EDUCAÇÃO AMBIENTAL: UMA EXPERIÊNCIA DE SENSIBILIZAÇÃO. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS - Campus São Carlos

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1 EDUCAÇÃO AMBIENTAL: UMA EXPERIÊNCIA DE SENSIBILIZAÇÃO. Maria Estela Maciel Freitas 1 Denise de Freitas 2 Programa de Pós-graduação Profissional em Educação UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS - Campus São Carlos Desde as décadas de 1970, do século passado, que as questões ambientais emergiram no contexto social problematizando sobre as implicações das ações humanas, especificamente às relacionadas ao desenvolvimento científico e tecnológico, na modificação e degradação do ambiente físico e social, gerando tanto a perda da biodiversidade como da qualidade de vida dos seres humanos. Neste contexto, medidas para minimizar o impacto ambiental e formas de conscientizar e educar a população para e evitar a destruição do Planeta tem sido recorrente no âmbito nacional e internacional. Sendo assim, a educação ambiental foi efetivada como política pública e teve sua disseminação tanto nos ambientes não formais como nos formais de educação desde as primeiras cimeiras em que já se dizia da importância de a Educação Ambiental ser continuada, multidisciplinar, integrada às diferenças regionais e voltada para os interessesnacionais (Encontro Internacional de Educação Ambiental, em Belgrado, 1975). Desde então, segundo Mendonça (2004, p.29) tanto a Educação Ambiental como o Meio Ambiente passaram a se constituir como questões socialmente problematizadas e, quando surgiram demandas organizadas, o Estado incorporou essas questões na agenda do governo. As mudanças socioambientais que afetam todos os lugares do planeta e o modo como vivemos, ocorrem em parte devido aos estilos de vida das sociedades com implicações nas comunidades locais, mas também globalmente, pois atingem todo o planeta modificando apenas a intensidade em cada local. Todas essas mudanças influenciam a sociedade e suas relações, pois a manutenção de um ambiente que mantenha um equilíbrio dinâmico e saudável é mediado pelo poder político, econômico e ideológico dos diferentes segmentos da sociedade (BRASIL, 2012, p.14). 1 Pós-Graduanda do Programa de Mestrado Profissional em Educação da UFSCar 2 Orientadora do PPGPE UFSCar. Com auxílio parcial do CNPq 1

2 Na direção das políticas educacionais, o Ministério da Educação (MEC), em 2003, iniciou um novo programa de Educação Ambiental nas escolas chamado Vamos Cuidar do Brasil com as Escolas que resultou, no seu primeiro ano, em seminários de formação e professores, na I Conferência Nacional Infanto-juvenil pelo Meio Ambiente e a estruturação, pelo coletivo jovem do Meio Ambiente, da COM-VIDA (Comissão de meio Ambiente e Qualidade de Vida). Atualmente o programa ainda existe com algumas modificações, em 2012 o MEC lançou um novo documento do programa para realizar a chamada para a IV Conferência Nacional Infanto-juvenil pelo Meio Ambiente, o qual deu uma nova denominação ao programa Vamos cuidar do Brasil com escolas sustentáveis. A Conferência Infanto-juvenil pelo Meio Ambiente (CNIJMA) faz parte de uma estratégia pedagógica de educação difusa para adensar conteúdos e trazer para a escola a dimensão política da questão ambiental. Caracterizada pela mobilização e engajamento dos adolescentes e da comunidade escolar em debates sobre temas socioambientais contemporâneos, tem como lócus as escolas que possuem pelo menos uma das séries ou um dos anos finais do ensino fundamental (5ª a 8ª série/6º ao 9º ano). A CNIJMA tem vários momentos de encontros, diálogos e aprendizagem e o mais importante ocorre com as conferências nas escolas, onde está toda a riqueza da diversidade e da participação. Além disso, há um processo estadual e culmina com o evento nacional com a participação das delegações de todos os estados e do Distrito Federal (BRASIL, 2012, p. 16). Este trabalho, de cunho mais descritivo, narra a minha experiência como docente na Escola Estadual Antônio Padilha da cidade de Sorocaba/SP e que tem sido tomada como investigação e interpretada por nós como parte da dissertação que está em fase inicial junto ao Programa de Mestrado Profissional em Educação. Visualizando a importância de práticas pedagógicas que discutam questões ambientais de maneira crítica, um grupo de professores e alunos da escola estão realizando ações educativas para a sensibilização dos estudantes sobre questões ambientais. Estas ações têm como diretriz a proposta do Programa Vamos cuidar do Brasil com escolas sustentáveis A escola E.E. Antonio Padilha localiza-se em uma área urbana, central dacidade de Sorocaba/SP com ensino fundamental (período vespertino) e ensino médio (período matutino e noturno). Pensando nessa realidade, de uma escola com um número elevado de estudantes no ensino fundamental, seria inviável reunirmos todos em um único local como estava na proposta. Sendo assim, delimitamos ações 2

