RUDRIGO OTÁVIO ANDRADE ARAUJO

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1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE TECNOLOGIA E RECURSOS NATURAIS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM RECURSOS NATURAIS MESTRADO EM RECURSOS NATURAIS RUDRIGO OTÁVIO ANDRADE ARAUJO PRODUÇÃO AGRÍCOLA FAMILIAR NAS FAIXAS DE DOMÍNIO DA RODOVIA BR-230 NO ESTADO DA PARAÍBA CAMPINA GRANDE - PB 2011

2 1 RUDRIGO OTÁVIO ANDRADE ARAUJO PRODUÇÃO AGRÍCOLA FAMILIAR NAS FAIXAS DE DOMÍNIO DA RODOVIA BR-230 NO ESTADO DA PARAÍBA Dissertação submetida ao Programa de Pósgraduação em Recursos Naturais do Centro de Tecnologia e Recursos Naturais, da Universidade Federal de Campina Grande, como requisito para obtenção do grau de mestre em Recursos Naturais. Orientador: Prof. Dr. Jacob Silva Souto CAMPINA GRANDE - PB 2011

3 2 RUDRIGO OTÁVIO ANDRADE ARAUJO PRODUÇÃO AGRÍCOLA FAMILIAR NAS FAIXAS DE DOMÍNIO DA RODOVIA BR-230 NO ESTADO DA PARAÍBA Dissertação submetida ao Programa de Pósgraduação em Recursos Naturais do Centro de Tecnologia e Recursos Naturais, da Universidade Federal de Campina Grande, como requisito para obtenção do grau de mestre em Recursos Naturais. Aprovada em 25 de fevereiro de BANCA EXAMINADORA Prof. Dr. Jacob Silva Souto Orientador UFCG/UAEF Prof. Dr. Antonio Amador de Sousa Examinador Externo UFCG/UAEF Prof. Dr. José Dantas Neto Examinador Interno UFCG/UAEAg

4 3 Ao meu grande amigo e pai Jonas (in memoriam), meu exemplo perfeito de ser humano, que sempre me conduziu pelos melhores caminhos, especialmente à educação. Dedico,

5 4 AGRADECIMENTOS A Deus, primeiramente, por me conceder a graça de estar concluindo mais uma etapa de minha vida. A minha amada Isabelly pelas injeções de ânimo, amor, companheirismo, compreensão e apoio dispensados durante esta caminhada. Aos meus filhos Raif, Raissa e Brenna pela inocente compreensão de que o pai necessitava estudar no momento em que queriam brincar. A minha amada mãe, Maria de Fátima, pelo amor, dedicação, apoio e força sempre disponíveis, sobretudo nos momentos mais difíceis de minha vida. Ao meu sogro, José Rogério, e minha sogra, Verônica Carneiro, por todo incentivo e apoio prestado. Ao meu orientador, Prof. Dr. Jacob Silva Souto, e à sua esposa, Patrícia Carneiro, pela amizade, compreensão, paciência e acolhimento. Aos amigos do Banco do Nordeste, especialmente Ramildo Porto, pela sua compreensão, confiança, amizade e apoio. A todos os funcionários do CTRN, pela disponibilidade, paciência e apoio durante o período de convivência. Á todos aqueles que, cada qual a sua maneira e importância, contribuíram de forma direta ou indireta para que o projeto deste trabalho se tornasse realidade. MUITO OBRIGADO!

6 5 Determine-se a nunca ficar à toa. É maravilhoso o quanto pode ser feito se estamos sempre fazendo. Thomas Jefferson

