CAOntra 0AIÓrdá ""' 321/2007-TCE-PLENO (Autos io Presencial n. 382/2006).

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1 Certifico e dou fé que a presente decisão foi publicada no Boletim Oficial do TCE-TO data de circulação ètn Ü TRIBUNAL DE CONTAS ESTADO DO TOCANTINS /.--- Assinatura/Matriculay LTrõcessos n : 2.Classes de Assunto: RESOLUÇÃO n._3k_ / TCE - PLENO rnãõtõnõk^t* _ ccurso de Pedido de Reconsideração CAOntra 0AIÓrdá ""' 321/2007-TCE-PLENO (Autos io Presencial n. 382/2006). 4. Órgão: Hè^rTBaTtosTFÜh^^^ Roberto Marinho Ribeiro - Pregoeiro 5. Relator? 6. Representante do MP: 7. Advogado: Não atuou. de Almeida. Barreto Filho. EMENTA: Pedido de Reconsideração. Conhecimento Negar provimento. Mantém incólume dlcisão vergasta MÉRITO: Conhece-se do Pedido de ^, de 29 de outubro de 2007, por seus próprios fundamentos, determinando-se o seu integral cumprimenta - TCE-PIeno, datado de ilegal o Edital de Ud^ Preço Global Por Lo5e, LdP^ informática» (cláusula 2 fls 26 do Ed,tln dezessete mil e novecentos reais) , T eração ' T * ^^ d Acórdào " 321/2007 S? V 9239/2 6' quai COnsÍderou í ^^ PreSeDda1' TÍP Menor ;a<luisiçao de equipamentos de CStimada em '00 (cent0 e Fd Pr gramática legitimidade, o interesse para reco^ ettemsdade e8pwe de 17 de dezembro de Proc. 6979/2007 (ap. a0 Proc 9239/2006) - Pedid

2 TRIBUNAL DE CONTAS TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DO TOCANTINS Plenário indisponibilidade do interesse público, que obriga o administrador público a buscar sempre, de forma impessoal, a contratação mais vantajosa para a Administração, e b) igualdade dos administrados, que obriga que o administrador ofereça iguais oportunidades aos concorrentes (potenciais ou concretos) de virem a ser contratados com a Administração. Considerando que o Edital de Pregão Presencial n. 382/2006, Tipo Menor Preço Global Por Lote, apresentou cláusulas restritivas que impossibilitaram a competição isonômica entre os interessados no certame, descumprindo os princípios constitucionais e administrativos impostos à Administração Pública, notadamente os da legalidade e da isonomia. Considerando que a peça recursal é inconsistente e desprovida de fundamentação legal, doutrinária e jurisprudencial, pois não conseguiu elidir as irregularidades que afrontam a regra geral do art. 3o, Io, da Lei Federal n /93 e ao único do art. 4o, do Decreto n /2000. Considerando, desse modo, que o Acórdão n. 321/2007-TCE-PLENO, datado de 15/08/2007, publicado no Diário Oficial do Estado n /2007, de 29 de outubro de 2007, o qual seguiu o entendimento esposado pelo Relator no voto proferido no processo n /2006, consubstanciou-se no posicionamento pacífico da doutrina, no repertório das decisões e da jurisprudência do Tribunal de Contas da União, quanto à necessidade de se propiciar efetividade aos princípios constitucionais e administrativos impostos à Administração Pública, notadamente os da legalidade e da isonomia, garantindo-se a ampla participação nos certames licitatórios. Náo obstante os Pareceres exarados pelo Corpo Especial de Auditores e Ministério Público de Contas; Considerando, por fim, o inteiro teor do Voto do Conselheiro Relator proferido nos presentes autos. RESOLVEM os Conselheiros do, reunidos em Sessão Plenária, com supedâneo no art. Io, XVII e no art. 50, ambos da Lei n /2001, de 17/12/2001, em: 9.1)- Conhecer do presente Recurso de Pedido de Reconsideração eis que presentes os pressupostos de admissibilidade. 9.2)- Negar provimento ao Recurso de Pedido de Reconsideração para manter incólume o Acórdão n. 321/2007-TCE-PLENO, datado de 15/08/2007, publicado no Diário Oficial do Estado n /2007, de 29 de outubro de 2007, por seus próprios fundamentos, determinando-se o seu integral cumprimento. 9.3)- Dar conhecimento ao Recorrente do inteiro teor depia DeciGão, na forma prevista no art. 205 e 206 do RITCE. Proc. 6979/2007 (ap. ao Proc. 9239/I009Í- Pedido_de Reconsideração/ viac

