GAMEC - GRUPO DE ASSISTÊNCIA MÉDICA EMPRESARIAL DO CEARÁ LTDA.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "GAMEC - GRUPO DE ASSISTÊNCIA MÉDICA EMPRESARIAL DO CEARÁ LTDA."

Transcrição

1 GAMEC - GRUPO DE ASSISTÊNCIA MÉDICA EMPRESARIAL DO CEARÁ LTDA. NOTA TÉCNICA ATUARIAL REAJUSTE DO AGRUPAMENTO DE CONTRATOS COLETIVOS (RN 309/2012) MARÇO/2015

2 SUMÁRIO 1. OBJETIVO 3 2. BASE LEGAL 3 3. METODOLOGIA DE CÁLCULO DO REAJUSTE 5 4. INFORMAÇÕES DISPONIBILIZADAS 6 5. DESEMPENHO DO AGRUPAMENTO DOS CONTRATOS E PERCENTUAL DE REAJUSTE 7 6. ANÁLISE ATUARIAL DAS CLÁUSULAS DE REAJUSTE 8 7. CONSIDERAÇÕES FINAIS 10 2

3 1. OBJETIVO Esta nota técnica tem por objetivo apresentar os resultados da análise do desempenho dos contratos coletivos do GAMEC, bem como o percentual de reajuste a ser aplicado de acordo com a metodologia constante nas respectivas cláusulas contratuais. Convém lembrar que o reajuste tratado nesta Nota refere-se aos contratos coletivos com menos de 30 (trinta) beneficiários, em observância ao estabelecido na Resolução Normativa RN nº 309, de 24/10/2012. Adicionalmente, apresenta-se o resultado de uma análise atuarial acerca da adequabilidade das regras contratuais de reajuste, ao perfil do agrupamento de contratos coletivos. 2. BASE LEGAL A Resolução Normativa RN nº 309/20012, estabelece em seu Art. 3º: É obrigatório às operadoras de planos privados de assistência à saúde formar um agrupamento com todos os seus contratos coletivos com menos de 30 (trinta) beneficiários para o cálculo do percentual de reajuste que será aplicado a esse agrupamento. Da Apuração da Quantidade de Beneficiários A quantidade de beneficiários em um contrato deverá ser apurada anualmente no mês de seu aniversário. Será considerado um contrato agregado ao agrupamento aquele que possuir quantidade de beneficiários igual ou inferior à quantidade estabelecida para a formação do agrupamento na data de aniversário do contrato, ainda que ocorra posterior variação da quantidade de beneficiários. Caso a quantidade de beneficiários do contrato agregado seja superior à quantidade estabelecida para a formação do agrupamento, esse contrato ficará desagregado do agrupamento. A apuração da quantidade de beneficiários do contrato deverá levar em conta todos os planos a ele vinculados. Em se tratando de contrato firmado entre a operadora e a administradora de benefícios na condição de estipulante, para a apuração da quantidade de beneficiários, a operadora deverá levar em conta todos os beneficiários vinculados ao contrato com a administradora. Em se tratando de administradora de benefícios na condição de prestadora de serviços para a pessoa jurídica contratante, para a apuração da quantidade de beneficiários, a operadora deverá levar em conta os beneficiários vinculados a cada contrato firmado. 3

4 Da Aplicação do Reajuste O percentual de reajuste calculado para o agrupamento de contratos será aplicado no mês de aniversário do contrato no período que vai do mês de maio ao mês de abril do ano subsequente, imediatamente posterior ao período de cálculo do reajuste. O valor do percentual do reajuste calculado para o agrupamento de contratos deverá ser único, sendo vedado qualquer tipo de variação. O percentual de reajuste somente será aplicado aos contratos agregados ao agrupamento considerando a data do seu último aniversário ou, na hipótese de inexistência dessa data, se foram agregados ao agrupamento no momento de sua assinatura. Aos contratos não agregados ao agrupamento, deve-se aplicar o reajuste de acordo com a cláusula de reajuste vigente, nos termos do contrato. Dos Aspectos Operacionais A operadora deverá divulgar até o primeiro dia útil do mês de maio de cada ano, e manter em seu endereço eletrônico na internet, o percentual de reajuste a ser aplicado ao agrupamento de contratos, bem como identificar os contratos que receberão o reajuste, com o código informado no sistema RPC, e seus respectivos planos, com número de registro na ANS. Quando a operadora de planos privados de assistência à saúde optar pelos sub-agrupamentos, os percentuais de reajuste deverão ser divulgados, por tipo de cobertura, nas mesmas condições acima. A operadora deverá observar a obrigação de informar o percentual aplicado por meio do boleto e da fatura de cobrança, conforme estabelece o artigo 16 da RN n.º 171, de 29 de abril de 2008, ou seja, os boletos e faturas de cobrança com a primeira parcela reajustada dos planos coletivos, deverão conter as seguintes informações: Se o plano é coletivo com ou sem patrocínio; O nome do plano, nº do registro do plano na ANS ou código de identificação no Sistema de Cadastro de Planos Antigos, e número do contrato ou da apólice; Data e percentual do reajuste aplicado ao contrato coletivo; Valor cobrado, especificando o valor ou a parcela para pagamento do beneficiário; e Que o reajuste será comunicado à ANS em até trinta dias após sua aplicação. Para cobrança mensal dos beneficiários, por qualquer meio, como desconto em folha ou débito bancário, ainda que não sejam emitidos pela operadora, esta deverá diligenciar para que os beneficiários recebam, no mês do reajuste, um documento contendo as informações acima. Para a aplicação do percentual de reajuste calculado, não será necessária a autorização prévia da ANS, porém, poderão ser solicitados, a qualquer tempo, a metodologia e os dados utilizados pela operadora 4

5 no cálculo do reajuste do agrupamento para a verificação do percentual aplicado, ocasião em que a Operadora terá prazo máximo de 10 dias úteis para atender referida solicitação. Das Penalidades Deixar de publicar ou divulgar, nos meios definidos nos normativos específicos, as informações exigidas pela ANS: Sanção - multa de R$ ,00. Deixar a operadora de promover o agrupamento com todos os seus contratos coletivos com menos de 30 (trinta) beneficiários, ou com o quantitativo de beneficiários estipulado pela própria operadora, ou promovê-lo em desacordo com a regulamentação específica para o cálculo do percentual de reajuste que será aplicado a esse agrupamento: Sanção - multa de R$ ,00. Deixar a operadora de aditar o contrato quando obrigada a fazê-lo, nos termos do normativo específico, para fins de aplicação do reajuste calculado a partir do agrupamento de contratos: Sanção - multa de R$ , METODOLOGIA DE CÁLCULO DO REAJUSTE Para apuração do percentual de reajuste a ser aplicado no agrupamento de contratos com menos de 30 (trinta) beneficiários, considerou-se o disposto na cláusula de reajuste constante no contrato de prestação de serviços médicos e hospitalares, transcrito a seguir: 2.1 Nos termos da legislação vigente, o valor das mensalidades e a tabela de preços para novas adesões serão reajustados anualmente, de acordo com a variação do Índice de reajuste dos contratos individuais/familiares. Este será apurado no período de 12 meses consecutivos entre o mês de agosto e julho subsequente Na hipótese de descontinuidade do índice estabelecido no item 2.1, será estipulado novo índice mediante instrumento específico. 2.2 Caso seja verificado o desequilíbrio econômico-atuarial da carteira de planos coletivos com até 29 beneficiários, este será reavaliado, nos termos descritos a seguir O desequilíbrio é constatado quando o nível de sinistralidade da carteira ultrapassar o índice de 70% (Sm), cuja base é a proporção entre as despesas assistenciais e as receitas diretas do plano, apuradas no período de 12 meses consecutivos entre o mês de agosto e julho subsequente Neste caso, para o cálculo do percentual de reajuste será aplicada a seguinte fórmula: R = ( S / Sm) - 1 Onde: S - Sinistralidade apurada no período Sm - Meta de Sinistralidade expressa em contrato 5

