AVALIAÇÃO ESTATÍSTICA DE INDICADORES NA OPERAÇÃO DE SISTEMAS ELÉTRICOS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "AVALIAÇÃO ESTATÍSTICA DE INDICADORES NA OPERAÇÃO DE SISTEMAS ELÉTRICOS"

Transcrição

1 GOP/1 1 a de Outubro de 1 Campinas - São Paulo - Brasil GRUPO IX OPERAÇÃO DE SISTEMAS ELÉTRICOS AVALIAÇÃO ESTATÍSTICA DE INDICADORES NA OPERAÇÃO DE SISTEMAS ELÉTRICOS Heloiza H. X. M. Menezes (*) Hélio B. Menezes Marcus Th. Schilling Nivaldo S. Nascimento ONS / EFEI CHESF / EFEI UFF ONS RESUMO O novo modelo do Setor Elétrico Brasileiro tem evidenciado a necessidade de se estabelecerem padrões de desempenho para o setor. A ANEEL, através de Resoluções, o ONS, através dos Procedimentos de Rede e as Empresas, têm procurado definir formas de apuração de dados, que subsidiem o estabelecimento desses padrões. Desse modo, têm surgido diversos indicadores, relacionados à continuidade de suprimento, qualidade da energia suprida, entre outros. Ferramentas estatísticas podem proporcionar a visão de qualquer comportamento anormal em um indicador, que implique na necessidade de atuar corretivamente no sistema de onde uma determinada amostra de dados foi retirada. PALAVRAS-CHAVE: Indicadores de Desempenho, Avaliação Estatística, Controle de Qualidade, Cartas de Controle INTRODUÇÃO No novo modelo do Setor Elétrico Brasileiro, os diversos Agentes têm responsabilidades estabelecidas que têm levado à necessidade de acompanhamento sistemático de seu desempenho, através de indicadores. A análise desses indicadores implica na comparação com metas ou padrões de desempenho, que permita o diagnóstico de seu resultado. O processo de estabelecimento de padrões de desempenho passa por etapas que compreendem a identificação da grandeza a monitorar, a sistematização da coleta de dados, a definição de um indicador de desempenho, a formação de um histórico desses resultados, e a avaliação do comportamento do indicador ao longo do tempo. O estabelecimento de padrões de desempenho sem o devido desenvolvimento de cada uma dessas etapas pode ocasionar falhas de avaliação dos resultados e, em conseqüência, direcionamento inadequado de investimentos. Notadamente, a última etapa indicada é fundamental para a caracterização devida do comportamento de um indicador. Nas atividades de rotina, observa-se que as equipes que se dedicam à análise e estatística e, por conseguinte, ao cálculo de indicadores, se vêem diante de resultados que só podem ser diagnosticados como violando ou não um determinado padrão. Entretanto, o simples diagnóstico de valores maiores ou menores, com relação a metas ou padrões, não fornece toda a informação que pode existir em um conjunto de resultados, dando apenas uma idéia pontual. Já a avaliação de um comportamento histórico, com base em critérios estatísticos, permite concluir se uma aparente tendência reflete realmente um resultado sobre o qual seja necessário atuar, ou se decorre simplesmente do conjunto de saídas possíveis para aquele sistema. No caso de Sistemas Elétricos, o confronto entre os padrões, quando eles existem, e os resultados obtidos da Operação, têm como objetivo, entre outros, dar subsídios às definições de ações de investimento, bem como de priorização de obras, e até de aplicação de penalidades. Na terminologia em vigor, no Setor Elétrico Brasileiro, existem obras qualificadas como ampliações 1, reforços e melhorias 3 da Rede Básica, que, quando assim caracterizadas, têm receita adicional garantida, e existem as obras que terão investimento direto das próprias Empresas (transmissoras). (*) ONS - COSR-NE, R. Quinze de Março,, Sala A-3, Bongi, Recife, CEP-.71-7, PE, Brasil.

2 O presente trabalho apresenta uma forma de tratamento estatístico de dados, que permite que qualquer indicador, conhecido o conjunto de dados que o originou, seja avaliado de forma a proporcionar a visão gerencial imediata de anormalidade no comportamento desse indicador, o que é de fundamental importância no direcionamento de investimentos, no novo cenário do Setor Elétrico nacional e internacional.. METODOLOGIA (1), () A utilização de indicadores para o controle e a avaliação de desempenho de sistemas é uma prática comum no gerenciamento de processos. Existem bons indicadores que são fáceis de construir, entender e lidar, e que parecem, numa visão superficial, caracterizar adequadamente um processo, ou estado de um sistema. Ressalte-se, no entanto, que eles, via de regra, não contêm a informação completa sobre o processo que representam. Caso se utilize uma abordagem probabilística do problema, baseada em um modelo, e não apenas em um indicador, poderemos avaliar o comportamento e a tendência da variável em análise. Isso nos permitirá estabelecer metas ou mesmo detetar a necessidade de atuar no sistema, de modo a alterar tendências do processo a sair de controle. Portanto, quando lidando com processos estocásticos, é essencial trabalhar com o ferramental adequado..1 - Controle Estatístico de Processo Em sua essência, o Controle Estatístico de Processo (CEP) é um método de controle que permite, a partir de informações sobre a qualidade final de um produto (atendimento às especificações), inferir sobre as condições operativas da máquina produtora (processo), indicando, inclusive, possíveis tendências ao desajuste. Ele monitora o estado funcional de um processo utilizando as características finais do produto como sensores. Esta propriedade do CEP é coincidente com o principal objetivo deste trabalho: dado um determinado indicador, qualificar o desempenho da variável representada e detetar uma possível tendência à degradação. Os padrões e demais parâmetros de sintonia do CEP são determinados a partir da análise de uma série de medidas coletadas, determinando o efetivo comportamento do sistema. Após esta primeira etapa, estão criadas as condições para o acompanhamento do processo, que será periodicamente avaliado a partir da coleta e análise de amostras dos seus produtos finais, de acordo com procedimentos e testes padronizados. Os testes aplicados ao conjunto de pontos devem ser capazes de detectar, tanto violações de limites quanto tendências de degradação. O principal motivo para a utilização do CEP é contar com uma ferramenta simples e eficiente na detecção de mudanças não previstas no comportamento de um processo. Um fato relevante é o de não haver restrições quanto ao formato da curva de distribuição de probabilidade da variável em questão. A única restrição à distribuição da população é a de que possua média e variância finitas, e que o processo representado seja estável.. - Cartas de Controle de Shewhart A utilização das cartas de controle visa a atender, entre outras, à finalidade de controle rotineiro de qualidade. Esta é a situação mais característica de utilização das cartas de controle, quando o processo, já com todas as causas especiais identificadas, é acompanhado para efeito de garantia de qualidade, identificando-se, o mais rápido possível, uma eventual condição de ausência de controle estatístico. A característica de qualidade que se deseja controlar pode ser uma variável e, neste caso, as amostras são constituídas por medidas dessa variável. No caso de variáveis, as cartas de controle mais utilizadas são a X (média das médias) e R (amplitude), para o controle da média e da amplitude das amostras, respectivamente. Como se sabe, o afastamento simétrico em relação à média de 3σ (σ é desvio-padrão) engloba 99,73% da população, e por isto, para populações normalmente distribuídas, os limites deste intervalo estabelecem os limites de controle. As cartas de controle onde os limites são determinados com base nas probabilidades da curva Normal, são denominadas de cartas de controle de Shewhart. (), () O processo é dito fora de controle estatístico se ocorrem fatos de probabilidade menor ou igual a,1. O cálculo das probabilidades é feito com a Eq(1). Prob[teste] = C p ( 1 p) n k n k k (1) onde teste é a condição analisada, que venha a cair na região correspondente à área além de três desviospadrão, e que, portanto, tem probabilidade de ocorrência menor que,7; o valor de p, em cada caso, é calculado a partir das probabilidades da função densidade de probabilidade Normal; n é o total de elementos que comporão as amostras, e k é o tamanho de cada amostra. 1 Ampliação: implantação de um novo elemento funcional (linha de transmissão ou subestação) na Rede Básica, representando uma nova concessão de transmissão. A sua implementação é contemplada por um novo Contrato de Prestação de Serviços de Transmissão (CPST) e é remunerada através de Receita Autorizada Reforço: implantação ou substituição de equipamentos (transformadores, equipamentos de compensação reativa, etc.) em um elemento funcional (linha de transmissão ou subestação) existente na Rede Básica. Estas implantações ou substituições são contempladas no CPST existente e são remuneradas através de Receita Autorizada. 3 Melhoria: implantação ou substituição de equipamentos visando manter a disponibilidade e a supervisão das instalações de transmissão, não acarretando modificação da topologia da rede, desde que reconhecidas pelo ONS como benefício do sistema elétrico interligado. Estas implantações ou substituições são contempladas no CPST existente e são remuneradas através de Receita Autorizada