3 TRIBUNAL DE CONTAS TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DO TOCANTINS Plenário 9.4)- Determinar o cumprimento da Decisão contida no Acórdão n. 321/2007-TCE- PLENO, datado de 15/08/2007, publicado no Diário Oficial do Estado n /2007, de 29 de outubro de 2007, em sua totalidade. 9.5)- Determinar a publicação desta Decisão no Diário Oficial do Estado, nos termos do art. 341, 3o do RITCE/TO, para que surta os efeitos legais necessários, certificando-se nos autos o cumprimento desta determinação. 9.6)- Determinar a cientificação, através da ciência nos presentes autos, do Senhor João Alberto Barreto Filho, Procurador-Geral de Contas e que se manifestou neste pleito. 9.7)- Ordenar que a Secretaria do Pleno - SEPLE certifique nos presentes autos a realização da ciência ao Representante do Ministério Público Especial que atuou neste feito. 9.8)- Determinar o envio de cópia desta Decisão e do Relatório e Voto que a fundamentam para a Diretoria Geral de Controle Externo a fim de que proceda às anotações e às cautelas de praxe. 9.9)- Determinar que os presentes autos permaneçam na Secretaria do Pleno deste Tribunal de Contas aguardando o prazo de 05 (cinco) dias, contados da publicação da Decisão no Diário Oficial do Estado, para eventual interposição de Embargos de Declaração, nos moldes traçados pelos artigos 55 a 58 da Lei Orgânica desta Corte. 9.10)- Determinar que, após o transcurso do prazo previsto para a interposição de Embargos de Declaração, sejam os presentes autos remetidos ao Cartório de Contas para as medidas pertinentes e, posteriormente, à Coordenadoria de Protocolo-Geral - COPRO para que providencie o retorno dos mesmos à origem., Sala,, do mê$ de ssões Plenárias, aos \ - dias 'Carvalho de Almeida Conselheiro Severiano Pi Relator

4 TCE - TO Tribunal de Cantas do Estado do Tocantins 2" Relataria 1. Processos n : 06979/2007_Recurso de Pedido de Reconsideração contra o Acórdão n. 321/2007_TCE_PLENO (Autos Apenso n. 9239/2006_Pregáo Presencial n. 382/2006). 2.Classes de Assunto: 3. Recorrentes/Responsáveis: V - Editais, Licitação e Contratos. Herbert Barbosa Filho - Presidente da CPL Roberto Marinho Ribeiro - Pregoeiro 4. Órgão: 5. Relator: 6. Representante do MP: 7. Advogado: Secretaria da Fazenda - SEFAZ/TO. Conselheiro Herbert Carvalho de Almeida. Procurador Geral de Contas João Alberto Barreto Filho. Não atuou. 8. RELATÓRIO n 165/ Cuidam estes autos da interposição do Pedido de Reconsideração contra a Deliberação do Plenário deste Sodalício, exarada através do Acórdão n 321/ TCE-Pleno, datado de 15/08/2007, referente aos Autos n 9239/2006, o qual considerou ilegal o Edital de Licitação n. 382/2006, Modalidade Pregão Presencial, Tipo Menor Preço Global Por Lote, tendo por objeto a "aquisição de equipamentos de informática" (cláusula 2, fls. 26 do Edital). A despesa foi estimada em ,00 (cento e dezessete mil e novecentos reais) A decisão Plenária foi publicada no Diário Oficial n 2.521/2007, de 29 de outubro de 2007 e a presente peça recursal foi protocolada em 14 de setembro de 2007, nos termos do Despacho n. 358/2007 (fls. 18) do Coordenador do Cartório de Contas deste Sodalício O Representante do Corpo Especial de Auditores exarou o Parecer de Auditoria n. 006/2008 (fls. 20/22 - Autos de n /2007) e pugnou no sentido deste Sodalício "conheça do presente instrumento de recurso impetrado pelo responsável pelas contas, com pedido de reexame de seus atos e do processo