3 plausíveis de serem realizadas dentro dessa escola, portanto, foram escolhidos os oitavos anos para participarem do projeto. Essa escolha deve-se às facilidades práticas do projeto, uma vez que, eu conduziria o projeto e lecionava em todos os oitavos anos. Ou seja, em cinco salas, com aproximadamente 35 estudantes por sala. Um grupo de professores e eu elaboramos um plano de ação, escolhemos algumas propostas do projeto para trabalhar. Realizaríamos a sensibilização dos estudantes sobre o tema Ambiente que nos levaria a realização da IV Conferência Nacional Infanto-juvenil do Meio Ambiente na Escola. Essa sensibilização seria a execução de várias tarefas propostas pela professora durante suas aulas, algumas das tarefas estavam descritas no programa já outras foram elaboradas pela professora. Para isso foram utilizadas as aulas de dois meses (junho e agosto) da disciplina de ciências que compreendia em quatro aulas por semana. A elaboração das tarefas de sensibilização foi baseada nos três momentos pedagógicos descritos por Delizoicov, Angott e Pernambuco (2009, p ), que descrevem os três momentos como sendo: Problematização inicial momento da apresentação de situações reais em que os estudantes estejam envolvidos no tema, sendo caracterizada pela apreensão e compreensão do posicionamento dos estudantes em relação ao problema. A organização do conhecimento refere ao segundo momento, no qual os estudantes sob a orientação da educadora foram apresentados aos conhecimentos necessários para o entendimento do tema e da problematização, conceituando-os e por último a aplicação do conhecimento. Neste momento houve uma abordagem sistemática do conhecimento, incorporando as teorias científicas, para utilizá-los na resolução da situação problema bem como de outras situações. Iniciou-se a sensibilização dos estudantes com o tema, para que fosse possível inseri-los no contexto do projeto e torna-lo, significativo para os mesmos. Partindo das significações e interpretações dos estudantes desenvolvendo um diálogo em torno do tema buscando produzir questionamentos. A primeira atividade teve o intuito de reconhecer o conceito que os estudantes tinham de natureza e meio ambiente, para isso foi pedido a eles a realização de dois desenhos, um da natureza e outro do meio ambiente explicando com um pequeno texto o que era meio ambiente e natureza. Em seguida construímos um mural na sala no qual cada estudante colocava seu desenho e explicava sua conceituação de natureza e meio ambiente. Para a maioria dos estudantes ambiente era o mesmo que 3

