8º CONGRESSO IBEROAMERICANO DE ENGENHARIA MECANICA Cusco, 23 a 25 de Outubro de 2007

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "8º CONGRESSO IBEROAMERICANO DE ENGENHARIA MECANICA Cusco, 23 a 25 de Outubro de 2007"

Transcrição

1 8º CONGRESSO IBEROAMERICANO DE ENGENHARIA MECANICA Cusco, 23 a 25 de Outubro de 2007 ANÁLISE DA SIMULAÇÃO DE REFRIGERAÇÃO NO PROCESSO DE INJEÇÃO DE TERMOPLÁSTICOS. Carlos Mauricio Sacchelli*, Christian Allan Cardoso *Centro Federal de Educação Tecnológica de Santa Catarina CEFET-SC, Joinville-SC, Brasil. * RESUMO Os processos de transformação dos materiais poliméricos mais usuais são: injeção, extrusão, sopro, compressão e termoformagem, sendo o de injeção um dos mais utilizados. No processo de injeção, o tempo de cada ciclo de injeção é o somatório de vários tempos. Dentre todos os tempos, o de refrigeração é o maior. Para auxiliar na realização do projeto do molde de injeção, há disponível no mercado softwares de simulação, contudo, devido às muitas opções de métodos de cálculo e de resultados, erros de interpretações são cometidos. Assim este trabalho tem como objetivo analisar a simulação do sistema de refrigeração em um molde de injeção de termoplástico através da utilização de um molde instrumentado, comparando os métodos de cálculo e os resultados apresentados. PALAVRAS CHAVE: processo de injeção de termoplástico, sistema de refrigeração, simulação do processo.

2 INTRODUÇÃO Dentre os processos utilizados na transformação de polímeros, atualmente a moldagem por injeção é um dos mais utilizados e de maior importância. Esse fato se deve a possibilidade da fabricação de produtos injetados de elevada complexidade geométrica, baixo custo, grande volume de produção [1]. Além disso, essas características fazem com que este processo seja utilizado em diversas áreas que vão desde a indústria de utilidades domésticas até a aeronáutica. Isso é possível devido ao emprego dos termoplásticos de engenharia, com os quais são fabricados componentes de elevada resistência mecânica e baixo peso. Outras aplicações do processo de moldagem por injeção também podem ser observadas no nosso dia-a-dia, tais como televisores, refrigeradores, telefones, computadores, brinquedos, entre outros, sendo responsável por cerca de 70% da fabricação de produtos plásticos [2]. No processo de injeção, o tempo para a obtenção de um produto injetado, é denominado de ciclo, em que é composto da somatória dos seguintes tempos: fechamento do molde, preenchimento da cavidade, refrigeração, e, abertura do molde, sendo o tempo de refrigeração o maior de todos [3]. Segundo Fouray [4], há dois aspectos importantes a serem analisados no projeto do sistema de refrigeração: a eficiência e a uniformidade da distribuição de temperatura no molde. A eficiência da troca de calor entre o material polimérico e o molde é um fator decisivo para uma performance econômica no processo de injeção. Alguns trabalhos na literatura atestam ganhos significativos com melhorias nos sistema de refrigeração, com redução de até 33% do tempo total do ciclo de injeção [5]. Assim, para a obtenção de um bom sistema de refrigeração o projeto do molde e a seleção dos parâmetros do processo de injeção devem ser realizados corretamente. Contudo, a seleção dos parâmetros de processo não é tão simples, devido ao fato de que para a obtenção de produtos injetados de boa qualidade é necessário o ajuste correto de todo um conjunto de parâmetros e não apenas ajustes individuais. Para auxiliar nesta problemática, têm-se os simuladores de injeção de termoplásticos, também conhecidos como softwares de CAE Computer Aided Engineering, por exemplo, o Moldflow, Moldex 3D, Moldcae, Planets e 3D- Sigma [6]. Contudo há vários métodos de calculo disponíveis para a realização da simulação, além de vários resultados que podem confundir a pessoa que trabalha com a análise de injeção. Assim, o presente trabalho aborda o estudo comparativo entre os resultados obtidos durante a simulação de injeção e os resultados obtidos durante o processo de injeção através de um molde instrumentado, com o monitoramento e aquisição das temperaturas em 8 (oito) pontos selecionados. Com essa comparação, espera-se determinar qual o método de cálculo e qual o resultado da simulação de injeção que melhor representa os resultados do processo de injeção real. MATERIAIS E MÉTODOS O mode de injeção utilizado neste experimento foi o molde de 2 cavidades destinado a obtenção de corpos de prova de tração (Fig.1) e, o material polimérico, o Polipropileno PP (XM 6150K) da empresa Polibrasil. A máquina injetora utilizada foi a Sandretto Micro 65, e o equipamento de aquisição de dados registrador Field Logger modelo V2.0X, e para a simulação de injeção o software Moldflow Plastics Insight versão 4.1 foi utilizado.

3 Fig. 1: Modelo geométrico do corpo de prova e seus canais de refrigeração Para o experimento, foi confeccionado um molde de 2 (duas) cavidades, com a possibilidade de inserção de 8 (oito) termopares alojados a 5 mm da superfície da cavidade, realizado o processo de injeção e o de simulação, verificou-se que não era possível obter a temperatura na simulação em pontos que não estivessem em contato com o material injetado, assim foi usinado novamente o molde, com a finalidade de deixar 2 (dois) termopares em contato direto com o material polimérico no momento da injeção. Na Fig. 2, observa-se a localização dos termopares, em que são numerados de 1 a 8, sendo os de número 3 e 7 posicionados diretamente na cavidade, onde o material polimérico irá se localizar, e os outros termopares localizados a uma distância de 5 mm da cavidade. Alojamento para a passagem dos termopares Fig. 2: Pontos na cavidade onde foram alojados os termopares Os parâmetros de processo de injeção utilizados são apresentados na Tab. 1. Cabe ressaltar que os mesmos parâmetros foram utilizados na simulação do processo de injeção. Tabela 1: Parâmetros do processo de injeção Parâmetros Pressão injeção: 163,3 bar Temperatura de injeção: 210 C Força de fechamento: 7 ton Tempo injeção: 2,2s Tempo abertura do molde: 6s Pressão recalque: 80%

4 Temperatura do molde: 30 C Tempo recalque: 10s Tempo resfriamento: 20s Vazão de injeção: 76cm³/s Contra pressão: 0 Temperatura água: 30 C Vazão da água de refrigeração: 1,43l/min Velocidade de rotação da rosca injetora: 150 rpm A duração do ensaio na máquina injetora foi de 60 minutos, em que os termopares registraram os valores das temperaturas, sendo capturados pela placa de aquisição de dados, gerando assim um relatório com as temperaturas nos oito pontos de fixação durante o ciclo. RESULTADOS Com os dados obtidos, foi gerado um gráfico relacionando a variação da temperatura registrada nos termopares com o tempo, que pode ser visualizado na Fig. 3. Também para verificação das temperaturas, foi impresso o relatório com todas as temperaturas obtidas a cada 1 segundo de experimento. Durante este período verificou-se o aumento gradativo de temperatura em todos os pontos de monitoramento. Resultado esperado, pois como o material polimérico está a uma temperatura na saída da máquina de injeção de aproximadamente 210 C e o molde está em uma temperatura ambiente (30 C), ocorre a troca térmica entre o molde e o material fundido, ocasionando um constante aumento de temperatura do molde até sua estabilizar. Cabe a observação, de que como este experimento durou apenas 60 minutos, a estabilização não ocorreu, o que se observou foi ao final do tempo de coleta dos dados, havia certa tendência de estabilização da temperatura. Este aumento de temperatura pode ser considerado normal já que o processo não estava totalmente estabilizado e o molde ainda não se encontrava em equilíbrio térmico com o material injetado. Fig. 3: Gráfico temperatura x tempo (1h) nos termopares de 1 a 8. Para uma melhor interpretação dos resultados optou-se pela elaboração de gráficos que relacionam as temperaturas em um intervalo de tempo menor (aproximadamente 10 minutos), que podem ser visualizados nas Fig. 4 e 5.