de prestação de contas, por tempestivo, próprio e adequado à espécie, negando-lhe provimento do pedido, mantendo a decisão ora atacada O Representante do Ministério Público Especial junto a este Tribunal de Contas emitiu o Parecer n. 279/2008 (fls. 23/28) e opinou no sentido do CONHECIMENTO, por ser próprio e tempestivo e no mérito pelo PROVIMENTO PARCIAL do presente recurso - Pedido de Reconsideração, para modificar a r. decisão contida no Acórdão n 321/2007_TCE_PLENO, de 29/10/2007, na parte que aplica multa aos recorrentes, vez que tal sanção fere o princípio constitucional da legalidade, mantendo, todavia, os demais aspectos do Acórdão que considerou ilegal a exigência de suporte técnico na quantidade de OíLlécnicos, objetivando a aquisição de 15 câmeras fotográficas e 13 copiadoras.

5 TCE-TO 2* Relataria 8.5. Por fim, cumprida a ritualística procedimental, retornaram-se os presentes Autos de n / Pedido de Reconsideração (Apenso ao proc. n. 9239/2006) a esta Relatoria, a fim de que este Relator profira Relatório e Voto nos autos em exame e submeta o presente recurso à apreciação do Plenário desta Corte de Contas, em cotejo com o art. 50, da Lei n /2001, de 17/12/2001. É o relatório. Decido.

6 TCE-TO 2" Relatoria 9. VOTO 10. PRELIMINARES A Lei n 1.284, de 17 de dezembro de 2001, regulamenta a interposição de recursos nesta Corte a partir do artigo 42. O Pedido de Reconsideração está normatizado nos artigos 48 a 51 da mencionada lei, que assinala o prazo de 15 (quinze) dias para sua interposição, atribuindolhe o efeito suspensivo O Regimento Interno deste Tribunal de Contas consigna que a decisão proferida em processo de competência originária do Plenário comporta Pedido de Reconsideração (art. 232), embargos de declaração (art. 238) ou ação de revisão (art. 251), conforme o caso, impondo-se em relação a todos eles o respeito aos pressupostos básicos de conhecimento Assim sendo, o processamento de cada uma das espécies recursais no âmbito deste Sodalício, vincula-se, necessariamente, à observância dos pressupostos de admissibilidade, quais sejam: o cabimento da espécie recursal, a legitimidade, o interesse para recorrer. assim como a tempestividade Tais pressupostos são questões preliminares que condicionam o conhecimento e posteriormente a análise da pretensão recursal. Ausente quaisquer deles, exsurge, em decorrência, a inviabilidade de conhecimento do recurso In casu, os Recorrentes, inconformados com a decisão consubstanciada no Acórdão n. 321/ TCE_PLENO, datado de 27/06/2007 e publicado no Diário Oficial do Estado n /2007, fls. 24, datado de 29/10/2007. interpuseram o Pedido de Reconsideração em tela, protocolizando-o no dia 14 de setembro de 2007 (fls. 02/17_Autos n /2007), ou seja, 45 (quarenta e cinco) dias antes a publicização da decisão vergastada, logo, dessume-se que o recurso encontra-se tempestivo, sendo próprio e adequado Ademais, este Tribunal de Contas é competente para pronunciar-se sobre o Pedido de Reconsideração em apreço, nos termos dos artigos 232 a 236 do Regimento Interno deste Sodalício, bem como os Recorrentes possuem legitimidade e interesse para recorrer, assim, verifico que o recurso merece ser conhecido e analisado, o que faço nas linhas que seguem. 11. DO MÉRITO Na parte meritória, verifica-se que se trata de Pedido de Reconsideração do Procedimento Licitatório referente ao Edital de Licitação n. 382/2006, Modalidade Pregão Presencial, Tipo Menor Preço Global Por Lote, tendo por objeto a aquisição de equipamentos de informática (15 câmeras fotográficas digital e 13 copiadoras), para atender a Secretaria da Educação - SEDUC Os Recorrentes iniciam a redação do Recurso com a síntese dos fatos, em seguida demonstram a propriedade e tempestividade do recurso, posteriormente^áestram ao mérito e defendem a legalidade do ato convocatório e, por fim, requerem a jjfrocedêrícia do presente