3 .Observa-se que um comportamento histórico em que a probabilidade é menor ou igual a,1 (majorando a probabilidade da condição de extrapolação dos limites de três desvios-padrão, no caso de um único ponto amostral), apresenta as configurações abaixo listadas, que podem ser todas testadas, caso haja quantidade de amostras utilizadas superior a : 9 amostras seguidas, acima ou abaixo da média; amostras seguidas, crescentes ou decrescentes; 1 amostras que se alternam, acima e abaixo da média; de 3 amostras, na região compreendida entre e 3 desvios-padrão ou além dela; de amostras, na região compreendida entre 1 e desvios-padrão ou além dela; amostras na região compreendida entre a média e 1 desvio-padrão; amostras além da região compreendida entre a média e 1 desvio-padrão. Exemplificando o cálculo para o quarto caso, tem-se: p=,, que é a probabilidade de ocorrência de um ponto na região além de desvios-padrão, em uma Normal; k= e n=3. O resultado, aplicando os dados à Equação (1) é:,71 para a probabilidade de ocorrência dessa condição, a qual é menor que,1, conforme afirmado anteriormente. Isso é válido para ambas as cartas X e R. A Figura 1 apresenta o modelo de uma Carta de Controle que será utilizada na aplicação desta metodologia. X-BAR Mean:,7 (,7 ) Proc. sigma:3, ( 3, ) N: Range Mean:, (, ) Sigma:3,3 N: ,,7 -,11 13,91,, FIGURA 1 EXEMPLO DE CARTAS DE CONTROLE X E R DE SHEWHART. Conhecendo a média e o desvio-padrão dos dados de uma população, podem ser elaboradas as Cartas de Controle de Shewhart, a partir da utilização do software Statistica., no seu módulo de Controle de Qualidade, sendo testados valores referentes a eventos posteriores. O teste faz a distribuição das amostras, a serem testadas, no gráfico que contém a média e os limites de controle definidos pela população que gerou cada carta. Com essa distribuição, se observa se alguma condição, das listadas anteriormente, ocorreu APLICAÇÃO Para fins de ilustração da aplicação dessa metodologia, apresentamos o caso da avaliação dos Indicadores de Continuidade de Serviço da Rede Básica, referenciados na Resolução da ANEEL, utilizando os resultados dos Pontos de Controle analisados de duas Empresas brasileiras, localizadas em regiões geográficas distintas, agregados anualmente, no período de 1997 a 1999 (3). Por estimativa, baseada nos dados de um semestre do ano, se gerou os dados anualizados para, duplicando os valores verificados no semestre apurado. Define-se como Ponto de Controle, a instalação ou conjunto de instalações da Rede Básica que faz fronteira com os ativos de conexão dos demais agentes, independentemente do nível de tensão. Define-se, também, interrupção de serviço da Rede Básica no Ponto de Controle, a falta de tensão no mesmo, ou a perda total de continuidade do Ponto com relação à Rede Básica, o que caracteriza uma perda de serviço, desde que por um período igual ou superior a 1 minuto. Os Indicadores estabelecidos são a Freqüência de Interrupção do Ponto de Controle (FIPC) e a Duração de Interrupção do Ponto de Controle (DIPC). Dada a maior disponibilidade de dados, foram avaliadas a duração e a freqüência das interrupções em pontos de controle, ao nível de tensão de 9 kv, sendo na Empresa A e 3 na Empresa B. 3.1 Tratamento dos Dados Como o resultado desses indicadores reflete um efeito decorrente de outras variáveis aleatórias e de uma apuração mensal totalizada no ano, admitiremos que seu comportamento é o de uma Normal. Pelo fato de alguns dados anuais terem comportamento atípico, realizaremos uma homogeneização dos mesmos, calculando a média e o desvio-padrão de toda a população correspondente aos 3 primeiros anos (Tabela 1), incluindo esses dados. TABELA 1 - MÉDIA E DESVIO-PADRÃO DA POPULAÇÃO COMPLETA DE 1997 A Empresa Estatística Duração (h/ano) Freqüência (eventos/ano) A Média 3,97,1731 D.padrão 11,79 3,3 B Média,,7 D.padrão 11,37 3,9197

4 Em seguida, são eliminados os dados que extrapolarem o limite de 3 desvios-padrão. Para essa população reduzida, serão recalculados a média e o desvio-padrão (Tabela ), que serão os parâmetros necessários à construção da Carta de Controle de Shewhart. Essa Carta será a referência para avaliarmos o comportamento de alguns pontos selecionados ao longo dos anos de apuração. Como essa amostra para teste é de apenas pontos, realizaremos apenas a verificação da existência de pontos que extrapolem o limite de 3 desvios-padrão, e a verificação da existência de de 3 amostras na região compreendida entre e 3 desvios-padrão ou além dela. Isso, entretanto, não compromete a utilização da Carta, pois não é necessária a verificação de todas as condições citadas no subitem., para identificar se um determinado ponto está fora de controle estatístico. Cabe notar que, em se tratando de uma variável apurada anualmente, não faria sentido esperar, 9 ou mais anos, para identificar a necessidade de atuar sobre o sistema. Com referência a esses parâmetros, foram excluídos um dado de DIPC da Empresa A, e dois dados de DIPC da Empresa B, por serem superiores à média acrescida de 3 desvios-padrão. O novo grupo apresentou as características que se seguem: TABELA - MÉDIA E DESVIO-PADRÃO DA POPULAÇÃO REDUZIDA DE 1997 A Empresa Estatística Duração (h/ano) Freqüência (eventos/ano) A Média 3,37,1731 D.padrão,1971 3,3 B Média,79,7 D.padrão 7,7973 3,9197 Para os pontos que tiveram dados eliminados, sugerimos uma avaliação específica. 3. Teste das amostras A seguir, realizamos o teste das amostras correspondentes aos valores anuais (1997 a ) de pontos escolhidos, de cada Empresa, e que reflete o seu comportamento, ao longo desse período. Para cada Indicador e cada Empresa, foram elaboradas as respectivas Cartas de Controle com os parâmetros referidos na Tabela. A Figura 1 apresentou a Carta elaborada para avaliar o FIPC dos Pontos de Controle da Empresa B. Nessa Carta foram utilizados os dados correspondentes aos 3 Pontos de Controle de 9 kv, apurados no período de 1997 a A importância de se aferir o comportamento de cada ponto ao longo do tempo, reside no fato de que, como o aspecto de continuidade de serviço da Rede Básica nos Pontos de Controle é um resultado da disponibilidade de equipamentos dessa Rede, o comportamento médio de todos os pontos deverá, no mínimo, ser mantido. Para isso, é fundamental identificar os pontos que podem comprometer esse resultado médio, para que a Empresa efetue um melhor controle sobre os equipamentos que podem afetar a continuidade desses pontos. Ressalta-se, inclusive, que a disponibilidade dos equipamentos é uma preocupação das Empresas proprietárias, pois não são classificados, atualmente, como melhorias as obras com o fim de manter a disponibilidade. Na Figura, observa-se uma violação do indicador, na Carta da Média, no Ponto de Controle apurado. Isso evidencia um c omportamento anormal, pois a falta de controle estatístico significa que a variável deixou de ser representada pelos parâmetros da população de onde ela se originou e que, para retornar às características iniciais, alguma ação deverá ser tomada X-BAR Mean:, ( 3,37 ) Proc. sigma:7,79 (,1971 ) N:1 Range Mean:,7 (,1133 ) Sigma:, N:1 19,93 3,37-13, 19,973,1133, FIGURA - CARTAS DE CONTROLE X E R, PARA O DIPC DO PONTO DE CONTROLE 1 DA Na Figura 3, observa-se que, o fato dos dados da Carta das Médias se disporem de um mesmo lado, leva à necessidade de um acompanhamento cuidadoso quanto aos dados futuros, caso venha a ser violada a condição de 9 pontos do mesmo lado da média X-BAR Mean:, (,1731 ) Proc. sigma:1,77 ( 3,3 ) N:1 Range Mean: 1,7 ( 3,79 ) Sigma:1,9 N:1 1,9,1731-7,919 1,399 3,79, FIGURA 3 - CARTAS DE CONTROLE X E R, PARA O FIPC DO PONTO DE CONTROLE 1 DA

