RATEIO DOS CUSTOS INDIRETOS DE BENEFICIAMENTO AOS PRODUTOS DE UMA EMPRESA MINERADORA LOCALIZADA NA REGIAO DA AMREC-SC

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1 1 UNIVERSIDADE DO EXTREMO SUL CATARINENSE - UNESC CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS LEANDRO DA SILVA WARMLING RATEIO DOS CUSTOS INDIRETOS DE BENEFICIAMENTO AOS PRODUTOS DE UMA EMPRESA MINERADORA LOCALIZADA NA REGIAO DA AMREC-SC CRICIÚMA, DEZEMBRO DE 2010.

2 2 LEANDRO DA SILVA WARMLING RATEIO DOS CUSTOS INDIRETOS DE BENEFICIAMENTO AOS PRODUTOS DE UMA EMPRESA MINERADORA LOCALIZADA NA REGIAO DA AMREC-SC Trabalho de Conclusão de Curso apresentado para obtenção do grau de Bacharel no curso de Ciências Contábeis da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC. Orientadora: Profª. Esp. Andréia Cittadin CRICIÚMA, DEZEMBRO DE 2010.

3 3 LEANDRO DA SILVA WARMLING RATEIO DOS CUSTOS INDIRETOS DE BENEFICIAMENTO AOS PRODUTOS DE UMA EMPRESA MINERADORA LOCALIZADA NA REGIAO DA AMREC-SC Trabalho de Conclusão de Curso aprovado pela Banca Examinadora para obtenção do grau de Bacharel no curso de Ciências Contábeis da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC. Criciúma, 7 de Dezembro de BANCA EXAMINADORA Profª. Andréia Cittadin, Esp. Orientadora Prof. Manoel Vilsonei Menegali, Esp. Examinador 1 Prof. Esp. Fabrício Machado Miguel, Esp. Examinador 2

4 4 Dedico este trabalho primeiramente a Deus e aos meus pais que são meu maior tesouro, que sempre foram e sempre serão as pessoas mais importantes da minha vida.

5 5 AGRADECIMENTOS Agradeço primeiramente a Deus, pela minha existência e por me guiar em todos os momentos da minha vida. Aos meus pais Valdir Warmling e Ana Eli da Silva Warmling, minha irmã Talya Warmling de Souza e meu cunhado Sandro de Souza, pessoas que estão sempre ao meu lado me ajudando e dando forças ao longo de toda minha vida. Minha namorada Elisiane Rosa, sempre me incentivando para a realização deste trabalho, obrigado pela compreensão nos momentos que tive que me ausentar. Aos meus amigos e colegas, que estiveram ao meu lado durante esta caminhada, em especial: Ana Lúcia Mondardo, André Eyng, Bruna Pessetti, Felipe Freitas, Gabriela Schulter, Jorge Mollenhauer, Juliana Della Bruna, Karin Lopes, Luana Ramos, Lucas Meller, Mariana Mondardo, Mateus Mezzari, Rafael Vieira e Samuel Tiscoski. Agradeço a minha orientadora Andréia Cittadin, pela dedicação, competente orientação e acima de tudo pela amizade e sinceridade, o meu muito obrigado. Aos meus colegas de trabalho Adair Lopes, Djalma Ladislau e Renato Barata, pelo auxílio com informações que serviram como base para a elaboração deste trabalho. A todos os professores do curso de Ciências Contábeis, pelo conhecimento e experiências compartilhadas ao longo do curso. Enfim, agradeço a todos que de alguma forma colaboraram para a realização deste trabalho.

6 6 Administrar bem um negócio, é administrar seu futuro, e administrar seu futuro, é administrar informações. Marion Harper Jr.