7 TCE - TO 2* Relatoria recurso para anular o Acórdão n. 321/2007-TCE-PLENO, de 27/06/2007, a fim de que seja reconsiderada a decisão para julgar legal o Edital de Pregão Presencial n. 382/2006, Modalidade Pregão Presencial, Tipo Menor Preço Global Por Lote. Em suas defesas, amparam-se nos fatos resumidamente a seguir aduzidos: O edital de Pregão Presencial n. 382/2006, obedeceu às formalidades legais, atendendo aos princípios norteadores da licitação, a saber: a isonomia, publicidade, moralidade, eficiência e economia, estando perfeitamente alinhado com a legislação pertinente. Não procede o entendimento desta nobre Corte de Contas de que as exigências constantes no certame licitatorio de que as empresas licitantes deverão apresentar, no mínimo, 06 (seis) técnicos em hardware, todos residentes no Estado do Tocantins, restringe o caráter competitivo do certame. Esclarecemos que o Estado do Tocantins através da Superintendência de Informática padronizou as especificações dos equipamentos de informática a serem adquiridos pelo Estado, de modo que o princípio da igualdade fosse respeitado e permitisse uma competição de empresas niveladas por padrões de excelência, e com isto investiu-se o recurso público de maneira responsável. Além disto, as exigências constantes do edital são indispensáveis à satisfação do interesse público, sobretudo no tocante à exigência de que a empresa possua técnicos estabelecidos no Estado do Tocantins para atendimento de Assistência Técnica Autorizada, como bem demonstra a justificativa apresentada pela Superintendência de Informática Constata-se, portanto, que a exigência de 06 (seis) técnicos residentes no Estado não restringe a participação do prélio, conforme o alegado. Destarte, garantimos a aquisição de equipamentos comercializados legalmente no mercado nacional, evitando com nossas exigências de vinculação dos fornecedores aos distribuidores autorizados, que o Governo do Estado adquirisse equipamentos comercializados de forma ilegal, inibindo apenas a participação da empresas que utilizam desta prática, e garantindo que os equipamentos adquiridos legalmente possuam assistência técnica garantida em todo o território nacional. Portanto, é cristalino que o Pregão Presencial em baila obedeceu aos ditames legais, atendendo ao que dispõe o Estatuto das Licitações, mormente no que diz respeito aos princípios ínsitos no artigo 37 da Constituição Federal de 1.988, quais sejam: LEGALIDADE, IMPESSOALIDADE, MORALIDADE, PUBLICIDADE e EFICIÊNCIA, devendo ser reconhecido como legal, por todo o teor do acima expendido e do que consta do processo em voga tendo sido, a contento, atendido o interesse público. Isto posto, requer seja o presente pedido recebido no efeito suspensivo como manda a lei, determinando a suspensão da decisão, para, após, ser julgadonpcedente o presente recurso e, anulado o ACÓRDÃO N. 321/2007_TCE_PI^Cs sendo dada nova

8 TCE-TO V Relatoria decisão julgando legal o Edital, na Modalidade Pregão Presencial n. 382/2006, pelas razões de fato e de direito exaustivamente demonstradas Da analise minuciosa da peça recursal, conclui-se que a mesma é inconsistente ce desprovida de fundamentação legal, doutrinária e jurisprudencial, pois não conseguiu elidir as impropnedades constantes do Edital de Pregão Presencial n. 382/2006. quais sejam: 1)- descumpnmento dos princípios constitucionais e administrativos impostos à Administração Pública, notadamente os da legalidade e da isonomia, 2)- existência de cláusulas