5 Nas Figuras e, observa-se uma tendência de crescimento nos 3 últimos dados da Carta das Médias, o que alerta para uma avaliação cuidadosa dos dados futuros, considerando a possibilidade de ser violada a condição de pontos em crescimento X-BAR Mean:3,91 ( 3,37 ) Proc. sigma:3,79 (,1971 ) N:1 Range Mean: 3,7333 (,1133 ) Sigma:,1 N:1 19,93 3,37-13, 19,973,1133, FIGURA - CARTAS DE CONTROLE X E R, PARA O DIPC DO PONTO DE CONTROLE DA X-BAR Mean:1, (,1731 ) Proc. sigma:, ( 3,3 ) N:1 Range Mean: 1, ( 3,79 ) Sigma:,77 N:1 1,9,1731-7,919 1,399 3,79, FIGURA - CARTAS DE CONTROLE X E R, PARA O FIPC DO PONTO DE CONTROLE DA Na Figura, ocorre uma violação em ambas as Cartas, sendo válidos os comentários referidos à Figura. Adicionalmente, embora não esteja perfeitamente visível, na Carta das Amplitudes ocorre violação da condição de de 3 pontos na região entre e 3 desvios-padrão ou acima de 3 desvios-padrão, nos valores indicados como 3 e. Uma violação de amplitude significa que os dados apresentam elevada dispersão, o que caracteriza uma perda de qualidade pois a previsibilidade de resultados futuros está comprometida. É evidente que dois processos que têm mesma média e dispersões diferentes levam à preferência pelo processo de menor dispersão X-BAR Mean:19,33 (,79 ) Proc. sigma:,3 ( 7,7973 ) N:1 Range Mean:,73 (,7191 ) Sigma:19, N:1,79,79-17,,79,7191, FIGURA - CARTAS DE CONTROLE X E R, PARA O DIPC DO PONTO DE CONTROLE 1 DA As Figuras 7 e apresentam um comportamento normal que dispensa maiores análises X-BAR Mean:, (,7 ) Proc. sigma:,713 ( 3,9197 ) N:1 Range Mean:,33333 (,1 ) Sigma:,373 N:1 1,1,7-7,331 1,,1, FIGURA 7 - CARTAS DE CONTROLE X E R, PARA O FIPC DO PONTO DE CONTROLE 1 DA X-BAR Mean:, (,79 ) Proc. sigma:,373 ( 7,7973 ) N:1 Range Mean:,93333 (,7191 ) Sigma:3,73 N:1,79,79-17,,79,7191, FIGURA - CARTAS DE CONTROLE X E R, PARA O DIPC DO PONTO DE CONTROLE DA

6 Na Figura 9, semelhantemente à Figura 3, observa-se que, o fato dos dados da Carta das Médias se disporem de um mesmo lado, leva à necessidade de um acompanhamento cuidadoso quanto aos dados futuros, caso venha a ser violada a condição de 9 pontos desse mesmo lado X-BAR Mean:,7 (,7 ) Proc. sigma:,37 ( 3,9197 ) N:1 Range Mean:,7 (,1 ) Sigma:,37 N:1 1,1,7-7,331 1,,1, FIGURA 9 - CARTAS DE CONTROLE X E R, PARA O FIPC DO PONTO DE CONTROLE DA. CONCLUSÕES Este artigo apresentou uma metodologia de grande utilidade para a monitoração do desempenho pretérito de sistemas de potência, cujo uso é recomendado para subsidiar a diagnose de indicadores de continuidade de serviço, tais como DIPC e FIPC, recentemente definidos. As principais contribuições do artigo são sumarizadas a seguir: A utilização das Cartas de Controle de Shewhart permite visualizar, de imediato, as condições de anormalidade porventura existentes em um determinado indicador, que caracterizam se a variável representada está fora de controle estatístico (). O simples conhecimento da média e do desviopadrão da população já permite testar pontos de interesse dessa população, em relação à carta das médias, previamente construída com esses parâmetros. A aplicação da teoria do Controle Estatístico de Processo aos Indicadores de Continuidade de Serviço da Rede Básica do Sistema Interligado Brasileiro pôde mostrar o tipo de informação que é agregada a um simples gráfico de comportamento histórico. Pôde ser verificado, também, que o diagnóstico estatístico provê elementos que contribuem para as decisões gerenciais, acerca dos pontos sobre os quais atuar, de modo a se direcionar os investimentos para obras que, realmente, venham a reduzir as interrupções, favorecendo o desempenho da Empresa ou, pelo menos, mantendo-o conforme seu comportamento histórico.. - REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS (1) H. B. MENEZES, Um Modelo de Predição de Falhas e Garantia de Qualidade com Monitoramento em Tempo Real - Dissertação de Mestrado, UFPE, 199. () H. H. X. M. MENEZES, H. B. MENEZES, H. ARANGO, M. TH. SCHILLING, Avaliação de Desempenho da Tensão em Pontos de Entrega de Energia, III Seminário Brasileiro sobre Qualidade da Energia Elétrica (SBQEE), ST-IT31, pp.1-, Brasília, -1 agosto/99 (3) RELATÓRIO ONS-.1// Rev., Indicadores de Continuidade de Serviço da Rede Básica - Padrões de Desempenho,. () W. A. SHEWHART, Economic Control of Quality of Manufactured Product, Ed.Van Nostrand, () L. H. C. TIPPETT, Technological Applications of Statistics, Ed. William&Norgate Ltd, London, 19. () H. H. X. M.MENEZES, Avaliação de Desempenho da Tensão sob o aspecto dos Afundamentos Momentâneos Dissertação de Mestrado, EFEI, (em desenvolvimento).

AUDITORIA DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS (Subestações de Alta e Extra Alta Tensão )

AUDITORIA DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS (Subestações de Alta e Extra Alta Tensão ) GMI/021 21 a 26 de Outubro de 2001 Campinas - São Paulo - Brasil GRUPO XII GESTÃO DA MANUTENÇÃO AUDITORIA DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS (Subestações de Alta e Extra Alta Tensão ) João Carlos Santos Schneider

Leia mais

Introdução Visão Geral Processos de gerenciamento de qualidade. Entradas Ferramentas e Técnicas Saídas

Introdução Visão Geral Processos de gerenciamento de qualidade. Entradas Ferramentas e Técnicas Saídas Introdução Visão Geral Processos de gerenciamento de qualidade Entradas Ferramentas e Técnicas Saídas O que é qualidade? Qualidade é a adequação ao uso. É a conformidade às exigências. (ISO International

Leia mais

Carga dos alimentadores

Carga dos alimentadores 50 Análise de consumo de energia e aplicações Capítulo V Carga dos alimentadores Por Manuel Luís Barreira Martinez* Em continuidade ao capítulo anterior, Locação de cargas métodos para a locação de carga

Leia mais

Impacto da Indisponibilidade de Linhas e Equipamentos na Receita dos Sistemas de Transmissão

Impacto da Indisponibilidade de Linhas e Equipamentos na Receita dos Sistemas de Transmissão Impacto da Indisponibilidade de Linhas e Equipamentos na Receita dos Sistemas de Transmissão C. C. Silva, CTEEP; M. R. Gouvêa, EPUSP; E. J. Robba, EPUSP; R. P. Casolari (EPUSP) Resumo- O trabalho consiste

Leia mais

Este trabalho tem como objetivo propor um modelo multicritério para a priorização dos modos de falha indicados a partir de uma aplicação do processo

Este trabalho tem como objetivo propor um modelo multicritério para a priorização dos modos de falha indicados a partir de uma aplicação do processo 1 Introdução A atual regulamentação do setor elétrico brasileiro, decorrente de sua reestruturação na última década, exige das empresas o cumprimento de requisitos de disponibilidade e confiabilidade operativa

Leia mais

3 Metodologia de Previsão de Padrões de Falha

3 Metodologia de Previsão de Padrões de Falha 3 Metodologia de Previsão de Padrões de Falha Antes da ocorrência de uma falha em um equipamento, ele entra em um regime de operação diferente do regime nominal, como descrito em [8-11]. Para detectar

Leia mais

Preço de Liquidação de Diferenças. Versão 1.0

Preço de Liquidação de Diferenças. Versão 1.0 Preço de Liquidação de Diferenças ÍNDICE PREÇO DE LIQUIDAÇÃO DE DIFERENÇAS (PLD) 4 1. Introdução 4 1.1. Lista de Termos 6 1.2. Conceitos Básicos 7 2. Detalhamento das Etapas da Formação do PLD 10 2.1.