6 2.2.3 Na hipótese de se constatar a necessidade de aplicação do reajuste por sinistralidade, previsto no item 2.2, este deverá ser procedido de forma complementar ao especificado no item 2.1 e na mesma data, de forma a garantir a anualidade dos reajustes. Assim, conforme o disposto no contrato, o percentual total de reajuste será calculado com base na seguinte formulação: Percentual Total de Reajuste = [(1+R) * (1+R ans)] -1 Onde: R Percentual de reajuste por sinistralidade R ans Percentual de reajuste divulgado pela ANS para contratos individuais 4. INFORMAÇÕES DISPONIBILIZADAS Para o cálculo do percentual de reajuste dos contratos coletivos com menos de 30 (trinta) beneficiários do GAMEC, foram consideradas as seguintes informações: a) Relação de contratos com menos de 30 (trinta) beneficiários, disponibilizada pelo GAMEC; b) Aditivo contratual, acerca do reajuste aplicado ao agrupamento de contratos coletivos com menos de 30 (trinta) beneficiários; e, c) Histórico de beneficiários, receitas e custos assistenciais, no período de janeiro/2014 a dezembro/2014, disponibilizado pelo GAMEC, conforme resumo apresentado em anexo. Importante destacar que as informações relativas aos contratos agrupados, nos termos da Resolução Normativa RN nº 309/2012, são de responsabilidade do GAMEC, assim como a apuração da quantidade de beneficiários pelo respectivo mês de aniversário. 6

7 5. DESEMPENHO DO AGRUPAMENTO DOS CONTRATOS E PERCENTUAL DE REAJUSTE A partir das informações disponibilizadas apurou-se o resultado geral do agrupamento dos contratos, conforme apresentado no quadro abaixo: Período de apuração da qtde de beneficiários: Janeiro/2014 a Dezembro/2014 Período de cálculo de reajuste: Março/2015 Período de aplicação do reajuste: Maio/2015 a Abril/2016 OPERADORA Vidas Receita Assistencial Custo Assistencial Resultado Índice de Sinistralidade Margem de Contribuição GAMEC , , ,81 59,72% 40,28% Constata-se que o grupo de contratos analisado apresentou uma sinistralidade de 59,72%, e, portanto, inferior à meta estabelecida em contrato de 70% (setenta por cento). Aplicando-se a cláusula de reajuste constante nos contratos, o percentual de reajuste a ser aplicado nos contratos em questão é de 9,65% (nove vírgula sessenta e cinco por cento), conforme abaixo: Reajuste da ANS 9,65% Reajuste Técnico 0,00% Reajuste Total 9,65% 7

8 6. ANÁLISE ATUARIAL DAS CLÁUSULAS DE REAJUSTE A presente análise tem como objetivo avaliar a adequação técnica das cláusulas contratuais de reajuste, frente ao risco atuarial ao qual o grupo está efetivamente exposto. Para efeito do cálculo do prêmio comercial, o valor per capita será ajustado pelo limite superior de um intervalo de confiança, considerando os dados relativos aos custos assistenciais dos doze meses do período utilizado na apuração do percentual de reajuste (janeiro/2014 a dezembro/2014). Esse valor será calculado pela seguinte fórmula: Prêmio Comercial x t (1, n1) (1 ) s n Onde: t ( 1, n1) n x s é a média aritmética dos montantes dos custos assistenciais médios per capita, considerando como amostra doze meses do período avaliado; é o desvio-padrão dos montantes dos custos assistenciais médios per capita, considerando como amostra doze meses do período avaliado; é o quantil uni-caudal da distribuição T-Student correspondente ao nível de confiança 1 e (n-1) graus de liberdade; é o número de amostras (doze meses); α é o nível de significância estatística; e, é o carregamento correspondente às despesas não assistenciais. No caso do GAMEC, considera-se que a meta de sinistralidade dos contratos coletivos com menos de 30 (trinta) beneficiários equivale a 70% (setenta por cento). Dessa forma, conclui-se que o carregamento das despesas não assistenciais equivale a 30% (trinta por cento). A partir da metodologia acima descrita, calculam-se os prêmios comerciais ajustados pelo limite superior do intervalo de confiança da distribuição T-Student, com diferentes níveis de confiabilidade, 8

9 a fim de verificar a adequabilidade das regras de reajuste ao risco atuarial do agrupamento de contratos. No GRÁFICO Nº 1 verifica-se a curva estimada pela distribuição estatística comparativamente aos prêmios comerciais per capita atual e reajustado pelo percentual apresentado no item 0. GRÁFICO Nº 1 ANÁLISE DO RISCO ATUARIAL DAS REGRAS CONTRATUAIS DE REAJUSTE A partir dos dados observados, verifica-se que a mensalidade média per capita reajustada para R$ 99,85, de acordo com a metodologia prevista em contrato (reajuste de 9,65%), é compatível com o risco atribuído ao respectivo grupo de beneficiários, com a confiabilidade estatística equivalente a 93,48%. Ou seja, estima-se que o risco de que a receita assistencial média não seja suficiente para a cobertura da totalidade dos custos incorridos é de 6,52%. Destarte, as cláusulas de reajuste, conforme descritas no item 3, estão adequadas ao atual risco atuarial dos contratos coletivos com menos de 30 (trinta) beneficiários do GAMEC, considerando as características vigentes dessa carteira de beneficiários, ou seja, a quantidade de vidas, perfil etário e perfil de utilização observado no período analisado. Convém ressaltar que a adequabilidade das cláusulas de reajuste diz respeito ao período ora avaliado, devendo ser periodicamente revisto, por ocasião da análise de desempenho e cálculo do percentual de reajuste dos referidos contratos. 9

10 7. CONSIDERAÇÕES FINAIS O presente relatório refere-se ao cálculo do percentual de reajuste a ser aplicado ao agrupamento de contratos de planos coletivos com menos de 30 (trinta) beneficiários, cujos custos assistenciais foram inferidos tomando-se como base a experiência de sinistros dos atuais beneficiários desses contratos conforme estabelecido na RN 309, segundo os dados disponibilizada pela Operadora. Importante ressaltar que os resultados aqui apresentados estão condicionados à consistência das informações que os subsidiaram, sendo lógico inferir que erros porventura remanescentes nos dados de entrada conduziram a equívocos nos resultados. Esta é a nossa Nota Técnica Atuarial. Fortaleza-CE, 24 de março de Andreia Dantas Bandeira de Melo Atuária MIBA Arianny Mary Moura Chaves Atuária MIBA

11 ANEXO GAMEC - RESUMO DOS DADOS HISTÓRICOS (JAN/2014 DEZ/2014) Competência Vidas Receita Total Custo Líquido Total Resultado Total Sinistralidade Receita média Custo Médio Resultado Médio jan/ , , ,44 44,00% 91,69 40,34 51,34 fev/ , , ,86 53,75% 86,91 46,71 40,19 mar/ , , ,66 51,80% 82,11 42,53 39,57 abr/ , , ,64 61,80% 80,47 49,74 30,74 mai/ , , ,12 68,59% 83,09 56,99 26,10 jun/ , , ,98 67,50% 84,53 57,06 27,47 jul/ , , ,98 57,69% 94,47 54,50 39,97 ago/ , , ,47 71,22% 79,84 56,86 22,98 set/ , , ,09 48,30% 111,32 53,77 57,55 out/ , , ,15 56,45% 103,06 58,18 44,88 nov/ , , ,30 79,17% 83,43 66,05 17,38 dez/ , , ,12 61,42% 108,79 66,82 41,97 TOTAL , , ,81 59,72% 91,06 54,38 36,68 11

REAJUSTE DAS CONTRAPRESTAÇÕES PECUNIÁRIAS DE CONTRATOS DE CONTRATAÇÃO COLETIVA OPERADORA: PORTO DIAS SAÚDE CNPJ: 06.145.428/0001-09 REGISTRO ANS: 41.508-1 PERÍODO DE APLICAÇÃO: Maio/2016 a Abril/2017 PERCENTUAL

Leia mais

Dispõe sobre o agrupamento de contratos coletivos de planos privados de assistência à saúde para fins de cálculo e aplicação de reajuste.