restritivas que confrontam o julgamento objetivo e reduz a competitividade e 3)- afronta a regra geral do art. 3, Io, me. I, da Lei Federal n /93, bem assim ao único do art. 4o, do Decreto n / O ordenamento jurídico, como instrumento de controle das atividades das instituições publicas e da sociedade civil, atribuiu à Administração Pública o dever de instaurar o procedimento licitatório como forma de resguardar e suprir os insubordináveis interesses públicos, consoante o disposto no art. 37, inciso XXI, da CF/ Em conseqüência, através da Lei Federal n /2002, de 17/07/2002, foi instituída no âmbito da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, nos termos do retro dispositivo constitucional, a modalidade de licitação denominada Pregão, para aquisição de bens e serviço comuns Com relação a supramencionada modalidade licitatória, é importante registrar que, instituída no^ contexto de um processo de mudança por que passa o Estado, visou conferir maior eficiência, agilidade ao procedimento licitatório e, principalmente, ampliar a competição, permitindo a obtenção de um melhor preço pela administração, com a possibilidade de lances verbais e negociação direta pelo pregoeiro Assim, não restam dúvidas que a licitação pública foi concebida como procedimento prévio à celebração dos contratos pela Administração, em razão de dois princípios fundamentais: a) indisponibilidade do interesse público, que obriga o administrador público a buscar sempre, de forma impessoal, a contratação mais vantajosa para a Administração, e b) igualdade dos administrados, que obriga que o administrador ofereça iguais oportunidades aos concorrentes (potenciais ou concretos) de virem a ser contratados com a Administração O eterno mestre Hely Lopes Meirelles conceitua licitação como: "o procedimento administrativo mediante o qual a Administração Pública seleciona a proposta mais vantajosa para o contrato de seu interesse. Visa propiciar iguais oportunidades aos que desejam contratar com o Poder Público, dentro dos padrões previamente estabelecidos pela Administração, e atua como fator de eficiência e moralidade nos negócios administrativos." (grifei) Já o conceito de licitação dado por Celso Antônio Bandeira de Mello, enfatiza a concorrência entre os participantes: "Licitação - em suma síntese - é um certame que as entidades governamentais devem promover e no qual abrem disputa entre os interessados em com elas travar determinadas relações de conteúdo patrimonial, para escolher a proposta mais vantajosa às conveniências públicas. Estriba-se na idéia de competição, a ser travada isonomicamente entre os que preencham os atributos e aptidões necessários ao bom cumprimento das obrigações que se propãgbrassumir." (grifei)

9 TCE-TO Rs. Tribunal de Cantas do Estado do Tocantins 2" Relatoria No mesmo sentido, coadunam em semelhança os conceitos firmados por grandes doutrinadores como Carlos Ari Sundfeld, Maria Silvia Zanella Di Pietro e Marcai Justem Filho, dentre outros A doutrina é acorde no acentuar os seus traços essenciais e suas finalidades: a busca da contratação mais vantajosa para o Poder Público e o oferecimento de iguais oportunidades aos administrados, de virem a ser contratados por ele É sobejante que o Edital de Pregão Presencial n. 382/2007 não obedeceu ao princípio constitucional da isonomia com o fito de obrigar que os interessados apresentassem preços para a totalidade dos 02 (dois) itens constantes do lote, bem como a exigência mínima de 06 (seis) técnicos todos residentes no Estado do Tocantins, acabou por inibir a participação de pretensos interessados em contratar e restringiu a igualdade entre as empresas licitantes do certame Pois bem, o