Introdução. Leandro Sâmia Lopes (1), Adauto Ferreira Barcelos (2), Paulo César de Aguiar Paiva (3) (1) Bolsista BIC FAPEMIG/EPAMIG;

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1 APROVEITAMENTO DO RESÍDUO DE BATATA (SOLANUM TUBEROSUM L.) NAS FORMAS DE RASPA DESIDRATADA E ENSILADA COM CAPIM-ELEFANTE, NA ALIMENTAÇÃO DE BOVINOS. I-AVALIAÇÃO DA SILAGEM DE CAPIM-ELEFANTE COM DIFERENTES NÍVEIS DE FARELO DE BATATA DIVERSA Leandro Sâmia Lopes (1), Adauto Ferreira Barcelos (2), Paulo César de Aguiar Paiva (3) (1) Bolsista BIC FAPEMIG/EPAMIG; (2) Pesquisador EPAMIG - Lavras, (3) Professor/Bolsista CNPq/UFLA - Lavras Introdução A batata (Solanum tuberosum L.) representa, no Brasil, a maior parte das plantas cultivadas que apresentam caule subterrâneo (BALSALOBRE, 1995). Minas Gerais é líder nacional em produção e produtividade, tendo alcançado, em 1997, toneladas e uma produtividade de kg/ha. Em Minas Gerais, a região Sul de Minas é a principal produtora, respondendo por 75% da produção do Estado em 1997, conforme dados do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (1998). Segundo informações da Associação dos Bataticultores de Minas Gerais (Abamig), as perdas nesses processos variam de 15% a 20% da produção, o que representou em 1997 de 124 a 165 mil toneladas de batata diversa. Uma saída seria avaliar formas de armazenamento e/ou beneficiamento desta batata, visando a sua utilização na alimentação de animais ruminantes, especialmente bovinos. A melhor maneira de utilização da batata diversa na alimentação animal deverá ser aquela em que se utiliza alguma forma de conservação, seja a ensilagem com algum material para elevar o teor de matéria seca (MS), seja a desidratação para fazer raspa ou farelo, podendo assim ser armazenado por maior tempo. O presente estudo teve como objetivo avaliar a degradabilidade in vitro da silagem de capim-elefante (Pennisetum purpureum Shum.- cv.napier) aditivada com farelo de batata diversa pela técnica da produção de gás.

2 2 Material e Métodos A batata diversa foi obtida de beneficiadoras de batata dos municípios de Três Corações e Pouso Alegre. A raspa desidratada foi processada em picadeira forrageira, em seguida seca ao sol, até alcançar teor de umidade entre % e 12%, ensacada e armazenada em local seco, ventilado e livre de umidade. A silagem de capim-elefante foi preparada utilizando silos laboratoriais (pvc) com dimensões de x 50 cm e armazenadas após o fechamento por um período de 30 dias. O experimento foi conduzido no Laboratório de Pesquisa Animal do Departamento de Zootecnia da Universidade Federal de Lavras (UFLA/DZO), em Lavras, MG. Para a estimativa de degradabilidade ruminal, por meio da técnica de produção de gases, foram utilizadas duas vacas da raça Jersey não lactantes, fistuladas no rúmen, para a coleta do líquido ruminal. Foram realizados ensaios de degradabilidade in vitro pela técnica de produção de gases da MS e fibra em detergente neutro (FDN) segundo Pell e Schofield (1993). As incubações foram realizadas separadamente para MS e para FDN. Resultados e Discussão Houve efeito de tratamentos para os dados referentes ao volume, taxa de degradação, tempo de colonização e seus respectivos coeficientes de determinação da MS, FDN e solúvel em detergente neutro (SDN) da silagem de capim-elefante (Tabela 1). Observa-se que, em geral, ocorreu aumento na produção de gás à medida que se aumentou o incremento da silagem com resíduo de batata, tanto para MS e FDN quanto para SDN. A taxa de degradação da fração solúvel da matéria seca foi em média de 3%/h para a MS, variando de 4% a 5%/h para a FDN e de 7 a 17%/h para SDN, quando se acresceu 0% até 20% de resíduo de batata na silagem de capim-elefante cv. Napier. Os resultados para a MS e FDN estão coerentes com os encontrados por outros pesquisadores. Made et al. (1998), encontraram taxa de degradação da fração solúvel da matéria seca do capim-elefante de 2