4 natureza, sendo a natureza natural sem intervenções humana e os seres humanos não participam da natureza e consequentemente do ambiente. Após foram feitos alguns questionamentos sobre aspectos dos desenhos como: Será que meio ambiente é apenas natureza? A nossa escola pode ser um meio ambiente? E uma cidade? Por quê? O homem não faz parte do meio ambiente? Por quê? Partindo desses e de outros questionamentos discutimos os desenhos e aos poucos foram sendo colocados novos elementos de conceituação para os estudantes de modo a juntos construímos o conceito de ambiente e natureza. Este momento foi fundamental, pois desconstruímos conceitos e os reconstruímos favorecendo o desenvolvimento da aprendizagem e aproximação ecológica com o tema, iniciando a mudança de olhar dos estudantes para com o meio em que eles estão inseridos. A Educação ambiental está ligada à conscientização e mudanças de atitudes dos indivíduos sobre problemas ambientais e na formação de sujeitos ecológicos, políticos e sociais, que cada indivíduo esta inserida em um contexto cultural e social (CARVALHO, 2001, p. 6-7). Pensando nisso, a etapa seguinte foi iniciada com a problematização e discussões de vários temas que circundam o meio ambiente, como consumismo, pobreza, desperdícios, relação homem natureza, sustentabilidade, entre outros. Focalizando um olhar para o ambiente em que os estudantes estavam inseridos, relacionando aspectos desses temas com consequências visíveis. Os resultados dessas discussões eram apresentados em forma de cartazes, panfletos e histórias em quadrinho. Quando inserimos os sujeitos como participantes ativos da construção de sua aprendizagem, torna-se o movimento mais dinâmico e criativo, sendo assim para efetivar esse processo de sensibilização os estudantes teriam que se tornar protagonista, pois a experiência própria é fundamental para uma formação ecológica integral (GADOTTI, 2008, p. 64). Deste modo, os estudantes se organizaram em grupos e realizaram vídeos, com os próprios celulares, mostrando o meio ambiente da escola, relatando como ele se encontrava. O vídeo tinha que retratar aspectos positivos e negativos do ambiente escolar. Todos os vídeos foram apresentados para a sala pelos grupos e discutidos em conjunto para focaliza a relação da comunidade escolar com o seu ambiente, e identificar problemas que o nosso ambiente escolar estava enfrentando. Através 4

5 destas discussões foi problematizado o conceito de sustentabilidade e indagado sobre como poderíamosrealizar ações para termos uma escola sustentável? O termo sustentabilidade surgiu nas últimas décadas devido à preocupação com a degradação do ambiente pelo modo de vida agressivo das pessoas. Originando-se na economia com o desenvolvimento sustentável e na ecologia. Não podemos tomar como ponto a visão capitalista esculpida e difundida em torno do conceito de sustentabilidade, mas sim uma visão emancipatória e democrática para uma educação sustentável, onde se prioriza as relações (GADOTTI, 2008, p. 65). Quando a escola discute a sua realidade ambiental e a questiona as relações existentes, a escola estará promovendo experiências e provocando o pensamento critico sobre muitos modos possíveis existentes, os ecologicamente desejáveis e os não ecológicos desejáveis hábitos, vivos, e conectáveis no mundo, desde uma perspectiva social e ambiental responsável (CARVALHO, 2013, p. 120). Com o conceito e sustentabilidade trabalhados e o ambiente reconhecido pelos estudantes chegou o momento dos estudantes, em grupo, escolherem um problema socioambiental que a escola estava enfrentando e a partir deste problema teriam que elaborarem uma proposta de trabalho para solucioná-lo. Essa atividade, de solucionar um problema ambiental da escola estava descrita na proposta do MEC, a qual elencava um caminho para os estudantes percorrem na construção da solução para problemática observada. A problemática que mais apareceu entre os estudantes foi à sujeira e a má conservação do ambiente escolar. O lixo espalhado pela escola foi o protagonista das propostas dos estudantes. A relação de causa e efeito estabelecida pelos estudantes do porque o ambiente escolar estava sujo foi estabelecido compreendendo que a relação da comunidade escolar com o seu meio ambiente não estava sendo saudável e tão pouco sustentável. Após as propostas prontas, cada classe realizou uma pré-conferência, sendo escolhida uma proposta por classe, ou a junção de propostas, condizente com a nossa realidade, objetiva e acessível para ser apresentada no dia da conferência geral da escola. É importante ressaltar que em cada sala a escolha da proposta foi realizada pelos próprios estudantes, além de todo o processo de elaboração das propostas serem construídas também pelos estudantes, ficando a professora apenas como mediadora do processo. 5