Dispõe sobre o agrupamento de contratos coletivos de planos privados de assistência à saúde para fins de cálculo e aplicação de reajuste. RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN Nº 309, DE 24 DE OUTUBRO DE 2012 Dispõe sobre o agrupamento de contratos coletivos de planos privados de assistência à saúde para fins de cálculo e aplicação de reajuste. A Diretoria

Leia mais

Instrumento de Comercialização de Planos de Saúde

Instrumento de Comercialização de Planos de Saúde De 30 à 99 vidas Com Coparticipação 1. DAS PARTES: 1.1. Celebra(m) o presente instrumento, na qualidade de CONTRATANTE(S), a(s) pessoa(s) jurídica(s) abaixo qualificada(s): RAZÃO SOCIAL: NOME FANTASIA:

Leia mais

RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN Nº 396, DE 25 DE JANEIRO DE 2016

RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN Nº 396, DE 25 DE JANEIRO DE 2016 RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN Nº 396, DE 25 DE JANEIRO DE 2016 Altera a Resolução Normativa RN nº 124, de 30 de março de 2006, que dispõe sobre a aplicação de penalidades para as infrações à legislação dos

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR. Diretoria de Normas e Habilitação dos Produtos

MINISTÉRIO DA SAÚDE AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR. Diretoria de Normas e Habilitação dos Produtos 1 MINISTÉRIO DA SAÚDE AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR Diretoria de Normas e Habilitação dos Produtos LEGENDA: EXC NR INC - Quadrículas sombreadas referem-se a textos revogados na Lei - Textos com

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR DIRETORIA COLEGIADA. RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN No- 389, DE 26 DE NOVEMBRO DE 2015

AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR DIRETORIA COLEGIADA. RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN No- 389, DE 26 DE NOVEMBRO DE 2015 AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR DIRETORIA COLEGIADA RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN No- 389, DE 26 DE NOVEMBRO DE 2015 Dispõe sobre a transparência das informações no âmbito da saúde suplementar, estabelece

Leia mais

PRECIFICAÇÃO DE PLANOS. Oclair Custódio dos Santos

PRECIFICAÇÃO DE PLANOS. Oclair Custódio dos Santos PRECIFICAÇÃO DE PLANOS DE SAÚDE Oclair Custódio dos Santos 2 Programação - Precificação FDPR OBJETIVOS ASPECTOS CONCEITUAIS APLICADOS AO CÁLCULO ATUARIAL ASPECTOS DA GESTÃO DE RISCO NOS PLANOS DE SAÚDE

Leia mais

RESOLUÇÃO NORMATIVA RN Nº 195, DE 14 DE JULHO DE 2009.

RESOLUÇÃO NORMATIVA RN Nº 195, DE 14 DE JULHO DE 2009. RESOLUÇÃO NORMATIVA RN Nº 195, DE 14 DE JULHO DE 2009. Dispõe sobre a classificação e características dos planos privados de assistência à saúde, regulamenta a sua contratação, institui a orientação para

Leia mais

RESOLUÇÃO - RDC Nº 77, DE 17 DE JULHO DE 2001*

RESOLUÇÃO - RDC Nº 77, DE 17 DE JULHO DE 2001* RESOLUÇÃO - RDC Nº 77, DE 17 DE JULHO DE 2001* Dispõe sobre os critérios de constituição de garantias financeiras a serem observados pelas Operadoras de Planos de Assistência à Saúde -OPS. A Diretoria

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE DOS EMPREGADOS DA COPASA COPASS SAÚDE

ASSOCIAÇÃO DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE DOS EMPREGADOS DA COPASA COPASS SAÚDE ASSOCIAÇÃO DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE DOS EMPREGADOS DA COPASA COPASS SAÚDE DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS REFERENTES AO EXERCÍCIO BASE DE 2011 ASSOCIAÇÃO DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE DOS EMPREGADOS DA COPASA COPASS SAÚDE

Leia mais

FORMAÇÃO DE PREÇOS. Baltazar Luis Canello Gerência Atuarial e de Risco Unimed do Estado de SC

FORMAÇÃO DE PREÇOS. Baltazar Luis Canello Gerência Atuarial e de Risco Unimed do Estado de SC FORMAÇÃO DE PREÇOS EM SAÚDE Baltazar Luis Canello Gerência Atuarial e de Risco Unimed do Estado de SC 2 MODELO DE SANTA CATARINA A Federação Santa Catarina presta diversos serviços para as suas Singulares,

Leia mais

Agência Nacional de Saúde Suplementar A agência reguladora dos planos de saúde do Brasil

Agência Nacional de Saúde Suplementar A agência reguladora dos planos de saúde do Brasil Agência Nacional de Saúde Suplementar A agência reguladora dos planos de saúde do Brasil 2 Agenda Regulatória Eixo 1 Modelo de Financiamento do Setor; Eixo 2 Garantia de Qualidade e Acesso Assistencial;

Leia mais

CIRCULAR SUSEP N 71, de 11 de dezembro de 1998.

CIRCULAR SUSEP N 71, de 11 de dezembro de 1998. CIRCULAR SUSEP N 71, de 11 de dezembro de 1998. Dispõe sobre a operação dos contratos previdenciários dos planos coletivos que tenham por finalidade a concessão de benefícios a pessoas físicas vinculadas

Leia mais

CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE ASSISTÊNCIA ODONTOLÓGICA

CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE ASSISTÊNCIA ODONTOLÓGICA CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE ASSISTÊNCIA ODONTOLÓGICA Modelo de contrato Protegido pela Lei nº 9.610, de 19/02/1998 - Lei de Direitos Autorais IDENTIFICAÇÃO DAS PARTES CONTRATANTES CONTRATANTE:(Nome

Leia mais

Governo do Estado do Rio de Janeiro Secretaria de Estado de Fazenda Departamento Geral de Administração e Finanças TERMO DE REFERÊNCIA

Governo do Estado do Rio de Janeiro Secretaria de Estado de Fazenda Departamento Geral de Administração e Finanças TERMO DE REFERÊNCIA TERMO DE REFERÊNCIA Código de Classificação: 13.02.01.15 1 DO OBJETO: A presente licitação tem por objeto a contratação de empresa para prestação dos serviços de cobertura securitária (seguro) para assegurar

Leia mais

Manual de Orientação para Contratação do Plano de Saúde

Manual de Orientação para Contratação do Plano de Saúde Manual de Orientação para Contratação do Plano de Saúde Maio/2016 www.cabesp.com.br CNPJ 62.231.527/0001-84 Plano Cabesp Família: 442.499/03-9 ANS - nº 35233-1 3 ÍNDICE ITEM PÁGINA PLANO DE ASSISTÊNCIA

Leia mais

Resposta Área Técnica: Sim. Desde que atendam aos pré-requisitos constantes no Edital.