Recorrente, da mesma forma, não conseguiu carrear, nesta fase recursal, argumentações plausíveis, tanto do ponto de vista legal, doutrinário, jurisprudencial ou técnico, com relação à exigência de a licitante possuir Assistência Técnica com um mínimo de 06 (seis) técnicos e que os mesmos fossem estabelecidos no Estado do Tocantins, não restam dúvidas que se trata de uma medida restritiva, pois devemos considerar a existência de outras empresas que dispondo dos suprimentos de informática exigidos no ato convocatório, estarão automaticamente excluídas de participar do certame, por não possuírem o mínimo de 06 (seis) técnicos e, ainda, com a exigência de estabelecimento no Estado do Tocantins, ou seja, poder-se-ia admitir a obrigação de Assistência Técnica credenciada no Estado do Tocantins, mas jamais aceitar a exigência de que seja estabelecida Sobre o tema é elucidativa a lição do notável jurista Marcai Justen Filho, senão vejamos: "E proibida distinção fundada exclusivamente na sede, domicílio ou naturalidade dos licitantes. Em diversos casos concretos, instrumentos convocatórios exigiam que o interessado tivesse domicílio em determinado município ou Estado para habilitar-se à licitação. Por vezes a discriminação era feita de modo indireto. Mas a vedação apanha a discriminação velada ou indireta, onde se atribui à naturalidade, à sede ou ao domicílio algum feito jurídico parafins de classificação de propostas " (grifei) O Recorrente deve ter em conta que todo procedimento licitatório deverá garantir a observância ao princípio constitucional da isonomia e a selecionar a proposta mais vantajosa para a Administração Pública, conforme disposto no art. 3o da Lei n /93, in verbis: Art. 3r A licitação destina-se a garantir a observância do princípio constitucional da isonomia e a selecionar a proposta mais vantajosa para a Administração e será processada e julgada em estrita conformidade com os princípios básicos da legalidade, da impessoalidade, da moralidade, da igualdade, da publicidade, da probidade administrativa, da vinculação ao instrumento convocatório, do julgamento objetivo e dos que lhes são correlatos. 1& É vedado aos agentes públicos: I - admitir, prever, incluir ou tolerar, nos atos de convocação, cláusulas ou condições que comprometam, restrinjam ou frustrem o seu caráter competitivo e estabeleçam preferências ou distinções em razão da naturalidade, da sede ou domicílio dos licitantes ou de qualquer outrcfêhclmstância impertinente ou irrelevante para o específico objeto do contrato, (grifei)

10 TCE-TO 2* Relatoria Assim sendo, esta Corte de Contas não extrapolou a sua competência constitucional, pois o entendimento pacificado neste âmbito determinou em processos análogos que a Administração se abstenha de incluir nos Editais cláusulas que restrinjam a competição ou que firam o Princípio da Isonomia entre todos aqueles interessados em pactuar com a Administração, sendo qualquer Ato Administrativo emitido em contrário considerado ilegal Cumpre salientar, nesta oportunidade, que reconheço a consagração do postulado do princípio da segurança jurídica, ressalvando, porém, que o mesmo se enquadra como um subprincípio do Estado de Direito Todavia, não podemos olvidar, também, que o princípio da legalidade administrativa encontra ressonância, de um modo geral, na idéia do próprio Estado de Direito. Ou seja, a liberdade de agir dos agentes públicos encontra sua fonte legítima e exclusiva nas leis. Náo havendo leis outorgando campo de movimentação, náo há liberdade de agir. Os agentes públicos, na ausência das previsões legais para seus atos, ficam irremediavelmente paralisados, inertes, impossibilitados de atuação A legalidade, como