5 Fig. 4: Gráfico temperatura x tempo (10min,) nos termopares de 1 a 8. Fig. 5: Gráfico temperatura x tempo (10min.) nos termopares de 1 a 8. Para fins de comparação dos dados, será considerado as temperaturas do sexto período, devido ao fato que devem ser as temperaturas próximas a estabilização do sistema.

6 Após a coletada dos dados referentes ao processo de injeção, realizou-se a simulação de injeção no software Moldflow. Para tanto, foi necessário desenhar o modelo geométrico do corpo de prova, juntamente com os canais de alimentação e de refrigeração, além de inserir os parâmetros de processo utilizados na máquina injetora. Na simulação, pode-se optar por dois métodos de cálculo, utilizando o algoritmo de Fill+Cool+Flow, ou com o de Cool+Flow. Como resultado da simulação de injeção, o software apresenta duas opções para verificação da temperatura, a primeira denominada de máxima temperatura na peça e a segunda, de temperatura no topo da peça, o que pode confundir a pessoa que realiza a simulação, pois aparentemente as duas deveriam informar a temperatura do produto injetado. Na Tab. 2, observa-se um comparativo, entre os resultados do processo de injeção e da simulação tanto da máxima temperatura a peça, como no topo da peça. Tabela 2: Comparação entre os valores do processo de injeção x simulação Termopar Temperatura do processo real ( C) Temperatura da simulação máxima temperatura na peça( C) Diferença real/simulado (%) Temperatura da simulação no topo da topo da peça( C) Diferença real/simulado (%) CF FCF CF FCF CF FCF CF FCF ,67 42,24 4,05-36,00 42,87 36,87-35,05-44, ,8 7,69-32,62 44,35 37,1-31,77-42, ,06 42,75-2,90-36,19 41,04 36,86-38,75-44, ,86 42,69 6,33-30,02 41,03 35,67-32,74-41, ,4 41,39-3,94-37,29 38,91 35,6-41,05-46, ,5 40,74 5,93-30,95 38,05 35,08-35,51-40, ,98 41,09-0,03-34,78 38,24 35,17-39,30-44, ,12 41,17 6,98-30,22 38,42 35,18-34,88-40,37 *CF- Cool +Flow; FCF-Fill+Cool+Flow. Na Fig. 6, tem-se o gráfico de demonstra a variação do erro percentual da simulação de injeção, em relação à temperatura verificada no termopar.

7 Erro das temperaturas por termopares 20,00 10,00 Erros (%) 0,00-10,00-20,00-30, ,00-50,00 Termopares Máx. temp. peça (CF) Temp. topo peça (CF) Máx. temp. peça (FCF) Temp. topo peça (CFC) Figura 6: Comparação entre os valores do processo de injeção x simulação Pode-se observar que a simulação com menor erro foi a utilizando o método Cool+Flow, com o resultado de máxima temperatura no produto. Observa-se também que nos pontos 3 e 7 que coletavam os dados da superfície da cavidade os erros foram de 2,9 e 0,03 %, e que os outros termopares demonstraram erros de até 7,7%, valores estes já esperados, já que estavam a 5 mm da superfície da cavidade. CONCLUSÃO Após os experimentos, verificou-se que a escolha do algoritmo de determinação da simulação de refrigeração possui grande impacto para a veracidade dos resultados, pois utilizando o método Fill+Cool+Flow, os resultados não foram coerentes, contudo utilizando o método Cool+Flow, obteve-se resultados mais próximos do real. Outro fato importante é saber ao certo qual o resultado da analise que deve ser considerada, como pudemos constatar, o resultado da máxima temperatura da peça foi o mais próximo do real. Como podemos também observar os termopares que não estiveram em contato com o polímero, tiveram um erro máximo de aproximadamente 7,7%. Com base nestes resultados, pode-se considerar que o processo de simulação de injeção nos mostra com grande proximidade os resultados do processo de injeção, contudo dever-se estar atento com os métodos de calculo e os resultados, pois, pode induzir a erros significativos. REFERENCIAS 1. H. Rees. Mold Injection. New York: Hanser, J. Y. H. Fuh; Y. F. Zhang; A.Y.C. Nee; M.W. Fu. Computer-Aided Injection Mold Design and Manufacture. New York: Marcel Dekker, 2004.

8 3. A. Y. F. Mylla. Influência do Resfriamento na Qualidade de Peças Termoplásticas Moldadas por Injeção, com Estudo de Caso em Sistemas CAE. Florianópolis, Dissertação de Mestrado, UFSC, A. Fouray; S. Marichez; F. Planquais. The Aluminum solution. Antec, L. Q. Tang; K. Pochiraju; C. Chassapis; S. Manoochehri. Optimal design of cooling system for injection molding. Antec, C. M. Sacchelli; A. F. Souza; R. K. Scalice; L. M. Gilapa; M. M. Lacerda. Estudo da manufatura de produtos que utilizam ferramentais. Revista do IST Ano 6 nº 7, p , 2006.

V CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE FABRICAÇÃO 14 a 17 de abril de 2009 - Belo Horizonte - Minas Gerais - Brasil

V CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE FABRICAÇÃO 14 a 17 de abril de 2009 - Belo Horizonte - Minas Gerais - Brasil 5 V CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE FABRICAÇÃO 14 a 17 de abril de 2009 - Belo Horizonte - Minas Gerais - Brasil DIMENSIONAMENTO DE CANAIS DE REFRIGERAÇÃO NO PROJETO DE MOLDES DE INJEÇÃO: AVALIAÇÃO

Leia mais

Jowle - Consultoria e Projetos 1 Conceitos de moldagem.

Jowle - Consultoria e Projetos 1 Conceitos de moldagem. 1 Conceitos de moldagem. O molde é um dispositivo que trabalha em conjunto com a máquina injetora, essa recebe o material no silo alimentador, que vem em forma granular. O material é comprimido pelo aríete

Leia mais

Desenho de Placas para Husky Manifold Systems

Desenho de Placas para Husky Manifold Systems Desenho de Placas para Husky Manifold Systems Como utilizar este Guia Este guia foi criado para auxiliar o fabricante de molde a integrar a Câmara Quente Husky Manifold System com as placas e ao molde.