Resposta Área Técnica: Sim. Desde que atendam aos pré-requisitos constantes no Edital. Advocacia-Geral da União Secretaria-Geral de Administração Superintendência de Administração no Distrito Federal Coordenação de Compras Licitações e Contratos Divisão de Compras e Licitações ESCLARECIMENTO

Leia mais

Esta versão não substitui a publicada no DOU INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 02, DE 30 DE SETEMBRO DE 2005

Esta versão não substitui a publicada no DOU INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 02, DE 30 DE SETEMBRO DE 2005 Esta versão não substitui a publicada no DOU INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 02, DE 30 DE SETEMBRO DE 2005 Dispõe sobre os critérios e procedimentos relativos ao enquadramento de projetos de produção de biodiesel

Leia mais

Art. 1º Aprovar o Regulamento para Designação de Organismos de Avaliação da Conformidade, em anexo.

Art. 1º Aprovar o Regulamento para Designação de Organismos de Avaliação da Conformidade, em anexo. MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR-MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO Portaria nº 087, de 03 de maio de 2002. O PRESIDENTE DO INSTITUTO

Leia mais

ANEXO V PAPEL TIMBRADO DA LICITANTE. Declaração de concordância com as especificações da RN da ANS Nº 279.

ANEXO V PAPEL TIMBRADO DA LICITANTE. Declaração de concordância com as especificações da RN da ANS Nº 279. ANEXO V PAPEL TIMBRADO DA LICITANTE Declaração de concordância com as especificações da RN da ANS Nº 279. A Operadora... concorda em cumprir o estipulado abaixo: 1. Da inclusão dos membros do Conselho

Leia mais

Nota Técnica Atuarial de Carteira

Nota Técnica Atuarial de Carteira Nota Técnica Atuarial de Carteira Circular SUSEP 362/2008 Resolução CNSP 163/2007 Quadros Estatísticos 270, 271 e 272 Carlos Augusto Pinto César da Rocha Neves Eduardo Fraga Lima de Melo São Paulo 29 de

Leia mais

EXTRATO DO CONTRATO PARA REPRESENTAÇÃO DE SEGUROS

EXTRATO DO CONTRATO PARA REPRESENTAÇÃO DE SEGUROS EXTRATO DO CONTRATO PARA REPRESENTAÇÃO DE SEGUROS CONTRATO PARA REPRESENTAÇÃO DE SEGUROS TOKIO MARINE SEGURADORA S.A., inscrita no CNPJ sob o número 33.164.021/0001-00 pessoa jurídica de direito privado

Leia mais

Orientações Jurídicas

Orientações Jurídicas São Paulo, 05 de junho de 2015. OJ-GER/021/15 Orientações Jurídicas Reajuste anual dos planos de assistência médico-hospitalar, com ou sem cobertura odontológica. Planos de contratação individual/familiar.

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA CONSELHO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS. RESOLUÇÃO CNSP N o 227, DE 2010.

MINISTÉRIO DA FAZENDA CONSELHO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS. RESOLUÇÃO CNSP N o 227, DE 2010. MINISTÉRIO DA FAZENDA CONSELHO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS RESOLUÇÃO CNSP N o 227, DE 2010. Dispõe sobre o capital mínimo requerido para autorização e funcionamento e sobre planos corretivo e de recuperação

Leia mais

CONTRATO UTILIZAÇÃO DO CARTÃO PRÉ-PAGO DE SAÚDE REDE SEMPRE PESSOA FÍSICA

CONTRATO UTILIZAÇÃO DO CARTÃO PRÉ-PAGO DE SAÚDE REDE SEMPRE PESSOA FÍSICA O presente instrumento denominado CONTRATO E CONDIÇÕES GERAIS DE UTILIZAÇÃO DO CARTÃO PRÉ-PAGO DE SAÚDE REDE SEMPRE ( CONTRATO ) regula a utilização pelo CONTRATANTE, definido no item 1 abaixo, do Cartão

Leia mais

Regina Parizi Diretora Executiva MAIO/2009

Regina Parizi Diretora Executiva MAIO/2009 Regina Parizi Diretora Executiva MAIO/2009 Estrutura e Distribuição Geográfica Estrutura Estatutária A GEAP GEAP é administrada por por um um Conselho Deliberativo responsável pela pela definição da da

Leia mais

REGULAMENTO DE EMPRÉSTIMO PESSOAL

REGULAMENTO DE EMPRÉSTIMO PESSOAL REGULAMENTO DE EMPRÉSTIMO PESSOAL 1. FINALIDADE 1.1. Este Regulamento tem por finalidade disciplinar as concessões de empréstimos aos Participantes do Plano de Benefícios JMalucelli, administrado pelo

Leia mais

Proposta Contratual MUNICÍPIO E-MAIL FORMA DE CONTRIBUIÇÃO. ( ) contributária (livre adesão) ( ) não contributária (compulsória)

Proposta Contratual MUNICÍPIO E-MAIL FORMA DE CONTRIBUIÇÃO. ( ) contributária (livre adesão) ( ) não contributária (compulsória) CONTRATO DE OPERAÇÃO DE PLANO PRIVADO PLANO COLETIVO EMPRESARIAL A PARTIR DE 3 BENEFICIÁRIOS Proposta Contratual RAZÃO SOCIAL DA EMPRESA CONTRATANTE NOME FANTASIA RAMO DE ATIVIDADE ENDEREÇO COMPLETO CNPJ/

Leia mais

A ALLCARE ADMINISTRADORA DE BENEFÍCIOS, interessada em participar deste processo licitatório, encaminha o seguinte pedido de esclarecimentos.

A ALLCARE ADMINISTRADORA DE BENEFÍCIOS, interessada em participar deste processo licitatório, encaminha o seguinte pedido de esclarecimentos. PEDIDO DE ESCLARECIMENTOS ALL CARE BENEFÍCIOS SOLICITAÇÃO DE ESCLARECIMENTOS Prezados senhores, A ALLCARE ADMINISTRADORA DE BENEFÍCIOS, interessada em participar deste processo licitatório, encaminha o

Leia mais

CONTRATO Nº 137/2014 - PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS

CONTRATO Nº 137/2014 - PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS CONTRATO Nº 137/2014 - PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS Contrato celebrado entre a Prefeitura Municipal de São João do Polêsine e a empresa Unimed Santa Maria - Sociedade Cooperativa de Serviços Médicos Ltda., para

Leia mais

Manual de Orientação para Contratação de Planos de Saúde

Manual de Orientação para Contratação de Planos de Saúde Direito de migrar para plano individual ou familiar aproveitando carência do plano coletivo empresarial Os beneficiários dos planos coletivos empresariais que tiverem o benefício de plano de saúde extinto,

Leia mais

0281/15 São Paulo, 09 de fevereiro de 2015. Ao Instituto Brasileiro de Governança Corporativa - IBGC At.: Sr. Alexandre Tanaami

0281/15 São Paulo, 09 de fevereiro de 2015. Ao Instituto Brasileiro de Governança Corporativa - IBGC At.: Sr. Alexandre Tanaami Tel.: +55 11 3848 588o Rua Major Quedinho 90 Fax: + 55 11 3045 7363 Consolação São Paulo, SP - Brasil www.bdobrazil.com.br 01050-030 0281/15 São Paulo, 09 de fevereiro de 2015. Ao Instituto Brasileiro

Leia mais

EXTRATO DE CONTRATO DE REPRESENTANTE DE SEGUROS

EXTRATO DE CONTRATO DE REPRESENTANTE DE SEGUROS EXTRATO DE CONTRATO DE REPRESENTANTE DE SEGUROS SCHULTZ-INGÁ TURISMO LTDA, pessoa jurídica de direito privado, inscrita no CNPJ/MF sob o n.º 04.628.135/0001-57 com sede na cidade de Curitiba, estado do

Leia mais

RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN Nº 252, DE 28 DE ABRIL DE 2011

RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN Nº 252, DE 28 DE ABRIL DE 2011 RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN Nº 252, DE 28 DE ABRIL DE 2011 Dispõe sobre as regras de portabilidade e de portabilidade especial de carências, alterando as Resoluções Normativas nº 186, de 14 de janeiro de