6 Escolhidas as propostas de cada turma, foi marcada a conferência do meio ambiente da escola, em que os estudantes dos oitavos anos, alguns professores e gestores iriam escolher a proposta de projeto do meio ambiente para ser realizada na escola. Portanto, dia 28 de agosto de 2013 realizou-se a Conferência Infanto-Juvenil do meio Ambiente da Escola Estadual Antônio Padilha. Neste dia foram apresentadas cinco propostas, a primeira o tema era a produção e o plantio de mudas pelos estudantes na escola e em terrenos próximos a escola. A segunda proposta tinha como objetivo incentivar os estudantes a estudar mais mudando seus hábitos e construindo grupos de estudos. A terceira brincava com a ignorância dos estudantes e o efeito que ela provoca no meio ambiente, propondo a conscientização da comunidade escolar por meio de palestras, cartazes, dinâmica de separação do lixo e a parceria entre a escola e uma cooperativa de reciclagem para efetivar a coleta seletiva na escola. A quarta proposta, relatou o problema das salas sujas e desenvolveu um projeto de lixo portátil para cada carteira, produzidos com garrafas pets. A quinta e última proposta também relatou o problema do lixo na escola, propondo a conscientização dos estudantes com uma palestra dinâmica sobre a reciclagem e decomposição do lixo. Após a apresentação das propostas e discussão, incluindo junções de propostas, foi realizada a escolha, através de votação da proposta que seria efetivada como projeto do meio ambiente na escola. A proposta escolhida se denomina como sustentabilidade sem clichê uma vez que, ela agrega várias outras ideias que surgiram no decorrer no processo e durante a conferência geral, além de exaltar uma forma de se falar de escola sustentável e conscientizar a comunidade escolar com dinâmicas descontraídas. Como, a dinâmica de reciclagem, onde os estudantes teriam um tempo determinado para separar o material reciclado suas respectivas lixeiras e também a dinâmica da decomposição, onde os estudantes precisam acertam o tempo de decomposição do seu lixo do cotidiano. Além disso, buscaram juntamente com a família de uma das estudantes a parceria entre a escola e uma cooperativa de reciclagem da cidade, a qual recolherá o material reciclável (papel, papelão, plásticos e metais) que a escola produzir. Entretanto, por um erro de comunicação não foi possível à escola participar das fases seguintes (regional, estadual e nacional) da conferência (CNIJMA). Houve um momento de frustação tanto pelas expectativas criadas por mim quanto pelos estudantes que obtiveram a proposta escolhida durante a conferência na escola. Contudo, o grupo formado decidiu colocar o projeto em prática na escola mesmo não 6