Leia mais

Decidir como medir cada característica. Definir as características de qualidade. Estabelecer padrões de qualidade

Decidir como medir cada característica. Definir as características de qualidade. Estabelecer padrões de qualidade Escola de Engenharia de Lorena - EEL Controle Estatístico de Processos CEP Prof. MSc. Fabrício Maciel Gomes Objetivo de um Processo Produzir um produto que satisfaça totalmente ao cliente. Conceito de

Leia mais

Probabilidade. Distribuição Normal

Probabilidade. Distribuição Normal Probabilidade Distribuição Normal Distribuição Normal Uma variável aleatória contínua tem uma distribuição normal se sua distribuição é: simétrica apresenta (num gráfico) forma de um sino Função Densidade

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES REFERENTES À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº043/2010

CONTRIBUIÇÕES REFERENTES À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº043/2010 CONTRIBUIÇÕES REFERENTES À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº043/2010 NOME DA INSTITUIÇÃO: CIAPORTE SOLUÇÕES E SOFTWARE LTDA ME AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL ATO REGULATÓRIO: Resolução /Normativa, 2010

Leia mais

Formação do Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) (Anexo)

Formação do Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) (Anexo) Formação do Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) Regras de Comercialização Formação do Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) (Anexo) Versão 1.0 1 versão 1.0 Formação do Preço de Liquidação das Diferenças

Leia mais

PAPER. Plano de instalação de religadores AES Sul

PAPER. Plano de instalação de religadores AES Sul PAPER 1/5 Título Plano de instalação de religadores AES Sul Registro Nº: (Resumo) SJBV7283 Autores do paper Nome País e-mail Angelica Silva AES Sul Brasil angelica.silva@aes.com Flavio Silva AES Sul Brasil

Leia mais

Melhoria Contínua PDCA/SDCA e suas ferramentas 06/04/2011

Melhoria Contínua PDCA/SDCA e suas ferramentas 06/04/2011 Melhoria Contínua PDCA/SDCA e suas ferramentas 6/4/211 PRODUTIVIDADE O que é o melhoria contínua? Quando se tem o Gerenciamento da Rotina implantado temos a melhoria tipo escada sempre melhorando o resultado

Leia mais

FINANÇAS EM PROJETOS DE TI

FINANÇAS EM PROJETOS DE TI FINANÇAS EM PROJETOS DE TI 2012 Material 1 Prof. Luiz Carlos Valeretto Jr. 1 E-mail valeretto@yahoo.com.br Objetivo Objetivos desta disciplina são: reconhecer as bases da administração financeira das empresas,

Leia mais

Políticas de Segurança da Informação. Aécio Costa

Políticas de Segurança da Informação. Aécio Costa Aécio Costa A segurança da informação é obtida a partir da implementação de um conjunto de controles adequados, incluindo políticas, processos, procedimentos, estruturas organizacionais e funções de software

Leia mais

Lista de Verificação / Checklist

Lista de Verificação / Checklist Lista de Verificação / Checklist Avaliação NC / PC / C Departamentos Padrões de Referência /// Referências do MQ //// Referências Subjetivas A B C D E Cláusula Padrão Conforme/ Não C. 4 Sistema de Gestão

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA MEDIÇÃO DE ENERGIA PARA EFICIÊNCIA ENERGÉTICA

A IMPORTÂNCIA DA MEDIÇÃO DE ENERGIA PARA EFICIÊNCIA ENERGÉTICA A IMPORTÂNCIA DA MEDIÇÃO DE ENERGIA PARA EFICIÊNCIA ENERGÉTICA Existem várias finalidades para medição de energia, dentre elas vamos destacar as seguintes: Consumo mensal de energia A grandeza medida é

Leia mais

ESTUDO COMPARATIVO NBR ISO 13485:2004 RDC 59:2000 PORTARIA 686:1998 ITENS DE VERIFICAÇÃO PARA AUDITORIA

ESTUDO COMPARATIVO NBR ISO 13485:2004 RDC 59:2000 PORTARIA 686:1998 ITENS DE VERIFICAÇÃO PARA AUDITORIA ESTUDOCOMPARATIVO NBRISO13485:2004 RDC59:2000 PORTARIA686:1998 ITENSDEVERIFICAÇÃOPARAAUDITORIA 1. OBJETIVO 1.2. 1. Há algum requisito da Clausula 7 da NBR ISO 13485:2004 que foi excluída do escopo de aplicação

Leia mais

LEILÃO A-3/2015: TOPOLOGIA, PREMISSAS E CRITÉRIOS PARA O CÁLCULO DA CAPACIDADE DE ESCOAMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA PELA REDE BÁSICA, DIT E ICG

LEILÃO A-3/2015: TOPOLOGIA, PREMISSAS E CRITÉRIOS PARA O CÁLCULO DA CAPACIDADE DE ESCOAMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA PELA REDE BÁSICA, DIT E ICG LEILÃO A-3/2015: TOPOLOGIA, PREMISSAS E CRITÉRIOS PARA O CÁLCULO DA CAPACIDADE DE ESCOAMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA PELA REDE BÁSICA, Empresa de Pesquisa Energética Av. Rio Branco, 001 - Centro 20090-003

Leia mais

Qualidade da energia elétrica no Brasil

Qualidade da energia elétrica no Brasil Qualidade da energia elétrica no Brasil Luiz Henrique Capeli Agência Nacional de Energia Elétrica ANEEL Luanda 30 de maio de 2013 Agenda Qualidade da Energia Elétrica Evolução da Regulamentação Qualidade

Leia mais

entrevista semi-estruturada; estruturada;

entrevista semi-estruturada; estruturada; MONITORAMENTO & AVALIAÇÃO DA APS: CONCEPÇÃO DOS TRABALHADORES DA SAÚDE DA SESA Equipe dos Núcleos da Normalização e Desenvolvimento de Recursos Humanos/SESA/ES Brasília Agosto/2008 INTRODUÇÃO CONTEXTUALIZAÇÃO:

Leia mais

ELIPSE POWER AUTOMATIZA A SUBESTAÇÃO CRUZ ALTA DA CPFL, UTILIZANDO OS PROTOCOLOS IEC 61850 E DNP3

ELIPSE POWER AUTOMATIZA A SUBESTAÇÃO CRUZ ALTA DA CPFL, UTILIZANDO OS PROTOCOLOS IEC 61850 E DNP3 ELIPSE POWER AUTOMATIZA A SUBESTAÇÃO CRUZ ALTA DA CPFL, UTILIZANDO OS PROTOCOLOS IEC 61850 E DNP3 Solução da Elipse Software apresenta rápida integração com os equipamentos da subestação localizada em

Leia mais

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GRUPO - IX GRUPO DE ESTUDO DE OPERAÇÃO DE SISTEMAS ELÉTRICOS - GOP

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GRUPO - IX GRUPO DE ESTUDO DE OPERAÇÃO DE SISTEMAS ELÉTRICOS - GOP XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA Versão 1.0 22 a 25 Novembro de 2009 Recife - PE GRUPO - IX GRUPO DE ESTUDO DE OPERAÇÃO DE SISTEMAS ELÉTRICOS - GOP SISTEMA INTEGRADO

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL GE Distributed Power Jose Renato Bruzadin Sales Manager Brazil T +55 11 2504-8829 M+55 11 99196-4809 Jose.bruzadini@ge.com São Paulo, 11 de Julho de 2014 NOME DA INSTITUIÇÃO: GE Distributed Power AGÊNCIA

Leia mais

Perguntas e Respostas sobre a aplicação da Resolução Normativa nº 482/2012

Perguntas e Respostas sobre a aplicação da Resolução Normativa nº 482/2012 Perguntas e Respostas sobre a aplicação da Resolução Normativa nº 482/2012 Este documento tem caráter apenas orientativo e não tem força normativa. 1 O que é o Sistema de Compensação de Energia Elétrica?...

Leia mais

1. Funcionalidades TMN

1. Funcionalidades TMN 1. Funcionalidades TMN Uma TMN pretende suportar uma ampla variedade de áreas gerenciais que abrange o planejamento, instalação, operação, administração, manutenção e provisionamento de serviços de telecomunicações.