Leia mais

Central de Atendimento da Anvisa Dados Operacionais 1º Semestre de 2012

Central de Atendimento da Anvisa Dados Operacionais 1º Semestre de 2012 Central de Atendimento da Anvisa Dados Operacionais 1º Semestre de 2012 Coordenação de Atendimento ao Público UNIAP/GGGAF www.anvisa.gov.br Brasília, 27 de julho de 2012 Apresentação No ano de 2012, além

Leia mais

Nota de Acompanhamento do Caderno de Informações da Saúde Suplementar. Sumário Executivo. Nesta edição: Planos médico-hospitalares Informações gerais

Nota de Acompanhamento do Caderno de Informações da Saúde Suplementar. Sumário Executivo. Nesta edição: Planos médico-hospitalares Informações gerais Junho 201 Sumário Executivo Nesta edição: Número de beneficiários de planos médicohospitalares (Mar/1): 48.802.991; Taxa de crescimento do número de beneficiários de planos médicos no período de: Dez/12

Leia mais

MANUAL DE PREENCHIMENTO DOS QUADROS DO FIP REFERENTES AO CAPITAL ADICIONAL PARA COBERTURA DO RISCO DE CRÉDITO meses de referência: jan a maio/11

MANUAL DE PREENCHIMENTO DOS QUADROS DO FIP REFERENTES AO CAPITAL ADICIONAL PARA COBERTURA DO RISCO DE CRÉDITO meses de referência: jan a maio/11 MANUAL DE PREENCHIMENTO DOS QUADROS DO FIP REFERENTES AO CAPITAL ADICIONAL PARA COBERTURA DO RISCO DE CRÉDITO meses de referência: jan a maio/11 Com o objetivo de aperfeiçoar as informações recebidas pela

Leia mais

Descrição Jan a Jun. 2013 Jan a Jun. 2014 Variação R$ Variação % Receitas Custos Assistenciais Resultado Operacional

Descrição Jan a Jun. 2013 Jan a Jun. 2014 Variação R$ Variação % Receitas Custos Assistenciais Resultado Operacional Comparativamente com o mesmo período de 2013, o percentual de crescimento dos custos assistenciais (atendimentos a beneficiários locais - 158) foi de 20,06%, enquanto que as receitas oriundas de mensalidades

Leia mais

MANUAL SOBRE CONTRATOS DE ENERGIA ELÉTRICA E ESTRUTURA TARIFÁRIA 2012

MANUAL SOBRE CONTRATOS DE ENERGIA ELÉTRICA E ESTRUTURA TARIFÁRIA 2012 MANUAL SOBRE CONTRATOS DE ENERGIA ELÉTRICA E ESTRUTURA TARIFÁRIA 2012 Unidade Responsável: DCAL/SCRLP Data de elaboração: 17/10/2012 As orientações constantes neste manual foram retiradas das Notas Técnicas

Leia mais

Concorrência RJPrev n.º01/2014

Concorrência RJPrev n.º01/2014 TABELA A PARTICIPANTES ATIVOS PATROCINADOS A B C D E F G H Quantidade Capital Segurado Médio Invalidez Capital Segurado Médio Morte Preço Seguro Invalidez (valores por R$100.000) Preço Seguro Morte (valores

Leia mais

Histórico de versões do aplicativo do SIB/ANS - formato XML

Histórico de versões do aplicativo do SIB/ANS - formato XML SIB/ANS Sistema de Informações de Beneficiários Histórico de Versões Histórico de versões do aplicativo do SIB/ANS - formato XML O Histórico de versões do SIB/ANS é o instrumento utilizado para registrar,

Leia mais

LEI Nº 9.548, DE 22 DE ABRIL DE 2015. A CÂMARA MUNICIPAL DE GOIÂNIA, Estado de Goiás, aprova e eu, PREFEITO MUNICIPAL, sanciono a seguinte Lei:

LEI Nº 9.548, DE 22 DE ABRIL DE 2015. A CÂMARA MUNICIPAL DE GOIÂNIA, Estado de Goiás, aprova e eu, PREFEITO MUNICIPAL, sanciono a seguinte Lei: 1 Gabinete do Prefeito LEI Nº 9.548, DE 22 DE ABRIL DE 2015 Institui o Programa Municipal de Parcerias Público-Privadas, cria a Comissão Gestora de Parcerias Público-Privadas de Goiânia e dá outras providências.

Leia mais

ÍNDICES DE REAJUSTE DOS PLANOS DE SAÚDE NO BRASIL

ÍNDICES DE REAJUSTE DOS PLANOS DE SAÚDE NO BRASIL ÍNDICES DE REAJUSTE DOS PLANOS DE SAÚDE NO BRASIL Clique para editar o nome Rafael do Vinhas autor Clique para editar o cargo do autor Gerência-Geral Regulatória da Estrutura dos Produtos Clique para editar

Leia mais

PODER EXECUTIVO. Publicado no D.O de 18.02.2010 DECRETO Nº 42.301 DE 12 DE FEVEREIRO DE 2010

PODER EXECUTIVO. Publicado no D.O de 18.02.2010 DECRETO Nº 42.301 DE 12 DE FEVEREIRO DE 2010 Publicado no D.O de 18.02.2010 DECRETO Nº 42.301 DE 12 DE FEVEREIRO DE 2010 REGULAMENTA O SISTEMA DE SUPRIMENTOS NO ÂMBITO DO PODER EXECUTIVO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O GOVERNADOR

Leia mais

PLANO DE OPÇÃO DE COMPRA DE AÇÕES DA INTERNATIONAL MEAL COMPANY ALIMENTAÇÃO S.A. CNPJ/MF: 17.314.329/0001-20 NIRE: 3530048875-0

PLANO DE OPÇÃO DE COMPRA DE AÇÕES DA INTERNATIONAL MEAL COMPANY ALIMENTAÇÃO S.A. CNPJ/MF: 17.314.329/0001-20 NIRE: 3530048875-0 PLANO DE OPÇÃO DE COMPRA DE AÇÕES DA INTERNATIONAL MEAL COMPANY ALIMENTAÇÃO S.A. CNPJ/MF: 17.314.329/0001-20 NIRE: 3530048875-0 CLÁUSULA 1. OBJETIVO DA OUTORGA DE OPÇÕES 1.1 O objetivo do Plano de Opção

Leia mais

COMUNICADO 2 CREDENCIAMENTO TSE Nº 1/2015

COMUNICADO 2 CREDENCIAMENTO TSE Nº 1/2015 COMUNICADO 2 CREDENCIAMENTO TSE Nº 1/2015 Respostas aos questionamentos da Unimed Seguros PERGUNTA 1: Podemos entender que poderão participar do processo de credenciamento todas as empresas interessadas

Leia mais

DIRF 2012 (Ano base 2012) Entrega e Prazo. Da Obrigatoriedade de Entrega

DIRF 2012 (Ano base 2012) Entrega e Prazo. Da Obrigatoriedade de Entrega DIRF 2012 (Ano base 2012) A RFB (Receita Federal do Brasil) divulgou as regras para o preenchimento e o envio da Dirf (Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte) 2013. A Instrução Normativa nº 1.297/2012

Leia mais

CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS QUE ENTRE SI CELEBRAM A VIVA ADMINISTRADORA DE BENEFÍCIOS E O SINTRASP/SC PARA ADMINISTRAÇÃO DE PLANO DE BENEFÍCIOS.

CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS QUE ENTRE SI CELEBRAM A VIVA ADMINISTRADORA DE BENEFÍCIOS E O SINTRASP/SC PARA ADMINISTRAÇÃO DE PLANO DE BENEFÍCIOS. CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS QUE ENTRE SI CELEBRAM A VIVA ADMINISTRADORA DE BENEFÍCIOS E O SINTRASP/SC PARA ADMINISTRAÇÃO DE PLANO DE BENEFÍCIOS. CONTRATANTE: SINDICATO DOS TRABALHADORES EM SEGURANÇA

Leia mais

Manual de Orientação para Contratação de Planos de Saúde

Manual de Orientação para Contratação de Planos de Saúde Operadora: Unimed do Estado de São Paulo - Federação Estadual das Cooperativas Médicas CNPJ: 43.643.139/0001-66 Nº de registro na ANS: 319996 Site: http://www.unimedfesp.coop.br SAC: 0800 772 3030 Manual

Leia mais

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O MB HORIZONTE FIC FIA

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O MB HORIZONTE FIC FIA LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O CNPJ: Informações referentes a Janeiro de 2016 Esta lâmina contém um resumo das informações essenciais sobre o As informações completas sobre esse fundo podem ser

Leia mais

(iii) Ofereçam opção de resgate nos próximos 30 dias (Art. 14, 2º);

(iii) Ofereçam opção de resgate nos próximos 30 dias (Art. 14, 2º); ANEXO 1 GLOSSÁRIO: CONCEITOS E DEFINIÇÕES Captações de atacado não colateralizadas são os depósitos, as emissões próprias de instrumentos financeiros e as operações compromissadas lastreadas por títulos

Leia mais

RESOLUÇÃO CNSP N o 297, DE 2013.

RESOLUÇÃO CNSP N o 297, DE 2013. MINISTÉRIO DA FAZENDA CONSELHO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS RESOLUÇÃO CNSP N o 297, DE 2013. Disciplina as operações das sociedades seguradoras por meio de seus representantes de seguros, pessoas jurídicas,

Leia mais

RESOLUÇÃO N 007/2010 TCE

RESOLUÇÃO N 007/2010 TCE RESOLUÇÃO N 007/2010 TCE Disciplina o procedimento para concessão dos auxílios saúde e alimentação no âmbito do Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Norte, e dá outras providências. O TRIBUNAL

Leia mais

ERRATA COMISSÃO MISTA DE LICITAÇÃO - CML ONDE SE LÊ NO EDITAL:

ERRATA COMISSÃO MISTA DE LICITAÇÃO - CML ONDE SE LÊ NO EDITAL: PREGÃO PRESENCIAL SESC/AR -PE Nº. 004/2011 (C/S) 06/05/2011 PRESTAÇÃO DE SERVIÇO DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE PARA OS FUNCIONÁRIOS DO SESC/PE, SENAC/PE E FECOMÉRCIO/PE, SEUS RESPECTIVOS DEPENDENTES E AGREGADOS.

Leia mais

CIRCULAR DA CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2011-2012 CONCESSIONÁRIAS E DISTRIBUIDORAS DE VEÍCULOS

CIRCULAR DA CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2011-2012 CONCESSIONÁRIAS E DISTRIBUIDORAS DE VEÍCULOS CIRCULAR DA CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2011-2012 CONCESSIONÁRIAS E DISTRIBUIDORAS DE VEÍCULOS A Federação dos Empregados no Comércio do Estado de São Paulo (FECOMERCIÁRIOS-SP) e o SINDICATO DOS CONCESSIONÁRIOS

Leia mais

CONTRATO DE LICENÇA DE USO DE SOFTWARE E PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE MANUTENÇÃO DE SISTEMAS DE INFORMÁTICA Contrato nº 52/2012, de 12 de dezembro de 2012

CONTRATO DE LICENÇA DE USO DE SOFTWARE E PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE MANUTENÇÃO DE SISTEMAS DE INFORMÁTICA Contrato nº 52/2012, de 12 de dezembro de 2012 1 CONTRATO DE LICENÇA DE USO DE SOFTWARE E PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE MANUTENÇÃO DE SISTEMAS DE INFORMÁTICA Contrato nº 52/2012, de 12 de dezembro de 2012 Que entre si celebram, a Câmara Municipal de Pato

Leia mais

CONTRATO DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE ANIMAL PLANO PETMEDIC

CONTRATO DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE ANIMAL PLANO PETMEDIC CONTRATO DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE ANIMAL PLANO PETMEDIC QUALIFICAÇÃO Nome: DO(A) CONTRATANTE: Filiação: / Data de nascimento: / / CPF: RG: Órgão emissor: Endereço: Nº Complemento: Bairro: CEP Cidade: UF:

Leia mais

AGROS INSTITUTO UFV DE SEGURIDADE SOCIAL. Regulamento do Plano de Instituidor AGROS CD-01

AGROS INSTITUTO UFV DE SEGURIDADE SOCIAL. Regulamento do Plano de Instituidor AGROS CD-01 AGROS INSTITUTO UFV DE SEGURIDADE SOCIAL Regulamento do Plano de Instituidor AGROS CD-01 Viçosa Minas Gerais Fevereiro/2008 Índice Página Glossário - Capítulo II Das Definições... 3 Nome do Plano de Benefícios

Leia mais

REGRAS APLICÁVEIS AOS AAI SLW V1

REGRAS APLICÁVEIS AOS AAI SLW V1 REGRAS APLICÁVEIS AOS AAI SLW V1 Este documento vem em atendimento a Instrução CVM 497, de 03 de junho de 2011 e tem a finalidade de regular as atividades entre os agentes autônomos de investimentos e

Leia mais

Norma do Empréstimo Pré-fixado Plano Prece III

Norma do Empréstimo Pré-fixado Plano Prece III Norma do Empréstimo Pré-fixado Plano Prece III Sumário - Objetivo -1/6 - Conceitos Básicos -1/6 - Competências - 2/6 - Condições para o Financiamento - 2/6 - Disposições Gerais - 6/6 - Vigência - 6/6 Objetivo.

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 3310. Parágrafo único. Não são considerados no cálculo da exigibilidade:

RESOLUÇÃO Nº 3310. Parágrafo único. Não são considerados no cálculo da exigibilidade: RESOLUÇÃO Nº 3310 Dispõe acerca da realização de operações de microcrédito destinadas à população de baixa renda e a microempreendedores. O BANCO CENTRAL DO BRASIL, na forma do art. 9º da Lei 4.595, de

Leia mais

ANEXO: ANEXO II DADOS DO PRODUTO

ANEXO: ANEXO II DADOS DO PRODUTO ANEXO: ANEXO II DADOS DO PRODUTO A comercialização dos produtos estabelecidos no inciso I do art. 1º da lei nº 9.656/98 deverá seguir os procedimentos definidos em Instrução Normativa específica, com as

Leia mais

1 - INTRODUÇÃO 2 - ACRÉSCIMO FINANCEIRO

1 - INTRODUÇÃO 2 - ACRÉSCIMO FINANCEIRO VENDAS A PRAZO - Emissão de Documentos Fiscais Matéria elaborada com base na legislação vigente em: 16.05.2013. Sumário: 1 - INTRODUÇÃO 2 - ACRÉSCIMO FINANCEIRO 2.1 - Tributação do ICMS 2.2 - Exclusão

Leia mais

CAPÍTULO I OBJETO E ÂMBITO DE APLICAÇÃO

CAPÍTULO I OBJETO E ÂMBITO DE APLICAÇÃO RESOLUÇÃO NORMATIVA RN Nº 392, DE 9 DE DEZEMBRO DE 2015 Dispõe sobre aceitação, registro, vinculação, custódia, movimentação e diversificação dos ativos garantidores das operadoras no âmbito do sistema

Leia mais

SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS

SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS CIRCULAR SUSEP N o 462, DE 31 DE JANEIRO DE 2013. Dispõe sobre a forma de cálculo e os procedimentos para a constituição das provisões técnicas das sociedades seguradoras,

