AGRADECIMENTOS. Agradeço, primeiramente, a DEUS, que me possibilitou realizar esta obra.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "AGRADECIMENTOS. Agradeço, primeiramente, a DEUS, que me possibilitou realizar esta obra."

Transcrição

1 Luiz Gustavo Lobo IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA DE CLASSIFICAÇÃO ABC NO PLANEJAMENTO E CONTROLE DE ESTOQUES COMO VANTAGEM COMPETITIVA: UM ESTUDO DE CASO EM UMA EMPRESA DO SEGMENTO DE FITAS DE CETIM. Centro Universitário Salesiano de São Paulo Americana 2008

2 Luiz Gustavo Lobo IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA DE CLASSIFICAÇÃO ABC NO PLANEJAMENTO E CONTROLE DE ESTOQUES COMO VANTAGEM COMPETITIVA: UM ESTUDO DE CASO EM UMA EMPRESA DO SEGMENTO DE FITAS DE CETIM. Projeto de Pesquisa elaborado para apresentação no programa de Bolsa de Iniciação Científica BicSal do Centro UNISAL de Americana, sob orientação do Prof. Dr. Moacir Pereira. Centro Universitário Salesiano de São Paulo Americana 2008

3 AGRADECIMENTOS Agradeço, primeiramente, a DEUS, que me possibilitou realizar esta obra. A minha família, minha namorada e seus familiares. Sem a colaboração, o apoio e o incentivo de cada um seria impossível a realização deste trabalho. A todos os professores que contribuíram para o meu enriquecimento cultural ao longo desses quatro anos de graduação. Em especial ao meu orientador Profº Dr. Moacir Pereira, pelo apoio, conversas e discussões no processo de elaboração desta monografia, que compartilhou parte da sua sabedoria, conduzindo o trabalho de maneira firme, porém amiga, deixando uma contribuição extremamente importante e positiva nesta fase da minha vida acadêmica. Aos colegas de sala e a todos que, direta ou indiretamente, colaboraram para a conclusão deste trabalho.

4 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO PROPOSTA RETRATO DA ORGANIZAÇÃO Dados Gerais Histórico Negócio Missão Princípios Visão O SETOR TEXTIL: MERCADO, DEMANDA E OFERTA Variável Econômica ADMINISTRAÇÃO DE ESTOQUES CLASSIFICAÇÃO DOS ESTOQUES RELEVÂNCIA DO TEMA SISTEMA DE CLASSIFICAÇÃO ABC RESULTADO DA PESQUISA CONSIDERAÇÕES FINAIS...23 REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA...24

5 4 1 INTRODUÇÃO É evidente, hoje em dia, a busca das organizações pela melhoria na qualidade de seus produtos, a eficiência e eficácia de seus processos e a sustentabilidade do meio o qual está inserida. Vivemos num mundo globalizado, buscamos constantemente otimizar processos, reduzir despesas, fazer parcerias, diminuir níveis de estoques, e entre outras tantas coisas atender e fidelizar o nosso cliente. A globalização nos exige rapidez e dinamismo. Para que seja possível alcançar os objetivos pretendidos e em especial a fidelização de nossos clientes, é preciso respeitá-lo, tê-lo como parceiro, ser justo e ético; mas principalmente é preciso atendê-lo. Pretende-se, ao longo deste trabalho, demonstrar como foi possível melhorar o processo produtivo de uma empresa do segmento têxtil, fabricante de fitas de cetim, com a implantação do Sistema de Classificação ABC no planejamento e controle de estoque. O leitor poderá desfrutar dos conceitos mostrados durante o trabalho e também o passoa-passo do desenvolvimento do projeto. Da escolha do tema à implantação e benefícios obtidos através do projeto. Poderá acompanhar como o sistema ABC ajudou a organização a melhorar o tempo de fabricação e entrega de seu produto e consequentemente a fidelização de seus clientes.

6 5 2 PROPOSTA Atualmente, os produtos e serviços prestados pelas organizações tendem a se tornar semelhantes. As empresas, para alcançar uma fatia maior de mercado, terão que buscar diferenciais para sobreviver em um mundo competitivo. Dentre as inúmeras possibilidades de pesquisa, o presente projeto tem por finalidade identificar falhas no planejamento e controle de estoques por meio da elaboração de uma análise de estoque baseada no Sistema de Classificação ABC. Com a observação do cotidiano da empresa de pequeno porte do segmento de fitas de cetim, será possível diagnosticar a atual forma de planejamento e controle de estoque analisando-o com as ferramentas apontadas na literatura para que, na comprovação das falhas, seja elaborado um plano de ação simples e eficaz de como deve ser realizado o planejamento e controle de estoque por meio do Sistema de Classificação ABC, objetivando vantagem competitiva no mercado para a empresa. Para conquistar os clientes e fidelizá-los, já que há várias opções de compra, a empresa necessita encontrar algum diferencial para que os clientes se sintam satisfeitos e tornemse fiéis à empresa. Ser mais rápido que os concorrentes. Esse diferencial está diretamente ligado ao tempo de entrega do produto ao cliente e receber o que foi solicitado no menor tempo de espera é um dos exemplos de diferencial que os clientes buscam. Para isso, o Sistema de Classificação ABC determina a importância dos itens do estoque permitindo assim diferentes níveis de controle baseados na importância relativa dos itens e conseqüentemente uma maior eficiência na administração da demanda.

7 6 Nesta perspectiva, define-se como tema: Implantação do Sistema de Classificação ABC no planejamento e controle de estoques como vantagem competitiva: um estudo de caso em uma empresa do segmento de fitas de cetim. A elaboração do projeto de pesquisa analisará a atual forma de planejamento e controle de estoque da empresa focada pelo projeto. Objetiva-se com isso propor a adoção do Sistema de Classificação ABC visando eliminar possíveis falhas de planejamento e controle de estoques, no sentido de proporcionar entrega rápida de produto acabado ao cliente. Acredita-se que será possível maior agilidade em produção e entrega de produtos gerando fidelização dos clientes.

8 7 3 RETRATO DA ORGANIZAÇÃO Aborda-se neste tópico a organização em que o trabalho foi desenvolvido; sua história e sua cultura através do estudo do Negócio, Missão, Princípios e Visão da organização. Espera-se com isso levar ao leitor uma abordagem completa e um melhor entendimento da importância do trabalho desenvolvido. 3.1 Dados Gerais Razão Social: Peruchi Indústria Têxtil Ltda EPP. CNPJ: / Endereço: Rua José Nicolau Lux, 412 Parque Industrial Cillo Cep: Telefone: (19) / Capacidade Instalada: 9 milhões metros/ano. Setor de atividade: Secundário (Indústria). Área de atuação: Fabricação de outros artigos têxteis exceto vestuário. Tipos de Produtos: Artigos têxteis (fitas e cadarços têxteis). 3.2 Histórico A Peruchi Indústria Têxtil Ltda EPP, a qual, no decorrer da apresentação deste projeto será denominada Peruchi, é uma empresa têxtil, que tem como atividade principal a fabricação de fitas de cetim para o comércio atacadista. Em 1986, David Peruchi funda a Peruchi Mecânica LTDA, prestadora de serviços para empresas têxteis. Dois anos após sua fundação, a empresa muda o foco de seu negócio e

9 8 com dois teares de braço adaptados, passa a fabricar fitas para colchão, em pequenas quantidades somente para cidade de Americana. Com a pequena margem de lucro obtida, novos investimentos foram realizados possibilitando a compra de três novos teares, aumento da produção e conquista de novos clientes. No final da década de 80, a rescisão do contrato com seu maior comprador, devido a forte concorrência, juntamente com a desaceleração da economia e a falta de capital, acarretaram numa séria crise que marcou o início dos anos 90. Vendo a necessidade de obter recursos, David Peruchi deixou a empresa a cargo da sua esposa e sócia Aparecida Peruchi, que distribuía seu tempo entre cuidar da empresa e de quatro filhos, e voltou a trabalhar como gerente industrial em outra empresa da região. A tática surtiu efeito e com o capital adquirido, a empresa se reestruturou e começou a diversificar seus produtos, conquistando o mercado regional. Em 1996, as importações de tecidos caíram cerca de 30% em relação ao ano anterior. Nesse mesmo ano, controlou-se a tendência de aumento das importações devido algumas medidas adotadas pelo governo federal, que elevou as alíquotas de importação de 18% para 70%, vigorando até 27 de abril de Mesmo com o curto período de vigência, as medidas provocaram uma significativa redução nas importações. Apesar da política econômica vigente neste período, entre 1996 e 1997, os investimentos da Peruchi cresceram substancialmente, por meio da aquisição de equipamentos importados, com significativas melhorias começa a produção de fitas de cetim, alavancando a produção. Com o aumento da demanda, em 1999, a empresa muda para sua localização atual, aumentando sua produção e quadro de funcionários.