Leia mais

Tabela 1. Propriedades do polipropileno (PP) homopolímero H604. Propriedades Método ASTM Valores. Resistência ao impacto Izod a 23ºC (J/m) D 256A 51

Tabela 1. Propriedades do polipropileno (PP) homopolímero H604. Propriedades Método ASTM Valores. Resistência ao impacto Izod a 23ºC (J/m) D 256A 51 6º CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE FABRICAÇÃO 6 th BRAZILIAN CONFERENCE ON MANUFACTURING ENGINEERING 11 a 15 de abril de 2011 Caxias do Sul RS - Brasil April 11 th to 15 th, 2011 Caxias do Sul RS

Leia mais

Manual de uso e guia de utilização do simulador de injetora

Manual de uso e guia de utilização do simulador de injetora Manual de uso e guia de utilização do simulador de injetora Versão: 902801_manualV01R00 Abril de 2012 Índice Introdução...4 Conhecendo uma injetora de termoplásticos...5 Partes de uma máquina injetora

Leia mais

DA INTERPOLAÇÃO SPLINE COMO TRAJETÓRIA DA FERRAMENTA NA MANUFATURA SUPERFÍCIES COMPLEXAS ATRAVÉS DE FERRAMENTAS DOE (DESING OF EXPERIMENTS)

DA INTERPOLAÇÃO SPLINE COMO TRAJETÓRIA DA FERRAMENTA NA MANUFATURA SUPERFÍCIES COMPLEXAS ATRAVÉS DE FERRAMENTAS DOE (DESING OF EXPERIMENTS) 18º Congresso de Iniciação Científica AVALIAÇÃO DA INTERPOLAÇÃO SPLINE COMO TRAJETÓRIA DA FERRAMENTA NA MANUFATURA SUPERFÍCIES COMPLEXAS ATRAVÉS DE FERRAMENTAS DOE (DESING OF EXPERIMENTS) Autor(es) MARCO

Leia mais

Aumentando a precisão em cotação de peças injetadas

Aumentando a precisão em cotação de peças injetadas Aumentando a precisão em cotação de peças injetadas Renan Melhado Mazza SMARTTECH Fabio C. Caires - SMARTTECH Descrição da Classe Demonstrar as dificuldades do levantamento das informações técnicas durante

Leia mais

Haitian Série Mars. HAITIAN INTERNATIONAL HOLDINGS LIMITED Unit 1105 Level 11 Metroplaza Tower 2 223 Hing Fong RD Kwai Fong N.T

Haitian Série Mars. HAITIAN INTERNATIONAL HOLDINGS LIMITED Unit 1105 Level 11 Metroplaza Tower 2 223 Hing Fong RD Kwai Fong N.T HAITIAN INTERNATIONAL HOLDINGS LIMITED Unit 1105 Level 11 Metroplaza Tower 2 223 Hing Fong RD Kwai Fong N.T haitian@mail.haitian.com www.haitian.com NINGBO HAITIAN HUAYUAN MACHINERY CO., LTD. Export Processing

Leia mais

ASSOCIAÇÃO EDUCACIONAL E TECNOLÓGICA DE SANTA CATARINA Ementas Tecnólogo em Fabricação Mecânica Departamento de Ensino Superior

ASSOCIAÇÃO EDUCACIONAL E TECNOLÓGICA DE SANTA CATARINA Ementas Tecnólogo em Fabricação Mecânica Departamento de Ensino Superior ASSOCIAÇÃO EDUCACIONAL E TECNOLÓGICA DE SANTA CATARINA Ementas Tecnólogo em Fabricação Mecânica Departamento de Ensino Superior DISCIPLINA: Metodologia da Pesquisa Científica Técnicas para elaboração de

Leia mais

Customers. The core of our innovation. Alimentação & Transporte Secagem Dosagem Controle de Temperatura Refrigeração. Granulação

Customers. The core of our innovation. Alimentação & Transporte Secagem Dosagem Controle de Temperatura Refrigeração. Granulação PT Customers. The core of our innovation Alimentação & Transporte Secagem Dosagem Controle de Temperatura Refrigeração Granulação Tecnologias Piovan para Refrigeração: Chillers com compressores scroll

Leia mais

Customers. The core of our innovation. Alimentação & Transporte Secagem. Dosagem Controle de Temperatura Refrigeração Granulação

Customers. The core of our innovation. Alimentação & Transporte Secagem. Dosagem Controle de Temperatura Refrigeração Granulação PT Customers. The core of our innovation Alimentação & Transporte Secagem Dosagem Controle de Temperatura Refrigeração Granulação Secadores com Torres Dessecantes O ar seco é gerado em uma torre de peneira

Leia mais

Parâmetros e métodos de usinagem e sua relação com os custos do processo e o acabamento final do produto

Parâmetros e métodos de usinagem e sua relação com os custos do processo e o acabamento final do produto Parâmetros e métodos de usinagem e sua relação com os custos do processo e o acabamento final do produto Osiel Wrublak (Universidade Tecnológica Federal do Paraná - UTFPR) osielw@yahoo.com.br Luiz Alberto

Leia mais

UDDEHOLM NIMAX UDDEHOLM NIMAX

UDDEHOLM NIMAX UDDEHOLM NIMAX UDDEHOLM NIMAX Uma ferramenta confiável e eficiente é essencial para se obter bons resultados. O mesmo se aplica na busca da alta produtividade e disponibilidade. Quando se escolhe um aço ferramenta muitos

Leia mais

ANÁLISE DA INFLUÊNCIA DAS VARIÁVEIS DO PROCESSO DE INJEÇÃO DE PLÁSTICOS NA TEMPERATURA DO MATERIAL FUNDIDO UTILIZANDO PLANEJAMENTO DE EXPERIMENTOS

ANÁLISE DA INFLUÊNCIA DAS VARIÁVEIS DO PROCESSO DE INJEÇÃO DE PLÁSTICOS NA TEMPERATURA DO MATERIAL FUNDIDO UTILIZANDO PLANEJAMENTO DE EXPERIMENTOS ANÁLISE DA INFLUÊNCIA DAS VARIÁVEIS DO PROCESSO DE INJEÇÃO DE PLÁSTICOS NA TEMPERATURA DO MATERIAL FUNDIDO UTILIZANDO PLANEJAMENTO DE EXPERIMENTOS Maurício Bagueira de Vasconcellos Azeredo Laboratórios

Leia mais

Características das máquinas injetoras

Características das máquinas injetoras Características das máquinas injetoras MOLDAGEM POR INJEÇÃO O processo de moldagem por injeção foi patenteado em 1872 pelos irmãos Hyatt. Ao longo do século XX teve uma grande evolução, cujos principais

Leia mais

GRSS. Resistance WELDING SOLDAGEM POR RESISTÊNCIA ELÉTRICA

GRSS. Resistance WELDING SOLDAGEM POR RESISTÊNCIA ELÉTRICA SOLDAGEM POR RESISTÊNCIA ELÉTRICA Princípios A soldagem por resistência elétrica representa mais uma modalidade da soldagem por pressão na qual as peças a serem soldadas são ligadas entre si em estado

Leia mais

6 Sistemas Terminais e Não-Terminais

6 Sistemas Terminais e Não-Terminais 6 Sistemas Terminais e Não-Terminais 1 A fim de poder realizar uma análise mais precisa dos resultados de simulação, é preciso saber classificar o sistema modelado como sendo terminal ou não-terminal.