7 7 RESUMO WARMLING, Leandro da Silva. Rateio dos Custos Indiretos de Beneficiamento aos Produtos de uma Empresa Mineradora Localizada na Região da AMREC-SC p. Orientador (a): Andréia Cittadin. Trabalho de Conclusão do Curso de Ciências Contábeis. Universidade do Extremo Sul Catarinense UNESC. Criciúma SC. Diante do atual contexto econômico, as organizações necessitam desenvolver mecanismos de gestão que as auxiliem no gerenciamento das atividades, e desta forma destacar-se neste ambiente competitivo. A contabilidade de custos é um instrumento que pode contribuir para o gerenciamento dos negócios, uma vez que é responsável pelo registro de dados e disponibilização de informações referentes aos processos produtivos. Com base nas informações fornecidas pela área de custos os gestores poderão desenvolver ações no intuito de oferecer produtos e serviços de qualidade e com preços adequados, e assim, a empresa continuará atuando no mercado. Porém, um dos fatores que merece atenção na contabilidade de custos é forma de distribuição dos custos indiretos, pois com o avanço tecnológico houve um aumento significativo nesses gastos e sua alocação indevida pode levar a tomada de decisão equivocadas, principalmente, em relação a definição do preço de venda. Diante disso, o objetivo deste estudo consiste em verificar a forma mais adequada para ratear os custos indiretos aos produtos acabados de uma empresa mineradora. Deste modo, esta pesquisa enquadra-se como descritiva, com procedimentos bibliográficos e estudo de caso, realizado por meio de entrevista e pesquisa documental, cujas análises ocorreram de forma qualitativa. Com este estudo identificou-se que a empresa possui 9 (nove) centros de custos, sendo 7 (sete) produtivos e 2 (dois) de apoio; destes departamentos o centro de custo Britagem e Jigue geram mais custos indiretos. Os resultados apontaram, também, que a forma utilizada pela empresa objeto de estudo atualmente para distribuir os custos indiretos aos produtos considera apenas a quantidade produzida, o que resulta em um custo indireto unitário igual para todos os produtos. Com a metodologia proposta, que aloca os custos indiretos conforme o fluxograma do processo produtivo, constatou-se que o custo indireto unitário que era de R$ 9,34 para todos os produtos passou a ser de R$ 6,42 para o carvão CE 4500, R$ 26,31 para o Carvão Flotado a Vapor, R$ 17,30 para o Energético Finos, R$ 21,26 para o Finos Metalúrgico e R$ 11,92 para o Carbotrat AP. Com isso, pode-se observar uma alteração no percentual dos custos indiretos em relação ao preço de venda. Palavras-chave: Contabilidade de Custos, Rateio de Custos Indiretos, Setor Carbonífero.

8 8 LISTA DE QUADROS Quadro 1: Custo da Mercadoria Vendida Quadro 2: Principais produtos beneficiados e comercializados Quadro 3: Centros de custo que compõe o processo produtivo Quadro 4: Processo de Beneficiamento Quadro 5:Custo anual do beneficiamento Quadro 6: Custo unitário conforme cálculo da empresa Quadro 7: Custo unitário conforme nova metodologia Quadro 8: Relação Custos Indiretos x Preço de Venda... 57

9 9 LISTA DE FIGURAS Figura 1: Comportamento dos Custos Fixos Figura 2: Comportamento dos Custos Variáveis Figura 3: Custos Semifixos Figura 4: Custos Semivariáveis Figura 5: Custeio por Absorção Figura 6: Custeio Baseado em Atividades (ABC) Figura 7: Esquema do Custeio Variável Figura 8: Fluxograma de produção... 51

10 10 LISTA DE GRÁFICO Gráfico 1: Variação dos custos de beneficiamento... 56

11 11 LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS ABC Activity Based Costing (Custo Baseado em Atividades) ADM = Administração AMREC = Associação dos Municípios da Região Carbonífera CIFs= Custos Indiretos de Fabricação CMV= Custo da Mercadoria Vendida CV= Custos Variáveis DV= Despesas Variáveis Esp. = Especialista IBRAM = Instituto Brasileiro de Mineração Prof. = Professor REC. = Recuperação RWK Reichskuratorium für Wirtschaftilichkeit (Método das Seções Homogêneas) R$ = Reais S/A= Sociedade por Ações SATC= Associação Beneficente da Indústria Carbonífera de Santa Catarina SIECESC= Sindicato da Indústria da Extração de Carvão do Estado de Santa Catarina % = Por Cento

12 12 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO Tema e Problema Objetivos da Pesquisa Justificativa Metodologia REFERENCIAL TEÓRICO Origem e Evolução da Contabilidade de Custos Terminologia de Custos Conceitos de Contabilidade de Custos Gasto Investimento Custo Desembolso Despesa Perda Desperdício Classificação de Custos Custo Direto Custo Indireto Custos Fixos Custos Variáveis Custos Semifixos e Semivariáveis Classificação das Despesas Métodos de Custeio Custeio por Absorção Método de Custeio Baseado em Atividades (ABC) Custeio Variável RKW Rateio Formação do Preço de Venda Método Baseado nos Custos... 43