10 9 No ano de 2004 a empresa fez a aquisição de seu próprio terreno e em 2009 a Peruchi iniciará o ano na sua nova sede projetando maior capacidade instalada, melhores condições de trabalho, investimento, crescimento e desenvolvimento sustentável. 3.3 Negócio Segundo Vasconcellos (2001, p.37) negócio é entendimento do principal benefício esperado pelo cliente. O negócio da Peruchi é: Soluções inovadoras com beleza e estilo. 3.4 Missão A missão de uma empresa significa a razão de sua existência, é a finalidade ou o motivo pelo qual a empresa foi criada e para que ela deve servir. (VASCONCELLOS, 2001 p.52). Tudo que vem à existência tem um objetivo. No caso de uma empresa ela existe e prospera graças à colaboração e ao compromisso de pessoas e de outras organizações. Satisfazer com excelência as expectativas de nossos clientes, aliando sempre qualidade, criatividade, eficiência e ética. Essa é a missão da Peruchi. 3.5 Princípios Segundo Vasconcellos (2001, p. 139) princípios são os balizamentos para o processo decisório e comportamento da empresa no cumprimento da sua missão. Os princípios da Peruchi são: Ética

11 10 Amor Profissionalismo Diálogo Dedicação Organização Verdade 3.6 Visão Enxergar além do óbvio é uma capacidade fundamental no mundo moderno, isto é especialmente importante quando se trata de desbravar novos caminhos. A evolução diária exige que estejamos atentos às mais diversas formas de mudanças, sejam elas estratégicas, sociais ou políticas. O mais importante é tomar rapidamente a melhor decisão possível, seja qual for o caso. Ser reconhecida pela qualidade de seus produtos pregando sempre a transparência em suas relações. Essa é a visão da Peruchi.

12 11 4 O SETOR TEXTIL: MERCADO, DEMANDA E OFERTA O mercado de fitas de cetim é muito competitivo no âmbito nacional, porém o que mais preocupa os empresários do setor têxtil hoje é a concorrência desleal dos produtos asiáticos, especialmente os produtos chineses. Os produtos chineses são fortemente subsidiados, além de possuírem um valor agregado muito baixo, entre outros fatores, o que facilita sua entrada no mercado nacional. Seus preços são praticamente imbatíveis tendo, no entanto, uma qualidade inferior aos produtos nacionais. O interessante é que entre uma fita de custo alto e de boa qualidade oferecida por seus principais concorrentes e uma fita de custo extremamente baixo e de péssima qualidade oriunda da China, o mercado começa a aderir a uma fita de custo médio e de boa qualidade, produzida pela Peruchi. Tal cenário demonstra que a empresa consegue manter sua demanda inelástica, afinal, uma variação no preço provocaria uma variação menor na quantidade demandada. Demanda (ou procura) é a quantidade de um bem ou serviço que um consumidor deseja e está disposto a adquirir por determinado preço e em determinado momento (SANDRONI, 1994, p.89). Oferta é a quantidade de bem ou serviço que se produz e se oferece no mercado, por determinado preço e em determinado período de tempo. (SANDRONI, 1994, p.244). A demanda e a oferta das fitas de cetim da empresa em estudo são realizadas por meio do contato entre os clientes e a empresa, através do escritório administrativo interno, onde:

13 12 1) os clientes enviam pedidos de compras, geralmente mensal, de produtos já desenvolvidos e aprovados, dando a possibilidade da Peruchi elaborar uma previsão de fabricação (caso não tenha em estoque) e entrega da fita. 2) Em geral esses pedidos são enviados dentro de 15 dias a contar da data do pedido. 3) A média para pagamento é de 45 a 60 dias Como a venda é feita somente pela programação dos clientes, o estoque chega ao seu máximo com um mês de produção. 4.1 Variável Econômica O principal indicador da atividade econômica é o Produto Interno Bruto - PIB. O mesmo sintetiza o resultado final da atividade produtiva, expressando monetariamente a produção, sem duplicações, de bens e serviços produzidos no país. Sua taxa de crescimento é obtida pela comparação entre tudo o que se produziu em um ano com o total do ano anterior. No gráfico e tabela 1 é evidenciada a variação percentual do PIB Real, PIB Setorial e a variação percentual do faturamento da empresa, no período de 2001 a Tabela 1 Análise de Conjuntura Econômica (%) Crescimento / Ano Peruchi Têxtil PIB ,49-5,32-0, ,10 0,30 2, ,76-4,58 0, ,07 8,00 6, ,64 1,65 2,52 Fonte: Dados do PIB, Setor Conjuntura Econômica e Empresa dados modificados proporcionalmente.

14 13 ANÁLISE DE CONJUNTURA ECONÔMICA (%) PERÍODO 2001 A ,49 22,07 18, , ,57-0,5 1,1 0,3 0,07-5,32-4,58 6,18 2,52 1, Fitas Peruchi PIB do Setor PIB Nacional Fonte: Dados do PIB, Setor Conjuntura Econômica (2006) e Empresa dados modificados proporcionalmente. Nota-se que na transição do ano de 2001 para 2002, houve grande queda na variação do crescimento da empresa, passando de 25,49% a 1,10%, devido à inadimplência de alguns clientes, tornou-se inviável continuar com a produção de fitas de colchão em grande escala, trazendo como conseqüência a desaceleração do crescimento. De 2002 para 2003, houve queda no PIB Nacional e Setorial, porém a empresa continuou com um crescimento elevado. Tal fato é evidenciado devido à invasão de novos entrantes observados no país, em especial os produtos chineses, que ofereceram produtos de baixa qualidade e preços atrativos. Nesse contexto a Peruchi consegue se estabelecer no mercado através da produção de fitas de cetim com custo médio e alta qualidade. Nos anos posteriores, a empresa segue a tendência mantendo o crescimento acima da média do PIB setorial e nacional.

15 14 A empresa faz parte de uma estrutura de mercado onde predomina a concorrência imperfeita e uma competição com o objetivo de ganhar market share 1 muito acirrada. Concorrência Imperfeita: Situação de Mercado entre a concorrência perfeita e o monopólio absoluto e que, na prática, corresponde à grande maioria das situações reais. Caracteriza-se, sobretudo pela possibilidade de os vendedores influenciarem a demanda e os preços por vários meios (diferenciação de produtos, publicidade, dumping etc.). (SANDRONI, 1994, p.67) 1 Market Share: fatia de mercado detida por uma organização.

16 15 5 ADMINISTRAÇÃO DE ESTOQUES Para se obter o máximo valor dos recursos, devem-se projetar processos produtivos que tornem os produtos eficientes ao máximo. É necessário administrar suas operações, isso significa planejar e controlar os recursos utilizados no processo (trabalho, capital e material) para produzir bens de maneira mais econômica. Se o material exato não estiver disponível no tempo exato, o processo não poderá render o que deveria. Trabalho e maquinário seriam mal utilizados e consequentemente a lucratividade e a existência da empresa seriam ameaçadas. Segundo Arnold (1999), os estoques podem ser de materiais e suprimentos que uma empresa ou instituição mantém, seja para venda ou para o processo de produção. Todas as empresas ou instituições precisam manter estoques. Freqüentemente, os estoques constituem uma parte substancial dos ativos totais. Em termos financeiros, os estoques são importantes para as empresas de manufatura. No Balanço patrimonial, eles representam de 20% a 60% dos ativos totais. À medida que os estoques vão sendo utilizados, seu valor se converte em dinheiro, o que melhora o fluxo de caixa e o retorno sobre o investimento. A administração de estoque é responsável pelo planejamento e controle de estoque, desde o estágio de matéria-prima até o produto acabado entregue aos clientes. Um dos objetivos dos estoques é minimizar custos e maximizar o atendimento aos clientes. Para se atingir estes objetivos, as operações de depósitos devem ser eficientes e desempenhar as seguintes tarefas: 1. Oferecer atendimento pontual aos clientes;

17 16 2. Manter um controle dos itens, de modo que eles possam ser encontrados pronta e corretamente; 3. Minimizar o esforço físico total e, conseqüentemente, o custo de transporte para dentro e fora do depósito; 4. Fornecer elos de comunicação com os clientes.