7 participando da Conferência. Essa iniciativa pode ser visto como um possível resultado da consciência ambiental formada desses estudantes. Assim o grupo de oito estudantes iniciou as ações para colocar as ideias da proposta, apresentada em prática. Iniciaram construindo uma palestra para os estudantes onde abordava o tema lixo e desperdício dentro da própria escola e ao termino realizava a dinâmica da separação do lixo. Assim, o projeto sustentabilidade sem ser clichê foi realizado de setembro a novembro de 2013 com todos os estudantes do período vespertino (6º, 7º, 8º, 9º anos) conscientizando-os através de palestras, cartazes e dinâmica, todos produzidos pelas estudantes. Os cartazes traziam slogans fortes e chamativos como sua ignorância leva ao desperdício estamos de olho no seu desperdício, jogar lixo no chão é coisa de sem educação. A dinâmica de seleção foi uma forma divertida que as estudantes elaboraram para explicar a separação correta dos materiais recicláveis produzidos pela escola e falar a importância de manter o ambiente limpo e saudável. Mostrando como todos devem fazer para ajudar o nosso ambiente escolar com um pensamento mais sustentável. Para a execução dessa dinâmica foram construídos coletores de caixa de papelão com as cores correspondentes para cada tipo de material, foram coletados algumas matérias recicláveis e lixo do cotidiano da escolar para servirem de modelo. No final da palestra a sala era organizada em duas equipes e dentro de um tempo determinado dois integrantes de cada equipe tinham que recolher os materiais recicláveis e coloca-los nos seus devidos coletores. Ao término de cada rodada era contado o número de acertos de cada equipe e ao final de três rodadas havia uma equipe vencedora e as palestrantes explicavam corretamente em qual coletor deveria colocar cada item no momento em que fazia a contagem dos pontos. A escola firmou parceria com uma empresa que comercializava materiais recicláveis e ela passou a coletar semanalmente o material produzido pela escola. Houve uma pequena palestra com o responsável pela coleta para explicar as estudantes como elas iriam recolher e separar o material reciclado produzido pela escola. Toda semana as oito estudantes mais a sala em que eu estava no momento, organizavam o material reciclável para a coleta no dia seguinte. Houve também os mutirões de limpeza da escola organizados pelas estudantes, onde os estudantes recolhiam lixo do pátio e das quadras esportivas da escola. 7

8 No final do ano surgiu uma oportunidade de mostrar o trabalho do grupo para fora da escola, com a primeira Mostra Científica de Jovens Talentos de Sorocaba, organizada pela UNESP. Era o momento de motivar o grupo, mostrando para a comunidade o trabalho de conscientização realizado pelas estudantes na escola. Para elaborar o documento que seria enviado a mostra científica houve um trabalho de escrita científica com as estudantes orientada por mim. Elas obtiveram um excelente resultado na mostra e ficaram em primeiro lugar na categoria de melhor trabalho para o ensino fundamental. Esse reconhecimento fez com que o grupo ficasse bem realizado com suas atitudes. Todo esse trabalho foi orientado pela perspectiva de uma educação sustentável se preocupando com a relação saudável com o ambiente, mas também apoiando na construção de conhecimento e consciência ecológica entre os estudantes e as relações entre os indivíduos sociais que constituem aquele ambiente. Pode-se distinguir a educação sobre o desenvolvimento sustentável que se refere à tomada de consciência, a teoria e dados sobre o desenvolvimento sustentável. Já a educação para o desenvolvimento sustentável refere-se a utilizar a educação como meio para construir um futuro mais sustentável, tratam-se do aprendizado de novas atitudes, perspectivas e valores para orientar uma vida sustentável (GADOTTI, 2008, p ). Sendo assim, a educação sobre e para o desenvolvimento sustentável foi iniciada no ambiente escolar. Ficando visíveis os resultados de mudanças de hábitos entre os estudantes, principalmente aqueles que participaram da Conferência. A mobilização dos estudantes em prol de soluções para problemas do seu ambiente escolar ocasionaram mudanças de atitudes entre os estudantes (da consciência a conscientização), construiu-se um ideal democrático que deve permanecer no ambiente escolar e o mais importante os estudantes foram sujeitos da construção de seus saberes. Percebendo os resultados positivo e o interesse do grupo em continuar os trabalhos com o projeto sustentabilidade em clichê no ano de 2014 foi criado a Comissão de Meio Ambiente e Qualidade de Vida na Escola (COM-VIDA) descrita na proposta do MEC, porém não realizada no ano anterior. A COM-VIDA é uma nova forma de organização na escola, que junta à ideia dos jovens da I Conferência de criar conselhos de meio ambiente nas escolas, com os Círculos de Aprendizagem e Cultura. Estudantes são os principais articuladores da COM-VIDA, podendo ser: O delegado ou delegada eleito na Conferência de Meio Ambiente na escola; Grupos de 8