Leia mais

Contribuição Eletropaulo Metropolitana S/A Expositor Antoninho Borghi

Contribuição Eletropaulo Metropolitana S/A Expositor Antoninho Borghi Audiência Pública ANEEL 027/2003 Estabelece as condições de atendimento por meio de Central de Teleatendimento (CTA) das concessionárias ou permissionárias, critérios de classificação de serviços e metas

Leia mais

PLANEJAMENTO E ESTRATÉGIAS 1. O CENÁRIO DO SETOR AGROPECUÁRIO BRASILEIRO

PLANEJAMENTO E ESTRATÉGIAS 1. O CENÁRIO DO SETOR AGROPECUÁRIO BRASILEIRO PLANEJAMENTO E ESTRATÉGIAS 1. O CENÁRIO DO SETOR AGROPECUÁRIO BRASILEIRO A economia brasileira tem passado por rápidas transformações nos últimos anos. Neste contexto ganham espaço novas concepções, ações

Leia mais

Curso de Engenharia de Produção. Manutenção dos Sistemas de Produção

Curso de Engenharia de Produção. Manutenção dos Sistemas de Produção Curso de Engenharia de Produção Manutenção dos Sistemas de Produção Introdução: Existe uma grande variedade de denominações das formas de atuação da manutenção, isto provoca certa confusão em relação aos

Leia mais

VOTO. INTERESSADO: Companhia Marumbi Transmissora de Energia S.A. RESPONSÁVEL: Superintendência de Regulação dos Serviços de Transmissão SRT.

VOTO. INTERESSADO: Companhia Marumbi Transmissora de Energia S.A. RESPONSÁVEL: Superintendência de Regulação dos Serviços de Transmissão SRT. VOTO PROCESSOS: 48500.002320/2014-01. INTERESSADO: Companhia Marumbi Transmissora de Energia S.A. RELATOR: Diretor Reive Barros dos Santos. RESPONSÁVEL: Superintendência de Regulação dos Serviços de Transmissão

Leia mais

Perguntas e Respostas sobre a aplicação da Resolução Normativa nº 482/2012

Perguntas e Respostas sobre a aplicação da Resolução Normativa nº 482/2012 Perguntas e Respostas sobre a aplicação da Resolução Normativa nº 482/2012 Este documento é apenas explicativo e não tem força normativa. 1 O que é o Sistema de Compensação de Energia Elétrica?...1 2 Quanto

Leia mais

Self-Healing Semi-Centralizado e seus benefícios para clientes com base instalada

Self-Healing Semi-Centralizado e seus benefícios para clientes com base instalada XI SIMPÓSIO DE AUTOMAÇÃO DE SISTEMAS ELÉTRICOS 16 a 19 de Agosto de 2015 CAMPINAS - SP Self-Healing Semi-Centralizado e seus benefícios para clientes com base instalada Paulo Antunes Souza Wagner Hokama

Leia mais

METODOLOGIA PARA DIMENSIONAMENTO DE ATIVOS RESERVAS EM EMPRESAS CONCESSIONÁRIAS DE ENERGIA ELÉTRICA, APLICADA A TRANSFORMADORES DE FORÇA

METODOLOGIA PARA DIMENSIONAMENTO DE ATIVOS RESERVAS EM EMPRESAS CONCESSIONÁRIAS DE ENERGIA ELÉTRICA, APLICADA A TRANSFORMADORES DE FORÇA METODOLOGIA PARA DIMENSIONAMENTO DE ATIVOS RESERVAS EM EMPRESAS CONCESSIONÁRIAS DE ENERGIA ELÉTRICA, APLICADA A TRANSFORMADORES DE FORÇA Autores: Heitor Inácio Sardinha Luiz Rogério Varasquim Clay Tutaj

Leia mais

Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica Aula 10 Qualidade do Serviço de Energia Elétrica (adptada por Prof. Fabiano)

Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica Aula 10 Qualidade do Serviço de Energia Elétrica (adptada por Prof. Fabiano) Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica Aula 10 Qualidade do Serviço de Energia Elétrica (adptada por Prof. Fabiano) 1 Qualidade de energia Após reestruturação do setor elétrico AEEL tem exigido

Leia mais

INFORMAÇÕES TÉCNICAS TERMINOLOGIA (parte integrante do site www.cocel.com.br)

INFORMAÇÕES TÉCNICAS TERMINOLOGIA (parte integrante do site www.cocel.com.br) INFORMAÇÕES TÉCNICAS TERMINOLOGIA (parte integrante do site www.cocel.com.br) 1. Concessionária ou Permissionária - Agente titular de concessão ou permissão federal para explorar a prestação de serviços

Leia mais

Empresa de Pesquisa Energética Av. Rio Branco, 001 - Centro 20090-003 Rio de Janeiro RJ Tel (+21) 3512-3100 Fax (+21) 3512-3198

Empresa de Pesquisa Energética Av. Rio Branco, 001 - Centro 20090-003 Rio de Janeiro RJ Tel (+21) 3512-3100 Fax (+21) 3512-3198 LEILÃO DE ENERGIA DE RESERVA - 3º LER/2015: PREMISSAS E CRITÉRIOS PARA O CÁLCULO DA CAPACIDADE DE ESCOAMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA PELA REDE DE TRANSMISSÃO E DEFINIÇÃO DE SUBESTAÇÕES CANDIDATAS Empresa de

Leia mais

F.1 Gerenciamento da integração do projeto

F.1 Gerenciamento da integração do projeto Transcrição do Anexo F do PMBOK 4ª Edição Resumo das Áreas de Conhecimento em Gerenciamento de Projetos F.1 Gerenciamento da integração do projeto O gerenciamento da integração do projeto inclui os processos

Leia mais

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA Versão 1.0 XXX.YY 22 a 25 Novembro de 2009 Recife - PE GRUPO - IX GOP Grupo de Estudo de Operação de Sistemas Elétricos SISTEMA

Leia mais

Dimensionamento de equipamentos reservas para subestações

Dimensionamento de equipamentos reservas para subestações XVIII Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2008-06 a 10 de outubro Olinda - Pernambuco - Brasil Dimensionamento de equipamentos reservas para subestações Leonardo Labarrere de Souza

Leia mais

Aprendendo a Interpretar Dados Financeiros de uma Empresa Usando Estatística de Forma Simples e Prática

Aprendendo a Interpretar Dados Financeiros de uma Empresa Usando Estatística de Forma Simples e Prática Aprendendo a Interpretar Dados Financeiros de uma Empresa Usando Estatística de Forma Simples e Prática Ederson Luis Posselt (edersonlp@yahoo.com.br) Eduardo Urnau (dudaurnau@gmail.com) Eloy Metz (eloy@softersul.com.br)

Leia mais

Auditoria e Segurança de Sistemas Aula 02 Auditoria. Felipe S. L. G. Duarte Felipelageduarte+fatece@gmail.com

Auditoria e Segurança de Sistemas Aula 02 Auditoria. Felipe S. L. G. Duarte Felipelageduarte+fatece@gmail.com Auditoria e Segurança de Sistemas Aula 02 Auditoria Felipe S. L. G. Duarte Felipelageduarte+fatece@gmail.com Evolução / Necessidade Empresas com Capital Fechado Aumento da concorrência Investimento em

Leia mais

V SBQEE MONITORAMENTO DA QUALIDADE DE TENSÃO EM CONSUMIDORES INDUSTRIAIS PARA AVALIAÇÃO DA VULNERABILIDADE

V SBQEE MONITORAMENTO DA QUALIDADE DE TENSÃO EM CONSUMIDORES INDUSTRIAIS PARA AVALIAÇÃO DA VULNERABILIDADE V SBQEE Seminário Brasileiro sobre Qualidade da Energia Elétrica 17 a 20 de Agosto de 2003 Aracaju Sergipe Brasil Código: AJU 04 167 Tópico: Análise, Diagnósticos e Soluções MONITORAMENTO DA QUALIDADE

Leia mais

Submódulo 2.8. Gerenciamento dos indicadores de desempenho da rede básica e dos barramentos dos transformadores de fronteira, e de seus componentes

Submódulo 2.8. Gerenciamento dos indicadores de desempenho da rede básica e dos barramentos dos transformadores de fronteira, e de seus componentes Submódulo 2.8 Gerenciamento dos indicadores de desempenho da rede básica e dos barramentos dos transformadores de fronteira, e de seus componentes Rev. Nº. 0.0 Motivo da revisão Este documento foi motivado

Leia mais

AUDIÊNCIA PÚBLICA ANEEL nº 003/2007 (ap003_2007@aneel.gov.br) Contribuições da TRACTEBEL ENERGIA S.A.