18 17 6 CLASSIFICAÇÃO DOS ESTOQUES Moreira (2003) apud Pereira (2008), define o estoque em razão de duas funções principais: garantir o suprimento dos materiais necessários à produção ou prestação de serviços e funcionar como um amortecedor que garanta as oscilações entre produção e demanda. Existem vários tipos de estoque, quando tratamos de contabilidade, administração de empresas, indústrias, engenharia de produção ou de sua produção. Do ponto de vista do processo produtivo, os mais relevantes são: Estoque de matéria-prima: São itens comprados e recebidos que ainda não entraram no processo de produção. Estoque de produto em processo: Matérias-primas que já entraram no processo de produção e estão em operação ou aguardando para entrar em operação. Estoque de produto acabado: É o estoque composto pelo produto que teve o seu processo de fabricação finalizado. São produtos que estão destinados a serem vendidos, fornecidos, ou alugados. Estoque de segurança ou mínimo: São as quantidades guardadas para garantir o andamento do processo produtivo caso ocorram aumento na demanda do item por parte do processo ou atraso no abastecimento futuro.

19 18 7 RELEVÂNCIA DO TEMA A boa administração dos estoques é de vital importância para a saúde financeira das empresas, uma vez que grande parte do capital das empresas estão nos materiais envolvidos na produção. Assim, reduções no montante estocado se traduz na liberação de grande volume do capital necessário ao andamento do negócio como um todo. É justamente neste ponto que se torna importante a utilização do Sistema de Classificação ABC evidenciado no próximo tópico. A utilização do sistema poderá auxiliar no planejamento da produção; abaixar o nível de estoque e melhorar o lead time de entrega. Do ponto de vista do fornecedor, esse é o tempo que decorre desde o recebimento de uma encomenda até a entrega do produto. Da perspectiva do cliente, pode incluir o tempo também da preparação e a transmissão da encomenda. Os clientes esperam que o lead time de entrega seja tão curto quanto possível e a produção deve projetar uma estratégia que dê conta disso. O objetivo é tornar possível entregar o que os clientes querem, quando e onde eles querem e fazê-lo a um custo mínimo.

20 19 8 SISTEMA DE CLASSIFICAÇÃO ABC Qual é a importância do item do estoque? Como os itens são controlados? Segundo Arnold (1999), o Sistema de Classificação ABC de estoques responde à estas perguntas determinando a importância relativa dos itens permitindo assim diferentes níveis de controle baseados na importância relativa dos itens. Como a maioria das empresas mantém um grande número de itens em estoque se faz útil e necessário classificar estes itens de acordo com sua importância para se ter um controle melhor a um custo razoável. Geralmente, essa classificação se baseia em valores monetários, mas outros critérios podem ser utilizados. O princípio ABC baseia-se na observação de que um pequeno número de itens freqüentemente domina uma grande fatia dos resultados monetários. Para Slack et al. (1997) qualquer estoque que contenha mais de um item sempre terá itens mais importantes para a organização do que outros. Pode-se ter itens com alta taxa de uso, de modo que, se faltassem, muitos consumidores ficariam desapontados. Outros itens podem ter valores particularmente altos, de modo que níveis de estoque excessivos seria muito caro. De acordo com Dias (2005) o Sistema de Classificação ABC é um importante instrumento para o administrador pois permite identificar quais itens justificam atenção e tratamento adequado quanto à sua administração. Dias argumenta que o sistema tem sido usado pela a administração de estoques, para a definição de políticas de vendas, para o estabelecimento de prioridades, para a programação da produção e uma série de outros problemas usuais nas empresas.

21 20 Para distinguir diferentes valores ou significâncias relacionadas aos tipos de estoque, o Sistema de Classificação ABC usa a lei de Pareto 2 ou algumas vezes chamada de regra 80/20. É chamada assim porque tipicamente em torno de 80% do valor do estoque de uma operação são responsáveis por somente 20% de todos os tipos de itens estocados. Geralmente observa-se que a relação entre a porcentagem de itens e a porcentagem da utilização anual em valores monetários segue o seguinte padrão: a. Cerca de 20% dos itens correspondem a aproximadamente 80% da utilização em valores monetários b. Cerca de 30% dos itens correspondem a aproximadamente 15% da utilização em valores monetários c. Cerca de 50% dos itens correspondem a aproximadamente 5% da utilização em valores monetários É importante ressaltar que os percentuais são aproximados não devendo ser tomados como absolutas. 2 Pareto: Vilfredo Pareto foi um economista italiano que fez esta observação pela primeira vez.

22 21 9 RESULTADO DA PESQUISA Inicialmente, elaborou-se um levantamento de dados sobre a demanda de fitas de cetim. Posteriormente, montou-se a classificação ABC com base nos valores vendidos durante o primeiro semestre de Junto com a diretoria da empresa, definiram-se os seguintes parâmetros de classificação: Para itens A = 75% do valor total obtido; Para itens B = 20% do valor total obtido e, Para itens C = 5% do valor total obtido. Por uma questão estratégica, a empresa não autorizou a divulgação total dos dados da pesquisa. Deve-se esclarecer que os valores demonstrados a seguir foram modificados proporcionalmente por uma questão de confidencialidade solicitada pela direção da organização. Atualmente, a Peruchi produz 59 cores de fitas de cetim, divididas em 15 tipos diferentes entre largura e tamanho; no total são 885 itens. Dessa forma verificou-se que as 16 primeiras cores equivalem a R$ 6.253,74 (item A), e as próximas 25 cores equivalem a R$ 1.720,80 (item B). Com os resultados e informações obtidas através do levantamento de dados, algumas medidas já foram tomadas pela direção da empresa. O programa de produção da Peruchi passa a se basear também na classificação ABC, intensificando a atenção e aperfeiçoando o planejamento nos produtos item A e B. Pela análise feita com a direção da empresa, estima-se reduzir inicialmente 15% dos estoques de item C.

23 22 A empresa passou a acompanhar mensalmente as vendas de cada fita; consequentemente, através da classificação ABC e da previsão média mensal de vendas acredita-se atingir o objetivo proposto pelo trabalho que é o de obter acurácia em seus níveis de estoque e por conseqüência produzir com excelência, tendo como resultado, entregar o que o cliente quer, onde ele quer e faze-lo a um custo mínimo.

24 23 10 CONSIDERAÇÕES FINAIS Tal projeto procurou demonstrar a importância do uso do Sistema de Classificação ABC para um melhor planejamento e controle de estoque na Indústria Têxtil fabricante de fitas. Embora a implantação ainda esteja no início, já foi possível deslumbrar algumas melhorias que o sistema poderá trazer à organização. O cenário atual enfrenta constantes mudanças, e temos que estar preparados para acompanhá-las. Entregar mais rápido que o concorrente é um grande diferencial competitivo, e o sistema ABC vem auxiliar este diferencial. No decorrer do trabalho o leitor pôde compreender melhor a relevância do tema abordado, o cenário têxtil, a organização estudada e muitos conceitos de estoque. Também foi possível verificar que o Sistema de Classificação ABC pode ser utilizado por qualquer empresa e/ou organização que trabalha com estoque. Espera-se com este trabalho: Diminuir os níveis de estoque dentro da organização; Melhorar tempo de entrega do produto; Melhorar o planejamento e controle da produção; Atender o cliente de imediato. Foi possível ter uma melhor visão da empresa, seus departamentos, sua linha de produção, suas instalações e sua visão perante o mercado. Uma análise correta da empresa, considerando fatores como fornecedores, concorrentes e clientes, pode ajudar a entender as dificuldades e conseguir superá-las, para que a mesma consiga atingir um crescimento sustentável e consistente.