7 6 PRODUÇÃO AGRÍCOLA FAMILIAR NAS FAIXAS DE DOMÍNIO DA RODOVIA BR-230 NO ESTADO DA PARAÍBA RESUMO A agricultura familiar é caracterizada pela exploração de pequenas propriedades rurais com utilização predominante de mão-de-obra da família, diversidade produtiva e baixo nível de tecnificação. As faixas de domínio são a área compreendida entre o eixo central da rodovia e a cerca que delimita as propriedades privadas. O objetivo deste trabalho foi diagnosticar a produção agrícola familiar nas faixas de domínio da Rodovia BR-230 no Estado da Paraíba. O estudo foi realizado em um trecho de 150,5 km da rodovia, entre os pontos delimitados pela cidade de Patos e a Praça do Meio do Mundo, no município de Pocinhos. A coleta de dados foi realizada de duas formas: mapeamento das áreas de produção através do georreferenciamento, medição da área cultivada, e identificação das culturas agrícolas exploradas e das modalidades de cultivo praticadas; e entrevista com os produtores, utilizando questionário semi-estruturado, para obtenção de informações sócio-econômicas, sobre as práticas de manejo e ocupação das faixas de domínio. Os resultados obtidos demonstram que apesar de não ser uma atividade regulamentada, a agricultura nas faixas de domínio da Rodovia BR-230 no Estado da Paraíba é uma prática frequente, principalmente nos períodos chuvosos, havendo predomínio do cultivo consorciado de culturas de subsistência (milho e feijão). O manejo adotado pelos agricultores nas faixas de domínio é de baixo nível tecnológico utilizando-se exclusivamente estercos para adubação do solo. Das forrageiras exploradas, a palma se destaca como a mais frequente, principalmente em áreas de altitudes elevadas. Palavras chave: agricultura familiar, perfil sócio-econômico, sistemas de cultivo

8 7 FAMILIAR AGRICULTURE PRODUCTION IN HIGHWAY MARGINS BR-230 IN PARAIBA STATE ABSTRACT The familiar agriculture is characterized by the exploration of small farmers with the utilization of family labor, production unit and low level of technization. The road segment is the understood area enters the central axle of the highway and the fence that delimits the property private. The objective of this work was to diagnose the familiar agriculture production in the road segment of the BR-230 highway, Paraíba State, Brazil. The study area is located in the central region of the Paraíba State, comprising an segment of km along the BR-230 highway, between Patos and place Praça do Meio do Mundo, in the municipality of Pocinhos (PB). The gathering of the data was based in the mapping of agricultural areas throughof the georeferenced, measurement of the cultivated area, identification of the explored agricultural cultures and the practised modalities of culture; and interviews applied to farmers utilizing semi-structured questionnaires, to gathering socioeconomic information, management techniques applied and road segment occupation. The results obtained show though not regulated activity, agriculture in the highway margins BR-230 in Paraíba State is a frequent pratice, especially in the rainy periods, with predominance of intercropping of subsistence crops (corn and beans). The management techniques adopted by the small farmers is low technological level using only manure of soil fertilizing. Of the forage species explored, forage cactus (Opuntia ficus-indica Mill.) is the more frequent, mainly in high altitudes. Keywords: familiar agriculture, social-economic profile, cultivation systems

9 8 LISTA DE SIGLAS CNT CONTAG CTB DER DNAEE DNIT FAEMG GRU IBGE MAPA MDA PEA PL PNRA PRONAF SEBRAE SENAR SM Código Nacional de Trânsito Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura Código de Trânsito Brasileiro Departamento de Estradas de Rodagem Departamento Nacional de Água e Energia Elétrica Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais Guia de Recolhimento da União Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Ministério de Desenvolvimento Agrário População Economicamente Ativa Projeto de Lei Programa Nacional de Reforma Agrária Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas Serviço Nacional de Aprendizagem Rural Salário Mínimo

10 9 LISTA DE TABELAS Tabela 1: Valor de utilização das faixas de domínio por Km/ano, considerando a aplicação do fator K para os Estados da Federação e a largura mínima de 50 cm... Tabela 2: Frequência de ocorrência das culturas agrícolas nas áreas de produção agrícola localizadas nas faixas de domínio da rodovia BR-230, no Estado da Paraíba, no trecho compreendido entre o município de Patos/PB e a Praça do Meio do Mundo no município de Pocinhos/PB julho/ Tabela 3: Sistemas de cultivo praticados pelos agricultores familiares nas faixas de domínio da Rodovia BR-230, no Estado da Paraíba, em função da cultura agrícola explorada julho/ Tabela 4: Perfil sócio-econômico dos agricultores familiares que exploram as faixas de domínio da rodovia BR 230 no Estado da Paraíba julho/ Tabela 5: Destinação da produção agrícola produzida por agricultores familiares nas faixas de domínio da rodovia BR 230 no Estado da Paraíba julho/ Tabela 6: Práticas de manejo dos agricultores familiares ocupantes das faixas de domínio da rodovia BR 230 no Estado da Paraíba julho/ Tabela 7: Assistência Técnica, Acesso ao Crédito e Apoio Familiar destinado aos agricultores familiares que exploram as faixas de domínio da rodovia BR 230 no Estado da Paraíba julho/