13 Método Baseado nas Decisões das Empresas Concorrentes Método Baseado nas Características do Mercado Método Misto ESTUDO DE CASO Caracterização da Empresa e Respectivo Processo Produtivo A Empresa Principais Produtos Fluxograma de Produção Custos Indiretos de Produção Distribuição dos Custos Indiretos conforme Processo Produtivo CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS... 60

14 14 1 INTRODUÇÃO Neste capítulo apresenta-se o tema e problema desta pesquisa, que busca verificar a forma de rateio de custos indiretos aos produtos fabricados mais adequada para uma empresa do setor carbonífero. Em seguida, expõem-se os objetivos e a justificativa, que demonstra a relevância do estudo. Por último, destaca-se a metodologia utilizada para sua realização. 1.1 Tema e Problema As organizações, de modo geral, necessitam desenvolver mecanismos de gestão que as auxiliem na administração dos negócios. Isso porque, no atual contexto econômico as empresas que disponibilizarem produtos e serviços de qualidade e com preços adequados poderão destacar-se neste ambiente competitivo e assim continuarem atuando no mercado. A contabilidade de custos é um instrumento que pode auxiliar no gerenciamento das atividades, pois é a área da ciência contábil responsável pelo registro de dados inerentes aos processos produtivos e pelo fornecimento de informações aos gestores. Estas informações subsidiam o processo de tomada de decisões em relação aos seguintes assuntos: que produto fabricar, quanto e quando produzir, qual o melhor preço de venda, entre outras. No entanto, um dos fatores preocupantes na contabilidade de custos refere-se a distribuição dos custos indiretos, uma vez que devido ao avanço tecnológico houve um aumento significativo nestes gastos, principalmente pelo crescente uso de máquinas e equipamentos nos processos produtivos atuais. Diante disso, faz-se necessário identificar, registrar e distribuir corretamente os custos indiretos, pois uma gestão inadequada destes gastos pode comprometer a valorização dos produtos finais. Observa-se, assim, que falhas na apropriação dos custos indiretos poderá ocasionar equívocos na tomada de decisão relacionada à formação de preço de venda ou na manutenção do produto no mercado, comprometendo desta forma a continuidade da organização.

15 15 Deste modo, deve-se estudar com cautela a forma mais adequada de distribuição destes gastos e respectivo acúmulo ao custo final do produto, principalmente nas empresas do segmento industrial onde os valores dos custos indiretos normalmente são representativos. No setor carbonífero esta situação não é diferente, pois o valor dos custos indiretos é relevante em relação ao preço final do produto. Por se tratar de uma atividade de extração de mineral, sua estrutura produtiva requer investimentos e manutenções constantes nos maquinários, além disso, o consumo de energia elétrica no processo também é elevado. Nesse contexto, levanta-se o seguinte questionamento: como ratear os custos indiretos aos produtos beneficiados por uma empresa mineradora? 1.2 Objetivos da Pesquisa O objetivo geral deste estudo consiste em verificar a forma mais adequada para ratear os custos indiretos aos produtos acabados em uma empresa mineradora. Em relação aos objetivos específicos pretende-se: - caracterizar o processo produtivo da empresa; - identificar os custos indiretos de produção da organização em estudo por centro de custo; e - apresentar uma metodologia de distribuição dos custos indiretos de produção com base no processo produtivo. 1.3 Justificativa Com o avanço tecnológico e a globalização do mercado, as organizações precisam estar atentas aos gastos inerentes ao processo produtivo. Isso faz-se