AUDIÊNCIA PÚBLICA ANEEL nº 003/2007 (ap003_2007@aneel.gov.br) Contribuições da TRACTEBEL ENERGIA S.A. Introdução AUDIÊNCIA PÚBLICA ANEEL nº 003/2007 (ap003_2007@aneel.gov.br) Contribuições da TRACTEBEL ENERGIA S.A. A Tractebel Energia, isoladamente ou por meio da APINE, vem estudando e discutindo o tema

Leia mais

Importância do GED. Implantação de um Sistema de GED

Importância do GED. Implantação de um Sistema de GED Implantação de um Sistema de GED Gerenciamento Eletrônico de Documentos Importância do GED O GED tem uma importante contribuição na tarefa da gestão eficiente da informação; É a chave para a melhoria da

Leia mais

CHECK - LIST - ISO 9001:2000

CHECK - LIST - ISO 9001:2000 REQUISITOS ISO 9001: 2000 SIM NÃO 1.2 APLICAÇÃO A organização identificou as exclusões de itens da norma no seu manual da qualidade? As exclusões são relacionadas somente aos requisitos da sessão 7 da

Leia mais

Curso de Engenharia de Produção. Manutenção dos Sistemas de Produção

Curso de Engenharia de Produção. Manutenção dos Sistemas de Produção Curso de Engenharia de Produção Manutenção dos Sistemas de Produção Introdução: As Atividades de Manutenção devem ser pensadas estrategicamente de maneira a contribui para resultado da empresa rumo a Excelência

Leia mais

VI-004 MONITORAMENTO EM TEMPO REAL DA QUALIDADE DA ÁGUA DOS MANANCIAIS DA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO - RMSP

VI-004 MONITORAMENTO EM TEMPO REAL DA QUALIDADE DA ÁGUA DOS MANANCIAIS DA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO - RMSP VI-004 MONITORAMENTO EM TEMPO REAL DA QUALIDADE DA ÁGUA DOS MANANCIAIS DA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO - RMSP Armando Perez Flores (1) Bacharel em Química pela Faculdade de Filosofia Ciências e Letras

Leia mais

Submódulo 2.8. Gerenciamento dos indicadores de desempenho da rede básica e de seus componentes

Submódulo 2.8. Gerenciamento dos indicadores de desempenho da rede básica e de seus componentes Submódulo 2.8 Gerenciamento dos indicadores de desempenho da rede básica e de seus componentes Rev. Nº. Motivo da revisão 0.0 Este documento foi motivado pela Resolução nº 140/02 - ANEEL de 25/03/2002

Leia mais

Relação dos Dados e Informações a serem fornecidos pelo ONS à CCEE

Relação dos Dados e Informações a serem fornecidos pelo ONS à CCEE Anexo I ao Acordo Operacional entre o ONS e CCEE Relação dos Dados e Informações a serem fornecidos pelo ONS à CCEE 1. Objetivo O presente Anexo tem por objetivo estabelecer a relação dos dados e informações

Leia mais

Auditoria Interna Como assessoria das entidades

Auditoria Interna Como assessoria das entidades Auditoria Interna Como assessoria das entidades Francieli Hobus 1 Resumo A auditoria interna vem se tornando a cada dia, uma ferramenta indispensável para as entidades. Isso está ocorrendo devido à preocupação

Leia mais

Cristian Dekkers Kremer (PPGEP - UTFPR) E-mail: cristian_dk@ig.com.br Prof. Dr. João Luiz Kovaleski (PPGEP - UTFPR) E-mail: kovaleski@utfpr.edu.

Cristian Dekkers Kremer (PPGEP - UTFPR) E-mail: cristian_dk@ig.com.br Prof. Dr. João Luiz Kovaleski (PPGEP - UTFPR) E-mail: kovaleski@utfpr.edu. Determinação do momento ótimo para a realização da manutenção preventiva em equipamentos de uma indústria metalúrgica: um estudo voltado para a redução de custos Cristian Dekkers Kremer (PPGEP - UTFPR)

Leia mais

Curso: Logística e Transportes Disciplina: Estatística Profa. Eliane Cabariti. Distribuição Normal

Curso: Logística e Transportes Disciplina: Estatística Profa. Eliane Cabariti. Distribuição Normal Curso: Logística e Transportes Disciplina: Estatística Profa. Eliane Cabariti Distribuição Normal 1. Introdução O mundo é normal! Acredite se quiser! Muitos dos fenômenos aleatórios que encontramos na

Leia mais

MODELO CONTRATO DE USO FLEXÍVEL DO SISTEMA DE TRANSMISSÃO. Arquivo: Minuta CUST F Modelo 22nov13-ComMarcasRevisão.docx

MODELO CONTRATO DE USO FLEXÍVEL DO SISTEMA DE TRANSMISSÃO. Arquivo: Minuta CUST F Modelo 22nov13-ComMarcasRevisão.docx MODELO CONTRATO DE USO FLEXÍVEL DO SISTEMA DE TRANSMISSÃO Arquivo: Minuta -ComMarcasRevisão.docx Motivo: Atendimento à Resolução 399/10- Contratação do Uso do Sistema de Transmissão Modelo aplicado a:

Leia mais

Controle e Corte Emergencial de Cargas com Recomposição Automática Através do Sistema SCADA BRASIL

Controle e Corte Emergencial de Cargas com Recomposição Automática Através do Sistema SCADA BRASIL Controle e Corte Emergencial de Cargas com Recomposição Automática Através do Sistema SCADA MONTENEGRO, J. C. F. S. (José Carlos de França e Silva Montenegro) BANDEIRANTE BRASIL MARQUES, R. (Rogério Marques)

Leia mais

Número do Recibo:83500042

Número do Recibo:83500042 1 de 21 06/06/2012 18:25 Número do Recibo:83500042 Data de Preenchimento do Questionário: 06/06/2012. Comitête Gestor de Informática do Judiciário - Recibo de Preenchimento do Questionário: GOVERNANÇA

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS ORIENTAÇÃO TÉCNICA OCPC 08

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS ORIENTAÇÃO TÉCNICA OCPC 08 COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS ORIENTAÇÃO TÉCNICA OCPC 08 Reconhecimento de Determinados Ativos ou Passivos nos relatórios Contábil-Financeiros de Propósito Geral das Distribuidoras de Energia Elétrica

Leia mais

Anexo 17.2 Sistema de Avaliação de Desempenho

Anexo 17.2 Sistema de Avaliação de Desempenho Anexo 17.2 Sistema de Avaliação de Desempenho Folha 1 de 14 Metodologia A equipe de fiscalização da ANA avaliará, mensalmente, o cumprimento dos mais importantes parâmetros de desempenho incluídos nas

Leia mais

SIMULADO: Simulado 3 - ITIL Foundation v3-40 Perguntas em Português

SIMULADO: Simulado 3 - ITIL Foundation v3-40 Perguntas em Português 1 de 7 28/10/2012 16:47 SIMULADO: Simulado 3 - ITIL Foundation v3-40 Perguntas em Português RESULTADO DO SIMULADO Total de questões: 40 Pontos: 0 Score: 0 % Tempo restante: 55:07 min Resultado: Você precisa

Leia mais

MÓDULO 7 Ferramentas da Qualidade

MÓDULO 7 Ferramentas da Qualidade MÓDULO 7 Ferramentas da Qualidade Os modelos de Qualidade Total apresentam uma estrutura teórica bem consistente, pois: não há contradições entre as suas afirmações básicas; há uma estrutura bem definida

Leia mais

4 Gráficos de controle

4 Gráficos de controle 4 Gráficos de controle O gráfico de controle é uma ferramenta poderosa do Controle Estatístico de Processo (CEP) para examinar a variabilidade em dados orientados no tempo. O CEP é composto por um conjunto

Leia mais

ANEXO 5 PLANEJAMENTO TÉCNICO INTEGRADO E PROVIMENTO DA INTERCONEXÃO

ANEXO 5 PLANEJAMENTO TÉCNICO INTEGRADO E PROVIMENTO DA INTERCONEXÃO ANEXO 5 PLANEJAMENTO TÉCNICO INTEGRADO E PROVIMENTO DA INTERCONEXÃO 1. OBJETIVO 1.1 As Interconexões previstas no presente Anexo 5 serão objeto de planejamento técnico contínuo e integrado entre as Partes,

Leia mais

Módulo 4. Visão geral dos controles do COBIT aplicáveis para implantação da Sarbanes, o papel de TI, a importância dos softwares e exercícios