9 estudantes que já realizam ações na área e o Grêmio estudantil, preocupados com o tema (BRASIL, 2012, p.13). Com a ajuda das oito estudantes formou-se um grupo de 50 estudantes ensino fundamental e médio período da tarde mais o grêmio estudantil no período da manhã para realizar ações na conscientização dos estudantes sobre temas pertinentes ao ambiente e sustentabilidade na escola. Alguns professores também se identificaram com a ideia e juntou-se ao projeto iniciando ações voltadas a temática ambiental, movimentando desta forma, a escola. Instalando no ambiente escolar um movimento participativo, sustentável, ecológica e democrática. Algumas considerações Ao final desta etapa, vejo o quanto foi importante à tomada de decisão de realizar esse projeto. No início minhas perspectivas eram apenas realizar uma mobilização com minhas turmas para a realização da conferência. Porém, a cada atividade realizada via o entusiasmo e o interesse dos estudantes aumentando pelo assunto. Percebi com isso que a sensibilização estava surgindo efeito e reconheci a necessidade de ir além da conferência. Assim, mesmo com a desilusão da não participação nas fases seguintes da conferência os estudantes e eu estávamos motivados a realizar algo diferente dentro da escola. Assim, durante o segundo semestre de 2013 realizamos o projeto desenvolvidos pelas estudantes, e que resultou em uma mobilização maior dos estudantes para com o tema e mudanças de atitudes nos seus hábitos. Esse resultado positivo foi reconhecido pela comunidade escolar e o projeto não acabou com o termino do ano letivo de 2013, tendo sua continuidade no próximo ano (2014). Portanto, a escolha decolocar em prática essa proposta do MEC pode ter ocasionado um efeito positivo entre os estudantes, tornando-os mais ativos, participando de atividades que não sejam apenas dentro da sala de aula. Trabalhar com uma proposta de educação sustentável em um projeto aberto, de construção dos próprios estudantes, foi uma vivencia nova para mim como educadora, pois neste período reconheci a importância da interação entre estudantes e educador para estabelecer um diálogo facilitando a construções de experiências e conhecimentos significativos para os indivíduos envolvidos neste processo. Além, de reconhecer nas práticas protagonizadas pelos estudantes um potencial maior de mobilização e aprendizagem, além da importância de discutir assuntos pertinentes a sociedade na construção de novos valores socioambientais. 9

10 Referencias Bibliográficas BRASIL. MEC. Vamos cuidar do Brasil com escolas sustentáveis: educando-nos para pensar e agir em tempos de mudanças socioambientais; elaboração de texto: Tereza Moreira. --Brasília : A Secretaria, p. CARVALHO, Isabel Cristina de Moura. O sujeito ecológico: a formação de novas identidades na escola. In: Pernambuco, Marta; Paiva, Irene. (Org.). Práticas coletivas na escola. 1ed. Campinas: Mercado de Letras, 2013, v. 1, p CARVALHO, Isabel Cristina de Moura. Qual educação ambiental? Elementos para um debate sobre educação ambiental popular e extensão rural. Revista Agroecologia e Desenvolvimento Rural Sustentável, Porto Alegre, v.2, n.2, abr/jun, p. DELIZOICOV, D.; ANGOTTI. J.A.; PERNAMBUCO, M.M. Ensino de ciências fundamentos e métodos. 3.ed. São Paulo: Cortez, p..gadotti, M. Educar para a sustentabilidade: uma contribuição à década da educação para o desenvolvimento sustentável. São Paulo: Editora e Livraria Instituto Paulo Freire, p. MENDONÇA, P. S. Educação Ambiental como Política Pública: Avaliação dos Parâmetros em Ação Meio Ambiente na Escola, 122 p, Unb-CDS, Mestre, Política e Gestão Ambiental Dissertação de Mestrado Universidade de Brasília. Centro de Desenvolvimento Sustentável. 10

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