16 16 necessário devido à constante busca pela redução dos custos dos produtos e serviços ofertados e, consequentemente, a formação de um preço de venda mais competitivo. Portanto, é preciso desenvolver e implementar um sistema de custeio eficaz, ou seja, que transmita, em tempo hábil, informações confiáveis que auxiliem os gestores na tomada de decisão. Este sistema deve ser configurado para atender as necessidades da organização no que tange a gestão do seu processo produtivo. Diante disso, observa-se que um fator relevante na implantação de um sistema de custos é a definição da forma de distribuição dos custos indiretos de fabricação, pois segundo Martins (2003, p.83): é bastante fácil também de se perceber que a alteração de um critério poderá provocar mudanças no valor apontado como custo de um produto, sem que de fato nenhuma outra modificação tenha ocorrido no processo de produção. Verifica-se assim, que a alocação indevida dos gastos indiretos aos produtos, pode elevar o custo de um produto e diminuir o valor de outro, podendo levar os gestores à tomada de decisões equivocadas em relação a definição do preço de venda. Desta forma, a contribuição teórica deste estudo consiste reunir conhecimentos sobre a contabilidade de custos, com ênfase nos métodos de distribuição dos custos indiretos de fabricação. Por sua vez, a contribuição prática da pesquisa baseia-se no auxílio a uma empresa mineradora na identificação da forma mais adequada de distribuição dos seus custos indiretos. Deste modo, acredita-se que será possível contribuir com o processo de gestão desta organização, tendo em vista que obterá informações mais confiáveis em relação ao processo produtivo. Este estudo, também, poderá servir de base para outras entidades do mesmo ramo, sobretudo em relação aos critérios de distribuição dos custos indiretos de produção. Nesse sentido, a relevância social pode ser visualizada no auxílio à gestão destas organizações, que se beneficiarão das análises e estudos que demonstram a melhor forma de direcionar seus custos indiretos. Com isso, é possível reduzir estes gastos, melhorar o processo produtivo, ampliar sua produção

17 17 e assim gerar novos empregos garantindo o desenvolvimento da região onde estão inseridas. 1.4 Metodologia Para a elaboração do presente trabalho foram utilizados métodos e técnicas científicas que nortearam a coleta, tratamento e análise dos dados. Assim, quanto aos objetivos este estudo caracteriza-se como descritivo, pois busca descrever a maneira mais adequada para distribuir os custos indiretos de produção aos produtos fabricados em uma empresa do ramo carbonífero. De acordo com Silva (2003, p. 65) a pesquisa descritiva, tem com objetivo principal a descrição das características de determinada população ou fenômeno, estabelecimento de relações entre variáveis. A coleta de dados nesse tipo de pesquisa possui técnicas padronizadas, como o questionário e a observação sistemática. Quanto aos procedimentos, efetuou-se uma pesquisa bibliográfica que, segundo Silva (2003, p.60), é um tipo de pesquisa realizada pela maioria dos pesquisadores mesmo em seu preâmbulo. Essa pesquisa explica e discute um tema ou problema com base em referências teóricas já publicadas em livros, revistas, periódicos, artigos científicos, etc. Diante disso, buscou-se na literatura específica reunir conceitos, termos e variáveis sobre o assunto pesquisado que se trata de apropriação dos custos indiretos de produção. Foi realizado, também, um estudo de caso que conforme Fachin (2001) consiste em um método de estudo intensivo, onde são predominantes a compreensão, como um todo, do assunto investigado. Nesse sentido, Silva (2003, p.63) observa que, é um estudo que analisa um ou poucos fatos com profundidade. A maior utilidade do estudo de caso é verificada nas pesquisas exploratórias e no inicio de pesquisas complexas. [...] pode ser utilizado para desenvolver pesquisas estruturadas ou não, questionário, observações de fatos, análise documental.

18 18 Deste modo, o estudo de caso foi realizado em uma empresa do setor carbonífero, localizada na região da AMREC. Para coleta de dados foi efetuada entrevista com os responsáveis pelos setores de gestão de custos e de beneficiamento. De acordo com Cervo e Bervian (2002, p. 46), a entrevista não é simples conversa. É conversa orientada para um objetivo definido: recolher, por meio do interrogatório do informante, dados para a pesquisa. Outro instrumento utilizado foi à pesquisa documental, sendo que a verificação ocorreu em um período de 12 meses, de Setembro de 2009 até Agosto de Assim, os valores dos custos indiretos foram identificados mediante planilhas e relatórios internos, como o balancete de verificação. Segundo Martins e Theóphilo (2009), a pesquisa documental utiliza-se de documentos, informações e evidencias como fonte de dados. Os documentos são dos mais variados tipos escritos ou não, tais como documentos arquivados em entidades públicas e privadas, gravações, correspondências pessoais e formais, fotografias, filmes, mapas, diários, entre outros. Em relação à abordagem do problema, fez uso de pesquisa qualitativa, que de acordo com Richardson (1999, p.70), este tipo de estudo descreve, a complexidade de determinado problema, analisar a interação de certas variáveis, compreender e classificar processos dinâmicos vividos pro grupos sociais, contribuir no processo de mudança de determinado grupo e possibilitar, em maior nível de profundidade, o entendimento das particularidades do comportamento dos indivíduos. Desta forma, este estudo enquadra-se como descritivo, cujos procedimentos utilizados foram pesquisa bibliográfica e estudo de caso, realizado mediante entrevistas e pesquisa documental, sendo que as análises ocorreram de modo qualitativo.