11 10 LISTA DE QUADROS Quadro 1: Grupos Básicos do PRONAF, beneficiários e finalidades Plano Safra 2010/ Quadro 2: Condições Operacionais dos Grupos do PRONAF Plano Safra 2010/ Quadro 3: Área cultivada e localização geográfica das áreas de produção agrícola nas faixas de domínio da Rodovia BR-230 no Estado da Paraíba julho/ Quadro 4: Frequência de ocorrência das culturas agrícolas exploradas por agricultores familiares nas faixas de domínio da Rodovia BR-230, no Estado da Paraíba, em função dos municípios pesquisados julho/ Quadro 5: Consorciação de culturas agrícolas nas áreas de produção localizadas nas faixas de domínio da Rodovia BR-230 no Estado da Paraíba julho/

12 11 LISTA DE FIGURAS Figura 1: Desenho de caráter ilustrativo mostrando as características técnicas da rodovia BR Figura 2: Localização do trecho da BR-230 objeto do estudo, conforme destaque no mapa da Paraíba... Figura 3: Localização das áreas de produção agrícola familiar mapeadas ao longo da rodovia BR 230, no Estado da Paraíba, no trecho compreendido entre o município de Patos e o lugar popularmente conhecido como Praça do Meio do Mundo, no município de Pocinhos julho/ Figura 4 : Representação gráfica da ocorrência dos sistemas de cultivo nas áreas de produção agrícola familiar nas faixas de domínio da Rodovia BR 230 no Estado da Paraíba julho/

13 12 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO REVISÃO DE LITERATURA Agricultura Familiar Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (PRONAF) Faixa de Domínio Conceituação Ocupação e uso MATERIAL E MÉTODOS Cenário do Estudo População e Seleção da Amostra Instrumentos de Coleta de Dados Percurso Metodológico Tabulação e Tratamento dos Dados RESULTADOS E DISCUSSÃO Caracterização, Localização e Ocupação das Áreas Produtivas Culturas Agrícolas Exploradas Sistema de Cultivo Perfil Sócio-econômico dos Produtores Rurais Destinação da Produção Agrícola Práticas de Manejo Acesso ao Crédito e a Assistência Técnica CONCLUSÕES REFERÊNCIAS APÊNDICES APÊNDICE A: Questionário Utilizado na Pesquisa APÊNDICE B: Fotos... 65

14 13 1 INTRODUÇÃO O setor agrícola brasileiro é marcado por uma dualidade histórica, tendo de um lado a agricultura patronal, caracterizada pela presença de latifúndios que ocupam cerca de 75% da área agricultável do país e concentram 80% do crédito rural, e do outro a agricultura familiar, desenvolvida em mais de 4,3 milhões de minifundios, os quais ocupam apenas um quarto da área agricultável, mas que no entanto emprega cerca de 75% do pessoal que trabalha no meio rural (IBGE, 2009). A agricultura familiar demonstra a sua importância do ponto de vista social na medida em que é a grande responsável pela manutenção do homem no campo, proporciona a distribuição de renda, além de garantir a segurança alimentar nacional por ser ela a produtora de uma parcela significativa dos produtos de alimentação básica, a exemplo de feijão, arroz e mandioca, e estar baseada num modelo de produção destinado ao autoconsumo. As políticas públicas desenvolvidas pelo Governo Federal, direcionadas ao setor de agricultura familiar, ratificam a importância desse segmento para a economia nacional e para sociedade. Nesse contexto é que surge o Programa de Apoio à Agricultura Familiar (PRONAF) com o objetivo de fortelecer o segmento agrícola familiar através da concessão de crédito em condições especiais que proporcionem a elevação da renda e agregação de valor ao produto e à propriedade (SEBRAE, 2010). Sem terras para cultivar, uma parcela significativa de agricultores familiares é impulsionada à ocupação de áreas públicas impróprias para a prática da agricultura, a exemplo das faixas de domínio das rodovias, possivelmente apenas pela necessidade de garantir a subsistência de suas familias e sua reprodução social. As faixas de domínio são a base física sobre as quais se assentam as rodovias, incluindo a estrada propriamente dita, os acostamentos e as sinalizações, e está compreendida entre o eixo central da rodovia e as cercas das propriedades particulares. Sua principal finalidade é garantir a segurança dos usuários e a sua ocupação para a prática da atividade agrícola é consideranda ilegal e deve ser coibida pelos órgãos responsáveis pela gestão desses espaços. Os agricultores familiares reunem duas questões que marcam o campo brasileiro: a carência de terras para a produção e a necessidade de crédito para realização de investimentos produtivos. Essa problemática ganha ênfase no caso

