOSIL D E C L A R A Ç Ã O

TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO ESCOLA DE CONTAS CONSELHEIRO OTACÍLIO SILVEIRA - ECOSIL D E C L A R A Ç Ã O Declaramos, para os devidos fins, que ADEMARIO FÉLIX DE ARAÚJO FILHO, participou da palestra O FUTURO DO BRASIL, proferida por MAÍLSON FERREIRA DA NÓBREGA, por ocasião da Aula Magna de abertura do Mestrado

Leia mais

Alessandra Santana. Angélica Cristina da Silva Freire

Alessandra Santana. Angélica Cristina da Silva Freire Câmpus Alfenas 28 de novembro de 2011 SUMÁRIO Alessandra Santana... 2 Angélica Cristina da Silva Freire... 2 Bárbara Luiza Novais... 3 Bruna Aparecida Reis... 3 Carolina Esteves Martins... 4 Celsianne

Leia mais

PERCEPÇÃO DOS ENFERMEIROS DA ATENÇÃO BÁSICA SOBRE A REFERÊNCIA E CONTRARREFERÊNCIA AO CUIDADO AO IDOSO

PERCEPÇÃO DOS ENFERMEIROS DA ATENÇÃO BÁSICA SOBRE A REFERÊNCIA E CONTRARREFERÊNCIA AO CUIDADO AO IDOSO PERCEPÇÃO DOS ENFERMEIROS DA ATENÇÃO BÁSICA SOBRE A REFERÊNCIA E CONTRARREFERÊNCIA AO CUIDADO AO IDOSO Introdução: A enfermagem, em seu cotidiano assistencial, apresenta como principal dimensão do seu

Leia mais

DIABETES MELLITUS: ADESÃO E CONHECIMENTO DE IDOSOS AO TRATAMENTO

DIABETES MELLITUS: ADESÃO E CONHECIMENTO DE IDOSOS AO TRATAMENTO DIABETES MELLITUS: ADESÃO E CONHECIMENTO DE IDOSOS AO TRATAMENTO Roberta Kelle de Araújo Melo (FACENE) - robertakamelo@hotmail.com Morganna Guedes Batista (FACENE) - morganna_guedes@hotmail.com Rayra Maxiana

Leia mais

Hipertensão, saúde do trabalhador e atenção primária

Hipertensão, saúde do trabalhador e atenção primária Universidade Federal do Rio Grande do Sul Faculdade de Medicina Programa de Saúde Urbana, Ambiente e Desigualdades Hipertensão, saúde do trabalhador e atenção primária Francisco Arsego de Oliveira Serviço

Leia mais

CURSO: 42 - TERESINA - GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS

CURSO: 42 - TERESINA - GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS CURSO: 42 - TERESINA - GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS INSC NOME DOC. IDENT. NASCIMENTO MAT HIS L. POR L. EST REDA ESCORE COLOC SITUAÇÃO 71769 ILMARA CECILIA PINHEIRO DA SILVA MORAIS 50318624 27/08/1990 9 22

Leia mais

161718 - Agrupamento Escolas Castro Daire 343717 - Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos de Castro Daire. Relação de Alunos

161718 - Agrupamento Escolas Castro Daire 343717 - Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos de Castro Daire. Relação de Alunos 343717 - Escola Básica dos 2.º e 3.º s de Castro Daire Turma : A 1498 1 Ana Catarina Costa Esteves 14920 2 Ana Francisca da Silva Fernandes 16292 3 Beatriz Monteiro Andrade 14409 4 Camila Almeida Oliveira

Leia mais

X Encontro de Extensão

X Encontro de Extensão 6CCSDEMCAOUT02 PROJETO EDUCAÇÃO EM SAÚDE NA ATENÇÃO A GESTANTES E PUÉRPERAS Pedro Joaquim de Lima Neto (1); Patrícia Serpa de Souza Batista (3) Centro de Ciências da Saúde/Departamento de Enfermagem Médico-Cirúrgica

Leia mais