Módulo 4. Visão geral dos controles do COBIT aplicáveis para implantação da Sarbanes, o papel de TI, a importância dos softwares e exercícios Módulo 4 Visão geral dos controles do COBIT aplicáveis para implantação da Sarbanes, o papel de TI, a importância dos softwares e exercícios Estruturas e Metodologias de controle adotadas na Sarbanes COBIT

Leia mais

PLANEJAMENTO DE CAPACIDADE EM INFRA-ESTRUTURAS SUPORTADAS POR SERVIÇOS TERCEIRIZADOS DE REDE DE COMUNICAÇÃO DE DADOS

PLANEJAMENTO DE CAPACIDADE EM INFRA-ESTRUTURAS SUPORTADAS POR SERVIÇOS TERCEIRIZADOS DE REDE DE COMUNICAÇÃO DE DADOS PLANEJAMENTO DE CAPACIDADE EM INFRA-ESTRUTURAS SUPORTADAS POR SERVIÇOS TERCEIRIZADOS DE REDE DE COMUNICAÇÃO DE DADOS Roosevelt Belchior Lima Neste artigo será apresentada uma proposta de acompanhamento

Leia mais

COMUNICAÇÃO INTERNA DESAFIOS E ÊXITOS

COMUNICAÇÃO INTERNA DESAFIOS E ÊXITOS O gerenciamento do sistem,a COMUNICAÇÃO INTERNA DESAFIOS E ÊXITOS Dandare Manuelle Pereira (1) Historiadora formada pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Trabalha desde 2012 na SANASA no cargo

Leia mais

MANUTENÇÃO PREDITIVA : BENEFÍCIOS E LUCRATIVIDADE.

MANUTENÇÃO PREDITIVA : BENEFÍCIOS E LUCRATIVIDADE. 1 MANUTENÇÃO PREDITIVA : BENEFÍCIOS E LUCRATIVIDADE. Márcio Tadeu de Almeida. D.Eng. Professor da Escola Federal de Engenharia de Itajubá. Consultor em Monitoramento de Máquinas pela MTA. Itajubá - MG

Leia mais

ABNT NBR ISO 9001:2008

ABNT NBR ISO 9001:2008 ABNT NBR ISO 9001:2008 Introdução 0.1 Generalidades Convém que a adoção de um sistema de gestão da qualidade seja uma decisão estratégica de uma organização. O projeto e a implementação de um sistema de

Leia mais

Jonathan J. Campos, Jefferson de Faria, William de O. Sant Ana

Jonathan J. Campos, Jefferson de Faria, William de O. Sant Ana APLICAÇÕES GEOGRÁFICAS NA WEB PARA INTEGRACÃO DE DADOS DO MONITORAMENTO AMBIENTAL DE ÁREAS DEGRADADAS PELA MINERAÇÃO DE CARVÃO NA BACIA CARBONÍFERA DO SUL DO ESTADO DE SANTA CATARINA Jonathan J. Campos,

Leia mais

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA Versão 1.0 GTM.YY 22 a 25 Novembro de 2009 Recife - PE GRUPO XIII GRUPO DE ESTUDO DE TRANSFORMADORES, REATORES, MATERIAIS E TECNOLOGIAS

Leia mais

Pesquisador em Informações Geográficas e Estatísticas A I GESTÃO DA QUALIDADE LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO.

Pesquisador em Informações Geográficas e Estatísticas A I GESTÃO DA QUALIDADE LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO. 7 EDITAL N o 04/2013 LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO. 01 - O candidato recebeu do fiscal o seguinte material: a) este CADERNO DE QUESTÕES, com os enunciados das 8 (oito) questões discursivas, sem

Leia mais

Engenharia de Software II: Criando a EAP e planejando a Qualidade. Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI rbritto@ufpi.edu.br

Engenharia de Software II: Criando a EAP e planejando a Qualidade. Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI rbritto@ufpi.edu.br Engenharia de Software II: Criando a EAP e planejando a Qualidade Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI rbritto@ufpi.edu.br Sumário Criando EAP. Planejando a qualidade. Criando a Estrutura Analítica do Projeto

Leia mais

Setor Elétrico Brasileiro Um Breve histórico. Pontos Básicos da regulação para a Distribuição. Desafios regulatórios Associados à Distribuição

Setor Elétrico Brasileiro Um Breve histórico. Pontos Básicos da regulação para a Distribuição. Desafios regulatórios Associados à Distribuição viii SUMÁRIO Apresentação Prefácio e Agradecimentos Introdução C a p í t u l o 1 Setor Elétrico Brasileiro Um Breve histórico 1.1 Mudanças ocorridas nos anos 1990 1.2 Avanços e aprimoramentos em 2003 C

Leia mais

2- FUNDAMENTOS DO CONTROLE 2.1 - CONCEITO DE CONTROLE:

2- FUNDAMENTOS DO CONTROLE 2.1 - CONCEITO DE CONTROLE: 1 - INTRODUÇÃO Neste trabalho iremos enfocar a função do controle na administração. Trataremos do controle como a quarta função administrativa, a qual depende do planejamento, da Organização e da Direção

Leia mais

BOLETIM nº1 DA COPA DO MUNDO DE FUTEBOL 2010 RESULTADOS DA OPERAÇÃO DO SIN DURANTE O JOGO BRASIL 2 x 1 CORÉIA DO NORTE 15 de Junho de 2010

BOLETIM nº1 DA COPA DO MUNDO DE FUTEBOL 2010 RESULTADOS DA OPERAÇÃO DO SIN DURANTE O JOGO BRASIL 2 x 1 CORÉIA DO NORTE 15 de Junho de 2010 BOLETIM nº1 DA COPA DO MUNDO DE FUTEBOL 2010 RESULTADOS DA OPERAÇÃO DO SIN DURANTE O JOGO BRASIL 2 x 1 CORÉIA DO NORTE 15 de Junho de 2010 (terça-feira) 2010/ONS Todos os direitos reservados. Qualquer

Leia mais

Teste de Hipótese para uma Amostra Única

Teste de Hipótese para uma Amostra Única Teste de Hipótese para uma Amostra Única OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM Depois de um cuidadoso estudo deste capítulo, você deve ser capaz de: 1.Estruturar problemas de engenharia de tomada de decisão, como

Leia mais

Módulo 3 Procedimento e processo de gerenciamento de riscos, PDCA e MASP

Módulo 3 Procedimento e processo de gerenciamento de riscos, PDCA e MASP Módulo 3 Procedimento e processo de gerenciamento de riscos, PDCA e MASP 6. Procedimento de gerenciamento de risco O fabricante ou prestador de serviço deve estabelecer e manter um processo para identificar

Leia mais

Metering system for billing in the National Interconnected System Sistema de Medição para Faturamento no Sistema Interligado Nacional Neyl Hamilton

Metering system for billing in the National Interconnected System Sistema de Medição para Faturamento no Sistema Interligado Nacional Neyl Hamilton Metering system for billing in the National Interconnected System Sistema de Medição para Faturamento no Sistema Interligado Nacional Neyl Hamilton M. Soares Medição para Faturamento no Sistema Interligado

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 01/2014-PPGG/M.C.Rondon CAPÍTULO I DA COMISSÃO DE BOLSAS. Art. 1º A Comissão de Bolsas é composta pelo:

RESOLUÇÃO Nº 01/2014-PPGG/M.C.Rondon CAPÍTULO I DA COMISSÃO DE BOLSAS. Art. 1º A Comissão de Bolsas é composta pelo: RESOLUÇÃO Nº 01/2014-PPGG/M.C.Rondon CAPÍTULO I DA COMISSÃO DE BOLSAS Art. 1º A Comissão de Bolsas é composta pelo: I - Presidente Coordenador do Programa; II- Um docente permanente do Programa; IV- Um

Leia mais

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GRUPO - X GRUPO DE ESTUDOS DE DESEMPENHO DE SISTEMAS ELÈTRICOS - GDS

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GRUPO - X GRUPO DE ESTUDOS DE DESEMPENHO DE SISTEMAS ELÈTRICOS - GDS XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA Versão 1.0 XXX.YY 22 a 25 Novembro de 2009 Recife - PE GRUPO - X GRUPO DE ESTUDOS DE DESEMPENHO DE SISTEMAS ELÈTRICOS - GDS ESTUDO

Leia mais

Módulo 4: Gerenciamento dos Riscos, das Aquisições, das Partes Interessadas e da Integração

Módulo 4: Gerenciamento dos Riscos, das Aquisições, das Partes Interessadas e da Integração Diretoria de Desenvolvimento Gerencial Coordenação Geral de Educação a Distância Gerência de Projetos - Teoria e Prática Conteúdo para impressão Módulo 4: Gerenciamento dos Riscos, das Aquisições, das

Leia mais

4.1 A Parte que recebeu a notificação de anormalidade deverá encaminhá-la imediatamente a um órgão responsável, para resolver a anormalidade.