15 14 em questão tendo em vista que a apropriação das áreas exploradas as faixas de domínio das rodovias por parte dos agricultores é legalmente impossível e impõe, consequentemente, uma barreira intransponível para o acesso ao crédito através dos programas governamentais direcionados a agricultura familiar. O uso das faixas de domínio para a prática de atividades agrícolas possui implicações multifacetadas amparadas em questões históricas, políticas, sociais, econômicas e ambientais. Uma das vertentes de análise desse fenômeno remete ao modelo de desenvolvimento contraditório e desigual imposto pelo capitalismo, que provoca reflexões acerca do papel da propriedade privada na sociedade capitalista, sobretudo sobre as formas injustas de organização da sociedade e do território. Evidentemente que não é proposição do presente estudo abordar todas as facetas relacionadas ao tema, mas sim traçar um primeiro diagnóstico que possibilitará que outros pesquisadores possuam um ponto de partida para realização de novos estudos sobre um tema, até aqui, pouco abordado pela literatura. Assim, considerando tratar-se de um fenômeno cada vez mais frequente nas rodovias brasileiras, o presente estudo tem por objetivo diagnosticar a produção agrícola familiar nas faixas de domínio da rodovia BR-230 no Estado da Paraíba, abordando questões inerentes ao perfil socio-econômico dos agricultores, ao trabalho agrícola e à ocupação das áreas de faixa de domínio.

16 15 2 REVISÃO DE LITERATURA 2.1 Agricultura Familiar Desde o início dos tempos que as famílias se organizam em torno do setor agropecuário, fazendo parte da história do Brasil e da própria humanidade. Entretanto, as mudanças ocorridas no mundo, decorrentes da modernização tecnológica, reduziram de forma sensível a influência das famílias no agronegócio assim como em outros setores de produção econômica, sendo este comportamento muitas vezes associado a uma noção de passado e atraso, e determinando a sua insignificância (RODRIGUES et al., 2007). No Brasil, a partir do final da década de 60 do século XX, houve um aumento considerável no número de técnicas de produção agrícola. Entretanto, essa realidade beneficiou apenas as regiões Sul e Sudeste, o que caracteriza a atividade da agricultura familiar como desigual e excludente, mesmo considerando os dias atuais nos quais os índices técnicos de produção se alteram de maneira significativa, mas não em dados relevantes da estrutura fundiária nem em relação à diminuição das desigualdades sociais e regionais (SANT ANA e COSTA, 2004). O tema agricultura familiar ganhou maior notoriedade a partir de 1990, quando ocorreram eventos que resultaram num impacto social e político muito significativo no meio rural. No campo político houve a adoção da expressão agricultura familiar determinando uma nova categoria que sintetizava o movimento social no meio rural diretamente ligado ao sindicalismo, e mesmo por isso à CONTAG Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (SCHNEIDER, 2003). A agricultura familiar foi reconhecida oficialmente apenas em 2006 através da Lei Esta define como agricultor familiar ou empreendedor familiar rural aquele que pratica atividades no meio rural, cujo estabelecimento não possua área superior a quatro módulos fiscais e seja dirigido pela família, que a renda seja predominantemente oriunda do estabelecimento ou empreendimento rural e utilize predominantemente mão-de-obra da própria família (BRASIL, 2006b). De acordo com Gonçalves e Souza (2005) a legislação brasileira consigna a definição de propriedade familiar no Inciso II do artigo 4 do Estatuto da Terra, estabelecido pela Lei n de 30 de novembro de 2004, com a seguinte redação:

17 16 propriedade familiar: o imóvel que, direta e pessoalmente explorado pelo agricultor e sua família, lhes absorva toda a força de trabalho, garantindo-lhes a subsistência e o progresso social e econômico, com área máxima fixada para cada região e tipo de exploração, e eventualmente trabalhado com a ajuda de terceiros. Para a construção do cenário da agricultura familiar é necessário ter-se a família, o trabalho e a propriedade funcionando como elementos centrais do processo de produção. Através desses atributos têm-se as vantagens que este tipo de sistema de produção apresenta e que vão além da diversificação de produtos, uma vez que seu perfil apresenta um distributivo sustentável, assim como o fortalecimento dos agricultores (TOMASETTO et al., 2009) Para Guanziroli et al. (2001) a agricultura familiar possui características que a diferenciam dos demais sistemas de produção agrícola, partindo de sua composição, da mão-de-obra oriunda de membros da família, assim como a área por unidade de produção diminuta. A importância deste tipo de atividade se dá no sentido de que através da agricultura familiar têm-se criadas oportunidades de trabalho local, o que reduz significantemente o êxodo rural, diversificação das atividades econômicas e a busca pela promoção e o desenvolvimento de pequenos e médios municípios. Nesse contexto Gonçalves e Souza (2005) destacam que a agricultura familiar representa um relevante elemento das políticas setoriais brasileiras, o que pressupõe um tratamento diferenciado em relação a agricultura patronal, tanto em taxas de juros quanto em instrumentos. Em função dessa distinção de publico existem dois ministérios: o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) para a agricultura de patronal e o Ministério de Desenvolvimento Agrário (MDA) para a agricultura familiar, como também são organizados planos de safras diferentes. Segundo Finatto e Salamoni (2008) o segmento da agricultura familiar tem cada vez mais se diversificado nas estruturas agrárias, e por isso é estratégia do agricultor familiar encontrar novas metodologias para a sua permanência no campo. Dentro desse contexto não se pode ignorar que a agricultura familiar se desenvolve baseada na quantidade de mão-de-obra relativa à família empregada, assim como à diversidade dos produtos oferecidos para o pronto atendimento das demandas do mercado consumidor interno e externo. Essa é a razão pela qual esses agricultores são considerados como parte essencial da produção de alimentos tanto para a

18 17 comunidade rural quanto para os indivíduos que vivem nos grandes centros urbanos. Para o fortalecimento da atividade, Manzano et al. (2006) sugerem que sejam requeridos novos métodos que possam dar lugar às ações ultrapassadas, a exemplo dos conceitos de agricultura de baixa renda e da pequena produção, e da agricultura de subsistência, que causam danos ao processo de integração desses agricultores no mercado consumidor, cada vez mais competitivo. Tomasetto et al. (2009) afirmam que a agricultura familiar passou a deter diversificação de sua produção a partir dos anos 90 e, em contrapartida do que ocorre na agricultura convencional, na agricultura familiar tem-se a busca pelo equilíbrio e pelo uso sustentável dos recursos naturais. Em observação feita por Assis (2006), tem-se como uma saída eficiente para os problemas enfrentados pela agricultura familiar a possibilidade de se tornar um negócio baseado no desenvolvimento sustentável. Para que o mesmo seja praticado há a necessidade da harmonia entre o homem e o ambiente natural, e para isso são consideradas vertentes importantes, a exemplo da melhoria de qualidade de vida para diferentes populações, especialmente as mais pobres. Para que isso se torne uma realidade viável, são necessárias ações desenvolvimentistas que devem priorizar investimentos e programas que tenham como lastro tecnologias e projetos que sirvam aos objetivos comuns a todos. O termo agricultura familiar vem sendo questionado em razão de haver um decréscimo na produção desse segmento em relação à produção agricola do país. Alerta Lima (2007) que essa realidade é, por um lado, responsável pela origem de outras metodologias e sistemas produtivos mais modernos, a exemplo da agricultura de grupo ou da agricultura individual. Contudo, por outro lado, a dicotomia criada ao longo da história urbano-rural ainda é detentora de especificidades e de interdependência. Para Montedo e Sznelwar (2008) existe uma nova dinâmica que vem demarcando o campo brasileiro. A característica principal é em favor de uma urbanização do meio rural, na qual o campo não pode mais ser associado apenas à atividade agrícola como já foi tradicionalmente. Por outro lado, é pertinente se notar o processo de modernização que envolve a agricultura patronal e de parcelas da agricultura familiar, que não mais podem ser classificados como rurais em virtude de seu nível de tecnificação e integração em circuitos financeiros. Daí ser muito comum,