3 3 5,80%/h. Cabral et al. (1997) encontraram para o mesmo parâmetro 16,0%/h, com 63 dias de idade, e Malafaia et al. (1997) 13,73%/h, para o mesmo capim, com 60 dias de rebrota. Nesses estudos, obtiveram valores da taxa de degradação da SDN próximos a 8,00%/h, resultados inferiores aos obtidos no presente estudo, uma vez que, ao se adicionar 20% de resíduo de batata, esta taxa foi de 17%/h. As curvas de degradação da MS, FDN e SDN podem ser observadas nos Gráficos 1 a 3. Observa-se que, excetuando a batata que estabilizou a produção de gás aproximadamente 30 horas após a incubação, os demais tratamentos apresentaram estabilização de 66 a 72 horas após. Para a FDN, comportamento semelhante foi verificado, porém com estabilização em tempos menores de incubação, conforme esperado (Gráficos 1 a 3). Com relação a SDN, a batata e a silagem com maior nível de resíduo de batata apresentaram comportamento diferenciado com relação aos demais tratamentos (Gráfico 3). Conforme descrito anteriormente, resultados significativos foram encontrados ao se realizar a análise de variância, submetendo, então, os tratamentos ao estudo de regressão, como pode ser observado nos Gráficos 3, 4 e 5. O comportamento de produção de gás (ml) para a matéria seca (VFMS) e fibra em detergente neutro (VFFDN) apresentaram acréscimo variando de 1,29 e 2,07 ml de gás para cada unidade de resíduo de batata adicionada na silagem, enquanto que para a fração solúvel em detergente neutro (VFSDN) houve variação em função desta adição. Conclusões Com base nos resultados obtidos neste estudo, conclui-se que a produção de gás, a taxa de degradação e o tempo de colonização apresentaram melhoras quando se adicionou o resíduo de batata na silagem de capim-elefante cv. Napier. Considerando os aspectos nutricionais das silagens, o farelo de batata diversa pode ser usado como aditivo na silagem de capim-elefante até o nível de 20%, se for economicamente viável. 3

4 4 Referências BALSALOBRE, M.A.A. Batata, beterraba, cenoura e nabo. In: SIMPÓSIO SOBRE NUTRIÇÃO DE BOVINOS, 6., 1995, Piracicaba. Anais... Piracicaba: FEALQ, p BLÜMMEL, M.; OSKOV, E.R. Comparison of gas production and nylon bag degradability of roughages in predicting feed intake in catlle. Animal Feed Science and Technology, Amsterdam, v.40, p.9-119, CABRAL, L.S.; MALAFAIA, P.A.M.; VALADARES FILHO, S.C.; VIEIRA, R.A.M. Avaliação do capim elefante através da técnica de produção de gases da MS, da FDN e do resíduo insolúvel em T-butanol. In: REUNIÃO ANUAL DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE ZOOTECNIA, 34., 1997, Juiz de Fora. Anais... Juiz de Fora: Sociedade Brasileira de Zootecnia, p MADE, I.E. van der; MALAFAIA, P.A.M.; MORENZ, M.J.F.; CABRAL, L. da S. Produção de gás oriunda da MS e FDN da alfafa e do capim elefante. In: REUNIÃO ANUAL DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE ZOOTECNIA, 35., 1998, Botucatu. Anais... Botucatu: Sociedade Brasileira de Zootecnia, p MALAFAIA, P.A.M.; VALADARES FILHO S.C.; VIEIRA, R.A.M. Avaliação de alguns volumosos através da técnica de produção de gás e da subtração de curvas. In: REUNIÃO ANUAL DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE ZOOTECNIA, 34., 1997, Juiz de Fora. Anais... Juiz de Fora: Sociedade Brasileira de Zootecnia, p.3-5. PELL, A.N.; SCHOFIELD, P. Computerized monitoring of gas production to measure forage digestion in vitro. Journal of Dairy Science, Champaign, v.76, n.9, p.63-73, Sept