4.1 A Parte que recebeu a notificação de anormalidade deverá encaminhá-la imediatamente a um órgão responsável, para resolver a anormalidade. ANEXO 8: GERENCIAMENTO DE ANORMALIDADES DA REDE 1 As Partes reconhecem que é de seu mútuo interesse estabelecer um processo eficiente e efetivo para comunicar e resolver as anormalidades de rede que repercutam

Leia mais

ABNT NBR ISO/IEC 27001

ABNT NBR ISO/IEC 27001 ABNT NBR ISO/IEC 27001 Para Dataprev e Senado 1/63 As Normas NBR ISO/IEC 27001 - Requisitos para implantar um SGSI NBR ISO/IEC 27002 - Práticas para a gestão de SI NBR ISO/IEC 27005 - Gestão de riscos

Leia mais

Gerenciamento de Serviços de TI com base na ITIL

Gerenciamento de Serviços de TI com base na ITIL Gerenciamento de Serviços de TI com base na ITIL Information Technology Infrastructure Library ou Biblioteca de Infraestrutura da Tecnologia da Informação A TI de antes (ou simplesmente informática ),

Leia mais

CHECK LIST DE AVALIAÇÃO DE FORNECEDORES Divisão:

CHECK LIST DE AVALIAÇÃO DE FORNECEDORES Divisão: 4.2.2 Manual da Qualidade Está estabelecido um Manual da Qualidade que inclui o escopo do SGQ, justificativas para exclusões, os procedimentos documentados e a descrição da interação entre os processos

Leia mais

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Conselho de Administração Diretoria Geral Gerenciamento de Capital Diretoria de Controladoria, Operações, Jurídico, Ouvidoria e Cobrança Diretoria de Tesouraria, Produtos e Novos Negócios Operações Bancárias

Leia mais

Inferência Estatística. Amostragem Estatística. Características das Amostragens Estatísticas. Tipos de Amostragens Estatísticas

Inferência Estatística. Amostragem Estatística. Características das Amostragens Estatísticas. Tipos de Amostragens Estatísticas Fenômenos Estatísticos Classificam-se em: Fenômenos Coletivos ou de Massa - Não podem ser definidos por uma simples observação (natalidade, mortalidade, preço médio de veículos usados em Curitiba, etc.).

Leia mais

Deming (William Edwards Deming)

Deming (William Edwards Deming) Abordagens dos principais autores relativas ao Gerenciamento da Qualidade. Objetivo: Estabelecer base teórica para o estudo da Gestão da Qualidade Procura-se descrever, a seguir, as principais contribuições

Leia mais

PR 2 PROCEDIMENTO. Auditoria Interna. Revisão - 2 Página: 1 de 9

PR 2 PROCEDIMENTO. Auditoria Interna. Revisão - 2 Página: 1 de 9 Página: 1 de 9 1. OBJETIVO Estabelecer sistemática de funcionamento e aplicação das Auditorias Internas da Qualidade, fornecendo diretrizes para instruir, planejar, executar e documentar as mesmas. Este

Leia mais

SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL SGA MANUAL CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS

SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL SGA MANUAL CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL MANUAL Elaborado por Comitê de Gestão de Aprovado por Paulo Fernando G.Habitzreuter Código: MA..01 Pag.: 2/12 Sumário Pag. 1. Objetivo...

Leia mais

Gestão da Qualidade Políticas. Elementos chaves da Qualidade 19/04/2009

Gestão da Qualidade Políticas. Elementos chaves da Qualidade 19/04/2009 Gestão da Qualidade Políticas Manutenção (corretiva, preventiva, preditiva). Elementos chaves da Qualidade Total satisfação do cliente Priorizar a qualidade Melhoria contínua Participação e comprometimento

Leia mais

CST em Gestão Financeira 2ª Série Estatística Aplicada

CST em Gestão Financeira 2ª Série Estatística Aplicada CST em Gestão Financeira 2ª Série Estatística Aplicada A Atividade Prática Supervisionada (ATPS) é um procedimento metodológico de ensinoaprendizagem desenvolvido por meio de etapas, acompanhadas pelo

Leia mais

CONSULTA PÚBLICA Nº 008/2010. Revisão da Metodologia de Estabelecimento dos Limites dos Indicadores Coletivos de Continuidade

CONSULTA PÚBLICA Nº 008/2010. Revisão da Metodologia de Estabelecimento dos Limites dos Indicadores Coletivos de Continuidade CONSULTA PÚBLICA Nº 008/2010 Revisão da Metodologia de Estabelecimento dos Limites dos Indicadores Coletivos de Continuidade Rio de Janeiro, 23 de Agosto de 2010 Apresentamos a seguir as nossas respostas

Leia mais

Herramientas inteligentes para el diagnóstico de transformadores sometidos a esfuerzos electromagnéticos severos

Herramientas inteligentes para el diagnóstico de transformadores sometidos a esfuerzos electromagnéticos severos Herramientas inteligentes para el diagnóstico de transformadores sometidos a esfuerzos electromagnéticos severos Nombre Carlos Guilherme Gonzales Correo cgonzale@cteep.com.br Empresa www.cteep.com.br Cargo

Leia mais

POLÍTICA DE SUITABILITY

POLÍTICA DE SUITABILITY POLÍTICA DE SUITABILITY VERIFICAÇÃO DA ADEQUAÇÃO DOS PRODUTOS, SERVIÇOS E OPERAÇÕES AO PERFIL DO INVESTIDOR Julho/2015 RELATÓRIO DE ACESSO PÚBLICO Este Manual/Relatório foi elaborado pela ATIVA com fins

Leia mais

NORMA NBR ISO 9001:2008

NORMA NBR ISO 9001:2008 NORMA NBR ISO 9001:2008 Introdução 0.1 Generalidades Convém que a adoção de um sistema de gestão da qualidade seja uma decisão estratégica de uma organização. O projeto e a implementação de um sistema

Leia mais

Aplicação Cliente. Consumo Indevido do Ambiente de Autorização

Aplicação Cliente. Consumo Indevido do Ambiente de Autorização Projeto Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais Aplicação Cliente Consumo Indevido do Ambiente de Autorização Março 2014 Pág. 1 / 9 Prazos de entrada em vigência das orientações e possíveis ações restritivas:

Leia mais

Uma Proposta de Tecnologia Embarcada na Internação Domiciliar Capítulo 5 Conclusões 133

Uma Proposta de Tecnologia Embarcada na Internação Domiciliar Capítulo 5 Conclusões 133 Capítulo 5 Conclusões 133 CAPÍTULO 5 CONCLUSÕES Neste capítulo são abordadas as conclusões traçadas no desenvolvimento e validação do SMD, e indicação de estudos futuros. Ressalta-se o atendimento aos

Leia mais

Gestão da Qualidade. Evolução da Gestão da Qualidade

Gestão da Qualidade. Evolução da Gestão da Qualidade Gestão da Qualidade Evolução da Gestão da Qualidade Grau de Incerteza Grau de complexidade Adm Científica Inspeção 100% CEQ Evolução da Gestão CEP CQ IA PQN PQN PQN TQM PQN MSC GEQ PQN PQN Negócio Sistema

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Faculdade de Arquitetura e Urbanismo

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Faculdade de Arquitetura e Urbanismo UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Faculdade de Arquitetura e Urbanismo DISTRIBUIÇÃO AMOSTRAL ESTIMAÇÃO AUT 516 Estatística Aplicada a Arquitetura e Urbanismo 2 DISTRIBUIÇÃO AMOSTRAL Na aula anterior analisamos

Leia mais

DEMANDA GT METODOLOGIA PARA QUANTIFICAÇÃO DE RISCOS E DEFINIÇÃO DE CONTINGENCIAMENTOS EM CONTRATOS DE OBRAS

DEMANDA GT METODOLOGIA PARA QUANTIFICAÇÃO DE RISCOS E DEFINIÇÃO DE CONTINGENCIAMENTOS EM CONTRATOS DE OBRAS DEMANDA GT METODOLOGIA PARA QUANTIFICAÇÃO DE RISCOS E DEFINIÇÃO DE CONTINGENCIAMENTOS EM CONTRATOS DE OBRAS OBJETIVOS Reduzir as incertezas nas definição e quantificação de riscos associados a implantação

Leia mais