25 24 REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA ARNOLD, J. R. Tony. Administração de Materiais. São Paulo: Atlas, DIAS, M. A. P. Administração de Materiais: Princípios, Conceitos e Gestão. 5ª ed. São Paulo: Atlas, NEVES, Silvério das; VICENCONTI, Paulo E. V. Introdução à Economia. 4ª ed. São Paulo: Frase Ltda, PEREIRA, Moacir. Logística Hospitalar: reposição contínua de medicamentos na farmácia. Piracicaba: Moinho Editorial, PORTER, Michael E. Vantagem Competitiva: criando e sustentando um desempenho superior. 17ª ed. São Paulo: Campos, ROESCH, Sylvia Maria Azevedo. Projetos de estágio do curso de administração: guia para pesquisas, projetos, estágios e trabalho e conclusão de curso. São Paulo: Atlas, ROSSETTI, José Paschoal. Introdução à Economia. 18ª ed. São Paulo: Atlas S/A, SANDRONI, Paulo. Dicionário de Economia. 3ª ed. São Paulo: Best Seller, SLACK, N.; CHAMBERS, S.; HARLAND, C.; HARRISON, A.; JOHNSTON, R.; Administração da Produção. São Paulo: Altas, VASCONCELLOS, Paulo Filho; PAGNONCELLI, Dernizo de. Construindo Estratégias para Competir no Século XXI. 3ª ed. Rio de Janeiro: Campus, 2001.

Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello

Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Prof. Roberto Marcello SI Sistemas de gestão A Gestão dos Sistemas Integrados é uma forma organizada e sistemática de buscar a melhoria de resultados.

Leia mais

Docente do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial UNOESTE. E mail: joselia@unoeste.br

Docente do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial UNOESTE. E mail: joselia@unoeste.br Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 141 A LOGÍSTICA COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO Douglas Fernandes 1, Josélia Galiciano Pedro 1 Docente do Curso Superior

Leia mais

GUIA DE ELABORAÇÃO DE PLANO DE NEGÓCIOS

GUIA DE ELABORAÇÃO DE PLANO DE NEGÓCIOS GUIA DE ELABORAÇÃO DE PLANO DE NEGÓCIOS Sumário 1. APRESENTAÇÃO... 2 2. PLANO DE NEGÓCIOS:... 2 2.1 RESUMO EXECUTIVO... 3 2.2 O PRODUTO/SERVIÇO... 3 2.3 O MERCADO... 3 2.4 CAPACIDADE EMPRESARIAL... 4 2.5

Leia mais

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Justificativa: As transformações ocorridas nos últimos anos têm obrigado as organizações a se modificarem constantemente e de forma

Leia mais

FORMAÇÃO DE PREÇO DE SERVIÇO

FORMAÇÃO DE PREÇO DE SERVIÇO CONTEÚDO DO CURSO DE FORMAÇÃO DE PREÇO DE SERVIÇO PROMOVIDO PELA www.administrabrasil.com.br - CONCEITO DE PREÇO NOS SERVIÇOS - FATORES DETERMINANTES DOS PREÇOS - ESTRATÉGIAS E ASPECTOS IMPORTANTES PARA

Leia mais

A CURVA ABC COMO FERRAMENTA PARA ANÁLISE DE ESTOQUES RESUMO

A CURVA ABC COMO FERRAMENTA PARA ANÁLISE DE ESTOQUES RESUMO A CURVA ABC COMO FERRAMENTA PARA ANÁLISE DE ESTOQUES Leider Simões, Unisalesiano de Lins e-mail: leidersimoes16@hotmail.com Profª M. Sc. Máris de Cássia Ribeiro, Unisalesiano Lins e-mail: maris@unisalesiano.edu.br

Leia mais

OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS

OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS Esta seção apresenta alguns dos problemas da gestão da cadeia de suprimentos discutidos em mais detalhes nos próximos capítulos. Estes problemas

Leia mais

Escolha os melhores caminhos para sua empresa

Escolha os melhores caminhos para sua empresa Escolha os melhores caminhos para sua empresa O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO Competitividade Perenidade Sobrevivência Evolução Orienta na implantação e no desenvolvimento de seu negócio

Leia mais

GESTÃO DE ESTOQUES SISTEMA DE GESTÃO DE ESTOQUE

GESTÃO DE ESTOQUES SISTEMA DE GESTÃO DE ESTOQUE GESTÃO DE ESTOQUES SISTEMA DE GESTÃO DE ESTOQUE Gestão Pública - 1º Ano Administração de Recursos Materiais e Patrimoniais Prof. Rafael Roesler Aula 5 Sumário Classificação ABC Previsão de estoque Custos

Leia mais

GESTÃO DE RECURSOS PATRIMONIAIS E LOGÍSTICOS

GESTÃO DE RECURSOS PATRIMONIAIS E LOGÍSTICOS Unidade I GESTÃO DE RECURSOS PATRIMONIAIS E LOGÍSTICOS Prof. Fernando Leonel Conteúdo da aula de hoje 1. Planejamento e controle de estoques. 2. A importância dos estoques. 3. Demanda na formação dos estoques.

Leia mais

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR Cada um de nós, na vida profissional, divide com a Essilor a sua responsabilidade e a sua reputação. Portanto, devemos conhecer e respeitar os princípios que se aplicam a todos.

Leia mais

Mesmo em uma construtora de menor porte, o processo de gestão pode ser bastante complexo. Este guia traz dicas de gerenciamento para atingir os

Mesmo em uma construtora de menor porte, o processo de gestão pode ser bastante complexo. Este guia traz dicas de gerenciamento para atingir os Mesmo em uma construtora de menor porte, o processo de gestão pode ser bastante complexo. Este guia traz dicas de gerenciamento para atingir os melhores resultados. 2 ÍNDICE SOBRE O SIENGE INTRODUÇÃO 01

Leia mais

Logística Empresarial. Global Sourcing A Globalização e a Nova Visão da Logística Parte II. Aula 6. Conceitos Importantes.

Logística Empresarial. Global Sourcing A Globalização e a Nova Visão da Logística Parte II. Aula 6. Conceitos Importantes. Logística Empresarial Aula 6 Global Sourcing A Globalização e a Nova Visão da Logística Parte II Prof. Me. John Jackson Buettgen Contextualização Conceitos Importantes Fluxos logísticos É o movimento ou

Leia mais

ERP. Enterprise Resource Planning. Planejamento de recursos empresariais

ERP. Enterprise Resource Planning. Planejamento de recursos empresariais ERP Enterprise Resource Planning Planejamento de recursos empresariais O que é ERP Os ERPs em termos gerais, são uma plataforma de software desenvolvida para integrar os diversos departamentos de uma empresa,

Leia mais

Assegurar o suprimento adequado de matéria-prima, material auxiliar, peças e insumos ao processo de fabricação;

Assegurar o suprimento adequado de matéria-prima, material auxiliar, peças e insumos ao processo de fabricação; 2. ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS Área da Administração responsável pela coordenação dos esforços gerenciais relativos às seguintes decisões: Administração e controle de estoques; Gestão de compras; Seleção

Leia mais

INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA

INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA Autor: Jeferson Correia dos Santos ARTIGO TÉCNICO INOVAÇÃO NA GESTÃO DE PÓS-VENDAS: SETOR AUTOMOTIVO RESUMO A palavra inovação tem sido atualmente umas das mais mencionadas

Leia mais

ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE NEGÓCIOS

ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE NEGÓCIOS ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE NEGÓCIOS O plano de negócios deverá conter: 1. Resumo Executivo 2. O Produto/Serviço 3. O Mercado 4. Capacidade Empresarial 5. Estratégia de Negócio 6. Plano de marketing

Leia mais

Logística e a Gestão da Cadeia de Suprimentos. "Uma arma verdadeiramente competitiva"

Logística e a Gestão da Cadeia de Suprimentos. Uma arma verdadeiramente competitiva Logística e a Gestão da Cadeia de Suprimentos "Uma arma verdadeiramente competitiva" Pequeno Histórico No período do pós-guerra até a década de 70, num mercado em franca expansão, as empresas se voltaram

Leia mais

Logística e Administração de Estoque. Definição - Logística. Definição. Profª. Patricia Brecht

Logística e Administração de Estoque. Definição - Logística. Definição. Profª. Patricia Brecht Administração Logística e Administração de. Profª. Patricia Brecht Definição - Logística O termo LOGÍSTICA conforme o dicionário Aurélio vem do francês Logistique e significa parte da arte da guerra que