princípio de administração, art. 37 caput da CF/88, significa que o administrador público está, em toda a sua atividade funcional, sujeito aos mandamentos da lei, e às exigências do bem-comum, e deles não se pode afastar ou desviar, sob pena de praticar ato inválido e expor-se à responsabilidade disciplinar, civil e criminal, conforme o caso As leis administrativas são, normalmente, de ordem publica, e seus preceitos não podem ser descumpridos, nem mesmo por acordo ou vontade conjunta de seus aplicadores e destinatários, uma vez que contém verdadeiros poderes-deveres, irrelegáveis pelos agentes públicos Por outras palavras, a natureza da função pública e a finalidade do Estado impedem que seus agentes deixem de exercitar os poderes e de cumprir os deveres que a lei lhes impõe. Tais poderes são conferidos à Administração Pública para que sejam utilizados em benefício da coletividade e não podem ser renunciados ou descumpridos pelo administrador, sem ofensa ao bem-comum, que é o soberano e único objetivo de toda a açáo administrativa Assim, o princípio constitucional da legalidade apresenta-se como um freio aos abusos, autoritarismos e personalismos, restringindo a atuação pública aos ditames legais e resguardando direitos pessoais e coletivos De tal modo, deixar de cumprir um princípio constitucional é fato gravíssimo no nosso comando jurídico, não é outro o ensinamento do professor Celso Antônio Bandeira de Mello quando assim se expressa: " Violar um principio é muito mais grave que transgredir uma norma qualquer. A desatenção ao princípio implica ofensa não apenas a um específico mandamento obrigatório, mas a todo o sistema de comando. E a mais grave forma de ilegalidade ou inconstitucionalidade, conforme o escalão do princípio atingido, porque representa insurgência contra todo o sistema, subversão de seus valores fundamentais, contumélia irremissível a seu arcabouço lógico e corrosão de sua estrutura mestra". "Com efeito, enquanto o princípio da supremacia do interesse público sobre o interesse privado é da essência de qualquer Estado, de qualquer sociedade juridicamente organizada com fins políticos, o princípio da legalidade é o especifico do Estado de Direito, é justamente aquele que o qualifica e que lhe dá identidade própria. Por isso mesmo é o princípio basilar do regime iurídico-adniinistraftv&r-fé-qiie o direito administrativo

11 TCE-TO 2* Relatoria (pelo menos aquilo que como tal se concebe) nasce com o Estado de Direito: é uma conseqüência dele. É o fruto da submissão do Estado à lei. E em suma: a consagração da idéia de que a Administração Pública só pode ser exercida na conformidade da lei e que, de conseguinte, a atividade administrativa é atividade sublegal injralegai, consistente na expedição de comandos complementares à lei"; ' É oportuno, também, trazer a baila às lições do renomado administrativista Diógenes Gaspanm, acerca do Princípio da Legalidade, o qual obriga o agente a exercitar os poderes e cumprir os deveres que a lei lhe impõe, senão vejamos: "Por fim, observe-se que o princípio da legalidade não incide só sobre a atividade administrativa E extensivo, portanto, às demais atividades do Estado. Aplica-se, pois, àfunção legislativa, salvo nos países de Constituição flexível, onde o Poder Legislativo pode livremente, alterar o texto constitucional. O Legislativo no caso, e também poder constituinte, como ocorre na Inglaterra. Aplica-se ainda à atividade jurisdicional Assim nao pode o Judiciário comportar-se com inobservância da leu Seu comportamento também se restringe aos seus mandamentos. O mesmo se pode dizer das cortes de contas Em suma, ninguém está acima da lei." Pois bem, verificada a existência