5 5 Tabela 1 - Volume final (Vf) em ml, taxa de degradação (C) em %/h, tempo de colonização (L) em h e coeficiente de determinação (R 2 ) para MS, FDN e SDN da silagem de capimelefante cv Napier com diferentes adições do resíduo de batata Frações Níveis de farelo de batata na silagem (%) MS VF 59,81 57,50 71,42 75,41 83,27 C 0,03 0,03 0,03 0,03 0,02 L 1,07 4,27 5,17 9,29 4,06 R 2 0,99 0,98 0,97 0,96 0,98 FDN VF 21,32 19,30 33,09 34,47 65,67 C 0,05 0,04 0,06 0,05 0,03 L 6,78 4,75 8,91 6,99,78 R 2 0,99 0,98 1,00 0,99 0,98 SDN VF 38,58 37,98 44,51 36,81 48,01 C 0,07 0,08 0,09 0,12 0,17 L 2,84 5,65 7,76,79 0,63 R 2 0,98 0,96 0,81 0,91 0,86 NOTA: MS Matéria seca; FDN Fibra em detergente neutro; SDN Solúvel em detergente neutro. 5

6 6 Produção de gás (ml) Capim napier Capim napier+ 5% batata Capim napier+ % batata Capim napier+ 15% batata Capim napier+ 20% batata Batata Tempo de incubação (horas) Gráfico 1 - Produção de gás da matéria seca da silagem de capim-elefante cv. Napier com diferentes adições de resíduo de batata, em função do tempo de incubação Gráfico 2 Produção de gás da FDN da silagem de capimelefante cv. Napier com diferentes adições de resíduo de batata, em função do tempo de incubação Produção de gás (ml) Tempo de incubação (horas) Capim napier Capim napier+ 5% batata Capim napier+ % batata Capim napier+ 15% batata Capim napier+ 20% batata Batata Gráfico 3 - Produção de gás da SDN da silagem de capim-elefante cv. Napier com diferentes adições de resíduo de batata, em função do tempo de incubação 6

7 7 Produção de gás (ml) 1 0 VFMS VFFDN Y = 56, ,2963X; R 2 = 0,9017 Y = 13, ,0774X; R 2 = 0, VFSDN Y = 37, ,5088X - 0,209X 2 + 0,0079X 3 ; R 2 = 0, Resíduo de batata (%) Taxa de degradação. 0,18 0,16 0,14 0,12 0, 0,08 0,06 0,04 0,02 0,00 CMS Y = 0, ,007X + 0,00016X 2-0,00001X 3 ; R 2 = 0,8299 CFDN Y = 0, ,00164X + 0,00048X 2-0,00002X 3 ; R 2 = 0,7685 CSDN Y = 0,0755-0,0006X + 0,0003X 2 ; R 2 = 0,9890 Resíduo de batata (%) Gráfico 4 - Comportamento do volume final de produção de gás (VF) da fração MS, FDN e SDN da silagem de capim-elefante cv. Napier em função dos níveis de resíduo de batata Gráfico 5 - Comportamento da taxa de degradação (C) da fração MS, FDN e SDN da silagem de capim-elefante cv. Napier em função dos níveis de resíduo de batata Latência LMS LFDN LSDN Y = 0, ,9994X - 0,0390X 2 ; R 2 = 0,7246 Y = 6,3864-0,1123X + 0,0158X 2 ; R 2 = 0,6046 Y = 1, ,4705X - 0,0725X 2 ; R 2 = 0, Resíduo de batata (%) Gráfico 6 - Comportamento da latência (tempo de colonização - L) da fração MS, FDN e SDN da silagem de capim-elefante cv Napier em função dos níveis de resíduo de batata 7

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