19 19 2 REFERENCIAL TEÓRICO Neste capítulo, abordam-se aspectos sobre a origem e evolução da contabilidade de custos, terminologias e classificações referentes ao tema. Serão apresentados, também, métodos de custeio tais, como: custeio por absorção, método de custeio baseado em atividades (ABC), custeio variável e RKW. Finalizase apresentando algumas metodologias que servem de auxílio na determinação do preço de venda. 2.1 Origem e Evolução da Contabilidade de Custos A contabilidade surgiu há muito tempo, quando o homem sentiu a necessidade de controlar seus bens, como por exemplo: rebanhos, caça, pesca, entre outros. Iudícibus (2000) afirma que havia o pensamento de contabilizar recursos desde o início da civilização, ou seja, desde o período primitivo. Assim, para controlar o patrimônio era preciso a utilização de técnicas de auxílio, dando origem à contabilidade. O autor ainda salienta que alguns historiadores descrevem que a contabilidade existe desde anos antes de Cristo com a teoria da identificação das ovelhas com pedras, onde separava-se uma pedra para cada ovelha, executando deste modo, o que se chama atualmente de inventário. Com o passar do tempo a contabilidade foi se desenvolvendo tendo em vista as modificações que ocorreram nos ambientes social, econômico, político e cultural. Diante disso, ressalta-se que uma dessas modificações ocorreu na época da revolução industrial com o surgimento da contabilidade de custos. Este fato se deu, principalmente devido a necessidade das indústrias de mensurar os valores de estoques e também avaliar seus resultados. Nesse sentido, Viceconti (2003, p. 6) afirma que esta área da contabilidade, teve sua origem com o advento da revolução industrial e conseqüente proliferação das empresas industriais, a Contabilidade viu-se às voltas com o problema de adaptar os procedimentos de apuração de resultado em empresas comerciais (que apenas revendiam mercadorias compradas de

20 20 outrem) para as empresas industriais, que adquiriam matérias primas e utilizavam fatores de produção para transformá-las em produtos destinados à venda. De acordo com Crepaldi (2004), a área de custos desenvolveu-se com a revolução industrial, pois a contabilidade precisou se adaptar a nova realidade econômica, com o surgimento das máquinas e a produção em grande escala. Deste modo, até a Revolução Industrial (século XVIII), quase só existia a contabilidade Financeira (ou Geral), que, desenvolvida na Era Mercantilista, estava bem estruturada para servir as empresas comerciais. (MARTINS, 2003, p. 19). Diante disso, ressalta-se que antes do surgimento das indústrias o cálculo do custo da mercadoria vendida (CMV) era efetuado de forma simples e direta, conforme se apresenta no quadro 1, exposto a seguir: CMV = Estoque Inicial + Compras Líquidas Estoque Final Quadro 1: Custo da Mercadoria Vendida Fonte: Crepaldi (2004, p. 14) De acordo com o Quadro 1, nota-se que a apuração do custo da mercadoria vendida era realizado por meio das compras líquidas, excluídos os impostos, que eram adicionadas ao estoque inicial e estoque final. diminuídas do saldo do Cabe salientar que após a revolução industrial houve a necessidade de mudança no modo de valorizar os estoques. Desta forma, os gastos presentes no decorrer do processo produtivo também deveriam compor o custo produto, uma vez que estes fazem parte de sua fabricação. Assim, a matéria-prima, mão de obra, depreciação de máquinas, insumos, energia elétrica, dentre outros, passaram a compor o valor do estoque do produto acabado. Martins (2003, p. 20) reforça esta afirmação ao enfatizar que, o valor do estoque dos produtos existentes na empresa, fabricados por ela,deveria então corresponder ao montante que seria o equivalente ao valor de Compras na empresa comercial. Portanto, passaram a compor o custo do produto os valores dos fatores de produção utilizados para sua obtenção, deixando-se de atribuir àqueles outros que na empresa comercial já eram considerados como despesas no período de sua ocorrência: despesas administrativas, de vendas e financeiras.