de falhas no ato convocatório, entendo que os integrantes dos Órgãos colegiados deste Sodalício, sejam das Câmaras ou do Pleno, não devem dormitar e tampouco fazer tabula rasa da situação jurídica pressupostamente defeituosa, sob a alegação do alardeado marco temporal, mas atuarem amparados nos ditames das Constituições Federal e Estadual, na legislação infraconstitucional aplicável a cada caso concreto, nas provas carreadas para os autos, e por seus livres convencimentos Nesse sentido, podem e devem rever alguns posicionamentos anteriormente adotados a fim de que suas decisões não estejam na contramão dos arestos paradigmas e da jurisprudência firmada sobre o tema no Tribunal de Contas da União, nossa referência maior, e nos demais Tribunais de Contas Estaduais Aliás, o art. 131 do Código de Processo Civil_CPC, de aplicação subsidiária a este Tribunal, consagra a liberdade de atuação conferida ao juiz para usar seu intelecto em conformidade com o desempenho de sua atividade analítica subjetiva daquilo que existe concretamente nos autos do processo Sendo concludente e em face do acima exposto, frente à análise meticulosa e^ pormenorizada dos presentes autos e com base na fundamentação supra, VOTO no sentido que este Tribunal de Contas adote as seguintes providências: I)- Conheça do presente Recurso de Pedido de Reconsideração eis que presentes os pressupostos de admissibilidade. n)~ Negue provimento ao Recurso de Pedido de Reconsideração para manter incólume o Acórdão n. 321/2007-TCE-PLENO, datado de 15/08/2007, publicado no Diário Oficial do Estado n /2007, de 29 de outubro de 2007, por seus próprios fundamentos, determinando-se o seu integral cumprimento. III)- Dê conhecimento ao Recorrente do inteiro teor da Decisãerna^rma prevista no art 205 e206doritce. r ^ Proc. 6979/2007 (ap. ao Pioc. 9239/2006) - Pedido de Reconsideração/ viac

12 TCE - TO V Relatoria IV)- Determine o cumprimento da Decisão contida no Acórdão n. 321/2007-TCE-PLENO, datado de 15/08/2007, publicado no Diário Oficial do Estado n /2007, de 29 de outubro de 2007, em sua totalidade. V)- Determine a publicação da Decisão no Diário Oficial do Estado, nos termos do art. 341, 3o do RITCE/TO, para que surta os efeitos legais necessários, certificando-se nos autos o cumprimento desta determinação. VI)- Determine a cientificação, através da ciência nos presentes autos, do Senhor João Alberto Barreto Filho, Procurador-Geral de Contas e que se manifestou neste pleito. VII)- Ordene que a Secretaria do Pleno - SEPLE certifique nos presentes autos a realização da ciência ao Representante do Ministério Público Especial que atuou neste feito. VIII)- Determine o envio de cópia da Decisão e do Relatório e Voto que a fundamentam para a Diretoria Geral de Controle Externo a fim de que proceda às anotações e às cautelas de praxe. IX)- Determine que os presentes autos permaneçam na Secretaria do Pleno deste Tribunal de Contas aguardando o prazo de 05 (cinco) dias, contados da publicação da Decisão no Diário Oficial do Estado, para eventual interposição de Embargos de Declaração, nos moldes traçados pelos artigos 55 a 58 da Lei Orgânica desta Corte. X)- Determine que, após o transcurso do prazo previsto para a interposição de Embargos de Declaração, sejam os presentes autos remetidos ao Cartório de Contas para as medidas pertinentes e, posteriormente, à Coordenadoria de Protocolo-Geral - COPRO para que providencie o retorno dos mesmos à origem., em Palmas, aos <d4 dias do mês de Axxlkjü de Conselheiro HERBÊRT CARVALHO DE ALMEIDj Titular da 2a Relatoria Proc. 6979/2007 (ap. ao Proa 9239/2006) - Pedido de Reconsideração/ viac

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