Leia mais

ESTUDO DA IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PARA O COMÉRCIO VAREJISTA LUCIMEIRI CEZAR ANDRÉ

ESTUDO DA IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PARA O COMÉRCIO VAREJISTA LUCIMEIRI CEZAR ANDRÉ ESTUDO DA IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PARA O COMÉRCIO VAREJISTA LUCIMEIRI CEZAR ANDRÉ Acadêmica de Administração Geral na Faculdade Metropolitana de Maringá /PR - 2005 RESUMO: A atividade comercial

Leia mais

5 Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos

5 Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos 5 Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos 5.1 Conceitos e definições do supply chain management O conceito ou definição do SCM é algo recente na literatura especializada, datado mais precisamente da metade

Leia mais

Objetivos da Adm. de Estoque 1. Realizar o efeito lubrificante na relação produção/vendas

Objetivos da Adm. de Estoque 1. Realizar o efeito lubrificante na relação produção/vendas 1 Objetivos da Adm. de Estoque 1. Realizar o efeito lubrificante na relação produção/vendas Aumentos repentinos no consumo são absorvidos pelos estoques, até que o ritmo de produção seja ajustado para

Leia mais

LOGÍSTICA 1. Nubia Aparecida dos Reis Souza 2 RESUMO

LOGÍSTICA 1. Nubia Aparecida dos Reis Souza 2 RESUMO 1 LOGÍSTICA 1 Nubia Aparecida dos Reis Souza 2 RESUMO Versa o presente artigo sobre logística e suas aplicabilidades no mundo moderno. A logística foi criada para suprir necessidades durante a Segunda

Leia mais

TÍTULO: O CRM NA FIDELIZAÇÃO DE CLIENTES EM UMA EMPRESA DE MATERIAL PARA CONSTRUÇÃO

TÍTULO: O CRM NA FIDELIZAÇÃO DE CLIENTES EM UMA EMPRESA DE MATERIAL PARA CONSTRUÇÃO TÍTULO: O CRM NA FIDELIZAÇÃO DE CLIENTES EM UMA EMPRESA DE MATERIAL PARA CONSTRUÇÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO INSTITUIÇÃO: FACULDADE DE AURIFLAMA AUTOR(ES):

Leia mais

Análise do Ambiente Interno

Análise do Ambiente Interno Análise do Ambiente Interno Professor: Claudemir Duca Vasconcelos Disciplina: Estratégia e Planejamento Corporativo Alunas: Gleice Costa e Cintia Belo 16 Abril 2015 Ambiente Interno de uma Organização

Leia mais

2.1. COMPETINDO COM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

2.1. COMPETINDO COM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO 1 2.1. COMPETINDO COM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Fundamentos da Vantagem Estratégica ou competitiva Os sistemas de informação devem ser vistos como algo mais do que um conjunto de tecnologias que apoiam

Leia mais

1. Introdução. 1.1 Apresentação

1. Introdução. 1.1 Apresentação 1. Introdução 1.1 Apresentação Empresas que têm o objetivo de melhorar sua posição competitiva diante do mercado e, por consequência tornar-se cada vez mais rentável, necessitam ter uma preocupação contínua

Leia mais

LOGÍSTICA INTEGRADA: SATISFAÇÃO DOS CLIENTES E REDUÇÃO DE CUSTOS RESUMO

LOGÍSTICA INTEGRADA: SATISFAÇÃO DOS CLIENTES E REDUÇÃO DE CUSTOS RESUMO LOGÍSTICA INTEGRADA: SATISFAÇÃO DOS CLIENTES E REDUÇÃO DE CUSTOS RESUMO Este trabalho tem por objetivo a discussão do conceito de logística integrada e de roteirização. Tem como objetivo também mostrar

Leia mais

Evolução da Disciplina. Logística Empresarial. Aula 1. O Papel dos Sistemas Logísticos. Contextualização. O Mundo Atual

Evolução da Disciplina. Logística Empresarial. Aula 1. O Papel dos Sistemas Logísticos. Contextualização. O Mundo Atual Logística Empresarial Evolução da Disciplina Aula 1 Aula 1 O papel da Logística empresarial Aula 2 A flexibilidade e a Resposta Rápida (RR) Operadores logísticos: conceitos e funções Aula 3 Prof. Me. John

Leia mais

A atividade de Relações Públicas como suporte para a gestão socialmente responsável

A atividade de Relações Públicas como suporte para a gestão socialmente responsável A atividade de Relações Públicas como suporte para a gestão socialmente responsável Felipe de Oliveira Fernandes Vivemos em um mundo que está constantemente se modificando. O desenvolvimento de novas tecnologias

Leia mais

Competindo com Tecnologia da Informação. Objetivos do Capítulo

Competindo com Tecnologia da Informação. Objetivos do Capítulo Objetivos do Capítulo Identificar as diversas estratégias competitivas básicas e explicar como elas podem utilizar a tecnologia da informação para fazer frente às forças competitivas que as empresas enfrentam.

Leia mais

P á g i n a 3 INTRODUÇÃO

P á g i n a 3 INTRODUÇÃO P á g i n a 3 INTRODUÇÃO A Administração de Materiais compreende as decisões e o controle sobre o planejamento, programação, compra, armazenamento e distribuição dos materiais indispensáveis à produção

Leia mais

Plano de Marketing e Vendas e a Análise Estratégica do Negócio Fabiano Marques

Plano de Marketing e Vendas e a Análise Estratégica do Negócio Fabiano Marques Plano de Marketing e Vendas e a Análise Estratégica do Negócio Fabiano Marques Nada é mais perigoso do que uma idéia, quando ela é a única que temos. (Alain Emile Chartier) Neste módulo, faremos, a partir

Leia mais

Agilizando o processo de compras para aumentar a eficiência e comprar melhor

Agilizando o processo de compras para aumentar a eficiência e comprar melhor Agilizando o processo de compras para aumentar a eficiência e comprar melhor Toda empresa privada deseja gerar lucro e para que chegue com sucesso ao final do mês ela precisa vender, sejam seus serviços

Leia mais

PLANO DE NEGÓCIOS. Causas de Fracasso:

PLANO DE NEGÓCIOS. Causas de Fracasso: PLANO DE NEGÓCIOS Causas de Fracasso: Falta de experiência profissional Falta de competência gerencial Desconhecimento do mercado Falta de qualidade dos produtos/serviços Localização errada Dificuldades

Leia mais

22/02/2009. Supply Chain Management. É a integração dos processos do negócio desde o usuário final até os fornecedores originais que

22/02/2009. Supply Chain Management. É a integração dos processos do negócio desde o usuário final até os fornecedores originais que Supply Chain Management SUMÁRIO Gestão da Cadeia de Suprimentos (SCM) SCM X Logística Dinâmica Sugestões Definição Cadeia de Suprimentos É a integração dos processos do negócio desde o usuário final até

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS DE GESTÃO DE ESTOQUE EM UMA EMPRESA BENEFICIADORA DE VIDROS EM TERESINA PI

DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS DE GESTÃO DE ESTOQUE EM UMA EMPRESA BENEFICIADORA DE VIDROS EM TERESINA PI DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS DE GESTÃO DE ESTOQUE EM UMA EMPRESA BENEFICIADORA DE VIDROS EM TERESINA PI GEDAÍAS RODRIGUES VIANA 1 FRANCISCO DE TARSO RIBEIRO CASELLI 2 FRANCISCO DE ASSIS DA SILVA MOTA 3

Leia mais

O custeio ABC e sua utilização para estudar o preço de venda de produtos em uma empresa alimentícia e outra de bem durável na cidade de Uberlândia

O custeio ABC e sua utilização para estudar o preço de venda de produtos em uma empresa alimentícia e outra de bem durável na cidade de Uberlândia O custeio ABC e sua utilização para estudar o preço de venda de produtos em uma empresa alimentícia e outra de bem durável na cidade de Uberlândia Elaine Gomes Assis (UNIMINAS) elainega@uniminas.br Luciane

Leia mais

SISTEMAS DE NEGÓCIOS. a) SISTEMAS DE APOIO EMPRESARIAIS

SISTEMAS DE NEGÓCIOS. a) SISTEMAS DE APOIO EMPRESARIAIS 1 SISTEMAS DE NEGÓCIOS a) SISTEMAS DE APOIO EMPRESARIAIS 1. COLABORAÇÃO NAS EMPRESAS Os sistemas colaborativos nas empresas nos oferecem ferramentas para nos ajudar a colaborar, comunicando idéias, compartilhando

Leia mais

O Supply Chain Evoluiu?