Leia mais

SISTEMÁTICA PARA O PROJETO DO SISTEMA DE REFRIGERAÇÃO DE MOLDES PARA INJEÇÃO DE POLÍMEROS

SISTEMÁTICA PARA O PROJETO DO SISTEMA DE REFRIGERAÇÃO DE MOLDES PARA INJEÇÃO DE POLÍMEROS UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA MECÂNICA SISTEMÁTICA PARA O PROJETO DO SISTEMA DE REFRIGERAÇÃO DE MOLDES PARA INJEÇÃO DE POLÍMEROS Dissertação submetida à

Leia mais

Elastopor R 465 Sistema de dois componentes para fabricação de espuma rígida de poliuretano com células fechadas Sistema livre de CFC (contém HCFC)

Elastopor R 465 Sistema de dois componentes para fabricação de espuma rígida de poliuretano com células fechadas Sistema livre de CFC (contém HCFC) Elastopor R 465 Sistema de dois componentes para fabricação de espuma rígida de poliuretano com células fechadas Sistema livre de CFC (contém HCFC) Informação técnica Denominação do sistema Componente

Leia mais

Relés de Proteção Térmica Simotemp

Relés de Proteção Térmica Simotemp Relés de Proteção Térmica Simotemp Confiabilidade e precisão para controle e proteção de transformadores Answers for energy. A temperatura é o principal fator de envelhecimento do transformador Os relés

Leia mais

PLANEJAMENTO DO PROCESSO ASSISTIDO POR COMPUTADOR - CAPP

PLANEJAMENTO DO PROCESSO ASSISTIDO POR COMPUTADOR - CAPP PLANEJAMENTO DO PROCESSO ASSISTIDO POR COMPUTADOR - CAPP Prof. João Carlos Espíndola Ferreira, Ph.D. /jcarlos j.c.ferreira@ufsc.br Universidade Federal de Santa Catarina Departamento de Engenharia Mecânica

Leia mais

EXTRUSÃO ENERGIZED BY

EXTRUSÃO ENERGIZED BY EXTRUSÃO ENERGIZED BY Dados de referência: Grades de Filme e Extrusão TIPOS DE DURETHAN E POCAN PARA O PROCESSO DE EXTRUSÃO Plásticos com um potencial crescente Indústrias e áreas de aplicação Os polímeros

Leia mais

PACOTE SOLIDWORKS SIMULATION SOLUÇÕES DE ENGENHARIA 3D

PACOTE SOLIDWORKS SIMULATION SOLUÇÕES DE ENGENHARIA 3D PACOTE SOLIDWORKS SIMULATION SOLUÇÕES DE ENGENHARIA 3D PROJETO E ENGENHARIA 3D ORIENTADOS POR SIMULAÇÃO Fábricas de todos os setores tornaram a simulação virtual 3D uma ferramenta de engenharia valiosa

Leia mais

HYDAC KineSys Sistemas de acionamento

HYDAC KineSys Sistemas de acionamento HYDAC KineSys Sistemas de acionamento Veículos de manuseio de materiais Usinas termelétricas Máquinas injetoras de plástico Seu parceiro profissional para soluções de acionamento Todas as condições para

Leia mais

MOBPROG. Manual rápido de utilização

MOBPROG. Manual rápido de utilização MOBPROG Manual rápido de utilização Tempo de injeção e tempo morto.(r) Linha superior: medição do tempo de injeção lido da centralina do carro. Linha inferior: indicação do tempo morto do bico injetor

Leia mais

5 Resultados e Discussões

5 Resultados e Discussões 5 Resultados e Discussões O mercado para reciclagem existe e encontra-se em crescimento, principalmente pelo apelo exercido pela sociedade por produtos e atitudes que não causem agressão ao meio ambiente,

Leia mais

Grupo 09 Centrais de testes e limpeza

Grupo 09 Centrais de testes e limpeza Grupo 09 Centrais de testes e limpeza Fornecedor: Tipo Descrição Página CPR Central de teste para circuitos de refrigeração 01 Descrição 01-01 CPC Central de teste para circuitos de refrigeração 02 Descrição

Leia mais

APLICAÇÃO DAS TÉCNICAS DE PLANEJAMENTO E ANÁLISE DE EXPERIMENTOS NO PROCESSO DE INJEÇÃO PLÁSTICA

APLICAÇÃO DAS TÉCNICAS DE PLANEJAMENTO E ANÁLISE DE EXPERIMENTOS NO PROCESSO DE INJEÇÃO PLÁSTICA APLICAÇÃO DAS TÉCNICAS DE PLANEJAMENTO E ANÁLISE DE EXPERIMENTOS NO PROCESSO DE INJEÇÃO PLÁSTICA Edwin V. Cardoza Galdamez Luiz C. Ribeiro Carpinetti Departamento de Engenharia de Produção, Escola de Engenharia

Leia mais

Tecnologias CAx na Manufatura. Valter Vander de Oliveira Disciplina: Sistemas Industriais

Tecnologias CAx na Manufatura. Valter Vander de Oliveira Disciplina: Sistemas Industriais Tecnologias CAx na Manufatura Valter Vander de Oliveira Disciplina: Sistemas Industriais Tecnologias CAx Conteúdo: Conceito de tecnologia CAx Evolução das tecnologias CAx Sistemas CAD/CAE/CAPP/CAM/CAI

Leia mais

UTILIZAÇÃO DE SIMULAÇÃO COMPUTACIONAL COMO FERRAMENTA NA DEFINIÇÃO DO PERFIL PARA TREM DE POUSO POLIMÉRICO

UTILIZAÇÃO DE SIMULAÇÃO COMPUTACIONAL COMO FERRAMENTA NA DEFINIÇÃO DO PERFIL PARA TREM DE POUSO POLIMÉRICO UTILIZAÇÃO DE SIMULAÇÃO COMPUTACIONAL COMO FERRAMENTA NA DEFINIÇÃO DO PERFIL PARA TREM DE POUSO POLIMÉRICO Leonardo José Lottermann (FAHOR) ll001211@fahor.com.br Djone Rafael Viana (FAHOR) dv001140@fahor.com.br

Leia mais

MÓDULO 2 2.3 - CONEXÕES

MÓDULO 2 2.3 - CONEXÕES MÓDULO 2 2.3 - CONEXÕES Os fabricantes e as conexões devem ser pré-qualificados através de certificados de qualificação emitidos por organismos/laboratórios reconhecidos, ou pelo próprio sistema de qualificação

Leia mais

DESAFIOS OPERACIONAIS E METROLÓGICOS DA MEDIÇÃO POR COORDENADAS NO AMBIENTE DE MANUFATURA DIGITAL

DESAFIOS OPERACIONAIS E METROLÓGICOS DA MEDIÇÃO POR COORDENADAS NO AMBIENTE DE MANUFATURA DIGITAL II CIMMEC 2º CONGRESSO INTERNACIONAL DE METROLOGIA MECÂNICA DE 27 A 30 DE SETEMBRO DE 2011 Natal, Brasil DESAFIOS OPERACIONAIS E METROLÓGICOS DA MEDIÇÃO POR COORDENADAS NO AMBIENTE DE MANUFATURA DIGITAL

Leia mais

SIGMASOFT - Virtual Molding. Soluções para injeção de silicone líquido

SIGMASOFT - Virtual Molding. Soluções para injeção de silicone líquido SIGMASOFT - Virtual Molding Soluções para injeção de silicone líquido O que é possível avaliar através da moldagem virtual? Polímeros Termoplás-cos Elastômeros Termofixos Borracha Silicone Líquido (LSR)

Leia mais

Grupo 13 Bico quente especial + acessórios para sistemas de câmara quente

Grupo 13 Bico quente especial + acessórios para sistemas de câmara quente Grupo 13 Bico quente especial + acessórios para sistemas de câmara quente Fornecedor: Tipo Descrição Página -13 Introdução -01-01 + 02 Aplicação dos bicos especiais -02-01 Resistências para bicos 10 Resistência

Leia mais

Concurso Público para Cargos Técnico-Administrativos em Educação UNIFEI 13/06/2010

Concurso Público para Cargos Técnico-Administrativos em Educação UNIFEI 13/06/2010 Questão 21 Conhecimentos Específicos - Técnico em Mecânica A respeito das bombas centrífugas é correto afirmar: A. A vazão é praticamente constante, independentemente da pressão de recalque. B. Quanto