Leia mais

SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM RURAL ADMINISTRAÇÃO RONDÔNIA MINUTA DO CONTRATO

SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM RURAL ADMINISTRAÇÃO RONDÔNIA MINUTA DO CONTRATO PROCESSO nº 001/2011 PREGÃO PRESENCIAL n.º 001/2011 CONTRATO n.º XXXXXX/2011 MINUTA DO CONTRATO CONTRATO PARA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE GESTÃO DE ABASTECIMENTO DE COMBUSTÍVEL PARA OS VEICULOS DO SENAR/AR/RO

Leia mais

TERMO DE ADESÃO AO CONTRATO DE PLANO DE SAÚDE UNIMED CASCAVEL Nº 155/13

TERMO DE ADESÃO AO CONTRATO DE PLANO DE SAÚDE UNIMED CASCAVEL Nº 155/13 TERMO DE ADESÃO AO CONTRATO DE PLANO DE SAÚDE UNIMED CASCAVEL Nº 155/1 ADERENTE: CNPJ: Endereço: CEP: Cidade: UF: Representante legal: CPF: RG: Endereço: CEP: Cidade: CLÁUSULA PRIMEIRA: A ADERENTE, doravante

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Page 1 of 5 Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 8.084, DE 26 DE AGOSTO DE 2013 A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, caput,

Leia mais

Considerando a necessidade de implementação de medidas para a efetiva redução das emissões de poluentes por veículos automotores;

Considerando a necessidade de implementação de medidas para a efetiva redução das emissões de poluentes por veículos automotores; Page 1 of 5 Resoluções RESOLUÇÃO N o 256, de 30 de junho DE 1999 O Conselho Nacional do Meio Ambiente CONAMA, no uso das atribuições que lhe são conferidas pela Lei 6.938, de 31 de agosto de 1981, regulamentada

Leia mais

MANUAL DE NORMAS FORMADOR DE MERCADO

MANUAL DE NORMAS FORMADOR DE MERCADO MANUAL DE NORMAS FORMADOR DE MERCADO VERSÃO: 01/7/2008 2/10 MANUAL DE NORMAS FORMADOR DE MERCADO ÍNDICE CAPÍTULO PRIMEIRO DO OBJETIVO 3 CAPÍTULO SEGUNDO DAS DEFINIÇÕES 3 CAPÍTULO TERCEIRO DO CREDENCIAMENTO

Leia mais

Índice. 1. Os preços dos planos de saúde são controlados? 2. Como funcionam as regras de reajuste. 3. Quais as regras de reajuste dos planos

Índice. 1. Os preços dos planos de saúde são controlados? 2. Como funcionam as regras de reajuste. 3. Quais as regras de reajuste dos planos Índice FenaSaúde na Redação Reajuste dos Planos de Saúde Apresentação 6 1. Os preços dos planos de saúde são controlados? 8 2. Como funcionam as regras de reajuste dos planos de saúde? 3. Quais as regras

Leia mais

Ref.: Contribuições à Câmara Técnica sobre Mecanismos de Regulação

Ref.: Contribuições à Câmara Técnica sobre Mecanismos de Regulação Ref.: Contribuições à Câmara Técnica sobre Mecanismos de Regulação 1. Da efetiva distinção entre franquia e coparticipação (moeda corrente ou percentual?!?) A Lei 9.656/98, em seu art. 16, VIII, fez referência

Leia mais

Veja abaixo a análise da Comssu sobre os contratos elaborados pelas operadoras de saúde

Veja abaixo a análise da Comssu sobre os contratos elaborados pelas operadoras de saúde Veja abaixo a análise da Comssu sobre os contratos elaborados pelas operadoras de saúde A celebração dos contratos entre as operadoras e os prestadores de serviço, regulada pelas Resoluções Normativas

Leia mais

REAJUSTE DE MENSALIDADE INFORMAÇÕES INDISPENSÁVEIS AO CONSUMIDOR

REAJUSTE DE MENSALIDADE INFORMAÇÕES INDISPENSÁVEIS AO CONSUMIDOR REAJUSTE DE MENSALIDADE INFORMAÇÕES INDISPENSÁVEIS AO CONSUMIDOR Reajuste de mensalidade é a variação do valor pago ao plano de saúde. A variação pode acontecer por três motivos: necessidade de atualização

Leia mais

CONTRATO DE ADESÃO DOS TERMOS DO PRESENTE CONTRATO.

CONTRATO DE ADESÃO DOS TERMOS DO PRESENTE CONTRATO. CONTRATO DE ADESÃO DOS TERMOS DO PRESENTE CONTRATO. São sujeitos deste contrato: A empresa PEOPLE CLUB. PEOPLECLUB LTDA., inscrita no CNPJ/MF sob o n. 19.308.938/0001-00, com sede à Av. Perimetral esq.

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE CANOAS Gabinete do Prefeito

PREFEITURA MUNICIPAL DE CANOAS Gabinete do Prefeito MINUTA DE CONVÊNIO Convênio que celebram entre si o Município de Canoas e o Centro Integração Empresa Escola (CIEE/RS). O MUNICÍPIO DE CANOAS, pessoa jurídica de direito público interno, com sede na Rua

Leia mais

Construção e Comercialização

Construção e Comercialização 1 Construção e Comercialização Esta pesquisa fornece informações sobre o mercado de imóveis novos - construídos para vender. São apurados, mensalmente, os preços de oferta para venda à vista, a quantidade

Leia mais

REGULAMENTO PARA CONCESSÃO DE EMPRÉSTIMOS

REGULAMENTO PARA CONCESSÃO DE EMPRÉSTIMOS REGULAMENTO PARA CONCESSÃO DE EMPRÉSTIMOS Aprovado pela REDIR Nº. 257ª de 30/11/2010 e na 178ª Reunião do CD n 166ª de 03/12/2010. 1 REGULAMENTO PARA CONCESSÃO DE EMPRÉSTIMOS ÍNDICE 1.0 - DOS EMPRÉSTIMOS...Página

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES À CONSULTA PÚBLICA Nº 15/2014 NOTA TÉCNICA 353/2014 SFF/ANEEL

CONTRIBUIÇÕES À CONSULTA PÚBLICA Nº 15/2014 NOTA TÉCNICA 353/2014 SFF/ANEEL CONTRIBUIÇÕES À CONSULTA PÚBLICA Nº 15/2014 NOTA TÉCNICA 353/2014 SFF/ANEEL INSTITUIÇÃO DE INDICADORES PÚBLICOS DE SUSTENTABILIDADE PARA A FISCALIZAÇÃO DO EQUILÍBRIO ECONÔMICO E FINANCEIRO DAS DISTRIBUIDORAS

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES REFERENTES À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 068/2011 COPEL DISTRIBUIÇÃO S/A

CONTRIBUIÇÕES REFERENTES À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 068/2011 COPEL DISTRIBUIÇÃO S/A CONTRIBUIÇÕES REFERENTES À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 068/2011 COPEL DISTRIBUIÇÃO S/A AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 068/2011: Contribuições de 30/11/2011 a 30/12/2011 EMENTA:

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR

AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR MINISTÉRIO DA SAÚDE 1 AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO SETORIAL RESOLUÇÃO - RE Nº 05, DE 24 DE AGOSTO DE 2000 (*) Padroniza documentos para processo de impugnações ao

Leia mais

Análise Mensal do Comércio Varejista de Belo Horizonte

Análise Mensal do Comércio Varejista de Belo Horizonte Abril/15 A mostra o desempenho dos negócios do comércio no mês de Março/2015 e identifica a percepção dos empresários para o mês de Abril/2015. O mês de março mostrou mais uma queda no faturamento dos

Leia mais

Normas Operacionais. Linha de Financiamento BNDES Exim Automático

Normas Operacionais. Linha de Financiamento BNDES Exim Automático Normas Operacionais Linha de Financiamento BNDES Exim Automático Capítulo I - REGULAMENTO 1. OBJETIVO Apoiar, na fase pós-embarque, a comercialização, no exterior, de bens de fabricação nacional, observadas