O Supply Chain Evoluiu? O Supply Chain Evoluiu? Apresentação - 24º Simpósio de Supply Chain & Logística 0 A percepção de estagnação do Supply Chain influenciada pela volatilidade do ambiente econômico nos motivou a entender sua

Leia mais

GESTÃO DO NÍVEL DE SERVIÇO E SEGMENTAÇÃO DE MERCADO PARA DIFERENCIAÇÃO DOS SERVIÇOS DE RH. PROFa. EVELISE CZEREPUSZKO

GESTÃO DO NÍVEL DE SERVIÇO E SEGMENTAÇÃO DE MERCADO PARA DIFERENCIAÇÃO DOS SERVIÇOS DE RH. PROFa. EVELISE CZEREPUSZKO GESTÃO DO NÍVEL DE SERVIÇO E SEGMENTAÇÃO DE MERCADO PARA DIFERENCIAÇÃO DOS SERVIÇOS DE RH PROFa. EVELISE CZEREPUSZKO O QUE É NÍVEL DE SERVIÇO LOGÍSTICO? É a qualidade com que o fluxo de bens e serviços

Leia mais

Balanced Scorecard BSC. O que não é medido não é gerenciado. Medir é importante? Também não se pode medir o que não se descreve.

Balanced Scorecard BSC. O que não é medido não é gerenciado. Medir é importante? Também não se pode medir o que não se descreve. Balanced Scorecard BSC 1 2 A metodologia (Mapas Estratégicos e Balanced Scorecard BSC) foi criada por professores de Harvard no início da década de 90, e é amplamente difundida e aplicada com sucesso em

Leia mais

Northern Telecom Ltd (Nortel). Isto devido ao seu atraso na substituição da tecnologia analógica pela digital.

Northern Telecom Ltd (Nortel). Isto devido ao seu atraso na substituição da tecnologia analógica pela digital. MOTOROLA A empresa alcançou um faturamento global da ordem de US$ $37.6 bilhões em 2000. É líder mundial em sistemas e serviços eletrônicos avançados. Atuando de maneira globalizada em 45 países, mais

Leia mais

UnB Universidade de Brasília. Administração de Recursos Materiais. Tema: Gestão de estoque. Alunos: - Beliza de Ávila.

UnB Universidade de Brasília. Administração de Recursos Materiais. Tema: Gestão de estoque. Alunos: - Beliza de Ávila. UnB Universidade de Brasília Administração de Recursos Materiais Tema: Gestão de estoque Alunos: - Beliza de Ávila - Felipe Jordán - Guilherme de Miranda - Jefferson Coelho O conceito de ocupação física

Leia mais

Capítulo 2. Logística e Cadeia de Suprimentos

Capítulo 2. Logística e Cadeia de Suprimentos Capítulo 2 Logística e Cadeia de Suprimentos Prof. Glauber Santos glauber@justocantins.com.br 1 Capítulo 2 - Logística e Cadeia de Suprimentos Papel primordial da Logística na organização Gestão da Produção

Leia mais

Artigo publicado. na edição 17. www.revistamundologistica.com.br. Assine a revista através do nosso site. julho e agosto de 2010

Artigo publicado. na edição 17. www.revistamundologistica.com.br. Assine a revista através do nosso site. julho e agosto de 2010 Artigo publicado na edição 17 Assine a revista através do nosso site julho e agosto de 2010 www.revistamundologistica.com.br :: artigo 2010 Práticas Logísticas Um olhar sobre as principais práticas logísticas

Leia mais

SPEKTRUM SOLUÇÕES DE GRANDE PORTE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SPEKTRUM SAP Partner 1

SPEKTRUM SOLUÇÕES DE GRANDE PORTE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SPEKTRUM SAP Partner 1 SPEKTRUM SOLUÇÕES DE GRANDE PORTE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SPEKTRUM SAP Partner 1 PROSPERE NA NOVA ECONOMIA A SPEKTRUM SUPORTA A EXECUÇÃO DA SUA ESTRATÉGIA Para as empresas que buscam crescimento

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA 1 OBJETIVOS 1. Quais são as principais aplicações de sistemas na empresa? Que papel eles desempenham? 2. Como os sistemas de informação apóiam as principais funções empresariais:

Leia mais

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0 Autor: Marco Polo Viana. Bloco Suprimentos

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0 Autor: Marco Polo Viana. Bloco Suprimentos Bloco Suprimentos Controle de Produção PCP Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre o Módulo Controle de Produção PCP, que se encontra no Bloco Suprimentos. Todas informações aqui disponibilizadas

Leia mais

SISTEMAS ERP ENTERPRISE RESOURCES PLANNING

SISTEMAS ERP ENTERPRISE RESOURCES PLANNING SISTEMAS ERP ENTERPRISE RESOURCES PLANNING SISTEMAS ERP ENTERPRISE RESOURCEES PLANNING O ERP (Planejamento de Recursos Empresariais) consiste num sistema interfuncional que tem por missão integrar e automatizar

Leia mais

A Importância do Plano Financeiro no Plano de Negócios

A Importância do Plano Financeiro no Plano de Negócios A Importância do Plano Financeiro no Plano de Negócios Vanessa da Silva Sidônio vanessa_sidonio@hotmail.com Professor Heber Lavor Moreira heber@peritocontador.com.br Trabalho da Disciplina Administração

Leia mais

Press Release. Voith promove constantes mudanças 2014-12-10

Press Release. Voith promove constantes mudanças 2014-12-10 Press Release Voith promove constantes mudanças 2014-12-10 Reversão da tendência em pedidos recebidos se estabiliza: volume de pedidos aumenta em 7% no ano fiscal de 2013/14 Vendas consolidadas e lucro

Leia mais

Mensagem do presidente

Mensagem do presidente Mensagem do presidente A giroflex-forma está em um novo momento. Renovada, focada em resultados e nas pessoas, ágil e mais competitiva no mercado de assentos e de mobiliário corporativo. Representando

Leia mais

Departamento de Engenharia. ENG 1090 Introdução à Engenharia de Produção

Departamento de Engenharia. ENG 1090 Introdução à Engenharia de Produção Pontifícia Universidade Católica de Goiás Departamento de Engenharia Curso de Graduação em Engenharia de Produção ENG 1090 Introdução à Engenharia de Produção Prof. Gustavo Suriani de Campos Meireles Faz

Leia mais

Proposta de Candidatura Diretoria da Presidência Agrobio Consultoria Júnior Gestão 2013. Isabella Assunção Cerqueira Procópio

Proposta de Candidatura Diretoria da Presidência Agrobio Consultoria Júnior Gestão 2013. Isabella Assunção Cerqueira Procópio Proposta de Candidatura Diretoria da Presidência Agrobio Consultoria Júnior Gestão 2013 Isabella Assunção Cerqueira Procópio Janeiro de 2013 1 Sumário 1. Dados Básicos de Identificação...3 2. Histórico

Leia mais

Proposta de novos Indicadores para Gestão em Setores de Manutenção

Proposta de novos Indicadores para Gestão em Setores de Manutenção SEGeT Simpósio de Excelência em Gestão e Tecnologia 1 Proposta de novos Indicadores para Gestão em Setores de Manutenção RESUMO Atualmente, as organizações vêm buscando incessantemente novas ferramentas

Leia mais

UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO EM GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO EM GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO EM GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO PLANO DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DA Flash Lan House: FOCO NO ALINHAMENTO ENTRE CAPITAL HUMANO E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

Leia mais

Prof. Marcelo Mello. Unidade III DISTRIBUIÇÃO E

Prof. Marcelo Mello. Unidade III DISTRIBUIÇÃO E Prof. Marcelo Mello Unidade III DISTRIBUIÇÃO E TRADE MARKETING Canais de distribuição Canal vertical: Antigamente, os canais de distribuição eram estruturas mercadológicas verticais, em que a responsabilidade

Leia mais

Respostas da Lista de Exercícios do Módulo 2: Vantagem Competitiva. Resposta do Exercício 1

Respostas da Lista de Exercícios do Módulo 2: Vantagem Competitiva. Resposta do Exercício 1 Respostas da Lista de Exercícios do Módulo 2: Vantagem Competitiva 1 Resposta do Exercício 1 Uma organização usa algumas ações para fazer frente às forças competitivas existentes no mercado, empregando

Leia mais

- Como utilizar essas medidas para analisar, melhorar e controlar o desempenho da cadeia de suprimentos?