Leia mais

Construção. Mangueira para Injeção utilizada para o selamento de juntas de construção em estruturas estanques. Descrição do produto

Construção. Mangueira para Injeção utilizada para o selamento de juntas de construção em estruturas estanques. Descrição do produto Ficha de Produto Edição 09/04/2014 Identificação no: 02 07 03 06 001 0 000002 SikaFuko Eco 1 Mangueira para Injeção utilizada para o selamento de juntas de construção em estruturas estanques Descrição

Leia mais

8º CONGRESSO IBEROAMERICANO DE ENGENHARIA MECÂNICA ESTUDO COMPARATIVO DE SISTEMAS DE RESFRIAMENTO EM MOLDES PARA INJEÇÃO DE PRODUTOS ALETADOS

8º CONGRESSO IBEROAMERICANO DE ENGENHARIA MECÂNICA ESTUDO COMPARATIVO DE SISTEMAS DE RESFRIAMENTO EM MOLDES PARA INJEÇÃO DE PRODUTOS ALETADOS 8º CONGRESSO IBEROAMERICANO DE ENGENHARIA MECÂNICA Cusco, 23 a 25 de Outubro de 2007 ESTUDO COMPARATIVO DE SISTEMAS DE RESFRIAMENTO EM MOLDES PARA INJEÇÃO DE PRODUTOS ALETADOS Wander, P.R.*, Costa, C.A.*,

Leia mais

ESTUDO DOS MOTORES DE COMBUSTÃO INTERNA

ESTUDO DOS MOTORES DE COMBUSTÃO INTERNA ESTUDO DOS MOTORES DE COMBUSTÃO INTERNA Luiz Atilio Padovan Prof. Eng. Agrônomo EVOLUÇÃO DA MECANIZAÇÃO 1 TREM DE FORÇA SISTEMA MECÂNICO Diferencial Motor Câmbio Embreagem FUNCIONAMENTO DO MOTOR Motor

Leia mais

Controlador Automático para Escoamentos de Gases

Controlador Automático para Escoamentos de Gases Controlador Automático para Escoamentos de Gases Aluno: Diego Russo Juliano Orientador: Sergio Leal Braga Introdução Medidores e controladores de vazão são peças fundamentais nos principais setores industriais,

Leia mais

TT 151 OS DESAFIOS EM OPERAR UMA TURBINA FRANCIS DE 310 MW EM COMPENSADOR SÍNCRONO SEM UM EQUIPAMENTO ESSENCIAL.

TT 151 OS DESAFIOS EM OPERAR UMA TURBINA FRANCIS DE 310 MW EM COMPENSADOR SÍNCRONO SEM UM EQUIPAMENTO ESSENCIAL. TT 151 OS DESAFIOS EM OPERAR UMA TURBINA FRANCIS DE 310 MW EM COMPENSADOR SÍNCRONO SEM UM EQUIPAMENTO ESSENCIAL. Newton Kimura( 1 ) RESUMO Definir em eliminar um conjunto de equipamento (sistema de resfriamento

Leia mais

Cimatron Ferramentarias Usinagem

Cimatron Ferramentarias Usinagem Metalcam Há mais de 20 anos era fundada a empresa original do Grupo CMC de empresas de novas tecnologias. A vocação inovadora sempre esteve presente por meio de pesquisa e ambiente de desenvolvimento de

Leia mais

ARRASTO DE PARTÍCULAS DIANTE DE VARIAÇÕES DE VELOCIDADE

ARRASTO DE PARTÍCULAS DIANTE DE VARIAÇÕES DE VELOCIDADE ARRASTO DE PARTÍCULAS DIANTE DE VARIAÇÕES DE VELOCIDADE Ronaldo do Espírito Santo Rodrigues e-mail: ronaldo.nho@terra.com.br Artigo elaborado a partir da dissertação apresentada para obtenção do título

Leia mais

Use a ferramenta Project Geometry geometria dos rasgos interiores. O sketch criado deve conter todos os contornos do modelo 3D.

Use a ferramenta Project Geometry geometria dos rasgos interiores. O sketch criado deve conter todos os contornos do modelo 3D. Pretende-se aqui exempl ificar a maquinagem de contornos 2D em PowerMILL A modelação 3D do componente é executada em Autodesk Inventor e depois exportada em formato DXF para o PowerMILL Vamos usar esta

Leia mais

1 Geometria de referências: pontos, eixos e planos

1 Geometria de referências: pontos, eixos e planos 1 Geometria de referências: pontos, eixos e planos Pontos, eixos e planos são entidades bastante usadas como referências em sistemas CAE/CAE/CAM. Por isso a importância em estudar como definir pontos,

Leia mais

SolidWorks FlowXpress

SolidWorks FlowXpress SolidWorks FlowXpress O SolidWorks FlowXpress tem o objetivo de exibir o comportamento de um fluido através de seu modelo. Ele pode analisar o fluxo em uma única cavidade interna com uma unica abertura

Leia mais

Descrever o princípio de funcionamento dos motores Ciclo Otto Identificar os componentes básicos do motor.

Descrever o princípio de funcionamento dos motores Ciclo Otto Identificar os componentes básicos do motor. Objetivos Descrever o princípio de funcionamento dos motores Ciclo Otto Identificar os componentes básicos do motor. Descrição Neste módulo são abordados os princípios de funcionamento do motor Ciclo Otto,

Leia mais

UNIVERSIDADE DO SUL DE SANTA CATARINA HELTON JÚLIO PERRARO ANÁLISE E PROPOSTA DE MELHORIAS NO PROCESSO DE MOLDAGEM POR INJEÇÃO DE POLIAMIDAS

UNIVERSIDADE DO SUL DE SANTA CATARINA HELTON JÚLIO PERRARO ANÁLISE E PROPOSTA DE MELHORIAS NO PROCESSO DE MOLDAGEM POR INJEÇÃO DE POLIAMIDAS UNIVERSIDADE DO SUL DE SANTA CATARINA HELTON JÚLIO PERRARO ANÁLISE E PROPOSTA DE MELHORIAS NO PROCESSO DE MOLDAGEM POR INJEÇÃO DE POLIAMIDAS Tubarão Dezembro /2007 HELTON JÚLIO PERRARO ANÁLISE E PROPOSTA

Leia mais

Palavras-chave: Capeamento; Concreto; Compressão Axial.

Palavras-chave: Capeamento; Concreto; Compressão Axial. INFLUÊNCIA DO MATERIAL DE CAPEAMENTO NA RESISTÊNCIA À COMPRESSÃO DOS CORPOS-DE-PROVA DE CONCRETO E ARGAMASSAS: COMPARAÇÃO ENTRE ENXOFRE, PASTA DE CIMENTO E PASTA DE GESSO Rodrigo Boesing (1); Rogério A.