21 21 Portanto, o ingresso das indústrias exigiu mudanças na mensuração dos custos dos produtos para uma melhor valorização dos estoques, e consequentemente a apuração adequada do resultado da organização. Nesse contexto, é possível observar que no início as funções da contabilidade de custos concentravam-se na valorização dos estoques e apuração do resultado nas indústrias. No entanto, ao longo do tempo ela veio acompanhando o desenvolvimento econômico, e assumiu atribuições de caráter gerencial como controle e auxílio ao processo de tomada de decisão. Segundo Martins (2003, p. 21), a contabilidade de custos tem duas funções relevantes: o auxílio ao controle e as ajuda às tomadas de decisões. No que diz respeito ao controle, sua mais importante missão é fornecer dados para estabelecimento de padrões e outras formas de previsão e, num estágio imediatamente seguinte, acompanhar o efetivamente acontecido para comparação com os valores anteriormente definidos. Para Crepaldi (2004), a área de custos surgiu da contabilidade geral, não apenas para possibilitar um maior controle sobre os valores que devem ser atribuídos aos estoques de produtos na indústria, mas também pela necessidade de saber o que produzir e poder mensurar a quantidade a ser produzida. Martins (2003) destaca que, no que tange a decisão o papel da contabilidade de custos é de suma importância, pois consiste na disponibilização de informações que dizem respeito ás consequências de curto e longo prazo sobre medidas de introdução ou corte de produtos, administração de preços de venda, opção de compra ou produção. Para Leone, (2000, p.47) a contabilidade de custos em relação ao controle, projeta e opera sistemas de custos, determina os custos por departamentos, por função, por centros de responsabilidades, por atividades, por produtos, por territórios, por períodos e por outros segmentos, faz a estimação de custos, estabelece padrões, manipula custos históricos, compara custos de diferentes períodos, calcula custos reais com custos calculados, determina custos de alternativas, interpreta e apresenta informações de custos como um auxílio à gerência no controle de operações correntes e futuras.

22 22 Neste sentido, Crepaldi (2004, p.16) aborda que, com a crescente complexidade do mundo atual empresarial, a Contabilidade de custos está tornando-se cada vez mais importante na área gerencial da empresa, passando a ser utilizada no planejamento, controle de custo, na tomada de decisões e no atendimento as exigências fiscais. Para Leone (2000), esta área é responsável por acumular dados físicos e monetários, transformando-os em indicadores gerenciais com grande poder informativo em nível de administração e operação. Em relação aos dados operacionais, a contabilidade de custos abrange dados históricos, estimados (futuros), padronizados e produzidos [...] ela pode (e deve) fornecer informações de custos diferentes para atender as necessidades gerenciais diferentes. Leone (2000) ainda observa que a contabilidade de custos auxilia na definição da rentabilidade, bem como na mensuração do desempenho das diversas atividades da entidade. Além disso, pode ajudar a gerência na tomada de decisões, pois contribui para o planejamento, controle e administração das operações. Diante disso, nota-se que a contabilidade de custos apresenta-se atualmente como uma ferramenta de auxílio à tomada de decisões, não mais sendo utilizada apenas para a valorização de estoques e apuração de resultado. Portanto, é considerada como um dos principais ramos da contabilidade, pois possui o papel de identificar, registrar, mensurar e analisar os dados sobre o processo produtivo das organizações e transformá-los em informações que darão subsídios aos gestores na tomada de decisão em relação à quais produtos fabricar, como otimizar o processo produtivo, qual o melhor preço de vendas, entre outros. 2.2 Terminologia de Custos Para melhor compreender a contabilidade de custos, convém apresentar os significados das terminologias usadas nesta área. Assim, inicialmente apresentase o conceito de contabilidade de custos e em seguida expõem-se as nomenclaturas utilizadas.