- Como utilizar essas medidas para analisar, melhorar e controlar o desempenho da cadeia de suprimentos? Fascículo 5 A medição do desempenho na cadeia de suprimentos Com o surgimento das cadeias de suprimento (Supply Chain), a competição no mercado tende a ocorrer cada vez mais entre cadeias produtivas e

Leia mais

Unidade IV. Gerenciamento de Produtos, Serviços e Marcas. Prof a. Daniela Menezes

Unidade IV. Gerenciamento de Produtos, Serviços e Marcas. Prof a. Daniela Menezes Unidade IV Gerenciamento de Produtos, Serviços e Marcas Prof a. Daniela Menezes Tipos de Mercado Os mercados podem ser divididos em mercado de consumo e mercado organizacional. Mercado de consumo: o consumidor

Leia mais

VERTICALIZAÇÃO OU UNIÃO ESTRATÉGICA

VERTICALIZAÇÃO OU UNIÃO ESTRATÉGICA VERTICALIZAÇÃO OU UNIÃO ESTRATÉGICA ABRAMGE-RS Dr. Francisco Santa Helena Presidente da ABRAMGE-RS Sistema ABRAMGE 3.36 milhões de internações; 281.1 milhões de exames e procedimentos ambulatoriais; 16.8

Leia mais

A medição do desempenho na cadeia de suprimentos JIT e compras

A medição do desempenho na cadeia de suprimentos JIT e compras A medição do desempenho na cadeia de suprimentos JIT e compras Medição do desempenho na cadeia de suprimentos Medição do desempenho Sob a perspectiva da gestão da produção, o desempenho pode ser definido

Leia mais

ERP. Planejamento de recursos empresariais

ERP. Planejamento de recursos empresariais ERP Enterprise Resource Planning Planejamento de recursos empresariais ERP Enterprise Resource Planning -Sistema de Gestão Empresarial -Surgimento por volta dos anos 90 -Existência de uma base de dados

Leia mais

Curso de Graduação em Administração. Administração da Produção e Operações I

Curso de Graduação em Administração. Administração da Produção e Operações I Curso de Graduação em Administração Administração da Produção e Operações I 3º Encontro - 24/02/2012 18:50 às 20:30h 02 Matar um elefante é fácil. Difícil é remover o cadáver. (Mikhail Gorbachev Estadista

Leia mais

CUSTOS DA QUALIDADE EM METALURGICAS DO SEGMENTOS DE ELEVADORES PARA OBRAS CÍVIS - ESTUDO DE CASO

CUSTOS DA QUALIDADE EM METALURGICAS DO SEGMENTOS DE ELEVADORES PARA OBRAS CÍVIS - ESTUDO DE CASO CUSTOS DA QUALIDADE EM METALURGICAS DO SEGMENTOS DE ELEVADORES PARA OBRAS CÍVIS - ESTUDO DE CASO José Roberto Santana Alexandre Ripamonti Resumo: Com a globalização da economia, as empresas, enfrentam

Leia mais

Palestrante Paulo Gerhardt Inspira, Motiva e Sensibiliza para Resultados Superiores

Palestrante Paulo Gerhardt Inspira, Motiva e Sensibiliza para Resultados Superiores Palestrante Paulo Gerhardt Inspira, Motiva e Sensibiliza para Resultados Superiores Com uma abordagem inovadora e lúdica, o professor Paulo Gerhardt tem conquistado plateias em todo o Brasil. Seu profundo

Leia mais

GESTÃO FINANCEIRA para FICAR NO Azul

GESTÃO FINANCEIRA para FICAR NO Azul GESTÃO FINANCEIRA para ficar no azul índice 03 Introdução 04 Capítulo 1 O que é gestão financeira? 06 Capítulo 2 Gestão financeira e tomada de decisões 11 13 18 Capítulo 3 Como projetar seu fluxo financeiro

Leia mais

Unidade IV LOGÍSTICA INTEGRADA. Profa. Marinalva R. Barboza

Unidade IV LOGÍSTICA INTEGRADA. Profa. Marinalva R. Barboza Unidade IV LOGÍSTICA INTEGRADA Profa. Marinalva R. Barboza Supply Chain Managment - SCM Conceito: Integração dos processos industriais e comerciais, partindo do consumidor final e indo até os fornecedores

Leia mais

Terceirização de Serviços de TI

Terceirização de Serviços de TI Terceirização de Serviços de TI A visão do Cliente PACS Quality Informática Ltda. 1 Agenda Terceirização: Perspectivas históricas A Terceirização como ferramenta estratégica Terceirização: O caso específico

Leia mais

Exercícios sobre Competindo com a Tecnologia da Informação

Exercícios sobre Competindo com a Tecnologia da Informação Exercícios sobre Competindo com a Tecnologia da Informação Exercício 1: Leia o texto abaixo e identifique o seguinte: 2 frases com ações estratégicas (dê o nome de cada ação) 2 frases com características

Leia mais

A Logística de Cargas Fracionadas e Novas Configurações do Mercado de Varejo.

A Logística de Cargas Fracionadas e Novas Configurações do Mercado de Varejo. A Logística de Cargas Fracionadas e Novas Configurações do Mercado de Varejo. Cristian Carlos Vicari (UNIOESTE) viccari@certto.com.br Rua Engenharia, 450 Jd. Universitário C.E.P. 85.819-190 Cascavel Paraná

Leia mais

PLANEJAMENTO E CONTROLE

PLANEJAMENTO E CONTROLE Unidade I PLANEJAMENTO E CONTROLE DE ESTOQUES Profa. Marinalva Barboza Planejamento e controle de estoques Objetivos da disciplina: Entender o papel estratégico do planejamento e controle de estoques.

Leia mais

COMO EXPLORAR OS BENEFÍCIOS DOS INDICADORES DE DESEMPENHO NA GESTÃO DE UM CSC. Lara Pessanha e Vanessa Saavedra

COMO EXPLORAR OS BENEFÍCIOS DOS INDICADORES DE DESEMPENHO NA GESTÃO DE UM CSC. Lara Pessanha e Vanessa Saavedra COMO EXPLORAR OS BENEFÍCIOS DOS INDICADORES DE DESEMPENHO NA GESTÃO DE UM CSC Lara Pessanha e Vanessa Saavedra A utilização de indicadores de desempenho é uma prática benéfica para todo e qualquer tipo

Leia mais

Vantagens Competitivas (de Michael Porter)

Vantagens Competitivas (de Michael Porter) Vantagens Competitivas (de Michael Porter) CURSO: Administração DISCIPLINA: Comércio Exterior FONTE: SOARES, Claudio César. Introdução ao Comércio Exterior Fundamentos Teóricos do Comércio Internacional.

Leia mais

Fornecedores. Apresentação. www.grupoquantica.com. Nosso desafio é o seu sucesso!

Fornecedores. Apresentação. www.grupoquantica.com. Nosso desafio é o seu sucesso! Fornecedores www.grupoquantica.com Apresentação 2010 A idéia Fundado e idealizado por Cleber Ferreira, Consultor de Marketing e Vendas, autor do livro Desperte o Vendedor Interior com Técnicas de Vendas

Leia mais

Palavras-chaves: Análise ABC, gestão de estoques, controle, diferencial.

Palavras-chaves: Análise ABC, gestão de estoques, controle, diferencial. ANÁLISE DA UTILIZAÇÃO DE FERRAMENTAS DE GESTÃO DE ESTOQUE EM UMA EMPRESA PRODUTORA DE BEBIDAS, COMO AUXÍLIO À GESTÃO DA LOGÍSTICA DE MATERIAIS EM UM CENÁRIO DE DEMANDA VARIÁVEL Eduardo Bezerra dos Santos

Leia mais

Planejamento da produção: Previsão de demanda para elaboração do plano de produção em indústria de sorvetes.