Leia mais

RZR-900-CVA BOMBA DE ENGRENAGENS INTERNAS MODELO: Especificações: ICX-CVA/2013-0. Deslocamento por Rotação: 18 cm3

RZR-900-CVA BOMBA DE ENGRENAGENS INTERNAS MODELO: Especificações: ICX-CVA/2013-0. Deslocamento por Rotação: 18 cm3 BOMBA DE ENGRENAGENS INTERNAS MODELO: RZR-9-CVA Especificações: Deslocamento por Rotação: 18 cm3 Capacidade: l/h até 1.8 l/h (8 l/min até 3 l/min) Pressão Admissível na Sucção:, Kgf/cm2 (ABS) até 1 Kgf/cm2

Leia mais

REBOLOS RESINÓIDES (LIGA RESINÓIDE)

REBOLOS RESINÓIDES (LIGA RESINÓIDE) Com o emprego de novas tecnologias e surgimento de novos materiais e equipamentos modernos, pode-se afirmar que a utilização de rebolos resinóides tornou-se indispensável nas operações de retificação e

Leia mais

Análises de Eficiência Energética em Métodos de Controle de Vazão

Análises de Eficiência Energética em Métodos de Controle de Vazão 6 a 1 de Outubro de 28 Olinda - PE Análises de Eficiência Energética em Métodos de Controle de Vazão Ronaldo R. B. de Aquino Zanoni D. Lins Pedro A. C. Rosas UFPE UFPE UFPE rrba@ufpe.br zdl@ufpe.br prosas@ufpe.br

Leia mais

ANEXO IX INJETORA DE MATERIAIS PLÁSTICOS 1. Para fins de aplicação deste Anexo considera-se injetora a máquina utilizada para a fabricação

ANEXO IX INJETORA DE MATERIAIS PLÁSTICOS 1. Para fins de aplicação deste Anexo considera-se injetora a máquina utilizada para a fabricação ANEXO IX INJETORA DE MATERIAIS PLÁSTICOS 1. Para fins de aplicação deste Anexo considera-se injetora a máquina utilizada para a fabricação descontínua de produtos moldados, por meio de injeção de material

Leia mais

3. Como são classificadas as diversas técnicas de prototipagem rápida?

3. Como são classificadas as diversas técnicas de prototipagem rápida? PROTOTIPAGEM RÁPIDA 1. Introdução Fabricação de protótipos em curto espaço de tempo (horas ou dias contra dias ou meses anteriormente necessários) Protótipo: - modelo em escala real de peças ou produtos

Leia mais

PLANEJAMENTO DO PROCESSO ASSISTIDO POR COMPUTADOR - CAPP

PLANEJAMENTO DO PROCESSO ASSISTIDO POR COMPUTADOR - CAPP PLANEJAMENTO DO PROCESSO ASSISTIDO POR COMPUTADOR - CAPP Prof. João Carlos Espíndola Ferreira, Ph.D. www.grima.ufsc.br/jcarlos/ jcarlos@emc.ufsc.br Universidade Federal de Santa Catarina Departamento de

Leia mais

Aula 3: Forjamento e Estampagem Conceitos de Forjamento Conceitos de Estampagem

Aula 3: Forjamento e Estampagem Conceitos de Forjamento Conceitos de Estampagem Aula 3: Forjamento e Estampagem Conceitos de Forjamento Conceitos de Estampagem Este processo é empregado para produzir peças de diferentes tamanhos e formas, constituído de materiais variados (ferrosos

Leia mais

UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS CCT CURSO DE TECNOLOGIA EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS CCT CURSO DE TECNOLOGIA EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS CCT CURSO DE TECNOLOGIA EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO COMPUTER AIDED ENGINEERING - CAE FABIANO RAMOS DOS SANTOS SERGIO DA COSTA FERREIRA

Leia mais

3. Procedimento e Montagem Experimental

3. Procedimento e Montagem Experimental 3. Procedimento e Montagem Experimental O presente trabalho é uma continuação da pesquisa iniciada por Leiroz [14]. A seção de testes usada para nosso estudo de deposição de parafina sob condições de escoamento

Leia mais

5. Resultados e Análises

5. Resultados e Análises 66 5. Resultados e Análises Neste capítulo é importante ressaltar que as medições foram feitas com uma velocidade constante de 1800 RPM, para uma freqüência de 60 Hz e uma voltagem de 220 V, entre as linhas

Leia mais

COMPRESSORES PARAFUSO

COMPRESSORES PARAFUSO COMPRESSORES PARAFUSO PARTE 1 Tradução e adaptação da Engenharia de Aplicação da Divisão de Contratos YORK REFRIGERAÇÃO. Introdução Os compressores parafuso são hoje largamente usados em refrigeração industrial

Leia mais

19 Congresso de Iniciação Científica CAPACITAÇÃO EM SISTEMA CAD DE GRANDE PORTE E EM SISTEMA PDM

19 Congresso de Iniciação Científica CAPACITAÇÃO EM SISTEMA CAD DE GRANDE PORTE E EM SISTEMA PDM 19 Congresso de Iniciação Científica CAPACITAÇÃO EM SISTEMA CAD DE GRANDE PORTE E EM SISTEMA PDM Autor(es) ANDRE BERTIE PIVETTA Orientador(es) KLAUS SCHÜTZER Apoio Financeiro PIBITI/CNPQ 1. Introdução

Leia mais

Indústrias Química, do Plástico, do Vidro e dos Metais

Indústrias Química, do Plástico, do Vidro e dos Metais Indústrias Química, do Plástico, do Vidro e dos Metais Trabalho realizado por: Leonardo Vieira R. da Silveira Marcelo Henrique G. Bueno Ralf Marcelo. S. de Oliveira Professor: Renato de Sousa Dâmaso Disciplina:

Leia mais

SECTOR DA FABRICAÇÃO DE ARTIGOS DE BORRACHA E MATÉRIAS PLÁSTICAS

SECTOR DA FABRICAÇÃO DE ARTIGOS DE BORRACHA E MATÉRIAS PLÁSTICAS #3 SECTOR DA FABRICAÇÃO DE ARTIGOS DE BORRACHA E MATÉRIAS PLÁSTICAS INTERVENÇÕES E CASOS DE SUCESSO Intervenções Durante o período de intervenção do projeto efinerg II, constatou-se que as empresas do

Leia mais

7 FURAÇÃO. 7.1 Furadeira

7 FURAÇÃO. 7.1 Furadeira 1 7 FURAÇÃO 7.1 Furadeira A furadeira é a máquina ferramenta empregada, em geral, para abrir furos utilizando-se de uma broca como ferramenta de corte. É considerada uma máquina ferramenta especializada

Leia mais

Furação NOMENCLATURA A B C D E F G H I J K L M N O P Q

Furação NOMENCLATURA A B C D E F G H I J K L M N O P Q NOMENCLATURA A B C D E F G H I J K L M N O P Q Comprimento Total Haste Corpo Extremidade cônica neste comprimento Largura do Campo Largura das Costas Ângulo da Ponta Aresta Principal de Corte Diâmetro

Leia mais

INFLUÊNCIA DA VELOCIDADE DE ENCHIMENTO SOBRE A FORMAÇÃO DE DEFEITOS EM PEÇAS DE ALUMÍNIO: SIMULAÇÃO NUMÉRICA VS. RESULTADOS EXPERIMENTAIS

INFLUÊNCIA DA VELOCIDADE DE ENCHIMENTO SOBRE A FORMAÇÃO DE DEFEITOS EM PEÇAS DE ALUMÍNIO: SIMULAÇÃO NUMÉRICA VS. RESULTADOS EXPERIMENTAIS INFLUÊNCIA DA VELOCIDADE DE ENCHIMENTO SOBRE A FORMAÇÃO DE DEFEITOS EM PEÇAS DE ALUMÍNIO: SIMULAÇÃO NUMÉRICA VS. RESULTADOS EXPERIMENTAIS Verran, G. O. (1); Rebello, M.A. (2); Oliveira, C. G. (1) Dr. Eng.