19 18 atualmente, em virtude dos problemas tradicionais do meio rural brasileiro, a busca de um caminho intermediário. Lima (2007) alerta para a consolidação da unidade de produção familiar, assim como também destaca haver uma emergência no trabalho agrícola individual, um resultado da economia e da sociedade moderna. A agricultura familiar é dotada de dinamismo dentro do seu processo de produção e no momento em que a base familiar passou a integrar os mercados foi possível a geração de volumes de vendas mais significativos. Abramovay (2000) alerta para o crescimento dos grandes centros urbanos. Segundo o autor, no Brasil este movimento encontra-se em plena ascensão, uma realidade vertente há pelo menos 15 anos e servindo como um trunfo para a revitalização do meio rural. Dessa forma, tornam-se latentes as políticas de fortalecimento do meio rural, assim como a elaboração de novas unidades familiares que obtêm maior sucesso, tendo em vista serem mais importantes as oportunidades de intensificação de suas ligações dinâmicas e diversificadas com as cidades. Dados do MDA (2000) demonstram que não há exceção em relação aos países desenvolvidos no que tange à participação na agricultura familiar. Esta passa a representar o sustentáculo da dinâmica econômica, sendo um vetor para a distribuição dos valores da riqueza no país, de forma que a realidade dos países desenvolvidos reflete, num dado momento de sua história, a reforma agrária com maior atenção aos valores da agricultura familiar. Rodrigues et al. (2007) salientam que a agricultura familiar é a responsável por grande parte da produção agrícola do Brasil. Através dela se ocupa cerca de 35,5% da PEA População Economicamente Ativa - dentro dos negócios do ambiente rural. De acordo com os dados do Censo Agropecuário realizado no ano de 2006 foi possível identificar propriedades de agricultura familiar no Brasil, as quais ocupam um quarto da área agricultável do país e são responsáveis por 38% do valor da produção nacional, além de ocupar 74,4% do pessoal que trabalha no meio rural. O valor bruto da produção na agricultura familiar foi R$ 667 por hectare/ano enquanto que da agricultura patronal foi de apenas R$ 358 por hectare/ano. Além disso a agricultura familar foi responsável por 87% da produção nacional de mandioca, 70% da produção de feijão, 46% do milho, 38% do café, 34% do arroz, 58% do leite, 59% do plantel de suínos, 50% das aves, 30% dos bovinos e, ainda,

20 19 21% do trigo. A cultura com menor participação da agricultura familiar foi a soja (16%) (IBGE, 2009). Em relação às medidas dos estabelecimentos agrícolas brasileiros, Santos et al. (2007) destacam que essas são em média de 26,03 ha. No Brasil, cerca de 9,4% dos estabelecimentos da agricultura são explorados em regime de ocupação, representando uma área total de hectares, enquanto que no Estado da Paraíba os valores são 17,98% e hectares, respectivamente (IBGE, 2009). Para realização do último Censo Agropecuário ocorrido em 2006 considerouse como estabalecimento de agricultura familiar aqueles enquadrados nos moldes da Lei /2006, de forma que as áreas das faixas de domínio das rodovias ocupadas para realização de atividades agropecuárias foram consideradas como estabelecimento familiar e compuseram a base de coleta de dados do censo (IBGE, 2007). Segundo dados do Censo Agropecuário 2006, os estabelecimentos da agricultura familiar representam 84,4% dos estabelecimentos agropecuários brasileiros, entretanto ocupam apenas 24,3% da área total destinada a agropecuária e possuem área média de 18,37 ha com variações de acordo com cada região do país, destacando-se a região Centro-Oeste com a maior área média (43,3 ha), seguida da Norte (40,3 ha), da Sudeste (18,3 ha), da Sul (15,4 ha) e, por ultimo, a região Nordeste (12,9 ha). Não obstante possuir estabelecimentos de agricultura familiar com a menor àrea média, na região Nordeste do Brasil estão localizados 50% deles, ou seja, a maior parte das pequenas propriedades agrícolas do país (IBGE, 2009). A realidade paraibana apresenta variações em relação ao cenário nacional, onde 88,52% dos estabelecimentos agropecuários são de agricultura familiar, possuem área média de 10,8 hectares e ocupam 42,2% de toda a área de produção agropecuária do Estado, o que denota a presença da agricultura familiar acima da média nacional e um processo de concentração de terras em menor proporção (IBGE, 2009).