Planejamento da produção: Previsão de demanda para elaboração do plano de produção em indústria de sorvetes. Planejamento da produção: Previsão de demanda para elaboração do plano de produção em indústria de sorvetes. Tiago Esteves Terra de Sá (UFOP) tiagoeterra@hotmail.com Resumo: Este trabalho busca apresentar

Leia mais

7 CONCLUSÕES A presente dissertação teve como objetivo identificar e compreender o processo de concepção, implantação e a dinâmica de funcionamento do trabalho em grupos na produção, utilizando, para isso,

Leia mais

Segundo o dicionário da American Production Inventory Control Society, uma Cadeia de Suprimentos (Supply Chain) pode ser definida como:

Segundo o dicionário da American Production Inventory Control Society, uma Cadeia de Suprimentos (Supply Chain) pode ser definida como: Fascículo 4 Gestão na cadeia de suprimentos Cadeias de suprimentos Segundo o dicionário da American Production Inventory Control Society, uma Cadeia de Suprimentos (Supply Chain) pode ser definida como:

Leia mais

LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza

LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza edwin@engenharia-puro.com.br www.engenharia-puro.com.br/edwin Nível de Serviço ... Serviço ao cliente é o resultado de todas as atividades logísticas ou do

Leia mais

7. Viabilidade Financeira de um Negócio

7. Viabilidade Financeira de um Negócio 7. Viabilidade Financeira de um Negócio Conteúdo 1. Viabilidade de um Negócios 2. Viabilidade Financeira de um Negócio: Pesquisa Inicial 3. Plano de Viabilidade Financeira de um Negócio Bibliografia Obrigatória

Leia mais

O CONTROLE DE ESTOQUE COMO FERRAMENTA COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES

O CONTROLE DE ESTOQUE COMO FERRAMENTA COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES 1 O CONTROLE DE ESTOQUE COMO FERRAMENTA COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES Cesar Paulo Lomba (Discente do 4º período de Tecnologia de Gestão Financeira das Faculdades Integradas de Três Lagoas AEMS) Maria Luzia

Leia mais

ANÁLISE DE MELHORIAS RELACIONADAS À FABRICAÇÃO DE BOLSAS DE LONA DE BANNER

ANÁLISE DE MELHORIAS RELACIONADAS À FABRICAÇÃO DE BOLSAS DE LONA DE BANNER ANÁLISE DE MELHORIAS RELACIONADAS À FABRICAÇÃO DE BOLSAS DE LONA DE BANNER Adriana de Paula Lacerda dos Santos (Doutura em Engenharia de Produção, UFPR, adrianapls1@gmail.com) Marcell Mariano Correa Maceno

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO GERENCIAL PARA AS EMPRESAS

A IMPORTÂNCIA DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO GERENCIAL PARA AS EMPRESAS A IMPORTÂNCIA DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO GERENCIAL PARA AS EMPRESAS Gilmar da Silva, Tatiane Serrano dos Santos * Professora: Adriana Toledo * RESUMO: Este artigo avalia o Sistema de Informação Gerencial

Leia mais

FINANÇAS A B C D A R$ 24.000,00. B R$ 12.000,00. C R$ 2.000,00. D R$ 0,00.

FINANÇAS A B C D A R$ 24.000,00. B R$ 12.000,00. C R$ 2.000,00. D R$ 0,00. ESPE/Un SERE 2013 Nas questões a seguir, marque, para cada uma, a única opção correta, de acordo com o respectivo comando. Para as devidas marcações, use a Folha de Respostas, único documento válido para

Leia mais

Unidade I GESTÃO DE SUPRIMENTOS E LOGÍSTICA. Prof. Léo Noronha

Unidade I GESTÃO DE SUPRIMENTOS E LOGÍSTICA. Prof. Léo Noronha Unidade I GESTÃO DE SUPRIMENTOS E LOGÍSTICA Prof. Léo Noronha A administração de materiais A administração de materiais procura conciliar as necessidades de suprimentos com a otimização dos recursos financeiros

Leia mais

O PLANEJAMENTO DE COMUNICAÇÃO COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO

O PLANEJAMENTO DE COMUNICAÇÃO COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO O PLANEJAMENTO DE COMUNICAÇÃO COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO Josiane Corrêa 1 Resumo O mundo dos negócios apresenta-se intensamente competitivo e acirrado. Em diversos setores da economia, observa-se a forte

Leia mais

MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO: QUANTO SOBRA PARA SUA EMPRESA?

MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO: QUANTO SOBRA PARA SUA EMPRESA? MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO: QUANTO SOBRA PARA SUA EMPRESA? Que nome estranho! O que é isso? Essa expressão, Margem de Contribuição, pode soar estranha aos ouvidos, mas entender o que significa ajudará muito

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL

A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL Aldemar Dias de Almeida Filho Discente do 4º ano do Curso de Ciências Contábeis Faculdades Integradas de Três Lagoas AEMS Élica Cristina da

Leia mais

Importância da normalização para as Micro e Pequenas Empresas 1. Normas só são importantes para as grandes empresas...

Importância da normalização para as Micro e Pequenas Empresas 1. Normas só são importantes para as grandes empresas... APRESENTAÇÃO O incremento da competitividade é um fator decisivo para a maior inserção das Micro e Pequenas Empresas (MPE), em mercados externos cada vez mais globalizados. Internamente, as MPE estão inseridas

Leia mais

APURAÇÃO DO LUCRO LÍQUIDO NO COMÉRCIO

APURAÇÃO DO LUCRO LÍQUIDO NO COMÉRCIO APURAÇÃO DO LUCRO LÍQUIDO NO COMÉRCIO O Sr. Fúlvio Oliveira, empresário de uma loja de confecções, está seriamente preocupado com seu negócio. As dívidas não param de crescer. Vamos entender sua situação.

Leia mais

Plataforma da Informação. Finanças

Plataforma da Informação. Finanças Plataforma da Informação Finanças O que é gestão financeira? A área financeira trata dos assuntos relacionados à administração das finanças das organizações. As finanças correspondem ao conjunto de recursos

Leia mais

A Importância do Marketing nos Serviços da. Área de Saúde - Estratégias utilizadas para fidelizar o cliente

A Importância do Marketing nos Serviços da. Área de Saúde - Estratégias utilizadas para fidelizar o cliente A Importância do Marketing nos Serviços da Área de Saúde - Estratégias utilizadas para fidelizar o cliente Hellen Souza¹ Universidade do Vale do Rio dos Sinos UNISINOS RESUMO Este artigo aborda a importância

Leia mais

Resenha. Inovação: repensando as organizações (BAUTZER, Daise. São Paulo: Atlas, 2009.)

Resenha. Inovação: repensando as organizações (BAUTZER, Daise. São Paulo: Atlas, 2009.) Resenha Inovação: repensando as organizações (BAUTZER, Daise. São Paulo: Atlas, 2009.) Patrícia Morais da Silva 1 Superar as expectativas do mercado atendendo de forma satisfatória as demandas dos clientes

Leia mais

COMÉRCIO E DISTRIBUIÇÃO DE ALIMENTOS.

COMÉRCIO E DISTRIBUIÇÃO DE ALIMENTOS. COMÉRCIO E DISTRIBUIÇÃO DE ALIMENTOS. A Rio Quality existe com o objetivo de proporcionar a total satisfação dos clientes e contribuir para o sucesso de todos. Essa integração se dá através do investimento

Leia mais

Gerenciamento simultâneo de produção e processo

Gerenciamento simultâneo de produção e processo Gerenciamento simultâneo de produção e processo Leonardo Werncke Oenning - Departamento de Engenharia de Materiais UNESC, wo.leo@hotmail.com Leopoldo Pedro Guimarães Filho UNESC, lpg@unesc.net; Dino Gorini

Leia mais

Indicadores de Desempenho Julho de 2014

Indicadores de Desempenho Julho de 2014 Alguns fatores contribuiram para acentuar a desaceleração da produção industrial, processo que teve início a partir de junho de 2013 como pode ser observado no gráfico nº 1. A Copa do Mundo contribuiu

Leia mais

Marketing Estratégico no Agronegócio Brasileiro

Marketing Estratégico no Agronegócio Brasileiro Marketing Estratégico no Agronegócio Brasileiro Prof. Adriano Alves Fernandes DCAB - Departamento de Ciências Agrárias e Biológicas CEUNES - Universidade Federal do Espírito Santo 1- Introdução Uma grande

Leia mais

Análise econômica das novas regras de solvência das seguradoras brasileiras Francisco Galiza 1 Outubro/2007

Análise econômica das novas regras de solvência das seguradoras brasileiras Francisco Galiza 1 Outubro/2007 Análise econômica das novas regras de solvência das seguradoras brasileiras Francisco Galiza 1 Outubro/2007 1) Introdução Nos últimos dias úteis de 2006, o Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP)

Leia mais