Leia mais

Processo de Forjamento

Processo de Forjamento Processo de Forjamento Histórico A conformação foi o primeiro método para a obtenção de formas úteis. Fabricação artesanal de espadas por martelamento (forjamento). Histórico Observava-se que as lâminas

Leia mais

Avaliação de modelos numéricos de CFD para o estudo do escoamento de água da piscina do RMB

Avaliação de modelos numéricos de CFD para o estudo do escoamento de água da piscina do RMB 2013 International Nuclear Atlantic Conference - INAC 2013 Recife, PE, Brazil, November 24-29, 2013 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENERGIA NUCLEAR - ABEN ISBN: 978-85-99141-05-2 Avaliação de modelos numéricos

Leia mais

OTIMIZAÇÃO DE UM PROCESSO DE INSERÇÃO DE BUCHAS METÁLICAS A QUENTE EM TERMOPLÁSTICOS UTILIZANDO A TÉCNICA DE PLANEJAMENTO DE EXPERIMENTOS

OTIMIZAÇÃO DE UM PROCESSO DE INSERÇÃO DE BUCHAS METÁLICAS A QUENTE EM TERMOPLÁSTICOS UTILIZANDO A TÉCNICA DE PLANEJAMENTO DE EXPERIMENTOS OTIMIZAÇÃO DE UM PROCESSO DE INSERÇÃO DE BUCHAS METÁLICAS A QUENTE EM TERMOPLÁSTICOS UTILIZANDO A TÉCNICA DE PLANEJAMENTO DE EXPERIMENTOS MICHEL FLORIANO DE LIMA Mestrando em Engenharia Mecânica (Universidade

Leia mais

BOOSTER BOOSTER? Benefícios e vantagens PORQUE COMPRAR UM

BOOSTER BOOSTER? Benefícios e vantagens PORQUE COMPRAR UM Linha BOOSTER Agilidade, confiabilidade e eficiência BOOSTER Os compressores Schulz modelo SB, possuem como função principal elevar a pressão da rede de baixa pressão para até 40 bar (580 psi). Benefícios

Leia mais

16 Congresso de Iniciação Científica DESENVOLVIMENTO DO SISTEMA PARA MONITORAMENTO DE DADOS EM HSM (HIGH SPEED MACHINING)

16 Congresso de Iniciação Científica DESENVOLVIMENTO DO SISTEMA PARA MONITORAMENTO DE DADOS EM HSM (HIGH SPEED MACHINING) 16 Congresso de Iniciação Científica DESENVOLVIMENTO DO SISTEMA PARA MONITORAMENTO DE DADOS EM HSM (HIGH SPEED MACHINING) Autor(es) OLIVEIRO LEUTWILER NETO Orientador(es) KLAUS SCHüTZER Apoio Financeiro

Leia mais

Extrusão Princípios de Funcionamento

Extrusão Princípios de Funcionamento 1) Taxa de Compressão (RC) -Descrição da rosca de acordo com a taxa de compressão (baixa ou alta taxa de compressão). RC = h i / h f RC = 2 corresponde a baixa taxa de compressão RC = 4 corresponde a alta

Leia mais

As virtudes capitais das ligas de zinco na fundição

As virtudes capitais das ligas de zinco na fundição As virtudes capitais das ligas de zinco na fundição O que possuem em comum equipamentos e peças tão diversos como torneiras, chuveiros, grampeadores, lanternas, peças para luminotécnica, alto-falantes

Leia mais

Conceitos Iniciais. Forjamento a quente Forjamento a frio

Conceitos Iniciais. Forjamento a quente Forjamento a frio Forjamento Conceitos Iniciais Forjamento é o processo de conformação através do qual se obtém a forma desejada da peça por martelamento ou aplicação gradativa de uma pressão. Forjamento a quente Forjamento

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO DAS CURVAS DE POTÊNCIA DE UM VENTILADOR DE FLUXO AXIAL

CARACTERIZAÇÃO DAS CURVAS DE POTÊNCIA DE UM VENTILADOR DE FLUXO AXIAL XIX Congresso Nacional de Estudantes de Engenharia Mecânica - 13 a 17/08/2012 São Carlos-SP Artigo CREEM2012 CARACTERIZAÇÃO DAS CURVAS DE POTÊNCIA DE UM VENTILADOR DE FLUXO AXIAL Rangel S. Maia¹, Renato

Leia mais

Solução para Problema de Aquecimento em Acionamento de Exaustor do Processo de Sinterização em Planta de Siderurgia

Solução para Problema de Aquecimento em Acionamento de Exaustor do Processo de Sinterização em Planta de Siderurgia Solução para Problema de Aquecimento em Acionamento de Exaustor do Processo de Sinterização em Planta de Siderurgia Gil Augusto de Carvalho gilaugusto@uol.com.br UBM Orlando Moreira Guedes Júnior engorlandojunior@yahoo.com.br

Leia mais

Sistemas de controle para processos de bateladas

Sistemas de controle para processos de bateladas Sistemas de controle para processos de bateladas Por Alan Liberalesso* Há algum tempo os processos de batelada deixaram de ser um mistério nas indústrias e no ambiente de automação. O cenário atual nos

Leia mais

MANUAL DE MONTAGEM DA FECHADURA SYNTER EXECUÇÃO DO ALOJAMENTO DA FECHADURA:

MANUAL DE MONTAGEM DA FECHADURA SYNTER EXECUÇÃO DO ALOJAMENTO DA FECHADURA: MANUAL DE MONTAGEM DA FECHADURA SYNTER EXECUÇÃO DO ALOJAMENTO DA FECHADURA: Para fazer o alojamento da Máquina da Fechadura em uma porta, é necessário deixar 1,10m do centro do furo quadrado da maçaneta

Leia mais

INFLUÊNCIA DA INOCULAÇÃO NA OBTENÇÃO DO FERRO FUNDIDO CINZENTO

INFLUÊNCIA DA INOCULAÇÃO NA OBTENÇÃO DO FERRO FUNDIDO CINZENTO 1 FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI NADIR DIAS DE FIGUEIREDO ANDRÉ JOSÉ ALBERTINI INFLUÊNCIA DA INOCULAÇÃO NA OBTENÇÃO DO FERRO FUNDIDO CINZENTO OSASCO 2012 2 ANDRÉ JOSÉ ALBERTINI INFLUÊNCIA DA INOCULAÇÃO

Leia mais

Sistema manual de medição por coordenadas CRYSTA-PLUS M443/M500/M700

Sistema manual de medição por coordenadas CRYSTA-PLUS M443/M500/M700 Máquina de Medir por Coordenadas Sistema manual de medição por coordenadas CRYSTA-PLUS M443/M500/M700 Catálogo E4332-196BR Compacto, econômico e de fácil operação com a mais avançada tecnologia em medição

Leia mais

Injeção de plásticos

Injeção de plásticos Max-Prod SIMULADORES DE PLANEJAMENTO E PROGRAMAÇÃO DE ALTA PERFORMANCE OTIMIZAÇÃO NO SEQUENCIAMENTO DE OP S E CARGA DE MÁQUINAS OTIMIZAÇÃO NA ESCOLHA DE MATERIAS DE PRODUTOS E COMPONENTES OTIMIZAÇÃO NA

Leia mais

Nesta aula, você vai estudar exatamente isso. E para acabar com o suspense, vamos a ela.