21 Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (PRONAF) O PRONAF é a principal política pública do Governo Federal para apoiar os agricultores familiares, e tem por objetivo a fortalecer as atividades desse segmento e de suas cooperativas através do financiamento de projetos individuais ou coletivos para a elevação da renda e a agregação de valor ao produto e à propriedade. O crédito destina-se ao finacimento de custeio, investimentos e integralização de cotas-parte nas cooperativas de produção por parte de agricultores familiares (SEBRAE, 2010). De acordo com a obra de Maia e Sousa (2008), o PRONAF é um programa que foi instituído pelo Governo Federal no ano de 1995 para promover uma linha de crédito de custeio. O programa veio como resposta a uma reivindicação antiga dos produtores rurais pela criação de políticas de desenvolvimento rural específica para o segmento numericamente mais importante, mas que é também o mais frágil entre os agricultores brasileiros, tanto em função de habilidades técnicas, como em relação à inclusão nos mercados agropecuários. Desde 1995, dentre as políticas públicas relevantes na área social de agricultura, Magalhães et al. (2006) destacam o PRONAF, que tem como um dos principais objetivos a redução da pobreza que atinge os agricultores familiares no Brasil através da concessão de crédito barato e integração à políticas de infraestrutura e assistência técnica. O PRONAF surge como uma maneira de promover maiores incentivos públicos à agricultura para se ter uma retomada do trabalho agrícola, uma vez que a agricultura familiar é, atualmente, uma categoria cheia de diversidade nas estruturas agrárias no país (GUANZIROLI et al., 2001). Para Anjos et al. (2004) o surgimento do PRONAF foi um ponto que demarcou um instante único na trajetória do processo de intervenção estatal na agricultura brasileira, assim como no universo rural do país. O Programa tem como foco a geração de empregos, inclusão social e o desenvolvimento territorial do país. Contudo, vem recebendo crítica dos especialistas uma vez que se encontra ancorado numa ambigüidade que vem à tona tanto em razão do atendimento do seu público alvo, quanto aos seus objetivos específicos. Guilhoto et al. (2006) salientam que o surgimento do PRONAF, dentro do contexto sindical rural, principalmente o da faixa Nordeste-Sul, tornou mais forte a

22 21 defesa de propostas que conjecturassem um compromisso mais solidificado do Estado com categorias sociais representativas e que anseiam por políticas públicas diferenciadas, a exemplo de diminuição nos juros e apoio institucional, dentre outras medidas. A origem do PRONAF responde ao impacto de dois grandes vetores: as pressões dos movimentos sociais em favor das mudanças estruturais e da democratização das políticas públicas e o reconhecimento, por parte da intelectualidade brasileira, de seu status científico enquanto categoria analítica (ANJOS et al., 2004). De acordo com Guanziroli (2007), em 1995, quando do surgimento do PRONAF, tinha-se uma realidade em que havia pouca disponibilidade para se conseguir créditos, bem como isso representava um custo bastante oneroso para o investidor. As regras de financiamento do PRONAF foram criadas pela resolução do Banco Central n 2.191, de 24 de agosto de 1995, e foram alteradas por diversas vezes, buscando assim atender às solicitações de movimentos sociais dos agricultores familiares, de extensionistas rurais e dos agentes financeiros, além da simplificação normativa. Desde a sua implementação o PRONAF já beneficiou cerca de 1,2 milhão de propriedades rurais que abrangem um universo de 6 milhões de trabalhadores (MAIA e SOUSA, 2008). Após dez anos de implantação e de execução do PRONAF foi possível notar de maneira muito clara que o programa se expandiu de forma bastante significativa por todo o território nacional. Além disso, com o passar dos anos foi ampliado o montante financiado, assim como também o desenvolvimento de programas especiais visando atender a um público diversificado. Neste intento, foi uma meta do programa promover a assistência técnica e reforçar a infraestrutura dos munícipios onde atua e do público que atende (GUANZIROLI, 2007). Sousa (2006) destaca que na falta de condições financeiras dos agentes produtores cabe ao Estado a implementação de políticas públicas que proporcionem condições de trabalho seja em forma de incentivos, subsídios ou até técnicas de melhor utilização do solo. Logo, o PRONAF veio também para servir de resposta, bem como de meio para que os pequenos produtores rurais, pelo menos na etapa inicial do processo de acumulação de recursos financeiros, fossem avaliados por condições especiais e não pelas taxas de juros de mercado, uma vez que é bastante

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