23 Conceitos de Contabilidade de Custos Conforme destacado anteriormente, a área de custos é o ramo da contabilidade responsável por identificar e mensurar os gastos incorridos durante o processo produtivo em um determinado período, com a finalidade de transmitir informações para o processo decisório. Koliver (2008, p.43) ao abordar sobre contabilidade de custos destaca que esta é, parte da contabilidade que trata da fundamentação teórico-doutrinária, das técnicas, métodos e procedimentos utilizados na apreensão, classificação e avaliação das mutações patrimoniais que ocorrem no ciclo operacional interno das entidades, com vista à correta delimitação dos agregados de valores a bens ou serviços produzidos e às funções exercidas na entidade, durante determinado período de tempo. Desse modo, Ferreira (2007, p. 25) complementa sobre a contabilidade de custos, afirmando que sua função é identificar, acumular e processar os dados, gerando informações de custos. Verifica-se, diante dessas afirmações, que a contabilidade de custos tornou-se cada vez mais indispensável para o desenvolvimento das atividades das empresas, tanto no ramo industrial, como comercial e prestação de serviços. Isso porque, é responsável pelo registro, acumulação e processamento dos dados referentes ao processo produtivo, transformando-os em informações de caráter gerencial e auxílio no controle das operações e respectivos gastos Gasto Os gastos são considerados os sacrifícios financeiros realizados pelas empresas para a obtenção de bens ou serviços. Neste sentido, Martins (2003, p. 24) afirma que gasto é a compra de um produto ou serviço qualquer que gera sacrifício financeiro para a entidade (desembolso), sacrifício esse representado por entrega ou promessa de entrega de ativos (normalmente dinheiro).

24 24 Segundo Wernke (2005, p.3) entende-se que, o termo gasto é utilizado para descrever as ocorrências nas quais a empresa despende de recursos ou contrai uma obrigação (dívida) perante terceiros (fornecedores, bancos, etc.) para obter algum bem ou serviço que necessite para suas operações cotidianas. Conforme Ribeiro (1999, p.22), gasto nada mais é que desembolso a vista ou a prazo para a obtenção de bens ou serviços, independentemente da sua destinação dentro da empresa. Para Leone (2000, p.53) gasto é o compromisso financeiro assumido por uma empresa na aquisição de bens ou serviços, o que sempre resultará em uma variação patrimonial seja apenas qualitativa no início e certamente quantitativa em seguida. O autor complementa dizendo que o gasto pode ser classificado como gasto de investimento ou de consumo. Gasto de investimento ocorre quando o bem ou serviço são utilizados em vários processos produtivos; o de consumo, refere-se a utilização do bem ou serviço no momento de seu uso na produção ou prestação de serviço. Dependendo da destinação do gasto de consumo, poderá transformar-se em custo ou despesa. Desse modo, o termo gasto é empregado na obtenção de bens ou serviços pela empresa, que no ato ou em um período futuro irá gerar um desembolso, podendo ser considerado investimento, custo ou despesa. Pode-se citar como exemplos: compra de imobilizado, consumo de matérias-primas, depreciação dos equipamentos da área administrativa, entre outros Investimento Martins (2003, p.25) define que investimento é um gasto ativado em função de sua vida útil ou benefícios a futuro(s) período(s). De acordo com Wernke (2005, p.3) classificam-se como investimentos os gastos efetuados na aquisição de ativos (bens e direitos registrados em conta do Ativo no Balanço Patrimonial) com a perspectiva de gerar benefícios econômicos em períodos futuros. Conforme Ribeiro (1999, p.22), investimentos compreende, geralmente, os gastos com a obtenção de bens de uso da empresa.

25 25 Dessa forma, considera-se investimento o gasto que irá gerar benefícios à longo prazo. Assim, pode ser citada como exemplo, uma máquina ou equipamento usado no processo produtivo de uma empresa, pois sua aquisição é um investimento, uma vez que sua utilização visa benefícios futuros Custo O termo custo é utilizado para classificar os gastos relativos ao processo produtivo. Segundo Ribeiro (1999, p.22), custo compreende os gastos com a obtenção de bens e serviços aplicados na produção. Cita-se como exemplo: mãode-obra e matéria prima, que são gastos que de forma direta ou indireta, devem compor o valor final do produto ou do serviço prestado. Para Martins (2003, p.25), custo é um gasto relativo a bem ou serviço utilizado na produção de outros bens ou serviços.o custo também é um gasto, só que reconhecido como tal, isto é, custo, no momento da utilização dos fatores de produção (bens e serviços), para a fabricação de um produto ou execução de um serviço. Conforme Wernke (2005, p.4), como custos são classificados os gastos efetuados para fabricar produtos ou prestar serviços. Assim, todo o gasto que a empresa utilizou para a fabricação de bens ou serviços, é considerado custo, pois está ligado a fabricação dos mesmos Desembolso O desembolso representa a saída de recursos financeiros da entidade. Assim, para Martins (2003, p. 25) desembolso é o pagamento resultante de um bem ou serviço. Pode ocorrer antes, durante ou após a entrada da utilidade comprada, portanto defasada ou não no momento do gasto.

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