Nesta aula, você vai estudar exatamente isso. E para acabar com o suspense, vamos a ela. Mete broca! Nesta aula, vamos estudar uma operação muito antiga. Os arqueólogos garantem que ela era usada há mais de 4000 anos no antigo Egito, para recortar blocos de pedra. Ela é tão comum que você

Leia mais

TÍTULO: CURVA DA BOMBA E DO SISTEMA PARA O TRANSPORTE DE FLUIDO VISCOSO

TÍTULO: CURVA DA BOMBA E DO SISTEMA PARA O TRANSPORTE DE FLUIDO VISCOSO Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: CURVA DA BOMBA E DO SISTEMA PARA O TRANSPORTE DE FLUIDO VISCOSO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: ENGENHARIAS

Leia mais

SIMULAÇÃO NUMÉRICA DO RESFRIAMENTO DE COMPONENTES ELETRÔNICOS EM AERONAVES

SIMULAÇÃO NUMÉRICA DO RESFRIAMENTO DE COMPONENTES ELETRÔNICOS EM AERONAVES SIMULAÇÃO NUMÉRICA DO RESFRIAMENTO DE COMPONENTES ELETRÔNICOS EM AERONAVES Rafael Bernardo Cardoso de Mello IC rafael@redecasd.ita.br Divisão de Engenharia Aeronáutica Cláudia Regina de Andrade PQ - claudia@mec.ita.br

Leia mais

Resultados e Discussões 95

Resultados e Discussões 95 Resultados e Discussões 95 É interessante observar, que a ordem de profundidade máxima não obedece à ordem de dureza Shore A. A definição de dureza é exatamente a dificuldade de se penetrar na superfície

Leia mais

Congresso Internacional de Plásticos de Engenharia 2010 SOLUÇÕES NO PROCESSO DE MOLDAGEM POR INJEÇÃO

Congresso Internacional de Plásticos de Engenharia 2010 SOLUÇÕES NO PROCESSO DE MOLDAGEM POR INJEÇÃO Congresso Internacional de Plásticos de Engenharia 2010 SOLUÇÕES NO PROCESSO DE MOLDAGEM POR INJEÇÃO VILLARTA NOVA ERA, NOVA CIÊNCIA: MOLDAGEM DE PLÁSTICOS E SUA ABORDAGEM NA GESTÃO DE PROCESSOS Andresa

Leia mais

ANALISADORES DE GASES

ANALISADORES DE GASES BGM BOMBA DE SUCÇÃO SÉRIE COMPACTA ANALISADORES DE GASES Descrição: Gera uma depressão no processo, succionando a amostra e criando a vazão exata para atender o tempo necessário de condicionamento do gás

Leia mais

Sensores de condição. Projetado para produzir resultados de alta qualidade em uma variedade de ambientes robustos

Sensores de condição. Projetado para produzir resultados de alta qualidade em uma variedade de ambientes robustos Sensores de condição Projetado para produzir resultados de alta qualidade em uma variedade de ambientes robustos DETECÇÃO DE CONDIÇÃO A Rockwell Automation oferece uma linha impressionante de produtos

Leia mais

1 DIFERENCIAIS. de CO do forno são até 200% menores do que exige a legislação.

1 DIFERENCIAIS. de CO do forno são até 200% menores do que exige a legislação. FORNO CREMATŁRIO JUNG - CR270012 1 2 Obs.: As imagens acima são meramente ilustrativas. O equipamento das fotos é semelhante ao modelo cotado, entretanto, sua aparência, acessórios e funcionalidade podem

Leia mais

6 Conclusões e Trabalhos futuros 6.1. Conclusões

6 Conclusões e Trabalhos futuros 6.1. Conclusões 6 Conclusões e Trabalhos futuros 6.1. Conclusões Neste trabalho estudou-se o comportamento do sistema que foi denominado pendulo planar com a adição de uma roda de reação na haste do pendulo composta de

Leia mais

Tabela de Consumo e Rendimento

Tabela de Consumo e Rendimento Refrigerador de Ar Utilizando o princípio físico da troca de calor, o sistema de resfriamento CHP transforma o ar comprimido que o alimenta, em 2 fontes de saída, atingindo uma delas temperaturas de até

Leia mais

Fone: 0800 707 5700. Manual de Instruções. Bloco Digestor DQO Microprocessado Mod.: 25439

Fone: 0800 707 5700. Manual de Instruções. Bloco Digestor DQO Microprocessado Mod.: 25439 Fone: 0800 707 700 Manual de Instruções Bloco Digestor DQO Microprocessado Mod.: 9 Fone: 0800 707 700 ÍNDICE. INTRODUÇÃO. ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS. FUNCIONAMENTO. Instalação. Programando o timer (tempo).

Leia mais

Radiador de ar Indústria AC-LN / ACA-LN / ACAF-LN 8-14

Radiador de ar Indústria AC-LN / ACA-LN / ACAF-LN 8-14 Radiador de ar Indústria AC-LN / ACA-LN / ACAF-LN 8-14 Símbolo Gerais Os radiadores de ar da série AC-LN 8-14 podem ser aplicados em todas as áreas nas quais é preciso resfriar óleo ou mistura de água-glicol

Leia mais

Desafios e benefícios no uso de plásticos de engenharia para substituir peças de metal

Desafios e benefícios no uso de plásticos de engenharia para substituir peças de metal Desafios e benefícios no uso de plásticos de engenharia para substituir peças de metal Fábio Moreira Gerente de Engenharia de Desenvolvimento de Produto da Mahle AUTOMOTIVE DAY BRASIL, 6 de outubro de

Leia mais

Manual Telemetria - RPM

Manual Telemetria - RPM Sumário Apresentação... 2 Home... 2 Definição do Idioma... 3 Telemetria RPM... 4 Pré-requisitos necessários para utilizar o menu Telemetria RPM... 5 Faixas RPM... 11 Configura Faixa do Veículo... 15 Acumulado

Leia mais

O uso em automóveis de componentes de zinco fundidos sob pressão

O uso em automóveis de componentes de zinco fundidos sob pressão O uso em automóveis de componentes de zinco fundidos sob pressão Hoje em dia, as ligas de alumínio para fundição sob pressão, os aços e diversos tipos de plástico dominam quase exclusivamente a manufatura

Leia mais

1M5. DE JANEIRO, 15-18 de dezembro de 1981 ESTUDO ANALÍTICO EXPERIMENTAL COM TUBOS DE CALOR

1M5. DE JANEIRO, 15-18 de dezembro de 1981 ESTUDO ANALÍTICO EXPERIMENTAL COM TUBOS DE CALOR ANAIS (A30B) Vs^>/ RIO TRABALHO PAPE» 1M5 COBEM 81 VI CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA MECÂNICA DE JANEIRO, 15-18 de dezembro de 1981 N. A-14 P.P. 145-151 PROCEEDINGS I Ifcl " ü* PUC/RJ ESTUDO ANALÍTICO

Leia mais

MÓDULO 3 3.1 - QUALIFICAÇÃO DE INSTALADOR, INSPETOR, SOLDADOR E SOLDA DE TOPO POR TERMOFUSÃO E DE ELETROFUSÃO

MÓDULO 3 3.1 - QUALIFICAÇÃO DE INSTALADOR, INSPETOR, SOLDADOR E SOLDA DE TOPO POR TERMOFUSÃO E DE ELETROFUSÃO MÓDULO 3 3.1 - QUALIFICAÇÃO DE INSTALADOR, INSPETOR, SOLDADOR E SOLDA DE TOPO POR TERMOFUSÃO E DE ELETROFUSÃO O INSTALADOR, ou empresa instaladora, para ser qualificada como instaladora de tubos poliolefínicos

Leia mais