Leia mais

EDITAL N.º 001/2014, DE 28 DE JANEIRO DE 2014. CHAMAMENTO PÚBLICO

EDITAL N.º 001/2014, DE 28 DE JANEIRO DE 2014. CHAMAMENTO PÚBLICO EDITAL N.º 001/2014, DE 28 DE JANEIRO DE 2014. CHAMAMENTO PÚBLICO O MUNICÍPIO DE IBIRUBÁ-RS, Pessoa Jurídica de Direito Público, com sede na Rua Tiradentes, n.º 700, inscrito no CNPJ sob n.º 87.564.381/0001-10,

Leia mais

Resolvem, na melhor forma de direito, celebrar o presente Contrato de Mútuo ( Contrato ), de acordo com os seguintes termos e condições:

Resolvem, na melhor forma de direito, celebrar o presente Contrato de Mútuo ( Contrato ), de acordo com os seguintes termos e condições: CONTRATO DE MÚTUO Prelo presente instrumento particular, [O Estudante, pessoa física proponente de empréstimo com determinadas características ( Proposta )], identificado e assinado no presente contrato

Leia mais

Notas Explicativas às Demonstrações Financeiras

Notas Explicativas às Demonstrações Financeiras EletrosSaúde Notas Explicativas às Demonstrações Financeiras Em 31 de dezembro de 2011 e de 2010 Em milhares de reais 1 Contexto Operacional A Fundação Eletrobrás de Seguridade Social ELETROS é uma entidade

Leia mais

Lei nº 8.080, de 04 de maio de 2009.

Lei nº 8.080, de 04 de maio de 2009. Lei nº 8.080, de 04 de maio de 2009. Institui o Programa de Bolsas de Estudo para o Ensino Superior e Pós-Graduação no Município de Campos dos Goytacazes. A CÂMARA MUNICIPAL DE CAMPOS DOS GOYTACAZES DECRETA

Leia mais

Análise da adequação orçamentária e financeira da Medida Provisória nº 634, de 26 de dezembro de 2013

Análise da adequação orçamentária e financeira da Medida Provisória nº 634, de 26 de dezembro de 2013 Análise da adequação orçamentária e financeira da Medida Provisória nº 634, de 26 de dezembro de 2013 Nota Técnica de Adequação Orçamentária e Financeira nº 06/2014 Assunto: Subsídios para análise da adequação

Leia mais

DÚVIDAS FREQUENTES CONSÓRCIO DE IMÓVEIS GAZIN

DÚVIDAS FREQUENTES CONSÓRCIO DE IMÓVEIS GAZIN DÚVIDAS CONSÓRCIO DE IMÓVEIS 1. Posso adquirir mais de uma carta de crédito no consorcio de Imóveis? Sim, o consórcio lhe dá a possibilidade de adquirir mais de uma carta de crédito, mediante análise prévia,

Leia mais

Considerando a necessidade de promover o efetivo acompanhamento dos contratos de materiais e serviços no âmbito da Administração Pública Estadual;

Considerando a necessidade de promover o efetivo acompanhamento dos contratos de materiais e serviços no âmbito da Administração Pública Estadual; INSTRUÇÃO NORMATIVA nº 02/SEA - de 25/03/2013 Orienta quanto à utilização do Módulo de Gerenciamento de Contratos do Sistema Integrado de Planejamento e Gestão Fiscal do Estado de Santa Catarina SIGEF

Leia mais

RASCUNHO INSTRUMENTO PARTICULAR DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE PREÂMBULO 1. OBJETO 2. E-MAIL MARKETING

RASCUNHO INSTRUMENTO PARTICULAR DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE PREÂMBULO 1. OBJETO 2. E-MAIL MARKETING INSTRUMENTO PARTICULAR DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE E-MAIL MARKETING Pelo presente instrumento e na melhor forma de direito, de um lado,, pessoa jurídica/física, inscrita no CNPJ/CPF sob o nº, com sede/endereço

Leia mais

SECRETARIA ESTADUAL DE ASSISTÊNCIA E DESENVOLVIMENTO SOCIAL

SECRETARIA ESTADUAL DE ASSISTÊNCIA E DESENVOLVIMENTO SOCIAL Resolução SEADS - 8, de 5-8-2005 Dispõe sobre as Normas Operacionais Básicas para o Projeto Ação Jovem e dá providências correlatas A Secretária Estadual de Assistência e Desenvolvimento Social, com fundamento

Leia mais

CONSIDERAÇÕES PARA A ASSEMBLEIA DE 18/06/2015

CONSIDERAÇÕES PARA A ASSEMBLEIA DE 18/06/2015 CONSIDERAÇÕES PARA A ASSEMBLEIA DE 18/06/2015 1 INFORMES 1.1- Demonstrações contábeis 2014: Na reunião do Conselho Curador, ocorrida em Brasília/DF no período de 27 e 28 de abril de 2015, os Conselheiros

Leia mais

SEGURO DE VIDA EM GRUPO DOS SERVIDORES DA UFU ESTIPULANTE: UNIVERSIDADE FEDERAL DE AUBERLÂNDIA SEGURADORA: METLIFE CORRETORA: FREECOR

SEGURO DE VIDA EM GRUPO DOS SERVIDORES DA UFU ESTIPULANTE: UNIVERSIDADE FEDERAL DE AUBERLÂNDIA SEGURADORA: METLIFE CORRETORA: FREECOR SEGURO DE VIDA EM GRUPO DOS SERVIDORES DA UFU ESTIPULANTE: UNIVERSIDADE FEDERAL DE AUBERLÂNDIA SEGURADORA: METLIFE CORRETORA: FREECOR RETROSPECTIVA Seguro de Vida em Grupo: benefício instituído na década

Leia mais

ANEXO III PROPOSTA ECONÔMICO FINANCEIRA DA SABESP PARA A REGIÃO METROPOLITANA DA BAIXADA SANTISTA - RMBS MUNICÍPIO DE SANTOS

ANEXO III PROPOSTA ECONÔMICO FINANCEIRA DA SABESP PARA A REGIÃO METROPOLITANA DA BAIXADA SANTISTA - RMBS MUNICÍPIO DE SANTOS ANEXO III PROPOSTA ECONÔMICO FINANCEIRA DA SABESP PARA A REGIÃO METROPOLITANA DA BAIXADA SANTISTA - RMBS MUNICÍPIO DE SANTOS 1 Sumário 1. Equilíbrio econômico-financeiro metropolitano...3 2. Proposta econômico-financeira

Leia mais

TERMO DE COMPROMISSO DE AJ USTE DE CONDUTA Nº011 /2003

TERMO DE COMPROMISSO DE AJ USTE DE CONDUTA Nº011 /2003 TERMO DE COMPROMISSO DE AJ USTE DE CONDUTA Nº011 /2003 Pelo presente instrumento, por um lado a Agência Nacional de Saúde Suplementar, pessoa jurídica de direito público, autarquia especial vinculada ao

Leia mais

MINUTA DE PORTARIA v. 21.09.2015

MINUTA DE PORTARIA v. 21.09.2015 MINUTA DE PORTARIA v. 21.09.2015 PORTARIA Nº..., de...de...de 2015 Dispõe sobre a participação complementar da iniciativa privada na execução de ações e serviços de saúde, e o credenciamento de prestadores

Leia mais

CIRCULAR SUSEP N o 320, de 2 de março de 2006.

CIRCULAR SUSEP N o 320, de 2 de março de 2006. CIRCULAR SUSEP N o 320, de 2 de março de 2006. Dispõe sobre a concessão, pelas entidades abertas de previdência complementar e sociedades seguradoras de assistência financeira a participante de plano de

Leia mais